e lá agora pra gente finalizar essa parte de farmacologia da inflamação a gente fala de forma mais específica dos analgésicos não opióides o pão nessa nesse slide a gente vai apresentar de forma mais específica o paracetamol e dipirona tem muitos livros principalmente livros que são oriundos de literatura internacional eles classificam paracetamol também conhecido como acetaminofeno e a dipirona também conhecida como meta mizol é como medicamentos anti inflamatórios mas na verdade eles não possuem atividade antiinflamatória a dipirona quando a dose é muito elevada ela tem um singelo efeito anti-inflamatório mas de forma geral nos nossos terapêuticos
nenhum dos dois medicamentos são considerados os anti-inflamatórios eles são analgésicos não opióides é um uma das outras características que eles têm é justamente a capacidade de reduzir a febre e como isso é feito no momento que eu tenho a o aumento da próstata da próstata blandina é dois nosso sistema nervoso central considerando aqui é o centro termorregulador eu tenho um aumento dessa pressão um prédio por essa temperatura então o aumento gerado a partir da próxima grande né dois ela é modulada é interferida nela tem a sua inibição a partir do uso do paracetamol e dipirona
então é por isso que a gente tem evidências de que esses medicamentos realmente atuam inibindo a próxima de regina porém a formação né da praça blandina porém a gente tem isso lá no sistema nervoso central quando é que se utiliza um antitérmico é importante que fique claro que a alteração da temperatura ali 37 eu tenho 38 quando o paciente não tem queixas ele é um efeito necessário considerando o processo de proteção do organismo então quando se tem um aumento da temperatura é importante manter essa alteração como forma de proteção porém acima de 38 graus a
gente passa ter desnaturação de proteína então esse aumento de temperatura é acaba gerando mais prejuízos do que benefícios então quando é que se utilize onde térmico nesse momento elevado da temperatura sempre lembrando que existem algumas pessoas que têm maior predisposição ao desenvolvimento de convulsão ai e muito mais comuns em crianças mas isso é muito característica de cada indivíduo não existe uma temperatura que se falha a partir de agora pode ser claro que quanto mais alta maior o risco mas existem algumas crianças que fazem esse tipo de convulsão a temperaturas até um pouco mais baixas comparado
com normal que acima de 39 tá bom então temperatura passou de 37 meio passou de 38 e aí considerar 37mm quando se tem muita aproximação é apatia anorexia e aí acima de 37 me já é recomendado o uso de antitérmico que o paciente apenas apresenta alteração da temperatura mas ele se encontra disposto a indicação do antitérmico a partir de 38 graus a então a utilização de medicamentos ela é benéfica é necessária quando se passa de 38 justamente porque existe um prejuízo muito grande inclusive o prejuízo de bem-estar então o paciente a partir do momento que
ele tem uma redução dessa temperatura e passa carro mais disposto então a gente realmente é pensa não só os efeitos fisiológicos mas também não vem stark o dente com a redução da feira é eu gosto muito dessa figura amor eu vou colocar depois a referência ela é de um atlas de farmacologia acho que o autor é uma 2017 e ele é uma das únicas figuras que eu vejo que aborda os três medicamentos mais utilizados pensando em feito e o que eu gosto bastante em relação a essa figura é que mostra exatamente o paracetamol ele tem
uma indicação considerando o dor e considerando febre tá então para cefaleias problemas dores mais leves a gente tem a indicação do paracetamol não sendo indicada em situações de dor inflamatória e nem cólica por quê porque ele não tem a fertilidade periférico e quando a gente fala em ácido acetilsalicílico realmente ele tem um efeito muito importante considerando a dor inflamatório ele tem um efeito importante na dor na febre mas ele é um medicamento que a gente vai perceber que ele não tem algum defeito sem musculatura lisa principalmente considerando o peristaltismo e aqui é a figura mostra
é a cólica uterina ea cólica intestinal a cólica renal e a cólica vesical então está não desculpa a cólica da vesícula olha então a gente tem a cólica biliar a gente tem aqui a participação de uma musculatura lisa e do peristaltismo e esse tipo de anti-inflamatório do ácido acetilsalicílico ele não à toa e a dipirona ela tem sim efeitos analgésicos efeitos antitérmicos ela auxilia na dor inflamatória apesar a ser um anti-inflamatório ela tem um papel muito importante também na periferia considerando havia da dor e a gente tem aqui a participação da dipirona como antiespasmódico ela
