Olá, eu sou o futuro. Eu vim aqui hoje mostrar algo muito importante para você. Eu quero te levar comigo para 20 anos lá na frente. Agora que estamos juntos aqui no futuro, quero que imagine a seguinte cena. Você está de longe, ouvindo uma conversa entre amigos do seu filho. Ele não pode ver você, mas você consegue ouvi-lo. Eles estão sentados em uma mesa de restaurante e o assunto que surge é a Infância. Os amigos começam a lembrar de momentos que viveram com seus pais e contam histórias dessa época vivida. A vez do seu filho compartilhar
as experiências dele está chegando. Agora pare nesse momento e me responda. Como você acha que serão essas memórias? São memórias felizes, encorajadoras e que trazem saudades de um tempo incrível e que ele viveu com os pais. Ou são memórias tristes que causam dor e que o melhor mesmo seriam nem falar Sobre elas para não tocarem tantas feridas que ainda sangram. Reflita sobre essa resposta. E se você percebeu que ela não lhe agrada ou que lhe deixa triste, eu quero fazer um outro convite para você. Volte para o aqui agora. E lembre-se que a infância não
tem replay. Você pode mudar essa realidade hoje, enquanto seu filho ainda é uma criança. Então, eu Decidi te fazer uma proposta. Então, aprendemos o que ainda não sabemos sobre educar. >> Boa noite, gente. Tudo bem? Sejam bem-vindas. estava aqui só olhando as mensagens de vocês. Me contem da onde vocês são, da onde vocês estão me assistindo. Sim, o vídeo tava repetindo enquanto as pessoas estão chegando, recebendo o aviso de que eu estou ao vivo. Tudo bem? Que alegria ter vocês aqui. Super Animada paraa nossa aula de hoje. E vocês me contem aqui qual a idade
do filho de vocês. Hoje nós vamos falar muito sobre infância, sobre a sua infância, sobre a infância dos seus filhos, sobre desafios que a gente vive todos os dias como mães. E eu tô muito feliz de poder estar tendo essa oportunidade de falar hoje, compartilhar todo esse conhecimento com vocês. tá vendo aí o Dia das Mães e você pode ter certeza que esse aqui é o melhor Presente que você pode se dar, é o melhor investimento que você pode dar, não só para você, mas paraa sua família, pros seus filhos. Olha só, tem gente de
São Roque, São Paulo, Valinhos. Opa, eu morava aí na região de Valinhos antes de mudar para Estados Unidos. Morava em Binhedo. Vamos ver. Filhos de 4 anos, 12 anos. Pessoal, eu tava olhando a pesquisa que vocês responderam, muita gente respondeu as nossas pesquisas e eu vi que a Maioria das pessoas que estão aqui hoje comigo tem filhos na primeira infância, que é ali dos zero aos 7 anos, que é uma fase fundamental quando a gente fala de neodenvolvimento, de desenvolvimento de padrões, de comportamento. Então, que bom. E quem tem filhos acima dessa idade, não se
preocupa, porque você também vai aprender muito, você também vai poder aplicar tudo o que eu vou ensinar e vai poder entender também a origem de muitos Dos desafios que vocês estão enfrentando hoje. Tá todo mundo me ouvindo bem? Todo mundo me vendo bem? Nós vamos começar já. Nossa, tem gente do Japão, gente, do outro lado do mundo. Japão já tá de noite, né? Quem aqui já me conhece? Me conta aqui no chat para eu ver. E quem tá tá vendo uma aula minha pela primeira vez? Então, quem tá vendo pela primeira vez fala primeiro e
quem já me conhece que conheço. Primeira vez a Letícia. Quem mais? A Verusca. Abel. Opa, tem muita gente que tá aqui pela primeira vez. Pois é, gente, pegue um caderno, peguem uma caneta, vão para um lugar tranquilo. Se for possível, lógico, a gente sabe que 7:30 é um horário, né? Às vezes a criançada tá em volta, mas se for possível, vai para um lugar tranquilo, porque o que a gente vai falar aqui hoje é muito importante. É muito importante que você entenda, essa aula não vai ficar gravada. Eu vi que já tinha pessoas perguntando se
vai ficar gravada. Ela não vai ficar gravada, tá bom? Então fique aqui comigo até o final. Hã, a gente deve ficar junto aí 1 hora e meia, duas, talvez por aí. Então fiquem até o final. É muito conteúdo que eu que eu separei para vocês. Vou compartilhar minha história, vou trazer coisas científicas que eu sei que vocês gostam também, mas muito Exemplo e ferramentas principalmente para ajudar vocês com as dificuldades do dia a dia, com os desafios, tá? Então vamos começar. Gente, eu sei que tem muita gente aqui que ainda não me conhece, então eu
vou me apresentar. Mas antes de eu me apresentar para vocês, eu acho importante falar sobre o objetivo dessa aula de hoje. Eh, uma das coisas que eu mais recebo na minha vida como autora, como professora e também Como especialista na área de prevenção de traumas e desenvolvimento infantil é Telma: "O meu filho me desobedece. Eu não aguento mais gritar. Eu não aguento mais castigar. Eu não aguento mais punir e nada muda. Eu não mudo, meu filho não muda e nada muda. Eu vivo num caos. Então é isso que eu quero ensinar hoje para vocês aqui
nessa masterclass, a mãe que eu quero ser. Por que que muitas vezes a gente quer ser uma mãe amorosa, uma mãe presente, Emocionalmente disponível, uma mãe mais paciente, a gente não consegue? Tem alguém aqui que se sente desse jeito hoje? Telma, eu quero ser uma mãe melhor, mas quando eu vejo tô gritando. Quando eu vejo já tô explodindo. Quem se sente assim me conta aqui no chat. Então, deixa eu me apresentar para quem não me conhece. Eu sou mãe de dois filhos, um casal, Lorenzo e Luís. Hoje eles já estão com 12, 10 anos. Eu
sou biomédica, sou formada na área da saúde já há mais de 20 anos e eu me especializei em neurociência e desenvolvimento infantil. Essa é a minha área de especialidade e hoje eu também faço doutorado em neurociências. Eu moro aqui nos Estados Unidos já há 8 anos e foi aonde eu comecei a estudar. Eu vou contar uma história para vocês. Por que que eu comecei a estudar tudo isso? Por que que Eu ensino hoje os pais a lidarem melhor com os seus filhos? Eu sou autora de 15 livros. 12 deles foi a convite da Amazon, do
Brasil, que me convidaram para escrever 12 livros sobre educação parental, sobre os desafios que os pais enfrentavam com os filhos e os outros três são realmente livros físicos que já vendem aí em mais de 15 países do mundo. Nessa jornada eu criei educação neuroconsciente, que é uma uma abordagem educacional Baseada em neurociência que respeita a biologia humana. E graças a todos esses estudos e todo esse conhecimento, eu me tornei uma das referências no Brasil na área de parentalidade. Já palestrei em vários países, em quatro continentes. E esse mês eu vi gente tá no Japão. Esse
mês eu tô indo pela primeira vez palestrar no Japão, levar a educação neuroconsciente pro Japão. Então vamos lá pro quinto continente com muita alegria no coração, porque vocês vão entender hoje que não importa o idioma que a gente fala, não importa o país que a gente vive, não importa onde você nasceu, todo mundo teve infância, todo mundo nasceu com cérebro maturo, todo mundo enfrenta desafios eh para ser compreendido quando a gente é criança. E hoje eu não quero falar com vocês desse lugar de especialista, desse lugar de biomédica neurocientista. Não, Hoje eu quero falar com
vocês de um lugar de mãe, claro que também de uma profissional, mas de um ser humano principalmente que já esteve no seu lugar, já esteve aí nesse lugar de dor, já esteve nesse lugar de desespero, já esteve nesse lugar de culpa e que depois de muito estudar, de muito aprender, hoje eu compartilho aquilo que me salvou de mim mesma, né, que eu faço, salvou minha família, salvou meus filhos, foi todo Esse conhecimento. Então, é claro que eu também vou compartilhar a ciência com vocês. Vou falar, vamos falar de cé, vamos falar de neurociências, mas eu
quero que você olhe para mim hoje como uma amiga. Sabe aquela amiga que você tem vontade de de pôr a cabeça no ombro e chorar e falar: "Puxa vida, Telma, ninguém me entende. Eu me sinto só na maternidade, eu me sinto culpada. Eu sinto dor porque sim, a maternidade não é só amor. É claro que Também é amor, mas não é só amor. Ela também traz dor. É ou não é? É o medo de falhar? É o medo de errar. É a culpa que paralisa, é a incerteza de saber se tá fazendo certo ou se
tá fazendo errado. É um medo de traumatizar o filho. É aquele caos, né, que todo dia você fala: "Meu Deus, amanhã vai ser diferente". Não é? Tudo isso traz muita dor. Quem aqui tá se identificando com tudo isso que eu tô Falando? E qual é o maior problema? Normalmente, quando a gente vai falar com alguém sobre o que a gente sente, ninguém entende, não é? Normalmente as mães são julgadas porque vão falar: "Ah, não, mas imagina, o seu filho é super saudável, você tá reclamando? Nossa, mas eu tive cinco filhos, só tem um. Você tá
reclamando, gente? Eu vivi isso. Eu falava: "Será que ninguém me entende? Será que eu sou a pior mãe do mundo? Só eu que me sinto assim?" Porque eu lembro que toda vez que eu ia falar com alguém sobre como eu me sentia, eu não era acolhida. Eu me sentia pior do que eu tava. Eu só queria que alguém me falasse: "Telma, tá tudo bem, vai passar. A criança é assim, o comportamento dela é assado. Você também olhar pro seu comportamento? E eu não tive essa pessoa na minha vida. É por isso que hoje eu quero
ser essa pessoa na sua vida, porque eu sei como é segurar essa dor sozinha. Então, como é que eu vim parar aqui, gente? Eu fui mãe aos 35 anos. Eu já fui mãe tarde porque eu tinha muito medo de ser mãe, eu tinha muito medo de casar. Eu tinha muito medo porque eu vim de uma família que não era emocionalmente saudável. Eu vim de uma família que tinha muita briga, tinha muito caos e eu olhei para aquilo, tem credo, eu não Quero casar, eu não quero ter filho. E eu repeti isso para mim a vida
inteira. Só que eu não entendia que aquilo era um trauma. Eu achava que tava tudo ótimo, não querer casar e ter filho. Quando eu tava ali perto de 35 anos já com relógio biológico batendo, eu falei: "Gente, eu quero mesmo, será que eu não quero mesmo casar e ter filho? Será que isso é algo que vem de um outro lugar?" E eu fui olhar para isso e foi quando eu comecei nessa jornada de Autoconhecimento a entender que sim, eu queria sim uma família, mas eu queria uma família saudável. Eu queria uma família onde eu pudesse
viver em harmonia, onde eu pudesse ser uma mãe acolhedora e amorosa do meus filhos. Eu tinha muito medo de repetir, né, a história, o cal foi a minha infância. E para fazer uma história longa história curta, gente, eu consegui nesse período de de buscar o autoconhecimento, entender as minhas Questões. Eu falei: "Não, quero sim casar, quero sim ter filhos". Foi quando tudo aconteceu. Me casei o 36, fui mãe bem ratre também. Com 36 eu tive primeiro filho, com 38 eu tive o segundo. E tava tudo bem enquanto eles eram bebês, enquanto eu tinha ajuda, enquanto
eu morava no Brasil, eu tinha rede de apoio. Eu tava indo muito bem, eu tava muito feliz no meu papel de mãe. Mas aí o que aconteceu? Fomos transferidos paraos Estados Unidos Quando meus filhos tinham 2 3 anos de idade a trabalho do pai das crianças. A gente veio transferido para cá, que é o meu ex-marido. E o cal se instalou na minha vida. Por quê? Aqui eu não tinha rede de apoio, não tinha mãe, não tinha amiga, não tinha ninguém para me ajudar. Era eu sem nenhum conhecimento sobre o comportamento infantil e duas crianças
Pequenas, 100% dependentes de mim. Então, um filho chorava, o outro chorava também. Aí era os dois chorando. E eu não sabia como lidar com uma birra, eu não sabia como lidar com choro. Na minha cabeça, a única coisa que vinha é: "Eu preciso mostrar para essas crianças quem é que manda. Eu preciso mostrar paraas crianças que e em cima de mim não, elas não vão me manipular porque eram essas vozes que eu tinha na minha cabeça. E talvez seja Essas vozes que você também tem hoje. Que que a gente escuta? Não, criança, não tem que
querer não. Se eu não bater agora, ela vai bater na minha cara mais tarde. Se eu não mostrar quem é que manda aqui, eu tô perdida. Não é essas coisas que a gente pensa. Pois é. Era só isso que vinha na minha cabeça. Então, quando eles choravam, eu achava que eles estavam se rebelando contra mim, que eles estavam querendo mandar em mim. E eu imediatamente Reagia, dava tapa na mão, dava grito, batia na bunda, ameaçava. Imagina duas crianças pequenas de 2, 3 anos, gente. E é claro que a situação só piorava, não melhorava nunca, porque
uma criança vai entender que hoje que a gente nasce com cérebro imaturo, gente, a gente não tem condição de lidar com as nossas próprias emoções. A gente não consegue. E não é porque a criança é ruim ou terrível, nós não fomos programados assim. É uma incapacidade biológica. Não tem como Você querer que uma criança de 2, 3 anos lide com as próprias emoções. Então, gente, eu entrei num caos. Minha vida virou um caos a ponto de eu questionar: "Meu Deus, o que que eu fiz da minha vida? Eu tô achando que eu não tenho, eu
não consigo ser uma boa mãe, eu não consigo ter calma, eu perdi a paciência, eu queria controlar tudo, eu queria ter tudo sobre o meu controle." E um dia no meio desse caos, eu parei e Chorei. Os dois chorando, eu comecei chorar também. E eu perguntei para mim mesma, eu falei para mim mesma: "Ou eu aprendo o que eu não sei sobre o comportamento infantil, ou eu vou fracassar como mãe". E foi nesse dia, gente, foi nesse dia que a minha vida mudou. E por que que a minha vida mudou nesse dia? Porque eu escolhi
aprender o que eu não sabia. Eu percebi que eu já tinha feito de tudo que eu podia. Minha vida era um Caos. Não tinha leveza na minha maternidade, não tinha, era só estresse. Eu morria de medo de virus lugares com eles e eles darem bis, jogar no chão, fazer birra, chorar e eu e eu passar vergonha. Então eu não tinha eu não tinha paz. E eu e eu achava que o problema eram os meus filhos. Eu achava que eram meus filhos que tinham que mudar, que eles que eram crianças terríveis, que eles que eram crianças
difíceis e que eu que Era uma péssima mãe. Eu não tava entendendo nada e ninguém tinha respostas para me dar. Tudo que eu ouvia, né, é assim mesmo. Vocês estão se identificando com alguma coisa da minha da minha história também? Me contem aqui no chat, deixa eu ouvir vocês. Então, eu vivi uma uma solidão e um sentimento de incapacidade terrível. Eu ia dormir todos os dias triste e culpada. E eu pensava: "Amanhã eu mudo, amanhã vai ser diferente, amanhã eu vou Ficar calma, amanhã eu não vou gritar, amanhã eu vou ter mais paciência". E que
aconteceu no outro dia? Eu repetia tudo de novo, gente. E aí era uma tristeza. É claro que eu me sentia a pior mãe do mundo. A partir daí, eu decidi buscar conhecimento para ser uma mãe melhor. E eu fui estudar aqui nos Estados Unidos. Eu comecei a estudar com os maiores especialistas do mundo. Eu comecei em workshops, eu comecei a fazer curso, eu comecei a entender o comportamento Infantil. E foi a partir daí que a minha vida mudou, começou a mudar. E eu nunca mais parei de estudar. Eu me tornei uma reprendência nessa área. Hoje
eu ajudo milhares de pais ao redor do mundo através dos meus livros, através dos meus cursos, através das minhas certificações. Hoje a gente tem uma universidade, tem até pós-graduação. Então eu tô trabalhando na linha de frente na prevenção de traumas e também capacitando Profissionais para atuarem nessa área. Então gente, hoje nós vamos falar de mãe para mãe, porque eu entendo o lugar que você tá e eu quero te ajudar a sair daí, tá bom? Deixa eu compartilhar esse slide com vocês. Só um minutinho. Pera aí. Não é esse aqui. Eu quero mostrar esse ciclo aqui.
