a síndrome de wolff-parkinson-white tudo que você precisa saber em 12 minutos e o que é que você precisa saber sobre síndrome de wolff-parkinson-white antes de mais nada vamos para alguns conceitos aqui né com a gente pega átrios e ventrículos eles são separados pelo esqueleto fibroso ali do coração que não permite que o estímulo elétrico paz e átrios e ventrículos exceto pelo sistema de condução normal né da gente né chegar lá no outro ventricular fez terris aquelas coisas todas né Beleza normalmente em mim e você é assim que funciona contudo uma parcela dos pacientes pode ter
uma banda muscular que vai passar por esse Esqueleto fibroso e assim comunicar átrios e ventrículos o que é que vai acontecer nesses casos o estímulo elétrico vai seguir o caminho normal né de não haver fez de rios Ramos do feixe de riso etc Mais também vai passar em parte por essa banda muscular E aí vai poder esse tal ventrículo antes do normal porque o nó atrioventricular né Como o próprio nome diz tá ali entre azuis e ventrículos ele tem uma função o de retardar a condução do sistema elétrico o estímulo elétrico entreatos e ventrículos porque
isso o coração é mais ou menos o tamanho de um punho Cerrado fechado e a o estímulo elétrico ele pode percorrer ali pelo sistema de condução não velocidade muito rápido até 4 metros por segundo Resumindo que poderia ser poderia acontecer estímulo elétrico passar em uma fração de segundos dos ativos de ventrículos e isso acontecer tão rápido que átrios e ventrículos eo bater de forma associada simultânea né Isso é ruim porque a gente sabe que tem que ter uma sincronia primeiro a tem que contrair proventrículo tá recebendo o sangue depois do ventrículo contrai o Ato da
recebem o sangue fica naquela sincronia entre essas câmeras na hora que eles batem de forma junta simultânea E isso acontece alguns arritmia e isso pode causar uma série de sintomas paciente porque na hora que o ato está contraindo ventre que está contraindo também e não consegue fazer direito enfim Beleza então o nó a ver ele faz isso mesmo que é com o sinal de trânsito que ele segura ali a passagem do estímulo elétrico a partir do momento que existe o colar ligando átrios e ventrículos aí o estímulo elétrico vai poder passar para lá porque por
ali não tem 19 aí para segurar os símbolo né O que é que isso vai gerar no Eletro a gente chama isso de pré-excitação ventricular por quê Porque o ventre os ventrículos estão sendo citados antes da hora isso é leque vai mostrar quatro alterações a primeira o intervalo PR vai ficar menor segundo vai aparecer a conhecida onda Delta se você tá estudando que está acompanhando aqui não conhece e checa lá no site a gente tem várias imagens de onda Delta oqrs também vai ficar mais vai ficar maior com a duração maior e por fim a
gente tem alterações da repolarização ventricular geralmente coloquei essa positivo Você tem uma infração desse te quando o PRS Negativo você tem um pouquinho de Isso parece ter e assim por diante inversão julgar e também tá então essas quatro alterações Beleza então peguei um elétron paciente e vê lá o PR curto onda dela essas coisas todas eh posso te dar o diagnóstico de síndrome de wolff-parkinson-white que eram três médico já não posso o que é síndrome de wolff-parkinson-white syndrome a conjunção de sinais e sintomas tão para ser a síndrome de wolff-parkinson-white o paciente tem que ter
sintomas Associados a sintomas mais comuns são que para aplicação às vezes lipothymia síncope pré-síncope não é basicamente isso esse sintomas decorrem de taquiarritmias que pode acontecer esse paciente que a gente vai falar daqui a pouco então é isso olhei para o Eletro ou at alterado com a esses quatro achados que a gente falou eu chamo isso de prestação se junto com ela que alterado o paciente tem sintomas provavelmente decorrente da das taquiarritmias aí sim eu tenho síndrome de wolff-parkinson-white a síndrome de wolff-parkinson-white pelo elétron a gente pode classificar em 3 tipos né assim de vou
falar som e TV tradicional né aparente que aquela que o Eletro é alterado sempre está alterado a gente tem o vô passa o Haiti intermitente que é ou seja horas ou at alterado horas ele tá normal e a gente tem o voo parkinson-white oco tu quer o que aquele paciente que o Eletro bazar o dele é normal mas ele chega ele é flagrado né Em algumas situações com episódios de taquiarritmia então você vê tá que a gente Mia você falou entre outras coisas aqui poderia ser um voo quando você olha lá o elétrico não era
