Olá queridos irmãos queridas irmãs amigos do nep Paulo de Tarso meu nome é Aristóteles mas o meu apelido é tot Sou natural aqui da cidade de São Carlos na qual eu tenho desenvolvido algumas tarefas tenho estudado trabalhado nas frentes espíritas já aproximadamente 15 anos a partir de hoje nós estaremos juntos aqui no canal do nep estudando semanalmente O Livro dos Espíritos fica o convite fraterno eh para os amigos nos acompanharem nesse estudo semanal já gostaria aqui também de registrar o agradecimento ao nep principalmente na pessoa do amigo Artur Valadares pelo Generoso convite pela confiança em
nós depositada para que pudéssemos então realizar esse estudo estudo no qual nós queremos explorar portanto os princípios os conceitos fundamentais da doutrina espírita que estão expostos nessa obra no Livro dos Espíritos para que a gente possa entender esses princípios interiorizar e para que a gente possa encontrar ressonância portanto desses princípios em nossas vidas nos levando aquele objetivo né que a gente tanto almeja pra existência de todos nós serenidade sabedoria felicidade tudo que a gente faz a gente faz em prol dessas benesses né então que a gente consiga sedimentar em nós esse conhecimento do Livro dos
Espíritos aprofundá-lo através das outras obras básicas e enfim aplicar esse conhecimento em nossas vidas no estudo de hoje nós veremos então o título do livro O contexto do nascimento da obra a sua folha de rosto e o seu índice para que a gente possa ter uma boa introdução ao livro e para que a gente possa A partir dessa boa introdução tendo entendido bem esse contexto né o termos pelo menos avaliado o contexto de nascimento da obra o seu título para que a gente possa já ter assim um bom ponto de partida para pros nossos próximos
estudos como nasce o Livro dos Espíritos e o seu título né que é muito importante um título muito significativo nós Às vezes estamos tão acostumados com ele que perdemos um pouquinho do seu significado né então vamos entender um pouquinho da época do nascimento do Livro dos Espíritos como ele foi eh como ele nasce como ele é publicado pela primeira vez é preciso entender também pra gente ter uma visão pouquinho mais geral um pouco mais aprofundada o contexto humano naquela época nós vivíamos um momento da humanidade em que duas grandes áreas do conhecimento humano e importantíssimas
áreas do conhecimento humano né a ciência e a filosofia estavam em conflito com a fé estavam em conflito com outra área do importante do conhecimento humano que é a religião então ciência e filosofia estavam minando a credibilidade da religião e isso acontecia por causa né de um de todo um contexto histórico filosófico religioso que estava ali eh na época em que o Livro dos Espíritos nasce meados do século XIX né O Livro dos Espíritos é publicado em 1857 bom o que acontecia pra gente exemplificar um pouquinho disso que estava que estava dessa efervescência que a
gente tinha na época do Livro dos Espíritos né Galileu Galilei é um considerado pai da ciência moderna né e ele viveu ali entre os séculos 16 e 1 era uma das poucas pessoas de sua época que dominava a construção dos telescópios Galileo Galilei entre outras apresenta a teoria do eliocentrismo a teoria que dizia que a terra não era o centro do universo o centro da criação portanto não tinha um lugar privilegiado não é diante da criação diz que a Terra era mais um orbe ali navegando né a infinitude do universo essa teoria era contrária a
teoria do geocentrismo apresentada principalmente pela igreja a igreja que retirava essa teoria do dos textos sagrados E a apresentava agora a gente tem mais essa noção apresentava de forma dogmática né na época de Galileu então dizia a igreja não o texto sagrado diz que a Terra é o centro do universo e que os outros orbes giram ao redor dela Deus deu um lugar privilegiado ao nosso planeta e Galileu através da sua teoria do heliocentrismo e através dos telescópios mostrava que não então a ciência começa a dar alguns passos que contestam que se contrapõe aquilo que
a igreja apresentava aquilo que as que a doutrina religiosa apr entava como sendo a realidade da vida e isso vai minando a credibilidade da da fé porque se apresenta fatos contra dogmas e contra fatos a gente não tem argumentos então a igreja começa a perder a sua influência na sociedade religião começa a se enfraquecer então pra ciência a gente tem esse exemplo pra área da filosofia a gente pode lembrar um pouquinho da da história de como o pensamento humano foi desenvolvendo através dos tempos a antiga sociedade romana lá da época de Jesus mesmo e até
anterior era uma sociedade que tinha na sua área de religião a fundamentação politeísta os romanos acreditavam e cultuavam diversos deuses com as influências do cristianismo com o trabalho de Paulo de Tarso principalmente os romanos a sociedade romana foi dando para o monoteísmo foi aderindo ao monoteísmo Cristão e isso nos primeiros séculos né até século 4 século 5 se transformou naquele movimento intelectual que a gente chama de Escolástica a Escolástica que era um movimento dentro da própria religião que já apresentava ali a preocupação dessa relação entre razão e fé entre o que é intelectual O que
é inteligível entre aquilo aquilo que pode ser compreendido e as questões de fé um dos lemas da Escolástica é não basta crer é preciso compreender e dali então a gente passa alguns outros movimentos dentro da própria filosofia humanismo renascentismo até o dos séculos que vão de 9 a 16 e justamente aí nesse intervalinho um pouquinho depois do século X nasce então um novo tipo de pensamento que então aí sim iria privilegiar com muita força a questão da razão e esse movimento essa nova filosofia nasce Justamente na França com René descart e seu sistema cartesiano pai
