E aí e aí e aí o meu irmão e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí E aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí E aí e aí e aí e aí oi oi oi oi stand tá duas vezes aqui sim deixa eu te explicar eu tô adri com o celular e com o computador porque o áudio do meu computador tá estragado então eu falo no lar a quem vai passar as lâminas sou eu
ou é tu ou é o dani quem sabe dani acho que fica difícil Porque ele também vai apresentar se tu como tu como é que tu prefere prefere que eu passo ou tu prefere tu passar eu prefiro eu passar porque daí vou dando ritmo na fala é eu ontem preferia o passar sozinha eu acho que a mas tranquilo valoriza a maria elisa estados vendo porque a outra isso já tá já tá nos dois como os ou cê tá tá tá bem bom e aí do celular que vai se deixar a senha do computador sem som
não tem som exato eu tô sem eu tô do celular sem a Câmera e vai aparecer uma vez só ah entendi sim tá tá bem também entrou oi oi tudo bom o seu beijo é bom a gente chegar cedo para ir testando e essa apoiando também muito importante nesse momento de câncer sim dani tu passa para as lâminas seus slides tá e aí já tá não sabe o mesmo material com adriana vão usar juntos usar juntos nós fizemos juntos tá a cidade a gente nem a gente não discutiu assim aí eu falo isso eu falo
aquilo a Gente pensou mais numa conversa mesmo e a gente vai se se complementando então não só a passa eu pensei que cada um tinha o seu material ah tá não não não não eu passo eu eu eu tô aqui já com ele aberto e eu eu três minhas tá quando coloca um bando iniciar depois que eu quero apresentar e oi e eu desse abertura daí tu coloca dani e aí vocês então sim sim buscar na latina cada um tem o seu jeitinho né cada vez que se dane eu queria eu queria Te pedir para
me ouvindo tô te vendo eu queria te pedir que com relação as lâminas tu fosse fazendo aquela situação a senhora hora a lâmina aparecendo hora nós falando tá tocando parar de compartilhar a tela isso para você se irritar e quando você sentir dormir quando eu tô sentir que a gente enganou engatou a primeira o tirar ah tá tranquilo tranquilo tá e a bom e depois um sinal nos 10 15 minutos finais a gente pode abrir para perguntas Comentários e me achar tá muito bem que a adriele as nossas cara biografia para poder falar e aí
que eu mandei no whatsapp dele também sim apresentação sim sim eu dei uma resumidinha tá sabe que vocês são quatro extensos avó dá uma resumidinha trabalhei maior do curso na primeira fala tua também boa vou falar falar um pouquinho o pessoal tava pedindo por cursos pequenos e tu falasse de atualizações mas acho que também dá para Falar do grupo de estudos que vai começar no dia quatorze três meses de duração você dois encontros por mês então também é é curtinho essas pessoas tiverem interesse hahaha tá jóia nós falaríamos um a cantar eu aos boa e
lá das novidades falar das novidades netos na faculdade whatsapp e e sim eu só vai ficar sabendo em primeira mão as dos professores as novidades a gente está sempre com Novidades né boas e foi também são da maratona e da e das pessoas falando conversando isso passou e ele é ah tá oi boa noite e aí vem vou ficar no de classe a e fica escondidinho aqui o dia tu tá com o youtube ligado eu tô ouvindo a minha voz aí de retorno eu esqueci para ir que se a o youtube já está transmitindo é
a já tá tchau já tá deixou só desligar aqui que Vai ficar lá no youtube né a denise a gente teve que fazer uns ajustes porque a andreia que a coordenar e ela tá desde nessa madrugada sem água e sem luz em casa em tempo real foi um temporal muito violento tá chegou dá medo né sem dúvida foi não ruim olá pessoal tá brincando que era para fugir jantar quem tá em tá querendo sair de casa para dizer não é para sair de casa vou ficar em casa se envolver em uma voz 200 fica em
casa em casa não Bota o pé para rua se puder que causa é a melhor no que está judiando das pessoas sim e esse estendendo né bastante a gente tá cada dia tendo que se readaptar de novo mas eu só como é que as coisas vão ser é sim é é uma situação uma crise que a gente não vê a o final né não vê uma perspectiva bom vai até tão saudade vai apertar o período não é uma incógnita é ah e quanto é para adaptações em março pra cá gente é impressionante né se a
Gente vai passar fantasia prima e ai flexibilidades amor é tá sim olha hoje eu falei com um colega que tá na espanha o mateus acho que vocês conhece e ele tava me dizendo que lá tá super tranquilo ele sentido menos um caso por dia novo dia pessoas com corona já então quer dizer já passaram de uma fase horrível e agora tá bem tranquilo espero que a gente chegue nessa fase lohan o fato é que o isolamento social fez a diferença na Itália e na na espanha né sim então agora estão colhendo os resultados que se
conseguiu fazer o isolamento eu acho que não que nós fazemos a 0 mesmo ai ai ai ai eu ando hahaha pessoal tentando nós temos um tempinho aqui deixa eu ver quem tá aí a dani dani que lonileide cuiabá querida ângela ângela márcia luna de muito tempo atrás coisa boa ver gerações aí nos encontrando [Música] Oi isabel oi dani querida tudo bom [Música] que saudades de tia e aí e também do youtube também a de tá cuidando né e aqui também né já tem várias pessoas no youtube eu dei mais filhotes mas piadinha também e estou
fazendo recepção ali naquela casa lá esse é o primeiro evento que a gente está fazendo assim com uma dupla transmissão exata fazer nada e louvor Nisso também né graças a maria a nossa super colaboradora maravilhosa boa e de fazer essas mídias não necessariamente atingir mais pessoas e isso exatamente assim a gente pode oportunizar mas pessoas poderem participar nada eu espero que pessoal esteja aproveitando a complica né fica mais fácil maioria tem usado a fábio no celular hum hum hum a e lá em santa catarina foi que hora Que aqui né as coisas terrível e rico
pois é né que coisa que fúria ainda mais presa né varenida né e e nem tem daqui a pouquinho gente começa tá chegando sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa maratona é a primeira de muitas maratonas e olha você se gente entrando hahaha é sim estou feliz porque me amas 800 inscritos ontem batemos miu miu tinham é assim uma coisa que no youtube que tava assim 1,01 mil inscritos e O que bacana olha só dá uma ideia do alcance né larissa limpados representados né tinha gente de mato grosso tinha gente de pernambuco eu vi ela ontem
acho que não ontem não acho que foi na segunda algumas pessoas colocaram no chat quem quiser colocar da onde é a pra gente ter uma ideia assim coisa boa terça se colorido aí do brasil todo muito legal e ela pegar em de troca né poder conversar coisa boa é um alcance 500 a gente não pensava né isso Pelo menos vamos pontos positivos desse momento é verdade é verdade estreitas fronteiras de uma certa maneira através venda de alessandra escrevendo sou de rondônia estou desde segunda na maratona é deixa eu ver aqui o site a laura de
porto alegre alessandra de rondônia está gostando alessandra tá valendo a pena desde segunda maratona eu espero que sim tem aula de futebol oi adriana dutra adriana minha xará cadê você tá de cuiabá que ia sair todas da Santa rosa agora as pessoas vão colocando só teclar e a cláudia de cachoeira débora de santa rosa lá também santa rosa também graziela em uma aluna de santa rosa chapecó foi uma das cidades em que graziela tá tudo bem aí a chapecó foi muito atingida né sou eu vim falar também hum luciane de primavera olha só primavera tem
uma gauchada lá no mato grosso mas que a gauchada tomou conta lá de primavera ela se é em torres Alessandra quiser com vontade de fazer o pó sim saber que tem cuiabá alegrou assim começa em cuiabá agora em agosto alessandro a gente já teve três alunos de rondônia que fizeram o curso de cuiabá realmente mas e é mais acessível né pouco mais perto né o deslocamento hahaha em novembro se perdendo que vem vai me capacitar coisa boa você será muito bem-vinda a débora mandou após e divulgando que Bom faz aonde débora e a débora é
