Filho, tá na hora de virar homem. Tá na hora de assumir o controle da vida. Até aqui tu foi uma criança chorona, reclamona, que não aguenta pressão, que dá desculpa, que não faz o que tem que fazer.
Acabou. Você quer Você quer vencer, filho? Tá na hora do homem assumir.
Tá na hora de virar um soldado. Parar de só fazer o que gosta, parar de só fazer o que é fácil, parar de prostituir os teus valores por aceitação, por medo de crítica. Filho, acabou.
[música] Acabou. Se você quer vencer, tem que ter o dia do basta. Tem que ter o dia que você fala para a tua criança e fala: "Até aqui valeu, agora o adulto assume".
Porque vencer, filho, é coisa de adulto. Moleque não vence. Moleque não vence.
Moleque fica ali brincando, fazendo o que tem que fazer, continua como medíocre. Para vencer, tem que [música] ser homem, tem que ser adulto, tem que ser soldado, tem que olhar a missão e só voltar para casa quando ela tiver concluída. Tem que ser muito soldado para fazer isso.
A maioria não é. Por isso que a maioria vai perder. Por isso que é fácil.
Por isso quando eu falar: "No longo prazo eu não perco", é porque é isso, filho. É contra isso que eu tô concorrendo. Gente que quer fama, gente que quer dinheiro, gente que tem medo de crítica.
Tô jogando por outro jogo, filho. Tô jogando uma coisa que não dá nem para explicar. Mas eu e Deus estamos acertados.
E [música] é isso, filho. Isso é coisa de adulto. Decidir Decidir é coisa de adulto.
Criança não consegue. Criança decide, escorrega. Ah, eu tenho que fazer, mas Ah, não vou fazer, não.
Ah, mas hoje eu tô cansado. É, filho, quem é bom de desculpa não precisa ser bom em [ __ ] nenhuma. Criança é ótima em dar desculpa.
Meu filho dá desculpa até hoje. Meu filho tem três anos, cara. Tô com 20, já é bobão.
Tô com 40, [ __ ] tu tá dando muito mole. Tem que assumir a vida, filho. Ficar refém dos prazeres, das motivações vai te fazer um medíocre de merda de uma pequena.
Quer ter uma grande? Quer conseguir segurar a tempestade para ela não molhar a tua família? Então, tem que assumir uma vida de gente adulta.
Tem que ser o soldado. Tem que encarar a [ __ ] do problema. Tem que dizer e a palavra valer.
Porque palavra que não vale de [ __ ] nenhuma não faz nem soldado. Soldado, filho, quando ele falar, é como se já tivesse feito. Ele não promete, ele avisa.
Avisa que vai fazer. Já tá feito. Já pode considerar que tá feito.
A palavra não volta. Quando você entender isso, as coisas vão começar a mudar na sua vida. >> Cara, entende uma coisa, o nosso cérebro, ele é dividido em parte, a gente chama de sistema um e sistema dois, segundo o Kahneman.
O sistema um, ele é o nosso límbico, 95% das nossas decisões vem dali, ele é emocional e rápido, intuitivo e gasta pouco. O nosso sistema dois, é o sistema córtex, ele é caro, lento e precisa ser direcionado, mas toda programação moral do ser humano tá no sistema dois. Mas ele tem que ser delegado, ele não funciona de forma intuitiva.
Quem responde de forma intuitiva é o emocional. A gente, ele só responde a 5% das nossas decisões. O grande jogo é você deixar para decidir só o que é importante para o seu destino.
Todo o resto, você já deixa programado, você já deixa planejado, porque senão, o seu límbico comanda. O seu límbico é refém das emoções, ele é refém de como você trata as emoções. E aí vocês ficam refém de empolgação, refém de tá motivado, refém de tá alegre, com medo de ficar triste, com medo de sentir dor, porque vocês são o límbico.
O límbico, ele é formado principalmente até os sete anos. Quase toda programação mental que define o que que são as emoções, são formadas até os sete anos. Então o teu límbico, ele corresponde igual uma criança.
O seu córtex, ele vai ter o seu pico de formação com 25 anos. Por isso que a gente diz que antes disso, todo mundo é, tem um grau de imaturidade. Por isso que eu falo que o jovem tem que acabar.
Então filho, a grande questão é, vocês ainda não viraram adulto. Vocês, no geral, e filho, não não se sinta mal não, tá? Eu tô falando de todo mundo.