Olha só, Eu fiz essa imagem para vocês poderem ver claramente o que que é um ciclo de caos que eu tanto falo, né? Vem para essa aula para vocês aprenderem a sair do caos. O que que acontece? O que que mantém a gente presa no caos? Primeiro, um gatilho. Que que é o gatilho? O que que o seu filho faz que desperta aquela raiva? Pode ser um choro, um grito, uma birra. Quando ele te ignora, não escuta o que você tá falando. Quando ele te Desobedece e depois que que acontece com você? Imediatamente você reage,
você quer se proteger, você fica ativada. E isso acontece em milésimos de segundos. Isso não acontece de forma racional, é de forma irracional, é inconsciente, porque é o sistema nervoso identificando uma ameaça. Então ele fala: "Opa, essa criança tá Chorando?" Não, não. O choro para mim cria tensão, cria raiva, é um problema. Até porque muitos de nós não pudemos chorar quando a gente era criança. Como é que é que a gente escutava? Engole esse choro, não é? Criança não tem que querer. Que mais? Quem manda aqui sou eu. Não, você não tá triste coisa nenhuma,
tem que fazer o que eu mando. Então você teve que reprimir o seu Choro. De repente você vê o seu filho chorando livremente, aquilo fala: "Não, pera aí, eu não podia chorar. Agora esse guri aí tá chorando o tempo todo. Aquilo te dá uma ativação imediata. E aí você age no impulso. Você quer gritar, você quer ameaçar, você quer punir, você perde o controle, você quer o quê? Parar aquele comportamento. Você quer que aquele comportamento acabe, mas você não tá olhando pro que que gerou aquele comportamento. E aí é que nasce o problema. Porque quando
a gente quer mudar o comportamento, você vai usar a força, você não vai usar a calma, você não vai usar a regulação emocional. E aí depois vem a culpa. Você fala: "Puxa, eu não queria ser assim, eu não queria ter gritado, eu jurei para mim ontem que eu não ia fazer isso". Aí vem a frustração, vem o arrependimento, vem aquele sentimento de eu sou a pior Mãe do mundo. E de novo aquele ciclo se repete, você faz a outra promessa, amanhã eu vou ser diferente. É ou não é? Eu fiz isso milhares de vezes, gente.
Amanhã eu vou ser diferente. E amanhã, gente, você faz tudo de novo. Igual amanhã você começa tudo de novo e aquela dor aumenta de tamanho. Ó, tem gente falando: "Eu preciso sempre brigar, eu vivo nesse ciclo". É exatamente assim. Pois é. Só que isso Tuga a nossa energia, isso tira a nossa alegria da maternidade, não é mesmo? Então, a gente vai entender por que isso acontece. Uma coisa que é importante pra gente ter em mente é que nem todo mundo teve filho, mas todo mundo teve infância, gente. E quando a gente fala em infância, nós
temos que pensar principalmente nos primeiros anos de vida. Por quê? Nos primeiros anos de vida, é quando o nosso cérebro tá em pleno desenvolvimento. E muito pouca gente sabe disso. Nós somos a espécie de mamífero que a gente nasce com o cérebro mais imaturo que existe. Você pode ver que o cavalo nasce, sai andando, o cachorro nasce, sai andando, não é? Vai atrás da teta da mãe mamar. A gente não. Se alguém não vier da mamadeira ou pegar a gente para ser amamentado, a gente morre de fome. A gente demora um Ano para andar. Nós
nascemos 100% dependentes de um adulto cuidador para sobreviver. E nós nascemos sem pensar. A gente não raciocina. E todo mundo nesse planeta Terra, não importa o país, o continente, o idioma que fala, nasceu com um cérebro imaturo. Você conhece alguém que nasceu andando? Você conhece alguém que nasceu falando? Não conhece? Não existe. Então essa é uma verdade absoluta. Isso também Significa que a criança quando ela nasce, ela não tem condição de te manipular, de armar um plano contra você, de te atacar. Ela não tem. Por quê? Porque o cérebro dela não tem essa capacidade. A
única coisa que ela faz é chorar. Então ela chora porque tá com fome. Ela chora porque tá com fome, ela chora porque ela tá com sono, ela chora porque ela tá com frio. Só que a gente desde que vê um bebê já Chorando, que que você já pensa? Deixa ela chorando. Não vai ficar mal acostumado. Não pega no colo não. Esse bebê vai ficar birrento. Mal acostumado. Mal acostumado com o quê, gente? uma acostumado a entender que ele pode confiar naquele adulto que botou ele no mundo, que ele pode confiar que quando ele tiver fome
alguém vai amamentálo, que quando ele tiver com frio alguém vai lá trocar a fralda dele porque ele tá Cheio de xixi. E quando ele precar de um conforto alguém vai pegar ele no colo, já que ele é 100% dependente desse adulto cuidador. Então, a falta de conhecimento da biologia, do filhote, da nossa própria espécie pessoal é que faz com que a gente se torne uma espécie extremamente violenta contra os nossos filhotes, agressivos. E o que que a gente faz? Ah, não, aguento. Vou deixar esse filho Com alguém. Bota para uma babá para cuidar, deixa lá
na sogra. E os primeiros anos de vida, gente, são os anos mais importantes. O que que é a primeira infância? São os seis primeiros anos de vida. E a primeiríssima infância são os três primeiros anos de vida, os famosos 1000 dias. Nesses três primeiros anos de vida, é quando o nosso cérebro tá em pleno crescimento e desenvolvimento. O que que significa? Significa que nos primeiros 3 Anos de vida, o nosso cérebro ele vai já ter 80% do tamanho do cérebro de um adulto. E ele vai tá fazendo milhares de conexões neurais, né? Os nossos neurônios,
eles estão ali no nosso cérebro se conectar um com o outro. É a partir disso que a gente aprende a falar, a andar, a se expressar. Tudo que a gente aprende no mundo vem através das conexões entre os nossos neurônios. E lá na primeiríssima infância, nos três Primeiros anos, é quando essa quantidade de neurônios, ela tá gigante. A quantidade de sinapses e ligações desses neurônios, ela é gigante, como nunca mais vai acontecer na nossa vida. E é justamente a época em que a maioria de nós, pais negligenciamos a infância dos nossos filhos. Por quê? Porque
é uma época que a gente não entende. A gente acha que a criança não fala, então ela não sabe nada. A criança não anda, ela não tá entendendo nada. Não é verdade? O Nosso cérebro guarda tudo que acontece com a gente nos primeiros anos de vida, mas ele guarda sem memórias explícitas. Existe memória explícita e existe memória implícita. Que que é memória explícita? É aquela memória que você tem no dia que você foi no aniversário na casa da sua avó, a primeira vez você foi numa praia, você já é uma criança maior, porque o cérebro
já tá mais maduro, então você consegue lembrar. Só que muito do que você viveu com seus Pais lá nos primeiros anos da vida, você não lembra, mas o seu corpo lembra. E é daí que vem muitos gatilhos. Por quê? Nesses três primeiros anos de vida também é uma fase crucial aonde acontece a construção do vínculo. O que que é o vínculo? É o vínculo entre o cuidador primário e o bebê. Eu vou falar cuidador primário. Claro que 90% das vezes esse cuidador primário vai ser a mãe, né? Porque é a mãe que gera, é a
mãe que amamenta. Então, normalmente é a Mãe, mas pode ser um pai, pode ser um avô, é aquela pessoa que cuidou de você, que te alimentou, que te criou. Se esse vínculo não é um vínculo seguro, se esse vínculo não é um vínculo bem construído, a gente vai criar o que a gente chama de apego inseguro. E o que que é apego? Muita gente acha que essa palavra negativa, né? Ah, essa criança é muito apegada a mim. Sim. E fomos programados para ser assim. Como é que é o macaquinho quando ele nasce lá na Natureza?
Ele fica agarrado na mãe dele por anos. Agarrado mesmo. Os mamíferos precisam de abraço e contato. Mas o que que a nossa sociedade fez? Não, o moleque nasceu, já bota ele num berço em outro quarto, bem longe de você. Isso vai totalmente contra a nossa biologia. Não tô falando que você já dormir com seu bebê na quel, mas a proximidade ela é extremamente benéfica, principalmente nos primeiros anos de vida, o colo, o toque, todo mundo sabe disso, tá? Então Quando essa mãe, esse cuidador primário não é responsivo, deixa o bebê chorando, não atende as necessidades
desse bebê, ou quando essa mãe é muito indisponível emocionalmente, isso também acontece. Quem aqui? Quem aqui sabe o que que é indisponibilidade emocional? Eu vou dar um exemplo real da minha vida para vocês entenderem isso. Quando eu era criança, minha mãe tava sempre por perto. Eu lembro da minha mãe tá sempre lá porque ela cuidava de nós, Ela não trabalhava fora. Então minha mãe tava sempre em casa. Porém eu lembro que eu me sentia muito só. Eu não sentia que eu tinha muita proximidade com ela. Eu não sabia o que que acontecia. Eu só fui
entender o o nome disso quando eu fui estudar para ser uma mãe melhor que meus filhos. E o que que acontecia ali? A minha mãe estava presente fisicamente, porém ela estava ausente emocionalmente. E o que conecta é presença emocional. Vou te dar um exemplo. Se você sai para Jantar com o seu marido, você tá lá num restaurante, ele tá lá na mesa com você, ele tá sentado fisicamente lá, mas aí ele tá o quê? No celular. Você tá falando com ele, ele tá Aham. É, entendi. Tá bom. Ele tá te preenchendo? Não tá. Por quê?
