Eu sou a Nara trabalho com a educação há 15 anos trabalhei como professora professora da Educação Básica toda passei por pelas etapas desde a creche até o ensino médio e ai desculpa meu gato tá aqui me atrapalhando e hoje tô na coordenação numa escola bilingue né de Educação de surdos e tô ul olhando nesse universo né da aprendizagem da aquisição da da segunda língua para eles né e a a dout Lacerda Fez a pesquisa lá na nossa unidade conheci a Isabela né e fui convidada a participar com vocês e tô aqui para conhecer essa discussão
né Fazer parte aí com vocês obrigada pela oportunidade bom seja bem-vinda obrigada sou Adriana sou parceira da Nara aqui no meu zabaco aqui nós somos em duas coordenadoras por conta da educação de jovens e adultos que a gente tem no período noturno então a Nara cuida do Período ela é coordenadora a referência do período da manhã e da tarde e eu a referência do período da tarde e da noite né Eh eu tô na área da Educação desde 2004 e na coordenação da desde 2000 12 eh na educação para surdos eu iniciei junto com a
nara no ano passado então tem sido um desafio a cada dia que passa né Eh o primeiro ano foi bem Bem bem revelador porque a gente não conhecia né Não conhe é essa essa modalidade E aí a gente vai vai descobrindo como é a modalidade mas também vai descobrindo o quanto é difícil né Eh quantos desafios tem né e e a nossa escola tem muitos desafios e infelizmente eh os maiores prejudicados são os estudantes porque eles têm Perdido ao dos anos né perdido por falta de estrutura não física né não de material mas perdido por
falta de estrutura eh humana mesmo né de de professores especializados eh de professores inclusive com com proficiência em Libras né a gente tem uma uma questão que antecede as dificuldades de aprendizagem aqui na escola que começam pela comunicação né então para para nós que a gente chega para conhecer a modalidade e e ver né Tantas coisas eh fora do lugar às vezes é bem cansativo é bem triste né E a escola ela é grande fisicamente Mas ela é pequena em quantidade de alunos a gente tem o educar mais que é a modalidade do integrar aqui
no município e a escola vai do primeiro até o 9º ano é a única escola do de São Bernardo que tem o fundamental dois que eh o que eles dizem é que foi uma uma reivindicação das famílias dos Estudantes surdos e aí o município Manteve é a única escola então a gente tem durante o dia do primeiro ao 9º ano a gente tem 40 não 36 alunos né Nara 36 e à noite na educação de jovens e adultos a gente tem 10 e eles estão entre o quinto E Oitavo termo que a gente chama aqui
mas na verdade é como se fosse do 5to a oav antigos do lado do ensino de de 8 anos que a terminologia da da Eja fica com referência na na terminologia anterior E e é isso né O que mais que mais me me preocupa né O que mais me angustia é isso é ver que os alunos perdem porque a gente não tem profissionais com com eh com o domínio da libras mesmo né e e de não ter os os profissionais especialistas para darem ministrarem as aulas de sexto ano especialistas n porque os professores aqui são
só pedagogos os professores que dão aula no fundamental dois eles são só pedagogos nées então aí aí tem que se virar nos 30 E a gente não tem um professor para cada disciplina a gente tem um professor que tá dando quatro matérias para uma turma e a gente sabe né a gente tem aprendido eu e a Nara o quanto a gente no começo achava não tinha essa dimensão e agora a gente tem né não é só te o domínio de libras mas também é estudar cada disciplina conhecer os sinais relativos àquele conteúdo né e e
os nossos professores infelizmente têm essa dificuldade e infelizmente também o Município não investiu né ã até onde a gente sabe há muitos anos o município não investe nesses professores que estão dando atendimento pros alunos com os alunos é isso aproveitei para desabafar tá bom justo estamos aqui para isso também eu acho que né como a gente tinha conversado já na devolutiva talvez aproveitar aqueles espaços do htpc que a gente tinha conversado seja uma boa oportunidade né Para aproveitar e fazer uma formação com os professores acho que o instrumento também possibilita algumas conversas que vão nessa
direção que vai ser bem bem legal se a gente conseguir eles estão super interessados Isabela em fazer parte né dessa discussão com vocês com o grupo estão ansiosos pela devolutiva né então acho que vai ser bem legal sim quando a professora não tem essa propriedade né a gente enquanto coordenadora pedagógica é Responsável por esses momentos de Formação mas a gente também não tem essa formação Uhum em em em educação para os surdos né Eh não é para vir para assumir a coordenação ou para ou assumir qualquer cargo dentro da escola não é exigido né então
eu e a Nara viemos pra escola a gente começou a estudar Libras começou a a se envolver agora Desde o ano passado então é um mundo de coisas um ano um ano não é Nada não mesmo então essa formação vai ajudar muito os professores mas a gente também né a gente também que bom Duda e a maril vocês querem se apresentar também acho que é legal pode começar Quem começa a mariles primeiro pode pode falar então vai tá bom eh Oi Nara Oi Adriana sejam bem-vindas meu nome eh amariles eu sou professora do centro de
Educação para surdos Rio Branco eh eu tenho mais de 30 anos como professora de surdos e sempre aprendendo e tô a disposição para o que vocês precisarem eu tenho eu quero aproveitar para dizer assim que e eu eu fiz concurso eu fui professora Doni Sulivan por muito tempo da Prefeitura e depois acabei me exonerando tinha dois cargos e acabei me exonerando porque fui convidada para trabalhar lá no centro de educação para surdos Rio Branco Mas enfim continuei estudando sobre educação e quanto mais eu estudava mais eu acreditava na educação pública e bateu um tremendo arrependimento
eu eu eu quero deixar aqui a minha admiração por quem tá na educação pública se eu puder ajudar esse apoio e E pensei Apesar de eu est com pé na aposentadoria Se algum dia eu puder tiver a oportunidade de voltar para educação pública para mim vai ser um um prazer porque hoje eh depois de Ter ficado é porque a a o o ces né que a gente chama o o a escola onde eu dou aula ela a gente trabalha com alunos de baixa renda é quase que uma um a gente atende o mesmo tipo de
público né com algumas exceções de alguns alunos pagantes mas assim a maioria é bolsista de 100% né proveniente de famílias de baixa renda e tudo então assim eh parece como escola pública né mas eh há 20 Quase 23 anos atrás eu fiz essa escolha Mas tem um carinho e uma admiração muito grande pela escola pública eh Parabéns para vocês que estão na escola pública e é aí é nesse chão que a que a transformação vai acontecer é o que eu acredito Boa noite bem-vinda Nara Adriana meu nome é Eduarda Duda tá pode me chamar de
Duda Sou professora bilíngue há 3 anos esse é meu terceiro ano no bilíngue eh eu sou professora desde 2015 Sou formada em educação Especial e desde a graduação eh tinha afinidade pela área da surdez E então estudei um pouquinho mais de libras fiz mais atividades voltadas para nessa na área de educação de surdos mas entrei atuando como professora de sala de recursos né sempre na na na em prefeitura né primeiro numa Prefeitura de um município pequeno né de de 40.000 habitantes e depois vim para aqui para São Carlos né o outro município é aqui pertinho
