[Música] Hoje a gente vai dar uma breve apresentação sobre o que é que acontece com semiárido E por que dessas condições específicas tem que entender que vocês estão vendo nessa nessa imagem uma realidade do seminário sei que as recorrentes muitas vezes grandes respeita durante cinco sete anos de seca depois sucessivamente um ciclo bom com luvas regulares para explicações mais elevadas vale que a gente vê muito é essa realidade cerca de todos os Estados Unidos Paraíba Pernambuco eles também afotam recurso de uma forma a sustentar aquela perda daquela Safra e essas secas elas são recorrentes os
diversos grau de severidade Cultural de severidade diferenciados leva a situação muito preocupante né a gente tá dentro do mosquito agora do Nordeste de uma maneira geral né então a gente vende alguns anos de regularidade muito elevada por conta do excesso de chuva e não pela falta dela né então tem que entender que o seminário Além disso né dessa má administração porque se a gente for olhar o acumulado de chuva dentro do seminário nordestino normalmente a gente consegue fechar todas as culturas premiados como povo por exemplo Então você viu acumulado poderia assim conseguir produzir nessas áreas
o grande detalhe é a distribuição de chuva que tá tentando mostrar aqui né o relevante demais terem relação ao seminário e as mudanças climáticas para comprovado científica a questão das mudanças climáticas vai ser o bioma Caatinga né ele vai sofrer muito existe uma previsão que todos os últimos 40 anos no mundo Teve um aumento que 0,3 graus na temperatura do mundo de uma maneira geral e quanto um seminário um dos últimos 40 anos ainda tem uma elevação de quase três graus centímetros porque é muito significativo a gente pode ver nessas reportagem deve ser uma das
mais afetadas pelas mudanças Justamente por isso né em relação a isso a região custo história já é bastante sensível enquanto a população dessas áreas né do homem nessas áreas que afeta ainda muito mais essa questão é uma questão muito interessante veja esse trabalho com trabalho de apoio realizado há algum tempo mas aquilo é muito consistente nas suas informações e ele dizer quais são as tendências pode semiáveis no Brasileiro né em relação a curto médio e longo prazo vocês podem ver nesse slide aí que qual a previsão para os próximos anos né até 2070 de chuva
por exemplo então a previsão com a confiabilidade alta dessa previsão uma tendência de aumento até 2070 dessas receitas né isso para as culturas anuais Isso é terrível né uma diminuição também da precipitação intensa Mas vocês podem me perguntar qual é o grande problema da precipitação responsável principalmente pelo instrumento de barragem né e Barreiros de acúmulo de água no psicólogo Então essa peça auxilia muito nessa no momento dessas reservas bíblicas então por isso que é importante essa apresentação de tempo e nesse caso ela existe uma tendência de diminuição da precipitação intensa assim como aumento de calor
todo o cenário e longo prazo não é um cenário favorável em relação para a gente tá bastante atento em relação a nossa programação de produção Esse é um trabalho é que foi feito por mim no meu doutorado e a gente simulou né por meio de equações qual seria a tendência de produção e extremamente resistente à seca muita adaptadas totalmente estabilizada [Música] então a gente pode ver o comportamento de quatro materiais de Mileto ao longo do tempo e como é que ele vai se comportar ao longo do tempo isso o acúmulo de borragem a gente pode
ver nesse trabalho foi identifiquei que em diversos locais é você tem ao longo ao longo do tempo né a gente tem uma tendência isso aqui que a gente vai falar a partir de agora é bem focado em produção de forragem não tem aspectos sociológico não tem aspecto político é totalmente focado nos desafios para a produção de forragem no semiárido sempre vai discutir um pouquinho passar para vocês essa informação como eu já tinha lido semi área ele tem uma estacionalidade produtiva muito marcante muita gente chama de problema mas na verdade não é o problema é uma
característica que semiárido é uma peculiaridade dessa região Então não é um problema uma coisa que a gente tem que se adaptar a essa realidade e essa realidade é você ter um determinado período de produção se você perde essa janela esse ano de o seu está perdido porque a chuva são concentradas em três quatro em algumas regiões até cinco meses do ano e o restante do período ele não tem estudo tem outras regiões que não né tudo você tem obviamente a sua janela de produção para você também tem todos os períodos quando você fica mais naquelas