tem efeito nesse tipo de dor de musculatura lisa justamente por conseguinte diminuir o peristaltismo no momento da dor então ela é eficaz trazendo justamente essa essa amplitude de efeitos considerando principalmente a analgesia aqui embaixo a gente tem os riscos que existem em relação à toxicidade que eu vou explorar de forma mais específica frente tanto do paracetamol quanto da dipirona mas aqui é só para reconquistar o que a gente já tinha dito anteriormente que o ácido acetilsalicílico ele tem uma capacidade de risco de lesão gastrointestinal e de broncoconstrição muito presentes tá bom e aqui a gente
vai falar de forma mais específica paracetamol também conhecido como acerta me no feno e ele é um medicamento muito utilizado no brasil mas muito mais utilizado fora do brasil porque porque fora a gente não tem opção de dipirona em vários países ela é proibida mas a gente já tá tendo alguns estudos mostrando justamente é assim a vantagem da utilização dela que a gente vai falar um pouquinho mais à frente mas é só para demonstrar que nos países onde não se tem o uso da dipirona e paracetamol acaba sendo analgésico não opioide de escolha então existem
diversos formulários de manejo terapêutico da dor onde eles estão incluindo o paracetamol mas por quê porque isso lá naquele país é eles não têm a presença da dipirona para promover esse efeito analgésico e como a gente já comentou aline bem uma cicloxigenase presente no sistema nervoso central existe uma uma divergência ainda na literatura em relação ao tipo de dessa cicloxigenase presente no sistema nervoso central existe uma linha que coloca ela como cicloxigenase do tipo três mas isso ainda não está bem definido mas já se sabe que existe a presença de um tipo específico né mais
direcionada ao sistema nervoso central e que ele que direciona esse efeito analgésico e antipirético lá no cérebro não gerando efeitos anti-inflamatórios periféricos então reforçando o paracetamol ele não é anti-inflamatório que que importante a gente abordar a gente já falou do efeito analgésico que ele tem mas é extremamente importante saber que paracetamol ele tem uma dose tóxica e uma dose tóxica muito próxima da dose terapêutica algumas later eu recomendo uma dose de 325 a 500 mg de 6 em 6 horas mas a gente sabe que existem formas farmacêuticas que contém até 750 mg de paracetamol então
para atingir essa dose tóxica é muito rápido lembrando que dependendo da quantidade de paracetamol ingerido dependente dependendo da capacidade hepática desse paciente a gente pode ter uma ingestão fatal por quê que isso acontece justamente pela metabolização do paracetamol ele é metabolizado se associando com um glucoronídeo então eu tenho uma conjugação dessa molécula para que ela seja eliminada mas eu tenho principalmente a partir do aumento da dose a metabolização também acontecendo lia sip citocromo é enzimas do citocromo p450 em especial a dois é um é e essas enzimas elas formam metabólicos que são tóxicos então ao
formar esses metabólicos tóxicos a gente tem uma forma de impedir a partir da conjugação com a glutationa então o paracetamol quanto metabolizado o ideal e que ele esteja em concentrações terapêuticas para que a metabolização acontece da forma mais adequada possível porém seus sobrecarrega o seu aumento seu exagero na quantidade da dose do paracetamol diário eu posso ter uma saturação dessa desse conjugado aqui que é formado automaticamente tem uma maior atividade das enzimas do citocromo p450 et al formar esses compostos tóxicos eu também preciso lembrar que a glutationa ela também satura então quando eu tenho uma
formação deste complexo aqui eu consigo minimizar esse é deletério do fígado porém quanto maior a dose maior é a dificuldade que eu voltei de promover a ação desses conjugados então maior vai ser a produção de compostos que são justamente compostos tóxicos e que geram a a lesão hepática então o que que se pode dizer em relação ao paracetamol ele funciona sim é um medicamento no brasil vendido exemplo de prescrição sim ele tem a sua capacidade analgésico e antipirético adequada sim ponto a gente não pode pensar em aumentar as doses ou considerar que ele é um
medicamento que ele tem uma janela terapêutica muito extensa porque isso é o contrário quanto mais a gente utiliza maior é a chance de toxicidade então evitar e principalmente em doenças como a gente tem atualmente né dengue essas viroses é já estão muito comuns atualmente que apresenta o picos de febre muito persistentes ou dor de cabeça muito persistente é importante a investigação adequada porque se você fica utilizando e aumentando a dose na tentativa de gerar um efeito farmacológico maior neste caso vai gerar um prejuízo bom então uma das maiores causas de hepatite medicamentosa é causada justamente
