o Olá amigos meu nome é Bruno sankey e hoje estaremos dando continuidade à nossa leitura da obra ser e tempo de Martin heidegger pra fazer isso hoje nós vamos finalizar o terceiro capítulo que é dedicado a uma analítica da multidade do mundo Temos visto até aqui que Rider pretende buscar a questão do ser e para tentar se questionar sobre o ser Ele toma como fio condutor o em que nós mesmos somos que é o da Zaire o da asae é ser no mundo porque o das aderências ele é inseparável da sua relação com a mão
de idade então nós no nosso modo de ser nós incluímos também o mundo porque ele é sempre estamos inseridos num contexto é a gente nunca é um ser isolado mas nunca somos uma substância ou um sujeito em ca e nós somos sempre abertura para o mundo então o mundo faz parte da nossa Constituição de ser o rabo dele então vai dizer assim que nós somos ter no mundo e para analisar essa estrutura de ser no mundo eles dedicam o terceiro capítulo para a análise da multidade ou seja para análise dessa desse momento constitutivo do ser
no mundo que é o mundo então raro que ele está fazendo uma análise do ser no mundo e ele começa essa análise do ser no mundo por esta estrutura que é o mundo e aí nós vimos que ele faz isso em Três Passos que nós já acompanhamos e nós estamos no terceiro passo que finaliza hoje então no primeiro passo que a letra A ele faz uma análise da muito idade do mundo ambiente e da unidade em geral na letra B ele faz um contraste entre a análise da multidade que ele fez até aqui a interpretação
de mundo em indicar e na terceira parte que é que nós estamos e a qual finalizaremos hoje ele faz uma análise do Ambiental do mundo ambiente e da especialidade do da time na letra A em que ele faz uma análise do mundo ambiente da humanidade em geral hardware Ele olha para o mundo em torno para o mundo a ao redor e percebe que nós estamos inseridos no mundo em que existem vários utensílios da nossa disposição Então se a gente for parar para pensar quando nós olhamos para o nosso entorno nós percebemos que tem a mesa
cadeira o guarda-roupa é a estante de livros é tem um lápis tem minha caneta tem um computador que tudo isso são o que são utensílios que estão à nossa disposição por utensílios mas não entendemos apenas os dentes é que foram transformados pelos pelo ser humano para serem feitos uso deles como é a caneta o papel está E aí na adoção de utensílio não faz isso tem cílios mais claro que são práticos que a gente faz uso mas também outros utensílios com uma casa aponte a rua que também nós fazemos uso deles mas para Leia ainda
desses utensílios dos quais a mão do homem os transformou nós temos os utensílios que por podem ser até as coisas que são chamadas de coisas da natureza vou dar dois exemplos suponhamos que eu esteja é perdido numa numa floresta e aí o caminho caminho caminho cansadíssimo e aí como estou perdido eu preciso descansar porque o caminho bastante tentando encontrar a saída de alguma forma e aí existe ali um pouco de uma árvore mede uma árvore pode ser caído por causa de uma ventania E sobrou o topo dela ali e eu sento naquele toco então aquele
pouco ele passa a ser um utensílio porque eu estou fazendo uso deles então por mais que ninguém tem ido lá cortava a e é fabricado uma cadeira aquele toco que está ali naturalmente ele é para mim um ter filho Então sempre que o ser humano ele se relaciona com a própria natureza essa relação se dá como se a natureza estivesse à disposição de nós para que pudéssemos fazer uso dela então quando a gente usa o termo tem sido a gente também tá incluindo a natureza na medida em que o ser humano também faz uso dela
pra gente poderia pensar em sentar no teu poder a pensar de usar a sombra da árvore né para se esconder do Sol o outro exemplo que eu queria dar é o exemplo da própria de estrelas é há muito tempo as estrelas têm sido usadas como guia né para não se perder principalmente nas navegações então se a estrela própria estrela que tá a milhões de anos-luz da gente Ela está ali sendo usada é como uma espécie de utensílio por assim dizer então quando a gente usa o quê Oi filha a gente tá se referindo a tudo
aquilo que no certa incluindo os objetos da natureza na medida em que nós como seres no mundo podemos fazer uso dessas coisas e aí o rápida vai entender que essas coisas dois estão simplesmente jogadas no mundo de uma maneira sem sentido pelo contrário elas estão configurados em relações de sentido elas remetem uma a outras por exemplo se eu pego um livro e o coloco dentro da geladeira isso não vai fazer sentido porque o livro não é um alimento eu coloco dentro da geladeira coisas que são alimentos eu preciso colocar meu livro na estante de livro
então eu livro ele remete a estante de livro Então existe um caráter de remissão das coisas estão configuradas no mundo em relação de sentido era tão simplesmente jogada de qualquer jeito se não eu poderia colocar meu livro geladeira As coisas elas estão organizadas em relações de sentidos configurados no mundo em relação de O que é nesse sentido que a gente pode entender o mundo como complexo de significados ou como uma Trama de significados e de sentidos uma cama articulada que significados porque as coisas estão relacionadas do mundo é em relações de sentidos ela não elas
não estão simplesmente jogadas de qualquer maneira elas estão configurada dentro de uma Trama de significa atividade dentro de relações de sentido e aí que o rádio que vai entender que a multidata em geral portanto é uma Trama de significados e da partida do mundo ambiente ou seja do mundo que nos cerca e observando que somos cercados e utensílios que são remetidos uma uns aos outros numa Trama de significado rasga vai chegar a compreensão da mão de idade em geral como a conjugação de significa atividade é como uma Trama de significados e essa posição Ranger Mostra
