O que ninguém te conta sobre comportamentos e saúde do seu filho é o tema do SOS, mãe intuitiva dessa semana. Oi, oi, oi. Caiu. Eu tava na live aqui, sumiu a live, desapareceu. Então, vou esperar uns minutinhos aqui. Gente, desapareceu a live, fechou sozinho. O Instagram tá bem maluco, saiu do ar. Aham. Que bom que vocês estão Voltando. Enquanto vocês vão voltando, eu só vou dar um resumo do que eu tava falando bem rápido. Tudo acontece, né, gente? Tudo acontece. É isso aí, faz parte. Vamos respirar. Ah, então assim, eu tava compartilhando com vocês. Achou
que era tua internet, não caiu tudo, sumiu, desapareceu a live. Meu Deus do céu, que que aconteceu? Faz parte, tá, Gurias? Isso Já aconteceu outras vezes e pode pode acontecer. A gente tá numa plataforma, né, que a gente não é dona, né, então, eh, sofre algumas atualizações, às vezes interferências. Eu acho que é bem normal. Mas vamos lá. Semana da maternidade intuitiva começa na segunda-feira que vem. Nós vamos ter três encontros. vão ser encontros bem objetivos e práticos. Esse é o propósito da semana da maternidade intuitiva, é fazer com Que vocês consigam sentir essa maternidade
na prática, no dia a dia. Eh, vocês vão sentir aí os movimentos acontecendo junto comigo, junto com as mães intuitivas que vão estar ali participando junto com a gente dos encontros. O primeiro dia eu vou falar muito sobre as questões ligadas às doenças, aos sintomas que as crianças têm, as questões ligadas com dermatite, Constipação, eh dificuldade nas na alimentação da criança, no sono, eh doenças recorrentes, dermatite, alergias, aonde tá a origem emocional dessas questões? O como você pode olhar para isso? Eu vou te ajudar a olhar para isso e a gente vai ter uma prática
bem importante, uma reprogramação, que é uma das reprogramações base da maternidade intuitiva, tá? Então, no dia um, o dia da mãe curada, nós vamos dar um passo aí no seu Processo de cura. A maternidade intuitiva é sobre a cura da mãe, é a cura do filho, né? Então, nós somos as curadoras dos nossos filhos através de nós, do nosso bem-estar, né, da nossa saúde emocional, a gente proporciona pros nossos filhos também um lugar de se desenvolver de maneira segura e saudável. Então, no primeiro dia, nós vamos olhar muito para essas questões de saúde e nós
vamos ter uma reprogramação Bem importante e um material também em PDF, tá? Para quem ainda não se inscreveu, é só enviar aqui para mim a palavra evento. Vocês vão receber. Depois vocês olham lá no directs, vocês vão receber uma mensagem minha com o link para vocês fazerem essa inscrição. É gratuito, tá? O dia dois nós vamos olhar comportamento da criança, birra, aquela dificuldade nas negociações do dia a dia da criança colaborar. Ah, muita resistência. Nós Vamos olhar para isso. Nós vamos olhar sobre comportamento, conexões, diálogos tranquilos, mudanças sem resistência. Como fazer isso? Como colocar em
prática esse essa troca com a criança de uma maneira mais leve. Então, vão ser informações bem práticas. Eu vou te trazer formas de conduzir tudo isso, bem prático e a gente vai ter uma reprogramação aqui que é fundamental para melhorar essa troca com a criança, que é uma das reprogramações mais Importantes que nós temos na maternidade intuitiva, que é a reprogramação da gestação e liberação do cortisol. O cortisol é o hormônio do stress e é comprovado cientificamente que esse hormônio ele faz com que a criança se desregule, tenha dificuldade em desenvolver a sua inteligência emocional,
tem a dificuldade em desenvolver o seu cognitivo, afeta a imunidade, afeta a saúde de modo geral Da criança. Então essa é a nossa reprogramação mais especial e ela vai estar disponível gratuitamente nesse evento, tá? para que vocês realmente experimentem e tenham uma transformação. E o dia 13, então, é um novo modelo de maternidade. A maternidade intuitiva é a maternidade do futuro e do presente para nós, né? Quem tá aqui já tá sentindo que essa maternidade é uma maternidade é interessante, é algo que chamou a Atenção de vocês de alguma forma. Quem tá aqui pela primeira
vez, dá um oi aí para eu saber. Então, por algum motivo, vocês estão aqui, nada é por acaso. Então, a gente vai entender como colocar na prática do dia a dia essa maternidade diferente, essa maternidade intuitiva, tá? Então, nós vamos entender como criar uma infância saudável e livre de padrões limitantes sem nos anularmos, sem que a gente tenha que ser escrava dessa maternidade, sem que a maternidade tenha Que ser um lugar de sacrifício, de dor, de punição, de culpa, de sofrimento. Todos esses pesos, eles são liberados na maternidade intuitiva. A gente olha a vida de
outra forma e olha a maternidade de outra maneira também. Isso torna tudo mais leve. Então, no último dia, a gente vai falar muito sobre isso. A gente vai ter um material onde você vai fazer o seu plano prático, né? Como que vai ser a tua vida a partir dessas mudanças que a gente vai fazer juntas, tá bom? As os Encontros eles vão ser bem objetivos, tá, gurias? A gente vai ter a para quem participar ao vivo, vai ter eh encontros secretos depois, quando eu finalizo a aula. finaliza aula, vocês vão receber os materiais e a
gente vai pro encontro secreto. Esse encontro secreto vai ser no Meet, é uma sala de vídeo chamada e e você nesses três dias vai ter a oportunidade de conversar comigo, né, de me trazer uma questão aí, mi tô passando por determinada situação aqui Com a minha criança. Eh, eu quero saber, né, o que que tá acontecendo e eu vou te trazer o que que tá acontecendo e e como a maternidade intuitiva pode te ajudar a resolver, tá? Então você vai ter esses três encontros ao vivo. Quem participar ao vivo vai ter a oportunidade de entrar
nessa sala secreta junto comigo, tá? E até uma uma forma de vocês sentirem como funcionam os nossos encontros. A gente tem encontros ao vivo mensais, então Vocês vão ter aí uma experiência de como que é essa troca comigo direto ali dentro do do Meet. O horário, Ju, dos encontros ao vivo vai ser às 14 horas, tá? vai ficar disponível para quem não consegue às 14 horas assistir ao vivo. Vocês se inscrevendo recebem todos os acessos para verem as gravações. Vale a pena assistir, gurias. Eu sei que a nossa vida é uma correria imensa. Eu sei
que a gente tá sempre eh apagando incêndio. Eu Também aqui muitas vezes estou nesse lugar. Nesse momento estou, né? Tô cheia de coisas aqui, eh, garganta pegando, porque do fundo do coração queria dar conta de tudo, mas eu não tô, eu não dou conta de tudo. Então, eu preciso respirar e aceitar que eu não dou conta de tudo, né? Então, a gente a gente tem muitas demandas. Toda a estrutura tá sendo criada para que você consiga fazer os Três dias, um ligado ao outro. É importante que vocês façam toda essa jornada aí dos três dias.
