Salve espectadores do canal. Hoje eu vou falar um pouco com vocês sobre a microistória italiana e trazer a vocês uma entrevista que eu fiz com um dos grandes expoentes do gênero, não só na Itália como no mundo [Música] [Aplausos] [Música] [Música] inteiro. Eu pessoalmente acho um pouco difícil resumir toda uma metodologia historiográfica em poucas frases.
Então eu vou tentar ser o mais objetivo possível e eu espero que eu consiga. Ainda mais que eu tô falando de madrugada e tô um pouco cansado, mas vamos lá. A microhistória é basicamente uma forma de análise histórica que é feita numa escala bastante microscópica.
Pode parecer meio redundante, meio óbvio falar isso, mas alguns provavelmente não tm noção exatamente do que é, especialmente quem não é da área de história. Para chegar a o conceito de microhistória, talvez seja mais interessante traçar um breve histórico sobre essa categoria de análise e os seus principais proponentes. O termo micro dehistória, ele apareceu, começou a aparecer a primeira vez lá para 1960 no México, mas para se referir a uma história vista de baixo, ou seja, a história que foca no homem comum, dos trabalhadores, nas coisas da vida cotidiana, dos pobres.
Uma história que se popularizou com o lançamento de a formação da classe operária inglesa de Edward Thompson. No entanto, o que nós chamamos de microhistória como categoria de análise não é exatamente isso. Muito embora a microhistória possa ser usada para fazer uma história vista de baixo e normalmente é usada para tal.
Nesse momento, a historiografia, que era bastante influenciada pela Academia Francesa, pela Escola dos Anales, que já estava na segunda geração, tinha uma abordagem bastante estrutural da história. Aliás, um adendo. Se você não sabe o que é a escola dos anális, aqui na descrição desse vídeo eu vou deixar um link para você assistir o vídeo que eu fiz sobre o livro Apologia da História de Mark Plock e lá você vai saber o que é essa escola de Zanal.
Nesse momento, a escola dos anális estava na segunda geração e era tocada por Fernando Brodel, um historiador francês e que foi muito importante na definição de tempo histórico e de como ele era extremamente relevante e fundamental pro estudo de história, no sentido de que isso distinguia, acima de muitas outras coisas, a história como uma disciplina única em relação a outras disciplinas das ciências humanas. Há quem indica que Brodel ajudou a salvar a história, a historiografia de uma crise de identidade pela qual ela passou nos anos 40,50 com seus conceitos de tempo, tempos de curta, média e longa duração. Eu ainda tenho que fazer um vídeo sobre isso em algum momento, pelo menos para explicar o conceito desses três tempos.
Mas se vocês quiserem ler sobre isso, procurem a obra Escritos sobre a história. Essa história que Bronel e outros faziam era uma história da longuíssima duração de grandes estruturas. Por exemplo, o livro mais conhecido de Brodela e fala sobre o Mar Mediterrâneo, fala sobre as relações comerciais, a vida nesse grande mar e nos territórios que eram banhados por ele.
Ao focar em grandes estruturas, Brodel acaba focando, por exemplo, na influência determinante da existência do Mediterrâneo, daquele mar e de sua composição, de como ele era distribuído e os territórios ao redor dele, para as próprias relações comerciais entre esses lugares e a própria vida das pessoas nesse mar. Ou seja, essa grande estrutura de longuíssima duração era muito mais determinante do que os eventos, os pequenos acontecimentos do cotidiano. No entanto, alguns historiadores, e aqui eu tô falando especificamente dos italianos, sentiam falta por conta dessa influência dessa história mais estruturante e da grande influência do filósofo e historiador Benedeto Crot, que era um italiano do século XIX, que foi muito influente na Itália do século XX e inclusive influente para trabalhos como de Antônio Gramch, por exemplo, decidiu que essas influências dificultavam o diálogo com outras áreas do conhecimento das ciências sociais, com a antropologia, com a sociologia e uma análise essencialmente estruturante.
