Olá galerinha sejam todos muito bem vindos a nossa vida aula de hoje nós vamos abordar um dos capítulos da histologia e embriologia oral que é o capítulo de glândula salivares então é importante que nós temos com o conceito bem firmado das características de normalidade tanto solológicas quanto funcionais dessas estruturas que produzem a saliva e portanto lançam esses produtos na cavidade oral Umedecendo a sua superfície e tornando essa superfície uma mucosa isso tem repercussões importantíssimas sobre o funcionamento da de toda a maquiaria que envolve o processo digestório Então nós vamos começar a nossa abordagem falando a
respeito dessas glândulas exócrinas que compõem as glândulas salivares [Música] Ok meninos Então como nós estávamos falando hoje nós vamos falar a respeito Das glândulas salivares e as glândulas salivares elas se constitui um grupo de glândulas que estão localizadas na região da cavidade oral e que lançam os seus produtos para a superfície da cavidade oral portanto ela funcionam como glândulas exócrinas porque possui um ducto né que liga a sua porção secretora a superfície e essa esse produto das glândulas salivares no conjunto ele é denominado de saliva a saliva tem inúmeras funções lubrificar Proteger ajudar com povo
alimentar e por isso as donas salivares Elas são tão importantes e nós então vamos abordar os seus aspectos histológicos a medida em que iremos também abordando algumas das suas características funcionais Ok então as glândulas salivares não formadas ou uma porção denominada de parênquima que é a parte funcional efetiva da glândula que é composta por aquelas unidades que ou pela aquelas células que são células epiteliais que se originam de uma Epitélio de revestimento então o parênquima das glândulas é composto por unidade secretoras terminais que são as células efetivamente sintetizadoras e secretoras e um conjunto de células
que formam sistemas de ductos e esses ductos eles vão confluindo entre si até desembocarem na cavidade oral Então esta estrutura nós está nominamos de parênquima e o outro componente da glândula é denominado de estroma o estroma ele tem origem conjuntiva e esta Origem conjuntiva é responsável por formar portanto um tipo de tecido que além de organizar o parênquima ele também vai favorecer vascularização da estrutura para inflamatosa e este é um componente fundamental componente vascular né para que haja trocas entre né o plasma sanguíneo e aquele conteúdo que passa pelo sistema de dutos e também Para
que ocorra o processo de inovação das glândulas então é necessário que as Glândulas sejam inervadas porque principalmente o comando para a função glandular ela se dá por nervos motores então este estroma que esse tecido conjuntivo que organiza as glândulas né que envolve as glândulas eles têm justamente este papel de além de organizar nutrir e inervar Ok então esses dois componentes podem ser vistos aqui ao lado onde nós identificamos a estrutura telhal denominada de parênquima e a estrutura conjuntiva Denominada de estroma Além disso nós temos que o parênquima forma uma unidade estrutural e funcional da glândula
que nós denominamos de aden número o adnômero é a unidade estrutural e funcional da glândula cuja organização estrutural cuja organização espacial se assemelha a um cacho de uvas onde as Uvas seriam o que corresponde a porção secretora terminal e os cachos em si corresponderiam aos sistemas de ductos essas unidades estruturais elas precisam Estar presentes nas glândulas e por causa delas é que as glândulas Elas têm o seu funcionamento e a síntese deste produto que no conjunto da origem a saliva Então dentro deste contexto se as glândulas salivares possuem menos a de números ela vai se
constituindo uma glândula salivar com um volume menor e se muitos a de números a sua organização estrutural se torna mais complexa E aí ela tende a ser uma glândula com uma Quantidade uma taxa de produção muito maior dentro desse contexto nós vamos estudar em separado os elementos que constituem tromba os elementos que constituem o parênquima para que a gente possa compreender porque que é existem características diferentes na saliva é porque que nós temos tipos de salivas mais fluidas tipos de salivas mais viscosas e nós vamos também conhecer aí o sistema de duxtos e se ocorre
alguma alteração do conteúdo que atravessa a Luz desse sistema de ductos que é mediada ou que é alterada por células que compõem as suas paredes então Na continuidade nós vamos aí abordar o processo de desenvolvimento das glândulas salivares então continuidade falando do processo de organização estrutural que faz parte da organização do aden número em que diz respeito ao processo de desenvolvimento a formação das glândulas salivares Cidade modo similar então nós temos pontos específicos da cavidade oral da mucosa oral na região arterial onde essas células iniciam eventos mitóticos ocorre um aumento do número das células da
superfície do epitélio E essas células aumentadas elas vão sofrer uma invaginação que é um processo de entrada que é um processo de direcionamento na direção do tecido conjuntivo que está subjacente a ele e este processo proliferativo vai dando origem a cordões Sólidos esses cordão sólidos eles vão se aprofundando no tecido conjuntivo subjacente Até que em determinado ponto as células centrais do cordão iniciam um processo de degeneração aí essa oração da origem a luz do sistema de ductos e o que vai ocorrer finalmente é que as células que vão estar compondo é a porção terminal desses
cordões ela se diferenciam na capacidade de sintetizar armazenar e secretar o conteúdo que no seu conjunto dará origem A saliva Então dessa forma as glândulas elas se desenvolvem bem conforme nós comentamos anteriormente a parte efetivamente funcional das glândulas é o parênquima e o parente melhor composto justamente pelo adenômeno que essa unidade estrutural e funcional e o a de número ele é essa estrutura que nós dizemos se assemelhar a um cacho de uvas e ela portanto possui a sua porção secretora que são as unidades né secretoras terminais e a sua poção Condutora tanto a porção secretora
quanto a porção condutora corresponde a componentes do parênquima Então nós vamos identificar quais são os tipos possíveis de células presentes nas porções que formam as unidades secretoras e quais são os tipos de células e a organização entre essas células possíveis na estrutura que nós denominamos de porção condutora bem então compondo as porções secretoras nós podemos ter células que produzem um Constituinte mais fluido que são as células serosas nós podemos ter as células que produzem constituinte mais viscoso que são as células mucosas mas nós podemos também ter uma estrutura que é formada tanto por túbulos Associados
