Fala pessoal, tudo bem? Esse é mais um episódio do PBC. Aqui quem fala ele é o Costa. E aqui quem fala é o Lucila Costa. E hoje eu não sei se eu apresento um psicólogo, se eu apresento um nutricionista, se eu apresento educador físico. Com quem vai falar, Léo? Nós vamos falar com um super cérebro que chama Santiago Pais. Nós vamos falar sobre emagrecimento. Lu, antes de você pedir a Vinheta, não se esqueça, dois recados. Eu tenho que falar isso que a gente não comta vinheta. Dois recadinhos, sa. Primeiro, segue o canal do PBC no
YouTube, beleza? Se você segue a gente no Spotify, vai lá também, dá cinco estrelas, dá uma estrela, mas só segue a gente, tá? A gente precisa muito disso aqui. Seria muito bom se você pudesse nos ajudar. Mas, principalmente, não podemos deixar de agradecer nosso patrocinador oficial, que é a Medcof, a Melhor escola de formação de médicos, estudantes de medicina para passar em provas de título e em provas de residência. São é simplesmente a melhor do Brasil. Se você quiser conhecer os produtos da Medcop, o link tá na descrição. Use o nosso cupom PBC para você
ter um desconto muito especial. É isso aí. Então, antes de começar o nosso querido episódio, Solte a Vinheta. [Música] Pessoal do PBC, hoje nós temos uma Pessoa que é formada em três graduações. Três. O bicho tem seis cérebros, que eu fiquei sabendo, entendeu? Aí ele ocupou metade de cada um com uma graduaçãozinha lá na outra ponta. Aí não satisfeito com isso. Ele foi lá e fez doutorado e o cara, pelo jeito, ele não para, entendeu? Hoje nós vamos conversar, cara, com uma das personalidades da internet que eu mais gosto. Ele faz uma parada de comunicação
que eu não tenho coragem, mas se eu tivesse eu faria Copiando ele, entendeu? porque ele faz uma técnica de react muito legal, ao meu ver, como ele mesmo fala, muito respeitosa com quem ele fala. E ele é um dos reais, ao meu ver, reais divulgadores científicos, porque não sai uma palavra da boca desse rapaz que não tem uma boa referência, uma boa substância, etc. Eu acho que era muito legal trazer ele aqui pro EBC. Então, hoje a gente tá trazendo o Santiago Pais, é um grande querido, um cara muito Legal, muito importante paraa divulgação científica
brasileira. Querido Santiago, seja muito bem-vindo a PEBC. Se apresenta aí pra galera te conhecer, cara. Ah, obrigado pelo carinho, obrigado pela oportunidade de estar aqui, pessoal. Eu sou Santiago Pais, eu sou de São Lourenço, no interior de Minas Gerais, Sul de Minas. Eh, até os meus 20 anos eu jogava futebol. E eu sou um cara que por ter por morar no interior e muitas vezes eh não ter Tantas oportunidades, eh viu no esporte uma oportunidade para est com talvez um estilo de vida bacana ou talvez para viajar, né? Porque o intuito era ser atleta da
cidade para poder pegar o ônibus da prefeitura e poder ir nas cidades vizinhas e poder jogar. Então esse era o objetivo da vida, né? Enquanto o atleta pensa na Olimpíada, a gente pensava no campeonato de julho, que era os jogos da juventude para poder Pegar o ônibus da prefeitura, poder viajar, o S de Minas e dizer que ganhou, disputou e ter o agasalho da cidade, né? Agasalho atleta. Aí meu amigo, você com 14 anos, com a jaqueta atleta São Lourenço, fi, nossa senhora foi, pronto, é, esse era o meu objetivo na minha vida e jáidas
com Lavas também. Exatamente. E aí a gente falava assim, uai, tá ótimo, é assim que a vida vai ser, a melhor coisa do mundo. E é bacana porque de certa forma às vezes a gente Vai entender que muitas vezes quando um indivíduo não tem oportunidade, talvez esse inclina para maus hábitos ou até mesmo alguma perspectiva de aproveitar o tempo porque não tem nada para fazer. Isso é muito muito comum em alguns discursos. na minha época em algumas cidades, não sei se ainda continua desse jeito, mas e aí eu jogava futebol e aí com resumidamente, né,
com 20 anos meu pai faleceu, meu pai era psicólogo, meu pai era uma pessoa incrível, tive a Oportunidade de de passar aquela fase da vida também que você olha pro teu pai e fala que o teu pai é teu melhor amigo, sabe? Então eu fiquei muito feliz em hoje fazer uma análise em relação a isso. E aí, eu olhei pra minha mãe, minha mãe falou assim, aí eu falei pra minha mãe: "Mãe, o que eu vou fazer agora?" Ela falou assim: "Ó, meu filho, você vai ter que estudar". E aí eu falei: "Ah, beleza." Aí
eu peguei umas apostilas velha que tava lá em casa, era Bom que tava tudo em branco, né? Imagina o nível do do da escolaridade do do rapaz, né? Da vontade de estudar, né? Mas aí é justamente isso, né? São perspectivas da vida que fazem a gente talvez dar um um uma volta 360, né? fala assim: "Não, agora enfim". Só que eu não tinha dinheiro, né? Na verdade, basicamente a gente tá sempre lutando para tentar alcançar alguma coisa na vida e realmente nesse momento da vida tava bem complicado para fazer uma Faculdade particular. Então eu tive
que fazer 3 anos, eu estudei sozinho, ia pra prefeitura da cidade, ficava lá estudando sozinho e eu consegui passar em duas instituições, a Federal de São João del Rei e a Federal de Juiz de Fora. Federal Juiz de Fora, eu só entraria no segundo semestre do ano. E eu acreditei, eu acreditava talvez que a federal era mesma coisa, né? Falei: "Ah, então já vou começar em São João del Rei porque eh já começa e não vou ficar Esperando, não tenho tempo a perder". Só que eu não me identifiquei com a cidade porque eu sentia que
a cidade era muito universitária e eu já tava com 22 anos. Então eu entrei na faculdade relativamente um pouco mais velho e talvez isso de alguma maneira fez com que eu aproveitasse um pouco mais o tempo ou talvez às vezes a gente entrar entra na faculdade com às vezes colegas de 17, 18 anos e que você fala assim: "Meu Deus, o que que os caras estão Fazendo? Porque vai virado para para pra aula no outro dia?" Enfim, então acho que isso contribuiu paralelamente também, desculpa aí, eu fiquei um mês em São João del Rei e
voltei para São Lourenço e falei pra minha mãe: "Mãe, não dá, é uma uma uma cidade universitária, não tô me identificando, pô, se eu ficar aqui não é o que eu quero." Minha mãe não gostou muito não, mas aprovou, beleza, pô, paguei suas suas mudanças tudo investir E tal. Falei: "Não, calma, mãe, beleza". Aí, enfim, aí em setembro fui para Juiz de Fora e assim, basicamente eu tenho até anotado aqui na minha frente para que eu nunca esqueça, né? Eu eu sempre lutava por eh R$ 144, que era o que eu precisava para me manter
dividindo o apartamento e pagar o restaurante universitário, porque eu fazia duas refeições no dia com 40 no almoço e um 40 no jantar. Eu fazia jejum intermitente, nem sabia, né? Então é, Nem sabia. 11 horas tava batendo na porta, moça, abre aqui. E fazia e fazia aquela conversa com com as moça que colocava carne. Ô, minha querida, hoje você tá tão linda, tal, não sei que lá, joga um pedacinho a mais pra gente. E assim que a gente sobrevivia. E aí outra coisa era, eu tinha que ficar na faculdade porque 17 horas começava a janta,
o jantar. E aí, eh, não tinha o que fazer na faculdade por causa da grade horária, né, que no, no início Você não não tem como você encher a grade horária. E aí eu falava assim, que como é que eu vou ocupar meu tempo? Aí eu fui pr pra biblioteca da faculdade, da universidade, né? E e a gente na nossa ignorância, né? Eu falei assim: "Ah, eu vou na biblioteca lá, mas vou ficar quietinho esperando. Por quê? Vou até denunciar a minha idade, né? Mas na minha época tinha lan house no qual você pagava para
poder É. E aí eu achava, olha só para você ver Como é que são as coisas, eu achava que para usar a biblioteca era como se fosse pagar como se fosse lan houseouse. Então você tinha a carteirinha e falava assim: "Moça, quanto que é a hora para ficar estudando?" Porque você chega, tem livro, tem acesso a vários papers, várias coisas assim, você fala: "Poxa, não é possível que isso aqui é dado de graça, né?" entre aspas. E aí eu cheguei pra moça, falei: "Moça, acabei de chegar, minha carteirinha essa, tal, Quanto que é a hora
para estudar aí?" Ela: "Que hora para estudar?" "Como assim?" Eu falei: "É para sentar aqui para estudar?" Ela: "Não, se você é aluno daqui, você pode sentar e estudar". Aí eu falei assim: "Eu posso pegar qualquer livro e sentar e estudar qualquer coisa." Ela falou: "É, qualquer coisa. Mas fisioterapia, medicina, farmácia, educação fí, qualquer coisa." Ela: "Qualquer coisa, meu filho, você não tá entendendo não". Você fica até Meio bravo comigo. Eu falei: "Não, beleza". E aí eu comecei a ocupar o meu tempo ah na biblioteca estudando. E aí assim, eu peguei um pouco de gosto
para coisa e comecei a entender que o conhecimento liberta, né? Porque a gente eh consegue se despir da nossa ignorância e também entender que o mundo é muito mais do que a gente acredita que seja. a gente é muito pequeno porque a gente começa a entender uma dimensidão, camadas e até mesmo dentro da filosofia, Dentro do processo de crescimento pessoal que realmente aí você entende que tudo que sei que nada sei. E se eu conseguir ajudar alguma alguém com algo vai fazer todo sentido. E hoje eu levo a minha missão também, como eu sou um
filho de federal, vamos colocar assim, eh, principalmente na no mestrado, doutorado e na primeira formação, porque na segunda formação em nutrição eu já fui paraa particular, mesmo passando na federal, porque naquele momento como Personal trainer eu precisava de tempo. Ah, porque eu já tava trabalhando. Então, a faculdade federal ela é integral. Então, naquele momento, se eu fizesse a faculdade de nutrição integral, já não faria muito sentido, porque eu tava já podendo trabalhar. Enfim, só que mesmo assim a sendo, ah, vamos dizer assim, um filho de federal por conta da da educação física, do mestrado e
do doutorado, eu acredito que a eu acho que a maneira mais honesta é Devolver pra sociedade aquilo que eles investiram, né, aquilos que eu estudei em função dos impostos e obviamente também dar também pras pessoas a condições de não serem manipuladas ou talvez ter condições de fazer um filtro, entender melhor os fenômenos da vida e de alguma maneira não ficar vulneráveis à ignorância. Então assim, em síntese, essa história do Santiago faz, a missão e barba, cabelo, bigode. Ah, que legal. Que história linda. História linda, Cara. E ô ô, Santiago, eu vou fazer uma fala aqui.