da filosofia moderna pai da matemática né é filósofo importantíssimo pra humanidade apresenta uma filosofia e dessa filosofia para muitos especialistas é que nasce aquilo que a gente chama de racionalismo então o século das luzes né o século em que a gente o ser humano privilegiava razão e intelectualismo ali já com Kardec né século XVI na filosofia cartesiana século 161 o mundo é uma máquina e o conhecimento deve ser centrado sobre o homem e deve ser fruto da sua racionalidade então a gente entende agora né que durante esse tempo que vem des de Jesus ou até
mais anteriormente né até a gente chegar aqui nos séculos 1 e XVI a gente tem uma uma mudança de perspectiva sobre o mundo é um novo mundo nos séculos 16 17 18 19 é um novo método de compreensão do mundo é um novo sistema e dessa vez com pouco espaço paraa religiosidade paraa espiritualidade e para Deus se instaura o materialismo entre os homens justamente porque filosofia e ciência vinham assim minando cada vez mais o dogmatismo eh Eclesiástico né o dogmatismo religioso bom 1857 nascimento do Livro dos Espíritos nós tivemos então todo esse avanço na área
da Razão durante milênios né que culminam nesse contexto no qual nasce o Livro dos Espíritos isso vale a pena ainda a gente lembrar que na França da época a gente tinha grandes políticos perdão grandes conflitos políticos eh a gente vinha ali do fim do Reinado de Napoleão 1804 até 1814 depois a monarquia cai em 1848 portanto 9 anos antes do nascimento do do Livro dos Espíritos instaura-se na França a segunda República Então a gente tem eh dentro do contexto francês agora também um contexto de eh grande mudança um contexto de crise um contexto de insegurança
um contexto de uma sede de esperança que a a própria condição da vida humana naquela época trazia pouco Desenvolvimento Social embora algum desenvolvimento econômico Então as pessoas né na maior parte do tempo sentem essa sede isso é histórico pra humanidade que não tem muitas vezes como ser saciada e é aqui então que se coloca a terceira Revelação 1857 Nesse contexto todo né mundial e principalmente francês nasce a terceira Revelação e de modo muito parecido com as outras duas revelações de Deus paraa humanidade é disso que estamos falando né nós espíritas entendemos que Deus conversou por
três vezes com a humanidade de forma mais incisiva a primeira delas foi quando o pai celestial deu a Moisés a Tábua dos seus 10 mandamentos os 10 mandamentos que seriam farol a guiar a conduta humana no decorrer dos séculos depois Jesus bom contexto dos 10 mandamentos a gente lembra bem né libertação do povo hebreu do cativeiro do Egito depois a Tábua dos 10 mandamentos como eh guia seguro com Jesus havia também o povo hebreu o povo Judeu dominado pelo povo romano À Espera de um Messias portanto época de sede de esperança de sede de orientação
e agora a terceira Revelação em épocas Diferentes né mas também época de crise como a gente vê de crise do entendimento humano sobre a vida de crise de de esperança crise de consolação de orientação então dado assim esse contexto a gente entende porque o Livro dos Espíritos nasce nesse ano de 1857 grande avanço intelectual carente de avanço na área do emocional do sentimento da Fraternidade da ligação entre o homem e sua espiritualidade da ligação principalmente entre o homem e o pai soberano entre o homem e Deus vamos falar um pouquinho agora tendo apresentado o contexto
histórico né ainda que superficialmente a gente pode falar um pouquinho agora sobre o título do Livro dos Espíritos esse título bonito que a gente tem o Livro dos Espíritos é um título realmente marcante é um título que é instigante imaginemos né que estivéssemos encarnados vivendo naquela época na França de 1857 sob esse contexto materialista esse contexto de eh de grandes mudanças pro pro homem né para pro contexto francês mesmo e a gente tivesse aí um livro com esse título O Livro dos Espíritos título instigante talvez até um provocativo para os materialistas da época porque não
para os materialistas Da nossa época também não é e por outro lado um título que traz esperança aos sedentos Esperança à aqueles que sentem sentiam falta de alguma coisa mais profunda de algo que completasse a existência humana naquilo que ela tem de mais profundo então 18 de abril de 1857 surge a primeira edição do Livro dos Espíritos que teve apenas 501 questões e respostas e isso foi uma orientação daqueles espíritos que eh orientavam Kardec no nascimento da doutrina espírita disseram aí ele Publique mas não tudo de uma vez o conhecimento dessa vez precisa vir aos
poucos né uma luz muito intensa pode cegar no primeiro momento Então vamos acender a a lamparina devagarzinho né Vamos com os primeiros fachos de luz para que depois a gente possa eh com os olhos acostumados do nosso público né acostumados à luz para que a gente possa intensific e fazer com que a visão melhore a respeito de todos os pequenos detalhes né Então essa primeira edição teve apenas 501 questões e respostas a segunda edição é de 1860 portanto 3 anos após a publicação da primeira edição e essa segunda edição de 1860 já contava com as
atuais 1019 questões que nós temos hoje sendo que a edição que nós temos como edição definitiva do Livro dos Espíritos é a sua 12ª edição do ano de de 1864 é dessa que a gente tem aqui no Brasil hoje as boas traduções trazendo a para nós o conhecimento sobre o Livro dos Espíritos mas vale aqui uma curiosidade eh existe uma obra de um do importante Espírita brasileiro chamado Canuto de Abreu que tem o título O primeiro Livro dos Espíritos eh Canuto de Abreu nessa na nessa obra ele nos diz né n que a segunda edição
Francesa foi lançada em 1860 como nós dissemos né Eh tendo eh sido revisto ali como abre aspas como um trabalho novo embora os princípios não hajam sofrido nenhuma alteração salvo pequeníssimo número de exceções que são antes complementos e esclarecimentos que verdadeiras modificações então o livro teve um foi ali foi encorpado né Ele Foi completado não teve mudança de princípios mas houve houveram complementos né continua escrevendo Canuto de Abreu que para essa revisão Kardec Manteve contato com grupos espíritas de cerca de 15 países da Europa e das Américas e nessa segunda edição é que aparecem 10018