a uma unidade que também produz um componente mais fluido nesse caso este essa estrutura associada ao túbulo nós chamamos de semi-luas então é semi-luas serosas elas compõem glândulas mistas que são aquelas glândulas Salivares que produzem tanto constituinte mucoso quanto um constituinte seroso ao mesmo tempo e por fim ainda compondo as unidades secretoras terminais que correspondem Justamente a poção secretora mas temos células que se associam a essas porções secretoras terminais não com intuito de auxiliar na quantidade de produto secretado mas para auxiliar na liberação na saída no aumento da velocidade da saída desse produto de secreção
da Luz Da glândula para que ele mais rapidamente a superfície da cavidade oral essas células elas são chamadas de células mil epiteliais Então as células epiteliais elas se associam principalmente a porção secretora embora ela também possa se associar a porção condutora nós vamos aqui abordar a sua característica e a forma como ela se associa com a porção parenquimatosa da glândula neste tópico aqui que é o tópico que tá tratando justamente da Abordagem da do parênquima especificamente da Porção secretora da do aden número que a unidade estrutural e funcional das glândulas salivares então na sequência aí
nós vamos observar os aspectos de forma das células que produzem este componente fluido que são as células ferozes mas também vamos abordar a morfologia das células que compõem os túbulos que são aquelas que lançam um produto mais viscoso que são as células mucosas E veremos como se dá A organização né arquitetural das semi-luas serosas e também a morfologia das células mil epiteliais e como que ela se associam as porções secretoras terminais bem como a porção condutora para realizar essa função contrátil e ajudar na velocidade com a qual este produto de secreção ele é expelido ele
é ejetado do interior da luz do aden número e consegue alcançar com a velocidade aumentada a superfície da cavidade oral Bem no que diz respeito a porção secretora nós podemos encontrar duas formas de organização das unidades secretoras terminais ou ela se organizam em estruturas que tem um formato mais esférico que nós chamamos de ácidos ou então ela se organizam como estruturas mais alongadas que nós denominamos de túbulos Então as porções secretoras terminais ou elas podem ter um formato mais esférico que é um formato assinar ou então pode ter um formato mais Alongado que é um
formato mais tubular ou então também chamado de tubuloso Ok quando nós temos uma organização mais esférica as células que compõem essa estrutura mais esférica elas possuem um tipo de produto derivado delas que possui uma consistência mais fluida e essa consistência mais fluida ela se dá graças ao constituinte mais rico em Componentes enzimáticos proteínas na verdade que são que atuam com enzimas então quando as estruturas elas são mais Esféricas elas são chamadas de ácidos e as células presentes nos ácidos elas tendem a ter uma produção de um produto que tem essa consistência mais fluida que nós
chamamos de serosas Então os ácidos eles tendem a ser estruturas capacitadas em produzir um componente seroso então nós podemos falar Atenas ferozes muito embora quando nós nos referimos austáceos nós já temos em mente que o seu produto ele é justamente um produto cheiroso ao passo que nas Unidades tubulosas nós observa que o seu produto de secreção ele tem uma característica mais viscosa e essa característica mais viscosa ela se dá graças ao fato de que da sua constituição nós temos uma concentração maior de carboidratos Então os carboidratos tornam este produto de secreção mas consistente mais viscoso
e este produto mais viscoso nós chamamos de mucoso Então os túbulos eles necessariamente possui um tipo de Produção que é mais mucosa então nós podemos também falar dos túmulos mucosos da mesma forma como talento para os átomos em tese estão túmulos nós já fazemos uma associação de que o seu constituinte é mucoso então os tubos mucosos significa uma reafirmação da informação prévia de que as células presentes nas unidades tubulosas elas produzam um componente um produto de secreção mais consistente e que é basicamente se dá justamente Pela sua riqueza em elementos derivados ou que possuem carboidratos
em sua constituição então aqui nós estamos diante de uma célula serosa que compõem a estrutura dos ácidos Então como havia mencionada anteriormente os átomos são estruturas mais esféricas e eles são formados por células assim com essa morfologia são células que tem um formato mais piramidal e que possui o núcleo localizado na sua porção basal a porção basal é aquela mais próxima da Lâmina basal e do tecido conjuntivo subjacente E aí essas células elas produzem o seu constituinte o seu produto de secreção rico em enzimas que é o que caracteriza portanto as células e os ácidos
Ferozes e essas esses produtos eles vão ficando armazenados nessas vesículas E aí essas vesículas elas vão se acumulando nessa porção média e na porção apical da célula serosa nós observamos que o núcleo localizado na sua porção basal ele tem Também um formato mas esférico e as vesículas elas vão se acumulando e elas vão ser lançadas na sua porção apical as glândulas salivares são glândulas que são chamadas de glândulas mendócrinas que são aqueles tipos de glândulas que lançam basicamente o seu produto de secreção não liberando nenhuma outra parte do componente celular para compor a saliva dentro
desse contexto uma das características muito importantes que nós temos quando nós observamos essas Células em microscopia óptica em foto micrografias de microscopia óptica é o fato de que existe uma afinidade tintorial desses grânulos pelo corante que é o corante básico que é a hematoxina então a hematoxina ela é básica e ela vai colorir essa esses vesículas que estão ricas em constituinte enzimático com características ácidas então nós observamos nas foto micrografia exóticas que as glândulas Salivares elas possuem os seus ácidos bastante corados corados pela hematoxilina o que Vai facilitar o nosso processo de diferenciação das células
que lançam um componente mais cheiroso daquelas células que lançam um componente mais mucoso porque no caso os carboidratos eles têm características químicas que são bem da estrutura enzimática e faz com que nós tenhamos uma modificação nos aspectos de coloração desses dois tipos Celulares e Isso facilita o processo de discernimento de que tipo de célula aquela de que tipo de produto ela está produzindo E além disso nós temos também o fato de que no final das contas essas células que nós estamos observando aqui que são as células serosas elas se organizam principalmente em unidades secretoras terminais
que tem um formato mais esférico que são os ácidos então em linhas Gerais em resumo as células que compõem os ácidos elas são Células piramidais com seu núcleo na sua porção basal esse núcleo com esse formato mais esférico e elas vão aí acumulando no seu citoplasma nas regiões média e apical da célula as suas vesículas contendo seu produto de secreção que é liberado justamente pela sua porção apical e isso faz com que nós consigamos identificar este formato da célula e isso faz com que esta célula tenha uma organização Uma polaridade que é bem peculiar das
