[Música] pessoal boa noite sejam mais uma vez bem-vindos aí ao ao nosso ciclo de palestras GAP conva 2024 para quem tá chegando pela primeira vez eu sou Magela sou líder do grupo de pesquisa e áreas protegidas aqui do Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais eh esse grupo anualmente realiza um ciclo de de palestra né E esse ano nós Resolvemos priorizar e privilegiar e homenagear de certa forma os gestores de unidades de conservação eh de de outras áreas protegidas no Brasil ah focando as nossas palestras ah na experiência de quem tá ali no dia a dia
na Linha de Frente lutando pela conservação brasileira né como nosso amigo Cláudio maret sempre diz né são heróis aí que estão à frente da conservação no Brasil ah então ah só para dar uns recados básicos né Esse é um ciclo de palestras as palestras ficam gravadas e são disponibilizadas né na página do YouTube da nossa ONG parceiro o grupo Brasil verde e lá vocês podem acompanhar a as demais palestras nós vamos ter palestras até dezembro Ah e quem acompanhar e registrar a presença pelo menos sete palestras vai receber um certificado depois de participação eh no
no nosso ciclo né ah então Ah para garantir o certificado de participação precisa registrar a presença ou aqui o o nossa equipe Vai disponibilizar o o link aí no chat ou depois lá no YouTube também né Ah bom e Nós já chegamos à nossa eh quinta sexta palestra na verdade né já tivemos a primeira experiência aí com o diretor de áreas protegidas do Ministério do meio ambiente depois Vimos a experiência de uma reserva biológica de uma reserva particular do patrimônio natural de um Parque estadual e de um refúgio de vida Silvestre e hoje né Nós
vamos ter uma outra experiência com Parque Parque Estadual mas e na Amazônia e numa área urbana o que é muito é muito desafiador né como ah certamente veremos aí tô muito feliz em receber o Júlio né Júlio já agradeceu sua gentileza o Júlio César Meyer Júnior ele é chefe das unidades de conservações estaduais da região metropolitana de Belém ah do Instituto de desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará de flor Bio já foi diretor de unidade de conservação do Estado do Pará já atuou como analista na da Diretoria de planejamentos estratégicos e projetos da Secretaria
de Meio Ambiente do estado e atua como diretor de eh de trilhas nacionais da Rede Brasileira de trilhas e além de ser coordenador da trilha Amazônia Atlântica Júlio vai falar paraa gente sobre os desafios de gestão do Parque Estadal da ting em Belém né Eh focando aí nas estratégias de conservação em uma área urbana na Amazônia Júlio Muito obrigado pela sua atenção sua gentileza e contribuir com a gente tenho certeza que vai ser mais uma noite extremamente proveitosa já deixo você à vontade aí paraa apresentação o Eu que agradeço a oportunidade de est aqui certamente
tô aqui para contribuir um pouquinho aprender bastante Eh ideia hoje a gente fazer uma conversa aqui né Eh quanto mais a gente dialogar melhor tô aqui totalmente disponível para isso bem eh eu trouxe uma apresentação trouxe também um pequeno vídeo lá do Parque do Tinga que eu acho que resume bem a historinha e e assim e tentar me apresentar um pouquinho assim eu sou servidor servidor do estado de carreira Né desde 2006 trabalho com unidade de conservação desde 2009 e e venho nessa Historinha desde desde então né o idfb é o órgão Estadual de unidade
conservação eu sou Servidor da Semas né da Secretaria de Meio Ambiente do Estado mas eh no momento tô cedido por de flor Bill é como se fosse digamos o icmb do Estado né Aí eh de minas né Eu acho que é como se fosse o if né aí em Minas faz essa função Então a gente tem aqui dentro do de flor Bill e eu eu eu eu eu comecei a ser gerente de unidade de conservação em 2011 em 2015 eu fui gestor do Parque do Tinga Eu Na verdade eu tô há três meses agora na
gestão eu tô voltando para um carro que eu já ocupei eu era gestor de 2015 a 2018 depois acabei assumindo a diretoria fui voltei para Semas e agora tô voltando pro pro parque e tô assim retornando para unidade de conservação assim que eu tenho muito carinho né e tal que a gente ajudou a desenvolver bastante aqui a Gente teve bons resultados nessa época de 2015 a 2018 bem eh também me eh gostei muito foi por conta de trabalhar com Parque que acabei me envolvendo com a agenda de de ecoturismo e depois que eu saí até
das gestão das unidades de conservação de 2020 a a 22 eh eu acabi acabei me mergulhando mais eh com a Rede Brasileira de trilhas então não saí da agenda de jeito nenhum né E ali eu comecei a com um grupo de Pessoas aqui grupo de colegas aqui no Pará a formatar e então aí fiquei me envolvi mais na Rede Brasileira de trilhas e tal e agora tô voltando e absorvendo inclusive e essa agenda da rede dentro das unidades de conservação que tem tudo a ver Enfim então Eh eu vou compartilhar aqui com vocês um eu
vou começar a compartilhar aqui a a palestra a a palestra a apresentação do PowerPoint [Música] e depois eu vou colocar o videozinho deve tá em tela cheia agora o título da palestra aí Isso sim tá tá ótimo tá obrigado eh então vou passar aqui então vamos falar de unidade de conservação aí um mapinha aí eh ligeiramente desatualizado mas a gente consegue ver aí a como que a gente tem as unidades de conservação na Amazônia aí como que a gente tem uma grande área Né normalmente são áreas na Amazônia aqui são áreas bem grandes eh a
gente tem unidade de conservação de mais de 1 milhão de de hectares 2 3 milhões de hectares a a gente tem apa de mais de 5 milhões de hectares né então a gente é bem comum aqui na Amazônia conhecer as unidades de conservação mas sempre normalmente área rural né normalmente nos grandes fragmentos florestais e Unidade de conservação em áreas urbanas eh não é Tão comum né mas o a gente tem quatro aqui na região metropolitana de Belém nas outras cidades de médio porte vou botar assim do Pará a gente tem algumas unidades de conservação também
mas não tem que com pouca expressão ainda né aqui é um mapa das unidades de conservação estaduais aqui do Pará né a gente tem quase 20 pouco mais de 20 milhões de hectares de áreas protegidas estaduais mais ou menos a mesma quantidade a gente tem unidades Conservação federais né Então é quase 13% do território do Estado é unidade de conservação estadual e mais uns 13% Federal soma aí uns 26% ou seja 1/4 do território para fechar metade do território a gente coloca mais um quar de territórios indígenas Então a gente tem aí territórios indígenas 1/4
do estado e mais um quar dividido entre as unidades de conservação federais estaduais né então quase pouquinho mais de 50% hoje do Estado então a gente tá Bem protegido de unidade ação e ainda estamos criando mais aqui é um um retrato aí do Google aí coloquei o limite aí das unidades de conservação onde vocês podem aqui é o parque estadual do Tinga que a gente vai conversar hoje falar mais né aqui essa outra unidade de conservação aqui é a apa Belém então a apa Belém é uma unidade de conservação que envolve o Parque do Tinga
Então tem um papel muito importante aqui porque a gente tem Populações tradicionais ribeirinhas então é uma apa que pega tanto essa transição Urbano Rural normalmente a gente vê as Apas fazendo em regra são dois papéis né um é de ser uma uma área de transição Urbano Rural né E outra é esse formato que eu brinco de ovo frito né que ela envolve uma unidade de produção integral aqui no caso da paraa Belém do Parque do Tinga ela faz os as duas funções ela envolve o parque também é uma transição Urbano Rural a gente tem Território
quilombola bem aqui a gente tem a apa da Ilha do cumbu essa Ilha abaixo aqui à esquerda a apa da Ilha do cumbu também é bem conhecida aqui porque tem vários restaurantes chocolate lá bem famoso e tal agora quando o Lula e o macron vieram aqui foram lá no no na na apa da Ilha do cumbu tá lá e o refúgio vida Silvestre que essa área aqui de um pouco mais de 5.000 ha é uma área que já foi uma grande Fazenda de borracha Então a gente tem aqui Seringueiras ainda a Gente tem trilhas entre
seringais uma estrutura então uma floresta bem rica aqui uma área muito importante pra gente aqui no ponto de vista de proteção da biodiversidade e fica também na grande Belém Eu que moro aqui na saída da cidade eu chego aqui no refúgio em 25 minutos de carro né eu eu moro aqui no parque do Utinga então vocês podem ver que é uma área que tem bastante Floresta né esse grande fragmento aqui a gente encontra Eh bastante um número grande de pássaros a gente chega a ter aqui alguns mamíferos eh a gente já chegou a ter onça
aqui é uma área tem uma onça que na verdade vem aqui uma vez por ano ela dá uma girada por aqui inclusive teve um problema no território quilombola com ela no passado aqui então seim é uma área que tem é bastante preservada né Tem uma um fragmento Gal importante ao mesmo tempo que fica dentro da cidade né então quando a gente fala quando às Vezes eu tenho um pouco de dificuldade de falar do Parque do Tinho eu falo não ela é um parque Urbano e normalmente as pessoas acham que é tipo Ibirapuera da vida uma
grande Praça um jardim botânico uma coisa nesse sentido né mas não é uma área de Floresta mesmo uma floresta importante dentro assim frustrada ali dentro da região metropolitana então assim a maior parte dos moradores aqui saem de casa 20 n estão dentro do parque para fazer uma caminhada para fazer uma Corrida uma pedalada né então é uma área que tá de Fato muito próximo do belenense mas mantém um uma grande quantidade de florestas né então aqui um foco aqui um zoom na unidade para vocês terem noção como que como que é o desenho dela né
então aqui nessa parte de cima aqui essa parte norte é até interessante que aqui eu nem precisaria de botar uma linha Branca né de tão dest cado que fica a diferença entre o que é unidade de conservação e o que não é e Essa parte mais ao sul aqui essa parte aqui é uma é uma área da Embrapa Então por conta de ter essa ocupação da Embrapa a gente tem uma mantém ainda uma proteção bem interessante e também uma uma área muito alargada e o e a água por si já defende né o território né