Não vão ser três dias, vão ser três encontros o mais objetivos possíveis, com as informações mais valiosas possíveis, com as práticas, as reprogramações e o material também o melhor possível para que você possa usufruir disso e realmente chegar lá no primeiro dia e chegar no último dia sentindo uma diferença, sentindo que algo aí dentro mudou e que você já Percebe isso mudando também na tua criança. esse é o grande propósito. Aí tá lá do quem passar por todo o processo, enfim, a gente vai falar um pouco sobre eh um caminho completo da maternidade intuitiva. A
gente vai ter a abertura de uma turma especial com condições únicas, que vocês vão ficar sabendo aí durante a semana da maternidade intuitiva, tá bom? Então, começa na segunda-feira, se programem aí 14 hor 14 Horas para estarem comigo ao vivo, ok? Bora lá. O que ninguém te contou sobre comportamento e saúde da sua criança? Quem aí estudou para ser mãe, né? Isso não é uma prática comum. As nossas mães não estudaram para ser mães, as nossas avós não estudaram para ser avós. A gente acaba usando muito o instinto, mas muitas vezes o nosso medo ele
assume as nossas escolhas na maternidade e torna isso tudo muito Pesado. Então, se você tá aqui comigo, talvez você esteja um pouco cansada, né, do mesmo, de chegar sempre nos mesmos lugares e de não encontrar respostas e sempre eh, parece que as respostas elas são sempre coisas que que vão gerar mais um problema daqui a pouco, né? Então, às vezes a gente tem uma criança, por exemplo, que tá apresentando uma alergia, aí você vai levar ela no médico e aí essa criança Vai tomar uma série de remédios ali antialérgico principalmente. E aí essa criança começa
a desencadear uma inflamação na garganta, ela começa a desencadear uma altite, ela começa a desencadear um uma inflamação nas adenoides e aí tu não sabe o que que tá acontecendo e aí tu volta lá pro médico, ele vai te dar mais medicamentos. Só que isso começa a se tornar uma bola de neve, porque cada vez que a criança toma Um antialérgico, esse antialérgico ele dispara uma inflamação nos tecidos do nariz, da garganta e do ouvido. Então aí a criança já tá com essa inflamação porque ela tá tomando o remédio e aí ela vai tomar o
outro remédio, daí vai pro antibiótico e todos eles têm um efeito colateral muito impactante na estrutura de imunidade da criança. Então a gente fica nesse looping. Isso falando sobre doenças, comportamentos, a gente nem Sabe muitas vezes como lidar, né? Hoje em dia a gente tem muito conteúdo eh sobre comportamento, o que facilita e muitas de nós temos esse interesse, esse desejo em fazer diferente. Uma mãe intuitiva é uma mãe que despertou nela o desejo de fazer diferente, né? Então, eu apanhava na infância, mas eu não quero repetir isso com meu com os meus filhos, eu
quero fazer diferente. Então, eh, se você tá aqui, talvez você Esteja cansada de tá sempre nesse looping, de sempre, eh, ter que fazer as mesmas coisas e que nada resolve, né? Nada resolve. E e o que eu quero dizer para vocês é que tem muita coisa por trás da infância que não é falada, que não é trazida, que a gente não conhece, que ninguém estudou sobre isso, né? Ninguém transmite isso porque não é não é interessante, né, para esse sistema que funciona, né, que funciona Muito bem, né, onde você vai lá, você medica, daí você
tem que, né, comprar outro remédio, porque o efeito colateral daquele medicamento vai trazer outro problema e assim por diante. Você vai numa bola de neve gigante que tu não sai e o sistema tá feliz porque tá faturando e a gente tá ali presa naquela situação. Então, a maternidade intuitiva, ela traz alternativas diferentes, onde a gente não vai tratar sintoma da criança, a gente vai olhar paraa origem, o que Criou aquilo, o que criou esse sintoma, aonde que está isso? Atrás de todo esse sintoma, tem uma mensagem, tem uma informação. E isso ninguém nos conta. Essas
foram as minhas buscas. Eu me tornei uma mãe intuitiva. Com 18 anos eu engravidei, eu tive Juan, eu tive que desistir da minha faculdade de veterinária, que era o meu sonho na época, né? Então, eu tinha 18 anos, eu tava ali no início da minha vida. Eh, me Frustrei muito, me senti em luto, foi muito difícil para mim. E o Juan foi aquela criança que até os 3 anos de idade teve todas as viroses, todas as ites. Com 6 meses ele teve a primeira pneumonia. Então a gente passou a partir dos 6 meses até os
3 anos de idade emergências de hospitais. Todas as viroses da escola ele pegou. Ele tinha otite de repetição, ele tinha calo nas cordas vocais, né? Ele Tinha todas as coisas que você pode imaginar. Ele tinha algumas alergias também. E o que eu não sabia na época é que tudo aquilo que ele tava apresentando tinha relação com as minhas frustrações. Eh, eu nunca cheguei a rejeitar ele, a dizer: "Eu não quero ter esse filho". Não. Eu engravidei, eu pensei: "Eu vou ter que arcar com essa responsabilidade. Nunca, em nenhum momento, pensei em tirar a rua". Mas
o Simba acabou de chutar aqui o Negócio. Pera aí. Mas eh para mim foi um luto muito grande. Eu tive que abrir mão de tudo o que eu tinha planejado na minha vida para minha vida ser para assumir aquela maternidade sozinha. Então foi muito pesado para mim assumir assumir esse luto, né? E eu percebi, eu hoje eu consigo entender o que eu senti, porque eu estudei muito e eu me curei de tudo isso. Então eu vivi um luto. Mirela, a Mirela que existia lá e que tinha Aqueles planos, ela teve que morrer para nascer a
mãe do Juan. Então, foi isso que eu vivi. E ele tava sentindo tudo isso. Ele tava sentindo todos os meus medos, todas as minhas frustrações, a culpa que eu sentia por pensar, puxa, como que teria sido a minha vida se eu não tivesse engravidado com 18 anos? E aí, logo depois veio a Luía, né? né? Então a Luía veio quando o Rua já tinha 5 anos mais uma gravidez acidental Com 25 anos, onde não, na verdade o rua tinha um pouquinho mais, tinha seis já. Eh, uma mais uma gravidez acidental de um relacionamento que tava
falido já, que já tinha acabado, repetindo, né, repetindo padrões, repetindo padrões, sempre me afogando ali nas minhas, nos meus traumas, né, nos meus desafios aí que eu peguei para mim muito da minha mãe, do meu pai lá, da minha infância. E quando a Luía nasceu, ela nasceu com Síndrome de Down, né, que é uma eh é uma condição genética permanente, né, uma criança com deficiência intelectual. E quando ela nasceu desmoronou tudo para mim, né? Então, foi um momento onde eu tava melhor, né? eu estava eh emocionalmente melhor, eu estava mais estruturada, mas ao mesmo tempo
aquela aquela notícia, né, foi muito difícil. Foi muito difícil porque eu me Senti muito culpada, né? Puxa vida, a minha filha e ela tem uma deficiência permanente e eu acho que a culpa é minha, né? Que mãe que não se culpa por um desafio que a criança tem. Eu acho que vocês provavelmente eh sentem isso, né? Vivenciam isso também. E e aí, enfim, a Luía nasceu e eu decidi que eu ia ser a melhor mãe do mundo para ela. E fiz várias mudanças até tem um Vídeo agora aqui no perfil que eu postei que eu
conto um pouco dessa história, né, com a Luía. E só que a Luía veio, já nasceu com as mesmas questões do Juan, muitas doenças, muitas coisas. E eu fui indo, gurias, eu fui indo, fui buscando e nada não resolvia. Também foi internada com pneumonia, alergias a PV, refluxo severo. Ela se afogava o tempo todo, se afogava à noite dormindo e eu não conseguia dormir porque eu ficava com Medo que ela morresse afogada enquanto eu estivesse dormindo. Então, praticamente não dormia. O primeiro ano de vida dela, eu nem dormia. Nem sei, nem sei como a pessoa
sobrevive, mas a gente sobrevive, a gente é muito forte, né? Então assim, as coisas foram acontecendo e a os métodos mais tradicionais eles não funcionavam para nós. As coisas continuavam acontecendo, a repetição das doenças, eu ali num estado emocional Completamente caótico, esgotada, né? né? Eu era mãe solo de duas crianças, uma criança com a sua deficiência e com todas as suas dificuldades. Então, foi muita coisa. E eu comecei então a buscar caminhos diferentes, caminhos que não eram os convencionais. E eu comecei a estudar muito. Eu me ergulhei nesse lugar da maternidade atípica, né, de ser
mãe de uma criança com deficiência. Eu mergulhei num processo de cura muito Profundo. Eu conheci muitas ferramentas, eu fiz muitas formações, eu estudei muita coisa e e comecei a despertar de novo a minha missão, né? Um um propósito que que eu nem imaginava, que eu nem sonhava realmente que poderia existir. E e fui conectando tudo isso através da minha cura. Então, tudo que eu fiz foi para curar a mim e os meus filhos inicialmente. E aí eu comecei a entender, puxa vida, eu estudei tanto, eu fiz tantos movimentos Que eu consigo já ajudar outras pessoas.
