Oi, oi, minhas amigas! Tudo bem com vocês? Gente, espero que vocês estejam bem.
Tá chegando aqui no canal pela primeira vez? Já vai chegando, já vai curtindo o vídeo! Se é o seu interesse, amiga, vem chegando aqui no canal, escreve aqui também, tá?
Clicando no botãozinho vermelho aqui abaixo, amiga, que a gente fala de emagrecimento, moda, beleza, autocuidado e saúde. Tá bom? Hoje o assunto do vídeo, gente, é um pouquinho mais sério.
É um assunto que eu trato com muita destreza porque eu sei que do lado daí, às vezes, é muito difícil. Vocês podem estar passando por essa situação, podem estar sofrendo com isso, do mesmo jeito que eu sofri. Tive que me cuidar, né, durante muito tempo e consegui superar, de alguma forma.
Eu não sou médica, eu não sou nutricionista, eu não sou nada da área da saúde. Eu sou professora, tá, gente? Mas não exerço aquilo que eu formei hoje em dia.
Eu estava com essa, tá? Mas venho aqui contar um pouquinho da minha experiência, como eu tratei, e às vezes isso pode te ajudar de alguma forma. Tá bom?
Então vamos embora para mais um vídeo aqui no canal. Bom, amigas, e hoje o assunto é como eu me cuidei, né, como eu me tratei quando eu tinha depressão e ansiedade. A primeira coisa que eu quero falar para vocês, gente, é que eu não deixei de ter ansiedade.
Ansiedade eu trato até hoje e eu acho que uma coisa que eu entendi, né, com o tempo, é que a gente nunca deixa de ser ansiosa. Eu acho que eu sempre fui ansiosa, desde quando eu entendo por gente. Mas esses estados de ansiedade mudam um pouco, né?
Pelo menos eu entendi isso em mim. É uma coisa que a gente trabalha muito, mas eu também entendo que tem gente que tem um estado de ansiedade maior, né? Tem a TAG, né, que é o transtorno de ansiedade generalizada.
Enfim, a minha ansiedade é horrorosa também, tá, gente? Assim, eu tomo remédios fortes também porque eu sou extremamente ansiosa, mas controlada, entendeu? É medicado e controlado, tá?
Então eu vou contar um pouquinho para vocês como que eu me curei da depressão, tá, gente? Que eu acho assim: a depressão que me levou para o fundo de um poço. A ansiedade, ela é tratada.
Hoje em dia, a depressão não foi. Então vou colocar um pouquinho para vocês como que eu consegui sair desse fundo, desse poço e me recuperar, tá? Então eu vou contar minha experiência.
Gente, eu já contei em outros vídeos porque eu entrei em depressão e enfim, não vem muito ao caso aqui. Eu quero contar como que eu consegui me cuidar, né? Sair.
Mas, basicamente, foi em 2020, na pandemia. Eu senti muito medo de médico, de pegar COVID. Enfim, gente, foi uma bola de neve.
Juntou que eu ganhei 80 kg em 3 anos. Eu engordei 80 kg, gente, em três anos! Então assim, foi muita coisa, foi muito difícil, foi horrível.
E tudo isso junto com a depressão. E a pergunta é: como que você saiu da depressão e conseguiu se cuidar? Gente, eu vi que eu não estava bem desde 2020, que eu precisava de ajuda.
E gente, foram inúmeras tentativas falhas. Foram inúmeras. E às vezes você está passando aí do outro lado por tentativas falhas também, né, de cuidado, de ajuda.
Às vezes você não está conseguindo ajuda médica. Às vezes você não está conseguindo se ajudar. Às vezes você já está indo no médico, mas às vezes você não está vendo melhora, né?
Gente, em maio, né, quando eu comecei meu tratamento, eu comecei com um remédio. Só que por eu ser muito jovem e tudo mais, o médico, na época, eu fui a um clínico, que eu pensei que meu caso não era muito sério, né? Eu fui a um clínico aqui que meu pai já ia.
Meu pai conseguiu tratar uma depressão que ele tinha com um bom clínico. Ele é muito bom, por sinal. E eu fui, gente, mas não adiantou nada.
Esse remédio era um remédio muito leve. Não é que todo mundo precisa tomar remédio forte, gente. E não é que todo mundo precisa de remédio, mas no meu caso, não precisava.
Tá? Não é que no seu caso você precise. Às vezes, somente a terapia dá certo, né, gente?
Mas foi uma coisa de nada, né? E aí eu comecei a pensar: bom, eu não tenho mais jeito. Aí eu cortei o tratamento por minha conta.
Gente, aquilo só piorou. O que já estava ruim só piorou. E eu lembro que eu fiquei até outubro, gente.
Outubro da. . .
É uma crise muito forte. Um amigo meu me obrigou a ir ao médico. Eu não vou contar para vocês como que foi essa crise, gente, porque eu acho que causa muito gatilhos, né?
E aí, em outubro, o Anderson me brigou para ir ao médico. E aí a gente foi, né, a um psiquiatra e tudo mais. E aí o médico foi entender a gravidade e tal.
Gente, comecei o tratamento, mas a gente ficou sem dinheiro. Só que aí eu comecei a ficar melhor. Na hora assim que eu já iniciei o tratamento, já comecei a ficar melhor.
Foi em outubro, novembro, dezembro. Meus remédios acabaram. Eu falei para o Anderson: "Sem dinheiro, e aqui no SUS Universitário a gente pode conseguir".
E aí eu falei para ele: "Eu tô bem melhor, vamos parar. Quando a gente tiver dinheiro, eu volto". Gente, eu parei em dezembro.