porque as pessoas vão ocupando mas quando o chega na área largada e vai freiando então a própria água ela já é uma uma ferramenta de proteção vou botar por conta da vás eu vou parar essa Apresentação aqui eu vou apresentar um pequeno vídeo aqui que é um vídeo de apresentação da unidade eu acho que ele representa bem botar aqui é o órgão público responsável pela gestão e monitoramento de 27 unidades de conservação estadual Guará você numa visita muito especial o Parque Estadual doing Camilo Piana popularmente conhecido como pe é uma unidade de conservação de Proteção
Integral que foi criada no ano de 1993 e está localizada nos municípios de Belém e anua São mais de 1393 hees uma área equivalente a 1400 Campos de FB o parque é um grande Guardião da diversidade biológica presente na região metropolitana de Belém e abriga um pedaço da rica biodiversidade da Amazônia ao mesmo tempo que proporciona diversos tipos de usos pelas pessoas ou Seja para lazer atividades recreativas prática de atividades físicas turismo contemplação da natureza e até o desenvolvimento de pesquisa C e a atividades de educação ambiental os visitantes também podem conhecer as suas 13
trilhas ecológicas e realizar atividades esportivas como o rapel a tirza e o boya cross a trilha da Mariana é bastante conhecida por sua beleza atrativos naturais e até lendas urbanas durante seu percurso é possível apreciar O belíssimo Lago da Mariana com suas [Música] transparentes o pe possui três estruturas de Apoio aos visitantes o centro de acolhimento a casa da Mata Onde está presente o memorial Verônica pber e o Recanto da volta em seu interior encontram-se mais de 400 espécies de animais 151 espécies catalogadas de plantas e os lagos bolônia e Água Preta responsáveis por cerca
de 70% do abastecimento de água da Região metropolitana de Belém São mais de 1 milhão e meio de pessoas que diariamente usam a água tratada dos Mananciais do Utinga é inegável o fato de que o peute apresenta muitos benefícios à população e abriga uma rica diversidade biológica dentro se os habitantes mais conhecidos Podemos destacar as ararajubas a ave muito bela e com o comportamento cativante possui as cores verde e amarela e está em risco de extinção na natureza porém podem ser Encontradas no parque do Utinga a espécie foi reintroduzida na região através do projeto ararajuba
outros moradores do pe são a capivara o macaco de cheiro a Cutia E a preguiça dentre muitos outros sendo que alguns podem fácilmente ser encontrados durante uma visita com relação à sua Flora o destaque vai para a Sama uma que pode ser vista logo na entrada do pe e tornou-se um símbolo desta unidade de conservação vale a pena Conhecer o parque estadual do Tinga Camilo Viana Ele está aberto ao público todos os dias da semana exceto as terças-feiras de 6 hor da manhã às 17 [Música] hor para maiores informações sobre as unidades de conservação que
estão sobre a gestão do FL Não deixe de visitar o site do Instituto e as nossas redes sociais [Música] bem esse aí é um é é o resumo da Ópera Aí do parque né quando quando eu comecei a trabalhar no ting 2015 tive a honra de de ver a coisa toda mudar né em 2015 a gente não tinha nada disso que vocês estão vendo a gente tinha a floresta e tinha uma estrada de 4 km de asfalto que entrava assim de digamos rasgava a mata e até o os lagos né que é o equipamento de
abastecimento aqui então a gente só tinha isso e tinha un que a gente chamava de centro de visitantes que ficava lá próximo do Lago e a visitação Era restrita algumas pessoas que caminhavam e mas não tinha banheiro não tinha nenhum serviço né e as visitas escolares né a gente tinha alguns ônibus e os ônibus pegavam as crianças e tal e levava lá pro parque e todo dia tinha um ônibus chegando com criança era era basicamente essa a realidade né aí a gente fez uma parceria com a Secretaria de Cultura aqui do estado que que colocou
o projeto arquitetônico né o arquiteto Paulo Chaves que faleceu Recentemente Mas ele foi um dos grandes arquitetos aqui do Pará eh ele que projetou os principais equipamentos turísticos que a gente tem aqui que é o Mangal das gç Estação das Docas né quem já vê aqui no Pará eh sabe são Pontos importantes e o e o e o Parque do Utinga teve a honra de ter esse projeto arquitetônico para o Chaves que ele é digamos um niem aqui pra gente não parar tem e são sempre coisas lindíssimas E aí a gente fez um Investimento de
50 e poucos milhões 55 milhões e aí a gente criou toda fez toda de pve a estrada e fez um que é tipo aquele paralepípedo Zinho né mas muito bem feito e caro e também criamos três equipamentos de de apoio ao visitante né então centro de acolhimento com estacionamento que vocês viram depois mais na frente 3 km mais na frente um que a gente chama de casa na mata que tem uma lanchonete o banheiro o museu né Verônica tembec que Tem peças arqueológicas importantes do Acervo do Museu Emílio gue e mais na frente ainda a
gente tem o último o equipamento que é o Recanto da volta que também tem uma vista maravilhosa pro lago né e e também é um lugar belíssimo onde o pessoal chega lá andando já 4 km de caminhada Até lá então o parque tem essa dinâmica a gente fez todo esse investimento eh e foi assim uma coisa assim bem rara De se ver a gente sabe porque investimento em unidade de conservação não é uma coisa fácil mas na época o f e um esforço que foi assim bem coletivo né secretaria de cultura secretaria de turismo todo
mundo abraçou a causa e a gente conseguiu fazer isso então de 2015 aí a gente para fazer o gerenciamento desse equipamento a gente fez uma contratação de uma organização social Então a gente tem uma cogestão dentro do parque essa cogestão a gente fez uma Chamada pública e ganhou uma organização social maes que chama par 2000 e ela faz a cogestão ali então a cogestão de de quê dos equipamentos turísticos então aquele centro de acolhimento que vocês viram toda essa infraestrutura a gente tem uma organização para fazer isso então é aquele famoso operacional que tá ali
né que quebrou uma lâmpada tem como consertar e tal então aquela gestão aquela cogestão né Uma uma sessão de serviço que é muito importante pra gente Porque viabiliza a gente ter esse serviços né então a gente também tem o estacionamento então essa organização social SOS ela que detém aí as relações comerciais com os prestadores de serviço lá dentro então a gente tem o estacionamento tem sorveteria tem lexon eh tem aluguel de bicicleta duas empresas que fazem aluguel de bicicleta né venda de água de coco esse tipo de coisa então o SOS faz esse serviço algumas
coisas estão fora desse digamos Guarda-chuva esse chapéu da da os o que tá de fora o que tá de fora são as atividades de ecoturismo então a gente autoriza e gerencia né atividade de caminhada de rapel de tirolesa né isso tudo fica sobre a gestão do id flor b então os serviços que acontecem Lá eles ficam ou debaixo digamos do Chapéu ali da os ou na parte do ecoturismo a gente fica ali dentro do de flor Bill né Eh vou voltar aqui paraa apresentação então vocês devem estar vendo aí agora o Mapa né do parque
então aqui é é a entrada do parque bem aqui depois tem uma grande Estrada aqui aí um outro centro de AC o outro equipamento turístico é aqui e o outro bem aqui vocês podem ver que os os lagos esse aqui é um o lago Água Preta esse aqui menor é o Bolonha são os dois grandes lagos de abastecimento aqui da região né da cidade né então a água ela é bombeada Ela Vem de um rio que tá aqui logo do lado mas não tá na imagem ela Vem bombeada para dentro e elas são duas digamos
duas grandes cisternas né E aí a água fica aqui e depois segue prestação de tratamento e é destinada né para toda para toda para toda a cidade esse aqui é o plano de manejo né então no mapa do plano de manejo vocês podem conferir a a zona de alta intervenção essa rosa então é onde estão os equipamentos turísticos essa área Rosa né Onde estão os equipamentos turísticos assim a gente olha o vídeo Ali parece que tem muita coisa assim tal e e realmente tem bastante coisa mas assim eh isso tudo representa cerca de 4% do
território da unidade de conservação né então a grande parte da unidade ainda é fragmento florestal essa área aqui é verde claro aqui né é a zona de moderada intervenção né E essa zona verde escura aqui de baixa intervenção né são áreas pra gente muito interessantes onde a gente tem áreas Aqui de terra firme de Várzea Igapó Então a gente tem fitofisionomias distintas também dentro da unidade né e a cidade bem ligada aqui né bem ligada Então a gente tem tem tanto contato com a parte urbanizada digamos como com ribeirinhos aqui do lado e Tal que
então assim a gente tem uma uma sorte de vizinhos né bem grande né Isso aqui é uma imagem aérea aí do centro de acolhimento né dessa estrutura que é onde as pessoas chegam então is um lugar Legal bem agradável né então ali tem a gente tem um pequeno auditório para 30 lugares tem uma lanchonete eh eh e tem sorveteria e tal eh tem um estacionamento aqui próximo e daqui a pessoa segue e aqui embora vai embora um são 4 km de pista então aqui é o centro de acolhimento e depois são 4 km de pista
essa pista ela é toda muito similar com essa imagem que tá aqui do lado vocês podem ver aqui uma bicicletinha aqui um ciclista ou uma Ciclista né não sei andando aqui então essa é a paisagem aí digamos aí é o cenário aí da dessa pista né Na parte de ecoturismo A Gente Tem atividade de tirza né a gente tem o rapel o rapel é bem pequenininho assim ó vocês podem ver nessa imagem esquerda que é um rapel assim para iniciante um rapel para criança é um rapel para aquela pessoa que tá iniciando isso às vezes
quando a gente fala de ecoturismo turismo de Aventura el pode ser pode Parer até pouco mas é é um pouco muito importante pra gente porque a maior parte das pessoas que chegam ali são é a primeira vez que tem contato com isso com equipamento de corda com uma atividade vertical então assim é sempre a primeira vez de todo mundo então esse equipamento fácil uma coisa mais lúdica é muito importante para garantir que essas pessoas gostem disso né depois partam para atividades eh mais complexas com nível de dificuldade maior né enfim E a gente então Essas
