Fala galera, eu sou Marcelo Brigadeiro, treinador de luta livre, pré-candidato ao governo Santa Catarina pelo partido Missão e tô aqui para debater com os crias da favela. Primeira afirmação é: o Brasil romantizou o crime. Isso tá matando mais pobre que bandido. Quem discordar senta aqui para trocar essa ideia. >> Qual teu nome, irmão? >> Meu nome é Hard, paizão. >> Qual é, Hard? Tudo bom. O que que você acha dessa afirmação aí? >> Pô, tipo assim, o que seria romantizar o crime para você? é colocar o bandido como como mocinho da história e não como
vilão que é. >> Mas e se ele só tiver roubando para comprar uma cervejinha? Como é que fica? >> Tive tá roubando. >> Não, tipo assim, roubando não, já é. Você tem um argumento ruim, mas tipo assim, do mesmo jeito que tem leis que Ajudam bandido, tem leis que ajudam pobres, tá ligado? Nem todo pobre é bandido. >> Quem é o maior a maior vítima do bandido? É o pobre. >> Mas se puder ser o rico é bom também, >> não é bom não. >> Mas roubar mais. Bandido que rouba pobre ou bandido que rouba
rico tem que se [ __ ] igual. >> Por isso que nós é contra o sistema. >> [ __ ] igual. Que sistema? Qual o Sistema? >> Hã? Pô, depende. Oscana, né? >> Oscana. >> Mas tipo assim, não, você entrou num assunto que aí parece que eu tô defendendo o bandido, tá ligado? Eu só tô defendendo a leis que às vezes ajuda os pobres. >> Tipo, vai lá, >> pô. Tipo, sei lá, tipo assim, na favela você tá na favela assim, nem sempre tem Só bandido, tá ligado? Tem um comerciante que normalmente é visto como
pá um mototáxi, entendeu? Que normalmente é visto como bandido também. >> Na verdade, irmão, eu acho que a maioria esmagadora dos favelados são são pessoas de bem, são pessoas íntegras. >> A gente é um amor de pessoa. >> Não, nem todos, nem todos. Tem vagabundo também, assim como tudo quer lugar, né? >> Mas você concorda também que tem vagabundo vestido de terno e gravata? >> Tem. E é bandido igual. Eu acho que o bandido que tá na favela vendendo droga, o bandido que tá usando farda e recebendo arrego do tráfico e o bandido que tá
de palitó em Brasília fazendo merda, os três tinham que estar junto na cela pro resto da vida. Bandido para mim é bandido independente da roupa que tiver, do uniforme que tiver. Tem que se [ __ ] >> Então tá ligado que no local que tu tá se candidatando, tu tem chance de tu se Corromper, né? >> Eu me corromper é impossível. É impossível. >> Tu acha? >> Impossível. O que me levou a querer me candidatar é justamente impedir que chegue a situação do Rio lá em Santa Catarina. >> É isso, paizão. >> Valeu, irmão. Próximo.
>> Não vai se corromper o [ __ ] pô. [ __ ] >> Fala aí, irmão. >> Fala aí. >> Qual teu nome? >> Você é GB. >> GB >> aquele pique. Tu vai falar que não vai se corromper, pai? >> Não, não vou. >> Não vai? >> Se tu não se corromper, os cara vai te descartar, pai. Vai te jogar fora. >> É o jogo dos tronos, paizão. >> Pegou a visão? Eu vim para ser rei. Eu não vim para ser só mais um. Pegou a visão? E tu tu vem com esse pensamento pequeno,
retrógrado. Não pode ser assim, pai. O bagulho é ir para cima do problema mesmo. Esse aí bagulho que >> não bagulho não, não só se corromper, né? Porque o tema é romantizar o crime. Quer falar que nós romantiza o crime? >> Não, pai. Nós não romantiza nada. >> No Brasil romantizou o crime. Essa >> não. No Brasil não romantizou o crime. O Que muita gente fala sobre romantizar o crime, é onde muito se emprega isso, é nas letras de rap, nas letras de funk. Qual é a diferença entre o diretor [ __ ] que dirigiu
Tropa de Elite >> Uhum. >> pro diretor, pro diretor de um clipe do Oruan. Por que que um é legalizado e o outro não? Por que que um é arte e o outro é apologia? >> Porque apologia é você estimular e você fazer uma propaganda de algo que é Criminoso. A polícia não é não é não é uma instituição criminosa, >> não. Mas e o filme Cidade de Deus? Cidade deus, ele ele acontece na exato. E o o não, Orana não canta o que o que acontece na favela. >> Se eu tô no baile usando
black lança vendos cria de fuzil, eu essa é minha arte. Eu não posso falar sobre isso. >> Falar do Racionais, eu concordo com >> O Racionais fazia isso em 18, em 1900 e porrada. Racionais fazia show, chegava Lá na época era aqueles aquele site antigo, tipo Facebook, postava foto com paco de dinheiro, arma [ __ ] A quatro, o próprio Mano Bru já falou isso. E por que que os caras é Deus e o Ouruano pode ser? >> Não acho que ele seja um deuses, né? >> Não, claro que acho. Senor acabou de usar eles
como fazia. O senhor acabou de usar eles como um bom exemplo. >> Tem que se [ __ ] Tu adoraria ver eles na cela de >> ser bom exemplo. A questão do que a gente vive é a nossa realidade. Se a sua realidade você >> [ __ ] então vou te falar, Jeb. Era para você ser o cara mais revoltado do mundo. >> Mas eu sou revoltado. Mas sabe qual é a diferença? Eu não sou revoltado contra o Oruan, eu sou revoltado contra o sistema que todo dia entra na minha casa quando não tem operação,
abre, arromba minha porta. Eu sou trabalhador, sou artista, eu tô aqui gravando, ó. Eu tô aqui Gravando, tá ligado? Eu tô aqui, tem vários crias aqui. Qual cria aí nunca passou por isso? Que mora na favela? Todo cria já passou por isso. Tu mora onde? Tu já passou por isso? >> Tu já passou por isso buscando invadir tua casa 7 horas da manhã. Já tomei dura já vári vez com essa cara. Já tomei dura várias vezes. >> Eu pô, [ __ ] até eu falo, eu não tenho tanta cara de vagabundo, mas eu tô muito
dur. Projeto social já dentro de favela Muitos anos. >> Exatamente. Você acha que a solução não tá nos projetos sociais? Porque e a falta de investimento do governo nessas áreas? >> Deixa te fal, >> [ __ ] Saí do personagem legal, né? >> Perfeito, perfeito. Concordo contigo. [risadas] Só que olha só, uma coisa não inviabiliza a outra. Você tem que ter operações ostensivas também. E a Operação ela, quem vai ditar o ritmo da operação não é a polícia, é o traficante. É o traficante que dita o nível de de do embate vai ser o traficante.
>> Eu acho que não. Eu acho que >> se a polícia subisse a fala se se a polícia subisse e o traficante falasse perdiasse o o fuzil no chão e falasse: "Me leva, perdi, não ia ter troca de tiro." Mas não é isso que acontece, né? >> Não é isso que acontece. É. >> Você sabe quem é o principal causador hoje para hoje existir as comunidades? Eh, acho que o senhor sabe, isso eu já contei em outros vídeos, eu acho que o senhor sabe sobre o surgimento da polícia no Brasil. O senhor sabe como foi,
[ __ ] É sarnear agora. >> Não deixaram tu completar. >> É >> briga com os cara aí, ó. >> Quer responder ele? >> Fala aí, irmão. >> O BOP só entra para matar. Então, quando você fala que o bandido ele abaixa, se ele abaixar o fuzil, eles vão levar ele pra cadeia, eles não vão levar. Você sabe muito bem o que acontece. Então, sempre que o Bob entra, ele mata todo mundo. >> A maioria das vezes. >> Nessa operação que teve agora no complexo, teve um tem um vídeo aí que tá circulando que eles
chegam, entram no barraco e botam monte de gente para Fora. Exatamente. Eles não morreram. >> Mas o que Mas o que não passou nas câmeras, por exemplo, que eles não gravaram, eles podem eles podem, por exemplo, gravar o que eles querem que você, que a mídia veja e depois fazer o que eles fizeram, correto? >> Então, vamos, vamos desmontar. Não é que eles matem todo mundo, é que eles entram quando o bicho pega e acabam matar. >> Mas o que aconteceu com o moleque lá que penduraram ele na árvore lá? Que Aconteceu? >> Que que
ele tava fazendo? Que que o moleque tava fazendo? >> Ele tava na mata trocando tiro. Beleza. >> Então, >> mas era para fazer o quê? >> Renderam ele? Era para fazer o quê? Levar preso. O que que fizeram com ele? >> Na minha opinião, tava com fuzil, tava trocando tiro. Sal é vala. E quando e quando e quando os polícias entram na favela, eles entram para aprender, para Aprender, eles entram na nossa casa, como o amigo ali falou, e eles reviram tudo como a gente fosse ladrão. Por exemplo, na minha casa tem tipo televisão 5
polegada, tem um monte de coisa, eles vão entrar lá, vão achar que eu sou bandido, mesmo, eu sou tatuador, mesmo estando inscrito no poste lá tatuador j tatua, eles vão entrar e vão quebrar tudo. >> Sabe por quê? Porque o tráfico usa vocês também como escudo humano, porque o Tráfico obriga morador a a se esc a deixar se escondendo dentro de >> na favela não tem assalto. A gente pode ficar até 5 da manhã, pai. >> Não tem, lógico que não tem. Lá é outro estado. >> Lá é outro estado, outras leis. Agora >> você
viu o vídeo você viu o vídeo que os os caras do BOPE esqueceram a câmera ligada, não sei qual foi favela, que eles entraram na na casa do cara e roubaram tudo dele, roubaram caixa de Som. O cara falou assim: "Só, não vou levar essa JBL aqui porque não dá para levar na mochila". Os caras falou, levando perfume, escolhendo perfume, car. Mas fizeram isso, roubaram, >> são bandidos de farda. Então, >> isso, exatamente. Então, não dá pra gente pegar e falar que o que o estado é não é ladrão. O estado é ladrão. O estado
que financia isso. >> Vamos lá. Que que é estado, irmão? >> O o governo Brasil. >> Estado é uma é uma organização política administrativa que tem ação soberana sobre um território e um povo definido. Você mora onde? >> Eu moro no Teixeira. >> Teixeira. É comando vermelho. >> Comando vermelho. >> Tu é um cara inteligente. Quem é o estado lá onde tu mora? >> É os cara. É o comando. >> O estado lá é o comando vermelho. >> Sim. >> Então cuidado para criticar o estado. Tu não pode criticar o teu estado. >> Criticando o
estado onde eu moro. Tô criticando o estado. >> Eu sou Mas o teu, a tua casa, irmão, o teu território, ele foi tomado. >> O tráfico de drogas, ele é um um inimigo, ele é um estado paralelo que tomou territórios brasileiros. Eles não têm que estar sujeitos nem a a direitos de um cidadão brasileiro. É inimigo, é guerra. Por ano morrem 44.000 pessoas. É estimativa, né? >> Último ano 44.000 mortes violentas intencionais. Homicídio, mais alguns milhares de desaparecidos que estão enterrados aí em algum terreno ou no fundo de rio. >> Isso é número de guerra,
irmão. É número de guerra. A gente vive em guerra. A diferença é que aqui tem, [ __ ] Oruan cantando, Flamengo jogando, [ __ ] rebolando. Mas é guerra. É guerra. Não Dá pro cara do BOP chegar lá de sangue doce, falar: "Ô, querido, pô, por ob você poderia baixar sua arma, vai tomar tiro, vai tomar tiro. Tem excesso, tem excesso para [ __ ] Tem excesso para [ __ ] Agora o excesso de um de um policial do BOP, você pode ir na corregedoria, você pode reclamar, pode não darem em nada, pode não dar
em nada, você pode reclamar. >> Mas o que que adianta os caras entrar, tirar, matar, se amanhã vai ter mais 10 Na pista? >> Eu vou te explicar o que que adianta. Tem um tem um estudo que é interessante para caramba, foi feito em 2024 com presos, 408 presos em São Paulo, tá? E perguntaram o que que o que que faria você não voltar a delinquir, você não voltar praticar crime nenhum. Primeiro lugar, pena de morte. Segundo lugar, prisão perpétua. Terceiro, se eles tivessem que cumprir a pena até o final, >> igual os Estados Unidos.
