ei pessoal tudo bem eu sou analy Soares e hoje eu vim aqui conversar com vocês sobre o romance clássico Orgulho e Preconceito da escritora inglesa Jane Austin que foi publicada pela Editora Nova Fronteira Então bora comigo pro vídeo de hoje bem pessoal então vamos lá conversar sobre Orgulho e Preconceito este Grande clássico da literatura Mundial maravilhoso gente eu começo essa resenha aqui declarando o meu amor por Jane Austen Eu já falei para vocês na minha resenha de razão e sensibilidade ou razão e sentimento que eu publiquei recentemente aqui no canal que eu estava encantada com
a escrita dela né nessa minha primeira não primeira exatamente Mas neste meu encontro com Jane auste assim que eu tô chamando e agora eu estou assim já toda entregue a esta grande autora eu estou realmente apaixonada por sua obra eu fiquei assim olha ai gente eu não sei nem explicar eu fiquei não transe assim nessa leitura foi maravilhosa Inclusive eu gravei um diário de leitura deste livrão aqui gente que coisa mais linda eu espero que vocês confiram também esse vídeo se vocês ainda não viram né saiu aí no canal não faz muito tempo então deem
uma olhada para vocês verem como foi a minha experiência né o dia a dia de leitura e nele eu trago né algumas reflexões algumas questões que já ali durante a leitura pipocaram na minha cabeça e eu compartilhei no momento ali bem quente né então hoje nós teremos a resenha eu espero assim poder trazer aqui mais do que informações de enredo né coisas que talvez você já conheça porque é um livro falado no mundo todo que é difícil a gente dar um saber um pouco pelo menos sobre a história né que a Jane Austen escreve aqui
acima disso eu espero que vocês sintam junto comigo as minhas reflexões os meus sentimentos em torno deste livro aqui então vamos falar um pouco sobre primeiramente né o contexto e autora né Principalmente aí começando a falar um pouco de Jane Austen se você não conhece enfim a Jane Austen é um grande nome da nossa literatura Mundial ela é considerada por muitos críticos Inclusive a autora mais importante da Inglaterra Né desde Shakespeare ela viveu ali entre os séculos 18:19 ela nasceu em 1775 em 16 de dezembro de 1775 em hampshire na Inglaterra e depois em 1801
eles se mudaram para cidade de Bass mas depois de se mudar para cidade com a família quatro anos depois o pai dela morreu e aí a família dela entrou numa dificuldade financeira eles tiveram muitos problemas em relação a isso essa vivência da Jane auste está muito colocada na sua obra críticas que ela faz aqui que vocês vão entender eu vejo que também tem um pouco é dessa vivência dessa percepção dela mais do que isso eu acho que é o olhar apurado da Jane auste incrível assim ela estava realmente é muito antenada na sua realidade e
na sua sociedade muito crítica né ela foi extremamente crítica pelo menos naquilo que eu vejo sobre Jane auste naquilo que eu já li é uma escritora aqui é conseguiu retratar sua sociedade e colocar dentro da Sua percepção as críticas em torno desta classe principalmente né que ela aborda que por exemplo aristocrática burguesa Rural desse início do século 19 então assim esse é o contexto a Jane Austen começou a publicar seus livros com mais velha já ela tinha uns 30 anos e ela começou a publicá-los anonimamente gente assim a gente fala muito sobre isso né como
as mulheres tinham Nenhum espaço né na sociedade sendo escritora muitas publica com nomes masculinos ou anonimamente mas ela foi publicando seus romances com o apoio da família né mas ela foi realmente fazer um sucesso e se tornar popular como ela hoje depois que ela morreu ali por volta de 1869 assim que o nome dela começou realmente a circular se tornar esse fenômeno que ela é hoje né assim este livro que preconceito ele é best-seller assim até hoje lá na Inglaterra mais de 50 mil exemplares que vende por ano só lá então vocês vejam que é
assim um livro que ele é clássico realmente como todas as características eu lembro muito do Italo Calvino né falando sobre clássicos principalmente por isso porque um livro que embora seja do século 19 que né está tão distante de nós ele conversa conosco ele diz muito sobre nós Então essa é mais ou menos o contexto só para finalizar a Jane auste morreu em 1817 com apenas 41 anos pena porque certamente ela ainda tinha muito a dizer mas vamos celebrar né a sua vida e a sua obra com as nossas leituras né bom então vamos falar um