Células secretoras que é justamente esse tipo de organização interna dos seus constituintes que está sendo aqui mostrado para essas célula ao lado aí aqui na sequência conforme eu havia comentado anteriormente em uma foto micrografia Ótica é possível que a gente Observe que os ácidos tem esse formato mais esférico e que ele se dele se permite colorir intensamente pelo corante que é a hematoxina que é o corante roxo então este corante ele é um Corante básico e portanto ele vai colorir esses grânulos existentes dentro do citoplasma desta célula que é um corpo que é rico em
enzimas e por sua vez tem características ácidas e eles são facilmente identificar porque são porções secretoras terminais que se colorem muito intensamente nós vamos ler na sequência que esta característica ela não vai ser identificada nas células mucosas então nós observamos a posição dos núcleos nós observamos a forma das e Nós observamos o formato esférico que constitui os ácidos ferozes aqui na sequência nós estamos diante de células que formam estruturas tubulosas que são as células que compõem os túbulos mucosos Como eu havia mencionado anteriormente as células que compõem os túbulos mucosos elas são células que tem
uma fraca afinidade tutorial e nós vamos ver um pouco mais à frente na foto micrografia como ela se tornam Claras quando nós observamos as fotos Micrografia exóticas Então as células Elas têm um formato semelhante do ponto de vista da organização externa também são células que possuem esse formato mais piramidal e possui também o núcleo localizado na sua porção mais basal essa é uma característica similar que nós vamos observar de diferente entre as células que compõem as unidades Arinos e aquelas que compõem as unidades tubulosas É justamente que o núcleo aqui neste caso nas células que
são tubulosas Até aqui a o núcleo ele vai ser um núcleo mais achatado Enquanto nas células que são acinosas nós observamos o núcleo localizado também na porção basal porém com formato mais esférico aqui nas células mucosas o núcleo ele fica mais achatado e acima-nos também nos textos médio e apical nós vamos observar esses essas vesículas que contém dentro de si o produto de secreção da glândula que este produto mais rico em carboidratos é Importante que se diga que o constituinte das glândulas salivares ele não é Ou seroso puro ou mucoso puro ele é um constituinte
nós vamos dizer um pouco mais para frente isso entretanto nós estamos tratando de células serosas ou mucosas porque nós estamos falando que a maior parte do que estas células produz ou é é mais rico em carboidratos ou mais rico em enzimas mas não se constitui necessariamente componentes puros em que nós não encontramos uma um Pouco do outro tipo dentro daquele tipo predominante isso é importante que seja dito entretanto porque nós temos uma predominância de um tipo em relação ao outro nós podemos fazer essa distinção entre serosos e mucosos tá então quando nós estamos diante dessa
célula que tem esse formato aqui que é um formato piramidal com o núcleo no seu Polo basal e com o Lucas com esse formato achatado nós estamos diante de uma célula mucosa e nos textos médio e apical nós vamos Observar esses grânulos contendo um constituinte mais viscoso então talvez em decorrência dessa consistência mais viscosa e desse acúmulo de glândula cadernos é esse núcleo ele seja e visto com esta Esse aspecto mais achatado no seu no seu Polo basal tá então dentro desse contexto Nós também temos o típico atípica organização atípica polarização que nós observamos nas
células secretoras tanto nos ácidos quanto nos túbulos ou seja nas células Que estão compondo as unidades secretoras vacinadas quando aquelas que estão compondo as unidades secretoras tubulosas e aí mais aqui para frente na nossa próxima imagem nós vamos visualizar uma foto micrografia ótica em que nós vamos ver a fraca afinidade tintorial que os carboidratos têm com os corantes usualmente empregados nas técnicas de rotina para microscopia óptica E aí nós vamos ver que essas células elas são vistas com uma Coloração Clara que facilita sobre a maneira O seu reconhecimento além de conseguirmos ver também esta organização
mais alongada formando estruturas tubulosas bem então aqui nós visualizamos essa foto micrografia nessa foto micrografia nós conseguimos identificar Como eu havia acabado de mencionar que essas unidades secretoras elas se colorem muito fracamente justamente porque os carboidratos eles não são nem ácidos e Nem básicos e essa característica de neutralidade não se torna não se torna com afinidade nem por corantes e portanto tem por corantes básicos e portanto com uma característica neutra aos corantes usualmente empregados que são hematoxilina Então dentro desse contexto essas porções secretoras terminais aqui que nós estamos identificando nesta foto micrografia elas são células
Claras e as células Claras constitui por tanto células Mucosas que estão formando unidade secretoras que geralmente têm um formato mais alongado ou seja forma um túbulos tá uma coisa importante a ser Dita é que não é que ele não exista nunca a possibilidade de que eu venha encontrar uma célula mucosa compondo uma estrutura que tem um aspecto mais esférico ocorre que nós temos que identificar a maior parte das estruturas que estão presentes na glândula e portanto a maior parte da estrutura que está presente na glândula Tem de fato um formato mais tubuloso e também a
depender do corte histológico como ele é feito é possível que mesmo estruturas tubulosas a depender do corte histológico ele tem um aspecto mais esférico mas que em cortes de outros ângulos podem demonstrar facilmente claramente a sua conformação mais alongada ou seja mais tubulosa bem aqui nessa sequência nós estamos verificando que existe uma organização que faz com que em alguns tipos de Glândulas Aquelas que nós denominamos de glândulas mistas Ou seja que são formadas por unidades estruturais secretoras que são ao mesmo tempo mucosas e serosas nós encontramos esta organização arquitetural aqui que nós denominamos de semi-luas
então aí semi-luas ela se associam aos túbulos e elas produzem seu constituinte seroso daí elas lançam nesse espaço aqui que tá sendo mostrado E aí tem um canalzinho não espaçozinho entre uma célula e outra Que este produto ele trafega até se misturar com o componente mucoso que está sendo produzido pela porção tubulosa então glândulas mistas elas possuem uma grande quantidade de sem pessoas que são essa miluas serosas então as semi-luas serosas são uma porção de células ferozes que se associam a túbulos mucosos para comporem glândulas salivares que possuem uma típica característica de glândula mista Aqui
