Olá pessoal tudo bem então vamos para mais uma aulinha aí de bioquímica hoje o assunto é carboidratos e eu coloquei n até uma cor meio diferente aqui né a palavra carboidrato eu coloquei em verde para você fixar e você lembrar né que carboidratos são nutrientes que são provenientes basicamente de vegetais né porque Quem produz os carboidratos né no Nosso planeta são os vegetais né a gente vai falar sobre isso Apesar que existe uma sequência de reações químicas aí no no organismo humano que produz glicose também que é um carboidrato mas eu não vou entrar nesse
nesse nesse mérito aí e sim na maior na produção bruta pesada do nosso planeta e que serve como alimento é para todos os seres vivos né é bom então por isso que eu coloquei essa foto aqui Inicial isso é muito Importante aqui que vocês saibam que os carboidratos né também conhecidos por hidratados de carbono a gente vai ver isso daqui a pouquinho vocês vão entender isso né eles são produzidos por essa reação química chamada de fotossíntese que é feita ali né na lá dentro n então aqui é um pedaço do tecido vegetal né então aqui
você tem a célula do vegetal e lá dentro dela nós temos essas Unidades chamadas de cloroplastos né Onde tá a Clorofila lá e é exatamente ali né onde a plantinha faz essa reação química né esse conjunto de reações quím onde ela captura a água do solo e o gás carbônico que está no ar e converte em carboidratos né que também são chamados de açúcares né e ah em oxigênio o O2 isso através da energia solar né então a energia que te mantém vivo é energia do sol né a energia que está emanando do Seu corpo
esse calorzinho que você tem agora é energia solar se eu pegasse lá um cobertor né e tampass né o planeta terra e evitasse com que eu não visse mais não entrasse mais luz solar no nosso planeta a vida com Que nós conhecemos ia acabar em um período não um período curto um período de 5 anos aí já não teria mais suprimentos porque na realidade nós eh comemos né Nós extraímos a energia do sol através do consumo dos carboidratos e Indiretamente quando nós comemos a carne dos animais que são os consumidores primários aqueles herbívoros né que
né os ruminantes esse povo todo aí que come vegetais eles têm lá no estômago deles um ser vivo que vive lá em mutualismo com ele né que eh e consegue quebrar extrair a energia solar que está lá na plantinha E aí ela acumula na gordura dele você vai lá e come quer dizer mas a energia que está na gordura é indiretamente a energia que estava na Planta que era a energia que veio lá do Sol né então sem a luz solar não existiria a vida que nós conhecemos no nosso planeta hoje né e os carboidratos
trazem diretamente ente essa energia incorporada nesta molécula que depois você precisa do oxigênio para promover lá na sua célula a respiração celular que mais para frente nós vamos ver isso daí para poder extrair novamente essa energia e incorporar lá numa molécula chamada de ATP que aí o seu organismo Pode usar prontamente ou você pode armazenar também né isso ali os carboidratos em forma de gordura ou a até mesmo em forma de um carboidrato chamado glicogênio que vocês vão conhecer daqui a pouquinho tá bom então isso daqui eu gostaria que soubesse porque aí você já vai
com o tempo entendendo Quando a gente tiver falando de metabolismo você entender aí da onde que vem essa energia que está contida aí nos alimentos Tá bom então Eh as plantas elas convertem mais de 100 bilhões de toneladas de água toneladas métricas de á água e gás carbônico em carboidratos e oxigênio por ano né Então imagina se cessar a luz do sol né então nós também me ajudamos elas porque nós devolvemos o gás carbônico depois que a gente utiliza a gente devolve o gás carbônico e a água também né você derê uma baforada lá no
espelho da aquele vaporzinho lá Aqua chamada água metabólica né que é o resultado da Reação e da respiração celular os eventos que ocorrem lá dentro da da mitocôndria da nossa célula Tá bom então o carboidrato né Ele é a principal fonte energética da da maioria das células não fotossintéticas né então por que que eu coloquei células não fotossintéticas porque além das plantinhas né aliás 96% do oxigênio que é produzido no nosso planeta quem faz são os plânctons que Estão lá nos mares só que o que eles produzem Eles já usam para ele mesmo a planta
também tem a capacidade de fazer isso né ela não precisa lá botar para fora para depois ela comer ela armazena lá né os carboidratos nela e durante a noite ela quando não tem a luz solar ela consome os carboidratos né ela faz a respiração celular porque ela a planta também tem mitocôndrias né então na nossa dieta o açúcar e o amido são os principais carboidratos né Então açúcar e amido são os principais carboidratos da dieta humana e aí você olha isso daqui né essa imagem você percebe que tudo que tá aqui vem de vegetais Ah
mas o macarrão o macarrão vem do tem o trigo nele né então você vê grãos cereais frutas né lá na fruta tem o disacarido que é a sacarose vocês vão conhecer daqui a pouquinho que depois depois de digerida ela é quebrada em duas moléculas né que é a frutose e a glicose né Você tem o amido lá nos grãos Que são polímeros de muitas glicoses né Vocês vão conhecer daqui a pouquinho você vê grãos né em geral né então todos os grãos amêndoas né frutas farinha tudo que é proveniente de farinha tudo isso é carboidrato
Então são alimentos essencialmente energéticos né Isso é muito importante na sua alimentação você tem que ter esse tipo de alimento energético porque isso daí preserva os seus músculos e o seu cérebro também quando a gente tiver aula de metabolismo Você vai entender a importância do carboidrato no nosso organismo tá bom bom eu coloquei essa tabelinha aqui para vocês esse bicho de sete cabeça só tem oito Mas é uma tabelinha bem bem legal é uma uma um um slide de classificação dos carboidratos né e definição deles tem uma definição direta aqui que eu vou estar explicando
usando aqui esse esse esse slide né então os carboidratos né que também conhecido como hidratados de Carbono eles são polidroxicetonas ou compostos que quando submetidos à Hidrólise liberam esses compostos Então vou explicar isso daqui já usando aqui um pedacinho aqui desse slide né então eles são polihidroxi né aldeídos ou cetonas então vamos falar primeiro do grupo funcional Então os monossacarídeos né que são essas cadeias lineares de carbono que não tem dupla ligações entre eles né a única dupla Ligação que você vê é nos grupos carbonil aqui né e e e essa dupla ligação está justamente
no grupo funcional se ela estiver aqui na extremidade Então esse monossacarídeo ele é um aldeído se ele estiver não estiver na extremidade o grupo carbonil significa que você está vendo ali uma acetona né então por que que polihidroxi né então se você olhar aqui essas moléculas com um número maior de Carbono nessa daqui tem três a gente daqui a pouquinho vai falar mais sobre isso né se olhar o número maior aqui de de carbonos né você vê que eu tenho várias hidroxilas né Na realidade se você olhar bem ó o que que é a água
