Olá, uma boa noite a todos. Que prazer estar aqui com vocês novamente. Mari, Sheila, Gorete, Bruno querido, Patrícia, quem eu for não falar o nome é porque o nome não está escrito aqui, né? Leilane, Lúcia, Sil, Marilda, Rafaela, Adriana, Bel, Gabriela, Roberta. Que bom estar aqui com vocês de novo. Sejam muito bem-vindos. E acredito que todos já começaram a estudar as aulas. Tem pessoas que estão muito evoluídas aí, né, nos estudos, pessoas que já estão até com pacientes, hã, pessoas que mandando mensagem, Roberta, já posso atender. Eu sei que vocês estão um pouco ansiosas assim
e isso vai tomando posse da gente mesmo e a gente vai querendo eh atender, Entender tudo e vem a sociedade, mas a gente precisa dar tempo ao tempo, tá? E essa segunda aula é uma segunda é uma aula muito importante, porque se você tem um entendimento do que eu vou trazer nessa aula, você vai ter um entendimento de toda uma leitura para ser feita no paciente, tá? Então, eu quero que vocês eh entenda essa aula como a premissa para você ter um entendimento do inconsciente. E a gente parte do ponto de que quando uma pessoa
chega na sua frente, essa pessoa, o que ela está dizendo não é a mesma coisa que o inconsciente dela diz. A pessoa quando chega diante de você relatando por um problema, vivendo um problema, aquilo que está no inconsciente dela é muito mais profundo. O que ela te relata é sua ponta do iceberg. Na profundeza do psiquê dela Encontram-se outras coisas. E isso que é o difícil ou não do terapeuta, entender aquilo que está na psique. Tá? Existem várias linhas de estudos da psiquas linhas. E a linha que nós vamos estudar aqui é a linha da
psicologia unguiana. junto com isso a epigenética e junto com isso a ciência do início da vida. E Quando a gente passa a entender o psiquê a partir dessas visões da epigenética, da ciência do início da vida e da psicologia unuiana, a gente consegue perceber o entendimento da criança ferida. E a gente começa a ter uma visão de que por trás de todo paciente que chega no nosso consultório existe uma criança ferida e que o nosso papel é curar a criança ferida para que a pessoa consiga ser um Adulto saudável. Essa criança vai gerando vários transtornos
psíquicos, como a dependência emocional, a ansiedade, mas tudo se resume a uma criança ferida. Criança ferida é o nome utilizado para o que está reprimido no seu inconsciente que não foi trabalhado. Se uma criança ela já começa a fazer terapia desde pequeno 4, 5, 6 aninhos, as coisas que vão acontecendo ao redor dela não ficam reprimidas, Porque ela vai trabalhando as emoções conforme as situações vão surgindo e vai desenvolvendo inteligência emocional. É isso que eu vou fazendo com meu filho. O problema é que nós não viemos de uma cultura em que se falava de inteligência
emocional. Nós viemos de uma cultura em que cala a boca, fica quieto e reprime tudo que você sente. Para os homens ainda isso se torna mais pesado, porque homem não podia chorar, homem não podia se expressar. E tudo aquilo que está reprimido no nosso inconsciente se torna um furacão no nosso consciente, tá? E o nosso ego, que ele tem o papel de nos proteger, de nos defender, de garantir a nossa sobrevivência, passa a ser tomado por aquilo que está reprimido no nosso inconsciente. E segundo a psicologiaunguiana, tudo aquilo que está reprimido no nosso inconsciente Pode-se
ser chamado de sombra. Então nós temos diversos nomes para isso. Criança ferida, sombras, traumas reprimidos, como você quiser chamar, tá? Feridas emocionais, tudo é a mesma coisa. Vamos trazer aqui, né, a sombra, a criança ferida, que é um termo muito utilizado na psicologia onguiana. Ah, Jung, ele fala sobre o processo de individuação, que é uma visão muito Muito bonita da psicologia unguiana. O que que é o processo de individuação? É quando você vai se libertando da sua criança ferida e você vai se reconectando com a sua personalidade autêntica da sua essência. é quando você vai
se desligando do seu núcleo eh familiar e vai se tornando cada vez mais a si mesmo. É o se individualizar, É a individualização do ser. Quando vocês viram o módulo lá de psicologia em umana, vocês escutaram falar também sobre a morte dos pais. junto com o processo de cura da criança ferida, a gente vai fazendo o processo de morte dos pais, que não é um processo em que eu não vou falar mais com o meu pai e com a minha mãe, mas é um processo em que eu deixo de ser o meu pai e minha
mãe e me comportar como meu pai e minha mãe e Projetar o meu pai e minha mãe nas minhas relações e esperar algo do meu pai e da minha mãe. e me comportar como uma criança, buscando o meu pai e minha mãe nos outros ou até no meu pai e na minha mãe de novo. E eu passo a me tornar adulto, maduro emocionalmente, mulher, homem. Então a gente pode dividir, né, as pessoas entre pessoas que são adultas emocionalmente E as pessoas que são imaturas emocionalmente, que tem 30, 40, 50 anos mais idade emocional de 3,
4, 5 anos. O por que que isso acontece? Porque essa pessoa, ela está presa lá na criança ferida, lá nas sombras, lá nos traumas. E essa pessoa, ela vai projetando tudo aquilo da infância nas relações, no trabalho, no dia a dia. Então, no fundo, Somos todos crianças em corpos de adultos. E o processo da terapia é deixarmos de sermos crianças emocionalmente e nos tornarmos adultos. E quando a gente começa a ter uma visão a partir dessa criança, a gente vai percebendo que um dos maiores sintomas dessa criança é a dependência emocional em nossas relações. E
a dependência emocional em nossas relações é quando o adulto se comporta pelas necessidades da criança. Gravem isso, gente. A dependência emocional em nossas relações é quando o adulto se comporta com as necessidades da criança. E o seu papel de autocura e de cura do seu paciente é fazer a pessoa se tornar adulta. e madura emocionalmente, é independente Emocional. Quais os sintomas da pessoa que está presa na criança ferida, na dependência emocional? Quais são esses sintomas? O ego ele é formado do zero aos 7 anos. Ele é formado dos três aos 7 anos, tá? Dos três
aos 7 anos o ego é formado e ele vai se desenvolvendo dos 7 aos 21 anos. Antes dos 3 anos, a criança ela não fala O eu, ela começa a falar ali dos dois aninhos e meio até os três. É quando começa a se formar o consciente e o ego, tá? Na formação do ego, o ego ele é narcisista, não é o transtorno de personalidade narcisista. Esse ego que precisa de um narcisismo, tá? Ele vai buscar todo momento atenção, validação, afeto, elogios, porque assim ele se sente existindo. Então, o ego da criança, ele busca no
olhar do outro a validação de si mesmo. Tá claro? Tá claro? O adulto criança é o adulto que ainda continua buscando a validação no outro. O amor do outro, o afeto do outro, o Elogio do outro, o carinho do outro. Tá claro? Qualquer busca tiver do outro, você está preso na sua criança. Se a criança recebe amor, afeto, carinho, validação e atenção e limites, ela se torna um adulto individualizado que não espera isso do outro, mas que faz acontecer na própria vida com segurança, com maturidade, com confiança, com convicção, com empatia, Com afeto, com carinho.
Ela dá, ela transborda. Tá claro? Eu preciso de elogio. É a sua criança. Eu preciso de atenção. É a sua criança. Eu me sinto sozinha. é a sua criança. Eu preciso de afeto. É a sua criança. Eu preciso que pensem em mim. é a sua criança. E quanto menos a sua criança recebeu, mais a mulher se desenvolve com o feminino ferido e o homem com o Masculino ferido. Tá, tá claro. Então, o papel do terapeuta é fazer o quê? fazer o paciente se tornar adulto emocionalmente. E como a gente faz isso? Como a gente faz
isso? mostrando pra pessoa que ela está se comportando como uma criança, Que ela está buscando necessidades e atenções e elogios e carências e validações da criança dela e que o problema não é o marido, não é o trabalho, não é a vida social. O problema é a mãe e o pai. Ela está congelada lá. falar isso paraa pessoa, a pessoa ela não enxerga, porque a pessoa ela está identificada com a dor. A pessoa, ela tá tão carente, ela está Tão se sentindo sem confiança, ela está tão se sentindo criticada, menosprezada, que ela está tão identificada
com a situação atual, que ela não enxerga que isso não é sobre o outro, é sobre ela, sobre o quanto ela fica buscando algo externo que ela não recebeu lá atrás e que sendo adulta, ela não precisa de nada daquilo. E é importante a gente ter consciência enquanto terapeutas o que é ser adulto, porque a maioria dos pacientes que Chegam na gente, eles têm dificuldades de serem adultos. O que é ser adulto? Não é? Eu vou dar um exemplo para vocês. Uma paciente, ela chegou nervosa com o cachorro porque o cachorro comeu chocolate do filho
e fez cocô na casa inteira. Ela tem o direito de ficar impaciente? Não, ela não tem o direito de ficar Impaciente. Quem fica impaciente é a criança mimada dela. O adulto não fica impaciente. O adulto pensa: "Eu peguei um cachorro para criar. Eu sou responsável pel esse cachorro e eu tenho que dar conta dele ponto final. Ah, me arrependo de ter pego cachorro. Me arrependo. Nunca mais eu pego um cachorro. Mas agora eu tenho que lidar com isso. Isso é ser adulto. O adulto assume responsabilidade. O adulto encara de frente. Eu tenho cinco filhos para
criar. Eu vou criar os meus filhos sem reclamar. A pessoa infantil, ela está sempre reclamando, sempre vendo as coisas pesadas, com dificuldades de assumir responsabilidade e buscando que o outro, o outro faça por ela, facilite o caminho dela, que ela precisa Fazer, que ela precisa trilhar. Quando eu estava com 39 anos, que o meu casamento não estava dando certo, que eu via perdido mais um bebê, que eu tinha ficado na UTI, que eu tinha saído do meu trabalho e que eu não tinha o que fazer na minha vida, eu não reclamei em nenhum momento. Eu
só pensei: "Ferrou, eu tenho 39 anos. Se eu não fizer algo agora, daqui a pouco não tem mais o que eu fazer. Então eu não Tenho o que fazer. Eu tenho que dormir pouco, pensar numa profissão que vai me trazer uma felicidade, que eu vou criar o meu filho próximo dele e eu não tenho o que fazer, eu tenho que estudar." E eu passei um ano dormindo 4 horas por noite. Esse é ser adulto. Entenderam? é fazer o que tem que ser feito. Tive uma paciente com um parceiro num relacionamento extremamente narcisista, Extremamente narcisista. Ela
é uma advogada de família, tá? No processo terapêutico, ela começou a ver o quanto ele era narcisista, o quanto ela tava presa naquilo, o quanto ele tinha amarrado ela financeiramente e se ela se divorci, ela ia ter que dar muito dinheiro para ele. Ela começou a descobrir que ele saía com mulheres, um caso, saía com outros homens, um caso assim bem pesado, que ele ia fazer alienação parental com o filho e que o Filho já estava fragilizado emocionalmente e que ela não tinha outra escolha a não ser aguentar esse homem por mais 4 anos até
ela conseguir se desvencilhar financeiramente dele, o filho dele estar adulto. E é isso que ela tinha que fazer. Isso é ser adulto. Eu já fiz a encreca, eu já me botei na enrascada, agora eu preciso lidar de frente. Entenderam, gente? Então, a gente tem que levar o paciente para esse lugar e a gente tem que mostrar o pro paciente que sim, a realidade não vai ser fácil. E ninguém disse que a realidade ia ser fácil e que nós temos que ser fortes emocionalmente para lidar com a realidade, porque é isso, é ser adulto. Isso é
ser adulto, certo? Então, nós recebemos pacientes num Processo de vitimização que vai querer o nosso colo. E se a gente der muito o nosso colo, a pessoa ela não vai evoluir, ela vai usar a gente como uma amuleta emocional. E se o terapeuta não fala a verdade, não empurra a pessoa, a pessoa ela não vê resultados. no processo terapêutico, tá? E aí que vem a nossa diferença de saber o momento em que a gente acolhe E saber o momento que a gente empurra pra vida e fala algumas verdades. Eu estudei com a Dra. Leonor Luzes,
