A redução ao absurdo, ou seja, a redução ao absurdo foi um método filosófico descoberto, inventado por Zenão de Aleia, um grego pré-socrático, seguidor de Parmênides. Vou dar um exemplo para que se entenda: se alguém nos diz que a verdade não existe, responde-se reduzindo esta afirmação ao absurdo. Se a verdade não existe, então não é verdade que a verdade não existe.
Então, trata-se de mostrar que determinada teoria, afirmação ou proposição é errada mostrando as absurdidades de tomá-la. Pois bem, na minha Escola Tomista, no Tratado da Biologia, eu dividi este tratado em duas partes: uma é a redução ao absurdo da doutrina evolucionista ou darwinista, e a segunda parte é a parte positiva, em que eu apresento algo do ângulo tomista, ou seja, uma biologia pautada nos princípios tomistas. O que lhes vou dar aqui é uma das aulas da minha Escola Tomista, a aula 171, que foi transcrita e publicada no livro "No Fragor da Batalha", e nela eu reduzo ao absurdo o evolucionismo a partir de um de seus próprios pilares: qual é o método de datação por carbono-14, o método de datação radiocarbônica.
Quem mais se aprofundou neste assunto, ou seja, nas medições radiométricas, foram alguns protestantes, uns com grande exagero, outros de modo mais ponderado. Pois bem, aqui na exposição que eu lhes farei, na aula 171 da Escola Tomista, eu me vali de um desses protestantes mais ponderados, mas me restrinjo à datação por carbono-14, rádio-carbônica, pois as demais datações não têm a ver diretamente com o biológico, e eu estava no Tratado da Biologia. O protestante a quem eu me refiro é Robert, que escreveu o texto intitulado "O Tempo, a Vida, a História: Luz de 15.
000 Datações Radiocarbônicas". Desde que eu li pela primeira vez esta obra, que é de 1970, sempre me pareceu perfeitamente atual. Muito do que se diz ali permanece atualíssimo.
Mas há dois aspectos neste escrito de W. Law, como aliás é comum entre os criacionistas protestantes. Um é a já referida redução ao absurdo do evolucionismo, que aqui se reduz, então, pelo estudo do método da datação por carbono-14, que, repito, é um de seus pilares.
O outro aspecto é a afirmação de que este mesmo método, afinal de contas, positivamente ou negativamente, de algum modo acaba por respaldar a cronologia da Escritura do Antigo Testamento, que os protestantes creem ser de estritos 6. 000 anos, não 4. 000 anos antes de Cristo.
Bem, este segundo aspecto não me interessa. Como já disse em outro vídeo, na mesma Septuaginta, que é a tradução dos 70 ao grego, não está 4. 000 anos antes de Cristo e sim 5.
500 anos; 4. 000 anos antes de Cristo, que é o que aparece na versão da Vulgata de São Jerônimo, parece ser um número simbólico. O quatro, quarenta, quarenta dias, quarenta noites, ou seja, há uma insistência no 4, no 40, que é simbólica.
Mas, como quer que seja, não adoto este aspecto porque não poucas vezes esses autores protestantes são algo apressados em suas certezas; uns menos, outros mais, mas todos sempre, de algum modo, se mostram apressados. Então, quanto ao escrito de W. Law, vou me deter no aspecto muito bom de seu escrito, que é a referida redução ao absurdo.
Na metafísica, que é um tratado posterior no meu curso, na minha Escola Tomista, e depois na Teologia Sagrada, que é o último dos tratados, então ali sim pude voltar à questão da criação. Mas antes de reduzir ao absurdo o darwinismo pelo próprio método de datação radiocarbônica, eu teço algumas considerações. Todos sabem que o mundo atual está dominado pela ideologia evolucionista contra a verdadeira metafísica.
A doutrina evolucionista diz que não há nenhum criador do universo nem nenhum ente que possa intervir no universo, digamos, de fora, e pretende ter demonstrado cientificamente a realidade de tal afirmação. Sendo os métodos de datação radiométricos um dos meios com que os julgam, consideram que provam sua doutrina. É verdade que, diante da ordem impressionante do universo e de tudo que ele contém, já se pode ver que o evolucionismo está errado.