Ele está emocionalmente ausente. É a mesma coisa que acontece com pais emocionalmente indisponíveis. Às vezes você tá lá dando banho, dando Comida, cuidando, comprando uniforme, roupa. Filho tá lindo, mas ele tá vazio. Não tem amor, não tem afeto, não tem conexão, não tem tempo juntos, não tem brincadeira, não tem sorriso, que você tá disponível emocionalmente. Você tá presa aí dentro dos seus traumas, você tá presa dentro da culpa, você tá presa dentro do medo e aí não tem como você ficar disponível emocionalmente. E mais do que isso, pelo fato de você Não ter o conhecimento
sobre o comportamento do seu filho, você acaba agindo de maneiras que vão criar um apego inseguro. Ele vai ter medo de você. Ao invés dele se aproximar, ele vai correr de você. Isso do que eu tô falando? Não é para você sentir culpa, porque eu eu sempre falo que nós somos não somos responsáveis pela programação que a gente recebeu na infância, mas como adultas nós somos responsáveis por mudar essa programação que a gente Recebeu. E se agora você tá se identificando com tudo que eu tô falando, se agora você tá tá fazendo sentido tudo isso
que eu tô dizendo e tá começando a cair umas fichas, não entra no lugar de culpa. Entra no lugar de eu preciso aprender o que eu não sei que foi a pergunta que me tirou da dor, foi a pergunta que mudou minha vida. O que que eu, o que que ou eu aprendo que eu não sei sobre educar crianças ou eu vou fracassar como mãe? E é essa certeza Que você precisa ter agora. Oisen tem uma frase que eu amo que ele fala assim: "Ensanidade é você repetir sempre o mesmo comportamento e esperar resultados diferentes.
Você não pode continuar agindo sempre da mesma forma e esperar que o seu filho mude, porque a mudança tem que começar em quem? No adulto. Olha só, o seu filho não vai mudar se você não Mudar. Por quê, gente? Porque as bases do padrão comportamental, emocional dele hoje tá sendo criado a partir do seu comportamento, tá sendo criado a partir das suas emoções, da forma com que você reage ao que você sente. Assim como hoje a sua vida adulta tem muita consequência do que você viveu na infância, a do seu filho também. Por isso que
é tão importante a gente se dá a educação emocional que a gente não Recebeu. E começa aqui, ó. O que que há de errado com status cor? O que que a sociedade acha sobre uma criança? A gente acha o quê? Que a criança tá agindo, chorando, fazendo bir de propósito. Ah, se você se comportar bem, eu te dou uma bala. Se você se comportar bem, eu te dou um chiclete. Não é assim que a gente lida com comportamento? Ah, se comportou mal, então vou vou castigar. É isso. A gente faz um adestramento Igualzinho com cachorrinho.
Fez xixi no lugar certo, tá aqui um biscoito. Não fez, vou castigar. Não é assim. Nós seres humanos, a gente precisa de repetição, a gente precisa de bons exemplos, a gente aprende com o que a gente vive no nosso ambiente, com as pessoas ao nosso redor. E desenvolver habilidades emocionais leva muitos anos e dá trabalho, gente. Então, por isso que a gente tem que Primeiro o quê? Nos reeducar. A gente precisa se reeducar para melhor educar. E o que que a gente aprendeu sobre educar uma criança? Aquelas frases, não é? Deixa te orando para aprender.
Ignora as vias, vai passar. Se você não bater no seu filho agora, ele vai bater na tua cara mais tarde. Se ele não apanhar de você, vai apanhar da polícia. Não pega no colo não que esse bebê vai Ficar mimado. Não é assim, ó. A Beatriz tá falando, é muito difícil ter paciência. Ele baixa também. Gente, nós vamos entender hoje aqui que não é sobre paciência. Você não voltei. Pera aí. Deu pronto. Você não precisa de mais paciência. Você precisa de recursos emocionais que você não tem hoje. Porque paciência a Gente tem sim. Pensa só,
você aguenta seu filho te perguntando mil vezes a mesma coisa. Não é? Você aguenta as bias, você aguenta choro. O que você não tem é recurso emocional para lidar com ele e nem com o que você sente. Vamos olhar aqui, ó. Quando a gente olha pro mau comportamento do seu filho, das crianças em geral, a birra, a desobediência, o choro, Quando ele ignora, quando você tem que ficar repetindo milhões de vezes a mesma coisa, você tá vendo o quê? A ponta do iceberg, aquilo ali, o mau comportamento, é uma pontinha só que você tá vendo
o problema todinho, tá escondido na na abaixo da água. É para lá que a gente vai olhar hoje. Por quê? Porque na origem do problema. Não adianta você querer só corrigir o Comportamento sem entender o motivo. E qual é o motivo? muitos, sono, fome, dor, a qualidade das relações, o ambiente em que essa criança vive, a forma com que ela é tratada, a forma com que esses pais lidam com as próprias emoções, o quão segura e amada e pertencente ela se sente ali dentro daquela casa, tudo isso vai impactar o comportamento do seu filho. Olha
só quais são os principais pilares que vão impactar esse comportamento e que tão Ali abaixo, né? da linha da água onde a gente não vê. Primeiro é a imaturidade neurológica. Por quê? Como eu falei, a gente nasce com um cérebro imaturo. E o que que isso significa? Isso significa que essa criança não pensa, não raciocina, ela não consegue armar um plano contra você simplesmente porque a parte do cérebro que faz isso, que é o córtex pré-frontal, demora muitos anos para amadurecer. E nos primeiros anos de vida, ele é Completamente imaturo. Isso significa que a criança
não tem controle de impulso. Ela não consegue, por exemplo, ver um brigadeiro na frente dela gostoso e falar: "Ah, não vou comer". Imagina uma criança de 2 anos, ela vai comer, ela vai enfiar a mão lá no bolo. Por quê? Ela não tem controle de impulso. Você fala para ela: "Fica sentada aí". Ela não vai ficar. E não é porque ela é desobediente, é porque ela não foi programada para aquilo. O cérebro dela Quer movimento, ela quer explorar o mundo, ela quer pôr a mão em tudo. Então a imaturidade neurológica faz com que a criança
tem um comportamento que o adulto não quer. E esse adulto cria uma expectativa irreal em relação ao comportamento dessa criança. E esta expectativa irreal é que tá causando 1000 problemas na sua vida. Você quer que seu filho tenha um comportamento que ele não pode ter e você tá punindo ele por isso. Ah, ele vai poder desenvolver isso ao longo dos anos. Vai, desde que você se torne um pai ou mãe que guia, orienta e treina. Você vai ter que se tornar um treinador pro seu filho e não uma ditadora. Você vai ter que sair do
lugar de ditadora para treinadora. E como é que você vai treinar seu filho se você ainda não aprendeu a lidar com as suas próprias emoções? É impossível, Porque nós não recebemos educação emocional. Sua mãe não recebeu, seu pai não recebeu, nem nossos avós, ninguém. Nós somos a primeira geração que estamos tendo acesso a essa, a esse conhecimento. E aí, que mais que impacta o comportamento do seu filho? Necessidades físicas não atendidas. A criança tá com fome, criança tá cansada, criança tá com sono. Se até adulto fica de mau humor com sono E fome, imagina uma
criança. Então é importante que a criança, por exemplo, tenha rotina. Ela precisa ter hora para dormir, ela precisa ter hora para comer, porque quando você atende as necessidades físicas dela, ela fica mais segura. Que mais que impacta? Necessidades emocionais não atendidas. Isso aqui, gente, nós vamos falar bastante hoje ao longo da aula ainda. Por quê? necessidade emocional, ela é invisível, Né? Você não vê. Mas a criança precisa se sentir pertencente. Ela precisa sentir que papai e mamãe gostam dela. Ela precisa sentir que ela é útil. Ela precisa sentir que ela é capaz. Vocês dão oportunidade
seu filho se sentir capaz dele colaborar? Você aquela mãe fala: "Não, deixa que eu faço, deixa no seu tempo, não tem tempo não. Não, deixa que eu carrego essas compras do Mercado. Você não sabe não, você é muito pequeno. Quem é muito controladora, quem quer, né, mandar em tudo, normalmente essa mãe que não dá espaço pra criança sentir capaz e útil, ela faz tudo pra criança. Ela quer que a criança seja autônoma, que ela saiba, saiba tomar boas decisões quando ela cresce, mas ela não tá dando oportunidade para treinar essas habilidades. Que mais a criança
precisa? Segurança Física, segurança emocional. Que que é segurança física? Ela precisa preservar a integridade do corpo dela, sentir que ninguém vai invadir o corpo dela, seja com abusos físicos, seja com abuso sexual. Ela precisa viver numa casa onde ela se sinta segura. Se chover não vai cair o teto na cabeça dela, que ninguém vai entrar lá para roubar, ela se sentir segura. Não só ela, todo ser humano precisa Disso tudo aqui, mas especialmente na infância, quando a gente é 100% dependente dos nossos pais, isso é ainda mais importante. E a segurança emocional, o quanto papai
e mamãe gostam de mim, o quanto eles demonstram o que gostam de mim, o quanto eles me ensinam a lidar com o que eu sinto. Então, esses são os pilares fundamentais e quando não atendidos, quando a gente Não entende, vai fazer o quê? O mau comportamento acontecer, que é aqui essa ponta do iceberg. Tá fazendo sentido para vocês, pessoal? Então, o que que é a necessidade emocional, gente? de conexão, pertencimento, senso de capacidade. E quando as crianças não têm essas necessidades atendidas, elas vão chorar, elas vão resmungar, elas vão desobedecer, elas vão brigar com o
Irmão, elas vão inventar 1000 emergências. Por quê? Porque a criança aprende muito rápido o que que chama a atenção de papai e mamãe. Gente, a gente precisa do adulto para sobreviver, certo? Então, se este adulto não tá me dando atenção que eu preciso de forma positiva, então o que que o cérebro vai entender? Eu percebi que toda vez que eu faço uma Birra ou quando eu choro, papai e mamãe vem correndo e dar atenção. A criança não vê isso conscientemente, tá? É inconscientemente. E aí o que que o cérebro entende? Opa, quando eu choro, papai
e mamãe vem. Isso é bom. Vamos fazer mais. Eu começo a chamar atenção de forma negativa. E aí é onde você, sem querer, reforça o comportamento que você não queria, porque você não tá dando atenção de Forma proativa, não tá dando afeto, não tá alimentando as necessidades de atenção, de pertencimento, de senso de capacidade. Mas quando a criança faz algo errado, você tá lá, opa, toda vez que eu bri com meu irmão, papai e mamãe vem, vamos brigar de novo. E isso é inconsciente, gente. É mecanismo de sobrevivência. Quem é que tá se identificando nesse
lugar do filho tá Sempre chamando atenção de forma negativa. Por quê? Provavelmente você não tá tendo tempo, não tá olhando paraa criança, tá muito no celular, tá muito ocupada, tá muito cheio de um monte de coisa, tá esquecendo dessa parte importante que é da atenção. Conta aqui para mim quem que tá se identificando. Então, a gente tem que fazer o quê? Em vez da gente se perguntar o que que eu faço para acabar com esse comportamento, Você tem que mudar a pergunta. O que que esse comportamento significa? O que que esse comportamento tá querendo me
dizer? Quando seu filho começar a se comportar mal, eu se pergunta: "Pera aí, eu estou disponível emocionalmente para ele? Eu tô disponível para me conectar com essa criança? Eu tô de disponível para ouvir o que essa criança tem para me dizer hoje? Ou eu tô com pressa? Chega em casa correndo Cansado, eu já quero que todo mundo durma, sendo que a criança passou o dia inteirinho na escola sozinho ou com alguém, nem viu você. É, mas eu tenho que trabalhar. Tudo bem, todo mundo tem que trabalhar. Mas em que momento do seu dia o seu
filho tá sendo a sua prioridade? Faça a pergunta sincera para você agora. Em que momento do seu dia o seu filho tá sendo a sua prioridade? que em algum momento do seu dia, ele vai ter que ser A sua prioridade, seja de manhã, no café da manhã, seja quando você chega do trabalho, ah, eu tenho que cozinhar quando eu chego de trabalho. Gente, cozinha no final de semana, congela umas marmitas aí pra semana inteira e dá tempo pro seu filho quando você chegar do trabalho, faz alguma coisa para olhar para ele, porque ele precisa desesperadamente
