oi oi oi pessoal aqui a Flávia sejam muitíssimo bem vindos ao vídeo dessa semana aqui no canal e hoje o papo é sobre Auto aceitação Por que que a autoaceitação é tão importante não só para nossa felicidade individualmente falando mas também para que a gente possa experimentar cada vez mais paz e tranquilidade nos nossos relacionamentos e será que Auto aceitação e autoestima é a mesma coisa então assim ó se você se interessa por esses temas Você já sabe o que fazer se inscreve aqui no canal ativa o Sininho para receber as notificações sempre que rolar
em novidades por aqui e deixa já o seu like que é para esse vídeo chegar no maior número de pessoas possível Tá bom então a primeira coisa que a gente precisa entender é que auto-aceitação não é a mesma coisa que autoestima porque quando a gente tem autoestima inconscientemente involuntariamente o nosso foco ele tá nas coisas positivas que a gente Ah tá então eu gosto de mim porque eu sou uma pessoa legal eu sou uma pessoa inteligente é só uma pessoa tem uma amiga então tem alguma forma a gente tem muita clareza dentro da nossa cabeça
do nosso valor e dos motivos pelos quais a gente é valioso para o mundo e para as outras pessoas já auto-aceitação ela tem mais a ver com uma visão mais Global uma visão mais integrativa a nosso próprio respeito de validação não só dos nossos aspectos positivos mas também das nossas fragilidades das nossas deficiências das nossas dificuldades e do desenvolvimento de uma alto validação e de uma autoestima que independe das nossas coisas positivas a auto-aceitação ela é incondicional Ou seja a gente pode reconhecer as coisas que existem dentro da gente que não são tão legais ou
tão positivos e ainda assim continuar gostando de quem a gente é sem autoaceitação não tem a estima então se você quer melhorar sua auto-estima você precisa começar a trabalhar no processo de reconhecimento daqueles aspectos seus que você ainda não consegue aceitar gostar mais de ser quem a gente é tem a ver com auto-aceitação E é só quando a gente para de se julgar tanto disse criticar tanto que a gente consegue desenvolver uma visão mais amorosa e mais compassiva em relação a gente mesmo e a autoestima ela é nerd naturalmente Quando a Gente para com esse
movimento de se criticar esse julgar e se comparar e tá sempre perdendo por isso a auto-aceitação ela é muito mais importante para o nosso bem-estar de modo geral do que a autoestima mas não que vem então autoestima O que que significa ver uma coisa com quando a gente é criança e tem a capacidade de se aceitar até aquele. Um a gente se sente sendo aceito pelos nossos pais assim tem algumas pesquisas que mostram que antes dos 8 anos de idade a criança ela já perdeu a capacidade dela de se enxergar de uma forma completamente independente
da forma como ela é enxergada pelos outros ou seja por volta dos 7 anos de idade o nosso senso de identidade já é permeado pela visão do outro a nosso próprio respeito então se os nossos pais ou cuidadores Em algum momento eles falharam em passar para a gente a ideia de que nós éramos aceitáveis ainda que essa palavra aceitável muitas vezes ela tivesse na sua interação com a gente associada determinados com os ventos que a gente tinha se essa palavra inaceitável de alguma forma ganhou força na nossa experiência infantil é como se ela tivesse grudado
no campo da nossa identidade e aí a gente começa a enxergar a si mesmo de uma forma extremamente ambivalente e a gente sabe que a forma como a gente foi aprovado ou não pelos nossos pais e pelos nossos cuidadores da infância muitas vezes estiveram mais vinculados aquilo que a gente fazia do que aquilo que a gente era infelizmente Muitas das coisas que uma criança faz Realmente são inaceitáveis como eu já disse para vocês né e alguns outros vídeos aqui no canal o Freud ele tem uma frase muito forte mas que traz uma verdade muito grande
em relação a essa questão de pertencimento a um grupo social que civilização a repressão se existe realmente um conjunto de comportamentos que quando a gente a criança a gente aprende que são inaceitáveis O problema é que a criança ela não aprendi que o comportamento foi repreensível teu comportamento não foi legal ela recebe essa resposta ou esse feedback em relação ao próprio comportamento no nível de identidade por exemplo é a gente pode observar isso mesmo quando a gente faz isso com a gente mesmo Quantas vezes a gente tá com preguiça de fazer alguma coisa em vez
da gente falou assim nossa eu tô com preguiça de fazer tal coisa a gente já pega e leva para o campo da nossa identidade fala assim Nossa porque eu sou muito preguiçosa ou então quando você quer porque quer porque quer alguma coisa e você ficou com aquela ideia de teimosia você não lhe falar nossa como eu estou teimosa em relação a essa ideia você vai uma caramba mas eu sou teimosa e a gente é muito comum a gente observar e isso no tratamento dos pais com os filhos se a gente não toma e a gente