Eu eu eu já comentei isso com a Lu algumas vezes, né conto essa frase. Eu fiz meu doutorado pago pelo governo brasileiro, pela CAPS, né, cara? E eu sei quanto que custou. Eu sei quanto foi uma bica de dinheiro e eu falo que eu não gosto de pagar imposto não, mas eu nunca mais falo mal de pagar, entendeu? Porque o estado brasileiro teve uma oportunidade, né? Eu e a Lu, a gente casou quase dentro do avião para ir pro Exterior, cara. E foram os 4 anos mais [ __ ] das nossas vidas. E não foi
só por educação, só por conhecimento, por ciência, mas foi também, né? Então era muito apertado o dinheiro, né? era muito difícil, a bolsa era muito apertada, mas eu falo: "Cara, graças a esses caras, eu ainda pago meu imposto de renda ali, cara. Tá chegando a hora de declarar de novo. Eu falo assim: "Cara, eh, isso aí tá indo para outra pessoa, né, para outra para para usar bem, né? Que bom Que você usou bem o recurso público aí. Ô Lu, eu vou começar com o Santiago primeiro, já que a gente começou pel eh, cara, eh,
pra gente dar uma soltada aqui, eu quero, a gente vai falar sobre emagrecimento, mas eu queria primeiro, Santiago, entender como é que você criou esse estilo de comunicação e rede social, que a galera te, eu sei como é que é, a galera te manda um vídeo, eu mesmo já mandei um para você e você fala: "Eu respeitosa escuta o Cara". Muitas vezes você concorda, a gente já até sabe que você vai concordar, mas você é muito bom, cara. Tem hora que você fala, você vai concordar, a pessoa começa a falar grosélia, aí você faz uma
cara meio assim e escuta tudo que a pessoa tem para dizer e depois você dá sua aula. Como é que você, como é que foi essa virada e e qual que é a reação das pessoas, principalmente das eh não sei, conta aí pra gente das tretas aí que Você entrou? Bom, eh no meu doutorado, eh eu eu tive que fazer alguns projetos. no meu quinto projeto de doutorado, porque eu tentei quatro antes e não consegui em função talvez da viabilidade e algumas coisas assim, mas tentar a gente tenta, né? A gente nunca vai parar de
tentar. E aí no meu quinto projeto deu certo, a gente começou a coletar, eu tava fazendo uma intervenção com utilização de Way Protein no pós eh treino de jogadores de futebol jovens, Ah, e como uma bebida, talvez de recuperação ou talvez se isso ter impacto nas valências físicas atribuídas ao futebol. Iniciamos as coletas, no meio da coleta, veio a pandemia e eu perdi tudo. Eu perdi tudo, gente. Nossa, tudo. Eu perdi tudo. E assim, nesse momento, faltavam 6 meses para o deadline do doutorado, né? Iam dar 4 anos. E eu fiquei bem, foi uma fase
difícil, foi bem, foi uma fase bem difícil. E assim, em síntese, Conversando com o meu orientador, professor Marucolo, eh nós estávamos tentando entender como que nós poderíamos fazer algo que não fosse em loco ou algo talvez que fosse relevante e que trouxesse uma perspectiva de ineditismo. E aí a ele virou e falou assim: "Olha, eh, você é muito ativo nas mídias, não é? Então, por que que você não analisa talvez a qualidade das informações postadas?" na internet. Aí eu falei, pô, vou ver se Tem alguma coisa nesse sentido. E não tinha, quer dizer, tem, mas
alguns pontos bem isolados, até porque a gente tem que criar critérios e criar critérios tem uma subjetividade muito grande, tem que passar por um crio de pesquisadores da área e essa é uma área que na até então não tava sendo muito estudada. Enfim, mas independente disso, por conta da viabilidade, eu achei interessante e achei que era factível. Então, em síntese, resumindo, eh, eh, eu Fui a em a campo e assim, obviamente, fazero uma entrevista bem distanciamento social, eu perguntava com máscara e tudo, eu perguntava: "Você usa as mídias sociais para procurar informações sobre atividade física?"
As pessoas: "Sim, eh, qual que é a principal?" As pessoas falam assim: "Instagram e se por um acaso você tem alguns nomes que geralmente você ah segue". Sim. Aí eu comecei a fazer um compilado, deu uns 300, 400 nomes e aí eu comecei a criar Critérios para funilamento e categorização em micro, médio, eh, macro e mega influencers a partir do número de seguidores. E aí depois eu comecei a fazer uma análise qualitativa de do que cada um postava. Que legal. E aí eu comecei a identificar talvez quais são as linguagens, as estratégias ou talvez o
que poderia estar por trás de algo que justificasse a qualidade ou talvez algo que semelhar que tinha uma semelhança em relação a isso. Sinteticamente foi um Consegui finalizar, foi um uma proposta bacana, o pessoal citava que eh foi relevante pra literatura, foi bem bacana. E aí, beleza? Para chegar onde você perguntou, Léo. E aí eu comecei a entender um pouquinho. Oi. Legal. É que eu sou doida para pesquisar disso na minha área. Eu tô assim vibrando. Acho super legal. É. Aí que que acontece? Eu eu comecei a a ver também que existia, na minha opinião,
algumas estratégias ou talvez Eu comecei a pensar porque o a conclusão do estudo foi em síntese, quanto menor o número de seguidores que o influencer tem, provavelmente maior vai ser a qualidade da informação. Olha, é. E aí a pergunta foi: "Mas será porque esses seguidores eh com menor número de seguidores, eles não usam as estratégias mais polêmicas, sensacionalistas ou trazem de fato a ciência, a qualidade do conteúdo? E talvez isso não é sensacionalista, isso não impacta, isso Não dói, isso não causa polêmica". E aí eu deixei como perspectiva pros futuros estudos, talvez analisar isso. Será
que os mega influencers de mais de milhões de seguidores sabem disso e talvez sabe que isso engaja ou talvez sabe que isso é enxugar gelo, né? Tentar desmistificar às vezes algo que joga, ó, toma cuidado com isso aqui que isso aqui inflama. Ah, meu Deus, tal. Enfim. Então, talvez isso poderia, na minha opinião, justificar o porque talvez utilizem esse tipo de Estratégia. E aí o que que acontece aí? Eu comecei a ver que isso era um algo que poderia talvez ter alguém para trazer de volta tanto uma questão de dar ao povo, né, conhecimento, quanto
também clarear o que muitas vezes é é dito na internet, porque antes eu respondia às vezes as caixinhas ou fazia posts eh dizendo assim, ó, tão falando por aí que tal coisa faz tal coisa, mas isso não acontece. E aí nos comentários eu recebia muito comentário assim: "Não é Possível que alguém diz um negócio desse. Eu vendo que alguém é capaz de dizer um negócio desse. Isso da onde você tá tirando isso? Que que você tá tomando para achar que não sei que lá?" Eu falei: "U, então tá bom". E aí eu já fiquei meio
assim, só que tá tomando. É, exatamente. Só que aí o que acontece é é o que eu falo, a falta de conhecimento nos nos traz muitas vezes ações que às vezes a gente tem receio de de realizar. E aí eu comecei dentro dessa perspectiva De fazer análise dos vídeos, tentar dar o meu da minha opinião. E eu vi que isso dava um engajamento, que as pessoas aceitaram essa perspectiva. Só que eu sempre tive comigo que, na verdade, não, no doutorado, alguns estudos que eu referenciei na minha tese mostravam o quê? que há um a há
uns 5 anos atrás, né, em 2020, que provavelmente esse esse essa nossa conversa vai eternizar, então é bom que daqui 20 anos a pessoa vai lembrar o que a gente estava discutindo. Eh, eu citei algumas referências que já traziam um movimento de que as pessoas usam as mídias sociais para estudar. Elas usam as mídias sociais para se capacitar, para estudar. Não vamos entrar no mérito da profundidade da informação ou talvez no oceano de informação rasa. né? Mas é fato que as pessoas utilizam as mídias para aprender e tal. Então eu eu na perspectiva de pesquisador
e que muitas vezes eu conversava com alguns colegas, os meus Colegas falavam assim: "Porra, mas aí você vai ser blogueiro, aí você vai ser mareteiro, aí você vai se vender, [ __ ] você tá fazendo justamente o que a gente não quer que você faça". E aí eu nunca escutou essa frase. Mas é, não é? Eu acho que você tá sentindo essa dor também, né? Mas eu, na minha perspectiva também pessoal, vinda do interior, vindo de um sul de Minas, né, que é uma cidade que eu amo de paixão, que eu tenho gratidão imensa por
ter passado Adolescência, infância jogando bola na rua e eh pegando vagalume para colocar luzinha, enfim. Eh, só que na minha concepção é eh, eu talvez eu nunca fui exposto ao mundo porque ninguém nunca me apresentou uma perspectiva diferente. E eu acredito que as pessoas muitas vezes elas precisam de um único exemplo na vida para ressignificar algo ou se ancorar naquilo para falar assim: "Poxa, se ele conseguir, eu acho que eu consigo". Então, eu sou muito de se Permita primeiras vezes na vida. Então eu falei, eu falei assim: "Poxa, mas eu acho que a gente, se
se você aponta um dedo, tem três apontados para você e o que que você está fazendo para mudar uma cultura ou com o poder do conhecimento que você tem, meu querido, você vai ser um doutor. Talvez é igual o Ben Parker, né, o tio do Homem-Aranha, né, grandes poderes trazem grandes responsabilidades. E eu trago comigo essa perspectiva, né? E eu falei assim: "Poxa, se a gente ficar atrás sabendo ler estudo, sabendo interpretar, tendo às vezes um inglês legal e a gente não trouxer isso para as pessoas que estão vindo ou até mesmo para as pessoas
que não têm perspectiva, mas talvez tenham uma condição de descobrir um universo novo e ter senso crítico, por mais que não escolham, aí é uma questão de escolha. Eu acho que a gente vai est melhorando um pouco o mundo." E aí isso começou a me incomodar, me incomodar. Falei assim: "Vou testar, vou aos poucos testando, como tudo na vida, sofri muita pressão. Eh, infelizmente num num no círculo de pesquisadores e profissionais, eu fui excluído ou talvez eh fui, enfim, vocês sabem, né? Não vou ficar finalizado. Eu sei exatamente isso, cara. Eu a missão sabemos, né?