trovoadas novamente toda característica importante do seminário é essa competição entre aspas entre a pecuária o que acontece é que a pecuária normalmente ela é colocada a margem dos locais mais produtivos porque aquelas áreas onde você tem a capacidade e produzir culturas agrícolas né ela vai ser utilizada para isso e não para pecuária Isso é óbvio por conta da rentabilidade tá agricultura ser maior do que da pecuária Então a gente tem uma tendência marginalizada pecuária isso foi feito desde a época da nossa colonização e a pecuária foi bem interiorizou o Brasil né agricultura ela tava localizada
na região de tabuleiros costeiros na região litorânea e a pecuária ela foi sendo colocada para dentro do país que foi era um dos grandes impulsionadores da colonização do interior do Brasil né Além disso essa questão da peculiaridade é dada por imagem na região semiárdia brasileira é que tem características do solo específico características específico né e essa característica ela tem que ser explorada com tecnologia e o único caminho que a gente venceu essa característica toma uma ilustração de como é que acontece no seminário determinadas regiões que é essa linha de demanda e a linha essa linha
verde que vocês vão eram a linha de demanda obviamente que você tem um período aqui nesse exemplo primário até setembro maior acúmulo de forragem né que você tem acúmulo maiores convidados por área maior desse período e depois você tem um decréscimo e nesse decréscimo é justamente quando você tem um aumento da demanda de borragem quando você não tem esse alimento para esses animais daí você utilizar estratégias que são estratégias de conservação de placa né então uma vez que você tem essa condição de produção exacerbada exacerbada no começo Então você tem que aquele acúmulo daquele período
você guardar para o período onde você não tem essa disponibilidade de falar isso acontece em outras regiões muito menos acentuado do que acontece por todo desafio grande do seminário que tem relação degradação ambiental o semiárido ele é muito acometido em relação a isso por conta das suas características climáticas também aí você passa a boa parte do ano com a vegetação praticamente toda seca Então a gente tem cenário de Queimadas muito fortes né a característica do solo impulsionam também uma degradação a característica normal leva assim a quando você tem uma exploração inadequada pelo homem dessa região
e ocorrência de Lucas desertificação de degradação da escola você pode ver esse fumar aquelas pontos vermelhos já são áreas que são duas desertificação que acontece na Paraíba acontece em Pernambuco muitas vezes não só por falta da água mas fica muito irracional dessa água por exemplo de forma desordenada quando você terminar salinizando esse solo e criando esse mundo do desertificação além de desses aspectos que estão mostrado aí também e hoje você tem umas áreas degradação de degradação ambiental muito forte como nessas áreas de marrom e tal vocês podem ver que elas estão é muito que requerem
uma atenção especial os semiáticos na degradação ambiental Ele merece uma pessoa especial quando a gente vai trabalhar com área de abertura para novas áreas de novas áreas próximas essa região semelhada ela é muito sensível da degradação ambiental por isso né tem que pensar sempre estratégias conservacionistas e estratégias sustentabilidade dessa região que a gente vai falar um pouquinho disso de vocês dois então a gente pode ver que o modelo pode exploração ecológica porque quando você não tem poder de sustentação ambiental consequentemente Você também qualquer modelo nessa degradação que você por ser humano nessa região outra questão
que deve ser levado em consideração ao seminário deixando bem claro aqui gente isso aqui ele tá falando em questão de produção de forragem né não tem nada de questão relacionada a distribuição fundiária não tem nada a ver com relações sociais relações políticas o que eu estou colocando aqui para vocês assim o cenário da estrutura fundiária do seminário brasileiro ela interfere na produção de forrar pelo que eu quero dizer com isso que as propriedades no semiárido Elas têm 68% delas tem zero a dez hectares ou seja são propriedades pequenas né então quase 70% dessa região semiátrica
ela tem propriedades abaixo dessa executar quando você passa para a área um pouco maior de 10 até você tem 26% dessas áreas e apenas 100% apenas 6% acima de 100 habitat O que quer dizer isso da área do semiárido ela tem estrutura inferior a 20 eficaz isso para produção de porrada é muito complicado que a produção de forragem ela requer escala requer uma área grande para você produzir uma quantidade grande de volumoso e você conservar isso para os períodos é que você vai ter a necessidade Ou seja você não teria que só produzir para aquele
momento você tem que produzir para aquele momento o restante do ano então isso vai ter uma quantidade diária maior do que a estrutura hoje que você tem dentro do seminário brasileiro isso para a produção de coragem bastante preocupação outra coisa que a gente tem que tentar é relações brasileiro tem nada brasileiro ele é constituído basicamente o solo de duas dois dois tipos básica né paciência alimentar baixa fertilidade ou seja um solo que tem taxa de habilidade produtiva então 20% do 100 reais brasileiro é baseado nesse Trono essa estrutura geológica brasileiro também é uma agravante muito