de santa rosa estampa rosa coisa boa no youtube aqui no youtube tem pessoas que têm mato grosso a rosa fornazieri quer virar frozen face tá gente de porto velho rondônia maria do socorro tá desde ontem conosco assistente social do tribunal e terapeuta de família olha que bacana quem a maria do socorro a da silva bezerra que ela é de rondônia porto velho olha que legal possa fornazieri Nossa amigona amarelo sim coisa boa né um beijo então para pessoal boa tarde bença boa enxergar assim então olha só também é do porto velho também se colo lá
no ministério público é isso que legal alessandra haia a dani crônica amor dizendo que a diferença que fez na vida dela o curso de sistema está realmente eu acompanhei sua testemunha e vem nela estou entendendo desenvolvimento porque alegria a cachoeira do sul bagé também estão Franquia pelotas acabei de ler sofia charmoso e acima de burro e e aí ah que legal caiu a minha conexão do computador mas eu tô no celular a internet foi ih ainda bem que eu tô no celular pois é né nós temos colegas de lajeado também fazer marcando presença aqui no
youtube ó solange é psicóloga de lajeado prazer em compartilhar ideias com a equipe dos pés que bacana ae a marisa da isabel Maria luiza que bom barra coisa boa né oi tudo bem os dois minutinhos para gente ir sim contagem regressiva sim o encontro de ontem a luciane tá perguntando se ele foi gravado foi gravado nós já temos o link que está sendo disponibilizado né para todos vocês ser disponibilizado depois provavelmente no youtube é porque a gente teve mais inscrições do que a gente esperava mas o que a gente fica imaginava né coisa boa então
a Gente tá decidindo possivelmente a gente vai disponibilizar na no nosso canal do youtube e vim para quem está chegando e para quem já tá boa noite a todos e todas para quem ainda não conhece muito cef as nossas atividades eu convido vocês a visitar nossa página siete poa.com.br e também curtir no face e no instagram porque daí pode acompanhar as notícias a gente está sempre com novidades e eventos atividades cursos neocef sempre oferecendo que tende Tradicional e o que tem de inovação também é a e da saúde mental a águia uma ar assistente social
de santa cruz o curso de sistêmica dos é fez diferença na minha trajetória profissional adriane maria elisa importantes na minha formação ilegal eu lembro muito guiomar sim eu também é a né a malu não muito importante que muitas contribuições na nas aulas muitas trocas que legal coisa bom esses Encontros dá certo da família cef oi ana paula boa noite super feliz por estar turma 83 de santa rosa que legal ana paula seja bem-vinda também coisa boa até né a outra pessoal aqui a gente tá bom então são 8 e 1 vamos dar início em primeiro
lugar agradecer quero agradecer ia a participação de todos vocês que estão aqui com a gente aqui nos um e também no youtube agradecer as os nossos queridos apresentadores de hoje maria elisa fio e daniel mazza ali Na vou apresentar eles em seguidinha mas antes eu queria então eu falei antes de algumas pessoas que tinham entrado que a gente tem algumas novidades porque várias pessoas desde segunda-feira tamos perguntando sobre o curso de sistêmica na modalidade online e a gente vinha pensando já há algum tempo como uma estrutura isso como inserir a idade para oportunizar para outros
lugares do brasil de pessoas que estão né mais distantes de porto alegre o Santa rosa o pelotas ou cuiabá onde nós temos o curso presencialmente então a gente resolveu abrir uma modalidade de aperfeiçoamento não especialização porque a especialização entre está em supervisão no espelho supervisão direta como chama não é possível mas como um aperfeiçoamento sim é possível e a gente então vai oferecer essa modalidade é a nem o dani sabia porque se foi uma decisão hoje que a gente né porque vários pedidos muita gente que enfim Gostaria é de ter essa possibilidade do curso online
então quem tem que tiver interesse em receber mais detalhes sobre como vai funcionar e pode mandar um e-mail aqui ano chat mesmo eu escrever para o ensino arroba se poa.com.br quem quiser botar aqui o e-mail a gente já registra para depois enviar ok então para quem não nos conhece cef a uma instituição que começou essa história a limpo as com a com a terapia sistêmica então nós já Temos uma experiência longa dentro desse tema é um tema muito importante é um tema que nos ajuda a entender muitas muitos dos fenômenos das relações da dinâmica das
relações das famílias dos indivíduos e hoje então nós temos então uma infecção e da nossa maratona era duas pessoas muito especiais que faz a parte importante da história cef tem parte da família cef são pessoas muito queridas e que a gente realmente estima muito e que acompanhando também né a Nossa trajetória que a maria elisa ilda e eles vão falar hoje sobre a terapia individual sistêmica porque eu acho que muita gente muitas vezes conhece a terapia sistêmica aplicada com famílias com casais e muitas vezes não sabem muito como funciona o como é muito bem aplicado
também para atendimento individual eu eles vão nos contar um pouquinho né a sobre os conceitos principais e vamos explicar um pouco como a gente pode então a esse modelo Para trabalhar então individualmente é uma vou apresentar é os meus queridos colegas e o daniel mas ali é psicólogo mestre em psicologia clínica pela puc do rio grande do sul especialista em terapia sistêmica individual casal e família pelo sef participou do curso intensivo de utilização do céu fisioterapeuta na terapia de família em 2019 com maldição do robyssão dolphin em coma em formação em terapias comportamentais contextuais Pelo
sef experiência como supervisor de estágio curricular em psicologia e atende indivíduos casais e famílias atualmente ele é coordenador do núcleo de terapia is nos dá é fino curto cênica ea professora e supervisora no curso de especialização em terapia sistêmica no cef e também atende no consultório a maria elisa viu que é psicóloga e também mestre em psicologia pela puc especialista em terapia sistêmica com indivíduos casais e famílias pelo cf e Ela também tem treinamento na terapia focada nas emoções com casais nível 1 e 2 atualmente a coordenadora de ensino então para quem for fazer o
curso para a gente vai ter também a grata satisfação de tapetinho dela e ela então coordena o curso de pós-graduação em terapia sistêmica no sesi congelar também a professora e supervisora e trabalha também no consultório atendimento ficou indivíduos casais e famílias é uma grande honra e satisfação alegria ter Essa dupla podendo conversar com a gente sobre a ter atingido o sistema tão no finalzinho a gente vai abrir para perguntas para comentários pelo chat por favor e eu vou pedir tá a todos deixem os seus microfones desligados durante toda a apresentação deixem as câmeras ligadas preferencialmente
para a gente poder ver as carinhas de ruas mas os microfones por favor desativar então obrigado um arraso e acho que a maria elisa teve Algum problema técnico que ela travou e e deu uma sumida né mas eu queria então começar também agradecendo essa oportunidade né de tá aqui e eu acho também para quem já conhece o chefe talvez seja óbvio para quem não conhece não seja mas e o o slogan da família cef não é meramente um um slogan de publicidade a esse realmente uma família eu fui parar para pensar e agora no final
do mês de junho eu completei 9 anos dentro do sef continus e com Certeza essa oportunidade nessa esse sentimento de pertencimento dessa família é algo que quem passa pelo sef sempre senti sempre leva consigo bom então não é mera publicidade quando a gente fala na família cef é algo que realmente existe e quem pertence sente isso efeito vou me apresentar também dando uma palavrinha inicial assim como sete a minha vida assim como o dani a minha vida profissional também se deu no teste né eu comecei esse curso de Formação que hoje eu sou a professora