nessa foto micrografia fica fácil a gente perceber que a semi-luas elas são serosas e portanto elas estão fortemente coradas pelo roxo ao passo que as células que compõem a porção tubulosa são Claras então nessa foto micrografia além de nós conseguimos identificar a estrutura das semi-lua serosas nós conseguimos observar a diferença no aspecto de coloração das células Como eu havia mencionada anteriormente então a afinidade tutorial Por células que produzem um componente mais enzimático que são escrotos nesse caso aqui apresentado pelas semi-luas e nas células Claras que produzem um componente mais rico em carboidratos e que compõem
os túbulos então nós temos aí uma estrutura que é formada por células dos dois tipos e por isso essas glândulas que possuem essa organização de semi-luas são glândulas que são consideradas como glândulas mistas aqui na sequência Nós estamos vendo as Células mil epiteliais então como eu havia mencionada anteriormente células neoliberais são aquelas células epiteliais que ganham características que se espera de células musculares lisas Então essas células elas por tanto recebe essa nomenclatura cujo prefixo é 1000 então células mil arteliais são células de origem arterial mas que funcionam com um tipo de função atribuídas somente as
musculares lisas que são as que mais se Assemelham a elas e portanto essas células são chamadas de células mil epiteliais essas células Elas têm uma funçãozinha bem específica elas vão ser associar essas porções secretoras terminais conforme nós vemos aqui nesses esquemasinho elas estão aí identificadas em amarelo são essas estruturas em amarelo e elas vão se associar as possui secretoras terminais como um povo abraçando uma rocha então quando as terminações nervosas liberam O neurotransmissor que faz com que essas células contraiam elas portanto geram um processo de encurtamento E aí elas comprimem as porções secretoras terminais então
quando elas fazem essa compressão elas vão fazer com que a Luz seja comprimida e o produto que está aí ele ejetado rapidamente pelo sistema de ductos então a atividade das células ajuda sobre a maneira a velocidade com que o produto de secreção ele sai da luz E ele consegue chegar mais rapidamente a superfície que no caso é a mucosa oral Então dentro deste contexto Como eu havia mencionado anteriormente essas células epiteliais ela se associam com as unidades secretoras terminais mas nesse mesmo esquema aqui nós estamos vendo que elas também podem ser associar com o início
aí da poção condutora Ok então as células elas são tipicamente encontradas em a de números de glândulas e elas são responsáveis justamente por Aumentar a velocidade com que o produto que tá aí localizado na luz da glândula consiga ser rejeitado e consiga chegar mais rapidamente benefício bem aqui na sequência nós vamos abordar a porção que nós denominamos de porção condutora do parênquima essa posição condutora é formada por células que formam ductos esses ductos eles inicialmente começam com calibres bem pequenos e Estão próximos das unidades secretoras e a Medida que eles vão se afastando essas células
elas vão mudando essas características morfológicas e também vão mudando a sua função em relação ao componente que vai passando aí na sua luz então nós temos portanto a porção condutora constituída por três trechos diferentes de células que o compõem que nós denominamos de células dos dutos que são a parte inicial do duto que são os dutos chamados de duplos intercalares que são os dutos de menor calibre na Sequência nós vemos os ductos que formam a sequência seguinte a dos duplos intercalares chamados de ductos estriados essa denominação ela especificamente se dá por causa de estriações que
nós encontramos Justamente na superfície basal das células que possuem estriações nessa superfície e ajudam sobre a maneira essas células a modificarem as características e únicas do produto de secreção que trafegam aí nesse trecho do Ducto e na sequência e que é a sequência aí que compõem a porção terminal dos dutos que é formada pelos ductos excretores E aí nós temos novamente uma mudança morfológica e organização diferente do epitélio com ponto a porção de dutos excretores sendo que aquele que desemboca na cavidade oral geralmente é chamado de excretor terminal então nós vamos ver morfologicamente as células
de cada porção dessas e nós vamos aí ver como Cada uma vai atuar se existe ou não participação delas na composição desse produto que passa e ao longo do seu trajeto ou não e o quanto que elas mais na frente nós vamos ver o quanto que elas são desenvolvidas em alguns tipos de glândulas e em outros menos desenvolvidas nessa primeira porção do trajeto da Porção condutora nós temos as células que compõem os dutos intercalares Então os ductos Intercalares eles são formados por células cúbicas com um núcleo esférico com a quantidade pequena de citoplasma e essa
porção né Essa porção de dúvidas trajeto de duplo intercalar ele é o mais próximo das porções secretoras terminais então glândulas com a parótida que são glândulas que produzem constituinte bem fluido elas possuem também um abundante trajeto ou seja elas são bem servidas dessa porção do duto que é o duto intercalar Então os grupos Intercalares Eles são muito desenvolvidos em glândulas que tem características serosas já eles se comportam de maneira oposta quando as glândulas elas são mucosas então quando as glândulas são mucosas os dutos intercalares tendem a ser curtos ou pouco desenvolvidos então esses dutos eles
são os mais delgados os mais próximos das unidades secretoras terminais ao longo de muito tempo esses dutos Eles foram considerados apenas Como meros componentes desta parede Total entretanto hoje tem se evidências de que eles efetivamente participa produzindo alguns componentes e fazendo com que esses componentes compõem esse produto de secreção Então dentro deste contexto essas células elas são é consideradas hoje como células que auxiliam em Componentes que vão colaborar para a formação do produto de secreção da glândula inclusive sendo identificadas Na sua no seu citoplasma componentes que estão protetores né agentes que atuam com capacidade antibacteriana
dentro do citoplasma dessas células que compõem aí o sistema de ductos intercalares que são esse primeiro trajeto aí da poção condutora do parente mais glandular aí na sequência nós vamos ver uma foto micrografia que vai nos mostrar justamente como que essas células possuem esta forma cúbica com núcleo Esférico consultoplasma relativamente escasso e na sequência falaremos da seguinte porção que é sequencial do intercalar que são os dutos estriados bem meninos vamos acompanhar essa outra foto micrografia que nós temos aqui onde nós podemos visualizar nesta secção de uma glândula assinar um único duplo intercalar então desta forma