tá mas aí eu acabei vindo para Cá Passei no concurso daqui e atuo na rede Municipal daqui de São Carlos eh comecei também aqui trabalhando em sala de em sala de recursos não como professora de educação especial mas no modelo de ensino colaborativo então Eu dividi a sala com professoras eh e aí atendendo o público alo da Educação Especial no geral tá E aqui em São Carlos nós temos um programa inclusivo bilíngue que funciona em uma das escolas em duas escolas né uma escola de Educação infantil uma de fundamental um e dois e uma escola
que é um um EJA também tá só o EJA que ele fica deslocado que é em outra outra escola e essas duas da Educação Infantil e o fundamental eles ficam eles são são vizinhas eh é um projeto de desde do 2011 2013 se eu não 2011 se eu não me engano tá eh a gente tem uma demanda tem um público pequeno no entanto são todos centralizados nessa escola né que daí dá Um atendimento voltado para eles em libras e essa questão de a gente entende todas essas questões de tipo de a falta de profissionais né
São Carlos é uma rede grande no entanto a gente tem pouquíssimas pessoas interessadas para trabalhar né Eh aqui pra gente trabalhar no no programa bilíngue existe um processo interno que a prefeitura faz que a secretaria faz um chamamento interno então só os professores efetivos são convidados a participar desse Chamamento interno né Eh que é para atuar Nos programas de fortalecimento paraa inclusão que eles têm aqui e o bilingu faz parte de um deles e é sempre as mesmas pessoas as figuras carimbadas que prestam né então tem a professora tem duas professoras que estão lá duas
não três né que é a de Educação a de português como segunda língua e a do fundamental que Peg do fundamental um que pega o ciclo dois quarto e quinto ano eles estão desde o começo do Programa então assim aí saíram algumas pessoas tiveram algumas caras novas e tudo mais aí eu entrei quando uma professora que já tava lá fazia muito tempo resolveu deixar E aí eu entrei com bastante insegurança porque a minha libras ela não era eu não tava com eu não tinha tanta afluência assim né eu eu tive porque a gente perde Sem
contato a gente vai perdendo e aí entrei e fui pegando no tranco as pessoas me ajudando e a gente vai se se formando né a gente Vai pegando ali o dia a dia e vai vai se aperfeiçoando né e vai ficando um pouquinho mais fácil com a ajuda das pessoas coordenação tem pessoas que passam que já passaram pessoas que já estiveram por mais tempo junto com a gente mas assim eh com vontade que nem vocês estão de levar isso pra frente de contribuir com os alunos suos e tudo mais acho que tu tem tudo para
dar certo assim sabe eh Sou professora da sala tá mas assim Se vocês quiserem vir aqui conhecer a gente a gente tá de portas abert a gente abre as nossa sala para vocês tá a gente recebe visita de várias pessoas Então se vocês quiserem vir a gente convida vocês para virem na nossa sala ver como que funciona conversar um pouquinho com a gente tá eh somos poucas pessoas mas acho que para ver como que funciona para ver acho que para respirar um pouquinho de esperança eu acho que é interessante a Mariles faz um trabalho incrível
né pelo que o que eu escuto ela falar né acredito que seja uma professora incrível apesar de ser dentro de uma instituição que tem uma condição eh física e de suporte e tudo mais que a gente sabe que é muito mais do que a gente tem no ensino público né mariles mas enfim eu acho que que também é uma pessoa que tá bem pertinho de vocês um pouco mais perto do que eu por exemplo Mas que que também pode ajudar né a Gente até falou no grupo da semana passada no curso que assim ah um
dia a gente podia se encontrar né temos tantas temos tantas eh não é reclamação né É É um compartilhar um às vezes uma dor um um desconforto porque a gente sabe que é difícil é um campo a educação no geral é um campo muito difícil de de de trabalho né Eh e é educação bilíngues e mais difícil ainda educação para surdos né é educação para minoria da minoria né então a gente Sabe que é difícil e talvez se a gente sempre tiver próximo acho que a gente sem pode se ajudar né contar uma com as
outras é isso tá eu atuo com fundamental um primeiro segundo e terceiro ano tenho cinco alunos tá e tem sido um desafio enorme porque esse ano para mim tem sido bastante diferente entraram crianças diferentes para mim então assim criança que não sabe libras crianç que enfim que tá perdido no universo e você tentando Ali ensinar de tudo para eles e tentar caminhar mas a gente uma hora vai dando certo tá Não desistam Duda Deixa eu te perguntar você falou que fica com você fica é uma é uma classe multisseriada Ah mas do primeiro ao quinto
is Isso é multisseriada do primeiro a quinto o a educação infantil também é multi seriada tá a educação infantil é multi seriada então então tanto desde a fase tipo fase quatro fase 5 fase seis são todas juntas e tem Crianças também que seriam tipo criança de creche né eles também entram na dentro da mesma sala então por exemplo hoje nós temos criança de três e duas crianças de quatro na educação infantil dentro da sala multisseriada sou eu e a Júlia outra professora ela não tá aqui junto com a gente porque ela tem os filhos dela
é a dinâmica da vida dela é um pouquinho mais difícil para ela participar dos cursos assim com a gente e aí nós temos 10 alunos eu fico com o Ciclo um e ela com o ciclo dois e a gente fica na mesma sala não há Divisão a gente só fica disposto por exemplo o meu grupo voltado para mim e o grupo dela voltado para ela então os grupos ficam de costas e eu olhando para ela e ela olhando para mim né com duas lousas na sala a gente funciona dessa maneira então somos somos professores polivalentes
né fluentes em libras e nós damos as aulas né todas as aulas que que são da nossa da nossa ouada né Polivalente aí tem a professora de educação física a professora de arte que são duas professoras eh especialistas que entram na sala mas elas não sabem Libras o ideal é que haja um intérprete junto com essas professoras no momento mas a gente Às vezes tem dificuldades com intérprete contratação muitas demandas para eles e a gente acaba dando suporte paraa professora né que vem dar essas aulas a gente se resolve fundamental dois lá naquela escola os
Surdos vão paraas salas regulares né junto com os alunos ouvintes e aí tem a presença do interprete só só que aí existe dentro do programa é esse é é um programa é um polo inclusivo bilíngue né o que eu entendi de vocês pelo jeito é tipo assim como se fosse escola bilíngue ou não nosso sim escola bilíngue em São Bernardo tem duas escolas polos uma de infantil uma de fundamental um e a nossa escola bilíngue Que pega fundamental um e fundamental dois é a única escola porque o município só cuida de fundamental um né e
a nossa é a única escola que o município cuida por ser especial né Por ser belua só tem surdos na escola sur tá entendi por isso então os professores especialistas que vocês necessitariam de pessoas que você fossem fluentes também né O que é Um Desafio enorme né porque eles assim é desafio para eles planejarem em três quatro frentes e aprender todos os Sinais de matemática de ciências né de geog li história então eles eles apontam essa dificuldade né de de muitos planejamentos E além disso né do do das frentes das áreas eles têm a a