Ela dava respostas prontas de certa maneira. Eu eu sei que eu tô exagerando um pouco no tema, mas para dar a entender o que eu tô querendo dizer, davam respostas prontas que ignoravam as nuances das relações humanas, dos acontecimentos cotidianos mais próximos das vidas das pessoas e acabavam dando respostas muito homogenizantes. Resultado esse, como eu falei, de um olhar muito macro, muito por cima, muito abrangente, que esquece as particularidades da vida das pessoas.
Particularidades essas que podem dar respostas muito, muito importantes para entender relações sociais. A sociedade. Havia uma preocupação com a história social e cultural nesse momento.
E para tal era preciso analisar numa escala menor que não fosse tão estruturante de tão longa duração. Foi aí que alguns historiadores italianos começaram a se mexer. Os dois mais conhecidos aqui no Brasil, inclusive são Carlo Ginsburg e Giovanni Lev.
Carol Gisburg ficou conhecido aqui especialmente pelo seu livro O queijo e os Vermes, que no entanto não é sua primeira obra. Antes disso, ele tinha lançado outro livro, Os andarilhos do Bem. Quando Gismur pesquisava para os andaros do bem, ele encontrou a documentação praticamente completa do processo de um moleiro chamado Domênico Scandela.
Eu acho que eu falei o nome dele certo, mas conhecido como Menokia, que foi interrogado pela Inquisição, passou por todo um processo, passou inclusive por sessão de tortura até vira a ser executado pela Inquisição por heresia. O processo estava praticamente completo e ele chamava muito atenção por diversas particularidades de Menóquio, como por exemplo o fato de que ele era letrado num contexto em que quase todo mundo era analfabeto, por ele ter várias crenças muito particulares que mesclavam dogmas católicos com crenças populares. E ele tinha toda uma concepção própria da vida após a morte, da concepção do mundo, da criação, que era bastante peculiar.
Isso deixou o Carl Ginsbur muito impressionado. E aí eu volto do que eu falei de uma história de escala micro. Quando você analisa o caso de Menóquio, mesmo tendo uma noção de que é um caso um pouco exótico, ainda assim você encontra coisas que você jamais encontraria se você mantivesse um olhar macro sobre a situação.
Percebam que é o único sujeito, mas ele tem crenças complexas e ali se abre um black de possibilidades sobre como ele desenvolve esses pensamentos, que livros ele tem acesso, que leituras são essas, de onde isso vem e quebra um olhar homogenizante que trata todos como ignorantes, todos os camponeses, que não tem capacidade de pensar por si mesmos para fora do dogmatismo religioso. Enfim, são muitas e muitas questões que surgem quando você tem contato com um material como esse. E essa era a proposição da micro história, trazer todas essas questões e possibilidades que fogem da homogeneização e do olhar macro.
Ginsburg tem muitos livros publicados aqui no Brasil. Já o seu amigo de infância e colega nessa empreitada, Giovan Leve, teve pouco material traduzido aqui pro Brasil. Um deles, que infelizmente está esgotado, é o seu livro mais conhecido aqui, chamado Herança e Material.
Enquanto Gisburg fazia um diálogo muito estreito com a antropologia, Giovan Leve preferia fazer um diálogo mais próximo à economia e uma história social ao invés de cultural, embora ambas lidem com social. Social e cultural eles às vezes são muito mesclados e forçar uma separação às vezes não leva a lugar nenhum. uma questão de analisar cada caso.
Enfim, o livro de Giovan Lev analisava o caso de um exorcista na região do Piemonte, na Itália, num világio muito pequeno, que exorcizava demônios das pessoas que o procuravam e muitas pessoas o procuravam, afirmando que esses demônios eram responsáveis pelas enfermidades e problemas de suas vidas. O caso desse exorcista não toma muito tempo do livro, mas a partir dele, Giovan Leve vai mais além. Ele discute as crenças das pessoas no vilarejo e discute por as pessoas acreditavam naquele exorcista tão tosco e claramente charlatão.