pouco sobre Orgulho e Preconceito né Orgulho e Preconceito gente foi um livro publicado em 1813 extremamente crítico um livro que vai trazer aí Essa sociedade burguesa né do século 19 ali aristocracia rural da Inglaterra como eu já falei aqui nesse vídeo com o retrato de famílias aqui diferentes famílias mais protagonizado por a família bennet que é a família da Elizabeth que é a personagem principal nós temos o Mister benet a misses benet que é a mãe pai dela né só para falar um pouco ele é um homem assim preso na sua própria vivência nas suas
leituras ele é muito crítico em relação às filhas dele e a Elizabeth ou Lise Como eles chamam né Ela ali dentro da família é a sua filha favorita Porque ele acha que a Elizabeth ela é uma mulher inteligente ela diferencia das irmãs ela é muito crítica e inclusive é muito interessante essa relação que a Jane auste coloca entre pai e filha em contraste com a relação da mãe dela com a Elizabeth porque a mãe a misses Bernard é extremamente preocupada com o casamento das filhas né e isso é uma relação que é eu acho que
para que ele contexto é super normal entre aspas né esperado mesmo essa ansiedade em relação ao casamento porque as mulheres naquele momento não tinham direito a nada né Elas não eram sujeitos ativos socialmente consideradas assim cidadãs né como nós somos hoje então o casamento era um meio de vida praticamente era um objetivo né principal da vida de uma mulher era se casar bem né ter ali construir a sua família cuidar da casa e manter essa primeira estrutura né social que é a familiar então a mãe dela é muito ansiosa é esse casamento dá cinco filhas
e ela acha que Elizabeth é uma fracassada nesse sentido né ela não vê futuro para essa filha porque a Elizabeth é uma Rebelde ela é assim totalmente diferente das mulheres ali do seu contexto inclusive gente é essa questão esse jeito essa personalidade dela é tão contrastante aquela esperada de uma dama ali da sua sociedade que muitos né críticos muitas pessoas colocam ela como uma personagem próprio feminista porque é claro que naquele momento que Daniel escreve ainda não havia um movimento organizado um movimento feminista né apesar de não ser uma feminista né Jane aush nem a
Elizabeth por cerrar na crônica né esse tipo de consideração Mas ela é considerada hoje uma prata feminista exatamente por ser uma mulher que critica a sua sociedade ela se recusa a aceitar esse tipo de dinâmica da mulher se apenas uma moeda de troca vamos dizer assim né o casamento ele é esse acordo comercial mesmo dentro dessa sociedade e a mulher tenha sem valor de troca assim ou seja se ela tem um Dote se ela vende uma família rica ela tem um bom casamento um casamento mais fácil Se ela é de uma família um pouco mais
humilde né com menos dinheiro aí dificulta e fica esse desespero completo que a Miss bened tem em relação as suas filhas porque eles são uma família que tem alguma coisa né eles têm uma propriedade ali uma casa e tudo mais mas não são super ricos assim como serão aqui outras personagens apresentadas né então são cinco filhas Elizabeth ela é a segunda das filhas a mais velha é a Jenny a preferida dele Elizabeth com quem ela se dá melhor elas são muito diferentes em algumas coisas mas se assemelham em outras e esse amor essa aproximação essa
amizade das duas se dá em todo o romance elas contam uma muito com a outra para se defenderem muitas vezes desse jeito da mãe delas da maneira inescrupulosa que a mãe se comporta e principalmente as outras duas irmãs mais novas né que são assim meninas muito novas que foram apresentadas a sociedade né ali antes dos 15 anos e que tem um Elas têm essa esse desespero assim né Elas têm Essa ilusão vou falar assim em relação aos homens em relação em relação aos bailes elas são muito preocupadas em estarem ali dentro desse ambiente de festa
sendo apresentada aos homens aos militares né animadas com essa presença de vários homens quem sabe é para ter um casamento também a família da Elizabeth assim socialmente ali aos olhos principalmente daqueles mais abonados tem assim uma dinâmica um pouco não ideal né Vamos falar a mãe fala muito as filhas mais novas muito atiradas né Vamos falar assim entre aspas e não se comportam da maneira de vida nos ambientes sei lá e o pai dela também é um homem que de certa maneira que não é tão rigoroso com a educação das meninas ele não exige coisas
