[Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] เฮ เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] เฮ เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] Olá, pessoal. Sejam todos muito bem-vindos à nossa aula pro TRT São Paulo, Sampa, terra da Garoa. Tudo bom, minha gente? Tudo dominado por aí? Oi, Fabrício, tudo bom? Oi, Fernanda, quem vai fazer TRT Rio? Rio TRT Rio é esse fim de semana, né? É, é TRT Rio. Oi, João Gabriel, boa tarde. Tudo bom?
Tem material? O material tá aí no link e já tá lá no meu Telegram, tá bom? Obrigada, Fabrício, Pela tua ajuda, né, para, né, ir ajudando aí essa galera todinha, tá? Rita, meu amor, tudo bom, Rita? Que bom você por aqui. Oi, Joyice. Maravilhosa é você, né? Saudade foi muito bom. Voltei com a cepa espanhola. Fazia muito tempo que eu não tirava tantos dias, né? Foram 18 dias de férias, né? Então eu tava precisando, viu, gente? Tava precisando que eu tava, né? Nossa, esse negócio de aula cansa, preparação de material, né? Mas foi ótimo. Foi
ótimo, porque a gente se renova, apesar da gripe, né? Mas gripe não, acho que é um resfriado, né? Do jet, né? Vou dizer logo, né? jetleg, a diferença de fuso, né? Mas isso faz parte e se Deus quiser, você vai sofrer de jet logo logo, porque você vai passar em concurso e vai poder pagar a sua viagem em suaves prestações, como a gente diz, né? servidor público não fica rico, ele pode se endividar porque ele vai conseguir pagar, ou seja, você vai planejar, né, a viagem que você vai fazer todo ano para quem gosta de
viajar, porque eu amo viajar, eu trabalho para viajar. É mais ou menos por aí, né? Aula pro TRT Tocantins, banca AOCP. Eita! Banca AOCP é bronca. Agora Mesmo eu tava falando com um aluno e um colega, né, de trabalho e ele me dizendo que qual era a banca, meu Deus do céu, eh, não me lembro mais que tem que mapear a banca, gente. É verdade. A gente quando o edital sai, né, a gente tem que, claro, fazer questões, estudar de uma forma geral, fazer de até de outras bancas, mas a gente tem que mapear a
banca da gente, tá certo? Vocês têm que focar depois que sai o edital, como eu disse assim, sai o edital, você pode fazer questões de outras bancas, com certeza, porque a gente aprende muito, né? Mas não pode deixar de fazer questões da banca, porque até a forma, né, da banca eh perguntar às vezes a mesma coisa. Por exemplo, hoje a gente vai trabalhar FCC, né? Então, a OCP ela tem, é claro que ela vai perguntar a mesma teoria, mas a forma como ela pergunta, né? Na medida em que você vai fazendo as questões, você vai
entendendo já na hora da prova e aí o que vai acontecer, o que que ela quer daquilo, tá certo? E normalmente, né, tende a se repetir, né, os termos, né, os examinadores são os mesmos que elaboram as questões, então a gente consegue enxergar, tá bom? Então não deixa, tá, Glicane, de mapear, mesmo que você assista essa aula, mesmo que você aprenda, porque a gente sempre aprende, você sabem que eu trago muita teoria, né, e a OCP também gosta de teoria, né, Assim como todas as demais bancas, mas é importante você depois de fazer das da
das demais bancas, né, você também focar na sua, né, a não ser que não tenha questões, aí não tem jeito, né, como às vezes acontece. Tá bom? Vamos, vamos simbora assistir a aula. Iara, obrigada pelo carinho e pela atenção. Tá certo, gente? Vamos simbora, né? Que a hora é agora. Agora tô achando pouca gente no TRT de São Paulo. Que que aconteceu? É ruim? É, eu não acho ruim não. TRT, cadê a galera do TRT? Eu tenho visto as aulas do TRT não tem lotado muito não, né? E é importante, inclusive nós vamos ter domingo
agora Rio, né, gente, que é praticamente o mesmo assunto, o mesmo assunto na parte de administração pública, sendo que hoje esse assunto vai cair tanto para analista quanto para técnico. E no TRT, né, do Rio de Janeiro, parece-me que é só para técnico, né, que vai ter ter esses assuntos, tá bom? Mas é o mesmo assunto, tá certo? Então, quem tiver com foco na FCC, é importante, né, que a gente, né, possa rever aí o conteúdo, né, e fazer aí um batidão pra gente dominar a FCC de novo, né, porque ela mudou um pouquinho o
perfil, mas dá pra gente desenrolar com tranquilidade. Tá bom? Vou colocar a vinheta pra gente começar a nossa aula e a nossa gravação. Beleza? Alguma dúvida mais ontem? É, exato. Deu pouca gente também. Pois é, João Gabriel, eu tenho notado, né, que nas aulas do TRT, ótimo, né, para vocês é excelente, porque aí a concorrência menor, mais chances de vocês ficarem aí entre as primeiras colocações, se Deus quiser, e ele há de querer. Volto em um segundo. [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Sim. Bora. Vamos, bora, bora. No caminho da aprovação. Agora é a hora. Se
deu direito de errar, porque é só errando que o impossível você vai alcançar. Minha gente. Só erra quem faz. Fica deitado na cama, ninguém erra, mas também não faz nada e não tem a chance de mudar a vida. Então, né, você tem a sua chance agora estudando, estudando, estudando. Você vai chegar lá, se Deus quiser, e você quiser, né? Porque Deus fez a parte dele, te colocou aqui dentro desse eh eh desse mundinho de concurso. Agora só depende de você. Depende de você de você estudar. Sempre que a gente começa uma aula de reta final,
eu gosto de trazer eh na primeira, nos primeiros Slides, o conteúdo da matéria. Não obstante, eu sei que vocês já vêm estudando aí essa matéria, tá bom? Mas é só para reforçar, né? Nessa reta final a gente vai tratar tanto né, de assuntos do cargo de analista quanto do cargo de técnico, como vocês viram aqui, né? Deixa eu pegar aqui. Como vocês viram aqui, né? analista judiciário e técnico judiciário da área administrativa. E os assuntos, gente, eu coloquei uma tabelinha, né, para vocês poderem acompanhar, né, fiz aí, né, claro, né, no caso de técnico, ele
pode ter colocado, por exemplo, mais resumido, né, em vez dele colocar evolução da administração pública no cargo de técnico, ele colocou convergência de diferenças e colocou gestão de resultados. Ora, se ele colocou gestão de resultados, você tem que saber a evolução da administração pública, porque você tem que saber quais são as palavrinhas do modelo patrimonial, do modelo burocrático, do modelo gerencial. Além disso, quando ele coloca gestão para resultados, você tem que conhecer, seja para técnico ou analista, os conceitos de governança, de acontability, de governabilidade. Ou seja, gente, na realidade ele escreveu diferente no mesmo edital
a mesma coisa, tá bom? E aí eu coloquei aqui o xizinho que cai pros dois. Na parte de processo tá exatamente igual. E aí eu ainda juntei com a parte de redes, né? Porque quando a gente fala de comunicação ou de comunicação na gestão pública ou gestão de redes, na realidade nós estamos trazendo até um pouquinho do conceito Aqui, né, de eh evolução da administração pública, que a gente sabe que o modelo atual, que é o modelo gerencial, né, que é o modelo pós-burocrático, é um modelo que trabalha com parcerias e com redes, ou seja,
né, a partir da contratação de parceiros, a administração pública vai realizar os serviços, né, com grande eficiência, a não ser e eficácia e efetividade, a não ser que ela não encontre quem faça, mas se ela encontrar, ela vai, né, se orientar para o mercado, tá bom? Aqui na parte de analista, ele colocou um monte de coisas. Na parte de técnico ele colocou planejamento estratég, aliás, acho que ele começou de gestão estratégica, né? Planejamento estratégico, tático operacional, né? Ali na parte de analista, ele foi claro, colocando indicadores de desempenho. No no entanto, gente, quando eu estudo
BSC, que tá também no edital de técnico, a gente tem que conhecer de indicadores de desempenho, né? Isso aqui, ó, gente, negócio, missão, visão e valores, isso faz parte do da gestão estratégica. Então, não precisava ele ter detalhado, né, na na no edital de analista. Tá bom? Aqui tá igualzinho que é a parte de estrutura organizacional que a FCC ama e adora. Vocês vão encontrar uma questão na prova de vocês. Aqui a parte de modelagem ele colocou só gestão por processos, né? Mas aqui ele tá detalhando um pouquinho mais, colocou o grau de maturidade, mas
a gente sabe que de certa forma quando a gente fala em gestão pro processo, a gente tem que conhecer isso tudo, mesmo que seja, né, Mais superficial. a questão da gestão da qualidade da excelência, né? E a FCC continua insistindo no GEST pública, continua insistindo no GES Pública. Mandem uma mensagem paraa FCC, né? Eu já até mandei uma mensagem paraa FCC dizendo, né, minha gente, isso tá desatualizado, não tem sentido. O site do GES Pública já tirou aí uma série de publicações, né? Aí eles continuam pedindo coisas que vocês não encontram mais nenhum site. Ah,
Bet, vamos pedir para anular? Não, não dá para anular porque a gente tem vários livros, né? O meu livro mesmo, Trem tudo sobre GES Pública, né? E o que ele coloca ali é, vamos dizer assim, é mais genérico, né? Então ele não anula. A FCC, você sabe que tem uma dificuldade de anular as questões, né? Mas continua insistindo. Graças a Deus que as demais bancas já esqueceram o GES Pública. Falam de excelência, falam de qualidade, mas trazem outros conceitos. Ou seja, se você tá se preparando para esse concurso, não pode deixar de saber alguns detalhes
acerca de gestora, né, a partir das questões, tá bom? A parte de gestão de projetos, ele colocou escritório de projetos, mas isso também faz parte, né? A gente sabe que o escritório de projetos é uma estrutura centralizada, né, que dá apoio aí à organização no gerenciamento dos projetos, na coordenação e etc. Ou seja, É um assunto que faz parte, né? Ah, parte do processo decisório, todo mundo sabe que a FCC vai colocar uma questão e as questões são, de certa forma repetitivas. Decisão programada, não programada, consensual pela maioria, né? Tô tirando onda, né, gente? Porque
assim, né? São questões que a FCC vai repetir, a gente sabe que ela vai repetir. Então, se aparecer e vai aparecer, né, uma questão sobre processo decisório, a gente já se prepara a partir das questões que a gente vai trazer aqui hoje, tá bom? A questão da mudança, ah, deixa só dizer uma coisa, eu esqueci de dizer isso. Gestão da qualidade e excelência nos serviços públicos é um tema, gente, que apareceu para analista, mas tá dentro do conteúdo de gestão de pessoas, tá bom? Então vocês estão tendo aula de gestão de pessoas, se eu não
me engano, né, pro TRT São Paulo, né, com o professor Douglas, né? Então ele não sei se ele trabalhou lá, mas eu vou trabalhar aqui também porque, né, na realidade eh a gente vai falar para analista, então, né, já trago algumas questões pra gente complementar, tá? assim como mudança organizacional que não aparece no edital de técnico, né, na parte de administração pública, mas aparece no edital de técnico dentro do tema de gestão de pessoas, tá bom? e colocou gestão de risco, né, tanto para analista quanto para técnico. As questões de gestão de risco, gente, na
realidade eh da FCC, a gente tem questões, se não me engano, que datam de 2019, 2020, né? E As questões que a gente tem sobre gestão de risco é sobre o conceito de gestão de risco. Então, não dá pra gente, né, se basear porque é é o é o básico do básico do básico, tá? na última prova que a gente teve agora recentemente da FCC, né, e ele colocou no edital, né, que eh que ele tratou do do modelo das três linhas de defesa. E aí eu vou trazer, né, trouxe a questão, né, desse modelo,
porque esse modelo da três linhas da de três linhas de defesa, né, que a gente aprende muito em auditoria, em controle interno, né, ele eles estão colocando também dentro da administração pública, porque hoje a gente tem, né, decretos regulamentadores, né, dentro da administração pública que diz que eh se insere dentre as boas práticas de governança a própria gestão de risco, tá bom? E aí esse modelo de três linhas de defesa, né, deve ser o basicão. Então se eles colocarem uma questão, né, sobre gestão de risco, né, além da questão eh da estrutura da ISO 9001,
que é o que a gente deve ter, né, se tiver, porque a FCC nunca colocou uma questão sobre a ISO 9001, mas eh ele vai trazer também, né, aí esse modelo que é um modelo básico, tá gente? Claro que a gente não vai entrar, né, na na metodologia co essas coisas, porque isso é muito próprio para quem vai fazer paraa área contábel, né, paraa área de auditoria. Mas eh eh a gente tem que trazer pelo menos alguns conceitos iniciais que aí estão ligados aí ao controle interno, tá bom? Então, só trazendo uma explicação bem breve
e bem rápida, né, para você entender que tanto para analista quanto para técnico, mesmo que dois assuntos não estejam claramente no edital, né, para técnico, mas estão porque ele separou no edital de técnico a parte de gestão de pessoas. Tá bom, explicado, detalhado? Então, vamos simbora. Eu separei, né, no material de vocês esse, apesar que o material anotado vai estar assim, mas eu separei e deixei como surpresa, né, os assuntos que a gente vai tratar ali das questões, tá? Então, como surpresa, por quê? para você não se fixar, porque na FCC ele não vai te
dizer qual o assunto. Então, como a gente vai fazer aqui, né, um batidão FCC, é importante, né, não obstante você conseguir enxergar de qual assunto dentro do edital, e o meu objetivo foi exatamente esse, mostrar o assunto do edital a que a que estão relacionadas às questões, né, você tem que fazer as questões independente de qualquer coisa, tá bom? Então, vamos bora. E aí eu coloquei a primeira parte que é a parte da administração pública que cai em todos os editais, né? Todos os editais da FCC, que inclusive não caía antes, né? Agora tem caído
muito. Se você olhar as provas de até 2020, muito pouco a gente tinha desse tema. Mas, né, depois da pandemia, pós-pandemia, que a FCC começou a fazer algumas provas, né, esse assunto, né, passou a dominar também e ela sempre coloca uma questão na prova, tá certo? Então vamos bora comigo. Primeira questão. Vamos ler juntos essa questão, né? Pra gente poder entender o assunto, tá bom? Gente, vem para cá. Na gestão pública, na gestão pública e privada é ponto de convergência, gente. Questão certa também. A FCC gosta muito dessas coisinhas básicas, né? E aí só vamos
tomar cuidado nessa coisa de ponto de convergência. Nessa daqui a gente vai, e eu sempre digo, né, que quando ele fala em convergência e diferenças, na verdade ele ele tá trazendo muito conteúdo de direito administrativo, né, a questão, né, de que a o o a arrecadação é obrigatória na gestão pública, né, na gestão privada ela é voluntária, ou seja, você tem que comprar o serviço, que na gestão pública nós temos aí um grande desafio, né, que é fazer com que a demanda, né, esteja proporcional, né, a a arrecadação O que é difícil, porque na gestão
privada a gente tem aí uma demanda proporcional a exatamente o recebimento, né? E entre outras coisas, teve uma prova da FCC, vocês sabem que eu sempre trago questões que são simples, mas eu gosto de complementar, né, com questões mais antigas, né, para você entrar na vibe da FCC. Teve uma questão da FCC que ela colocou entre as eh convergências entre a gestão pública e privada, aí ela colocava lá seguir a lei parã pararã. E aí numa das alternativas, que era alternativa eh correta era todos devem seguir a Constituição, né? Então a gente na hora seguir
a lei fica meio assim, Né? Porque a gente sabe que o administrador público é que tem que seguir a lei, mas todos têm que seguir a Constituição. Então são coisas assim basiconas que a gente na hora só tem que se ligar para não errar uma questão dessa. Na gestão pública e privada é ponto de convergência. A forma de captação de recursos, acabei de falar que não, né? na na privada é voluntária, na pública é obrigatória, coercitiva. Utilização de técnicas administrativas como planejamento. Posso considerar que sim? Sim, né? Apesar de que ele não disse que há
diferenças nas técnicas, mas eu vou dizer que isso pode ser. Mas vamos ler até o final. Simetria na quantidade paga e recebida pelo usuário. Eita, gente, acabei de falar disso, ó, nem me lembrava. A simetria é exatamente, né? você equilibrar, né, a demanda, né, o que o usuário eh precisa com aquilo que eh tem o recebimento. Essa simetria, né, ou a proporcionalidade acontece na gestão privada, mas não na gestão pública. Atividade monopolista, claro que não, né, que e se é monopolista não vai impor concorrência, né? Exatamente. Contrário. E preocupação com bem-estar, a gente sabe que
isso é só na pública e ele quer a convergência, ou seja, nos restou a única alternativa que é a letra B. Fechou? Segunda questão. No que concerne os preceitos de governança, vamos lá, aplicados à administração pública, o conceito de acontability diz respeito a, Já sabemos, gente, FCC, quais as duas palavrinhas que a gente tem que procurar, prestação de contas e responsabilização ou também transparência. e a gente entender que a contability é um conceito polissêmico que não tem uma tradução, né, para o português, né, e que é a partir da contability, que a dentro de um
modelo gerencial que nós vamos permitir a participação da sociedade na tentativa de coibir a corrupção, né, o nepotismo e os desvios de recursos, tá bom? Então é isso que você tem que procurar, tá? Então vamos lá. O que que é a contability, letra A, né? é a qual a diz respeito à dimensão da cultura organizacional presente nos diversos ambientes internos da administração que devem estar alinhados com os objetivos públicos almejados. Isso não tem nada a ver com a contability, né, gente, cultura, né, e com objetivos almejados. B, relativa ao dever dos agentes públicos de prestar
contas, primeiro, a palavrinha do bem de seus atos à sociedade. Bem assim, a responsabilização pelos resultados de suas condutas. Essa, sem dúvida nenhuma, a gente já vai marcar como correta, né? Porque já tá aparecendo as palavrinhas que eu acabei de dizer para vocês, tá? Na C, o que a contability? Eh, traz a dimensão contábil e orçamentária, financeira, pode trazer da atuação estatal, tendo sido introduzida a partir do movimento de convergência das normas contábeis no início dos anos 2000. Gente, não tem nada a ver. Isso tem nada a ver. Claro que a gente já usava a
contability, um termo, né, da da iniciativa privada, né, e que tem a ver com controle, com as formas de controle e a gente já usava, né, ele na na iniciativa privada, como eu disse, sem uma tradução literal, né, como um termo que apresenta vários conceitos, né, que estão integrados. Bet, ah, a execução orçamentária financeira, né, faz parte também, mas a gente sabe que a contability vai além do controle, vai além dessa dimensão, né? Tem a ver com o quê? Com esse dever de prestar contas, tem a ver, né, com a capacidade, né, de eh a
sociedade participar da política pública, né, que aí entra a contabilite vertical, social, horizontal. Então, lembrando, né, que a contability se dá no âmbito dos poderes, né, dentro do sistema de peso e contrapesos, que a gente vai chamar de horizontal. E aí, fora isso, né, o Tribunal de Contas, Ministério Público, a vertical que vai se dar na relação entre o cidadão e o estado, né, a partir do voto, da eleição, do plebiscito e do referendo. Quando eu chamei de estado, eu tô falando de gestor público, né, vamos colocar a palavrinha certa. e a contabilidade social, né,
que é a ligada ao controle social, né, que é ligada à participação da sociedade, que é entram as associações, a mídia e etc. Ou seja, vai além disso, né? Então, quando tiver só isso e a FCC coloca isso direto, isso é restritivo, tá, gente? Não é a Resposta, tá? A letra D, a contabilite é um conceito gerencial, sendo aplicada para assegurar que o gestor público esteja alinhado com as boas práticas de governança predicadas por organismos internacionais de referência. Não tem nada a ver, né, com, né, práticas de governança predicadas por organismos internacionais, tá? São as
práticas de governança estabelecidas no Brasil que podem estar, né, eh, em consonância, né, com o as práticas dos organismos internacionais, tá bom? E não é um conceito gerencial, é a contability, é uma forma de controle que vai além do controle, porque o controle ele simplesmente ele vai corrigir os desvios, ele vai pegar aquilo que se planeja, né, comparar com o resultado para poder corrigir os desvios, desvios e manter a organização no rumo. A contability vai além disso, né? Porque além da transparência, da prestação de contas, ela permite, né, que as pessoas participem, né, que o
gestor, que os poderes, etc. Tá bom? Então, isso já foi uma questão da FCC, né, trazendo aí uma diferença. Ela perguntava sobre a diferença entre o controle e a contability, o que que diferenciava? E aí eu tô dizendo isso para vocês, tá bom? Contability é uma forma de controle que foi trazida paraa administração pública dentro do modelo do public service orientation, ou seja, o PSO, né, na última fase do desenvolvimento do modelo gerencial, do modelo voltado para resultados, tá? Ela é estritamente Política das ações públicas e assim entendida como a manutenção das condições de governabilidade
por meio do apoio popular. Tem nada a ver com ser política, né? da contability, gente, é um dos princípios, né, é um dos princípios, né, da governança, né, aí junto com a equidade, junto com a transparência e com a responsabilidade corporativa, né, como disser, não obstante, né, eh a gente dizer que a partir da LRF, né, o conceito de acontability foi intensificado, diria mais, foi fortalecido no Brasil, né, ele já existia, como eu disse, na iniciativa privada, mas foi exatamente a partir, né, de inclusive inclusive de denúncias de corrupção que a gente teve aí, né,
um bocado no nosso país, né, que a gente veio, né, eh, fortalecer o conceito de acontability como uma forma de controle, indo além do controle. Fechou, gente? Então, acrescentando mais informações para vocês, né, ligadas aqui à contability. Mas lembra, FCC, o que que eu preciso saber? preciso saber, procurar prestação de contas, responsabilização, transparência, um termo polissêmico ligado ao controle, né, e que permle, né, porque permite participação, tá? Terceira questão. A governança pública envolve a capacidade de, ó, Identificar problemas críticos, reunir condições necessárias ao exercício do poder, c liderar, somando-se a capacidade política de decidir. D,
identificar necessidades e anseios da organização, transformando-o em políticas. E a letra E, manifestar-se de forma clara, eficiente e eficaz. as demandas apresentadas. Deixa eu fazer um comentário nessa questão da FCC, né? Veja, gente, eh, vocês estão vendo aqui, né, um, vamos dizer assim, a FCC trouxe uma base interpretativa para governança, tá? Mas isso não vai refutar o conceito de governança, porque a governança, né, tá relacionada às boas práticas de gestão, né, é a capacidade de você reunir os recursos humanos, materiais e financeiros, né, e colocar em prática as ações. E a gente diz que a
