e aí e aí é para gente que trabalha nessa área como se fosse mais uma esperança né mais uma possibilidade e vocês estão de parabéns espero que o curso de muito certo que seja um sucesso e que a gente possa reproduzir essas questões porque nós vamos trazer para vocês algumas questões que são muito muito recentes né então assim então acontecendo agora então é aquela questão de fazer o avião levantar voo ao mesmo tempo porque são muito urgente também então é isso que vamos fazer aqui hoje trazer uma série de conhecimentos que estão aí eu vi
a bibliografia do curso a fabi me mostrou e eu vi que você já estudaram vários desses elementos que eu vou trazer hoje mas a ideia que hoje a gente possa ter um panorama geral ligando essas coisas né e sistemas essas questões e depois pelo que eu eu ouvi também sobre a continuidade do curso cada tema dentro vai ser aprofundado então a gente tem que ir aos poucos né vai ganhando conhecimento vai né e vai aprofundando vai colocando e de alguma forma queria dizer que vocês vão ser vão ser criadores também dessa desse campo da juventude
na medida que vocês vão para as escolas públicas de ensino médio nesse país né então vamos fazer questão de ir lá que nem chegaram ainda na teoria que nem chegaram ainda nas pesquisas é isso que eu espero e por isso eu muito contente tá aqui agradeço muito copo de falar que isso também é eu escuto univaco então vamos começar a o título que eu coloquei foi juventude juventude concepções demandas e políticas públicas a gente começa aqui com o sumário né que eu espero dar conta eu queria pedir para me avisarem quando tiver quase no final
a ideia foi pensar sobre a concepção de juventude geração em seguida sobre a condição juvenil contemporânea o que é ser jovem hoje né de a situação dos jovens no brasil e para o final a juventude tempo presente pensando como é como pensar essa categoria jovens como sujeito de direitos da então é seria esse o nosso sistemas de hoje a gente começa a trabalhando com a ideia de juventude geração e lembrando como vocês já viram nos trabalhos que fizeram tal que esses conceitos tanto de infância adolescência juventude são históricos e são definidos culturalmente a gente sempre
pensa no lado biológico que tem muito sentido né o ser humano é como uma planta que nasce né se desenvolve e amadurece e envelhece e morre e seria o ciclo biológico da vida no entanto quem vai dar sentido a cada fase dessa e vai vai colocar expectativas para cada fase da vida essas são as culturas então personagrm se antiga juventude até os 40 anos estava muito ligado inclusive a questão física né no caso né o gás não se falava juventude só falava de só de falar da adolescência né e tem uma coisa biológica médica e
que a sociedade em termos culturais e históricos vai colocando sentido então é muito importante a gente colocar isso porque quando a gente fala de mim eu não tô falando de sociedade estamos falando de que a sociedade aonde a sociedade coloca sua juventude a biológica na etária cronológica e o que ela espera dela né então por muito tempo você não tinha esse conceito de juventude e adolescência muito menos as classes trabalhadoras como como eu consegui a crescer um pouco já ia para o trabalho né se era de um elite era nobre já ia vestir aquelas roupas
todas esperar crescer eu não tinha essa ideia cada um tinha seu de estilo de acordo com o lugar que nasceu né e não tinha essa ideia de juventude então é a primeira a primeira questão é só essa lembrar que todas as fases da vida ganhar um sentido na história e tem sentidos diferentes em culturas diferentes né a apresentação da sociedade chamadas primitivas você tem lá a questão de isolar fazer os ritos de passagem isolar jovem quando ela tá é quando ela menstrua aí em seguida ver qual é o casamento que ela vai fazer matrilinear ou
patrilinear e o jovem vai para guerra aí você tem uma série de questões que são muito diferentes do que você que se coloca na sociedade de hoje e na cultura ocidental aonde nós estamos então esse primeiro ponto é isso agora por outro lado a aquecer por outro lado não isso significa que a juventude espelha a sociedade a juventude não é diferente da sociedade né porque muitas vezes a gente coloca o jovem ea juventude como se ela fosse alguma coisa você jovem essencialista substantivo vista não ela espelha a sociedade e o brinco sempre com esses dois
espelhos quando eu falo do nosso na nossa sociedade é um espelho retrovisor como aquele do carro que você olha para o carro e ver tudo que tá acontecendo atrás acontecendo a sociedade ea sociedade espelha é o joão a sociedade mas ao mesmo tempo a gente pode chamar na nossa sociedade de um espelho agiganta dor de uma lupa porque quando você olha para juventude você pode ver coisas que estão acontecendo na sociedade estão mais claras na juventude né é como se a juventude tivesse entre a proteção da infância né que o senhor vai vai falar um