E eu comecei, né, isso já vai fazer 7 anos, né, que eu comecei. A mãe intuitiva, ela nasceu em 2021. Então, eh, a minha história de de ajudar os outros, né, com relação a esses conhecimentos já faz mais tempo, eu fundei uma escola quântica, eu fiz outros movimentos no início, até que nasceu a Maia, a minha caçula, que hoje tem 5 anos. E aquilo ali me despertou um desejo muito grande de estar eh focada Nesse olhar paraa criança, pra maternidade. E foi um momento que eu tava ali na minha escola, né? Eu tinha uma escola
quântica, uma escola que focava em todo esse conhecimento de uma maneira mais ampla. Eh, e aí eu senti que eu não tinha mais que tá ali. Então eu saí, né, da escola que eu fundei e no mesmo momento em que eu tomei essa decisão, eu recebi, recebi do divino duas palavras, mãe Intuitiva. E aí eu olhei pro Thiago, meu marido, né, que depois de tudo isso, de todas as curas que eu fiz, né, eu eu reencontrei, né, essa alma que hoje é meu marido e tive a Maia. Eh, eu olhei para ele e falei: "Mãe,
intuitiva e ele me olhou". Eu: "É isso que eu tenho que fazer. É isso que eu tenho que fazer". E eu fui, comecei, comecei, abandonei tudo que eu já tinha construído, né? Eu já tinha uma jornada aí de atendimentos individuais e tudo Mais e concentrei tudo, toda a minha energia na mãe intuitiva. E em 2021 a gente teve o primeiro, a primeira turma de mães aí que na época eu não tinha, né? Eu não tinha, eu não tinha nem depoimentos, né, de mães aí que que tivessem vivido a maternidade intuitiva além de mim. E e
foi muito legal porque eu tive um grupo muito legal, muito grande aí de mães que entraram comigo, confiaram em mim e fizeram o processo. E hoje a gente Tem aí registrados mais de 250 depoimentos só relacionados à saúde da mãe, saúde da criança, né? O Remon aí que é um bebezinho, tem menos tempo, né, de criação, ele já passa aí de 100 depoimentos registrados, né? Registrados por quê? que as mães muitas vezes não mandam pra gente os depoimentos. Então, as coisas foram acontecendo, gurias. A maternidade intuitiva, ela nasceu de uma mãe desesperada, buscando por ajuda.
E talvez vocês estejam nesse lugar hoje, Né, de ser a mãe que tava que tá buscando por ajuda, que tá precisando de uma de um caminho e e a partir de mim, então, essas coisas começaram a criar, né, um movimento. E hoje a maternidade intuitiva é um movimento, um movimento real, onde a gente tem aí eh mães em 18 países, se eu não me engano, em mais de 18 países participando, mães, a sua grande, da sua grande maioria, brasileiras que moram, né, em vários lugares aí do mundo, mães De Portugal, mães da Angola também são
países que falam português. Então, a gente tem aí um movimento acontecendo. E esse movimento ele só aconteceu porque eu fui lá e me curei, né? Curei a mim, curei os meus filhos e curei a minha vida, curei minha história, né? Encontrei uma pessoa que já estava ali escrita para para eu me encontrar, né? Que foi o Thiago. E a gente juntos aqui junto com a nossa equipe agora que a gente tem uma equipe De mães intuitivas. Então, é muito legal porque as mulheres que trabalham com a gente, todas elas são mães intuitivas, todas elas são
minhas alunas, passaram pelo processo, também curaram as suas histórias e a gente tá juntos ajudando outras pessoas aqui na nossa estrutura, né, de suporte, de acolhimento, de atendimento e todo o resto que é necessário para esse movimento acontecer, tá? Então, Eh, a maternidade intuitiva, ela é uma união de vários saberes, saberes recentes, saberes eh ancestrais, né? Uma unificação de muitos conhecimentos, principalmente os conhecimentos da epigenética, da física quântica, neurociência. Então vocês, a partir do momento em que vocês começam a a conhecer esse universo, vocês vão ver aí uma similaridade com conhecimentos muito Antigos, milenares e
também com conhecimentos que a gente hoje tá ficando sabendo que eles existem, né? Então, a própria epigenética é algo muito novo, só que ao mesmo tempo, quando eu estudo a epigenética, eu olho lá para pros saberes antigos, né? os os saberes eh ligados à metafísica, por exemplo, eles estão completamente conectados. Então, é um é um caminho realmente de de sabedoria e de resgate, né, de muito conhecimento que a gente Que os nossos antepassados deixaram isso morrer e agora a gente tá resgatando, tá? Então assim, ninguém te conta que o comportamento do teu filho é reflexo
da dor que você carrega em silêncio. Ninguém fala sobre isso. Talvez algumas pessoas estejam falando, mas a maternidade intuitiva, ela vai te trazer a clareza de que a tua Criança, ela tá se comportando de determinadas maneiras, principalmente até os 7 anos, porque ela tem dentro dela a informação que tá ali presa dentro de ti. Então, se lá na tua infância você foi silenciada, você foi calada, os adultos não deixavam, não permitiam que você se expressasse, o seu filho pode trazer comportamentos que te lembrem que você tem essa Ferida. Quem tá passando por isso? Pode ser
que essa criança comece a se jogar no chão, tenha birras extremas, muito, muito fortes, não colabore, grite muito, até mesmo se torne agressiva, dependendo da forma como tu agir, né, com relação a esse comportamento. Por que que essa criança tá fazendo isso? Porque dentro dela ela tem um campo compartilhado contigo. Até os 7 anos Você e a criança estão assim fusionados. Nós compartilhamos o campo com a criança, o nosso campo, tudo aquilo que a gente sente, todas as nossas memórias, elas são compartilhadas e é como se vocês estivessem num corpo só, né? Então, se a
gente fosse olhar eh com um olho diferente, que não é esse olho físico, é como se a gente tivesse grudado com os nossos filhos. Então assim, até os 3 anos a Gente tá completamente grudado, que é a pior fase, né, das birras e tudo mais. A partir dos 3 anos, a gente começa o processo de individualização de corpo e alma, né? Então vai acontecer devagarinho até os 7 anos. Então ali nos 7 anos é paraa criança quando começar a cair os dentinhos de leite, é um momento em que a criança já vai eh ela já
vai tá mais nela e menos na gente. Então não vai ser tão intenso Esse processo com a criança, tá? ele vai sempre continuar existindo. A gente nunca perde a ligação. Um fio se mantém ali ligado, né, com a criança, mas depois dos 7 anos ela vai começar a olhar pro mundo. Então assim, até os 7 anos, a criança ela tá olhando pra mãe, né? Então, ela tá o tempo todo olhando pra mãe. Nos 3 anos, o mundo da criança até os 3 anos é a mãe. Não existe nada além da mãe para criança. Ela tá
muito presa Nesse mundo que é da mãe. E aí depois dos 3 anos, ela vai começar a passar por um processo de separar isso, né? Ela vai separando até chegar nos anos. A partir dos 7 anos, algumas crianças a gente consegue identificar quando começa a acontecer essa separação com mais intensidade, quando começa a cair os dentes de leite. Então, eh, vocês vão observar aí quando começar a cair os dentinhos de leite, é um momento em que a criança já tá começando a se preparar Para ir para esse lugar de olhar pro mundo. E quando ela