governança, né, claro que ela se materializa nas políticas públicas, ela tá ligada a à busca e ao alcance de resultados, né? E aí você disse assim, Bet, né, governança pública é a capacidade de identificar problemas críticos? Pode ser de eh reunir condições necessárias ao exercício do poder. Não, porque condições necessárias ao exercício do poder tem a ver muito mais com governabilidade, né? Porque a governabilidade, né, que são as condições substantivas, eh, sistêmicas e Materiais ligadas ao exercício do poder de governar, tá certo? Então essa não é com certeza governança. Liderar seria uma prática de governança,
com certeza, somando-se a capacidade política de decidir, ou seja, de negociação. Aí você vai dizer, mas Bet, como ele falou em política, tá mais ligado à governabilidade. É, pode ser, tá bom? Mas tem a ver com liderar, né? Mas como ele falou, emcapacidade política, a gente vai trazer o conceito de governabilidade, que a governabilidade são as condições políticas, como eu disse, substantivas, materiais, ligados à forma de poder, ligada às relações, né, entre os poderes, ligado à credibilidade, a legitimidade que aquele poder tem ou que aquele governante tem junto à sociedade. Beleza? Então, falou em capacidade
política, a gente já desconfia. Aí, vê, identificar necessidades e anseios da organização, transformando em políticas, gente, da organização, né? Isso diz identificar problemas críticos, identificar necessidades e anseios da organização. Não. Governança pública significa identificar necessidades e anseios da sociedade. Da sociedade. Beleza? E aí a letra E, né? Manifestar-se de forma clara, eficiente e eficaz as demandas apresentadas. Minha gente, essa letra E muito mais abrangente do que simplesmente identificar. Governança é a capacidade de gestão, né? É a capacidade de você reunir de novo os recursos humanos, materiais, financeiros. É a capacidade governativa de liderar, né, De
exercer suas competências, né, de exercer o empreendedorismo, ou seja, a redução de custos, né, o foco na receita. Então, governança são as boas práticas de gestão que vão direcionar, ou melhor, a governança tem a ver com a capacidade, né, de gestão, né, ligada às boas práticas, né, que vão que vai direcionar a gestão, né, lembrando daquela diferenciação entre governança e gestão. Então, a letra E, gente, é a letra correta. Falou em eficiência, eficácia e efetividade, FCC, Cebrasp, FGV, governança, não tenha dúvida, né? Modelo regulador, modelo voltado para resultados, modelo descentralizado, tudo isso, planejamento estratégico e
isso tudo são práticas de governança, né? A capacidade de você utilizar essas práticas e alcançar os resultados desejados, tá certo? Então, sempre procure isso. Não obstante a letra A, né, não estar errada, mas identificar é uma coisa, né, bem restritiva nesse contexto aqui, tá bom? Porque é mais do que identificar, é implantar, é executar eh as políticas públicas, tá bom? Então, quarta questão, vem comigo, vem para cá, ó. Vem para cá. Exatamente, né? Vamos lá. Quarta questão, a administração pública Contemporânea forjada a partir do modelo gerencial e informada pelos princípios constitucionais a ela aplicáveis, notadamente
o da eficiência, positivado a partir da emenda constitucional 19/98, deve pautar-se deve pautar sua atuação pela transparência, governança e accountability. Nesse diapasão, letra A. Vamos lá, gente. Palavrinhas do bem. Vamos lá. Letra A. Transparência e a contability representam as duas faces da governança pública. Eu diria, não diria faces, eu diria princípios, mas tudo bem. Podemos aceitar isso para FCC, para Cebras, para FCV. Podemos. Sendo a primeira, a sua, qual é a primeira? A transparência, a sua dimensão externa, gente, a transparência é a dimensão externa. Nada a ver. Transparência, disponibilizar informações. Isso acontece no âmbito do
poder público que disponibiliza. Então, não é uma dimensão externa, é uma dimensão interna que se materializa externamente, né, com mecanismos de participação popular, né, e a segunda, dimensão interna, a contability, consistente na incorporação. E aí tem mais, né, na dimensão interna, contability, gente, não, né? dever de prestar contas e de permitir, né, e de ser responsabilizado. Então, não é uma Dimensão é interna, é uma dimensão também externa. Porque quando a gente fala na vertical, a gente tá falando que o cidadão, né, tá exercendo a contability. Quando a gente fala na horizontal, a gente tá falando
que os demais poderes estão exercendo. E a social, né, é com certeza externa, porque aí a sociedade, né, que vai trabalhar o controle social. Então, totalmente equivocado isso, né? B, exige-se que a transparência seja ativa. Aí, vê, pediu aqui a lai, né, a lei de acesso à informação, que a gente tem transparência ativa e passiva, né? A transparência ativa é quando o próprio órgão disponibiliza as informações, mas a transparência passiva é quando o cidadão solicita as informações e o órgão então entrega essas informações. Então, quando ele diz, né, exige-se, já não é. Ou seja, que
todos os atos administrativos serem publicados em diária oficial, em mídia digital, não podendo ser conferido sigilo, né? Também não podendo ser conferido sigilo, a gente sabe que existem informações sigilosas, tá? C. As boas práticas de governança correspondem a conceito que se aplica às empresas estatais, enquanto na administração direta as mesmas finalidades são atingíveis com a dimensão da governabilidade. Nada a ver. Governança e governabilidade são aplicáveis tanto à administração direta quanto indireta. Na realidade, a gente diz que a governança é um instrumental, é o instrumento para que eu possa, né, eh, fazer juz a minha governabilidade,
Que é o poder de governar, o poder legítimo, a credibilidade junto à sociedade, junto aos poderes e aos partidos. Ou seja, não tem nada a ver o que ele tá dizendo aqui. Letra D. A dimensão denominada Contability diz respeito à exigência. Sim. de se prestar contas, palavrinha do bem à sociedade, de atuação administrativa e dos resultados obtidos, responsividade, não se restringindo a mero controle formal ou da legalidade. Perfeito. Não é simplesmente você, né, cumprir o orçamento, cumprir a lei, mas vai além, né, você obter desempenho. Então essa, né, traz aí nesse nesse bojo o conceito
de acontability. E a letra e enquanto a governança responde à dimensão política de atuação administrativa, governança atuação política do mal, né, gente? Quem quem trata da dimensão política é a governabilidade, né? Ou seja, as condições para adoção de políticas públicas, condições para adoção, né, é governança, né? A dimensão de a contability diz respeito ao controle da legalidade. Tem nada a ver com o controle da legalidade, né? Com a contability. Pode até ser, mas não é isso só de jeito nenhum. Tá certo, gente? Então, do mal também, letra D de Deus é a nossa resposta, né?
Eu deixei aqui, né, um espacinho, né, pra gente poder só conversar sobre essa questão da governança e da governabilidade, né? Queria só reforçar com vocês, porque recentemente a FCC ela colocou uma questão, né, ligada a governança e ligada à gestão, à governabilidade, não, e ligada à gestão, né? E aí ela trouxe exatamente primeiro as dimensões, que aí é a cereja do bolo que a gente vai trazer na aula de hoje, né? Então ela trouxe aí a dimensão, né, da governança e da gestão fazendo essa interligação. Bet, ele vai perguntar isso, isso tá lá no no
referencial básico de governança do TCU, né, minha gente? Isso é um conceito que cai na FCC, né? Um conceito que cai em todas as bancas que independente de ter isso no edital, você tem que saber, né, a que se refere. E aí a gente tem questões, né? Eu não trouxe tantas questões assim para esse tema, né? Mas a gente vai fazer mais, fique tranquilo, né? Mas recentemente, sei lá, dois anos atrás, né? A FCC perguntou exatamente qual a diferença entre governança e gestão, né? E além disso perguntou quais eram as instâncias que eram responsáveis, né?
por exercer a as instâncias de governança, exercer a governança, né, do ponto de vista externo e do ponto de vista interno. Ou seja, esse modelo você tem que conhecer, tá bom? E nesses editais que eu tô te dizendo aqui, não tinha, né, esse e eh o referencial básico de governança do TCU. Ou seja, ele entende que você tem que saber. E aí, bem rapidinho, só paraa gente reforçar, a governança, ela vai ADM, ou seja, lembramos de Administração, ela vai avaliar, ela vai direcionar e ela vai monitorar, direcionar as estratégias, ou seja, os caminhos, né, que
devem ser percorridos. Para quê? para que a gestão a partir da e aí a liderança executiva, a alta cúpulla, o conselho de administração possa avaliar, direcionar e monitorar o quê? O planejamento estratégico, o planejamento tático, o planejamento operacional a partir do planejamento, implementação e controle. O controle implica necessariamente o encaminhamento de quê? da contability, ou seja, da prestação de contas para que, né, possa ser exercido o monitoramento. Eita, apaguei foi tudo o monitoramento. Deixa eu botar aqui o monitoramento por parte das estruturas de governança. Quem estão nas estrut quem está, desculpa, nas estruturas de governança,
né? São os contratantes, né? Os contratantes, ou seja, o estado na relação com os burocratas, né? O o cidadão na relação com o estado, porque o cidadão é quem paga, é o dono da grana, né? É o dono do apartamento e e o síndico é quem tá na gestão, é aquele que vai gerenciar os recursos, tá bom? E aí a gente diz que nessa estrutura de governança, né, a gente vai ter o, e aí eu quero também trazer essa informação, né, porque foi uma questão recente também da FCC, quando ela traz aí a teoria do
agente principal, né, que serviu de base para embasar esse modelo, Né, lembrando que o principal, como eu disse, é o contratante, né? é o principal é o cidadão, é aquele que paga os tributos, é o acionista da organização, né, que quer direcionar, né, as estratégias para que a gestão possa executar, né, direcionando aí os caminhos que devem ser percorridos, tá bom? E aí a gente tem nessa relação, né, o agente que vai trabalhar a gestão e esse agente, como eu disse para vocês, é a liderança executiva, é o conselho de administração, né, que vai eh
gerenciar os recursos, tá bom? E aí, só pra gente fechar, né, nós vamos ter aqui as estruturas de governança, que na realidade eh o que a a FCC chama são instâncias de governança. E essas instâncias a gente diz que vão, na realidade, essas instâncias elas vão assegurar, né, que aquilo que o principal, né, direcionou, né, seja realizado pelo agente, ou seja realizado ou tenha sido realizado, né, e aí a partir da contability, punindo, né, coagindo e etc., tá? E aí a gente vai ter como instâncias externas de governança, né? E aí a gente vai dizer
que aí a gente tem, né, a alta cúpula, né, a gente vai ter o controle externo, a gente vai ter o TCU, os TCs, a gente vai ter o Ministério Público. São instâncias externas aí, né, que eh vão trabalhar a governança fiscalizando, né, e direcionando. Sendo que essas instâncias externas elas eh elas vão receber apoio, que a gente vai chamar de Instâncias externas de apoio à governança de quem? da própria sociedade, que a gente vai chamar de controle social, ou até de auditorias independentes, né, que estão externas à organização, né, que estão externas. E aí
a gente diz que essas estruturas são externas à organização, né, e que vão dar parecer aí das contas para ver se, né, realmente estão alinhadas com as estratégias que foram direcionadas, tá? E internamente a gente vai ter as estruturas eh eh internas de governança, que aí entra, né, exatamente a liderança executiva, o conselho de administração, é a alta cúpla da organização, né, que vai tá envidando esforços para que, né, os demais agentes, né, que são os burocratas, os que vão executar aí, né, a a estratégia, né, realmente cumprilo que tá estabelecido no planejamento estratégico. E
essa instância interna de governança, ela vai receber apoio, que a gente vai chamar de instância interna de apoio à governança de quem? da ouvidoria que vai receber denúncias dos eh cons do conselho fiscal, da auditoria independente, né, que aí é auditoria dentro da própria organização, do controle interno, bom, enfim, né, de todos os eh órgãos dentro da organização Que podem receber denúncias ou que na realidade fiscalizam, monitoram, supervisionam a gestão, né, para dar ciência à liderança executiva para que ele envie esforços para manter a organização no Rum, tá certo? E aí isso é a base
da teoria do agente principal, né, que traz aí essa relação, né, de interdependência entre o dono, como eu disse, o contratante e o contratado. Beleza, gente? Então, só para fechar esse conceito, a gente já viu governabilidade, a gente já viu governança, a gente já viu a gestão para resultados. Só lembrando, né, que quando a gente fala de gestão para resultados, a gente vai falar que é um modelo flexível, autônomo, descentralizado, focado, né, no longo prazo, focado na estratégia, né, é um modelo, né, que se volta para resultados. Cuidado para você não ver, ah, ele se
volta para o controle de resultados, né, não para o controle de processos, não para o controle de procedimentos, né? é uma forma flexível e é imprevisível, né, da gente trabalhar, ou seja, e que a gente vai, né, assegurar, né, a partir da confiança prévia no gestor, né, com eh o exercício da contability, né, que as práticas sejam adequadas ao que foi direcionado pela governança. Então, só trazendo as palavrinhas do bem, tá gente? Caso, né, a FCC venha colocar dentro de um modelo de gestão para resultados. Fechou? Próximo assunto, né? Só para você entender que a
gente vai passear por todos os assuntos. Não olhe nem o assunto, né? Depois vocês vão receber o material anotado. Vamos falar, né, de processo organizacional, que a FCC ama, adora. Qual é a função do administrador? Coordenação, que se dá a partir do ajuste mútuo e voluntário entre os vários atores, né? Ou seja, não eh comunicação formal, informal, sem subordinação, né? Caiu, foi campeão em 2023, 2024 e até agora em 2025 também caiu uma questão dessa, tá bom? Não obstante eu ter trazido outras questões pra gente poder revisar as palavrinhas do bem acerca de processo organizacional.
Vem comigo. Vamos lá, ó. Olha lá. Eh, uma das formas de coordenação presente no âmbito das organizações consiste no denominado, ó, aqui, ó, de cara ajuste espontâneo. Este que, bom, gente, isso aqui, quem tá fazendo prova de FCC, né, você diz assim: "Bet, isso não aparece na FGV, isso não aparece na Cebrasp, né? Isso dificilmente aparece na OCP. Pois é, mas na FCC sempre aparece. Então assim, né, dificilmente eu tô dizendo, né, e até agora não apareceu, né, na FGV e na Cebrasp, mas é importante que a gente saiba, né, do que que se trata
o ajuste espontâneo. E aí vamos procurar as palavrinhas do bem, gente. Quais são as palavrinhas do bem para ajuste espontâneo? é um ajuste voluntário, é a melhor forma de você usar os meios, harmonizar, equilibrar os meios para o alcance dos fins. E o ajuste espontâneo É um mecanismo da função do administrador chamado de coordenação. Então, quando aparecer função de coordenação, quando aparecer voluntário, que se dá a partir da comunicação formal, informal, sem relação de subordinação, tá certo? Ou seja, eu coordeno, eu tô aqui coordenando, eu tô aqui coordenando vocês. Não, não há relação de subordinação.
Eu tô dizendo, ó, estuda isso, se liga nisso, essa é uma palavrinha do bem. Esse é o objetivo, né, do ajuste espontâneo ou voluntário, tá? Então, se liga nas palavrinhas, vamos para cá, né? Este que corresponde à cadeia de comando que parte da autoridade central e deve chegar até o destinatário da ordem, corrigindo eventuais desvios. Gente, cadeia de comando é um elemento da estrutura organizacional chamado de cadeia de comando mesmo ou cadeia, né? Eh, eh, eh, eh, é cadeia hierárquica ou linha de comando também, né? que a gente chama de de eh é de linha
de comando. A gente pode dizer, né, que eh a linha de comando ou a cadeia de eh escalar, desculpa, tava faltando essa palavrinha, ó, cadeia escalar. Então, isso é o conceito. É a linha que vai do topo à base, mostrando quem manda em quem. Nada a ver. Se ele falou de hierarquia, autoridade, isso jamais vai ser ajuste espontâneo voluntário, tá? B. Consiste na adesão da corporação às metas Propostas no planejamento estratégico pautado pelo incentivo financeiro envolvido. Nada a ver com incentivo financeiro, nada a ver com adesão à corporação às metas estratégicas, né? Isso aí é
outra coisa, né? Isso tem a ver com planejamento, isso tem a ver com comunicação, comprometimento, nada a ver. C se dá quando os projetos idealizados ou as metas estabelecidas necessitam de adequações em função de fatores supervenientes. Gente, também não tem nada a ver, porque se ele precisa, né, de adequações, né, com certeza não vou, né, eh, trabalhar eh ajuste espontâneo. Você dizer: "Ah, Bet, posso até trabalhar". Mas veja, ele tá dando, ele tá dizendo claramente que vai se dar só em função de fatores supervenientes. Ele tá dizendo claramente que é quando você tem projetos ou
metas estabelecidas. E não é esse o conceito, palavrinha do bem para justo espontâneo. Volto a repetir, é um mecanismo de coordenação, né, que a partir da comunicação, sem hierarquia, sem subordinação, né, permite harmonizar e equilibrar os recursos, os meios para o alcance dos fins. Ponto final, beleza? Letra D, está presente apenas nos níveis gerenciais da organização e ocorre quando a equipe não está performando adequadamente e demanda substituições. Tem nada a ver. É um é um processo contínuo, sistemático, né? A letra E se dá a partir da comunicação, palavrinha do bem, entre os responsáveis pela realização
de uma tarefa, ou seja, que não implica Subordinação. Beleza, gente? Essa é a resposta, né? É quando a gente fala de, né, quando a gente fala de ajuste espontâneo, quando a gente fala de coordenação. Eu vou aproveitar, né, que essa foi uma questão que teve recentemente e aí eu trouxe essa outra pra gente revisar as palavrinhas do bem relacionadas aqui, inclusive à própria coordenação, né, relacionada ao processo organizacional. Então, bem rapidinho, a gente sabe que as funções do administrador, né, são planejamento, organização, a direção, que, né, atua bastante na execução e o controle, né, são
quatro, vamos dizer assim, funções do administrador, né, o planejamento, gente, quais são as palavrinhas do bem ligadas? Ou seja, aí tem mais, né? Cada uma dessas funções, né, exercidas de forma isolada, né, podem dentro de um processo, né, ser exercidas de forma contínua e permanente. Ou seja, entram os insumos na organização. O que que o administrador vai fazer? Veja, gente, quando eu falo administrador, e aí eu vou aproveitar a questão anterior, eu não tô falando de gerente, eu tô falando que nós somos administradores. Todas as pessoas que realizam seus trabalhos são administradores dos seus trabalhos,
tá bom? Então, nada desse negócio de nível gerencial, né? Todo administrador, você tá planejando, organizando, dirigindo e controlando sua vida, tá bom? Então, Falar em administração, né, significa essa forma de gestão, beleza? Então, vamos lá. Entra os insumos. E o que é planejar? É definir, é estabelecer, é eh eh determinar. Pode ser os verbos utilizados, mas o que mais importa é que a gente vai definir o que queremos e como vamos fazer para alcançar. Ou seja, vamos definir fins e maneiras, vamos definir objetivos, metas, resultados a serem alcançados, né, e estratégias, né, e meios, né,
pra gente alcançar, ou seja, e planos. Tudo isso que eu tô dizendo aqui são sinônimos que você pode encontrar na tua prova, né? Fim são objetivos, resultados, metas e meios são estratégias ou planos ou maneiras de fazer, tá bom? A partir do planejamento, a gente vai, né, encaminhar os objetivos, né, e a maneira de fazer para a função de organizar. E a função de organizar, ela tem esse objetivo, né, organizar os recursos, os insumos para o quê, né? Para que possa alcançar os resultados. Então, ela vai alocar, ela vai distribuir as pessoas nos cargos, ela
vai distribuir as tarefas, né, ela vai distribuir os recursos. E aí quando ela distribui, gente, ela tá estabelecendo autoridade e responsabilidade, porque a autoridade é o poder de mandar e de se fazer obedecer, nem que seja no seu próprio trabalho, tá certo? e a responsabilidade é o dever de alcançar o resultado. Então, a gente diz que a organização, Né, palavrinha do bem, tá ligado à autoridade e a responsabilidade. E o que é que a função de organizar, né, traz como resultado a o desenho da estrutura organizacional, que a gente vai representar através do organograma, beleza,
gente? que é um assunto estrutura, né, que é um assunto que cai na prova de vocês e que com certeza nós vamos ter, deixa eu apagar a estrutura aqui que ficou todo, né, que com certeza nós vamos ter uma questão na prova de vocês, que aí a gente tem que estudar as várias tipos de estrutura, beleza? Partimos, né, planejamos, organizamos, alocamos os recursos, as pessoas nos cargos, distribuímos o trabalho, né, e aí vamos execução, vamos executar. Na execução, a gente sabe que é o momento que a direção vai atuar, porque é ela quem vai exercer
a competência interpessoal. E eu sempre digo, toma cuidado com direção. Porque direção, gente, é motivar, é persuadir, é liderar, né? É, é recompensar, é desenvolver, é buscar o que cada um tem de melhor, é se relacionar, é comunicar, tá certo? Então, tudo que tiver relacionado com eh pessoas, e aí eu digo só toma cuidado, porque organizar é colocar as pessoas nos cargos, mas tudo que tiver ligado a, por exemplo, a você motivar, a você liderar, a você influenciar as pessoas, aí eu tô falando de direção, tá bom? Então, não é simplesmente a palavra pessoas que
vai definir se é direção ou se é, né, Organização, mas o que que você vai fazer, né, qual ação que você vai fazer com as pessoas, tá bom? Então, né, é uma competência interpessoal que age sobretudo na execução, tá? E aí vamos pro controle, porque a execução trabalha com resultados, né? E aí a execução manda resultado pro controle e o controle, a gente até falou bastante da contability, né? O controle é a função que vai pegar os resultados, vai comparar palavrinha do bem para controle, vai comparar os resultados com quê? Com os padrões de desempenho.