>> E tem um outro estudo de 1970, de um ganhador do prêmio Nobel que mostrou que a decisão em cometer um crime ou não, não é moral. A decisão ela é econômica. O cara pondera qual que é o retorno e qual que é o risco. No Brasil o retorno é grande, o risco é pequeno. >> Mas você acha que a violência é é a resposta para resolver o problema do Brasil? >> Não, mas ela é importante como um um fator opressor que desestimula o jovem a Entrar no crime. >> Quebrar. >> Boa noite. >> Boa
noite, irmão. >> Tudo bem? >> Bem. Beleza. >> Prazer. >> Prazer. >> Eh, o senhor é candidato a governador, correto? pré-candidato. >> Pré-candidato a governador. >> Isso. >> Eh, o senhor tá falando muito daí do crime dentro das comunidades. Eu queria saber do senhor a respeito do crime que é cometido em Santa Catarina, ao qual a gente sempre vê lavagem de dinheiro. É o refúgio, né? É o refúgio. >> Eu queria saber o que que você acha desses bandidos >> que lavam dinheiro, que segam. >> Perfeito. Eu acho que isso tinha que ser crime de
onda. Eles tinham que ficar na cadeia junto com os traficantes pro Resto da vida. E mais, deveriam ser ser forçados a trabalhar para pagar pela própria comida. Todo mundo junto, o cara que traficou a droga, o cara que lavou o dinheiro, todo mundo junto trabalhando, abrindo rodovia, abrindo estrada, abrindo ferrovia pro Brasil. >> E o senhor acha que o senhor tá preparado para ser governador com essa opinião perante as operações dentro de comunidade que tem que passar o Seral fazer? Por quê? Se o investimento que Pode ser feito em cultura, educação, dando oportunidades é bem
mais forte e comprovado politicamente >> que dá mais resultado do que tu entrar a gastar não sei quantos milhões aí em arma, não sei quantos milhões em munição. Por que que tu tem essa opinião? Por que que tu não aplica outra política? Tu acha que com ferro se combate ferro >> tá dando errado até hoje? >> No primeiro no primeiro momento, sim. No Primeiro momento você precisa oprimir e a gente tem resultados importantes para trazer, como por exemplo foi feito em Nova York, como foi está sendo feito em falando do Brasil, você tá falando de
primeiro mundo. Se bote no Não, ser humano irmão. >> Ser humano não. Então por que que a política nos Estados Unidos funciona quando você bota criança para trabalhar desde cedo para ser uma empreendedora? Por que funciona isso lá e não é empregada aqui no Brasil? ser humano. Exatamente. O ser humano ele tem que temer no primeiro momento. Ele tem que temer. >> Ah, então o senhor, pô, você é filhote de Bolsonaro, pô. Tem que temer tudo. Não sou filhote de Bolsonaro. >> O senhor que é candidato a governador, o senhor que é candidato a governador
tem que falar que o ser humano tem que terer igual o senhor fez diária Junto. Eu adoraria Bolsonaro e Lula junto na mesma cadeia, mesmo lugar os dois, porque são dois vagabundos. Tu é exatamente toda vez que misturou militarismo com política deu errado e vai dar errado de novo. Tu não vai dar certo. Agora se tu tá vindo para tirar voto de alguém, agora se tu quer assumir o poder, você não tá preparado. Eu estou te falando que você não tá preparado para assumir. >> Mora onde você mora onde? >> Na Taquara, Jacarapaguá. >> Beleza.
Quem é que coordena ali? É milícia ou é comanda? Quem coordena é o estado. >> Não, não é o estado. >> É o estado. >> Ataquara é o estado. >> É o estado. >> É o estado. Então tá. Tá. Beleza. Então qualquer comunidade aqui, se eu quiser chegar numa comunidade, eu agora chegar lá e falar: "Pô, eu quero botar uma Escola aqui". Como é que funciona? Você vai ter que fazer o trâmite legal. >> Eu posso chegar numa comunidade e falar que eu quero botar uma escola lá. E qual que é o trâmite legal? Eu
tenho que pedir autorização. >> Eu tenho que pedir autorização pro dono do morro. >> Autorização para quê? >> Não tem que pedir não. >> Você tá falando na escola pública? Não, se eu quiser montar uma escola, eu quero Montar uma escola, uma oficina pr as crianças aqui. Você acabou de falar a importância da >> Se você quiser trazer um bem pra comunidade, você não precisa pedir a ninguém, chefe. É só abrir. >> As portas estão abertas. Só abrir. Eu não preciso pedir pro dono. >> Não preciso pedir pro exato. Não precisa. >> Ah, tá curioso.
Se você vai trazer um projeto beneficiente pra comunidade, Você fala com a pessoa responsável pela associação de moradores e abre. >> E ele vai falar com quem? >> Com quem ele vai falar? E tem que perguntar para ele, não para mim. >> É. É. Não. Vamos lá, pô. Vamos falar. Ele vai falar com quem? >> Ele vai falar com quem? Ele vai pedir autorização para quem? O o presidente da associação de moradores. >> Provavelmente ele vai levar pros políticos que estão ali sempre na Comunidade. Sabe essa galera que quer se juntar? >> Exatamente. Ele vai
levar para eles. >> Eles vão falar com quem? >> Com quem eles vão falar, meu irmão? Com quem eles vão falar? Eu não sei. >> Não, tu sabe sim, cara. >> Não sei, chefe. >> Sabe sim. Vamos falar com o dono do morro que tudo que acontece. Deixa eu te falar uma parada. Você não tá preparado para ser governador. >> Você tá, você que tá preparado. >> Muito mais do que você. Faço uma aposta contigo para Santa Catarina. Não, nome Rio de Janeiro. A gente bota, bota, bota. que a minha política é bem melhor do
que a sua, 50. Mil vezes. >> Bota, bota então. Bota. Vai lá. >> [ __ ] tá falando para [ __ ] tá se perdendo, [ __ ] >> Dá ódio de ouvir tu falar. >> Fala aí, então. Fala aí, >> pô. Tu quer falar que é necessário Oprimir os outros? >> Bandido? Sim. >> Não, qualquer pessoa. Você falou que o ser humano só funciona na base da opressão. >> Bo, no do medo. >> Eu apanhei na minha mãe a vida inteira. >> Do medo. E aí? >> E aí? >> E não adiantou nada. >>
Mas quando tu apanhava, tu não fazia merda. >> Claro que eu fazia. Eu fazia mais ainda porque eu ficava com ódio, [ __ ] Não, então aí >> eu ficava puto, eu apanhava. Eu sou burro. Então tu tá chamando ser humano de burro porque ele não funciona com pressão. Se eu chegar aqui, se eu falar qu pega um copo de água ali para mim, por favor, tu olhar para mim e falar, pô, não vou pegar não aí se eu chegar dar lhe um tapão na tua orelha, tu vai pegar o copo >> criança, a criança
no começo, a criança ela apanha. Presta atenção. >> Minha segunda afirmação é a mega operação que aconteceu no Rio foi um sucesso. Quem for contra, senta aí. Vai lá, meu garoto. >> Como que você quer falar de como que é dentro da favela se você não vive dentro da favela? >> Já vivi dentro da favela algumas vezes, diversas vezes. >> Tá, mas você quer falar de dentro da Favela agora? Tipo, o que aconteceu, por exemplo, na Penha, >> por exemplo, >> os caras entraram, mataram, mas e aí aconteceu o que? Os caras já estão lá
de novo e não deu em nada, não vai mudar nada. Eu acho que ela deveria ter sido continuada com uma ocupação permanente da polícia, igual foi na época das UPS, né? Eh, mas a operação em si foi um sucesso. Mandou mais de 100 vagabundo pro Inferno. Tá ótimo. Podia ter sido mais, podia ser ser uma dessa por dia. >> Faltou continuidade. >> Você não acha que o correto seria essas pessoas ter uma segunda chance na vida? Por exemplo, tem um monte de amigo que era do tráfico e os cara, tipo assim, os caras sa tráfego,
um virou pastor, o outro foi construir família, o cara largou. >> Tu viu a a ficha criminal da galera que foi de ralo lá? Não, >> não vi. >> Várias passagens. Eles tiveram uma, duas, três, quatro. O Brasil é um país que dá chance para [ __ ] O Brasil é um país sensacional para vagabundo, porque tem muita chance. Tu é preso, solto, preso, solto, preso, solto. Eu acho que o cara que fica portando um fuzil ali, sinceramente, esse cara tem uma escolha só. Ele tem uma oportunidade só. Quer escolher se ele vai preso ou
se ele vai morrer. Essa é a única escolha Que eu acho que ele deveriam ter. Mais do que essa, não. Olha o irmão. Próximo. [ __ ] >> ia quebrar ele agora. Deixa eu falar um pouquinho. >> Fala aí, irmão. Beleza. Prazer. >> Prazer, João. Então, quando tu fala que a mega operação é um sucesso, eu discordo porque isso não vai fazer com que o tráfico acabe. Isso não vai fazer com que o crime acabe. Porque tu sabe Que os verdadeiros traficantes, os verdadeiros canalhas não estão dentro da favela.Ém. >> Tu sabe que as pessoas
não estão os grandes. Tu acha que quem que faz o tráfego que quem que faz chegar a arma no Jacarezinho? Quem que faz chegar a arma na Penha? Quem que faz chegar a arma na alemão? Tu acha que são só os traficantes? Tu acha que o fuzil vem como de uma tuber de 99 entrega? Lógico que não, lógico que não. Mas os Traficantes da favela também tem que ser punidos. Eu eu não sou eu não sou a favor de punir só os traficantes, não. Só que eu sou contra não puni-los. >> Eu queria que eles
se fodessem e os que estão na nas altas escalas políticas e do judiciário do Brasil. Bem, mas quando tu fala que tu quer que os traficantes se fodam, >> Aham. >> Só isso não vai adiantar, cara. Porque tu acha que >> só os traficantes morrendo vai adiantar? Óbvio, tipo assim, eu sei que vai ajudar, vai diminuir, mas o tráfico não vai parar. Eles vão sair e vão entrar outros. O tráfico não para. É só mãe chorando, é só criança morrendo. >> Exatamente. Valeu, >> chefão. Prazer na voz. Valeu, >> Marcelo. >> Mano, como tu acha
que o tráfico vai acabar, meu chefe? Meu chefe, a própria polícia já tá corrupta, chefe. O vírus Da corrupção se espalhou. Tá na polícia também. E se a polícia ocupa a penha e tira os traficantes, a própria polícia daquele local ali já tá macumunada com a milícia, com o tráfego, ali, ia voltar o tráfico, entendeu, meu chefe? Então, a operação no Rio de Janeiro é totalmente desnecessária, porque não muda nada chefe. >> Ela é necessária te dizer o seguinte, >> ela só piora as coisas. Deixa te explicar o que eu tava tentando explicar Pro garoto
histérico aqui. O negócio é o seguinte. No primeiro momento, o ser humano, primeiro momento, ele tem que temer. Primeiro, primeira coisa, é por isso que criança, coisa de ditador, meu chefe. Por que que criança, se tu pegar uma criança e tu vai explicar para ela, ó, meu filho, você não pode fazer isso não. Primeiro é uma uma pamada na bunda, >> as crianças no meu bairro cresce vendo o fuzil, chefe. >> Começar para começar, depois vem a Conscientização. Então, no primeiro momento tem que ter isso. Isso aí é o estudo que eu que eu trouxe
aqui mostra isso direitinho. Que que vai fazer o cara não entrar no crime se tivesse eh pena de morte? Por quê? Medo. Se tivesse prisão perpétua? Por quê? Medo de ficar o resto da vida atrás das grades. Se tivesse cumprir a pena toda, porque medo de ficar anos e anos atrás das grades? Então o que funciona com vagabundo é medo. É medo. Por que que tu não é Bandido, >> meu chefe? Tá escrito na Bíblia: "Não matarás, meu chefe. Por que tu quer botar pena de morte no bagulho, man? >> Ador. Eu quero matar mesmo
quem mata os outros. Eu quero matar mesmo. >> Ah, então o seu é ditador, macha. Você é um homicida, um psicopata. >> Estamos em guerra, irmão. Estamos em guerra de novo. >> Acho que tu tá em guerra com a tua mente Que tu tá perdido, nem tu sabe teus argumentos. Tá de sacanagem com a minha cara. Não é possível. Aí vamos fazer assim, vamos fazer um bagulho maneiro, fazer um bagulho legal aí papo reto, vou brechar lá naqueles condominos lá de Balneário Camburiu, que ali tem um monte de safado corrupto do [ __ ] [risadas]
Sair metralhando a [ __ ] toda. >> Igual os igual igual vocês fazem lá na favela. Vamos ver se é maneiro. Por que que todo mundo é errado e só você que é O certo. >> Me chamou de estéreo. Quem é conhecido por dar piti é você. >> Quem é conhecido por dar piti é você. >> Pi. Eu não dou piti. >> Ah não, [ __ ] [ __ ] eu que sou maluco. Teria característica feminina, irmão. >> E aí >> aqui é assim, ó. >> Então o senhor tá cometendo um tipo de homofobia, seria