Se comporta como uma criança do límbico, se comporta fazendo só o que acha legal, só o que é divertido, só o que é fácil, só o que é intuitivo. Só que filho, fazendo isso, só o que gosta, só o que é divertido, só o que é maneiro, sua vida tá como tá. Ah Kadu, mas eu não sei, sabe?
É decidir. Já fiz uma porrada de vídeo aqui falando sobre isso. O córtex que define a decisão, mas isso é coisa para adulto, isso é coisa para soldado, não é para criança.
Então está na hora de matar a criança, está na hora de assumir o controle desse jogo. Enquanto você não assumir o controle da sua vida, você será refém de fazer só o que gosta, só o que é divertido, só o que é intuitivo, só o que é maneiro, só faço quando estou empolgado. Isso não é soldado, filho.
Soldado sabe da missão que tem que fazer, ele tem um propósito, ele tem um porquê e aí ele cumpre. Ele abnega, ele resiste, ele suporta, ele faz o que é necessário para cumprir. Quando você faz o dia do basta, filho, quando você entende que o teu juízo final, aquilo que te castiga e te absorve todo dia, está nas suas mãos, você entende que está na hora de assumir o controle da [ __ ] da sua vida.
Está na hora de decidir, está na hora de definir nesse jogo quem manda, se é a criança ou se virou homem. A maioria ainda é criança, tanto é que quando tem pressão chora, pede ajuda, se vitimiza, se faz de coitado. Ah, agora que eu decidi fazer as coisas, o mundo está contra mim.
O mundo sempre teve contra todo mundo, [ __ ] Isso aqui é uma selva, cara. [ __ ] não entendeu isso ainda? Vai continuar um bebê chorão, culpando a mãe, culpando o pai, culpando a ancestralidade, Plutão e Júpiter.
Assume o jogo, filho. Está na hora, já tem todos os macetes aqui. Põe o tigre no barco.
Só tem um jeito, filho, de ter paz no final do dia, fazendo o que tem que ser feito. Mas enquanto agir igual criança, vai continuar sendo penalizado, porque a vida adulta já chegou. Então quando decidir, filho, decide e nada mais ignora.
Fecha todas as portas, não importa mais. Decidiu, ah, eu vou me relacionar com essa mulher, eu vou casar com essa mulher. Decidiu, ignora todo o resto.
Eu decidi que eu vou ser juiz, ignora todo o resto. Mas sabe o que acontece, filho? Vocês não querem as coisas pela razão, pelo motivo de decisão, vocês querem porque é fácil.
Ah, eu estou com ela porque foi oportuno. Eu eu quero ser juiz porque eu quero ter eu quero ter um salário bom, eu quero ser respeitado. Filho, isso não te sustenta, isso não é propósito, isso não é necessidade.
A gente já falou que se não tiver necessidade, filho, o nosso corpo é uma máquina de sobrevivência. Ele preserva e acumula. Ele só vai gastar, filho, quando ele entender que o propósito é uma necessidade.
Cara, isso é hack de milhões, cara. Nego vai vender curso de milhões para te dar é só essa dica aqui disfarçada numa porrada de aula. [ __ ] absorve isso, cara.
Vou contar dois cenários aqui. O boxe representou muito bem. Primeiro foi o Buster versus Mike Tyson.
O Mike Tyson era o maior trator do boxe da época. Ninguém ganhava do Mike Tyson. O Buster, a mãe dele chegou no ringue na última vitória dele e falou: "Eu sonhei que meu filho ia vencer o Mike Tyson".
E ele ganhou a chance de lutar contra o Mike Tyson. Ninguém ganhava do Mike Tyson, filho. Mike Tyson era um trator.
Ele não recuava. O cara, o cara só sabia bater e andar, meu irmão. Ninguém ganhava.
As porradas dele derrubava todo mundo. A mãe do Buster morreu. [música] Buster tomou um, tomou um knockdown do, do Tyson, que entrou um gancho assim.
O Buster caiu, ninguém acreditou que ele ia levantar. Tava [ __ ] já. O Buster levantou e levantou igual um trator, meu irmão.
Mas bateu no Mike Tyson, bateu muito, não deixava o Mike Tyson respirar. Bum, bum, bum, porrada atrás de porrada, porrada atrás de porrada. 10 rounds ele derrubou o Mike Tyson.
Se eu não me engano foi a primeira derrota do Mike Tyson. Filho, Mike Tyson lutava por fama e dinheiro. O Buster lutava para honrar o nome da mãe dele.