de você. E a partir do ano que você começar a entender que que a jornada de mudança Começa em você, que você vai ter que se dar educação emocional que você não recebeu, que você vai ter sim que aprender a lidar com as suas emoções, aí a coisa muda, porque você vai parar de querer mudar o seu filho, vai entender que a mudança começa em você. Gente, eu gritava tanto paraos meus filhos, todos os dias eu ia dormi triste, vocês sabem que não foi fácil parar de gritar, mas eu decidi parar de gritar. E no
começo, meu Deus do céu, eu Me escondia dentro do armário, eu entrava em banheiro, eu lavava meu rosto, porque eu não sabia fazer outra coisa, não sei gritar. Hoje eu não grito. Demorou um pouco para eu mudar, mas eu quis mudar e você também pode mudar, mas você vai ter que tomar consciência disso. E a mudança não vai vir de fora, ninguém vai vir te salvar. É um exercício que você vai ter que fazer sozinho. Eu já quero até te dar um uma prática aqui Para você. Quando você começar a perceber que a raiva tá
chegando, você vai falar: "Caramba, olha só, o grito só tá chegando, né? Você tem que começar a perceber o seu corpo. Você vai parar, você vai respirar assim, ó. Você vai respirar inspirando, contando até quatro, ó. E você vai expirar contando até seis. Por quê? Quando a gente faz isso, a gente chama a Nossa razão de volta. Quando a gente tá com raiva, existe algo no nosso cervo, chama sequestro da amídala. A nossa amídala cerebral, ela é responsável pela raiva, pelo controle das nossas emoções. Ela, as emoções moram ali. Quando a gente tá com raiva,
o nosso cérebro é sequestrado pela middão. Então, a gente para de pensar, nós não raciocinamos. Então, quando eu faço esse movimento de inspirar contando e soltar contando, eu Tô chamando a minha razão de volta. Eu tô ativando o meu cortex pré-frontal e você ganha tempo para não agir no impulso. Porque o que que vai acontecer se você agir no impulso sem pensar? Você vai se arrepender. A culpa vem daqui um minuto. Se você ganha tempo a pensar e chamar razão de volta, você ganha tempo para raciocinar antes de explodir. E aí você começa a ganhar
o quê? Controle de impulso, gestão emocional. Você para de agir na hora da raiva, porque na hora da raiva vai dar merda, gente. Você vai xingar, você vai ferir. Não tem como você ser legal na hora da raiva. E ninguém consegue impedir uma emoção, mas você consegue escolher a sua reação diante de uma emoção. Você não vai conseguir impedir a raiva. Você pode gerenciar essa raiva se você fizer isso que eu tô te falando. Se você tomar consciência do que que tá Acontecendo no seu corpo, que você tá presto a explodir. E aí a partir
desse lugar de calma que você vai tomar uma decisão de ensinar para essa criança o que ela precisa aprender sem gritar, porque quando você grita com ela, o cérebro dela também desliga e ela não vai aprender nada que tá falando. E amanhã você vai repetir de novo e ela não vai aprender de novo. A gente só aprende com segurança. Quem é que tinha um professor na escola Você morria de medo dele e aí você não ia bem na matéria? Porque você odiava aquela matéria. Você tinha medo do professor, você não aprendia nada. Eu tenho certeza
que o professor que você mais amou na sua vida, ele te deixava seguro e você ia bem para caramba na matéria dele, porque o cérebro só aprende com segurança. Na hora do medo ninguém aprende nada. Então é nesse momento, nesse momento de disponibilidade emocional, de regulação Emocional, que você vai construir uma relação com seus filhos para que eles tenham um apego seguro com você. O que que é um apego seguro? É para que eles possam confiar em você, para que eles possam chegar com mamãe, hoje na escola um amigo fez isso, isso comigo. É para
ele não ter medo de você. Você quer que ele confie em você e corra para você ou você quer que ele corra de você? Vamos falar um pouco sobre o que que é Trauma para vocês entenderem que eu já tô aqui a 50 minutos. Não tô acreditando. Não passou muito rápido, gente. Nós estamos aqui a 50 minutos já. Daqui a pouco eu vou ler, tá? O que que vocês estão escrevendo. Agora vamos focar aqui na aula. Olha só o que que as pessoas pensam que o trauma é e o que que ele realmente é. Gente,
senta aí. Vamos prestar atenção nisso aqui que é muito importante. Quando a gente fala em trauma, quando a gente fala em trauma, muita gente pensa o quê? Em um exemplo pontual. Nossa, fulano tomou um tiro, eu vi ele tomando um tiro, Deus me livra, aquilo me traumatizou. Claro, foi um trauma, foi um evento trágico. Não vai ficar gravado, pessoal. É só para quem tá ao vivo mesmo. E quem chegou agora, fica aqui porque tem muita coisa boa pela frente. Eu ainda tô no meio da aula. vai, vai valer super a pena. Fica Aí que nós
vamos falar de trauma agora, tá? Então, existe o evento traumático, que é aquele que desfez essa explicação, certo? Um dia você tomou uma surra tão feia que você chorou tanto que você nunca mais esqueceu, virou um trauma, né? Um dia que ã você foi assaltado e alguém te machucou, aquilo é um trauma. Sim, existe um antes e um depois daquele dia. Você lembra o dia que foi, a roupa que você tava, o que que aconteceu? Isso É um episódio traumático. Foi um momento pontual que gerou um trauma. Mas existe um outro tipo de trauma que
muito pouca gente conhece, que muito pouca gente entende, mas que com certeza a grande maioria das pessoas que você conhece já viveram, que é o que a gente chama de trauma complexo. O que que é trauma complexo? é uma repetição de experiências com potencial traumático. Eu vou dar exemplo Para vocês entenderem. Imagina que você mora numa floresta dentro de uma caverna e todo dia você sai para caçar suas frutinhas e de repente nesse dia, você foi caçar suas amoras preferidas na sua árvore preferida. Quando você chegou lá, você deu de cara com esse urso. Que
que vai acontecer quando você vê esse urso? Você vai para você não vai Ficar parado pensando: "Ai, será que eu vou lá? Você vai largar esse vaso, você vai sair correndo, o seu corpo vai produzir cortisol, adrenalina, noradrenalina, seu coração vai acelerar, o sangue que tava ali nas suas víceras vai paraas extremidades do seu corpo para você ganhar velocidade, correr, o seu pulmão vai expandir para você poder ganhar fôlego e correr muito, muito, muito para salvar a tua vida. E de repente você correu com uma Velocidade que você nunca imaginou que você correria na sua
vida. E você chegou lá na sua caverna de volta, você vai falar: "Uf, meu Deus, ainda bem que consegui me salvar desse urso". E de repente você senta lá, começa a acalmar, o coração começa a voltar pro ritmo normal, o corpo começa a voltar pro pro estado de calma e você fala: "Ufa, me salvei". Mas eu quero fazer uma pergunta. E se você descobrisse que esse urso tava Morando com você lá dentro da sua caverna? Em que momento que o seu corpo ia voltar pro estado de calma? Ele não ia. Será que você hoje não
tá sendo um urso pros seus filhos? Será que você não foi criada por ursos? E hoje você tá repetindo exatamente a mesma coisa? E como é que você viveu? Como era a sua infância vivendo com ursos? E como que você acha que seus filhos Estão hoje vivendo com ursos? que só sabem educar batendo, gritando, castigando e ameaçando. Eu vou mostrar para vocês qual é esse sistema. É o eixo HPA. Vou falar rapidamente sobre isso. Isso aqui é um assunto que eu que eu que eu aprofundo muito em pós-graduação nas minhas certificações, mas vou vou passar
brevemente só para vocês entenderem. Esse eixo HPA é o eixo que produz hormônios do stress, tá? E esses Hormônios do stress, cortisol, adrenalina, noradrenalina, eles em grande quantidade eles fazem mal pro corpo humano. Esse sistema foi feito para ser ativado em momentos de perigo, como por exemplo, um carro vindo na sua direção, um acidente, alguma coisa que você deixa se salvar, eh você quando corre eh para salvar alguém que caiu numa oficina. Esse sistema não foi feito para ficar ativado o tempo inteiro. Porém, crianças que vivem com pais, que Só sabem gritar, punir, castigar e
educar na base do medo, eles ficam com esse sistema hiperativado o tempo inteiro. E e as consequências disso são muitas: dificuldade de atenção, dificuldade de foco, malu comportamento, agressividade, sintomas que se confundem com transtorno como TDH e como TOD. E hoje nós temos uma epidemia de crianças sendo mal diagnosticadas, como quem tem TDH, meu filho agressivo, ele tem to na verdade as crianças nem foi Diagnosticada, é um rótulo que ela recebe e muitas vezes onde tá o problema tá no ambiente que ela vive, tá em casa com pai e com mãe, é a criança que
tá vivendo com urso, é a criança que tá vivendo com aquela mãe que fere. E hoje você pode ter virado a mãe que te perdeu, não porque você é ruim, não porque você é culpada, mas porque você tem um padrão. Você está repetindo um padrão que aprendeu e você vai precisar aprender novos Comportamentos. Sim, porque a gente pode aprender, todo mundo pode. Você só vai ter que decidir fazer isso. Sozinho. A gente não consegue. Então, por que que eu fui mostrar essa imagem do urso? Porque o trauma não é só você viver um episódio traumático.
Você viver todo dia com medo causa trauma complexo, que é o CPTSD, complex póstraumatic stress disord, transtorno do stress pós-traumático. E hoje na nossa sociedade existem milhares de pessoas com sintomas do estress pós-traumático causados por traumas de infância. E eu vou mostrar para vocês o que é que você pode considerar como experiência adversa de infância e as consequências disso na saúde do adulto, tá? Então, olha só, o modelo tradicional de educação que a gente conhece, ele é baseado no medo. E se eu vivo com medo, eu tô ao contrário do que é a segurança. Existe
um sistema chamado neurocepção. Que que é isso? A neurocepção é quando a gente consegue identificar a ameaça no rosto de uma outra pessoa e no tom de voz dela. Lembra quando seu pai e sua mãe te olhava feio e você só te olhar você já falava: "Meu Deus, congelei, congelei só do meu pai me olhar". Já ficava paralisado. Por quê? Esse sistema identifica ameaça no rosto do seu pai. Assim como a gente identifica a ameaça num tom de voz. Se a pessoa falar com Você gritando, imediatamente você levanta sua barreira de proteção. E é a
mesma coisa que acontece com seu filho, quando você grita com ele, quando você olha feio para ele, você ativa esse sistema de segurança. Por isso que a gente tem que olhar o tom de voz, olhar a nossa expressão facial. Eu lembro uma vez, gente, foi uma lição para mim que eu não esqueci. Como eu gritava muito, um dia meus filhos estavam fazendo alguma coisa que eu Gritei e quando eu tava gritando, eu dei de cara com espelho e eu me vi gritando e eu falei: "Meu Deus, essa é a cara que meus filhos vem todos
os dias, essa monstra aí com essa cara gritando horrorosa, aquilo me tocou profundamente. Então, vou te dar um exercício poderoso aqui. Quando você tiver bem brava, tira uma foto sua e bota lá no teu celular para você lembrar que é aquela mãe que seu filho tá vendo todo dia. E eu tenho Certeza que essa não é a mãe que você quer ser. Quem é aqui tá se identificando com isso, gente? Quem aqui lembra da cara da mãe quando era criança ou do pai e só de lembrar já dá um mal estar? Por quê? que o
nosso cérebro guarda isso. E o contrário também é verdadeiro. Quando você encontra uma pessoa que sorri para você, uma pessoa que te ouve, uma pessoa que fala num tom de voz calmo, Você se relaxa, você fica segura, você se abre para se conectar. Gente, eu sei que ouvir tudo isso dói, mas eu não quero que essa dor seja para te paralisar. Essa dor tem que ser para te motivar a mudar, porque foi desse lugar que um dia também eu renasci. Foi num lugar de culpa, de paralisia, mas transforme a sua culpa em ação. Foi o
que eu fiz. A culpa deixa a gente paralisada, se punindo, se batendo. Ai, eu vou me Culpar, eu não sou boa mãe. Não, a gente precisa nos dar a educação emocional que a gente não recebeu. Isso não é de um dia pro outro. Isso é igual aprender um novo idioma. Vocês vão ver. Eu vou mostrar para vocês esse ciclo, mas receba o meu abraço e vamos fazer um exercício rápido. Fecha o seu olho e pensa agora qual é o maior gatilho que você tem com o seu filho e qual é o comportamento que você tem?