o quanto ela se diferencia da posição dedecar porque praticar o que que é o mundo para deixar para deixar o mundo é has ex tensa ou seja o mundo é determinado pela extensão em outras palavras o mundo é determinado pela especialidade Isso significa que aquilo que define o ser das coisas do mundo é o fato de que elas possuem comprimento largura e profundidade então para declarar o mundo é o mundo onde existe três dimensões dispatto largura altura e profundidade e essa extenção ou seja Esta especialidade que define o ser do mundo já Rider ele entende
que ser do mundo é definido pela significa atividade e não pela especialidade para rasgar especialidade vem depois porque primeiro ao passo que um objecto ocupa é determinado por sua instrumentalidade por o seu significado do contexto tem ciliar por exemplo o exemplo do livro da geladeira o foco do livro não estar na geladeira mas estar na estante ou seja o espaço que esse livro ocupa é determinado Não pelo fato de que ele tem comprimento largura e profundidade mais pelo fato de que ele tem um sentido que ele é usado para ler para estudar e não para
se alimentar se o sentido do livro fosse o ser usado para se alimentar ele poderia fazer sentido dentro da geladeira mais como sentido do livro é ser usado para que ele possa ser lido para que eu possa estudar ele vai sentindo dele da Minha estante de livro na minha mesa na minha escrivaninha então o espaço que os objetos ocupam na Trama de significados do mundo é determinado por sua UTI cialidade não é a extensão que possibilita out e é uma intencionalidade que possibilita a extensão porque para declarar assim primeiro uma coisa precisa ocupar o lugar
no espaço ser uma coisa em si mesma para depois ela ter uma certa é instrumentalidade então primeiro por exemplo eu preciso existir um objeto que ocupa um lugar o espaço para que depois esse objeto possa ser tomado como instrumento para o rádio ver não o objeto ele tem o seu ser na sua instrumentalidade e é o fato dele ser e um instrumento e o fato de ter uma determinada manualidade que vai determinar o espaço que esse objeto ocupa esse espaço a gente pode chamar de um espaço próprio outro lugar próprio é que esse objeto ocupa
todo o objeto tem por assim dizer o seu lugar próprio e a especialidade portanto é pensado em rádica de maneira diferente daquela especialidade da largura altura e profundidade E aí o Rider ele faz uma análise dessa especialidade os momentos bem com a letra c é dedicada a pensar a especialidade do da asae e do mundo ambiente e aí essa aí para atividade é feita essa análise da especialidade é feita em três partes a primeira que nós fizemos no vídeo anterior foi a especialidade do utensílio né Foi o que eu disse dedicada utensílio ele é Ocupa
um lugar próprio de que ele ocupa um espaço próprio então cada utensílio ou compra uma região própria um lugar próprio igual o livro Por exemplo ou como lugar na estante não na geladeira o mate hoje nós vamos ver dois parágrafos que continuam essa análise é da da especialidade o segundo parágrafo dedicado a especialidade do ser-no-mundo o rápida vai tentar Pensar como se pode fundamentar a especialidade no bacana EA gente vai entender porque que ele faz isso e na terceira ele vai mostrar um pouco sobre como se relacionar Esta especialidade ou como a gente pode pensar
o espaço A partir dessa nova compreensão bom então é o Rider quando ele faz isso a gente já viu que ele tá se contrapondo a interpretação cartesiana de espaço outra interpretação cartesiana de espaço a interpretação cartesiana de papo pode ser chamado de objetivismo cartesiano eu não estou dizendo que de cara é objetivo Vista em toda a sua filosofia eu não estou dizendo que a filosofia de de cara é objetivismo eu estou dizendo que a compreensão de especialidade na filosofia dedicar tem um caráter de objetivismo então eu tô pegando um ponto específico da filosofia cartesiana que
é sua noção de espaço que é uma noção objetivo Vista embora a filosofia dedecar como um todo não seja o objetivo vista é a a noção de espaço intercar que é objetivo Vista objetivo está em que sentido no sentido de que de car penso espaço como não tendo nada a ver com o sujeito mas comum eu quero é que existe fora do sujeito porque o teclado faz uma distinção entre a res extensa e Abec cog than a Race of Champions é a Suécia sabe é o sujeito essa recob tá ela não tem o caráter da
extensão ou seja ela não é espacial no entanto aquilo que é especial é aquele que pertence ao mundo exterior a has é que sentença ao objeto Portanto o de cartão uma dicotomia entre sujeito e objeto o sujeito é ré pensante enquanto o objeto é resto extensa e nesse sentido a extensão ou seja a especialidade pertence não ao sujeito mas ao objeto E então podemos dizer assim e de cá propõe uma noção objetivo vista de espaço na medida em que ele compreende que o espaço não tem nada a ver com o sujeito mas ao invés de
ser um determinante do outro jeito é um determinante do mundo exterior ou seja do objeto e já isso pode fazer a gente pensar que o Rider se colocando em Oposição a noção cartesiana ele vai defender a posição oposta que a mansão subjetivismo de espaço mas o rádio e não faz isso porque para o Rider não existe dicotomia entre sujeito e objeto por Ranger os nós somos seres mundo com o item O que significa que nós somos inseparáveis do mundo portanto não tem como você separar o sujeito de um lado e o mundo do outro tudo
está entrelaçado nós somos no mundo inseridos no mundo inseparável do mundo e o mundo está na nossa própria constituição Então como do Ryder não existe a dicotomia sujeito-objeto quando ele nega a posição objetivo Vista dedecar ele não cai no subjetivismo porque para ele não existe de pô tô Mia entre sujeito e objeto mãe tanto aos modos que propõe uma noção que a gente o subjetivismo do espaço este filósofo é Emanuel Kant eu não estou dizendo novamente que é filosofia de Emmanuel Emmanuel Kant é subjetivismo eu não estou dizendo que a filosofia dele como um todo