isso? Não, >> não é você, você poderia chamar de misogenia. Homofobia não. Aí tá perdido, acho que não. Com todo respeito. O o teu o a tua frasezinha ali de Facebook é até bonitinha, mas aqui o teu debate, o teu argumento é fraquíssimo. >> Você é péssimo. Péssimo. Eu eu falou aqui, tu não argumentou nada. Tá um minuto falou nada. Eu não argumentei nada. Aí você falou que tinha que voltar o PP. O PP é o projeto mais corrupto que teve Dentro de uma favela. >> Os próprias pessoas operação no Rio de Janeiro foi um
mega sucesso. >> Não, não foi exatamente. Ela não foi um mega sucesso. Ela foi um desastre total. Vai morrer polícia, vai morrer bandido, vai morrer inocente. O crime não vai parar. Os os governadores vão continuar roubando, vão continuar matando inocente para conseguir voto, porque é assim que o sistema funciona, é assim que as coisas funcionam e vocês com pensamento Igual você está acabando com o Brasil. >> Tá muito nervoso. Fica calma, se acalma, bebê. >> Aí, paizão. >> Fala, guerreiro de novo. >> Você falou aí, deu uns papos falando que é matar, né? O bagulho
é matar mesmo, tá ligado? >> Vagabundo, sim. É matar. >> É vagabundo. O bagulho é matar, né? Então eu vou te fazer uma pergunta. >> Vai lá. Se o bagulho ia matasse para Você, a loja que ia matar, ia dar tiro, por que você não se candidatou para o bagulho para entrar pra BOP e você tá indo pro bagulho de prefeitura, de ficar atrás das mesas. Tu falou que nós tá em guerra, não falou? Tu falou que nós tá em guerra. Sabe quem é você na guerra? Você é o general que fica coçando a bunda
atrás da mesa. >> E tu é quem? E tu é quem? >> Eu eu sou vítima da guerra. Não sou favelado. Sou de favela. Eu sou vítima Da guerra. Fica coçando a cara que eu quero matar o teu Algoz. >> Não, você não quer matar. Se você matar, você tava na B. cheudo pá, você tem estética de políciaão. Você aguenta o fuzil que merda problema é que tem que ter um cara, um macho de verdade à frente para falar pra galera vai lá e pode matar. Não é, é porque a política brasileira é feito de
froux. Você falou que o Bagulho, tipo assim, você nessa parada de matar, você deu um exemplo de se a criança fazer alguma merda, dar um tapinha na bunda dela, né, pá, não sei o quê. Você leve esse argumento pra vida? Depende, depende, >> depende. Não, porque você falou que o bagulho ia matar, você falou que parceiro, se tua mulher te trai, tu bate nela. >> Não, não, não é possível. Tô falando de bandido, irmão. Eu tô Falando de bandido. Bandido. Bandido tem que temer. >> Para mim, tu é igual Peterpan. >> Volta, volta aí. Volta
aí. >> Para mim, tu é igual Peterpan. >> Hã? >> Tira do pobre para dar pro rico. Você falou que >> quem fez isso foi Robin Hood, não foi Peterpan. >> É, tanto faz. Mas tá bom. >> É a mesma merda. Valeu, valeu, valeu, >> valeu. Mas enfim, escuta, deixa eu te falar. Quantos que morreram lá na P que você falou c e pou 121, não foi? >> É. E o que que você acha que os filhos deles vão fazer quando eles crescerem? >> Cara, eu não sei. Eu não sei, mas eu tô mais preocupado
com certeza fuzil, porque como o amigo falou, a criança ele já porque ela já cresce vendo fuzil, ela já cresce v entendendo que o estado é contra o pai dela. >> Precisa, então tu concorda comigo que tu Precisa ter bons referenciais dentro da favela? >> É o quê? >> Tem que ter bons referenciais dentro da favela? >> Sim. Tem que ter, >> tem que ter gente lá dentro da favela, então denunciando que não é legal ir pro crime >> não, que cara denunciar? Como que nós vai denunciar o crime? >> Tu não pode. O Guerreiro
falou que tu Pode fazer tudo na favela ali que é tranquilo, que se eu quiser chegar lá e montar um colégio, eu posso. É tudo liberado. >> Você entra na delegacia e tu quebra tudo lá. Tu tu tu é oposição, tu é oposição. Tu chega no delegado, tu tu reclama com o delegado. Mas eu posso eu posso chegar aqui e falar assim, ó. Por exemplo, presidente do meu país chama-se Lula. Eu acho que ele é um vigarista, um canalha e eu eu adoraria que ele morresse atrás Das grades. Acho que ele nunca deveria ter sido
solto. Tu não pode falar isso do cara que mim, mano, o Brasil foi dividido entre direita e esquerda. Para mim, ambos falam merda para [ __ ] Os dois estão errado. Concordo plenamente.Ent equivocando como você fala que a a entrar na favela e matar é a solução. Para mim não é solução. Para mim você tem que prender primeiro. Começando prender o Bolsonaro lá, tem que prender Lula também. Por que que não prende o Lula? >> Não sei. Eu adoraria. Adoraria que tivesse dois três juntos. Vai lá, outro. Tá mais calmo, >> candidato a governador. >>
Mais calmo. >> Senhor tem que tomar cuidado com a sua oratória, meu filho. >> O senhor vai governar para uma população toda com esse discurso machista. >> Que coisa feia. Qualificando uma atitude A ao qual só o lado feminino tem. >> Teria. >> Que tipo de candidato? Hom de verdade não é histérico. Homem de verdade não é histérico. >> Ah, não, >> não. >> Deixa eu te falar uma coisa. Sabe por que que o senhor concorda com a operação? >> Por quê? >> Porque o senhor é um vent é um Bonequinho do estado. Eu já
pesquisei sobre o senhor. Sempre militar, né? >> Sempre certinho, desse jeito. Não. Então por que que você tem esse tipo de conduta? >> Então por que que você tem esse tipo de conduta? >> Pescou errada. Porque eu sou um cara que eu construí tudo que eu tenho por mim mesmo. >> Uhum. Eu tive várias oportunidades de ir pro lado errado. Eu não fui e eu percebi Que esse papo de ah, não tive oportunidade, mentira, é escolha, é união de burrice. >> E quem vende anabolizante? >> [ __ ] tá errado, é traficante também, tem que
ir preso também. >> O senhor concorda com a venda de anabolizante? Não, >> concordo com preso. >> Pô, você falou que concordo. >> Concordo que tem que ir preso. >> Ah, tem que ir preso. Mas o senhor nunca Fez utilização de anabolizante? >> Contra lei? É contra lei. >> O senhor nunca fez? >> Eu uso da farmácia. >> Uso da farmácia. >> Prescrito pelo médico. >> Então, tá bom. Mas o quê? inscrito pelo médico. >> Ah, então o senhor tem problemas com a sua produção de testosterona. Por isso que pega tanto aí no teu nervo
ter esses tipos de atitude. >> Não, não, na verdade não. Na verdade a testosterona ela ela justamente que me deixa com atitude máscara. Eu não fico histérico gritando. >> Ah, tá precisando, guerreiro. Uma test. Tô precisando de testosterona, chafe. Eu acho que o meu nível tá de boa. Teu que tá faltando e tu tá aplicando no bumbum. >> Tá no monstro aí. Tá no moço. Tá muito histérico. >> Volta aí, Guer. Vai lá. Estão fugindo um pouco do tema, mas vamos lá. O senhor é Candidato a governador? >> Préando. >> Pré-candidato. Isso. >> Queria saber
qual política o senhor vai ter paraas pessoas de bem, pessoas comuns igual a nós. >> Qual a política que o senhor vai ter para nós se defendermos contra a polícia? >> Contra a polícia. >> Contra a polícia. >> Por quê? >> Porque a polícia hoje já tá tão pior quanto o bandido, meu chefe. >> A gente precisa se defender da polícia também. Graças ao bom Deus, a polícia de Santa Catarina é extremamente correta e honrada. [risadas] Extremamente correta e honrada. >> Então, Santa Catarina é o jardim do Éden >> ainda. É, ainda é. Só que
a o bando de vagabundo que tá saindo aqui de Comando Vermelho, o terceiro comando, tá indo Para lá, tá estragando o estado. E é por isso que eu resolvi colocar meu nome à disposição, >> porque tem que ter homem de verdade para chegar lá, chamar a polícia, chamar o secretário de segurança pública e falar: "Meu irmão, [ __ ] direitos humanos, [ __ ] imprensa, passa o cerol em vagabundo, ele com fuzil, ele de terno, [ __ ] dá a ele a opção. Tu quer ir preso, >> chefe. Aí o vagabundo vai vir, vai te
Passar e vai mudar em nada. Acontece, irmão, acontece, >> meu chefe. Você não vai mudar nada. Você não é nenhum Jesus. >> Eu vou fazer o quê? Vou ficar sentado vendo essa merda acontecer >> de novo? Ele vai lá. >> Gostou? Não, pai. >> Não gost adorei. Adorei. Então não vinha pro debate, pô. >> [ __ ] tu é homem para [ __ ] né? Tu é homem para [ __ ] né? Por que tu não Vai lá, tu mesmo porta o fuzil, pega o fuzil e entra na favela. >> Por sabe por quê? Porque
vai ter um monte de Porque hoje se tu matar um vagabundo, tu se [ __ ] mais do que vagabund. Teu discurso é o mesmo. O teu discurso é esse. Esse é o teu discurso. Se tu homficiente, tu vai lá e vai fazer. Não, >> não, não. O meu discurso é o seguinte. Eu quero criar uma oportunidade. >> Não, você falou exatamente passar o Cerol, meter bala e [ __ ] Foi essas suas palavras. Isso. Exatamente. >> E por você vai lá e faz o policial. Eu quero que o policial tenha aparato judicial para fazer
isso. >> Se tiver esse amparo judicial, você vai lá e vai fazer. Não vai porque tu é um [ __ ] Passo para [ __ ] Peida. Falar falar até papagaio fala pai. >> [ __ ] >> Volta aqui. Volta aqui. Senta aqui. Calma aí. Volta aqui. Volta aqui um pouquinho. >> Próximo. Minuto ainda. Bora. Vai lá, guerreiro. >> Mas se tu acha que tem que matar, mano, tipo, tu pensa que nós ser humano, nós tem que ser igual um robô, tá ligado? Tu vai lá e mata o vagabundo, o filho do cara, mano, vai
te olhar, vai querer vingança, paizão, porque isso é sentimento, isso é ser humano, tá Ligado? Não, você esquece que vagabundo também é ser humano, paião. >> Mas estão muito reativos. Numo momento você precisa de de atitude ostensiva, de opressão, porque a gente tá em guerra. Num segundo momento. >> Não, não é o povo. Irmão, a atitude ostensiva e oprimir o vagabundo. O povo já é oprimido. Tu mora, tu mora em comunidade? Mora em comunidade? >> Qual comunidade? >> Sou da Novo Holanda, complexo da maré. >> Legal. Tu já tá oprimido. Tu pode reclamar do dono
do morro? >> Quem que é o dono do morro lá? >> Não tenho nem do que reclamar, meu paizão. >> Quem que é o dono do morro lá? >> Dono do morro >> é. Qual o nome dele? >> Ahã. É o mano MTB. >> É. É o chefe. É nosso humano. >> Ah, o nosso humano. Ele é o teu >> chefeo. Ele que mandar lá nosso chefe. >> Ah, o cara que é traficante é teu chefe. Tu é bandido. Tu é bandido no meu Bolsonaro. Tu >> é bandido. Eu posso falar que o Lula é
vagabundo. Tu pode falar, [risadas] tu pode falar que o cara é vagabundo ou não? >> Vai entrar pra estatística, hein? Cuidado. Ah, >> mas ele é. >> Fala aí, garoto. >> Fala, guerreiro. Beleza? >> Tudo ótimo. Maravilhoso. >> É, eu queria saber aqui a tua opinião perante a sua família. >> Humum. >> Dentro de uma zona de guerra. Qual seria a sua opinião? >> Como assim? Qual como que você reagiria a isso? >> Péssimo, né? Horrível, né? Horrível. Por isso que eu falo. >> Então, o que que você acha certo dentro da comunidade do Rio
de Janeiro? Tu vem lá de Santa Catarina para dar palpite numa coisa que tu não vive? Por isso que eu falo, vocês eram para ser os mais revoltados contra os traficantes. Vocês estão aqui defendendo. Vocês estão no papel da mulher que é estuprada e defende estuprador. É o que vocês estão fazendo aqui, >> pô. Pelo amor de Deus, tá vomitando merda na mesa em cima de mim. Defendendo O cara que tá arrebentando tua bunda. >> Pelo amor de Deus. Estratégia. Tá >> defendendo o cara que tá arrebentando tua bunda. Tô falando tudo dia. Tu, tu
já usou aí, mulher, já usou. É, tu é bem preconceituoso mesmo. Não, pô, tu é a personificação do preconceito. Não, >> [ __ ] pelo amor de Deus, cara. Se bota no teu lugar, filho. Pelo amor de Deus. >> Calma, meu filho. Tá nervoso. Tá muito nervoso. Minha terceira afirmação é: o crime não Nasce da pobreza, nasce da certeza da impunidade. Agora tu vai gritar e vai ficar para ouvir ou vai gritar e vai sair andando? >> Eu vou ficar posturadão porque agora eu vou te quebrar, pai. É, todo respeito, não vou ficar para ouvir.