se vira pro mundo, ela vai olhar mais pro pai também. Então ela vai virar pro mundo e ela vai olhar pro pai, tá? Então ela vai fazer esses dois movimentos, tá? Então a figura paterna acaba sendo uma referência de segurança paraa criança poder olhar pro mundo com segurança. Isso seria o caminho ideal, né, gurias? Eu sei que muitas crianças não têm a figura paterna biológica ali Presente, né? Muitos pais não estão emocionalmente presentes. Então assim, quando a criança não tem essa referência para ela virar e olhar pro mundo e se sentir segura para avançar no
seu crescimento, ela vai voltar pra mãe de novo e ela vai ficar com medo. Então tem todo esse processo eh de de eh olhar para isso bem focado na tua realidade. Ana tá trazendo aqui que o esposo dela faleceu. Eu sinto muito, Ana. Meu filho não terá a figura Paterna. Não é o pai biológico que é a figura paterna da criança, tá? A figura paterna da criança é qualquer pessoa que faça esse papel de segurança emocional. Então assim, Ana, busque alguém que possa te ajudar nessa segurança. Eh, um vô, um tio, um dindo, né? alguém
eh que possa assumir essa referência de segurança. Pode ser até uma pessoa, uma mulher, tá? Uma avó, uma dinda, uma tia. Ou se você não tiver ninguém que você possa eh possa te ajudar nessa Referência de segurança paraa criança, que possa te ajudar a assumir isso com a criança, vai ser você mesmo. Então você acaba assumindo as duas figuras, a figura mãe e a figura pai. é uma figura, não é uma pessoa específica, não é uma, não é o pai e a mãe biológicos. Na maternidade intuitiva, gurias, a gente não olha pra mãe e pro
pai biológicos como sendo as figuras pai e mãe. São aqueles que assumem esse papel. Então, eh, eu posso ter uma criança que foi adotada e ela tem um pai e uma mãe adotivo. As figuras pai e mãe dessa criança são essa mãe e esse pai que assumiram essa responsabilidade perante a criança, tá? Então, essas são as referências emocionais da criança. Ela vai olhar para essas pessoas e ela vai ter essas referências, né? E a gente precisa deixar bem claro paraa criança quem são suas referências, né? Quem são os as suas referências? Materna e Paterna. Mesmo
que seja a mãe, eu sei que é pesado assumir esses dois papéis, mas a tua criança para ela conseguir pro mundo, ela vai precisar que tu esteja trazendo essa segurança emocional para ela, caso não tenha ninguém que possa te ajudar nisso, tá bom? Então assim, eh, até os 7 anos a gente tem essa fusão. Então, muito do que eu trago aqui são coisas que a gente nem imagina, porque isso não é trazido. Ninguém te conta que você tem uma Responsabilidade eh perante a estrutura física, neurológica, emocional da criança, muito maior do que a gente imagina,
né? Então a gente realmente tem uma super responsabilidade e quando a gente olha para isso, muitas vezes a gente se sente culpada. A gente isso pesa, né? Putz, é muita coisa para eu carregar, né? Eu ainda vou vou saber que eu tô realmente fechada no mesmo pacotinho aqui com meu filho, fusionada com ele, Né? Carregando essa criança nesse período, né? de adaptação a esse corpo, porque esse essa criança é um espírito que veio para esse corpo. Então, existe um processo de adaptação a esse corpo e a mãe que sustenta tudo isso. E sim, num primeiro
momento a gente olha para isso e pensa: "Puxa vida, é muita culpa pra gente carregar, né? Um peso gigante". Mas o que eu posso te dizer é: "Eu também senti isso, eu também senti essa culpa. Quando eu comecei a acessar Essas informações, quando eu comecei a estudar sobre isso, quando eu comecei a trazer tudo isso pra minha vida, eu pensei: "Puxa vida, mas a mãe, a mãe tem que carregar tudo. A mãe, nós temos uma responsabilidade sagrada muito gigante e ela pode ser muito mais leve do que a gente imagina. A questão toda é o
nosso padrão de crenças, a forma como a gente olha para isso, a forma como as nossas as gerações anteriores olhavam para isso. Então, tudo isso são coisas que a Gente tem que ir quebrando para não se prender mais nessa dor, nessa culpa, que a maternidade tem que ser dor, que a maternidade tem que ser culpa, que tem que ser uma coisa muito pesada, né? Então, a gente vai fazendo essa mudança ao longo do processo da nossa vivência com a maternidade intuitiva, tá? Então, ninguém te conta que cuidar do teu filho passa por cuidar da tua
própria infância. Nos primeiros 3 anos de vida Do teu filho ou da tua filha, você vai ficar imersa às tuas memórias da infância. É por isso que muitas vezes quando os nossos filhos fazem uma birra, a gente faz birra junto com eles. É por isso que é tão pesado e e difícil, porque quanto mais traumas eu tenho da minha infância e que eu nunca parei para olhar e resolver, mais difícil vai ser o meu puerpério. O puerpéreo, dentro dos conhecimentos da Maternidade intuitiva, a gente entende que são três anos, que é o tempo de fusão
com a criança. A gente fica ali fusionada com ela nos primeiros 3 anos e nesses primeiros 3 anos você fica em puertério, nesse pós, né? Então é um processo muito forte, muito intenso. A gente vai ficar ali nesses 3 anos e durante esses 3 anos é o período de maior aprendizado e possibilidades de cura para nós. Por quê? Porque a gente tá com todas as portinhas das nossas Memórias da infância abertas sendo expressadas em nós e também nos nossos filhos. Então, tudo que a criança estiver expressando até os 3 anos são coisas que você precisa
olhar. Semana que vem, lá na semana da maternidade intuitiva, a gente vai olhar para esses pontos. Eu vou entrar na infância de vocês. A gente vai olhar o que que aconteceu na tua infância, que tá impactando hoje no comportamento do Teu filho, em alguma dificuldade que ele tem, dificuldade de comer, dificuldade de de dormir, dificuldade de aprender ou algum sintoma que tá por ali. Tudo isso vai ser trazido lá na semana da maternidade intuitiva, tá, gurias? Ninguém te conta que a birra ela não é algo para te testar ou a criança fazendo uma ação proposital
para te desobedecer. Ninguém te conta que, na verdade, a birra é um grito, é um chamado para conexão. A criança tá desesperada por conexão com você. E aí, tá, mas como assim conexão comigo? Quanto mais desconectada você estiver de você mesma, mais desconectada da sua criança você vai tá. Então, a cura da mãe é a cura do filho. A cura da mãe é a cura do filho. Quanto mais desconectada de ti mesma você Estiver, mais desconectada dos teus filhos você vai estar. Quem aqui tá sentindo que tá se tá desconectada de si mesmo? Então, como
que tá a tua vida? Tá vivendo numa correria, num piloto automático, só apagando o incêndio, fazendo o que tem que ser feito, muito estress, sobrecarregada? até sinais eh de depressão ou ansiedade. Tudo isso são sinais de que você está desconectada de ti mesmo, que você Precisa se reconectar, se reconectar com a tua história, se reconectar com o teu o teu lugar seguro, né, que é quem você é de verdade. Regina falou: "Eu, Tiele também". A gente vai retomando esse lugar de saber quem a gente é. Estou super desconectada de mim. Não sei mais quem sou