Escutem a tolerância da igreja em relação à sua prática. escute prestígio que esse exorci de seu pai, que era alguém de muito prestígio. E a partir daí ele vai trazendo várias outras questões, como as estratégias que as pessoas tinham, mentalmente falando para lidar com as incertezas de um um mundo em privação.
Privação trazida pela guerra, trazida pela doença, pela fome ou o que quer que seja. as relações de clientelismo, de servidão a pessoas de maior poder aquisitivo. Ele busca muitos documentos que trazem dados econômicos àquele momento, demonstrando compra e venda de terras.
E esses documentos trazem muitas outras questões referentes à forma como aquilo era feito e porque era feito daquela maneira. Ou seja, um leque muito grande de possibilidades. Tudo isso começando a partir do caso de um exorcista num vilareja incrustrado no meio da Itália, num lugar que seria normalmente considerado como lugar sem importância.
Acho que explicando essas obras e esse contexto fica mais fácil de entender o que é microhistória, certo? No entanto, é muito comum que as pessoas digam que a microhistória é uma história das pequenas coisas. Na verdade, a micro história é uma história nas pequenas coisas e não das.
Ou seja, é uma história que você faz com elas, a partir delas, mas não necessariamente está ali só para contar os detalhes daquela coisa considerada pequena e pronto. Não, ele tá ali para fazer uma história a partir dali e ampliar os lexões possíveis que podem ser úteis para aplicar em outros contextos. As lições que você aprende numa análise dessa podem ser levadas para outros lugares.
A categoria microhistória com esse nome ficou melhor definida, especialmente entre 1980 e 1981, quando Ginsbur e Giovan Lev juntos empreenderam esforços de popularização dessa categoria de análise. Nesse período, 1980, 1981, esses dois historiadores lançaram a coleção Micro Story. Se eu não me engano, ela foi lançada na França.
Bom, basicamente o nome da coleção é Micro História e fez bastante sucesso naquele momento. Apesar de que a microia é bastante criticada, pelo menos foi, por exemplo, gente dizendo que muitas das questões que as obras de microhistória trazem não necessariamente conseguem provar o que dizem. Há muita especulação envolvida e para alguns, mesmo que elas estejam muito bem basadas, essas especulações não são provas.
E aí, claro, isso leva a um debate mais complexo a respeito da natureza lacunar, da história, de que nós não temos como saber tudo sobre o passado. Nós preenchemos algumas lacunas com hipóteses que devem ser preenchidas de forma responsável, que não podem carregar toda a teoria de um livro ou um capítulo nas costas. Não adianta vir com uma hipótese que às vezes nem se sustenta tão bem assim, querer fazer polêmica, como se você fizesse uma grande descoberta ou estivesse desmistificando a história politicamente correta.
As coisas têm que ser feitas com responsabilidade e a julgar pelo sucesso e pela qualidade das obras dessa categoria de análise das pessoas que trabalham com ela. Eu creio que sim, é um método bastante responsável, muito produtivo e que trouxe grandes avanços na historiografia, sem, claro, ignorar outras perspectivas e até mesmo noções mais estruturantes, as estruturas que já existiam naquele momento e que foram fundamentais para o estabelecimento da histografi no século XX. Bom, eu não vou me estender mais nesse assunto.
Se vocês quiserem ler sobre isso, fiquem até o fim do vídeo que eu vou recomendar alguns livros de micro história para vocês e capítulos de livro também, material mais que suficiente para começar. E sem mais delongas, eu gostaria de apresentar vocês a Giovan Leve, um desses dois historiadores que eu citei, que foram fundamentais para o estabelecimento da micro história italiana, que dali influenciou outros lugares do mundo. E eu espero que vocês gostem.