e coordenadora nos meus 22 hoje eu tenho 52 então fazem 30 anos eu sete faz parte da minha vida é uma satisfação ver esse processo todo acontecendo na recepção e nas nossas vidas que se entrelaçam né gente é uma satisfação tá aqui com vocês sejam todos muito bem vindos vamos hoje falar sobre a terapia individual sistêmica e no nosso curso de formação ela se dá no segundo g1 E essa prática do segundo semestre do curso se dá na terapia individual sistêmicas são nós temos no segundo semestre do curso a supervisão direta em sala de espelho
e a supervisão indireta dos alunos trazem os casos e nós acompanhamos então vamos falar teoricamente sobre a terapia de nossos ele e também dando uma cor assim contando para vocês como se dá esse esse atendimento nós vamos colocar e deixa eu só que eu Gosto de botar o apontador e daí às vezes a gente dá uma ah não mãe fase então gente não eu e a maria luiza a gente teve essa essa honra sem convencia de trazer um pouco dates na da terapia individual sistêmica e a gente vai trazer algumas alguns questionamentos algumas coisas também
para tanto esclarecer algumas coisas como deixar alguns pensamentos para gente namorar a gente pode pensar também assim né é uma psicoterapia individual Sistêmica ou talvez uma terapia individual sistêmica com participação dos familiares significativos isso na a não é uma coisa que seja obrigatória de acontecer porém dentro do processo de terapia individual a gente também pode contemplar algumas sessões estendidas que nem nosso amamos que são com alguns membros significativos e daí claro vai ser uma modalidade diferente de um atendimento de família de um atendimento de casar O que nós vamos ter um objetivo específico né o
o construído com esse paciente individual para a sessão estendida com o outro membro então né que às vezes as pessoas pensam que pode ser só pode ser com a pessoa mas não a gente também pode em alguns momentos chamar outros componentes né de sistema para que a gente possa ter outras visões né outros imputes acerca do caso oi e a gente também pode pensar tanto assim né quando e a ter a dentro da o Sistêmica é indicada porque a gente pode pensar bom uma terapia de família talvez a gente vai incorporar todos os membros talvez
nós tenhamos todas as visões aí e estaremos vendo os comportamentos ao vivo ali acontecendo e ao mesmo tempo oi maria elisa é deixa eu deixar eu contribuir um pouquinho agora a terapia individual sistêmica ela muitas vezes também se dá após a terapia de família acontecer uma chefe nós temos a possibilidade de atender nela tanto nos Grupos né tanto a terapia de família quanto a terapia individual muitas eu peço da terapia de família se dá e nós temos então a possibilidade de depois da alta da terapia de família muitas vezes continuar atendendo um dos integrantes da
terapia individual sistêmicas então mudando o terapeuta muitas vezes mudando a equipe né de forma que essa pessoa siga então na sua ter aprendido igual sistêmica buscando a sua individuação gostando examinar Algumas questões que são mais particulares né então a gente vê muitas vezes essas duas abordagens trabalhando também de forma sequencial né e mais dani cativo pode ser indicada claro só também para complementar acho que isso e pensar que a gente pensa no funil na a gente pode sair de um atendimento familiar e ir para um atendimento individual a justamente por essa a cidade o que
o oceano num mesmo tela pergunta seguindo caso né o que a gente Não vai fazer essa aí do atendimento individual para um atendimento de família ou de casal até por causa da dificuldade de se terapeuta teria né em manter sua a sua ligação equilibrada com todos os membros já que tem um vínculo maior com esse paciente individual dias então aí nós já temos uma primeira premissa nela que nós temos então essa organização que eu costumo chamar é do grande para o pequeno né e não ao contrário então bem como dani disse que Mais para notícia
é indicada dani vamos lembrar ou a gente pode pensar né pensa nessa questão da individuação muitas vezes por exemplo um adolescente ou um jovem adulto que tá justamente né galgando e o seu espaço além do contexto familiar muitas vezes é interessante para que justamente esse jovem essa jovem possam pensar e reconstruir muitos dos seus significados e dos seus entendimentos da bagagem transgeracional que ontem as Gurias estavam falando é índice apropriar e de uma maneira própria de se geralmente a gente fala né que a gente vai pensar o quê que eu vou levar da minha família
de origem o que que eu vou deixar para trás e o que que eu vou construir de novo nessa nessa minha tapa então nesses processos de individuação que não precisam ser só de adultos jovens a gente pode pensar talvez uma pessoa e acabou de sair de uma separação conjugal e que também Eu queria se beneficiar de rever alguns dos seus próprios conceitos também é uma indicação e também aquelas pessoas que estão passando por alguma fase do seu desenvolvimento que é como se fosse uma uma mudança de ciclo vital né por exemplo saiu os filhos saíram
de casa a mãe ou o pai tão se sentindo nesse momento um ninho vazio tão querendo repensar suas carreiras estão querendo repensar os seus objetivos então esses adultos também poderiam buscar a terapia Individual quando se sentem vivendo algum momento de crise no seu desenvolvimento né perfeito e também não é muitas vezes essas crises podem poderiam ser até abordados dentro de uma terapia familiar ou de uma terapia de casal porém com os outros membros e negam terminantemente a participar de uma terapia de casal é de família então é para essa pessoa que deseja esse processo também
vai ser interessante Porém acho que daí a gente só pode passar para a ideia de quando que a tia não é indicado e daí uma das ligações que o que tava falando é que antes não é indicada quando a pessoa quer fazer terapia para mudar o comportamento das outras pessoas mas quando a demanda é uma mudança de comportamento externa um exato atinja ela também não é indicada na infância nós costumamos pensar que é diz passa a ser indicada a partir da adolescência em torno dos 14 anos Pensando também muito em cada é mas não é
indicada para criança e aí a gente então percebe o quanto a terapia de família e a técnica indicada para famílias com crianças porque quando o sintoma aí podemos lembrar até o primeiro dia da maratona né onde a andréia e a lígia contaram a respeito da função dos sintomas na família então quando a criança é a pessoa que está manifestando sintoma ela está manifestando o sintoma traduzido um Conflito familiar então essa criança ela vai ser atendida na terapia de família junto com a sua família na medida em que as relações vão ser definidas né e configurados
muitas vezes então antes não é indicada nem ânsia oi e daí acho vou fazer um link com acredito que foi a andreia que ele falou da metáfora de dar banho no peixinho e devolver para o aquário estojo eu vou pensar aqui que daí a gente pode pensar um girino antes de virar sapo é que Primeiro ele precisa estar dentro da água e ele não pode sair por causa de né de uma limitação fisiológica e biológica e que talvez justamente no momento em que ele tem essa possibilidade odeia entrar e sair nesse sistema familiar é no
caso de uma adolescência né o dado te jovem e daí vai ser muito mais produtivo é benéfico indicado na terapia individual e a outra questão também que a gente vê é quando talvez existe uma um dos membros Do sistema familiar e tenha uma posição hierárquica muito superior e que talvez não iria permitir que os outros membros também se expressassem ou o detentor de um segredo familiar no sentido de que também a comunicação ficaria um pouco travada e que talvez não seria o momento adequado de iniciar o atendimento familiar e exatas e aí nessas questões nós
então até através da entrevista que nós fazemos até por telefone o primeiro contato dentro do processo terapêutico Na terapia em divinópolis e mica ela se dá através de uma entrevista por telefone isso é uma coisa que costuma surpreender um pouco as pessoas que estão se aproximando da abordagem sistêmica que é uma o radioterapeuta liga para família respondendo ao primeiro chamado perguntamos se tá no momento com privacidade com tranquilidade para poder falar e aí nós então temos a possibilidade de entender o que que tá Levando essa essa busca por terapia e muitas vezes a possibilidade de