atividades mais lúdicas paraa gente tem uma importância enorme e a gente também tem trilhas ecológicas a gente tem 11 Trilhos oficiais né mas eh agora a gente vai inaugurar eh mês que vem a gente ess todas essas trilhas elas são eh com guiamento obrigatório mas a gente vai agora abrir duas trilhas para aut guiadas né então a trilha do patuai a trilha do macaco que é uma trilha uma é de 800 m e a outra de 1,5 k sempre foram As mais utilizadas Então a gente vai abrir agora ficar aut guiada eh a sinalização tá
pronta já estamos discutindo com a secretaria de comunicação o layout já estamos finalizando e já tem o contrato tudo para fazer e a ideia a gente agora inaugurar no mês de julho que é a grande temporada de férias aqui pra gente no Pará eh essas duas Fas autoguiadas então elas estão sendo sinalizadas de acordo com o manual de sinalização do ibil né As sinalizações rústicas né e a gente fez uma placa de entrada de trilha baseada também em toda essa expertise aí doos manuais do CB ou alguns exemplos que a gente tem internacionais nacionais né
enfim Então tá uma até a placa tá bem legal que a gente acertou acho que eu não botei ela na apresentação mas deve ser em pouco tempo a gente vai abrir essas duas trilhas aias todas sinalizadas e manejadas esse aqui do lado é o refúgio Vida Silvestre Metrópole da Amazônia essa área aqui que eu mostrei aqui ó né à direita aqui né Essa área então ela tá na grande Belém né faz parte desse grande bloco e ela é uma área também muito interessante pra gente toda essa zona aqui amarela é a zona de uso intensivo
é onde a gente tem uns equipamentos algumas ruínas históricas e tal mas é muita área de Floresta aqui essa área azul toda lagada e a gente tem essa essa essas outras duas zonas aqui Com bastante Terra Firme e áreas também de varros e Igapó e um negócio bem legal aqui Desses desse Plano A gente tem acho que acertou em algumas em alguns pontos bem legais aqui nessa elaboração de plano de manejo assim primeiro esse plano de manejo foi agora 2000 acho que 18 e esse plano de manejo ele foi ele foi elaborado quando o ismb
já tava nessa lógica de definir um novo uma nova estratégia de laab de plano de manejo Então dessa transição do Plano de manejo pesado robusto com grandes listas de Diagnóstico né diversos dados e tal para um documento mais enxuto que atenda mais a Os desafios da gestão que como é hoje que o ibil tá aplicando Então hoje o ibil tem essa nova lógica e foi uma lógica construída com serviço Florestal dos Estados Unidos e tal e foi nesse momento que isso tava acontecendo que a gente tava elaborando e a gente acabou acabou pegando carona nessa
LG E o plano de Manejo saiu mesmo assim na pra gente elaborar a gente não usou da eh a gente só usou dado primário para fazer o os dados de botânicos que foi o único que a gente Sentiu necessidade mas muita coisa com dado secundário E é claro a parte social também a gente precisou de algumas visitas mas foi um documento bem mais enxuto a gente conseguiu fazer em em menos de um ano né e custou um pouco mais de 400.000 o plano de manejo do Refúgio ele traz Também um negócio bem legal que é
essa zona cinza que vocês veem aqui essa zona É porque tem a gente tem população Ribeirinha Então a gente tem uma população tradicional nessa área e é bem interessante porque naquela época eu não tinha notícia de outra a única notícia que eu tinha de a população tradicional dentro num unidade de produção integral eh foi Acho que na rebil acho que do eh do ali da da Serra do Mar perto de picinguaba ali eu acho que tem uns Caiçaras não lembro de outra até Se vocês souberem por favor me falem mas foi uma das assim primeiras
unidades então de Proteção Integral a garantir né agora por meio do plano de manejo a população tradicional ali dentro dos seus limites e com zona inclusive né específica Essa zona Essa zona cinza e a zona verde claro né são zonas destinadas à à comunidade tradicional aqui do outro lado vocês podem ver também que tem essa zona verde que ela é destinada da Comunidade tradicional também que é da do território quilombola do abacatal que faz limite com a gente aqui então Essa zona ficou toda definida também para colaborar com o extrativismo a coleta de Açaí a
coleta de cacau né de várias outras espécies também da biodiversidade local e um terceiro ponto que eu achei que também foi muito muito legal foi a zona de amortecimento então a zona de amortecimento vocês podem ver aqui za1 2 né que são essas azulzinhas Claro e essa Aqui do outro lado Z3 Então são três zonas de amortecimento né Aliás a zona de amortecimento classificada em três zonas né Então essas zonas elas foram desenhadas assim por quê Porque ela pegou em regra toda todas as bacias ali hidrográficas dos rios que entram para dentro do Refúgio Então
se tem um rio aqui dentro passando aqui dentro do refúgio e ele nasce fora A gente pegou toda essa bacia e trouxe para dentro da zona de Amortecimento E aí a gente conseguiu fazer o tal do planejamento por bacia hidrográfica né que a gente sempre fala tanto ia ter uma dificuldade grande de fazer então o que que a gente fez a gente trouxe tudo isso para zona de amortecimento Mas a gente não deu um grau de de botar de um critérios de de de proteção nenhum grau de proteção a mais basicamente essas zonas de amortecimento
elas elas tomam elas falam assim olha aqui pode tudo que for Licenciá-los aí uma medidas compensatórias então aquelas atividades econômicas potencialmente poluidoras que às vezes elas porque a gente já percebeu uma uma Digamos um bypass aí que é que muitos Empreendimentos não fazem o licenciamento ambiental com e rima às vezes são muito pesados eles não fazem a e a rima e fazem alguns relatórios de impacto ambiental como se fosse uma coisa mais Branda mas que na verdade Eles deveriam ser sujeitos aí à rima então a gente começa a perceber muito isso então o que que
a gente fez e esses esses esses eh essas esses Empreendimentos potencialmente poluidores que tem um grau um pouco maior de potencial poluidor A gente obriga eles a pagar a medida compensatória não é compensação ambiental ela é não pecuniária mas ela deve ser uma é uma espécie de compensação paraa unidade né então isso Aí ficou pra gente muito muito importante e outra coisa que o porquê dela abraçar tanto é por quê Porque se tiver algum empreendimento na zona de amortecimento que for sujeito aí a rima às vezes ele tem um impacto indireto o que acontece quando
a gente tá dentro de uma área urbana eh o pessoal na hora de elaborar criar a zona de de amortecimento a gente fica muito assim não não vamos criar muito muito grande na zona de amortecimento porque tá numa Área urbana Vai ter muito problema não sei quê fica sempre esse pensamento né aí o que que a gente e o Parque do Tinga vocês podem ver que é assim eu vou botar aqui ó olha aqui ó a zona de amortecimento do Parque do Tinga ela é esse essa listra aqui vermelha é o limite dela ó Então
ela só tem na área rural o Utinga ele não tem zona de amortecimento na área urbana que é eu não estava no momento da elaboração desse plano de manejo mas imagino que a Galera não botou falou assim Ah não a área já tá consolidada para que para que mexer nisso né acontece o quê que toda vez que entra um empreendimento que tem um um um potencial para e a rima por exemplo dentro desse ambiente ele tem um um um impacto indireto grande na unid na unidade de conservação potencialmente né ele só que como ele não
tá na zona de amortecimento aquela resolução 428 lá do CONAMA não funciona pra gente porque ela não tá na zona de amortecimento e tal aí Não paga compensação ambiental aquela coisa toda então a gente já colocou as zona de amortecimento maior justamente para poder garantir que no caso de a rima a gente tem ela dentro da zona de amortecimento e tal né então eh a zona de amortecimento foi criada desse tamanho ela é Ela é no final das contas ela aumenta a unidade de conservação em três vezes ou seja ela é o dobro do tamanho
da unidade de conservação Eh bem a gente tem um trabalho com os conselhos gestores também né naturalmente eh gestor é uma coisa que eu sempre dou muito valor e apesar da gente est numa área urbana as pessoas têm ainda poucos ambientes de debate né das coisas então o conselho gestor é sempre uma figura muito importante semana passada eh semana passada é semana passada a gente fez um trabalho bem Legal eh a gente fez um plano de ação para cada conselho são quatro conselhos então a gente fez um dia inteiro com a turma e foi definindo
o que que era a prioridade a gente fez uma matriz fofa para poder tirar ações e essas ações definidas dentro do Conselho gestor elas devem ser monitoradas pelos próprios conselheiros é claro que algumas não fogem do órgão gestor né no caso do deflor Bill mas a A ideia é os próprios conselheiros fazendo o monitoramento de Ações que eles vão definindo ali né isso empodera os conselheiros nem permite um monitoramento participativo aí da da gestão da unidade né então a gente fez isso com quatro conselhos do Parque do Tinga da das duas Apas e do Refúgio
foi um exercício muito bacana eh e assim não só o resultado de ter né o planejamento mas também todo o processo de discussão né a coisa toda que é um processo muito rico né Eh isso aqui fala esse esse quadro aqui Eu eu capturei aí da da documento do CIA né que é da percepção da população sobre os parques e aí Isso aí foi como forma de abordar um pouquinho aí a gestão compartilhada aí a gestão com a com a os né Então aí a a a sociedade hoje né a interessante isso aqui ó por
exemplo mesmo quando tem direito dinheiro o governo não é eficiente no na gestão dos gastos então quase 80% da população concorda com isso né então assim não adianta ter dinheiro A questão não é Dinheiro a questão da cogestão não é ah se eu se eu preciso de ter receita ou não não é isso a questão é toda poder eh manejar melhor o que você tem ali né então ó parcerias do governo a segunda pergunta aqui parcerias do governo com instituições privadas podem melhorar o atendimento o o atendimento da população então 72 por concordam e realmente