diversidade dentro da sala de aula que você deve ter também Duda cada um num nível diferente né a sala b cada um num nível nós temos surdos que são autistas temos já tivemos outros que tem são surdos com deficiência intelectual enfim é uma diversidade né eu tenho crianças Por exemplo alunos que entram com 8 anos né e não sabem nada de libras só tem ficam na oralização e a gente vai tentando a gente vai aproximando essa essa criança para libras porque até aí fica não mas se ela fala um pouco porque que ela não tá
na escola regular porque ela não tá aprendendo ali né então eles acabam as famílias fazem opção E aí a gente então vai ser em Libras né outro processo metodológico para ensinar mas dá certo gente dá certo com a gente Também acontece isso né ver criança no inclusive no sexto ano a gente recebeu que é bem oralizada mas é que a família percebe agora necessidade de aprender libras Então vem pra nossa escola para ter contato com libras né E os pequenos também às vezes 7 anos chega sem língua nenhuma nenhuma sim né então acho que é
bem parecido é muito parecido sim é muito parecido E aí eu fico convite novamente para vocês para vocês verem que assim Eh Hoje a gente vai ver o vídeo de uma criança que vocês vão falar assim nossa que que a gente faz com uma criança dessa depois eu vou dizer para vocês que deu deu certo tá bom tá eu acho que vai ser legal assim pra gente pensar juntos e depois eu a gente eu falar para vocês como que tá essa criança e a gente vai ver o vídeo dele em dois momentos também então é
legal pra gente ver que dá certo é um trabalho de formiguinha é muito é bem mais devagar do que o processo Educacional de qualquer outra criança né a gente sabe disso pela questão do atraso linguístico enfim por várias questões mas dá certo sim persistência e são aflições que eu percebo que tem em todas as escolas Nara e a gente voltou agora para fazer a segunda coleta de dados Eh aí em São Paulo e no Rio Branco a gente foi na Candida Dora e no Sesi Rio Branco e são as mesmas questões toda vez que a
gente encontra o professor encontra o Coordenador a gente ouve as mesmas coisas então eu acho que é geral assim e também por isso a importância da gente estar aqui né e sintam-se à vontade também para compartilhar com a gente essas coisas porque acho que também faz parte da formação a gente compartilhar as nossas Agonias o que tá acontecendo na escola porque é geral mesmo e a gente precisa pensar juntas em possibilidades né eu acompanho o trabalho da Dudo um pouquinho mais de perto aqui em São Carlos ela é uma professora sensacional também admiro muito o
trabalho dela e a mariles queria comentar que eu que eu vi ela presencialmente no Rio Branco né mariles E o pessoal ficou viu um pedacinho da sua aula o pessoal que tava comigo e ficaram admirados depois eles vieram comentar Me perguntaram quem era você ficaram impressionados então sinta-se elogiada E aí né Eu sou a is apresentar também vocês já me conhecem mas eu tô Caminhando agora para esse lado para essa área né da Educação de surdos Eu fiz meu TCC com a professora Cristina Lacerda trabalhando com o instrumento que ela apresentou um pouquinho para vocês
na devolutiva e fui me aproximando também Eu Sou formada em educação especial assim como a Duda aqui pelo fcar E aí eu fui ganhando interesse e parti pro mestrado já então eu não tenho experiência na e dando aula em sala de aula eu já fui direto pro mestrado Então Minha formação tá acontecendo agora não tenho tanta experiência quanto vocês e aí no meu mestrado eu propus fazer esse grupo aqui de de formação pra gente se aproximar um pouquinho daquele instrumento que a professora Cristina propôs e já apresentou para vocês eh para aprimorar ele né para
Ir melhorando porque o objetivo é que esse instrumento seja usado em sala de aula pelos professores e seja também usado para formação Então vamos ver o que que dá Para fazer né então a proposta do grupo Hoje é a gente como eu disse para vocês a gente já começou né essas reuniões e a gente vem assistindo algumas narrativas em Libras de alunos surdos e usando um instrumento uma parte daquele instrumento de expressão para avaliar vocês lembram do instrumento que a Cris apresentou era aquele que tinha 24 indicadores eh que avaliava a expressão dos alunos em
Libras como é que tava tinha parâmetros lingu Né E também estruturais da língua E aí no meu mestrado eu reduzi um pouquinho ele então de 24 ele foi para nove indicadores e a gente tá trabalhando com essa versão reduzida vocês estão conseguindo me ver que aqui tá travando um pouquinho para mim tá bom deve ser só aqui então e aí hoje a gente vai fazer avaliação de um aluno lá Lil aa já fez avaliação acho que a po verter hoje como as meninas estão participando pela primeira vez Vamos começar pela narrativa que eu tinha te
falado né de começar pelos adultos Mas vamos começar pelo Jonatas mesmo e aí depois eu mostro a dos adultos para para elas pegarem um pouquinho melhor como acontece a reunião tá bom eh eu acho que eu queria mostrar a história para vocês para vocês terem noção de de como ela é então assim a proposta da coleta de dados né como é que a gente chegou nesse vídeo da Criança que a gente vai assistir a gente vai até a escola e pede pro aluno ler uma história que é uma história que tem 30 páginas eh só
só com ilustrações não tem nenhuma fala nenhuma escrita então a gente pede pro aluno ver ele vê uma ou duas vezes quantas vezes ele se S seguro e depois ele narra essa história em Libras eh na frente de uma câmera e a gente faz a gravação E aí depois na na parte de análise dos dados a gente vai olhar para essa narrativa e Pontuar com o instrumento então aqui a gente tá fazendo mais ou menos isso a gente assiste a narrativa e depois pontua com o instrumento para ver o que deve ser melhorado o que
que ajuda o que que não ajuda nesse instrumento então para isso vocês precisam conhecer a história eu vou projetar ela e aí eu vou passando e vocês vão me falando se já pode passar ou não pra gente ter conhecimento do que se trata porque depois a gente vai assistir o a Narrativa em Libras do aluno deixa eu colocar aqui para vocês então na escola a gente dá esse livro de forma física pro aluno v e ele vai foliando lendo a história eh Sem intervenção eh dos adultos né dos profissionais ali da história a gente deixa
o aluno livre para eh ver a história precisar diminuir um pouquinho mais pera aí tá indo de devagar mas tá [Música] Indo tudo bem Vocês estão vendo sim sim isisa tá então eu vou passando eh para vocês entenderem do que se trata tá Então essa é a única escrita que tem no livro que é a primeira parte a primeira página e depois é uma sequência de imagens tudo bem Deu para acompanhar Então por só fico uma dúvida ele levou o sapinho de volta para casa não sabemos Ah que eu tinha visto Assim com a mãozinha