nós identificamos os ductos que são os intercalares graças ao fato de as células que estão compondo as Paredes desse duplo serem células que possuem é uma quantidade escassa de citoplasma um núcleo esférico e nós vamos verificar mais à frente que esta organização ela pode ser bastante facilmente distinguida dos outros tipos de dutos dos trajetos sequenciais graças ao fato de que as elas vão mudando a sua morfologia e aos poucos nós vamos ter também é uma quantidade maior de camadas de células inclusive então inicialmente as células elas compõem uma camada única Então uma pele simples cúbico
que reveste as paredes dos lucros intercalares essas células elas vão se tornando é aumentadas elas vão se tornando células cilíndricas ou colunares à medida que nós vamos adentrando aí no sistema de duxtos e chegando nos duplos estriados e posteriormente nós vamos verificando uma pseudo estratificação e chegando até uma estratificação nos grupos excretores nós vamos ver nas fotos micrografia Sequenciais de forma que aqui nós podemos visualizar como se organiza os dutos as células nos grupos intercalares e compreende essas células aí que é podem participar do processo de composição do produto que é produzido pelas glândulas liberando
aí Alguns componentes que a própria célula do duto ela produz Ok então vamos acompanhar aí na sequência a Organização das porções seguintes do trajeto do que tal bem pessoal agora nós vamos abordar a Sequência que compõem a porção de células que formam os dutos denominados de dutos estriados então vocês podem ver aqui nessa imagem que terminando a porção de células que compõem os dutos intercalares nós vamos aí para pegar a poção que compõem as células que formam os duplos estriados essa porção de células ela é de fácil identificação na foto micrografia exóticas E por que
basicamente pelo fato de as células se tornarem mais altas do que elas se Encontravam antes é compondo aí os dutos intercalares então na porção de duplos estriados nós vamos verificar uma célula mais alta Uma célula cilíndrica porém nós vamos observar uma peculiaridade nessas células é o fato de seus núcleos serem esféricos e ter uma posição mais centralizada essa geralmente não é uma característica muito típica das células cilíndricas arteriais porque nessas nós visualizamos um núcleo mais elíptico e um posicionamento mais basal né na Organização de polaridade do que nós costumamos ter de típico nos etéreos é
o núcleo se posicionar mais no seu Polo basal entretanto nessa porção aqui de dutos estriados nós vamos observar uma atividade que é realizada por essas células que talvez justifique o fato de nós observarmos uma modificação nessa posição do núcleo que vai se localizar e mais no seu Polo médio porque nós vamos ter um trânsito muito grande de íons no Seu Polo basal e um trânsito de Rios no seu Polo apical graças ao fato de que nós vamos observar ao longo aí do sistema aos poucos nessa parte específica dos ductos estriados uma modificação da característica iônica
deste componente que a glândula produz justamente Então nós vamos verificar que a saliva né que trafega por esse por essa porção aí do ducto ela chega aí proteica em relação Ao plasma sanguíneo e chega também isotônica em relação ao plasma sanguíneo isso indica que nós vamos encontrar uma taxa ou uma concentração alta de sódio e os cloro que estão aí uma concentração similar no plasma sanguíneo e nós vamos encontrar uma baixa concentração de íons potássio Porém quando este produto aí que é produzido por essa glândula trafega essa porção do sistema de ductos essas células estriadas
que justamente possuem Essa denominação por conta de uma ocorrência de uma invaginação né de estriações no Polo basal das células elas vão colaborar Para que ocorra uma modificação dessa característica única deste produto que está aí passando na luz da glândula Então nós vamos observar uma retirada de um sódio e cloro deste produto que tá passando na luz da glândula então sódio ele vem e o cloro ele provém aí do material que tá trafegando do que a glândula tá Produzindo ela do sistema de ductos passa pela membrana plasmática no seu Polo apical por meio obviamente de
proteínas que fazem transporte de íons e posteriormente esses íons eles vão chegar até a corrente sanguínea atravessando aí a membrana do seu Polo basal e nós vamos observar um movimento inverso né de íons principalmente de íons potássio Então nós vamos observar uma remoção de um só de cloro e uma é inclusão em um acréscimo né em um Aumento dos íons potássio fazendo com que a saliva né esse produto que essa glândula produz ela seja liberada com uma característica que é hipotônica em relação ao plasma sanguíneo Então as características mais típicas justamente das células que compõem
essa porção de duplos estriados é a sua altura né são células mais altas célula músicas o seu núcleo que é esférico centralmente aí posicionado e uma outra característica também bastante importante que faz com Que a gente tenha também facilidade de identificar essas células nas fotos micrografias óticas é justamente uma intensa afinidade que essas células possuem pelo corante elzina como a usina é um corante rosa nós vamos observar que essas células elas vão ter uma coloração bonita e pelo Rosa da erosina e isso permite que esse duplo ele se destaque né em relação às estruturas adjacentes
porque as estruturas adjacentes ou vão estar como afinidade Telematoxilina que são as unidades secretoras terminais que são ácidos ou então vamos estar com uma fraca afinidade tutorial não se colorindo por nenhum dos visualmente empregados então em qualquer um dos tipos que nós observemos de glândulas independente dos tipos de porções secretoras terminais sejam elas é basicamente é mucosas ou basicamente serosas ou mesmo as mistas nós vamos ter um destaque para a coloração rosa que é Adquirida pelas células que compõem essa porção do trajeto de células que são as células que compõem os ductos estriados Então nós
vamos ver uma foto micrografia a seguir e vocês vão poder constatar Como de fato é bastante fácil reconhecer quando nós temos em uma foto micrografia uma secção de um grupo estriado aqui nessa foto micrografia nós temos aqui um corte histológico de uma glândula com característica mista nós Temos aqui regiões onde nós temos porções secretoras com característica mais tubulosa com semi-luz e também nós temos unidades secretoras que são acinosas e nós temos aqui também nessa imagem secção aí apontada de dois dutos estriados que estão seccionados transversalmente E aí nessa secção transversal nós podemos visualizar aquelas descrições
que eu já tinha feito anteriormente que as células que formam e as suas paredes são células que tem Uma afinidade pela Usina então elas ficam nesse tom rosa Elas têm aí uma quantidade bastante significativa de citoplasma colorido pelosina e o núcleo como a posição mais centralizada esférico então nós conseguimos aí identificar como uma certa facilidade e também nós conseguimos aí ver também com muito mais facilidade a luz desses ductos o que não tinha essa observação similar quando nós observamos aí a Sequência de duplos intercalares justamente porque são ductos que tem um calibre muito mais Delgado