grande em relação a produção de forragem nessa região além disso a gente tem a questão da fertilidade natural do solo do semeado a gente pode ver aqui por exemplo é que normalmente normalmente você tem alta necessidade de nutriente nas regiões na região do solos da região sem área por exemplo posso como vocês estão vendo na primeira coluna normal né e uma necessidade também por exemplo em Pernambuco gripado aí você tem uma alta necessidade de fósforo você pode ver todos os eficazes é muito alto né quase 98% da área mapeada precisa uma alta demanda de pós
não posso é ter um nutrientes mais caro na hora que a gente for fazer futuras né agrícola sua família outra questão que a gente deve entender é em relação a variabilidade espacial da espuma nessa região né a gente tem quando você vai interiorizando a parte mais escura à direita que é a parte mais litorâneo mais elevada e quando você vai entrando no estado no interiorizado no nordeste você vai vendo que existe uma distribuição regular nessa produção a gente pode ver também outra característica do semiátrica essas características simplicidade das grandes secas né então a gente tá
aí de um agora 2012/2016 uma das grandes pastor praticamente cinco anos né agora a gente tá desde 2020 para essa regularidade vocês podem ver que nesse período aí estão marcados a gente consegue identificar essas áreas Então nesse período agora a gente tem um período uma tampa 2012 em 2016 depois de 2020 para cá a gente tá no período ponte chuvas em 2019/2020 então a gente tá dentro dessas cidades existe a possibilidade aqui alguns anos e isso tem um impacto grande na evolução do rebanho do Nordeste que você olha essa imagem interior nesse período de grande
seca é o medo com esse período que vocês estão vendo nas teclas vermelhas que foram os períodos de diminuição Então essa diminuição desse rebanho tá diretamente atrelado a falta de comida a falta de falta de alimento para alimentar os animais morrem de fome ou ele está demais agropecuária é a base da renda do município quando você tem uma diminuição desse rebanho de trás a cidade como um todo capitalizada isso é um caso desse comércio reflete é para frente e tudo isso porque economicamente os produtores capitalizados e isso dependentes direto do agronegócio outra coisa que deve
ser observada no seminário brasileiro é essa distribuição irregular da chuva eu quero mostrar com isso aqui a gente tem um gráfico onde a gente mostrar a sequência dos anos né essa linha em azul é a linha média e quanto é a precipitação nessa estação meteorológica em Petrolina Pernambuco 65 por exemplo aí até 2005 Você tem uma média aí você vão perguntar rapaz que vocês estão vendo nessa nessa gráfico aí então essa linha azul ela tá mostrando que vai mostrando ano a ano quantos anos eles estão abaixo da Média então quando a gente contabiliza isso porque
abaixo também vocês estão vendo que tem Petrolina pelo menos 40 anos você teve muitos tipos precipitação abaixo da Média né ou muito próximo da Média Então isso é extremamente preocupante em relação à produção de forragem outra coisa que a gente deve observar que a distribuição irregular da chuva até que eu quero mostrar como essa tabela para você né Aí uma outra situação meteorológica e Juazeiro na Bahia também tá Embrapa a gente pegou um período de ideias até precipitação médica mensal né aí quando você olha o acumulado do ano aí você tem além de tudo você
ter basta acumulado na TV de 2011 12 13 você não teve nem presente nenhum prestação mas o mais grave que isso gente porque se você tivesse uma distribuição regular desse 300 milímetros que vocês estão vendo aí dentro da nossa janela com essa precipitação mas esse é o grande problema a gente não consegue porque onde eu tô destacando aí para vocês agora por exemplo 2012 mm que a gente conseguiria produz estorno para silagem com essa precipitação o que acontece você teve em janeiro de Fevereiro tu viu aproximadamente Então é isso que fica muito produtor porque o
produtor essa receitinha a precipitação A Fazenda começa a receber representação ele imagina que vai ser uma condição produtiva e aí que vem a frustração vocês podem ver que o período de chuva lá ele começa em dezembro ele vai até Março nessa região lá de Petrolina Juazeiro começou a chover em dezembro de Janeiro de 2012 Então quando chegou agora em fevereiro de 2012 não chover praticamente nada ou seja tudo aquilo que ele plantou em fevereiro ele perdeu isso você pode observar também do ano de 2013 dormiu bem em janeiro de 2013 isso leva o produtor confiar