É subjetivismo mas aqui para fazer uma contraposição a posição cartesiana nós podemos entender a posição Kantiana ou chamar essa posição Kantiana especificamente sobre o espaço de subjetivismo kantiano Em que sentido que a posição de Kant sobre a especialidade é subjetivismo no sentido de que ele tem que queres passar idade não pertence ao mundo externo Independente de nós mas a maneira como nós como sujeitos apreendemos a realidade para Kant a especialidade não pertence ao mundo lá fora Independente de nós como sujeitos para Kant a especialidade é a forma como a nossa percepção aprendi na realidade A
fraternidade é nesse sentido uma forma ou uma um a priori da sensibilidade ou seja uma forma através da Qual a nossa é sensibilidade configura a realidade eu vou ficar isso com uma analogia Não podemos pensar o mundo externo a nós ou melhor a coisa externa nós a coisa em si como se ela fosse em forma e sem sentido é por si mesma nós temos uma coisa que não nos é acessível e nós podemos comparar isso com a massa informe então a matéria do conhecimento que existe lá fora Independente de nós ela ela Nós não sabemos
como ela é tão mais podemos uma janela com uniforme porque ainda não foi formatada ela não foi configurada pelos nossos sentidos essa massa informe quando ela entra em contato com os nossos órgãos dos sentidos com o nosso a nossa visão mostro pra dar o nosso a nossa audição é o nosso Tap quando ela entra em contato com os órgãos nossos sentidos nós a configuramos nos a formatamos que é bom você pegar uma massa informe de bolo por exemplo e colocar dentro de uma forma de bolo se você colocar essa massa em forma dentro de uma
bola de forma Redonda E vai ganhar forma Redonda se você colocar ela dentro de uma forma retangular essa massa vai ganhar uma forma retangular e isso que seria a especialidade a sociedade é como se fosse a forma a gente pega a matéria do conhecimento que é externa nós e que nos é inacessível em si mesma e nós colocamos dela dentro da forma do espaço dentro da forma do espaço então o mundo a gente percebe ele como se ele tivesse especialidade porque os nossos sentidos ao perceber minha realidade configura Essa realidade dentro de uma relação de
especialidade a coisa e se ela não tem especialidade a especialidade é uma maneira da nossa percepção configurar a realidade o cão que chama a percepção de intuição e ele vai chamar é o espaço de uma forma a priori da sensibilidade e quem sentido que essa forma é a priori no sentido de que ela antecede a experiência à toa de bolo por exemplo ela está ali antes mesmo e a massa dentro dela do mesmo modo a forma de espaço que faz parte da nossa sensibilidade ela é anterior a matéria do conhecimento Então nesse sentido o espaço
em Kant é uma priori do sujeito o porquê que o hardware não adota nem a posição objetivo Vista dedecar nem a posição subjetivismo de cães porque ele entende que a gente não pode fundamentar o espaço nem no sujeito nem objeto é porque para declarar não existe quer dizer que porque para heidegger não existe dicotomia entre sujeito e objeto então agora tendo em cimento tendo que o radier está tentando não cair nenhuma noção objetivo vista de espaço nem uma noção subjetivismo de espaço mas podemos entender o que ele vai formular nos parágrafos 23 e 24 qualquer
sei que o rádio e se propõe a fazer os parágrafos 23 e 24 realizar uma tentativa de pensar a especialidade sem cair no objetivismo cartesiano e sem cair do subjetivismo é kantiano e para fazer isso ele busca fundamentar a especialidade não mais nosso jeito nenhum objeto mais na estrutura ser no mundo porque ser no mundo não tem dicotomia entre sujeito e objeto não tente Cotovia entre eu e mundo é tudo junto ser no mundo com item então é o que não dá para separar sujeito e objeto que o rádio vai se propor a construir uma
noção de especialidade que não seja aquela fundamentada nem o sujeito nem objeto mas na estrutura do ser-no-mundo é interessante observar que esses parágrafos 23 e 24 são uma tentativa de pensar a especialidade para além dos conceitos tradicionais é uma é um é quatro ensaio Então não é uma coisa que tá pronta não é uma coisa que tá acabada nesses dois fracos raio que vai tentar criar conceitos ou não foi isso que nos ajudem a pensar a especialidade com base na estrutura do ser no mundo isso significa que ele vai que a conceitos que ele vai
criar noções numa tentativa de pensar conceitos relativos a especialidade que não seja sejam aquelas do objetivismo nem do subjetivismo então ele não vai usar as noções objetivo vistas de espaço ele não vai falar que se passa Largura comprimento a idade ele também vai buscar não usar os conceitos sobre de ativistas espaço ele não vai falar que está a especialidade é uma forma da intuição ou coisas nesse sentido então ele vai tentar criar noções ou conceitos e a gente vai aqui algumas opções que ele vai criando ela tentar esse pensar a especialidade não mais nem objetivista
nem no subjetivismo mas não precisa nesses dois parar ficou uma espécie de ensaio é só uma tentativa de criar uma nova compreensão de espaço é claro que depois essa noção poderia ser desenvolvida melhor é ampliada melhor mas o rádio que eu tô tentando mandar sementinhas para que a gente possa pensar uma nova maneira de olhar a especialidade que não seja nem subjetivismo nem objetivo Vista E como que ele começa a fazer isso né como que ele vai pensar isso ele vai dizer se quando atribuímos esse parcialidade ao design fica então manifesto que esse ser um
espaço deve ser concebido a partir do modo de ser de ciente devagar Então até aqui o Rider analisou espacialidade pensando no utensílio então ele entendeu que cada utensílio Ocupa um determinado lugar próprio essa colher por exemplo ela Pode ocupar um lugar próprio ali na minha gaveta do armário é dentro do meu prato mas não faz muito sentido eu colocar ela é dentro por exemplo até mesmo da geladeira ser estranho né a nossa querer seja acompanhando alguma comida mas dentro da minha estante de livros né ou usar ela para pentear o cabelo Essa é o lugar