como outros homens né outros patriarcas fazem então a educação delas se diferencia de certa maneira daquelas de damas da sociedade em dado momento elas estão em casa e tem a notícia né de que está chegando na cidade um homem solteiro rico e que é óbvio que está procurando por uma mulher para se casar né Inclusive a primeira frase do romance é uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro possuidor de uma Boa Fortuna deve estar necessitado de esposa vejam que a gente já começa com uma bela crítica uma ironia né para falar sobre sociedade hipócrita
Essa sociedade tão mesquinha que ela retrata né porque o casamento como essa essa esse grande ideal esse grande acordo né para manutenção da sociedade patriarcal né injusta que é visto aqui nesse romance então elas ficam sabendo que o Mr Bean tá chegando e que ele tá com um amigo e tá bom se encontra no baile e o Mr Bean já no começo ele se Encanta pela Jane que é a irmã mais velha da família que é linda e a Jenny ela é de certa maneira como eu falei ela tem algumas diferenças né em relação a
Elizabeth ela é muito generosa é a janela ela não vê muita maldade nas pessoas ela sempre tenta ver o lado bom da pessoa da situação então Elizabeth haver muito dessa maneira né como uma menina muito doce né e assim uma pessoa de certa maneira muito justa E aí Elizabeth não ela já ela já se coloca e também é vista né pelos pais eu acho que de maneira geral como uma mulher mais orgulhosa mas vaidosa por esse jeito dela de se impor ela tem muita opinião Então ela vista como teimosa pela mãe enfim é várias coisas
então ela se diferencia um pouco da Jennifer por causa disso bom E aí ele chega ele se encanta com a gente a Jenny também a princípio né a Elizabeth ela vê o Mister Darci né que é esse nosso outro protagonista aqui ela vê ele como um homem presunçoso muito orgulhoso vaidoso demais arrogante ali naquele primeiro baile ela ouve ele falando sobre aparência dela que é assim ele fala que é tolerável algo do tipo já de cara ali o repudia né ele ela tem um desapreço por este homem nesse primeiro momento mas que né a gente
vai sendo desconstruído pouco a pouco né nessa Trama que cheia cheia de desdobramentos então assim por causa dessa diferença social entre o Mister dar-se Elizabeth troobinley e a Jane eles têm muitas dificuldades em estarem juntos em poderem admitir também seus sentimentos é difícil é que eles aceitem que estejam apaixonados e que queiram se casar com uma pessoa de uma classe diferente de uma condição financeira ali de estrutura diferente né pelo preconceito social que é uma questão aqui extremamente abordada no livro né Jane aush coloca Então como que esse preconceito entre entre as classes esse preconceito
contra as famílias mais pobres ele acaba dificultando relações ou até impedindo as relações a sociedade com valores que Jane Austen questiona todo tempo e que ela coloca né através da vivência da Elizabeth e das outras personagens como uma sociedade extremamente hipócrita mesquinha orgulhosa e injusta a princípio tem essa esse embate entre as duas realidades né do Mister Darci que tem uma grande mansão farlacete em Temple e que é aquela coisa estrondosa nossa maravilhosa e ele tem 10 mil libras de Renda por ano e é uma bela de uma fortuna carruagens e muito poder né portanto
Elizabeth já não ali né ela tem uma bela dificuldade a família dela tem uma situação muito diferente né tem uma outra crítica que é importante que eu até Adiantei um pouco falando da própria Jane Austen além do morgadinho que é basicamente gente essa linhagem essa hierarquia patriarcal e que portanto impede as mulheres de serem herdeiras Então como esse aqui em Orgulho e Preconceito nenhuma das cinco filhas nem a esposa do Mr bennet podem herdar a casa propriedade as terras é vem um primo da que cai lá de não sei da onde que é o herdeiro
dele né que é o Mister Collins e o Mr Collins é uma personagem interessante aqui uma das personagens secundárias do romance e que como eu falei um pouco né na resenha de razões e sentimento a Aline eu achei ela trabalha muito com caricaturas assim né sociais então meio que transforma uma personagem em uma espécie de caricatura de alegoria ali para fazer essa esse retrato da sociedade para fazer suas críticas Mr Collins é o típico puxa saco muito puxa saco né da sua da sua senhoria que é uma mulher muito rica dona de propriedades e propriedades