transformar uma demanda individual por uma demanda familiar na medida em que nós explicamos a terapia de família e contamos como se dá esse trabalho porque muitas vezes as pessoas também desconhecem a terapia de família e busca uma terapia individual então muitas vezes vai ser através desse primeiro contato por telefone que é uma conversa com a alma onde a gente entra nela todo O início de vínculo com uma pessoa nós explicamos a terapia de família e muitas vezes e vamos a demanda então é importante da gente lembrar e quando vocês fazem o curso de pós-graduação em
terapia sistêmica vocês têm habilidade habilitação para trabalhar na na terapia individual na terapia de família e na terapia de casal então muitas vezes nós vamos transformar uma demanda que é individual por uma demanda familiar isso Acontece frequentemente porque a terapia de família é sempre uma abordagem que nós vamos trabalhar o sistema todo na de repente visual sistêmica nós vamos ter um representante do sistema então esse importância da gente também poder falar que a gente muitas vezes movimenta uma demanda inicial né daí com certeza muito bem muito bem lembrado então aqui né para gente pensar um
pouquinho em algumas premissas é que nem a maria elisa falou né essa Questão de que a gente vai ver esse indivíduo como esse representante um porta-voz do sistema familiar e claro dentro da dessa premissa da terapia individual e vamos pensar num sistema como se fossem as diversas engrenagens de um relógio por exemplo no momento em que uma das engrenagens começa a girar de uma maneira diferente todas as outras também vão acabar respondendo de alguma forma então não é porque nós não estamos com o resto com as outras engrenagens Presentes que elas também não vão né
sentir essas reverberações do da mudança da engrenagem individual que nós estamos atendendo um ah e dessa forma também né que o indivíduo aprendendo a pensar sistemicamente ele consegue perceber quais são as suas funções dentro desse sistema é em perceber muitas vezes esses isoformismo sé são esses comportamentos similares que se repetem nos diversos contextos essa imagem aqui que a gente Trouxe também pensando na questão do pertencimento é justamente talvez para que esse indivíduo possa descer dessa árvore mas ainda conectado com todo esse sistema mas para poder ter uma visão de uma outra perspectiva esse deixou eu
contar um pouquinho sobre esses padrões isomórficos do comportamento né muitas vezes a pessoa se dá conta que alguma característica que ela tem se repete em várias áreas da sua vida e muitas e quando ela começa a contar como ela Ela se percebe por exemplo na situação de fazer escolha como é difícil fazer escolha no âmbito do seu trabalho ou quando ela precisa comprar alguma coisa quando ela precisa se posicionar na na família dizendo que precisa e o que pensa então a gente se dá conta que isso são padrões isomórficos são padrões que vão se repetindo
e não ah e não essa possibilidade muitas vezes de reação em um sistema onde é o mundo uma carga de stress maior então muitas vezes a ter Aprendido idosos e me que a gente começa a conversar dentro dessa conversação terapêutica como se dá esse padrão isomórfico em que ela tem menos stress então por exemplo às vezes se começa na situação de você tá precisando comprar um livro e tu tá em dúvida entre os dois e vamos poder conversar sobre essa situação de se posicionar no âmbito de menos stress até que ela comece a se dá
conta de que isso tem uma origem os sistemas que ela participa e aí ela se Acaba cima do sistema um pouco mais de força com um pouco mais de habilidade para se posicionar de forma diferente nesse sistema por exemplo familiar e dessa forma vai haver também uma nova resposta de sistema familiar quando ela se posiciona de um jeito novo de um jeito que o sistema não conhece então paulatinamente esse sistema também vai haver um funcionamento o essa nova abordagem com essa nova conversação a maria luiza tu falasse isso eu nem Lembrei de um exemplo bem
legal de um atendimento meu de um paciente enfim também muita o inter dificuldade de se colocar dizer o que queria num padrão de priorizar os outros sempre e também isso não é nos diversos contextos e uma vez ele vem me me conta e muito felizes e não é dentro desse processo que ele chegou na padaria e se deu conta que ele podia pedir o pão francês mais escurinho e é o que ele gosta porque antes ele achava que ele ia incomodar o padeiro Por pedir um pão mais clarinho ou mais escurinhos a então às vezes
é bem isso pode ser uma coisa pequena mas que a gente se a gente for olhar tem toda uma construção por de trás disso que permitiu que ele pedisse o pão na ele quer e paulatinamente essa transformação vai se estendendo para os demais sistemas gerando novas conversações da família né eu interessante da gente poder pensar que isso são os padrões isomorfos né Participado ali dentre as premissas que a gente trabalha com essa ideia também de posicionamentos né nos vários sistemas que a pessoa participa a rede vamos deixa eu voltar para cá e então lá que
nem de tudo que a gente tá dentro que a gente tá falando né quem devia também reflete e sistemas dos quais ele participa essas mudanças vão afetar desde o o comportamento numa padaria no supermercado até mesmo dentro da família o dentro né da da relação Conjugal e também né dessas trocas emocionais essa cor participação na questão que a gente também vai falar e sempre bate da pessoa não ser refém de desse funcionamento do sistema mas que ela seja também protagonista da sua vida e da sua história posso passar uma coisa interessante da da gente poder
também aqui identificar é o quanto esses padrões né que que dizem respeito à própria linguagem do sistema a forma do sistema familiar funcionar a Pessoa muitas vezes a ter aprendido idosos e me a começa a se dar conta do seu processo de individuação sente o sistema que participa então começa a se dar conta que reproduza alguns comportamentos algumas crenças né algumas emoções e não nesse momento são harmônicas com o seu crescimento ou com seu estágio de desenvolvimento mas que estão simplesmente sendo leais ao sistema familiar então dá me dizem que começa a identificar né e
compreender Essas trocas emocionais nas quais está cor participando mas que não são mais tradutoras do seu momento aí é uma uma leitura né do seu céu fizemos do que busca e do que precisa nesse momento modificar e se posicionar e aí observar novos horizontes possíveis com essas percepções e aí se queres conversar aqui vai descer aqui a gente tem então gente a terapia individual se n que a gente tem que Lembrar que do ponto de vista da história da própria terapia de família ela surge não segundo momento da história da terapia de família ela surge
unidos a líder menos assim 80.985 e ela só e ela sofre influências várias influências dentre elas o grupo de milão que é uma das escolas de terapia de família que vocês vão estudar no curso e vocês vão verificar que o grupo de milão tem toda uma abordagem no atendimento das famílias onde eles têm essas Premissas né a hipotetização claridade a neutralidade a conotação positiva que são técnicas terapêuticas ea forma também como se entende se tá a família então a gente vai perceber que essas técnicas do grupo de milão elas são a crescidas dentro do desenvolvimento
do construcionismo social e modificadas de forma a serem técnicas também usadas na terapia individual sistêmica e eu acho que também legal né comentar Dessa evolução da neutralidade para irreverência porque dentro da sistêmica foi muito debatido a questão da impossibilidade de qualquer terapeuta ser neutro na no sentido de ser uma tela em branco e que não vai ter nada do seu selfie da sua pessoa ali presente também lá então se colocou também a questão da curiosidade genuína junto com a irreverência o sentido de o de tendência espontânea o poder trazer diferenças que façam diferenças que vem