Eu fiz essa entrevista da semana passada. Eu não sei quando esse vídeo vai no ar. Talvez não seja semana passada, mas enfim.
Depois de uma visita que Giovan Leve fez aqui na Universidade Federal de Santa Catarina, ele foi convidado para vir aqui, aproveitando que ele veio para um evento na Unicinos no Rio Grande do Sul e ele deu uma aula aberta pra minha turma de doutorado, pra turma de mestrado e outras pessoas que quiseram assistir, inclusive da outra universidade aqui de Florianópolis, Universidade do Estado de Santa Catarina. Ele gentilmente cedeu pouco de seu tempo depois da palestra para conceder uma entrevista aqui para vocês. E embora tenha sido curta, eu espero que ela seja proveitosa.
Fiquem com a entrevista e esperem até o fim do vídeo por algumas dicas de livro e capítulos de livro sobre micro história. Salve espectadores. Estou aqui com o Giovan Leve, como eu já apresentei na introdução do vídeo com vocês.
Ele vai responder algumas perguntas rápidas que eu elaborei aqui, tanto pro pessoal que curta história, mas também pro pessoal que não é da área e quiser saber um pouco mais sobre a perspectiva de microhistória, da qual Giovan Leve foi um dos primeiros historiadores a trabalhar com ela. Ah, primeira pergunta, eu acho que principalmente pro pessoal que não é da história, seria algo bastante interessante, é a definição de como você define a microhistória como perspectiva de análise e etc. La microoria es secondo una definizoria che giusta es la búsqueda de preguntas generales sin pretender una generalización de las conclusiones en el sentido que se deben hacer preguntas generales por dejar un abanico de posibilidades generales en el sentido que valen por situacies es utilizar el microscopi sobre un acontecimiento.
sobre una persona, sopra un hecho qual veramente che preguntas generales estas cosas miradas col microscopio sugerir, certo? A micro ela surgiu como pelo menos a minha percepção, né, posso estar errado, como um complemento a uma história mais preocupada com estruturas que foi bastante influenciada por Brodel, década de 50 e tal. H, em outros autores, claro.
E você acha que ela foi bem sucedida, a microistória, ela foi bem sucedida em contribuir para uma expansão dessa perspectiva mais generalizante? Organizar, pu, sobre cultural, etc. cultural che importa, ma esattamente lo que dic antes de encontrar cosas que non se ve immediatamente.
Neste sentido, Brodel e otros miraban a identificar largas líneas nel tiempo de acontecimiento de cosas que tenir un desarrollo lento. Nosotros pensemos que isto nos deja ver cosas importantes que acontecen eh miradas com microscópio. Neste sentido, nosotros buscamos quantas coisas importantes ocurr quando aparentemente não acontece nada, certo?
Ah, você vê nesse momento atual da historiografia nos locais que você acompanha, você vê alguma perspectiva, alguma metodologia de análise que você tem visto como hegemônica ou majoritária? Algo que você gostaria de comentar a respeito? Después della fin del del bipolarismo, ho ninguna che predomina perché vivimos in un momento di grande di grande confusione.
Io credo ancora che sia utile una storia come la microstoria, una storia totale, no una una historia general o geral, ma una storia totale nel senso verdeno. E é que historiadores mais recentes que trabalham com microhistória ou outras perspectivas que que você gosta com outros com algum tipo de fonte específica? Quais historiadores mais e novos que você acompanha, que você gosta e recomendaria pros nossos espectadores?
son son que trabajan son tres días que aparece el libro de Maira Bram Rio Grande do Sul de Unisinos que es un libro de microoria eemplo ha tantísimos porque siendo bastante viejo he producido e otros tantos alumnos que hacen estas investigos más maduros como não sei, eh, Espada Lima, por exemplo, e tantos outros, certo? Então, eh, é só uma entrevista curta mesmo, porque nós estamos um pouco sem tempo. Eh, você gostaria de deixar um recado por pelos espectadores do nosso canal, pessoal que pensa em fazer o curso de história, o pessoal que já está cursando história, gostaria de deixar algum recado para eles?
o es inútil e haíimos do andantes que hacen investigas políticos e intelectuales fuertes que son simplemente la cobertura de sectores históricos no cubierto. la historia de hecha con vol cultural forte. Certo.
