[Música] Muitas coisas são importantes que vocês falam no programa. Principalmente, eu quero que você mande um beijo pra Fama. E lá eu sou a Maria de Itapira.
Vamos fazer o seguinte: eu vou dar um beijo pessoalmente agora, porque a PM já está entre nós. Não tem aquela fome? Hoje não tem.
Não, só vamos ser ditas. Tudo bem, pela boa noite. Beijo pra ela, pra Maria.
Nem viu! Só que legal! Galinho muito grande, que esse povo grego!
Mas fico feliz. Boa noite a todos vocês aqui. Eu fui pra lá, pra Aparecida, como a gente tem audiência em Guaratinguetá.
Pra entender da Aparecida, você já viu várias vezes. Tinha boas as perguntas. Então olhem, a Magna de Santos já mandou pra gente uma pergunta.
Ela diz assim: "Boa noite! Olha pra ela. Desde que fui demitida, eu sinto um vazio imenso na minha vida.
Fui perdendo a vontade de sair, de me arrumar. Algumas pessoas dizem que eu posso estar já com depressão, mas eu não sei ao certo se estou. Como eu posso diferenciar a depressão da tristeza?
" Nossa! Pergunta muito boa! Pode ajudar a beneficiar muitas pessoas que estão assistindo.
Seguinte, gente: a tristeza é um sentimento primitivo, natural, humano, que ele vem. Acontece assim como a alegria, né? A gente fica triste porque o time perdeu, a gente fica triste porque foi demitido, a gente fica triste porque o namorado terminou com a gente.
Nós não queríamos. E essa tristeza, ela vem, e, aos poucos, conforme o tempo vai passando, conforme nós vamos elaborando essa tristeza, ela vai diminuindo, até ela sumir e nos tornar ainda mais fortes. A depressão é justamente esse sentimento da tristeza que não passa.
É o sentimento que fica. É a tristeza crônica, são as baixas que permanecem e se intensificam. A depressão começa sinuosa, ela começa discreta.
Ninguém acorda já com aquela depressão que você imagina, que a pessoa fica trancada lá no quarto, é cheia de dons, chorando no escuro. Não, a depressão começa aos pouquinhos. Por isso que a gente tem que perceber: essa tristeza não passar, e procurar um especialista, um profissional que vai fazer o diagnóstico direitinho pra você tratar, junto com a medicação adequada e a psicoterapia, que é o tratamento comportamental.
Olha, o Saía das Lacunas, Tiba, no Paraná, está perguntando. Primeiro, está parabenizando o programa, que é uma coisa carinhosa com a gente por lá. Eu quero parabenizar o programa que ilumina a minha semana e a minha vida.
É lindo! Já resgatamos a carioca. A gente hoje é o nó.
Ele fala assim: "Eu fui casado duas vezes e, agora que estou sozinho novamente, estou repensando a minha vida. Até que ponto nós devemos ser fiéis no relacionamento, porque sempre fui fiel e, literalmente, só tomei na cabeça. " Olha, primeiro, eu acho que não tem que ser fiel a ninguém que não seja você.
A fidelidade, eu entendo, é o seu compromisso consigo mesmo, é aquilo que você se propõe. É quando você pensa: "Bom, que eu quero construir uma família? Qual é o objetivo que eu tenho ali?
Que tipo de relacionamento que eu quero ter? Como eu lido com a minha própria consciência? Como eu quero travar o meu contrato relacional, no sentido da cumplicidade, do diálogo, da entrega?
" Então, meu querido, não seja fiel a ninguém sem antes ser consigo mesmo. Por isso, quem trai a gente foca muito: "Nossa, o outro foi lesado porque ele traiu fulano. " O cara que trai alguém, ele está, antes de mais nada, se lesando, diante da própria proposta.
Porque hoje a gente está, a gente em 2017, não somos obrigados a estarmos com ninguém. Se estamos casados, estamos num namoro, é uma escolha. Então, se escolhemos esse comprometimento e não conseguimos arcar com tudo que diz respeito a ele, temos que rever o que nos propomos na vida, né?
Felicidade sempre é claro na proposta. Na época, a proposta era: "Não quero ser fiel. " Ficou solteiro, não é?
Não tem obrigação também. Certamente, um tempinho. Vamos respirar!
Foi ótimo, né? Para elucidar! Não é verdade?
É uma pergunta legal que eu separei aqui para o Milan, que é da Rute, de Claraval, Minas Gerais. Ela diz assim: "Boa noite! Eu trabalho com mulheres o dia todo e eu não aguento mais tanta fofoca.
Olha, é gente se meter na minha vida! Eu mal chego no trabalho e já tá todo mundo perguntando da minha vida, dando pitaco na educação que eu dou para os meus filhos, até da amante do meu marido. Elas perguntam: 'Você pode me ajudar?