como mãe profissional, mulher. A Tati. Isso é bem comum Acontecer nos primeiros três anos, Tati, porque muito daquilo que a gente achava que a gente era, na verdade, não é quem a gente é de verdade, porque muito do que a gente se transformou tem base na forma como nós fomos educadas. Então, se lá na minha infância o meu pai eh ele nunca me elogiava, eu sempre era muito criticada, por exemplo, eu vou crescer acreditando que eu não sou boa suficiente. Eu vou me transformar numa super perfeccionista Extremamente rígida, eh, que tod, né, metódica, até vou
desenvolver algum toque, alguma coisa nesse sentido. Isso não é parte da tua essência. Isso foi algo que foi construído e programado em ti pela forma como o teu pai lidou com você. A mesma coisa vai acontecer com a relação com a sua mãe. Então assim, eh, a gente vai entendendo que aquilo que a gente acha que a gente é, Na verdade, não é, não é. A Adilene tá falando aqui, estou assim, eh, sinto que não tem paciência com os meus filhos. Me sinto culpada porque provavelmente lá na tua infância não tinham paciência com você. Talvez
você tinha que era tudo muito rígido, talvez até você foi passou por situações de agressão, castigo. Então é natural que a gente exploda, porque a gente guardou tudo, a Gente reprimiu tudo, tá tudo preso aqui dentro. Então, quando eu falo que nós podemos mudar a história do nosso filho, da nossa filha, a gente significa da gente ficar bem, da gente ficar feliz. Adeline tá falando: "Cresci sem pai, sendo maltratada por minha mãe, me rejeitava". Essa é a resposta. Essa é a origem, tá? A origem da tua impaciência. A tua mãe te rejeitava e você não
quer Repetir isso com os teus filhos. Você quer amar eles, você quer acolher, só que você não consegue porque tu nunca recebeu isso. É muito difícil a gente dar aquilo que a gente não tem. E quando a gente é criança, é onde a gente aprende a ganhar as coisas. A gente aprende a receber amor, a gente aprende a receber afeto. O amor numa criança pode ser programado até através da violência. Então, uma criança que recebe Agressão da mãe e do pai, ela cresce entendendo que bater significa amar. Ela vai crescer, ela vai ser agressiva, ela
vai bater. Então assim, gurias, eh, a gente tem a nossa história para curar. A mesma coisa. Ai, Simba, para de chutar, cara. O cachorro tá aqui dormindo, tá chutando o negócio. Pera aí. Eh, a mesma coisa quando a gente quer, por exemplo, aplicar uma educação positiva, né? Ai, Você precisa falar palavras assim, palavras assado e você vai conseguir, né, dialogar com a criança. Gente, se você tiver essa memória de rejeição da infância, né, de de alguma de algum abandono, de maus tratos, de negligência afetiva, né, onde tu não recebia carinho, onde ninguém nunca disse que
te amava, não vai conseguir aplicar educação positiva nem aqui, nem na China e nem lugar nenhum. Não tem como, é impossível, porque tu Não consegue agir naturalmente, não faz parte da tua natureza. Você não foi programado dessa maneira. O que que a gente tem que fazer? A gente tem que reprogramar isso. Dia um, segunda-feira, a gente vai reprogramar isso, tá? Quero o compromisso de vocês de estar comigo lá na segunda-feira, o primeiro dia, no dia um, a mãe curada, que essa é a proposta da semana da maternidade intuitiva, a cura da mãe, a cura do
filho. Através Desses movimentos que a gente vai fazer nas reprogramações, vocês vão ter a oportunidade de reprogramar a forma como vocês receberam amor lá da mãe e lá do pai. A Tielli tá falando aqui: "Meu pai me pediu muito para eu engolir o choro, principalmente quando ia comer, porque eu dei muito trabalho para comer." E aí isso tudo se Torna informação dentro do teu corpo, tá? Vou mostrar para vocês como que isso se torna informação dentro do corpo, tá? Aqui, gurias, imagina que nós, os nossos filhos também somos esse iceberg aqui, tá? lá em cima,
onde a gente consegue ver, né, se a gente tá num barco, a gente vai enxergar só essa parte de cima do iceberg, que é o que a gente enxerga, o corpo, né? o corpo, os sintomas, as Doenças, os comportamentos, as reações e e tudo isso que tá ali é só a forma, a superfície de informações que estão mais profundas. Indo além desses comportamentos, eu vou pegar o exemplo da Tieleia aqui, né, que o pai forçava ela eh a comer, brigava com ela e falava para ela engolir o choro, né? Então ela reprimiu tudo. Como que
vai funcionar os pensamentos e a e as emoções dela? Ela Vai ter muita dificuldade de se expressar, dificuldade de Vai me confirmando aí, Ti faz sentido com a tua história, tá? Eh, vai ter muita dificuldade de se expressar, de entender o que tá sentindo. Por quê? Porque a autorregulação emocional, a inteligência emocional, ela se desenvolve quando você começa a perceber o que que tu tá sentindo e a entender da onde que tá vindo isso, que esse é um exercício que a gente começa a aprender a fazer, né? Então, se eu tenho uma explosão de raiva,
eu preciso me fazer algumas perguntas para entender da onde que tá vindo essa explosão. Isso tá vindo da onde? Não vem do meu emocional. Meu emocional é uma ponte que vai me levar lá embaixo, nas profundezas de quem eu sou, lá no meu DNA, lá nas minhas informações de alma. E aí eu vou achar aquela criança, né, que que o pai disse para engolir o choro. Um vazio muito grande, diz A se tu não tivesse emoções, tu não consegue acessar elas. Elas foram, cada vez que o pai falava, "Engole o choro, vai reprimindo mais, vai
indo para um lugar mais profundo, mais profundo. E só se tu mergulhar, tu vai encontrar essa informação. Vai ter que sair lá da superfície, mergulha, mergulha, mergulha, mergulha. chega lá embaixo na pontinha desse iceberg, vai tá lá a tua memória do pai fazendo isso contigo muitas vezes e isso causando vários Outros problemas, porque a partir das emoções e dos pensamentos, o corpo vai somando isso, né? O que a gente chama de psicossomática. O que que significa psicossomática, gurias? Psiquê. A psico vem de psiquê. Psiquê significa alma. e soma, né? A somática vem de soma, que
significa corpo. Então, tudo aquilo que tá na alma tá no corpo. E quando eu falo sobre alma, né, sobre espírito, por exemplo, eu tô falando do DNA. A minha genética, ela não é somente Sobre hereditariedade. Então, esse conhecimento eu compartilho com as mães intuitivas. vocês vão ter acesso a ele também lá na semana da maternidade intuitiva. A nossa genética, ela não é somente ancestral, não tem só a ver com os nossos antepassados, ela também tem a ver com as experiências da alma. Então, se eu, né, já vivi outras situações parecidas com essa, né, em Outras