Sabemos. Então, a missão e o propósito e lembrar talvez aquele menino de São Lourenço que não tinha condições, não tinha oportunidade. E eu acredito que as Pessoas precisam de oportunidade na vida, sabe? E a gente precisa fazer oportunidade para essas pessoas. Então eu falei assim, vou fazer, enfim, né? Mas aí começou a dar certo. Só que ao mesmo tempo eu comecei a tomar processo. Ah, e eu não sabia como é que funcionava isso. Então eu comecei a retirar os posts e eu agradeço também as primeiras pessoas que não me processaram, mas só fizeram notificação extrajudicial
para retirar o poste. E aí eu comecei a Entender o jogo, né? Porque às vezes você tomou uma porrada assim no início, já te dá aquela. Eu retirei e fui procurar a eh ajuda jurídica. E aí eu tive muitos bons profissionais na minha vida que disseram: "Olha, tenta fazer desse jeito, olha, tenta fazer desse jeito". Eu falei: "Beleza, mas o meu realito era trazer uma discussão, é trazer um lugar em que a gente possa discutir sobre o mesmo, sobre a mesma ótica". Por isso que eu faço questão de Colocar a evidência e falar: "Ó, é,
tá aqui evidência. Qualquer coisa, leia. a mesma a mesma oportunidade que eu tive tem a você também. Vamos discutir o que que fala, qual que é a diferença. Ou seja, eu quis trazer a o que aconteceria talvez no âmbito fechado de pesquisadores ah para todo mundo. E obviamente o intuito é crescimento e discussão, porque você só vai sentir ofendido se você acreditar que isso te ofende ou talvez de alguma maneira isso Faz sentido na tua vida. Eu não me sinto ofendido. Eu eu não tenho não tenho, [ __ ] Eu tenho saúde, eu tenho, enfim,
eu já venci na vida e eu trago também essa perspectiva, tipo assim, cara, você já venceu, já tá tudo certo. Quando você acorda e agradece o dia, você já tá ganhando, possa ganhar mais um dia de vida, cara, você já tá no lucro, enfim, então eu não levo pro coração, mas existe algumas pessoas que levam e tá tudo certo, a gente respeita isso. Só Que como a gente respeita isso, então eu falei assim: "Poxa, será que de alguma maneira eu trazer algum tipo de fala ou algum tipo de necessariamente a algo que que deixa explícito
que o meu o meu intuito é uma discussão respeitosa ou trazer um âmbito também que não caracterizaria injúria, né? Então, eh isso começou a ser eh trabalhado dessa maneira. O vocês pediram, então bora. Eu começava com vocês pediram minha opinião sobre esse vídeo, então vou estar aqui. Só que era muito tempo, né? E na época o só deixava 1 minuto e 30. Então eu precisava escutar o que o cara falava, não tirar do contexto, porque isso muitas vezes é o que entra e fala assim: "Você tirou do contexto? Tirou nada, eu só cortei". E às
vezes eu só tinha 30 segundos para dar um feedback. E a galera falou assim: "Nossa senhora, o cara não sabe nem falar, o cara parece que tomou não sei que lá e tá." Eu falei: "Eu tenho 30 segundos, meu Querido". Daí eu tava igual o Ey, né? Mas beleza. É, exatamente, né? E aí a galera falou assim: "Pô, o cara não sabe nem falar". Eu falei: "Meu amigo, eu tô tentando com as armas que eu tenho". Depois a galera da edição falou assim: "Não, professor, faz desse jeito, porque isso aqui é mais interessante". Eu falei:
"Meu amigo, eu faço sozinho, eu faço sozinho. Não sei nem como é que fazer isso, mas pelo menos eu tô tentando, né? Porque eu sou aquele cara, Tipo assim, tenta, velho, se arrisca, mano, e depois você analisa, mas passa, passa, vai viver". E aí, esse vocês pediram, então bora. Primeiramente é o quê? Para caracterizar que tão pedindo a minha opinião. Eu não vou através. Isso que acontece. Às vezes o cara fala assim: "Pô, você viu o post e tal?" Eu falei: "Cara, eu não vi. Me manda o vídeo." Ele não é só você procurar. falei:
"Eu não faço isso. Vocês têm que pedir a minha opinião." Então, a Essência ainda é essa. Então, você tem que pedir, eu não vou procurar vídeo para E aí muitas vezes as pessoas não deixam às vezes eh eu fazer isso porque me bloqueiam. Então tá acontecendo muito tá bloqueado com um monte de gente e não tem conheço também, amiguinho. E aí finalizando, desculpa, senão a gente vai ficar aqui o podcast falando. Aí eu coloquei, então vocês pediram, então bora para caracterizar juridicamente com uma opinião e Obviamente quem quem pediu não tem nada a ver com
o que eu tô fazendo, então não deixo ninguém saber. É igual são as minhas fontes seguras, né? F assim, não, as minhas fontes estão, né? O problema é comigo se tiver alguma coisa. Então vocês pediram, então bora para caracterizar que é uma opinião profissional. E aí vem, olha, eu respeitosamente discordo das informações desse vídeo. Eu não quero saber quem falou, eu não falo nada a respeito de Quem emitiu, não é nada pessoal, é informação. Então isso caracteriza o quê? Algo que a gente vai discutir a respeito da informação e não tem nada a ver com
a pessoa que fala. Tanto que nos próprios comentários, às vezes a galera começa a colocar comentários em se tratando da pessoa que fala, eu nem respondo, porque isso não é o intuito da coisa. O que a gente tá aqui para discutir ciência, é discutir propostas e o que que acontece. E aí então de uma Maneira geral também eu coloquei: "Poxa, se eu vou ter que ficar ali parado esperando, né? Então, de alguma maneira, talvez um personagem que trouxesse ali uma perspectiva de incredulidade ou talvez de pera aí, essa coisa. Então, assim, foi uma foi uma
moldagem. Houve uma época que eu colocava muito meme, eu colocava muito meme, eu mesma meditava, colocava os memes, só que aí meu advogado falou assim: "Olha, por mais que seja para quebrar ali a ideia, a Depender do meme, isso caracteriza como a atitude vechatória." Eu falei: "Poxa vida, enfim". Então assim, é um é um é um dia após o outro entendendo para formar e assim aconteceu. E agora juridicamente falando, segundo o meu querido advogado, ele falou assim, ó: "Mantém nessa aí, porque o que você faz é apenas uma questão jornalística, uma questão de divulgar ciência,
de e assim toma cuidado também nesse sentido você não perder a mão e caracterizar talvez é Algo contra a pessoa, né?" né? Então eu sempre falo a informação, mensagem e eu acho que deu certo. E e estamos finalizando também agora. Agora eu já posso falar, né, que eu respeitosamente é uma patente, né? Ah, é exatamente. Então assim, é bom que a galera já fique sabendo porque o pessoal já tá usando muito isso. Eu respeitosamente, respeitosamente. Então assim, saibam que agora a marca tem nome, então já deu os créditos certinhos Pra gente continuar nosso trabalho. Ô,
ô, ô, sabe que eu tava pensando aquilo assim, engraçado. Ô, Santiago, há um tempo atrás, um cara fez um um reactu, mas foi bem vechatório assim, sabe? Real, Mas. Mas cara, você sabe o seguinte, eu falei assim, cara, eu tô exposto à internet, eh, eu não posso ir para cima desse cara, eu não posso ir para cima dele. Eu penso muito disso, sabe? O Rodrigo Gois processou o fã. Falei: "É sério? O cara expostou todo Mundo e agora ele se ofendeu com não sei que lá, cara". Falei, eu eu acho assim, cara, é é o
preço que você tá pagando. Eu fiz um vídeo uma vez com um fio falando de eletroostimulação do corpo inteiro. Ficou super legal o vídeo, mas na verdade eu prendi o microfone, que eu tô usando isso agora, num fio e eu enrolei o fio. Aí fizeram um cara, um palhaço segurando um fio e tal. Eu achei engraçado para caral é, mas eu achei, eu falei: "Cara, foi bom, foi bom. bom Nessa eu acho que vale se se deu continuidade eu acho que você atingiu, né? E assim, se você tem a paz no coração, talvez o teu
propósito ele é bacana, não tem problema nenhum. Agora, realmente, eu acho que as pessoas perdem um pouquinho a mão, né? Mas daí não fala, daí diz mais sobre a pessoa e não talvez a informação e tá tudo certo. A gente aceita as pessoas do jeito que elas são, mas vai acontecer muito isso. E aí é mais o que você tem como Princípio de vida ou se você tá em paz, pelo menos para mim, tá? Pelo menos para mim, né? Mas paciente. Muito legal, muito legal. Vamos para a pauta do podcast. Mand é maravilhoso, tá, cara?