Vamos lá. Tranquilo. Aquele pique. Com todo respeito. >> O senhor acha mesmo que existe uma falta de impunidade no Brasil? Deve, deve existir, >> na real, não vou até dar um start aqui. Na real, deve existir, né? >> Falta de impunidade. Acho que >> é, foi o que você falou. Foi, não foi o que o senhor falou. O crime só existe pela falta de impunidade. >> Certeza da impunidade. >> Certeza da impunidade. Exatamente. Quase isso. Basicamente é a mesma coisa. >> Não, já. Então, enfim. Enfim. Vamos lá. O você acha que o bandido que traficou
no morro e foi preso, ele deve receber a Mesma punição, por exemplo, do Bolsonaro? >> É uma punição que ser preso. >> É, ele falou: "O Bolsonaro tá preso". >> Certo. Tu acha que o Bolsonaro é um bandido? >> Acho. >> Acha? Então olha pra câmera e fala isso. >> Bolsonaro, você é um bandido. Agora olha aqui. Fala. >> Não, não. Você da mesma forma que você tá falando. Fala. Não, não. Fala, não. Fala exatamente. >> Fala o que você quer. Não, fala o que você quer. O que você quer falar. Bolsonaro, você é um
bandido. Eu quero que você se [ __ ] e morra na cadeia. >> Exatamente. E por que que a sua atitude não é conivente com a sua fala? Tu mora >> onde? >> Por que que a sua atitude não interessa para você mora, mora na minha casa. >> Mora onde? Tu mora onde? >> Mora na minha casa. >> Qual comunidade tu mora? >> Nasci no hospital. [risadas] >> Qual comunidade tu mora? >> Eu tô achando que o bagulho dele pode falar a mesma coisa olhando pra câmera, não pode? >> Fal o qu? >> Do dono
do morro. A mesma coisa ou não? >> Caraca, papai por reto. Deus, tu é [ __ ] Porque eu sou relíquia. Deus. Reliquia JC. Jesus Cristo. Cristo vive. Você sabe aí. Tu quer falar para mim que existe Uma impunidade no Brasil? Claro que existe. Porque o maluco, às vezes, o cara que foi preso roubando manteiga, o cara que foi preso roubando manteiga, ele se [ __ ] dentro de uma cadeia com outros 60 presos dentro dele. Enquanto o teu político que você falou que tem que ser preso, tá vivendo no bem bom de torn. Ah,
imagina um vagabundo pega e tenta tirar a tornozeleira com um bagulho de de queimar. Olá, tudo bem? O senhor pode repetir o tema? [risadas] Ficar nervoso? Não. Olá, tudo bem? >> O crime não nasce da pobreza, ele nasce da certeza da impunidade. >> Então, foi por isso que o senhor cometeu o crime de ameaça contra o jornalista do diarinho? >> Ah, foi interessante essa aí. Essa foi muito boa. Eu não ameace. Aquilo ali foi uma brincadeira, mas ele levou, ele levou como se fosse >> brincadeirinha. Mata aqui, mata ali. Aa fogo. Falei que ataca fogo.
Eu falei que ataca fogo. >> Dador da [ __ ] Cuidado. Fogo de Santa Catarina. >> Cuidado >> que um ditador tá querendo vir aí, ó. Bota fogo, mata, faz e acontece. >> Você tá no Brasil, meu chefe. Tu tu defende. Você tá no Brasil e você defende pena de morte. Você acha que num país tão corrupto quanto é a pena de Morte ia funcionar de maneira real ou ia só ser um apagão de de pessoas das outras? >> Quando você institui uma lei, você pode colocar condicionante, né? Eu acho que a pena de Eu
acho que primeiro de tudo prisão perpétua. >> Mas tu fugiu do que eu te perguntei no primeiro. Tu ameaçou os outros? Não amecei morrer. Eu não amecei nada. >> Não fala que vai tacar fogo no jornal, nem ameaça. >> Foi uma brincadeira. Brincadeira. Brincadeirinha. Fogo. >> Tu soube que eu cheguei, eu tirei uma foto na frente do jornal com um uma caixa de fósforo. Tu acha que taca fogo numa num prédio com uma caixa de fósforo? Só se fosse uma gai, né, compai? Mas tudo bem. >> Você sabe que tem como você um fósforo, 1
litro de gasolina. É lógico que tu sabe >> tava só com fósforo, mas tudo bem, tudo bem. >> Só o que você diz. Mas ó, crime de ameaça. A partir do momento que a pessoa interpreta que ela foi ameaçada, >> você respondeu por isso? Não, ele não. Ele não me denunciou. Por quê? Exato. Não, não sei. Tu, tu, tu não tu não ameaçou ninguém da família dele, não? Tem certeza? >> Tem absoluta. >> Pô, pelo amor de Deus, chefe. Eu não Ameaço não. >> Mas isso é um crime de ameaça. O senhor concorda? >> Pode
ser interpretado, sim. >> Então, qual é? O que que você merece? O que que você merece? Eu quero saber o seu julgamento sobre a sua atitude, porque é muito fácil falar. Uma brincadeira. Minha atitude foi uma brincadeira. >> Uma brincadeira. Se fosse, mas ele interpretou como ameaça. >> Não, senão ele tinha denunciado. Ele tinha denunciado. >> Ele interpretou como ameaça. >> Liga para ele, pô. Me denunciando no lugar dele. >> Vou vou ligar para ele p que eu tô te perguntando aqui. A tua opinião agora não é válida. >> Tô te explicando. Mas tu saiu
do tema também. Mas vai lá. >> Não é fogo. Saiu do >> passar fogo. Então também você ameaçou Os outros. Cumpriu o erro. Errou. É isso. De morte. Quero ver o homem para passar fogo. >> Homem para passar fogo no senhor. Ué, mas é não é o que o senhor defende. O estado vai fazer isso. O teu próprio governo tá portando fuzil. >> Fuzética muito grande. >> Tá portando fuzil. Vala. Vala. >> Fogo pode. >> Vala. Fogo pode. >> Não, camarada, você se rende? Me rendo. Cadeia. E olha, o senhor falou aqui se o senhor
quiser marcar o senhor como lutador, a gente marca uma luta, >> a gente marca entre e o senhor, >> porque o senhor não me estudou também. O senhor não sabe de onde eu venho. Que que eu faço? >> Isso não faz isso não. Vai, vai ser legal para você não. Não vai ser legal para você. Quer marcar? >> Tem até aqui. Agora >> a gente a hora que o senhor quiser a gente marca. Pode ser então fechou. >> Vamos fazer aqui então. Já >> entendeu? Vou te botar para dormir para tu ficar neném. >> Tá.
Vamos ver então. No final a gente coloca aqui. Então vai lá. Próximo. >> Você falou falta de oportunidade. Eu tenho um amigo que ele tinha um pai que era traficante. >> Uhum. >> E aí o o pai dele portava fuzil, como você bem falou. Entraram na casa dele, mataram o pai dele, quebraram a casa dele. >> E aí, o que que você espera que vai acontecer com esse cara? >> Difícil para [ __ ] né, irmão? Difícil para [ __ ] >> Ele vai fazer a mesma coisa que o pai dele. >> Difícil para [
__ ] É uma, não tem não tem solução fácil para problema difícil E complexo, tá? É o que eu falo, tô tentando explicar aqui o o histérico aqui, o rapaz histérico aqui. Zero texto. Não deixou. >> O que que você acha que ele fez depois disso? >> Hã? >> O que que você acha que ele fez depois que ele cresceu? >> Delinquiu? Com certeza. Delinquiu. >> Ele entrou pro crime? >> É, com certeza. Exatamente. Mas assim, Um problema é o seguinte, a certeza da impunidade. Lembra que eu te falei do do do estudo do ano
passado? >> Sim. >> Então, se você se o cara sabe que não interessa a merda que ele fizer, ele não vai pagar por isso. Tá bom. Vamos lá. Depois a gente continua >> aí. Tu tá viciado no grande, he? Não para de falar do amigo, [ __ ] >> Ô, acho nem legal tu lutar com ele não, que ele vai querer ficar te levando para Armilo e ficaradinho com toda hora contigo. [risadas] Maneiro. Tá viciada hora tu falando amigo, pai. >> Que isso? Pé no chão. Fica tranquilo, monstrão. >> Tudo sempre tranquilo. >> Sempre tranquilo.
