as causas malassombrado e o lobisomem de umbaúba e esse caso se passou há uns 40 anos lá para os lados de umbaúba no sergipe josé nonato conhecia aquelas mata com uma palma da mão e vivia ali já fazia mais de 50 anos e ali nasceu ali cresceu ali casou viu os filhos nascem crescer ir embora para cidade ali também enterrou a mulher alguns anos depois da partida dos filhos e vivia sozinho no meio do mato o tio roçadinho onde ele plantava dinho tudo e umas criação zinha de galinha que vinha desde os tempos do seu
velho pai e não precisava de nada da cidade tinha tudo ali de companhia só deus e a solidão e já fazia mais de 10 anos que não via ou falava com uma pessoa de carne mas isso estava preste a mudar em certa tarde depois do almoço já andava pela mata em sua caminhada diária e quando avistou perto do açude um homem ele era um homem alto que devia ter por volta dos 25 aos 30 anos estava descalço e curvado no açude bebe a água fazendo as mãos de cunha zé pensou ser um caçador como os
que anos atrás costumava encontrar ali mas não tinha nenhuma arma com ele é uma falta de contato humano zé nonato desceu até lá a polpa seu moço tá perdido é perguntou ele e o homem pego de surpresa se assustou e nada disse zé tentou de novo puxar conversa com aquele estranhos eu tava passando por ali quando vi você bebendo água essa água é boa viu bem limpinha é dela que eu bebo também disse ele o homem em uma expressão horrível que mostrava que não estava gostando nada daquela situação e o moço e perdeu foi perguntou
de novo mais uma vez o homem nada disse apenas fez que não com a cabeça e eu moro aqui tem uma casinha aí na mata e fizer tentando ainda arrancar uma palavra daquele estranho mas o homem nada dizia e continuava com a mesma cara de assustado o moço mora aonde perguntou o zé o homem olhou para a fé e disse mora aí mesmo na cidade tava andando pela mata aí a modo de parecer um pouco se eu moro há muito tempo por aqui perguntou o homem oxi mora 50 anos mas sem me criei aqui mesmo
fiz menino crescer ea mulher morrer moro sozinho sozinho não né moro em nosso senhor jesus cristo na inocência de puxar uma prosa zé tinha falado demais para aquele estranho o senhor mora sozinho nessa mata e vive de que perguntou o homem já menos assustados e mais seguro de circo vivo do que a terra dar tenho roçadinho aí tem umas criação zinho que dá para ir vendo senhor me desculpe mas tenho que ir andando logo vai escurecer e tem os afazeres para cuidar desse homem indo embora rapidamente descendo pela mata o renato não gostou do jeito
daquele homem de primeira parece está assustado hoje a noite já vinha chegando depois da janta acender uma pequena fogueira para espantar muriçoca e se sentou na frente da casa pegou a bíblia para ler como sempre gostava de fazer mas ficou pensando naquele estranho homem que tinha visto naquela tarde o e pensando nisso sentiu sono puxar a noite seguia silenciosa eo vento friozinho começava a soprar acabou cochilando [Música] e na mata uma criatura terrível tinha aparecido que rondava a casa de zé nonato se escondendo pelos cantos mais escuros da mata observava zé a dormir é aquela
criatura era um lobisomem dos mais terríveis e traiçoeiro que existe a bíblia caiu do colo de pé no chão fazendo ele se acordar e onde se abaixou para pegar o livro a ouvir o hulk gado vindo da mala eu nunca tinha ouvido nada parecido em anos que morava ali nunca que tinha se encontrado com a honra mas já tinha visto por rastro de uma andando pela mata logo ele pensou que fosse uma delas ali pegou a bíblia e entrou na casa não tinha nenhuma arma ali com ele caso precisasse na verdade nunca tinha precisado fechou
a porta e ficou ouvindo algumas horas depois a fogueira se apagava sem graveto para queimar o sono começava a chegar de novo e como o que já tinha parado venha se deitar achando que a onça tinha ido embora e era o hulk já de novo que estava ali do lado de fora da casa correu para a janela da casa e ela costume de dormir aberta queria ver se era onça mesmo aquilo mas não dá para ver nada lá fora um vulto negro passou de um lado para o outro correndo na escuridão com susto ela fechou