né, que é uma psiquiatra que desenvolveu a ciência do início da vida, uma psiquiatra umuiana. E a Dra. Ele luzes, ela é aquela profissional que ela dá choque de realidade e eu fiz durante um ano terapia com ela, né? E em todas as consultas ela me trazia choque de realidade. Eu lembro Que na minha primeira consulta que eu tive com ela, que meu casamento não estava legal e eu reclamei para ela do meu casamento, ela virou assim para mim e falou assim: "Você colocou um filho no mundo, seu filho é pequeno, agora se vira, continua
nesse casamento até o seu filho ter uma idade emocional suficiente para você se separar". Certo? Meu filho tinha um ano quando ela me falou isso. Aquilo foi o suficiente para Mim falar assim: "É isso, eu não posso deixar meu filho na mão". Eu fui me separar quando meu filho tinha 4 anos. Nesses 4 anos, eu fiquei lapidando o pai para ele ser um bom pai quando eu não estivesse perto. E fui criando um vínculo de amizade com ele para acontecer uma separação saudável pro filho. Depois que eu me separei, continuamos ainda saindo com o nosso
filho e eu só fui conhecer uma outra pessoa depois de Um ano que eu estava separada. Por quê? Porque eu tenho uma criança para pensar. É isso ser adulto, né? Então nós pegamos pessoas que chegam ao nosso consultório, ah, porque o meu namorado tem filho e eu tenho ciúmes do filho. Que que você vai falar para uma pessoa dessa? Você entendeu? Você entendeu? É mais ou menos essa linha de visão que eu estou trazendo para vocês, de onde o terapeuta NPG leva A pessoa. A gente precisa tirar as pessoas da vitimização. A gente precisa tirar
as pessoas da criança ferida. A gente precisa que as pessoas lidem com os problemas de frente, com maturidade, com responsabilidade, fazendo o que precisa ser feito, a lição de cár. E a maioria das pessoas, elas fogem dos problemas, elas reclamam dos problemas, elas querem facilidades, elas Ainda estão presas lá na criança ferida, certo? Tá claro para vocês? E a gente precisa ficar se observando todo momento que horas nós não estamos caindo nessa criança ferida. Que horas que nós não estamos buscando atenção? Que horas que nós não estamos buscando elogio? Que horas que nós não estamos
carentes? Que horas que nós não estamos Emocionalmente frágeis? Que horas que nós não estamos fazendo uma tempestade em copo d'água? Que horas que nós não estamos num feminino ferido, no masculino ferido, tá? Pra gente enxergar essa criança em nós, o primeiro passo que eu quero trazer para vocês nessa aula, começar a enxergar a criança ferida em si mesmo e nos outros. É começar a fazer uma leitura da criança Ferida nas pessoas. Eu vou dar um exemplo de uma outra paciente que eu trabalhei. Essa paciente, a mãe dela, ela, a mãe dela borderline, narcisista e alcólatra,
tá? Diagnosticada, um borderline no grau altíssimo, quatro, diagnosticada e a mãe dela internada em uma clínica, tá? A mãe dela tava internada em uma clínica. E aí numa consulta ela chegou e ela falou assim: "Ah, eu fui lá eh visitar minha mãe e quando eu cheguei lá, a minha mãe não disse obrigado pelas coisas que eu fiz". Eu olhei para ela, eu falei assim: "Olha, a sua mãe, ela é borderlin, ela sofre de depressão, ela é narcisista, ela nunca vai te agradecer por nada. Você tá sendo uma criança infantil esperando o obrigado dela. Ah, porque
a minha mãe faz isso, isso, isso. Sim, a sua mãe faz isso, isso, isso. E você tem que ser madura e entender que a sua mãe é isso, isso, isso. E que você não pode esperar nada da sua mãe. Ah, mas eu fico carente, fico triste. Aprenda a lidar com a sua carência e a sua tristeza e seja adulta. Essa é a sua realidade. Você vai precisar lidar com essa realidade. Você vai precisar encarar essa realidade De frente. E não é todo momento que a gente consegue falar dessa forma pro paciente. Não é todo paciente
que a gente consegue falar dessa forma. é uma coisa que a gente vai eh levando o paciente a perceber isso, tá claro? E aí que entra o renascimento, porque no renascimento a pessoa ela se enxerga, ela percebe, ela percebe a criança ferida dela e ela percebe que ela está Agindo igual uma criança. E aí a gente gasta, a gente não gasta tanto energia tentando mostrar pra pessoa aquilo que a gente tá vendo, tá? Mas é muito fácil perceber a criança ferida do outro. É muito rápido. A gente percebe assim de forma muito muito rápida essa
criança ferida. E o nosso papel é Trazer a maturidade pra pessoa, tirando ela da criança ferida. Tá bom? Pode ser. que a pessoa ela esteja totalmente tomada pela criança ferida por ter muitos traumas. Ou pode ser que essa pessoa ela já tenha trabalhado bastante o emocional dela, venha de uma estrutura familiar mais legal, eh, e ela tem alguns gatilhos que a colocam na atitude da Criança ferida. Por exemplo, uma pessoa que no ambiente de trabalho é uma pessoa que se desenvolve muito bem, mas no ambiente do relacionamento não. Ou uma pessoa que no ambiente do
relacionamento, essa pessoa ela vive muito bem, mas no ambiente do trabalho não. Naquele ambiente gatilhos estão ativando a criança ferida da pessoa, Tá? Estão ativando traumas, estão ativando sombras, estão ativando feridas. Quanto mais disfuncional o lar for na infância, na formação do psiquê, principalmente do momento da concepção até os 7 anos. Quanto mais disfuncional for, mais traumas essa pessoa carrega. Tá? A adolescência, ela pode ser um momento de muitos traumas para a pessoa. Às vezes a pessoa ela não teve muitos traumas na primeira infância, não teve muitos traumas na segunda infância e na adolescência ela
começou a ter mais traumas, tá? Às vezes a pessoa ela não teve traumas até uma certa idade e de repente falece uma mãe, falece um pai e a vida começa a ficar traumática. Então é depende muito de cada pessoa e Depende muito da formação psíquica de cada pessoa, tá bom? Por isso que quando a gente faz um primeiro atendimento do paciente, a gente vai fazendo algumas perguntas pro paciente que estão aqui nesse relatório, que são as perguntas de como foi a concepção, a gestação, o parto, a ordem De filho, se ela foi amamentada ou não,
se como foi a infância, como foi a adolescência, como foi a figura paterna e a figura materna, pra gente já conhecer como foi a formação psíquica do paciente, tá? É como se a gente já fizesse uma análise da biografia de vida do paciente. Essa visão da biografia de vida do paciente é uma visão ou da nossa biografia de vida É uma visão que vem tanto da psicologia ununguiana, quanto da ciência do início da vida, quanto de Rudolf Steiner. Não sei se vocês conhecem sobre a antroposofia de Rudolf Steiner. Já ouviram falar? Não. Steiner. E isso
casa muito com a psicologia unguiana e a ciência do início da vida. Steiner, ele diz que Nós temos saltos de desenvolvimento a cada setio. Então, a cada 7 anos, nós temos saltos de desenvolvimento do zero aos 7 anos. dos 7 aos 14, dos 14 aos 21, até os 21 anos é o momento em que o cérebro está se formando. É o momento em que está se formando a personalidade da criança. A gente pode dizer que até os 21 anos a pessoa ainda não é madura, Que somente aos 21 anos a pessoa está pronta para ir
pro mundo, que é quando vir um setênio. Tudo que ficou de trauma no primeiro setênio impacta o desenvolvimento do segundo setêno, que impacta o desenvolvimento do terceiro seto. Quando um adolescente é muito problemático, o problema tá vindo lá do primeiro Setembro. É um problema que vai se arrastando, mágoas, ressentimentos, que vai se arrastando até o terceiro setembro. É a antroposofia de Rudolf Stein. Rudolf Steiner, ele é fundador das escolas Valdorf, tá? E as escolas Valdorf, ela tem essa visão da introdução, né? Eh, hoje mesmo nós Estamos tendo toda essa questão aí com o Ítalo sobre
a adultização prematura, né? Então, quando a criança é exposta a situações traumáticas, em que o cérebro não está pronto para lidar nos primeiros setênos, o cérebro ele fica traumatizado e congelado ali e a pessoa ela não Consegue acessar a maturidade emocional. Então, imagina uma criança pequena exposta a brigas do pai. É diferente de se você adulto presencia uma briga na sua frente, isso já te impacta. Agora você tem o seu cérebro estruturado para digerir a situação. Imagine uma criança. A criança, ela não tem maturidade emocional para lidar com gritos, para lidar com solidão, para lidar
com Broncas, para lidar com castigos, para lidar com tapas, para lidar com problemas de relacionamento dos pais. E tudo isso que acontece já é a criança exposta a problemas da idade adulta, dos pais. né? Então, eu tenho muita precaução, por exemplo, eh se eu tenho um desentendimento eh com alguém, com o meu marido, alguma Coisa, a conversa é pelo WhatsApp pro meu filho não estar exposto a problemas de relacionamentos que são meus. Quando uma pessoa cresce sendo responsável pelos irmãozinhos, ela está vivendo um processo de adultização precoce. Quando a mãe é frágil e expõe a
criança a problemas emocionais dela, a criança começa a se sentir responsável Pela mãe e se torna adulta antes da hora. Quando morre uma figura parental de forma prematura e por algum motivo a criança se sente responsável pelo sistema, ela se torna adulta antes da hora. E o fato de se tornar adulta antes da hora vai fazer com que ela não seja madura na vida adulta. vai fazer com que ela seja uma criança ferida na vida adulta. Não é que ela vai Ser mais responsável, pelo contrário, ela vai ser mais ferida ainda. Ela vai se tornar
uma mulher agressiva, com feminino ferido, com raiva, com rancor, com mágoas, que não relaxa, que não se diverte, obesa, sobrecarregada, que não consegue se comunicar num estado neurótico, porque foi tirado dela a infância dela e ela precisou passar por um processo de Responsabilidade antes da hora. Tá? Então, tudo que acontece de traumas no primeiro setênio que essa criança não está preparada para lidar, impacta no segundo setênio. Tudo que acontece de sobrecarga no primeiro setênio, que a criança não está preparada para lidar, vai impactar no segundo setio e assim por diante. Quando a criança ela está
bem resolvida, Quando chega a uns 21 anos de idade, essa criança ela sai da casa dos pais para começar a tomar a própria vida dela. Quando passa dos 21 anos de idade e os filhos moram ainda com os pais, esses filhos não conseguem tomar a própria vida. Eles ficam presos nos pais ou porque esses pais não deixam e ficam segurando o filho, ou porque esse filho se sente inseguro emocionalmente, porque Lá nos primeiros setênios ele não teve o encorajamento que ele precisava ter. Hoje mesmo estava atendendo uma pessoa com 45 anos de idade que ela
não casou. não teve filhos, tem um emprego em que ela não vai, não consegue ser promovida e ela mora na no andar de baixo da mãe, sendo que ela ainda tem o quarto dela na casa da mãe, vai almoçar todo dia na casa da mãe e tem as roupas dela na casa da mãe. Sabe quando essa mulher vai ter a vida Dela? Nunca. nunca. Então eu vejo pessoas adultas que vai fazer alguma coisa na vida e vai perguntar pra mãe e pro pai que tudo que faz pede eh conselho pra mãe, pro pai, conta pra
mãe, pro pai. é uma pessoa que ainda está na criança, que ainda volta pro pai e pra mãe, para buscar o conforto do pai e da mãe. Pessoa que se separa e volta pra casa da Mãe, se separou por causa da mãe, se separou porque projetou as carências da mãe no casamento, não conseguiu lidar com aquelas carências e voltou pro colo da mãe. Então, essa análise que a gente precisa fazer com o paciente, quando a gente faz uma leitura do paciente para entender o nível que a criança ferida desse paciente se encontra, para que a
gente possa trazer a Emancipação, a individuação, a autonomia, a maturidade pro paciente. Gente, eu vou dar um exemplo. Há dois anos atrás eu fui trocar de carro. Aí eu entrei na agência quando eu eu já tinha tudo programado na minha cabeça o que eu queria de carro. Quando eu entrei para ver o carro, eu liguei pro meu pai e não depois me deu um estalo assim: "Por que eu, uma mulher, mãe Independente, com 44 anos de idade, vou pedir orientação ainda pro meu pai para saber qual carro eu compro, para quê? Tô pedindo permissão para