acaba trazendo esse essa visão para criança então sei lá né o Gael por exemplo quantas vezes eu já não me peguei em vez de virar para ele ficar assim caramba Gael como você tá sendo cabeça dura em relação a essa coisa que você tá dizendo só caramba galera quando você é cabeça dura e a gente já conversou aqui em alguns vídeos anteriores e como a criança Ela tem nível de dependência muito grande em relação aos seus pais ela por lealdade ela vai comprar qualquer ideia que o pai ali ou a mãe ou cuidador trouxer para
ela então você falar para uma criança que ela é teimosa ela é cabeça dura ou ela é insuportável ela vai comprar e se der e vai passar acreditar nisso e foi isso que aconteceu com a gente a gente passou assim enxergar de uma forma inadequada e isso pode ter acontecido de uma forma que de repente ultrapassou os limites daquilo que eram os nossos comportamentos ou as nossas atitudes e os nossos cuidadores podem é usado para gente a ideia de que sei lá a gente não era inteligente o suficiente ou a gente não era bonzinho suficiente
ou a gente era egoísta hoje a gente fala muito né de abuso emocional de violência moral violência psicológica mas é esse entendimento de que Dependendo da forma como você trata uma criança você tá abusando dessa criança é uma coisa muito em frente então a grande maioria de nós Guarda essa cicatriz da aceitação condicional Ou seja eu gosto de você contanto que você seja assim ou que você não seja assado e em consequência a gente tende a internalizar esse julgamento e ir deixando pelo caminho aqueles aspectos nossos que por acaso a gente aprendeu que não eram
tão valiosos assim e aí a gente acaba internalizando essa rejeição que a gente aprendeu com os nossos pais e trazendo isso para nós mesmos então a gente rejeitar determinados um de nós mesmos e aí quando a gente cresce a gente sai obviamente reproduzir desse comportamento em Ampla escala sendo hiper críticos com a gente mesmo e ter rígidos e perfeccionistas e da forma com que o nosso cérebro funciona é praticamente impossível que a gente se trate de uma forma diferente do que os nossos pais nos trataram se os nossos cuidadores lidaram com a gente de uma
forma abusiva de uma forma violenta 99 porcento de chance que a gente sai reproduzido exatamente esses padrões se a gente foi ignorado o culpado ou punido fisicamente de um jeito ou de outro a gente vai sair reproduzir indo esses padrões sabe quando a gente acaba com a gente mesmo quando a gente ver com aquela política do chicotinho fica lá porque eu sou isso eu sou aquilo que eu não faço nada dá certo para tudo errado comigo você pode ter certeza de que você está reproduzido um padrão e que Muito provavelmente foi exatamente assim que você
foi tratado um ou mais cuidadores da sua infância e Flávia como é que agente faz para caminhar na direção da autoaceitação e para gente quebrar esse padrão e caminhará realmente na direção da autoaceitação a gente tem três chaves principais um a autocompaixão dois abrir mão da culpa e três aprender a se perdoar quanto mais a gente aceita mais feliz a gente é com a gente mesmo porque mais a gente leva compreensão e mais a gente entende os motivos pelos quais a gente agiu de determinada forma na nossa vida aqueles mesmos comportamentos que a gente assumiu
como erros ou como falhas que a gente cometeu levando esse entendimento a gente consegue entender de verdade que existe uma intenção positiva a gente consegue abrir mão da culpa por aquilo que a gente fez e a gente consegue desenvolver uma visão mais carinhosa e amorosa em relação a nós mesmos e é muito rico a gente perceber que é isso que a gente fez durante grande parte da nossa vida durante praticamente toda a nossa infância que foi buscar a aprovação dos nossos pais nossos cuidadores através desse funcionamento de pegar as nossas qualidades esfregar na cara deles
escondeu os nossos defeitos e enfim fugir de uma visão de reprovação não a gente continua fazendo isso durante grande parte da nossa vida adulta no fundo no fundo o que está em jogo nos nossos relacionamentos e eu não tô me referindo a um tipo de relacionamento específico que eu acho que se aplica a todos os nossos relacionamentos inclusive os profissionais o que está em jogo é a gente querer receber o reconhecimento a valorização e o amor do próximo a gente fica tentando provar o nosso valor para Deus e todo mundo exatamente da mesma forma que
a gente fazia em relação aos nossos pais e os nossos cuidadores quando a gente era criança e particularmente assim na minha experiência quanto mais eu percebo que isso é a minha eu vejo isso acontecendo nas pessoas que eu atendi durante só 15 anos o meu consultório eu vejo isso acontecendo as pessoas que passam pelas minhas mãos sejam os cursos sejam no portal despertar ou seja vocês aqui que me acompanhou através das redes sociais através dos comentários das partilhas de vocês quanto mais eu percebo que isso Sei lá de repente tá até um DNA Espiritual do