Fecha o teu olho um minuto e responde Isso para si mesmo. O que que meu filho faz que me irrita e como que eu reajo? Traz pra sua memória esse pensamento. Que que você faz? Agora traz uma segunda imagem. Como eu vou começar a responder a partir de hoje? Como eu quero responder a partir de hoje? Faz esse treino. Por exemplo, a Ana falou que grita muito. Então tá. A partir de hoje eu vou respirar. Eu vou Contar inspirando até quatro. Eu vou expirar contando até seis. Eu vou esperar a raiva passar. Nem que eu
tenha que entrar num banheiro, nem que eu tenho que lavar o rosto, nem que eu tenho que táar calada, eu vou parar de agir no automático. Isso é um trem. E eu vou ser uma mãe que vai pausar antes de responder. Eu vou ser uma mãe que eu vou pensar antes de agir por impulso. Esse pequeno exercício já vai te dar tempo pro próximo episódio ser Diferente. Você vai ver. Vamos seguir aqui, gente. Então, quando a gente fala em trauma complexo, o que que é que tem potencial de causar trauma complexo? Que é aquele trauma
por repetições que pessoas vivem ao longo da infância. Existem 10 tipos mais comuns de experiência diversas, tá? Então, tem o abuso físico, que é quando a criança apanha de sintada, chinelada e tudo mais e tapas. Existe o abuso emocional, que é gritos, humilhações, Críticas. Tudo isso é é abuso emocional. E muita gente não reconhece que viveu abuso emocional porque não entende que isso era abuso, mas é. E os gritos ativam a mesma área do cérebro que apanhar. Ele também causa problemas de desregulação emocional, tá bom? A buúsa de pensa explicação. Existe a negligência física, que
é o quê? É a criança que não toma banho, é a criança Que o pai e a mãe não leva no médico, não leva no dentista, é a criança que passa fome. Isso tudo é negligência física, tá? Com alto potencial traumático. Então aquela criança, por exemplo, que que vive num lar muito pobre, num lar onde ela não sabe se vai ter comida hoje ou amanhã, isso tem um potencial traumático imenso. Por quê? Ela não sabe se amanhã ela vai comer. Ela não sabe se amanhã papai e mamãe vão estar perto dela. Ela não sabe se
amanhã Ela vai ter casa para morar. Então aqui são as 10 principais experiências, porém bullying, pobreza extrema e racismo também entram como experiência diversa na infância, tá? Que mais, gente? Negligência emocional é aquela criança que chora sozinha, ninguém dá um abraço, ninguém acolhe, ninguém pergunta: "Meu filho, por que que você tá triste? Que que tá acontecendo? Conta pra mamãe, vamos conversar." E muitos de nós fomos profundamente negligenciados na nossa infância e principalmente não houve reparação de danos. Que que é reparação de danos? Não é stop de desculpa. Antigamente os pais iam lá, te batia, te
humilhava, gritava e no outro dia te tratava como se nada tivesse acontecido, não é? E você ficava confusa. Mas esa aí, eu apanhei, tava com raiva agora tá me tratando como se nada tivesse Acontecido. O que que acontece nessa hora? Você começa a confundir amor com dor. Você acha que amar é sofrer. Aí você cresce e vira aquela pessoa que vai buscar um relacionamento conturbado, tóxico. Gosto de gente, você gosta de gente que te despreza. Você gosta de gente que que te ignora. Por quê? Porque é isso que é amor para você. Você viveu uma
infância com negligência emocional. Tá fazendo sentido para vocês, gente? O que mais pode ter potencial traumático? Se você viveu com pai ou mãe que tinha algum problema de depressão, alguma doença mental, algo que impedisse essa mãe ou esse pai de cuidar de você? Se você viu sua mãe apanhar, ser tratada violentamente pelo seu pai ou um cuidador, também tem potencial traumático. Que mais? Se você teve pai ou mãe que foram presos e foram tirados do seu convívio, Se você teve pai ou mãe que usavam droga ou álcool e eram viciados em alguma substância, também tem
potencial traumático. Então você vê, tudo isso que eu falei pode ter acontecido ao longo da infância inteira, muitas vezes. Brigas todos os dias, caos todos os dias, tapa todo dia, ameaça todo dia. Não foi um episódio traumático, mas isso causou um trauma complexo. causou sintomas emocionais de Hipervigilância, de medo de abandono, de dificuldade de autorregulação. E quem é que vai ter que te dar todo esse amor que você não recebeu? Quem é que vai te dar tudo essa segurança que você não recebeu? Me conta. É você, é você. É você que vai ter que aprender
a se abraçar. se acolher, Ter autocompaixão, abaixar os chicotes, parar de te criticar, aprender a se tornar uma voz amorosa, a sua melhor amiga. Hoje eu me acolho tanto, vocês não tem noção, gente. Eu não sou uma mãe perfeita. Então, nunca você seu filho não seja uma mãe perfeita, seja uma mãe humana, emocionalmente disponível. Uma mãe que quando erra, ela não pede só desculpa, ela busca reparação de danos e É o que eu tava falando que não aconteceu com a gente. Então, os nossos pais tratavam a gente mal, no outro dia tava tudo igual. Reparação
de danos é quando eu tenho consciência que o meu comportamento feriu o outro e que eu preciso ajustar o meu comportamento para parar de ferir. Porque não adianta eu ferir hoje, pedir desculpa e amanhã fazer de novo. Não adianta. Reparação de danos é quando eu me Comprometo a mudar algo em mim que tá ferindo quem eu amo. Porque as dores que temos são nossas. Teu filho não tem nada a ver com seus traumas, nada. Ele quer ser amado por você. É só isso que ele quer. Ele só quer que você olhe para ele e veja
em você vontade de estar perto dele. Ele não precisa do tênis mais caro, ele não precisa da comida mais cara. Ele só quer você disponível para amá-lo. Isso é de graça, né? Mas para você chegar nesse ponto, você vai ter que buscar ferramentas e recursos que você não tem, sozinha a gente não consegue. Foi por isso que eu estudei com os maiores especialistas dos Estados Unidos. É por isso que eu até hoje estudo. E é por isso que hoje eu tenho tantas ferramentas para ajudar os pais. E eu vou ao final dessa aula apresentar uma
oportunidade inédita para vocês seguirem comigo, tá? Fiquem aqui até o final porque eu quero dar a mão para vocês, para te tirar desse lugar de dor, de culpa, que eu também já estive. E o que que isso tem a ver com saúde mental, física, emocional, Telma? Muito gente. Então, às vezes teu filho tá aí agitado, tá em depressão, tá ansioso, às vezes filho já é um adolescente, já tá mexendo com droga, já tá usando álcool. acontece muito. Vamos entender o que que o maior estudo De saúde pública no mundo feito sobre traumas nos mostrou que
quanto maior o número de experiências diversas da infância, que são essas aqui, tá? Incluindo também racismo, bullying, pobreza extrema, quanto maior o número de experiências adversas, maior a probabilidade. Que que é probabilidade? A chance. Maior a chance. Isso não quer dizer que a pessoa vai ter, mas maior a chance dela ter, por exemplo, o uso de drogas injetáveis aumenta em 10 vezes a Probabilidade dessa pessoa usar drogas injetáveis. Aumentem mais do dobro a chance dela ter infarto. Aumentem mais de quatro vezes a chance dela sofrer de depressão na vida adulta. aumenta em mais de 12
vezes a chance dela cometer suicídio. Aumenta em mais de quatro, mais de uma 1.6 vezes as chances dela sofrer de obesidade severa. Vocês estão vendo isso, gente? Aumenta em mais de quatro vezes a probabilidade de alusar drogas ilícitas. Ah, que que tudo isso tem a ver com com trauma de infância? muito porque os traumas eles causam uma disrupção do sistema nervoso. Eu não consigo ficar calma, então eu vou ter que comer para me acalmar, eu vou ficar obeso. Eu vou ter que beber álcool para me acalmar, eu vou ficar alcólatra. Eu vou começar a usar
a droga para me acalmar, lidar com a dor emocional que eu não sei, vou Ficar viciada, vou passar uma vida em depressão e ninguém percebe. Vai aumentar a chance de eu sofrer, de eu pensar em suicídio. Então pensa, gente, pensa. Nós, é claro que isso tudo, esse conhecimento que a gente tem hoje na ciência e que a gente aprendeu, eh, não é pra gente ficar paralisado por ele, é pra gente tomar decisões melhores E mais assertivas, é pra gente tomar consciência da importância do nosso papel como pais e mães. Faz sentido, gente? Agora eu quero
vir falar um pouco sobre essa dor que é as birras e que muitos de vocês vivem. Então, escreve aqui no chat para mim quem tá vivendo esse cenário de birras. Por quê? Birras também é um é um episódio que tem potencial traumático, porque os pais têm recurso emocional, que não conseguem lidar com as próprias Emoções, eles vão acabar reagindo mal na hora da birra. E hoje vocês aprenderam que birra é o quê? Maturidade cerebral. É falta de controle de impulso. A criança, ela não tá te atacando, ela tá pedindo, por favor, me ajude a me
acalmar. Eu não consigo me acalmar sozinho. E para isso, você vai ter que aprender o quê? A se autorregular. E o que que é autorregulação emocional? Lembra que eu falei que a gente tem um cérebro que é Imaturo quando a gente nasce e a gente não consegue lidar com as nossas próprias emoções, mas conforme a gente vai crescendo, conforme a gente vai amadurecendo, a gente vai aprendendo a lidar com as nossas próprias emoções, certo? Então, ou não também se você não recebeu educação emocional, você vai ter que se dar educação emocional para conseguir fazer isso.
Mas olha só, a gente tem que aprender a lidar com a nossa raiva, Não impedi-la porque é impossível, mas aprender a não explodir diante dela. Isso é se autorregular, é usar a razão para lidar com a emoção. Então eu eu lido com a minha raiva primeiro para ajudar o meu filho a se acalmar. E isso a gente chama de corregulação emocional. Eu empresto o meu cérebro adulto pro meu filho criança poder se acalmar. Isso é corregulação. A criança se acalma através do mecanismo de corregulação com adulto calmo e Seguro. E é isso que eu quero
que você aprenda a fazer aí na sua casa a partir de hoje. E você vai ver que a birra, em vez de durar 40 minutos, ela vai durar 5 minutos. E eu desenvolver uma ferramenta que eu chamo de os três ders da educação neuroconsciente. Primeiro eu me regulo, depois eu me relaciono e depois eu resolvo. Não adianta eu querer resolver problema na hora que a Criança tá chorando, tá com raiva, tá desesperada, porque o cérebro desliga. Então, eu regulo as minhas emoções, eu me relaciono com essa criança para ajudar ela a se acalmar, eu corregulo
com ela e depois eu resolvo o problema com ela. Depois eu foco em solução, depois eu converso e ensino aquilo que eu preciso ensinar. Tá fazendo sentido, gente? Uma segunda queixa que vocês trazem para Mim é bater educa. Quem é que acha que bater educa, gente? Você já falou pro seu filho: "Eu te bato porque eu te amo". Me conta aqui. Eu te bato porque eu te amo. Você já falou isso pro seu filho? Então, primeiro, você não bate no seu filho que você ama ele. Você bate nele porque você não sabe o que fazer,
a não ser isso. Você bate nele porque você não tem recursos emocionais para lidar com a sua Raiva. Então, a gente não bate porque ama, gente. Até porque quando a gente bate, eu tô te batendo porque eu te amo, muitos de nós ouvimos isso, tá ensinando o quê? Que amar é violência, que amor e dor andam juntos. Depois mais tarde você arrumar que bate em você, você fala: "Ele me ama, ele tá me batendo, ele me ama. Olha que loucura". Então não, a gente vai sim por limites, né? Mas não é batendo, É dizendo não
com firmeza, é explicando as consequências, é firmando no seu não. Porque tem mãe também que fala: "Não, depois o filho chora, vira sim. Seu não vira um sim. O não é não. Se o seu não vai virar um sim diante do choro, então fala sim de uma vez. Tá bom, filho? Então é assim, começa a falar mais sim. Tá bom. Eu vi que tem gente falando que nunca bateu. Que bom, Glá. Parabéns. Às vezes Você não bate, mas você é permissiva. Ou sempre tem alguma questão pra gente olhar, né? Ou não consegue falar não, não
consegue pô limite, ou tem pais também que não batem, mas gritam. Tem mãe que fala: "Não, nunca bati, mas eu grito". Então você precisa olhar para entender o que no seu comportamento que vai precisar ser ajustado, porque existe a falta de limite também, a permissividade que é um outro oposto, né? Então quando você bate, a criança é Rebelde, ela tem vontade de se vingar, ela fala: "Nossa, agora você vai ver da próxima vez, você não vai me pegar, né? Eu vou correr" e acaba com assistindo. Porque a criança pensa: "O quê, gente? que eu não
sou uma criança boa, eu sou uma criança ruim, eu faço tudo errado, papai e mamãe não gostam de mim. Não é assim? Então você não é responsável, gente, pela programação que você recebeu na infância, mas como adulto você é Responsável por mudá-la. Você é adulta e hoje é responsável por se dar educação emocional que você não recebeu. E o que que acontece? Mas existe também, como eu tinha falado, consequências de viver com medo, de viver com negligência, com abuso emocional, é que a criança ela passa a ter comportamentos inapropriados na escola, com os amigos, em
casa. Ela aprende a se comportar com Violência também, com agressividade. E esse é um problema. Aí a escola começa a reclamar, que que você faz? aumenta a dose do castigo ao invés de amar, de se conectar, de ouvir o que que essa criança tem a dizer. Tá fazendo sentido para vocês? Gente, um outro ponto que a gente que eu quero trazer para vocês é esse aqui, ó. Obediência cega. Muita gente fala: "Meu filho tem que me obedecer. Meu filho tem que me Obedecer". Pera aí. Claro que obediência é importante. Sim. Claro que regras é importante,
sim. Até para proteger a criança da morte, não é mesmo? Criança tem 2 anos, você não vai deixar ela ir na piscina, ele tem que te obedecer. Você tem que fechar aquela aquela piscina e não pode deixar a criança ir lá. Mas se você abrir o portão, ela vai. É porque ela é desobediente, não é? Porque ela não entende a consequência do Que que tá acontecendo. Então, quando a gente fala obediência cega, o que tem que pensar é, você quer um filho que sabe pensar e tomar boas decisões, mesmo quando você não tá por perto?