pouco sobre isso também depois ele a proteção da infância né e dizer assim ea responsabilidade da idade adulta esse tempo esse estar entre ele ajuda a gente perceber processos que estão acontecendo a sociedade que nem sempre são tão claros né então ele é um espelho retrovisor e o espelho agiganta dor ao mesmo tempo e por isso que é tão importante estudar juventude porque ali você pode ver questões que ainda não estão claras nem para infância e nem para a idade adulta então esse essa ideia desses dois espelhos ajuda a gente a pensar o que há
de específico eu falei que a juventude espelha a sociedade não tem nada diferente do que acontece a sociedade mas ao mesmo tempo tem uma diferença que essa possibilidade de nos fazer enxergar mais ver mais eu falei tanto de tecnologia que os medos maiores o jovem hoje é não ter conexão e cabal crédito é não vai perder o celular é se sentir fora de tudo né então é um medo muito contemporâneo e que faz parte né davi de ser jovem hoje medo de ficar sem conexão no mundo profundamente conectado o segundo medo que é muito muito
forte que tem a ver com as mudanças que eu falei antes é esse medo de sobrar é o medo de sobrar o que significa o seguinte eu posso não estudaram teu emprego eu posso estudar até o sino médio não tem um emprego como eu gostaria eu posso fazer uma primeira faculdade e a primeira faculdade me permitem que fazer uma segunda faculdade será que vai ter um lugar para mim nesse mundo né então é uma sensação que atravessa toda a juventude não é atravessa todos os jovens que vive geração de hoje a gente vai ver em
seguida aqui no art a mesma maneira mas é uma quiser é uma incerteza muito maior do que outras gerações teriam o que não quer dizer que outras gerações ciúmes oportunidade mas quer dizer que elas sabiam que acontecer era mais previsível essa coisa previsibilidade na juventude é importante aonde vou jogar minha energia é a pergunta né e por último esse medo de morrer de uma maneira precoce e violenta que isso corresponde a todas as pesquisas entre vocês trabalharam isso também em outro durante assim modo que é uma geração aonde nas pesquisas você pergunta você conhece alguém
que morreu de uma forma violenta ele responde sim aí você pergunta quem aí vem irmão amigo vizinho ou seja pessoas da mesma geração o que é de certa forma estranho porque o juventude e correr risco sempre teve a questão vamos assim questões da juventude de risco de aventura etc e tal mas a ideia de estar longe da morte era um dos elementos que e esse tempo né essa coisa tão longe da morte eu vou crescer né por desenvolver-se até que tal morte para os velhos hoje em dia o jovem não penso mais assim claro que
nós temos aí os dados sobre jovens negros assassinados mas nós temos ter me dado sobre a questão do trânsito muitas vezes carros mais possantes do que nossas estradas né que temos dados também sobre trânsito com bicicleta ônibus né dados sobre isso e temos dados também sobre suicídio juvenil neste mundo do desespero e as pessoas das desesperança que as pessoas estão como se colocando né então tem uma coisa assim de morte jovens que faz parte da história dessa geração ainda que a gente saiba né que é uma a gente sabe que não são todos iguais esse
medo de morrer não é todo igual mas numa sociedade onde você tem tráfico de drogas onde você tem armas de fogo proliferando onde tem uma polícia despreparada tem esses três elementos todos os jovens têm medo de morrer uma precoce e violenta hospital na favela seu naqueles territórios onde eu falei discriminação por endereço né tem uma muito medo mas que está andando na rua também tem a bala perdida não tem endereço né a bala perdida existe no asfalto na favela para usar um termo que a gente usa no rio de janeiro periferia no centro para usar
como a gente são paulo né cidade e e ponta de rua como se usa no nordeste aí vai sempre a coisa do espaço mostrando mas de qualquer forma os jovens sendo sendo ou traficantes ou consumidores ou contendo amigos que façam parte dessas redes estão sempre um certo medo de morrer a morte juvenil é uma coisa importante para essa geração que a parte da sua subjetividade essa compreensão né de como está no mundo é esse aqui tem alguns dados né eu vou deixar com vocês esse pau pontos vamos trabalhar melhor eu não vou explorar muito porque
senão meu tempo vai embora mas é interessante é do g1 e do globo mas mas é um pouco a questão das vítimas maiores serem homens serem jovens né e que se dar aquela questão do noturno da noite né que é uma coisa muito importante temos um verde lazer faz prazer companheirismo poder ele vir faz parte dessa fase da vida né e como é que está afetado por essa condição juvenil atual como mostro esses dados e vocês vão ter esse esse da gráfico para poder pensar melhor mas tem mais coisas são importantes para quem trabalha com