Em fevereiro, me deu outra crise horrível, mas assim, daquelas! Foi um dos piores momentos da depressão, tá, gente? De não querer levantar da cama, de não querer tomar banho.
Sabe? Isso são coisas na vida, gente, que só quem passa sabe, né? Isso lá em 2022, isso, gente.
E aí o Anderson me levou, né, ao médico. E aí o médico, né, falou: "Olha, Sabrina, não dá para. .
. ". Separar o tratamento, inclusive o psiquiatra, é maravilhoso.
Vou lá até hoje, gente! Com ele, que eu faço meus tratamentos de ansiedade e tudo. E ele falou assim: "Não dá para você parar o tratamento, você vai se comprometer a continuar.
" E eu me comprometi, gente, a continuar. A gente deu um jeitinho, pediu dinheiro emprestado, e começamos o tratamento. Foi ótimo!
Assim, eu falo que foi uma virada. Sabe, eu comecei a fazer o tratamento para depressão, a ansiedade melhorou muito. Eu falo que, com o remédio que eu tomava, eu ficava sem emoções.
Mas, gente, eu comecei a ter vida de novo. Vocês entendem? Eu comecei a parar de chorar, a sair da cama, a querer conversar com as pessoas, essas coisas.
Vocês entendem? E, a partir do momento que eu comecei a querer fazer as coisas, gente, eu quis me curar também. Sabe, porque, a princípio, para mim, tanto faz.
Nos primeiros três meses, eu ficava muito neutra, assim, tipo: "Ai, tô melhor", nem tanto, tanto faz. Depois, eu comecei a ver melhora. E não que eu voltei, gente, até a Sabrina que eu era antes da depressão, nada disso.
A gente amadurece, muita coisa acontece, mas eu comecei a ver a vida de outra forma. Sabe, gente? Eu queria viver mesmo!
Vocês entendem? Querer viver, ter vida e gostar de viver, sabe? E foi basicamente assim, né?
Que eu fui me curando. Aí, o médico falou assim. E eu contava com o médico: "Olha, eu sinto disposição, eu sinto, né, a vontade, eu sinto aquele despertamento ruim.
" Mas, enfim, eu ainda me sinto muito ansiosa, né? E a minha ansiedade, gente, ela é muito ruim, né? Professor, é aquilo, gente.
Eu não vou falar porque vocês devem saber, né, amiga, mas coração acelerado, aquelas coisas horrorosas que quem tem ansiedade sabe. E aí, ele falou assim: "Então, às vezes, está na hora da gente partir também, né, para esse tratamento de ansiedade. " E a gente foi conciliando, né?
Até que ele me deu alta desse tratamento de depressão, e agora eu tô falando para medir a ansiedade. A gente vai diminuindo as doses, ela, aos pouquinhos, até que a gente vê se eu consigo ficar sem o remédio ou, às vezes, eu tenho que tomar o remédio devido para a vida toda. A gente não sabe, né?
Eu sei que vocês perguntam, né, se eu tomo aqueles remédios famosos para ansiedade, né? Aqueles famosinhos, sabe? Aqueles que começam com 'R' e terminam com 'Trio'.
Gente, aqueles lá estão somente para crise, tá? Aqui dos lados, tem gente que toma todos os dias, né? Mas, vamos lá, remédio é muito individual.
Eu tô falando aqui, gente, porque esses remédios só podem ser tomados com receita. Não vou falar dos novos remédios, ficou tão licença, vou querer tomar também, Vocês também, né, gente? Inclusive, não é fácil ficar pagando.
Eu pago, depende, quando ele me pede para voltar lá, mas é tipo de dois, não é mesmo, né? Porque eu tenho retorno. Mas, tipo, R$ 300.
E aí, os remédios ficam tipo R$ 200, R$ 300. Também não é barato, gente. Eu falo que assim, tem no SUS, mas não anda, não anda, a gente sabe.
Também é triste, mas não anda. E aí fica aquele transtorno, aquela coisa difícil. E eu sei como que é, né, amigas.
Mas assim, tá passando um momento difícil? Amiga, peça ajuda! Peça ajuda para um familiar, peça ajuda para alguém.
Alguém vai te ajudar. Não deixa para depois. Coloque sua saúde como prioridade.
Às vezes, a gente pensa que é bobeira, é coisa da sua cabeça. Não é! Só porque, hoje em dia, foi outra pessoa conseguir, né, dar continuidade no processo de emagrecimento, porque eu consegui perceber depressão.
Eu consegui, às vezes, terminar a faculdade, porque, devido à depressão, eu consegui prosperar na minha vida financeira, porque, devido à depressão, parou minha vida. Gente, vocês entenderam? Aquilo parou, limitou os meus sonhos, vomitou.
Eu não tinha vontade de construir uma família, não tinha vontade de fazer nada, gente. Eu tinha vontade de deitar na minha cama e esperar o meu dia chegar. Então, procure ajuda!
Tá bom, gente? Vai dar certo! Não deixe esse pensamento horrível tomar conta de vocês, mas procure, de alguma forma, ajuda.
Eu fiz terapia também, tá, gente? Eu posso contar para vocês em outro vídeo. Eu falei mais da parte agora psiquiátrica, né, e tudo mais, terapia foi muito importante também.
Eu acho que deu para eu me conhecer bastante, né, sobre aquilo que eu pensava sobre mim também, sobre os outros. Então, isso é muito relevante também. Tá bom, gente?
Procurem ajuda, tá? Amigas, contem comigo aqui também! Tô lendo os comentários de vocês.
Amigas, curte aí o vídeo, tá? Comenta se você sofre com algum problema. Às vezes, eu posso te dar uma força, uma palavra de apoio, alguma coisa, tá bom?
Beijo enorme para vocês e até o próximo vídeo!