Exatamente. >> Sossegado. >> Show. >> Vai lá. >> Posso? >> E o tema? >> Posso? Qual que é o tema? >> [risadas] >> O crime não nasce da pobreza, nasce da certeza da impunidade. >> Vamos lá. Olha só, bagulho aqui sério aqui perante os cria, ó. Tem esse telefone aqui, tá ligado? Esse telefone tá aqui, certo? Tu é um amigo meu. A gente tá brincando, mexera, sei lá o qu. Tu vem, tu pega meu telefone querendo fazer uma brincadeira comigo, tu pega Ele, começa a fazer sei lá o quê, e derruba meu telefone no chão,
tu quebra meu telefone todo. Tu acha que tu tem que pagar pelo conserto do meu telefone? Se >> eu, se eu quebrei o teu telefone? É, >> não sei >> como assim não sabe? É impido. Você quebrou. >> O que que você tem a ver, pô? Ué, [ __ ] eu tô te usando. Eu tô usando para você uma, >> eu tô te dando um exemplo. Eu quebrei o telefone. O certo seria eu pagar o teu telefone. Certo seria você pagar meu telefone, certo? Mas se você olhar para mim com a tua carcaça e falar:
"Eu não vou pagar, >> eu sou um cuzão." >> Exatamente. E você acha que é assim que os governadores e os líderes do poder age? >> Não deveria ser, né? >> Mas é, >> não deveria ser. >> Mas é, >> não, >> não é >> não. >> Você como não? Eu acho eles eu acho eles completamente lenientes. Na verdadea forma, eu acho que deveria porque você é diferente você o Dourado. Por que que você é diferente? Eu não posso ser. Ele não pode ser. Ele não pode ser. Ele não pode ser. Tá com a cabeça
desviada? >> Não, quem tá com a cabeça desviada é você que não sabe nem o que você vai falar. >> Tá aqui enaltecendo bandido. Pô, >> eu não tô enaltecendo ninguém, pai. A única pessoa que eu enalteço é minha mãe. >> Vanessa, aquele pique. Você é braba. >> Grande abraço pra Vanessa. >> E é isso. Tipo assim, paizão, se ponha no seu lugar. e se recolha a sua insignificância. Se você é homem Suficiente para falar, você tem que ser homem suficiente para fazer, tá? >> Exatamente. >> Não, se você tá falando que tem que matar
vagabundo, porque tu não vai lá matar vagabundo? >> Falou para [ __ ] não falou nada. >> Ah, não tô falando, [ __ ] >> Falou para [ __ ] falou nada. >> Você acha próximo. Lembra do tema? >> É, repede aí, por favor. O crime não nasce da pobreza, nasce da certeza da impunidade. >> Então, eh, não acho, não concordo, >> tá? >> Até porque quando uma pessoa ela tá roubando porque ela tá passando necessidade, ela tá passando fome e ela não tem outra opção, ela vai presa, ela vai punida, ela vai esculachada no
meio da rua, pessoal bate, pisa nela e ela passa por um sufoco absurdo. Que que tu Acha sobre isso? >> Concordo contigo, cara. Eu concordo que há um tratamento diferente, realmente no cara que tá tá roubando por desespero de fome. Esse cara, eu não acho que esse cara tem que morrer de forma alguma. >> Sim, não concordo. >> Esse cara, ele mere ele, esse cara ele merece ele merece uma oportunidade de ter uma condição melhor. Com certeza. Eu tô falando do traficante que tá portando um fuzil trocando tiro com a polícia. É Diferente, tá? E
eu acho realmente que que é um tem um tratamento muito errado no Brasil, onde o cara que que rouba milhões ou bilhões hoje em dia já estamos falando de bilhões, >> com esse cara não acontece [ __ ] nenhuma. >> Ou quando acontece fica igual hoje que a maior caneta tu sabe, maior fuzil tu sabe que é a caneta. >> Fica igual agora o Sérgio Cabral aí que pegou 400 anos de cadeia e fica pegando Som na cobertura assim uma [ __ ] Tu sabe que o tratamento é diferente pro traficante da favela e o
traficante que é não é traficante, mas o bandido que é o maior que tá lá sentada. >> Concordo. Concordo. Eu sou a favor da de ser algo equânime. >> Sim. Mas tu sabe que isso varia não só do lugar onde ele mora, mas sim também da cor de pele que pega muito, entendeu? Tu sabe que o tratamento é muito diferente de nós que somos Privilegiados, pessoas brancas com uma pessoa que é negra, que passa necessidade, mora na favela, mora na periferia. Com certeza. Tu sabe como é o tratamento. Tu sabe que o traficante >> que
é visto como traficante, que às vezes, muitas vezes, uma pessoa pobre da favela, ela é traficante. >> Tu sabe que o maior tráfego onde rola é na Barra da Tijuca, em Copacabana. Tu sabe que passa a viatura lá, duas garotas loiras fumando maconha. Tu acha Que a polícia vai parar? A viatura vai parar, mas agora tu passa lá em Copacabana, uma pessoa pobre preta, vendendo bala, que que vai acontecer? Ela é parada. >> Concordo contigo. Existe, existe o estereótipo. Concordo contigo. Concordo plenamente. Lugar dela. >> Concordo plenamente. >> Então é isso. >> Perfeito. >> Entendeu?
>> Chefão. >> Guerreiro. >> Tu não acha que deveria diminuir operações nas favelas e ter mais operações em condomínio? Até porque o Playboy é que ele estuda escola boa, ele aprende o inglês, aprende o espanhol. Vai lá na gringa, compra os fuzis, traz os fuzis e revende pra molecada da favela, que muito mal sabe falar, muito mal sabe escrever, ainda traz as drogas e apresenta. Qual é, man? Se tu vender Essa droguinha aqui, tu vai ganhar, vai ter o que tu comer em casa, vai ter tua geladeirinha maneira, tá ligado? Mas o único problema é
que a polícia só vai botar culpa em tu, mano. Eu vou sair saindo. Então, você não acha que deveria ter mais operações nos condomínios? Acho. E mais na favela também >> em Santa Catarina principalmente porque se lá tá a maior concentração de pessoas ricas, >> tem que prender todo mundo que lava Dinheiro pro trator certeza que tem gente lá lucrando com tráfego. Legal, mano. Tem lá e Santa Catarina, em especial Balneário Camburiu, é uma das cidades onde há uma grande operação de lavagem de dinheiro pro tráfico de drogas. Eu sou a favor que prenda todo
mundo. Tem >> prenda não. Você falou que é a favor de passar fogo. Tem que chegar lá passando fogo. Se >> der tiro na polícia. Com certeza Absoluta. Com certeza. Eu acho que tinham que ter passado fogo no Roberto Jefferson, no deputado que deu tiro para cima da polícia também. >> Então fala isso direto pra câmera. >> Eu acho que tinha que ter passado fogo no Roberto Jefferson também. >> Pô, você tem um pensamento muito homicida, meu chefe. Isso é culpa da tribolona que você usão. Usbolona, chefe. >> Usa trembolona. Para usar anabolizante. Você tá
muito agressivo, mano. Guerra, a gente tá em guerra. Não dá para normalizar, atirar na polícia, não. A polícia é para ser respeitada. >> Casado, meu chefe. Acho que isso é falta de uma tá muito agressivo. Muito. >> Transo mais que vocês todos junto aqui, cara. >> Fala transante. >> Vai querer, [risadas] Vai querer lutar agora ou depois? >> Oi. >> Quer lutar agora ou depois? >> A gente vai marcar. Vamos marcar essa paradinha. fazer logo agora. >> Ô, agora, chefe, eu vou te falar, comigo é business. Tu quer business? Até como lutador tu tá errado,
pô. Pô, vamos ter cabeça de empresário, lutador. Tu, [ __ ] tu quer ser governador e não sabe fazer dinheiro. Tu mete uma braba e depois transante, [ __ ] Seu duron. >> Tá bom, vai lá, >> [ __ ] Garoto propaganda da ASPEN. >> Fala, garoto propaganda da Aspen. >> Manda, manda, manda. >> Não, tô te perguntando aqui, cara. >> O que que você perguntou? >> O senhor falou que transa todo dia aí. >> Mas esse não é o tema. Transo para [ __ ] Mas não é o tempo. >> É o transante, o
fodedor. >> Sou [ __ ] >> [ __ ] seu governador, como é que tu Fala isso, seu governador? Tu quer, tu quer um governador brocha? >> Oi? >> Quer um governador brocha? >> Quer alguém que saiba governar o que ele faz da vida pessoal ou não, eu não quero saber. >> Sou [ __ ] rapaz. Testirona lá em cima. >> Lá em cima é, é para isso. Por isso, >> seu ego tá criando um monstro. >> É, será? Vai lá. Mas e o tema? Vai lá. >> Calma aí, calma aí. Não, calma aí. Pô,
Tu tá falando que tá transando para carão de fila. Vai voltar na pegou a visão, >> vai voltar na minha vida sexual. O tema não é minha vida sexual, não. O tema é o seguinte. Vamos lá. Vou repetir para você. >> Tu transa pela não tá falando. >> Pera aí, pera aí, pera aí, pera [risadas] aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Fica tranquilo. >> Tu que tá com cabelinho de cocô de pomba, esse cabelinho cagado de pomba, é isso aí que toma no bot. >> Fica tranquilo tranquilo. Pega a visão.
Vai. >> Você tá falando várias paradas aí de matar, de não sei o que e você tá pré-candidato. >> Bandido, >> não é? candidato. Tipo assim, vamos caso você eh seja eleito aí, que que tu vai fazer? >> Em relação ao quê, meu filho? >> Não, >> você tá citando um ponto específico para [ __ ] tá ligado? Falando que tu quer matar pr [ __ ] >> segurança pública. >> É, até então você só tá falando isso. >> Beleza. Tá bom. Tolerância zero com crime, operação o tempo todo. Inteligência para pegar quem é que
manda, quem é que lava dinheiro do crime, ostensividade, operação onde tem Traficante armado. Eh, se revidar, se não se entregar, se atirar para cima da polícia, cerol, manda pro inferno, eu seguro a bronca. Eu seguro a bronca, eu dou amparo judicial. >> Eu dou, eu dou amparo judicial pros policiais. >> Entendi. >> É isso aí. Agora isso agora isso não é isso não vai resolver jamais, tá? Junto disso, você tem que ter ações principalmente com educação, esporte e Cultura. >> Aí você tá falando tem que matar e tu resolve. Aí tipo assim, se eles vão
matar cinco bandido, acaba matando uma tia que tava vendo. Aí aí tu tá entrando na Aí tu tá entrando. >> Você segura, né, pros polícia. >> Olha só, pensa comigo. >> Vai lá. Próxima. Minha quarta afirmação é: quem fuma maconha financia o crime. [risadas] >> Vai lá, meu garoto. >> Mano, >> já esqueceu. >> Tô fumadão. >> É maconha. Pois é, [ __ ] Faz isso mesmo. Faz isso mesmo. Vai lá. Aí agora tu imagina se eu tivesse beb bebido qualquer 10 L de Antártica que é legalizada no Brasil. >> Que que tem? >> Que
que eu faria? Que que faria o que, irmão? >> Que que eu faria? >> Não tô entendendo. >> Ó, eu fumei um baseado. >> Ó, eu fumo um baseado, >> tá? >> Me derreto na minha cama no ar condicionado, assistindo Rick Mor e comendo um balde de Nutella. >> [ __ ] [risadas] eu vi. Dá para ver. Eu bebendo cerveja por alface e cubo de gelo. >> Masão, eu fumo baseado, eu não quero nem Sair de casa, pai. >> Tá, mas você tá financiando o crime? >> Não tô. Sabe por que eu não tô? Não,
calma. Compro com o Playboy. >> É criminoso igual. >> Exatamente. Mas por que que esse Playboy é diferente do do criminos do Claro que o senhor falou? O senhor falou que ele não merece morrer tanto não. Não falei nada disso >> não. Mas agora aqui eu vou te o exemplo que eu quero te dar é >> vai lá. Por que que a bebida alcoólica ela é legalizada no Brasil e a erva medicinal cannabis? Não, >> aí você tem que perguntar pras autoridades, mas o fato é que hoje ela não >> tô falando com todo respeito,
eu vejo maluco encher a cara, sair de uma festa, tribêbado, chegar na pegar o carro, dirigir e matar um inocente. Mas aí eu fumadão de maconha, >> eu só quero me esparramar no meu sofá, Pai, amassar um pote de Nutella gigante, vendo qualquer desenho que vai fazer eu viajar, >> man. Diminui um pouquinho o tamanho do pote, tá demais. Não, não diminui não, porque eu sou grande mesmo e eu me aceito como eu sou, que eu sou o gordinho mais gostoso do Brasil. Tu me respeita. Uns é bom e novo, eu sou bom e gordo.