ensino médio será que quem trabalha hoje o ensino médio não teria que prestar atenção um pouco nas religiões dos seus alunos esse era um país extremamente católico ser católico é natural ser católico fazia parte e pessoal de umbanda candomblé né todas as regiões mediúnica geralmente de um dupla pertença né e socialmente apresentar como católico era como você católicas é brasileiro né agr a dança que houve nesses últimos anos o grande crescimento dos evangélicos né a grande a possibilidade também de jovens que estão ligados a movimentos sociais assumirem mais a questão da ancestralidade sumirem mais a
questão das suas raízes das raízes mudaram o panorama religioso brasileiro né e fizeram com que se interferisse na sociabilidade e na socialização então a questão da religião e aí tem o que mais cresce entre os jovens é o jovem sem religião que não é um jovem ateu da minha da minha do meu tempo nem o jovem agnóstico que não queria discutir religião do meu tempo também é um jovem que está à procura a procura de sentido que experimenta experimenta já foi evangélico já foi para o budismo já passou no não sei aonde é impressionante como
jovens são experimentando e buscando alguma coisa na hora do censo do ibge eles respondem não tenho religião mas não coloco show ateu ou agnóstico ela é uma grande mudança que é preciso a atenção nas escolas em termos do mundo de hoje novos padrões sexuais eu soube que vocês tiveram uma bastante coisa que bom tenha um bom diálogo né sobre a questão dos lgbt né a questão das mulheres também está em jogo nisso então nós temos assim é uma maneira é como se sempre existirão diferentes identidades sexuais né mas elas não vinham à tona da sociedade
elas não provocavam a sociedade ela não exigiam se tivesse uma concepção sobre isso na sociedade o machismo estava completamente naturalizado essa geração já viram vive um momento que o machismo está em questão e que as classificações de identidades sexuais também estão em questão então isso está nas escolas né não adianta fazer cabeça de avestruz botar no dizer não essa questão é pessoal é privado não é ela está no espaço público até porque ela tem sido elemento de é de punição de possibilidade conquista né então é preciso pensar também que novos padrões sexuais estão em jogo
hoje né e também os símbolos que dizer que diferenciam de outras gerações eu botei aqui tatuagem grafite uso das redes sociais aqui é um gráfico sobre a religião né que vocês também vão ter que mostra como é que uma pesquisa de uma pesquisa de 90 quando foi menos chover 2005 daquele quadro pequeno você vê 2005/2013 gente como a tendência é essa mesmo que crescer entre os evangélicos crescerem catolicismo diminuir e os sem religião como eu coloquei antes aumentar entre os jovens né que ela aquele quadro pequeno se compare as duas pesquisas e no gráfico grande
se coloca 2013 né a pesquisa 2013 de qualquer forma se pensamos que existe mais jovens sem religião mais pessoas sem religião entre os jovens que a gente os adultos o catolicismo tem que diminuir mais entre os jovens entre os adultos sem importante porque nós estamos falando de socialização socialização significa que há uma menor transferência intergeracional do catolicismo e isso muda um quadro e temos de juventude essa outra esse outro slide é um pouco a provocar marcas no corpo mas as marcas do corpo que são um elemento comum da condição juvenil se você olhar para essas
fotos você vê que elas não esconde as desigualdades sociais as diferentes maneiras de ser jovem no mundo de hoje né na primeira está alguém que parece bem do movimento cultural movimento hip hop certo a segunda o trabalho do da cana-de-açúcar e até ser uma menina na praia no rio de janeiro todos são tatuagens mas dizem que existem juventudes e não uma só juventude é uma marca comum mas é atravessada pelas desigualdades sociais e aí nós vamos aqui esse esse a fala dos jovens geral tá sendo colocado 51 milhões de jovens 27 por cento da totalidade
conversando ontem com com gabriel gabriel me lembrou que tem outros são dados do centro de 2010 eu botei em outros dados que já ponto uma diminuição da juventude para 48 milhões e 24 por cento da população total né ou seja está esse novo dado que tá trazendo reafirma que nunca foi e nunca será maior que 2010 foi momentos de pico da juventude né e aí uma coisa importante para vocês trabalham com o ensino médio é de fazer certos recursos internos né porque nós temos a população de 15 a 17 que nós chamamos de jovens adolescentes