porque corresponde a porção Inicial então a medida que esses ductos eles vão confluindo entre si seu calibre vai aumentando isso vai facilitando a identificação da sua poção nominal fato este que vai se tornar máximo quando nós chegarmos na porção sequencial que nós visualizarmos então a porção de duplo excretor que é o que nós vamos ver aqui Na sequência bem pessoal para que a gente possa ir complementar as informações acerca da Porção condutora das glândulas salivares nós vamos abordar aí o último da o último trajeto do sistema condutor que é formado pela porção de ductos excretores
sendo que o mais final de todos mais terminal de todos é justamente o duplo credor terminal ele é o de maior calibre e ele é justamente aquele que tem contato com epitélio de origem ele que Se abre aí para poder levar este produto da glândula até a superfície da mucosa que reveste aí a cavidade oral Então dentro deste contexto os ductos estriados eles correspondem a poção anterior e os ductos excretores correspondem a porção final do trajeto do tal e são formados inicialmente por células que compõem o bactérias que vão culminar com células que compõem o
epitélio que chega a ser estratificado então inicialmente o etélio ele não é Uma estratificado verdadeiro todas as células vão ter contato com a lâmina basal e depois nós vamos observar que esse etélio chega a ter uma estratificação sendo formado por mais do que uma camada de células o que caracteriza esta porção é justamente o fato de que é nós vamos ter uma luz bastante Ampla onde um volume né Maior do produto que a glândula está sendo produzida ele trafega e esse trajeto ele vai ser o trajeto onde Basicamente o seu produto deságua aí na superfície
que é a cavidade oral mantendo portanto a superfície da mucosa úmida que se trata portanto de uma característica de normalidade das mucosas é justamente o fato de ela mantidas úmidas E no caso da cavidade oral é o principal elemento que colabora para que ela se mantenha úmida é justamente a produção das glândulas salivares Ok então aí na sequência nós vamos visualizar uma foto micrografia Que nos permite identificar né além desse esquema que nós estamos visualizando aqui né dessas células que compõem aí a essa porção terminal nós vamos visualizar uma foto micrografia em que a gente
vai identificar né por meio da coloração e da organização onde nós podemos observar os ductos excretores embora já adianto que também não são estruturas de difícil identificação ao contrário são estruturas de fácil Identificação Porque conforme já mencionado o número de células vai aumentar nas paredes e a sua ela é bastante Ampla principalmente se nós considerarmos com aquela porção Inicial lá do trajeto de células que compõem os ductos intercalares nessa foto micrografia o que que nós podemos observar trata-se de uma glândula com característica de glândula mucosa graças as suas porções secretoras terminais organizadas em túbulos como
a Fraca afinidade tintorial onde nós observamos esta secção transversal em que é possível verificar as paredes formadas por mais que uma camada de células e o quanto a luz desse duplo ela é Ampla isso é um destaque bastante significativo deste tipo de duplo em relação aos dois outros anteriores mencionados Então embora a porção de dúvidas estriados também possa nos permitir a visualização da sua luz nos luxos excretores e no excretor Terminal e se torna muito mais ampliado e as suas dimensões elas facilitam Portanto o reconhecimento dessa poção de trajeto do quintal bem como a quantidade
de células que vão aí compor as organização da parede dos ductos excretores bem galerinha que na sequência nós vamos abrir um espaço da nossa abordagem para falarmos a respeito do que nós chamamos de estroma que é a parte de tecido conjuntivo que vai envolver o parênquima Glandular que vai organizar este parênquima glandular que vai vascularizar e que vai invar além de trazer células de defesa que é são aí condições inerentes à circulação sanguínea existente aí dentro do tecido conjuntivo que compõem o estroma bem o estroma é um tipo de tecido conjuntivo típico ele não tem
diferença em relação a outros tipos de tecidos conjuntivos que constitutivos propriamente ditos que Estão localizados em outras regiões do corpo e que compõem estroma também de outros órgãos então é um tipo de tecido conjuntivo que possui células tipicamente localizadas células de defesa principalmente macrófagos linfócitos e que vai dividir o parênquima em lóbulos e vai acomodar dentro a porção que vai responder pela vascularização dessa porção parenquimatosa e pela sua inervação esses dois conjuntos né o conjunto Vascular e o conjunto nervoso que vai ser responsável por penetrar e através do estroma e chegar até o parênquima é
de fundamental importância para o que a glândula vai produzir então é necessário que haja um fluxo sanguíneo significativo para as glândulas a fim de que possa chegar até ela os elementos necessários não somente para sua formação como também para as trocas iônicas que nós aí comentamos que ocorrem ali na porção dos duplos Estriados então é fundamental que as glândulas estejam bastante vascularizadas problemas com vascularização elas comprometem o fluxo salivar e elas levam a uma diminuição do fluxo salivar que pode por sua vez trazer consequência para a integridade a rigidez da estrutura das mucosas então é
de suma importância vascularização sanguínea e também é de suma importância a inervação porque muito dá muito do que nós temos de atividade glandular ocorre O meio de uma um estímulo nervoso Então as glândulas salivares tais como os músculos eles são inervados por nervos motores e esses nervos motores é que vão ser responsáveis por liberar a informação nervosa responsável por gerar atividade glandular Então dentro desse contexto quem responde por este componente vascular e te componente nervoso essa organização da glândula e a defesa também de contra agentes estranhos que possam vir a cometer a Estrutura glandular é
de responsabilidade deste tecido conjuntivo que vai envolver aí a glândula denominado de estroma bem galerinha chegou o momento de nós realizarmos o processo de classificação das glândulas Então as glândulas salivares elas como nós já comentamos anteriormente são glândulas do tipo exócrinas todas elas e elas são glândulas exócrinas porque elas lançam o seu produto para a superfície Através de um duplo no caso os sistemas de duplos que compõem a porção condutora são os dutos intercalares os grupos excretor sendo que aquele que se abre aí para a superfície da mucosa ou duplo credor terminal dentro deste contexto