Não aceitar a criação, como dizia São Paulo, é tornar-se réu diante de Deus, porque pelas perfeições visíveis se tornam para nós visíveis as perfeições invisíveis do próprio Criador. Com isto, dava São Paulo uma primeira demonstração, pelos efeitos, da existência de uma causa do universo, sendo essa causa Deus. Mas os evolucionistas o negam, pensando que o fazem no âmbito do religioso.
Mas, na verdade, sem que o saibam, eles o negam antes de tudo metafisicamente, porque a existência de Deus e sua criação são alcançáveis pela nossa própria razão; não necessitamos, em princípio, de revelação. Pois bem, como os darwinistas, como os evolucionistas em geral, não creem em Deus nem na criação do universo por Ele, têm de atribuir obrigatoriamente toda a eternidade, todo o poder e toda a divindade à própria criação, ou seja, ao próprio criado. O que é eterno é o criado; o que é todo-poderoso é o criado; e, ao fim e ao cabo, o que é divino é o criado.
Isto remonta mais proximamente ao panteísmo de Espinoza e mais remotamente ao materialismo de Epicuro. Mas o materialismo de Epicuro e o panteísmo de Espinoza estão, de algum modo, grandemente subjacentes nas teorias da ciência moderna. Deus é a natureza e a natureza é Deus, uma espécie de monismo pelo qual se pretende explicar o universo sem contar com um Deus Criador pessoal e transcendente.
Mas não só isso. É verdade, como, obviamente, jamais se demonstrou, jamais se conseguiu demonstrar que a vida se gerou a si mesma e evoluiu de níveis inferiores até níveis superiores, ou seja, até o homem, né? Isto é cientificamente impossível, né?
Como eu mostro largamente no Tratado de Biologia da Escola Atomista. Pois bem, é verdade que há uma teoria católica, entre aspas, de que Deus poderia ter utilizado a evolução como maneira de criação. Qual é a resposta que dou?
Esses católicos poderiam, sem dúvida, e está dentro de seu todo poder, mas não o fez. Se se considera o universo tal como o conhecemos, é impossível que tenha havido evolução. Não se trata do Poder de Deus; ele teria, repito e repito, podido criar um universo completamente diferente deste, mas nem sequer temos condições de imaginá-lo.
O realismo filosófico contra, né, o otimismo laiano, né, nos obriga a que nos cingamos ao universo tal como ele existe, ou seja, tal como foi criado por Deus, sem que necessariamente, ao contrário do que diz Lies, este universo seja o melhor dos mundos possíveis. Como eu digo no vídeo [Música], Deus poderia ter criado um mundo melhor que este, ainda que todo e qualquer mundo que ele criasse não poderia ser inconveniente. No entanto, um físico e astrônomo materialista chamado Carl Witaker, Salv Gama, né?
Ele diz o seguinte: "Não é por suas conclusões, mas por seu ponto de partida metodológico que a ciência moderna exclui a criação direta de Deus. Nossa metodologia não seria honesta se negasse este fato. Não temos provas positivas da origem inorgânica da vida, nem da primitiva ascendência do homem, nem, talvez, sequer da própria evolução.
" Se não queremos ser pedantes, isto é um evolucionista quem o diz, né? É um belo reconhecimento. Então, nem sequer a evidência de que o evolucionismo seja anticientífico deixa de mover os evolucionistas em sua empresa que nós podemos chamar titânica, né?
Em todos os campos, ou seja, na Geologia, na Biologia, na Paleontologia, pode constatar-se, sem nenhuma dificuldade, que o evolucionismo não goza de verdadeira sustentação científica. Por isso, é preciso concluir que a grande dificuldade para tantas pessoas aderirem à crítica ao evolucionismo reside em que teriam de aceitar com isso plenamente a existência de um E. Isto é a última coisa que essa gente quer fazer.