né a população de 18 a 24 que nós somos jovens jovens ea população de 25 a 29 que nós chamamos de jovens adultos quer dizer esse tipo de coisa é importante também e com a rapidez que as coisas estão mudando têm diferenças entre essas gerações né esse essas faixas de terra essas faixas internas a gerações é mais uma diferença a ser levado em conta e aí então vamos no quadro da juventude diz que que significa juventudes porque é só uma é uma é uma coisa assim uma brincadeirinha dizendo que é que tu acha colocarem o
essa juventude não tem sim a juventude como se fosse um caleidoscópio tô lembrado daquele negócio que a gente faz assim e vai mexendo e vai formando imagem vai formando figuras etc é de outra geração nem sabe ninguém ninguém sabe o que é aquela deus copo né ou sabe e é tão pronto e se não souber tem que procurar o que é muito bonito então é o cara das cartas seguinte de um lado você tem ajuste igualdades sociais de renda escolaridade disparidade regional relação campo-cidade local de moradia como eu falei da transformação por endereço do outro
lado você tem as diferenças de gênero orientação sexual raça etnia deficiências físicas emocionais cognitivas religião pencin no calidoscópio misturando essas coisas quanto mais você misturar o que tem esse sinal negativo do lado de cá como que tá do lado de lá com sinal positivo você vai ter uma juventude mais vulnerabilizada então significa se eu moro na favela sou negro sou negra e sou lésbica e vou ter um grau de vulnerabilidade o maior do que alguém que mora na favela heterossexual e estudou bastante e entenderam essa essa pessoa que ela própria ajuda a gente pensar que
os graus de vulnerabilidade eles eles eles articulam igualdade e diferença né igual então você tem aí a discriminação vai aumentando de acordo com quanto mais elementos você negativos você tiver tiver colocado então isso é muito importante também para gente caracterizar as escolas certamente todos vocês estudam a trabalho diretamente eu sei que você são orientadores né com escolas públicas mas tem diferença se tá no nordeste está no sul tem diferença se tá na ponta da rua do nordeste está no centro tem diferença de quem vem para essa escola então essas diferenças é uma escola pública né
que nós todos dependemos com muita com muita força mas ela também não é igual ela vai juntar a juventude com graus diferentes de vulnerabilidade então entender juventudes para vocês não é só dizer não eu trabalho com a escola para o trabalho o setor mais pobre o que mais tem que ter mais tem caracterizar mais tem que entender mais que escola é essa né porque a gente a escola porque pode ter muita diferença entre si na bíblia da própria escola pública e aí nós entramos os encontros desencontros entre hoje entre a escola e mundo do trabalho
né como eu já falei você significados escolares são importantes sem ele não se vai adiante mas eles são como um passaporte que não garante a viagem por tudo aquilo que grandes mudanças os mundo do trabalho quiser o mercado de trabalho muito trabalho restritivo e mutantes os jovens nas escolas de hoje eles são meros espectadores nessa com todas essas mudanças a escola ainda não conseguiu mudar a sua maneira de ser com todas essas mudanças nós estamos falando com todos os esforços dos temas transversais a escola ainda permanece com a questão do tempo o espaço conteúdo ainda
como se tivesse falando com jovens o século 20 20 ou às vezes e antes então isso é importante um jovem do século 21 e uma escola que foi pensada em outros tempos claro que se tentou descarga que se tenta claro que se tem os temas transversais claro que você procura mas ainda a estrutura educacional não mudou suficientemente para ter uma escola que caiba na vida do século 21 eu gosto muito quando a brahma e eu fosse muito falar em uma escola que caiba na vida dos jovens do século 21 é o falta muito e por
outro lado a questão no trabalho é cada vez mais grave porque nós tivemos um momento de desemprego juvenil depois nós tivemos um outro momento que aumentou os níveis de emprego juvenil mas algumas questões que são estruturais e não são inventadas só no nosso país que tem a ver com a geopolítica mundial elas voltaram sobre jovens entre elas têm a questão da descontinuidade do trabalho né da qualidade do trabalho e da intensidade do trabalho né então você tem aí jovens entre a cidade tem rotatividade no meu trabalho entre os jovens a rotatividade é muito maior que
significa os jovens estão sempre procurando outras coisas são os pedidos vão para casa e brigam com a família que a família até aceita que a namorada durma em casa mas não entende quando ele perde o emprego e as duas coisas fazem parte da mesma condição juvenil né as duas coisas fazem parte mas os pais têm segurança em relação ao futuro dos seus filhos né e baixa remuneração entradas e saídas no mundo do trabalho constante não do trabalho na escola isso que é interessante porque antes você tinha até o postar de voltar estudar aonde você não