Ele tinha um porquê [música] que valia morrer, quebrar os pulsos, ser humilhado, mas não desistir. Isso é transformar o propósito em necessidade. Então tu quer ser juiz, tu quer sei lá o que for na [ __ ] da tua vida, transforma na [ __ ] de necessidade.
Sem isso eu não existo. E aí, filho, quando tu conseguir fazer isso, você vai virar um trator igual o Buster. Evander Holyfield versus George Foreman.
George Foreman era um trator no boxe. Ele perdeu para o Muhammad Ali, foi a primeira derrota e única. Ele desistiu de lutar depois disso, ele ficou traumatizado.
Se converteu cristão, se converteu cristão, começou a fazer trabalho beneficente. 10 ou 15 anos depois, ele tomou a volta do dinheiro e perdeu e não e não conseguia mais bancar a ONG dele, que ele ajudava as crianças do bairro dele. Que que ele fez?
Voltou pro ringue. Velho, lutando contra o Evander Holyfield, que era o trator da época, que ganhou do Mike Tyson depois. Filho, ele pediu a Deus e ele falou que Deus falou pra ele: "Você vai ganhar".
O cara entrou lá, ninguém acreditava nele, ninguém esperava a vitória dele. Todo mundo só imaginou: "O Evander Holyfield vai tratorar o George Foreman". George Foreman venceu.
Suportou e venceu. Ele tinha [música] um porquê, ele tinha um propósito, aquilo virou necessidade pra ele. Então, filho, o jogo é: você quer mesmo uma [ __ ] Você quer mesmo um desse disso na tua vida?
Eu quis ser caveira, filho, isso valia a minha vida. Não dá pra disputar contra quem tá jogando com a vida. Quem botou aquilo como necessidade, não tem como perder.
Pode me dar o castigo que for, eu não ia embora. E eu tomei castigo, filho, eu tomei castigo e nem culpa minha era. E eu banquei.
Eu tomei tanto castigo, filho, que chegou um ponto que o meu turno não deixava fazer as tarefas do dia, porque todo mundo que tava comigo apanhava junto. E [ __ ] filho. Na minha cabeça [música] é: eles tão me batendo porque eles sabem que eu vou formar, ninguém quer que eu forme, eu vou formar, eu não vou perder.
Amanhã eu desisto e vou embora. Filho, tem que ser maluco. Alguns objetivos, filho, não tô falando de objetivo meia boca, filho, objetivo merda, sabe?
Ser medíocre. Tu não precisaria dessa mentalidade não. Pra tu ser o que todo mundo do teu ambiente já é, é só repetir, filho, é só repetir.
É uma vida ali, mas tu sabe, né, filho, que tu tinha um potencial pra governar sobre todas as coisas, tu tinha um potencial pra dominar o mundo, mas tu se conformou em ser medíocre. Tá tudo certo, filho. Só não reclama do julgamento quando você se der de cara no espelho.
Não reclama quando tu vê teu filho passando necessidade. Não reclama quando tu não conseguir dormir de tormento, porque tu sabe que tua família tá pegando chuva, porque você fraquejou, porque você aceitou, porque você cortou o teu propósito, porque você teve medo de encarar. Tu acha que o George Foreman não teve medo?
Tu acha que alguém apostou no no Buster? Tu acha que o Buster tinha confiança nele mesmo? Nem ele tinha, filho, mas ele foi até o final, porque era o necessário a fazer.
Então, filho, quando você coloca um propósito com o necessário, não tem como, assim, "É muito cedo para eu acordar". Pô, mas eu não gosto de acordar cedo. Não, acordar cedo é [ __ ] Não, fazer isso aí é perigoso, cara, pode dar Falei: "Pô, irmão, deixa eu te falar uma parada na moral.
Quando tu chegar para mim e falar assim: "Tu prometeu pelo meu filho", tu vem disposto a arrancar um braço, porque se tu chegar para mim e falar assim: "Para garantir o rapaz para a tua família, tu tem que perder o braço", me dá o machado que eu mesmo tiro essa [ __ ] Pela minha família, pode tirar, irmão. Tu vai queimar no inferno? Eu vou.
Pela minha família, eu vou, eu pago, eu pago deles, pô. Quando você entende isso, filho, você entende o amor de Cristo, de olhar para a gente como filho e aceitar morrer pelos nossos pecados. A família é a célula mais sagrada que existe.
Nela, você consegue entender tudo na vida. Você consegue entender as relações sociais, você consegue entender as relações hierárquicas, você consegue entender o propósito e o sacrifício de viver por algo e até morrer por algo. E quando você tem um propósito que é maior que a sua existência, você suporta tudo que existe.