h2oo a água a água é hoh né Isso é a água lembra quando nós vimos lá sobre a água né que a água ioniza n tem aquela pequen ionização que determina o PH neutro dela né que tem prótons Livres hidroxilas Livres né né E Se você olhar aqui na fórmula geral né também dos carboidratos né então ele é ch2 o né Eu só vou aqui nesse caso dessa molécula monossacarídeo que a gente vai falar com detalhes dela aqui daqui a pouquinho né eu só vou aumentando o número de carbonos né então por isso que se
chama polihidroxi aldeído porque ele é composto mesmo a de três ó eu tenho uma eu tenho duas hidroxilas aqui né então aqui eu também tenho duas hidroxilas aqui ó mas o Restante ó se você olhar a sobra Eu tenho um hidrogênio aqui a mais ó sobra um h2oi né então ch h2oo H né aqui também eu tenho aqui um outro H sobrando fica ch h2oos básica né de um carboidrato agora por que compostos quando hidrolizados submetidos a Hidrólise também libera esses compostos porque eu tenho né Na realidade o monossacarídeo né Ele é o monômero é
a unidade desses outros sacarídeos maiores aqui desse desculpa Desses carboidratos né desses açúcares maiores aqui né então eu tenho aqui os oligossacarídeos que são formados pela união de dois monossacarídeos aqui né então eu tenho a união de dois eu tenho Trio tetra são os óleos né vai até uma uma pequena Na quantidade aí você encontra na natureza né que estão ligados entre eles a gente vai falar daqui a pouquinho a gente tem os polissacaridios dessas unidades aqui né e tanto esse Quanto esse quando ele é submetido a Hidrólise ele se rompe ele libera né um
poliidroxialdeídos etona né os polissacarídeos são também conhecidos como canos né E nós temos os glicoconjugados né que são a união de dos carboidratos né desses vários pode ser um dois três um óleo né com outras estruturas que são proteínas eles têm ligações covalentes com outras proteínas aqui né e eu tenho também ligações com e e e lipídios né então eu tenho ligações Com proteínas peptídios né e e eu tenho também conexões com lipídios então quando eles são submetidos a Hidrólise né Por aquecimento ou por reação por acidez né eu desconecto desfaço essa ligação covalente e
Libero aqui e também os meus monômeros aqui vão sendo liberados pela Hidrólise pronto aí eu libero lá os poliidroxialdeídos ou os poliidroxicetonas né isso pode ser uma perguntinha de prova né então é exatamente essa é a definição do Carboidrato Então a gente vai começar aqui falando sobre os monossacarídeos esses monossacarídeos então como já tô dizendo aqui para vocês né então primeiro antes deixa eu antes de falar disso daqui isso é importante né Por que que tem essa separação aqui na classificação monossacarídeo poligliconato né primeiro que esses são os tipos de carboidratos que estão disponíveis na
natureza então os cientistas eles agruparam essas Estruturas aqui né para poder ficar melhor o entendimento para os estudos dela né então eu posso estar estudando um carboidrato a nível né no nos monossacarídeos eu posso me especializar em estudos de óleo sacarídeos de Poli e de ginc conjugados ou até mesmo para ter uma linguagem né quando você tá se direcionando Olha vou fazer uma análise dos poli hoje saar Ah vou fazer uma análise de glicado você entendeu então você quando ouvir essas palavras você já Sabe do que que se trata Então isso é uma forma de
organizar né os os carboidratos para serem estudados Então os monossacarídeos então é a menor unidade que existe aí de um de um carboidrato ela é exatamente propriamente dita o poliidroxialdeídos etono né então como eu já disse para vocês né então nós temos aqui o grupo funcional deido e o grupo funcional cetona então esses monossacarídeos eles Podem se diferenciar entre eles de várias formas né de algumas formas né Então você já sabe uma delas eles podem se diferenciar de acordo com o grupo funcional né então eu posso ser uma aldose ou uma cetose né esses dois
aqui que tem formados por três carbonos aqui são os menores monossacarídeos possíveis né então esse daqui que é uma aldose é conhecido como gliceraldeído né E esse daqui que é uma acetose é uma di hidrox acetona certo Então esses são os menores monossacarídeos que existem na natureza certo agora eles podem se diferenciar né entre os outros monossacarídeos né pela quantidade de carbonos que tem presente nesses monossacarídeos Então esse monossacarídeo ele pode ser uma triose né quando ela é formado por três carbonos né você tá vendo aqui então uma at triose ela pode ser feita de
três carbonos se ela for né do grupo Funcional aldeído Então ela é uma aot triose se ela é tem o grupo cetona ela vai ser uma cetotriose né Se forem quatro carbonos o meu bono sacar vai ser uma tetrose se ela for tiver o grupo funcional aose ela vai ser uma audo tetrose né o meu mono vai ser um um Aldo tetrose se ele for do da grupo cetona né ele vai ser né então uma cotet trose ah as pentoses então elas são formadas por cinco carbonos se ela tiver se ela Tiver o grupo funcional
aldeído ela vai ser uma aldopentose se ela tiver o grupo cetona ela vai ser uma cetop pentose certo então e assim por diante as eptos são aquelas são os monos sacarídeos de maior número de carbonos que são meio raros na natureza mas o que estão mais presentes na nossa alimentação são as oses né E os dois os três maiores representantes monossacarideos desse grupo aqui é a Aldo exose a glicose né a Aldo exose a Galactose que está ali presente no leite né e a Ceto exose que é a frutose né Então vocês vem que elas
são formadas de seis carbonos né agora é o seguinte elas recebem nomes tá então cada uma delas tem um nome esses grupos aqui eu não vou colocar todos eu coloquei os principais aqui para você conhecer mas com seis carbonos eu posso ter até ah 16 né eu posso ter até 16 e eh unidades de monossacarídeos diferentes Cada uma recebe um nome diferente oito né eu formo oito com nomes diferentes e as outras oito é como se fosse uma imagem especular se eu botar um espelho aqui na frente dela né eu vou ter um outro grupo
eu não cobrar isso né Às vezes o aluno se atrapalha com isso né mas quando eu coloco aqui um grupo aqui eu tenho uma configuração L Essa é a configuração D é quando o meu carbono da pos da posição mais distante do meu grupo funcional a hidroxila está voltada Para o lado direito Então essa é uma configuração D se ela fosse configuração L essa hidroxila estaria do outro lado mas por exemplo se fosse uma glicose L essa hidroxila taria aqui essa aqui essa desse lado e essa do outro lado esse o aqui e o hidrogênio
ali né Por quê Porque é justamente uma imagem especular uma imagem do espelho mas é importante vocês saber que a maior concentração né desses eh de de de de de monossacarídeos na natureza é da configuração D né isso Porque a enzima que processa esses carboidratos que estão lá na plantinha ela só consegue posicionar a formação do carboidrato na na configuração D existe em algumas bactérias né você encontra né alguns antibióticos aí você encontra também a configuração L até no nosso corpo aí nós temos e algumas estruturas em configuração L né mas a gente não vai
se aprofundar mas só para vocês saberem que eh existe essa pode mudar a posição aqui da hidroxila eu mudo o nome se for A imagem especular eu só digo se é d ou se é l isso daqui apesar de ter a mesma quantidade de carbonos do que essa daqui do que essa do que essa outra aqui mas a configuração e o grupo funcional serem Diferentes né isso tem uma uma importância biológica muito grande porque funcionalmente ISO essa essa essa glicose não opera igual uma manose nem uma nem uma frutose dentro do nosso organismo elas tomam