isso aqui melhorou muito o atendimento do serviço né a gente com essa gestão compartilhada a gente consegue ter uma Paz lá no no atendimento ao visitante né paz a gente nunca tem né Mas de fato ele ele é bem interessante Eh agora o essa cogestão Ela traz muitas soluções mas traz também dores de cabeça né então eh não é fácil eu a gente tem o tempo todo que ficar lembrando eles de certos princípios né do parque e tal então a gente não tem quando a gente fez isso 2018 2018 que a gente lançou que a
gente começou essa gestão compartilhada até Hoje a gente não tem uma comissão de fiscalização quando eu retornei agora eh faz mais ou menos agora esses dias a secretaria de turismo retornou e a gente vai fazer junto o flor Bill e a setur secretaria de turismo uma comissão para poder fiscalizar as atividades da os que vai ser importantíssimo né e eu falo por serour né a gente também a gente fez um uma coisa aqui um pouquinho diferente a gente em vez de de como órgão gestor contratar a a os a como era um Equipamento de turismo
então a gente pensou assim bô Bora chamar a secretaria de turismo para gerir isso aí porque eles sabem fazer isso melhor que a gente e aí em princípio né E aí o a gente fez um acordo de cooperação técnica com a setur e a setur que fez a chamada que fez a contratação da os né tudo a gente participou e tal mas o contrato da os não é com o ID flor Bill é com a setu e a gente ter um acordo de cooperação com a setu para para garantir isso então Essa comissão agora entre
de FL Bill e setu é justamente para fiscalizar Esse contrato naquela época essa ideia surgiu eu abracei porque a setur tava de fato colaborando muito com a gestão ali e assim a gente tava conseguindo colocar as atividades de ecoturismo uma parceria muito legal com eles assim eu eu se vocês perguntarem agora o que que eu hoje eu já não acho tão interessante eu agora Depois desses anos todos eu percebi que a o contrato com a setur Deixou essa o dono do o dono da bola digamos assim ele não tá no jogo né Ou seja a
gente tem uma uma relação Direta com a os ali mas o a gente não é o dono do contrato Então a gente tem uma série de dificuldades por conta disso né E outra coisa também é a os fica o tempo todo querendo receita receita buscando uma sustentabilidade Econômica pro negócio deles e esse é um problema sério porque assim tem tá na na cabeça de todo mundo que a gente sempre Vai repassar dinheiro o objetivo deles não é sustentabilidade financeira o objetivo da os ali de do MP no caso ali não é sustentabilidade financeira o objetivo
deles ali é garantir o atendimento dos objetivos para qualquer unidade de conservação foi criada então qualificar a experiência das pessoas ali dentro né ter um uso público mais adequado qu ter as atividades um programa de educação ambiental bem feito e tal isso tudo tem que entrar na conta E tem que ser no final das contas eh o grande objetivo né Eh então essa imagem aqui vocês já viram então a gente também tem aqui contar um pouquinho aqui de algumas atividades que a gente faz a gente já começou agora a investir bastante na observação de aves
É eu tô tô bem animado com isso tô assim particularmente bem interess a gente fez agora o primeiro Global Big Day que é um dia onde observadores de Aves vão no mundo inteiro observar aves é uma espécie de competição competição da mais saudável possível né observar aves né E aí vai fazendo as listas e vendo quem consegue registrar mais espécie isso é importante porque quando o pessoal faz o registro dessas espécies dentro da unidade de conservação eles usam um aplicativo lá que é o EBD né Eu acho que a maior parte das pessoas já conhecem
o Merlin e tal vão identificando as espécies ali e vão Criando as listas Então a gente tem agora como definir Quais são as espécies de aves que a gente tem ali a partir também da ciência cidadã né então agora essa semana Inclusive a gente fechou a lista de de aves do parque aí estamos fechando aliás por quê Porque a gente fez um levantamento agora do plano de manejo eh a gente confrontou com os dados do wik aves né e agora a gente confrontou com os dados do EBD né então eh a gente Vai fazer agora
a primeira lista de espécies né e agora aí também incentivado por outros vem passarinhar da vida a gente vai fazer agora é um passarinhar por mês Esse é o objetivo e a gente fez o primeiro no passado a gente trouxe um colega o Magela sei são de Minas não sei se a maior parte são mas foi inclusive um mineiro aí que contribuiu muito com a gente aqui que foi o Fred crema né ele ele opera ali na Serra da Canastra no Pantanal é é um Condutor um guia maravilhoso e a gente fez um curso aqui
com ele minicurso de observação de aves agora vocês podem ver até no fold aí 23 foi em maio e esse curso animou muito a turma aqui e a gente depois esse curso agora a gente fez o primeiro vem passarinhar no domingo passado eh dentro da APA Belém e onde teve foi um vem passarinhar histórico porque teve a definição da diretoria provisória do primeiro clube de observação de aves do par né o coa Pará aí né Eh então bem interessante Então a gente começou um movimento que que tá com tudo aí nesse Global Big Day a
gente fez abertura do parque mais cedo então o parque abriu 5 horas da manhã e ficou até meia-noite então a gente teve registro inclusive de corujas espécie que a gente não tinha nas nossas listas de aves então Quatro novas espécies em um dia foram identificados quatro espécies que não tinham ocorrência e assim um negócio assim que eu t tô muito Animado por quê Porque é uma coisa que consegue meio que funcionar sozinho não exatamente sozinho mas por exemplo nesse dia o que que eu precisei fazer eu fiz um formulário do Google forms e e abri
o parque mais cedo Av avisei né a a vigilância a coisa toda a parada 2000 né os que tá lá ó hoje o parque a partir de 5 horas tem uma turma que vem fazer observação de á vão ficar até meia-noite então o pessoal fez o Google forms o drive do Google forms eu compartilhei Com a parada 2000 compartilhei com um batalha ambiental que fica dentro do parque também então todo mundo em tempo real sabia a relação de pessoas autorizadas A tá dentro do parque e fiz um ofício também e o pessoal do batalhão ambiental
fez um reforço no Patrulhamento nesses horários que antes não faria né então acabou porque o pessoal fia com equipamento à noite e tal e aí deu um reforço lá pra turma e assim então o que que foi tudo remoto a Gente faz o faz a inscrição abre mais cedo fecha mais tarde esse tipo de coisa e não precisa né num uma atividade que envolve várias pessoas do da gerência da unidade aquela coisa toda aí consegue fazer e a gente estimulando isso olha aí conseguimos quatro espécies registrar quatro espécies quees não estavam na nossa lista né
Então esse foi só foi o primeiro Global Big Day que a gente participou esperamos participar agora do no segundo semestre do novo no Primeiro vem Passarem a a gente fez essa diretoria aí do do clube de observação de aves né e agora A ideia é fazer um por mês e o próximo tá eh já agendado com a turma toda para acontecer no no evento do um dia no parque que eu acho que também a maior parte da turma conhece né um dia no parque é um evento que celebra aí as unidad de conservação o Sistema
Nacional de unidade de conservação e esse ano vai ser em dia 21 de julho então a gente Desde o primeiro evento a gente participa no parque do tingo num dia no parque e é sempre bem Prazer a gente faz atividade de trilha Esse ano também vai ter o vem passarinhar e tal é sempre bem legal e vários parceiros aparece a gente também tem esse esse projeto aí que é um projeto que assim é um projeto que pediu autorização para estar com a gente mas que hoje a gente não vive sem eles que é o projeto
que chama ponto de apoio o ponto de apoio é Lindo é uma turma que é toda voluntária eles têm aquela bicicleta eu agora eu não sei o nome daquilo mas parece aquela aquela cabine Zinha do Diana Jones né que ele tinha Aquela motinha tinha aquela cabine Zinha que ficava do lado né então a bicicleta com aquela com aquele compartimento do lado ali e as pessoas e ou esse na frente como é tem nessa foto aí e os voluntários pedalam pelo parque pela pista levando as pessoas que têm dificuldade de Mobilidade então pessoas com deficiência idosos
qualquer pessoa com dificuldade de mobilidade vai lá com a turma Eles Têm umas 15 bicicletas lá e essas e e vários voluntários que se revam e ficam levando o pessoal lá para dentro um projeto lindo assim que a gente tem maior carinho e assim é um exemplo de projeto da sociedade civil né que é uma coisa que eu falo muito ali dentro do parque que assim que a gente o nosso a gente começa a ter uns resultados legais Assim e um monte de desafio F fico falando dos resultados bac mas nossa tem um monte de
coisa que a gente não consegue fazer né mas assim todo quando sempre quando a gente consegue fazer alguma coisa normalmente aquilo ali é a sociedade civil então assim uma coisa importante que eu assim que eu percebo assim é abrir a porta né então assim a gente abre a porta pro passarinheiro e ele faz um monte de vir passarinhar lá dentro e a coisa acontece tem lista de Espécie e tal P pá a coisa acontece Abre a porta pra sociedade eles coloca um projeto desse maravilhoso né e enfim o projeto da ararajuba também também foi uma
abertura a sociedade bateu na porta uma que é a Fundação limit que edição de São Paulo queria fazer soltura de ararajuba a gente fez uma parceria desde então desde 2018 a gente já soltou 50 ararajubas aproximadamente eh tem mais de 30 que são estão sendo bem monitoradas e a gente tem até no ano Que vem perspectiva de soltar mais 30 ararajubas a gente tá retornando com uma espécie que Foi extinta localmente né então arar julo também um outro exemplo eh de projeto em que a sociedade entrou o Parque do Tinga as Apas o refúgio todos
eles estão dentro de grande mosaico de unidade de conservação né E quando a gente em 2015 quando eu entrei lá lá atrás a gente pensou como que a gente faz um projeto que possa ser integrador né integre todas essas Unidades de conservação pra gente fazer uma coisa só para todo mundo em vez de fazer uma coisa diferente porque dá muito trabalho a nossa equipe é pequena um monte de unidade de conservação aí a gente pegou duas agendas bem legais que uma É foi da do Tur em base Comunitária e a outra agenda dos sistemas agroflorestais