eu falei Nossa será que ele levou um sapinho e depois na última página a gente vê que tem um sapinho ali atrás do tronco né então não dá para saber se ele fugiu do menino se ele voltou a história deixa esse final ambíguo mesmo Boni eh Por que essa história né Eh não é por acaso Esse é um livro que vem sendo usado na educação de surdos da língua Britânica de sinais na língua francesa de sinais em várias outras Línguas de sinais além aqui do Brasil e a e na língua espanhola de sinais né lá
na Espanha então o instrumento que a professora Cristina Lacerda traduziu e trouxe pro Brasil lá da Espanha que foi criado lá eh ele foi feito baseado nesse livro A partir dos estudos que já tinham justamente por ser uma história que não tem texto escrito eh então não tem essa interferência ele se apresenta muito bom pros surdos porque ainda assim mesmo sendo uma história só com imagens ele Tem uma complexidade narrativa então por exemplo esse final que a Adriana citou eh ele apresenta uma complexidade mesmo sem ter o texto escrito E aí eh faz com que
dê para avaliar coisas da narrativa em Libras quando o aluno faz essa narrativa né então é um livro bem legal e que vem sendo usado em diversos estudos Então vamos ver agora a narrativa do aluno que a gente vai avaliar hoje deixa eu abrir aqui Então essa é uma narrativa que foi coletada em 2018 com esse aluno e essa foi a única escola que a gente conseguiu Por enquanto né fazer análise deais de uma narrativa então a gente fez a análise de 2018 e de 2023 então a gente já consegue fazer uma análise longitudinal e
a proposta aqui no grupo é que a gente reveja essa avaliação de 2018 e de 2023 pra gente ver se Qual foi a evolução do aluno se o instrumento consegue Eh dar indícios pra gente Dessa evolução então eu vou colocar e a gente pra gente ver m cansaram de tanto que ele correu Eu também Duda fala um pouquinho PR ah Quantos aninhos ele tem nesse em nesse ano aí em 2018 é em 2018 o Jonathan tinha 6 anos de idade Ele ainda tava na educação infantil foi o último ano da Educação Infantil dele hoje ele
tá com 12 anos ele tá no quinto ano né pela segunda vez no 5º ano na sala multisseriada eh Hoje ele corre menos tá quando ele vai contar uma história e spoiler spoiler ele corre menos hoje assim quando vai contar uma história mas continua do mesmo jeitinho assim sabe eh é um menino que é surdo tá não tem outra deficiência associada eh tem uma surdez leve de leve a moderado tá faz uso de Hoje faz uso de aparelho né amplificador de de de sol mas um pouco oralizado mas nessa época a gente vê que não
tem muita que essa questão de realização né Eh Ele entrou na educação infantil se eu não me engano com qu 5 anos então aí ele já tinha pelo menos um ano de educação infantil ele tinha com certeza tá eh Pode ser que um pouco mais mais pelo menos um ano ele já tinha de educação infantil é uma criança que usa libra Sozinho né os pais não são não não não se engajam na língua Desde quando ele é pequeno até hoje não há um engajamento da família em relação a Libras eh sempre quem depois que entrou
na educação na na educação bilingua e continua desde o começo tá então passou o período da pandemia também na com essa nessa escola enfim é acho que pra gente ter um pouco de notícias dele é isso um garoto surdo tá um garoto surdo com uma sza moderada uma família que não é usuária da de Libras tem alguns tem comportamentos que são e que são mais difíceis mas mas a eu ao no meu ponto de vista tudo com pano de fundo que é a questão da língua né é a questão da língua de não de ter
um acesso de ter uma uma língua eh tardiamente né então que faz com que você não desenvolva questões e se resolva né se constitua emocionalmente psicologicamente de uma maneira mais adequada né mais de uma maneira mais esperada também enfim mas é Isso isso assim dele não sei se vocês T mais algum tipo de curiosidade em relação a ele senão acho que a gente pode ir pro a gente pode ir para instrumento pra gente ir dando uma olhada e também comentar né mas acho que vai ser bem rápido também eh eu não falei pra Nara e
PR e pra Adriana mas eu faço parte do grupo de estudos que da Professora Cristina Lacerda eu tô na na pós-graduação né na nscar Eu Sou aluna de DR E então eu eu tô dentro do grupo que que discute a o instrumento que que faz as análises também tá eh o meu projeto de pesquisa é outro né e e agora no momento não vai não não faz o uso da da ferramenta mas como professora também sou convidada da Isa a vir aqui e de fato aqui com vocês é diferente somos todas professoras e a gente
tem um ponto de vista um pouco diferente do que quando a gente tá lá só no grupo de estudos e aí são várias outras pessoas Com outro tipo de Formação às vezes também que geram outro tipo de discussão mas está aqui com vocês com com os meus pares né as professoras também é bem interessante a gente constrói um um outro jeito de pensar e avaliar assim que eu acho bem legal eh não sei se vocês a vocês a maril já já já tá mais acostumada de est vendo com a gente a nar e Adriana deve
ter visto na devolutiva que a que a professora Cristina deu para vocês na escola então A Isa reduz o o instrumento para nove para nove indicadores tá então a gente eu vou ler o indicador E aí a gente já vou falar qual é a pontuação Então vou ler só a pontuação que eu dei pode ser assim E aí depois se a gente tiver dúvida a gente lê os outros também tá pelo menos o da frente que seja fala Isa não só comentar porque na devolutiva a professora acaba não mostrando o instrumento né apenas como ele
está eh organizado Então essa é mais ou menos a Carinha dele então como a Duda disse eu trabalho com uma versão reduzida eh mas então aqui eu trabalho com nove desses indicadores desses quadradinhos aqui eh no instrumento completo Ele tem 24 então tem mais coisas e como que eu cheguei nesses nove né a gente percebeu Quais que eram assim mais importantes que eh davam mais indícios sobre a educação básica do fundamental um e dois e pegamos os mais relevantes assim porque A gente viu que 24 indicadores é quase impossível para encaixar na avaliação no trabalho
docente por conta da carga horária de trabalho então a gente reduz ele um pouco então aqui ele apresenta a dimensão por exemplo aqui a estrutura textual no nível ele diz o que está avaliando então por exemplo a capacidade de compor uma história com coerência selecionar e organizar a informação E aí a gente vai ter diferentes dimensões e diferentes níveis e dentro de cada nível A gente pode ter um ou mais indicadores que é quase que um detalhamento desse nível de avaliação E aí para cada indicador a gente tem os descritores que é uma pontuação tanto
a quantitativa né tem a pontuação tem os números mas tem a qualidade dessa pontuação Então o que cada pontuação quer dizer então é mais ou menos assim que ele tá organizado se vocês tiverem dúvidas também fiquem à vontade para eh falar aqui com a gente pode começar Duda tá eh então aqui no Primeiro indicador que é enredo e episódios que diz sobre a clareza na introdução e no desenvolvimento da e conclusão da história eu pontuei o Jonathan com o zero por qu né aqui no zero vai falar expõe episódios desconectados e alguns deles confusos não
há um enredo ou este não faz cor correspondência com a história então a gente consegue ver com muita clareza que de fato o Jonathan não apresenta um um início meio e um fim da história ele Fica preso na questão do cachorro apenas né e o cachorro que enfiou o pote na cabeça e caiu ele fica preso nisso e no cachorro que corre para lá o cachorro que corre para cá eu entendo T um pouco que talvez ele seja o menino Toda vez que ele faz eu eu eu mas talvez ele seja o menino da história