ele para ter o merecimento de um carro. Tô me sentindo insegura, com dúvida, com falta de confiança, que parte em mim ainda não tem uma energia masculina assumida no meu interior de confiança, de autonomia, de segurança, que parte ainda minha tá buscando algo, algum Apoio no meu pai, na minha mãe? E aí vem todos esses conflitos, porque a pessoa ela nos procura para um problema e a gente vai cair no pai e na mãe sempre, sempre, sempre a gente vai cair no pai e da mãe. E terapia é olhar pai e mãe. E terapia é
fazer a individuação do paciente, do pai e da mãe. É perceber o quanto essa pessoa tem de Comportamentos parecidos, atitudes parecidas, projeções parecidas. Vou dar mais um exemplo. Eu tinha problema de compulsão por compras. E aí eu fiquei pensando, por que eu, né, tenho esse problema? E aí eu lembrei que a minha mãe tinha o mesmo problema e que ela me levava no shopping para fazer compras, para dar desculpa pro meu pai. Ou seja, fazer compras era uma forma de ter o amor da minha mãe. Era uma forma de ter a minha mãe por perto,
inconscientemente. Quando eu falo: "Eu sou adulta, eu não preciso mais da minha mãe, eu não preciso fazer mais compras para estar próxima da minha mãe, para ter o amor da minha mãe, eu rapidamente eu saio daquela compulsão." E o nosso papel é descobrir isso, descobrir o porqu da pessoa não está andando devido a uma prisão que ela tem lá atrás Nos primeiros setios. A vida é para andar, a vida é para caminhar, a vida para se desenvolver. A vida é movimento, é energia. A vida ela não é uma estrada, a vida é um degrau e
a vida está nos chamando todo momento para subir um degrau novo. Se a gente não consegue subir o degrau novo, é porque a gente tá preso no pai e na mãe. E o nosso papel é olhar em que ponto que A pessoa tá presa no pai e na mãe, que ela não consegue ter uma postura mais madura. E Deus, ele é tão perfeito que ele vai mostrar onde a pessoa está errando através das pessoas que chegam ao nosso redor. A pessoa ela atrai um narcisista porque a mãe foi narcisista e ela está buscando o amor
da mãe naquele comportamento. O cérebro ele vai reconstruir aquilo que precisa ser curado, como uma neurose da Criança de falar: "Agora eu consigo ter o amor da minha mãe através de uma pessoa igual à minha mãe. Tá? Então, tudo aquilo que a pessoa atrai de negativo e essa pessoa não está conseguindo lidar, vem de uma projeção de um inconsciente lá de trás. vendo a criança ferida. E às vezes a pessoa ela já se colocou num limbo, numa bagunça tão grande que ela não tem o que Fazer, a não ser ser adulto e lidar com a
situação com maturidade, como essa paciente advogada que eu falei para vocês. E isso é sobre ser adulto, né? Eu estou com outro paciente também que ele me procurou para fazer o divórcio com a mulher dele, que toda vez que ele vai tentar fazer o divórcio, ele não consegue, porque a mulher dele manipula muito ele, manipula a filha jun E ele tinha colocado uma data para fazer esse divórcio, uma data em que a filha dele tivesse completado a faculdade. Então, ele ficou casado anos com uma mulher que ele não amava para a filha ter a tranquilidade
emocional de ver o pai e a mãe juntos, sem a mãe desestabilizar essa filha para ela fazer a faculdade de medicina dela. Isso é ser adulto, né? E quando ele se viu pronto, ele me procurou para auxiliar ele na separação, tá? Então, às vezes, a gente vai pegar pacientes que a pessoa se colocou numa bagunça tão grande que a gente não tem muito o que fazer em relação à bagunça que a própria pessoa se colocou, a não ser fazer a pessoa aprender a lidar com a bagunça que ela se colocou com maturidade E e ajudar
a pessoa de como ela vai lidar com aquilo de de uma forma mais sensata possível. Então, muitas vezes a pessoa ela me procura por estar em um relacionamento com o narcisista e eu não falo que a pessoa tem que se separar. Eu não falo, eu analiso a situação como um todo e eu ajudo a pessoa a lidar com a situação e a pessoa ela perceber como ela vai ter que fazer para lidar com essa situação A partir de uma postura mais adulta. Tá, tá claro, gente? Alguma dúvida? E aí a gente tem todas as neuroses
que vêm pela pessoa ter a infância mal resolvida. E quando a gente olha a visão da psiquiatria, a gente vai ter as neuroses diagnosticadas pelos sides, né, que a gente vai ter o transtorno de Personalidade, a gente vai ter a ansiedade, a gente vai ter o borderline. Eh, e quando a gente olha a partir da psicologia e umana, a gente vai observar o feminino ferido na mulher e o masculino ferido no homem, tá? Hoje, eh, eu, quando a gente fala sobre uma mulher estar na energia masculina, o que que é uma mulher estar na energia
masculina? É uma mulher que ela tem a criança ferida tão ativada que o feminino dela é ferido. O feminino foi ferido pela mãe, pelo pai, pela infância, pela vida. E ela vai se comportar no mundo com a energia masculina. Só que por dentro ela é extremamente frágil, ela é como uma criança ferida, tá? E nós vemos os homens com a mesma situação, Com o masculino ferido e por dentro crianças feridas. Segundo a psicologia unguiana, a mulher quando ela está na energia masculina é chamado de ânimos. A mulher, ela está no ânimos, tá? O ânimos é
energia masculina na mulher. E o homem quando está com o masculino ferido, ele está no ânima. O ânima é a energia feminina no homem. Então, a mulher pode tirar dúvida, João. Aqui a Gabriela, quando a pessoa não se lembra de nada, é devido a ter passado algum trauma muito grande que faz com que apague todo o resto. Exatamente isso. É como seria o manejo nessa circunstância. Olha, quando eu atendo individualmente, nenhuma pessoa não se lembra, porque eu vou dando comandos que é seguro a pessoa se lembrar. É como se eu Falasse pro cérebro da pessoa,
é seguro você se lembrar, tá? Só esses comandos já traz a segurança que o ego precisa para se lembrar. Tá bom? Quando o homem ele tem excesso de energia masculina, ele está com a falta do ânima. Ele não teve uma referência de ânima na infância dele e ele não tem uma referência de ânima na vida adulta dele, Que é uma mulher com feminino forte, tá? Eu tentei fazer comigo mesmo e não me lembro de nada da minha câncer. Você fez as sessões de renascimento? Eu sugiro você pegar fotos da sua criança para você começar a
se lembrar. Tá com fotos. Eh, vai lembrando da sua escola, vai lembrando das suas roupas, Vai lembrando das Você lembra da sua escola? Como que era a sua escola? Então, você lembra? É como se quando você fala, eu não lembro nada da minha infância, é como se fosse um processo de negação, um mecanismo de defesa, entende? Mas quando eu te falo, você lembra da sua escola? Você lembra? Quando você vê essas fotos, você lembra dos momentos dessa foto? Tenta começar a lembrar desses momentos, dessas fotos. E quando você for fazer a sessão de nascimento, você
diz que é seguro lembrar, que você pode lembrar, que você vai lembrar. Tá? Aí aos poucos você vai lembrando, é um processo de sair da negação, porque é um mecanismo de defesa, tá? Quando a mulher tem ânimos em excesso, Ela está com o feminino ferido. E se ela não tem ânimos, ela não tem energia paraa vida. Então, o homem sem ânima fica um homem agressivo, um homem com excesso de ânima, fica um homem feminino. Uma mulher com excesso de ânimos fica uma mulher agressiva e uma mulher sem ânimos fica uma mulher sem energia, sem ação.
Tá claro? O ânimus é a parte masculina na mulher e o ânima é a parte feminina no homem. Um homem sem ânima, ele se torna um macho agressivo, muita energia masculina, porque é o ânima que neutraliza a energia masculina. Se um homem tem excesso de ânima, é um homem sem ação, é um homem feminino. Agora, a mulher, a mulher ela funciona na energia feminina, seria o ânima. A energia oposta da mulher é o ânimus, é a ação. Se a mulher tem o feminino ferido dela, ela vai atuar no excesso de energia masculina, no ânimus, excesso
de ação, excesso de briga, excesso de agressividade ou ela não tem o ânimos e aí ela não tem força para nada. Tá. Por que teria excesso de ânimos? Perfeita pergunta. Por que que o homem tem excesso de ânimos? Por que que o homem tem um excesso de agressividade? Isso vai depender muito da cultura, da educação, do ambiente em que a pessoa foi formada, tá? Então, ah, se o homem vem de uma cultura italiana, por exemplo, em que o homem tem que ser macho, O homem não pode chorar, o homem não pode ser fraco, né? Eh,
o homem não pode. [Música] E o feminino é muito anulado, porque o que mantém o ânima no homem é a mãe. O que alimenta a ânima no homem é a mulher. Quando a gente escuta que a mulher é Dificul, é porque a mulher é o a nutrição, é o alimento de diminuir a energia masculina. Então, tudo que existe no universo é sol e lua, ação e ser e alma e inação, tá? Tudo que existe no universo tem essa dualidade. A mulher, a mãe é a responsável por Trazer o ânima no ambiente, o amor, o afeto,
o carinho, a doçura. Quando a mãe é submissa, ela dá espaço pro marido aumentar o ânimos. Quando uma mãe é impositiva, ela diminui o ânimos do marido ou eles batem de frente. Então, é como se a mulher fosse o termômetro. Por isso que a gente escuta tanto falar sobre a cura do feminino na humanidade, Porque a mulher é o termômetro. da energia masculina no mundo. E essa energia feminina, ela foi anulada por gerações, fazendo as mulheres se tornarem submissas e se calarem. Diante disso, elevou a energia ânimos masculina no mundo com excesso de agressividade, de
poder, de autoritarismo e falta de empatia. O problema é que as mulheres Elas não se curaram disso e elas saíram pro mundo com o feminino ferido e com excesso de ânimos, brigando com o mundo com raiva da mãe, com raiva do pai, com crianças feridas. E aí o poder que a mulher teria de trazer pro mundo, a calma, a paciência, a empatia, a tolerância, a compreensão, ela não consegue fazer isso. O conforto, o carinho, o afeto, ela não consegue fazer isso. Eu tenho, atendo mulheres no meu consultório extremamente desequilibradas, que elas tinham que est fazendo
o básico e não conseguem serem pacientes. Ah, Roberta e o homem não, não é o papel do homem, é o papel da mulher ensinar o homem ser paciente. É a ânima que neutraliza a energia masculina no mundo. Se meu marido falar mais alto e eu falar Mais alto com ele, o que que vai acontecer? Agora, se o meu marido falar alto e eu me calar por medo, o que que vai acontecer? Agora, se o meu marido falar alto e eu pacientemente for falando para ele, olha, não vamos falar assim, não vamos falar assim, não vamos
falar assim, não vamos falar assim, uma hora ele vai aprendendo a falar diferente. É a mesma coisa de falar para um filho Tomar banho. Vamos tomar banho, vamos tomar banho, vamos tomar banho. Não mexe aqui, não mexe aqui, não mexe aqui, não mexe aqui, não mexe aqui. Sem brigar, sem dar bronca, sem discutir. Isso é um feminino forte, um feminino que tem paciência. Eu, esses, essa semana mesmo atendi um paciente em que o relacionamento dele, que começou, relacionamento dos sonhos, Terminou depois de um mês e meio por causa de uma briga em que ele atrasou.
A moça, ela ficou com raiva porque ele atrasou e aí ele foi agressivo com ela e ela se sentiu agredida e terminou o relacionamento. E eu falei para ele, então, mas pra gente viver num relacionamento a dois com calma e tranquilidade, a gente não pode, a gente tem que ser pacientes, a gente tem que treinar a paciência, a gente tem que treinar a calma. Aí ele me falou assim: "Mas é chato viver assim". Eu falei assim, mas isso é ser adulto. Então nós normalizamos uma cultura de desequilíbrios dessas energias e não percebemos o quanto essas
energias estão desequilibradas por causa de uma criança ferida. Ah, eu tenho que ter empatia com todo mundo. Mas e quem tem empatia comigo? Ninguém tem que ter empatia com você. Você não é mais criança. É você que tem que ter empatia com o próximo, porque você é o adulto da história. E o papel da mulher no meio disso, ainda mais nesse momento de evolução da humanidade é maior ainda. Ah, Roberta, mas por que que tá na gente nisso? Porque a gente escolheu nascer mulher para fazer essa transição planetária de uma energia feminina. Nós escolhemos isso.