então a gente fez uma uma agenda de capacitação com a turma das quatro unidades de conservação e botou eh com um monte de parceiros setur senar E vários parceiros a gente fez uma agenda de capacitação forte e hoje a gente tem vários várias pessoas com saf né com o sistema agroforestal fortalecido a gente colocou viveiro de muda e tal e também tem a turma do ecoturismo tem hoje a gente tem pelo menos três pessoas que hoje recebem fazem experiências eh em meio à natureza fazem recepção para alimentação tudo passa um dia lá que são alguns
Empreendimentos que nasceram do agrovia Que a gente tem maior maior orgulho então agrovia a gente acabou pegando todas as unidades de conservação com uma agenda de saf né de sistema agroflorestal de agroecologia e tal e de turismo Bas comunitário duas agendas que tem tudo a ver algumas pessoas se interessavam mais por uma mais por outra mas várias se interessavam pelas duas e o agrovia até hoje a gente tem resultados assim bem legais e com e o um dos resultados do Agrobar foi a feira da biodiversidade uma feira que a gente faz dentro do Tinga e
a feira dentro do Tinga foi uma forma da gente aproveitar a produção da agroecologia daquelas comunidades que tava na apa da Ilha do cumbu na apa Belém no Refúgio né Essa turma toda botar os seus produtos para ser vendidos dentro do parque e aí o parque acabou colaborando então com a agroecologia de outras unidades de conservação eu não botei aqui na palestra mas eu esqueci Era para ter colocado agora que eu lembrei um negócio também que a gente fez muito bacana que a gente fez uma uma Norma que a gente tem muitos eventos de corrida
no parque né então o que que a gente fez a gente colocou um regramento onde todo evento de de corrida dentro do parque Isso é uma in eh eu posso até depois compartilhar quem quiser nessa in ela fala o quê que todo mundo que faz um evento tem que dar uma contrapartida pro parque e essa contrapartida ela é não Pecuniária Ou seja ela não pode ser dinheiro mas a gente tem uma conta para isso né a gente fez uma conta que é o quê que é cerca de eh r$ 4 por visitante a gente fez
uma conha de padeira que foi a seguinte o pessoal fazia pedia muito para fazer evento dentro do parque de corrida né e eh e esses eventos de corrida quando eles faziam fora do Parque eles pagavam pra prefeitura e tal e El gente percebeu que esse que o o o promotor do evento ele pagava cerca de R$ 8 por pessoa digamos assim um evento para 1000 pessoas custava cerca de r$ 8000 aí ele falou vamos cobrar metade disso de forma pecuniária r$ 500 pessoas são corrida para 500 pessoas Então tá vezes 4 2.000 você vai pagar
uma uma pra gente uma compensação de r$ 2000 mas em dinheiro não aí eu aí que que a gente fazia a gente a gente começou a fazer eh eh definir mapear no entorno no parque Nas outras unidades que tinha de demanda então a gente tinha dentro da APA Belém por exemplo uma associação que tinha lá um professor de judô que e que que dava aula de judô para as crianças no bairro carente em cima dos ento e tal aí foi um dos eventos foi lá e a gente foi e conseguiu um tatame de judou para
eles né E aí E aí o o no caso Por Exemplo foi até a Unimed por exemplo que fez o evento aí a gente vai lá Unimed vai lá na comunidade para entregar a gente tira Uma foto lá todo mundo junto todo mundo ganha a unidade de conservação fazendo seu papel a Unimed faz lá o teu tua agenda positiva a comunidade recebe né teve um outro lá que também por exemplo que foi foi do lado do parque foi doado um viveiro para para uma associação de mulheres só que elas não tinham equipamento tesoura Mangueira nada
disso né aí teve um evento de corrida aí r$ 500 a gente comprou de equipamento então eles compraram foram na loja compraram Os melhores equipamentos né e tal e depois entregaram lá e todo mundo tira foto junto né recebendo os equipamentos o pessoal que tava fazendo a corrida né o eh lá fazendo a entrega então a gente botou tudo isso numa I que começou a rodar eh as florestas a trilha então isso aqui é só para ilustrar assim a oportunidade de ouro que a gente tem que com uma floresta tão exuberante fazer as trilhas então
ser um ambiente a gente consegue Colocar as pessoas com em contato com a natureza Então as trilhas a gente dá um valor muito grande pesquisa agora recente do CIA 75% das pessoas que procuram unidade de conservação no Brasil tão querendo o quê tão querendo fazer trilha né então é 75 % dos visitantes querem isso os o resto quer o quê quer contato com a natureza quer fazer observação de áv e que no final das contas também quer ir paraa Praia quer quer fazer eh eh atividade de Contato com a natureza essa alguns dos Desafios né
estradas linhas de transmissão tudo isso tá ali no nosso redor passando por dentro do parque Isso aí são desafios muito comuns em áreas urbanas né esse essa aí é uma imagem da Avenida João Paulo I quando eu cheguei na gestão do Parque essa avenida tinha acabado de ser licenciada e o e o pessoal da equipe assim um né o pessoal da equipe do Parque naquele momento eles sempre eram muito criqui João Paulo Achava um absurdo porque ela suprimia áreas dentro do parque eu sempre olhei para aquilo assim mas nunca tive exatamente uma opinião concreta mas
vi ali uma oportunidade e depois quando eu me deparei com o caso de fato hoje eu vi ali realmente uma oportunidade incrível eu fal uma oportunidade Por quê vocês podem ver aqui ó essa parte direita aqui todo é o Parque do Tinga aí do lado esquerdo é a área urbana e essa área urbana quando ela onde é a avenida aqui Avenida João Paulo I onde tem essa avenida hoje antes eram casas só que essas casas elas estavam entrando para dentro do parque num desmatamento silencioso numa ocupação Onde era aquela ocupação de Quintal sabe então a
gente não tinha não conseguia frear e quando veio a Avenida Cortou tudo aquilo então fez um corte seco ali e delimitou olha o parque à direita cidade paraa esquerda e ponto final e desde então a gente nunca teve mais ameaça o que hoje a gente tem De ameaça de ocupação são de alguns fragmentos pequenos do Parque que ficaram para fora vou botar assim que a gente ainda defende tá conseguindo defender Mas de fato essa parte de dentro do parque foi muito íntegra então eu sei que isso é uma situação que acontece muito no Brasil e
aqui aconteceu com a gente e assim no final das contas pessoal posso colocar que foi bem positivo seria muito melhor se a Avenida chegasse a cumprir as Condicionantes da qual ela se comprometeu né não não cumpre né não cumpre mas se se cumprisse seria muito melhor mas de qualquer forma já foi positiva né e a gente agora tá com um novo desafio esse aqui é o traçado que eu tô trazendo para vocês a da rodovia liberdade e essa avenida ela vocês podem ver que ela Corta aqui a apa Belém no meio né e segue até
essa estrada aqui que é Alça Viária que é uma uma grande Estrada então o Parque do Tinga ele fica Com esse com esse corte ele fica fragmentado e esse é um problema sério uma ameaça Grande para nossa biodiversidade assim eh Quando aconteceu isso aqui a gente levou isso para dentro do Conselho Então essa vha da Liberdade ela não teve a rima mas ela teve 12 audiências públicas e mais duas reuniões dentro do conselho do parque e dentro do Conselho da APA que foram as duas primeiras dentro dos conselhos a gente a gente criou em cada
um dos conselhos uma Comissão de uma comissão de acompanhamento do processo de licenciamento a gente colocou vários condicionantes lá dentro e tem uma passagem de fauna cada 50 m aqui nessa nesse projeto e uma coisa que a gente incluiu também que não tinha era uma uma uma ciclovia uma uma Rodovia dessa como escape de Belém né não tinha ciclovia Então ela tem vários passagens de fauna para compensar essa questão da do fragmento né que a gente é o grande Impacto dela é essa fragmentação mas esse essa esse Impacto não é de agora ele já vinha
antes porque na verdade essa esse traçado da rodovia Liberdade ele acompanha o traçado da linha de transmissão de uma linha de transmissão que tá aqui que tem supressão então assim na verdade eh já era um impacto grande aqui a gente já tinha um impacto e esse e essa e essa fragmentação ela já existia em algum nível né agora com as passagens de fauna a gente vai precisar De monitorar Mas enfim Então esse aqui é Um Desafio grande e quando chegou é aquele típico Impacto a gente não tinha como assim a gente ficou vendido por porque
Belém eh quem conhece Belém assim Bené é uma uma península e só tem uma saída da cidade que vive engarrafada um projeto um processo complicadíssimo E essa avenida ela vem como uma Avenida Expressa né então ela vai ser a a alternativa paraa saída de Belém então assim o trânsito de saída de Belém é Caótico e assim não tem quem não a todos os conselheiros mesmo as Universidades todo mundo assim o o mais cricri né que assim que que com impacto na biodiversidade eh tem que realmente torcer assim porque eh o impacto positivo pro trânsito de
Belém é muito grande né enfim são essas coisas esses desafios nossos na região urbana né E aí a gente criou essas comissões aí dentro e vem monitorando isso colocamos condicionantes Eu participo também do Grupo de governo que acompanha a implementação desses condicionantes pessoal eh é isso né Eu acho terminei essa primeira primeira parte aqui eh esse é mais ou menos o acho que o o resumo da da história toda aí e eu acho que agora deixo aberto para perguntas contribuições né convar Um pouquinho beleza Júlio Obrigado cara foi demais assim Acho que você apresentou questões
que são muito importantes como a De um de um bom gestor né Às vezes a gente discute muito a questão dos recursos mas a criatividade a parceria e sobretudo a ocupação racional da área são fundamentais né quer dizer você e permitir essa ocupação como com os projetos com a Enfim tudo que você apresentou eh inibe inclusive as ações eh Ilegais né Eh e eu só queria acrescentar um dado interessante você citou a pesquisa né Que as pessoas querem ter contato com Trilhas e com natureza existem estudos também que ao mesmo tempo que as pessoas não