né isso não fica muito claro eh e depois a gente vê aí que ele eu acho que todo mundo conseguiu entender que ele contou a história dos Três Porquinhos né sim Os Três Porquinhos ele foi Acho que ele foi bem sucedido assim ele construiu as três casas o lobo derrubou todo mundo entendeu né sobrou tudo depois ele contou do carro contou da chave do carro a mãe dele que ele vai pro dalil Gal não sei o qu e tudo mais né então então é muito claro para mim que é zero tá ele não não tem
um enredo da história tá então por exemplo ali no um seria a história apresenta episódios Claros mas Desconectados o que não é o caso né então acho que aqui não há dúvida então pontuei zero pro Jonathan eu acho que todo mundo concorda eh na informação proporcionada que é a quantidade e tipo de informação proporcionada eu também coloquei zero porque falta muita informação relevante com omissões de diversos episódios e ele traz várias repetições desnecessárias que é o cachorro caiu bravo o cachorro Corre cachorro corre para lá e corre para cá bravo o cachorro cai então assim
é é uma história de repetição de um de só uma parte que é a hora que é aquele elegio como sei lá aqu ele lembra né E aí então acho que é porque por exemplo no um faltaria alguma informação relevante né e não é o caso não é alguma são muitas né informações relevantes que faltam na na narrativa dele vocês concordam que é zero acho que quase tudo né vai ser é é Vocês vão ver que eu pontuei tudo com zero vocês vão ver que que eu pontuei tudo com zero Mas de fato é muito
claro pra gente que fica no zero Porque apesar da gente ver que ele tem ali um princípio de libras um princípio de contar uma história ele até coloca a história dos Três Porquinhos no meio pô se é para eu contar uma história eu vou contar a história que eu sei né também mas a gente consegue ver que por exemplo porque esse Esse instrumento é Pra gente ver com base na história que ele viu então se também a gente tá analisando a capacidade dele dele ler uma história e ter memória dessa história e língua para poder
contar e a gente sabe também que a língua e a memória elas estão muito juntas né então uma criança que vai ter dificuldade com com dificuldade de atrasos linguístico ela vai apresentar também questões em relação à memória também né a gente Pode vou só fazer uma observação que o que está em é é a diferença mais gritante assim entre os os os descritores E aí ele também vai dando mais exemplos embaixo Mas a principal diferença entre um descritor e outro é o que está em podemos ir pro então a estrutura aí aqui a gente entra
em outra dimensão né que a capacidade de estruturar a informação então a estrutura básica da sentença Declarativo interrogativo imperativo e componente não manual né então seria também as eh sobrancelhas o levantar o franzir ou fazer uma posição neutra a cabeça também uma elevação um avanço um movimento ou tensão e velocidade ele tem bastante isso mas bem também fora do do espaço desejado aí né também pontuei como zero porque por né assinal as estruturas das sentenças básicas sem produzir um componente manual de forma precisa Ele conta a história inteira D Risada né ele ele tá numa
expressão só que é contente a gente não tem ali muita clareza se tá sendo um declarativo interrogativo hiperativo enfim eh então por isso zero tá essa é outra dimensão também que é vocabulário então capacidade de expressão precisa e variada utilizando vocabulário comum e aí o indicador é vocabulário vocabulário comum e próprio da história também coloquei como zero porque se Observe uma predominância de Expressão gestual o Jonathan ainda é muito M gestual nessa nessa fase eu acho eh e da ação construídas sem vocabulário ou com imprecisões né então eu acho que de fato acho que fica
muito claro que falta muito o vocabulário para ele né até acho que é por isso que a gente presencia muita repetição e muita essa questão da da dos movimentos do corpo e tudo mais e eu eu compreendo como muito gestual tá porque por exemplo no um a gente ele seria uma criança que utiliza O vocabulário comum com pouca variação né ou com alguma imprecisão ou pouca fluidez que não é o casa eu acho não sei se vocês concordam comigo ou [Música] não como aqui zero também fala mariles eu concordo com você eu acho que na
verdade ele se afasta do da história do livro porque ele não não não tem vocabulário que dá conta ele vai pro Lugar de conforto dele que é Os Três Porquinhos Sim esse aqui eu sei um pouquinho mais né para contar é eu acho que é exatamente isso exatamente Então o próximo é outra né outra dimensão que é predicados verbais capacidade de referir-se a situações ações estados e processos E aí o indicador é construções com classificadores então verbos de localização e o movimento verbos predicativos e descritivo então aqui Também zero né ele se expressa gestualmente faz
uso limitado porque é limitado limitado ou impreciso de construções com classificadores ele faz o pote né mas porque a gente sabe que na história tem um pote que o cachorro cai com negócio enfiado na cabeça mas essa construção do pote dele a gente sabe porque ele faz uma coisa de olhar assim ele não faz aquela coisa de fazer que a gente vai ver em vários vídeos várias V várias narrativas que você faz o pó fala Que é de vidro e tudo mais então essa construção que a gente consegue ver que é própria da história que
poderia ser usada dessa questão do classificador ele não faz ele também faz um princípio do do né que fica uma coisa que não dá para entender Será que ele vai fazer Será que ele não vai né mas a gente vê que que ele é muito gestual e é muito imprecisa essa questão de classificadores dele então zero Eh nesse é gestualidade né outra dimensão capacidade de usar elementos não verbais e transmitir emoções eh o indicador é posição do corpo gestos e olhar direção do Olhar posição e orientação do corpo no espaço gestos manuais não linguísticos expressão
corporal e facial não linguístico e etc então também Zero tá produzem indicadores de desconforto nervosismo insegurança etc como um deslocamento Apesar assim ó eu já vou fazer uma pausa Aqui Apesar dele não não parecer Nervoso nem desconfortável al na situação ele tava curtindo ele tava brincando e ele tem essa questão ele faz um ele desloca muito né Toda hora de um lado para cá né então tipo ele desloca ele mostra salto Ele tem ele tem um balanço ele tem o olhar disperso ele não fixa o olhar dele na pessoa na pessoa não no interlocutor que
é a câmera né e fica uma pessoa atrás da câmera né gravando eles então zero e aí por exemplo até nesse sentido De tipo observam comportamentos que funcionam como muletas tiques arranhões eh Pode até ser que esse correr dele para lá e para cá possa ser uma forma também de dar uma extravasada né tipo ah eu não sei vou ficar aqui falando que o cachorro tá correndo para lá correndo para cá correndo para lá né ele se apoia também nisso pode ser a acho que pode também ser interpretado dessa maneira né esse brincar dele dentro