perguntas e respostas Olha que interessante não 109 E isso acontece porque Kardec nessa segunda edição do Livro dos Espíritos esqueceu-se de numerar a questão de número 101 é muito interessante isso né durante a numeração das questões Kardec não numerou a questão 101 por isso ao final tínhamos o número 1018 na última questão que na verdade era questão 1019 isso foi corrigido nas edições posteriores e por isso hoje a gente tem as 1019 questões em O Livro dos Espíritos ali muito bem numeradas muito bem colocadas né um pequeno deslize aí durante a publicação da segunda edição
do Livro dos Espíritos que fica como curiosidade né para nosso pro nosso conhecimento da opera Então vamos falar um pouquinho agora que a gente já eh falou sobre né esse esse título maravilhoso né que tem o O Livro dos Espíritos e o seu nascimento a gente eh pode avançar um pouquinho agora e e tratar um pouco melhor né sobre o professor rivo o aquele que é o coordenador da obra o coordenador de Livro dos Espíritos e o codificador né hipolit Leon Denizar rivo era o nome de Allan Kardec esse importantíssimo pedagogo que foi aluno da
escola de pestal na Suíça Suíça que era um país eminentemente né majoritariamente protestante eh Kardec foi aluno dessa escola de pestal embora Kardec tivesse eh Nascimento dentro da de família católica né E ali o professor rivalo torna-se um dos discípulos mais importantes e um dos maiores propagadores do método de pestal e tanto é assim que mais tarde né obviamente torna-se uma pessoa de grande influência na reforma do sistema de ensino tanto na França quanto na Alemanha então professor rivalo era uma pessoa muito influente na sua época pedagogo muito influente pedagogo de grande destaque né E
como pedagogo destacava-se inclusive e dedicava-se à luta para que ah houvesse uma uma maior digamos assim democratização do ensino para que o ensino fosse público para que mais pessoas tivessem acesso ao ensino à Ciência tanto assim que em sua própria residência eh eh mais tarde lá pelos anos de 1840 ele Manteve na sua própria casa alguns cursos gratuitos na área de química física anatomia astronomia e entre outros né Kardec lecionava eh muitas coisas ele ele lecionava matemática fisiologia retórica ou seja era uma pessoa muito envolvida com a ciência era uma pessoa que se aplicava muito
ao ao ao conhecimento uma pessoa que eh se preocupava também em transmitir esse conhecimento ao seu próximo né transmitir esse conhecimento eh de modo a elucidar as pessoas bom e E aí Kardec é chamado por alguns Alguns algumas pessoas que o conheciam né Senor Didier e Outros tantos que o conheciam e o chamavam a conhecer aqueles fenômenos que estavam acontecendo na França na justamente nessa época recusou por várias vezes esses convites até que certa vez foi a uma dessas sessões ainda não saiu convencido pela primeira vez dizia a si mesmo e aos amigos que achava
que aquilo eram prestidigitação como a gente vai ver é escrito eh Em alguns momentos da Revista espí Espírita né essa palavra também aparece em algumas Em alguns momentos nas obras básicas essa palavra que nos leva a pensar em charlatanismo né em truques de mágica em algo assim feito apenas para paraa diversão mesmo das pessoas e era essa forma com a qual a sociedade parisiense encarava os fenômenos das mesas girantes mesas que se comunicavam eram ali momentos de eh de lazer para os parisienses da época né então Kardec não se convencia muito não Até que em
algum momento ele percebe que era possível conversar com as mesas e aí então tudo muda entre os anos de 1854 1850 ele começa a frequentar a casa da senhora plen emeson e a assistir essas sessões também na casa do Senor bodan E aí nessa frequência de Kardec em que ele percebe que ele podia conversar com o fenômeno Por que tudo muda né porque uma coisa é a gente vê um número de mágica no qual uma mesa flutua no qual se transportam objetos e assim por diante outra coisa é se fazer perguntas a uma mesa que
lut tua e ela responder a essas perguntas por meio de pancadas ou por outros meios Ora agora existe algo inteligente por trás do fenômeno mesas não são inteligentes mesas não respondem é isso que Kardec percebe num primeiro ali depois de um contato um pouco mais íntimo né um pouco mais próximo com os fenômenos e interessante a perspicácia né sagacidade de Kardec diante desse fenômeno porque é um fenômeno corriqueiro no mundo inclusive sabemos hoje né dessas pancadas desses fenômenos e as pessoas ou tomavam isso como diversão ou não davam atenção e Kardec Tira desse fenômeno uma
consequência pra vida de todos nós essa perspicácia do cientista né da Inteligência de Kardec da sensibilidade de Kardec em perceber que há uma inteligência por trás do fenômeno e de dali então a responder as grandes perguntas da existência humana de todos os tempos sobre as quais se debruçaram e se debateram filósofos durante desde o início da da dos movimentos intelectuais e Racionais humanos quem nós somos Por que estamos aqui para que estamos aqui qual é o nosso destino né então a gente percebe que Kardec era um espírito já preparado mesmo professor rivo né era um
espírito preparado para isso então ele durante essas sessões na casa da senhora plen emeson e do Senhor bodan Kardec dirige perguntas sérias aos espíritos que se comunicavam através das filhas do Senhor bodan e começa a perceber que recebe perguntas de caráter profundo perguntas não perdão recebe respostas de caráter profundo de grande seriedade E então aí ele percebe que tem eh diante de si uma missão muito importante né e 1856 aí então ele reúne as suas próprias anotações e junta a essa suas anotações perto de 50 cadernos que foram dados a ele eh cadernos que continham
comunicações que vieram principalmente através da senorita Jafé uma médium também conhecida ali na sociedade parisiense então é dessas anotações de Kardec e desses 50 cadernos que começa a ser elaborado que começa em então a nascer o Livro dos Espíritos eh Kardec começa a coordenar ali essas informações para que eh nascesse então o Livro dos Espíritos nesse instante vale a gente lembrar que a primeira publicação do Livro dos Espíritos é de 1857 né 18 de abril de 1857 contendo apenas 501 perguntas e que depois só em 1860 viriam as 1019 perguntas e resp ostas e a