Com os padrões de desempenho, com as metas estabelecidas, com os objetivos estabelecidos no planejamento, que a gente vai chamar de padrões de desempenho, né? Fazendo o quê? Medindo, monitorando, avaliando, verificando, né? Para quê, gente? para corrigir os desvios, né? E aí eu falei até agora a pouco para vocês, vamos tomar cuidado que o que a contability vai além do controle, porque o controle ele pega o resultado, né? Olha para o que foi planejado. Se não atender, o que que ele faz? Ele volta para ele manda voltar pra execução. Execução faz de novo porque não tá
de acordo com o que foi planejado. Ou seja, o controle ele corrige os desvios e o controle pode ser antes, durante ou depois. o controle prévio, o controle concomitante e o controle por feedback ou de resultados. Tá bom? Então, falou em monitorar, em verificar, em analisar, em comparar, em medir, monitorar. Eu fale monitorar, né? Emir, eh, deixa eu ver, aferir. Tudo isso são palavrinhas para controle, tá certo? E aí você desbete, onde aparece a coordenação aqui nesse contexto? Ora, gente, coordenação, palavrinha do bem, harmonizar, equilibrar, eh, ajustar, falamos em ajustar, né, os meios para o
alcance dos fins. Aí você diz assim, Bet, se na no enunciado da FCC aparecer qualquer uma dessas palavrinhas, ajustar, equilibrar, fazer melhor uso dos meios para o alcance dos fins, exatamente assim, e tiver nas respostas coordenação, você vai marcar coordenação. Agora, Bet, se não tiver, se não tiver coordenação, aí você vai ter que avaliar, porque a coordenação ela pode est no âmbito da direção quando eu estou coordenando as pessoas e ela pode estar no âmbito da organização quando eu estou estruturando a minha organização, tá bom? Mas assim, não é provável, mas como a FCC gosta
tanto de coordenação, né? Eu achei interessante comentar isso com vocês. Beleza? Agora vamos paraa nossa questão. Agrupar as atividades em órgãos e cargos, acabou. E definir autoridade e responsabilidade, acabou. Palavrinha do bem, simples assim, né? Corresponde à fase do Processo administrativo denominada que faz essa gente organização, né? Ah, Bet, controle e monitoramento é a mesma coisa. E direção e planejamento, né? a gente já viu, fechou, gente. A regra é clara. Olhou pr as palavrinhas do bem, você acerta a questão. Ainda mais questões de FCC. Beleza? Mais uma. A retroação da ação empresarial reflete o processo
administrativo. Veja essa questão aqui, né? Uma questão de prefeitura, né? Mas é importante que a gente faça. Por quê? Porque quando ele fala de retroação, a gente sabe que retroação significa feedback. significa retorno, retroalimentação, que é um fenômeno que acontece na comunicação, né? Quando a gente tá comunicando, né? A gente tá fazendo o quê? A gente tá mandando a mensagem de um emissor para um receptor e para assegurar que esse receptor entendeu o que a gente diz, ele vai confirmar a mensagem. Então isso é o feedback, né? O feedback é a retroação, né? Eu vou
confirmar para ver se vocês me entenderam, né? Vocês vão me fazer perguntas, né? Então essa confirmação para ver o entendimento, beleza? Aí você diz: "Bet, isso tá na função de comunicação?" Tá na função de comunicação. Aparece ela aqui? Não. Aí ele fala de retroação da ação empresarial. Onde é que aparece? No controle. Por que, Bet? Porque eu acabei de dizer que nós vamos trabalhar e o controle é a única função que a gente trabalha previamente, concomitantemente, que a gente vai chamar, né? Concomitantemente e por feedback, que é o nome, né? é feedback e retroação, que
significa resultado, ou seja, qual é o resultado, né? E aí quando a gente fala de controle prévio, a gente vai fazer inspeção de matériapra, a gente vai trabalhar o planejamento estratégico, então a gente vai controlar previamente, né, pra gente ver se a gente planejou, né, se a gente estabeleceu ali programas de treinamento, desenvolvimento, planejamento estratégico e tal. O concomitante acontece durante, né, o processo e aí a gente vai ter reuniões de staff, né, reuniões de assessoria, a gente vai ter supervisão, né, das pessoas, supervisão dos subordinados, que é quando você tá lá acompanhando, né, essa
essa esse controle, né, e o controle, né, de resultado feedback é o seguinte: morreu, vamos esumar o cadáver, não tem mais o que fazer, tá certo? é o controle que você vai trabalhar em cima de relatórios, né, e que a gente chama também, né, de inspeção dos produtos, né, ou serviços, exemplo, né, que ele pode colocar. Então, vamos lá, gente. A retroação, né, não tem nada a ver com operação, né, organização não tem nada a ver. Planejamento não é retroação. Porque que é retroação? Quando eu falei aqui do processo, ó, ó, ó, ó, retroação, eu
tô olhando o que eu tô recebendo, né, comparando, né, com planejamento para corrigir os desvios. Ou seja, isso é retroação, né, o feedback para assegurar que o que foi planejado será realizado. Beleza? E aí no caso controle não falou de pessoas, então também não é direção. Oitava questão. Essa questão foi recente, né? E como ele falou, né, sobretudo para analista sobre indicadores de desempenho, né, e eu disse para vocês que na prova de técnico, como tem BSC e a gente tem que estudar planejamento estratégico, a gente tem que saber BSC, né? Ele colocou lá na
tua prova BSC, que é o painel de indicadores balanceados, né? Então, a gente tem que conhecer um pouquinho sobre indicadores. E aí ele fala sobre, né, medição de desempenho, tá certo? Então vem para cá pra gente poder eliminando, né, as questões. Vem comigo. Para que um sistema de medição de desempenho, Para que o sistema de medição de desempenho alcance sua finalidade, é necessário que ele seja, gente, um sistema de gestão de desempenho. Pode ser um sistema informatizado e pode ser um sistema num pedaço de papel. É um sistema, né, que vai nos permitir acompanhar o
desempenho. O que que é o desempenho? A gente diz que o desempenho ele é fruto do esforço, mas o resultado, né? Muitas bancas colocam a palavrinha desempenho como sendo resultado. Não é importante isso para em termos de FCC nem Cebrasp, né? Às vezes na FGV pode ser. Beleza? Mas vamos lá para que ele alcance sua finalidade, para que a gente possa ter um sistema de gestão de desempenho, cadê, né? E talvez para que um sistema de medição desempenho alcance sua finalidade, né? Que que ele tem que ser homogêneo e delimitado? Bom, você vai dizer assim,
Bet, vamos lá, a gente vai ter que estudar as estruturas. Homêneo, gente. Homêo significa uniforme. Veja, eu tenho um sistema de gestão de desempenho. Eu vou controlar a quantidade de horas que eu estudo, eu vou controlar eh os assuntos que eu estudo, eu vou controlar o tempo que eu passo com meus filhos, homogêneo, uniforme, um sistema de gestão para alcançar a sua finalidade. Ele não pode ser homogêneo, ele tem que atender as várias demandas, as várias áreas que são importantes da gente poder, né, controlar e monitorar e assegurar o desempenho. Então, nada a ver, Bet,
delimitado. Eu posso falar de específico, porque quando eu falo de um sistema de gestão de desempenho, eu posso ter sistemas para áreas, para operações. Então, tudo bem, isso até pode ser, tá bom? Mas delimitado não é bom. E a gente já eliminou o homogêneo. Ah, Bet específico, é do bem. É verdade, minha gente. O que que é razoável? Razoável significa tá ligada a racional, né? Quando eu falo de um sistema de medição de desempenho, né? Eu vou trazer só razoável, adequado, racional, eu vou trazer só uma dimensão quantitativa. Razoável é uma palavra que não não
não. O que é razoável, né? O sistema de gestão tem que ser simples, né? tem que ser eh eh eh tem que ser comunicativo, tem que ser eh tem que eh trazer a relação custo e efetividade. A gente tem várias características ligadas aos indicadores. Ser razoável tá ligado à racionalidade. E não é isso necessariamente, que a gente pode até medir questões subjetivas. Por exemplo, eu posso medir o clima organizacional, a atmosfera, o estado de ânimo das pessoas e eu posso ter um sistema de de desempenho relacionado com isso, tá bom? Abrang gente, minha gente falou
em balanceado, palavrinha do bem. Amo. Amo. Balanceado. Amo. Proporcional, gente. Proporcional. O que que significa proporcional? Proporcional significa eh que a gente vai ter ã igualdade, né? Uma relação de semelhança, né? Um proporcional ao outro, um em relação ao outro, é uma igualdade em relação ao outro, né? A proporcionalidade tem nada a ver. Eu posso medir coisas diferentes, tá bom, Bet? Heterogêneo, mas eu já eliminei, né? Pode ser heterogêneo, pode ser, né? Restrito, cuidado. Por que restrito? Restrito não é específico, tá certo? Restrito, né? Restringe-se a isso, ou seja, delimita-se. Não. Agora, um sistema de
gestão, desempenho tem que ser abrangente, tem que abranger aquilo que é importante e o que importa medir, né? Não é medir tudo, mas é medir o que é importante. Por exemplo, medir quanto tempo eu estudo é importante para você? Não, Bet, porque eu tenho o dia todo para estudar. Ah, para mim é porque eu não tenho o dia todo. Eu trabalho, então eu tenho que ter horas de estudo, né? Então você vai medir o que é importante, o que é significativo, né? Então ele tem que ser abrangente e tem que ser balanceado, porque a gente
aprende no BSC, que é um painel de indicadores balanceados, ó. se liga na palavrinha, né, que é um painel de indicadores balanceados, que não existe a melhor perspectiva. Todas estão ou devem estar integradas, né, equilibradas, harmonizadas e balanceadas sem priorização. Não adianta nada eu priorizar a perspectiva do aprendizado de crescimento, né, que são os meus investimentos nas pessoas, se eu não alcanço meus resultados. Então, né, há esse balanceamento, né, que a gente chama de equilíbrio, né, e de harmonização entre, né, os indicadores que são importantes. Então, letra C. Bet, eu não sabia disso, gente. Klin
colocou isso, né, quando trouxe aí, né, o BSC. Mas o mais importante, o que eu tô tentando mostrar para vocês, é que a gente tem que ir numas questões como essa da FCC por eliminação, né? Então você lembra, né? Eita, indicador balanceado, beleza, lembrei de de BSC, né? As outras você razoável, né? Homêneo. Por que homogêneo? Igual, gente, hoje nós trabalhamos com as diferenças, né? São as diferenças que promovem o novo, então não algo homogêneo. Poderia ser heterogêneo, poderia até ser, mas abrangente é uma palavrinha melhor, tá bom? E é a palavrinha que Kle e
Nort utilizaram para descrever o BSC. Fechou? Tá de boa? Então vamos. Nove. Com relação à utilização da ferramenta, agora entramos em balance scorecar, né? No processo de gestão estratégica. Esta. Vamos lá. Letra A, minha gente. Balance score car, né? Lembrando das palavrinhas do bem para balance scoricar. Será que a gente pode revisar bem rapidinho? Deixei um slide aqui. O balance scorar, né? Vamos lá. Palavrinhas do bem. Você anota aí, depois eu só escrevo aqui o coiso. É um sistema, né? É um painel de indicadores balanceados. Veja, sistema de gestão, cuidado. É um sistema de gestão
que permite gerenciar, é um sistema que permite comunicar a gestão, que permite traduzir a gestão, né? Traduzir, comunicar, né? Integrar a gestão, acompanhar, né? a gestão. Cuidado. O balanço escoricar ele não estabelece missão, visão, valores. Não é ele que faz diagnóstico externo nem interno. Quem vai fazer isso? E a gente vai pegar essas essas análises todas do planejamento estratégico, né? E daí a partir disso, né, construir o nosso BSC, né? Então ele é um instrumento de gestão, né, como eu disse para vocês, e que vai estruturar os processos da organização. Como assim, Bet? Por que
os processos, né? Porque eu vou ter em cada perspectiva um objetivo e cada objetivo daqueles tem por trás vários processos, atividades e tarefas, tá certo? Ou seja, não é um modelo que, por exemplo, na perspectiva da aprendizagem e crescimento, né, tá lá pessoas, mas tá ligado só a pessoas, não tem processo de treinamento, desenvolvimento que os gestores têm que mandar as pessoas, que a área de RH tem que organizar, ou seja, tem todo um processo com com um conjunto de atividades e tarefas. Então, se liga nisso, né? É uma forma de estruturar, outra palavrinha, estruturar
palavrinha do bem que já caiu no passado na FCC, né? estruturar os processos gerenciais, tá certo? Gerenciais. Gerenciais. E aí ele parte da missão, da visão, do estabelecimento de estratégias, dos valores e define, segundo modelo de capla em Norton em quatro perspectivas. Falou em perspectiva, lembramos palavrinha do bem para BSC, financeira, clientes, processos internos, aprendizagem de crescimento. Minha gente, essas perspectivas podem mudar. Claro, não são Componentes, né, rígidos. Pelo contrário, na administração pública, a gente vai mudar de acordo com o negócio da administração pública, que não é o financeiro, que tá no topo, sendo que
os elementos que compõem esse BSC são aí para todos os e BSCS, objetivos, indicadores, metas e iniciativas estratégicas, que a gente vai chamar de ação, né, de eh de estratégica, que a gente vai chamar de ações estratégicas, certo? Em cada uma dessas perspectivas, Bet, eu vou definir esses objetivos aqui. Não, eu vou definir isso no planejamento estratégico. É o planejamento quem define. Agora, eu vou trazer essa definição aqui para o meu BSC, né, para que eu possa, né, exatamente estruturar os meus processos, para que eu possa comunicar e traduzir a estratégia, né, num num sistema
balanceado de indicadores. E aí a gente vai desenhar outra palavrinha do bem, ou seja, a gente vai ter perspectiva, a gente vai ter os elementos que é objetivos de indicadores, metas, iniciativas e a gente vai ter a representação que a gente vai chamar de mapa estratégico. E o mapa estratégico, como eu disse para vocês, é uma representação que vai, né, ser construído de cima para baixo, porque é o objetivo maior da organização, né, mas que a relação de causa e efeito vai acontecer de baixo para cima. Ou seja, eu vou ter aqui os indicadores de
tendência, que são, eu vou medir hoje, Veja, são indicadores de tendência, não é porque eu tô medindo no futuro, não. Eles são indicadores que eu vou olhar hoje. Quando você estudou, você vai est medindo aqui. É um indicador de tendência. E a partir desse investimento aqui no teu, no teu objetivo do teu estudo, isso vai ter impacto na melhoria do teu processo interno, que a gente chama de excelência. Isso vai ter impacto na percepção de valor pelo cliente e isso vai acabar gerando, né, os teus resultados financeiros. Então, quando a FCC colocar, né, que no
BSC nós vamos ter o mapa estratégico, né, desenhado a partir dessas perspectivas, e aí se ele não falar da área pública, você tem que encontrar as quatro perspectivas, tá certo? Ou pelo menos eh entre outras, né, se ela colocar, né, e tem que falar dessa relação de causa efeito, tá bom? E aí sim falei de indicadores de tendência e tem que falar do indicadores de resultado que a gente vai medir na hora em que vai acontecer, beleza? E a partir disso vocês vão conseguir responder todas que diz assim, ó. Ele quer que a gente fale
sobre BSC e ele diz o quê? Letra A, trabalha com a consideração de componentes estratégicos. Um, sendo um desses o de metas que mostrarão o desempenho de acordo com cada objetivo escolhido. Vamos lá. O BSC trabalha com a consideração de componentes estratégicas. Pode ser, sendo um desses O de metas. Qual é um componente? é uma meta, pode ser que mostrarão o desempenho de acordo com cada objetivo. Aí você vai dizer assim: "Ô, Bet, sendo esse componente que é a meta, vai mostrar o desempenho de acordo com cada objetivo. A meta vai mostrar o desempenho. Quem
é que vai mostrar o desempenho? É a meta ou é o indicador? Que que é a meta, gente? É um alvo a ser alcançado, né, de forma quantitativa, né? Então eu pego um objetivo, né, e desdobro em metas, né? Então na realidade a meta é o que o indicador vai apontar. Então eu tenho um indicador, né, para medir aquele objetivo e aí eu vou estabelecer metas de curto prazo para ir alcançando, né, a medida e para ir alcançando e chegar no objetivo maior. Então isso aqui não tá muito bom, né? Não gostei muito disso aqui.
Tá bom. Vamos para B. permite valer-se de conhecimentos adquiridos com a experiência, desconsiderando, já é uma palavrinha que a gente desconfia, né? Entretanto, o indicador de clima organizacional como multifator. Vê, gente, tem nada a ver. A gente pode, inclusive, no na perspectiva de aprendizagem e crescimento, que a gente coloca lá pessoas e o capital da informação, a gente pode colocar a pesquisa de clima organizacional, sim, porque a pesquisa de clima ela promove satisfação, ela mostra se as pessoas, Né, tão motivadas, né, tudo isso mostra o ambiente organizacional. Então, desconsiderando a do mal. C. Det at
clareza sobre microobjetivos para o BSC. Eu esqueci de dizer isso. Anota aí. Palavrinha do bem. Ele é um instrumento da gestão estratégica. Ele é um instrumento da gestão estratégica. É um sistema de gestão estratégica de longo prazo, tá certo? agora que permite alinhar o longo prazo ao curto prazo, que permite alinhar o estratégico ao operacional, desdobrando, né? E mais, por que que ele surgiu? esqueci a palavrachave porque Capla Norton, né, eles verificaram que não havia nenhum instrumento que alinhasse indicadores financeiros a não financeiros, porque ele diz, né, e a gente sabe que é assim, que
você só vai obter o resultado financeiro se você investir no intangível, ou seja, a partir dos teus estudos, do teu conhecimento, da tua das tuas expertizes que você vai conseguir, né, um emprego, se Deus quiser. é seguro e estável. Beleza? Então, nada de microobjetivo. Desconfie quando você vir essa palavrinha para BSC. D. Permite desenhar um planejamento mais abrangente. Gente, o BSC desenha planejamento de jeito nenhum, né? O planejamento é um instrumento que é na realidade comunicado e traduzido no BSC. Tá certo? Ah, desculpe. Pera aí, pera, pera, pera, desculpa, desculpa, desculpa, pera aí. Eita, eu
já, já. Pera aí, eu já desmarquei. Aí, eu já fui olhar aqui agora, ó. Permite desenhar um planejamento mais abrangente que tão somente aqueles baseados em indicadores financeiros e contábeis. Agora, ó, aí eu disse assim, Bet, mas ele permite desenhar um planejamento mais abrangente que tão somente aqueles baseados em indicadeiros financeiro e contábel. Essa essa frase tá péssima. Eu olhei para ela assim, permite desenhar um planejamento mais abrangente. Veja, o BSC desenha o planejamento, na realidade ele é um mapa que representa o planejamento, né? O planejamento ele é desenhado no âmbito do planejamento. Só que
mais interessante do que isso é quando ele diz assim, ó, permite desenhar um planejamento mais abrangente, ou seja, não é simplesmente um planejamento só focado em indicadores financeiros e contábeis. E aí quando ele tá falando em desenhar, né, na hora que eu que eu li, ele tá falando de estruturar. E aí, né, quando eu falo em desenhar e estruturar, eu não tô dizendo que eu estou eh estabelecendo, eu não tô dizendo que eu tô definindo, eu tô falando em desenhar. Por isso que eu acabei riscando. Pera aí. O BSC desenha estrutura, né? Então, quando ele
usa a palavra desenha, eu posso eu posso dizer que isso tá correto, sim. Tá bom. Então, vamos colocar até aqui, ó. estrutura. Agora, cuidado, ele não estabelece, ele não define, ele nesse caso desenha. Aí quando ele desenha, pensei, ó, isso é Planejamento, não. O plane, ele permite desenhar, mas ele não desenha. Tu entendeu? Ele permite desenhar. Adoro quando ele diz permite, pode ser, né? Mas vamos lá, vamos ler a última só pra gente eliminar. Desconsidera a perspectiva do cliente. Acabou. Então, realmente a letra D tá certa, Bet. Vamos lá. A letra A, né, esta trabalha
com a consideração de componentes estratégicos. Sim, sendo um desses o de metas. Metas é um componente estratégico, sim, que mostrarão o desempenho de acordo com cada objetivo escolhido. Minha gente, as metas, presta atenção, eu voltei pra letra A, porque a letra A ela ela é extremamente ambígua, né? Vamos lá. Fechamos a letra E, fechamos a letra C, fechamos a ã a letra B. Então, ficamos entre a A e a D. Aí você volta para A, né? Porque tá falando em desenhar, né? Aí na hora que eu li, eita, desenhar, pera aí, desenhar é estruturar, né?