Você quer, não quer? Você quer que seu filho cresça, saia de casa e que ele saiba pensar, que ele fala: "Nossa, vou fazer isso, vou fazer aquilo". Mas se você tá criando um filho só para te obedecer, é isso que ele vai aprender a fazer. Ele vai só te obedecer. E quando ele sair de casa, ele também vai buscar alguém para mandar nele, seja a namorada, seja, seja os amigos, seja o chefe, porque ele não vai aprender a tomar decisões. Ele vai ter medo de errar e ser castigado. Quantos adultos vivem esse padrão hoje porque
não tiveram voz, não tiveram espaço para falar o que pensavam, o que sentiam e conversar a respeito. Então, gente, é claro que regras são Importantes, é claro que limites são importantes, mas seu filho também seu ouvido, ele também tem sentimentos, ele também fica triste. Esse espaço de troca paraa criança aprender com você, para ser guiado e orientada é fundamental. Então, eu quero, a gente já tá indo pro fim. Fiquem aí. que eu sei que tem muita gente já tá com sono falando que quer, precisa pô o filho para dormir, fica, Porque a gente não vai
deixar a aula gravada, pessoal. Realmente é uma aula ao vivo para quem tá aqui. É uma aula gratuita, é um presente meu de Dia das Mães para vocês. Tô dando esse conhecimento, transformou a minha vida e eu tenho certeza que mesmo quem não conseguir comigo nessa jornada, já que aprendeu um pouquinho aqui, já vai conseguir eh dar alguns passos nessa direção. Mas lembrando que em 1 hora e meia, 2 horas É impossível a gente mudar o nosso comportamento, é impossível a gente mudar de vida, porque são muitas camadas que precisam ser compreendidas, que precisam ser
trabalhadas, a gente precisa desenvolver habilidades que a gente não tem e isso a gente não faz em uma hora, nem em duas horas. É realmente uma jornada, tá? Então vamos lá. Isso aí, Andressa, ó, quem quer dá um jeito. Andressa colocou o fone de ouvido e colocou o filho para dormir. Muito bem. Olha lá, ciclo do aprendizado. Lembra quando você foi aprender a dirigir um carro? Pessoal, quando você foi aprender a dirigir um carro, era difícil, não é? A primeira vez você entrou lá, falou: "Caramba, você viu o pessoal dirigindo, parecia fácil, né? Nossa, vou
prender rapidinho." Entrou lá para dirigir. Marcha um, marcha dois, você não conseguia, você pensava, tinha que ligar a seta, você pensava. Nossa, fazer tudo ao mesmo tempo parecia dificílimo, não É? E depois, depois no segundo dia ficou um pouco mais fácil. Daqu daqui um mês você tirou sua carta. Daqui um ano você já tava dirigindo no automático. Você nem pensava mais para mudar de marcha. A mesma coisa é que aconteceu com vocês hoje. Vocês chegaram aqui no nível um, inconsciente, incompetente. Você nem sabia que você não sabia. Você nem sabia que isso aqui existia. Eu
nem sabia que você existia. Pel. Você Estava inconscientemente incompetente. Você já vai sair daqui como? No nível dois. Você vai sair conscientemente incompetente. O que que isso significa? Agora eu sei que eu não sei e agora eu sei o que eu preciso aprender. Só um minutinho, pessoal. Agora você sabe que você precisa aprender. E aí, o que que eu quero? Eu quero que vocês sigam comigo nessa jornada para vocês chegarem no nível quatro. Hoje Você vai sair daqui no nível dois. E o que que é o próximo nível? no próximo nível é o nível três.
Quando eu já consigo me autorregular, eu já consigo lidar com uma birra, eu já consigo fazer o meu filho eh fazer as coisas sozinho, ele já tem autonomia, ele já colabora comigo, eu já não preciso mais ficar castigando, eu não preciso mais castigar, gritar, ameaçar, você já começou a ter mais leveza e principalmente já saiu da culpa. Você já Começou a ficar mais segura de si mesma. Nesse estágio, você é conscientemente competente. Você fala: "Agora eu sei que eu sei, eu sei o que fazer, eu já entendi." Mas você ainda precisa pensar, você ainda não
tá no automático. E o próximo estágio que depois de você treinar, depois de você ouvir várias vezes, depois de você aprender na teoria, na prática e fazer, você vai agir de forma automática e gosta de dirigir um carro hoje. E aí você vai se Tornar inconsciente e competente. Você já não pensa mais. Aquilo já virou um modo automático seu de funcionar. E eu vou te falar, é maravilhoso. E esse ciclo ele nunca termina na nossa vida. Tudo de novo que você quiser aprender, você vai passar por esse ciclo. E agora, nesse momento aqui comigo, você
está passando por esse ciclo. E para você se tornar a mãe que você quer ser, você vai precisar continuar nesse ciclo, treinando Habilidades novas. Por quê? Porque o nosso cérebro tem uma capacidade maravilhosa, se chama neuroplasticidade. O que que é a neuroplasticidade? É a capacidade da gente aprender novas habilidades em qualquer tempo da vida. Então você pode sim ressignificar os seus traumas, você vai aprender a se autorregular, você vai aprender a lidar com as suas emoções, você vai se livrar da culpa, você vai se livrar da vergonha, você vai desenvolver sua Autoestima. Por quê? Tudo
isso vai fazer você ser um bom exemplo do seu filho. Eu não quero só que vocês aprendam dicas práticas para lidar com birra, não. Eu quero muito mais do que isso. Eu quero que você, como mulher, como mãe, se cure das suas feridas. E existe uma jornada que eu quero conduzir vocês nesse processo, porque você vai fazer melhores escolhas. Isso vai impactar o seu casamento, isso vai impactar suas relações, isso vai Impactar o seu trabalho e principalmente a sua relação com você mesma e com seus filhos, tá? Então, se eu falar para você, ai o
que a gente fez aqui, vai, nossa, vai mudar sua vida para sempre, não é verdade. Por que que não é? Porque a gente tem que treinar habilidades. Você tomou consciência hoje? Tomou. Você entendeu onde tá os erros? Sim. Você aprendeu Alguns recursos para lidar com a sua emoção? Sim. Você já entendeu um pouco o que fazer quando seu filho precisa eh do seu olhar, da sua disponibilidade emocional? e como que isso vai te ajudar aí na sua família, certo? Mas você vai ter que treinar habilidades, você vai ter que se dar educação emocional que você
não recebeu e isso vai exigir trem. Deixa eu aumentar isso aqui para vocês verem. Então, olha só o que que você lida hoje na sua vida. Conflito diário, É grito para todo lado, é caos, castigo, ameaça, é b sem fim, é guerra de irmãos, é desorganização, é caos na hora de dormir, é caos na hora de tomar banho, é caos na hora de ir pra escola. Sim, tem pai aqui comigo, com certeza. O meu público, gente, 97% é mãe, mas os pais são super bem-vindos, tá? Você tem sobrecarga emocional, lógico. Imagina o peso que fica
carregar tudo isso. Tem que dar conta do trabalho, da vida, ainda ser uma boa mãe sem recursos Emocionais, gente, não tem quem aguente. É muito pesado. E eu já estive nesse lugar. Então eu quero depois de 1 hora e meia aqui dando essa aula para vocês, eu quero tirar você da culpa e te trazer paraa ação para que você possa quebrar os ciclos de dor. Porque hoje você se tornou, você pode ter se tornado a mãe que te pediu, mas você pode deixar de pedir o seu filho enquanto é tempo, porque sim, Ainda é tempo.
Mesmo que ele já tenha passado a primeira infância, mesmo que ele seja um adolescente, ainda dá tempo. Então eu quero mostrar agora para vocês como que vocês podem seguir comigo, o que que eu tenho para dar de presente também nesse dia das mães para você. Fica aqui. O que eu quero te oferecer hoje é o meu combo saia do caos, tá? Dentro desse combo estão os meus dois cursos mais completos de educação de filhos e também de educação emocional Para adultos. Além disso, eu vou dar para vocês dentro desse combo sete ebooks, sete livros digitais
que que eu escrevi exclusivamente paraa Amazon do Brasil. A Amazon do Brasil me convidou, foi a única autora do parentalidade no Brasil a participar desse programa de leituras rápidas para escrever um livro por mês para eles sobre como ajudar os pais a lidarem com os maiores problemas dos filhos. E eu escrevi 12. E desses 12, sete, os mais vendidos Estão aqui dentro desse combo que eu vou apresentar agora para vocês, tá bom? Então, vamos lá. Eu vou explicar curso por curso porque é muito importante que vocês saibam o que que tem dentro de cada um.
O limite sim, com respeito é o meu curso de paz, ele é prático. Claro que vocês vão ouvir eu dando aula teórica, mas ele toda aula vai ter prática. Você vai escutar ali 15 minutos por dia, porque eu sei que os pais não têm muito tempo. Eu não tinha, ninguém Tem, mas você vai poder ouvir dirigindo no trânsito, na academia, levando seu filho pra escola, fazendo o almoço, dando banho na criança. Então eu pensei muito nessa praticidade, tá? Vocês vão tem mais de 60 aulas para resolver todo tipo de causa e pepino que você imaginar
dentro da sua casa, tá bom? Ai, Telma, meu marido, ele educa de um jeito que não tem nada a ver comigo. Tem aula para isso, Telma? Mas eu quero dar recompensa pro meu filho porque eh ele só me Obedece quando recompensa. Você vai entender porque que recompensa não é bom. Então, eu quero que meus filhos sejam prósperos, tenham autoestima, sejam responsáveis. Tem aula para isso. Tem, eu quero lidar com birra, tem aula para isso. Tem aula para tudo que você imaginar. brigas entre irmãos, botar o filho para dormir, o filho que não quer tomar banho,
o filho que não quer ir pra escola, tudo aula prática para te tirar do caos, para você Conseguir ter a colaboração dos seus filhos, gente, sem gritar, sem viver um verdadeiro caos. Por quê? Porque a gente precisa pôr limite, sim. Você não vai deixar seu filho fazer o que ele quer. Limites são necessários. Mas o que você vai ter que aprender como é que eu faço isso sem querer essa criança. Como é que eu ponho limite com respeito. Isso vai aprender dentro desse curso, tá? Ele é completíssimo. Que mais que eu tenho? Ah, e outra
Coisa, dentro desse curso também são sete módulos. Cada módulo tem apostila com exercício prático, dicas práticas para vocês usarem com seus filhos. Várias, mas muitas ferramentas. mais de 40 ferramentas para vocês usarem com seus filhos. Quando eu falo ferramentas são estratégias de educação respeitosa, tá bom? Tem o curso dois que é o redux, que para mim isso aqui é um ouro sem tamanho, porque o redux não é pro seu filho, o redux é para você, é para você Se dar educação emocional que você não recebeu. É para você entender aquele comportamento que te saboca, que
te faz sofrer, que mago as pessoas, que magoa você. Por que que você vive com vergonha? Por que que você vive com culpa? Por que que você vive com medo? Por que que você vive com angústia? Você vai entender tudo aqui dentro desse curso. São aulas profundas comigo, basead em neurociência Para você aprender de forma prática, com exercícios práticos também. a se tornar, primeiramente uma mulher que se orgulha de si, com boa autoestima, com senso de capacidade, que consegue entender o que sente. Você vai ter uma relação consigo mesma de autocompaixão, de bondade, de aceitação.