edição definitiva mais tarde né 1864 7 anos depois da primeira edição então Eh essa postura de Kardec diante do do fenômeno né postura do professor rivai diante do fenômeno é o que fez toda a diferença a gente vê um pouco disso na obra O que é o espiritismo algumas alguns desses algumas edições desse livro que é o espiritismo contém uma pequena biografia de de Kardec que é retirado do livro obras póstumas né então esse trecho que eu vou ler agora com a licença dos dos irmãos é é um trecho retirado dessa obra que é o
espiritismo mas que está também no obras póstumas são palavras de Kardec aqui né abre aspas Foi aí que fiz os meus primeiros estudos sérios em espiritismo menos ainda por efeito de revelações que por observação que interessante né era mais observação do que Revelação apliquei a essa nova ciência como até então o tinha feito o método da experimentação nunca formulei teorias preconcebidas observava atentamente comparava deduzia as consequências dos efeitos procurava remontar as causas pela dedução pelo encadeamento lógico dos fatos não admitindo como válida uma explicação senão quando ela podia resolver todas as dificuldades da questão foi
assim que sempre procedi em meus trabalhos anteriores desde a idade de 15 a 16 anos então desde muito muito novo Kardec rivai né Sempre foi muito voltado à Ciência como ele começa a tirar a doutrina do fenômeno através do método da experimentação científica do método científico ou seja ele observa o fenômeno da mesa girante conversa com ela procura os bons princípi os B conhecimentos e daí desse fenômeno ele vai deduzindo as causas ol se eu converso com uma mesa mesa não tem cérebro não pode ser a mesa que está conversando comigo tem que ter uma
inteligência por detrás dela então os próprios espíritos dirão a Kardec somos espíritos de homens que viveram na Terra se comunicando através das Mesas então Aqui começa a resolução de um problema sério apresentado idade né aquele problema que a gente falou que existia lá na Escolástica o conflito sério entre razão entre ciência e fé entre ciência e religião entre a razão humana e a religião aqui Kardec usa o método científico para começar a explorar as consequências daquilo as causas daquele fenômeno E então começa assim a nascer a doutrina espírita curiosamente né uma doutrina espiritualista nascida da
observação e da experimentação usada pelo método científico então começa a se resolver aqui um problema muito sério né dessa divergência entre razão e ciência divergência entre razão e ciência e eh religião melhor dizendo né divergência entre as duas áreas razão e ciência e religião mas é muito interessante notarmos que a publicação não sai assinada pelo professor rivo o nome que nós temos no Livro dos Espíritos como muito bem sabemos não é o do professor rivo mas o nome é Allan Kardec é Allan Kardec que assina a coordenação do Livro dos Espíritos e de toda a
codificação desde 1857 esse nome é o nome de uma reencarnação anterior do professor rivai ele era nessa encarnação ou nessa reincarnação um sacerdote e aqui a gente pode notar que é claro que Kardec não queria esconder a sua participação no Livro dos Espíritos não é por isso que ele assina com outro nome não é por isso que ele assina com o pseudônimo mas ele queria também que a sua influência que o nome a influência do nome rivai não se sobrepusesse sobre o ensino dos Espíritos isso é um fato o pedagogo riv não poderia ter destaque
maior do que os verdadeiros autores do livro que eram os espíritos por isso o título Livro dos Espíritos a gente vai ver um pouquinho outro significado desse título já já né No entanto não é esse o único motivo que faz ou os únicos motivos que fazem com que o professor rivai eu assine como Allan Kardec acho que a gente pode perceber aqui que nesse momento Kardec reconhece em si o espírito Imortal eu acho que aqui é uma adesão de Kardec reconhece intimamente a veracidade a verdade dos princípios contidos na obra que nascia naquele momento para
o mundo todo colocava a sua própria vida em concordância fiel com aquilo que descobrira o codificador não é apenas rivai é a personalidade completa com amplo patrimônio espiritual de várias encarnações é o espírito Kardec que sente a realidade superior e se reconhece inserido nela para compartilhar com os demais a beleza ou as belezas da Revelação então é algo assim como uma adesão é algo como Kardec dizendo Estou mergulhado eu reconheço isso como a verdade máxima da vida colocar a vida em pleno acordo com aquilo que se descobre e a gente espera que no decorrer do
nosso estudo a gente desenvolva em nós esse sentimento que agora a gente percebe aqui que Kardec não é apenas o coordenador é um espírito profundamente mergulhado na realidade nova intimamente ligado à Revelação porque a reconhece como Revelação porque a reconhece através de um processo né as respostas foram ditadas foram analisadas foram tratadas e aquilo falou ao íntimo do próprio codificador que se reconhece nesse momento Então como um espírito Imortal Esse é um outro significado né por isso O livro é dos espíritos e não de Kardec né e ele se reconhece inserido nessa realidade de ser
também um espírito Imortal nós temos ainda eh em Canuto de Abril né no na sua obra O Livro dos Espíritos e sua tradição histórica e lendária na página 37 desse livro que é uma um livro assim que é uma delícia é uma maravilha da gente ler porque romanou o nascimento do Livro dos Espíritos e traz pra gente ali reflexões interessantes né dessa dessa época é um romance mais fundamentado ali com no contexto histórico mesmo do Nascimento né do dia do da publicação da primeira publicação do Livro dos Espíritos então o Canuto de Abreu coloca ali