>> Pô, paizão, eu ia ficar tranquilo nessa, mas você falou de maconha, eu vou ter Que te te cortar. É, mano. Tipo assim, >> vai lá. >> Tu tá falando da maconha, mano. Tu é lutador de box, mano. >> Não sou de box, luta livre. Ah, então você acordava todo dia pensando em socar a cara de alguém? Mano, eu f meu baseado, eu só quero que no pote de sorvete esteja sorvete, não esteja com feijão, tá ligado? É só isso que eu quero. Você, pô, fala, >> mas você tá, tu tá financiando o crime porque
tu tá comprando de alguém que é criminoso. Você tá financiando o crime. >> Meus 20 ré no prensado vai vingar. Tá, tá financiando, tá financiando, >> tá financiando. >> Tu pode ter certeza que se a polícia pegar o celular do vapor, ela não vai focar no pix de R$ 10 ali do hard, pai. Ela vai focar no pixel de 5.000 de pá peg visão. >> Mas no final do bolo, você e o cara de 5.000, os dois financiaram o crime. >> Tá, mas aí a maconha tá errada nessa história. >> Ela não foi o instrumento
pelo qual tu financiou o cri? >> Ah, mas o álcool tá liberado. Você falou de maconha, já tá errado. >> Mas o álcool não é criminalizado. >> Por quê? Se eu faço mais merda que se eu tiver chapadão. Ele falou o bagulho. Se eu fumo 10 10 g de prensado aqui, eu ia tá Tranquilo. Uma outra discussão. L >> discussão, o fato hoje é que a maconha ela ainda não é legalizada. >> Então por que focar em quem vende, não focar em legalizar ela se é um bagulho tranquilo? >> Não é um bagulho tranquilo, não
é um bagulho tranquilo, [ __ ] >> Pô, bagulho tranquilo é porrada livre, cara. Tá maluco? Bagulho tranquilo é subir o morro e matar todo mundo igual tu tá falando. Isso aí é tranquilo. >> Não, não é tranquilo também. >> É tranquilo. >> Ah, vai. Você tá certo. É raro tal médico que te liberou, filho. >> Acho que a maconha já tá destruindo tua cabeça já. >> Hum. Tá maluco. Minha cabeça tá fando. >> De repente é o prensado de R$ 20. >> Tá maluco. Eu só ficar tá achando que eu tô [risadas] duro. >>
Então tá financiando o crime, não tá? >> Ah, para. >> Tá financiando ou não tá? Não sei. Se eu tivesse dinheiro eu financiaria com certeza. Mas eu não tenho [risadas] pessoas como você que faz isso. >> Então ó, usa menos maconha e trabalha mais, você vai ter dinheiro. Vai por mim. >> Mas eu trabalho muito. Tá me chamando de vagabundo. Qual foi? Eu só trabalho final de semana e ainda folgo no Domingo. Por >> aí [ __ ] Tá bom para [ __ ] [risadas] Tá bem. >> Você tá sem argumentos que eu tô sentindo.
Eu te senti acuado agora quando eu ia enaltecer a maconha. >> Não, não tendo nada acada. >> Você tá sorridente pr [ __ ] Qual foi? >> Porque você é uma figura exótica. Tá. Gostei de você. >> Sou nada. >> Esse cabo não é muito legal. >> É isso. Então, mais a metade levantar a mão. Tem três baixados levantar. >> Fala garota. Como é que você tá? Tudo bom querida? Vai. >> Isso. Que que o senhor acha da legalização da maconha? >> Eu sou contra. >> Por quê? >> Porque eu acho que não vai resolver
nada. Eu acho que não vai resolver absolutamente nada porque não vai acabar Com não vai acabar com com crime, não vai acabar com a com o mercado negro. Você você legalizou álcool e você tem mercado negro do álcool. Você legalizou o tabaco, não é criminalizado. E você tem o mercado negro do tabaco. Você vai legalizar maconha. O prensado que o guerreiro paga ali R$ 20, o cara vai, o cara que vai produzir a maconha, ele vai ter que pagar imposto, vai sair caro para caramba, ele vai seguir comprando de R$ 20. >> Seu candidato, mas
o senhor acha que não ia diminuir o orçamento que o crime organizado recebe? O senhor tem que saber combater com inteligência ainda, não com força. >> Ex. Então, já que a gente tá falando deixa deixa eu passar para você então um dado que hoje menos de 20% do >> da receita do das desorganizações de criminosa vem das drogas, o resto vem de serviço, vem de especulação imobiliária, vem do gato net. >> Isso em Santa Catarina? >> Não, não, aqui em Rio, >> no Rio de Janeiro. Então, por que que o senhor é contra a legalização?
Não tô, não consigo entender. O senhor quer desarticular o crime, quando você libera, você tá tirando o dinheiro deles, correto? >> Não necessariamente, cara. Não, não, não, não, não, não. Se se eu posso comprar legalizado para uso recativo, >> problema. O problema é exatamente esse. Tu imagina se assim, ó, vamos lá, se para eu tu tomar uma cerveja, tu tivesse subir uma favela para comprar, ia ser muito mais difícil. Hoje a molecadinha tem acesso à cerveja em qualquer lugar. Quando você, se tu e legalizar a maconha, você vai disponibilizar ela para um número muito maior
de pessoas. Olha, eu acho que quem tá bancando a tua candidatura a governador deve ser alguma empresa de cerveja ou desse ramo, porque o senhor é a favor da cerveja, mas não é A favor da legalização da maconha. Eu te dei um exemplo, tá com olho estalado. >> Eu te dei um exemplo do que eu faço >> quando eu fumo baseado. >> Eu te dei um exemplo do que uma pessoa faz quando ela bebe. Porque você acha que a cerveja deve ser legalizada e a maconha não? Não é legal. >> Se toda droga é igual,
por mim? Toda droga é igual. Quem usa usa porque quer. Você se enche de bagulho e tá tudo bem. Não me enche bagulho. >> Pelo amor de Deus. Tu vai falar que isso aí é de verdade. >> Não mexe. É de verdade. >> Ah, calma aí, cara. Tá tomando agulhada na bunda. Maior tempão tu tá nessa. Para com isso, cara. Vamos lá. Volta. >> Para com isso. Não, com todo respeito. Papo reto. Quem usa droga? Se tu, coroa, gosta de cheirar teu pó, [ __ ] Gosta de de fumar teu bagulho, [ __ ] O
que você faz é de responsabilidade sua. Para Mim, quem gosta de usar, usa. Quem opinião para mim é igual o cu. Cada um tem o seu. Não tem porque você opinar no meu bagulho se eu não posso opinar no teu. >> Existe um negócio chamado lei. Não existe? >> Existe um bagulho chamado lei. >> Tem que ser seguido. >> E por que você não é a favor da legalização? Se você é a favor da legalização da cerveja, se você é a Favor do álcool, você é a favor dos anabolizantes, você é a favor de um
monte de tipo de droga. >> Explicar. Eu acabei de explicar. >> Não, não, mas explicou pésimamente porque ninguém entendeu. Porque de repente é muita maconha. >> Com todo respeito. Alguém em casa entendeu? Você, senhor que tá vendo, senhor de idade que não usa nenhum tipo de droga, né, beb? Você entendeu? Não, porque ele imposeza, com certeza. Entendeu que tua cabeça tá destruída já pela maconha. >> Cabeça não tá nem destruída, tranquilão. >> A partir do momento que você legaliza qualquer coisa, você descriminaliza isso, você torna ela de mais fácil acesso para uma gama muito maior
de pessoas. >> Exatamente. Porque você acha que isso não diminui, não diminuiria o poder do tráfego, >> porque vai seguir tendo tráfico essa Droga, essa droga legalizada droga vai acabar porque o tráf coisa criada pelo próprio sistema. Essa droga legalizada, própria polícia criou o a os o crime organizado, as favelas. As favelas foram criadas pelo estado. >> Por que que tem tráfico de bebida, >> [ __ ] Porque tem tráfico de um monte de coisa. >> Barato, irmão. >> Não, mas não é sobre isso. Não é sobre isso. Porque você não adianta nada você Querer
liberar uma coisa e só o Playboy ter acesso, >> legalizar droga. Mas isso aí é você seletivar, é você ser seletivo com o público alvo que você quer ir. E não é, aparentemente não é isso que você tá pegando. >> Então você está indo contra as próprias coisas que você fala. Acho que quem tá perdido é você. Não, >> não, não. >> Eu acho que tu é fraco de argumento. >> Vai, então vai. de de de caráter. Eu acho que tu só tá com a sensação de poder absurdo. >> Graças a Deus. É isso que
você acha? >> Eu acho. Deus falou que é transa que que é [ __ ] >> Eu ia preocupado. Eu ia preocupado se você me achasse [ __ ] Aí eu ia est preocupado. [ __ ] graças a Deus tu acha isso. >> Fala, guerreiro. Vai lá. >> Então vamos pensar no mundo hipotético Aqui, >> tá? >> A gente proíbe a o uso de bebida alcoólica e legaliza a maconha. Tu acha que não teriam menos crimes? >> É difícil trabalhar com com hipoteticamente, mas vamos lá. >> Tá, eu vou eu vou vou te dar vou
te dar o o benefício da dúvida. No mínimo, eu acho que não aumentaria crime. Vamos lá. ia se mant diminuir, porque >> pode ser >> eh a a percentual de pessoas que fazem merda quando bebem, se embriagam e matam pessoas inocentes que são dadas como criminosas também, porque é um crime. >> Você diz que essas pessoas não tem que morrer, não tem que ser presas. Quando a pessoa ela usa droga, ela usa maconha, é a pessoa ela não causa mal. Tipo, ela pode causar mal, mas é muito pouco. Você vê raramente as pessoas quando fumam
maconha, as pessoas cometendo crimes graves, agressivas, não. Até porque a Cannabis ela é utilizada com pessoas com crise de epilepsia, pessoas que estão extremamente nervosas. >> É diferente assim, não dá para você, não dá para você pegar e você colocar a cannabis medicinal no mesmo no mesmo cesto de analisar a maconha que vai pegar um prensado e vai fumar. Vem com craque, vem com Não, depende, né, cara? Uma não tem o THC, a outra, né? A outra vem com com prensado, vem com craque, vem com uma porrada de coisa. Então Assim, não dá pra gente
analisar sobre a mesma ótica. Agora o problema da maconha também a gente não tem dados, né, cara? A gente tem dado de tem bafômetro, não tem maconhômetro, né? Então se o cara atropelou, a gente sabe que ele tava doidão, mas não sabe se ele tava maconhado ou não. >> Psicológico. >> É, mas não é sempre que é feito, né? Sim. Então, então assim, é difícil a gente trabalhar no mundo da hipótese. A A minha defesa pela não legalização da maconha é pelo simples fato que ficaria mais disponível para todo mundo e não acabaria com tráfego.
>> Troca. >> Paizão, você é a favor da legalização da maconha? >> Não. >> Você é a favor da legalização do álcool? >> Já é legal, né? >> Mas você é a favor ou contra? >> Se eu pudesse voltar atrás. Se eu Pudesse voltar atrás? >> Direto atrás. Não, quando você você vai ser eleito agora, vamos dizer, se você fosse eleito, você seria a favor ou contra? >> Acho que contra. >> Contra. >> O senhor é a favor do cigarro? >> Contra. Contra. >> Então, por invés de tentar combater o tráfego, você não combate isso?
Sabe quantas pessoas morrem por causa do Cigarro, meu chefe? >> Muitas, [ __ ] Muitas. >> Sabe quantas pessoas morre por causa do álcool? >> Mas isso aí é uma é é um mundo hipotético, cara. Eu tô trabalhando com fato. O fato hoje é que a maconha ela não é legalizada. É esse é o fato. >> Então legalizem a maconha. Não, >> não vai não vai adiantar, cara. Não vai resolver. O problema é todo, todo é Esse. Não vai resolver. Pelo seguinte, a partir do momento tu legalizar, porque vou volto a dizer o que eu
tava falando, a a o álcool é legalizado. >> Sim. >> E a gente tem um contrabando de álcool absurdo. Absurdo. Tem álcool, tem tudo que é tipo de bebida falsificada. O cara mataram um monte de gente com metanol e o [ __ ] Por quê? Porque a partir do momento que tu legaliza alguma coisa, você entra no aparato estatal, tu paga Imposto, tu tem um curso de produção maior, tu tem e aí a droga vai se tornar mais cara. O cara que paga R$ 10, R$ 20, sei lá quanto é que custa um prensado acho,
eu acho, na minha opinião, que você ser contra a maconha fala mais sobre você do que sobre a droga em si, mano. Você não pensa na pessoa que gosta de fumar, mano. Ah, você que fuma, [ __ ] não vai poder fumar mais, mano. Não é legalizado. Problema se vira. Ah, você que gosta de beber. Ah, não vai Beber, pô. Porque eu não quero que você beba. Fala mais sobre você, pão. Você tem que pensar mais nas pessoas, mano. Eu tenho livre arbítrio. Você tem livre arbítrio. Se eu quiser fumar, você não é da sua
conta se eu quiser fumar, meu chefe. Não é da minha conta. Se tu pegar um fuzil também atirar na polícia, né? E eu não tenho livreb de achar que tu tem que morrer por causa disso. >> Ah, aí vai de tu mesmo da tua mentalidade, tua alma. >> Vamos lá. Exatamente isso que você falou é o que a gente fala, mano. >> É as suas escolhas e a sua atitude vocês ar com a consequência disso. Se eu quero fumar um baseado e ficar tranquilo, a minha consequência de fumar o meu baseado é ficar tranquilo. >>
Beleza? Se você tá bebendo a cerveja e ficou doidão e caiu no meio da rua e desmaiou e vomitou igual um [ __ ] a sua consequência cair na rua desmaiar e Vomitar igual um [ __ ] Se você pegou um fuzil e meteu bala na polícia, a sua consequência é ser punido por isso ou receber bala de volta, como a sua própria política diz, >> que é assim que você está levando, porque você tá vivendo disso. Você tá falando, tô trazendo, não, você não tá trazendo fato, você tá vivendo de si. Ah, e si.