o baú de som Também falava a mais claro isso não é fazer o quê que é não é deu né não é a ter conversa de chá com bolo' que nem o diego né mas sim dinheiro de um terapeuta poder ser mais autêntico e espontâneo também é um quem é essa postura do é a postura do não saber né e a ideia de que o cliente o cliente é o especialista da sua vida né então essa possibilidade de se aproximar das várias realidades de forma que todas as pessoas que estão né Ali na família ou
na terapia individual sistêmica e sintam acolhidos né se sintam respeitados a partir dessa posição do terapeuta de não saber e essa posição de me conta sobre a tua realidade que eu não conheço né e aí é por isso que é que a gente jamais aceita como resposta a é normal é porque eu normal para tia diferente do normal para o outro a então justamente me conta como funciona ela suas palavras é bom também na dentro dessa dessa Postura do do não saber do descobrir novos caminhos a gente tem influência do construcionismo social e das práticas
narrativos os sentidos na dica essas narrativas são tanto individuais como sociais a gente elas são né permeadas pelas narrativas nossos próprios da nossa família da sociedade em que a gente está incluído então que também é uma coisa importante a gente considerar esse contexto social em que a pessoa vive há muitas vezes aqui no brasil a Gente tem atenta à cultura de imigrantes em entender também como que essas narrativas de famílias imigrantes vão sendo criadas e vão sendo construídas ao longo do passar do tempo e entendendo também essas narrativas é mais culturais como lentes de ver
a vida né e cada uma dessas lentes elas são únicas assim como são únicas as pessoas mas ao mesmo tempo elas também são plurais porque elas também dizem respeito a especificidade de um grupo Cultural comunitário e o que aquela pessoa também representa também faz parte então essas histórias elas passam a ser histórias que vem para terapia com toda sua linguagem as suas possibilidades e os seus e as suas narrativas também saturadas de problemas então muitas vezes é escutando essas narrativas se alfabetizando brincar assim com esse termo alfabetizando na história do outro é que o terapeuta
começa então a fazer essa conversação Terapêutica a partir dessa experiência genuína oi dione quero conhecer a tua história quero conhecer as suas lentes e esse também né eu coloquei essa essa figurinha aqui porque mesmo a terapia sistêmica tendo diversas escolas quando a gente vai ver a história da sistema que a gente vê como os pensadores como os autores e conversaram e trocaram e tavam em contato mesmo para aquela época imagina hoje pela internet como é que Teria sido esse movimento né é mas enfim depois também ano o grupo pós milão a gente tem um bolso
pulo em chiquinho eles falam de duas posições a gente observar essa visão de mundo e ação no mundo interno que eles chamam da inação e seria com a gente pode ver que comportamentos externos geram reverberações internas e modificações internas também geram reverberações externos eu não sei e aqui a gente vê a posição Do terapeuta né visto como aquela pessoa então que vai ser o construtor desse diálogo no sentido daquela pessoa que vai favorecer abertura de outras narrativas eu costumo brincar que o terapeuta acaba sendo um arquiteto de conversação né a gente tem que ser bom
sem fazer perguntas não em dar respostas a ideia é que nós possamos auxiliar tendo perguntas que auxiliem a pessoa haver outros pontos de vista na sua narrativa na sua realidade por isso que Tá escrito ali facilitador da conversação né é abertura esse diálogo é abertura esses novos pontos de vista quando a gente pensa também na pessoa do terapeuta suas premissas né aspectos éticos o curso de e são ele também nos movimenta o céu fidoterapeuta na medida em que nós trabalhamos com equipe então pensa durante todo processo né de deformação a turma tendo trocas a respeito
de percepções né da teoria do atendimento Dos pacientes isso nos da oceania como terapeutas que a gente também revisit as nossas premissas visite os nossos pontos cegos visite aquilo que inicialmente a gente não enxerga o os nossos preconceitos então esses aspectos éticos é um dos aspectos que no curso a gente fica tão atento para poder também auxiliar o próprio aluno né o terapeuta a ampliar as suas visões ampliar as suas premissas né entrar mais em contato com essa possibilidade de ampliação do Próprio mundo e se dando conta também dos seus entraves né então esses aspectos
éticos eu penso que a formação a terapia a sua previsão tudo isso possibilita o terapeuta ahi olhar é olhar né as suas premissas e acho que dentro disso maria elisa não só o trabalho em equipe como também algo que muitas vezes atira as pessoas os alunos de apresentação da sua zona de conforto e ao são os atendimentos em co-terapia justamente né São dois terapeutas ali com o no mesmo atendendo mesmo caso e também né são pessoas diferentes com construções de diferentes e que vão se encontrar oi e aí também nós temos a questão da hipotetização
de como é importante a gente ter humildade para levantar hipóteses e ao mesmo tempo descartar elas quando a gente vê que elas não se encaixam nela não fecham como que a gente tá vendo no contexto mais amplo do sistema terapêutico um Eu ea terapia feminista da família é mais uma influência que nós temos no surgimento e no desenvolvimento da terapia individual sistêmica porque a terapia feminista da família de certa forma denunciou e e nos colocou uma atenção cuidadosa para as relações de poder e dominação nas relações de gênero nos papéis de gênero dentro da família
né podendo então entender como se dá muitas vezes dentro da família essa hierarquiza são dos papéis de gênero na Família podemos então isso ser re olhado revisto e ampliado a ideia do do poder na família né onde os adultos não tenham irá tização nos seus papéis dentro da família e que se possa ver relações vamos dizer assim mais democrática dentro da família né ou em dia as visões o mundo entre as visões com relação à a futuro e o parentalidade é de tudo isso passa a ser examinado de forma mais horizontal nena no da percepção
dos adultos é uma terapia feminista da Família teve as contribuições muito importantes três olhares sobre gênero na família aí e aqui então a gente tem também alguns conceitos importantes para a gente ir pensar em estar atento durante os atendimentos esse conceito do anel auto-reflexivo do tempo a gente pensa que o a maior parte a gente vai tá falando no momento presente das situações do aqui agora porém nós retornamos ao passado para também buscar De essas construções e poder dar novos significados e sempre tendo a perspectiva de uma construção de futuro ele o que que é
que nós teremos né galgar para chegar até lá então nós estamos no presente nas voltamos ao passado e também temos o o futuro na nossa na nossa vista nessa perspectiva né o espaço o o término externas gente quer dizer o quanto nós tratamos na terapia sobre esse espaço interno que é o céu se o Self multifacetado mas o selfie também visto como interno e externo para a gente poder sair daquela dicotomia de mente corpo dentro e fora uma ideia que tudo isso está interligado o meu espaço interno as minhas lojas internas os meus desejos as
minhas emoções ele está também em ação e interrelacionado uns espaços externos e as minhas relações então o meu estar no mundo e as minhas emoções então esses espaço interno e externo ele é visto ou nos em dicotomia A ideia é não separar brincando assim mente e corpo né o céu se o que é multifacetado unido essa ideia de espaço interno e externo multifacetados algo contínuo né não fragmentado bom o apego nada na teoria do bolg também é utilizado como uma base para a gente avaliar a situação né como que os como se construiu o apego
dessa pessoa como foram as bases iniciais de apego dessa pessoa e que nem ontem na hora que a gente tava falando da Transgeracionalidade na nossa eterna entre aspas batalha entre pertencimento e diferenciação e é um trabalho e ocorre desde o nosso nascimento até a nossa morte os nossos como seres sociais nós temos que pertencer a grupos o mesmo tempo nós temos que ter essa construção em visão de quem sou eu de quem é nerd tem esse selfie e a big neck habita e pertence a esses diversos era sistemas um gente também é muito importante da