nos lábios de Kardec as palavras de que sim O Livro dos Espíritos tem esse título porque o livro vem dos espíritos e por isso isso é deles né são eles os autores mas é dos Espíritos também porque fala sobre os espíritos e é muito interessante e importante a gente lembrar disso por isso ele é dos espíritos e ele a gente vai completar aqui com o significado que a gente encontrou agora mesmo né ele também é dos Espíritos Porque fala aos espíritos e não apenas a homens em encarnados nós vamos nos reconhecer como espíritos Imortais durante
o estudo do Livro dos Espíritos e isso é esse é o objetivo final dessa obra né que ele possa despertar em nós os princípios da espiritualidade muito bem então pra gente aqui a gente faz um arremate também né no no significado do título da obra nesse bonito significado do título da obra e eu gostaria de pra gente também fazer aqui um um encerramento dessa e dessa questão de Allan Kardec né de falar um pouquinho sobre essa personalidade do codificador que é retratada no livro Allan Kardec e sua época do autor Jean prier eu estou lendo
aqui o ah a página 185 do livro que vai falar alguma coisinha aqui sobre o protestantismo Mas a gente não vai eh colocar o nosso foco nisso não eu gostaria de manter o nosso foco na eh na nesse pequeno trecho aqui bem bem voltado à personalidade mesmo de Kardec pra gente eh ter também essa informação e perceber o coração por trás da codificação né e a inteligência por trás da codificação Então escreve Jean prier que quanto ao protestantismo a igreja do século XIX via o ressurgir na na forma perdão Inesperada do Espiritismo então a gente
lembra aqui que eh algum tempo atrás O movimento protestante queria eh eliminar algumas ideias que vinham eh na igreja como a sua por exemplo a venda de indulgências algumas questões que eram questões muito complicadas que que estavam ali o protestantismo queria resgatar o cristianismo puro né então aqui Jean prier diz que a igreja via esse movimento de resgate do cristianismo puro ressurgir no espiritismo continua o texto aliás condenado pelas igrejas da reforma então né tanto protestantismo como espiritismo teriam o mesmo destino né seriam condenados roma viu em Kardec batizado católico Como já dissemos né mas
criado na ecia um aliado de Calvino e Lutero os pais dos dos movimentos protestantes né de fato a havia no Senhor rivo e aqui é o que nos interessa né um pouco de Calvino no Rigor da linguagem do pensamento e no seu estilo de vida na firmeza dos seus conhecimentos gerais teológicos e bíblicos na sua rigorosa honestidade intelectual mas a comparação para por aí então Kardec né tinha todas essas características né Vamos retomar um pouquinho aqui Rigor na linguagem era uma pessoa né também no pensamento no seu estilo de vida era uma pessoa que tinha
grandes conhecimentos gerais inclusive teológicos e bíblicos profundo conhecedor desses conhecimentos e rigorosa honestidade intelectual ele era conhecimento era algo que tinha que ser respeitado intelectualmente era muito honesto se sim sim se não não e sobre o que não se sabe e se pesquisa eh e a comparação com Calvino para por aí Segue o texto dizendo que Kardec era fundamentalmente tolerante e generoso então uma personalidade assim de muito destaque né pra gente entender que Kardec era uma pessoa realmente preparada uma coração maravilhoso voltado a essa a esse trabalho que nos deu aqui como como produto né
como resultado da doutrina espírita Então vamos fechar essa parte do do contexto histórico e do e do título do livro né Relembrando que como as outras duas revelações né Moisés que trouxe o Deus único e Jesus que trouxe Deus Pai justo misericordioso amoroso pai de toda a humanidade O Livro dos Espíritos também como elas representa uma espécie de convergência dos dos conhecimentos humanos adquiridos até então Eh assim como se um poderoso imã reunisse os conceitos e lançasse sobre eles a luz da Verdade que orienta e consola então não só razão não apenas razão não apenas
intelectualismo não materialismo une-se a tudo isso a questão dos conhecimentos espiritualistas é importante a conquista do racional né do desenvolvimento da razão mas precisa ser unido a ela conhecimento espiritualista É essa a a grande a grande convergência que o espiritismo traz né vamos unir de novo as duas grandes Asas do conhecimento humano como diz o espírito Emanuel eh então enfim é assim porque eh O Livro dos Espíritos assim dessa forma né melhor dizendo é um Marco da história humana que talvez ainda não se não tenha sido corretamente apreciada justamente porque enfim ele reúne razão e
religião ciência e fé união entre ciência e religião entre filosofia e fé é o que proporciona o estudo do Livro dos Espíritos causando assim um avanço paraa humanidade pro ser humano né como ser integral claro que o desenvolvimento da razão foi necessário a compreensão mais profunda que a doutrina apresentaria sobre o ser a vida e seus objetivos sobre Deus era necessário que a Humanidade avançasse intelectualmente para que ela compreendesse tudo isso que o Livro dos Espíritos apresenta então ele vem no momento correto eh livro que continua então de suma importância para nós mesmo mais de
150 anos depois de sua publicação porque nós ainda também Vivemos envoltos em nossas inclinações materialistas carentes de consolo e razão que nos levem à conquista da nossa felicidade através da prática da espiritualidade idade Vale lembrar né Nós também Vivemos em uma época de crise e de mudança nós segundo os ensinamentos do Espiritismo Estamos numa época em que o planeta está indo Limiar da para que ele se transforme em um planeta em um mundo regenerador vivemos o Limiar do mundo de provas e expiações o finzinho do mundo de provas e expiações logo estaremos num planeta regenerador
portanto momento de grande mudança e de Profundas crises como nós vemos hoje né pandemias guerras dissensões e contendas entre os homens dificuldade de fundamentação de conceitos de entendimento da realidade humana precisamos então republicar diariamente O Livro dos Espíritos em nossas consciências e nos reconhecermos nele como espíritos Imortais tal qual foi a a a vivência a experiência do codificador né a experiência de Kardec vamos lá vamos adiante então com o nosso estudo vamos passar agora à folha de rosto do livro Essa daqui é a folha de rosto do Livro dos Espíritos e uma folha de rosto