pelo paracetamol e agora falando da dipirona que é um dos medicamentos mais utilizados no brasil para promoção de analgesia a dipirona também conhecida fora do brasil como metamizol ela tem um efeito analgésico antipirético e espasmolítico o que é isso ela já era justamente o relaxamento de musculatura lisa trazendo aí o benefício em algumas condições dolorosas por contração de musculatura livre e a dipirona um profarmaco o que é isso ela é metabolizada para produção de metabólitos ativos já existem diversos estudos demonstrando a capacidade elevada de analgesia da dipirona e existem alguns e equipar citado um que
compara em relação ao efeito do paracetamol e uma das maiores um dos maiores deles que se tem em relação a dipirona é no momento de fazer a utilização em termos de prescrição posológico a dose de 500 mg 100 adulto ela é suficiente para promover um efeito antitérmico mas pra que se tenha um efeito analgésico adequado o ideal é a dose de 1 grama e essa dose de 1 grama ela pode ser administrada até quatro vezes ao dia então dose máxima da dipirona dia é de 4 gramas a visão do justamente a esse efeito analgésico então
observar que diversas diversas associações medicamentosas que provocam analgesia e elas têm dose muito menor de dipirona por quê porque ela está associada a um outro medicamento que também vai promover um efeito analgésico mas se eu for utilizá-la sozinha o ideal é utilizar um grama para promoção adequada dessa analgesia ela tem uma excelente biodisponibilidade e o início de ação muito rápido em torno de 15 a 30 minutos o paciente já começa a reduzir já começa a sentir a redução tanto da febre quanto da dor e ela tem um efeito farmacológico que dura aqui em torno de
6 a 8 horas então se for necessário e por exemplo a utilização como objetivo de redução de febre a gente pode estar fazendo esquemas alternativos com paracetamol ou esquemas alternativos com ele é porque isso porque quando eu faço essa associação de analgésico não opioide com outra analgésico não opioide ou o analgésico não opioide ponte inflamatório eu consigo aumentar essa capacidade é tanto de efeito térmico quanto de efeito analgésico então a sociais e os medicamentos permitem em condições onde o aumento da temperatura em tá muito elevado eu fazia essas alternâncias nos intervalos para que eu tenho
uma manutenção do efeito antitérmico mais prolongado e ficar aproveitando o momento é extremamente importante saber que anti inflamatórios não podem ser associados quando eu promovo associação de dois anti-inflamatórios eu não aumento o efeito farmacológico pelo contrário existe um efeito teto e existe um aumento da toxicidade então não se associa dois anti-inflamatórios fazendo assalto em e aqui eu tô falando de um analgésico não opioide com um anti-inflamatório essa figura ela é super enorme tá esse mês é de um artigo ainda que está para ser publicado ele é de um grupo brasileiro e ele mostra atuação da
dipirona no controle da analgesia provocada por processos inflamatórios e aí ele fala não só do efeito em relação a prostaglandina mas também fala da atuação da dipirona principalmente receptores canabinóides a gente tem também a participação de alguns canais de cálcio e a dipirona ela consegue interferir promovendo um efeito analgésico combinado então por que que muitas vezes a gente fala que é dipirona ela é melhor do que o paracetamol ou tem mostrado realmente em outros outras publicações a capacidade analgésica da dipirona porque ela não age só oi bom dia ela tem atuação em outros receptores em
outros canais como esses canais de cálcio periféricos como esses receptores canabinóides potencializando o efeito analgésico que ela tem então ela funciona com certeza a aqui é para mostrar a metabolização inicialmente lembrar que a dipirona um profarma o que é hidrolisado no sangue e forma aqui ó diversos metabólitos sendo que eu tenho dois metabólicos que são ativos então esse m a e o ah ah e dois metabólitos inativos uea e o ar tá esses metabólicos eles têm uma uma função e uma participação também e aí os estudos têm mostrado que alguns deles participam também termos de