Na raiz do Darwinismo e de sua tão extensa aceitação, apesar de todas as provas em contrário, está a apostasia do mundo moderno que começou no Jal Longino século XIV e atinge um como ápice no dia de hoje. Mas vamos acompanhar ID Law, né, o criacionista protestante, em seu próprio livro, né? Como diz ele, já há cento e muitos anos se publicou o livro de Darwin, "A Origem das Espécies", que desde então se veio difundindo a ideia de que a vida, a complexidade multiforme do universo, sua ordem, apareceram na existência de modo meramente casual, procedentes de um caos não vivente.
Né? Diz um evolucionista de vanguarda chamado Geor Wal, né? "Não há nenhuma necessidade de explicar a origem da vida em termos de sobrenatural; a vida ocorre ali onde as condições são apropriadas para ela surgir.
Não só ali ela a vida emergirá, mas, além disso, persistirá e evoluirá. " Coisa que, digo eu, não passa de mera tautologia ou petição de princípio, né? Mas continua o nosso evolucionista dizendo que o importante é que a origem da vida já pertence à categoria dos fenômenos que, pelo menos, acontecem uma vez.
Isso é fantástico! O tempo está a seu favor e Eis aí o grande pilar do evolucionismo. O tempo continua, por mais improvável que seja este acontecimento.
Veja suas palavras, né? "Se lhe damos tempo suficiente, terá lugar com toda a certeza. Inclusive a carruagem da Bela Adormecida, não da gata borralheira, virá abóbora.
O tempo", diz Wal, "é o protagonista do espetáculo. O tempo com que temos de tratar é da ordem de 2 bilhões de anos. O que vemos como impossível com base na experiência humana não tem", diz ele, "nenhum significado.
Com tanto tempo à disposição, o impossível se faz possível, o possível se faz provável e o provável virtualmente certo, como num passe de mágica. E, como num desenho animado da Walt Disney," diz ele de modo conclusivo, "é preciso apenas esperar. O tempo mesmo é quem faz os milagres.
" Que usemos uma linguagem mais vulgar, que cara de pau, né? Então, se é assim, ou seja, se é como diz esta falácia, então qualquer acontecimento que lemos nos contos de fadas também vai ocorrer necessariamente. Tiver tempo à sua disposição, é.
. . pois bem, este argumento falacioso, o do tempo, tem, na verdade, se se pensa bem, outro propósito: ele satisfaz, ele persuade e ele cala os adversários, já que não exige nenhuma evidência.
Aceitando-o como ponto de partida, somos obrigados a calar-nos diante dele, porque não temos nenhuma evidência nem contra, nem a favor. É tão somente o tempo, em termos inconcebíveis e inimagináveis, que se consegue erguer uma fortaleza em torno do evolucionismo e fabricar, então, uma arma para esmagar toda e qualquer oposição sem que tenha maior solidez filosófica ou científica. Basta isso, dado o tempo suficiente.
Pois bem, é que se 2 bilhões de anos ainda não é suficiente, então por que não dar a coisa 10 bilhões de anos ou até trilhões de anos, se preciso for? Esta é a verdadeira base da teoria evolucionista: O Tempo. Não importa quão disfarçada esta teoria esteja de ciência, a doutrina evolucionista é uma simples expressão de fé cega de que, dado o tempo suficiente, ocorrerá um milagre.
E não somente um milagre, mas um bilhão de milhares, todos sucessivamente, todos sucedendo-se uns aos outros, todos num lugar preciso e na ordem adequada, sem que haja falha em sua própria sucessão. Porque é necessário um milagre não menor que este para dar conta. Da mais simples célula, então intoxicados com esta fé imensa, não é nada estranho que os evolucionistas permaneçam surdos aos melhores argumentos da ciência.
Para eles, seu herói é o tempo; enquanto este herói seja imperecível e inextinguível, a evolução permanecerá de maneira segura. A ferramenta mais que especial para manter vivo tão milagroso o tempo são justamente os já referidos métodos radiométricos de datação. Mas perguntamo-nos aqui, em nossa "Redução do Absurdo do Evolucionista", se serve mesmo a tal propósito o método de radiação por carbono-14, ou seja, é rádio carbônico.