e tudo mais e ele é parente dá Elizabeth né um primo importante que em algum momento também chega para visitá-los porque ele está em busca de uma esposa né Ai que surpresa então ele acaba pedindo a mão da Elizabeth que recusa uma ação uma atitude dela que é extremamente diferente aquela esperada ela não vê o casamento Como essa grande saída dessa grande esse grande salva-vidas da vida ela recusa o casamento com esse primo e portanto ela recusa receber essa herança do pai de certa maneira né a indiretamente ser a herdeira por meio de um casamento
com esse primo que é ridículo Ah ele é ridículo ele fica só falando dessa Senhorinha dele e fica falando sobre a beleza dela a inteligência dela de como que é a propriedade dela é maravilhosa de como ela é rica e fica tudo falando o preço das coisas sabe então ele é muito ridículo a mãe se rebela e a mãe faz um escândalo né porque pode ser a única oportunidade de vida dela e inclusive quando uma das filhas faz algo tem uma atitude que não é muito bem Aceita socialmente ela não só atrapalhar assim como atrapalha
as irmãs então a mãe também tem essa preocupação que acaba acontecendo com a kit que é uma das filhas aqui que cai né no conto ali de um de um dos militares né que Inclusive tem uma relação ali com Mister Darci é uma relação de inimizade por causa do passado foge com ele é um escândalo social isso nossa quase que acaba com a família sabe né eu não vou ficar entrando tantos em detalhes assim que embora seja um clássico muito conhecido eu acho que vocês devem saber mas né para você que ainda não lê para
você ter um gostinho também então aqui eu quero falar sobre mais uma questão que eu até falei no Diário um pouco que foi algo que eu pensei muito duas coisas que eu pensei muito durante a leitura Porque como é um clássico como se passa numa época diferente a nossa como foi escrito na época diferente e tal certa né essa curiosidade a gente vê algumas questões que para a gente até são um pouco estranhas ou diferentes mesmo né do que nós vivemos hoje uma coisa que eu achei muito interessante de pensar e Enfim sei lá entender
nessa leitura é a relação das pessoas com tempo eu acho muito maluco assim pensar e ver como aqui na história por exemplo o tempo ele é muito mais arrastado parece ele é muito diferente por causa até das ocupações e do que tem de informação do que tem de estímulo para essas pessoas que é muito diferente do que a gente vive né então por exemplo eles fazem visitas eles têm né os bailes eles têm essas tarefas e tudo mais mas é tudo muito mais tranquilo né um outro tempo então uma coisa que eu falei no Diário
é que assim gente aí Elizabeth ela vai visitar amiga dela Charlotte e ela fica lá tipo dois meses entendeu assim ah vou lá vou ficar sei lá tantas semanas na casa da pessoa e eu acho que eu fico assim gente que coisa louca Imagina você né E visitar uma amiga e ficar todo esse tempo é claro que é por causa das dificuldades de transporte de comunicação ela era uma mulher solteira ou não tinha né as suas demandas ali da casa como uma mulher casada de ter que cuidar e governar uma casa elas não podiam trabalhar
fora essas mulheres dessa classe é claro que ele tinham criadas né as empregadas e tal mas ela não não tem um trabalho fora não tem uma ocupação por tudo isso né mas eu acho que também é um retrato da diferença da relação do tempo e as pessoas né que eu acho bem interessante de notar uma outra coisa que eu pensei muito é ai o poder da palavra dita o quanto que existe uma uma mudança o tanto que existe assim um poder da palavra que uma pessoa impõe ali sobre algum assunto então tanto a falar do
quanto a escrita né em cartas como ele se comunicam eu fiquei pensando sobre isso sim tem um momento chave da história né entre Elizabeth e o Darci que é quando ele revela para Elizabeth alguns motivos por ele ser como ele é né ou por ele ter agido em um momento ali ou outro como ele agiu e Ele conta a história Ele conta fatos ali da vida dele e que envolve por exemplo wikham ou a irmã dela ou sei lá não interessa o que eu quero dizer é a partir do momento que a pessoa fala ela
tem uma credibilidade muito alta e eu fiquei assim sabe pensa Nossa será que a nossa relação com a palavra de uma outra pessoa Será que como que a gente tá enxergando esse poder da palavra principalmente da falada que muitas pessoas não dão uma importância necessária né aquilo que por exemplo escreve numa num comentário ou fala ou manda para alguém eu acho que a gente vive num momento é que tem muita desconfiança e cada vez mais eu acho que as pessoas não não assumem o poder da palavra não sei se eu tô me fazendo entender gente