ele vai conseguir em fevereiro porque ele colocou a semente em Janeiro no solo ele brotou e eu estava num instante razoável ele consegue passar fevereiro bem mas ele já cai sua crescimento mas ele retorna O crescimento vegetativo dele vai em abril então mesmo nesses locais onde você tem o uso da cultura certa plantada no momento certo essa distribuição realidade de chuva agrava muito as condições onde o produtor né falando aqui um pouquinho de onde eu estou que a Nossa Senhora da Glória aqui em Sergipe a gente pode ver que isso aqui Pessoal vocês estão vendo
é o acumulado do período de chuva com Nossa Senhora da Glória e Nossa Senhora da Glória Sergipe é sem área também mas é uma região um pouco mais úmido então semiárido onde você tem internet chama de Agreste né é a zona de transição entre a zona da mata e o sertão está no Agreste aqui uma chuva que é um pouco maior que chove um pouco de 700 MM tanto acumulado aqui na nossa região na região de Nossa Senhora agora aqui na pasta leiteira é normalmente a chuva começa em abril e ela segue Até final de
meados de agosto Vocês estão vendo aqui que normalmente isso é América que acontece aqui o mais simples mais ou menos uma acumulada de 400 MM isso é o normal né quando você faz a média histórica desde 54 até 2016 sendo que quando você pega isso nos últimos 20 30 anos Isso mudou você diminuiu o acumulado de Chuva Além da diminuição você tem um lugar agravante terrível que a diminuição das chuvas em junho é porque tem esse problema em junho porque normalmente o produtor da região de Glória como é que está um pouco mais amido né
então ele planta o mínimo em abril quando chegue mais esse milho ele tem chuva falta chuva justamente no período crucial que é o período investimento de grãos que é o período de formação de grãos na fogueira de milho enfim toda essa característica que era um momento precioso que era junho julho a gente pode ver que nos últimos anos tem até crescendo a tua acumular a vocês que é justamente isso que acontece quando você tem quando você tem estresse nesse período é diminuição de grãosideira né Você tem um período de diminuição de produtividade trans menores Você
tem número de fileira também menor ideias por espiga também menor tudo isso permita essa condicionante que vocês estão vendo tá diminuição então no momento mais precioso você não não tem essa condição para levar aquilo que a gente precisava realmente aí minha grande Pergunta Poxa Rafael e agora o que que a gente pode fazer para reverter esse cenário que você falou na verdade a gente pensar é necessário elevar a produtividade da propriedade rural aumentando também a quantidade e a qualidade da forragem disponível né esse é o grande desafio além de elevar a produtividade tem que levar
também a qualidade a quantidade da forragem disponível com um detalhe importante que está marcado aí de forma sustentável não adianta a gente buscar isso de uma forma sustentável estratégicos materiais específico para isso e sistema de produção adaptado a esse material não basta entender essa realidade Na verdade tem que ter o sistema de produção as informações para se produzir de maneira sustentável né esse sistema sustentável ele deve conter no nosso entendimento da Embrapa mais de uma planta porque mais uma planta quando você tem uma monocultura Você tem uma monograma uma monocraia Então você tem diversificar as
culturas da sua propriedade diversificados diversificação com mais uma planta com mais uma estratégia de modo a gente aumentar as chances do Sucesso reduzir o risco porque quando você tem mais uma cultura dois três quatro tipos de Cultura ali dentro você tem uma diminuição do Risco porque você não deu certo com aquela você tá garantindo aquela outra então isso ajuda muito aumentar é extremamente importante nessa nossa região aqui é só o exemplo disso né dessa diversificação de Cultura sistema de criação qual animal você tá criando pó espécie de leite existem as possibilidades até um exemplo né
quando você tem uma página ativa aqui a direita [Música] sempre recomendado uma Palma forrageira porque além de ser um banco de energia um banco de volumoso é um banco de água como fogo por exemplo Enfim vocês podem ver que nessa imagem diversificação onde vai gerar uma chance de sucesso maior diminuição de risco é só a gente saber explorar isso no momento certo colocar os animais e nos períodos onde você já não tem mais essas áreas mastergáveis você colocar no curso né para o animal ser suplementado outras culturas que podem aumentar a eficiência desse tipo de
produção a gente consegue precificação desse futuro condutor Esse aumento da deficiência na produção Eu acabei de falar com vocês eles passam basicamente por três pilares que é a utilização de plantas com alta produtividade por hectare no semiárido a gente tem diversas plantas que são resistente a seca né Por conta muita adaptadas só que essas muitas dessas plantas Elas têm baixa produtividade por hectare a gente já viu anteriormente Já falei com vocês que a gente tem pouca área sem nada tem propriedades pequenas né E quando essas propriedades elas são pequenas você tem que explicar a produtividade