Nós escolhemos dominarmos o mundo. Nós escolhermos nascermos como mulher para diminuir a energia masculina no mundo. Só que nós estamos tentando dominar o mundo com a energia masculina. Porque é mais fácil gritar, porque é mais fácil ser ansioso, porque é mais fácil brigar, é mais fácil impor. E é isso que a gente precisa ensinar pro paciente, que paciência, calma, presença e tolerância é o único caminho para a felicidade no mundo. E isso é o que nos traz de encontro ao selfie, ao ser, a felicidade. Então, nós precisamos eh tirar a pessoa da neurose e fazer
com que essa pessoa perceba que eh não tem vantagem ela estar nessa neurose e que o único caminho que ela tem na vida, o único caminho, a única escolha que ela tem na vida é aprender a ser adulta, porque senão ela vai continuar vivendo em repetições de conflitos. Certo? Hoje mesmo eu atendi uma paciente, ela falou assim: "Ai, mas e se eu não quiser sair de perto da minha mãe?" Eu falei assim: "A escolha é sua, você vai continuar onde você tá. Você tá gastando dinheiro à tua comigo". Falei: "Bem assim para ela, 50% minha
parte. falar o que você tem que fazer. 50% é a sua, querer fazer ou não. E às vezes vai acontecer isso com os Pacientes, tá? Então aqui eu tenho alguns livros que vêm da psicologia unguiana, que são livros muito interessantes. Esse primeiro livro é o livro Volta ao Lar, que esse livro é a leitura básica, todos precisam ler. Se você ler esse livro, entender esse livro, você já vai entender tudo. Tudo mesmo. Nesse livro a gente fala sobre narcisismo, a gente fala sobre dependência emocional, eh a gente vai falar sobre, tem uma, sobre o ambiente
tóxico na infância, tem uma parte no livro que é essa parte aqui que é a página 163, que fala sobre distúrbios de intimidade quando o casamento do pai pai da mãe não é saudável e a mãe pega um dos filhos para projetar A carência dela do pai no filho. Quando o pai pega um dos filhos como escolhido para projetar a carência que ele tem do pai dele no filho, né? Então os pais fazem isso com os filhos. Os pais fazem um certo tipo de incesto simbólico. Que que é o incesto simbólico? É ter o filho
preferido. O filho preferido, ele está sofrendo um incesto, tá? Eu era a filha preferida do meu pai, por isso que eu liguei para ele para perguntar sobre o que eu ia fazer com o meu carro, né? Mas enquanto eu continuasse sendo a filha preferida do meu pai, eu ia continuar tendo atitudes, comportamentos de uma mulher mimada. E isso influenciava na minha vida como um todo. Eu precisei quebrar isso com meu pai, falar que eu Não queria ser a filha preferida dele, eu não queria ser a filha amada dele, eu não queria ser a filha queridinha
dele, eu queria ser a Roberta. Eu sou a Roberta, eu sou a mulher. Pra gente sair desse papel, desse vínculo emocional com o pai, com a mãe, que a gente achou que era uma vantagem na infância. Porque enquanto a gente tem um vínculo assim, nosso ego ele não assume a individuação E a felicidade na nossa vida, tá? E quando a gente tem um distúrbio de intimidade em que um pai nos rejeita e o outro pai é carinhoso, isso piora ainda, porque a pessoa joga toda a projeção da falta de uma figura na outra figura. Então,
a mulher, ela é rejeitada pela mãe, ela vai ter um feminino ferido porque ela não tem o ânima dessa mãe, não tem o Carinho e afeto dessa mãe. Ela tenta se aproximar do pai, que que ela começa a fazer? Desenvolver o quê? Qual energia que ela começa a desenvolver para estar perto do pai? Energia masculina. Então, eu atendo muitas mulheres rejeitadas pela mãe, que receberam carinho a mais do pai, que eram a filha preferida do pai e para estarem mais próximas do pai, essas mulheres se tornaram mais Masculinas, tá? Então, uma mulher com energia feminina,
com falta de energia feminina, é uma mulher com falta de mãe. Um homem com falta de energia feminina é um homem com falta de mãe, tá? Uma mulher com excesso de energia feminina, que não toma a própria vida, é uma mulher que veio provavelmente de um lar em que esses pais protegiam essa criança E provavelmente ela está presa numa mãe que sufoca ela ou num pai que sufoca ela, tá? E um homem com falta de energia masculina é um homem em que não teve a figura paterna ali presente e que buscou a figura da mãe
como apoio emocional. E aí ele tenta se aproximar da mãe para ter um vínculo mais forte com essa mãe, porque é um pai agressivo. Então eu atendo muitos homens com dificuldade de tomar a energia masculina porque o pai era agressivo e eles se aproximaram mais da mãe como uma fuga, tá? A mesma coisa que acontece da mulher se tornar mais masculina, porque ela tenta estar mais próxima do pai, porque a mãe é agressiva, é o homem que se torna mais feminino para buscar a proteção da mãe, porque o pai é agressivo. Você, Bruno, era, né?
Era. Tá bom? E isso não tem nada a ver com orientação sexual, não tem nada a ver, tá? Tem a ver como esse cérebro foi se formando e o cérebro foi entendendo como deveria funcionar. Se uma criança é desejada menino e ela é menina, ela também vai funcionar mais na energia Masculina, né? Uma menina que é desejada menino, ela já nasce com mais energia masculina para ser amada pelo sistema. A mesma coisa serve pro homem. Se o homem é desejado menina, ele vai funcionar mais na energia feminina para ser amado pelo sistema, tá? E aí
tudo isso vai se somatizando no conflito da pessoa até a pessoa tomar consciência E quebrar esses padrões, tá? E qual que é o caminho de tudo isso? fazer o psiquê, o ego, entender que ele não precisa mais de amor, de atenção, de elogio, de validação de ninguém. fazer a mente entender que tá seguro, que a pessoa não está mais no modo sobrevivência, que a pessoa pode ser feliz, que a pessoa pode ser calma, que a pessoa pode Criar uma nova realidade para ela. E aí vem o processo de individuação, que é a cura da criança
ferida e a morte inconsciente dos pais. que vai acontecendo ao mesmo tempo. Isso é a psicologia unguiana, tá bom? Tudo que ficou traumatizado nos primeiros setênos vão se acumulando pros próximos setênos e vão impactando na formação da maturidade emocional. Toda responsabilidade, toda adultização. Vamos usar esse termo que agora tá todo mundo usando. Em excesso nos primeiros setênos, em que a criança ainda não tem uma formação psíquica para lidar, vai gerar uma neurose na vida adulta, em que ela não vai conseguir lidar com as situações de forma mais tranquila na vida adulta. Tá? Toda carência, toda
falta de elogio, Toda falta de atenção, toda falta de admiração na infância vai fazer com que o adulto fique buscando isso na vida adulta. Tudo que o cérebro entendeu como perigoso na infância, o cérebro vai entrar no modo de proteção na vida adulta. Tá legal? Tá claro? Alguma dúvida? E aí nós temos mais livros que falam Sobre eh ânima da psicologia unguiana. Ahã. Esse livro, Acelã, fala muito a jornada de iniciação do feminino rumo a individuação do feminino. Vem da psicologia unguiana também. Esse livro aqui é fantástico, gente. Esse livro aqui é para degustar, porque
ele fala do mito, né, de erros. Do Deus Eros e a psiquê. E a psiquê é o quê? É o arquétipo do inconsciente feminino no amor. E ela se apaixona pelo Eros. E tem a mãe do Eros, que é afrodite, que não quer que o filho case. E o EOS fica preso na Afrodite, na mãe. E a psiquê tem que se tornar mulher para conquistar a Afrodite e erros. E Afrodite dá para ela diversos desafios para ela se tornar mulher, como não ser maternal. Não ajudar muitas pessoas, pensar mais nela mesma, não ser carente, ser
mais sedutora. Então, eh, ela vai trazendo, eh, ela vai, é como se ela desse provas para psiquê, para psiquen o feminino dela e ela só iria dar o EOS para psiquê se ela tivesse se transformado nessa grande mulher individualizada, entendeu? Então, esse livro é fantástico para Entender como é o posicionamento de uma mulher diante de um homem no relacionamento amoroso. Quem trabalha com relacionamento amoroso, esse livro é fantástico, tá? Eh, esse livro é Lilit, que é a sombra do feminino, é o lado sombrio do feminino. O lado sombrio do feminino é a manipulação. Isso não
é totalmente negativo, tá? Mas a gente tem um lado sombrio do feminino, que é a erotização, que é a manipulação, que é a beleza, que é o uso do beleza para conquistar. Se o lado sombrio do masculino é a agressividade, o lado sombrio do feminino é a manipulação, tá? É muito interessante. Nós temos aqui esse livro que fala sobre O anima e ânimos, que você vai ter mais conhecimento sobre a psicologia. São livros que você vai lendo e, ó, você vai devorando os livros, tá? fala de arquétipos, fala de sonhos, fala de mitos, eh, são
bem interessantes. E nós temos o livro vermelho de Jung, que é praticamente a Bíblia yunguiana, né, que o livro vermelho fala sobre todo ali a obra de Jung, Em que Yung ele coloca todo o trabalho dele eh nesse livro, tá? Esse livro vermelho, ele vai trazer ali uma visão muito profunda da psicologia unguiana, tá? Yung ele estudou com Freud, ele aprendeu tudo com Freud, porém existe uma guerra no sistema, tá? sempre existiu. Hoje não mais, mas ainda existe um pouquinho, Que são os yungianos e os freudianos, que são visões um pouco diferentes, que tentam interagir
entre si, mas que tem conceitos diferentes. Agora isso daí tá mais eh eh integrado, né? Agora a gente consegue ter uma visão mais integrativa disso, mas quando eu fiz a minha formação de psicologia unguiana, isso daí era bem assim, os freudianos condenavam os y ungianos eung ele foi banido da academia da psicologia, né? Por quê? Porque ele trazia uma visão espiritual em cima da psicologia. Ele incluiu o ser. Ele fal começou a falar sobre signos, ele começou a falar sobre tarô, ele começou a falar sobre arquétipos, ele começou a falar sobre contos, sobre mitos. Então
ele trouxe uma visão mais mística propiquê e pela visão cientista que naquela época Era totalmente ciência e separ e religião totalmente separados. Y Jung foi visto eh de uma forma muito errada, tá? Então, há 100 anos atrás, quando começou a se desenvolver a psicologia, a ciência e a religião, elas eram divididas. Hoje, o que uniu a ciência e a religião foi a física quântica. A física quântica comprovou que existe Um Deus em cada átomo e que esse átomo é movimentado a partir dos nossos pensamentos. e que antes da matéria existir, existe o nosso ser conduzindo
esses átomos. Ou seja, nós somos deuses de nossa própria obra e a matéria física existe a partir de uma matéria espiritual. Isso foi comprovado pela física quântica. A Gosbam foi um grande, né, eh, um grande nome. Einisten começou com tudo Isso. Jung, ele estudou com Einstein. E foi daí que Jung trouxe o termo sincronicidade, que é o que sincronicidade. As coisas acontecem de forma eh sincrônicas, mostrando o psiquê da pessoa. O psiquê tem energia. A minha estrutura psíquica, ela tem energia. O meu inconsciente tem energia. O meu inconsciente tem poder. Exatamente. Vibração eletromagnética. Nós somos
energia. Nossos pensamentos, nossas emoções, nossas energias têm poder. E nós vamos atraindo as situações ao nosso redor por sincronicidade a partir do nosso psiqu. a partir de nossas sombras ou não. Se você tiver mais bem trabalhado, você vai estar mais próximo da essência. E o que é estar mais próximo da essência? É estar mais próximo da presença Do aqui, da agora, da confiança, da leveza, da entrega, do amor, do afeto, né? Tá? Então, o nosso papel como terapeutas é tirar a pessoa da sombra, aliviando a carga emocional que essa pessoa carrega para as sincronicidades que
acontecem se tornarem mais harmônicas com a harmonia que ela carrega dentro dela. Então, não existe o vilão na vida de ninguém. O vilão nada mais é do que a própria pessoa presa nos grandes vilões da vida dela, que foi o pai e a mãe, tá? E vai ser sempre pai e mãe. E não é que a gente tem que ter raiva do pai e da mãe por isso, porque o pai e a mãe também teve vilões, o pai e a mãe que vem do vô e da avó, do bisavô e do trisavó. E aí a
gente vai ter a visão do inconsciente coletivo, do clã Em que a gente que entra a psicogenealogia e a gente interpreta esse inconsciente ancestral que toma posse do nosso inconsciente, tá? Mas não dá pra gente fazer uma terapia sem pensar no pai, da mãe da pessoa. É sempre pai e mãe. Sempre pai e mãe. E às vezes a gente vai trabalhar um paciente 10 sessões para trabalhar a relação com a mãe e depois mais 10 sessões para trabalhar a relação com o pai. E quando a gente acha que a relação com a mãe tá Resolvida,
volta algum gatilho e a gente tá lá chorando igual uma criança ferida, chorando pela falta do amor da mãe. Eu me pego nisso até hoje, gente. Até hoje. Até hoje acontece alguma coisa, eu tô lá toda crente. Aí eu volto pra sessão de nascimento. Nossa, não é possível que eu tô aqui de novo esperando o colo da minha mãe, tá? E não tem nada de mal nisso. É assim que funciona o nosso psiquê. Isso é a psicologia unguiana. E quanto mais a gente vai se curando, mais vai entendendo e mais a gente vai se libertando