Porque antes de você conseguir ser uma boa mãe pro seu filho, você vai ter que ser uma boa amiga para você. Faz sentido, gente? Todas as aulas de tudo que entrar aqui vai ficar disponível por 3 anos. Por que 3 anos? Porque eu sei que de repente hoje você tá numa fase que seu filho tá de um jeito, ano que vem ele tá de outro, depois tá de outro. Você vai poder aproveitar tudo isso aqui dentro, tá? Então você vai parar de se comparar com as pessoas, você vai ter muito mais autoestima, você vai descobrir
os seus Tipos de reação ao estresse, você vai tomar coragem de fazer muita coisa que você não tinha, você vai aprender a se posicionar, a falar não para as pessoas, você vai entender o seu tipo de apego. Tem vários testes para você entender as suas experiências adversas, como que isso tá te impactando, o tipo de apego que você construiu com a sua mãe, como que aquilo tá te impactando com seus filhos. E claro que você se dando educação Emocional, você vai poder ser a primeira da sua linhagem de sete, oito gerações a fazer isso. Pensa,
você vai ser a primeira a quebrar um ciclo de dor, de gerações para poder finalmente dar pro seu filho a educação emocional que você não recebeu. Porque como é que a gente vai dar uma coisa que a gente não tem, gente? É impossível. Como é que você vai ensinar o seu filho a lidar com que ele sente? Você não sabe lidar com você sente até hoje. Então, sinceramente, não adianta eu vir com esse curso lindo aqui que é o com respeito e não te dá educação emocional em seguida. Aliás, eu posso me dar dois minutinhos
seu tempo para eu mostrar um depoimento de uma mãe de curso. Pera aí. >> A transformação dela foi incrível, que ela é mãe de gêmeos, gente. Ela tinha dois. Ela veio para mim desesperada e ela fez o limite sem com respeito. Ouve Esse depoimento. >> Oi, meu nome é Shelle. Eu sou mãe de três filhos, tem a Manu de 13 anos e dois meninos gêmeos de 2 anos e meio. E durante muito tempo eu vivi uma mãe muito estressada. Eu era uma mãe muito desesperada, uma mãe que recorria muitas vezes aos berros para tentar me
fazer compreender com as crianças, para tentar um diálogo com eles, para tentar é realmente colocar um controle na situação. E lógico que isso não dava Certo, né? né? As crianças elas não respondiam a a esse meu comportamento e cada vez mais que eu agia dessa forma, menos eles me atendiam, menos nós nos conectávamos. Foi quando eu conheci a Telma e comprei o curso dela, o Limite Sim, com respeito. E esse curso foi um divisor de águas na minha vida, porque fez eu entender exatamente como o que as crianças funcionam, o que esperar de determinadas idades,
sabe? olhar com a perspectiva infantil como funciona o Cérebro de uma criança, como que é essa funcionalidade todo esse universo tão pequeno e tão abundante que é a infância. e me fez entender que não era dessa forma que eu tinha que agir. Isso mudou o meu comportamento, me trouxe mais clareza de como eu tinha que agir, como eu tinha que fazer, como eu precisava me conectar com as crianças, como que eu faria para que elas me entendessem dia a dia, no nosso relacionamento. E isso mudou Completamente a nossa relação, porque cada vez mais que eu
agia estressada, brigando, chorando, mais a gente se afastava. E o curso trouxe essa proximidade entre nós. E hoje eu posso dizer que eu sou outra mãe e os meus filhos são outros filhos. E o curso, o principal de tudo, assim, o que ele trouxe é que não são as crianças que precisam mudar, sabe? E sim nós, os pais, nós que temos que dar o primeiro passo. Com certeza, vale muito a pena. É Um super investimento, eu super recomendo. Tenho paixão, verdadeira paixão pela Telma, por todo o trabalho dela, tão genuíno, tão, tão eficaz, tão, nossa,
ainda bem que existe ela. >> Gente, a Shellida é uma mãe que veio num desespero para mim e é exatamente a mãe que eu fui um dia e a mãe que também pode ser você hoje. Então, é sempre bom mostrar a opinião de outras pessoas que já viveram e e Puderam se transformar também, que não sou só eu falando, né? Então é o que tava falando, não adianta só você aprender formas de air com seu filho e não mudar você de dentro para fora. Então o Redux, ele tá entrando no combo sair do caos também
um curso muito profundo e os sete livros digitais mais vendidos na Amazon com dicas práticas direto ao ponto. Então você vai receber o por trás das birras. O por trás das birras, Pessoal, ele eu trago as neurociências por trás das birras, como que agir nesses momentos. Dicas práticas direto ao ponto. Você vai aprender. Para de gritar com papai e mamãe. Eu trago aqui também estratégias de autorregulação emocional, tudo com de forma muito prática e objetiva para você começar a aplicar rapidamente. São livros de até 30 páginas, são e-books rápidos porque eu sei que não é
todo mundo que tem tempo. Traumas de infância. Nesse livro eu detalho como que os traumas de infância impactam saúde emocional, física e mental do adulto. E você vai conseguir se enxergar. muito nesse livro também, a sua própria infância. Um outro ebook fundamental é o vício em telas, que hoje a gente vive uma epidemia de vício que tem trazido transtornos seríssimos para as famílias. Então, é claro que eu não poderia deixar de colocar esse ebook para vocês. Brigas entre irmãos, eu sei Que é um outro drama terrível que muitos pais vivem e que acaba com a
paz, acaba com a harmonia, dá um desespero absurdo. Então você vai entender o que que tá por trás da briga do teu irmão, o que que você pode fazer para ir amenizando, para fazendo com que essas crianças parem de competir entre elas, de competir pela sua atenção. Isso é um divisor de águas. A partir do momento que a gente começa a ter paz, né, começa a falar, caramba, se aqui tá mais leve, finalmente tô Conseguindo respirar, a vida muda. Um outro tópico muito importante que acontece muito é porque o meu filho mente. Então, tem um
e-book profundo para falar sobre mentira, porque que o filho mente, o que que você pode fazer para isso mudar, como criar uma um filho, né, responsável, um filho confiante, uma criança que você se orgulha de falar: "Caramba, esse menino realmente eh eu consegui fazer com que ele mudasse, saísse de um lugar de de Contar mentira, de brigar com todo mundo e se tornar uma criança consciente, responsável de novo, depende muito de nós, né? E também o ebook, o mal da obediência cega. que é um livro para mostrar como a gente põe limite sem podar, como
é que a gente põe limite sem criar um ser humano que não sabe tomar uma decisão, né? Como que a obediência da céga paralisa, ela tira a sua força, ela tira sua autoconfiança, ela tira sua autoestima e Ela te mantém refém da opinião alheia. Então, como que a gente faz para educar um filho confiante, que saiba seguir regras, que é uma pessoa que entende a importância de viver numa sociedade ser uma pessoa justa, honesta, mas sem ser a obediência sé. Aqui eu coloquei alguns depoimentos de quem já leu o livro. Um guia para acalmar o
coração, um tema delicado, importante para nós, para os pequenos, leitura rápida, objetiva, gostei muito. O livro é bem Esclarecedor, com bastante exemplo e dinâmico, além de rápido e que torna a leitura mais fácil. Gente, todos os meus livros são cheios de conhecimento, recheados de exemplos práticos, tá? Então, ó, todo mundo, maioria dos de todos os depoimentos que eu tenho trazem isso, sabe? Os conceitos rápidos, a dica prática e como que isso rapidamente mudou a relação com os filhos em casa. E por que que eu trouxe tudo isso junto? Porque eles são conhecimentos Complementares. E além
disso você ainda vai ganhar bônus. você vai entender qual que é o seu estilo parental com a neuropsicóloga Iara Martine. O nosso estilo parental define muito a nossa forma de agir. E quando você conhece o seu, você também começa a encontrar ferramentas para lidar com o seu comportamento, o que é muito importante. Você também vai ganhar um bônus com a psicóloga Carol Campos, que é quando os pais se separam, como Lidar com os filhos, como que a gente minimiza os danos de um divórcio, de uma separação e que hoje em dia é cada vez mais
comum, né? Mesmo diante do divórcio, existem formas do pai e da mãe agir para minimizar as dores desse momento. Também tem uma aula com a maravilhosa da Pâila Magalhães. Ela vai falar como que relacionamentos tóxicos, gente, pode simplesmente destruir tua vida. E como quebrar esse ciclo, como sair de Relacionamentos tóxicos, seja dentro da sua família, seja com alguém que que você convive há tanto tempo. E eu trouxe também a Tariana, especialista em Narcismo, gente, que ela vai dar uma aula sobre como se curar de pais narcisistas. Por quê? Pais narcisistas deixam marcas profundas. E se
você foi criada por mãe ou pai narcisista, essas marcas podem estar machucando você e consequentemente você acaba ferindo seus filhos também. Então esses bônus Poderiam ser cursos sozinhos, mas vocês estão ganhando isso junto já com mais de 60 aulas no limite com respeito. Aqui no Redux são, se eu não me engano, são 12 módulos profundos comigo, muito profundos. Não são aulas rápidas, não são aulas longas que vocês vão ter que realmente ouvir, ouvir de novo. E eu, como eu falei, vocês vão ouvir dirigindo, vocês vão ouvir na academia. É o que você vai se dar
de Dia das Mães. Não adianta você ir jantar fora, não Adianta você ir no salão se arrumar se por dentro não tá bom. E agora eu quero mostrar o que para vocês? Quanto você ia pagar se você fosse comprar esses sete ebooks sozinho, você ia pagar R$ 146. E se você fosse comprar o limite sim com respeito, você ia pagar R$ 697 você comprar separado. Se você fosse comprar o Redux, só o Redux, você ia pagar 997. Tudo isso junto Soma R$840, só que você vai pagar 12 de 49,60. Tudo isso tá com mais de
70% de desconto agora no dia das mães por 4 97. E quem entrar hoje vai ganhar ainda uma mentoria em grupo comigo. Para quem entrar hoje até meia-noite vai vir para uma mentoria em grupo para poder perguntar direto para mim. Nós vamos conversar ao vivo, nós vamos ter um encontro para eu ouvir vocês e a gente vai ter essa troca e poder à entender mais profundamente os problemas que vocês estão passando. E essa mentoria é só para quem entrar hoje, tá bom? Então, nesse dia das mães, gente, tudo isso com 3 anos de acesso de
1840 por 497 e você pode pagar no cartão em 12 de 4960. Tá aqui o Qcode para vocês e a gente colocou agora também o link de pagamento aqui no YouTube. E eu quero muito ter a oportunidade de te guiar nessa jornada, De te receber do lado de cá. e dá a mão para você, porque foi isso que eu quis lá atrás, alguém que desse a mão para mim, mas eu não tive. Eu tive que estudar sozinha muitos anos, buscar esse conhecimento em diversos lugares para hoje poder empacotar tudo isso e te entregar em um
único lugar, direto ao ponto, sabendo a sua rotina, sabendo da sua vida corrida, te entregando de uma forma que você vai poder profundamente nesses próximos 3 anos. E não só isso, Você não vai só curar a sua relação com seu filho, você vai curar as próximas gerações, porque o que você faz hoje vai impactar as próximas gerações, vai impactar a vida dos seus filhos, dos seus netos, dos seus bisnetos. O QR code não está funcionando. Espera aí, deixa eu ver. Eu testei ele hoje. Pera aí, deixa eu ver. Pera aí que eu vou abrir. Pera
aí, deixa Eu tirar isso aqui. Vou pôr outro. Mas tem o link aqui, pessoal, ó. Tem o link aqui nos comentários, tá? Pode clicar nele. Vocês estão vendo aqui? Ele não é clicável. Ah, tá aqui na tela. Copia e cola. É isso. Ele não tá clicável para mim. Gilberto, como é que a gente faz para clicar? Vocês estão conseguindo clicar no link? Fala para mim. Pera aí que eu vou colocar esse Qcode para vocês. Fiquem aí. Deixa eu ver se daqui tá funcionando. Dá para aplicar, então maravilha. Então, cliquem. Deixa eu ver se esse aqui
tá funcionando. Prontinho, pessoal. O QC que eu coloquei agora tá funcionando, leva direto pro link da Hotmart. E quem entrar vai receber a mentoria, a gente vai escrever para Vocês falando a data e nós vamos ter esse papo de perto. Deixa eu ver os comentários de vocês aqui agora. Ao todo, são quantas horas de aulas? Hum, eu não vou ter essa resposta, mas são muitas. Eu imagino que umas 30 por aí, viu? umas 30 horas, com certeza. É bastante aula, é bastante tempo de aula, mas o limite tem com respeito, ele tem aulas mais curtas,
mais rápidas, mais direto ao ponto. As aulas do Redux, pessoal, São mais profundas, bem mais, tá? Por a gente tá olhando para você, paraa sua história, paraas suas experiências. Então, não é só sobre, ah, o seu filho faz isso por isso, tá aqui, faz isso e isso, né? Eles, elas são complementares. Tá normal agora, Flávio, pelo link, pelo Qcode também, tá? Deixa eu ver a opinião aqui de vocês. Vocês gostaram? Que que foi a parte que vocês mais gostaram? Me conta. Vocês se identificaram com tudo que eu conversei? Porque olha, é muito triste. Eu sei
como é se sentir sozinha. Eu já estive nesse lugar. Olha só, a Thaísa tá falando: "Ninguém bate por amor, né?" né? Não, a gente acha que é por amor, mas você tá batendo por dor, na verdade, por desespero, por falta de recursos emocionais, por falta de saber algo diferente do que do que aquilo que você tá fazendo, por falta de recursos, realmente. E o que esses cursos vão fazer é justamente te Dar novas ferramentas, novos recursos, porque você vai parar de se governar pela raiva. A partir do momento que a gente deixa as nossas emoções,
os nossos gatilhos e os nossos padrões tomarem conta, não tem como. A nossa vida vai ser um caos. a vida em família, a vida no trabalho, a vida com amigas, todos os pilares no casamento. Mas o que que é bom? O bom é a gente saber que a gente pode mudar, lembrar Que o nosso cérebro é plástico e que enquanto existir vida, você vai ter a escolha de fazer diferente. Que é, como eu falei, lembra, você não é responsável pelos padrões que você herdou na tua infância. Mas você é responsável por mudar seus padrões como
adulta? Não existe isso. Alguém vai vir me salvar? Não, não vai. É você mesma que vai ter que se salvar. Eu vou te falar, sua vida vai ficar muito mais fácil com Todo esse conhecimento, porque a vida sem esse conhecimento é pesada. A maternidade sem essas ferramentas é muito pesada. Eu juro, eu não sei se eu estaria viva, gente, porque era uma dor muito grande para mim, sabe? Todo dia grito, todo dia choro, todo dia caos, com duas crianças, né, morando no exterior. Então eu não consigo nem imaginar como eu estaria. Acho que teria estado
doente, eu não sei. Mas hoje eu olho Para mim, eu me orgulho muito, gente, de ter arregaçado as mangas e feito o que eu precisava fazer. Eu quero que você também sinta isso. Olha só, R$ 49, certo? Se você for fazer a unha no salão, você vai gastar isso, não vai? Só que a unha você vai descascar daqui s dias tragou. Não tem mais isso aí. Se você for no McDonald's, vai gastar, vai gastar isso para comer um sanduíche. Pois é, mas aqui não é gasto. Aqui é Investimento. Menos R$ 50 para você se reeducar,
para você virar outra pessoa, outro ser humano, para você se orgulhar da mãe que é, para você tomar atitudes conscientes, para você dar pro seu filho aquilo que ele precisa para se tornar uma pessoa emocionalmente saudável. Você pode não ter vindo de uma família emocionalmente saudável, mas uma família emocionalmente saudável pode vir a partir de você. A questão é por que a Gente gasta dinheiro com tudo, mas não investe em educação? Invest invista em educação, invista em você, na sua família. Você pode ter certeza que seu filho vale muito mais que R$ 50 por mês,
mas muito mais. Imagina só o cenário. Daqui 10 anos essa criança entrando em droga, em álcool. Aí você vai olhar para trás, fal: "Meu Deus, por que que eu não fiz o tops? Por que que eu não entendi? Por que eu não estudei? Por que que eu não me dediquei?" Aí é tarde. Invista R$ 50 por mês para você se dar o que você não recebeu, para você poder quebrar ciclos de dor. Faça disso uma prioridade na sua vida, mais do que ter o corpo bonito, mais do que emagrecer, mais do que todo o resto,
porque saúde mental e emocional não tem preço. Ele acusa é tudo na nossa vida. Sem isso, gente, nada vale a pena. Nada Vale a pena. E, ó, espero vocês do lado de cá. Alessandra fechou o curso. Seja bem-vinda, Alessandra. A gente se vê na mentoria. Obrigada pela confiança e quero receber a todos vocês aqui. Espero que essa aula tenha contribuído, tenha transformado sua vida. E, ó, Alessandra, parabéns. Um ano e três meses, mas sei que terão fases desafiadoras. Perguntei exatamente, tá super no começo, mas é uma fase crítica Do neurodesenvolvimento, né, os primeiros três anos.