vai trabalhar com alta qualidade mesmo que aquela planta seja bastante resistente é muito ruim a gente está embrazamento trabalha com diversas culturas a nossa recomendação maior tensão a todas e uma oportunidade associada obviamente a todos que seja adaptadas locais Lembrando que o semeado ele é muito diverso muito plural tem dentro do semiáveis Então você tem que trabalhar um pouquinho fazer aquela aquela realidade do centro-oeste tudo certo e tentar fazer essa adaptação a verdade a gente já tem a tecnologia A gente só tem que trabalhar bastante financeira tem que tá vendo que ela ia que passa
você tem cenário mas ele bebe mas tenta maior de temperaturas áreas onde você tem áreas com afinidade elevada no solo além dessa planta até alta produtividade ela tem que se agarrar cada um local que esteja também [Música] que são plantas na verdade adaptadas a essa condição como você em alguns casos específico ela vem muito mais para entender a condição da das mudanças climáticas no cenário futuro porque a busca por o sistemas mais produtivos na primeira revolução verde com tanto mais produtivas também que você trabalhasse muito mais mecanizações equipamentos tecnológicos na verdade agora a preocupação é
conseguir produzir dentro desse cenário e mudanças climáticas Deveras sempre vai ver agora a água cada dia que passa ela tá mais está acesso a uma foto do nosso colega Tabosa para vocês entenderem O que é uma plantada na mesma linha que você plantou o milho quando teve essas características que você pode ver ali fica melhor assim como com o débito obviamente Mas elas são muito mais resistentes do que elas são da água isso aí pode ver aqui nesse quadro né nessa tabela é onde a gente mostra qual a quantidade necessária para essa planta fazer os
seus mecanismos fotossintesticos produzidos [Música] muito maior né em toneladas também milímetros por hectares ou seja quantas leguminosas elas são muito mais exigentes para se produzir porque todas as graminhas e as capitais né a teorias como fogo Mileto tá muito menor que vocês estão vendo nessa Linha Central das plantas que estão as capitais que elas dependem ainda muito nele vocês podem ver que a quantidade que água e elas é muito menor e a eficiência situação dessa água para ela produzir um quilo de matéria seca por exemplo a Palma forrageira ela usa de 50 cm de água
só somente para produzir um kit de matéria seco então uma lesão que é muito maior em relação a essas forrageiras a gente pode ver também em relação a eficiência dessas plantas né o suco é 37% mais eficiente no uso diário para produzir forragem né para produzir massa forrageira 37% mais eficiente do que eu sou a utilização de água para produzir mais e eles é quase 70% mais eficiente usa a água muito mais então né a produção da utilização da tabela que é né então a gente vê que a demanda evaporativa também do milho do milheiro
é muito maior em relação de água né normalmente esses milheto é mais eficiente do fogo mais eficiente do que o milho né Então nesse cenário da mão evaporativo elevada essas plantas são mais eficiente como diretor esse adapta muito mais nessa condição do teu mito enfim aí é para essa busca a gente já falou bastante sobre isso né A Busca dessa sustentabilidade ela passa sim ou a utilização desse cenário quando você tem a utilização assim obviamente teria a estratégia mais adequada infelizmente a gente não consegue fazer isso no seminário único exclusivamente você tem que andaria muita
área para produção todas essas são estratégias para a sustentabilidade eu Rafael indico a vocês sempre e no senado a gente não deve perder nada peste prefeituras industriais devem ser utilizadas também como a produção de forragem aqui é muito menor estratégia de fecundação também deve ser muito maior da gente Lembrando que minha dica para vocês aqui apesar de ser sim uma estratégia eficiente até nação ela deve ser testada um pouquinho de lado em relação a gente prioriza e não tem nada produção em vez da produção a utilização da cidade porque asilagem na sua composição ela tem
quais 65 a 70% de água gente então vamos aproveitar isso uma das coisas que a gente mais Depende de água uma das maiores é a água então se a gente tem dependência da água como é que você tira a água da planta e joga no meio ambiente por meio da afinação sendo que você precisa de água então a gente tem que levar esse em consideração levar isso a sério porque uma das nossas maiores deficiências é na água então se a gente pode conservar a água no alimento Vamos sim conservar um alimento e não jogar essa
água no ambiente [Música]