Porque a sua história é incrível, tá? A sua história é incrível. Parabéns, cara. Eh, eh, o Santiago é acadêmico. Eh, quando eu vejo os posts do Santiago, eu falo assim: "Esse cara é um verdadeiro divulgador científico. Ele dá suporte com referência, ele mostra paper, ele Mostra gráfico e não tem preguiça de falar coisa difícil e tal. Isso é raro nos dias atuais." E até ouvindo seus valores, né? Muito semelhante aos nossos valores, que é engraçado assim, como a gente também veio da academia e o treinamento do doutorado, eles nos treinam a discutir dados, eles nos
trein a discutir pessoas. Eh, e esse é o valor que a gente tem também, assim, eh, muitas pessoas falam assim: "Ah, você devia fazer um debate assim, a gente faz Talvez um debate de dado científico, mas não ataque pessoal, porque eu acho que discutir dados, igual você falou, é importantíssimo para gerar conhecimento." Eh, porque só assim que a gente consegue expor, talvez com mais clareza a interpretação que um lado tem sobre o dado e talvez a pessoa debatendo o dado, a gente entende por que aquele dado foi pesquisado daquela forma ou porque tem aquela lacuna
ou aquele defeito que seja Naquela pesquisa para que seja o próximo tijolinho da próxima pesquisa. Mas, infelizmente a gente sabe disso, que tem muitas pessoas que fazem divulgação na rede e que não passaram por esse treinamento. E aí se mistura um pouco eh o a crítica do dado com a crítica pessoal, colocando tudo no mesmo pacote e a gente sabe que não é. Exato. Eh, Santiago, por que que é tão difícil emagrecer, velho? Assim, ó, eu é engraçado quando você me falou que a Gente falou assim: " Santiago, qual o tema que você sente conforto
e procimento?" Eu falei: "Cara, é legal". E eu quando eu contei, eu não quis fazer propaganda do seu currículo, eu falei, mas nós vamos falar com um cara que tem formação em mais de uma área e claro que nós estamos fazendo uma série de não é proposital, mas é a gente tá fazendo uma série de podcast sobre emagrecimento. Então assim, é o último daqui que saiu, saiu a semana passada foi de cirurgia Bariátrica. Eu falei, vamos pegar tudo que existe sobre emagrecimento. Nós vamos conversar com um endócrino, tá? e vamos conversar com outras e eh
personagens que estão envolvidos no cenário de emagrecimento. Cara, você me fala na perspectiva da nutrição, da psicologia, da educação física. Eh, por que que é tão difícil, cara? Porque se fosse fácil, a gente tava tudo magrinho, esbelto por aí e tal. Eu queria que você comentasse um pouco eh por que a gente Ganha pesa e porque que é tão difícil emagrecer e daqui nós vamos bater papo. Não sei nem onde vai chegar esse assunto. Perfeito. Essa é uma pergunta que eu sempre me fiz, sempre. Eh, porque a tentar encontrar uma resposta que seja enfática, assertiva
e talvez não dê margem pro cara pensar assim: "Ah, mas eu não não dá o mais". Porque eh muitas vezes quando você abre para trazer, ah, porque é multifatorial, depende um monte de coisa, o cara fecha esse ouvido, esse Aqui acabou. Então, assim, a gente precisa entender um pouquinho também de polêmica, gatilhos que faz esse indivíduo te escutar. Então, a primeira coisa que eu falo, ô Léo, é a seguinte: emagrecer é fácil, o difícil é manter o peso perdido. Então, quando a gente tá falando em manutenção do peso perdido, que é o que a literatura
nos traz como sucesso no emagrecimento, segundo a literatura, o que que é sucesso emagrecimento? é a Manutenção de pelo menos 10% do peso que você perdeu no início do tratamento e sustentou ao final de um ano. Essa é a definição de emagrecimento. É por isso que desafio de 30 dias vende muito, porque no desafio de 30 dias, por exemplo, se você quiser trazer uma perspectiva de redução de peso, você faz uma dieta cetogênica, tira a retenção de água dentro do músculo, você reduz aí 5, 6 até 7 kg num mês. Há um custo às vezes
motivacional e que prende o indivíduo, Fala assim: "Meu Deus, 7 kg, pô, que legal". Mas depois no segundo, no terceiro mês, quando a gente sabe que tem uma adaptação metabólica, porque a gente sabe que para cada quilo de peso que você reduz, você aumenta em 100 kilc calorias o seu apetite e reduz também aproximadamente 25 kcalorias a sua taxa metabólica de repouso. Taxa metabólica de repouso é a energia que você precisa para manter suas funções vitais no dia. Ela é responsável em até 70% do teu Gasto sem fazer atividade. Ou seja, o teu cérebro ele
gasta muita energia, sabe? Tem gente que não usa não, enfim, não vou entrar nesse método, mas beleza. Teu intestino, teu pulmão, teu coração, ele gasta energia para se manter vivo, inclusive quando você tá dormindo. Então essa taxa metabólica de repouso que para algumas pessoas pode ser aumentada em função a do nível de treinamento, do da quantidade de massa muscular e por aí vai, ela ela é Responsável por 70% do seu gasto diário. E você tem também os outros componentes que aumentam o gasto, que são a ativ o exercício físico, a atividade física que não é
o exercício, é o que a gente chama de NIT ou NEAT, que é tudo aquilo que é atividade, mas que não é o exercício, porque exercício físico não é atividade física. Exercício físico é sistematizado, planejado, incrementalmente progressivo para você romper o platô. A atividade física é Toda ou qualquer atividade que gaste, que eleve o gasto calórico acima dos valores de repouso. Então eu estou falando com você aqui, de certa forma tô gastando um pouquinho de energia, diferentemente se eu tivesse dormindo. Aí se eu estiver andando para ir à padaria, subindo escada, deambulando, isso vai aumentar
o gasto. Só que muitas vezes o indivíduo faz o quê? Ele gasta energia no exercício e depois chega em casa, bota os pé para cima, assiste Televisão no Netflix e é o gasto que não é atribuído atividade e que pode ser até 50% do gasto diário, ele é reduzido. É por isso que existem profissões que o indivíduo naturalmente já gasta mais energia, um indivíduo pedreiro, um indivíduo segurança e por aí vai. Mas de uma maneira geral, voltando, então a gente tem essa relação do metabolismo como um componente muito importante, porque o nosso DNA ele tá
mais inclinado a estocar energia, porque nos primórdios Nós não tínhamos acessibilidade a a calorias. Então a gente não caçava miojo, não tinha essa. A gente caçava às vezes um um bicho, né, e comia o que tinha porque não tinha geladeira, não tinha nem fogo. Não tinha nem fogo. Com advento do fogo, a nossa espécie evoluiu um pouco, né? Quer dizer, a gente acha que evoluiu, mas enfim, eu tô sendo muito crítico, né? Mas beleza. É exato. E aí, então, a gente tem conosco uma um uma sensibilidade gênica De fazer gordura, de estocar gordura, porque a
gente precisa mais para sobreviver e aumentar o tecido mais metabolicamente ativo, que é o músculo esquelético, aumenta o gasto e vulnerabiliza esse indivíduo a direcionar a energia para manter aquele tecido. E obviamente quanto mais massa muscular você tem, quanto mais força, maior a tua atividade funcional diariamente. Se você tem uma atividade funcional aumentada no dia, você caminha Mais, você se movimenta mais e o teu gasto é maior. Os estudos sugerem que agora já trazendo uma perspectiva eh de o mais difícil é manter o peso perdido, a gente consegue emagrecer tranquilamente com dieta. os três primeiros
meses, que a gente chama de fase um do emagrecimento, que o indivíduo vai perder de 8 a 10 kg, tranquilamente você consegue com a redução da das calorias da alimentação e porque muitas vezes você tá com uma Alimentação desproporcional ao teu gasto. Então de certa forma é menos difícil você às vezes ajustando nesse início ou até mesmo hábitos pontuais ao serem modificados, o o saldo calórico em excesso ele vai reduzido. Então, por isso que no início do processo de emagrecimento, quando a gente tá trabalhando de hábitos, que essa principal justificativa, já respondendo, por que que
é tão difícil emagrecer, porque a gente tá falando em Comportamento, mudar uma ideia de alguém é o mais difícil, né? Existem estratégias para fazer isso. Mas voltando, esse hábito alimentar inadequado, que muitas vezes, por exemplo, se faz com um indivíduo que tem um hábito de tomar refrigerante, 10% do refrigerante é açúcar. Então, numa latinha de refrigerante, você tem 35 g açúcar. 35 g de açúcar tem 140 kcalorias vazias adicionais. 140 kcalori, se a gente for pensar, por exemplo, em Frutas, dá mais ou menos quase 600 g de morango. Então, 600 g de morango, você poderia
ter saciedade, os citoquímos, os fibras, os nutrientes numa perspectiva do açúcar. Então, a densidade calórica ela é diferente. Então, quando eu tô pensando nessa manutenção, o mais importante para eu conseguir a manutenção do peso perdido é manter a massa muscular, porque toda dieta de emagrecimento, ela vulnerabiliza a perda de massa muscular, porque o indivíduo Começa a tirar energia tanto da gordura quanto também do músculo. Então, por isso que eu falo que os três primeiros meses, inicialmente, você pode tranquilamente emagrecer somente fazendo dieta. Só que depois, na fase dois, é impossível manter o peso perdido sem
atividade física, até mesmo porque vai chegar no momento que esse indivíduo já tem que emagrecer mais e ele já segurou muitas calorias e se ele ficar só reduzindo a caloria, ele não trabalha, Ele não se movimenta, ele fica irritadíssimo, ele fica toda hora com fome. E aí a gente entra numa perspectiva também que eu trago, é eh um dos motivos que me inclinou depois da da nutrição, fazer psicologia, eu sempre me emociono, mas eu não vou me emocionar. Eu atendi um paciente que passou fome na infância e na adolescência e hoje ele tá muito bem
de vida. E ele só pedia para mim que ele tinha medo de passar fome, porque a fome Para ele tinha um um efeito muito difícil para ele. E eu falei assim, a gente precisa entender também os mecanismos atribuídos ao que as pessoas trazem consigo ah dos sentimentos. Então, a alimentação, ela tem uma relação com o sentimento também. Então, quando esse indivíduo, por exemplo, ele fica com muita fome ou com muito lutando para ficar contra o apetite, ele tá passando 24 horas do dia pensando sempre em não comer. E ninguém pode ficar 24 Horas do dia
pensando em algo. Ai, acabei de terminar com o meu namorado, com a minha namorada. Eu não posso pensar naquele canalha, naquele capagete, eu não vou pensar nele. Você já tá pensando nele. E aí você sobrecarrega uma luta contra os seus pensamentos e à noite, 8 horas, 21 horas, depois que você venceu o dia, você tá tão carregado dessa tentativa de se eh não sucumber os seus pensamentos, que já não é voluntário, é praticamente Emocional e você não tem a racionalidade diante do stress emocional. Mas por isso quando a gente vai tomar uma decisão importante na