que esse essa colher ocupa é determinada por sua função o tem ciliar entrar no corpo um lugar próprio a gente joga uma this a bigger faz entre categoriais e existenciais ficção categoriais categoriais são os caracteres de ser 200 intramundanos ou seja dos utensílios até aqui a gente viu a especialidade comum categorial ou seja com uma coisa relativa ausentes intramundanos ou seja os utensílios agora a gente vai tentar pensar especialidade como um existencial ou seja como um carácter de ser do da sign do ser-no-mundo então existem estruturas que são categoriais estruturas que são existenciais estruturas existenciais
são aquelas que dizem respeito ao modo de ser próprio doente que nós mesmos somos que é um da saia e estruturas categoriais são aquelas estruturas que dizem respeitar o modo de ser próprio 200 que não possui o modo de ser o da sites e é que a gente está considerando os dentes intramundanos ou os utensílios até aqui bom então a especialidade como categorial agora nós vamos ver a especialidade comum existencial como algo relativo ao modo de ser do da saia e aí o radier continua a Fatalidade do time que possui Essência não é subsistência Ou
seja a facilidade doente que nós mesmos somos que não é insubsistente Ou seja não é um ente intramundano não pode significar algo que ocorre em um lugar do espaço cósmico nem a utilizabilidade em um lugar próprio então ele tá dizendo assim olha quando a gente vai pensar especialidade da design a gente não pode nem pensar essa especialidade como que é a especialidade da física do mundo do universo nem a gente pode pensar de especialidade como um categorial como a especialidade do utensílio como a gente analisou até aqui é só um modo de ser doente que
vende encontro no interior do mundo Ou seja a especialidade como espaço cósmico ou como lugar próprio do utensílio é um categoria No que diz respeito ao ente que não possui o modo de ser do da asae E aí ele continua mas o design é em o mundo no sentido do trato familiar portanto se a especialidade de algum modo lhe convém essa possibilidade só se efetivará sobre o fundamento desse serem cuja especialidade mostra porém os caracteres do desse afastamento e do de funcionamento bom então vamos aqui com cuidado e quando a gente conta dela considera a
especialidade do ente intramundano nós descobrimos que o ente intramundano está dentro de outros dentes por exemplo esse essa caneta essa colher ela está dentro de uma sala onde eu estou essa sala por sua vez está dentro do bairro ou poderia pensar né quando eu coloco água dentro de um copo a água é um é um ente o cobre o outro em ti e a água tá dentro do copo isso a gente chama de ser dentro ser dentro é um categorial que significa que as coisas ausentes intramundanos estão dentro de outros entes intramundanos ele pode ampliando
isso até chegar no universo inteiro no mundo inteiro e aí a gente vai descobrir que tudo está dentro do mundo sim mas no caso do dada ele não tá dentro do mundo Exatamente porque ele não é como se fosse uma coisa dentro de outra coisa porque nós quando habitamos o mundo quando nós estamos em o mundo mas não estamos em um mundo ou dentro do mundo como está essa colher porque nós nos relacionamos com esse mundo como uma Trama de significados na qual nós estamos inseridos e é a acolher nem sabe que ela existe né
ela ela não faz ideia nem que ela é o pode ser usada para comer alguma coisa nesse sentido ela tá simplesmente aqui dentro do mundo ela não tá morando no mundo agora o dadai ele mora no mundo ele habita do mundo ei ei vamos é usar um exemplo a gente mora na nossa casa O que significa várias coisas significa por exemplo que eu sei mais ou menos onde estão os cômodos da casa eu tenho que estar cozinha e a sala eu consigo me orientar Eu também sei onde estão os móveis então eu sei onde está
a mesa cadeira é um tá minha cama eu consigo me orientar eu sei também que na casa tem um teto tem as paredes têm um chão Então eu estou familiarizado com o ambiente da minha casa e imagina se a gente não tivesse ideia nenhuma da nossa casa né gente estaria perdido onde fica o banheiro onde fica o quarto é o mundo é a mesma coisa a gente mora dentro dele a gente tá meio que familiarizado cômoda a gente sabe que tem o céu que tem um chão a gente tá aqui de manhã o sol nasce
a gente sabe onde tá a rua que vai para o nosso serviço a gente está acostumado com o mundo ele está familiarizado com esse mundo a gente sabe que significa no supermercado a gente sabe que aonde que eu tenho que ir para comprar um pão para comer eu sei o que significa uma árvore eu sei o que significa uma calçada né eu sei o que significa o mundo eu sei o que significa um carro então estou familiarizado com esse todo o significado de filme certa mas daí por exemplo e é imagina se tivesse deve Renata
a gente tá ali deitado acordou de manhã e a nossa Nós não sabemos de nada nós não estamos familiarizados com nada a gente não ia saber bem que tem no chão para a gente precisar quando a gente acorda já pensou a gente acordando e não sei nem que tem chão gente que eu pisar que é isso que questão não faço ideia não sabia nem que são existe né então a gente mora no mundo está familiarizado a gente sabe que tem dia que tem noite que tem selfie tem chão que tem Rua que tá em casa
o que que significa as coisas que estão cercando sabe o que tem uma porta né a gente não fica a gente não acorda e vai chegar diante da porta e fica ali parado pensando que que é isso que está Diante de Mim Sabe aquilo lá é uma porta sabe para que que ela serve sabe o significado dela então nós como das áreas gente a vida no mundo como se ele fosse a nossa casa porque a gente já está familiarizado com ele e da diferente a gente não está simplesmente dentro do mundo como você está dentro
de outra a gente mora no mundo a gente habita o mundo é É nesse sentido que a gente faz uma diferença entre ser dentro e ser em seu dentro é uma coisa está dentro de outra coisa que é o caso do dentes entra mundanos inclusive é por isso que se chamam intramundanos Por que estão dentro do mundo E no entanto nós como davani a gente não está simplesmente dentro do mundo como se fôssemos uma coisa nós moramos no mundo nós habitamos o mundo nós possuímos familiaridade com o mundo é nesse sentido que em relação à