não tá dando dica que eu vou faz vai terminar batendo por exemplo um estudo eletrofisiológico e confirma que tinha havia acessório por exemplo E aí você confirmou o diagnóstico de wolff-parkinson-white o culto todo paciente com PR curto tem sendo devolvo pra som gente não a gente já falou né que a síndrome tem que ter sintomas mas tem outra coisa você pode ter o PR curto sem os outros comemorativos né da prestação ventricular por exemplo eu tenho PR curto mas você não tem onda Delta você não tem qrs alargado você não tem alterações da repolarização ventricular
Qual é o nome que eu dou é isso antigamente tinha todo mundo falava da síndrome de longa não levar ele né que é basicamente isso era o PR curto achava que só aumentava risco de certos tipos de arritmia tal tem muitos eletrofisiology que até que discorda né olha isso não existe na verdade alguns é simplesmente a condução Av atrioventricular acelerada o fato é que você não tem o da Delta não tem que rs alargada De certa não é um voo clássico pelo pênis só então nem todo PR curto quer dizer que é uma prestação que
é um voo passou o Haiti e qual o risco que esses pacientes têm tem duas coisas que pode acontecer ambas as taquiarritmias qual é o problema né o nosso ventricular com a gente falou ele é um sinal de trânsito que não permite né que o estímulo elétrico passe rapidamente para os ventrículos ele dá Uma segurada lá mas não é a única função que ele tem outra função que ele tem o seguinte imagina que paciente faz uma fibrilação atrial da fibrilação atrial o attualitá despolarizando 300 500 até 600 vezes por minuto de acordo com alguns livros
é muita coisa imagina que todos esses essas despolarizações atriais conseguissem passar proventrículo que que aconteceu ventrículo também e a contrair 300 500 600 vezes por minuto isso geraria que a fibrilação ventricular né paciente entrar em parada cardíaca ia morrer por quê que isso não acontece em todos os pacientes que a gente vê confiar né A maioria tá lá que vai conhecer em 110 vontade 300 porque é justamente no a ver que tá segurando a maior parte desses estímulos né porque ele tem um período no refratário maior na hora que você tem uma banda muscular que
havia acessório que não tem isso o que é que pode acontecer paciente pode fazer para a gente vai enfiar que é uma arritmia que não é incomum mais e que ele também normalmente não têm risco de vida mas naquele paciente como a frequência cardíaca pode subir muito porque ela vai estar passando pela Via acessória paciente pode fazer frequências altíssimas e Inclusive tem morte súbita Então a gente tem dois problemas principais nascer wolff-parkinson-white o mais grave seria a esse é o paciente que faz alguma taquiarritmias supraventriculares essa tá que a gente mesmo experimentei com ela lá
desce pela Via acessória E aí pode gerar frequências cardíacas e leva disse mas qrs alargado com risco de morte súbita o outro problema são tá que a gente mês que pode acontecer onde é o estímulo desce pela Via normal fecha de riso aquela coisa toda e sobe pela Via acessória e termina gera no circo e vai gerar taquiarritmias mais de qrs Estreito não é bem mais benignas Enfim então esses são os dois problemas o primeiro que seria por exemplo fa10 sendo pela Via acessória definitivamente o mais grave E aí vai virar dúvida agora como é
que eu vou tratar esses pacientes bem se você tá com paciente que tem síndrome de wolff-parkinson-white ou seja ele tem aquele Eletro alterado ele tem sintomas acabou a conduta você indicar ablação da Via acessório que normalmente né 9095 por cento três vezes vai sair ficar cê vai curar o paciente daquele problema certo qual o risco da doação Essa Via acessória essa banda muscular ela pode estar em vários locais nela pode tá na parede lateral dos ventrículos Mas pode estar perto do septo se tiver ali perto do Sepe pode tá bem pertinho do Norte ventricular e
na hora que você tá fazendo ablação da via você só você pode terminar queimando o nosso ventricular junto e causando um beaver te bloqueio atrioventricular Total E aí o paciente pode ganhar marca a passagem das Macapá e Mais veja Wolff geralmente são paciente mais novos né imagina você fazer uma bacana para 120 anos que sente uma operaçãozinha ali e tal e ele possa ganhar marca-passo e ficar dependente se marcar passagens da vida Lembrando que marca a passo geralmente ali depois de 67 anos variar você tem que trocar o gerador seja quantas vezes paciente não vai