nossa vida, a tendência é que você o faça tranquilo, porque ninguém consegue às vezes tomar decisões ou também pensar: "poxa, será que eu escolhi a profissão correta?" Trabalhando 16 horas por dia, chegando em casa virado, dormindo 3 horas e falando assim: "Poxa, será que eu tomei a decisão correta na vida?" meu amigo, Não tem como. Você tá extremamente reativo. Então, quando você tá com essa redução das calorias e só com a dieta, você fica vulnerável a isso, especialmente psicologicamente, emocionalmente. Por isso que a atividade física ela tem uma um aspecto muito interessante para você gastar
um pouquinho de calorias e não tirar tanto da alimentação ou então necessariamente ter energia da alimentação para que você consiga construir músculos ou consiga Treinar adequadamente para melhorar todo o seu sistema cardiovascular que vai jogar sangue até a musculatura, vai melhorar a capacidade do teu músculo pegar os nutrientes e queimar na mitocôndria. principalmente glicose e gordura e consequentemente melhorar também toda a sua funcionalidade e também recuperação. Eu costumo dizer que é mais importante você recuperar e manter a tanto estress e intelectual, laboral ou de treinamento do que Necessariamente dar porrada todo dia, porrar todo dia
e na hora que você sentir que a preciso de férias, não, agora eu necessariamente preciso descansar porque a minha recuperação não tá sendo proporcional a isso. É aí que as pessoas ah colapsam. É nesse momento que as pessoas elas colapsam, a imunidade baixa e um um gatilho mental é falar que a tua imunidade tá baixa ou talvez que você vai tá mais inflamado ou desse jeito você vai morrer mais cedo Porque a longevidade tá atribuída muitas vezes algumas questões. Então você usa gatilhos mentais que o indivíduo nem consegue entender que todo o processo de redução
do sono, qualidade do sono, a intestino funcional, eh nível de treinamento para você também a trabalhar com eficiência e menos cansado. E aí se eu usa o gatilho mental, muitas vezes as pessoas têm dificuldade em fazer atividade física porque é comportamental, a gente precisa entender Que é comportamental. Existem barreiras para atividade física que muitas vezes dificultam o processo. E não basta eu só falar assim: "Isso é preguiçoso, levanta e passa". Não, eu sabendo do universo, das do das questões atribuídas a isso, eu já antecipo oportunidades para que você tenha uma facilitação do processo. Olha, eu
sei que é difícil, mas você já tentou fazer isso? Você já avaliou isso aqui? Isso aqui é interessante também. Ah, você já tentou treinar na tua Academia? Tem algum parque perto da tua casa, tem alguma pessoa que já faça que você pode acompanhar? Você tem acesso a personal training, grupo de ginástica, você consegue mobilizar pra galera fazer? Ou seja, você como personal treino, já entendendo as barreiras pra prática, você já vai tá trazendo isso pro indivíduo e o indivíduo fala: "Caramba, eu nunca tinha pensado nisso". Essa, na minha opinião, é a melhor resposta que você
tem, porque você tá Abrindo às vezes uma mente que não sabia que existia essa perspectiva. E você não tá julgando a ignorância dessa pessoa, você tá dando oportunidade dela conhecer um outro universo e ela dá um novo passo na vida dela. Então, é por isso que a gente não julga, a gente resolve problema. Mas resolver problema é mais difícil, porque depende o quê? do conhecimento do fenômeno, do entendimento das características individuais do indivíduo e, Principalmente na ambientação. O ambiente é soberano em relação a comportamento e não é a genética. Por isso que é justificativa que
a obesidade ela não é uma condição genética. que se nós formos analisar os dados históricos e epidemiológicos, que eu tô na frente de duas pessoas que eu admiro demais, são exemplo, eu tenho até receio às vezes de tocar nesse assunto, mas qualquer coisa eles estão aqui para me corrigir, então por esse lado eu fico Mais feliz. Se você for analisar um recorte histórico, a o a incidência de obesidade depois da revolução industrial, ela tem um aumento muito exponencial. Então você justifica o quê? que as relações de alimentação e redução da atividade física, elas justificam uma
questão ambiental que não se reverbera na justificativa genética. Embora todavia, entretanto, porém contudo, nós temos a epigenética hoje figurando como um dos principais agentes atribuídos. Ah, isso é didático, tá, pessoal? A memória metabólica ou memória muscular, basicamente é o teu gene que não se modifica, porque se ele modificar isso é uma mutação. Você vira um X-Men, né? Inclusive Volverin é o melhor deles, mas beleza. E o que acontece? Se você tem uma modificação do GNA, é mutação, mas a sensibilidade paraa expressão de novas proteínas, isso é epigenética. Ou seja, a tua informação tá ali, mas
se você der sedentarismo, se você der estresse, se Você der muitas vezes um ambiente de superá calórico, os seus genes vão detectar diversos fatores de transcrição, diversos substâncias que vão detectar o seguinte: poxa, tá vindo muita coisa pra gente estocar mais energia, né? Então, pera aí. Gene que faz a a produção de proteínas que vão aumentar o tecido adiposo, aumenta a quantidade de tecido adiposo, porque pela informação que tá chegando aqui, esse ambiente que o indivíduo tem, eu Acho que ele tá querendo receber isso. Então, você tem como se fosse a mudança da rota do
carteiro, mas você não muda o correio, você muda às vezes carteiros que agora pegam aquele mesmo caminho ao invés de pegar outros caminhos. E ao contrário, você também pode facilitar se você der exercício físico, se você der recuperação com sono, se você der manejo hormonal atribuído aos ciclos de sono e também a vigília, que hoje figura também em função da ansiedade. Ansiedade hoje é Eh do ponto de vista psicológico, é o principal desafio para as pessoas que querem emagrecer. Porque um indivíduo com ansiedade ele nutre o que a gente chama de impulsividade alimentar. muitas vezes
ele movido por uma ansiedade, uma inquietação, ele vai e come. Ele vai, então depois ele nem percebe que ele agiu por impulso. E muitas vezes o mesmo gatilho comportamental e atribuído também a sinalizações neuronais, elas se elas também nutrem não só o ato de Alimentar, como também comportamento impulsivo para outros desfechos, como álcool, drogas ou até mesmo outras formas. Então, o mesmo caminho comportamental de entender uma problemática que pode estar sendo potencializada por conta de uma relação emocional que busca no alimento uma redução da inquietação e da tensão, pode também ser o mesmo caminho para
justificar o por a gente tá com desafio de estar fazendo manejo de ansiedade, Porque os sintomas depressivos hoje ah figuram muito e por que as pessoas trazem também a perspectiva de que quanto mais produtiva ela é melhor, né? Então assim, essa toxicidade de produtividade do carpetin em Vív, isso me incomoda demais. A pessoa que 5 horas da manhã ver assim: "Bom dia, que dia maravilhoso". Não, então tá tudo certo, todo mundo tem seu ritmo. Deixa eu chegar aqui. Eu tô um pouquinho nervoso aqui. E a gente sabe também que o ato de Defecar também tem
uma relação muito grande com isso. Então, às vezes a pessoa ainda não defecou, então ela tá enfesada ainda, então ela tá reativa. Então, o café preto ajuda isso também. Então, por isso que às vezes o dia só começa depois do café e você encontrou uma pessoa 5 horas da manhã e não tomou seu café, não tem teu hábito. E essa pessoa talvez ela já está ah mais favorecida por essas condições e ela fala: "Nossa, mas você tem que acordar Sempre bem disposto". sofre assim, cara, a vida não se resume basicamente nos momentos que a gente
tá feliz, não. A gente aprende mais nos momentos que a gente tá eh debilitado, frágil ou talvez vulnerável e entende talvez o por que eu me sinto assim e como talvez eu preciso agir para que de alguma maneira eu não rever para que eu não projete a culpa nas pessoas, porque nós somos sempre responsáveis por tudo. Então assim, dentro dessa perspectiva, respondendo Para ti agora com uma única frase, por que que é tão difícil emagrecer? Porque a gente precisa mudar uma mentalidade, porque a gente precisa mudar um comportamento, porque a melhor dieta ou melhor intervenção
em emagrecimento é aquela que é sustentada por maior tempo possível. Por isso que a gente vai comer e nos movimentar pro resto da vida, obviamente se o moço lá de cima nos permitir. Perfeito. Ô, Santiago, é linda a fala, né? Porque eh Apesar da gente ter esse conhecimento, eh, e talvez muitas pessoas já ouviram ou pelo menos uma vez na vida, que é a importância de mudar hábitos e e comportamentos, as pessoas ainda têm o cérebro voltado para buscar soluções rápidas. eh, resolvo o meu problema e não não mudo nenhum hábito. E aí fica esse
ciclo que a gente sabe que não só vai piorando cada vez mais eh aquilo que a pessoa tinha como objetivo já vai distanciando, porque por mais que você Falou que é fácil ter o emagrecimento ao curto prazo, eh que a gente consegue dar o resultado, se a pessoa só foi buscar aquela pílula mágica, não é sustentável. E aí a gente sabe que que esses mecanismos rompeu o coisa que eu tô tentando lembrar aqui, pegando do episódio de cirurgia bariátrica em que você literalmente se o o Maurício falou para mim que o estômago vai ficar do
tamanho de uma banana e dá reganho e dá reganho de peso. Então ele falou assim Muito assim falou: "Olha, gente, é antigamente cirurgia bariátrica era considerado como o último recurso, era o último biscoito, né, da da do pacote e aí você vai lá e corta." E o reganho não é pequeno para muita gente, porque você tem que ajustar uma série de comportamentos, atividade física e etc. E ele fala, e é por isso que eles têm toda uma questão de triagem desses pacientes, de conversar e ele admite que não é fácil, porque fala: "Cara, se você
Cortou o estômago, né, cara, não existe nada mais radical de cirurgia bariátrica." Porque muitas vezes a maneira com que esse indivíduo tinha para lidar com as emoções ou com as frustrações era se é comer. Então você tira dele o mecanismo de defesa que ele criou para tá encarando muitas vezes questões do mundo dele. Então é é comum também na bariátrica quando o indivíduo ele passa pela bariátrica e agora tem um estômago Do tamanho de uma banana e ele começa a mudar o gatilho de comida para compra. É muito comum o indivíduo da bariátrica compra álcool
e outras questões também que tentam de alguma maneira sinalizar um prazer, uma recompensa que agora a comida não tava dando. E se quando a gente tá falando em recuperação, reganho de peso, os estudos sugerem que é natural e esperado que após 1 anos você recupere 25% do teu peso perdido. É natural esperado. Depois de 2 anos, é Natural esperado que você recupere 50%. Depois de 3 anos, é esperado que você recupere 75% peso perdido. E os estudos que sugerem que que os mantenedores e eles têm mais sucesso são aqueles a que pelo menos têm a