da sai mas não usamos a expressão ser dentro mas a expressão ser em ser em ela é a diferença de ser dentro com serem ser dentro é um categorial é o modo de ser do ente intramundano significa que esse rede se encontra dentro do mundo ser em é um existencial é um modo de ser do das Ai que significa que nós habitamos um mundo que nós temos o mundo como a nossa casa com a nossa morada então quando a gente pensa a especialidade do Design a gente não pode pensar essa isso a cidade como um
ser dentro porque nós não estamos dentro do mundo como se fossemos uma coisa a outra 9 habitamos o mundo Nós moramos no mundo nós estabelecemos com o mundo relações de familiaridade E como que se dá essa relação que a gente estabelece com o mundo eu já falei um pouco disso no vídeo anterior para que nós vamos lembrar daquela noção que eu falei que o raio que ele tá querendo criar nos sonhos ou conceito para pensar a especialidade que não seja aqueles conceitos tradicionais então ao invés de falar que diz parcialidade como largura altura e profundidade
o e tentando fundamentar essa especialidade no design a briga vai usar os conceitos de Deus afastamento e de direcionamento o que que é desde apartamento e direcionar medo dessa afastamento e direcionamento se refere ao modo como da sai se relaciona com o mundo ou os dentes que vem ao nosso encontro no interior do mundo melhor dizendo então eu tenho aqui uma colher Que tal fazer uso dela eu me aproximo dela e eu me direciono a ela Então e se aproximar eu chamo de desafasta mento e esse fazer uso esse direcionar aqui para fazer uso é
o direcionamento então eu falo que eu tenho Deus afastamento direcional a o direcionamento é uma modalidade dos apartamento quer dizer que eu aproxima a coisa para E à medida que eu aproxima eu me direciono a ela só que a gente tem que tomar cuidado para não pensar esses dois afastamento e esse direcionamento a partir das noções é tradicionais especialidade aqui o aproximar não se refere ao aproximar métrico ao aproximar que poderia ser medido pela é pela fita métrica não é porque por exemplo essa colher estava a um metro de mim agora que eu vou fazer
uso dela está aqui em centímetros não é isso que é o desapontamento não é isso que é a pro e o que que o rádio está chamando de desmatamento é um desabamento existencial significa que eu trago a coisa existencialmente para perto de mim para que eu possa me ocupar dela e eu vou dar um exemplo de desapontamento que mostra aqui a distância métrica Não importa eu por exemplo uso óculos e agora que eu tô olhando para o meu óculos eu tenho eu estou bem próximo dele porque eu estou fazendo uso dele para dar ele dinheiro
tempo para você então na medida em que eu estou me ocupando dele eu estou próximo dele mas na maior parte do tempo eu coloco óculos aqui e eu nem lembro que existe Inclusive eu uso ele para ver as coisas o que tá me concentrando na minha ocupação não é meu óculos é a colher que eu estou vendo meu óculos eu nem lembro que existe tanto é que às vezes a gente vai tomar um banho e a gente liga aí o chuveiro para tomar banho e ele só descobre que tá de óculos quando a água cai
sobre é a nossa lente a gente percebe que a lente uma olhou eu não sei se tá quem não usa óculos conhece essa experiência mas quem usa óculos provavelmente principalmente se for milp é e que uso óculos no dia a dia quando mente a ter essa experiência de ir tomar banho e não lembrar que o óculos e a York liga o chuveiro você mora o óculos que tem que ter maior parte do tempo óculos não está próximo de mim porque eu não estou preocupando dele eu percebo então tipo mais que ele esteja a gente poderia
colocar uma fitinha aqui a dois centímetros de mim né vou aqui na parte que ele encosta né não dá nem milímetros ele está distante de mim porque eu não estou me ocupando dele no caso Por exemplo quando eu estou lendo o o livro que eu estou lendo e que meu óculos né auxilia para ler o livro tá mais fraco de mim do que o óculos porque eu estou me ocupando do livro bom então a proximidade de um utensílio não é determinada pela sua distância métrica mas sim contato que eu eu como das Águias aproximo dele
para mim ocupar dele é uma proximidade de ocupação é o Davi Ele tem uma tendência de desafastar as coisas ele tem uma tendência de aproximar as coisas desse o rádio que vai dizer assim o dedo afastar é de pronto e no mais das vezes uma aproximação é um trazendo para perto um fornecendo um ponto à disposição um tendo a mão no da sai há uma tendência essencial para o perto essa tendência de aproximar o raio que vai dar um exemplo ele fala assim todos os modos de aceleração de velocidade Aqui estamos hoje mais ou menos
constrangidos possam a superação do afastamento com o rádio por exemplo ou da time efetua hoje um desde o apartamento do mundo pelo caminho de uma ampliação e destruição do mundo ambiente cotidiano cujo sentido de dar design ainda não é visível o que que o rádio está querendo dizer com isso o fato de que nós das aines temos uma tendência para dar as coisas para perto de nós pode ser visto em dois exemplos o carro e vamos dar um exemplo do carro o cabo ele permite que eu vá para um lugar e me aproxime de uma
outra pessoa muito mais rápido e com mais facilidade mas um exemplo bem interessante é esse da internet o rádio perdeu o exemplo do rádio porque na época dele é eu acho que não tinha internet né então o rádio que tava exemplo do rádio e hoje o seu exemplo da internet talvez no Facebook das redes sociais aqui no YouTube Eu estou perto de vocês vocês estão vivendo vocês estão me ouvindo vocês estão é acompanhando que eu estou falando vocês estão se ocupando desse vídeo e significa que vocês estão super perto de mim porque vocês estão ocupando