gente perceber o quanto a Própria relação terapêutica ela vai trilhando um caminho de rio organizar nova concepções e novas visões de mundo através também de novas linguagens então essa coco construção de novos significados das velhas coisas metáforas que ajudam a revisitar novos significados elas transmitem a possibilidade de construir alternativas e aí as se você perceber que a pessoa como se fosse em com novas lentes começa a ver o Que sempre cercou o outros olhos e a nova linguagem elas são instrumentos para para essa forma de ver o as coisas que estão neste momento sendo adquiridas
né então por exemplo uma uma paciente que chegou contando a respeito de uma enxaqueca persistente eu conversando com ela a respeito de novas linguagens né eu perguntei para ela aonde ao se essa dor de cabeça falasse né o que que essa dor de cabeça diria e aí ela diria a ela disse pensa um Pouquinho e aí ela disse é o dia essa dor de cabeça diria que eu tô de saco cheio eu não aguento e aí ela começou a dizer toda uma estafa de uma sobrecarga que ela estava dizendo então quando ela começa a se
dar conta né e eu disse então essa essa isso aqui que ela tá significando que tu tá engolindo muitos sapo tu tá nesse momento calando todas essas situações que tu tá vendo e ela disse falasse um sapo né mas é um sapo muito gordo muito cabeludo e aí ela Começou a imaginar esse saco né que eu quero dizer que essa dor de cabeça passou na terapia ser chamada de a dor de cabeça engolidora de sacos tão que eu quero dar como esse pequeno exemplo é que a nova e sem ela surge muitas vezes no tom
da metáfora dando novos significados e trazendo uma linguagem que é menos acurada do problema e talvez apontando mais soluções porque aí se começou a trabalhar então os não ditos e como se Poderia então ser dito a sua vontade e os seus desejos né então isso é que a gente quer dizer com com o construir alternativas no diálogo terapêutico através de novas linguagens novas percepções e eu coloquei também a dia de novo já mencionei antes isso né do te passar de uma de um autor anônimo de um drama sistêmico para protagonista da sua vida e aqui
eu gosto destas é outra técnica que se chama a pergunta do milagre lá Porque muitas vezes as pessoas vêm com seu discurso saturado com um problema familiar ou uma doença seja sua outro sistema e fica só em volta né dessa situação dessa problemática esse muitas vezes quando a gente pergunta ok imagina aqui e até quando tu acordares num passe de mágica essa situação sumiu é nessa doença sumiu esse problema desapareceu e daí a gente perguntei o que é que então tu passou dias a fazer de diferente e Muitas vezes as pessoas não sabem dizer não
conseguem nem se imaginar né agindo de uma maneira livre essas amarras também né abrir essas novas possibilidades de histórias de construção não é mais livres bem e aí e é bom aqui também né falando um pouquinho do terapeuta acho que ele destrata forma a gente abordou já alguns desses tópicos mas essa questão de uma elasticidade de uma flexibilidade e não Se apegar aos seus conceitos a as suas premissas aquilo também que a gente falou né de poder abrir mão de uma hipótese que não tá mais fechando o que tá acontecendo aí que essa leitura justamente
não é objetivo aquela questão dizer que a neutralidade não é possível porque somos seres humanos é muito antes de sermos terapeuta sistêmicos também oi e a ideia das teorias como lentes dos terapeutas né na medida em que a gente vai também estudando os vários autores e Entendendo as várias formas de trabalho né os alunos também vão entrando em contato um autoconhecimento né entendendo mais com autores identificam o que pé química se sentem mais confortáveis a gente também poder entender as teorias como lentes e vão também trazendo pro terapeuta esse autoconhecimento né e nós no curso
também auxiliamos muito os alunos a fazerem esse trabalho de se dá conta né entremos do self do terapeu É um bom as ressonâncias que também é um conceito que a gente gosta de trabalhar bastante que são essas reverberações emocionais que acontecem entre o paciente eo terapeuta e que também são permeadas pelas nossas histórias pelas nossas narrativas pelas nossas interpretações na realidade um aqui também o terapeuta se colocando de novo na posição de pessoa e também influencia e é influenciado ao longo do processo terapêutico e E aí bom então uma das coisas que a gente pode
pensar né a terapia iniciando né a demanda pelo atendimento né que se deu a que se deu a procura né a gente pode também pensar aqui na primeira nas primeiras duas sessões basicamente a gente vai responder à pergunta né o que motivou a procura pelo atendimento e por que agora né tem participa do problema quem não participa do problema mas deveria participar e isso significa que A gente vai com a pessoa compondo né esse cenário que não deixa de ser conhecendo o sistema que ela participa porque essa demanda pelo atendimento ela também pode ser visto
em camadas né como se fosse a uma primeira reflexão sobre o que fez buscar o atendimento mas na medida em e aí também com a pessoa conhecendo o sistema que ela participa essa demanda também pode ser bastante sobre ada é bom que nem também a gente falou né a Vale aos a fase do ciclo vital da pessoa que nos procura é o também da família em que essa pessoa está inserida também nos ajuda a entender um pouco melhor o colorido do que a trazido pelo paciente a fonte de encaminhamento motivado a genérica é um detalhe
assim da gente rapidamente poder contar motivada é quando tu tens um terapeuta que de alguma forma eu recebesse uma indicação tu procurasse mais detalhes sobre o trabalho então quando quando a pessoa Chega para o a primeira consulta ela leva um pouco desse vínculo de quem passou o contato vamos dizer né tu já era dá um pouco do afeto de quentinho de cor a fontes encaminhamento genérica é da pessoa viu o teu nome numa lista de convênio numa coisa mais distante e faz com que tu tenhas todo o início de trabalho de vinculação até muitas vezes
explicando o que que é o processo terapêutico né que que ela vai realmente encontrar nesse trabalho é como se fosse Um trabalho que fica ainda anterior em termos de vinculação tá e o terapeuta sempre com a ideia que a consciência né que comunicar sempre vai significar invadiu o espaço do outro então tudo que está sendo feito e visto a nível de comunicação verbal não verbal vai está sendo feito a em prol dos vínculos então também essa ideia do ritmo né e e organizando o ritmo para que a pessoa se sinta naquele encontro terapêutico ou um
encontro se É como se o mini vinho com o que está nascendo sem pressa com todo cuidado com todo o acolhimento porque a pessoa chega vulnerável e a gente precisa com ela ter tempo de formar esse ambiente seguro oi gente aqui a gente já está quase encerrando para também dá tempo para a gente abrir para perguntas ontem ah ah denise falcke trouxe o gráfico da mônica mcgoldrick e então a gente pensou em trazer esse que é do do livro como se perpetuou a família ela também pensar um Pouquinho e lembrando isso o que que nós
temos que pensar e observar e na nossa mente enquanto a gente está ouvindo e atendendo uma pessoa na na modalidade individual porque justamente esse sistema familiar ele é composto os valores dele é composto por essas crianças por estes mitos e também por esses segredos a e que são mantidos em uma coerência pelas lealdades que são trazidas a família e todo esse sistema ele traz Os legados aqueles papéis que são entregues aos seus aos seus componentes e são também todas as entregas e passados através dos rituais para s mantenimento da da identidade familiares se mantenham o