Não é estabelecer. Vamos lá, nem definir. Mas aí, vê, trabalha com a consideração de componentes estratégicos, beleza? Sendo um desses, o metas, quais são os componentes estratégicos? Quais são os elementos? Objetivos, indicadores, metas e iniciativas. Fechou? E até o mapa estratégico, né? Até temas também a gente pode considerar que mostrarão que mostrarão os componentes estratégicos, sendo um desço de metas, que mostrarão quem é que mostrarão o desempenho de acordo com cada objetivo Escolhido. A meta, que é na verdade um desses o de metas. né? Então, quando ele falou de mostrarão o desempenho, ele eu acho
que ele tá se relacionando a componentes estratégicos. Então, minha gente, os componentes estratégicos não vão mostrar o desempenho, né, de acordo com cada objetivo escolhido, porque cada um dos componentes tem uma função. Aí você diz: "Bet, se não tivesse a D, né, eu poderia considerar a A como correta?" Eu achei péssima, né? Quando ele diz assim, ó, esta trabalha com a consideração de componentes estratégicos, sendo um desses do de metas que mostrarão o desempenho de acordo com cada objetivo escolhido. Vê, gente, né? Vê que coisa ruim. Quem vai mostrar o desempenho não é o objetivo,
não é a meta, é o indicador, né? A meta ela vai tá sendo apontada, o indicador vai apontar paraa meta, né? Mas não é a meta que vai. E aí você desbete, e os componentes, vamos lá, vamos dizer que o mostrarão o desempenho. Tem a ver com o componente, não são todos os componentes, né? O componente objetivo vai mostrar desempenho, o componente meta vai mostrar desempenho, o componente iniciativa estratégica vai mostrar desempenho. Não. Então, tomando cuidado, né, com uma questão como essa, foi uma questão recente, né, e que a FCC colocou. Eu também não gostei
disso aqui. Permite desenhar um planejamento Mais abrangente que tão somente aqueles baseados indicadores financeiros contábeis. Esse tão somente a gente lê parece que tá estranho, né? Aí quando a gente lê a frase como um todo, aí a gente vai, né? Pera aí. Tão somente aqueles. Perfeito. Isso é a visão, isso é a essência do BSC, né? Que não é simplesmente mostrar indicadores financeiros contábeis, tá bom? E aí permite esse planejamento mais abrangente, né, nesse sentido que traz as quatro perspectivas, tanto do intangível quanto pro tangível, tá? É a letra D Deus que nos guia, tá
certo? Ã, exatamente. Tem que seguir essa essa não é hierarquia, mas é a lógica, tá certo? Na realidade, quando a gente fala dos elementos do BSC, cadê? que eu botei aqui. Quando a gente fala dos componentes ou elementos do BSC, eu falo, né, que primeiro, porque o objetivo, gente, ele é qualitativo, né? Por exemplo, qual o meu objetivo? Eh, treinar ã treinar os servidores do poder judiciário. Beleza? Aí eu crio um indicador. Qual é o indicador? O indicador tem que ter uma fórmula matemática e tal para para que eu possa medir. E aí eu boto
ali, ó, número de servidores treinados dividido sobre pelo total de servidores vezes 100, sei lá, para ter um percentual, certo? E aí eu vou estabelecer a partir desse objetivo uma meta e essa meta vai ser trimestral. E aí eu digo que eu vou no primeiro trimestre eu vou treinar 33%, no segundo 33 e assim vai. Então assim, na Realidade o indicador aponta para a meta, né? E aí a partir do alcance das várias metas que a gente vai colocar, a gente vai alcançar o objetivo. Aí a gente vai dizer e quais são as iniciativas, né?
Aí a partir dos objetivos, dos indicadores estabelecidos, que tem que ser pelo menos um indicador, né, pra gente estabelecer para medir objetivo, as metas, né, nós vamos eh eh estabelecer as ações estratégicas para o alcance, né, do objetivo, né, ou pelo menos para o alcance das metas que levam ao alcance dos objetivos. Tá bom, Bet? O que que tem hierarquia aqui? As perspectivas. As perspectivas têm que ser nessa ordem, a não ser que a banca diga diferente. Por exemplo, na área pública a gente vai ter lá na na perspectiva do topo sociedade, a gente não
tem perspectiva do cliente porque a sociedade já entra o cidadão, né? Normalmente tem processos internos e tem aprendizagem de crescimento. Tá bom? Aí, Bet, tem que ter essa hierarquia, sim. Eu tenho que estabelecer de cima para baixo a partir do objetivo maior da organização. No caso da administração pública, o objetivo maior é atender as necessidades da sociedade, do cidadão, né? E como que eu vou fazer isso? Aí eu tenho que melhorar meus processos internos. E como que eu melhor meus processos internos, né? A partir do investimento nas pessoas e na nos sistemas de informação e
no capital da informação, tá bom? Aí a relação vem, né? eu começo de cima para baixo e a relação vai de causa efeito vai se dar de baixo para cima, tá certo? Então existe hierarquia nas perspectivas, né, Nessa relação. Agora tudo balanceado, gente, cuidado. Nada de priorizar. Quando a FCC ela colocou questões, já tem várias, priorizar indicadores, né? Eh, construir matriz, eh, com ponderação, esquece, balanceados. Essa é a palavrinha do bem. Fechou? Voltando para cá. Então, fechamos a letra D. A 10ª diz assim: "Em contexto de gestão estratégica de um órgão, entende-se por planejamento tático."
Essa daqui a, opa, tão olhando para mim? A, a FCC deu deu dada de graça, né, para dizer assim: "Você não errou nenhuma, né?" E aí vem para cá, está focado na execução das tarefas rotineiras, gente. E quais são as palavrinhas do bem? estratégico, longo prazo, futuro, imprevisível, incerto, é sintético, né? A, é, define objetivos gerais, abrangentes, genéricos, totais, que envolvem toda a organização. Naí nós vamos ter que desdobrar em tático, que é voltado para as áreas, para os departamentos, para as unidades, para o médio prazo e articula o estratégico ao operacional. E no operacional
nós vamos ter o quê? tarefas, rotinas voltadas para o presente, para o curto prazo, né? Para, ó, eu vou colocando as siglazinhas, né? Você tá anotando para o presente, para o curto prazo. Ã, se o Estratégico é sintético, aqui vai, nós vamos ter detalhado, específico, analítico, que é a palavrinha do bem, tá bom? E aí é voltado para as pessoas, para a tarefa. Pode até aparecer atividade, né? Porque a atividade é um conjunto de tarefas, não tem problema se aparecer atividades, mas vamos se ligar porque normalmente a atividade, né, ou processo tá num nível mais
tático, mas enfim, essas são as palavrinhas que resolvem a questão. Falou de tarefas rotineiras, operacional. Sim, outra coisa, ele é voltado pro presente, pra rotina. assume caráter micro dentro do planejamento. Se caráter micro é operacional, porque no estratégico a gente tem macro e no operacional a gente tem micro. Tem média duração, fechou. E se relaciona com planos para áreas específicas. Fechou. Simples assim. Formaliza o que a instituição é, o que quer se tornar e onde pretende segar. Vê, gente, o que que a instituição é missão, o que quer se tornar, né? O que que ela
quer se tornar no futuro e onde pretende chegar. Nós vamos ter a visão, né? E aí onde pretende chegar é a visão. O que quer se tornar, o que quer se tornar, né? É a visão. Acho que fica melhor, né? E onde pretende chegar também, né? Porque a gente pode ter os objetivos também, né? Os objetivos é o que ela pretende realizar, né? E aí ela tá dizendo onde pretende chegar. poderia Ser objetivos, né, só para trazer a ordem, o que quer se tornar, né, ser reconhecido. Então isso aqui fica mais para visão. Eu tô
trazendo as palavrinhas do bem da FCC, né? Isso pode cair na prova, Bet? Pode, né? O que que a instituição é a razão de ser, né? A a essência, né? A a que tem a ver com o negócio da organização, né? O que ela quer se tornar, né? o que que ela quer construir para o futuro e para o longo prazo dela, como que ela quer ser vista, tá bom? E onde pretende chegar, né? O onde pretende chegar pode ser os podem podem ser os objetivos estratégicos, né? Que você estabelece aí, né? Então, seriam formas
diferentes de ver. Agora, Bet, se ele botar é o que quer se tornar e onde pretende chegar, como se fosse visão, eu posso considerar? Claro, sem problema. Mas já que aqui ele separou, a gente traz na ordem que ele separou, beleza? E acompanhe o cumprimento de tarefa a tarefa dentro do plano operacional. Beleza? Sim, só para dizer que a D é estratégico. Fechou, gente? Fechou. Dominado, tranquilo, favorável. É isso. Próximo assunto. Características das organizações formais modernas. Bet, tu aposta que vai ter uma questão dessa? Eu não tenho dúvida. Assim mesmo, né? Pela experiência, pelas provas
de FCC, né? Não tenha dúvida que a gente vai encontrar uma questão sobre estrutura organizacional, tá bom? A exemplo do que a gente viu recentemente na prova, né, do TRT 15ª região, São Paulo, né, que aí tem a ver exatamente com estrutura. Não tem. É difícil, gente. Vai cair uma de técnico, vai cair uma para analista, com certeza. No TRT Pernambuco, só para vocês terem uma ideia, que foi uma prova que teve um pouquinho antes, ele colocou duas questões para analista e duas questões para técnico. Acredite se quiser, só sobre estrutura organizacional. Ela adora, porque
como é um assunto, né, que envolve vários detalhezinhos, né, muitos detalhes, não é um assunto difícil, mas que envolve detalhes, né, palavrinhas do bem. Então ele sabe, né, que o candidato que não estudou, né, é pego aí e você tá estudando. Vem sim embora, vem comigo e vamos bora para responder essa questão. Vamos lá. Tomando um golinho d'água. falo, falo, falo direto, ó, dentro do contexto de departamentalização na administração pública, quando essa é direcionada à distribuição de mais de um tipo de tarefa que ocorre ao mesmo tempo, ó, vê, gente, isso aqui é a essência.
Falei de departamentalização, tô falando da palavrinha tarefa que ocorre ao mesmo Tempo, facilitando a gestão de diferentes equipes. Denomina-se departamentalização. Aí você vai dizer assim: "Bet, por quantidade, não é? Eu vou eu vou a gente tem que por eliminação, certo? Por quantidade, não é? Por quê? Minha gente, departamentação por quantidade, ela tende ao critério da quantidade, ou seja, né, nessa, né, eh, ou por turno, eu digo que nessa área eu tenho cinco funcionários, na outra área eu tenho cinco funcionários. É um critério, né? Ou por turno, no turno da manhã eu tenho 10, no turno
da tarde tenho 15, né? Ou por eh eh ordem alfabética, né, que a gente viu que a a Cebrasp colocou esses vários critérios. Então não tem nada a ver com distribuição de mais de um tipo de tarefa que ocorre ao mesmo tempo. Aí você diz: "Bet, falou em tarefa pode ser processo?" Pode. Porque o que que é o processo? É um conjunto de atividades e é um conjunto e atividades é um conjunto de tarefas, não é isso? Processo, atividade, tarefa. Só que o detalhe é que na visão de processos ou na departamentalização por processos ou
até na gestão por processos, porque o o conceito é o mesmo, a gente não vai ter tarefas realizadas ao mesmo tempo. As tarefas dentro de uma visão de processos, elas são sequenciais, ou seja, a gente vai ter as áreas funcionais, né, e a gente vai ter a realização do trabalho, da tarefa, da Atividade, né, de acordo com a sequência, né? Então eu, por exemplo, né, entrou a mercadoria, área de compras, aí a área de compras encaminha para para o homoxarifado. O homoxarifado encaminha solicitado pela área de produção e a área de produção manda para eh
o depósito, sei lá, paraa expedição. Então são áreas, né, especializadas, funcionais, como a gente chama, né, que vão realizando as tarefas de forma sequencial, com vistas a alcançar o máximo de produtividade, ou seja, né, em larga escala, né, em quantidade, buscando eficiência, tá certo? Então essa é a lógica. Então, se eu tô falando de processo, jamais pode acontecer ao mesmo tempo. Então, são atividades e tarefas sequenciais. Então, quando ele falou, acontece ao mesmo tempo, já matou o nosso conceito, certo? Aí vem matricial. Aí você diz assim, Bet, matricial, qual é a essência da matricial? Me
permitam ir lá pro final, né? Pera aí. Aqui, qual é a essência da matricial? A matricial é uma estrutura, vamos lá, palavrinhas do bem, gente, né? Flexível, orgânica, Adaptativa, adocrática, né? que é adaptativa, que a gente vai ter, né, na realidade dois lados, né, que funcionam, eh, vamos dizer assim, hierarquicamente com o mesmo poder, né? A lógica da estrutura matricial é atuar com projetos, ou seja, atuar com resultados. Eh, a ideia da matricial é de forma adaptativa, de forma eh eh adocrática, orgânica, né? Realizar projetos, realizar inovações, né? focado e que a gente chama de
todo projeto gera um resultado específico. E aí eu vou ter o gerente de projeto, né, e ele vai de forma adaptativa, né, buscar os profissionais para trabalhar naquele projeto. E aí, por que de forma adaptativa? Porque os profissionais vão sair das suas áreas. Então, você tá fazendo concurso para o TRT de São Paulo, né? Aqui eu tenho o TRT do Rio de Janeiro, né? E aqui eu tenho sei lá o quê. Aí o que que acontece? Eu tenho um projeto lá no CNJ e aí ele vai buscar você lá no TRT São Paulo, vai buscar
o cara lá do TRT Rio de Janeiro para trabalhar nesse projeto. Se você tiver fôlego, você pode até trabalhar em dois projetos ao mesmo tempo. Se não, você vai, né, quando termina o projeto de forma flexível e adaptativa, voltar pra sua área funcional, que você tem subordinação, certo? hierarquia, né? Quem para quem você presta contas assim, ao seu chefe, né? E você volta ou então vai trabalhar em outro projeto, tá certo? Então a gente diz que essa é uma estrutura permanente da organização e aí eu consigo, né, a Partir dessa flexibilidade, né, realizar projetos, inovações,
ou seja, resultados, né, sem ter esse aumento de custo, né, por conta de eh ter pessoas vinculadas ao projeto, até porque o projeto acaba, né, ou eh termina ali, eu vou fazer o quê com aquelas pessoas? Tá bom? Então, essa é a ideia. Então, quando a gente fala de estrutura matricial, a gente diz que é uma estrutura que quebra o princípio da unidade de comando, porque nós vamos ter dois comandos, ou seja, esse cara manda tanto quanto esse. Aí você diz: "Bet, então se esse cara gerente de projeto, que é um funcionário daqui, né, e
esse cara aqui, o chefe daqui do TRT São Paulo, não vou mandar não, porque esse é o meu melhor funcionário." Quem vai resolver? O titã maior. Deixa, né? Os dois têm poder igual. Então, quebra a unidade de comando, é uma estrutura adaptativa e que é uma evolução da estrutura divisional, a gente diz, né? Porque a estrutura divisional é estrutura voltada para resultados e da estrutura funcional, né? Na realidade a funcional, tá? Ela atua com as duas estruturas. Aí você desbete, por que que ela é uma uma evolução da estrutura divisional? Porque a estrutura divisional, aproveitando
para falar dela, que a FCC adora, é uma estrutura baseado, né, em centros de resultado. Então, se você olhar, né, a gente vai ter, né, as divisões, né, que foi uma estrutura criada na década de 50, né, Focada no negócio, que a gente chama de unidade estratégica de negócio, ou seja, focada no resultado que tem que ser trabalhado, sendo que em cada divisão, né, a gente vai ter um gerente, um diretor de divisão que vai ter autonomia para dar resultado. E essa divisional, ela pode ser por localização geográfica, por clientela ou por produto ou serviço,
né? É uma estrutura permanente, gente. E aí o que que acontece? Esse gerente ele vai ter ligado a ele, né, as funções, né, presas, permanentes. Então eu tenho aqui, vamos dizer, uma concessionária na zona norte. Aí eu vou ter um centro de custo aqui para apurar o resultado. Eu vou ter vendedores aqui. Eu vou ter, sei lá, eh, eu vou ter, deixa eu ver o que que eu vou ter mais. Eh, sei lá, vou ter toda a estrutura aqui ligada e aqui também. E aqui também. E aí a gente diz que essa estrutura, que é
uma estrutura permanente, né, ela gera um aumento de custos pela duplicidade, né, que a gente vai ter, não obstante ela ser focada no negócio, né? E aí vem a estrutura, né, para a matricial, exatamente, né, tentar reduzir esses custos aí nessa dessa duplicidade. Por quê? Porque os profissionais já estão aqui e vão andar na matriz, né, de forma flexível, tá bom? E aí a gente vai ter, né, na realidade essa essa essa estrutura mais matricial mais adocrática. Podendo voltar paraa questão, vamos ver se a gente conseguiu entender aí quando ele diz aqui, ó, volta para
essa questão. Dentro do contexto departamentalização, que quando essa é direcionada à distribuição de mais de um tipo de tarefa que ocorre ao mesmo tempo. Eu posso ter isso na matricial? Posso. Por quê, Bet? Porque eu tenho, né, aqui, ó, eu posso ter, cadê? Eu posso ter aqui, ele chamou de tarefa, né, de resultado que pode ser realizada ao mesmo tempo. Então eu tenho aqui vários projetos que vão ser realizados ao mesmo tempo, né? Então eu posso ter como resposta matricial, posso, voltando para cá, né? Posso ter como resposta matricial? Posso, né? Só a partir disso
aí. Vem, vem para cá. Facilitando a gestão de diferentes equipes. Aí vê mista. mista, gente, é a departamentação mista é aquela que junta funcional, né, por projeto, por processo, ou seja, não tem nada a ver com eh a tarefa que ocorre ao mesmo tempo, porque pode aparecer processo aqui. Então, já elimino essa. Aí você diz, Bet, e projeto? A pro, no projeto eu tenho a distribuição de mais de um tipo de tarefa que ocorre ao mesmo tempo, ou seja, eu tenho mais de um tipo de tarefa, né, um projeto que ocorre ao Mesmo tempo, facilitando
a gestão de diferentes equipes. Aí você pergunta, por que que não pode ser por projeto? Eu achei péssima essa questão, mas tudo bem, porque o projeto, gente, não necessariamente eu vou ter diferentes equipes. Eu posso ter um projeto e aí eu falei para vocês aqui na matricial, né, que na matricial, voltando para cá, eu posso trabalhar nesse projeto e nesse projeto, ou seja, não são diferentes equipes, né? Eu tenho pessoas, pode ser até a mesma equipe trabalhando. Então assim, o que vai e definir, né, que a resposta volta para cá, o que vai definir que
a resposta não seja por projetos, porque até aqui pode ser facilitando a gestão de diferentes equipes. É exatamente essa parte final da frase, que aí a gente vai ter matricial, tu entendeu? Essa foi uma questão difícil, não é uma questão fácil. TRT 15ª chances de aparecer coisas da cabeça da da FCC interpretativa total, né? Então é treinar, treinar e ver exatamente essas peculiaridades. Bet projeto eu posso ter eh a mesma equipe trabalhando em vários projetos, né? Agora, quando eu falo da matricial, né? Quando ele falou aqui, ele, né? Eu posso ter diferentes equipes trabalhando, né?