caminhos diferentes né até certo ponto porque elas utilizam Enzimas e as enzimas são são unidades proteicas extremamente específicas né Tem um pouquinho uma pequena baixa especifidade né mas eh por exemplo a enzima que processa a glicose e não recebe AM manose né apesar de elas terem o mesmo número de carbonos mas esse posicionamento aqui diferente aqui né isso torna você vê que só tem a diferença aqui de uma hidroxila virada para um lado e pro outro isso faz com que a manose né e a glicose sejam Chamados de epímeros né quando eu só tenho uma
configuração Diferentes né mas é só um comentário extra aqui importante você saber que ele se diferenciam aqui no número de carbonos e no grupo funcional isso é muito importante outra coisa quando o meu monossacarídeo ele está em solução né ele adquire esse formato cíclico né ele passa a adquirir um formato cíclico ele se fecha em solução E aí as eh as aldoses né de seis Carbonos elas vão sempre adquirir esse formato preferencialmente esse formato existe um processo chamado de muta rotação mas que não vem ao acaso existe uma pequena porcentagem com um anel não mas
a a ela é preferencialmente Ela vai eh adquirir esse formato um anel de seis unidades que lembro a neop pirana então por isso ela passa a ser chamado de piranose né Então essa daqui é uma glicopiranose né aqui eu também eu tenho uma galactose Né que ela se formou um anel aqui né então aqui a minha galactose ela se fechou aqui nesse anel E aí ela é uma eh uma e gct piranose né uma galactose com anel pirano né então a essa estrutura aqui ela é uma piranose já diferente dessa aqui que é a frutose
que ela formou aqui um anel de cinco unidades sendo que uma delas é o oxigênio né E essa estrutura aqui é conhecido como anel Furano Então ela é uma furanose né Ela é uma frut furanose né ou frutose Com anel Furano né então porque eu tenho cinco unidades pelo fato dela ser uma cetose né uma uma certo exose ela colocou ela ela excluiu né esse carbono aqui ó esse grupo aqui com hidroxila para fora do anel juntamente com esse último porque a reação para fechar o anel ela é feita entre essa hidroxila e esse carbono
aqui então eu tenho um ataque aqui da hidroxila sobre o carbono e aí que eu vou fechar Eh o meu anel certo então e entre esses dois Componentes que ocorre a reação química para fechar o anel né Então as unidades que formam assim seis estrutur seis extremidades eh as são os as furan Desculpa as piranos E essas que formam cinco unidades são as furanos agora eu acrescentei mais uma coisa que também que eu acho interessante Ah tem mais um detalhe aqui que eu acho que é bom comentar sobre ele né e que isso isso é
importante que vocês vão ver daqui a daqui a pouco né quando eu fecho um anel Né eu acabo tendo a possibilidade de ter um grupo a mais que ele não existia antes se você contar aqui as aqui as hidroxilas aqui né ele não existia esse grupo aqui anteriormente aqui né isso faz com que eu tenha e a possibilidade de mais um estéreo isômero se chama né aqueles que eu mudo aqui a posição são chamados estereoisômeros Então eu tenho a possibilidade de mais uma aqui né então a minha hidroxila ela pode estar abaixo né do meu
plano do meu anel ou Ela pode estar acima do meu plano do meu anel né quando essa quando essa essa hidroxila aqui el está acima do meu plano do meu anel eu vou ter então se você olhar aqui ó quando eu tenho essa hidroxila que ela está para baixo aqui ó para baixo aqui ó do plano do meu anel né eu tenho aqui uma unidade Alfa certo quando ele está acima para cima aqui ó quando essa daqui está para cima do plano do meu anel eu tenho uma unidade Beta certo então eu Tenho isso daqui
são eh São anômeros né são conhecidos como anômeros alfa e beta né então quando ele está para baixo do plano do meu anel a minha hidroxila eu tenho o anômero alfa quando ele está para cima eu tenho o meu anômero Beta né então aqui eu tenho também uma número Beta então aqui eu chamo essa unidade de Beta glicose quando eu falo Beta já se subentende que ela está em forma de anel né Desculpa é uma Alfa Glicose aqui eu tenho uma beta galactose e aqui eu tenho uma beta frutose né então quando você fala Beta
já se subentende né mas alguns livros ainda coloca Beta glicose e pirano né aquele Bot bot alfa alfa glicose pirano Beta frutose Furano né o Beta glicopiranose o Beta frut furanos então alguns livros ainda e colocam Mas você pensa que é redundante né porque você tá já colocando Beta ou Alfa já sub se entende que está em forma de anel né Então outra coisa aqui que eu eu eu coloquei também para acrescentar aqui sobre os monossacarídeos né Eh que Ah eles podem receber estruturas né que [Música] ã após eles estarem formados podem ser inserido certas
moléculas átomos né que vão sair fora dessa configuração tradicional aqui que a o meu monossacarídeo tem né então ah ah neste Caso aqui ó eu tenho uma n acetil eh glicosamina por porque eu tenho um grupo acetilglicosamina que foi inserido aqui no meu carbono número dois n então aqui ó ele é um anômero beta ó Você tá vendo que eu tenho a posição aqui voltado para cima da hidroxila né então é só para acrescentar aqui então isso da eu posso ter também somente um grupo Amina Então esse seria uma glicosamina né aqui eu tenho um
ácido siálico olha só ele substituiu o hidrogênio aqui por um Grupo Car Oí tá vendo ele tem também outras mudanças aqui eu eu tenho dois carbonos aqui eu tenho dois grupos aqui eh inseridos e para fora do meu anel eu tenho aqui o meu grupo acetil e eh acetil Amina aqui também inserido aqui em outro carbono né então você tá vendo que eu posso inserir né eu posso não quer dizer os os organismos né os seres vivos eles fazem altera ações nesses carboidratos para eles ficarem em condição de eh de proporcionar Estruturas específicas né que
são feitas vocês vão ver que eles eles são muito presentes nessas estruturas aqui né inclusive existe uma importância muito grande desses grupos acetil inclusive podem ser também entram aqui grupos sufato e tem também grupos e fosfatos que são inseridos aqui no carbono número se talvez Alguém já até ouviu falar sobre a glicose seis fosfato né que é quando a glicose logo entra dentro da célula um enzima vai lá e insere esse Fosfato aqui no carbono número se para garantir que a glicose não saia mais de dentro da célula ela fica comprometida para ser utilizada agora
dentro da célula ou para ser armazenada ou para ser liberada a energia dela lá né ela ser e catabolizado né Então você já conhece esse termo eu posso utilizar ele né então isso daqui é o que eu queria falar sobre monossacarídeos agora vamos falar sobre os os sacarídeos né então como eu disse antes os igos sacarídeos Eles são formados pela união né de dois ou mais monômeros que são os monossacarídeos né Então essas estruturas aqui elas se formam através de uma reação química de condensação aonde eu tenho a exclusão de uma molécula de água for
