de alguma forma a gente tem que pensar que esses insights tem que ser do paciente não nosso porque quando eu pretendo conduzir o paciente a chegar a determinadas conclusões eu não tô permitindo que ele que ele construa o seu próprio processo de insights que ele Elabore com si mesmo que que faz sentido para ele não aquilo que faz sentido para mim na minha escuta como analista Pode ser que ah eu acredito que isso seja um caminho para ela mas talvez nunca seja um caminho para ela porque ela jamais vai abrir mão das suas questões Morais
ou religiosas eção daquilo que faz sentido para mim então isso me trouxe também para essa cab significantes dentro do do do Jão Popular sempre se fala em Freud Freud explica né gente para no nosso Popular para Freud tudo é sexo o que a gente aprende muito no curso de psicanálise essa desconstrução da ideia da sexualidade em Freud porque a gente atribui um sentido sexual a Freud tem muito mais a ver com o nosso espírito como brasile né tudo para Freud é sexo né Freud falava o tempo todo de carnaval é a gente que fala de
carnaval a gente que fala de sexo e olha que nós nem somos uma das sociedades mais F relações sexuais nós falamos muito fazemos pouco n então assim a gente talvez temha que desconstruir algumas questões que o brasileiro adora esse lugar de né tudo Freud é sexo igual quando você fala do uso por exemplo da da cocaína porque Freud consumiu cocaína gente é muito diferente da cocaína de hoje e na época era usada para fins terapêuticos de uma forma muito diferente então tem gente que quer justificar algumas questões atribuindo Freud algo que não pertence a ele
é difícil acho que a gente teria que ter muito muita revisão histórica em cima dessa história de vida do Freud para poder chegar a a a uma hipótese especulativa como essa mas é é muito é muito equivocado a gente podia atribuir essas coisas a da forma que a gente tem atribuiu