Ah, e si. Ah, e si. A gente não tá falando sobre si, a gente tá falando sobre o que vai acontecer Deliberadamente sobre os fatos dos seus argumentos. [ __ ] sarniei nas palavras. >> Nem tu entendeu o que tu falou, cara. >> Eu entendi sim. >> Entendeu nada? >> Eu entendi sim. Aí geral entendeu. Alguém entendeu? Tu entendeu? Tu entendeu? Tu entendeu? Entendeu? Tu entendeu? Geral entendeu. Não é meu fechamento não. Aí a equipe alguém entendeu? >> A geral falou que entendeu aqui, ó. >> Claro que entendeu que tá viajando. >> Ninguém entendeu. >>
A voz dele não sai. [risadas] Ninguém entendeu o pai. Ah, eu sei, eu sei. Vai lá, guerreiro. Um minuto. >> Fala, garota. >> Pois não, querida. Vai. >> Então, com a legalização da maconha, você vai gerar emprego. Correto? Correto? >> Você vai dar mais emprego para uma população que muit das vezes não tem oportunidade. Se você for um pouquinho mais inteligente aplicar essa legalização dentro, se você legalizar, >> tenho dificuldade >> e e direcionais oportunidades de emprego >> em comunidades ao qual faltam a oportunidade, você não acha que você estaria combatendo o crime organizado de
maneira eficiente e inteligente? Não, >> senhor é só força. >> Outras formas, tem outras formas mais inteligentes de você gerar emprego que não passam única e exclusivamente pela legalização da maconha. >> A gente tá falando da maconha. >> Exato. >> Então, prossiga, meu. >> Mas você não pode, você não precisa legalizar a maconha para gerar emprego. Você pode gerar emprego de outras formas. >> Esse argumento de que vai vocêar Emprego? >> Um mais um >> meia dúzeia de emprego. Hoje em dia sabe por que eu falei que o senhor não tá preparado para ser governador?
>> Porque você tem um pensamento retrógrado. >> Não tem. >> A política precisa evoluir e você não vai ser a evolução da política. O senhor tem um discurso ditador, o senhor é totalmente preconceituoso e o senhor é Antiquado para estar hoje num cargo público. Sou corajoso. Sou corajoso de fazer o que tem que ser feito. >> É o último tema. É esse. >> Minha quinta afirmação é: o funk que idolatra bandido é ferramenta do tráfego. >> Não vem ninguém. >> O homem vai. A máquina de >> Venha. Fala, minha querida. >> Fala meu amorzinho. Tá,
tá mais tranquilo. Tô >> sempre tranquilo. >> Tá mais tranquilo. Tente cheirona, sempre tranquilo. Não sou histérico. >> Ah, calma que você faz reposição no bumbum. Vamos lá. Eh, falam que pessoas que fazem crime contando o que se acontece dentro das comunidades no cotidiano, estão fazendo apologia, exaltando o crime. E os filmes >> feitos >> são o quê? >> Não, é diferente. >> Por que é diferente? >> É diferente. Falou. Não, não, não é diferente pelo seguinte, eh, falando aqui em mais específico sobre Oruan, Pose, que eu acho que deveriam ficar preso resto da vida,
>> pô, pelo amor de Deus, que tu fala só por quê? Porque vieram dos favela? Porque um é filho de algum bandido, Então todo filho de bandido tem que sofrer. Perante a tua opinião aí. >> Você quer que eu explique? >> Eu quero. Por gentileza. O oan já pegaram duas vezes ele dando guarida dentro de casa para criminoso pedido pela polícia. O senhor é lutador. O senhor já treinou com alguns criminosos também dentro do tatam. O senhor sabe que dentro do tat na minha casa, >> mas na tua academia provavelmente. >> Aí quando a polícia
foi lá pegar, ele jogou uma pedra em cima do delegado, uma pedra de 4 kg. >> Aham. >> Entendeu? >> A viatura tava caracterizada? >> Aquilo ali não sei. Aquilo ali viatura não estava caracterizada. Se algum carro vem na minha porta sem estar caracterizado ou identificado, meu amigo, é um processo do tamanho da minha [ __ ] neles. >> Tá bom. Ele se identificou como policial. Mas de qualquer forma ele tava escondendo dois caras pedidos pela justiça na na casa dele. Fora as diversas ligações ali já aprovadas que ele tem com tráfico. Então o >>
qual que é aprovada? >> Ligação com tal do Doca, né? Ligaçãozinha de vídeo. Qual que é? >> Ligaçãozinha de vídeo dele com Doca. Tem tem vídeo >> vamos supor se o Doca te ligar agora e Tu atender de vídeo, tu tem ligação com ele? >> Se eu ficar de papo com ele, sim. Lógico que eu tenho. Ele não me liga. Alguém me liga, algum traficante me liga. Não, não me liga. Não tem que ligar. Não tem ligação com ninguém se acusando tudo. >> Lógico que não. >> Então o filme pode agora cantar o que acontece
realmente na comunidade não pode. >> Se um ator de filme tiver escondendo o Vagabundo pedido pela polícia é igual. >> Pô, pelo amor de Deus, você tá falando do funk da arte que eles fazem. Você tá falando da arte, você tá falando do que eles cantam. >> Funk que glorifica bandido é usado como recrutamento do tráfico a partir do momento que tu pinta na cabeça do jovem. E aí esse é o tema mais sensível, o filme que ensina a ser 171, o filme que ensina a ser traficante, o filme que ensina roubar mais sensível aqui.
Eu Acho que é o que eu vocês todos deveriam ser os mais revoltados. >> Os atores de lá, Casa de Papel, o que que tem que acontecer aí? Roubar um banco. Não, não, não, não, >> não. >> Pelo amor de Deus, pelo amor de Deus, >> pelo amor de Deus. Eles tm ligação com com alguma facção? Não. >> Me responda você. Eu não sei te perguntar. Então, por que que você tá falando que eles não têm? Tá afirmando? >> Porque eu tô afirmando que o tem. Eu tô, eu tô afirmando que o P tem. >>
Eles fazem música. >> Não fazem música. >> Eles fazem música. Não é registrado pela pela Não é registrado. >> Bom, é apologista a a uma facção criminosa. Você não pode fazer apologia ou crime, isso é crime, cara. >> E quando se faz um filme, >> você defender, você defender, você >> um filme, uma série de TV, >> você abrigar para criminoso na tua casa, é organização criminosa, é associação, tráfico, tudo que eles fazem são criminosos, são vagabundos, eram para est presos. Pô, eu não tô falando de funk geral, não. Tem MC que é que é
correto, tem MC que é certinho, faz o seu trabalho e tá tudo certo. >> Alguém do seu partido já foi condenado ou indiciado por algum crime? Não sei se foi condenado, tem que se [ __ ] >> Ué, mas o senhor tá num partido com Criminoso? >> Se Partido Missão não tem, não tem criminoso nenhum no meu par. >> Não tem certeza? >> Tem por enquanto tem. >> Senhor então defende todos que estão no missão. Se alguém aí da internet procurar alguém do missão >> criminoso >> que é criminoso, >> tem que se [ __
] Tem que se [ __ ] >> Vai lá guerreiro. >> Chefão. >> Pois não. >> Os e Oruan são heróis. >> Herói o [ __ ] S vabundo, [ __ ] Tem que ser dois. herói o [ __ ] Nem cantar sa eles relatam >> os acontecimentos dentro da favela. >> Eles eles fazem apologia ao crime eles escuto posan. >> Ele deturpa a cabeça da molecada. Eu entendo o que eles estão falando na Música. >> Eles deto a cabeça da molecada. >> Você tem filho? >> Tenho. >> Provavelmente seu filho ouve ouruan, meu chefe.
E fica felizão. Sabe por quê? E não incentiva ele entrar pro tráfego. Paizão. Ele gosta da melodia. Ele gosta. Ele gosta de escutar o paizão cantando, vai tacar fogo na cidade. Ele gosta, filho, tá ligado? >> Não tem nada a ver com ele incentivar Ele entrar pro tráfico. É sobre a melodia da música, os acordes, >> paizão. [risadas] >> Vai lá. >> Anos atrás, Chico Boarque atacava a ditadura. >> Por que que ele não é criminoso? Por que que o Oruan, o po é criminoso? Eles cantam o que eles vivem. Não é só vi [
__ ] nenhuma. Olha só, olha só, só uma palinha para você. >> Tem um lado moral. >> Antes de pensar e matar, pense na educação. >> Tu canta 10 vezes melhor que ele. >> Eu sei. >> Então >> eu só não fui descoberto ainda. >> Então tu canta bem melhor que ele é um produtor bom. Dá um salve aí. Mas a questão não é essa, pai. A questão que eu tô querendo dizer é, você falou, uma das alegações que você disse é sobre Chamada de vídeo, né? Vamos supor, vou te ligar aí agora. Te liguei.
Me atende aí. Tu me atendeu, ó. Estamos se comunicando. Isso me faz um traficante de anabolizante. >> Não, porque eu não trafico anabolizante >> não. Mas você usa? >> Não, eu uso. [risadas] Eu uso com prescrição médica comprado na farmácia. Nada legal. >> Para com isso. Para de mentir. Para. Não pode. Não pode mentir. Para me mostra. Quero todos os boletos. Todos. Para de mentir, porque você não tem. >> Ai meu Deus, que raiva, mano. Vagabundo mentiroso. Me me deixa muito puto, moleque. [ __ ] >> Obrigado. Nat >> fala, irmão. Então, quando tu fala
que a música dos caras é uma merda, >> quando tu fala que a música dos cara é uma merda, [ __ ] é um crime tu falar isso. Sabe por quê? É, os caras já salvaram muita gente, [ __ ] O P faz Show em Portugal. Eu tenho certeza absoluta que você conhece no mínimo duas músicas do Puzi. >> Não conheço, cara. >> Conhece? Eu sei que você conhece >> assim, ó. Se eu te falar, vamos lá. Se eu te falar que eu já >> Ele conhece. >> Não, não, não. Se eu te falar que
eu que eu que eu fui ver a letra para ver se eu considerava realmente moralmente escroto e e constatei que eu acho realmente Moralmente escroto, mas conhecer música dele, >> se tu já viu a letra, tu vê que uma letra dele, ele fala assim: "Pô, eu quero bem da minha família, isso e aquilo". Tá falando que o cara que fala isso é errado? Não, bandido. Bandido quer o bem da família dele. Ele não quer, bandido. Ele não quer o bem da família dos outros. [ __ ] coisa é o bandido, cara. >> Qual a prova?