daquilo que eu estou falando para vocês mesmo talvez alguém pode estar assistindo esse vídeo eu tô em Araguari Minas Gerais e talvez você esteja é Talvez lá em Manaus no Amazonas ou em São Paulo é você pode estar a quilômetros médicament de distância é mas graças à internet quando estamos bem próximos você está bem próximo de mim porque você está se ocupando desse vídeo daquilo que está sendo dito nesse vídeo então eu trago você para perto de mim você me traz para perto de você nós estamos aqui perto um do outro apesar de estarmos a
quilômetros de distância portanto a especialidade do da janela não tem nada a ver com essa especialidade métrica a sua idade média que é uma especialidade que só é possível porque existe uma especialidade anterior e mais originária que está especialidades existencial essa especialidade pode ser chamado ainda de uma especialidade fenomenológica que tem a ver com meu campo de existência que tem a ver com esse mundo fenomênico que me aparece a especialidade em rádio de portanto é mais facilidade existencial e não mais facilidade métrica é uma especialidade que tem a ver com o nosso contexto de existências
e percebam que ela vem é subir e nem objetiva porque ela não está totalmente no sujeito nem totalmente um objeto ela faz parte dessa relação entre o sujeito e o mundo Ou melhor entre o design e o mundo ela surgiu desse encontro nosso nesse encontro entre o design e os utensílios é igual eu falei para vocês que o rádio como ele não tem uma dicotomia sujeito-objeto não dá para dizer que uma coisa dele é totalmente subjetiva nem totalmente objetiva a gente tem um exemplo da da do Martelo né vou dar um exemplo do Martelo de
novo Viu do celular Nokia que você perde na Idade Média outros vídeos vou tentar retomar um pouquinho desses exemplos para a gente perceber como que se supera o subjetivista e objetivista Ah se eu pego por exemplo é uma caneta e o que é aquilo que a caneta é vai ser determinado pelo uso que eu faço dela portanto a caneta ela medida em que é usada para escrever no entanto eu não posso arbitrariamente querer que a caneta seja o abacaxi para eu comer vai ser bom aqui que interessante isso a caneta não é caneta em si
mesma ela é caneta porque um da vai me faz uso dela para escrever no entanto isso não significa que aquilo que que a caneta é é determinada subjetivamente porque a caneta Ela também tem um certos limites da de possibilidades do que ela pode ser ela não pode ser um abacate eu como sujeito não possa arbitrariamente Decidi que a caneta vai ser o abacaxi eu tenho exemplo do Martelo né o martelo ele é só Martelo na medida em que eu uso ele para martelar e portanto o ser do Martelo não está nele né não está totalmente
Um objeto está no uso que eu faço dele que é o martelar mas eu como da sai não posso simplesmente querem que eu martelo fez um pedaço de bolo que eu vou comer no meu café da manhã então eu não posso habitar a mente como sujeito determinar o que esse objeto é percebo que se objeto ao mesmo tempo ele não é algo em si mesmo mas ao mesmo tempo ele não é a Boo abstratamente determinado pelo sujeito aquilo que ele é aquilo que esse utensílio é surge no encontro entre ele e o design aquilo que
ele é é liberto Pelo modo como da sai não se ocupa dele mas aquilo que ele é também não é totalmente determinado pelo das áreas de maneira arbitrária porque ele não pode ser qualquer coisa os aquilo que ele é as possibilidades o que ele pode ser tem um certo limite a mulher já circula nele de alguma forma embora não esteja totalmente nele nem totalmente no sujeito não está nem sujeito nem objeto está nesse encontro o que é ser no mundo a mesma atenção deve ser usada para pensar o a questão do espaço ao totalidade não
é com uma pessoa de uma coisa que está fora de nossa que é uma extenção lá fora é bem pode ser pensado Como pensou Cante como se fosse uma coisa que está na nossa percepção nos nossos sentidos e que não tem nada a ver com as coisas lá fora para o rádio ter a especialidade está nesse encontro que é ser no mundo a facilidade é de estar nesse movimento em que o da Daiane se aproxima das coisas para fazer uso delas então só possível pensar em sociedade se a se acomodar design esse a utensílios com
os quais e cidadãs no seu culpa é só no encontro entre esse contexto tem ciliar e o dadai é que se pode falar então de parcialidade a sociedade não está nem totalmente um sujeito nem um objeto ela faz parte é do ser-no-mundo bom então é o rádio ele continua e ele vai dizer o seguinte os caminhos do ver ao redor que no trato cotidiano nos levam a lente desse afastado são cada dia de cumprimento de verso utilizável do mundo ambiente não é um subsistente para o eterno observador isento de dar sai na Band encontro na
cotidianidade do ocupado ver ao redor do da asae nos seus caminhos o da Tai não perfaz uma extensão de espaço como uma coisa corporalmente subsistente ou ficar perto o desabafar é cada vez não ser ocupado com que fica perto e o que é desabastado ou seja o desapontamento não tem a ver com uma aproximação métrica ele tem a ver com essa ocupação cotidiana em rio da daines se ocupa dos dentes intramundanos em que o design traz para perto de si os dentes intramundanos eu possa fazer uso deles e o raio é disso a ocupação do
ver ao redor meu redor do que esse contexto né o contexto da obra o contexto por exemplo eu vou escrever um poema over ao redor Ou seja a circunvisão vai incluir o poema é o todos os instrumentos que eu vou usar para fazer isso poema papel a cadeira escrivaninha e o objetivo da obra que é esse poema então tem todo o contexto da obra eu que vou fazer participar para descrever o problema e os vários objetos e utensílios que eu vou tá usando então a ocupação ou seja ela faz parte de uma conjuntura E aí
o rádio eu disse decide sobre o imediatamente pronto perto e longe do utilizado no mundo ambiente ou seja tem uma coisa está perto de mim ou se uma coisa está longe de mim isso não está determinado metricamente vai estar determinado pela ocupação vocês estão mais perto de mim do que meu óculos então a artificialidade ela não tem nada a ver com essa extenção e ela tem a ver com o desapontamento direcional com a ocupação ou seja com o aproximar das coisas desse para fazer uso delas e aí o Rider Então vai pensar o seguinte aquilo