as glândulas salivares elas podem ser classificadas a depender da quantidade de unidades estruturais e funcionais que elas possuam e esta quantidade e bem com uma organização que o estroma faz em relação A essas porções secretoras essas unidades estruturais e funcionais determina o seu tamanho e a sua complexidade então nós temos dois tipos de glândulas em termos de tamanho e de complexidade que são as glândulas salivares maiores e as glândulas salivares menores Então as glândulas salivares maiores elas possuem uma complexidade na quantidade de unidades estruturais e funcionais né muitos adenômeros um Sistema complexo de condução né
de unidades de Poções secretoras de ductos que vão aí se concluir até chegar mais calibroso de todos como nós já comentamos anteriormente e dentro desse contexto nós temos também as glândulas salivares menores certo as glândulas salivares menores Elas têm uma organização bem menor do estroma Na verdade o seu parente mas que é a parte né de ter sido epitelial especificamente voltado para Produzir e para secretar e para conduzir este produto da glândula ele vai estar entremeado com o tecido conjuntivo da localização né da mucosa o que faz com que nós não tenha uma organização é
tão bem definida Como é o estroma estabelece em relação às glândulas salivares maiores então nós temos em relação às glândulas salivares maiores três pares de glândulas certo esses três pares de glândulas elas são as glândulas salivares maiores parótida As glândulas salivares maiores subemandibulares e as glândulas salivares maiores sublinguares então Aqui nós temos citados os três pares certo então esses pares eles são bilaterais que são o par de parótidas ou par de glândulas submandibulares e o par de glândula sublinguais essas glândulas salivares maiores elas não estão dentro da cavidade oral propriamente dita entretanto elas estão na
região da Cavidade oral e por meio dos seus duplos elas vão lançar o seu produto para superfície da mucosa que reveste toda a cavidade oral e as glândulas salivares menores elas estão amplamente distribuídas na mucosa que reveste a superfície da cavidade oral com exceção de locais na cavidade oral que são forradas pela mucosa mastigatória então a mucosa mastigatória ela forra a gengiva e o palato duro então nessas Localizações onde nós temos aí a gengiva e a mucosa que reveste o palato duro Esses são os locais da cavidade oral onde nós não encontramos glândulas salivares menores
em todos os outros locais nós encontramos glândulas salivares menores então Inicialmente nós vamos abordar aqui a localização desses pares de glândulas salivares maiores veremos foto micrografias também de cada um deles com as especificidades de cada Tipo e depois veremos algumas especificidades salivares menores e vamos aí concluir a nossa abordagem mencionando aí as características da saliva e também as importantes funções que a saliva desempenha em relação a cavidade oral em relação a própria as próprias atividades que estão aí incubidas pelo sistema digestório bem meninos acompanha aqui comigo junto com essa imagem nós vamos aí reconhecer a
Localização dos três pares de glândulas salivares maiores que existem em nós humanos então nós temos três pares de glândulas salivares maiores Como já comentei esses pares de glândulas salivares eles possuem complexidade em relação as porções secretoras terminais aos sistemas de duplos é uma quantidade muito grande né números e possuem também uma organização é complexa que as torna realmente distintas dos tecidos conjuntivos Adjacentes então em nós os três pares de glândulas salivares mencionados Como já foi abordada anteriormente são as parótidas a submandibulares e sublinguares em termos de localização essa imagem aqui nos permite identificar cada um
dos pares de glândulas salivares maiores onde nós identificamos a primeira que nós vamos mencionar aqui são as parótidas Então as parótidas são glândulas salivares Maiores bilateralmente localizadas aqui nessa imagem nós vamos observar que ela se localizam aqui anteriormente aumento auditivo externo e elas estão também inferiormente localizadas em relação ao arcos e gomático elas estão também localizadas geral e posteriormente ao ramo da mandíbula e ao músculo masseter e com uma associação com nervos artérias e veias importantes então nós temos uma relação bastante íntima com o nervo Facial nós temos uma relação com a artéria carótida externa
e nós temos uma relação com aveia maxilar e também nós identificamos aí na estrutura das glândulas tecido linfático certo nódulos linfáticos que estão presentes aí na estrutura da glândula parótida certo bem com relação ao posicionamento dos outros dois pares de glândula salivares as submandibulares e é sobre linguais nós temos que as glândulas submandibulares Elas têm essa denominação justamente por Causa da sua localização elas estão localizadas nessa região aqui próximo ao ângulo né da mandíbula nessa região aqui interna do ângulo da mandíbula enquanto que a sublinguas elas estão localizadas nessa região aqui na região do Assoalho
de boca e elas não possuem geralmente um estroma comum elas são na verdade várias glândulas que se unem e algumas vezes Elas podem até ter um estroma que as organiza formando também um único duplo mas em geral é um Conjunto de glândulas aqui nessa região do Assoalho de boca acima do músculo miroide e que revertem né os seus produtos para a região para mucosa que reveste aí o assoalho de boca sendo que Em algumas ocasiões elas podem confluir para um ducto único liberando os seus produtos ao lado aí do ducto que é o produto de
secreção das glândulas submandibulares que na sequência nós vamos ver as fotos micrografias desses pares de glândulas Salivares maiores e algumas especificidades relativas as características de porções secretoras terminais que estão presentes em cada um desses tipos de glândulas O que é possível que nós consigamos do ponto de vista histológico discernir os três tipos entre si e também em relação às características do seu sistema de duplos Ok então aí na sequência nós vamos observar as características histológicas em foto micrografia exóticas das Parótidas na sequência da sua mandibulares e por fim das sublinguais para que então nós conseguimos
aí falar a respeito das glândulas salivares menores bem meninos vamos aqui ter atenção ao observarmos essa foto micrografia de um corte histológico da glândula parótida as parótidas elas são formadas por unidades secretoras terminais do tipo ácidos o que faz com que nós consigamos observar ao longo de toda a sua extensão Unidade secretoras terminais que se cobram ela secoram pela hematoxilina nós conseguimos observar também nessa foto micrografia o estroma que vai dividir aí os lóbulos e também nós temos como características da glândula parótida o fato de ela possuir uma quantidade bastante significativa de extensão de duplos