eh vivências, em outras encarnações, eu vou est com essa informação aí no meu DNA, tá? Então, a gente tem também o compartilhamento epigenético. O que que é o compartilhamento epigenético? É tudo aquilo que a gente vai vivenciando a partir do ambiente, dos comportamentos das pessoas que nos cercam. Então, lá na nossa infância, a gente recebeu o compartilhamento epigenético do nosso pai e da nossa mãe. Toda todo o jeito Que eles nos trataram, nos programaram, programaram a nossa realidade. Então, tá tudo ali, a gestação, a infância, a adolescência, tudo que aconteceu até hoje tá tudo registrado
ali embaixo. A gente tem lá as emoções. As emoções funcionam com base no que tá registrado lá embaixo e os sintomas, os comportamentos, as reações, as doenças, elas estão ligadas com toda essa base que fica no final de tudo isso. Por que Que a gente consegue fazer mudanças tão rápidas dentro da maternidade intuitiva? Porque a gente vai lá na origem. As reprogramações que nós fazemos, elas são lá no DNA. A gente muda percepções, a gente muda programações que nos condicionam a acreditar que a gente não tem valor, que condicionam nos acreditar que a gente tem
que ser perfeita para se sentir amada. Então, a gente se coloca num lugar de rigidez, perfeccionismo, a gente desativa essa Necessidade, né, de ser eh criança. Então, a Ti tá trazendo aqui, percebo que tem muito, muitos comportamentos infantis, como se nunca tivesse saído da mesma. Isso é muito comum, mais comum do que a gente imagina, porque se eu não desenvolvo a minha autorregulação emocional, se eu não desenvolvo a minha inteligência emocional, eu estou presa ainda num nível de desenvolvimento, né, do lado da minha infância, porque é o momento de desenvolver isso. Só que Isso, a
maioria de nós, né, a maioria das pessoas da nossa geração não teve essa oportunidade, né, não teve essa oportunidade de desenvolver essa autorregulação emocional. Não teve um pai e uma mãe que conseguiram nos dar essa direção, mostrar o que que a gente estava sentindo, nos acolher, nos dar um abraço, né? Falar: "Eu te amo, tá tudo bem, eu confio em você, vai ficar tudo certo, você pode contar comigo sempre, não importa o que você decidir, eu vou Estar sempre contigo." Isso não existiu pra maioria de nós, né? Estou generalizando, mas pra maioria de nós não
existiu isso. E aí a gente fica presa nessas memórias. Não tem como eu ser mãe se eu ainda estou presa na minha versão criança. Como que vai ser leve isso? É como se fossem duas crianças juntas. É pesado demais. Outro caso, uma mãe que teve que ser na infância, que teve que ter muitas responsabilidades de adulto, Ela vai ter dificuldade de ser mãe. Por quê? Porque ela assumiu tantas responsabilidades quando ela era criança, que ela pulou etapas, ela não conseguiu desenvolver algumas habilidades que a criança precisava desenvolver, principalmente questões emocionais. E ela vai ficar presa
nisso, né? Eu não quero mais assumir responsabilidade. É muito difícil para mim assumir responsabilidade. Aí o que que vai acontecer? Vai Procrastinar, vai ter muita dificuldade de eh de conseguir, por exemplo, prosperar no trabalho. Eh, vai ter muita dificuldade de conseguir realmente ser a mãe, né? Então, assim, ah, a Mirela é a mãe intuitiva, né? Mirela, muito intuitiva. Mirela, eh, você é boazinha, você deixa teus filhos fazerem tudo que eles querem. Isso não é ser mãe, né? Porque isso faz com que a criança assuma o papel da Mãe. Eu não posso sair do meu papel
de adulta dentro de uma estrutura onde eu preciso ser a guia. Eu sou a líder. Eu sou aquela que vai eh direcionar essa criança, mas eu não preciso fazer isso através de agressividade. Eu não preciso fazer isso através eh de uma punição. Eu não preciso forçar essa criança a seguir o que eu quero. Eu vou fazer isso com amor. E o amor é muito forte, é uma das maiores forças que existem, só que a gente não sabe usar porque a gente nem Recebeu ele. Então, quando eu aprendo sobre amor, quando eu aprendo a viver com
base no amor, que é um aprendizado, é um aprendizado meu também. Então esse é um dos maiores aprendizados da minha vida, eh viver o amor, falar amor, sentir amor, pensar amor incondicionalmente pelos meus filhos, por mim mesmo, pela minha família, pelo meu marido, pela, né, pelas pessoas que estão aqui comigo, por todo mundo. É um processo e não é fácil porque a gente Não recebeu. Eu não recebi esse amor incondicional. Eu nunca escutei quando criança minha mãe me dizendo: "Eu te amo". E não era porque ela não me amava, era porque ela também não tinha
recebido isso. Então, ela teve uma infância com muita agressão, com muita punição, com muitas coisas muito pesadas. E para ela foi muito difícil a maternidade. Ela estava muito, muito presa a à infância dela, aos sonhos que Ela tinha e que o pai dela não deixou ela vivenciar. Então a gente acaba eh replicando isso na nossa vida. Então, por mais que a gente deseje fazer tudo diferente, se a gente ainda estiver presa às nossas memórias traumáticas lá da infância, as faltas que os nossos pais não conseguiram nos dar e que muitas vezes a gente acaba culpando
eles, né? Puxa vida, minha mãe podia ter feito mais, meu pai podia ter feito diferente, eles Não tinham o que dar, eles deram o que eles tinham. Então, se a gente teve um pai muito rígido, significa que era a única coisa que ele tinha ali para te dar. Ele não tinha outra coisa. Ele não aprendeu nada. Ele recebeu isso dos pais dele. Ele te entregou o que ele tinha. Então, o que você quer entregar aí pra sua criança? N o que você tá disposta a entregar pro seu filho? O que tem dentro de ti? Esse
é o ponto. O que tem dentro de ti agora? O que que você tá compartilhando com a tua criança agora? E o que você quer mudar, o que você quer compartilhar de verdade é diferente. Você pode estar compartilhando toda essa dor que tá em ti inconscientemente com o teu filho através das tuas ações, através dos teus comportamentos, das palavras que você fala, da forma como você se Sente. Mas você pode fazer a escolha de mudar isso, né? Eu eu escolho seguir um caminho novo. Eu escolho fazer tudo diferente. Eu escolho não jogar mais pros meus
filhos os meus traumas, os meus problemas. Eu quero mudar, eu escolho mudar. Esse é o primeiro passo pra gente vivenciar a maternidade intuitiva. É a gente tomar decisão. Eu não vou repetir isso com os Meus filhos. de ponto final. Eu vou fazer de tudo para me curar. Isso não vai só não vai ser só benéfico para eles, vai ser benéfico para nós sair desse lugar de se sentir desvalorizada, de sentir que a gente não é capaz de ter medo de tudo, de não se sentir importante, de não conseguir nem se olhar no espelho, de não
conseguir falar o que a gente queria falar, de ter que ficar engolindo o sapo, de fazer um monte de coisa que a gente não quer Fazer só porque a gente tem medo de dizer não pras pessoas. da gente se odiar, odiar nossa vida não dá. A gente merece, merece viver outra realidade. Você merece viver outra realidade por ti e pelo teu filho e pelo teu neto, pelo bisneto, todos os que vão vir a partir de você. Nós somos a geração que muda as gerações. Somos as mães intuitivas. Esse é o nosso Propósito. A Mia tá