não tá aqui o o parte desse disse de ter preferencialmente é mais perto e regula os desapontamentos só aquilo que vai regular o exatamente aquilo no qual é o me the Tail no momento eu não estou me derretendo meu óculos eu estou me derretendo aqui no livro que eu estou vento então livre está mais próximo de mim do que ele é o óculos mesmo que metricamente o meu óculos esteja mais próximo porque a proximidade que importa não é essa proximidade do espaço métrico mas a proximidade do taizai bom então é a gente vai usar esses
termos de direcionamento desafasta Mento e eu Padre vai dizer o seguinte dentro direcionamento surgem as direções fixas para direita e para esquerda assim como seus Deus apartamentos o das árbitras também constantemente consigo essas direções é também segundo essas direções trás parcialidade do Dazaranha caracterizada em sua corporalidade própria contendo uma problemática sua da qual não devemos tratar aqui vou explicar essa questão eu direciono para fazer uso das coisas uma das maneiras de Eu Me direcionar e deu me orientar nessa especialidade é a produção de direita e de esquerda então Água São Direitos esquerdas é variam dependendo
da posição do meu corpo né mas eu consigo ter uma noção de direito à esquerda quando eu identificou o objeto né e eu sei onde estão os outros por exemplo se eu apagar a luz do meu quarto e alguém me rodar até aquela brincadeira né que a recebendo a pessoa gira gira gira e ela tem que se e quando a pessoa gira gira gira gira com os olhos vendados ela perde a noção de um dia direito onde é esquerda como que ela descobre onde a direita EA esquerda quando ela sai andando e ela toca numa
coisa ela tocou uma coisa olha coloquei na mesa a a mesa tá aqui então eu sei por exemplo que a parede tá de carro eu sei por exemplo que a porta tá de lá né então a pessoa consegue se direcionar em relação à direita e esquerda a depender da maneira em que os utensílios Estão dispostos pensei bom que a pessoa sabe onde é direita porque ela tá bem só tem sido tá aqui então o outro tem sido tá do lado oposto né adesivo me perco na orientação quando eu giro giro giro eu não sei mais
onde está a lugar nenhum mas ela fez banco numa coisa dessa com os olhos vendados seus Barro aqui na mesa eu sei que a parede está do lado oposto me dá o quê que me permite direcionar e me orientar no mundo é primeiro a maneira como os utensílios Estão dispostos nesse mundo e segundo o meu corpo o meu corpo e possibilita essa bem olha de capa direita de catar esquerda seu grade Copa vai ser o contrário né a direita vai ficar acho que não vai tá de cá então esse direcionamento também precisa ser pensado em
relação ao corpo só que a questão do Coco é uma questão com rádio é prefere não entrar aqui em ser tempo ele prefere não canal dessa questão da corporeidade como que se dá a relação entre da assign corpo o rádio que prefere não entrar nesse assunto aqui é infelizmente esse é um assunto que o rádio que talvez trabalha em outros textos que outros leitores de rádio tentaram trabalhar e bota um assunto que ele infelizmente não desenvolve aqui e aí a gente vai fazer igual ele né a gente vai e eu queria que ele desenvolvesse acharia
Super Interessante mas infelizmente não desenvolve e a corporeidade seria interessante assunto próprios A então em relação a essa especialidade a essa questão da especialidade então o radier vai dizer assim né ele vai dizer o seguinte o teu direcionado pela direita e pela esquerda se Funda no essencial direcionamento das aí geral o copo seu lado é essencialmente com determinado pelo ser no mundo onde vai se encontrar qualquer posição do cante porque o canto ele acredita que a especialidade ela tem a ver com a sensualidade da subjetividade né a gente o que é como se fosse uma
forma a priori da sensibilidade então para ele a especialidade completamente subjetiva da mesma maneira então essa esse direcionamento de esquerda e dizer que seria completamente e o rádio vai ter assim que não é ele porque ele não tá partindo da oposição sujeito-objeto ele vai dizer o seguinte Kant não se propôs aumente a prestação temática da orientação ele quis mostrar unicamente que toda orientação requer um princípio subjetivo Então cante quis propor uma noção de Especialidades subjetivismo mais subjetivo que significar a priori gente viu que a especialidade uma priori do sujeito Encante o biólogo ser direcionado para
direita e para esquerda se fundamenta contudo numa piores objetivo do ser no mundo que não tem nada a ver com a deter me dá diante mão limitada de um sujeito falta de mundo que fala assim olha se você quiser chamar o da Dany desço g&d sujeito Você pode até falar que a especialidade se fundamenta no sujeito porque ela se fundamenta no da designer como eu estou explicando mas gostamos sujeito não é muito boa para gente falar falar do Design porque por exemplo cante ele pensa especialidade como fundamentado num é mais um sujeito tem um sujeito
encapsulado né Por assim dizer não é esse não é esse ser do mundo é uma subjetividade é um sujeito fechado esse é o problema porque a gente não tá querendo aqui pensar especialidade a partir da dicotomia sujeito-objeto que ajudam pode a pensar cidade no sentido subjetivo Vista então ele já tinha falado assim olha a gente não vai pensar especialidade como pensa de car no sentido objetivo vista e aquele coloca que não vai pensar a especialidade compensa cante no sentido de um princípio subjetivo E aí ele vai pensar em qualidade fundamentada não não sujeito falta de
mundo ou seja nessa subjetividade um capacho lata Mato Grosso jeito como ser-no-mundo que é o das mães é ele fala Beijo apartamento e direcionamento como caracteres constitutivas do ser em determinam a especialidade do Design tendo de ser descoberto na ocupação que vem ao redor no espaço do interior do mundo ou seja e os caracteres que a gente usou para falar do espaço que é o dia desse apartamento direcional que essa aproximação que o Dani faz o centro se preocupa do qual eles eu culpa não devem ser pensados né é como uma especialidade fundamentada nele o