disso, mais a gente vai vivendo com calma, com tranquilidade, com harmonia. Bom, tem um livro que é muito interessante que eh quem quiser se aprofundar mais ainda no na parte de Jung, e eu sou apaixonada por isso, é o livro do Tarot de Jung. E através do tarô do Yung, a gente consegue inclusive saber aquilo que precisa ser trabalhado no nosso inconsciente. Então, às vezes, quando eu tô em dúvida do que ser trabalhado, é que agora o tarô nada mais é do que uma ferramenta para descobrir o que está no inconsciente, tá? Agora que eu
desenvolvi essa ferramenta da mandala Das emoções, eu consigo ser ter mais clareza daquilo que precisa ser trabalhado. Mas antigamente eu utilizava muito o tarô para saber aquilo que tava no meu inconsciente que precisava ser trabalhado, uma frustração, uma falta de força, eh uma culpabilização, tá? Então, a gente tem um livro que é aqui, só um minutinho, esse livro aqui, o tarô mitológico de Jung não é um tarô de adivinhação, Não é para prever futuro, não é assim que Jung usa, tá? O tarô de Jung é pra gente estudar o que está reprimido no inconsciente, assim
como sonhos. Então, tinha uma época que eu tinha um caderninho em que eu anotava todos os meus sonhos quando eu acordava para estudar o que estava reprimido no meu inconsciente. Eu tô atendendo uma paciente que essa paciente tá tendo problema no trabalho e Ela me falou o seguinte: "Eu sonhei que eu estava no açoug a tinha muitas moscas". E aí eu falei para ela: "O que que se faz? O que que a gente faz num açou que tem muitas moscas?" Ela não soube me dizer e na hora eu disse para ela, a gente higieniza, a
gente toma cuidado, a gente olha para onde a gente errou para ter deixado essas moscas tomarem conta, porque um açogue tem que ser cuidado Para as moscas não tomarem conta, porque ela estava no processo de muita vitimização. E eu queria trazer a responsabilidade para ela. E aí eu trouxe as moscas são os abusadores do seu trabalho. O assoug é o seu trabalho e você é o dono do seu trabalho. Quais atitudes você tem? Vem tendo que você está deixando isso ser cultivado ao seu redor, entendeu? Tá? Porque a carne é o quê? É o alimento,
né? Então, eh, a gente ajuda muitos pacientes interpretando os sonhos deles. Teve uma época que todos os sonhos que eu tinha, eu ficava interpretando os meus sonhos para aprender sobre sonhos, tá? Para fazer isso aí. A gente joga no Google, joga no chat PT, tem várias, vários sites que dizem o que são sonhos. Por Exemplo, se você sonha com uma criança, é sua criança. Se você sonha com a casa do seu nascimento, você tá presa lá na sua criança ainda. Ã, se você sonha com carro, é uma dificuldade de você se movimentar. Se você sonha
com perseguição, você está paranóico. Eh, se você sonha que você está fugindo, você está paranóico. Eh, os sonhos eles trazem eh uma leitura do que está no nosso inconsciente. Então, Tinha uma época que eu eh anotava muitos meus sonhos para fazer essa leitura para entender o que estava no meu inconsciente. Tá bom? Então tem essas biografias, caso vocês queiram estudar mais sobre a psicologia. Psicologia unguiana não é algo que você vai eh todo yungiuiano, toda pessoa que é yungiana, que é apaixonada porung, é Isso mesmo, tá? é ir comprando livros e estudando, é se apaixonando
por contos, é se apaixonando por eh mitos, eh se apaixonando por arquétipos. Então, a psicologia unguiana vai trazendo essas visões do inconsciente a partir de arquétipos. Vocês me viram o módulo lá, né, o módulo um, que eu falo sobre Jung. E aí a gente vai entendendo mais como funciona o nosso inconsciente, tá? O inconsciente. Falando mais sobre arquétipos, o que seriam arquétipos? Vocês têm consciência do que é um arquétipo? Tudo isso que a gente tá falando aqui hoje é psicologia. Tá bom, gente? são forças primordiais, são forças que o inconsciente coletivo, uma grande parte do
inconsciente coletivo enxerga como igual. Rosa é um ar, a cor rosa é um arquétipo Do quê? Do feminino. A cor azul é um arquétipo do quê? Do masculino. O leão é um arquétipo do quê? de rei de agressividade, né? Um cachorro. Qual o arquétipo que a gente tem no cachorro como amigo do homem protetor? Então o nosso inconsciente vai trabalhar a partir de arquétipos. Tá bom? Quando a gente trabalha a partir de arquétipos, a gente tem que analisar protetor, fiel. Exatamente, Adriana. A gente tem que analisar o paciente a partir de tudo o que se
enquadra naquele arquétipo. Vamos entender um pouco o arquétipo da mãe. Tudo que é da energia feminina Está relacionado ao arquétipo da mãe. Então, a mãe é o primeiro arquétipo do bebê. Por isso que tudo volta paraa mãe. Por isso que a gente sempre vai voltar paraa mãe. E nós temos o segundo arquétipo que é o pai. E tudo que ficou mal resolvido com essa mãe vai fazer com que a gente tenha uma vida mal resolvida com tudo aquilo que Envolve o arquétipo da mãe. E quando a gente tem algo mal resolvido com o pai, vai
fazer com que a gente tenha tudo mal resolvido com que envolve o arquétipo do pai. Mãe, arquétipo da mãe é o arquétipo da mulher, da mãe, da proteção, do ninho, do útero, do amor, do afeto, do carinho. Se eu tenho problemas mal resolvido com a minha mãe, com o arquétipo da minha Mãe, a minha mãe no meu psiquê, eu não consigo tomar o meu arquétipo feminino, porque a mãe é o feminino. Então, toda mulher que tem problema com a mãe, ela não consegue tomar o seu feminino. Ela vai ter problema com seu feminino, ela vai
ter problemas com se tornar a mãe, ela vai ter problemas com outras mulheres. A mãe também é a chefe do lar. Essa mulher, ela vai ter problemas com chefes no trabalho, Tá? O arquétipo da casa. Nosso primeiro, outro grande arquétipo é o útero. O útero, tudo que envolve o arquétipo do útero, tudo que envolve o arquétipo do útero é o ninho, a casa, o lar, o útero, certo? Se eu tive problemas no meu útero materno, eu vou ter problemas no meu útero familiar. Tá claro? Então, o inconceite ele vai funcionar a partir desses arquétipos. O
pai, quais todos os arquétipos que quais todas as, né, todos os entendimentos que vem do pai, pai, homem, parceiro, protetor, provedor, superior, chefe, hierárquico. Então, toda mulher que tem conflito com o pai vai ter conflito com qualquer homem, porque ela tem conflito com o arquétipo do pai. Por isso que a gente sempre volta pro pai e pra mãe, trabalhando a criança ferida. Quando a gente vai trabalhando o pai e a mãe, que são esses arquétipos primordiais, a gente vai liberando a pessoa. Então, se eu tenho um homem que ele teve um pai agressivo, Ele vai
ter problemas com esse arquétipo do masculino e ele vai ter problemas com o masculino dele. Eu preciso trabalhar a relação dele com o pai pro masculino dele ficar saudável. Tá. Dinheiro. Quais arquétipos que envolvem o dinheiro? dinheiro, nota líquido. líquido É um arquétipo que envolve o dinheiro, água, tudo que está relacionado a líquido, traumas relacionados a líquido, vão influenciar o nosso financeiro. A pessoa, teve uma pessoa que diz aqui que mãe é financeiro, mãe não é o financeiro, é o líquido do útero materno que é o financeiro. Porque quando a gente vê o líquido numa
empresa, a gente fala liquidez Financeira. Qual o lucro líquido da empresa? Para o arquétipo, para o inconsciente coletivo, dinheiro e líquido é a mesma coisa. Tá bom? Todas as pessoas que têm traumas no útero de nascimento com líquido ou de afogamentos na infância tem problemas financeiros. O pai também é um arquétipo do trabalho, que é energia masculina, que é ação. Pessoas que têm problema com o pai vão ter problemas relacionados a trabalho. Só que nós também temos um outro arquétipo que é o trabalho de parto. Se eu tive traumas no meu trabalho de parto, esse
arquétipo, trabalho de parto, vai fazer com que eu tenha problemas no meu trabalho, porque entra no arquétipo. Trauma de água do mar aos 18 anos, medo de nadar tem problemas financeiros. Perfeitamente, Lúcia. O seu cérebro entende que ter dinheiro é perigo e o dinheiro não fica na sua vida. Se você tem traumas com seu pai, o seu cérebro entende que o homem é perigo e aí você vai se colocar numa frequência que você só atrai homens que vão causar perigo em você ou você vai ficar sozinha para se proteger dos homens até que você ressignifique
esse arquétipo. E aí entram os gatilhos. Só que o gatilho ele não é apenas eh A situação em si, é tudo que envolve o arquétipo da situação em si, tá? Se o dinheiro te deixa ansiosa, você tem algum trauma relacionado a dinheiro, a líquido, a trabalho, tá bom? Então, a visão do Jung é essa visão em que é preciso trabalhar o arquétipo da infância, de onde o ambiente, a criança foi inserida e como esse Arquétipo foi sendo tomado como referência pelo inconsciente da criança. E aí, por isso que os nossos sonhos, todos os nossos sonhos,
eles vêm através de arquétipos. É um cachorro que se aproxima, é um urso que se aproxima, porque é assim que funciona o nosso inconsciente. E aí quando a gente faz uma leitura do urso, né, a gente vai saber o que significa esse arquétipo pro nosso inconsciente, tá bom? Eh, muitas Pessoas fazem sessões de renascimento e no final da sessão de renascimento vem sempre um arquétipo assim, eh, eu deixa eu ver aqui o É muito comum vir na sessão de renascimento, no final da sessão de renascimento, o arquétipo. A pessoa ela vê um leão, a pessoa
ela vê um sol, a pessoa ela vê uma estrada, a pessoa ela vê um, ela vê uma onça. Isso aparece no final da sessão de renascimento, que é o Arquétipo sendo trabalhado curando o inconsceito da pessoa. E o grande arquétipo que a gente trabalha na terapia anguiana é o arquétipo da criança ferida. é o arquétipo da criança. Então, no arquétipo da criança, nós teremos uma divisão da criança órfã, que é a criança carente, da criança ferida, que é a criança que tá ferida mesmo, da criança maravilha, que é que é o adulto Que não quer
se tornar adulto, que quer viver pra vida inteira como criança. E nós temos eh é da criança Peterpan, desculpa, que é a criança que não quer ser adulto. E nós temos a criança maravilha, que é quando a criança ela tá curada no nosso interior, tá? Então nós temos esses essas subdivisões dos arquétipos no nosso inconsciente. Também Teve uma outra outra autora que ela fez um estudo fantástico sobre arquétipos. Vou mostrar para vocês. Esse é um estudo fantástico sobre arquétipos. Eu fiquei um bom tempo estudando sobre isso, tá? Eu tenho até, deixa eu ver se está
aqui para vocês verem. Ah, isso daqui eu comprei, acho que eu paguei uns R$ 500 nisso daqui, nessa caixinha, tá? Ela fez um estudo Sobre eh os arquétipos. Eh, esse livro é fantástico porque ele fala sobre os contratos sagrados que nós trazemos como alma e ele ela vai estudar sobre os arquétipos. Então, ela fez as cartas dos arquétipos. Olha só que lindo. E é uma coisa que a gente, eu usei já muito isso no meu consultório, eh, e às vezes uso ainda. É uma coisa que a gente, eu tiro uma carta e eu sei qual
arquétipo precisa ser trabalhado Ali no inconsciente da pessoa, tá? Isso tudo é trabalho mais místico deung trabalhando psiquê dos pacientes, tá? E o ele trabalhava com a leitura de sonhos, ele trabalhava com eh a leitura do tarô, com análise dos arquétipos. Yung ele trabalhava com arte terapia, então ele fazia a pessoa fazer artes e a partir da arte que a pessoa fazia, o Jung conseguia interpretar o inconsciente da pessoa. Tá bom? Tô trazendo uma visão aqui de como se Desenvolveu a psicologia para vocês, para vocês terem esse entendimento mais profundo do que é a psicologia
unuiana na essência, tá? Nem tudo isso a gente vai usar mais no consultório, OK? Mas entender o que que é a psicologia, como se formou, o por que Jung foi banido, né, da academia, o por que Freud desconsiderou Jung, porque ele trouxe uma visão totalmente mística. ele foi Paraa Índia, ele foi pro Oriente, ele estudou filosofias, eh veio a antroposofia de Rub eh Rudolf Steiner em cima disso. Então, foi toda uma separação do estudo do psiquê que veio da psicanálise e foi se dividindo a partir da visão de Jung. E a partir dessa divisão foi
vindo a antroposofia, foi vindo toda uma outra linhagem, tá bom? Tá? Então, a gente tem uma separação aí Na história da psicologia com a briga de Jung e Freud. de quem assistiu o filme da briga dos dois vai entender mais a fundo. Eles tiveram uma grande briga e aí a partir disso teve uma divisão na forma de interpretar o inconsciente. Eu trabalho também e ainda hoje trabalho e trabalho muito, muito mesmo com eh as cartas, as cartas, as cartas da Cabala. Eu fiz um estudo profundo da Cabala também, tá? de entendimento das cartas da Cabala.