querem eh se deslocar para áreas muito remotas elas querem ter oportunidade de ver os bichos mais raros os bichos mais selvagens né então Eh um parque como esse aí sem dúvida Dá uma grande oportunidade para as pessoas na Amazônia né enfim eh eh é uma é uma bela oportunidade e de de de conciliar A Conservação com o o acesso ao parque e e Muito interessante também a sua colocação com relação à questão da estrada né mostrando que não existe uma solução comum né assim nós temos desafios diferentes e nós precisamos às vezes avaliar as coisas
com muito cuidado mas eu eu chamou atenção e antes de palar passar a palavra ao Miguel que já levantou a mão aqui eh eh eu eu queria te perguntar mais um pouco mais sobre a a a a zonas de amortecimento naquelas duas diferentes Eu não sei como você chama categorias ou enfim eh como como foi criado Isso quer dizer foi criado uma zona de amortecimento de uma vez só com essas subcategorias ou subzonas ou isso foi feito em momentos diferentes que é extremamente criativo também né é isso foi obrigado mar pelas palavras mas isso foi
feito de uma vez só né foi ali a gente primeiro a gente pensou zona de amortecimento depois a gente percebeu que na verdade aqueles territórios ali Vou botar assim eram bem diferentes porque a gente tem no um uma coisa que eu não citei mas que foi um é um problema sério para gente é uma ameaça gravíssima é o aterro sanitário da região metropolitana de Belém que foi colocado a poucos metros do Refúgio vida Silvestre Esse é um problema sério pra gente aqui e é uma eterna ameaça e a gente a gente a zona de amortecimento
dentro do aterro sanitário ela teve que ser diferente então ali a gente tinha um Um bairro populoso Um aterro sanitário chegando e do outro lado uma área rural né assim de fazendas Chácaras né esse tipo de coisa então como os cenários eram bem diferentes aí a gente resolveu subdividir né mas ISO foi feito num momento só por conta de realmente a gente ter cenários assim bem de expansão Urbana eh áreas rurais assim bem distinta por conta isso a gente diferenciou beleza Eh pessoal só lembrando quem Quiser fazer pergunta pro Júlio pode ou levantar a mão
ou escrever no chat aí eh que eu faço pergunta se for o caso mas vou passar então a palavra ao ao nosso amigo Miguel vber que tem se dedicado muito aí à áreas urbanas né E vai certamente enriquecer a discussão Miguel fica à vontade Grande Mestre não sei se o Miguel tá ouvindo a gente miguel miguel acho que tá no interior de Goiás se eu não me engano talvez esteja Com algum problema de de conexão pessoal enquanto o Miguel se organiza aqui se alguém tiver alguma pergunta pro Júlio Miguel Miguel teve aqui com a gente
fazendo um curso Maravilhoso aqui foi excelente eu teve a honra de recebê-lo aqui Miguel acho que agora ligou seu microfone não bom eh eh então enquanto o Miguel se organiza Júlio e aparecem outras Questões aqui eu eu queria também aproveitar a sua experiência a na gestão e e você falasse um pouco mais pra gente sobre qual é a diferença da da eh de uma gestão de área mais Urbana para uma área muito isolada na Amazônia O que que você sente assim com os maiores desafios quando compara essas duas situações Nossa é o é são é
é bem diferente eu já fui gestor de um parque no Marajó em Afuá né que é era bem bem longe mesmo a Só chegava de barco e tem vários colegas que fazem gestão Inclusive a gente apoia aqui a gestão de outras doas né mas assim eu quando eu cheguei aqui dentro da área urbana assim uma coisa que eu me deparei assim foi o número de parcerias né assim eu achei que assim que a gente quando trabalha numa área mais botar Rural né uma área mais longe a gente tem um esforço grande pelo menos a gente
tinha que para ter parceiros né para para conseguir as coisas e tal para né Para fazer diálogo então assim era sempre uma coisa assim um suplício né E quando dentro de uma região metropolitana os parceiros eu até brinco Assim Que a Gente Nem chama mais parceiro a gente gere parceiro porque todo mundo vem até a gente né então isso aí eu eu fiquei assim eh bem achei bem bem interessante assim né e depois depois de um tempo que eu acabei percebendo isso falei então a gente tem que criar no final das contas Uma forma uma
estratégia que a unidade de conservação ela vira um Hub né ela vira um Hub de parceiros porque todo mundo quer quer tá ali perto quer relacionar tua tua marca né aquela unidade de conservação então por exemplo aquela I de contrapartida pros eventos a gente tirou disso a Falou cara todo mundo quer fazer as coisas aqui as pessoas não estão pagando essa área aqui não fica aqui a é de graça né né enfim tudo tem custo então Então como que a Gente pode eh receber agora o próximo passo que a gente tá querendo dar é o
voluntariado né a gente já teve o programa de voluntariado lá atrás agora a gente tá vai investir nisso de novo a gente recentemente publicou a a a nossa in de voluntariado e agora estamos elaborando o programa de voluntariado do Parque mas a gente fez aniversário do parque agora tivemos 12 voluntários né assim de um dia pro outro assim a gente tinha o planejamento as coisas começaram Meio errado vamos vamos chamar o voluntário assim em dois dias a gente a gente já tava escolhendo voluntário Então as pessoas querem participar muito por outro lado uma coisa assim
que no aqui no Bioma Amazônia vou botar assim as populações tradicionais né então já trabalhava com população tradicional no Marajó em outros lugares e quando eu vim para cá para Belém no né Eu já morava aqui mas quando eu vim para trabalhar aqui na numa uc Estadual E no caso da APA da Ilha do cumbu da APA Belém do Refúgio que já tem população tradicional é assim eu eu senti uma dificuldade Porque como a área urbana por exemplo a gente tem um território quilombola do lado do parque ali né e é um território quilombola que
não tem mais área rural é uma área muito Urbana então assim é um território quilombola que que no final ele se assemelha muito a um bairro né então a comunidade tradicional ela tem uma dinâmica de vida onde vai muito na Cidade né faz Enfim então assim aquela aquela valorização do conhecimento tradicional perpetuar o conhecimento tradicional às vezes são raciocínios que a gente tem assim muito claros numa unidade de conservação que tá muito longe mas quando chega na área urbana você tem que considerar isso dentro de uma lógica Urbana de que as pessoas querem coisas diferentes
né já tem anseios mais urbanos né enfim então Eh e uso público inclusive é uma coisa que Encaixa muito bem aí porque é uma oportunidade mesmo muito interessante Enfim então acho que são alguns aspectos aí E fora a questão assim política né tem é muito assédio né o pessoal o tempo todo quer né as coisas uma área de domínio público Então a gente tem que lidar assim com essas eu falo política assim das vontades né de todo titulares de vários órgãos né Todo mundo quer todo mundo quer ter um pedacinho ali então a gente tem
que ter sempre um uma Malemolência ali para poder eh adequar todo mundo dentro do mesmo ambiente adequar todas as todas as todos os interesses enfim tem esse esses ajustes sempre assim mas que a gente vem eu acho que conseguindo fazer assim com algum com algum sucesso bacana eh a Maria Cristina da da do comitê Nacional de rppn está te cumprimentando disse que ela eh foi cri uma das fundadoras do clube de observadores de arves do Rio e ficou Apaixonado aí com a iniciativa com as imagens também cumprimentos aqui do Everson lá do que é gestor
do Rio Grande no Rio Grande do Sul ah mandando então várias pessoas cumprimentando tem uma pergunta aqui do Guilherme que é nosso pesquisador né Júlio você tem informação de quanto de área tropado o parque tem atualmente ah aí desculpa só olhando no plano de mania mas ele tá até disponível no site Se tiver interesse mas eu vou chutar Aqui para você aqui sem compromisso [Música] eh Acho que uns 60.000 hees 80.000 hees mais ou menos de área antropizada mas são quase 2000 né a última conta que eu fiz a área de auto intervenção ela dava
4% do tamanho do Parque a gente tem mais aí mais uns 4 ou 5000 hear de área de de para recuperação Beleza Eh o o Miguel tentou escrever aqui eu eu enfim mas eu vou não ficou legal mas eu entendi que o parque foi um estudo de caso no curso que ele deu aí aí pelo que você citou né é o curso de unidades urbanas que o Miguel já tradicionalmente oferece aí no Brasil eh e ele ele eh ele pergunta sobre o plano de ação o o CG eu não sei o que que é o
CG não sei se é conselho de gestor né Ah sim conselho de gestor desculpa eh como a relação do plano diretor e Zona de emorte cment Ele pergunta isso né Eu imagino que seja como como a zona de amortecimento foi criado a partir do plano diretor comal essa relação aí que de fato para áreas urbanas é Um Desafio né É no no no caso ali plano de ação né com a relação do Plano A gente não tem hoje no Tinga o Tinga ele não tem zona de amortecimento para dentro da área consolidada né ficou uma
franja só na área mesmo que é rural que é da embrap Então assim não teve nenhum nenhum reflexo no plano diretor a gente tá agora tá o plano diretor de Belém inclusive tá sendo revisado e a gente tá participando aí desse processo que começou agora né mas a gente não teve nenhum problema nenhum nenhum caso assim extraordinário e no Refúgio que a gente avançou sim com o plano com a zona de amortecimento assim bastante eh até o momento a gente não teve nenhum nenhum problema com o Plano diretor não Professor Z tinha levantado da mão
não sei se foi sem querer Z Se quiser poisel pode falar fica com vontade sim eh Boa noite a todos Parabéns professor Parabéns Júlio né que é o grande pesquisador grande apresentador aí eu acho que que os desafios que vão se apresentando para para vocês aí eh eu queria até saber o seguinte já que você falou de vários parceiros Existe alguma Universidade Também que que caminha junto com vocês alum Universidade Estadual Universidade Federal aí sobre isso que eu gostaria de saber sobre as pesquisas que estão aí obrigado Beleza Olha a gente não a gente nunca