Então, muito obrigado, Giovan. Gostaria de agradecer em vídeo também o professor Henrique Espada Lima que viabilizou a nossa entrevista. E fiquem por aí que tem mais informação a seguir no vídeo.
Muito obrigado e até o próximo. Obrigado. Obrigado.
É isso aí. Espero que vocês tenham gostado da entrevista. Queria eu ter tido mais tempo de elaborar um roteiro melhor e perguntas melhores, mas foi o que deu para fazer em cima da hora.
E como prometido, alguns livros de microistória para vocês. Para começar, eu recomendaria o livro Jogos de escalas de Jack Revel. Jack Revel é um microestriador francês, amigo do Giovanni Leve, do Ginsburg, dessa galera toda, que organizou esse livro para falar de microhistória, para demonstrar de como a microhistória era necessária naquele momento, ao que ela veio complementar.
E esse livro tem vários capítulos escrito por diferentes historiadores falando sobre microhistória. Eu acho que para começar é uma excelente opção. No entanto, esse livro é mais teórico.
Se você quer um trabalho de microhistória, ou seja, um livro de história que fale de algum caso usando essa metodologia, aí eu recomendo os livros Os Andarilhos do Bem e o Queixo e os Vermes de Carlo Ginsbur, que eu já citei antes. Do Giovan Lev, eu cito o Herance Material. Se você conseguir encontrar, boa sorte com isso.
Se no entanto você não tem muito tempo para ler, não querem um livro inteiro sobre isso, mas tem curiosidade, eu recomendo dois capítulos de livro. Um capítulo do próprio Giovanni Lev sobre microhistória do livro A escrita da história organizado por Peter Burk e o capítulo escrito por Henriques Padal Lima para o livro Novos Domínios da História do Círio Falon Cardoso e Ronaldo Vaifas, organizado por esses dois historiadores. E se você quiser ir mais a fundo para conhecer a micro história italiana, eu recomendo também o livro chamado A microhistória Italiana, Escalas, indícios, Singularidades de Henrique Espada Lima.
Bem, eu não posso passar dicas e livros para vocês sem citar mitos, emblemas, sinais também de Carlo Ginsburg. Esse livro ele foi muito impactante aqui no Brasil. Inclusive, eu falei que o Keijos Verbes foi o livro mais influente dele aqui.
Na verdade, Mitos Emblemas Sinis foi mais influente, só que é um livro que veio depois, sobre o qual eu não vou falar demais aqui, porque esse livro merece um vídeo só dele, mas ele explica bastante o que ele chama de método indiciário, que é muito importante pro estúdio de me de história. E esse, assim como a maioria das obras de Ginsburg, é bastante fácil de encontrar no Brasil. A maioria deles foi publicado pela Companhia das Letras.
Bom, então é isso. Eu espero que vocês tenham gostado desse vídeo. Sei que ele podia ter ficado mais profundo, mais detalhado.
Talvez eu tenha até cometido alguma gaf no meio dele. Alguém vai discordar de um conceito que eu usei, dizer: "Ah, não, não é bem assim". Então, se alguém tiver alguma discordança, coloca aqui embaixo.
Agradeço as sugestões, as correções. Espero que vocês tenham gostado da entrevista, porque foi bem corrido, deu certo trabalho, tem uma pressão para fazer, mas eu tô satisfeito com o resultado e fico feliz de poder trazer um material desse para vocês com alguém que teve tanta relevância na historiografia do século XX. Acho que é uma experiência bastante importante a ser compartilhada.
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