Em vários projetos também. Agora, não necessariamente na Departamentação por projeto. Eu posso ter uma área de uma consultoria, eu tenho aqui uma gerência de contábil e aí eu chego um projeto contábil e aí eu vou ter, né, a mesma equipe trabalhando esse projeto contábil e a mesma equipe trabalhando em outro projeto contábil, né? Porque é um critério e aí eu vou ter outra outro departamento e assim vai, tá? Então, o que diferencia a de projeto para matricial, né, de essência, vamos dizer assim, né? Claro, tem outras diferenças, mas é que a matricial eu posso ter
várias pessoas, diferentes equipes em cada projeto e no do projeto eu posso eh ter a mesma equipe, né? Ah, Bet, mas do de projeto na matricial, eu posso ter a mesma equipe nos vários projetos, né? Veja, você vai ter para cada projeto você vai ter pessoas que podem trabalhar, né? Eh, em vários projetos. Então, né, gestão de diferentes equipes, tá? Então, o ideal é matricial. Fechou? Vamos simbora. 12. Difícil, mas estamos aqui para aprender, né? Vamos lá. H, no que concerne aos tipos de estrutura organizacional apontados pela doutrina, tem-se que agora esse esse é o
básico, vou vou pedir, né, para todos os santos para que caia tipo essa, porque essa daqui é o que é o repetitivo, né, da FCC dos últimos tempos. Aquela anterior, né, foi fugiu da curva, mas como a gente sabe a FCC tá saindo da curva. o cara que fazia as questões. Aí vou contar um babado para vocês. Ele foi fazer pósdoc, né? E tá, agora voltou e ele vem com essas bizarres dele aí, né? Ele voltou, ele voltou. Tá bom? Mas essa esse é o padrão da FCC que a gente tem aqui. Mas vamos nos
ligar pra gente poder analisar aí. Aí vai ter que ver, botar o desenho para poder enxergar numa questão como a anterior. Então vem para cá. Pens que a estrutura matricial diferencia-se da estrutura divisional. Acabamos de trazer, né? Vamos ver se a gente acha. Pode ser dotada. O que que a matricial tem diferente da divisional? Pode ser dotada de mais flexibilidade, obviamente, palavrinha do bem, porque a matricial é mais flexível, mais autônoma. Possui centros de resultados com prazo de duração atrelada à vigência do projeto. Acabou. Essa é a nossa resposta, né? Porque a matricial ela trabalha
resultado, trabalha projeto e cada centro de resultado, que é um projeto, tá vinculado aí a a ao tempo de duração, finitude, né, e temporário. B, exclusivamente em relação à estrutura matricial, exclusivamente em relação ao nível de departamentalização, apresentando-se como uma estrutura menos verticalizada e com um único nível hierárquico, de jeito nenhum. A estrutura matricial tem o lado funcional, que pode ter vários níveis hierárquicos, assim como a divisional, né? E também não tem nada a ver como menos verticalizada, porque a estrutura matricial, ela tem um lado verticalizado e um lado que não é, né? Que é
um lado de coordenação, né? Que é de parceria entre as pessoas que vão trabalhar no projeto. Então não tem nada a ver pela sistemática de apuração de resultados. Veja, as duas apuram resultados. Eu já vou riscar. Ó, eu coloquei certo, mas ela quer o que diferencia, né? O que Diferencia pela sistemática de apuração de resultados, sendo que na divisional o lucro é aferido de forma centralizada. Centralizada não, para cada divisão, para cada divisão descentralizada, tá certo? Cada divisão tem autonomia para, né, apurar o resultado e o lucro. E na matricial essa ferição se dá por
unidades autônomas, não, gente, tá? Eh, as duas se dão por unidades, né, eh, autônomas os resultados, tá? Então, não é isso que diferencia. pelo critério de departamentalização, sendo divisional departamentalizada pelo critério funcional. Não. O a divisional é departamentalizada pelo critério de resultado. A partir do resultado, no segundo nível é que a gente tem o funcional, como eu dei o exemplo para vocês, vendedores, né, que é a área de marketing, a área de contábel, área de RH, se for o caso, tá? enquanto a matricial adota o critério geográfico, de jeito nenhum. Quem adota esse critério geográfico,
o que pode adotar é a divisional. A gente falou localização geográfica, clientela, produto ou serviço com matrizes e filiais. Nada a ver. ser precipu em face do sistema contábil adotado, sendo que a matricial apura Lucro ou prejuízo por produto e a divisional por unidade de produção. Não, tanto a matricial quanto a divisional, ela vai apurar lucro ou prejuízo. Sendo que aí você diz bet, mas aí ele colocou produto. Minha gente, todo projeto gera um produto. Ele pode usar a palavrinha produto na matricial, pode, né? Não é não é o costume da FCC. Ela normalmente coloca
projeto, mas lembre-se que todo projeto gera um resultado, gera um produto ou um serviço, tá bom? Que é a matricial temporário, mas que é isso? Então ele poderia ter dizer dizer isso, mas assim, as duas geram lucro prejuízo por produto, tu entendeu, né? E a e a divisionário quer dizer que a unidade de produção. Unidade de produção é cada coisa produzida. Tem nada a ver, né, gente? Nada a ver, né? Unidade de produção seria por processo, né? Que a gente poderia olhar cada coisa produzida, se for o caso. Bom, 13. Tão entendendo? Não, tão tá
de boa. No que? Ah, eu marquei a resposta. Deixa eu ver agora. Ah, marquei. Letra A de cara, né? No que concerne a tipologia das estruturas organizacionais, ó aqui, ó, repetitivo, tem-se que a estrutura divisional, cujo exemplo mais emblemático é aquele implantado por Alfred Slow, possui entre suas Características. Eu disse para vocês que a estrutura divisional foi implantada, né, por esse esse cara na GE na década de 50 com foco em resultado, tá? E aí ele quer a característica da divisional, né? A FTC tem colocado muito isso. Qual a diferença entre a matricial e a
divisional? Qual a diferença entre a funcional e a matricial? Tem muitas questões sobre isso em 2023. Então, é importante que você refaça essas questões, tá bom? Porque as palavrinhas se repetem, né, em todas as questões, tá? Vamos lá. As palavrinhas corretas, né, que eu vou dizer do bem, né? Então, vamos lá. Qual a característica da divisional? Letra A, a departamentalização pelo critério geográfico ou por produto. Pode ser exclusivamente para fins operacionais. Exclusivamente já é do mal, né, gente? Sem autonomia gerencial e financeira, pelo contrário, a divisional tem autonomia. É uma estrutura descentralizada voltada para resultados.
Fechou? Letra B. A existência dos denominados centro de resultados. Beleza? Exatamente. Cada divisão é um centro que tem que dar resultado. Também denominados divisões que possuem autonomia na apuração de lucros ou prejuízos. Estão vendo como se repete aqui também, ó. Lucro ou prejuízo. Tá vendo? Ele falou lucro ou prejuízo, né? Aqui, né? Só que aqui ele falou em outra coisa que ele falou da matricial. Mas a divisional é isso, né, gente? Lucro ou prejuízo. AC elevado do grau de verticalização da estrutura. Ora, na divisional eu tenho elevado grau de verticalização da estrutura? Claro que não,
né? A preocupação da divisional, claro que eu tenho verticalização, mas eu não tenho elevado grau. Bet, cita uma que pode ser elevado grau, a linear, a funcional, que são estruturas mais tradicionais, mas a divisional de jeito nenhum. Com a presença de ao menos três níveis hierárquicos tem nada a ver, vai depender do negócio, né? Não tem nada a ver com definir níveis. de o projeto como elemento central da estrutura. Isso para a divisional. Falou em projeto. Vamos lá. Com a criação de órgãos com existência atrelada ao ciclo de duração do projetos. Não, gente, a divisional
é permanente. E aí a palavrinha projeto não é adequada, porque daí a gente vai ter produto, serviço, a gente vai ter localização geográfica e a gente vai ter eh eh clientela. Tá bom? Então, o projeto não é adequado, né? Não obstante o que eu disse aqui agora, ele poder falar que lá na matricial eu tenho produto, né? Mas falar na divisional que eu tenho projeto não combina, porque a divisional é uma estrutura permanente. Projeto por essência é uma estrutura temporária, tá? E a letra E, a centralização do controle de custo. Já sabemos que não, porque
divisional não tem centralização, né? quanto eh eh tem decentralização, ou seja, letra correta, bora sembora. E aqui terminamos a parte de estrutura organizacional. Na verdade, nós vimos aqui, acho que três temas, né, para a gente fechar aí uma revisão, né, de estrutura, da parte de processo, da parte da gestão por resultados, né, que utiliza hoje dentro da administração pública toda essa estrutura. Beleza? Mas tem mais, tem mais blocos pra gente poder trabalhar mais questões. Beleza? Espero você. Já já vamos bora. Oi, oi, oi, oi, oi. Processo seria melhor que projetos. Com certeza. Para divisional não
cabe projeto, mas para matricial cabe eu colocar produto. Não sei se é isso. Oi, profe. Só vim dar oi. Está tendo aula para direito constitucional para TRT Rio de Janeiro e todas as duas aulas foram hoje. Me assista sua aula depois, né? Ah, assista, assista, assista. Oi, que bom, que bom. Assista. Vai tá lá na plataforma, é reta final, né? Vai, depois você assiste, tá bom? Ó, mas pega o material que tá lá no Telegram, né? e responde as questões aí. Eu vou colocar depois ele anotado que aí você confere o Gabarito. Certo, gente? Vamos
dar uma paradinha, 15 minutinhos e a gente volta com mais questões agora no segundo bloco. Já já pode ser? Então vamos simbora e a gente volta já. 15 minutinhos e eu volto aqui. Tchau. Ciao. [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] เฮ เฮ [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] A เฮ [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ เฮ [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] Sim. Bora. Bora, bora. Acho
que nem passou 15 minutos, mas a gente vai voltar porque a gente tem muitas questões para fazer. Cadê vocês? Oi, Fabrício. Tu não sabe, né, Jane, se cai no MPPI? Não cai. Não Sei. Tu gostou do que eu disse? Quer dizer, você me mandou o edital, daquele edital que você me mandou não cai, viu? Não cai. Mas tem assunto que a gente vai ver daqui a pouquinho que eu acho que cai. Bom, mas enfim, que bom estarem aqui. Estamos todos juntos de novo. Vamos começar rapidinho com as nossas questões, tá bom, gente? Feliz demais de
estar aqui com vocês. Deixa eu colocar a vinheta pra gente começar a nossa gravação. Simbora. [Música] Simbora. Vamos embora. Bora. Vamos simbora tratar de gestão por processos. Assunto que cai em todas as bancas. Claro que o nosso foco aqui vai ser a FCC, né? A gente sabe que tem palavrinhas específicas. Não obstante esse assunto, ela dá uma passeada, tá? A gente sabe que alguns assuntos da FCC, ela tem palavras específicas, BSC, ã, a parte de de convergência diferença, gestão por resultados, a parte estrutura também, ela tem algumas estruturas que ela gosta muito, né? Mas gestão
por processos, vocês vão ver que tem a ver com a departamentalização pro processo, mas a FCC dá uma variada aí nos conceitos, tá bom? Então vem comigo. Vamos para cá. É uma questão recente que caiu agora há pouco tempo, TRT 15ª que diz assim: Identificar. Opa, opa, opa, Deixa eu pegar a canetinha, ó. Identificar processos que se encontram em níveis distintos e dentro, dentre cada um deles, a qual etapa nos li errado, deixa eu começar de novo, tá gente? 14. identificar processos que se encontram em níveis distintos e dentre cada um deles a qual etapa
no ciclo de melhoria contínua pertencem é modelo conhecido no campo da gestão por processos como bom que que a gente vai tá avaliando aqui? Primeiro, identificar processos se encontram em níveis distintos. Ou seja, eu tenho vários processos, né? Então, imagina, eu tenho um processo de compras, eu tenho um processo de produção, eu tenho um processo de vendas, tudo isso é um processo, né, dentro da nossa organização ou um subprocesso, bom, como você quiser classificar. Mas cada um desses processos estão em níveis distintos. Que que significa isso, gente? Significa maturidade. Quando a gente estuda gestão por
processos, uma das coisas e também gestão por projetos, tá? Aproveitando para falar de projetos ou gestão de projetos, a gente tem que na hora, por exemplo, que você contrata uma consultoria, né, na hora em que você vai estudar os teus processos de trabalho para você olhar paraa melhoria daquele processo, a gente tem que avaliar o nível de maturidade que você tem naquele processo. Ou seja, né, significa que o Processo mais imaturo, vamos dizer assim, né, é aquele processo que não tem controle nenhum, que você não consegue medir estatisticamente, quantitativamente, é aquele processo que você não
tem um padrão de desempenho, ou seja, você vai, né, realizando ele sem saber qual é o qual uma boa prática para ele ou qual uma empresa que atua no mercado com aquele processo que possui, né, indicadores eh com índices melhores, entendeu? Então, estudar a maturidade significa você avaliar o nível em que você está, porque é a partir dessa avaliação de nível do teu processo que você vai buscar melhorar sempre, tá bom? E aí a gente tem, né, no caso do guia, né, CEBOC, né, que aí a gente tem a versão três, né, a gente tem
níveis, na verdade, desde a primeira versão do guia BPMCBOC que a gente tem níveis de maturidade, né? E tem um que era renava na FCC, que era o modelo SDPS, que é o modelo que é adotado pelo governo federal para avaliar o nível de maturidade. Aí você diz: "Bet, por que pelo governo federal tem esse nível?" Porque ele tem uma especificidade, ele tem a ver com as políticas públicas, ou seja, o último nível que a gente chama de maturidade, que a gente vai te trazer eh o nível interoperado, né? significa que eu vou ter uma
política pública e eu vou est controlando essa política pública, não só na minha área, mas sendo interoperado por várias áreas. Ou seja, Isso é uma integração, isso é uma visão transversal daquela política pública. E claro, no negócio, né, da administração pública, a essência é exatamente você atuar nas políticas públicas, que é o foco no cidadão, tá certo? Então, só para você saber a resposta aqui, gente, né? Qual é? É quando eu tô avaliando níveis distintos, né? E aí a qual etapa do ciclo de melhoria contínua pertence, ou seja, como que você vai melhorar esse processo?
Eu tô avaliando a maturidade do meu processo. E aí, só para você anotar aí que eu acho que é importante, a gente quando fala no modelo SDPS, a gente tem eh processos modelados, processos é uma ordem, são cinco níveis. Em cada um desses níveis de maturidade, a gente tem cinco: simulados, emulados, eh, pera aí, deixa eu virar aqui. É, em Senados, em Senados e o inter, certo? Aquilo que eu disse, o que que é um processo modelado? É aquele processo, no caso da administração pública, a gente já tem tudo padronizado, vamos dizer assim. Então, a
gente chama de modelado aquele processo que tem um manual dizendo como é que tem que fazer. é um processo que você já sabe qual é o fluxo que segue, tá certo? Porque na administração pública só pode fazer o que tá na lei. Então tem que ter uma lei para você poder e desempenhar aquilo, sendo que, né, isso é o primeiro nível de maturidade, certo? Porque é o mínimo que a administração pública tem que ter, tem que fazer o que tá na lei, né? O segundo nível é o simulado. Simulado, o nome já tá dizendo, é
quando eu estou medindo estatisticamente. Ou seja, quanto tempo, né, aquele processo, Aquela certidão que o cidadão pediu, né, está levando dentro do meu órgão, né, até chegar de novo no cidadão. Então eu posso ter todo um padrão de de um fluxo, né? Então eu tô tenho o meu processo modelado, mas eu não tá medindo estatisticamente, ou seja, sabendo quanto tempo fica ali, tá certo? Então isso é simular, né? é medir, vamos dizer assim, o emulado, gente, é quando eu comparo esse, vamos dizer, esses meus prazos, né, esses meus indicadores com um indicador, né, de uma
outra organização que contém as melhores práticas. Então, eu tô, é como se eu tivesse cotejando, emulando, comparando. E aí eu tô dizendo, olha, eu levo para fazer uma certidão dois dias e a o TCU, o meu TCE Pernambuco, leva dois dias fazer uma certidão e o TCU tá levando uma hora, né? Então isso é o emulado. E aí em Senado é quando eu já começo a produzir as melhorias contínuas. Então é segundo, terceiro, quarto. Ou seja, ensenar um processo significa buscar, né, a partir desses dados emulados, né, o alcance dos resultados desejados. E o interoperado
é quando sai das fronteiras da minha organização, né? E eu consigo eh eh tá gerenciando todo aquele processo, por exemplo, a política pública, né, de bolsa família, né? Então Eu já consigo. Ela envolve quê? Ela envolve saúde, ela envolve educação, ela envolve várias secretarias e eu consigo mapear esse fluxo, né, interoperando, né, os resultados em todos. Por isso que ele é um modelo adequado aí paraa administração pública. No guia BPMCOC, BPMBOC, CBOC, né, que aí a gente tem a o 3.0, a gente vai ter na realidade a mesma lógica, tá certo? Mas eh a mesma
lógica, eu quero dizer assim, né, no sentido de que a ordem, né, vai ser parecida, sendo que a gente vai começar do que a gente chama de nível adoc. Deixa eu só escrever aqui, pera aí. Controlado. Aqui a gente vai ter arquitetado que pode ser melhorado também. E aqui vai ser gerenciado proativamente. Proativamente. Bet, ele pode trocar esses nomes? Pode, gente. Na realidade o que você tem que ver, esse aqui não, né? Na realidade o que a gente tem a segunda edição, a terceira edição, né? Qual é a lógica? A mesma coisa. O que que
é ADOC? Porque naquela empresa, né, é tudo flexível. Cada área faz de um jeito diferente. Ah, certidão, aquela empresa, eu pedi uma certidão naquela empresa, né? Aí aquela empresa na área tal, a certidão de débito é assim, na na outra área a certidão é é assado. Ou seja, adoc significa o quê? Adaptativo, Orgânico, não tem nada eh eh modelado ali, não tem nada documentado, certo? O definido é quando já tá padronizado. Aí você diz assim, Bet, então quer dizer que comparado com a administração pública é como se a gente tivesse isso aqui, ó. Exatamente. O
nosso modelado é o definido lá, tá certo? Porque na administração pública tudo tem que tá definido, tá bom? O controlado é o simulado lá, né? O controlado é quando eu já controlo estatisticamente, quando eu simulo, né? Do ponto de vista estatístico. E o emulado é quando eu já estou compando, vamos dizer assim, né? Eu diria que o arquitetado e o encenado estaria aqui. É, o arquitetado é o emulado, quando eu comparo com as melhores práticas e o encenado, né? Então, arquitetado é quando eu tô estruturando ele, né? E tentando melhorar. E o gerenciado proativamente, que
significa que eu já tô entrando na melhoria daquilo, ou seja, além de eu ter conseguido um bom padrão, eu já tô buscando uma melhoria, tá bom? E aí veja, isso é nível de maturidade. Então você contrata uma consultoria para trazer mais eficiência paraos teus processos de trabalho, para tuas atividades e para tuas tarefas. Então você tá avaliando a maturidade, tá bom? Tem nada a ver com o resto que tá aqui. Beleza? 15. Em termos de gestão de processos, a fim de viabilizar uma compreensão detalhada sobre a sua execução, mostra-se viável a decomposição de um processo.
A decomposição por subprocesso é aquela que ocorre por, a gente já sabe que, né, deixa eu perí, deixa eu apagar aqui, a gente sabe que a gente tem, né, numa classificação, né, bem abrangente, o Macroprocesso, né, que é formado de vários processos, que a gente pode ter subprocessos, pode ter subprocessos, pode ter eh eh atividades, pode ter é tarefas, certo? Então é mais ou menos isso. Ah, Bet, então eu posso ter subprocesso. Que que que a a tarefa é a menor parte, é a parte atômica. Então, se ele tá falando que eu tô, se ele
tá falando de subprocesso, Bet, essa ordem é assim, é o nível de macroprocesso é um nível estratégico. O nível de tarefa é um nível operacional. Aqui é um nível estratégico. Bet, ele pode falar que o processo é um nível estratégico. Pode. Eu posso não ter a classificação de macroprocesso, né? Mas eu posso ter a classificação de processos dentro da minha organização. Ou seja, falar em macrocesso, sistema ou processo, não quer dizer que eu não tenho uma dimensão estratégica, tá? Agora, eu posso desdobrar em subprocessos. Gente, o subprocesso é uma parte do processo, mas é uma
parte que tem início, meio e fim, né? Então, é como se eu tivesse, por exemplo, um processo de de ã um processo de deixa eu ver, deixa eu pensar aqui. É, eu tenho um processo complexo que eu divido em partes menores. Aí eu vou dar um exemplo. Ã, deixa eu ver, pera aí, pera aí. Um processo de vendas, né? Então, eu tenho, ã, um processo de vendas, eu tenho a parte, né? Eh, de venda, não, de vendas não tá completo, Gente. Pera aí, deixa eu pensar aqui. Ah, vamos lá. Eu posso trabalhar eh vamos lá,
um processo de de de produção. Eu de produção acho que foi o melhor, né? Porque venda é só venda. Eu tenho aquisição de matériapra, tem todo um processo para isso. A parte de produção tem todo um processo, conjunto de atividades e tarefas e tenho a parte de vendas, né? Então, na realidade, quando eu tô falando de processo, né? Eu tô falando que eu tenho subprocessos que tem um fluxo específico, né? e que eh com início, meio e fim, mas que se complementam, porque a visão de processos é a visão global, né? Ou seja, de ponta
a ponta, né? Que a gente vai chamar de, no caso da da classificação de gestão processos em atividades primárias, em atividades de apoio, né? As primárias que t impacto direto no cliente, as atividades de apoio que t impacto direto na primária, né? E tem as atividades gerenciais ainda ou processos gerenciais também que a gente vai ter, né, todo o monitoramento, a verificação e a medição tanto dos processos primários quanto dos processos de apoio, ou seja, é a parte de planejamento, é gerencial, beleza? Então vamos lá. Quando ele fala em decomposição e subprocesso, minha gente, essa
ordem não pode ser alterada. Eu tenho diversos cenários identificados durante o processo. Que que tem a ver cenário com subprocesso? Pelo contrário, se eu tenho cenários identificados durante um processo, né, eu tenho, não é cenários, Eu tenho várias eh eh subprocesso partes de um processo, não seria cenário. Eu eu diria mais, né, que o cenário é uma coisa até maior. Então, dentro de um processo, eu tenho vários cenários no sentido eh o que acontece no entorno, né, mas não é a palavra séria, na palavra certa, né, o cenário é no contexto em que acontece, né,
as coisas ali no processo, tá bom? A gente quando fala sobre processo, eu tô falando de execução de jeito nenhum e sobretudo de tarefa, né? A ação em nível atômico, eu tô falando de tarefa também aqui, né? Ah, eu tenho eh grupo de atividades e competência. Bet, subprocesso é grupo de atividades. Sim, Bet, eu posso não ter subprocesso? Posso. Eu posso ter processo, atividade e tarefa. OK? E o nível atômico tá aqui, né? que é o nível menor que tem, vamos dizer assim. Aí é grupo de atividades. Agora veja que que tem a ver sobre
processo com competência especializada. Nada. Ah, Bet, mas você citou um exemplo que eu tô trazendo a área de compra e tal, mas não necessariamente, né? Não necessariamente eu vou ter uma competência especializada, né? Ligado a um subprocesso, né? Eu dei um exemplo, né? Mas não é isso, né? Não é isso que vai trazer a visão de subprocesso. Subprocesso a gente diz que é uma parte do processo, né, com início, meio e fim, né, e que se complementa formando o processo como um todo, tá bom? E aí o que que a gente vai ter, né? A
Afinidade, o objetivo ou o resultado desejado. Ou seja, eu divido um processo complexo em partes menores e mais facilmente gerenciáveis. O subprocesso é isso, né? são partes menores de um processo e mais facilmente e mais facilmente vamos até escrever, né? Gerenciáveis. Fechou, gente? Então assim, só vamos nos ligar, né? A tarefa é a menor parte e a atividade a gente ainda pode ter lá no guia seboc a gente pode ter processos, subprocessos, eu posso ter até função aqui, ó. A função é a função. Gostou? A função é produção. Então dentro da função produção, eu tenho
as atividades, tá certo? Então eu posso também chamar de subprocesso a a função e antes da atividade eu posso ter função e posso não ter também essa classificação. O fato é que eu tenho macro, processo, atividade e tarefa, né? O subprocesso só vai acontecer se tiver um processo, tá certo? Só se tiver um processo, né? E eh a função pode ou não acontecer, né? dentro de um contexto de atividade, porque para aquela função eu tenho várias atividades e várias tarefas, mas a ordem tem que ser seguida e aí a gente vai subdividir em subprocessos menores
por conta do objetivo a ser alcançado dentro de um processo como um todo. Fechou? Letra E de esperança, né? Cuidado com esse competência especializada. Não Necessariamente as competências são especializadas, tá certo, gente? O subprocesso pode ser uma parte de um processo maior, né, que não necessariamente vai trazer, né, podia ser grupo de atividades e competências, poderia até ser, mas não é especializada. Lembra que a parte especial, a palavrinha especializada tá ligada à função, né? E não necessariamente eu vou ter um subprocesso ligado à função, tá bom? Então, não necessariamente, como eu disse para vocês aqui,
eu posso ter a função, posso, o exemplo que eu dei até foi de função. Tô tentando pensar num exemplo que não seja de função, mas eh a gente pode ter vários exemplos que não sejam, né, de função. Vou trazer outro dentro de uma área de de de treinamento, desenvolvimento, não, dentro de uma área de planejamento estratégico. Eu digo que o planejamento estratégico é o processo. Eu digo que a atividade de planejamento estratégico é cada uma das etapas. E a tarefa é cada um do detalhamento da atividade, ou seja, tudo vai ser classificado dependendo do ponto
de vista do observador. E aí dentro do planejamento estratégico, eu posso criar subprocessos. A o primeiro subprocesso, a identidade da organização, missão, visão, valores, né? Dentro aí a partir da análise suorte, análise externa, análise interna, eu posso dizer que isso aí é um subprocesso que tem início, meio e fim, entendeu? Então assim, não necessariamente eu tenho competências Especializadas, veio, né? Que bom que veio o exemplo, você consegue entender? Mas tudo isso forma o planejamento estratégico, forma o processo planejamento estratégico e o processo planejamento estratégico mais outros processos da organização podem formar aí o macroprocesso. Beleza?