Quando ID Law escreveu seu livro, já se haviam publicado 15. 000 datações e, como diz o mesmo ID Law, a cada ano milhares de outras se iam acrescentando. Lembre-se que ele escreveu este livro em 1970.
Vamos entender o método de datação radiocarbônica. Ele foi proposto pelo Dr Libby, que por isso mesmo recebeu o Prêmio Nobel em 1960, efetuando medições em matéria vivente de todas as classes e por todo o mundo. O Dr Libby conseguiu mostrar que todas as células viventes possuem a mesma radioatividade específica, em razão da presença de aproximadamente 767 átomos de carbono-14 por cada bilhão de átomos de carbono-12.
Enquanto vive, a célula mantém-se nessa proporção por meio de um ciclo constante estabelecido entre a matéria vivente e o dióxido de carbono no ar e no mar; é o que se chama depósito de troca de carbono. Depois, Libby mostrou, através de medições atmosféricas em várias latitudes e altitudes, que a velocidade com que se vai repondo o carbono-14 neste depósito, pela ação dos raios cósmicos, é razoavelmente próxima da velocidade em que se desintegra na própria matéria viva. Foi assim que nasceu o método de datação por carbono-14, método que, repito, os cientistas vêm utilizando desde então, ou seja, desde há cerca de 70 anos.
Então, vamos ver quão simples é este método. É um método muito simples calcular o número de anos transcorridos desde que a matéria viva de dado espécime morreu até a atualidade, medindo justamente a radioatividade que apresenta. Depois de 5.
570 anos, como é a vida média, os cliques por minuto em um contador Geiger serão a metade dos que se teriam registrado no momento da morte. Depois de 11. 140 anos, a contagem desceria a um quarto disto; depois de 22.
280 anos, a 1/16, e assim sucessivamente. A única coisa que é necessária é uma amostra pura, sem mescla ou mistura de outras matérias vivas ou mortas. Ao longo dos anos transcorridos, além, claro, da suposição de que a radioatividade que o espécime possuía no momento da morte era a mesma que exibe a matéria viva na atualidade, ou seja, 16,0 desintegrações por minuto e grama do carbono total.
Entre os primeiros espécimes datados por Libby e seus colaboradores estavam alguns anéis de árvores e relíquias de certa era do antigo Egito. A concordância foi bastante satisfatória. Em 1952, publicou-se o método em livro, juntamente com 200 ações de espécimes arqueológicos e geológicos reunidos de 30 lugares muito distantes entre si.
A segunda edição do livro saiu em 1955 e teve várias reimpressões; a de 1965 foi enriquecida por um apêndice especial ao final da maior parte dos capítulos. Pois bem, vou expor aqui mais detidamente as bases do método, para que vocês tenham uma ideia mais sólida dele. Do método de datação radiocarbônica: primeiro, forma-se carbono radioativo pela ação dos raios cósmicos sobre o nitrogênio da atmosfera; segundo, o carbono-14 combina-se com o oxigênio para formar dióxido de carbono, ou anidrido carbônico, que por sua vez incorpora-se às estruturas vegetais e animais; terceiro, a partir da morte do ser vivo, já não se assimila carbono-14 nos tecidos orgânicos, e o que se encontra no organismo se desintegra para formar matérias não radioativas.
Conhecendo então o nível atual de carbono-14 em tecidos viventes e sabendo ainda que a metade do carbono-14 presente na atmosfera se desintegra em 5. 730 anos, pode-se conhecer a idade da amostra da matéria orgânica, medindo a quantidade de carbono-14 que resta, se se supõe algumas coisas: primeiro, que há equilíbrio entre a quantidade de carbono-14 que se forma e a que se desintegra; segundo, que a concentração de carbono-14 nos seres vivos do passado era igual à atual, não inferior; e terceiro, que a quantidade de carbono no depósito de troca permaneceu constante. Então, o novo relógio radiocarbônico: cientistas membros de centros de investigação de todo o mundo se uniram para estudar este novo campo e montaram seus próprios e muitos laboratórios de datação.