tinha de voltar a estudar hoje tem então é essa coisa de entrar e sair na escola do mundo trabalho é uma experiência muito forte nessa geração e é por isso que eu que choro um pouco aquela ideia dos nem nem né que é como se nem nem uma imagem boa boa para gente falar boa pras pessoas entender e a tradução entre entre o espanhol eo português ainda deu para gente mais uma imagem né porque nem parece e esse sentido é uma imagem interessante para dizer que existem muitos jovens fora da escola e fala comigo trabalho
mas é uma imagem que apaga a trajetória juvenil ele pode ele pode ser o retrato o retrato que não pega o processo porque é uma grande maioria da juventude de hoje tem experiência no mundo do trabalho né que combina vai entra sai então eu fico sem pensando que essa ideia do neném se ela for fixada se ela não for relativizada como uma foto como um instantâneo e ela perdeu o processo ela acaba ainda colocando mais um prejuízo mais uma vez mais um preconceito em relação jovem como se jovem fosse nem tivesse lá né só se
divertir não tivesse batalhando tivesse na no corre como como eles gostam de dizer né para comprar de se inserir né ou na escola ou no mundo do trabalho então uma grande questionamento sobre essa coisa de se essa figura neném é boa figura é boa é boa da manchete de jornal é pode dar mais e a pergunta é até que ponto ela não apaga a trajetória dos jovens né ela não considera os jovens como uma folha em branco quando ele tem muita história na sua curta vida para contar então aí nós temos outro exemplo né que
é se esse gráfico do tá de cá mostra que quanto mais jovem mais se apropria das novas tecnologias né a frase que tá na frente em cima que tá em branco é apropriação da linguagem digital pelo juventudes então você vai vendo aí que quanto mais você sobe né você diminuir idade mais redes sociais mas acontece que a média a média né da conexão pode mascarar as desigualdades sociais porque porque você tem escolaridade dependendo do grau de escolaridade a possibilidade de lidar com as informações que estão na rede é diferente né depois você tem a questão
da sociabilidade uma família que todo e usa as redes sociais né o pai a mãe o irmão é muito diferente uma família que é só ele que usa mas ele te trocar de questionar esse setra a questão da renda né a renda por causa de equipamentos equipamentos não são iguais né e por último local de moradia porque depende muito bonita da qualidade da conexão da banda larga etc então você tem por um lado uma é verdade que todos os jovens têm mais conectar com seus pais por outro lado é preciso pensar as desigualdades que se
expresso nessa conexão e aí eu vou passar rapidamente alguns slides e vão dizer respeito a essa juventudes que você tem um atlas da violência do ipea e dos últimos anos né que mostra que os jovens são mais afetados pela violência do que os adultos ela que ela é que eu falei espelho retrovisor espelho a gigante a dor e que entre os jovens são os negros do sexo masculino que são mais a festa tafetá bom então isso tá mais do que provado ano atrás ano né essa questão ela é o medo de morrer de uma forma
violenta e precoce está mais clara entre uma parte da juventude do que noutra parte da juventude então é importante a gente levar isso em conta a mesma coisa que te dou mais recente ainda que vai mostrar que aí talvez interesse para vocês porque vocês vão para o lugar de diferente através do programa que vocês ajudam né que mostra um pouco a questão dos estados né e é tão interessante porque no imaginário social rio de janeiro né é rio de janeiro rio de janeiro janeiro se você olhar para isso você vê que tá acontecendo em capitais
do nordeste que não tem muita sensibilidade e temos a grande mídia né vai ver um lugar do rio de janeiro nem é tão mas eu tô dizendo que não é grave rio de janeiro realmente atualmente é uma coisa fazer um exemplo que tá acontecendo no país já é um signo né mais do que isso mas aí você com esses eu não preciso também a questão das mulheres como é que se coloca atenção das mulheres ou seja esses gastos tô trazendo para pensar juventude desse né a ideia que é a coisas comum mas a parcela da
juventude que a partir do seu grau de vulnerabilidade caleidoscópio vai ter esse tipo de resultado ou seja aquele calidoscópio está refletido nesses dados da violência em 2018 e tá mostrando que a questão da violência não pode ser tratada isoladamente a questão da violência tem que ser tratado num contexto social aonde apareço apareceu as questões das desigualdades e das diferenças porque são elas que explicam a violência não é só a pobreza é a pobreza é lugar onde mora tudo aquilo que eu falei que eu não vou repetir né é lugar de uma hora essa é gay