ou Fronte espí não é primeira página de um livro é aquela página que traz a indicação do nome do autor o título da obra o local data de impressão nome da editora enfim né Por que essa página de rosto é tão importante porque ela é escrita por um pedagogo muito competente e ela traz elementos importantíssimos pra gente entender o Livro dos Espíritos a primeira coisa essa que nós grif aí o primeiro elemento né esse que a gente destacou é a natureza da obra A Essência da obra O que ela traz ela nos traz uma filosofia
espiritualista não é uma filosofia geral nem uma filosofia acadêmica ela é uma filosofia espiritualista bom a filosofia é essa importante área do conhecimento humano que envolve técnicas procedimentos que ali orientam que regem que põe as regras do pensamento racional como pensar de modo racional corretamente filosofia usa para isso algum ferramental né ela para isso ela usa por exemplo argumentação lógica destaca a argumentação lógica essa ferramenta por Excelência da apresentação e das discussões filosóficas das discussões das teorias filosóficas é preciso ter argumentação lógica o meu discurso precisa ser coerente precisa ser lógico um pensamento tem que
estar unido ao outro concatenado ao outro eu não posso dizer eh uma coisa agora contradizê-lo logo na sequência ou não manter uma linha de raciocínio A não ser que isso tenha uma função ali dentro do texto né que seja evidenciada ou dentro do raciocínio né que seja evidenciado então é preciso falar bem a gente viu ali que Kardec tinha essa honestidade intelectual essa formalidade ali no na linguagem né então para que se desenvolva isso a filosofia usa uma articulação rigorosa dos seus princípios de seus conceitos né usa concatenação de de premissas e con que sejam
ligadas diretamente àquilo bom mas tudo bem Toti mas tudo isso que você tá falando parece um pouco confuso pra gente então vamos usar um exemplo né a gente coloca Deus como um princípio da doutrina espírita um dos princípios fundamentais e nós dizemos que Deus é soberano em justiça em amor e em bondade muito bem esse é um princípio que a gente tem na doutrina o que a filosofia exige de nós no desenvolvimento desse princípio dessa ideia que a vida esteja em concordância com isso E aí de repente a gente vai olhar pros quadros da vida
e dizer Poxa vida mas Uns nascem na miséria outros nascem ricos na abastança Uns nascem carentes de saúde outros plenamente saudáveis onde está a justiça de Deus e aí então a gente precisa concatenar esses pensamentos né e trazer eh as explicações para que o princípio prevaleça não Deus ainda é soberanamente bom injusto nós vemos a diferença entre as pessoas aqui na terra porque elas erdam a suas situações agora de vidas anteriores então elas vivem aqui os efeitos das suas escolhas em vidas anteriores isso é a lei de Deus em curso é a lei de Deus
ali vigente vigendo né a todo momento Então esse é o é o pensamento racional Esse é o pensamento de argumentação lógica que explica porque Deus continua sendo bom E justo a gente preserva o princípio através da explicação aqui né de de fatos é uma das possibilidades só para ilustrar né o qual qual é o exercício filosófico né mas eh a gente já tá sendo direcionado aqui a pensar que a filosofia espírita vai fazer uso desse ferramental todo da filosofia tradicional acadêmica né mas ela não é uma filosofia tradicional e acadêmica a gente tem uma expressão
filosofia espiritualista o que ela nos diz que é preciso para alcançar o raciocínio colocado né pelo espiritismo é preciso pensar como espírito pois o livro é dos Espíritos né já vimos isso ele fala aos espíritos ao íntimo a essência e agora a grande beleza né para isso ele usa o primeiro caminho que a gente tem que é a razão para conversar com o com o nosso espírito com a nossa essência com o nosso íntimo para descobrirmos como espíritos o caminho é a razão é o pensamento lógico a filosofia espiritualista de O Livro dos Espíritos vai
apresentar os argumentos para que através do raciocínio nos reconheçamos como espíritos Imortais tal qual aconteceu com cardec aqui aparece a solução do problema secular o uso de uma importante do conhecimento humano agora filosofia não mais a ciência a serviço do desenvolvimento de Outra área importante do conhecimento humano a religião a espiritualidade através da Razão descobrimos que não pode ser de outra forma há um criador Deus Suprema Suprema bondade Suprema Justiça Supremo amor o caminho da vida é o caminho da Moral da Fraternidade entre os homens porque a alma é imortal e herdeira de si mesma
a Vitória final é sempre do amor e da perfeição o restante é caminho aqui que a gente começa a descobrir essa verdade e começa a mergulhar nela Então Allan Kardec o codificador usa o instrumental da filosofia acadêmica Claro ele usa a lógica concatenação de pensamentos a articulação de conceitos definição Clara dos princípios que são fundamentais para desenvolvimento das ideias mas a diferença é o objetivo a diferença é uma filosofia Para conhecimento espiritual Não Para conhecimento geral vários espíritos desenvolvendo essa filosofia não apenas um Pensador como René descart por exemplo não é uma Filosofia de um
só Pensador como a filosofia cartesiana é a filosofia de vários espíritos e na Essência né o objeto dessa filosofia conhecimento espiritual que tem como resultado prático a moral o progresso moral decorrente desses princípios veremos né o próprio codificador diferenciar depois essa filosofia nos prolegômenos da obra que a gente vai estudar em estudos subsequentes né então depois aqui da natureza da obra ser exposta né a gente tem o título que a gente já comentou sobre o qual estamos tecendo ainda comentários de vez em quando né título já comentado eh que traz também algo sobre a natureza