Então 15 é a resposta correta. É 15 a letra E a resposta correta. Vê a 16. Dentro da administração pública, a gestão por processos possui a característica de, ó, gestão por processos, ele falou dentro da administração pública. Vamos ver se tem alguma diferença. Aí eu venho, ó, simulação dentro da administração pública, lá naquele modelo de SDPS, vocês lembram disso, né? Qual era a ordem? Modelado s. Eita, pera aí. E ficou ruim aqui, né? Ó, só relembrando, né? no SDPS, modelado, que eu tô apertando aqui, simulado, emulado, encenado e interoperado. Bet, simulação pode ser, né, uma
característica dentro da administração pública, pode ser que testa projetos. Ora, se ele tá falando de processos, como é que eu vou testar projetos? Então, simulação que testa processos e fluxos antes de torná-lo definitivo. Perfeito, né? Simular, na realidade ele ele trouxe a ideia de simular é exatamente de você testar, de você medir matematicamente, estatisticamente, ou seja, adotando o modelo racional. Mas cuidado, gente, não troca. Uma coisa é processo e uma coisa é projeto, tá? Então, ele falou de gestão de processo, ele jogou ali pra gente ler e passar despercebido, né? e a gente não gabaritar.
Fechou? Vamos lá. B. Redirecionamento. O que que tem a ver isso com o redirecionamento? É uma característica que repensa o fluxo de trabalho. Não, gente, eh, quem repensa o fluxo de de trabalho é a gente pode ter melhoria. E aí a gente vai repensar de uma melhoria contínua, né, ou uma melhoria drástica, né? A melhoria contínua é a própria qualidade e a melhoria drástica é a reengenharia, por exemplo. Mas não existe essa palavra redirecionamento. Documentação que entrega valor à empresa. Gente, documentação não entrega valor à empresa coisa nenhuma. Se você pegar a C e a
D, você vai ver, ó, documentação que registra um conjunto de práticas organizacionais. Ele botou assim já uma embaixo da outra pra gente poder entender, né? Ah, Bet, a documentação não entrega valor não. Documentação é documentar mesmo, deixar ali tudo documentado através de manual, de fluxogramas, né, que é o que representa, Né, o nosso processo, tá? E o que que é o monitoramento, né, que entrega valor. O monitoramento entrega valor à empresa? Não, também não acredito. Entregar valor à empresa não é monitorar, né? Entregar valor é fazer aquilo que tem que ser feito, né, paraa empresa.
E mesmo assim não tá bom isso, né? Entregar valor pra empresa significa obter os resultados desejados, de acordo com o planejado, enfim, né? E aí só nos resta a modelagem, né? A modelação, desculpe, que consiste no redesenho de fluxos de trabalho. Gente, ó, quando a gente fala, deixa eu, deixa, ah, eu não deixei aqui, pera aí. Eh, eu não deixei espaço, deixa eu, eu queria só trazer eh um modelo do ciclo de vida de processos. a gente identifica o processo, a gente analisa o processo, análise, né? A gente vai desenhar o processo, né? A gente
vai implementar o processo e a gente vai eh eh implementar monitorando, monitorar, vamos até escrever aqui, e vamos transformar, padronizar, né? Refinar aquele processo, né? Mantendo ele dentro do padrão de acordo com o nosso monitoramento, certo? Então isso é o ciclo de vida. Eu vejo qual é o processo que eu quero, né, eh, mudar, né, como a gente diz, né, repensando, né, o fluxo de trabalho, analiso, causas, consequências e etc, etc. Quando a gente fala em análise, a gente tá falando na visão atual, que a gente chama de as is, Is, ou seja, as is,
is a visão atual do processo que, né, a FCC e a Cebrasp às vezes pode escrever, né, modelagem as is. Gente, modelar, o que que é modelar? é você tá, né, na análise, você tá desenhando, por exemplo, o fluxograma, né, da situação atual para você enxergar essa situação atual. Mas a palavra modelagem, ela pode ser usada eh de em forma de gênero, né, mas como espécie, porque a adequada, né, a gente diz assim que ela é adequada, né, para ser usada quando a gente fala em desenho, porque no desenho a gente tá colocando um novo
modelo. Aí a gente tem o que a gente chama de modelagem to be, tá certo? Ou seja, o que que é modelar? é desenhar um novo fluxograma, um novo ou um um fluxograma melhorado, reprogramado, corrigindo os erros, os desvios, os gargalos, os refugos, né? Ou seja, eu desenho e aí eu desenho a partir da minha análise, né? Então, desenho o fluxograma que a gente diz que a modelagem é uma forma de notação, de representação gráfica, né? representação gráfica daqu da daquele processo. E aí eu posso modelar naquilo que eu quero, daí vou implementar e vou
monitorar para ver se eu alcanço os resultados desejados, né, de acordo com o que eu planejei. E aí alcançando, eu padronizo, que é a última fase do meu processo, tá bom? Então é um ciclo de vida para melhorar o processo. Então modelação que Consiste no redesenho de fluxos de trabalho, né? Então, quando eu tô falando de redesenho, né, eu tô falando de uma melhoria contínua ou uma melhoria drástica, na realidade eu tô redesenhando, né, que a gente tá chamando aqui, especificamente ele chamou de modelagem o desenho. E aí ele colocou o redesenho, tá bom? Ah,
Bet, ele pode falar em modelagem como sendo análise as iss? Aí ele tem que ser claro, tá, gente? Para falar em modelagem, dentro do conceito de análise, ele tem que falar em as is. Se ele não falar, modelagem, entenda to be, ou seja, redesenha, uma nova forma de fazer, tá bom? Que não é redirecionamento, né? É você fazer um novo desenho, né? Um desenho novo, um desenho eh transformado, tá certo? Então, modelação tá ligado a desenho, né? Para não ser desenho, ele tem que escrever modelagem as is e modelagem to be, ou, né, pelo menos
se ele não botar to be, entendas to be. Fechou? Então essa 16, letra e é a única resposta correta. E aí a gente fecha porque gestão de processos vocês vão ver que é o que mais a FCC colocou no modelo mais antigo tem a ver com a classificação dos processos. as questões não são difíceis, né? Que aí são os processos primários que a gente falou, os processos de apoio, os processos diferenciais, não é muita coisa diferente. Só vamos cuidar com esse nível de maturidade e vamos cuidar também com esse ciclo de vida, com essa palavrinha
modelagem. Ah, outra coisa, eu não falei análise também pode ser chamado de aí é aí é chamado Mapeamento, porque a análise é mapear o nosso processo, tá certo? Então, análise é mapear, desenhar é modelar, mas ele pode falar modelagem as isso. É como se ele tivesse dizendo assim, modelagem é mapear, entendeu? Então não é o fato de ser modelagem. Se ele não falar ass, entenda-se desenho. Se ele falar mapeamento, entenda-se análise. Beleza? E qual a representação gráfica? Fluxograma, tá? Gestão da qualidade nos serviços públicos, excelência nos serviços públicos. E aí a FCC continua trazendo o
GEST pública. Não sei por, né, se eu fosse vocês, eu botava para quebrar. Vamos simbora, né? Uma questão que aconteceu recente que fala exatamente disso. E ó, o Programa Nacional de Gestão, o Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização teve com finalidade precípoa. Ele foi criado em 2025 e foi extinto em 2017. Então, e como eu disse na no início, né, o no site do Gest Pública, muitas das publicações já não, né, não estão mais lá, né? Eu procuro para ver do meu livro eh o o ainda tá aquilo ali que eu o meu livro
tem todo o resumo do gesto público e não encontro mais, né? Tem nos meus arquivos, mas não encontro mais. Então boto umas coisas dessas, mas vamos para cá. Então, o que ele teve como finalidade precípoa, letra A, tornar obrigatória a apresentação de plano de gestão pública e desburocratização em todos os órgãos públicos, independente do serviço prestado ou nível federativo ao qual pertence. Minha gente, a adesão a Qualquer programa de qualidade, seja na área pública ou privada, é voluntária e o gestão não foi diferente, tá certo? Então, na realidade houve todo um movimento, né, em 2005,
né, de inserir, né, a loção de qualidade, né, dentro do modelo gerencial, mas nada de obrigatório, tá? Então, já eliminamos a letra A. Letra B, contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos e para o aumento da competitividade do país mediante a melhoria contínua da gestão. Aí você desbete aumento da competitividade do país. Vamos deixar isso sobice, né? Porque pra gente ler até o final e ver qual é a mais adequada. Mas as outras palavrinhas estão todas ótimas. Falou de qualidade, falamos de melhoria contínua, né? E falamos também na administração pública
de cidadão. Vem a ser viabilizar a participação da iniciativa privada tem nada a ver para a qualificação dos serviços públicos prestados ao cidadão, reforçando a proximidade de patamar de disponibilização entre eles. Tem nada a ver com a inistativa privada. Gest pública tá aqui, ó. gestão pública e desburocratização, nada a ver com iniciativa privada. D. Orientar os cidadãos e os agentes públicos para o exercício prático de uma administração no modelo semiparticipativo, voluntário, Participativo, não prescritivo. Tá certo? Por que não é prescritivo? Porque ele não é uma receita de bolo. Ele vai trazer na época, ele trouxe
critérios, trouxe princípios, né? trouxe, né, na realidade temas, né, e na realidade aquilo ali se aplicava a qualquer tipo de organização, né, dentro de critérios previamente estabelecidos. Então, não é a coisa semiparticipativa, pelo contrário, inclusive a gente diz que ele envolve duas etapas. A primeira etapa é o que a gente chama de instrumento de avaliação, que envolve a própria organização fazer um diagnóstico da gestão a partir daqueles parâmetros, tá certo? Aí se ela quiser um um diagnóstico detalhado a partir da avaliação externa, porque isso é interno, certo? A partir da avaliação externa, aí ela vai
se candidatar ao prêmio de qualidade na gestão pública. E aí para esse prêmio, ela vai ser premiada Ouro Prata e Bronze, né? Ela vai eh receber a visita, né, de um voluntário, né, das empresas. eles trocam aí as empresas, né, que vai avaliar se aquilo que ela colocou no relatório, né, de do no auto diagnóstico realmente, né, está de acordo para poder saber o nível de maturidade, né, da qualidade e da gestão, tá bom? Então, falou, é participativo, é voluntário, é não prescritivo, tá bom? Então, né, e é adaptativo a qualquer empresa de qualquer tamanho.
Eh, e a letra e permitir que a administração pública seja excelente quanto aos serviços Prestados, somando a sua peculiaridade de ser pública a elementos do setor privado que façam os serviços avançarem e se qualificarem. Gente, vê que bonito, somando-se a peculiaridade de ser pública, há elementos do setor privado que façam serviços avançarem e se e se qualificarem. Presta atenção, né? Você lê num primeiro momento uma numa um negócio desse, você lembra da administração pública gerencial, que é um modelo que propõe a implantação da ideia de qualidade, né? Então, quando ele fala que o modelo gerencial
tem inspiração nas práticas de gestão privada, né, a gente diz, eita, somando-se a peculiaridade de ser pública, há elementos do setor privado. Não, não é tudo do setor privado que a gente vai usar na gestão pública. A gente vai, né, e esse somando-se não funciona bem, né? Na verdade, assim, a gente pode assim, ó, incorporando em algumas situações, eu sempre digo isso nas aulas, né? Cuidado com isso na FCC, na Cebrasp, na FGV, né? Sempre que ele disser que a o modelo gerencial, qualidade de resultados, né, ele é similar ou como ele diz, somando-se a
a elementos do setor privado, ele tá impondo e não é isso, Né? Nós vamos ter inspiração e vamos adequar a realidade pública. Tá bom? Isso caiu uma questão agora recente na Cebrasp que ele diz que o modelo de gestão pública era similar em alguns aspectos da gestão privada. Não tem nada de similar. A palavra similar é do mal, né? Na verdade, tudo vai ser adequado à gestão pública. Então quando ele diz somando-se a sua peculiaridade ser pública a elemento setor privado, né? Aqui tá tudo bem, tá do mal, tá certo? E aí, cuidado, essa essa
questão de somando e mais, gente, na verdade o objetivo não é somar, é produzir sinergia sempre, né? Aí você diz assim, Bet, né? E e aí essa coisa de competitividade do país lá no modelo de GES Pública, né? Se você pegar, tem lá a bandeirinha do Brasil, aliás, tem o Brasil, né? E ele diz assim, ó, eh, foco no resultado e no cidadão dentro, né? E aí ele diz que nós temos nesse caso, e aí é o o a gente chama de eh princípios, sei lá, né? E aí não são não, na realidade não são
princípios. Ele diz assim que são características. Vamos lá. E ele diz assim, ó, ser público, quero que você anote aí, e federativo, até porque, como ela colocou essa questão há pouco tempo, ser público e federativo, né? O GS pública tem foco externo, ou seja, foco no cidadão, tá certo? Ele ele se volta, né, para um modelo de resultados. São as características do GES Pública, tá gente? De resultados. E aí veja, Orientado ao cidadão. Orientado ao cidadão. Essas são as quatro características, né? E tem como proposta acompanhar, ó. E ele quer acompanhar o propósito. Vamos botar
propósito, que é a palavrinha certa, né? Propósito de acompanhar o estado da arte, o estado da arte da gestão, viu? Então assim, né? Isso aqui são as características do GES Pública. Então essa coisa de ser público e quando ele diz aqui, ó, e somando-se a peculiaridade de ser público, a elemência setor privada é do mal. Na verdade, o que ele quer ser federativo e ele usa isso aqui, essa palavrinha, tão vendo? Tornar obrigatória a apresentação de um plano obrigatória do mal, né? Mas aí ele fala que o gesto pública ele tem como característica ser um
um programa de qualidade público e federativo, né? cuja adesão é voluntária, né, por qualquer órgão, entidade, qualquer estado, município, qualquer empresa de qualquer tamanho. Tá bom, gente? E aqui essa ideia de aumentar a competitividade do país, né, é verdadeiro também. Lá em determinado momento do GES público, vocês nem vão encontrar isso muito, né? Nem sei se botar no Google vocês vão encontrar, mas a ideia é isso, é promover a qualidade dos serviços públicos, é se voltar pra governança, para as boas práticas de gestão, né? E aí ele fala em melhoria continua de gestão. Então você
iria eliminar a letra E. Presta atenção, porque ele fala somando-se a peculiaridade, porque tem que ser público e federativo. E mas não é similar. Ele vai utilizar ou não algumas práticas de gestão privada, adequando-as à as especificidades do setor público. Ou seja, a letra correta, letra B de bora. Sim. Embora. 18. A gestão da qualidade, dentre outras finalidades, visa alcançar a excelência do serviço público que se presta ao cidadão. Seu desenvolvimento demanda alto compromisso e grande esforço dos integrantes da gestão, colaboradores e parceiros. Nesse contexto, as pesquisas de satisfação do usuário encontram fundamento no princípio
de gestão da qualidade conhecido como Bet. Onde é que eu encontro isso? Gente, a gente tem vários princípios: pensamento sistêmico, atuação em rede, aprendizado organizacional, inovação, agilidade, olhar para o futuro e para o longo prazo, responsabilidade, valorização das pessoas, orientação por processos, ã, deixa eu ver mais. Orientação por processos, eh eh liderança participativa e constância de de propósitos, vários fundamentos. Além do modelo conter, hoje a gente antes chamava de critérios, hoje o modelo contê os oito fundamentos, né, Que no passado, no caso do GES Pública, né, rodava o ciclo PDCA e que hoje a gente
a partir da extinção utiliza o modelo da Fundação Nacional de Qualidade, que a FCC nunca coloca sobre ele, nunca fala sobre ele, mas que pode ser aplicada à gestão pública com certeza, porque ele vai trazer, né, hoje oito fundamentos da qualidade. Antes era critério e agora fundamento. Bom, mas aí ele fala em fundamento, fala em critério, ele pode falar critério, fundamento, enfim, né? E aí o que que numa questão como essa, o que que você tem que avaliar, né? Dentre os fundamentos, dentre os critérios, vamos falar assim, porque antigamente a gente falava de critérios. Novo
modelo a gente não usa mais a palavra critério, mas usa fundamento. Mas já teve questões da FCC que ela trocou tudo e ela falou que hoje a gente adotava critério, né? Eu comentei inclusive numa aula de reta final que ela adotava critério que no passado era tá errado, né? Mas enfim, ela não anulou porque a resposta tinha sentido, tá? Mas o que interessa aqui, gente, é que quando a gente fala, né, desses eh critérios ou desses fundamentos, né, a gente vai ter eh a o ciclo PDCA, né, como eu disse, a gente vai ter a
liderança, hoje a gente tem liderança transformadora, né, a gente vai ter eh a liderança, as estratégias e os planos. As estratégias e os planos. A gente vai ter eh, pera aí, deixa eu me lembrar, né, no GES Pública, vê, eu tenho que me lembrar disso. Ah, é liderança, estratégias e planos, governança, que vai adotar práticas de governança, olhando para o interesse público e cidadania. Cidadania, isso é o plen, certo? No du a gente vai ter o quê? H, a gente vai ter pessoas, a gente vai ter, eh, pessoas que vão, eh, vão trabalhar a orientação
por processos, né? No cheque a gente vai trabalhar a, no caso, no passado era geração de eh era resultados, desculpa, hoje é que é geração de valor. No check a gente vai eh obter os resultados, né? E no é a parte que traz o equilíbrio pro sistema que entra a aprendizagem, crescimento ou a informação e conhecimento que ele pode colocar isso. Bom, e aí vem para cá, ele diz assim, ó, nesse caso, as pesquisas de satisfação do usuário encontram o fundamento no princípio da gestão da qualidade. Ele tá falando de princípio, ela não tá falando
de fundamento, ela não tá falando de característica, ela não tá falando de critérios, falando de princípio. Ora, Gente, se eu tô fazendo uma pesquisa de satisfação do usuário, isso não é um princípio da liderança, que a liderança tem a ver com integridade, com probidade, com boas práticas de governança. Também se eu tô falando de satisfação do usuário, eu não tô falando de melhoria contínua, porque a melhoria contínua tem a ver com a governança, né? Vamos lá. A abordagem de processo que tem a ver com do também tem a ver com as práticas de de governança,
né? Agora, pesquisa e satisfação do usuário, foco no cliente. O que que é o engajamento social? Sabe lá Deus, na brincadeira, o engajamento social é o controle social, que hoje o estado funciona como tutor, né? E o controle social não é nem princípio, é fundamento, é critério, ele tá chamando de princípio, enfim, né? Dentro daqueles princípios que eu falei para vocês, pensamento sistêmico, liderança transformadora, constância de propósito, prisão de futuro, né? Então, na realidade, né? É, é o que vou dizer. Esse assunto qualidade, gente, é meio interpretativo, né? É porque você não vai encontrar isso.