mand uma ligação do tipo o glicosídica o por que que eu estou frisando o glicosídica né porque existe também as ligações do tipo N glicosídica né aonde eu ligo aqui o meu carboidrato ao Nitrogênio aqui também eu tenho ligações do tipo N glicosídicas aqui são ligações covalentes né feitas nos glicoconjugados então nos óleos sacarídeos eu faço essas ligações aqui neste caso aqui ó essa é uma ligação do tipo alfa1 né porque eu estou ligando aqui o aqui a posição na posição alfa o carbono um com o carbono número quro certo Então essa é uma ligação
do tipo ala 1 qu se fosse para cima do anel seria uma Ligação do tipo beta1 certo então os dissacarídeos né que são união de dois monossacarídeos eles podem ser encontrados na natureza de livres na natureza né Por que que eu estou falando isso né Porque alguns desses óleos sacarídeos né assim ali de tetr sacarídeos para cima você não encontra eles assim Livres disponíveis na natureza né que você vai comer uma fruta lá você tem né um deles ah eh um exemplar um exemplo aqui de de sacarideo Muito conhecido é a sacarose né até eu
coloquei aqui ó é formado pela união da glic mas a frutose ele tá ali nas frutas né eu tenho também ali a maltose né que ela encontrada né no malte ali também ela é encontrada na em subprodutos da nossa digestão quando nós comemos eh polissacarídeos né então nossas enzimas rompem as ligações glicosídicas ali por Hidrólise e liberam esses dissacarídeos nós temos a lactose né que está presente no le Então esse daqui são os Carboidratos mais consumidos na nossa dieta na dieta humana né a maltose formada por duas a união de duas glicoses a sacarose por
uma glicose mais uma frutose e a lactose por uma galactose mais uma glicose né então isso daqui está presente no leite aí nós temos os trissacarídeos né que é união de três monossacarídeos né você encontra eles na natureza Livres mas vocês também encontram muito eles associado né a outras moléculas né um exemplo né que Nós não temos a capacidade de gerir isso daqui que é a rafinose né então isso daqui Quem quem tem a capacidade de gerir aqui são os eh os os herbívoros né esse pessoal todo aí tem eh estruturas eh mutualismo com outras
microorganismos que auxiliam no processo de digestão disso daqui né Nós seres humanos não temos essa capacidade mas é um trissacarídeo né se encontra aí na natureza né e os tetras acarídeo são a união de quatro monossacarídeos eh eles Geralmente na sua grande grande grande maioria assim É muito raro você ver um tetra sacarídeo livre na natureza você encontra ele associado a outras moléculas né como um glico conjugado Ele sempre tá associado lá a uma outra molécula né então esses são os óis órigo sacarídeos Quando você vê um óleo com cinco unidades né então ele é
um ele é um pentacar deo né então ele pode ser um exoss saaro se ele tiver seis unidades um osacar se ele tiver sete unidades e Assim por diante né você vê que aqui tem algumas aqui e você vai dar nomenclatura nessa ordem aqui você segue nessa sequência então agora a gente vai falar dos polissacarídeos né então os polissacarídeos né eles são extremamente presentes na nossa dieta nós vamos falar sobre ele um pouquinho mais na frente aí detalhadamente né que aí a gente tem o amido né que tá presente nós temos também alguns de reserva
A gente vai falar sobre isso daí mas vamos ver agora De uma forma genérica né então ele é formado pela união de centenas né chega até a ser milhares né de monossacarídeos Olha só isso aqui é interessante que eu coloquei dissacarídeos ou tr sacarídeos né então o que acontece aqui é esses esses esses polissacarídeos então eles podem ser formados pela união de monos olha aqui o desenhinho tá vendo são todos iguais formados por único monossacarídeo então esses daqui são chamados de Homopolissacarídeos porque eles são formados por uma único tipo de monossacarídeo já os heteropolissacarídeos Olha
só eles podem ser formados por dissacarídeos veja que os dissacarídeos se repetem né A gente vai ver isso daí alguns exemplos disso daqui mais para frente ou eles podem ser formados por tracar tá vendo esses tracar se repetem na estrutura agora esses poes sacarídeos Apesar dees serem né ou eles serem homo ou P desculpa não Independente se ele for homo ou polic ídeo eles ainda podem apresentar duas configurações diferentes ou ele vai ter uma configuração linear né então ele é simplesmente ali ligações orlicí orlicí sempre numa mesma posição vamos dar um exemplo aqui vamos dizer
que ele é sempre ala 1 qu ala 1 qu ala 1 qu ala 1 qu então isso torna ele um polissacarídeo linear né aqui também pode ser a mesma coisa Poli alf4 alf4 Ele se torna um hétero polissacarídeo linear Mas eu também posso ter ele na configuração ramificada aonde em determinados pontos em determinados monossacarídeos né eu tenho uma conexão em outro carbono então eu posso ter aqui um Alf 1 qu al 1 qu e de repente eu tenho nesse mesmo monossacarídeo eu tenho uma conexão aqui al16 E aí eu formo uma ramificação eu posso ter
até em outros pontos em vários lugares como tem por exemplo as Dextranase Você conhece como o chamado e tártaro né que isso é uma reserva de energia que elas colocam no seu dente ali né Ela pode ter conexões aqui Alfa 13 ala 1 2 ala 1 4 ela só não tem ala 1 5 né então você pode aparecer com outras conexões Essas são as dextranase são os e polissacarídeos ramificados né ele pode ser homopolissacarídeo quando o monossacarídeo é feito sempre de uma mesma unidade um mesmo tipo ele é hétero Quando aparece unidades diferentes mais repetitivas
então eu posso ser um dissacarídeos repetitivo repetidos né ou um trissacarídeos repetidos aqui é um hetero sacarídeo bom então vamos falar agora sobre os glicoconjugados né então os glicoconjugados nada mais são do que e carboidratos que estão ligados covalentemente ou a proteínas né Desculpa peptídeos aqui no caso pode ser uma proteína Dependendo do Peso molecular extensão né e mas são peptídeos longos né ou eu posso ter carboidratos aqui ligados a lipídios né esses glicoconjugados eles são geralmente encontrados né ali nas membranas celulares eles fazem parte do chamado glicocálice né A gente vai ver um exemplo
deles aí que eu vou falar sobre os glicoconjugados porque eles têm uma função muito importante de reconhecimento celular ali né e outros Eventos também que agora na nossa sequência a gente vai começar a falar vamos direto pra funcionabilidade dos carboidratos no nosso organismo e aí foi legal porque eu mostrei para vocês essa tabela de classificação aqui porque aí quando a gente tiver falando sobre esse fala ah olha lá ele é um de sacarídeo Ah ele é um pli Olha aquele ali que faz aquilo é um glico conjugado né então você agora já conhece né você
já sabe classificar o carboidrato quando você Bater um olho nele aí você já sabe dizer se ele é um monossacarídeo um óli sacarídeo um polissacarídeo ou um glic conjugado né importante você entender que essas conexões aqui ó que são feitas no glicoconjugados né Elas são conexões do tipo covalente né Elas podem ser do tipo og glicosídica Mas elas podem ser também do tipo N glicosídica né mas é importante você entender que elas são ligações covalentes com outras moléculas né que São as proteínas ou os Desculpa os eh peptídios né Vamos falar a palavra peptídeo porque