esos só éh aqui só para dar assim a gente tem aqui alguns filmes sugeridos para quem quiser ver né sobre os atlantes assim também um pouco gente muitas vezes os filmes eles podem ser puxadores de conversa né pode ser uma situação em que a própria pessoa né que Tá em atendimento individual sistêmico tenha visto um filme e faça sentido para ela né é o alguns desses surgiram e inclusive dos próprios pacientes contando que determinado o filme e sentido e foi objeto de conversa na terapia né outros podem ser indicados para que a pessoa possa haver
e trazer alguma linguagem alguma coisa que fez sentido né com adolescente eu gosto muito de trabalhar através de filmes porque muitas vezes a a história pode Ser criada a sua narrativa né a partir de um olhar a respeito de um filme de um personagem de um empredo então são alguns filmes sugeridos que a gente pensa que é também é um criação de linguagem e não até de diabos traiu de metaforizar um pouco não que eu paciente tá tá trazendo na sequência tem a bibliografia né que a gente trabalha e é muito obrigado filho na bibliografia
dani na primeira porque o pessoal tava Pedindo sugestões de livros aí quem quiser pode ser um primo é o gráfico que a gente mostrou é desse daqui tá esse esse do do bosculo tem português também tem esse aqui da repórter ele é espanhol mas ele tem um acho que dá esse médicas não me engano da época em versão em português tá bom pessoal tá pedindo aqui o nome dos filmes dani não sei se tem como colocar no chat quem sabe no chat porque aí eu sair ali ó nos ajudou nisso tem algumas perguntas eu queria
Aproveitar então receita que a gente tem ainda um pouquinho primeiro lugar parabéns e pela didática né foi muito esclarecedoras que pontos super importantes essa e questionamento do conceito de neutralidade e elastina é que vocês falaram acho que isso é importante porque dentro do nosso trabalho na abordagem sistêmica a neutralidade também tem um aspecto muito de imparcialidade o quanto a gente tem Justo dentro de um contexto ainda que trabalhando só com individual mas tentar entender integrar mede uma forma imparcial a gente não tá contra nem a favor de ninguém mas sim a favor do sistema e
eu acho lá fico bem importante a gente cansada nossa posição da nossa relação como terapeuta acho que enfim vocês tocarem pontas bem bem importante bom então tem algumas perguntas a primeira da natália quando mais um membro deseja continuar mas com terapia Individual como prosseguir acho que mais um membro da família quer fazer a terapia individual como que se faz tá aí uma das coisas importantes da gente poder pensar é que o terapeuta não a tem dois duas pessoas em tratamento individual da mesma família então nesse caso seria interessante de encaminhar para dois outros colegas esses
dois membros da família e o terapeuta que fez atendimento familiar pode continuar brincando assim com as portas abertas em Outro momento se a família quiser retornar como família voltaria com esse primeiro terapeuta de família e encaminharia as duas pessoas que gostariam de o individual para dois outros colegas porque não seria possível o mesmo o terapeuta mantém atendimento individual dois familiares ok a próxima pergunta foi feita por duas pessoas a fernanda e a jéssica querem saber porque não é indicado explicar melhor porque que não É indicado para crianças ok as a terapia individual sistêmica ela tem
como premissa que a pessoa tenha algum tipo de poder na família de forma que consiga movimentar esse sistema familiar a partir da sua movimentação então ela tem que ter algum grau de individuação e entrando em contato um pouco mais com a sua força com a sua individuação a economia para conseguir consistentemente movimentadas da familiar e se a gente fizesse isso a Partir de uma criança nós estaríamos sobrecarregando essa criança nessa incumbência de movimentar o mundo dos adultos então a ideia seria trabalhamos com terapia individual sistêmica quando a pessoa já está com a sua movimentação de
individuação em pleno vapor em plena movimentação e aqui quando a gente fala de criança a gente precisa elogiar terapia de família porque esse é um belo lugar de movimentar os pais os filhos as duplas muitas vezes a gente faz na Terapia de família encontros em que são por exemplo a mãe e os filhos os e aí os filhos daqui a pouco minha família toda no outro no outro ponto de terapêutico então a gente consegue movimentar forças familiares para que essa comunicação e à l'avant e a criança fica protegida nesse ambiente de terapia de família porque
a cena terapêutica ela vai ser movimentada pelos adultos e aquele mais abrir fluir dessa melhor pilares e abre espaço justamente para Que a criança possa né se expressar vem isso que nem a maria estava falando da que tem a força para movimentar algo no sistema para não ser solapado né o abafada com suas palavras os seus comportamentos diferentes fora do contexto terapêutico gente também brinca que criança é geralmente aquela que d bom e as coisas que não estão sendo ditas e justamente com essa proteção do sistema do sistema terapêutico é que a criança pode ser
boa vida e essas falas E percepções da criança também possam ser muito bem utilizados para movimentar todo o sistema familiar a próxima pergunta é da luiza e ela pede para vocês falarem explicar em um pouquinho melhor os conceitos de protetização na construção de hipóteses e circulares dar e aqui ó o leão aí você precisar são a hipotetização é um exercício intelectual vamos brincar assim é um exercício intelectual de entender a as relações Como se dão então a gente faz hipóteses relacionais tentando por exemplo entender a transgeracionalidade poderia ser uma hipótese olha lá os dois são
repetindo uma forma de se comunicar que foi apreendida numa transgeracionalidade entre os seus pais então eu posso fazer isso como uma hipótese relacional e poder então aí se dá conta de que existe menos individuação as pessoas estão perpetuando modelos aprendidos na sua família de origem eu posso levantar isso Como uma hipótese né e conversar com a família sobre essa hipótese muita se você se dão conta que estão vivendo algumas coisas que lembram na forma com o pai e a mãe conversavam na cozinha eu já te vi nessa cena sendo a criança muitas vezes quando a
gente faz a técnica do genograma onde a gente examina as relações aí o genograma como uma técnica quando a gente examina as relações e as comunicações como se davam as famílias de origem muitas vezes a Gente nem precisa dizer as pessoas falam nossa mas agora me dei conta o jantar da minha casa igual jantar de quando eu era criança aquela bagunça aquela gritaria então a gente levanta a hipotetização se dando conta desses padrões relacionais que se repetem e a gente levanta isso como impostos posso eu te interromper um pouquinho ele é porque eu acho também
daqui ai potente noção não não é aquela questão de no sentido de um diagnóstico por si só mas sim como A hipóteses vão ser loteadoras das nossas intervenções e dos nossos questionamentos para que justamente a gente possa validar ou abandonar elas a então nesse sentido de norteadoras de bom a gente tem essas hipóteses então a partir daqui a que a gente vai fazer nossa próxima intervenção eu posso agregar mais um ponto acho que é que eu fiquei pensando também do quanto a escola de milão o grupo de milão trouxe muito uma proposta de Desconstruir verdades
esse conceito de referência terapêutica também tem ancorado nisso em e o terapeuta o equipe não fique numa posição de que nós sabemos às vezes melhor do que eles o que que tá se passando então a construir hipóteses nos exemplo um pouco desse lugar de dizer que as coisas são assim e isso dá também uma mobilidade maior até para o conceito de circularidade que o outro conceito que a a fernanda não que ela quer saber senhora misturei nome de Todo mundo mas o conceito de circularidade está associado a isso ana e passa passa daniel então eu
contei o primeiro tu contou seguro bom a circularidade ela tem nem vem que a gente botamos laje nela também na postura do esse mas também no sentido de aquilo de abandonar a linearidade de causa e efeito e de a gente construir perguntas e questionamentos que justamente incluam os membros não no sentido de um culpado uma vítima ir né Hum que recebe esse comportamento e outro que faz mas sim de como que todas essas peças se encaixam como que cada uma tem a sua co-responsabilidade nesses em caixas e nesses funcionamentos exato é saída da ideia de