'" Hoje eu faço o primeiro. Quero te contar pra todo mundo, todo mundo que está assistindo, que é o seguinte: fofoca existe desde que o mundo é mundo, Fábio, em todo canto, em qualquer lugar. Agora, a gente pode contribuir para que a fofoca aumente ou se extinga, que provoca, existe.
Fica um pouco distante de você. Agora, vamos lá, pergunta sobre a amante do marido, pergunta sobre a educação do seu filho, dar um pitaco ali, acolá. Por que essas pessoas fazem isso?
É muito provavelmente você, sem perceber, dá o direito às pessoas de opinar a partir do momento que você divide com elas. Na hora, você tá impulsiva, ele chega da sua casa e abre seu coração. E é no meu trabalho, então.
Se você cuidar daquilo que você fala, você não dará munição para o foco. Então, quem está assistindo, tome cuidado com quem você fala, pra quem você compartilha informações que são suas, da sua família, da sua intimidade. Depois não adianta reclamar.
E também é evitar ficar falando da vida da pessoa, senão o outro vai até aí. Sim, nesse sentido! Direito pergunta.
Coisa boa! Boa noite, Fab e Pâmela. Meu nome é RC, eu sou de Américo Brasiliense, São Paulo.
Adoro o seu programa. Obrigado! Como é que eu lido com pessoas.
. . Negativas têm muitas ao meu redor.
Muitas têm muita gente negativa, tem muita gente ali que tem uma visão positiva da vida também. O importante é você saber filtrar, perceber quais são as companhias que fazem bem, que colocam pra cima, que te motivam ainda mais, e aquelas que não. São mais pesadas, a gente tem que se proteger, se preservar.
Traga pra perto da sua convivência, no seu dia a dia, da sua vida social, inclusive da sua vida amorosa, pessoas que te façam bem, porque relacionamento patológico ninguém merece. Pessoas negativas sempre vão te puxar para baixo, e a gente acaba se contaminando com elas. A gente fica, às vezes, numa bomba.
Eu senti saudade das perguntas novas, do favor Thiago, da "falta pergunta boba". Manda bala na pergunta boba, essa da CNI. É, essa daqui é punk, vem lá de Porto Nacional, no Tocantins.
É a Érika que vai perguntar pra gente. Olha lá ó, pergunta Roma e Pâmela: "Meu ex resolveu me largar com os nossos dois filhos há oito anos atrás. Agora ele resolveu aparecer do nada dizendo que ele está tudo arrependido.
As crianças hoje já não têm mais a mesma idade, têm 10 e 12 anos. Incrivelmente, elas querem ver o pai, mas eu tenho ódio dessa criatura e quero bem distante de mim e dos filhos. Eu não sei o que fazer".
Sabe que essa pergunta é muito interessante e importante! Que bom que você está fazendo, porque a gente tem que tomar muito cuidado para não misturar as nossas dores, as nossas mágoas, as nossas tristezas em relação ao nosso ex-conjugue com o direito que ele tem, independente de ele ter sumido, de ser o que for, em ter uma relação com os filhos de vocês. Porque é muito importante.
Eu falo que é fundamental para essas crianças e adolescentes, seja o que for, que eles entendam e percebam quem é esse pai, quem essa mãe afastou, ficou longe. Considero também, compreendo que não é legal, mas essas crianças sempre terão direito de ter acesso a esse pai, né? No caso, você está me trazendo aqui, você precisa elaborar esse ódio, essa mágoa pra não atrapalhar.
E aí acaba envenenando essa possibilidade, e que, mesmo meio torta, esses filhos poderem ter algum resgate com esse pai. Se ele falhou, se não foi legal, sempre falo que o indivíduo falhou como pai, né? Com desculpas, o indivíduo falhou como parceiro e falhou como pai num dado momento.
Não quer dizer que ele não possa fazer diferente nessa nova etapa. Eu acho importante para os filhos essa preservação. Depois, a pergunta bomba tem uma outra que não vai tomar, vai rolar ruim, mas eu vou dar um recado.
Olha, tem uma pergunta aqui que também vou considerar como uma pergunta bomba, mas há sim uma pergunta que eu acho que é muito abrangente para ela. Eu queria até que você explicasse isso para muitas pessoas que eu acredito que estão assistindo e passam pelo mesmo problema. Ele diz assim: "Pâmela e Fábio, boa noite!
Eu estou passando por um problema financeiro horrível, eu estou vendo e não está fechando o meu orçamento mensal e este fato está afetando diretamente a convivência minha, com a minha esposa e os meus filhos. Além de ter uma dívida muito alta, no valor de 40 mil reais. Qual seria uma dica para o Evandro Viana, de Picos, no Piauí, para os demais telespectadores que estão enfrentando a mesma dificuldade?