No fim de 1968, já havia quase 100 laboratórios com esta função, reconhecendo então o carbono-14 como ferramenta muitíssimo valiosa para identificar a idade de depósitos culturais antigos e de artefatos, bem como para a datação de pólen de árvores, vegetação enterrada, além de ossos e relíquias de todas as classes provenientes do passado. Isso ao mesmo tempo que todos os envolvidos reconheciam que o método podia dar idades computáveis até tão somente 50. 000 anos antes da nossa era, claro.
Só até aí. A partir de 50. 000 anos, segundo a unanimidade desses pesquisadores, só muito dificilmente a idade seria, então, ficava de fora do panorama a possibilidade de datar fósseis, matéria petrificada, carvão, petróleo, ossos de homens considerados pré-históricos - isso na cabeça deles - ou de animais pré-históricos.
Esses cientistas atribuíram a tais materiais, não datados pelo carbono-14, idades muito superiores a 100. 000 anos, até a casa dos milhões de anos, sem nenhum suporte no carbono-14. No método de datação radiocarbônica, ou seja, só se considerava suscetível.
De datação, o material procedente, a linguagem ainda é dos evolucionistas do Plestoceno superior e do Holoceno. Era impensável para eles mesmos obter datação de extratos terciários, e esperava-se, com toda a segurança, que um grande número de espécimes desse o que eles chamavam de "idade infinita", ou seja, idade demasiado antiga para que se pudesse medir por este método. Mas atenção, é aqui que entra, aqui é que está o x da questão: Quais foram os resultados de tais datações até o momento em que W.
Law escreveu seu livro? Os resultados são espantosos para qualquer evolucionista. Então, a partir do primeiro grupo de 200 datações publicadas por Li na primeira edição do seu livro, a lista foi crescendo e, no final de 1969, incluíram-se umas 15.
000 datações de espécies independentes e de todas as classes, reunidas de todas as partes do mundo, por 91 laboratórios. Além disso, todas essas datações foram publicadas até 1958 na revista Science, né? E depois, na revista Annual Radio Carbon, com amplos detalhes de material submetido a testes e com a localidade de origem de cada espécime.
Como escreve o Adl, o registro das datações com radiocarbono é tão numeroso e tão vasto, com respeito a épocas, localidades e materiais utilizados, que nenhum cientista bem informado, nem nenhum historiador, nem nenhum educador, nem nenhum editor, não importa quão aferrado estejam às premissas evolucionistas, pode eximir-se de examiná-lo, nem de considerar suas profundas implicações. Então, após verificar o material de que eu falei, podem detectar-se ainda, segundo Al, pelo menos 10 fatos espantosos para os evolucionistas, e eu não considerarei os 10 fatos, apenas nove, porque um deles está ligado àquele criacionismo protestante que eu reputo exagerado. Mas nove deles eu direi: primeiro, praticamente toda e cada espécie de material que viveu no passado foi datada dentro de 50.
000 anos atrás. Muito poucos estão datados por uma concessão até 60. 000 anos, e somente três, TR em 15.
000, teriam idade infinita, ou seja, não datável. Estes três são ovos de Megap, que é uma ave galiforme semelhante ao Peru, né? Que se encontra nas Filipinas, na Austrália, na Nova Guiné, etc.
Para que possamos apreciar devidamente o significado disso que eu acabo de dizer, ressalte-se que, se a escala evolucionista do tempo fosse válida, se a matéria vivente foi acumulando e morrendo na Terra ao longo de vastos espaços de tempo, então uma amostra mundial aleatória de matéria orgânica enterrada, como é o caso aqui, deveria apresentar, digamos, umas 20. 000 espécies "não datadas" para cada uma "datável". Além disso, supondo que muitos investigadores estejam fazendo suas buscas em antigas culturas específicas, grandíssima parte dos espécimes está datada dentro de 50.
000 anos até a profundidade máxima de todos os depósitos. A grande maioria das mostras se relacionava com vegetação, com pólen, com turfeiras, com árvores enterradas, argila fossilífera do fundo oceânico, e ossos, enterrados em sítios culturais de carvão vegetal, a maior parte dos quais deveria ter dado o quê? Idade infinita, ou seja, não datável.