reações adversas ah mas aqui é só para reforçar que a gente tem realmente os metabólitos ativos que provocam esses efeitos analgésicos e antitérmicos e é preciso de finalizar em relação a dipirona falando agora em relação ao que gerou na verdade a retirada dela do mercado em diversos países fora da em outros países né principalmente na américa do norte e principalmente na europa a gente tem é a proibição do uso da dipirona porque isso porque é quando a dipirona ela foi plantada é alguns estudos mostraram que ela apresentava o risco de anemia aplástica agranulocitose que realmente
existem já existem estudos que mostram que essas reações delas são muito muito relacionadas com características genéticas mas o mais importante é que faltam evidências para demonstrar que esse tipo de toxicidade a fada conforme foram título nos estudos antigos na década de 70 enfim e o que que é importante a gente correlacionar e hoje já tem evidências em relação a isso a dipirona apresenta reação de perto com certeza a mais comum e mais sentida pelos pacientes é uma sensação de queda da pressão de hipotensão e na verdade está muito mais relacionada com a ativação desses receptores
canabinóides e opioides do que realmente uma redução pressórica mas existe e os isso também as reações de hipersensibilidade que quando comparados com outros analgésicos opioides ou com antiinflamatórios não-esteroidais ela tem ou menos ou igual teor de reações adversas então não se justifica a não utilização da dipirona sabendo desses benefícios analgésicos que ela traz colocando o oxidante dela é muito maior do que outros medicamentos tá bom então é importante reforçar isso e lembrar sempre que o paracetamol tem risco de hepatotoxicidade e o ibuprofeno que é online mais utilizado de venda livre principalmente no brasil e nos
estados unidos a gente tem o risco de eventos do trato gastrintestinal e o evento renal ai que fique muito claro que os anti-inflamatórios não esteroidais eles têm um risco de lesão renal muito significativo principalmente em pacientes idosos é um pouquinho para a gente fechar essa parte da dor é importante a gente classificador então existe dor aguda e dor crônica dor nociceptiva a dor neuropática e dormir e o quê que isso aqui é importante para que a gente faça o tratamento adequado da dor eu preciso entender da onde vem essa dor ela é nossos receptiva que
foi o que a gente acabou de abordar existe um processo inflamatório envolvido ela é a muda apareceu recente ou ela é um processo crônico onde já tem até perda da função daquele órgão daquele tecido então para que a gente tenha muito claro que pra tá dor a gente precisa conhecer os componentes da dor conhecer o que que é alodinia que justamente você não ter a sensação assim você tem uma sensação e inadequada com estímulos que normalmente não são que normalmente não causam dor e aí você sente essa o ou a hiperalgesia você senti uma dor
muito maior do que aquela que é expressa normalmente por uma determinada a lesão então esses esses processos eles acontecem justamente quando eu tenho uma dor crônica que quanto maior a repetição dessa dor ou ou quando ela tem um componente neuropático envolvido a gente tem a presença da alteração da sensação dessa dor e saber que o analgésico ele controla dor mas que a gente também pode ter a participação de anestésicos locais justamente com o objetivo de reduzir a transmissão dessa informação da dor oi e aí finalizando dentro da dor nociceptiva a gente tem a escada da
oms só corrigindo aqui que aqui é o degrau quatro é a gente tem a dor leve onde normalmente recomenda-se wine ou um analgésico não opioide então é uma dor que ela é classificada de 1 a 3 online principalmente se tiver um processo inflamatório envolvido ou e que a gente pode associar o analgésico não opioide quando o componente doloroso ele for muito maior do que o processo inflamatório então na dor leve a gente utiliza esse tipo de medicamento caso essa dor ela já seja moderada classificada de quatro a seis eu posso utilizar opioides leves que a
gente vai falar mais adiante associado com arnes e analgésicos opioides ou analgésicos opioides então eu faço uma associação e na dor for e a gente tem essa dor de 7 a 10 onde eu troco ou pior de leve pelo pior d forte associando ign e ou analgésicos não-opióides para esse tipo de dor na dor total como eu falei que a dor quatro ela é muito comum em pacientes oncológicos e aí a gente tem as medidas intervencionistas associadas aos opioides e associadas alzheimer seus e analgésicos não-opióides além disso a gente deus medicamentos adjuvantes que a gente
também vai falar mais adiante que são muito mais é presentes quando a gente tem um componente neuropático mas eles também podem participar do tratamento do manejo da dor nosso susceptível a