na hora a janela e começou uma revolução no galinheiro eram cacarejar sem fim depois de alguns minutos tu silenciou e se aproximou da janela que dava para o galinheiro para abrir e ver o que tinha acontecido foi quando viu dois olhos vermelhos pela fresta da janela o zé nonato sentiu ódio que vem daquele terrível olhar nunca na vida que aquilo era uma onça né nonato apagou o candeeiro para que não pudesse ser visto de fora da casa o escondido no interior da casa você viu aqueles olhos sair da brecha e em seguida o rio passa
e afastando em direção à mata um já ouviu aquele ruivo assustador não tinha mais dúvida do que era aquilo era um lobisomem que o tinha visitado o homem estranho que tinha visto naquela tarde com certeza ele tinha-se virado naquele demônio é e aí e os ricos seguiram pela madrugada às vezes perto e outras vezes que estão zé tu viu com um facão enorme que ele tinha e uma hora ou outra ele sempre se acordava com qualquer barulho que o vice o dia amanheceu enevoado quiser fui verificar o estado do galinheiro chegando lá ele encontrou tudo
destroçado algumas galinhas ainda tinham escapado enquanto outras estavam devorados pela metade o chão estava todo ensanguentado os ovos foram esmagados de propósito né nonato de repente teve medo e se a criatura com aquele homem estivesse escondido ali na mata tô com facão andando pela mata ao redor e depois do almoço ele reforçou a porta e as janelas da casa quando a noite chegou jantou e ficou à espera do lobisomem ventava muito e fazia um frio enorme indicando que venha a chuva e colocou as três galinhas que tinha sobrado para dentro de casa oi gente feito
o céu desabou e chuva naquela noite zé se sentiu mais seguro achava que lobisomem não ia aparecer por causa daquela chuva bom então se deitou ao som da chuva lá fora e os olhos já irão fechando de sono quando viu rom que já de novo me espera aí lobisomem que tinha voltado sabia e ele morava sozinho ali pois ele mesmo tinha dito o ônibus ouviu aquela pancada na porta e passou-se alguns minutos ia pancada era na janela do lado do j1 o lobisomem quem sabe entrar arrombando a porta ou janela e a mata clareou com
aquele corisco no céu seguidos pipoco do trovão e o lobisomem não fez mais barulho isso a chuva caía pesada lá fora e de vez em quando o vento trazia os ruivos daquele seu marido é [Música] é assim que o dia amanheceu já sabia que tinha que fazer alguma coisa aquela casa tinha sido e seu pai que tinha lhe deixado ali viveu toda a sua vida e não ia ser um lobisomem que é destruir sua casa passou o dia todo no trabalho pesado para seguir seu plano o céu estava nublado mas a chuva tinha dado uma
trégua o e logo o vento frio trouxe a noite fez o pirão de peixe pescado no açude entrou e fechou a porta e jantou logo logo um lobisomem voltaria e foi perto da boca da noite que não viu rom que já dá um eu quero lobisomem de novo rondando sua casa lobisomem viu uma pesada na porta enquanto vão que java facão enquanto fazia suas peças a deus criatura continuava a rom que já na sua porta à noite estava estrelada e tinha levado qualquer sinal de chuva no céu outra pancada na porta ouvi os passos daquela
besta a rodeando a casa e ela ia em direção a janela do lado do galinheiro zé prendeu a respiração ouviu aquele som de madeira se quebrando logo um lobisomem começou a rosnar com fúria ea gemer a madrugada passou junto e da barra do dia quebrar o lobisomem silenciou a o renato ainda esperou só aparecer bem forte para sair de casa e ver a sua armadilha e quando saiu foi direto ao lado da janela que dava para o galinheiro em frente à janela coladinho com a parede e um buraco fundo no dia anterior aproveitando a terra
molhada zé tinha cavado uma cova de dois metros de profundidade bem no pé da janela e o furo ele colocou os espetos de madeira apontando para cima ficado no chão eu fiz uma armação para servir de tampa com madeira fraca e cobriu com mata e terra e naquela manhã ele viu um homem todo ensanguentado lá no fundo era o mesmo homem que tinha visto bebendo água no açude estava morto era ele mesmo um lobisomem o zé nonato encheu a cova de terra e assim enterrou lobisomem bem no pé da sua janela e aí e aí
e aí