avançou exatamente do jeito que a gente gostaria de avançar com as Universidades Esse é um gargalo nosso aqui a gente tem essa essa demanda é uma demanda assim que que é me causa uma preocupação muito grande a gente não tem Ainda um programa de monitoramento sistematizado né agora quando eu retornei agora botar assim pra gestão tem acho que três meses aproximadamente né então assim a gente começou agora com o exercício de fazer as listas de fauna né então a gente fez acabou de fechamos agora a de peixes Estamos fazendo a de aves vamos fazer de
mamífero e tal então a gente tá nesse nível né a gente tem um esforço junto com o Museu Emílio Gu quando a gente criou algumas parcelas de Monitoramento Botânico né então a gente chegou a ter um monitoramento mais ou menos uns três ou 4 anos e agora a gente tá resgatando Então acho que foi só o ano passado que a gente não teve monitoramento dessas parcelas então a gente começou agora a ter mas isso ainda não tá exatamente bem estruturado né aí essa semana essa semana agora né Hoje é quinta na terça-feira coincidentemente eu tava
na na UFPA a gente fez uma uma roda de essa lá inclusive o título da Palestra foi demandas de pesquisa nas unidades de conservação da região metropolitana de Belém aí o objetivo lá foi eu apresentei assim os desafios né e tal conversando algumas coisas muito similares Inclusive a que a gente falou aqui e aí a gente começou a a a fechar algumas parcerias lá com a universidade definição de workshops para poder criar as listas de espécies né Eh e fazer também visita de educação ambiental então a gente começou alguns Encaminhamentos lá junto com a universidade
mas inclusive lá nesse momento Foi um momento muito assim profico a gente também conversou bastante sobre assim os históricos problemas que a gente tem na formalização de parcerias com as Universidades né então a gente ainda a gente tem hoje um acordo de cooperação firmado eh com o Museu Emílio guild agora é recente e agora estamos firmando ainda Estamos em processo com a universidade Federal Rural da Amazônia ufra a Federal Rural daqui que também tem eh já uma tradição tradicionalmente Nossa parceira a gente tá querendo fechar mas assim até algumas coisas do tipo que a gente
colocou lá e coisas do tipo os pesquisadores fazem a pesquisa e não devolvem a pesquisa para univers PR para pro pra unidade de conservação eu coloquei isso lá o pessoal até comecei um monte um monte de pesquisador falei Não is é um problema que a gente tem que carar as pessoas tão mais preocupadas em publicar suas né suas se seus artigos do que às vezes fazer uma devolver a a o os dados e tal isso tem acontecido muito pouco então a gente agora vai trabalhar para que isso aconteça menos né e eh e aí também
sobre assim Às vezes a gente vai firmar algum acordo de cooperação com a universidade mas a a Universidade São tantos são tantos institutos lá dentro são tantas linhas De pesquisa laboratório que sempre o que acontece com a gente aqui é não sei com vocês assim mas sempre quando a gente se perde nos seus planos de trabalho né Porque sempre quando ó estão fazendo lá com a unidade de conservação Eu também quero Também quero quando vai ver um monte de gente aquela coisa não anda sai aí vai para um jurídico vai pro outro não consegue fechar
plano de trabalho a gente tem historicamente aqui muito problema para fechar essas parcerias com A universidade Eh agora a gente tá num Novo Movimento aqui eh apostando dando para dar certo fechamos um acordo com o museu guild e agora a ufra é uma grande parceira nossa aí e vamos ver se a gente fecha também é o fpa agora a gente tem do lado do parque assim que a gente chama aqui o é um é uma rua com uma avenida com a com as principais instituições de Pesquisas aqui que é a Universidade Federal Rural da Amazônia
ufra a UFPA o Museu Paraense Emílio Guild a Embrapa Amazônia Oriental tá uma do lado da outra todos dentro da apaa Belém né Eu até botei isso uma vergonha pra gente a gente tem que ter uma cooperação né a gente tem que ter uma coisa mais integrada porque tá todo mundo junto na mesma rua na mesma unidade de conservação a gente precisa se se integrar né enfim monte de gente fazendo um monte de coisa similar né que poderia ter uma sinergia muito maior Mas enfim is alguns aspectos aqui tá Responder isso isso sem dúvida é
Um Desafio né acho que a gente conseguiu aproximar a academia da gestão um pouco mais os últimos anos mas de fato ainda existe esse gargalo aí que você citou eh Júlia Raquel que é Nossa pesquisadora aqui também ela te cumprimenta pela apresentação e pergunta se você tem aí na unidade ou em outras unidades do estado que você conheça registros de incidentes ou acidentes ocorridos no interior da unidade né seja Com visitantes pesquisadores servidores ou colaboradores e se há algum tipo de gestão de riscos da por parte da unidade e quais possíveis são identificados Beleza eh
a gente tá trabalhando nisso agora né a gente não tem ainda né O que a gente tem é a gente tem uma uma instrução normativa que regulamenta o ecoturismo nas unidad de conservação estaduais e ela define algumas regras e fala que Cada unidade tem que ter sua portaria específica o Parque do Tinga tem sua portaria específica Então a gente tem mais de 50 Condutores hoje lá dentro todos habilitados então todos ali tem que ter termos de responsabilidade de risco são habilitados para trabalhar dade de conservação e tal então a gente tem até aí hoje se
você perguntar para mim ass quantos acidentes você já teve no parque do Tinga eu te respondo zero zero Acidentes de ecoturismo ali o que a gente tem de idente São pessoas que vão passear dentro do parque normalmente de bicicleta escorregam alguma coisa assim e tem ali na pista principal algum acidente mas eh acidentes relacionados a ecoturismo zero nas outras unidades de conservação eu não posso citar não posso assim te falar com clareza mas não tenho notícia isso eu posso te falar não tem notícia de acidentes ou acidente grave por exemplo nessas nessas unidades o o
Que a gente tá fazendo agora nesse sentido que eu acho que eu entendo a tua preocupação e eu acho que é a nossa também né aí o que a gente tá fazendo o sistema de trilhas agora em todas nos parques né então no Parque Estadual de Monte Alegre no Parque Estadual das Serra das Andorinhas a gente começou já porque no ano passado eu tava na assessoria da presidência então eu tava dando um apoio no uso público pros parques Agora eu tô no Tinga tô sendo Obrigado a fazer isso aqui também né mas nesses outros parques
a gente começou na Serra das Andorinhas a gente quer de com Tocantins ali no parque lá no parque a gente já tem 10 trilhas sinalizadas de acordo com o manual do semibil e estamos formatando uma travessia lá no formato das trilhas de longo curso né estão todas sinalizadas né e agora e e lá no no Parque Estadual de Monte Alegre próximo de Santarém também lugar belíssimo a gente sinalizou duas trilhas Um uma de de bike de 30 km e uma de caminhada de 9 km as duas estão 100% sinalizadas essas inclusive estão no aplicativo e
Trilhas e lá pelo aplicativo a pessoa tem como como Eh navegar pela trilha e tal tem informação Onde comer esse tipo de coisa né e Eh agora a gente tá trabalhando na sinalização do Utinga e a sinalização do Utinga tá vindo assim bem legal a gente colocou nas placas de entrada de trilha a gente tá definindo com a Secom hoje Inclusive tive até o um feedback lá da sec Secretaria de comunicação a já tá em etapa final assim do layout e o layout ele já tem o mapa português e inglês distância tempo que deve ser
percorrido a trilha e a gente também tá trazendo a classificação da bnt né de né de de de risco de de dificuldade de nível de dificuldade né então Todas aquelas classificações da bnt que ela traz paraa classificação de percurso de trilha a gente tá incorporando isso nas tr Ilhas Né do do Parque do Tinga e a ideia é que seja um modelo pras outras também então a sinalização tá vindo bem legal Inclusive eu tive agora no Parque Nacional do Iguaçu semana passada lá no forum do snook E aí acabei fazendo a última cola né Acer
que já vinha pegando assim os exemplos que eu tava vendo catando daqui catando de lá Aí cheguei lá vi assim sinalização muito bem feita também E aí peguei acho que a última Cola e agora tá fechado o essa Padronização da sinalização então a gente tá trabalhando com isso e vamos fazer agora também pros condutores de trilha aqui em setembro um módulo onde a gente vai fazer uma reciclagem então A ideia é que a gente eh fa pegue todo mundo para reciclar porque eles foram habilitados em 2018 mas de lá para cá o estado Assim eh
a gente tem poucas iniciativas de capacitação então agora a gente tá estimulando a capacitação com observação de aves e e um monte de coisa E tal então a gente deve fazer um módulo agora de reciclagem e a gente vai unificar a gente tem uma portaria pro Tinga e não tem portaria pro Refúgio aí a gente vai fazer diferente agora a gente ia fazer uma uma pro Refúgio também Aí a gente não vai fazer a gente vai revisar doting e vamos incluir o refúgio e vamos fazer esse curso para todo mundo junto para que quem opere
no Tinga possa operar no refúgio e vice-versa né É Esse é o intuito agora No segundo semestre pra gente fazer aí muito bom e o João pediu a palavra aqui João nosso pesquisador também João fica à vontade JP Opa boa noite e primeiro dar os parabéns aí pro Júlio né Muito muito bacana assim a a palestra né as as iniciativas aí no parque mas e assim o que eu queria comentar né saber é que você falou das áreas degradadas né E ao mesmo e também teve esse engajamento dos Sistemas agroflorestais aí eu queria saber se
se eh Se esse processo né de recuperação dessas áreas já vem sendo feito né como que é a se os safs né da da dessas comunidades ali dentro do Entorno eh eles são incorporados nesse processo de recuperação dessas áreas eu queria saber mais ou menos essa relação do saf né com a essa recuperação das áreas dentro do parque é não tem na verdade relação porque Dentro do parque a gente não tem saf né os saf eles estão sendo feitos nas outras unidades de conservação que não são parque né nessas outras unidades eh tá cara tá