na atividade física cerca de 10.000 passos por dia, os mantenedores, porque não é pelo gasto, mas sim pela mentalidade de estar sempre ah se movendo. E a mesma mentalidade atribuída à organização, a Manutenção de algo que tem que ser feito todo dia, ela tem o mesmo tronco comum com a mentalidade de organização da alimentação. Por isso que a gente chama isso de hábitos angulares. A prática de exercício físico, ela reverbera positivamente em outros hábitos com maior potencial que o que que a própria alimentação. Evidentemente, a gente não pode fazer uma associação de tipo isso é
para todo mundo, até porque todo mundo sabe onde o calo aperta, não é? Mas numa Perspectiva básica, e talvez esse corte vai ser polêmico, é, é mais fácil você de alguma maneira tá comendo errado, deixar de comer aquela alimentação, aquele aquele determinado alimento com aquela carga energética e consequentemente reduzir a energia consumida e consequentemente promover a um um déficit calórico. Agora, em relação ao exercício, não tem como você não deixar de fazer exercício atividade física e ter esse benefício com Atividade física. Então, no começo, eu posso até reduzir um pouco às vezes algo, deixar de
comer aquela pizza, aquele comida japonês, hambúrguer, refrigerante, eu tô começando só a não fazer, não comer. Isso já tá me dando um efeito. No início pode até acontecer, mas no longo prazo, que é o que a gente gostaria de levar em consideração, isso é mais difícil. Então, hábitos angulares, eles reverberam também na organização. Então, quando esse Indivíduo ele começa a se organizar para ter os mesmos horários, para de fato ter a organização talvez de escolher um lugar que seja próximo do trabalho dele ou até mesmo se ele trabalha num local e pega ônibus, que ele
desça três ou quatro quadras antes para conseguir caminhar 15 minutinhos nesse nesse trajeto e conseguir fazer pelo menos 15 minutos de caminhada. Resumo da ópera. A justificativa é que a mentalidade, quando o indivíduo mantém a Mentalidade, ah, isso parece ser um divisor de águas, que por mais que algumas pessoas cheguem e falam assim: "Mas caminhada não emagrece, ah, número de passos". Hã, não é, a gente não tá falando de a gente tá falando da mentalidade em fazer talvez algo que vai contribuar contribuir ou talvez vai manter aquilo que a gente tá ah conseguindo ou propondo
em relação ao que a gente gostaria como objetivo. E é por isso que eu digo, esse corte vai ser Legal, que a caminhada é o melhor exercício para emagrecer. A caminhada é o melhor exercício para emagrecer. E esse papo não é sobre calorias. lá em Minas, eh, minha avó, que Deus o tenha, ela sempre falava assim: "Muita ajuda quem não atrapalha. Muito ajuda quem não atrapalha". Então, assim, se nós formos pensar qual é o principal horário do dia em que muitas vezes as pessoas erram na alimentação ou às vezes pensam nas comfort foods, que são
as comidas de Conforto que tendem a ser altamente calóricas. 19, 20 hor da noite, quando você chega em casa e fala assim: "Nossa, que vontade de comer uma uma folhinha de alface com aquele azeitinho no". Não, você não pensa isso. Você pensa primitivamente em algo que vai te dar recompensa e vai relaxar. Você não consegue nem fazer às vezes um arroz, feijão para comer, que você tá tão cansado e quer o prazer imediato. Eu mereço que ou então você tá em casa, Entre aspas, você precisa emagrecer, você tá ali fazendo a tua alimentação e os
seus familiares estão na tua frente comendo e falando assim: "Aqui ó, você não pode comer, né? Aqui, ó, ó, fulano aqui." E aí aí o ambiente destrói. E aí o que que eu falo? Bom, se você tá num ambiente também ou nessa situação que vulnerabiliza muitas vezes você a ter uma impulsividade nessas ações alimentares, saia de casa, vai fazer uma caminhada de 30 minutos, vai saia do Ambiente gatilho paraa tua tomada de decisão, vai dar uma relaxada, vai dar uma recuperada, vai dar uma estimulada também na redução do apetite, porque qualquer contração muscular inibe transitoriamente
a sinalização de apetite. E também quando a gente tá fazendo uma caminhada, que é uma atividade de tarefa motora mais baixa, alguns estudos sugerem que o mesmo mecanismo de meditação você consegue entrar em flow. É o que a gente chama de teoria do flow. Então você consegue basicamente ter uma caminhada consciente. Você traz o mindfulness durante uma caminhada e consegue fazer um alinhamento dos seus pensamentos. E quando você volta para casa depois de 30 minutos, você talvez você pensa assim: "Não, pera aí, deixa eu sentar, deixa eu comer direitinho, não vou comer aquela pizza, não
vou comer algo que provavelmente eu comeria". Então, ou seja, as calorias da Caminhada não foram tão altas, mas isso te permitiu naquele momento não consumir calorias adicionais que naquele momento te estragaria. E eu vou dizer estragaria, não, desculpa, que fragilizariam você, principalmente do ponto de vista psicológico, porque é um indivíduo internaliza a ideia de que fracassei, fui fraco, eu sou fraco, eu não consigo ter disciplina e aí você retroalimenta culpa, você retroalimenta ansiedade ou retroalimenta a Vulnerabilidade em acreditar que do jeito mais fácil você não consegue. Então, talvez métodos avançados, como beber tal coisa em
tal coisa, tomar que não sei que lá, enfiar não sei onde, enfim, podem resolver o teu problema quando às vezes você não traz uma perspectiva de que, ah, mas o básico eu tento fazer e não consigo. Na verdade, meu querido, o básico é o eh não quer dizer que seja simples, né? E aí que tá, a gente envolve uma série de Contradições ou culturalmente que nós trazemos uma ressignificação disso. E quando uma pessoa chega para você e fala assim: "Mas eu já faço tudo que tenho que fazer, eu faço atividade física, eu como direitinho e
não emagreço." O problema é a genética. A minha tireoide ela tem um problema. Eh, enfim. Aí, o que que você tem que trazer? Você tem que trazer que essa pessoa talvez mostre para você quais são os dados pra gente comparar, porque senão vai ser uma Palavra contra outra. E uma das, na minha opinião, uma das principais estratégias, até mesmo para você não confrontar num primeiro momento, porque o que acontece quando a gente causa o rapor, a conexão, as pessoas aprendem mais com aquelas que elas se conectam. Se você não se conectar com uma pessoa que
está fragilizada ou talvez tá eh buscando ajuda e você não trazer uma perspectiva de que olha, calma, vamos analisar pormenorizadamente, calma, e Provavelmente você não se conecta e vai reduzir as chances de sucesso. Então eu uso muito como gatilho e até mesmo para essa pessoa refletir a seguinte pergunta: "Tá bom, você faz atividade, você mantém o gás? Você tá comendo direitinho? Me fala talvez então quanto que é o número de passos diários que você dá. Fala para mim, por gentileza. Aí ela fala assim: "Não, eu nunca registrei isso". Eu falei: "Ô, minha querida ou meu
querido, então eu acho Que a primeira coisa que você fala que faz tudo certinho, eu acho que você não faz tudo certinho não. Eu acho que tem algumas coisas talvez que você acha que é certo ou talvez acha que de fato estão sendo controladas quando talvez você não esteja controlando." Daí esse cara vai falar: "Ou a minha querida vai falar assim: "É, eu vou tentar analisar". E aí você pede para ele até a média da semana. E isso é real porque acontece com todos, não acontece não. A maioria Dos meus pacientes trazem essa perspectiva. Eles
trazem aquela aquela aquela carinha, né? Volta o cão arrependido com a sua. O que ele chega assim, Santiago, nossa, só dou 3.000 passos por dia. Não, a gente tem que est pensando pelo menos 10.000, né? Nossa, é muito pouco, né? Sim. Tá bom. Então eu vou ter uma perspectiva agora, talvez de ir a pé para tal lugar, ou então talvez ah, se eu for na padaria, eu deixo o carro e vou a pé, ou então se eu chego Na academia e eu tenho o elevador e a escada, já vai na escada, você vai estar fazendo
atividade física. Então é essa mentalidade que pode contribuir e progressivamente limpa a casa, gente. O reloginho conta um monte de passo, só limpa a casa. Pronto. E a 30 conta aí na shop da vida. Cadê a vassoura? É agora que eu vou bater minha meta. Tem dia que o Léo fala assim comigo assim: "Não, você não deu 15.000 passos". Eu falei assim: "Quem varreu a casa hoje? Quem Varreu a casa deu 15.000 passos. Tem um labrador que solta pele e varre. Será que eu senti uma indireta aí? Não, mas é, mas faz a diferença. Eu
brinco que faz a diferença. O dia que eu tenho ajuda aqui em casa ou que o Léo faz as coisas, eu olho no meu relógio, tem pequenos atos que você que eu vou que você vai colocando assim que você falou assim: "Por que eu gastei tanta coisa hoje?" Hoje eu falei assim, ó, porque talvez eu fiz coisas da minha casa que Geralmente eu não faço, porque eu falei assim: "Ah, eu vou fazer 5 minutos aqui, 10 minutos ali e de repente se abra no relógio ele puf, né? Já deu aquele tantão de passa". E você
identifica o quão eh eh gasta energia ou quão cansado você fica também fazendo, por exemplo, tarefas domésticas. Então é muito comum também a gente contextualizar isso, que justifica muitas vezes o indivíduo acima do peso, que sente dor na coluna e fala: "Eu não consigo fazer atividade física Porque eu tenho dor na coluna". Você fala assim: "Olha, se você fortalecesse, ou talvez se a gente começasse fortalecendo e não pensando talvez nessas calorias, a gente tá pensando o quê? em reestruturar toda a base, te permitir funcionalidade para que você consiga progressivamente melhorando até chegar num condição de
gasto aumentado em função da duração maior do exercício. Mas o primeiro momento precisa ser feito e é esse primeiro momento que muitas Vezes é o mais difícil. A gente tem na literatura que, basicamente, até os 3s meses de indivíduos que tentam sair do sedentarismo, as as taxas de abstencionísmo, não, dropout, abandono, né, a de 3 meses é muito grande. Por isso que a gente fala que 3ês meses pode ser um momento assim bem bacana, até mesmo para ele ressignificar e começar a falar assim: "Caramba, eu posso até não ter emagrecido tanto, mas o meu humor
melhorou, o meu sono melhorou, o meu Trabalho melhorou". Então eu tô no caminho certo. Então agora eu lembro com carinho o efeito do exercício e porque quando eu parar eu vou lembrar de fato que quando eu fazia eu me sentia bem e cabe ao profissional fazer com que o indivíduo lembre ou de fato internalize esse sentimento, especialmente quando ele treina ou talvez quando ele vê alguns benefícios. Então, identificar os pequenos ganhos, principalmente que não tem a ver com peso, é de suma Importância, porque muitas vezes as pessoas estão condicionad exclusivamente vê o desfecho de peso.