ser humano mas eu Flávia Melissa sou capaz de desenvolver uma visão mais alto com passiva em relação a mim mesma porque eu percebo que isso é humano isso não é ah eu sou uma pessoa que eu preciso ficar lambendo o cu de todo mundo porque ai eu preciso ser amada porque eu sou defeituosa porque eu tinha que ser Minha autoestima fortalecida eu não sou eu não sou eu é você e é todo mundo que está pisando na superfície das planetinha e pra que a gente possa desenvolver uma visão mais amorosa com a gente mesmo neste
momento a gente precisa levar em consideração toda a carga de negatividade o que a gente viveu na nossa infância agente precisa entender que os nossos pais e os nossos cuidadores eles não tinham o nível de consciência que a gente tem hoje em relação a esses temas e que eles fizeram sem o melhor que eles puderam como as ferramentas das quais eles dispunham na época e que é necessário que nós passemos às envolver uma parentalidade em relação a nossa própria criança interna diferente do que os nossos pais nossos pregadores fizeram com a gente na infância a
gente precisa jogar limpo com a gente mesmo olhar para a gente falar assim bom Quais são as minhas partes eu ainda não sou capaz de aceitar que eu sou desse jeito e olhar cada uma dessas características com um olhar amoroso tentando entender como é que essas características foram sendo desenvolvidas trazer amor e compreensão para cada uma dessas características como se a gente tivesse esse parenta lizando de uma a frente com que fomos para entre alisados no passado existe uma expressão em francês eu vou jogar ela aqui na tela não falo francês Tá bom mas essa
expressão em francês Ela é perfeita porque ela Traz essa ideia que tudo aquilo que a gente é capaz de compreender a gente é capaz de perdoar e quanto mais a gente compreende a forma aquilo que nos compeliu agir de uma determinada forma durante a nossa infância lá no nosso passado mas a gente consegue nos perdoar por ter agido como a gente ágil e por ter desenvolvidas dinâmicas que a gente foi desenvolvendo ao longo da vida e para entender esse processo a gente pode se fazer três perguntas a primeira Air quais eram as minhas necessidades quando
criança Faça os seus olhos e faz essa pergunta olhando para o seu interior lembrando aí na sua carinha quando criança lembrando da vida que você tinha quais eram as necessidades que você tinha quando criança você tinha necessidade de ser a ser valorizada de ser reconhecida de Ser aprovada quais eram as necessidades que você tinha então você pode se fazer a segunda pergunta que é o quanto que é essas necessidades foram atendidas na minha infância o quanto que eu sinto se eu pudesse dar uma nota de 0 a 10 para cada uma dessas necessidades que eu
identifiquei respondendo à pergunta número 1 o quanto que é essa necessidade foi atendido então de 0 a 10 a minha necessidade de ser amada ela chegou não sei se não sete e a terceira pergunta o que que a gente acreditava em relação a gente mesmo naquela época como que a gente se enxergava o que a gente acreditava do mundo porque esse padrão da gente sair não aceitando partes nossas e pegando outras partes e levando para as pessoas oferecendo uma bandeja pedindo pelo amor de Deus me ame por essas características que eu tenho aqui esse comportamento
foi desenvolvido ao longo da nossa infância baseado na forma o fogão essas três perguntas respondendo essas três perguntas a gente entende como muitos padrões que a gente foi desenvolvendo ao longo da nossa vida a partir da infância tinham como objetivo evitar entrar em contato com sensações como medo culpa vergonha e inadequação e através desse processo de compreensão a gente vai se aproximando cada vez mais mais de um processo de integração sombra mesmo né porque a sombra Exatamente isso é um porão para pra dentro do qual eu varri eu joguei todas as minhas características negativas tudo
aquilo que eu fui aprendendo ao longo da minha vida acreditar que eu não seria amada por ser dessa forma fui lá e tá quem debaixo desse tapete isso é a minha sombra processo de autoaceitação nada mais é do que o processo de integração sombra é isso que eu tenho me dedicado a fazer na minha vida pessoal é isso que eu tenho me dedicado a ensinar para vocês ao longo dos últimos anos e Quem segue lá dentro do portal despertar mais de pertinho comigo fica aqui a dica de um e lá no menu superior Você vai
em programas você vai achar um programa chamado seja inteiro esse programa composto de três vídeos com caderno de exercícios meditações e algumas tarefas para você fazer é um programa que tem como objetivo justamente caminhar na direção da Integração da sombra de uma forma leve e bastante divertida e se você não é uma cidade do portal despertar clique aqui embaixo do link indicado aqui nesse vídeo para que você se inscreva para entrar na fila de espera e ficar sabendo em primeira mão quando a gente abre novas vagas o que deve acontecer daqui a pouquinho então checa
os links úteis aqui embaixo desse vídeo eu espero que o conteúdo de hoje tenha feito sentido para você que tem trazido vários insights e a gente se vê então na semana que vem no novo vídeo aqui no canal tá bom Um grande beijo tchau