E, no entanto, apresentam uma atividade radiocarbônica mensurável, ou seja, o feitiço se volta contra o feiticeiro. Além disso, dos mostras identificados por Lib como "D pleno" do Plioceno e até do Eoceno, ou seja, de até atenção, 50 milhões de anos de atividade para todo e qualquer evolucionista, e a maior parte, no entanto, dos achados identificados como paleolíticos, apareceram com idades inferiores a 40. 000 anos.
Terceiro ponto: incluindo o carvão, o petróleo, o lignito e o gás natural, quase todos os exemplares foram datados dentro dos últimos 50. 000 anos e, no entanto, o mesmo período carbonífero em que supostamente se produziu carvão, petróleo, gás natural e lignito tem para todo e qualquer evolucionista a idade de nada menos que 100 milhões de anos. Quarto ponto: das idades mais antigas, a maior parte da amostra é de vegetação enterrada de todos os tipos.
Quinto ponto: cerca de 22 espécimes datados são identificados como fósseis, material semi ou material de camadas fossilíferas. Sexto ponto: muitas das florestas e da fauna extintas, que até então se atribuíam ao Pleistoceno inferior e médio, é o caso do mastodonte, do milodonte, que é aquela preguiça gigante, né? , do tigre dentes de sabre, etc.
Quase todos, no entanto, foram datados entre 10 e 30 mil anos. Os muitos dos restos de homens pré-históricos, entre aspas, e de artefatos correspondentes foram datados dentro dos últimos 30. 000 anos, incluindo casos como do homem de Neandertal, do homem de Broken Hill, do homem de Heidelberg ou do homem de Flores.
Acho que é isso, e outros, né? Além disso, lançaram-se dúvidas sobre as datações de entre 2 e 4 milhões de anos atribuídas por L. e outros.
Algumas formas de hominídeos, oito, e os depósitos dos fundos oceânicos e amostras extraídas de 14 m de fundo, né? , de profundidade do fundo oceânico, que supostamente contêm os detritos de formas de vida mais primitivas, foram datadas dentro dos últimos 40. 000 anos.
E, por fim, as idades mais antigas da cultura humana acham-se no Oriente Médio. Isso segundo as próprias datações, enquanto as datações humanas mais antigas no hemisfério ocidental são notavelmente mais recentes. Estes nove fatos espantosos, né?
, perturbaram, de fato, alguns especialistas em geologia e em paleontologia evolucionistas. É o que se vê no número de outubro de 1956 da revista Science, onde se lê: "por causa das datações radiocarbônicas, todas as interpretações anteriores da história lacustre do Pleistoceno, sua profundidade, sua posição na coluna geológica, devem ser revistas". Então, para mim, é o bastante para reduzir ao absurdo o evolucionismo também pelo ângulo da datação por carbono 14.
O Idel vai além. Como eu disse, né? , ele pretende demonstrar, antes de tudo, que a data máxima a que se podem reduzir todas ou quase todas as amostras é a de 16.
000 anos atrás. Por quê? Porque, enquanto a atividade específica, ou seja, a velocidade de desintegração do carbono.
. . 14, na matéria vivente, é na atualidade de 16,0 DPM (barg).
A velocidade de produção está antes próxima de 19 vdpm (barg), ou seja, um desequilíbrio de quase 20%. E tal desequilíbrio, para usar a expressão do mesmo Libi, assinala um começo recente desta radiação cósmica. Além disso, ele acrescenta outros dados, né?
E diz ainda que a verdadeira idade de qualquer espécie será sempre menor que a idade medida se se empregam as mesmas suposições de Libê, já que a idade medida se calcula como se não houvesse nenhum desequilíbrio, e a diferença se faz maior à medida que aumenta a idade. Então, segundo o Alila, os dados sobre os quais se construiu o relógio radiocarbônico obrigam a admitir uma criação recente e uma redução de todas as idades publicadas. Como, no entanto, a data de 16.