isso não é gay tudo isso está refletido neste quadro que nós estamos vendo que deus seja para interpretar esse quadro é preciso ter e da condição juvenil da situação dos jovens no brasil e dos seus diferentes graus de vulnerabilidade o mesma coisa mais um gráfico que vai ajudar vocês pensarem que aparecer o ceará paraíba sergipe e aí tem que ter um pequeno título eu tenho toda todo o respeito pelas pessoas que fizeram que são realmente especialistas né do do atlas da violência certo é que tal mas ele está diz que melhoraram estados que piorar e
o rio de janeiro está entre estados que melhoraram não é preciso como esses dados são que depende de conjuntura como depende de uma série de questões rio de janeiro que tinha alcançado alguma coisa de melhor né nos últimos anos perdeu nelo perdeu completamente essa possibilidade e o mais importante nesse quadro que eu gostaria que vocês vissem com calma depois são as faixas etárias que estão ali né do lado de lá claro que talvez no ensino médio vocês não não vão estar com a faixa etária que mais vamos assim mais um grave e na faixa etária
de 18 a 24 é o mais comprido daquele no gráfico q tah q tah esquerda de vocês né mas aí não esquecemos como é importante a falar de violência também separar pelas faixas etárias dentro da juventude que tem uma diferença grande aí né é como se o momento da emancipação né fosse o momento a onde a violência é maior e é por isso é preciso refletir sobre isso porque é nesse momento e não em outro e por último né no no quarto ponto que eu queria falar com vocês a gente vai chegar então nessa questão
de como é que a juventude chegou chegou a ser um pode ser pensada como sujeito de direito né e vamos fazer bem rapidamente você sabe o que é política pública por um deve ter trabalhado com isso política pública é aquele aquele é o estado assumindo que é preciso fazer alguma coisa quando surge um problema social quando há uma demanda da sociedade para algum setor que exige que se olhe para ele de uma maneira específica nós temos da constituição federal as obrigações dos da federação as obrigações dos estados admissão dos municípios quando é que entra política
pública ela entra no momento em que o estado vai tentar além da constituição olhar para um setor aonde ah tá vindo demanda de políticas específicas a juventude ah ah ah ah não está invisibilizada com política pública e passou a ser olhada com um elemento política pública agora os enfoques são muito diferentes no tempo e no espaço às vezes ele ficou eles se completam as vezes eles se completam maneira congruente às vezes e completa uma incongruente então por exemplo essa altura que da costa rica ela colocou quatro elementos que ela pode ver pode ver na literatura
uma ideia de juventude como etapa de preparação e aí geralmente a política pública para ela a educação vai se preparar para o futuro juventude começar a problemática juventude como atores estratégicos para o desenvolvimento e juventude cidadã como sujeito de direitos que ela colocou essas quatro elementos eu fiz um quadrinho aqui que esse não vai dar para vocês verem certamente mas vocês vão receber mais esse quadrinho foi o esforço que eu fiz te pegar três momentos e colocar um pouco que consegui o vento digitar um jogo até para dizer para vocês que essa priorização que tá
em cima ela não significa que o o momentos que sucede o outro apaga o outro essas coisas convivem no tempo né então o primeiro momento que eu coloquei que foi logo depois da segunda guerra mundial que foi quando o estado assumiu para si a ideia da política da escola pública né a escola pública passa a ser um dever do estado passa passa passa a fazer parte das constituições de todos os países né que é como se o estado do bem-estar social que vem depois da guerra ele assume a sua juventude e assumir como a juventude
tem que ter um tempo de moratória social ele tem um tempo de suspensão entre a proteção da infância e emancipação tempo isso preparar a juventude nós sabemos que aconteceu né depois disso é uma elite aquela lá na foto da uni chega até a universidade a grande maioria vai precocemente por maneira precoce precária para o trabalho garantido cruzeiro previdência social para os mais velhos e aí deixa de ser jovem e ser jovem é ser estudante então essa primeira ideia né que é da moratória social da escola pública para todos na verdade bate com as desigualdades sociais