Você não vai encontrar pesquisa de satisfação do usuário como sendo um princípio do foco no cliente. Ele jogou, né, com acho que ele botou na IA, né, e a IA trouxe aí essa essa resposta para ele. Mas aí parece até óbvio, né, porque você sabe liderança, que que tem a ver, né, as práticas de gestão, a integridade, o comportamento, a desenvolvimento de competências. Então você vai e por Eliminação você vai chegando na resposta. Questão recente, né? Você não vai encontrar isso especificamente em canto nenhum, mas são coisas da FCC, né? Baseado nessas questões interpretativas, tá?
É isso, gente. Que que nós temos mais de qualidade, né? Nós temos muita coisa de GES Pública, muita coisa mesmo, muito pouco da Fundação Nacional de Qualidade, né? Muito pouco sobre conceito de Qualidade, né? Ele não traz a ideia de fases, né? Ele pode trazer até uma ideia de ele traz algumas vezes ele é a FCC fala de dem, né, que são, né, vamos dizer assim, os princípios da qualidade, né, que aí tem a ver com você ter orgulho do que faz, não focar em meta, não focar em custo, né, você o gerente também ter
orgulho, né, você eh ter é uma relação de fidelização com o teu fornecedor, ou seja, são aquelas ideias que a gente produz, inclusive quando a gente fala de administração de materiais, a gente traz um pouquinho essa coisa de gestão na qualidade. Então assim, pega pelas palavrinhas, né, e vamos bora no caminho da aprovação, tá bom? Gestão de projeto, são assuntos que estão ali, entende? Processo, qualidade, né? Processo é algo permanente, né? a gente sabe que dá um resultado permanente, padronizado, essa ideia de processo e que a diferença para projeto é que o projeto não é
padronizado, eh, traz um resultado único, singular e específico, que o processo, como eu disse, né, é permanente, é cíclico, Contínuo, sistemático e o projeto ele é temporário, ele é finito, tá bom? E aí vamos a partir dessas ideias, as palavrinhas do bem ligadas a projeto, né, a gente vai, né, eh, eh, descobrir aqui a resposta, né? Só um detalhe, ele não colocou o guia PMBOX, sétima edição, né? Para que ele peça algo sobre o guia mais aprofundado, eu tenho visto que a FCC sempre coloca no edital. No edital de vocês, ela não colocou, mas se
ela colocar vai ser vão ser coisas mais genéricas, então, né, não vamos nos preocupar com isso. São coisas que já vem na sexta, na quinta, então, né, tem a ver com o conhecimento que a gente já tem, tá? Vem para a 19, ó. Vamos lá. Cada projeto desenvolvido está submetido a um conjunto de preocupações de toda ordem, magnitude e natureza. Essas preocupações podem ser classificadas em proporcionalidade divergência, minha gente. De novo, proporcionalidade. A FCC já colocou outra questão, acho que foi nessa mesma prova falando de proporcionalidade. Não me lembro qual era o assunto, mas a
relação de proporcionalidade é uma relação de grandeza. Então, se eu tô falando de projeto, né, eu tô dizendo que ele tá submetido a toda ordem, magnitude e natureza. Ou seja, a proporcionalidade não é característica de projeto. Divergências. Não é palavrinha do bem para projeto. Incerteza é palavrinha do bem, sim. Risco total, vulnerabilidade. Minha gente, um projeto é frágil, não. Um projeto pode ser robusto, né? Um projeto pode ser, né, algo eh eh contundente, sei lá, né? Equívoco para projeto, né? Aí você diz assim: "Ah, o projeto eh tá pass aqui, né? Pode até tá, porque
é algo que a gente nunca fez. Mas o que que a gente precisa, né, planejar, executar, controlar com grande cuidado para que a gente possa, né, reduzir os erros, né, e para que a gente possa, eh, eh, controlar os riscos. Então, todo projeto envolve incerteza e riscos. Todo projeto, assim como também o processo, mas o projeto muito mais, porque é algo que você nunca fez, tá certo? Inovação, então e vulnerabilidade já, né? Matamos equívocos, gente, projeto com equívoco, nada, né? Então, as palavrinhas do bem, tá aqui, letra B, né? De bora, se embora. Falou incerteza,
palavrinha do bem para projeto, tá? 20. Essa daqui é campeã. Todas as provas de 2023 de 2024, todas eh a gente viu rede perto CPM, né? Vários. aulas de reta final, né, trabalhando isso. Então você tem que saber, não pode para uma prova de FCC sem saber disso, tá bom? Mas bet de outras bancas pode ir, mas de FCC jamais. Ouviu o que eu tô dizendo? Outras bancas pode ir, né, entendendo o que é rede perto CPM. O ideal é que você saiba as palavrinhas do bem, mas FCC nunca. Grande chance de ter isso na
prova da gente. Grande chance. Vamos para cá. Tendo em mente que a determinada organização adota um método, o modelo de gestão de projetos utilizando a metodologia do caminho crítico, isso significa que o denominado Caminho crítico. Ora, gente, a a rede PERT, né, ela usa a mesma plataforma do CPM, só que pertístico. Eu vou calcular o tempo probabilístico de um projeto de de, desculpe, de um projeto, não, de uma de um projeto, de uma de uma operação, né, de um programa, é um um tempo probabilístico. E aí a gente diz que esse tempo probabilístico probabilístico é
calculado a partir da média ponderada do cenário otimista, pessimista e provável. Então, eu vou fazer uma obra na minha casa, o que que eu faço, né? Eu pego essa atividade de trocar o piso. Qual é o tempo? duas semanas, mas o cara pode levar uma semana porque ele é rápido, mas o cara pode levar uma semana e meia, né? Mas num tempo mais otimista, ele leva uma semana. E aí eu calculo, né, a partir da rede PERT, né, a gente diz que a gente representa, né, que os nós são as atividades, os fluxos tá mostrando,
né, o caminho em que as atividades devem ser feitas, né, e ali nós vamos calcular o tempo. A partir dessa rede, a gente tem como dimensionar o caminho crítico. E aí a gente diz que o caminho crítico ele é determinístico e significa o caminho percorrido. Então, eu tenho vários caminhos num projeto. Eu vou fazer isso aqui, ó. Eu vou fazer trocar o piso, eu vou vou rebaixar meu Teto e eu vou fazer isso, né? E aí a gente vai seguindo, né, no meu projeto, né, na sequência de atividades que podem ser concomitantes, que podem ser
sequenciais, que podem ser sobrepostas, enfim. E aí eu vou calcular quanto tempo eu levo nesse caminho, quanto tempo eu levo nesse, quanto tempo eu levo nesse. E aí eu vou dizer que o caminho crítico é o caminho mais longo, de maior tempo, percorrido num projeto. Claro que para terminar o projeto eu tenho que calcular, né, todo o prazo, né, mas dentre aquelas atividades, né, que eu tô realizando, eu tenho um caminho que é mais longo, que se eu atrasar qualquer atividade naquele caminho, eu comprometo o prazo final. Então, se eu tenho esse caminho primeiro que
eu levo 14 dias para fazer as atividades, esse caminho que eu levo 10 dias e nesse eu levo 5 dias, qual é o caminho crítico? esse aqui. E aí eu termino o meu projeto em quanto tempo? em 14 dias, no mínimo, porque em 10 dias eu só fiz essa, em 5 dias eu só fiz essa. Agora em 14 dias, que inclui 10 e 5, eu consigo terminar o meu projeto, consigo dentro de um tempo probabilístico. Então, a gente vai dizer que o CPM é o caminho crítico mais longo de atividades de um projeto e ao
mesmo tempo, cuidado, mais longo de Atividades, é o menor tempo de realização do meu projeto, né? Significa o quê? que eu calculei probabilisticamente e naquele tempo, que é o caminho maior, eu devo terminar, mas se eu tiver qualquer atraso no meu caminho crítico, vai acontecer o quê? Isso vai impactar no prazo final do projeto. Então, palavrinhas do bem para Pert e para CPM. E aí vem para cá, o que que é o caminho crítico? um fluxograma do projeto com a identificação precisa da área responsável por cada ação e deverá incluir o mapeamento daquelas que possuem
histórico de atraso. Tem nada a ver, tá certo? Não tem nada a ver com e fora isso precisa, é determinístico, né? e não tem mapeamento das áreas, nada disso, é de atividades. B, deverá ser evitada ao máximo pelos gestores de projeto, pelo contrário, tem que ser controlado com grande cuidado, o que só é possível a partir do diagnóstico e monitoramento de todas as ações previstas e também dos fatores egógenos que podem impactar no cronograma. Tem nada a ver, gente, não é? Não tem que ser evitado, tem que ser controlado com grande cuidado. Consistirá na identificação
dos obstáculos e ameaças. tem nada a ver, porque o CPM não vai olhar obstáculos, ameaças, ele vai cálculo, ele vai a partir do cálculo de cada atividade, ele vai somar para ver qual o caminho mais longo, para que ele gerencie com grande cuidado, porque qualquer atividade do caminho crítico que sofrer atraso vai impactar no prazo final do projeto. Então, grande cuidado, Grande controle. Então, né, não tem nada a ver com obstáculos e ameaças. de obstáculos e ameaças. Podia ser até gestão de risco, né? representará o conjunto de atividades a serem executadas em uma sequência lógica
evolutiva. Exatamente. Atividades, sendo que cada uma delas seja executada com a, desculpe, sequência, sendo que caso alguma delas seja executada com atraso, e se importará no comprometimento do prazo de conclusão estabelecido para o projeto. Resposta é essa, né? Se eu atrasar qualquer uma das atividades naquele caminho mais longo, isso vai impactar no prazo final do meu projeto, tá? E a letra E demandará a realização de uma análise probabilística, gente. Probabilística é perte, lembra? Perte probabilística do tempo de execução dos projetos a partir de uma média ponderada do cenário atual, futuro e continencial. também não é
isso. Os cenários são, né, os cenários otimista, pessimista e provável, tá bom? A partir da média ponderada, então a primeira parte tá certinho, né, que é uma descrição da FCC, mas esse não são os cenários. 21. Na esfera da administração pública, um programa de governo é composto por diversos projetos. Daí a importância da Gestão desses projetos e visando a organização que domine as técnicas e ferramentas da disciplina do gerenciamento e projetos, a fim de apoiá-los e viabilizá-los, tem-se a criação de Vamos lá. e visando a organização que domine técnicas e ferramentas da disciplina de gerenciamento
de projetos, a fim de apoiá-los e viabilizá-los. Gente, hub de projetos é o que a gente chama de escritório de projetos, não. O hub é uma unidade central, né, que a gente vai ter ali, né, para a gente poder eh como se fosse eh eh um o o hub é como se a gente tivesse uma unidade, né, central que a gente eh instala em determinado lugar para facilitar aí a eh sei lá, a movimentação. a gente fala muito em logística, né, o hub, né? Então, por exemplo, eu quero fazer entrega, Amazon quer fazer entrega em
Recife, aí ele coloca, né, uma uma unidade lá em Salvador, porque a entrega em Recife, entrega fica mais perto, né? Não é isso, né? Quando eu tô falando em técnicas, ferramentas, quando eu tô falando de apoiar, coordenar, viabilizar ou até executar, eu tô falando de escritório de projetos. escritório de projetos é uma unidade, é uma área, é uma pessoa, não importa, central, centralizada, tá certo? Cuidado com a palavrinha centralizada, porque hoje em administração a gente diz que tudo é descentralizado, mas o escritório é exatamente isso, como hoje a gente diz que a regra é o
projeto e a exceção, né, É o projeto porque é inovação, né, e a exceção é a continuidade, porque a ideia é que você esteja sempre mudando e inovando, né, hoje a gente precisa de uma unidade, né, para tá assessorando a alta cúpula da organização, né, acerca de definição, né, de de de padrões, definição de técnicas, né, até para executar, para poder eh tá apoiando. Então, a gente até chama, né, que o escritório pode ser de controle, pode ser diretivo, quando ele tem poder coercitivo, né, e pode ser só simplesmente de suporte, né, para dar suporte
aí. E a gente hoje no guia sétima edição, eles vão falar até de duas outras formas que a gente chamou de centro de excelência ágil, o escritório de entrega de valor. E esses dois não tem nada a ver com o escritório de projetos. Eles são como se fosse centro de treinamentos para metodologias ágeis. A ideia, né, na sétima edição, metodologias ágeis, deixa eu escrever aqui, a lógica da sétima edição, do guia pbox sete edição, é que se incorpore a metodologia ágil, inclusive na administração pública, né? Hoje é o que se fala na administração pública, né?
é você, né, produzir entregas, né, iterativas e incrementais, né, produzindo sempre valor, gerando valor pro nosso cliente. E aí a gente vai criar unidades, por exemplo, que não tem nada a ver com o escritório de projetos, mas que e é se assemelha porque é uma unidade, é uma área, uma pessoa que vai tá sensibilizando, né, a organização, as Pessoas que trabalham com projeto, a os patrocinadores, a alta cúpula dessa nova metodologia. O objetivo desse escritório, eh, desses escritórios ou desses, eh, eh, escritório ou do centro de excelência é treinar, é capacitar, é disseminar essas práticas,
diferente do escritório, né, de projetos que têm esse objetivo, né, de trabal de trabalhar os sistemas, de dar apoio, de controlar, né, de ser diretivo, tá bom? Então, né, quando ele fala, né, que tá visando a organização de técnicas e ferramentas no gerenciamento, ele tá falando de escritório de projetos. O resto tudo pode eliminar. E aqui a gente termina, né, gestão de projetos, né, como eu disse para vocês, as questões de gestão de projetos estão muito ligadas a CPM, pert. Ainda tem umas questões que perguntam o conceito de projeto, incerteza, risco, temporário, resultado exclusivo, singular,
único, né? Precisa ser planejado, precisa ser gerenciado, planejado, executado e controlado, né? Sobre o risco de você fracassar, né? as chances de fracasso, claro, são grandes, porque é algo que você nunca fez e tá voltado pra inovação e não pra rotina, tá? Mas eh a FCC tem ficado nessa parte assim mais, né, eh superficial. Beleza, Gente? Gestão de riscos, né? É um assunto que tá no teu edital, né? E a gente tem questões, acho que é de 2019. E as questões que tem, tem umas três questões da FCC que trata do conceito de risco, que
é um evento que pode ou não acontecer numa organização, né, mas que hoje dentro de um modelo de governança pública, inclusive, né, faz parte de uma das técnicas. Hoje não há o que se falar mais, né, seja na gestão privada ou na gestão pública, né, em não trabalhar a gestão de risco, tá bom? E aí o que caiu recentemente na Prefeitura de São Paulo, no obstante, nós termos lá no edital claramente, tá certo, né? Um uma exatamente, é um instrumento de ligação, é um instrumento central, né? Claramente no edital tinha esse modelo de três linhas
de defesa, tá certo? Tava claro lá, né? Como ele colocou gestão de risco, né? Eu não queria deixar de trazer, né? Não obstante não tá claro no teu edital, tá escrito gestão de risco só, tá? que é um assunto muito ligado à auditoria, mas que hoje tem a ver com as boas práticas de governança, como eu disse, né? que tem a ver com, né, você trabalhar o risco dentro de um conceito estratégico. Na realidade, a estrutura de governança, ela vai caminhar estratégia para que a organização planeje, né, a sua a o o risco, ou seja,
a gestão de risco, né, e a a estrutura, a gestão. E aí a governança vai estar monitorando para ver se os riscos estão sendo todos ali, né, controlados, Aceitos, mitigados, né, como a gente sabe. Bom, no modelo gestão de risco, né, a gente segue, né, normalmente o modelo da ISO 31.000, né, se não me engano, é 31.000, não, também não tá no teu edital, tá certo? E que envolve ali, né, definir, né, princípios da gestão de risco, estrutura que as organizações têm que criar para gestão de risco e o processo propriamente dito, né, de gestão
de risco, né? E dentro desse processo de gestão de risco, a gente vai ter o levantamento da situação, né? A gente vai ter a análise da situação, a gente vai ter a avaliação da situação, a gente vai ter a comunicação, porque o risco é algo que você tem que estar sempre comunicando, que tem que estar sempre monitorando. A gente vai ter apoio de auditorias externas ou até internamente também para tá, né, eh, supervisionando, monitorando e avaliando se a gestão de risco tá acontecendo. Ou seja, tem toda uma estrutura pronta. Eu não vou entrar em detalhes
sobre isso, né? Tá lá na ISO 31. Mas no modelo de de três linhas de defesa, a gente sabe que é um modelo de controle interno que vem sendo trabalhado na gestão de risco, tá? E aí a lógica do modelo é assim, ó. Deixa, eu deixei, eu deixei um slide, pera aí, ó. A lógica do modelo é o seguinte, na a gente vai trabalhar aqui a alta cúpula e a gente vai ter o que a gente chama de primeira linha de defesa, bem rapidinho, tá gente? Primeira linha de defesa é a própria gerência, né? é
a própria gerência ou os próprios colaboradores que vão monitorar, né, tudo que faz, né, para ver, né, a aderência a políticas e práticas, né, Que vai est realizando tudo que é preciso fazer, né, e que vai dar o reporte à gestão. Quer dizer, na eminência de acontecer um risco, né, a própria na a o papel principal, a primeira linha, gente, tem cabe ao gerente. Qual o risco dessa aula não terminar no horário, né? Então, cabe a quem? A mim, tá certo? E aí é a primeira linha de defesa. Na a junto da primeira linha de
defesa, a gente vai ter o que a gente chama de o a segunda linha de defesa, que a gente vai chamar de controle interno. E aí esse controle, veja, é controle, tá gente? E o objetivo do controle interno é exatamente a gente trabalhar a supervisão, a gente trabalhar o monitoramento, né? E aí o controle interno vai est olhando, definindo boas práticas, estabelecendo testes, né, estabelecendo a avaliação de risco. E a gente diz que nessa segunda linha de defesa, normalmente a gente tem a área de staff, né, os comitês de governança, de compliance, né, que aí
tá olhando as melhores práticas, a conformidade com a legislação, tá certo? Que vai produzir esse monitoramento e os questionamentos. Então ele atua juntamente com a primeira linha de defesa, né, realizando o controle interno. Na terceira linha de defesa, a gente vai ter agora a auditoria. E aí a auditoria interna, gente, é um órgão que vai, né, avaliar, é a palavrinha do bem. Aqui a gente vai ter execução, a execução, né, com monitoramento. Aqui a gente vai ter o monitoramento do que a execução tá Fazendo, né, tá aqui, né? E aqui a gente vai ter avaliação.
E aí essa auditoria que pode ser um comitê de auditoria, né, pode ser uma auditoria interna independente, né, né, vai monitorar para ver se as práticas estão apropriadas, ou seja, vai fazer a avaliação da gestão de risco. Além disso, a gente vai ter eh, deixa eu botar assim, ó, a gente vai ter avaliadores externos, avaliadores externos. E aí esses avaliadores não estão nem na primeira, nem na segunda, nem na terceira linha de de eh de eh eh na na na terceira linha de defesa, né, que são são eh eh na verdade a gente chama isso
de linha adicional. Pronto, é esse o nome, a linha adicional que vai tá se reportando inclusive para eh a estrutura de governança, que é a liderança executiva, né? É a liderança executiva, né? Para que esforços sejam, né? eh criados para que as coisas aconteçam, tá bom? Então, assim, o que que a gente tem que olhar aqui? Ele tem que colocar, ó, eh, a segunda linha de defesa corresponde a quais funções? Letra A, de cunho corretivo exercidas na área de RH de forma coordenada com auditoria interna. E a gente viu que a auditoria interna ela não
tá coordenada com a correção, ela avalia, não é isso? Ela avalia responsável por procedimentos sancionatórios no caso de condutas em desconformidade com as normas internas. Ou seja, gente, aqui eu tenho a terceira linha, porque a auditoria interna é aquela que vai Avaliar, tá certo? B. consistentes em avaliações independentes. Papel exercido pela auditoria interna que fornece asseguração sobre os processos de gerenciamento de risco, contoles internos e governança aos órgãos de governança e alta administração. Ora, quando ele fala de avaliação independente, ele fala de auditoria interna, eu tô dizendo que aqui eu tenho a terceira linha de
defesa de supervisão de risco constituída por unidades, comitês ou outras estruturas organizacionais, estruturas organizacionais que garantam o funcionamento da primeira linha de defesa quanto a gestão de risco e controle. Ora, essa é a resposta. Dentro desse desenho que a gente colocou aqui, a segunda linha de defesa, eu vou ter a parte do controle interno que vai monitorar, fazer testes. A gente chamou de staff porque são comitês, o comitê fiscal, o comitê de governança, tá certo? E que vai tá, ó, alinhado com a primeira linha de defesa para coibir e corrigir aí, né, as a os
desvios que aconteçam, tá certo? ela trabalha juntamente. Então essa é a nossa resposta, porque ele coloca a segunda linha. Cadê? Ó, segunda linha. Então essa resposta a D de gerenciamento de risco é própria do nível de gerência. Essa é a primeira linha já nem preciso, Né? Né a primeira linha que vai trabalhar a gerência, a execução, né? identificam, avaliam e mitigam riscos com base nas políticas e procedimentos internos da conformidade. Ou seja, isso é a primeira linha, né, que gerencia o próprio risco, né? E a letra e que complementam os controles internos adotados pela primeira
linha restrita ao órgão jurídico. Ó, minha gente, quem complementa os controles internos adotados pela primeira linha seria a segunda linha, não é isso? Perfeito, né? Que aí teria o staff, né? que a gente chama de controle interno. Agora, quando ele fala restrita a ordem jurídico, quem cuida do órgão jurídico realmente é o compli, né, que é uma estrutura hoje, né, que vai trabalhar integridade, que vai trabalhar probidade, que vai trabalhar, né, a conformidade com as regras, com as práticas, olhando pra questão ética e etc, etc, para, né, coibir aí desvios e corrupção. Mas isso não
é uma atribuição, só quando ele fala em restrita já ficou do mal. Beleza, de boa na Alagoa e vamos a processo decisório, né? Na realidade foram dois assuntos que ele colocou no teu edital que tá ligado à gestão de pessoas, eh, processo decisório e mudança organizacional. Quando a gente fala de processo decisório, né, uma das questões que foi também é aquilo que eu disse para vocês, né, tem coisas que a que a FCC repete, gestão de projetos, rede perto e rede CPM, tá? Eh, eu não acredito. Pode ser até que a gente encontre alguma coisa
de gestão de riscos, mas, né? E a questão de decisão programada, não programada, consensual pela maioria, pela minoria democrática, Tá bom? Ele, o processo decisório, tem um monte de coisas pra gente saber, mas a FCC se restringe a esses conceitos que estão aí. Então, vamos focar nesses conceitos que estão aí. A classificação dos tipos de decisão tomadas em uma organização como sendo programadas e não programadas considera como elemento de diferenciação desses dois tipos de decisão. O fato dela ser programada ou não programada não quer dizer que uma seja melhor do que outra, né? Quer dizer
que as organizações têm dois tipos de decisão. As programadas são aquelas que estão no acervo de soluções, que já estão programadas. Se eu receber um produto com defeito, eu sou da área de compras, não sou da área de de almoxarifado e recebi o produto com defeito, eu nem recebo. Digo pro fornecedor, leva de volta que eu não posso receber isso, que senão eu que vou pagar. Então isso é uma decisão programada normalmente rotineiras, né, que tão estão lá descritas no manual. As não programadas são decisões inovadoras, né, que podem acontecer normalmente no normalmente no nível
estratégico, né, mas que são decisões que não estão no acervo de soluções da organização, tá bom? Esta é a essência e é o que vocês têm que procurar, são as palavrinhas do bem. Então, vem para cá, né? Qual a diferenciação? Letra A, a qualidade do planejamento estratégico da organização e a clareza das metas estabelecidas. Eis que somente quando esses requisitos estão presentes é que o gestor terá condições de tomar decisões programadas. Não tem nada a ver decisões programadas com planejamento estratégico, tá bom? B. Pelo contrário, no planejamento estratégico, a gente tem decisões não programadas, porque
são decisões normalmente inovadoras, né? Tem muito mais, né? Não programadas do que programadas. B. a qualidade do processo textuário, ou seja, eu tenho diferenciação por conta da qualidade, sendo que as decisões programadas decorrem de um processo estruturado de identificação do problema e das alternativas disponíveis, enquanto as não programadas buscam o menor ônus ou custo tem nada a ver, né? O fato dela ser programada não quer dizer que ela decorre de um processo estruturado, porque eu posso ter não programada e usar um processo estruturado para poder tomar aquela decisão, tá bom? Então, não é isso, tá?