000 anos ou menos, se de fato está muito longe dos 4 bilhões de anos dos evolucionistas, ainda não conflui com a data que os protestantes estão certos de que se deu a criação de tudo: do universo, da terra, dos vegetais, dos animais, dos homens, etc. , ou seja, de 7. 000 anos atrás, no máximo.
OID vai ainda mais longe e escreve: "Há boas razões para crer que a velocidade de produção do carbono 14 não foi constante desde a criação". Segundo o valor do mesmo Lib de 18,8, os por minuto grama, vários observadores até lhe atribuíram um valor mais elevado, mesmo na atualidade, sem se dar conta de que, desta maneira, a criação teria tido uma data ainda mais recente. Mas para Law, a melhor evidência do verdadeiro valor de tudo isso na antiguidade pode derivar das mesmas datações publicadas.
Depois procedeu a um complexo método de correção das datações por carbono 14, que nos levaria aos referidos 7. 000 anos, com uma precisão demasiado impressionante, tão impressionante que ao leitor incauto e talvez ao mesmo Wild, Law faz parecer que não se chegou a tal data por meio de suposições e de boas razões, que no entanto são tão suposições de tão boas razões, entre aspas, como as de Lib, além do recurso ao cálculo exponencial. Então, para mim, quanto a mim, basta, por hora, a magnífica redução do evolucionismo ao absurdo, empreendida por IDL, para mostrar que boas razões, né?
Julgo que tenho, eu, a convicção de que o homem foi criado há cerca de 8. 000 anos e os brutos, os animais brutos, não muito antes disto. Mas procedo a uma espécie de apêndice, eh, para não dizer que não leva em conta o restante do dito por Wi Law.
Eu vou falar agora da possível falibilidade da datação radiocarbônica. Vejam, possível, né? Enquanto Law a dá como certa, a falibilidade, certa.
Pois bem, dois dados que, muito provavelmente, fazem da datação radiocarbônica um método falível são os seguintes: o primeiro, as datações. As datações radiocarbônicas não se começaram a fazer antes de 1950. Desse modo, quando na atualidade se extrai uma amostra da atmosfera, se levam em conta as explosões de bombas atômicas, de nitrogênio e outras interferências, como os efeitos do aumento progressivo e maciço da industrialização, que tenham produzido ou podido introduzir carbono 12 e carbono 14 na atmosfera, naturalmente a concentração de carbono 14 nesta amostra há de ser maior que a concentração dele na atmosfera de, por exemplo, 10.
000, 2. 800 ou 4. 200 anos atrás.
Isto, então, sem dúvida, afetaria a quantidade de carbono 14 na equação do tempo e, evidentemente, as idades obtidas para artefatos arqueológicos e para restos animais, humanos e vegetais, dariam maiores do que seriam na realidade. A segunda coisa é que, além disso, geralmente não se supõe nenhuma contaminação; supõe-se, ao contrário, que nem infiltrações nem outros agentes acrescentaram carbono 14 ao espécime que está sendo datado desde que cessou a troca vital. No entanto, estas suposições, vejam meus termos, parecem, de fato, inválidas.
Determinou-se que, por exemplo, os ossos absorvem de seus arredores material orgânico que contém carbono. Pode ser, então, que tenham absorvido suficiente carbono 14 para que seu conteúdo atual não tenha nenhuma relação com o conteúdo original de carbono 14, razão pela qual, então, a datação de suas idades se mostraria falsa. E não há, absolutamente, não há nenhuma maneira de determinar se uma amostra está livre de carbono estranho ou alheio.
Estas são, então, as duas possibilidades para a falibilidade do método de datação por carbono 14, mas são possibilidades, se se quiser, probabilidades, não certeza, como as tem o ID Law. Mas eis o que eu queria dizer, eh, creio que, deste modo, valendo-nos do mesmo alicerce do evolucionismo, que é o método de datação radiocarbônica, reduzamos o mesmo evolucionismo ao absurdo. Muito obrigado pela atenção e até nosso próximo vídeo.