do da narrativa então Zero essa outra dimensão é o que que é Hi przód Isa articulação Hi przód eh então no na capacidade de eh capacidade de produção em função da expressão Clara do conteúdo e esse é indicador de entonação né contornos de movimento manual e não manual acento prosódico e nas pausas nas diferentes construções focos interrogativas e etc aqui também coloquei zero né aí por quê Porque a Entonação e as pausas são pouco ou Nada marcadas ele não tem isso né Eh Produzindo um discurso confuso é completamente confuso né enfim é lógico que completamente
aceitável também por ser uma criança né mas numa criança de 6 anos uma criança ou 20 de 6 anos ela sabe contar uma história pra gente mesmo que às vezes com várias repetições focando mais alguns algumas cenas mas ela consegue contar uma história pra gente né então enfim a gente consegue Ver que é bem aquém do que a gente poderia esperar a de uma criança de se anos para contar uma história então a ou a produção é monótona e não variada ou pouco natural então assim nenhuma questão de ser monótono não é é uma coisa
doida também assim pra gente né enfim então por isso zero produção de articuladores elementos prosódicos e paralinguísticos volume extensão do movimento e uso do espaço velocidade e Ritmo também coloquei zero né a extensão o movimento do uso do espaço não são adequados ao contexto muito curto ou muito longo no caso é muito muito longo né porque a gente sempre que a gente vai contar al eh o uso do espaço pra gente contar uma história em Libras ele não vai você não vai muito longe você não vai até o a a outra ponta e volta né
A não ser que você queira fazer isso de um modo muito proposital mas você conta a história usando determinada espaço que Tá aqui né tanto que a gente vê que até a câmera vai deslocar vai procurar ele tem a hora que ele abaixa que a gente que ela tipo não é abaixar da câmera pra gente ver né então e a gente também tem noção que isso não seria um espaço adequado né Por exemplo dele abaixar ele teria modos de dizer sem necessidade de abaixar né Por exemplo e correr mesmo ele poderia pôr essa intensidade fazendo
apenas um movimento com o corpo né de ir paraa frente ou para trás e não Necessariamente se deslocar né então esse uso do espaço muito longo eh a velocidade e o ritmo são muito rápidos ou muito lento eu acho até que ele é muito rápido né mas enfim ele faz algumas pausas né que ele pensa pô e agora acho que agora não vou contar a história does Porquinhos mas enfim então por isso zero tá e a articulação do dos parâmetros formadores do sinal então configuração de mão orientação da mão lugar de Articulação movimento e expressão
facial Eu também coloquei zero porque ainda existe muito imprecisão na produção dos valores dos parâmetros ou na forma da sistemá ou na ou ou ou e ou de forma sistemática ou simplifica substituindo por aqueles mais básicos né então por exemplo sei lá vamos não é não tá dentro da história mas por exemplo mesmo o carro a gente sabe que seria muito mais aqui ele faz um carro assim também né às vezes seria um exemplo pra Gente ver né o cachorro várias vezes é até bem preciso a questão do cachorro para ele né mas enfim a
configuração de mão que ele faz em alguns momentos por exemplo para cair que não seria tão próprio para que na verdadeo É classificador né mas que entraria lá em cima no outro quando ele faz que o cachorro faz assim ele que tipo ele andou e caiu né ele faz então o cachorro não anda de como como um humano Né então ele faz uso do classificador mas um classificador impreciso mas isso lá em cima né mas enfim aqui também acho que que ele é muito impreciso ainda na questão do do na articulação dos parâmetros formadores do
sinal e aí o que que a gente vai vendo né como como que a nária e a Adriana estão aqui pela primeira vez conforme essa narrativa se apresenta de uma maneira mais rica com mais elementos com maior fluência na língua e tudo mais Maior desenvoltura na língua e a gente vai ver que eles vão alcançando outras pontuações mais para frente né o máximo seria três e o mínimo é o zero né então uma criança de 6 anos com atraso linguístico enorme e que aí pontuou com no zero e assim como é que a gente usa
esse instrumento para uma criança né numa situação dessa O que que a gente vai fazer quando ele pontua tudo zero né Para que que serve pra gente assim sei Lá talvez pra gente conversasse um pouquinho sei que a Isa a maril levantou a mão pode falar maril então Em alguns momentos umas duas ou três vezes na na o Jonathan parece que faz o alfabeto digital ele não fica n a ó eu acho que é por causa ó eu acho Por causa do nome del como se fosse um Nando do nome dele ele faz várias vezes
eu É o Jonathan eu acho que ele faz m o a é que diferente das outras crianças que a gente assiste elas fazem elas elas se apresentam no vídeo né ele ainda faz uma coisa que eu acho que é bem interessante apesar de não de não ter tanta desenvoltura ele faz eh né ele fala que ele vai fazer uma história que ele vai contar o tema o título né a história ele faz isso no começo mas por exemplo ele não é uma criança que se apresenta Então ele não faz o nome dele e a gente
já viu não sei eu não lembro ISO mas acho que a gente já viu criança de 6 anos que faz que que se apresenta pelo menos que fala o seu próprio nome né criança de seis para sete ou com 7 anos ali no comecinho dos 7 anos ele não faz e depois ele vai apresentar essa datilologia também fiquei olhando várias vezes eu falei acho que é o nome dele porque ele faz o finalzinho na a n n a n n n a n que eu acho que é do finalin do Jonathan eu acho que talvez
seja ele confunda e faça n só n n né que ele fica fazendo na instrução né a gente pede pros alunos se apresentarem falarem o nome a idade e aí as crianças geralmente fazem no início que essa é a instrução pedir para fazer no início e depois contar a história e dá a impressão que ele tá ali querendo contar uma história né fingindo que tá contando uma história pra gente do jeitinho dele eh eu trouxe essa narrativa já sabendo que ia ser Tudo zero mas principalmente pra gente ver a evolução dele então é uma criança
pequena ainda mas que a gente tem outros exemplos de crianças com 6 7 anos que tem eh dá mais subsídios pra gente conseguir avaliar a narrativa a partir do instrumento que não pontuam só no zero então o Jonatas tem aí um atraso né ele tá completamente no zero com Esse instrumento então ainda é um exemplo eh que dá pra gente ver E aí depois a gente Vai ver a evolução dele em 2023 né ver o que mudou então eu trouxe ela para isso eh Tomara que todo mundo consiga estar no próximo encontro pra gente conseguir
ver o quanto ele evoluiu eh nesses anos todos né ele chega com um atraso mas por exemplo tem alunos que podia ter trazido uma uma um outro exemplo né de alunos pequenos que pontuam no um às vezes pontuam no dois em vocab ário ou em em Red episódios então ele acabou pontuando só no Zero tudo bem eu queria apresentar um um exemplo de narrativa três de um adulto tudo bem Duda tô tranquilo quer falar mais alguma coisa ótim não ótimo eu acho que assim eh eu até pensei a gente vai passar um pouquinho mais rápido