>> Qual a prova? >> Foto com fuzil. Foto provou várias vezes. >> Foto cantando. Foto cantando com com com arma na bunda. >> Aquele é uma capinha de telefone, produção. >> Ah, capinha de telefone. Um monte de um monte de vaga. Ele só só canta em lugar comandado pelo comando vermelho. Por quê, >> caral? Porque nego paga para ele. >> Ah, ué. Ué, nego paga muita gente para ir. Eu não sei aonde, tu sabe, os policial vão. >> Ele canta, ele canta música falando que é a tropa do CV, que não sei quê. Isso é
apologia a uma organização criminosa. >> [ __ ] nada a ver. >> Sim, é sim, senhor. Sim, senhor. Tenha tem essas músicas. >> Tem o lado moral. >> Já teve. >> Tem ou não tem? >> Tem. >> Então, tem o lado moral, tem a o que é minha opinião, tá? >> E tem o lado que é tipificado como crime. >> Você fazer apologia a uma organização criminosa é crime. Você gostando ou não gostando. >> Tudo bem. Cminoso. >> Então vamos fazer assim, então vamos lá. Naquele pique, vou te vou te falar aqui exatamente o que
eu quero que você faça. >> Você está falando que o Pose ele era bandido. >> Enfim, não, ele era. Ele sim já foi bandido. O geral sabe que ele traficou no rodo. É um é um cara que construiu a sua família, venceu na vida por meio da música. preso agora >> abandonou essa vida preso injustamente na frente dos filhos e da família sendo humilhado de forma escrota pelo estado. >> E aí na ficha de admissão ao sistema penitenciário Colocou o seu ídolo também tá preso. E aí o Bolsonaro? Bolsonaro é seu ídolo. >> Nunca foi
meu ídolo. >> É seu ídolo. Sim. Você tem pôster dele no seu quarto? Sim. Não, senhora. >> Para de mentir. Para. Para de mentir, porque a sua, o tipo de política que você quer fazer é igualzinha dele. Então eu vou te falar um negócio. Vamos lá. Olha só, ele é um frouxo do [ __ ] >> Não, porque tu tá aqui de embrochável, transante, [ __ ] É quatro que tem que Matar e saí. Eu já vi essa história igualzinha, igualzinha. >> Bolsonaro é um frouxo. >> Não, você também. Porque se tu suficiente tu vai
lá e vai fazer, pô. >> Adoraria. >> Não adoraria. Porque tu não fala porque tu é [ __ ] Tu é peidão. >> Tu é peidão. Por que que tu não pode? O que que te impede de fazer? Eu estaria cometendo crime. >> Não, não estaria não. Porque pelo que Você tá falando, você quer fazer pelo lado certo da lei. >> Então eu quero criar difícil. Sujeito homem mesmo, brabo, fodedor, transante, pega num fuzil e afronta alguém. Pô, >> [ __ ] não posso. Eu não tenho um porte para pegar um fuzil. >> Não faz
um porte para tu não. >> Por que que tu não faz? Porque é caro. Leva, exige tempo. Exatamente. Você não tem esse dinheiro, né, para poder fazer Alguma coisa dessa. Você tem dinheiro para tirar um pote de arma hoje? É isso. >> Você tem verba no seu banco? Você tem para tirar um porte de arma hoje? Imagina se um porte de arma fosse acessível a todo mundo, o mundo estaria mais seguro ou pior? >> Não sei. >> Não sabe? Como é que tu não sabe? Eu tenho certeza que estaria uma merda se todo mundo tivesse
armado. Com certeza. Absoluta. >> Só o bandido tá armado. >> Não, o bom pai, por mim eu sou da tropa da paz. >> Paz e amor. Que ele pique. Por mim geral tinha que dar a mão e cantar Lana de rei em direção ao pôr do sol. >> Vai dar certo is >> por mim. É isso que tem que acontecer. fazer isso lá na comunidade lá. >> Não, mas eu faço, a gente faz isso por meio dos projetos sociais, dizendo pra criança o que é certo, o que é errado, Assim como o senhor também disse
que já fez projeto social, não fez na comunidade. >> Amanhã, amanhã eu vou distribuir 350 e cesta básica no Santa Mar para não pagar imposto, né? >> Para não pagar imposto, né? >> Eu tô comprando no meu bolso. >> Vamos lá, então. Vamos fazer uma campanha maneira lá no Santa Mara eu broto lá direto. >> Santa Marta. >> No Santa Marta, lá em Niterói. >> Não, Botafogo. >> Botafogo, né? Então já vamos lá. Vamos no Santa Marta. Vamos lá. Vamos lá, geral ver se ele realmente vai cumprir o que ele tá falando. Mas é para
distribuir a cesta básica. Cesta básica, panetone, calçado, brinquedo pra molecada. >> Eu também vou est distribuindo quem tinha lá no centro do Rio. Qual é a diferença de mim para você? >> Nenhuma. >> Exatamente. >> Vai lá, guerreiro. >> Tu diz que o Oron é um merda. >> Um merda. >> Ele já recebeu mensagem do Drake. Tu já recebeu mensagem do Drake? O senhor sabia que os maiores artistas do mundo? >> Hã, >> são rappers americanos que cantam sobre o crime? >> Eles defendem facção criminosa, >> defendem as gangs. >> Defende facção criminosa. >> Gangues
são facções criminosas. >> Não tem que se [ __ ] então. [ __ ] ele tem que se [ __ ] >> Mas eles são os maiores artistas do mundo. O mundo todo ouve eles. Maiores artistas do mundo são americanos. Eu não considero a maior artista do mundo quem faz apologia. >> Ah, então é porque você é o merda, não Eles, [ __ ] Eles são [ __ ] >> O bom é tu, [ __ ] Tu que é bom. >> Eu também. Eu canto para [ __ ] Eu canto para [ __ ] Antes
de pensar e matar. Canta música. >> Canta música. >> Tô cantando. Adoro >> isso é merda. Canta música. >> É isso. Que merda. Ch. Tem milhões de visualização. A minha relíquia bandida, moda antiga. Boca de FM, mano. Sabe a firma é rica. Filhote do RBG, bota bala Para comer, representa os cria desde o tempo da vila. Isso é relatando a história do dono do meu bairro. É um relato, é uma história. Mas eu não formei no crime, >> [ __ ] Sensacional. Parabéns. >> Mas eu não formei no crime. [ __ ] >> parabéns. >>
Muito bom. >> Eu não canto sobre apartamento, sobre ferr >> esconde bandido na tua casa. >> Muito mal eu vejo um chefe. >> Tu esconde bandido na tua casa? >> Não. >> Não demorou. >> Na minha casa só eu minha mãe mesmo, meu chefe. >> Tá. Se tu, se tu é esconder esse bandido na tua casa, tu tinha que se [ __ ] >> [ __ ] Para que o bandido vai querer ir na minha casa, chefe? Tenho nada, sou duro. >> Vai esconder, né? Hã? >> Para se esconder de quem, chefe? Hoje a polícia
tem drone, infravermelho, os [ __ ] filho. >> Então, como é que sai matando todo mundo? Você, [ __ ] vocês tu que falou, [ __ ] tu que falou que a polícia chega tirando, o cara não falou que tem drone, inteligência, o [ __ ] Tá se contradizendo. >> Claro, porque senão eles ia matar todo mundo de bem, o mal. falou que ele mata todo mundo no começão. O senhor é a Favor da limpeza étnica. >> Que limpeza étnica, pô. Tá maluco, >> cara. Fala, concepção. Acho que tu vive numa bolha. Será? >> Porque
vamos lá, vai sair o GTA 6, por exemplo. Tu acha que a rapaz, a a galerinha que joga GTA 6 vai sair matando os outros na rua só porque joga no jogo lá e mata os outros? >> Sabia que tem estudo que diz que influencia para [ __ ] o comportamento? >> Pelo amor de Deus. Joguei jogo de Sandre Desde pequenin não matei ninguém nunca. >> Sabia? Sabia. Tem estudo para [ __ ] Comportamental. Não, não, não tem estudo comportamental para [ __ ] Ele falou dos Estados Unidos, incluind eh, inclusive nos Estados Unidos, tá
mostrando que jovens que escutam músicas com temas violentos, eles incidem muito mais, entram muito mais no crime do que não do que jovens que estudam de música. Mas é estudo. Toda vez que você vê um cara que é muito caladão, esse que é o Pior. >> Não é questão de opinião, não. É estudo sério. Sério mesmo. Eu quando fiz uma um debate contra um musicólogo que é funqueiro também, doutor em música, o [ __ ] e eu vi, levei para ele uma, depois eu posso te mandar >> uma cacetada de estudo que mostra isso, >>
mostra como a música ela tem poder de influenciar no comportamento do jovem. Não, à toa, o jovem tem ele tem necessidade de pertencimento. Você vai Sempre por isso que tá aqui, ó, os dois, três com o mesmo corte de cabelo, mesmo tipo de cabelo. Isso é uma é uma uma necessidade de pertencer a um grupo. E esse grupo se identifica através da vestimenta, se se identifica através da forma de falar, tem os surfistas, tem os maconheiros, tem os os MC. >> Só acho que ele acha bonito o corte de cabelo. Ele botou, ele não botou
para aparecer traficante, ele não botou para aparecer ninguém, ele botou porque ele Acha legal. Pô, eu não gosto. Particularmente eu não gosto. Mas ele gosta. Mas ele quer, ele é bandido por causa disso. >> Não, não tô falando que é isso. >> Ele usa bigode fino. Ele é bandido por causa disso. Então pronto, pô. Acabou. >> Só tem mau gosto só. >> Pô, paizão. Tô indo cheio de tu, mas eu vou tentar te tirar pra merda. Então vai lá. Tenta lá. >> Você falou que, tipo assim que o posuan É mal, canta mal, é ruim,
pá, não sei qu. >> Mano, você com essa voz irritante, se você entrar num canal que o dono sai, mano. >> Eu não sou cantor, >> entendeu? Então, tipo assim, e, tipo, você tá falando que os cara é merda, o cara não sei aquilo, mano. Se o Pose ou Oron se candadita em Santa Catarina, ele ganha e você não. >> Não ganha. >> Ganha, eu tenho certeza. >> Ganha. Povo catarinense escolhe bem. >> Marlon e Mauro, se candadita em Santa Catarina. >> Candidata >> é se candidata a Santa Catarina. É isso aí que esse merda
vai. >> Vai lá 20 segundos. >> Papo reto. Pelo amor de Deus, paizão, com todo respeito. Tu quer falar esses bagulho? Você acabou de dizer que o cara que faz a música com uma apologia, ele Está influenciando pessoas. O GTA, se us o exemplo do GTA, né? Você diz que o GTA influencia pessoas a matarem pessoas na rua. >> Pode influenciar. >> Pode influenciar. Certo. E você acha que os filmes não >> também? >> Os filmes não influenciam. Então por que o senhor tá defendendo? Por que que o o filme Cidade de Deus é certo
e o Oruan cantar? Não, >> não tô falando do Oran. >> O filme também influencia está perdido nas suas próprias ideias. Porque o senhor também aparentemente quer se per o senhor tá em cima do muro assim ó, ele se ele se pertence a um grupo do cabelo relíquia a galinha da Angola e o senhor tá querendo se pertencer a um grupo, mas o senhor não tá em nenhum. Tá tentando entrar em algum de alguma forma, porque o senhor fala mal disso, fala mal daquilo, mas as Próprias coisas que você fala mal são coisas que você
concorda. Você não sabe de [ __ ] nenhuma do que tu quer da tua vida. E só um bagulho que eu te falo, quem tá em cima do muro, toma dos dois lados. Valeu. >> Obrigado. >> De nada. Então, já que você que os filmes influenciam, fala mal dos filmes aí a gente pode falar sobre como é que é o nome daquela série dos bicheiros lá que Tem na Netflix. >> Fala sobre a série do jogo. >> Fala Não, porque não, a gente tá falando sobre filmes, sobre música, sobre artista. Não, a gente tá falando,
O tema é que a música influencia o crime. Esse é o tema. Eu tô falando sobre o tema. Então não reclama que eu não tô falando sobre o tema. fazem crime que é errado. Fala que é crime para mim o senhor é um frouxo que não Tem culhão para fazer [ __ ] nenhuma. >> Só testar. Bom, terminamos agora aqui o debate, né? Muita histeria por parte desse rapazinho aqui de trás aqui. Falou muito, falou, gritou, gritou igual uma arara aqui, >> mas não falou nada que prestasse. Um outro rapaz aqui ainda foi mais mais
consciente, esse garoto aqui inteligente, consciente que aquele garotão ali. Esse aqui mais ou menos isso aqui ficou meio também muito muito Histérico também, entendeu? Muita histeriaada, estudada. E acho que pode ser pode ser feito da maconha que que o rapazinho aqui usa deixou ele histérico assim. Mas foi interessante. Você aí assiste, coloca aqui nos comentários o que você achou. É isso aí. Иди.