é um sucesso quando a gente fez o agrovia lá e que a gente colocou a agenda de turismo base Comunitária e de agroecol cara todo mundo a turma quis muito e a gente conseguiu colocar viveiro de mudas e várias pessoas mesmo fazendo manejo de saf a gente percebeu que o pessoal Apesar de estar dentro da região aqui Metropolitana tinha pouquíssima ou nenhuma qualificação nesse assunto mas a gente tem uma covardia Nossa aqui cara porque o ID flor Bill além de fazer gestão de unidade de conservação a gente tem uma Diretoria de recuperação que é Diretoria
de desenvolvimento Florestal é uma diretoria que trabalha exclusivamente com recuperação produtiva né com saf então a gente uma diretoria uma turma assim excelente top de linha Assim dentro do defil que trabalha com isso há muito tempo e a gente tem mais de 200 viveiros espalhados pelo pelo Estado em parcerias com comunidades com prefeituras e tal então a gente pegou essa expertise dessa turma E aproveitou dentro dessas unidades de conservação né Então essas áreas do entorno do Parque que foram digamos assim impactadas com o saf e o a produção desse saf que a gente botou para
ser vendido no parque uhum eh as áreas de para recuperação do parque Né Elas são pequenas elas são muito pequenas e elas são Na verdade uma herança da época da criação do sistema de abastecimento porque teve algumas áreas que teve retirada de solo então ficou só aquela pissarra e tal e aí a gente tem por conta desse tipo de coisa né mas a gente tem pouquíssimas mes áreas Assim eh a recuperar dentro do parque entendi e uma outra questão né Eu não sei se eu se eu me perdi mas aí eh o parque tem a
importância do Abastecimento né Urbano aí da da dos grandes centros urbanos né E aí tem alguma compensação né Por por tá fazendo esse serviço né ambiental porque eu imagino que a água chega limpa né que o tratamento seja bem pouco né o básico assim existe uma compensação pro parque para por esse serviço não existe acho que a gente teve uma pequena queda lá com Júlio né Voltar você consegue me ouvir JP consigo Ah então é lá com ele mesmo travou aqui também bom beleza pessoal muito boas experiências né Eh corroborando tem sido muito legal ver
essas experiências locais né E esses desafios e e de Fato né como a gente já falou em vários momentos a coisa da da parceria do eh do do envolvimento da sociedade extremamente importante e principalmente Numa numa unidade Urbana Como como que a gente acabou de ver aí né porque eh eh J deve tentar entrar de novo ah que é um um um desafio tremendo para para isso né mas essa coisa de de ter imagino uma o Miguel tá aí vai vai certamente concordar eu acho que essa coisa do do quando a gente fala em parque
Urbano com naturezas muito diferentes né imagina um parque Urbano na Amazônia n dessa dimensão e com essas características com outros parques Urbanos que a gente tem por aí que são eh eh bem mais eh complexos né no sentido de tamanho de pressão né então isso de fato dá essa essa diferença eh a gente já tá encaminhando pro final pessoal não sei se vou aguardar só um pouquinho para ver surg de novo já ia finalizar aqui também mais bacana bacana para caramba questão do projeto arquitetônico né ser um artista local ali né que pensa na realidade
né local né os materiais Com certeza ele pensou também aquele telhado de palha ali ó o Júlio Júlio sei se você tava falando sei se você quer completar acho que acho que a a pergunta desculpa pesso cou aqui Inter era da compensação né do pelo abastecimento é não tem cara a gente não tem nenhuma compensação aqui linha de transmissão energia tudo dentro da unidade na afa do Tucuruí cara que fica Toda usina de tucuru ali dentro mesmo ele só tem a compensação mental mas ninguém atende lá aqueles artigos do snuk lá que que fala sobre
a produção de energia né de água infelizmente bacana Júlio Valeu cara a gente já tá com tempo né Já já te ocupamos demais mas eu não queria deixar de fazer uma última pergunta Júlio à vontade tá aqui para is eu acho que é que que eu acho que é de interesse de todos nós queria saber como vocês do Flor eh estão Ah se preparando aí paraa cop e se isso tem sido visto como uma oportunidade de investimento nas unidades de conservação você acha que vai deixar algum legado como é que tá essa essa esfera e
essa expectativa nesse momento pro pra copa que acontece ano que vem olha a gente tá com muita expectativa sim né a a cpia Agora ela é uma palavra que persegue todos os diálogos né Eu acho que agora não tem mais uma conversa Aqui em Belém que não seja feito que a cop não entre no começo no meio ou no fim da conversa né então o tempo todo a cop é uma uma oportunidade né é uma oportunidade pra gente para poder desenvolver algumas atividades que a gente tá querendo fazer muito tempo né e e assim e
a gente até fez esse plano de ação foi interessante que pro kumbu a cop foi ela foi citada como uma na no na fofa ela foi citada como uma oportunidade foi também citado como Ameaça porque no caso lá tá aumentando a especulação imobiliário né mas assim em regra é uma oportunidade sim e a gente tá muito todo mundo muito acelerado todo mundo muito Frenético e outras áreas urbanas de Belém estão ganhando muito né então a gente tá sendo tá sendo criado um parque Urbano agora que ele era uma antiga pista de é uma é uma
pista de era uma antiga não era uma pista de pouso num um aeroporto eh doméstico né aqui e Ária grande tá sendo Toda revitalizada para virar um grande Parque Onde vai ser a cop assim o coração da cop vai ser ali com prédio ambiente naturalizado né a gente tem outros lugares são canais né que a gente aqui em Belém a gente chama de canal né que é são aqueles antigos Igarapés que agora é tanto esgoto né que vira no final das contas um grande esgoto então estão sendo revitalizados eh tratados pavimentados urbanizados né então tem
umas duas ou três áreas dessas assim bem Emblemáticas aqui em Belém que estão sendo recuperadas então assim a cidade como um todo tá ganhando tá ganhando tá ganhando bem pra gente aqui na unidade é uma uma oportunidade ímpar de se discutir clima se discutir Amazônia na Amazônia né então quando a gente fala isso fala assim na Amazônia e assim a porta de entrada qualquer pessoa que vier para cop quando ela quiser ver a Amazônia o lugar mais perto que ela vai ter para fazer isso é o Parque do tingo Né então a gente sabe da
responsabilidade que a gente que a gente tem eu se vocês chegarem assim é assim a gente nunca teve assim mas ela um uma pressão assim tão específica assim ó Isso aqui é para cop no final das contas assim tem muita coisa que vem a cópia citada mas assim de fato a gente tá tentando surfar aí para fazer aquelas coisas que a gente precisa fazer mesmo né que são os trabalhos da a implementação da uc como Deve ser feita né a as trilhas a sinalização então assim hoje eu vou fazer uma sinalização lá toda bacaninha que
eu tô achando que é o que é o melhor e agora eu sei que isso vai sair né eu sei que isso vai sair né porque se eu fosse a h 3 anos até 4 anos atrás eu ia botar lá e com sorte daqui a se meses ia sair com sorte sair do jeito que eu queria né agora não e agora eu sei que vai sair então esse tipo de coisa eh tá tá bem interessante assim né então Assim a gente tá vendo com bons olhos a pressão tá grande mas eu acho que a cidade
como um todo vai ganhar os desafios são muito grandes né desde número de talheres insuficientes em Belém todo número de hospedagem de leitos é insuficiente ainda né então a gente tem muito trabalho para fazer né mas isso vai acontecer eu acho que vai acontecer daquele jeito amazônico de ser né que é totalmente diferente do que se esperava no final vai dar certo né E vai Todo mundo emergir aqui nos no no que a gente tem de melhor e também nos Desafios que a gente tem aqui que pra gente é uma oportunidade de mostrar né porque
chegar aqui só ver os Louros não vale né tem que chegar aqui tem que amassar um pouquinho igual a gente amassa muito legal Júlio quero muito te agradecer aí sua atenção sua gentileza o tempo aí que você destinou pra gente eh Miguel acabou de mandar aqui dizendo Que cumprimentando mais uma vez que ele tá em Goiás mesmo como eu imaginei eh não conseguiu interagir mas Miguel você participa ativamente com a gente eh pox Muito obrigado Cara essa experiência incrível e espero poder visitar aí tão logo seja possível para conhecer a experiência e logo fica aí
à disposição para você falar das suas últimas palavras aí olha pessoal Magela assim só agradecer né esse encontro esse bate-papo é sempre maravilhoso eh Eh agradecer sou muito grato eh chamar vocês convidar todos né conhecer aqui conhecer o parque tinha conhecer Belém né vai ser uma oportunidade agora na COP até lá agora a gente vai ter o sbpc agora na semana daqui a duas semanas que vai ser aqui também vai ser lá na UFPA então assim convidar todos né Quando Vier conhecer fique super à vontade para entrar em contato pra gente é um prazer recebê-los
aqui recebê-las né Eh é sempre pra gente ter alguém de fora aqui é sempre um bate-papo importante é sempre uma contribuição S importante muita coisa que a gente fez alguns resultados legais que a gente atingiu foi de contribuição foi contribuição externa com o pessoal daqui todo mundo dando ideia como eu falei nosso papel aqui que a gente mais fez aqui na verdade afinal das contas é abrir porta né e estão abrindo as portas as as coisas vão acontecendo né então muito Grato Valeu demais e convido todos todas aí quando vir em Belém virem aqui no
parque a gente bater um papo aí fazer uma trilha legal Muito obrigado Júlio muito bacana mesmo se experiência incrível que nós guardamos com todo carinho pessoal quero mais uma vez agradecer então a a vocês né lembrar que teremos a próxima palestra na quarta-feira que vem dia 26 eh com a Raquel Costa do institudo cal de Floresta aqui de Minas Gerais que vai Falar sobre a área de Proteção Ambiental Estadual ferão dias que é um grande desafio né você ter uma no entorno de uma estrada né tão importante pro Brasil Então eu acho que vai ser
uma experiência e sem falar que o próprio conceito ap é desafiador né na sua no seu princípio de gestão então conto com a presença de vocês também e e ótimo resto de semana um grande abraço aí Júlio Parabéns sucesso sempre no trabalho aí precisar da gente estamos Juntos sempre à disposição também to abraço então até mais abraço