falando aqui: "Iniciei a bula e com um dia de aplicação tivemos resultado. Que felicidade." Ai, me conta, quero saber. Não sei se tu colocou lá no na rede de apoio. Compartilha com a gente, tá? Mia. É maravilhoso, né? Quando a gente se abre para fazer o movimento, a gente toma a decisão, a gente começa a ver o caminho se montando, né? Se montando na nossa frente, tá? Então assim, Ninguém ninguém te conta que a tua ansiedade, a culpa que tu sente o tempo todo e e os teus medos, eles podem sim estar adoecendo o teu
filho ou a tua filha. Dói saber disso, né? Dói saber que talvez é o meu medo que tá adoecendo meu filho. Talvez é o meu medo que tá fazendo com que o meu filho não consiga fazer cocô. Talvez é o meu medo que tá fazendo com que meu filho tenha Ansiedade, tenha sintomas de TH. Talvez o meu medo eh esteja fazendo com que o meu filho não durma bem. Talvez o meu medo esteja provocando o xixi na cama da minha filha. Talvez a minha culpa esteja provocando as alergias que a minha filha tem. Talvez a
minha culpa esteja provocando as doenças recorrentes. Isso tá acontecendo porque vocês estão Entrelaçadas e existe um chamado da tua criança para que você se olhe e se cure. O xixi está ligado ao medo, o cocô está ligado ao medo. Na semana que vem, na segunda-feira, eu vou entrar ponto a ponto em todas essas doenças, as principais doenças e transtornos. da infância, da primeira infância, principalmente eu vou falar lá no nosso evento, tá? Eu vou entrar em todas, é bastante coisa, tá, gurias? Então, assim, ninguém te conta Isso. Você, se tem uma criança, por exemplo, que
tá fazendo xixi na cama toda, todo dia, começou a fazer xixi na cama, não para mais, ficou 15 dias fazendo xixi na cama, o que que você faz? O que você faz com uma criança que faz xixi na cama por 15 dias direto? Qual que é a primeira reação que você tem? Primeiro, né, muitas vezes, ah, tudo bem, acontece, né? Passou um tempo, meu Deus do céu, que que vai acontecer? Vai apodrecer, né? Vai apodrecer a cama, Vai apodrecer o colchão, eh, já começa a ficar irritada. Não, essa criança tá fazendo de propósito, não é
possível. E já começa a vir um monte de coisa e não sei o quê. Meu Deus do céu, acho que eu vou ter que procurar uma psicóloga paraa criança, né? Porque deve estar com algum problema, porque não sei o quê, ou leva no médico da tá fazendo xixi na cama, talvez esteja com infecção na urina, né, na bexiga, até com algum problema. A gente pensa um monte de coisa fora, né? Fora, fora, fora, fora, fora, fora. A gente nunca pensa dentro. O que que tá acontecendo no universo dessa criança? Se ela tiver menos de 7
anos, ela está fusionada com você. Tem que observar o que que tá acontecendo. Tá, tá acontecendo alguma mudança onde você tá com medo, tá insegura, tá muito ansiosa. São esses pontos que a gente tem que olhar. É aí que as chavezinhas Começam a virar. E o melhor da maternidade intuitiva é que quando tu começa a perceber e tu já sabe, eu já sei que o xixi tem ligação com medo. O que que eu faço se a criança faz xixi na cama? Eu vou direto fazer a reprogramação do medo. Eu libero o medo do meu corpo,
eu faço a reprogramação e no mesmo momento a criança já muda, porque a gente tá compartilhando o campo, né? Eu tenho depoimentos de mães que a criança tava fazendo xixi na cama. Ela foi lá, fez a reprogramação do medo, liberou o medo, a criança voltou a dormir a noite toda normalmente e sem xixi na cama. Então, a gente vai tendo conhecimento para saber como agir e a gente usa as ferramentas, né, as tecnologias, né, todas essas esses conhecimentos que se t hoje disponíveis e que eu ofereço dentro da maternidade intuitiva para vocês, para facilitar a
vida. Então, assim, a criança ficou resfriada. Que que eu vou fazer? Eu vou Fazer a aplicação da bula, que é para liberação psicossomática. Eu vou fazer o uso da reprogramação da culpa para liberar a culpa, porque a culpa que traz essas questões respiratórias. Então, eu já sei disso, eu aprendo isso, eu tô, eu tenho autonomia para resolver um problema assim, ó, muito mais rápido, porque eu não vou precisar, meu Deus do céu, ficar a vai passar com o tempo, vai passar, né? Vai resolver. Não é bem assim. e se resolver porque foi Reprimido. Muitas vezes
a gente tem que olhar para pra gente resolver isso definitivamente, a gente tem que olhar, tá? Então, ninguém te conta que a maternidade ela não precisa ser um lugar de exaustão, mas de reencontro com quem você é. a tua criança, o teu filho, a tua filha, eles têm o propósito de te mostrar quem tu é. E tudo aquilo que dói, que tu olha pra Criança e que ela faz e que te incomoda, é algo que precisa ser curado em ti. Então, por exemplo, se a criança ela faz, ela tem um comportamento que te irrita, esse
comportamento ele tá dentro de ti de alguma maneira reprimida. Então você precisa olhar, tá? Mas eu fazia isso na minha infância. Como que as pessoas reagiam comigo quando eu fazia isso? Ah, eu era punida. Então é por isso que tu fica com raiva, é por isso que tu fica Irritada, tá? Ninguém te conta que o sintoma da criança é a linguagem do vínculo e não apenas um problema ser resolvido. Não está lá fora, está aqui dentro. sempre dentro, nunca fora. A Maia, ela teve uma febre esses dias e aí eu fui aplicar a bula, peguei
ela no colo, coloquei ela em cima de mim e fiquei encostando nela, né? E eu senti quando eu toquei nela, ela tava bem quente, o corpinho esfriando, porque a gente usa bula para baixar febre, né? Na hora e eu tenho certeza que foi a junção de duas coisas, da bula poderosa, né? Nossa bula intuitiva e também do toque, do carinho, do afeto, da presença emocional. Estou aqui e vai ficar tudo bem. Então eu fiquei ali entregue para ela melhorar. Isso faz toda a Diferença. E o principal, gurias, assim, para fechar aqui, ninguém te conta. que
a cura do teu filho, seja de um xixi na cama, seja de uma doença, de uma doença mais grave, de um sintoma recorrente, de um comportamento, de um transtorno, ela começa a acontecer a partir do momento em que você decide a olhar paraa sua história. Então, quando a gente decide olhar paraa nossa história, a gente já tá dando uma permissão para essa criança Se curar, porque ela não precisa mais expressar no corpo dela uma dor que é tua, porque tu vai olhar essa dor, vai assumir para ti. Então, é como se você pegasse de volta,
tá? Olha só, já entendi, vou pegar de volta aqui para mim, porque eu vou olhar e vou resolver isso aqui. Você não precisa mais ficar guardando isso. Isso aqui vai ser resolvido agora. Então você tira da criança a responsabilidade de carregar no corpo a tua dor, porque Tu pegou a tua dor para ti, tu vai resolver ela, tu vai olhar pra tua história, tu vai mudar as tuas percepções com relação a essa dor. E você não vai fazer isso sozinha. Não precisa fazer isso sozinho. É só ser guiada, né? Só ser conduzida por mim. Eu