causa e efeito né e como o fenômeno ele é o fenômeno que acontece como ele é multifacetado ea contribuição de todos os envolvidos o doce para o resultado que acontece é muito bem tenho uma última último questionamento aqui antes da gente Encerrar da lide ela tá dizendo que tá comentando de uma mulher que traiu o marido quando tinha 28 anos e que quando ela tinha 14 anos a mãe dela tinha traído o pai e um ciclo se repetiu exatamente 14 anos depois com ela e ela tá perguntando se é transgeracionalidade o nome disso aí a
gente tem um exemplo né do que poderia ser uma hipotetização a gente pode levantar hipóteses de quais fatores que contribuem para esse fenômeno né que essa repetição então é Como se a gente também precisasse examinar um pouco mais detalhadamente esse contexto e aí entraríamos em vale como se fosse assim pensa num círculo dentro do outro né o indivíduo a família contexto tentando examinar quais são as influências dessa de sistemas que estão multi conversão conversando nessa multiplicidade então é importante a gente pode pensar que a causa não vende em um lugar só eu sei que a
gente olhando ali a mãe e o pai né E se repetindo a gente tem isso como uma primeira hipótese mas é importante a gente pensar que o fenômeno é mais complexo e que a gente poderia ir atrás de outras formas de ver além dessa e aí eu não tô dizendo o vamos para o e né é essa abordagem e o que mais e o que mas e aí a gente vai ter uns fenômenos complexos sim acho bem isso vai ser de uma hipotetização e que também abre muitas outras perguntas né bom talvez também vamos subir
mais uma geração para Ver como é um relacionamento desses a voz é dos outros membros qual é a construção familiar de ideia de casamento qual é a ideia de enche de idade conjugal com todos reconstruir números até inteligente e acho que foi da importância a maria elisa quando tu responde para lhe de né do quanto é exatamente essa é o conceito de circularidade e que a gente não tenta fechar um ciclo a ideia é aquelas que as Construções e desse processo elas vão acontecendo de uma forma recursiva dinâmica como uma espiral e e não é
para se chegar em algum lugar e sim o processo que importa e não lugar a chegar e são acho que é a acima de letra né é a beleza muito feia e muito obrigada a gente pelas perguntas e esses que o tempo mas acho que henrique é assim fazem à promovem essa discussão tem mais uma pergunta pode ser pode ou da Emanuelle ela pediu para vocês retomar em um pouco conceito do anel autorreflexivo do tempo também conceito realmente pouco conhecido né tá é eu acho poético gosto de dizer anel autorreflexivo do tempo gosto de pensar
eu uso outra metáfora que a âncora tá vamos pensar que a pessoa tá me contando alguma coisa no dia de hoje que aconteceu na semana passada tá aí eu vou para o passado levando essa âncora eu não vou perguntar assim como foi a sua Infância ir para o passado sem uma dimensão eu vou para o e usando fato que ela tava me contando então nessa situação que só acabou de me contar que tu chorasse depois de ser contrariada quando era adolescente tu te viu em alguma situação semelhante chorando quando o era contrariada então eu vou
um anel auto-reflexivo do tempo fazendo a reflexão em cima do que me contasse mas eu visito passado para fazer uma reflexão análoga e eu também Poderia ir para o futuro fazendo uma reflexão análoga se no futuro alguém te contar alguma coisa que te contaria e tu não chorar que que será que aconteceria que que será que aconteceu diferente nesse caminho para que a tua reação tem essa seria outra daí passando no futuro né então é uma auto-reflexão o tempo é uma reflexão em cima do mesmo fato visitando o passado e visitando o futuro mas em
cima do mesmo fato o isomorfismo uma coisa semelhante tá sei Se assim deu para entender melhor eu gosto dessa ideia da âncora é sim é que também é são conceitos tão complexos na regista mente são aulas dirá horas e horas que a gente tem é então resumindo uma horinha realmente fica difícil né gente faça tudo que a gente gostaria de passar também pessoal mas acho que vocês foram muito felizes na forma de passar conceitos tão importantes é áreas de uma forma didática de uma forma simples e muito Esclarecedora tão quero agradecer muito maria elisa e
danny queridos é a família cef vocês com toda a generosidade compartilhar aqui com a gente tanto conhecimento e e explicar com tanto amor né a gente vê assim o amor pela é por essa abordagem e pelo que vocês fazem então muito obrigada por compartilhar com a gente todo esse conhecimento eu gostaria de agradecer muito assim eu verifiquei também assim muitos alunos visitando da lembrando das Aulas né dani muito obrigada assim que o fato da gente tem escolhido não se dividir porque se há várias formas de fazer essa aula né e a gente sofre vou falar
junto e usar o mesmo material acho que ficou um jeito gostoso assim foi foi muito bacana da gente ter feito de forma espontânea obrigada por ter topado de fazer assim de forma espontânea gostei imagina eu também sou muito grato né tanto pela oportunidade pelo carinho aqui que eu tô eu tô conseguindo ver um Pouquinho pelo chat que as pessoas tô mandando aí também essa oportunidade de estar com a minha primeira professora da especialização e sistêmica ou é hoje aqui né a gente conversando tendo esse bate-papo e acho que saiu do nosso jeito assim também me
senti muito muito feliz de a gente ter conseguido fazer dessa forma velha foi muito bacana muito integrado e sim muitos comentários tanto aqui nos sun quanto lá no youtube também A a denise tá lá e eu aqui né a gente está acompanhando muitos comentários assim realmente né do que se gostaram bastante da do quanto vocês transmitir um conhecimento com afeto e muito obrigada mesmo é a para vocês me obrigada para todos que participaram e que estão nessa maratona e com a gente amanhã tem mais a último dia e já e selecionou alguns dos conteúdos que
fazem parte do programa do curso para gente enfim trazer debater e ter Momentos agradáveis de compartilhar conhecimento e na verdade cada um deles é de um semestre do curso cursos são quatro semestres então como dani tava falando claro que é um record chão são temas polêmicos e sigam né a gente a queria entender um pouco mais então quem quem quiser conhecer um pouco mais também do nosso trabalho que não conhece ainda o chefe a gente tem o site tem as nossas redes e o curso de sistêmica ele tem como eu falei no início uma novidade
Que a possibilidade de do cursos e numa modalidade de aperfeiçoamento e não especialização online quem tiver interesse a gente vai mandar as informações e uma a verdade é que nós temos uma professora no curso de sistemas a partir nada de segundo semestre de portugal a na gomes é uma terapeuta sistêmica para pessoa talvez conheçam ela então vai compor não é e aí O caixote adri fechou também não é que acho que eu pessoal fechou microfones estourou todo mundo enfim gente a agradecer muito foi tem sido momentos muito especiais esses três dias e amanhã convido então
a todos e todas para última apresentação dessa maratona dessa primeira como eu brinquei primeira de muitas aí e amanhã também com pessoas muito especiais falando sobre terapia de casal na perspectiva sistêmica com mara lins e maria fátima galarza rosa que são Professoras do curso também do semestre quer de terapia de casal não percam amanhã porque um bastante coisa legal também bom então uma boa noite boa noite a todos e todas boa noite pessoal boa noite a minha voz e dados dani maria lista da gratidão se vocês usada entre tamo junto e nas redes dá e
até amanhã pessoal é a noite a todos e todos sim é mais maratonas o pessoal tá colocando assim com certeza com certeza virão Outras é muito bolo e aí e aí e me achar aí oi adriana minha parar saudade de mim tu tá muda adriana