você já sabe que uma proteína é um peptídeo né e os lipídeos que geralmente encontram-se ancorados na membrana eu faço Falo geralmente que você vai ser saber daqui a pouco que algum desses componentes podem ser liberados na matriz extracelular tá bom bom então vamos falar aqui da função energética dos carboidratos né que é realmente a principal né a função mais Importante que ele exerce aí no nosso organismo bom como eu tinha dito antes então para vocês então nós estamos liberando a energia que veio lá da luz né do do Sol né então esse calorzinho que
veio de lá do Sol é o que tá sendo liberado no seu corpo então a plantinha simplesmente converteu o gás carbônico e a água lá nos Crol oplast né em glicose e oxigênio aí isso vai entrar lá dentro da sua célula vai lá na mitocôndria e a mitocôndria vai fazer a respiração Celular liberando o calor né ali que veio do Sol e também ela pode estar incorporando essa energia do sol numa molécula chamada de ATP a gente quando tiver metabolismo a gente vai falar com mais detalhes Então olha só que interessante Quando você pensa em
energia você pensa isso aqui nisso aqui ó farinha né massas grãos né tubérculos ali são né raízes né Então tudo isso daqui é vegetal farinha né os trigo aqui né os os grãos de trigo aqui então e Tudo isso daqui é energia né e os principais exemplares que a gente pode estar falando aqui ó sobre essa prod liberação de energia que está na nossa dieta Olha só um deles que é o mais né que é o que nós mais consumimos ali dos monossacarídeos é a glicose né então a glicose ali aquele aquela audo exose né
que a estrutura cíclica dela né então nós temos na na nossa dieta nós capturamos mais desses dois aqui é o que nós temos mais rico na Nossa dieta né que é a sacarose que é feita da União da glicose mais a frutose né ela tá um exemplo B canana de Açúcar né eu tenho outras frutas também que tem e sacarose né mas ali da cana de açúcar que vem ali o seu açucar Zinho né n que você tem dali que você extrai a sacarose né então você tem também a lactose que está presente no leite
então ela a união de dois monossacarídeos a glicose e a galactose né isso aqui tá presente no leite né E a maltose que Está presente lá no mar né aqueles bebedores de cerveja Então olha só o drama né glicose mais glicose Então você dá para entender de onde é que vem aquela barriguinha suave barriguinha Fala pô Professor Mas eu só tomo uma cerveja mas o cara ali toma toma suco de laranja Professor o outro lá toma toma coca-cola é meu amigo mas quando o cara vai tomar uma coca-cola ele só toma um copo ele não
toma 10 12 garrafas você entende então é por isso que você acaba Adquirindo Aquela pequena silueta com tempo porque é energia pura né E que como você vai ver nós temos a capacid de armazenar ela né então esse daqui esse daqui é também na nossa dieta é o de altíssimo consumo que são os amidos né Na realidade o amido né ele não só é uma alimento energético mas como a plantinha usa ele você vai ver daqui a pouco para armazenar a energia que está excedente nela né então isso daqui o amido tá presente no grão
na farinha né então que Você comer ali que tem farinha que tem pão que tem tudo isso que você tem é aqui a batata raíz isso é rico muito rico em amido né e o amido é um ele é interessante porque ele é uma uma estrutura dupla né então eu tenho dentro do amido eu tenho duas estruturas né eu tenho a milose né que é um polissacarídeo homopolisacárido linear né que a gente vai falar a gente vai falar com no próximo slide aqui com mais detalhes eu não me ater a isso mas aqui É importante
a gente falar ó que cada um desse aqui amiguinho é um monossacarídeo de uma glicose né então você veja aqui e o consumo né de de amido de de pão de farinha de de Raizes tudo isso é altamente energ ético né porque o amido tem um uma molécula é uma macromolécula rica em moléculas de glicose certo então então gente a Como eu disse Aqui nós temos outra imagem aqui do amido então o amido então na realidade a função dele né não é Guardar energia para você né querido é guardar energia pra plantinha imagina a plantinha
nasceu para tu viver né é meio que você pensar biologicamente né mas o objetivo dela fazer essa estrutura aqui é armazenar energia para ela né então ela guarda lá nos grãos né nas sementes quando a sementinha cai no solo ela tem energia para ela poder se desenvolver e criar as primeiras folhinhas para ela já fazer fotossíntese né Então tá lá nas raízes porque a raiz ela não tá pegando Luz o tempo inteiro né então às vezes eu tenho lá pequenas folhinhas para uma raiz gigantesca né tipo a mandioca ali então quando ela é pequenininha Ela
vai armazenando às vezes no período de sem luz as raízes servem como fonte energética pra planta né então só que o amido né ele na realidade ele é uma macroestrutura formado por duas macromoléculas né que são homopolissacarídeos eu coloquei aqui né ramificado de sacarideo outro para vocês Já visualizando e lembrar lá a tabelinha que eu mostrei lá no slide anterior para você já ir treinando né então aqui ó e o amida então ele é formado de duas macro e moléculas né uma ela é linear com ligações do tipo alfa1 que é a chamada amilose né
então ela é formada por ligações aqui do tipo al14 né E essas ligações formam sempre são sempre ligações ala 1 qu aqui eu tenho sempre a glicose Esse é o monômero Dessa desse polissacarídeo a glicose por isso que ele é um homo polissacarídeo aqui é linear que a milose já a miltina ela é ramificada ó tá vendo ela é ramificada né Então por quê Porque elas têm conexões ala 1 qu que dão essa estrutura linear mas ela tem você vê aqui não não é que não é glicose aqui é glicose mas aqui a figura é
para apontar para você que aqui eu tenho uma conexão do tipo Alfa 166 que é o que vai permitir com que eu tenho essas Ramificações aqui né Então olha só que interessante o organismo animal né ele faz a mesma coisa também quando a glicose entra dentro da gente você ela não é utilizada o nosso organismo produz também né uma uma molécula substância para armazenar essa glicose uma macromolécula né Ela é chamada de glicogênio né a diferença entre o glicogênio e o amido é que o glicogênio ele é muito Mais ramificado do que o amido né
ele tem conexões ele tem eh ramificações ligações alfon muito mais né com intervalos mais curtos do que a glicose aqui no caso da desculpa da do amido aqui ele foi Gentil nessa imagem né Mas a distância entre as ramificações no amido aí chega a ser até 30 unidades né 30 amono sacaras quando eu vou ter uma ligação do tipo al16 como tá mostrando aqui ó ala 166 para eu ter a minha ramificação né então É justamente essa ligação al16 que proporciona essas ramificações aqui agora duas coisas importantes Qual é a vantagem de ter essa ramificação
né A vantagem é o seguinte quando eu estou precisando de energia olha só se eu tiver só lineares eu só vou ter uma extremidade pra minha enzinha lá ir arrancando e liberando a glicose pro meu consumo enquanto se eu tiver várias extremidades ó tá vendo eu posso ter lá na minha Estrutura eu posso posso ter várias enzimas né Aliás o glicogênio não fica soltinho assim dentro da célula né ele fica dentro de grânulos que lá nesses grânulos estão armazenados as enzimas que operam no sentido de estar formando essas ligações né capturar as glicoses que você