mas eu tô tentando é uma banalização da palavra né que eu vejo assim acontecer entre a gente não sei se é pelo excesso eu não sei se é pelos meios eu não sei se é realmente pela estrutura da sociedade por algumas quebras né de hierarquia de poder mas aqui eu vejo que eles têm uma outra relação com isso né A partir do momento que ele escreve aquilo para ela ela leva a sério é claro que existe desconfiança não tô falando que não existia né não é nada disso mas tem um sabe uma importância tem um
peso aquilo né que que é dito que é escrito que eu não sei se é exatamente como a gente vive hoje então é uma reflexão que eu fiz que eu queria dividir com vocês que não só aqui em orgulho preconceito mas também razão sentimento me mexeu comigo mas aqui muito essa troca de cartas Essa maneira de se informarem é realmente algo que a palavra ali ela é muito importante sabe achei muito interessante pensar nisso eu acho que a Jane Austen Ela traz aqui em orgulho preconceito A reflexão né sobre a virtude o que que é
né ser uma pessoa virtuosa e quais são né o sentimentos Quais são as atitudes das pessoas que podem ser consideradas bem aceitas ou mal aceitas e até que ponto isso quer dizer alguma coisa né também que o orgulho e entra como uma característica muitas vezes vista como negativa mas que ao mesmo tempo em certa medida é algo que pode ser considerado uma virtude ou não as dualidades ali né Principalmente eu acho que eu já até falei muito que essa primeira dualidade do amor e do dinheiro da riqueza né colocados ali muitas vezes em extremos né
outras dualidades vistas aqui no romance que é esperado da mulher que é esperado do homem como que essas personagens são retratadas por Jane auste acho que forma né uma um olhar sobre toda essa realidade dela e questione que reflete não necessariamente que chega a uma conclusão do que é realmente né Virtuoso e porque né naquele momento uma curiosidade que eu não sei se vocês sabem mas o Orgulho e Preconceito a princípio seria chamado de firsting pressions ou primeiras impressões mas depois o título foi mudado para o orgulho preconceito que eu acho que muito bom porque
realmente são dois sentimentos ali que são realmente muito importantes para todo desenrolar nesse enredo mas primeiras impressões também diz muito não pouco que ela trata aqui porque muitas é muito sobre o preconceito né a gente vê aquela primeira pessoa a gente tira as nossas impressões e conclusões e muitas vezes isso nos impede de conhecer o que quem é realmente aquela pessoa e até de né se apaixonar por ela e tudo mais né enfim gente é mais ou menos isso eu não sei se consegui tratar de tudo que eu queria e de tudo que é importante
é claro que isso aqui não encerra nem um pouco as minhas impressões e discussões e tudo aquilo que a gente poderia falar sobre este Grande clássico mas eu acho que aqui eu pontuei questões aí que são que foram importantes para mim e que Mexeram muito comigo e agora eu quero saber se você já leu esse livro me conte ali nos comentários O que que você achou Quais são as suas personagens favoritas e eu iria falar mas acabei esquecendo mas gente eu reassisti a adaptação ao cinema de 2005 do John Wright e estou apaixonada então se
você quiser tem na Netflix assistam é um livro lindo é claro que ele assim enxuga muito das tramas ele simplifica muito mas eu acho que é uma bela adaptação belíssima adaptação pega mesmo assim o atmosfera da coisa a dinâmica entre as duas personagens é muito bem feita muito bem atuada aí é lindo e tem uma trilha sonora perfeita e nossa senhora tem uma cena final ali que é clássica e maravilhosa aquela caminhada do Mr Darci até Elizabeth Oi gente é apaixonante enfim é isso eu espero muito que vocês tenham gostado da resenha sentido um pouco
assim né do SIM do meu apreço por esse livro é com certeza um livro que eu vou reler na vida absolutamente entrou prediletos da vida e eu espero que se você tenha gostado desse deste vídeo se esse vídeo trouxe né alguma informação ou sensação diferente para você que você deixe seu joinha né que é importante para o canal E compartilhe esse vídeo com amigos eu vejo vocês no próximo vídeo Um beijo grande e até [Música]