Inclusive também tenho aqui o meu o meu tarozinho da Cabala. São coisas que não tem no português, tá? Eu consegui eles em espanhol, que é mais fácil paraa gente entender, tem inglês também, mas eh a com as cabalas a gente consegue eh na parte de interpretação de nomes, Vocês já vão começar a ter um estudo lá das cabalas, porque a gente interpreta o nome a partir do significado da letra da cabala, tá? Eh, eu comprei o mapa cabalístico há 6 anos, mas é um pouco diferente eh entender a o significado da letra da cabala em
fazer entonações no paciente, projeção no paciente de mão, como se fosse um reikake no paciente em cima da energia da letra da cabala, Tá? Esse foi o estudo que eu aprendi com o Manu, que ele que eu fiz a formação de nova medicina germânica com ele. E tem muitos profissionais que ensinam eh a entender sobre a Cabala e fazer essa projeção no paciente. Eu tenho, eu atendo, eu uso praticamente todos os dias isso com muitos pacientes e é muito bonito a resposta que o paciente tem, porque o paciente ele consegue ter uma sabedoria A mais
diante do problema quando eu faço a entonação nele. Só de eu fazer a entonação no paciente, eu pego uma letra, por exemplo, essa letra Alef, que significa seja rei de si mesmo e governe as suas emoções. Só de eu ficar fazendo assim no paciente, Alef, Alef, Alef, o paciente ele já vem com uma força e já fala: "Não, sou eu que mando na minha vida". Ele já traz essa força. Então, as letras da Cabala, elas vão funcionar como uma Imposição de mão para trazer força para o paciente. Tudo isso é uma visão em umana, tá
gente? Tudo isso é uma visão terapêutica, um guiana. Com crianças é muito legal a gente trabalhar com contos. Às vezes com adultos eu faço contos, né? Então a mulher chega no consultório falando do marido, tal, e aí eu viro para ela e falo assim: "Então, mas a vida adulta não é sobre um príncipe encantado te resgatar a cavalo. A vida adulta é sobre você mesmo curar os seus os seus problemas. Para de esperar o príncipe encantado e seja você mesmo a pessoa que se cura, que não se coloque no lugar da Cinderela de vítima, da
da madrasta, seja uma mulher dona de si, entende? Então a gente traz essas visões, né? Quando a gente fala, ai ele é um sapo, não adianta beijar o sapo que ele não Vai virar príncipe. O que que é isso? É uma visãoana de cura do paciente, tá? com crianças, quando a gente precisa curar uma criança e é uma situação muito difícil, a gente costuma eh falar contos para a criança para trabalhar o inconsciente da criança. Eu falei para vocês de uma paciente que me procurou porque o filho dela era adotado e esse filho tinha muitos
problemas de pele. E aí ela contou, ela Criou um conto pra criança que ela começou a contar todas as noites que é, veio a cegonha, que a cegonha trouxe o bebezinho para ela e que o bebezinho chegou para ela através de uma cegonha e que esse bebezinho teve desafios para chegar até ela, porque esse bebezinho passou por muitas dificuldades. Esse bebezinho se sentiu abandonado, esse bebezinho se sentiu sozinho porque a mamãe dele não conseguiu pegar ele direto da cegonha. Ou seja, ela tava tentando trazer para um inconsciente do bebê que ela é a mãe dele,
mas que esse bebê até chegar até ela sofreu muito com uma outra mãe, com uma outra cegonha, entendeu? E ela falando esses contos para o bebê, o bebê teve um resultado muito rápido, tá? Porque o bebê tava preso ali ainda no abandono que ele viveu lá no útero e não conseguia se sentir acolhido pela mãe que ele estava ali. Tá bom? O poder do mito também tem, com certeza tem um outro livro que é fantástico, que é fantástico, é o Despertar do Herói. E aí esse despertar do herói vai falar dos dos 12 arquétipos principais,
que são os arquétipos do sábio. Ah, aqui nesse livro você consegue até saber qual arquétipo você atua e você trabalha, tá? Esse livro começou a ser usado muito pela pelo marketing, porque quem começou a usar o mar, quem começou a usar a visão por incrível que pareça, não foi a psicologia, o herói fora da lei. Quem começou a usar mais a o despertar? Esse livro é fantástico, né? Então, quem começou a usar mais a psicologia, por incrível que pareça, não foram os psicólogos, foi o marketing. Porque o marketing começou a entender sobre o inconsciente coletivo
e como influenciar a mente humana para a compra. Tá? Então, quando um carro coloca um símbolo de um leão, esse carro está dizendo que homens vão comprar esse carro e vão se sentir mais poderosos. Então, tudo é arquétipo e tudo entra no inconsciente e tudo isso influencia nas Suas decisões, influencia no seu emocional, gera gatilhos, te desestabiliza, coloca você na sua criança ferida e você já se perde si. Todos os filmes da Disney foram criados com arquétipos. Exatamente. Inclusive arquétipos fálicos. Que que são arquétipos fálicos? arquétipos sexuais, tipo a cabeça do Mickey. Estou indo para
Disney semana que vem. A cabeça do Mickey é um formato De uma bunda, então nariz. Eh, são muitos arquétipos fálicos. Arquétipos fálicos são arquétipos sexuais, arquétipos com conotação de pênis, tá? Por que que a Disney usa arquétipos fálicos? Porque tudo que é fálico induz a mente humana a se agitar mais, a querer mais. Por isso que a gente tem toda essa cultura de pornografia aí fora, Tá? Tudo que é fálico influencia a mente humana a tomar decisões, as ficar excitado. As cores elas funcionam como arquétipos, a cor vermelha, McDonald's, a cor vermelha, a cor amarela.
Tudo vai funcionar com o arquétipo. Hoje eu coloquei uma blusa rosa porque eu quero transmitir o arquétipo do quê? da terapeuta. E aí entra justamente esse ponto. Quando Você for atender um paciente, se você tiver usando uma camiseta Ering, qual arquétipo você vai passar pro seu paciente? Rebelde, perfeito. Explorador rebelde. Você acha que o seu paciente vai confiar em você se você tiver com uma camiseta velha? Não. Agora se você tiver com uma camisa mais Arrumada, por exemplo, o norival, olha a imagem que ele tem ali de fundo das plantas, né? Qual o arquétipo que
ele está passando ali naquelas imagens? querer uma pessoa que traz calma, querer uma pessoa que traz tranquilidade, querer uma pessoa que faz afeto. Por que que vocês acham que eu tenho isso aqui atrás? Isso daqui foi pensado. Eu fiz estudo de arquétipos para usar Isso aqui atrás, para trazer o arquétipo do que aqui? Da sacerdotisa, daquela que tem as respostas do céu para te dar. E as pessoas me olham como a Roberta vai me dar as respostas, entendeu? É o arquétipo do sábio da sacerdotisa, tá? Aqui é um arquétipo do quê? De casal. Porque eu
trabalho com quê? Relacionamento do amante. Tá. Então, é tudo muito pensado naquilo que a gente vai transmitir nas nossas redes sociais, na nossa comunicação com o paciente, naquilo que a gente vai colocar atrás, porque tudo isso vai fazer com que a pessoa ela queira estar com você, ela se inspire em você, ela te veja como uma pessoa que ela olha você e fala assim: "Sim, é você. Tá bom. Comprei um nicho que ainda vou montar para colocar uns objetos desses e às vezes não precisa de muita coisa. Ó o norival lá atrás é um fundo
de tela que ele escolheu que vai passar um arquétipo X. Não precisa nem ter uma parede bonita, você pode ser ter só um fundo de tela. A água não é bom colocar, porque a água é um animal em que mostra muita hierarquia, mostra muita superioridade, Tá? E a águia intimida. E a gente não quer que as pessoas se intimidem, a gente quer que as pessoas se conectem. Por isso que eu uso rosa. Por isso que tem aqui isso daqui. Tem um cristalzinho. Eu não quero intimidar meu paciente. Eu quero que meu paciente se sinta abraçado.