da obra né seu aspecto espiritual e na sequência por fim aqui na na página de rosto o seu conteúdo do conteúdo da obra né O que a obra tem em si eh princípios da doutrina espírita as primeiras leis os primeiros conceitos a fundamentação do espiritismo né É isso que ela contém os princípios da doutrina que vão versar né que vão falar vão tratar sobre a imortalidade da alma a natureza dos espíritos e suas relações com os homens né então a alma Imortal a alma se relacionando com homens encarnados sobre as leis Morais que são decorrentes
naturalmente decorrentes dessa verdade a vida presente a vida futura e o porv da humanidade e aqui é informação essencial pra gente né pra gente que a gente não pode esquecer aqui segundo o ensino dado por espíritos superiores e com concurso de não um mas de diversos médiuns recebidos e coordenados por Kardec essa informação é vital pra gente Vital é extremamente Vital para quem vai estudar o Livro dos Espíritos primeira coisa não é qualquer espírito que ditou O Livro dos Espíritos não é qualquer espírito Alan Kardec tinha um método o controle universal do ensino dos Espíritos
para que Ele pudesse ali penerar filtrar sublimar os conhecimentos melhores que os espíritos traziam e selecionar aqueles espíritos que são ditados apenas por espíritos superiores perdão o grifo aqui não tá funcionando mas tá nessa região aqui ó espíritos superiores apenas por espíritos superiores e a gente vai ver lá na escala espírita na questão 111 do Livro dos Espíritos entre outras características que os espíritos superiores são aqueles que reúnem em si a ciência a sabedoria e a bondade Então não é qualquer espírito né que ditou o livro as respostas do Livro dos Espíritos são esses que
T essas características espíritos que T profundos conhecimentos em ciência são espíritos sábios e bondosos esperam e aqui a gente tem a completude de tudo que a gente espera né boas informações a gente tem eh sabedoria nas respostas e elas são direcionadas para o nosso bem E no fim eh o concurso de diversos médiuns Kardec não usou apenas um médium nãoé ele tinha as filhas do Senor bodan tinha a senhora Jafé tinha contato com mais de 1000 casas espíritas espalhadas pelo mundo como vemos na introdução do Evangelho Segundo espiritismo e assim por diante então a informação
é uma informação Universal né E aí por fim a o papel principal de Kardec né recolher receber esses ensinos coordená-los e expô-los né de forma racional de forma a transformá-los em uma filosofia espiritualista que abrisse para nós aqui o o as questões do nosso entendimento e colocasse ao nosso alcance essa eh essa maravilha que é o Livro dos Espíritos e a e a própria doutrina espírita né Muito bem Vamos então paraa última parte do nosso estudo de hoje nós vamos ao índice agora do Livro dos Espíritos vamos dar uma olhadinha breve no índice para que
a gente possa entender como serão os nossos próximos estudos para que a gente possa encerrar o nosso estudo de hoje então aqui nessa edição do Livro dos Espíritos que é uma edição que está eh disponível para quem quiser fazer o download lá no no no site da FEB né é uma uma tradução do do do do Livro dos Espíritos que está disponível para para download e a tradução que eu vou eu vou usar aqui nos nossos estudos nós temos uma nota da editora depois nós temos A Introdução ao Estudo da doutrina espírita item que a
gente vai começar a explorar e e a entender no nosso próximo estudo a gente não vai entrar na nota da editora mas a gente vai direto pra Introdução ao Estudo da doutrina espírita depois na sequência os prolegômenos Então a gente tem aqui eh a a introdução né O que precede o livro eh propriamente dito e depois a gente tem o livro dividido em quatro partes a primeira parte que fala das causas primárias portanto Deus espírito e matéria a gente vai estudar nessa primeira parte a segunda parte falando sobre o mundo Espírita ou dos Espíritos as
relações entre os espíritos e os homens como foi prometido na capa de rosto né na folha de rosto do livro A terceira parte que é a consequência natural dessa experiência né de reconhecer o espírito Imortal e suas relações com a matéria as leis Morais as leis que guiam a nossa vivência nesse âmbito né de sermos espíritos Imortais ora na matéria ora não e por fim a quarta parte que fala das Esperanças e consolações eh os resultados de termos vividos sob a observância das leis Morais ou não é isso que está na quarta parte e por
fim nós temos uma conclusão do Livro dos Espíritos escrita por Kardec que nós vamos que será o nosso nosso último estudo né pois índice geral e nota explicativa são composições aqui dessa dessa dessa edição do Livro dos Espíritos que nós vamos estudar muito bem o que nós ainda podemos dizer sobre esse índice né a gente já percebeu que ele é dividido em quatro partes e ele é eh esse índice essas quatro partes melhor dizendo eh contém os princípios básicos da doutrina que são depois expandidos aprofundados na as outras quatro obras básicas Então vamos lá aqui
nessa primeira parte das causas primárias a gente tem um estudo mais profundo disso mais desenvolvido na obra A Gênese que é uma das outras quatro uma das outras cinco obras né fundamentais Livro dos Espíritos pra sequência da primeira parte a Gênese pra sequência da segunda parte livro dos livro perdão do mundo Espírita ou do mundo dos espíritos a sequência o aprofundamento é o Livro dos Médiuns para a terceira parte que fala sobre as leis Morais o livro complementar o livro que aprofunda é o evangelho segundo espiritismo e para a quarta e última parte que fala
das Esperanças e consolações a obra que vai aprofundar os conhecimentos é o livro O céu e o inferno e aí a gente pode pensar assim mas eh isso tem alguma alguma fundamenta a né dentro da daquilo que Kardec Fez sim temos dentro dos próprio dentro do próprio Livro dos Espíritos lá nos prolegômenos a gente vai ler as seguintes palavras dirigidas a Kardec né abre aspas ocupa-te cheio de zelo e perseverança do trabalho que empreend com o nosso concurso pois esse trabalho é nosso esse trabalho dos Espíritos né estão pedindo a Kardec para que ele tenha