Ô brother, escuta essa aquela sabe dessa história, gente. O nosso ouvi um barulho de ronco, é o meu labrador aqui no acordar, ele não tá roncando logo. Desculpa. Ô, ô, ô, Santiago, eu tenho uma historinha pessoal. Eu tava, eu, eu fiz, a gente fez dois anos de crossfit quando a gente morava em São Paulo. Depois a gente veio para cá, a gente fez personal e tem dois Anos que a gente tá, e eu sempre falo que o ambiente sempre atrapalha. Às vezes o ambiente não é propício para acolher pessoas em vulnerabilidade. Teve uma vez que
eu tava no Crossfit em São Paulo e eu acho que ela foi até bem acolhida, mas foi muito constrangedor. Basicamente no Crossfit você pode adaptar tudo. Eu adoro Crossfit, tudo. Eu, por que que Léo marcou 10:30 da manhã para conversar com Santiago? Porque antes eu vou pro Crossfit. Para Mim virou uma rotina que eu não negocio, entendeu? A Lu, a Lu foi pintar o cabelo. Pintar o cabelo. Aí tava muito tá linda, viu? Gostei. Obrigada. Porque tá uns três já. Tá ainda mais lindo. Voltando ao assunto hoje, mas eu vou ainda no meu classifica. Vai
lembrar desse caso. Tinha que pular uma caixa. Aí ela tem caixa de quant tamanhes para deitar a caixa. Uma caixa pequena. E era uma moça e em situação de obesidade, claramente psicologicamente vulnerável. E ela não, ela não tinha coragem de saltar, talvez ela nunca saltou na vida dela. Aí, cara, o professor muito gente boa, ele pegou uma anilha de 5 kg. O Santiago, sabe o que que eu tô falando. É um negócio assim, cara. E ele deu a mão para ela e falou assim: "Vamos saltar." E ela teve muita, ela não saía, parecia que ela
tinha alguém puxando. Eu falei ali, perdem, sabe que eu falei assim, perdemos aluna agora. E ela fez um salto, monte de falou: "Eu é boa, Legal, bacana e tal". Não, que ela foi embora. Eu falei assim, eu não sei se ela volta nessa hora. Eu gosto muito do personal, cara. E ela tá no ambient no início, início, tá só ela. Tem gente que é mais igual eu. Eu eu sou um motivo de piada no Crossfit, que eu nunca melhoro, mas eu não ligo. O meu cérebro é sem noção. Eu não tô preocupado com o julgamento
das pessoas em relação a mim. Mas mas a maioria das pessoas não são assim, cara. O Santiago deu uma Masterclass em 40 minutos aqui, mas na verdade toda hora fala assim: "O negócio é comportamento, cara". É um monte de gente perto de mim. Recentemente, uma pessoa muito próxima de mim falou assim: "Au, eu eu tenho indicação, tá bem acima do peso, cheio de de doenças e ou sintomas eh relacionados com a obesidade". Eh, ela falou assim: "Mas eu não consigo na academia que eu tenho vergonha, porque eu tô muito acima do peso, eu tenho vergonha".
Eu falei: "Sim, mas ninguém vai olhar para você lá dentro. você ter a percepção que as pessoas estão te olhando, te julgando, te criticando. Mas na verdade, isso é uma frase que eu adoro, que eu já escutei da minha terapeuta várias vezes, assim, o ser humano é é centrado, né? Como se diz assim, se as pessoas te olharam, ela já ela já esqueceu de você em um minuto, que a pessoa tá preocupada em pensar nela mesma. Então assim, a gente não deveria deixar de fazer algo Pensando no julgamento, mas isso é difícil. Vamos ver do
psicólogo aí. Quando a gente quer mudar um comportamento, vou vou vou mudar comportamento, não vem de muito não. Quando a gente quer mudar uma ideia de alguém, que você tirar a ideia da cabeça de alguém que não quer tirar. Eh, na literatura tem um modelo que se chama Kombi, modelo Kombi, que eh tem três pilares associados à condição de mudança de um determinado comportamento, uma Determinada ideia, um pensamento que seja. O primeiro deles é o que a gente chama de capacidade. Capcibilidade é a capacitação de indivíduo para ter conhecimento sobre o que acontece. Eh, talvez
traçar planos de ação que ele faça, eh, mantenha esse plano de ação até mesmo para avaliar a os erros e acertos. e movido nessa manutenção, isso venha a se tornar ah um hábito, capacilidade. E quando eu falo conhecimento, eu trago o que vocês Acabaram de dizer. Quando as pessoas falam em conhecimento, elas falam assim: "Ah, tem que saber sobre obesidade, tem que saber sobre emagrecimento, tem que saber sobre balanço energético". OK? Isso é conhecimento. Mas qual que é o principal conhecimento que nos move a evolução? é o autoconhecimento. O autoconhecimento. E aí a primeira coisa,
se permitir autos conhecer, primeira coisa, você precisa ter muita coragem. os mais os mais corajosos, aqueles que Se permitem a identificar suas imitações, suas fraquezas, identificar o por talvez você ah tem dificuldades em fazer algo, mas você está buscando o entendimento daquilo para que de alguma maneira você saiba por que foi gerado isso em você, permite progressivamente você mudar esse panorama. Então, autoconhecimento. Então, eu conhecer talvez o porquê que quando alguém me chama de desengonçado, eu não tô nem aí, ou talvez o por que isso de alguma Maneira influencia na minha vida pessoal e profissional.
Eh, isso é sensacional. Só que muitas vezes as pessoas elas não se permitem, primeiramente porque para um histórico cultural. É. E aí, você tem feito terapia? Você tá me chamando de louco, Santiago? Não, pera aí que quem faz terapia é louco. Não, eu eu não tô no fundo do poço para procurar um psicólogo. E aí a gente começa a entrar em heranças culturais que às vezes dificultam o processo. Por isso que eu Falo que a rede de apoio ela é muito importante, né? É por isso que eu eu sempre mantenho essa frase. Muita ajuda quem
não atrapalha, né? E o Schopenhauer dizia, né? Que quanto mais gênio é um indivíduo, mais ele sofre. gênio no sentido de quanto mais ele tem conhecimento sobre o que acontece no mundo, mais ele sofre, porque ele começa às vezes em injustiças ou às vezes coisas em que ele sofre porque ele não consegue mudar isso. Então, por isso que Às vezes a ignorância é uma bção. Então, de uma maneira geral, uma bção, é, e de uma maneira geral, quando essas pessoas estão numa rede de apoio em que do lado tem uma pessoa fala assim: "Olha, tá
tudo certo, viu, querido, tá tranquila". Ah, mas não consigo fazer. Falei: "Ih, isso aí, [ __ ] eu levei uns 4 anos para fazer isso". É mesmo? Falei: "É, ui ai que legal. Eu não sabia disso. É verdade. Beleza. E qual que foi a dificuldade que você teve no início? Cara, minha dificuldade isso aqui. Tá vendo esse meu osso aqui, ó? Esse meu osso não vira aí. Por isso que eu tinha que trazer isso aqui. Ah, que interessante. Então, esse cara ressignifica a partir da fala de alguém e da palavra. Por isso que eu falo
que a palavra tem poder, né? Então isso é importante que a rede de apoio, tá ligado? Então, se você está do lado de pessoas eh que fazem você evoluir, ótimo. Ou então, se você tá do lado de Pessoas que não fazem, aprenda a ser feliz sozinho, né? Isso é sensacional. E até mesmo, meu querido, quando você é feliz com a tua paz, com o teu tempo, e você sabe que o teu tempo é precioso, você, cara, você fica com a preguiça de compartilhar teu tempo com quem tá, sabe? às vezes. Exatamente. Então, voltando, capacidade, que
eu falei para vocês, oportunidade, que eu já falei para vocês. Então, preciso criar oportunidades também para que esse Indivíduo mude a forma de pensar ou talvez conduza ele a vivenciar algo que antes ele nem vivenciou. E ao vivenciar, ele pode ter elementos que fazem: "Olha, talvez isso aqui não era o que eu achava que era, mas você criou oportunidades para ele, embora a gente saiba que é 50 50, é fifth, eu faço a minha parte, você faz a sua também. Só que já sabendo que esse indivíduo pode ter uma dificuldade muito maior a por conta
dessas camadas, eu vou até mais facilitar o processo, Vou tentar o máximo possível e ser e ter sempre em mente que a gente não julga, por mais que intuitivamente a gente fala: "Porra, aí tá de sacanagem comigo, né? [ __ ] aí não tem jeito, isso é importante." E por último, a motivação. A gente não mantém nada na vida se não houver prazer naquilo que a gente faz. E o prazer não é aquele prazer serotoninérgico, não. Não. O prazer na literatura atribuída a comportamento de atividade física, tem uma um uma Variável que se chama autoeficácia.
O sentimento de autoeficácia em realizar aquilo que foi proposto ou foi ensinado ou talvez algo que você precisa fazer. Quando o indivíduo ele tem consigo que ele tá conseguindo dar conta do recado, ele tá conseguindo evoluir, ou ele tá conseguindo fazer aquilo que foi, ele fala assim: "Caramba, tô conseguindo, hein? Poxa, que legal". E aí isso é bacana porque ele começa a retroalimentar um sentimento de Autonomia e também de que ele consegue fazer dentro, evidentemente, das condições daquele momento. Isso é sensacional. O problema é quando necessariamente ele associa que ele só vai conseguir se ele
tiver demonstrando essa autoeficácia ou se alguém estiver validando essa autoeficácia. Aí lascou. Por quê? Porque muitas vezes ele vem com um discurso de eu só consigo fazer se eu ver resultado. Eu só consigo me motivar se eu ver que tá dando certo. Eu só Consigo fazer as coisas no momento que tiver tudo certinho para eu fazer. Então eu vou começar mês que vem porque aí a conta tá aqui, meu filho, não sei das quantas tal. E outra, quando ele começa a fazer, todo dia ele posta no Instagram e #tago. É isso aí, foco, vida saudável.