Então, que bom que você tá aqui, que bom que você tá buscando esse conhecimento, porque vai fazer toda a diferença, você pode ter certeza. Parabéns. Isso é investimento, gente, não é gasto. Não é gasto. Tá? Então, a gente se vê do lado de cá. Vou ficar mais 5 minutos. Se alguém tiver dúvida, se quiser perguntar, aproveita. Lembrando que são três anos de acesso, Tá? Três anos aos livros, aos aos e-books, aos cursos, aos bônus, as apostilas, tudo. Então, pronto. Deixa eu ver aqui se tem mais alguma dúvida. Ó, combo saia do caos. Para de esperar
até amanhã, que nada vai mudar se você não mudar. Lembra disso? Nada vai mudar se você não mudar. Combinado? O redux vai ajudar no autoconhecimento Totalmente. Fátima, eu tenho um monte de alunos do Redux fala: "Telma, eu aprendi aqui no Redux porque eu não consegui entender em 10 anos de terapia. Sabe por quê, gente? Eu entro em neurociências e eu entro em neurobiologia do trauma. Vocês vão entender como que funciona o corpo. Por que que você é ansiosa? Por que que você fica insegura? Por que que você fica acelerada? Por que que você tem medo
das pessoas? Por que que você rejeita? Por que que você vive Terminando as relações? Você vai entender os seus padrões, sabe? Então você vai entender de um jeito simples, apesar de ser conceito de neurociência, claro, mas você vai est entendendo o que que acontece com o seu corpo, da onde veio e como mudar. Ó, Aline acabou de comprar. Seja bem-vinda, Aline. Parabéns. Parabéns. Esse é o investimento na tua vida. Pode ter certeza. Você vai colher os frutos. Você vai voltar para me contar, Line, de toda A transformação que você vai ter. Alessandra também, todo mundo
que tá entrando. A Lígia, a Mari tá falando, tem um bebê de 2 anos, 7 meses, faz muita birra, mesmo eu sendo paciente. Bom, ele ainda tá numa fase de um forte eh imaturidade cerebral, Mari, mas você precisa entender melhor o seu contexto emocional, a sua vida, o seu ambiente em que você vive e qual que é o seu estado emocional também no dia a dia. sabe com Quem que esse bebê fica, como que é a rotina dele e tudo isso você vai entender profundamente no limite crespeito, porque é aquilo que eu falei, né? Todo
comportamento tem uma origem, nunca é o que a gente tá vendo ali. A gente precisa começar a entender as camadas estão por baixo do comportamento. Então, se ele faz tanta birra, a gente entender o que que tá por trás disso. Então eu te dei algumas Pistas aqui, mas pode ser o seu estado emocional, pode ser a história de vida desse bebê, pode ser o ambiente que você vive, pode ser a forma como você se sente sendo mãe dele, se esse bebê fica na escolinha, se ele fica na creche, quem que ele fica. Então são muitas
camadas que precisam ser compreendidas e que você vai ver com muita profundidade no limite cinco com respeito, nos ebooks também, no Redux. Invista esse tempo, Mari, na sua vida Para que você possa ajudá-lo e e você consequentemente também vai ter uma maternidade mais leve. Alí, saber que tem uma luz no fim do túnel, eu achava que era só ter paciência e nada acontecia. Não é, não é só ter paciência, gente. Não é sobre paciência. Você vê a Mária também falou mesmo sendo paciente, que não é só isso, né? Se fosse o mundo tava feito. São
muitas camadas. É, muitas vezes é falta da gente ter Ferramenta mesmo para lidar com cada situação, é pra gente ter clareza e segurança de como agir. Então são recursos que ninguém nos ensinou e a gente não aprende sozinho. E você não vai aprender sozinho. Você não vai aprender isso em post. Você pode ter certeza absoluta. Gente, a profundidade que eu dou nessas aulas não tem como eu eu dar em conteúdo Instagram. Meus alunos falam sempre: "Meu Deus, eu não imaginava que ia ser algo tão profundo". Porque é muito, vocês vão falar como que eu não
aprendi isso antes. E ninguém vai aprender isso em vídeo de Instagram. Instagram é informação. Isso aqui é conhecimento. São coisas diferentes. A informação é superficial. Ah, agora eu entendi que existe esse tema. é uma informação. O conhecimento é a aquisição de uma nova bagagem. É quando o seu cérebro tem um começo, meio e fim para entender aquilo de forma sequencial, entende? Então, informação não é o mesmo Conhecimento e o que traz transformação é conhecimento. Você vai ficar o resto da sua vida no Instagram e você não vai conseguir mudar o seu comportamento. Por quê? Porque
é uma camada muito mais profunda, é um contexto muito mais profundo. Tem toda uma história de vida por trás disso, tem a sua infância, a forma com que você interpretou tudo isso, a forma com que você se relacionou com seus pais, com seus cuidadores. E tudo isso você vai entender profundamente dentro do Redux. Não tem vídeo nenhum, nem no YouTube que eu conseguiria ensinar o que eu ensinei em tantas horas dentro do reduxo. Cada hora do cada aula do reduxo é longa. São aulas de 3 horas. Você não vai conseguir sentar e fazer de uma
vez, você vai fazer aos poucos. Por isso o acesso de 3 anos é uma jornada de dentro para fora, de autocura, de autocompaixão, tá Lija, que bom que você tá aqui, Lija. Nada disso, você não vai morrer, você vai viver. E a sua vida tá começando agora. Agora vai começar de um jeito que você nunca imaginou viver. vai ser muito melhor. Você vai voltar para me contar, viu? Vai dar tudo certo. Você vai se redu, você vai começar a se entender, você vai começar a se acolher, você vai se tornar sua amiga e você vai
se dar todo o amor que você merece, todo respeito que ninguém te deu e que às Vezes tá buscando fora. E não é fora que você vai encontrar, é dentro, tá? Então seja muito bem-vinda. Tô muito feliz de ter você. Que mais, gente? Vocês querem fazer mais perguntas? Estou por aqui, aproveitem que já já eu tenho que sair para ficar com os meus filhos até hoje. Você tem 10 ou 12 anos, eu boto os moleques para dormir. Eu gosto todo dia, dou beijo, cubro, amo. Ó, a Mari tá falando meu, o meu fica na Creche
integral. Ele mudou muito. Tá vendo, Mari? Que que eu tava comentando que tem muitas camadas, você não sabe como ele é tratado lá. Ele fica lá com um monte de criança, ninguém olha para ele de verdade, como a mamãe pode olhar, como ele quer tanto que a mamãe olhe, mas ele não sabe falar ainda: "Mamãe, tá doendo, eu preciso do seu amor, eu preciso de atenção, eu preciso me sentir seguro". Então ele faz birro, é a forma que ele Consegue se comunicar. Então por que que a gente como mãe precisa estudar comportamento infantil? Pra gente
aprender a entender o que que tá por trás disso, como que a gente ajuda os nossos filhos a prosperarem. Porque a infância é a base, gente. O que tá acontecendo agora na infância, seu filho vai impactar ele como adulto, assim como a tua infância te impactou quem você é hoje. Não tenha dúvidas disso. A Fátima, sei que eu sou, eu que preciso mudar. Já passei da paz de achar que o meu filho era o problema. Eu que tenho que amadurecer emocionalmente. Mas sempre eu pratino. Pois é. Você tá aqui agora, Fátima. Você já tá comigo
aqui há 2 horas. Dá esse passo, não só compra o combo, faça o combo, se comprometa com essa mudança, Fátima. Você vai se orgulhar disso, sabe? A procrastinação tá te mantendo presa Num lugar de congelamento, de nenhum resultado, de tristeza, de culpa. Cada pequeno passo que você der na direção do que você quer, vai fazer você se sentir mais corajosa, vai fazer você entender: "Puxa, eu consigo". Cada pequeno passo vai levando você na direção que você quer ir. E como eu falei, R$ 50 você vai gastar no sanduíche, você vai gastar com qualquer bobagem na
rua e aquilo vai pro lixo Depois. Isso aqui não. Isso aqui é um investimento na tua vida, na vida do seu filho, da sua família. Quanto você pagaria? para construir uma família emocionalmente saudável. Não tem preço, gente. Isso não tem preço. Quantas famílias destruídas pagariam qualquer preço para ter os filhos de volta, para ter o amor dos filhos, para tá próximo dos filhos e não podem. Por Quê? Porque já é tarde demais. Como que a gente não vai pagar R$ 50 por mês? Eu gastei muito, até hoje, eu invisto muito em conhecimento. Eu queria ter
tido alguém para me oferecer tudo isso que eu tô dando para vocês por R$ 50 por mês, que para mim não foi fácil. Eu fui uma das pioneiras no Brasil a a levar esse conhecimento. Quando eu cheguei na internet falar disso, era tudo mato, tinha ninguém falando disso. Então, as pessoas priorizam tudo, não é? A roupa, o cabelo, sapato, tudo isso é por isso, gente. Isso aqui que você vai aprendendo não. Isso aqui vai impactar saúde mental, física, emocional sua e das próximas gerações. Isso é muito sério. Eu queria muito que as pessoas entendessem o
quanto investir em educação é fundamental e é o único caminho para transformar a vida. Gente, e eu não tô aqui para pessoal para falar: "Ah, não, eu tô aqui vendendo Curso". Não, eu tô vendendo o que eu acredito, o que eu vivo, o que transformou a minha vida, a minha maternidade, a minha existência como ser humano. Eu me sinto na obrigação de passar isso adiante. E é por isso que eu tô aqui entregando isso para vocês nesse valor. Porque se eu fosse cobrar o que eu realmente acredito, 1840 ainda era bem pouco perto do tudo
que eu tive que estudar, de todo o tempo de dedicação Que eu que eu coloquei na minha vida para trazer esse conhecimento para vocês, tá bom? Então é isso, eu vou encerrando por aqui, quero agradecer muito essas pessoas que ficaram até o final. Gratidão pela confiança e eu tenho certeza que todo mundo que entrou vai viver uma grande revolução e eu quero que vocês voltem para me contar e a gente se vê na mentoria. Um super beijo E a gente segue juntos. Tchau, tchau, pessoal.