Nada que existe, filho, é capaz de derrubar um determinado. Um cara que tem um propósito de guerra infinita, que tá jogando um jogo que transcende a existência, ele não [música] tem como perder. Pega qualquer [ __ ] de sonho que você tem, se você transformar ele em necessidade, em propósito de existência, filho, tu vai sentir o poder, tu vai sentir o teu coração aquecer quando tu quando tu tiver lutando por aquele teu objetivo.
Nada pode te parar, filho, nada. Vão ter que acabar com a tua vida, filho. Para acabar com a tua vida, tem que chegar perto, né, filho?
E quem tá disposto a lutar até morrer, meu irmão, é um cara perigoso de você chegar perto. Então, filho, determine-se. Isso não é coisa para criança.
Decidir ter família, lutar por sonho não é coisa de criança, é coisa de adulto, [música] é coisa de soldado, não é coisa de [ __ ] que se promiscui por facilidade, troca o futuro da família por preguiça no sofá, por medo. Filho, não existe medo maior do que quando você tem uma necessidade, do que não concluir ela, do que [música] não se não se determinar até Meu irmão, até a última, tem energia, tem que lutar. É sobre isso, filho.
Quando você entender isso, você vai entender que todos os seus objetivos são possíveis, porque não tem nada nessa existência que algo que transcenda não seja capaz de alcançar. E você pode transcender. Você pode, mas você tem que aprender transformar isso numa necessidade.
As situações, as angústias, as aflições que cercavam marcaram um dia que eu nunca mais vou voltar. Uma tempestade que minha família nunca vai sentir, porque a minha família tem um homem para defender ela. Tem um soldado.
E essa é a nossa missão. [música] E se tiver que sair na porrada com Mike Tyson, meu irmão, a gente tem que estar disposto. O nosso objetivo tem que ser maior que a própria existência.
>> [música] >> Quando você entender isso, filho, você vai entender mesmo as guerras que seus punhos não darão conta, você vai resistir, porque você vai continuar no deserto até chegar. E nada vai te desviar. Mas isso é coisa para quem decide.
É para quem decidiu assumir o controle, botou a criança, ó, foi boa até aqui. Enquanto ficar nessa, "Ai, mas é, eu fico cansado. Ah, a distração.
Ai, eu tenho um problema, não sei o quê. Eu tenho TDAH, não sei o quê. Eu tenho, sou neurodivergente".
Eu também sou uma porrada de coisas, filho. Isso me importa assim, eu banco. Não interessa o problema que eu tenho, ninguém tem nada a ver com isso.
Me dá a missão que eu resolvo. Eu vou dar meu jeito, filho, eu vou me adaptar, eu vou pedir ajuda, eu vou dar cambalhota, eu vou vencer. É disso que se trata.
Porque se eu for bom de desculpa, filho, eu não preciso ser bom em [ __ ] nenhuma. E é o que a maioria faz. Fica inventando desculpa para não assumir a [ __ ] da vida, para não virar adulto.
Uma porrada de criança. Não tem como essas crianças ganharem da gente, filho. Eu estou jogando um jogo de gente grande, de adulto, num propósito que vai transcender a minha vida.
Não tem como um cara que acredita em empolgação, que espera o momento certo, que é perfeccionista, vai perder, filho, vou passar por cima. Não tem como me ganhar no longo prazo, filho, porque eu faço sem motivação, eu faço o que eu não gosto, eu faço o que eu tenho medo, eu encaro a [ __ ] toda. Se eu preciso fazer, eu vou lá e faço, cara.
E E é isso aí. Não tem desculpa. Tudo que você justifica para não fazer o que deve fazer, está errado, filho, não se justifique.
Errou, melhore. Só isso. Não tem outro jogo, porque você tem algo que é necessário para tua existência que você tem que concluir e não dá para ficar pelo caminho.
Não dá para ficar de ah, lamentando, não dá tempo, camarada. Isso não vai te ajudar subir a montanha. Tu tá no fundo do poço.
Transformar o dia do basta, fazer uma necessidade virar propósito, é a corda para te tirar daqui, filho. Ou tu mete a mão e sobe até o topo, ou tu fica dando desculpa e fica aqui afogado nessa merda de poço, que é o que vai acontecer com a maioria. Fica se vitimizando, fica dando desculpa que não quer aceitar lutar.
Filho, a corda tá aí. Ou você mete a mão e sobe nessa [ __ ] ou aceita a vida merda que tem.