pega da sua dieta e fazendo o anabolismo né Então essa daqui são as Nós estamos vendo funções energéticas mas de armazenamento né então O amido aqui também a mesma coisa né Então as Enzimas na hora que precisa de energia ela tem vários pontos que podem ser extraídos aqui o glicogênio também mas uma coisa é muito importante pro nosso organismo por que que o nosso organismo guarda dentro da gente né a glicose em forma de glicogênio porque se eu fosse colocando as glicoses soltas dentro da célula a pressão osmótica dessa célula vai chegar uma hora que
ia ficar muito grande e aí essa célula poderia estourar né chegar ao ponto de de promover a Lise Né estourar e morrer a célula então o fato de eu estar armazenando né numa molécula maior numa macromolécula as glicose eu faço com que duas coisas primeiro eu sempre vou manter o gradiente de concentração permitindo com que a glicose esteja fluindo no sentido de entrar dentro da minha célula na hora que os níveis baixam existe uma regulação enzimática das vias metabólica que essas enzimas sentem e começam a liberar a aqui né asos meus eh eh as Minhas
glicoses né Então essas enzimas são altamente controladas né por hormônios né Por sinalizações que vem através de receptores celulares né então como eu formo essa macromolécula eu sempre garanto né que esteja no sentido de entrar porque eu não tenho glicose aqui a não ser quando eu começo a liberar elas e a outra eu mantenho aqui a minha pressão osmótica em níveis que saudáveis pra célula né porque se eu começar a encher de açúcar aqui a minha Célula vai explodir se eu encher de glicose daé eu vou promover uma pressão osmótica que el vai promover a
entrada da água na célula até a célula estourar então é por isso né o nosso organismo Ele guarda em forma de glicogênio né então os animais foram selecionados a fazer isso permitindo com que essas células não sofressem esses impactos osmóticos né E também eu tivesse uma disponibilização rápida existe algumas doenças Tem pessoas que não fazem Ramificações Mas elas têm um elas fazem os lineares mas não fazem ramificações ou algumas não liberam são umas síndromes né Elas têm umas vidas bem restritivas aí né agora eu coloquei um que eu acho muito interessante né que é a
trealose né Né isso daqui inclusive é é utilizada eu vou ter que falar não tem jeito eu sempre falo né a trealose ela é utilizada comercialmente para fazer o adoçante né então o que que é a trealose a trealose ela é um Dissacarídio né esse dissacarídeo ele fica presente na hemolinfa ali dos insetos é uma forma com que o inseto tem né de guardar né de armazenar nele carboidratos né então amiguinho na hora que você for dar o adoçante pra sua colega fala pega um pouquinho do sangue de barata aqui entendeu então só isso é
brincadeira só para você lembrar né então a trealose ela é um dissacarídeo que é uma forma que os insetos TM de e conservar de de armazenar né carboidrato No organismo dele né são duas moléculas de glicose mas com ligação Alfa 1 alfa1 né são entre os dois carbonos anoméricos Então ela ela é resistente a reações de Hidrólise ali dentro do do organismo do inseto Tá bom então aqui três exemplares aqui para você conhecer funções de carboidratos energéticas mais funções de armazenamento tá bom bom ah então pessoal aqui mais uma função então dos carboidratos né a
função genética né então é só uma função Examente importante né porque a os carboidratos monossacarídeos né no caso a ribose que é uma aldopentose né ela eh compreende a formação básica do nosso DNA do nosso RNA né então no caso eh quem está compondo né o nosso DNA né são as desoxirribose na realidade ele é uma ribose né Eh que se você prestar atenção aqui no carbono número dois né Eu não tenho o oxigênio no carbono do sendo que na ribose eu tenho oxigênio no carbono número do né Então essa é a grande Diferença entre
o RNA e o DNA porque o DNA é o ácido desoxirribonucleico né ribo ribose e o RNA é a ribose é uma ribose é o ácido ribonucleico né Lembrando que o DNA ele é formado por os nucleotídeos né ligados a uma base nitrogenada o nucleotídeo é o que forma o esqueleto do DNA né que é o grupo fosfato conectado a um açúcar que é a ribose que é uma aldopentose né E aí eles estão conectados às bases nitrogenadas que é Guanina citosina adenina timina e no caso do RNA A uracila tá então essa é uma
função muito importante dos carboidratos que é a composição do RNA e do DNA Ok bom agora aqui né uma a função extremamente importante todas são importantes né mas a gente vai fazendo aquele show né para mostrar que a importância do carboidrato né o carboidrato aí a a principal fonte energética aí das células e não fotossintéticas é muito importante eu Coloquei verdinho para você lembrar que ele sempre vem lá das plantinhas né então nós temos as funções estruturais né então eu coloquei aqui homopolissacarídeos lineares para você conhecer eles que desempenham funções estruturais inclusive até desempenham papéis
da indústria né então um deles aqui é a celulose Então olha só que interessante a celulose né Ela é um um homopolissacarídeo linear né formado de Uma glicose ligada na outra uma glicose ligada na outra ela forma uma estrutura extremamente resistente né porque a plantinha tá ali Coitada né ali né sol e chuva chuva e sol sol e chuva vento pancada porrada e tudo então ela tem que ter uma estrutura bem resistente né também que resiste a variações de pressões osmóticas que ela tá sujeita o tempo inteiro né e de perda de líquido também então
a celulose faz essa estrutura ah Professor Mas como é só o Glicose é ela por que que a gente não pega energia porque é o seguinte amiguinho a celulose elas são conectadas com ligações do tipo beta1 qu ó beta1 qu ela não é a al14 presente ali como no amido né como tá ali na na frutose né Ela é b14 o que acontece é que nosso organismo né os animais nem o boi Man nem os herbívoros tem a capacidade de romper essa ligação Eles dependem de um microrganismo que está ali dentro de uma parte de
um estômago ele tem vários estômagos ali né ele tá dentro de um que é o primeiro que recebe que vai romper essa ligação extraindo a glicose começa algum a fazer umas pequenas reações produzindo uns intermediários aí eh das vias metabólicas né nem a glicose direto mas ele utiliza energia e já libera esses produtos ricos em energia que vão ser liberados de depois pro Outro estômago E aí ele vai fazer absorção E aí ele vai extrair energia os que TM essa enzima também que tem lá dentro dele lá um microrganismo também que ajuda né são os
cupins né o cupim também é capaz né então por isso que o cupim só come a madeira ele pô imagina a madeira né então ele precisa ter lá uma condição lá de ter lá uma uma amase al beta1 qu lá alguém que faça essa que que a celulase né que rompa essa ligação aqui Né então você vê que são microorganismos que tem a capacidade de fazer isso um animal não tem né ele precisa de uma de uma de um mutualismo né que ele ele tem um organismo que faz isso para ele e ele cede o