vou te ajudando nesse caminho. Só precisa dizer sim, se abrir e fazer o caminho, tá? Primeiro dia do evento vai ser muito sobre essa questão dos Sintomas e das doenças. E a gente vai fazer uma reprogramação da cura da tua história, tá? Então, segunda-feira, terça-feira a gente vai falar sobre comportamentos. Então, crianças que estão apresentando comportamentos muito difíceis, que não colaboram, a mãe que escreveu ali sobre a criança não querer botar roupa, não se vestir. Eu vou dar algumas estratégias para vocês e vou mostrar o por que ela tá fazendo isso, tá? O que que
tá por Trás disso, tá? Tá? Então, vou dar vários exemplos assim das, acho que são as resistências, né, as birras mais comuns nas crianças para ajudar vocês. E no dia dois a gente vai ter na terça-feira a reprogramação da gestação, que é fundamental para fazer essa conexão e essa cura com os nossos filhos. Ah, então o dia 3 tem material e tem eh eu vou trazer sobre essa conexão ancestral, essas questões ligadas ao DNA, várias informações. Todos os dias vão ter artigos científicos que estão conectados também com esse conhecimento. Vai ter muita coisa legal, tá,
gurias? Vocês precisam se inscrever porque senão não vai eh receber os materiais, não vai receber os avisos, não vai receber o link de inscrição, tá? Então assim, eh envia o evento aqui. Quem for assistir a gravação pode colocar evento nos comentários. vai receber lá as Informações para se inscrever, vai entrar no nosso grupo, é um grupo silencioso, só eu e a equipe vão enfiar informações para vocês. Vocês vão ter acesso aos materiais, as reprogramações são reprogramações bem importantes, tá? E e é isso. Então assim, o teu filho, ele não precisa de uma mãe perfeita, mas
ele precisa de você inteira, de verdade. E é essa verdade que ele tá tentando te mostrar através do que ele Tá expressando. Ele tá tentando mostrar para ti um caminho de se reconhecer, de se amar, de se sentir segura. de se sentir capaz, de ter vontade de viver, de amar tua vida, de ter motivos para agradecer. É isso que ele tá te mostrando. Ele é isso que ele quer fazer. Ele tá mostrando, mãe, olha só, tá doendo aqui, porque isso aqui é uma ferida tua lá da Tua infância, daquela vez que a tua mãe não
te pegou no colo quando você tava triste. Daquela vez que você se machucou e ao invés de alguém te pegar no colo e dizer: "Tá tudo bem, a gente se machuca às vezes, vamos fazer um curativo". Você apanhou porque se machucou. Quem passava por isso, né? Então, apanhava, se machucava e apanhava porque se machucava. Então, tudo isso tá registrado e as crianças estão Repetindo. E muitas vezes os nossos filhos quando se machucam ou quando não conseguem fazer alguma coisa, eles se batem a cabeça na parede, eles fazem um monte de coisa. Por quê? Porque eles
estão gritando e mostrando lá na infância, quando você não conseguia fazer alguma coisa, você apanhava ou você ficava de castigo, ou alguém dizia que você não servia para nada, que você era uma inútil. Então tudo isso vai Formando essa pessoa que a gente se transformou e que na verdade nem é nós de verdade, assim, a nossa essência, a gente pode se transformar, eu posso escolher ser o que eu quiser. Esses são os estudos que eu busquei, tá? Pera aí, eu não quero ser uma pessoa traumatizada porque a minha mãe me rejeitou no útero. Eu não
quero rejeitar os meus filhos porque minha mãe rejeitou. Eu não quero viver uma maternidade caótica Porque a da minha mãe foi assim. Eu não quero ser uma pessoa ansiosa porque minha mãe era ansiosa. Eu não quero ser uma pessoa insegura porque o meu pai não era presente emocionalmente. Eu vou mudar isso. Eu assumo a minha vida e as minhas escolhas. Só que para isso eu preciso reprogramar essa história que passou. para eu conseguir assumir uma nova eh história aqui agora, eu preciso Reprogramar, porque são percepções inconscientes que agem em nós sem a gente perceber, porque
tenho certeza que tu não quer gritar, que tu não quer brigar, que tu não quer fazer um monte de coisa, só que quando tu vê, tu fez. Por quê? Porque tá no teu inconsciente, tá no subconsciente. É ali que a gente vai tirar essa informação. Ela não pode ficar ali, senão tu não consegue mudar. A mudança não acontece, ela demora muito Para acontecer. Ela pode até acontecer, mas ela vai demorar muito tempo. A gente ganha tempo, a gente ganha anos de terapia aqui nessas reprogramações, né? Eu fiz muitos anos de psicanálise e em um final
de semana de reprogramações que eu vivenciei lá, quando eu comecei os meus estudos, eu resolvi tudo que eu vi lá e que não resolveu, né? assim, não mudou no inconsciente. Eu me, ah, beleza, eu entendi muita coisa e tal, mas assim, no Meu inconsciente, lá no meu DNA, continuava do mesmo jeito. 5 anos de psicanálise não resolveram, algo que resolveu em 7 dias por causa das reprogramações, porque a gente vai lá lá embaixo, mergulha fundo no iceberg, tá, gurias? Mães que vocês conhecem, compartilhem essa live, convidem participar da nossa semana da maternidade intuitiva. Quem participar
ao vivo vai ter espaço, né, nosso Encontro secreto quando acaba, que é o momento de você perguntar diretamente para mim alguma coisa que você precisa. Ah, Mi, eu tô passando por tal situação, né? Eu posso te orientar ali. Então, a gente vai ter esses momentos especiais também na semana que vem e a gente se encontra, então, né? Semana que vem não vai, eu não vou est aqui, né? Eu vou est lá, o evento não vai acontecer aqui no Instagram. Então, estejam lá comigo, vai ser maravilhoso. Mães intuitivas também Estejam comigo, vai ser muito, muito perfeito
assim, tá? Eu tô trabalhando ontem, eu fiquei até tarde trabalhando aqui na apresentação, nos materiais, é bastante coisa, mas tudo de uma maneira assim mais compacta possível, porque eu sei que o tempo de vocês é precioso, é raro e eu quero entregar o melhor aí para vocês, tá, gurias? A Mia tá falando aqui, a Mia nunca vai conseguir contar o que ela oferece no programa em uma live. É Surreal. Eu entrei para melhorar algumas coisas no meu filho e estou resgatando e curando a minha ancestralidade. É, é muito, é um mergulho, né? É um mergulho
bem profundo que a gente faz. Grata, Mia pela contribuição. Vai ser incrível, vai ser maravilhoso, uma chance, uma oportunidade, eh, é gratuito. Então, compartilhem com as mães que vocês conhecem, envia pelo menos para uma mãe Essa live. você já vai est contribuindo aí com o meu trabalho, né, com o movimento da maternidade intuitiva, se é algo que faz sentido para você, né? Se vocês quiserem compartilhar nos stories também, convidando as mães, vamos juntas de mãos dadas. Eh, essa é a sensação, é quando você entra num lugar que você se sente em casa, que você é
acolhida, que você recebe amor, que você tem um caminho, que tu não vai se perder porque você Pode perguntar, que você pode pedir ajuda. Se tiver difícil a gente vai te ajudar, as coisas vão acontecer, vai dar tudo certo, tá bom? Um beijo, nos vemos segunda-feira. Ciao. Ciao.