talvez paraa Nara e PR Adriana tenha ficado um pouco mas se a gente for lendo depois acho que assim acho que a tendência é que vocês voltem nos próximos né E aí a gente vai vendo como que vão entrando os outros Como que eles vão se encaixando em outras em outras pontuações e a gente vai entendendo a dinâmica de como que a gente usa o instrumento sim acho que é isso mesmo mas de comentários é isso Isa vocês vão conseguir Nara e Adriana no próximo a gente vai fazer na quarta-feira que é quando a gente
tá fazendo mesmo né essa semana teve um a gente mudou porque eu precisei ir para São Paulo mas então o próximo encontro vai ser no dia 24 a gente cons eu se fosse vocês não perderiam Adriana travou ver o Jonathan ver o Jonathan versão 2023 vocês vão ter que passar o Jonathan para mim por favor dia 24 Apesar que se a for a eu fico tentar combinar com ela eh dia 24 tem a gente foi convidado para ir na universidade do Grande ABC eles vão fazer um evento para os surdos pelo dia da Libras e
aí vai a a Nara vai à tarde com o fundamental dois e tem a noite com a eja mas eu vou combinar com a com a Isabel que é a vice-diretora ou com a Cristiane para uma delas acompanhar e eu poder ficar eu queria bastante né E vocês falaram dele ele tem se anos e toda a dificuldade a Nara pode falar até melhor do que eu porque a Nara acompanha o fund de um e tem uns Alunos novos né na área de primeiro ano que Vieram com libras assim muito B filhos de pais surdos né
então vieram bem e é uma graça gente uma graça a comunicação deles se anos muito bom e vejam se vocês vão poder na quarta eu posso eu tô B E aí tá e eu vou me organizar porque agora eu quero ver o Jonathan tá bom Qualquer coisa vocês me avisem e a gente pode ver se todo mundo pode na quinta por exemplo aí a gente transfere pra quinta Tá bom mas por Enquanto vamos deixar na quarta não eu consigo eu vou eu vou me virar aqui com a Isabel pode deixar tá bom então Eh vamos
ver uma um exemplo de narrativa de um adulto eh vocês não estavam no nos outros encontros mas surgiu algumas dúvidas sobre o que qual tipo de narrativa se encaixaria no nível três no indicador três eh a gente não tem tantos exemplos assim de crianças que se encaixam no três tem uma ou outra e aqui a gente não viu nenhuma E aí até A Talita não está aqui hoje ela é coordenadora do Candida Dora e ela ficou muito curiosa depois veio até me pedir pra gente ver o exemplo de uma narrativa no nível três eh de
um adulto nesse caso já que a gente não tem tantas tantos de de crianças Então vou mostrar para vocês e depois a gente pode discutir nos próximos encontros a gente tem ainda 15 minutinhos eh vou achá-lo aqui para apresentar Então essa narrativa é a mesma coisa foi Apresentada a história pro surd ela foi coletada pelo Google Meet porque era pandemia e depois ele narrou pra gente vocês estão vendo sim eu acho que a Lógico né a gente não espera que crianças façam uma narrativa desse tipo mas é um exemplo de onde é possível chegar eh
e o o instrumento no indicador três ele prevê muito a criatividade a Variação do vocabulário essas variações linguísticas esse refinamento Então esse é um exemplo às vezes é difícil da gente encontrar esses exemplos mas esse é um exemplo desse refinamento linguístico que esse adulto apresenta na forma de narrar então é pra gente pensar né Acho que no próximo encontro a gente pode retomar essa essa narrativa e retomar essas discussões que que vocês acharam acho que é bem legal né E também ele Contribui no indicador três também tem a questão da criatividade de fazer o interlocutor
ter atenção e eu acho que esse adulto é um exemplo muito bom disso a gente fica querendo saber mais da história mesmo que a gente a conheça ele Cativa a gente e a gente quer saber mais né então acho que é um bom exemplo pra gente pensar no próximo encontro também Tomara que as outras meninas consigam vir pra gente discutir um pouquinho mais tudo bem isso Deixa eu te perguntar uma coisa eh eu tava escrevendo ppp eu eh utilize o instrumento narval para colocar os indicadores que a gente iria ver na formação com os professores
e hoje você trouxe um instrumento reduzido você acha que na formação lá com Basseto com as professoras do Basseto vai ser com instrumento reduzido ou com com todos os indicadores quer dizer os indicadores são todos né e eh são os as dimensões são todas as dimensões são todas eu acho Que como a gente vai ter mais de uma reunião né A depois a gente pode ver melhor o cronograma mas eu acho que se a gente tiver mais de uma reunião é possível sim que a gente use eh todos os indicadores eh porque fica até mais
interessante pro professor né então a gente pode combinar depois com a professora Cristina que quando ela voltar fica melhor da gente conseguir planejar mas eu acho que a gente pode sim pensar em todos ah eu vou manter Então no no PPP todos os indicadores mesmo que a gente eh veja um instrumento reduzido com certeza ela vai mostrar o instrumento completo pros professores verem como ele como ele tá estruturado Então acho que pode manter sim tá bom Isabel obrigada bom então acho que podemos finalizar tudo bem Tudo ótimo aí no próximo encontro fica paraa quarta-feira dia
24 a gente vai ver a narrativa de 2023 do Jonatas e a minha proposta é que que a gente avalia aqui Juntas né então a Duda fez avaliação de 2018 e de 2023 a gente faz juntas e e também retoma eh as nossas considerações sobre a narrativa desse adulto tudo bem obrigada gente mais uma vez e até a próxima Obrigada meninas e se vocês quiserem vir conhecer o Neusa Baco par eu quero eu quero eu quero é que para mim quando convidado quando quando a Isa Por exemplo quando a Isa vai que vai o grupo
todo para coletar é Para mim é difícil ir junto né Eu trabalho todos os dias no parte da manhã então é muito difícil de ir com com eles né eu tinha intenção de ir mas para mim é um pouco difícil assim mas quem sabe ainda vai surgir uma oportunidade ah as formações erão à noite Duda então talvez você consiga pelo menos um dia né Sim a gente pode ler é e quando você tiver aqui para São Paulo entra em contato com a gente a gente combina Amarilis a sua escola Fica Onde fica em Cotia Ah
fica em Cotia é fica em Cotia eu não sei se você conhece o Colégio Rio Branco eu já eu colgio R Colégio bem tradicional particular o colégio Branco ele é mantido por uma fundação que é a Fundação de rotarianos de São Paulo e aí dentro do guarda-chuva da fundação tem o colégio tem o centro de educação para surdos tem a faculdade né Rio Branco Agora tem as duas unidades do colégio que é lá em Jó quer dizer aqui em São Paulo em Indianópolis e lá Em Cotia que é a unidade dois e a gente também
tem desde a educação infantil eu fiquei se anos na educação infantil a gente fez uma proposta de cultura da infância para com com as crianças surd assim trabalhando brincadeira de linguagem eh e a gente podia marcar trocar muita muita figurinha que olha eu tô na na estrada desde os idos de 1995 ai amaril eu quero então assim eu a a partir desse tempo eu estive na no no ensino fundamental mesmo mas já estive na educação infantil A gente desenvolveu projetos bem legais de brincar né de eh a essa coisa da a a criança surda quando