intercalares Então os grupos intercalares eles estão bastante desenvolvidos nas parótidas que são glândulas que produzem conteúdo bastante Rico em enzimas né bastante ativo no processo de digestão dentro desse contexto as parótidas elas vão se abrir em inducto excretor terminal que é denominado de ducto de senaum o ducto de seno ele vai se abrir aí na altura do segundo molar superior aí na mucosa que está aí próximo do segundo molar superior e essas são as características mais importantes da glândula parótida sendo também importante a suas relações que nós já mencionamos Anteriormente com artérias com nervos com
veias bem como com tecido linfático e também com tecido adiposo que tende a aumentar aí na glândula em relação à idade então quanto maior a idade da pessoa mais nós observamos aí uma quantidade de intensidade de pouso que se deposita é no parênquima no estômago glandular vem meninas aqui na sequência nós vamos ver uma foto micrografia da glândula salivar maior De submandibular a glândula submandibular ela se caracteriza por ter unidades secretoras terminais mistas ou seja nós temos ácidos e túbulos que estão aí presentes nessa glândula muito embora A grande maioria das unidades secretoras terminais elas
sejam ácidos e os túbulos que estão presentes muitos deles estão Associados com semiloa serosas certo essa glândula Como já foi mencionada está localizado aí na região do ângulo né da mandíbula e ela possui Também um único duplo que se abre na região do Assoalho de boca então quando nós levamos a língua nós vamos observar aí no centro né da do ventre lingual o Freio igual e na base do freio lingual mas temos duas estruturas denominadas de caruncula sublinguais justamente nas carúndulas sublinguais que se abre o ducto de warton que é o ducto que é conduz
aí a o produto de secreção das glândulas submandibulares e Portanto que vai é desembocar na cavidade oral na região das carunculas sublinguas bem para complementar aqui as informações a respeito das foto micrografias dos pares de glândulas salivares maiores nós temos aqui nessa foto micrografia É imagens da glândula sublingual a glândula sublingual elas se caracteriza por ser predominantemente ou por ser uma glândula do tipo mucosa então nós visualizamos que as suas Unidades secretoras terminais Elas têm uma fraca afinidade tutorial são portanto do tipo túbulos essa glândula ela difere um pouco das outras duas comentadas justamente porque
as outras duas elas estão organizadas bem organizadas por um estroma específico que as individualiza dos tecidos conjuntivos adjacentes as glândulas sublinguais elas não são necessariamente desta forma organizada algumas vezes Podem acontecer uma organização dessa entretanto o que nós observamos mais comumente é o fato de essas glândulas serem na verdade um conjunto de glândulas salivares muito próximas entre si e que não tem uma organização muito grande do seu estroma e posso ainda às vezes muitos ductos que vão se abrir aí na região do Assoalho de boca em algumas circunstâncias nós podemos ter uma organização maior do
estroma e a confluência para um único duplo que aí Recebe o nome de duplo de bartholin E aí vai ser Abrir aí ao lado do ducto de Horto que é o duto da submandibular na região das cápsulas sublinguares tá essas glândulas muito dificilmente são acometidas por patologias Porém quando elas são acometidas por patologias geralmente são patologias com características de maior agressividade Isso é uma característica que as distingue por exemplo das parótidas costumam muito ser sítio de patologias Entretanto quando as parótidas são curtidas ela geralmente são acometidas por ou eventos infecciosos ou mesmo por eventos neoplásicos
embora a maior parte das neoplasias que acometem as parótidas são neoplasias com menor característica de agressividade com características de benignidade bem meninos Então nós vamos aqui abordar das características das glândulas salivares aquelas que são identificadas como glândulas salivares menores Então As glândulas salivares menores elas possuem uma quantidade muito menor né de números elas não possuem um estroma organizado e elas estão aí bastante distribuídas na região do da lâmina própria da mucosa oral essas glândulas elas só não estão presentes Como eu havia mencionada anteriormente na região de mucosa mastigatória que é na região da gengiva e
na região anterior do palato duro essas glândulas salivares menores Elas são em sua maior parte compostas por unidades secretoras terminais mucosas são na verdade a maior parte do blues mucosos e nós temos uma exceção a esta característica típica que são as glândulas salivares denominadas de glândulas salivares de vooeb né Essas glândulas salivares menores elas estão localizadas no Vale das papilas circunvadas que são de 8 a 10 papilas que estão localizadas na região do V lingual E essas papilas circunvaladas Elas possuem uma estrutura um vale né uma canaleta que é está circunjacendo a papila e que
fica abaixo da altura da superfície do dorso lingual E aí nessas paredes laterais dessas papilas circunbaladas nós temos botões gustativos e para limpar essa região do Vale das papilas valadas nós temos aí abrindo na sua região de base glândulas salivares menores que são os tipos de glândulas salivares menores que são compostos por unidades Secretoras terminais do tipo serosas são aí exceção a regra já que a maior parte das glândulas salivares menores elas são do tipo mucosas né são túmulos mucosos que compõem as suas porções secretoras as suas unidades secretoras terminais aí na sequência nós vamos
comentar em relação as características e as funções da saliva para que nós possamos concluir a abordagem do nosso Capítulo bem meninos conforme mencionamos anteriormente a saliva é esse líquido Que obedece a superfície da mucosa oral a saliva ela se caracteriza por ser um líquido incolor e viscoso que tem um PH levemente ácido e que é derivado principalmente da atividade conjunta das glândulas salivares maiores e menores certo cerca de 85% do volume da saliva é derivada da atividade das glândulas salivares maiores ao passo que 15% é fruto da produção das glândulas salivares menores a saliva ela
desempenha importantes funções que são Lubrificação e formação do bolo alimentar maturação e remineralização do esmalte dentário lubrificação da superfície da cavidade oral reparação tecidual da mucosa oral e limpeza da saliva sobre a superfície dos dentes essa limpeza inclusive se torna diminuída à noite quando existe uma diminuição do fluxo salivar e é justamente por conta dessa Diminuição do fluxo salivar que se torna tão importante realizar a higiene oral antes de dormir Ok galerinha assim estamos concluindo mais um capítulo da histologia e da embriologia Oral e a gente se vê em breve com outros assuntos com outros
capítulos e também assuntos de outras áreas de especialidade da odontologia ok