alimento pro pro pro microrganismo né a celulose né que esse homopolissacarídeo linear ela é grande ela chega a ter de 10.000 a 15.000 unidades de glicose por homopolissacarídeo né E eles se ligam aqui formando essas Microfibrilas que vão dar a estrutura da parede celular ali das células dos vegetais né bom é a celulose ela é muito importante pra indústria né ela é usada também para produzir papel papelão material de isolamento né Vocês já viram aqueles de isolamento sonoro né de ter isolamento algodão linho celofane cara então quando você vai fazer aquela sua carninha né que
você vai fazer ela suculenta você vai fazer Ali na sua você queimar o seu churrasco aquele plástico que você tá botando não é plástico né por isso que você pode pôr ele no fogo lá com a sua carne ele é celulose né celulose pura e transparente né E também também tem a Seda artificial né outra coa coisa interessante também que né de de estrutural né é a kitina né então a kitina é um homopolissacarídeo linear né só que ele ele é feito também ele tem duas coisas de diferente aqui entre a a a estrutura do
amido uma coisa Diferente do do amido e aqui da da celulose é que ele é feito de monômeros né mas não de glicoses puramente de glicoses alteradas olha só ele tem um grupo acetil Amina né então ele é formado por monômeros de gli de de glicose acetil Amina né Então essa estrutura aqui não é simplesmente a glicose ela foi alterada e as conexões elas são do tipo beta1 qu então você vê aqueles otário mastigando lá né os bisouro né ele não vai Conseguir digerir isso daqui ele pode aproveitar a proteína dele mas carboidrato do EXO
esqueleto que está nesse inseto ele não consegue digerir né ele não consegue fazer a digestão por causa dessa conexão bet4 que a nossa enzima amilase não reconhece a nossa é uma Alfa amilase né mesma a mesma coisa aqui né a nossa enzima que digere o amido é uma Alfa amilase então ela não faz essas ela não hidroliza essas ligações do tipo beta1 qu né Então essa Estrutura que aqui tinha ela ela ela é Ela é o precursor da do exoesqueleto dos insetos dos artrópodes né em geral né e ele dá proteção e resistência Esse é
o esqueleto do bichinho ele não tem osso ali dentro né então isso é o que protege o bichinho ali contra impactos mecânicos resistência e uma coisa interessante olha só a quitina ela é precursor direto da Quitosana eu não sei se a mulherada aí já deve ter ouvido falar então Meninas mais uma bem lá do inset brincando Às vezes vem de de de de artrópodes né marinhos ali mas vem né né então ela é o precursor da Quitosana que produz remédios que auxiliam no emagrecimento controle de colesterol e melhoram os processos de cicatrização Então ela tem
um uso comercial aqui né interessante isso daqui éé para você conhecer é um homo polissacarídeo linear né então eles são várias camadas que se formam aí uma capa sobre a outra uma Sobre a outra E aí eu vou formando essa estrutura que é o exoesqueleto e do animal então cadeias longas e n atil glicosamina já falei ligações og glicosídicas do tipo beta1 qu bom agora aqui a gente vai continuar sobre a função estrutural que isso daqui é extremamente importante aí principalmente pro pessoal aí da área da saúde né a gente vai falar eh sobre esses
esses essas macromoléculas né que formam eh estruturas que são hétero veja Que agora é heteropolissacarídeos lineares né então a gente vai falar sobre Duas né uma que é a os glicosaminoglicanos é lindo esse nome glicosaminoglicanos né E a gente vai falar também sobre os peptídeo glicanos né o os glicosaminoglicanos eles são presentes na matriz extracelular que é aquele espaço entre uma célula e outra né Não sei se tá Vendo direitinho a imagem aqui tem um núcleo de uma célula tem um espaço um monte de fios né tudo isso aqui esses caras são os glicosaminoglicanos né
então aqui dá para você ver numa uma imagem virtual feito em computador aqui a matriz celular os vasos sanguíneos né e Aqui é onde tá correndo aqui aquele líquido extracelular né que a al vai alimentar as células aqui do tecido conjuntivo né então os Glicosaminoglicanos são presentes ali no tecido conjuntivo são muito ricos né e uma coisa interessante do glicosaminoglicanos é que eles são estruturas né são grandes estruturas grandes algumas são não são tão grandes né são polissacarídeos heteropolisacaridos lineares Eles não têm ramificações são lineares Mas eles são formados de dissacarídeos sequências repetitivas de dissacarídeos
aqui ó por exemplo aqui o ácido Hialurônico hialuronato né olha só 50.000 unidades repetidas de dissacarídeos ó de eh glicosamina e eh acetilglicosamina tá vendo tá vendo aqui ó a glicosamina ela recebeu só um nitrogênio aqui e o acetil glic não desculpa para que é o ácido glicurônico né que ele tem aqui é um grupo carboxílico né e aqui eu tenho acetil glicosamina né então ele Esse dissacarídeo é repetido várias e várias e várias e várias vezes completando uma Unidade com 5.000 monômeros né ele se repete Aqui nós temos outro condroitina eh quatro sulfato você
vê que neste caso aqui ele já entra O sulfato esse componente aqui ó ele é muito presente ali sabe aonde nas articulações porque o sulfato ele atrai água né ele atrai muita água isso faz com que eu tenha uma molécula resistente a impactos né eu tenho queratan sulfato já um menorzinho 25 unidades a heparina né de 15 a 90 que atua como processo ali nos processos Anticoagulantes inclusive ela é usada pela indústria daqui a pouquinho eu já falo para vocês né então os glicosaminoglicanos né são componentes da Matriz extracelular né eles estão envolvidos com adesão
né ele ele compõe aquele líquido do olho chamado movito dos olhos né ali onde tá presente ali as lisozima que protege ali né contra eh a ataque de patógenos né na coagulação Inclusive a heparina é olha aqui ó né como anticoagulante em Hospitais ela é comercializada né então nós temos os lubrificantes né das articulações como eu já falei promove resistência tensão e elasticidade tem outra coisa também né Como existe uma eles promovem uma organização aqui na matriz uma organização desorganizada não tá né eles estão interligados tudo conectado aqui facilitando o processo de adesão eh do
tecido conjuntivo forma aqui um ambiente onde promove difusão né de componentes que vão alimentar a Células né então elas se difundem por aqui então eu tenho um ambiente que é que é que permite a difusão né de eletrólitos e outros componentes que vão eh nutrir as células que estão distantes uma das outras né então aqui na na utilização da indústria né então a gente tem aqui também o o ácido hialurônico né o hialuronato né então ele é processado industrialmente o lirada já deve ter visto muito isso daqui né Então tá presente em diversos né cosméticos
aí né Rejuvene 50 anos com ácido lônico né você vai lá e compra uns 10 potinhos Mentira você só vai lá né É você dá uma esticadinha ali dá uma ajudados né mas não não entre nessas piadas que você vai rejuvenecer 10 anos que isso não vai acontecer nunca mas ele tá ali presente ali né no no ele é comercializado ali muito presente nos cosméticos né então nós temos aqui então mais um exemplar né de um heteropolissacarídeo Linear que atua como tem função estrutural aqui né que é o peptídeo glicano né então o pepti glicano