você fala de linguagem e memória a gente abordou essa questão na educação infantil pensando nas nesses textos de memória que todo mundo na infância teve textos de memória trovinhas Brincadeirinhas né joguinhos de linguagem eh parlendas né e e a gente começou a perceber se o quanto isso podia ajudar a criança surda né ter esses textos de memória de brincadeiras de eh eh Poderia ajudar poderia ajudá-los a desenvolver a gente acabou acabava usando esses textos na alfabetização deles né na no letramento a gente não fala alfabetização né a gente fala letramento no letramento das Crianças Então
assim a gente tem bastante figurinha para trocar a gente podia quando a gente começar na né nessa nesse nosso encontro quando a gente começar a falar de estratégias né de de para para fazer as crianças avançarem né nesse nesse na ferramenta dentro dos parâmetros da ferramenta aí nessa hora a gente vai sair do chão né Amarías vai todo mundo te convidar para tomar um café ai eu todo mundo vou aceitar todos todo mundo quer ser amiga da mariles pronto eu eu quer eu é que quero o direito a bolo lá perto do bacito tem uma
uma doceria né Dri que a gente aend uma uma casa de bolo uma casa de bolo pronto acho que a gente pode combinar lá tomar um café com com com conversa legal o o a escola esse neus abeto não é o neus abeto aqui de São Paulo é em São Bernardo Campo São Bernardo São Bernardo Ah tá eu não sabia que tinha um ne tem um na Moca é quando vocês falaram eu visualizei o da Moca não tá tá ele você tem uma unidade do Rio Branco aqui no r ho é é da mesma rede
de vocês aqui aonde que você falou aqui aqui em São Bernardo no bairro do rugi Ramos tem um Rio Branco não é É deve ser outro Rio Branco Ah então tá porque a gente tá no rugi perto desse Rio Branco Ah então não deve ser outro Rio Branco Tá mas a gente vai marcar fica o compromisso aqui colocar no cronograma Pronto pode pô is eu acho he Isa promove aí esse encontro encontro fora vamos promover esse encontro fora das Telas eu acho que é bem interessante quando eu tava fora da educação bilíngue eh eu conversei
ia no grupo de estudos da Professora Cristina Lacerda e eu reclamava eu tava lá desabafando sempre sobre questões de Educação e a professora Cristina falou para mim assim você precisa estar junto com outras professoras ela falava para mim toda vez Duda você precisa estar com outras professoras hoje eu atuo dentro de uma sala deido sala com outra professora e eu ganhei muito muito né Eh eu acho que eu melhorei a forma de trabalhar eu melhorei a forma de pensar eu melhorei em vários aspectos porque e e melhoro a cada dia porque eu tenho uma pessoa
que me ajuda todos os dias sabe Que tem mais experiência do que eu que que divide comigo ao mesmo mesmo tempo eu acho que eu tenho pontos de vistas que são diferentes que também a gente sempre vai contribuir uma com a outra e eu acho que a gente conversando com outras né estamos em lugares diferentes mas Compartilhamos uma de uma mesma realidade né Eu acho que é bem legal eu acho que daí sempre me vem isso que a professora Cristina falou a gente precisa estar junto com outras Professoras né e a gente precisa porque a
gente divide da mesma das mesmas angústias mas também às vezes das mesmas felicidades e das mesmas possibilidades de poder fazer as coisas né então acho que é legal a gente tá de certa forma juntas a eu quero complementar porque eu concordo em gênero no meral eu vamos nos fortalecer gente porque os professores Eles são muito calados principalmente na área da surdez Eh aí Aí tem o o nesse universo acadêmico aí vem o povo da fon audiologia e da linguística e da pqp querer dizer o que que que que a gente tem que fazer em sala
de aula sabe aí a gente em sala de aula fica super anguste porque as coisas não não sabe eh o o chão da sala de aula é um é um lugar assim muito específico a gente tem que estar junto por isso que eu acho que importante a primeira pergunta que eu fiz paraa Isa assim mas espera aí você Tá na universidade em que área ela na educação eu Ah então tá bom porque sabe eh a gente eh tem experiência a gente tem que trocar e a gente sabe o que a gente faz a gente não
entra na sala de aula eh eh à toa eh com a cabeça na lua não é a gente tem a gente planeja faz a gente tem experiência a gente né ação reflexão ação sempre nesse nesse movimento e E aí assim a gente tem que se fortalecer mas puxar um pouquinho quem Não é assim né amariles a gente tem né a gente tem quem quem quem entra na sala é é é porque quando eu vim para cá eu vi umas coisas que eu ficava muito chocada e assim não como assim não tô entendendo né surdo puro
Oi Como assim surdo puro tem ouvinte puro também eu nunca tinha ouvido isso né então é de onde vem esse conceito de Pureza né eu aí eu sei de onde Vem o ano passado é até veio falar mas eu sei de onde vem é um pensam é um pensamento muito é e e eu eu eu que não conhecia nada sobre a educação de surdos eu não entendi porque assim gente eu acho que assim o o a única questão do do aluno surdo com relação ao ouvinte é porque ele é surdo né então a gente elimina
a barreira da surdez melhora a comunicação e tá bom né Tem tem diferença no tempo do aprendizado na na forma no no né nos Recursos OK mas assim tudo puro não porque aqui o problema da gente de verdade desabafo Tá mas também se Se surgir por aí eu não vou poder negar que eu escutei mesmo e as pessoas T que assumir aquilo que elas falam então sabe qual o problema aqui é porque aqui tem uns anos que não tem mais é surdo puro tá entrando tudo que é surdo autista com deficiência intelectual aí eu fui
assim ô gente mas assim pera aí como é que é que mundo é esse é Nárnia abriu um armário eu entrei não percebi E aí a gente vai aí assim todos esses problemas é assim não eu não cons dar aula porque isso aqui é bilingua isso aqui tinha que ser a surdo puro agora tem tudo que é surdo eu falei gente mas não é possível mas existe tudo que é ouvinte é existe tudo que é humano não é e e e assim mas não era para est aqui era para est onde não não sei aqui
no neus Baco bilingua não podia que aqui é só Puro Tá bom mas a vida não é assim né são estudantes que tem o direito tem o direito de estar no Regular junto com o ouvinte tem o direito de estar aqui junto com os surdos e enfim né E aí aí você fala assim eu eu fico emocionada queria umas prosos todas assim igual você igual a Dudo porque tem algumas coisas assim que são são difíceis né de eu ter uma professora que chegar de chegar para mim esse ano e dizer assim não dá para você
Ir lá na secretaria e me mandar para qualquer escola só não quero surdo gente ela passou no concurso de da tá ela prestou Ah mas é que eu achei que eu ia ficar assim sozinha com o aluno eu falei que eu não ia assumir turma aí eu falei assim então mas mesmo se você tivesse ficando sozinha você você precisaria fazer alguma coisa pelo seu aluno Ah mas a ia ser mais fácil que era um só falei não gente mas é um só que é aluno Então essa visão a Olha como A coisa isso é de
é de Anes de 1990 essa abordagem quase que terapêutica dentro da escola isso é muito é muito é lá do tempo do oralismo né de achar que o a abordagem é é terapêutica Nossa então a gente precisa se é por causa esse o desespero sabe que me bate eu acho que que as talvez A mariles Deva conhecer acho que talvez não na instituição que ela tá hoje pessoas desse desse desse também com com perfis Parecidos mas trab atuou bastante na na educação pública a gente não