sujeito nem objeto mais como fundamentada no da sai na sua relação com os dentes que venham encontro no interior do mundo e aí outro conceito que era o parágrafo é de número 24 que o raio é vai tentar usar para falar da especialidade é a noção de arrumar ele falou assim deixar que o ente do interior do mundo venha de encontro o que é constitutiva do ser mundo é um dar espaço e se dar espaço que denominamos também arrumar é porém Liberdade utilizavam em relações a sua especialidade então o que que o rádio vai tá
querendo dizer nós como da sai quando vamos fazer uso de um instrumento nos É nos movimentamos em direção a ele e é moto potente com que ele se aproxime de nós quando a gente faz todo esse movimento para que ocupar das coisas a gente está pura se dizer a comando espaços ajustar abrindo espaços a gente está construindo espaços a gente está é dando espaço para que os utensílios vem ao nosso encontro e que para que a gente possa fazer uso dele então são três os conceitos principais que o Rider usa para pensar a espacialidade nessa
nova perspectiva o primeiro conceito é o de Deus apartamento que é o conceito de sinopse aproximamos das coisas de nós a fim de nos ocuparmos delas o segundo conceito a conceito de direcionamento que significa que nós nos direcionamos aos utensílios para que possamos nos ocupar dele e o terceiro conceitual de acumulação de espaço que significa que nós abrimos espaços que nós damos espaços que nós construímos espaços para que os dentes os utensílios possam vir a alma o tapete que passamos uso deles então o raiva não pensa mais é que facilidade a partir das opções de
comprimento largura e profundidade mas sim a partir das opções de Deus apartamento direcionamento e de afirmação é é é O que é isso aí o rádio vai finalizar né ele vai dizer o seguinte o mundo como todo instrumental utilizável especializa-se no uma conexão de coisa assistências Não mais do que subsistem o homogêneo o espaço da natureza só se mostra pelo caminho de um modo de descoberta doente que vende encontro o que tem o caráter de uma específica desde modificação da conformidade a mão do utilizável o que que é de notificação o rádio é pensado notificação
como uma espécie de esquecer que os instrumentos eles fazem parte de um mundo que essa Trama de significados quando a gente pensa no espaço no sentido cartesiano por exemplo ou desse sentido da física do espaço lá fora Independente de nós a gente está desde modificando as coisas porque a gente não pensa mais é a especialidade relacionada ao ser no mundo Martins penso mais facilidade que é por si mesma independente é extensa que ela fora e que não tem nada a ver com o mundo é uma responsabilidade subsistente por si mesma que faz parte da reza
extensa e o problema dessa concepção é que ela faz uma dicotomia entre sujeito e objeto o rabo ele tá fazendo de tudo para fugir dessa dicotomia entre sujeito e objeto e aí o rádio que vai concluir assim é ele vai dizer no fenômeno do espaço não podem ser encontradas nem a única determinidade ontológica do ser do ente do interior do mundo bem também a determinidade que a primária em relação as outras menos aí do espaço constitui o fenômeno do mundo o espaço só pode ser concebido em referência ao fenômeno do mundo o espaço também não
se torna acessível unicamente pela desmitificação do mundo ambiente atualidade só pode ser descoberta em geral sobre o fundamento de mundo isso de modo que passa o constituam no entanto o mundo em correspondência com a essencial essencialidade do dadai ele mesmo quanto a a instituição fundamental do ser no mundo o que que o rádio e quer dizer aqui que diferente do que procura explicar o que é mais fundamental Não é a especialidade mas sim a mão de idade prodecar o espaço determina o mundo porque da se o mundo é reset extensa aquilo que determina o ser
do mundo é a especialidade para o raio é o contrário é o novidade é o fato de utensílios estarem configuradas em relações de sentidos que permite nos parar de uma especialidade é porque existe um ser-no-mundo é porque existe um dá trabalho que se ocupa das coisas que se aproxima delas que descer direciona elas que arruma elas que você poder que podemos falar de espaço então espaço só é possível se antes palavras de mundo se antes falar nos dessa Trama de significados na qual das a gente está inserido se antes falamos desse contexto tem ciliar em
relação a qual o da Dany se direciona para fazer o uso das coisas então a speciali não pode ser pensada como a anterior o mundo não é a especialidade que determina o mundo é o mundo que a condição de possibilidade para a especialidade porque é justamente pelo fato de existir no mundo desistir um ente que se ocupa dos dentes intramundanos desistiu a ocupação desistir uma Trama de significados ou seja se existir uma mundo idade enquanto o significa atividade é que se pode falar de especialidade é que se pode falar que o instrumento Ocupa um lugar
próprio é que você pode falar que não dá Vai da batata e se direciona e arruma espaço portanto a especialidade ela nunca pode ser pensada como a anterior ao mundo a especialidade não pode ser pensada como aquilo que determina o ser do mundo pelo contrário é porque a mundo é que pode haver espaço essa parte um pouco complexa mesmo é um pouco confusa eles mais essa esses dois parágrafos muito difíceis mas é porque essa parte quer tipo ensaio o rádio que tá dizendo que você não O que é tentar prestar a especialidade não mais a
partir daí do objetivismo nem do subjetivismo Então esse aqui é um sai uma tentativa de pensar o espaço a partir de uma nova perspectiva talvez por isso essa parte seja um pouco mais complexo e complicado eu espero que vocês tenham gostado do vídeo deixe aí o seu like se inscreva no canal caso você não seja inscrito Ative o Sininho a fim de que você possa receber notificações dos próximos vídeos prosseguindo com essa leitura e até mais eu agradeço a todos que acompanharam