do país e fazia uma elite ir para a universidade ea grande maioria e direto no mundo do trabalho e ser joga ser estudantes quando chegou nos anos 90 80 90 tem uma grande crise vocês leva políticas neoliberais cresceram nesse momento porque o estado de bem-estar social foram questionados eles não tava dando conta da pobreza que tava aumentando a pobreza a uma categoria que se usá-la muito nesse momento né então aí as grandes mudanças que eu ver 0 no mundo né a nova geopolítica mundial nova divisão internacional do trabalho né aquela coisa que você vai ligar
para comprar uma coisa nos estados unidos já tem um jovem de telemarketing lá da índia falando inglês indiano mas é porque existem revitalizou inclusive a questão da produção tudo isso que vai acontecendo que mostrou também o que entre os jovens aumentava a questão de da violência e do desemprego desemprego tava mais geral mas entre os jovens é a maior e aí você criou essa ideia de jovem em situação de risco pro primeiro momento a educação era política pública para o segundo momento apareceram além da educação formal apareceram também os cursos de qualificação da mão de
obra né mas para o floor tem vários elementos para vários exemplos para dar que são cursos para que os jovens consigam se qualificar para entrar no mercado de trabalho e os projetos sociais da som lg das fundações empresariais que vão então pensar colocar jovem não é problema joga solução e vão falar de um protagonismo juvenil e nível e nível pedagógico que vai ajuda o que deveria ser uma se diriam prover contenção né e presente prevenção e contenção e aí o jovem foi pensado como continua pensado como estudante mas passa e também como situação de risco
e um terceiro momento que após os anos 2000 muitas coisas estão acontecendo no mundo muitas vamos assim em termos de direitos humanos começa a se falar direitos humanos de 4ª geração que são direitos difusos para grupos sociais e nesse momento então a ideia de jovem como sujeito de direito vem à tona qual a diferença que a gente podia colocar nesse momento primeiro que a questão da exclusão aumenta no mundo apesar das políticas do segundo momento ela aumenta e o capital de fica mais flexível as fronteiras as fronteiras nacionais né e as grandes corporações internacionais ganham
mais estar as contas nacionais ficam mais esmaecidas e você ganha mais espaço para na verdade para grandes corporações internacionais e as novas tecnologias aumentando entrando no mundo do trabalho então é nesse momento né que você que as inseguranças dos jovens às demandas dos grupos sociais e ao estado e começa a transformar demandas em políticas né e que qual é e qual é a primeira questão reconhecer diferentes modos de passagem da juventude para a idade adulta aquele modo que era previsto né que era estudar trabalhar casar ter filhos quero modelo ideal da moratória social embora não
fosse não acontecesse para todos os jovens fosse pensar de outra maneira se os jovens entre o ensaio do mundo do trabalho né é preciso pensar políticas que ajuda ele tem educação e entrar no mundo do trabalho combinar muitas vezes tudo de trabalho né então essa essas políticas públicas elas deixam de ser apenas de educação as pernas de educação apenas de trabalho elas passam a ter outras dimensões da vida dos jovens então aí vai entrar toda a questão da educação do trabalho da saúde da cultura a ideia de pensar o jovem co a net pensar o
jovem nas suas múltiplas dimensões e o mais importante é a ideia de jovem tempo presente ou seja o vir-a-ser é importante a escola deve garantir o vir-a-ser mas é preciso olhar para o jovem no presente não olha apenas comer alguma coisa que vai ser no futuro né tá grande diferença dessa terceira coluna é essa jovem tempo presente claro que não preocupado com o futuro claro que essa da autonomia mas passam está em jogo mas ele não pode ser visto apenas como alguma coisa que não é que vai ser ele é alguma coisa tem que ser
visto no presente dele mesmo e aí que a gente fala e jovem como sujeito de direito é isso que significa ser jovem como serviço direito e o aqui agora o futuro está em jogo tá mas o jovem não pode ser visto todas as fases da vida são de transmissão né a juventude tem presente nem o futuro é uma dissipação mas a juventude não é uma mera transição entre a infância ea idade adulta porque era assim que era considerado a infância tinha um quem ganhou o direito primeiro que tinha a ver a minha cidade necessidade de
proteção à idade adulta tinha as suas as suas formas de proteger foi ganhando a forma de proteger ea juventude era vista como uma fase de transição essa altura é aquela não tá citada aqui uma autora né da costa rica mesmo que citei anteriormente ela fala todas as fases da vida são de transmissão né se você pensar ninguém fica fica ninguém fica a criança para sempre ninguém fica adolescente para sempre e ninguém fica vendo para sempre vai morrer também então se você pensar nesse sentido todas as fases da vida são transmissão então porque só juventude ser