ele é interessante né porque ã ele eu às vezes eu considero ele como como um glico conjugado mas alguns autores não então ele não é um glico conjugado né Ele é um heteropolissacarídeo linear né Então veja ele é uma unidade repetitiva né de vários dissacarídeos aqui né são vários dissacarídeos que estão conectados uns Com os outros né que é a glicosamina né e a manos Amina né São dois que estão conectados em forma de sacarídeos aqui e eles formam né estruturas lineares bem longas O que é interessante do peptídeo glicano é que essas estruturas são
estabilizadas por pequenos peptídeos óle peptídeos bem pequenos né que inclusive essa sequência aqui já é pré-estabelecida né então tem aqui peptídeos são curtos né mas estabilizam essa estrutura do peptídeo glicano ele Tá presente tanto em bactérias Gran ativas quanto bactérias também Gran positivas né e o mais interessante é que ele é alvo de diversos antibióticos Então os antibióticos eles agem aqui né hidrolisando nessas ligações aqui que estão entre esses esses esses monossacarídeos né esses dissacarídeos fazendo com que se rompa essas ligações o que que vai acontecer quando a célula a bactéria vai se dividir né
E ela não tem tem essa estrutura ela forma ela Promove a Lise né então a parede dela se rompe E aí a bactéria morre então é por isso que quando você toma antibiótico você não toma só um dois dias e aí acabou as bactérias né você tem que tomar durante alguns dias o antibiótico para ele ir ele fazendo com que as bactérias porque a bactéria não tem uma vida tão longa né mas aquelas que estão nascendo que vão crescendo elas vão morrendo e aquela bactéria que está ali produzindo as novas chega uma Hora que Acaba
a vida dela e ela morre né então você é assim que funciona o antibiótico certo então aqui a gente vai começar a falar aqui então das funções de reconhecimento celular sinalização e transporte que é a última Graças a Deus que eu acho que você deve est aí desesperado né meu amigo mas calma Isso é só o começo não não não não não não calma tô dizendo do começo dessa da matéria dessa nova prova né carboidrato acaba aqui lembrando que tem mais três Conteúdos né bom então aqui é o seguinte quem desempenha basicamente essa função de
reconhecimento celular sinalização e transporte são chamados glicoconjugados né eles são aqueles carboidratos né que estão Associados a outras estruturas como peptídeos né proteínas né e lipídios então aqui a gente tem nós temos aqui três três eh macromoléculas que são os exemplares deles né são as glicoproteínas os proteoglicanos e os glicoesfingolipídeos Não é difícil titio vai né falar aqui sobre eles aqui você vai entender facinho as glicoproteínas elas estão presas em uma estrutura proteica né um ídeo né através de conexões en glicosídicas né então nós temos aqui um en glicano né então aqui eu tenho um
um um um óo sacarídeo ligado para uma ligação en glicosídica a uma asparagina aqui né e eu tenho a o e uma ligação og glicosídica dos meus do meus eh óle sacarídeos ligados aqui ou a serina ou a Treonina né então aqui eu tenho outro óleo Eu tenho um óleo ramificado aqui tá vendo são pequenas unidades né os proteoglicanos é que aquele foi bem Gentil aqui mas isso parece aqui uma pena né eu tenho vários dessas aqui então a diferença do do proteoglicano pro glicano é que quem está conectado quem está fazendo as ligaç ações
aqui glicosídicas com o meu peptídeo são glicosaminoglicanos eu adoro esse nome glicosaminoglicanos olha aqui sulfato de Condroitina é um deles o heparan sufato lá heparina lembra né que a gente viu no slide anterior né eles estão conectados e são vários e parece uma pena então esses são os proteoglicanos é quando eu tenho glicosaminoglicanos que estão ligados com valentemente esse gigantesco né Essa proteína né mas esse gigantesco peptídeo que está ancorado ali na minha na minha eh membrana celular olha que interessante Como foi bem Generoso esse desenho Tá vendo a porção aminoterminal está voltada para o
ambiente extracelular enquanto a carboxiterminal está voltada para o citosol né Então olha que legal né então dos eh então esses daqui compõe né Eh as glicoproteínas ali né os as as os proteoglicanos que não deixa de ser também né né uma proteína associada lá né um a um a um a um sacarídeo né então só que aqui então há um há um perdão há Um heteropolissacarídeo linear né então Aqui nós temos os glicoesfingolipídeos que são os glicolipídeos né eles estão Associados a esses esfingolipídeos né ele recebeu esse nome de esfingolipídeos porque na época que ele
foi descoberto ele era tão misterioso né que o cara lembrou da Esfinge é isso é real isso é verdade mesmo então é por isso que é os esfingolipídeos né eles são muito Presentes lá no sistema nervoso né eles são muito importantes né eles esses essas essas moléculas aqui que estão presentees nessa estrutura aqui chamado de glicocálice né Elas promovem né o reconhecimento celular mas elas promovem também adesão celular elas auxiliam na adesão celular né E aqui uma bem mais é um né da minha membrana com microvilosidades aqui um negócio mais ampliado né então aqui o
nosso glic Cálice né então só que elas desempenham Então esse reconhecimento que é feito com outras células aqui também sinalização e transporte porque essas estruturas aqui elas podem estar presente também em membranas de lisossomos ali do complexo de golge né Essas estruturas são marcadas com essas moléculas e são enviadas para transporte né e elas são reconhecidas por outras estruturas que capam esse lisossomo para poder retirar o que está no seu interior Né então isso é um uma forma de sinalização para transporte né Elas auxiliam em várias outras coisas elas fazem com que moléculas por exemplo
fatores de crescimento que precisam encontrar receptores que estão na membrana elas auxiliam na atração trazendo eles eles para perto né então eles trazem esses esses fatores de crescimento para perto para apresentar pros receptores né eles também auxiliam em mecanismos de anticoagulação e Aqueles fatores xa né que é anticoagulante Ou aquele at de que é o antitrombina né eles se ligam neles e ele tem alteração conformacional para eles ficarem ativos aqui as glicoproteínas OS glicoesfingolipídeos [Música] né isso daqui também é muito importante na atividade imune rolamento de apede né então aquele seu monócito ele tá lá
no sangue rolando e ali De repente num vaso sanguíneo rolou uma Infecção aconteceu infecção aí tem um sinal químico que e começam a ser eh produzidas esses esses em excesso né esses glicos fing lipídeos que são reconhecidos por chamadas lectinas que são proteínas que estão lá no monócito lá que vão se grudando neles e fazem com que o monócito vá perdendo a velocidade no vaso sanguíneo Até que esse ele se liga a outra a outras eh glicoconjugados Isso se chama diapedese né então ele também estão Envolvidos com migração celular durante o desenvolvimento aquela célula vai
pro olho aquela célula vai pro braço aqu Então essas células vão se movimentando eles auxili nesse processo né então você veja que os glicoconjugados desempenham uma função bem variada dentro do nosso organismo mas que se resumem basicamente em reconhecimento celular sinalização e transporte então eu espero que vocês tenham gostado aí da aula então por isso é por hoje é só e aí na próxima aula a Gente vai estar falando sobre os lipídios tá bom galera valeu obrigado Y