" Pan, que a pergunta dele se encaixa com o momento que você está vivendo, num momento de crise, momento difícil, muita gente perdendo emprego, muita gente sofrendo essa redução salarial que você está passando. Eu pensei em algumas coisas, e levando que, às vezes, a gente chega em casa por passar uma situação dessa e eu entendo, não toco criticando em nenhum momento. Eu compreendo muito bem.
A gente chega em casa estressado, tenso, Fábio, porque tá com uma situação que se sente impotente diante disso. Não sabe o que fazer e aí, claro, né? Que você quer prover, que você quer facilitar as coisas em casa, que você gostaria de dar um monte de coisa ali para os seus filhos e tal, mas com essa limitação está sentindo atado.
Então, o estresse, a irritabilidade, a tristeza, podendo desencadear, inclusive, qualquer transtorno de ansiedade e depressão, pode sim afetar a convivência. Então, primeiro, preste muita atenção em você, né? Depois disso, eu acho que quanto mais os seus dados exatos, mas independente disso, quanto mais você conseguir, perto da família, trazer, contar pra eles, na medida do possível e de acordo com os recursos da idade de cada filho que você tiver, quanto mais unidos vocês estiverem, trazendo alívio, que você está vivendo, encontrando subterfúgios para vocês funcionarem melhor em família.
A gente não pode mais como fora, mas será que a gente pode fazer um passeio no parque? Ah, não dá pra comprar pra você filho? Vamos esperar um pouquinho, que a gente pode fazer.
Então, encontrando alternativas, sem desesperar, exercitando a empatia, a cumplicidade e o diálogo. O lado bom de tudo isso eu acho que é a resiliência e a gente poder passar por esses momentos difíceis e nos transformarmos em algo muito melhor. Em algumas que, inclusive, bate contexto, você tá falando com a gente, né?
Os momentos difíceis da vida, da gente poder se tornar mais forte, aprender com eles, né? A gente não vai ganhar todas as batalhas, mas a gente pode se tornar melhores guerreiros se nós formos, se tornar, justamente, com os pulsos, inclusive, reconstruir. Neve com os tons.
Olha, tem muita pergunta, se a gente consegue mais uma aqui. A Gabriela, de Diamantino, no Mato Grosso. Beijo!
Pâmela, estou confusa. Nós namoramos há três anos, ele era um namorado exemplar. Já ouvi essa história agora que.
. . Ele veio morar comigo.
Ele se mostra folgado, se transforma num frio, porque está acontecendo, Gabriela. Gabriel, a Netão assistindo a gente, embora você saiba que é interessante. São duas coisas que eu penso: primeiro, que são vários tipos de namoro; e, quando a gente traz a pessoa pra morar perto, ali, junto dia a dia, na rotina, nós vamos, de fato, conhecer o outro.
Vai conhecer, gente, brincar só conhece mesmo namorado. Concederá já com ele. E vai conhecer a pessoa quando você morar com ela.
Esse é um ponto que está pertinho; é tudo CV do avesso. Agora, o outro ponto é: como será que essa pessoa lida com as responsabilidades de uma vida? Duas contas pra pagar, estresse, né?
A rotina de ver de manhã, de tarde e à noite, Natalie, com você na convivência. Então, você vai, de fato, conhecer esse indivíduo na essência. Ou a gente lida com as frustrações e vai fazendo as concessões para ter uma vida boa, ou então, se o funcionamento dele é insuportável, infelizmente não dá pra ficar junto, né?
É na convivência que a gente vai conhecer quem realmente é o indivíduo. Não existe príncipe encantado, escutaram? Não existe nem princesa encantada.
O que existe são pessoas reais. A gente tem que exercitar a tolerância, assim, com respeito sobre si mesmo. Sempre luto por isso.
Eu falo: alguma coisa, não vou falar do negócio, falou, acabou. A super banda! Eu vou dar dois beijos especiais.
Um é para o meu marido, que está me assistindo; que é difícil ele conseguir. Carlos, beijo grande pra você! E o outro é pra todas as mães que estão assistindo e também não estão assistindo, e pra minha mãe, que me ensina essa qualidade que acabei de falar: a resiliência, a capacidade de a gente se transformar, mesmo quando o mundo parece desabar.
A gente aprende com tudo isso, se fortalece e amadurece. O amadurecimento emocional é a chave da vida! O nome dela, na minha mãe, é Mara Maró.
Beijo pra você, para nadar. Bona, viu? Obrigada!
Obrigado, tabela! Deixa eu dar um beijo. Tchau!
Por ter vindo aqui. Moda que não!