E mais, não tem nada a ver com qualidade do processo decisório, né? São tipos de decisão, né? Que as duas podem ter alta qualidade ou não. Hum. Letra C. O grau de comprometimento do tomador de decisão tem nada a ver com comprometimento. Este que no caso das decisões não programadas mostra-se leniente, tem nada a ver, né? Pelo contrário, são soluções inovadoras. Letra, né? Nem li o resto. Letra D, a eficácia, a eficácia do sistema de gerenciamento de risco da entidade. Eis que as decisões Programadas são aquelas mitigadoras dos riscos. tem nada a ver, né? A
decisões mitigadoras do risco, né? Podem ser programadas ou não programadas, né? Pode aparecer um risco residual a partir de um trabalho que eu faço em simples, em cima de um risco, né? Eh, eh, detectado, e ela ser uma decisão eh não programada, né? E aí eu vou estar mitigando ou então se é uma decisão já programada, porque eu já sei que naquela situação já tem aquilo pronto, então não tem relação nenhuma. E a letra E agora sim, né? É o que que diferencia o grau de ineditismo ou de recorrência da situação que demanda a decisão
e a existência ou não de soluções disponíveis no acero da solução, sendo as decisões programadas aquelas tomadas com base em tal acervo e voltadas principalmente a problemas não inéditos. Exatamente, né? O ineditismo é o que faz com que a decisão seja programada ou não programada. E isso reinou em todas as questões da FCC. Falando de mudança, gente, olha para cá. Considere que determinada entidade pública esteja passando por um grande processo de mudança organizacional e como estratégia para gerenciar esse processo busca aplicar os conceitos predicados por Curtle Levin le le sobre o tema. Com base nos
estudos apresentados pelo referido autor, o processo de mudança envolverá uma etapa Denominada recongelamento, modelo sabido, pelo amor de Deus, né? Se ele botou mudança, provavelmente ele vai botar o modelo de curtin e ele vai botar descongelar, mudar e recongelar. A gente tem vários outros, acho que uns quatro ou cinco modelos, mais até, tá certo? Mas a a essência, né? Por exemplo, modelo de de cotter é também isso, né? Descongelar, mudar e recongelar, tá certo? Então, quando a gente e hoje, gente, a mudança é regra, não é mais exceção. Então, ele tá pedindo aqui o conceito,
né? Só que ele tá pedindo um recongelamento. Deixa eu dizer mais um detalhe. Em praticamente todas essas provas da FCC, ele falou de recongelamento. Será que eles vão inovar? Então vamos pegar as palavrinhas do bem para recongelamento e vamos pegar também para descongelar e para mudar, porque aí você encontrando as palavrinhas que a FCC colocou aqui, provavelmente ela repete na tua prova caso ela queira mudar o recongelamento, tá bom? Mas foi unânime, viu? Esse recongelamento foi o que apareceu em praticamente todas. Ela adora, né? É AFC ou examinador. Vamos lá, letra A. O que é
o recongelamento que ocorre no início do processo? Já não é porque é descongelar que é é como se fosse iceberg, descongelar as antigas práticas e assumir novas práticas, tá certo? é Questionar as antigas práticas e aí você muda, entra na fase de mudança, que é quando você passa a adotar essas essas práticas e, né, na verdade você incorpora essas novas práticas e aí você entra no recongelamento e aí o recongelamento é quando você, né, já incorporando as melhores essas essas práticas, né, novas práticas, você vai ter que ter apoio, né, que a gente chama de
apoio e reforço, feedback. Por quê? Porque a tendência das pessoas é, né, na verdade voltarem antigas práticas. Então, a gente fala que o reforço, né, ele acontece depois que as pessoas já estão adotando as novas práticas e internalizaram, mas requer, né, acompanhamento que a gente chama de apoio e reforço ou feedback, tá? Então, vamos lá. acontece no início, descongelar, na qual a mudança estabilizada, ou seja, quando ocorre de fato a incorporação do novo comportamento na organização e as novas práticas se tornam a nova norma, o novo paradigma. Ou seja, quando ela é estabilizada, veja, né,
o que é estabilizada, é manter um reforço. Gostou disso? gostei. Na mudança, a gente adota essas novas práticas e de certa forma internaliza, mas a gente só estabiliza a partir, né, desse feedback, desse reforço, né, e desse apoio, tá certo? E é o que ele tá dizendo aqui. Mas vamos embora, vamos ler os demais. C apenas na hipótese em que o processo não tenha sido bem conduzido, ou seja, o recongelamento tem alguma coisa a ver com não ser bem conduzido? Nada. e a mudança não tenha sido completamente internalizada. Pelo contrário, ela foi internalizada na fase
de mudança e ali ela vai ser estabilizada e completamente internalizada no recongelamento. D que representa um ponto crítico da mudança e se dá na fase intermediária. Não, na fase intermediária é a própria mudança, né? quando o novo modelo é posto à prova e deverá ser feito o máximo esforço para aceitação pelo grupo. Eh, hum, não tá nem bom isso paraa fase intermediária, mas tudo bem. E que consiste em uma etapa meramente formal, na qual, já tendo sido estabilizada a mudança na etapa de descongelamento, ora, né? E até eu vou apagar isso aqui, né? Porque você
diz que é meramente formal, porque é o o a gente pode falar em apoio, né, e reforço. Mas aí quando ele diz que já tinha estabilizada a mudança na etapa de descongelamento, não, porque a mudança foi estabilizada, né, na nem na verdade ela foi estabilizada na fase de recongelamento. As normas e os regulamentos internos devem ser atualizados para refletir tal mudança. Não, né? Já tendo sido estabilizada, nem na fase da mudança ela foi estabilizada. Ela foi estabilizada na fase do recongelamento, tá certo? A gente pode até dizer que na fase da mudança a gente internaliza
aquelas novas práticas, mas ela só vai ser estabilizada, né, a partir da retroação e do reforço, tá? Mais uma para vocês verem que é na mesma lógica, ó. Considere que o gestor de uma determinada organização necessita de promover um processo de mudança e decida utilizar o conhecido modelo desenvolvido por Kurtleven, formado por três etapas. Olha aqui, ó. Qual é o recongelamento? Ancorar a mudança a partir do patamar de estabilidade atingido, quando finalizada a etapa precedente, buscando a padronização do novo normal. Eu adorei essa estabilidade, eu já marquei até. Vamos simbora. B. Realizar um diagnóstico dos
fatores internos e externos tem nada a ver com recongelamento fazer diagnóstico de fatores internos e externos favoráveis favor. Isso aqui é na primeira fase, né, que a gente vai levantar a situação, né, para ver a necessidade de mudança, né, que a gente cria um senso de urgência, né, para criar mudança. C, dissolver grupos resistentes à mudança e formar novos núcleos que sejam indutores e disseminadores. E a gente dissolver os grupos resistentes acontece normalmente na fase de mudança que a gente busca eh na fase inicial, né, que é descongelar, Quando a gente busca formar coalisões, né,
quando a gente busca, ã, vamos dizer, eh, criar uma visão de futuro, né, como tá dizendo aqui, né, estabelecer, né, as estratégias, né, então seria muito mais na primeira fase. Na fase de mudança, a gente diz que dá autonomia, que a gente cria benefícios de curto prazo, mostra essa visão de futuro ali pras pessoas, né? Recompensa vitórias, tá certo? E aí chegamos na fase de recongelamento, então, né? Dissolver esses grupos resistentes. Normalmente a gente trabalha isso no descongelamento, tá? a D, estabelecer os novos comportamentos eh a partir da introdução de um novo molde do que
seja em termos de mudança. Estabelecer os novos comportamentos a partir da introdução. Introdução não. Essa introdução de um novo molde acontece no eh descongelamento e a letra e desfazer as crenças e percepções arraigadas que dificultam um processo de mudança. Isso aqui também é no descongelamento, tá certo, gente? Vejam que mudança é mais ou menos nessa linha. Lembrando que quando a gente fala em mudança, a gente muda pessoas, processos, a gente muda estrutura, né? Hoje a ideia de mudança é um todo, né? Mesmo que você Não faça tudo de uma vez só, né? Mas existem teóricos
que dizem que você só muda as organizações se você conseguir mudar primeiro as pessoas, tá certo? E agora a cereja do bolo. Pera aí, antes da gente acabar. Que que é isso? São questões misturadas. Queria pelo menos fazer uma. Vem comigo. Desculpa. O termo governabilidade refere-se às condições sistêmicas mais gerais sobre as quais se dá o exercício do poder em uma dada sociedade, como a forma de governo, a relação entre os poderes e os sistemas partidários. O que que ele quer? Governança. Nós já fizemos nessa aula. O que que é o conceito de governança? A
prerrogativa de o governo em representar politicamente a sociedade, isso é go vernabilidade. A relação de legitimidade do Estado seu governo com a sociedade. Isso é governabilidade. As condições do exercício da autoridade política. Falou em autoridade política, legitimidade, falamos em governabilidade. A capacidade governativa. O que é capacidade governativa em sentido mais amplo? Se ele falasse capacidade governativa em sentido político, nós estamos falando de governabilidade. Mas se ele tá falando de capacidade governativa, é a capacidade de liderança, é a capacidade de reunir os recursos, é a capacidade de colocar em prática, né? É a capacidade de controlar,
de planejar, ou seja, né? a capacidade de governar em sentido mais amplo. Isso é conceito de governança, Tá? A capacidade de governo representar interesses, gente, representar os interesses das suas instituições, reunir os múltiplos interesses dispersos que existe no Congresso, que existe na sociedade. E representar o interesse do Estado, né, é uma questão de governabilidade, tá bom? Que são condições sistêmicas, substantivas e materiais. uma de acontability. Vamos lá. Palavrinhas do bem. Agora é é viu e passou adiante. Agora é bateu e marcou. Vamos lá. Que que é a contability? Já sabe quais são as duas palavrinhas
do bem. O exame da relação entre a implementação de um programa e seus impactos na confiança da empresa e as decisões emitidas por seu gestor. Gente, não tem nada a ver a contability com relação entre implementação e impacto na confiança. B. Um conjunto de mecanismos e procedimentos que levam os decisores governamentais a prestar contas dos resultados de suas ações, garantindo maior transparência das práticas públicas. Gostou dessa? Amei. Duas palavrinhas do bem. Prestar contas transparência. Tá faltando só a responsabilização. C. Um processo contínuo e interativo que visa manter uma organização e dar-lhe transparência e integração ao
seu ambiente. Tem nada a ver com a contability, a transparência, sim, mas a aí você diz, Bet, a contability é um processo contínuo, repetitivo, que visa Manter uma organização. Não, ela não quer manter, ela quer, né, a contability eh, como a gente disse, é um processo, né, coercitivo de prestar contas, não necessariamente para manter uma organização. D, um conjunto de métodos e técnicas que estabelecem uma relação de causalidade entre um programa e o projeto e resultado. Gente, métodos e técnicos que apresentam uma uma causalidade entre programa e projeto chama-se programa, né? Não tem nada a
ver com a contability. Letra E, a relação entre os objetivos, a relação entre os objetivos, instrumentos explícitos de um dado programa e os seus resultados efetivos, bem como propostas e mé tem nada a ver. Vejam que, né, eh, a FCC faz isso. Questões muito fáceis que você encontra direto as palavrinhas do bem e outras que são mais interpretativas, tá? Queria mais uma. Vem para cá. Uma prefeitura que está implementando o Balance Coreicar para melhorar seus serviços e operações, criou um mapa estratégico para facilitar a comunicação da estratégia a todos os seus níveis. A ação que
melhor explica a utilização do mapa estratégico para comunicar a estratégia. Ó, o que que o mapa estratégico faz? Comunica. Já falamos dessa palavrinha do bem. Qual é a ação que melhor explica? Porque o mapa estratégico monitora a eficiência dos procedimentos administrativos e de Atendimento aos cidadãos. Se ele tá falando que o mapa vai comunicar a estratégia, Bet, ele pode monitorar eficiência de procedimento, mas isso é, veja, isso é uma perspectiva e outra só. É muito restritivo, né? O mapa estratégico não necessariamente ele pode até monitorar porque ele vai tá eh medindo, né? Letra B, o
mapa estratégico vai definir metas financeiras anuais? Não, já arrisquei para cada departamento e publicar relatórios financeiros trimestrais. Se ele tá falando de BSC, né, não tô falando de, né, metas financeiras anuais, tô falando de longo prazo, médio prazo, curto prazo. C, realizar pesquisas de satisfação com cidadãos e desenvolver treinamentos regulares para os funcionários. gente, o que explica o mapa estratégico é realizar pesquisa e satisfação. Isso é a perspectiva da Isso é a perspectiva da aprendizagem de crescimento, né? Então, não é o que explica a comunicação da estratégia, isso é uma parte da estratégia. Pode ser
assim como aqui também de implementar um novo sistema de gestão. Minha gente, aqui é top porque o BSC ele é um sistema de gestão de registros operacionais estratégicos, nada disso, né? Não tem nada a ver com implementar registro, né? Um sistema balanceado de desempenho e a letra E, apresentar, ó, palavrinha do bem sempre. Falou de mapa estratégico, falou de BSC, é a relação, o que que ele mostra? Ele traduz, ele comunica a estratégia numa relação de causa e efeito. Explicamos isso no outro bloco. Então, assim, procure isso que você não vai errar. Essa é a
resposta às palavrinhas do bem para, né, o que a gente tem aqui de BSC. Tá certo, galera? Deixa eu dizer uma coisa. Vou fazer 29. Deixa eu ver. Dá para fazer? Dá para fazer? Bem rapidinho, ó. 29. Considerando os conceitos da metodologia que devem ser seguidos para a correta adoção do BSC na forma preconizária pela doutrina, tens que a aplicação do referido método ou ferramenta demanda. Olha o que que demanda o BSC. Letra A. A análise dos desafios e oportunidades que se apresentam no cenário de curto prazo, já desconfia porque BSC começa do longo prazo.
Não obstante eu poder até trabalhar só o curto prazo, mas o ideal é que eu faça o desdobramento. Razão pela qual a ferramenta não atua como insumo para planejamento estratégico. Não atua como insumo, né? Ela não, a gente viu até uma questão da FCC que dizia que o BSC permite o acompanhamento, a estruturação, né, do planejamento estratégico em processos gerenciais, ou seja, né, como insumo ela atua. Letra B, a avaliação apenas a gente já grifa sobre as perspectiva econômica, financeira dos clientes. Cadê as outras? O apenas já acabou. Falta ainda processo interno e aprendizagem de
crescimento. C. A prévia definição da missão, ó, que que a UBSC demanda? a prévia definição da missão da organização, que significa a tradução em termos práticos de seus objetivos institucionais de longo prazo. Aí eu pergunto a vocês, olha para mim, para que eu faço meu o meu BSC, isso demanda que eu tenha uma prévia definição da missão, dos valores e da visão da organização? E quando ele fala aqui do conceito de missão, ele tá dizendo que o que que é a missão? A missão traz um negócio. Quais são os objetivos institucionais da organização, ou seja,
gente, né, essa prévia definição, né, que a gente disse que o BSC comunica é a essência, né, do BSC, permitindo inclusive, né, estruturar o planejamento estratégico. B, propor a publicação organizada a partir de quatro perspectivas, ou seja, o BSC através do mapa estratégico, propor a publicação. Veja, a gente diz que ele que o mapa estratégico traduz, comunica, né, acompanha, monitora, né, mas publicar, pronto, ele propor a publicação, ele permite a publicação, Poderíamos dizer. Aí ele vem, ó, ó as perspectivas, ó, tem nada a ver com o que a gente aprendeu, né, que aí seria financeira,
cliente, processo interprendizado de crescimento e e ser implantada exclusivamente em processos industriais, matamos, acabou, né, do mal essa. E a nossa resposta é a letra C. Então, gente, ó, BSC é uma aposta, né, dentro da da do edital de vocês, né, muito mais do que planejamento, né, a questão das estruturas se liga matricial, divisional ou departamentalização. Ele gosta muito da funcional também, né, no obstante, eh, fala mais da matricial de visional, né, eh, se liga em processo decisório, tá? Mudança. Hum, mais ou menos. Não temos muitas questões aí sobre mudança. Agora, gestão de processos, gestão
de projetos e GES pública. Se liga, pessoal, eu coloquei mais questões, eu falo muito, né? Aí eu não consigo fazer nem tantas questões assim, mas eu coloquei mais questões. Eu vou deixar disponível aí lá na plataforma, né? E eu vou colocar no último slide o gabarito, né? Nós fizemos 29 questões e eu acho que eu coloquei 40, nem sei quantas foram. O fato é que teve dúvida, entra No entra no Telegram, né, Bet, a questão tal, por favor, dê um print porque para eu saber qual é a questão, né, até para procurar à vezes demora,
né? Vocês bet a questão tal do material assim, aí, ah, meu Deus, eu não tô não tô com material, se você botar ali, eu posso te responder na hora, tá certo? E aí, qualquer dúvida, gente, estão aqui para ajudar, né, para que você passe, seja nomeado o mais rápido possível nesse concurso, que esse é o nosso desejo, né, e é o nosso esforço aqui para levar você, né, na caminhada do sucesso rumo à tua aprovação, tá bom? Cheiro no coração e até a próxima. Não deixa de pegar. Se você não conseguir pegar na plataforma, pega
no meu Telegram que eu vou deixar disponível também esse material anotado com o gabarito no último slide, tá bom? Que às vezes vocês nem olham, não tá o gabarito, tá o gabarito, tá bom? Tchau gente, cheiro no coração e até a próxima. Se Deus quiser, ele te adquirer. Não esqueça de persistir, se determinar que com certeza você vai chegar lá. Tchau. Tchau. Oi, voltando. Obrigada pela aula, obrigada pela audiência. Obrigada por não me deixar sozinha. Obrigada por estar aqui conosco, né? Terá mais alguma aula de reta final? Não, foi uma aulinha só, né? Com questões
FCC, mas deixei aqui, vou deixar disponível, né? mais tarde eu coloco, vou digitar o gabarito, né, Dessas últimas questões e aí qualquer dúvida você me pergunta, tá bom, né? E amanhã a gente vai ter também uma aula de FCC para o eh acho que é o nem sei qual é amanhã, deixa eu ver só para dizer para vocês quiserem. Aí a gente tenta fazer mais questões. Eh, amanhã vai ser TRF, quarta região. E o edital é praticamente o mesmo, viu? Aí quem quiser acompanhar também será às 2 horas. Eu vou avisar lá no Telegram e
colocar o link lá. Beijo, gente. Até amanhã, se Deus quiser. E ele adquirier. Tchau. Ciao. [Música] [Música] [Música] เฮ [Música]