zelo e perseverança nesse trabalho continua o texto nele pusemos as bases de um novo Edifício que se eleva e que um dia há de reunir todos os homens no mesmo sentimento de amor e caridade então aqui é a finalidade última da doutrina né unir os homens em sentimento de amor e caridade através Claro da prática da doutrina moral mas o que é importante aqui é que pro nosso momento né pra gente entender aqui o a estrutura toda e a palavra estrutura também é muito boa porque eh notemos né o nesse livro dizem os espíritos né
pusemos as bases de um novo Edifício que se eleva então aqui a linguagem metafórica figurada né de que a doutrina espírita é um edifício que está sendo construído se a gente vai ao livro obras póstumas né no item imitação do evangelho que é o primeiro título da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo primeiramente ela Kardec tinha a intenção de dar ela o título né imitação do evangel evangelho depois se transformou pro título Evangelho o evangelho segundo espiritismo então quando Kardec fala sobre essa sobre essa obra eh a gente tem a seguinte frase né lá no
livro obras póstumas agora abre aspas com esta obra O Evangelho Segundo espiritismo o edifício começa a libertar-se dos andaimes e já se lhe pode ver a cúpula a desenhar-se no horizonte então o que que está sendo dito aqui né Eh o evangelho segundo espiritismo é a cúpula é o teto É a última parte do edifício então aqui a gente pode eh pensar que o Livro dos Espíritos é o alicerce desse espírito perdão desse espírito não desse Edifício né Eh o Livro dos Espíritos é o alicerce a fundamentação a base do edifício que tá sendo feito
nós temos três paredes nesse alicerce um é a obra a Gênese o outro é o Livro dos Médiuns e o outro é o céu e inferno o teto é o evangelho segundo espiritismo a cúpula é o evangelho segundo espiritismo é o que cobre tudo é o objetivo final é aquilo que protege né contra as intemperes contra o sol contra a chuva contra os ventos e aquilo que trava o edifício quando você coloca a cúpula ele trava as paredes e transforma Aquilo em um edifício rígido né difícil de ser derrubado então eh tem essa questão da
proteção tem a questão da amarração E é assim que se constrói a casa Espírita A casa Espírita foi construída dessa forma ela foi construída através do alicerce que é o Livro dos Espíritos que por sua vez teve ali a eh as suas paredes depois através das outras obras e portanto a gente tem aqui uma doutrina completa e inseparável a gente estuda o Livro dos Espíritos vê os fundamentos depois aprofunda o conhecimento nas outras obras e dessa forma a gente cumpre né com aquilo que havíamos prometido de olharmos o título da obra hoje o contexto histórico
do livro trazer um pouquinho pro nosso pros nossos dias darmos uma olhada no índice preparando Já o nosso próximo estudo que será sobre a Introdução ao Estudo da doutrina espírita ali no comecinho do livro Gostaria de compartilhar com os queridos irmãos pra gente encerrar o nosso estudo um texto de Viana de Carvalho que está na obra espiritismo e Vida de Edivaldo Franco psicografada por Divaldo Franco né Eh o texto tem o título obra insuperável e naturalmente se dirige ao Livro dos Espíritos né Vamos a ele obras memoráveis apareceram fascinaram os tempos em que floresceram cedendo
lugar a outras que foram sucedidas por mais outras confirmando o amor de Deus pelos seus filhos a fim de que nunca faltasse a luz do conhecimento nem a magia da arte para tornar ditosa a existência humana a ciência e a tecnologia incipientes A princípio atingem hoje a glória Estelar guindando o ser humano ao macrocosmo e permitindo-lhe penetrar no microcosmo de forma que pode solucionar inúmeros enigmas do universo e equacionar muitos dos Desafios existenciais nada obstante o ser humano tendo permanecido feitas algumas exceções em sombras e violência em angústias e medos foi honrado pelos céus com
a reencarnação de Allan Kardec no século XIX o missionário do Futuro A fim de que codific asse O Livro dos Espíritos a obra mais monumental que a humanidade jamais compulso pelo fato de repetir o evangelho de Jesus e sintetizar os grandiosos livros que chegaram antes do seu advento respondendo a todas as questões do pensamento com lógica e razão completando e indo além das honrosas conquistas da ciência proporciona mais eficiente aplicação dos seus postulados no dia a dia das existências superando a teologia ancestral inicia a sua gloriosa síntese com Deus e encerra a sua mensagem com
as esperanças e consolações após dirimir todas as dúvidas existentes iluminando a sombras da ignorância cultural granítico na sua estrutura vem Resistindo aos avanços do conhecimento e permanecerá incorruptível e insuper diante das avançadas conquistas da atualidade estudá-lo para melhor escupi no imo é dever de todos aqueles que anelam pela conquista da plenitude divulgá-lo por todos os meios ao alcance constitui compromisso inadiável por todos aqueles que se iluminaram com a constelação Estelar das luzes de que se faz portador respeitá-lo mediante estudo sério e digno é a maneira de agradecer-lhe a existência durante estes 150 anos desde a
sua publicação libertando consciências e consolando corações agradecidos a todas as obras missionárias da humanidade os apóstolos aos Apóstolos e aos embaixadores do Cristo Que Tem trabalhado pela dignificação humana somos reconhecidos especialmente a Allan Kardec o pré Claro codificador do Espiritismo que nos ofertou O Livro dos Espíritos esse monólito indivisível que se vem tornando a base do conhecimento dos céus para a humanidade de todos os tempos do futuro então essa página foi psicografada no dia 10 de novembro de 2007 eh por Divaldo Franco faz referência Claro aos 150 anos do Livro dos Espíritos do da publicação
e é a o texto com o qual nós encerramos o nosso estudo de hoje agradecendo profundamente aos irmãos pela pela acolhida pela participação pela presença no estudo deixando em aberto com para os próximos estudos e já deixando também os nossos votos de Que Deus nos abençoe hoje sempre fraterno abraço e até logo mais