pensada como transição e foi assim então que se criou o estatuto da juventude a onde se busca essa conjugação de direitos o estatuto pareces vão trabalhar hoje à tarde ele tem uma coisa muito importante porque ele mesmo as suas imperfeições não vou dizer que seja o melhor tá todo mundo mas ele reflete o momento que nós estamos vivendo a mistura direitos de cidadania que estão na constituição com direitos humanos de 4ª geração que são aqueles de grupos específicos né ele vai falar de igualdade mas eles vão falar de diversidade também então ele mostra atravessa tudo
vocês vão o estado da questão como é que tá sendo tratada a questão da juventude hoje ou seja claro que entra o país legal e o país real tem um fosso sempre tem mas assim ele é vamos assim como se fosse uma uma algo para estar no horizonte né é como se transformasse de alguma forma no elemento para discussão no elemento para começar a discussão e para poder realizar o que tá lá e para terminar mesmo e aí vocês vão trabalhar à tarde por isso que eu não vou comentar ponto por ponto aí só para
terminar eu queria dizer que a perspectiva geracional ela pode ser pensada mais ou menos comparando com a perspectiva de gênero e primeiro momento parecia que a questão de gênero é uma questão das mulheres o gênero mulher pois se deu um passo adiante se percebeu que a questão das mulher de gênero não era só das mulheres das mulheres e dos homens porque a da sociedade aí você tem gênero como nós fala mais movimento feminista né ele tem que ficar com saudade do gênero depois passou um tempinho você teve uma coisa de envolver mais ainda em outras
identidade de gênero então é como se a questão também que fosse ganhando contornos históricos que você não juventude também primeira coisa importante é aqui a questão da juventude tão importante que é uma questão de jovens e adultos isso é uma coisa muito importante tem que envolver os dois lados da questão para poder poder ter algum tipo de crescendo junto o que faço só de jovens não mudar essa sociedade que não tinha relação não tinha de também a possibilidade de galgar né respeito diálogo reconhecimento que é muito importante então para ter políticas de reconhecimento de distribuição
reconhecimento e participação a perspectiva e ela tem dois elementos importantes um é o diálogo intergeracional que é isso que eu acabei de falar só sabe quem é hoje o que é ser jovem hoje tem a jovem hoje mas os jovens precisam saber que para chegar a ser sujeito de direitos os adultos ou perguntou a parcela dos adultos trabalharam para fazer as suas questões ao espaço público as pessoas questões sociais ao espaço público que nada será como antes porque os adultos puxando o fio da história ele tem algo a contribuir para questão da juventude então escuta
mútua entre gerações é muito importante para a gente colocar isso sem escuta a multa já se você não tem a questão da juventude pronta mas como nós temos juventude juventude desse a outra face da questão da perspectiva geracional é promover o diálogo ea escuta entre diferentes setores da juventude isso é muito importante porque porque a ouvir o momento que houve um certo ju vem como é que a gente ju o dízimo está sabe que o jogo essas são joão que faz dá voz aos jovens entre tal mas esqueci aqui a disputa de valor está entre
os jovens também então na escola nesse espaço não pode ter que passa o melhor para promover que os jovens discutem entre si que eles possam na verdade trazer as suas questões que eles possam relativizar certos preconceitos que são que se transforma em discriminação e que se transformando em discriminação eles acertam o acesso a direitos e o até o acesso a oportunidade né então a promover né o diálogo ea escuta mútua entre jovens e adultos mas também promover a escuta a multa e o diálogo entre jovens de diferentes segmentos sociais de diferentes vivências diferentes portadores diferentes
identidade também de gênero e raça e cor etc e tal então é a perspectiva de juventude e implica sempre nesses dois diálogos se eles não existirem se não parar da frente essa ideia de transformar um jovem e sujeito de direito que é o objetivo que é o momento que nós estamos na sociedade brasileira né que a gente teve inclusive uma série de avanços que hoje transforma as referências e elementos de luta porque no campo da juventude nós já temos a gente pode até um debate fazer mais vários retrocessos no dois últimos anos já fala é
os dois últimos anos né então isso é muito importante trazer o estatuto pede para ser discutido hoje é fundamental para que não se perca o que foi acumulado num ciclo de 2005/2015 com todos os defeitos com todos os seus limites com todas as as diferenças entre o país legal e o país real é isso gente obrigada a