Não é da profissão do terapeuta intimidar um paciente. O terapeuta precisa, Quais? Os arquétipos do terapeuta? É o arquétipo do sábio. Aqui eu tô usando o arquétipo da professora. É o arquétipo do curador. É o arquétipo do mago. O meu arquétipo principal é o mago. Não é à toa que eu tenho todas essas coisas aqui, né, gente? Vocês já perceberam que o meu mago ele ele caminha do meu lado, é o meu arquétipo principal, tá? E você entender Também, né, o arquétipo que você gosta, o seu arquétipo principal, do curador, do sábio, do mago. Eh,
é muito bom para você também. Esse livro, o Despertar do Herói, ele, você fez os exercícios dele, Leilane? Fez. Ele faz com que a gente identifique qual o arquétipo que nós carregamos, tá? O meu deu mago. Nós temos um arquétipo principal e mais dois subarchquétipos. Não que a gente não atue nos outros Arquétipos, a gente até atua, mas é um pouco mais forçado. É como se a gente saísse daquilo que a nossa alma veio ali para trelhar, entende? Então, estou na jornada da heroína. Ótimo. Eh, então ess eh Jung, ele é tudo isso, a psicologia
unuiana é tudo isso. É mais um pouco. Eh, e o terapeuta, Ele quando ele está diante de um paciente, ele é isso. uma hora ele vai eh empurrar a pessoa pro mundo, outra hora ele vai abraçar a pessoa, outra hora ele vai chacoalhar, outra hora ele vai acolher. Não é algo rígido em que você vai ser sempre ali eh assim sério. E é isso que muda também das outras das outras linhas terapêuticas, tá? Porque, Por exemplo, quando a gente faz uma sessão de renascimento com paciente presencial, vai ter um momento que a gente vai abraçar
a pessoa, vai ter um momento que a gente vai fazer um carinho na mão da pessoa, vai ter um momento que vai ser mais energético, vai ter um momento que a gente vai fazer uma entonação de mão, vai ter um momento em que a gente vai usar uma carta do tarô para entender o que está ali no inconsciente da pessoa, porque tá Difícil decifrar. E o que você vai usar para fazer isso? Não é o que a Roberta está falando, é aquilo que você se identifica. é aquilo que faz sentido para você enquanto eh propósito
de vida no seu propósito. Aqui eu falei diversas coisas que eu me identifiquei, que eu fui atrás, que eu usei já no meu consultório, que teve fases que eu peguei uma coisa, fases que eu peguei outra, Tá? Mas aquilo que você vai escolher como apoio, como auxílio, como eh assim, sabe, entonação, é você, é você enquanto propósito de vida, propósito como terapeuta, tá bom? A psicologia oniana, ela é muito profunda, ela é muito rica, ela vem de uma análise profunda do inconsciente, do inconsciente familiar, do Inconsciente ancestral, do inconsciente coletivo, do nosso psiquê, do self,
do ego, da nossa essência, tá? Então, estudar a psicologia unguiana e são muitas literaturas, são muitos livros, é algo pra vida toda que a gente vai estudando, estudando, devorando, entendendo, entendendo sobre energia feminina, entendendo sobre a energia masculina, entendendo sobre o funcionamento da mente humana, do ego, do self. um resumo do resumo do resumo Do resumo que eu já passei para vocês lá na formação, eu vou trazer para vocês aqui, que foi o que eu aprendi com a Dra. Ele luzes e que não, eu acho que não tem ninguém melhor no mundo para explicar o
que é a psicologia do que a Dra. Eleonor Luzes. Inclusive, quem quiser, eu acredito que no site dela tem uma tem um curso só de psicologia, quem quiser se aprofundar mais, tá? Eh, eh, tem um outro site que Chama Jung na Prática, que tem vários cursinhos. Tem cursinhos de sonhos, tem cursinhos de contos, tem cursinhos de eh mitos de mitologia, tem cursinhos de tarot, tem cursinhos de arquétipo, cursinhos assim, valor R$ 99, R$ 100. Eu fiz todos esses cursos, tá gente? Quando eu comecei a estudar em UNG, eu fui estudando e fui fazendo todos esses
cursos que eu via na minha frente. E tem grandes nomes que ensinam a psicologia Unguiana e tem nomes que ensinam a psicologia unuiana. E um dos nomes que mais me explicou a psicologia unuiana de uma forma simples e básica, foi a Dra. Ele Luzes. E a Dra. Leonuses, ela resumiu a psicologia em um desenho. Esse desenho eu fiz para vocês. E o desenho é o seguinte. Imagina o psiquê esse círculo, tá? E aqui nós temos o consciente. Aqui nós temos o inconsciente coletivo. Aqui o consciente e aqui nós temos o self, que é a nossa
essência. E aqui nessa região é o inconsciente. E o nosso ego, ele tá aqui. Por incrível que pareça, o ego ele não está no inconsciente. O ego ele está no consciente, tá? Esse daqui é o ego E aqui é o inconsciente. O ego, ele faz a comunicação do consciente com o inconsciente. E aqui no mais profundo nós temos o inconsciente coletivo. E todo esse inconsciente, ele funciona a partir de arquétipos, tá? E o que acontece é que o nosso inconsciente é poluído pelas sombras, que são os traumas. Isso vem lá de trás, tá? E aí
o arquétipo, E aí o ego que precisaria fazer a comunicação com o seu self não consegue se comunicar porque tem as sombras no meio. E as sombras, a gente utiliza o arquétipo da criança ferida, que está ferida por causa do arquétipo da mãe e do pai, Tá claro? por causa do arquétipo da casa, por causa do arquétipo do irmão, por causa do arquétipo do útero, por causa do arquétipo do líquido, por causa do arquétipo do parto, tá? Se eu tenho problemas com meus irmãos, eu vou ter problemas com amigos, com sócios. é o arquétipo do
irmão. Então, o que a gente faz na terapia é Trabalhar o arquétipo da criança para ela se desvencilhar das referências dos outros arquétipos e a gente formar novas cognições neurais, trazendo novas informações do que deveria ser aqueles arquétipos. E aí a gente faz as reprogramações dos arquétipos. De que forma? Se eu tenho um arquétipo de que pai é perigo, homem é perigo, eu vou atrair homens abusadores. Eu levo a pessoa a acessar a criança, Estar diante daquele pai perigoso e aí eu reprogramo que pai é seguro, que homem é seguro. A gente sempre reprograma com
essa palavra. seguro. Por quê? Porque o ego ele entende isso tudo, esses arquétipos ali traumatizantes para ele como perigo. E o ego tá te colocando no modo de proteção. Só que ao mesmo tempo que o Ego te coloca no modo de proteção, o seu psiquê tem energia e atrai a mesma situação paraa sua vida. Então é como se isso daqui tivesse energia. um íã de energia que atraísse situações da mesma frequência por sincronicidade, porque isso é energia. Então, ao mesmo tempo que você fica presa em uma atração daquele mesmo arquétipo De perigo, o seu ego
vai responder de forma que vai te proteger, mesmo se você não estiver em perigo. Mesmo se o homem for tranquilo, a mulher vai arrumar problema diante desse homem. Se ela tem problema com o pai. Vou dar um exemplo básico. Um casal está namorando felizes da vida, vivem super bem namorando. Eles engravidam, o homem se torna pai porque namorado não Entra no arquétipo do pai. O homem se torna pai. Quando ele homem, esse homem se torna pai, abre as caixinhas da criança diante do pai e essa mulher se torna uma mulher raivosa com o pai do
filho dela, porque ao ele se tornar pai, abriu a caixinha daquele arquétipo. Eu moro em apartamento, tá hoje, mas a vida inteira eu morei em casa, Certo? E eu tenho muitos traumas relacionados à casa e meu marido morre de vontade de morar em casa e eu ainda não estou preparada para curar todos os meus gatilhos da minha casa. para ir morar em casa, porque eu sei que se eu for morar em casa, eu vou me tornar uma mulher neurótica, entendeu? Porque pro meu cérebro casa é perigo. E até eu desativar todos os gatilhos de casa
perigo, eu preciso me preparar emocionalmente por isso e saber que eu vou ter que passar por várias sessões de renascimento para morar numa casa. Tá claro, gente, como a gente pode se preservar, né? E é normal, você entra no hospital e você fica mais ansiosa. O que que aconteceu para você? O arquétipo hospital representa perigo. Para outras Pessoas não. Representa conforto, representa segurança, tá? Então, a gente precisa ressignificar esses arquétipos no nosso inconsciente. E a palavra é essa, ressignificar, reprogramar, tá? Ressignificar, dizendo que é seguro. É seguro morar em casa. Mas quantos traumas eu tive
em casa? São vários. Eu vou ter que recificar. vários gatilhos relacionados a esses traumas, Tá? A mesma coisa com dinheiro. Pra gente ter o dinheiro fluindo na nossa vida, vamos precisar ressignificar todos os traumas relacionados a dinheiro e líquido. E se o problema vier no trabalho, ansiedade, tensão, todos os problemas relacionados a trabalho. O pai que só reclamava do trabalho, o pai que saía de casa e só trabalhava e você sentia a falta do pai por causa de trabalho ou seu trabalho de parto, porque entra no Arquétipo do trabalho. Tá bom? E esse inconsciente aqui,
ele funciona como uma espiral. Por isso que é um processo terapêutico em que as camadas mais superficiais são as camadas que a gente mais vê acontecendo agora, mas o que traz mais resultado é quando a gente entra acessa a camada mais profunda que está perto do selfie, que quando foi, quando é que foi a Primeira informação? programada do arquétipo, entendeu? Por isso que o renascimento é fantástico, porque na sessão de renascimento a gente vai chegando nas camadas mais profundas, a gente vai acessando a dor raiz lá no útero, na primeira casa, no primeiro líquido, e
a gente vai reprogramando os gatilhos ao acessar isso. Tá. Tem pacientes que é muito fácil, que estão totalmente conscientes, abertos, são maduros, não são vítimas. Os pacientes mais difícis são os pacientes vítimas, que não tem consciência, que não tem abertura. São pacientes que a gente cansa, que fica, sabe? Agora, os pacientes que mais tm esse entendimento, eh, que estão abertos, que são maduros Emocionalmente, são pacientes mais fáceis. Por exemplo, eu tenho um paciente que eu estou trabalhando com ele. Esse paciente que ele está fazendo o divórcio da separação. Ele tem 53 anos. Eu faço sessão
de renascimento com ele. A sessão dura meia hora e ele já vê o que aconteceu lá no útero e ele fala assim: "Ó, isso daí veio do útero". E ele já fala para mim o que aconteceu, Porque ele tem essa clareza, essa consciência, ele já vai lá na raiz daquilo que precisa ser trabalhado, tá? E se você não consegue lembrar as coisas da sua infância, né, como a Rebeca falou, é porque aqui o seu cérebro ele está dizendo para você, ele está no mecanismo de proteção, dizendo para você que é perigo olhar para isso. E
se você começa a dizer para ele, é Seguro, eu quero quando eu comecei a estudar sobre narcisismo e eu vi que tudo que eu vivia era reflexo de vir de um lar narcisista, eu falei assim: "Eu quero, eu quero, me mostra, eu seguro, eu quero ver". E aí eu comecei a fazer sessão de renascimento e comecei a ver as torturas psicológicas que eu passava. Mas foi difícil. Era como se fosse uma resistência do meus do meu ego, dizendo: "Não, não vai Ver, não é seguro, é perigoso". Porque o ego, ele está ali criando uma barreira
com o nosso inconsciente de proteção. Então, quanto mais a gente nos protege, mais trazemos perigos no nosso interior. E o que a gente vê é mulheres na defensiva todo o tempo, mulheres se protegendo todo o tempo, mulheres irritadas todo tempo, homens que qualquer coisa já eh querem ter razão, Querem se defender, querem brigar. São o quê? Por como estão essas pessoas? estão com traumas e estão com ego aqui se defendendo a todo momento. E muitos casamentos se destróem por causa disso. Muitos casamentos tá numa necessidade excessiva de se defender, de se justificar, de se validar.
de se de ter razão, de sair por cima todo tempo. E quanto mais a gente faz terapia, mais O nosso ego fica maleável. Então tem uma confusão muito grande em ter uma personalidade forte, porque essa personalidade forte pode ser um ego enrijecido e ter uma identidade forte, tá? Porque nessa formação do ego que começa a partir dos 3 anos de idade, o ego vai assumindo personalidades. É isso que acontece com o narcisista. Chega o momento que o narcisista vai criando tantas personalidades, tantas personalidades, que ele encontra uma personalidade, uma máscara que ele é eficiente. E
aí ele vai usando essas máscaras. E aí eu vou perguntar para você, a pessoa que sofre de síndrome do Salvador, que é aquela pessoa que ajuda a todos ao redor, será que não é uma personalidade narcisista do ego? Será que não é uma máscara narcisista do Ego que se tornou salvador do pai e da mãe para ser amado e para ter lugar? Então, já tem várias várias linhas de estudos falando que a síndrome do Salvador, ela está diretamente associada com o narcisismo e não com uma dependência emocional. E toda pessoa que sofre de síndrome do
Salvador, ela sente que ela resolve o problema de todos. Ela é controladora E que ninguém sabe fazer como ela. É um ego que aprendeu desde pequeno a resolver o problema de todo mundo e que se enrejeceu em um tipo de narcisismo, em uma máscara. Se não sou eu, ninguém faz. Exatamente. Não é o narcisismo isso? Se não sou eu, ninguém faz. Não chega a ser um transtorno de personalidade narcisista, né, gente? Mas é um ego, é um ego inflado, é um ego Narcísico, tá? a gente vai, eu vou falar a diferença do ego narcísico e
do transtorno de personalidade narcisista também, mas aqui nesse livro vocês vão entender bem sobre isso, tá? Inclusive esse livro ele tem audiobook, eu vou passar o link para vocês. Eu escutei ele numa academia, no carro, cozinhando, Tá? O audiobook ajuda a gente nisso, tá? A gente vai escutando os o livro das cinco feridas emocionais também. Eh, eu escutei na academia dirigindo, então a gente não precisa se prender assim, parar e estudar também. A vida pode ser mais dinâmica, tá bom? Porque é muito material, aí vocês vão falar: "Nossa, tal, sobrecarrega". Não é estudando, é amando,
se apaixonando. É deixar o arquétipo do sábio, do mago, do Curador tomar posse de você mesmo e você se apaixonar por isso, tá? Então, tá claro isso para vocês? Então, a personalidade forte não é algo positivo, porque é uma pessoa que tem personalidade forte, não é resiliente, não é maleável, ela tem que ter razão, ela discute, ela se defende, ela tem um temperamento forte e ela na realidade só está reprimindo as sombras dela, se defendendo. E o que é saudável é uma pessoa que tenha identidade própria, que é quando ela se liberta dessas personas, desses
falsos eus formados pelo ego e ela volta por mais próximo do selfie que tá aqui dentro. Por isso que falam do poder do inconsciente, porque no nosso inconsciente nós criamos uma realidade de sombras, mas também no nosso inconsciente existe a nossa luz. Quem falou isso muito forte, deixa eu Ver se o livro tá aqui. Foi o livro do limite zero de Joe Vital. está aqui também. É um livro que esse livro é o meu xodó, eu indico para vocês. Ele fala do oponopono e oponopono nada mais é do que isso. Eu te amo, sinto muito,
me perdoa, sou grata. Que é uma liberação dessa entonação em cima dos arquétipos. O Joe Vital, ele falou que uma vez ele foi numa palestra e ele começou a fazer oponopono para as cadeiras. O que que ele estava fazendo? Ele estava liberando informações desses arquétipos que estavam nas cadeiras, porque uma cadeira pode ser um gatilho. Uma cadeira pode ser um gatilho. Então, esse livro ele fala do oponopono, de como a gente usa o oponopono para liberar essas camadas do inconsciente. Mas o, a gente faz isso na terapia, a terapia é muito mais rápido, tá? O
renascimento é muito mais rápido. Você Não precisa ficar falando pono pono toda hora. Você vai fazendo o renascimento, isso vai ser muito mais rápido. Mas a essência desse livro é falar o quê? que dentro de cada um existe o limite zero, que é onde está a nossa essência, que é onde está a nossa identidade própria, que é onde está o nosso poder, que é onde está o self. E conforme a gente vai se liberando dessas sombras, né, quando a gente vai acessando essas camadas e chegando na Camada, na programação raiz dos arquétipos, a gente vai
liberando esses bloqueios, recificando essas informações, porque tudo é informação, e a gente vai entrando em contato com o nosso self. E é isso que o renascimento faz. Ele faz a pessoa entrando em camada por camada a sessão de renascimento. A pessoa vai lembrando de 5 anos atrás, de 10 anos atrás, de 15 anos atrás, da adolescência, da infância. chega lá no Útero, vê o que ela viveu lá no ninho, no lar, no arquétipo da mãe, né, no líquido, a gente ressignifica aquilo. Só que quando a gente ressignifica aquilo, a gente se reconecta com o self.