ter que trocar o gerador daqui para 80 anos se ele viver né É na idade média e 75 80 anos então obviamente é um é uma intercorrência que a gente não quer que aconteça beleza mas não tem muito mistério se eu tô com paciente com voo é com sintomas etc a conduta via de regra é ablação Ok medicação adiante de alguma coisa eu posso fazer medicação enquanto o paciente está esperando a doação ou alguns pacientes recurso Não não vou fazer de jeito nenhum procedimento invasivo tal normalmente a medicação que a gente usa é a própria
fenona nesses casos até os pode variar de 300 até 900 milhões por dia geralmente fica ali em 300 A 600 miligramas beleza um questionamento é o que fazer com paciente que tem prestação assintomática vocês não têm Volvo o que é que eu faço é muito discutível é isso acima de 35 anos o paciente já foi meu que estratificado pela própria vida né Tá bom faço 140 anos capacitação nunca teve nada né provavelmente o prognóstico dele é bom né ele já tá ali 40 anos nunca teve nenhuma arritmia mais grave tal então alguns dizem que você
pode simplesmente observar os pacientes sem ter que fazer isso eletrofisiológico com ablação tava com pacientes mais jovens quanto mais jovem maior tendência do pessoal intervir Mas isso é campo para discussão né então não vou bater o martelo aqui não é uma coisa importante é o seguinte o que é que eu não posso fazer em determinados casos de wolff-parkinson-white você tá lá com paciente no seu consultório que tem faculdade sons etc aquele negócio você vai mandar ele para a doação Ok quando o paciente tem arritmia tem facultação muita gente pensar bota uma betabloc parece paciência eu
posso fazer essa blog por esse paciente não devo né Tem quatro medicações questão deve usar e quer abcd né a de adenosina que a gente usa em sala de emergência né meio de betabloqueador ser de canal de cálcio etapa Nacional de cá a Embrapa mil e de digoxina digital porque todas essas medicações elas atuam inibindo o nó atrioventricular Ok por quê que esse paciente que teve palpitação já do passado Chega no meu consultório e tem o Eletro com o Wolff clássico ali né onda Delta tal Porque se eu fizer um beta-bloqueador preço paciente eu posso
complicar vida dele veio o betabloqueador ele vai entender a bloquear o nosso ventricular em algum grau né e ele não atua tanto na Via acessória Qual o problema é esse paciente já teve palpitação no passado né ele deve ter feito alguma outra que a gente me ali supraventricular se ele volta terça até que arritmia Até que a gente minha bate lá no outro ventricular ele tá bloqueado ele pode arritmia para dizer o que eu vou descer aqui pela Via acessória porque aí pode causar é é aquele tipo de arritmia pela Via acessória que é a
mais grave que tem que inclusive pode ter risco de morte súbita o mesmo assassino Pentágono espiral de calça jeans Então como é que você não vai fazer essas medicações para o paciente que tá no seu consultório e tem o voo foi aparente que a gente diz né quando o PR curta aquela coisa toda assim como não paciente que tá lá na emergência já o ataque arritmia de qrs largo por exemplo HFA para excitada que tem um padrão bem típico você não vai fazer uma medicação que inibe a nova veio quando é que você pode fazer
você passa em chega para você na sala de emergência com ataque arritmia de qrs Estreito regular nem sempre você sabe nem que o paciente tem Wolff né você fica olha lá e sabe rapaz será que esse paciente tem uma reentrada nodal será que é um até a ver né o atacar direto ventricular do você não sabe e no final das contas a conduta não vai mudar muito você vai fazer a conta de sempre ao começa com a manobra vagal depois faz adenosina excesso porque porque naquele paciente à condução já tá acontecendo na vida normal pela
Via convencional pelo pelo sistema convencional de construção do paciente então você vai manejar o como qualquer paciente com TPS veio vai reverter E aí depois da reversão é que você vai flagrar quem é um voo para você falar Pronto agora que eu vi que eu vou foi partir de agora que vai lá no correr esse risco tal mas é isso vou fim aparente no consultório não faço a compra que a gente me de qrs largo não faço mas uma taquicardia de qrs Estreito até PSV você vai seguir o protocolo normal manobra pagar adenosina e assim
por diante fica ligado