E aí vem uma que a gente se torna muito assim leve, muito bem, que é quando a gente, quem faz renascimento, já fez renascimento, sempre no final tem aquela conexão profunda. Essa conexão profunda é a Conexão com o self. A gente vai indo até a raiz, ressignifica o arquétipo, libera o trauma e se reconecta com o self, tá bom? E todo o nosso papel é levar a pessoa para se reconectar com o selfie. Resgatamos a nossa luz de diante de tantas sombras. Exatamente. Aí saímos da rigidez. da defensiva, dos problemas, dos conflitos e nos tornamos
mais a nossa essência. Eu não sou igual a você, você não é igual eu. Cada um é um, mas como esse um é a nossa essência, isso é o se autoconhecer, tá? Então aqui na formação nós vamos falar a essência do da pessoa que nasce no primeiro filho, a essência de cada da pessoa que nasce em cada signo. Nós vamos trabalhar signos porque a astrologia influenciou influencia eh na essência da pessoa, tá? A numerologia influencia na essência da Pessoa. Tudo isso faz a gente entender o que eu eu já trabalhei um tempo com a numerologia
também. para entender um pouquinho mais a essência da pessoa. A numerologia ela ajuda muito a gente entender eh no ambiente profissional de trabalho, tá? No ambiente de trabalho a gente consegue entender eh pela numerologia a potência de cada um, a energia de cada um, tá? Para relacionamento amoroso, isso não vem tanto à tona, porque é mais a criança Com o pai, com a mãe mesmo, tá? Eh, e aí tem as ferramentas que a gente utiliza, que é a mandala das emoções, que eu vou começar a introduzir na próxima aula, que você vai mapear a emoção,
já tá com ela impressa, a mandala da emoção, que você vai mapear a emoção que o seu ego tá preso. que vai vir lá do arquétipo da mãe ou do pai E nós vamos a e nós vamos mapear quando isso foi programado no cérebro, tá? o momento que foi programado, a gente consegue mapear quantas vezes a pessoa passou por aquilo, qual foi a última vez que a pessoa passou por aquilo. Às vezes a pessoa chega no meu consultório e fala de um problema, eu já eu já consigo mapear e falo assim: "O que que aconteceu
com você na sexta-feira à noite?" Aí eu já sei que na sexta-feira à noite ativou um gatilho pra pessoa estar desequilibrada, tá? Então a gente consegue mapear, né, a idade em que aquela informação ficou programada no cérebro. Às vezes a gente tem um paciente que tá muito traumatizado e que a gente não consegue chegar nos traumas raiz, a gente vai indo por camadas, tá? Porque essa pessoa não tem um emocional fortalecido para lidar com a situação e tá tudo bem. Tem pacientes que já na primeira sessão vão se ver no útero e tá tudo bem
ao processo de cada um, mas a gente consegue mapear até onde o inconsciente pode nos permitir. E a gente chega no trauma raiz. Às vezes na sessão de renascimento a pessoa tá se vendo com 15 anos de idade, aí eu falo: "Não, mais para trás, vou mais para Trás". Eu forço a pessoa a ir mais para trás porque eu sei que ela precisa chegar até os 7 anos de idade. Enquanto ela não chega, eu não sinto a energia se dissipando. E aí a gente consegue mapear as regiões do cérebro que foram traumatizadas naquele momento do
trauma pra gente entender como está o funcionamento desse cérebro. Quando a gente faz a sessão, quando a Gente mapeia o paciente, a gente vai passar o dedo em cima do mapa. Eu vou ensinar isso para vocês. E o mapa vai estar eh energeticamente com energia em uma região, tá? E depois que a pessoa acessa o trauma raiz e a gente ressinfica, a gente passa o dedo de novo em cima da região e não tem mais energia ali controlando o cérebro. Tá bom? Tá claro? Eu vou ensinar isso tudo para vocês. Então, a gente consegue saber
se na consulta o que a gente fez foi efetivo ou não. Só mapeando energeticamente o inconsciente. Lembra tudo isso daqui? É energia. A gente faz com o dedo. O pêndulo ele é muito demorado. A gente faz com pêndulo. O dedo, o pêndulo é muito demorado, a gente faz com o dedo. O dedo Ele demora um pouquinho pra gente sentir, tá? pra gente ter a sensibilidade no dedo, não é de uma hora para outra, mas conforme a gente vai usando, a gente vai pegando a sensibilidade no dedo. E é muito melhor começar pelo dedo, porque muitas
pessoas sentem dificuldade com dedo e vão pro pêndulo. Você só vai estar retardando o seu aprendizado. Eu fiz isso e só demorei mais para pegar. É melhor já ir tentando com o dedo para Ir sentindo mais confiança. Eh, conseguiu com dedo, Regiane? Que ótimo. Para você ir pegando essa afinidade, tá? No módulo do mapeamento cerebral, eu ensino como mapear com dedo. modo. E aí nós temos também a mandala ancestral, que aí a gente mergulha mais no inconsciente coletivo ancestral, indo aqui até a terceira geração, os nossos bisavós, Pra gente identificar da onde está vindo aquela
neurose. que nós carregamos, aquele bloqueio que nós carregamos, aquela situação que nós carregamos, tá? E é sempre tudo sobre nós. Às vezes é uma necessidade só de pertencer ao sistema e às vezes é um trauma mais profundo. Tá claro, gente? Alguma dúvida? A próxima aula nós vamos ter um probleminha. Probleminha não, a gente vai precisar alterar a data. Porque eu tive um problema com o meu voo. Estou indo viajar, ia viajar na quinta-feira e o voo foi antecipado para quarta-feira. Então a próxima aula vai acontecer na segunda-feira agora às 19 horas, tá? Eu vou precisar
antecipar para segunda-feira. Quem não puder participar vai ficar gravado. E na próxima aula eu vou ensinar vocês já a preencherem a análise biográfica do paciente para vocês já começarem a fazer análise biográfica das pessoas. A gente vai entender sobre essência do início da vida, a gente vai entender sobre feridas emocionais e a gente vai começar a aprender a fazer a análise biográfica, que é o primeiro passo para entender o paciente que chega até você. Antes de saber O trauma que o paciente carrega, antes de saber a ancestralidade do paciente, a qual o ancestral tá aprendendo
o paciente, antes de saber qualquer coisa do paciente, você precisa aprender a histó entender a história de vida do paciente e entender como esse psiquê se formou para que você possa ajudar esse paciente efetivamente a acessar os arquétipos na raiz. Tá bom? Então, quando a gente, só paraa gente dar um resumo aqui, quando a gente fala de pai e da mãe, que o pai foi o grande devorador do filho, na realidade a gente está falando apenas da formação daquele arquétipo no psiquê, de como se formou e uma informação que ficou naquele psiquê. Não existe um
pai maldoso, não é culpa do pai e da mãe, é uma informação daquele psiquê, daquele arquétipo, como se formou, que a gente precisa mudar aquela informação, tá claro? E conforme a gente vai mudando essa informação, a gente vai tirando a criança do a gente vai tirando a pessoa do arquétipo da criança, fazendo a criança, fazendo o adulto se libertar da referência da criança, do que ela viu, do pai e da mãe e tomar uma postura de adulto. Porque o que acontece? O seu psiquê foi formado lá naquela Criança com aquela visão daqueles arquétipos. Você já
é adulto, mas você está enxergando a realidade pela visão da criança. Entendeu, Bruno? Entendeu? Agora é como se você carregasse o mindset da sua criança, que você se vê como seu pai te via inseguro, que você vê a vida como seu pai falava para você que era. e que você vê aqueles arquétipos, o Líquido é perigoso, o a mãe não é carinhosa e você aprende todos esses arquétipos pela visão da criança e você cresce, mas o seu mindset é de uma criança, porque você tá preso na construção desses arquétipos. E quando você ressignifica isso e
fala: "Eu não sou mais criança, eu posso ver a vida de uma forma diferente". A gente desenvolve nós novas cognições neurais. de como a vida pode ser. Um exemplo simples. Se eu tive uma criança que foi muito maltratada na infância, eu não sei o que é ser uma mulher bem tratada. Eu continuo sendo uma criança maltratada, tendo compulsões por homens que me maltratam. Se eu vou ser bem tratado, eu nem vou valorizar. Eu nem sei que aquilo é referência para mim. Eu nem sei que aquilo existe. Eu não Tenho nenhuma referência no cérebro de emitir
uma informação de que eh é possível ter um homem que me trate bem. não tem essa informação, não tem cognição neural no meu cérebro criada de que eu posso receber carinho. Se eu trago essa informação no cérebro da pessoa, o cérebro expande de forma Sim, posso ter pode ter uma outra realidade. O dinheiro é pesado? Não precisa ser pesado. Pode ser leve. O amor é pesado? Não, não é pesado. Pode ser leve. A maternidade é pesada. Porque a minha mãe via a maternidade como pesada e falava que eu dava trabalho. E eu começo a enxergar
a maternidade pelo óculos da minha criança. Tá claro? Então, o que acontece com o adulto que não consegue se realizar é que ele tá com o óculos da criança, enxergando a vida pela visão, pela lente Da criança, enxergando os arquétipos no mundo pela lente da criança, enxergando as relações pela lente da criança. Quando eu falo por uma pessoa que é totalmente dependente emocional e carente, que ela fica buscando o elogio do marido e o marido nunca elogia ela e eu falo para ela assim: "Mas a mulher adulta e madura, ela espera elogio, ela vai falar
que eu tô louca". Ela vai falar que eu tô louca, ela vai Falar assim: "Nossa, mas como assim? Viver sem elogios? Não, eu preciso de elogios. É a criança dela que tá enxergando a realidade pelos olhos dela. E eu era essa mulher que ficava esperando elogios. Hoje eu não sou mais. Eu nem tô ir para elogios. Por quê? Eu saí da ótica da minha criança. E só quando a gente passa pro lado de lá é que a gente fala: "Nossa, eu não Acredito". que eu enxergava a vida dessa forma. Eu era aquela criança carente esperando
elogios de todo mundo toda hora. Tá bom? A gente assume a própria identidade, tá? Esse livro ajuda muito a gente enxergar a nossa criança interior dentro da gente, o como a gente está preso nessa nesse óculos da criança, tá certo? Tudo é informação, tudo é energia. E nós, como terapeutas, vamos mudar a informação programada no cérebro e nas células do paciente. E quando a gente muda essa informação, o paciente começa a enxergar a realidade de outra forma e lidar com a realidade de outra forma, tá? Continuem estudando e a gente se encontra na segunda-feira às
19 horas. Uma boa noite a todos e até segunda.