OK. Não tem problema nenhum, tá? Ótimo. Mas se nós formos pensar, por exemplo, num indivíduo que já treina há 10 anos, tá bem? O cara faz exercício 10 anos e aí será que ele coloca, por exemplo, no Instagram: "Uhu! Hoje é meu dia 3.651 #3 não é #s vai. Então, a gente precisa de fato entender sim que o incentivo é importante, mas que de algum momento eh esse indivíduo ele não tenha a associação de que ele só vai conseguir fazer algo sendo validado. E o mais importante, na minha opinião, agora, fazendo uma alusão também à
terapia medicamentosa, ele só acredite que ele só vai conseguir se ele tiver tomando os análogos de GLP1. Ele só vai conseguir Fazer se ele tá tomando o Zenpico, Saxenda, um monjauro, porque ele cria uma conexão psicológica que, tipo, eu não consigo, mas se eu tiver com a medicação, aí eu consigo. Quando na verdade a gente entende o quê? que é um processo de redução, por exemplo, do principal tecido pró-inflamatório que ele tem. Isso tá inflamando ele. Se tem uma coisa que inflama, uma das únicas é excesso de tecido expulso. Então, por isso que eu falo
que dieta Antiinflamatória é aquela dieta que permite, primeiramente reduzir o principal gatilho pró-inflamatório. Se num momento do protocolo de etéri Coca-Cola zero, nesse momento a gente precisa reduzir esse percentual de gordura, que é o principal gatilho, e ir desmamando isso. A gente não tira, por exemplo, o tabagismo de alguém de um dia pro outro, fala: "Não pode mais, vai te matar". Mas progressiv, a gente tem que desmamar isso até o ponto da gente virar E falar assim: "O que que a gente pode fazer talvez para viver sem usar refrigerante ou sem usar a qualquer outro
tipo de substância". E aí a gente começa a entrar numa relação muito importante de entendimento dessas variáveis, entendimento de tudo aquilo que influencia o todo e no entendimento que progressivamente a gente vai modificar um determinado entendimento sobre algo que esse indivíduo, ele mesmo, por si só entenda o que tá Acontecendo com ele. E se por um momento, numa sexta-feira, ele vai lá e fala assim: "Nossa, eu vou encontrar o pessoal e o pessoal vai comer um hambúrguer". Caramba, faz 10 anos que eu não vejo esse pessoal, mas eu tô em dieta, eu não posso comer
esse hambúrguer. Ele não entendeu ainda a alta eficácia de que não, hoje eu vou comer, tá tudo certo, eu sei que eu vou comer um pouquinho a mais, mas amanhã eu volto e faço a mesma coisa e tá tudo Certo. E isso não vai fazer todos os meus resultados irem por água abaixo. Por quê? que eu tenho controle sobre o que eu tô fazendo. Então esse indivíduo, ele tem a autoeficácia de entender o que tem que ser feito, se permitir também, mas não talvez sucumbir a essas contínuas permissões. Porque se nós formos analisar uma progressão
do emagrecimento, os estudos sugerem que quando o indivíduo tá próximo do objetivo dele, é onde ele começa a ter o O que a literatura chama de atos desinibidos. atos desinibidos. Então, a desibinição em relação ao controle de se fazer algo, não tá tudo dominado, já perdi 10 kg, já sei o que tem que ser feito, então pera aí, deixa eu comer esse biscoitinho de nato com uma coxinha aqui e tal. Enfim, então paraa motivação, a gente precisa entender o processo como um todo, pra gente se automotivar, entender também que a gente não pode ficar vulnerável
à necessidade De recompensa ou validação para que as pessoas digam algo e a gente nos motive. Então assim, é um âmbito importante pra gente entender, contextualizar e intervir adequadamente. Muito bom. Muito bom. Eu tenho uma teoria e o você pode respeitosamente discordar dela. Deixa eu te fazer uma pergunta, Santiago. Hora que as pessoas vão, elas elas estão em busca de emagrecimento, tá? Então assim, a pessoa de fato, ela procura um profissional. É tudo que eu já li sobre Meta na minha vida, meta de trabalho, meta de dinheiro, meta de amor, de tudo, você tem que
ter pequenas metas e ganhar ela primeiro para depois ir pra próxima. Eu vou brincar isso no Crossfit. A minha meta desse ano é fazer um toast bar. Enquanto eu não bater o pé na barra 10 vezes e voltar, eu não posso pensar num barmaap. É burrice, é loucura, é insanidade e tal. Aí eu vou fazer duas colocações que eu ouvi ontem no podcast. Nem contro, mas eu achei muito Bonitinho. Quando o Léo era criança, o biotipo do superherói era o homem- aranha. O meu biotipo aqui é meio do Homem-Aranha, mas não. Agora em 2025 o
biotipo do homem é o Thor, velho. Fodeu. Aquele biotipo lá não dá para pegar, cara. O Chris Hamilsworth, ou ele usa droga ou ele é muito diferente mesmo. Ele é o homem mais bonito do mundo. Pras mulheres tá acontecendo a mesma coisa. É uma, gente, por favor, não tô querendo fazer discurso não. A pressão estética é Desgraçada. é abdômen cortado, quase masculinizado. Aí você fala: "Não, não devia ser isso". Aí, resumindo, para para dar a palavra pro expert, 5% de perda de peso corporal dá uma porrada de benefício cardiovascular em saúde. Não t premeado aí
hoje. É, eu tô com um cara cortando grama aqui. Eu não sei se vocês tá ouvindo barulho? Nada. Ótimo. Beleza. Tá bom. Ô, gente, eu vou ficar com o microfone perto aqui, tá? Ele fica escondido, tá? Quem tá no YouTube, mas Eu eu vou aparecer. É porque o cara tá aqui na janela cortando a grava. Não, tá, tá tranquilo. Pergunta para você, Santiago, será que na hora de montar meta de atividade física, metas do psicólogo que vai ajudar esse paciente, meta de de sabe, não tem que ser a mesma, cara. Fala, vamos pegar essa cara,
vamos focar em perder 3 kg, depois a gente conversa. Faz sentido o que eu tô te pedindo? Foi total, total. Então vamos por partes, Né? Eh, primeiramente, então eu adoro, né? Eu sou, não parece, mas eu sou, eu gosto do, do universo nerd, né? A primeira coisa, talvez a, se as pessoas três faculdades, um doutorado, eu adoro. Primeira coisa, se você usa o Thor como referência, você já tá errado, porque o Thor é Deus, ele é um sem ele, então a gente tá falando de um Deus, então você é um homem. Então, já começa por
aí. Então, já começa por aí. No ponto de vista também fazendo um adendo. Que bom, quer dizer, menos mal associar o autor e talvez não associar o Hul, né? Então já estamos ganhando alguma coisa aí. Mas beleza, do ponto de vista atribuído a essas relações de idealização estética, eh eu tive oportunidade, eu tenho até uns papers publicados sobre isso, eh, de imagem corporal, insatisfação corporal, né? Então, a idealização, a projeção a da estética ou até mesmo a projeção a do a da imagem a eh desejada é algo muitas Vezes atribuído ao que você gostaria que
as pessoas talvez te validassem ou a alguma maneira de fazer a fazer sentido, não, eh, ter presença num ambiente e ser socialmente cortejado ou aceito. Então, nós sabemos que nós somos seres sociais, muitas vezes em função dos nossos atos serem condicionados pelo que a sociedade talvez influencia. E nesse e nesse ponto justifica também a relação, infelizmente, do da questão estética paraa mulher muitas vezes é maior por Conta do machismo, do sexismo e por aí vai. Então, quando a gente tá falando nessa perspectiva, a projeção muitas vezes as pessoas estarem ah querendo uma estética é a
idealização, talvez porque daquele momento da por estar daquele jeito, elas vão ter patrocínio, elas vão ser cortejadas na mídia social, elas vão conseguir dar aula de mentoria, elas vão conseguir ter os grupos, vai conseguir vender curso, vai conseguir a ensinar os outros a ganhar dinheiro. Por quê? E Principalmente também quando a pessoa trabalha com o meio fitness ou meio de saúde, porque de certa forma há uma associação cultural de que se esse indivíduo traz consigo essa estética, então ele consegue fazer em todo mundo. E isso a gente nem tá avaliando o que ele usa ou
talvez o que ele fala que, enfim, mas vamos voltar. Então, metas atribuídas à manutenção do comportamento. A, o que a gente tem na literatura, sim, a nós temos na Literatura o que os objetivos são importantíssimos para que a gente consiga ser motivado. Então, na motivação que eu falei para vocês, a gente pode fazer a um uma flechinha falando das relações entre estabelecer metas de curto, médio e longo prazo. Só que aí a gente entra numa numa intersecção com o conhecimento. Metas precisam estar interligadas também com conhecimento. Conhecimento de quê? Quanto eu preciso de défic calórico
para Reduzir 1 kg de gordura? Os estudos sugerem que na fase um a gente precisa de um défic calórico de 7700 kcalorias e na fase dois por conta da adaptação metabólica 9.500 00, porque para cada quilo que a gente perde, a gente aumenta o apetite e reduz a taxa metabólica. Ou seja, pra gente continuar emagrecendo, a gente precisa ainda mais ter um défic calórico. Bom, quando a gente tá falando das metas de curto prazo, quando você pergunta pro teu, quer dizer, o teu Paciente ou alguém que queira emagrecer, fala assim: "Santiago, eu quero emagrecer 20
kg. Eu preciso emagrecer 20 kg porque agora eu preciso emagrecer, porque eu acabei de ir no médico e o médico falou: "Se eu não emagrecer, eu vou morrer". Agora sim eu vou emagrecer. Antes eu acho que não tinha vontade de emagrecer, mas agora o médico falou. Então a gente tem associação de uma figura cultural que pode ter mais importância em relação Aos demais profissionais. Essa é uma das primeiras coisas, né? Porque o doutor falou, né? Beleza, mas o doutor tem que ter, enfim. Aí o que acontece quando a gente tá pensando nessa relação que esse
indivíduo traz com 20 kg, a gente precisa perguntar para ele: "OK, 20 kg?" Mas em quanto tempo você acha que conseguiria emagrecer 20 kg? A, se a primeira resposta dele fosse assim: "Ah, o mais rápido possível, já tô tudo errado." Porque se você não tem a Quantificação ou talvez a comparação das métricas, já tá tudo errado, porque o nível ah de a vontade de obter esse objetivo, né? Ah, é muito alto, a expectativa é muito alta. E a expectativa alta só vai minar muitas vezes a frustração. Então esses esses esses objetivos precisam estar conversando com
as potencialidades e o que pode ser feito. Então se esse indivíduo traz essa fala já tá errado e você como profissional já intervém. Não, Nós não trabalhamos com respostas vagas aqui. Nós trabalhamos com dados e objetivo e dados e métricas. OK, Santiago, 20 kg a um mês. Então, bom, vamos lá. Por que que a gente tá falando grau de expectativa alto com uma associação de emagrecimento não proporcional ao que a literatura e o conhecimento nos traz? Perfeito. E aí, ou seja, eu preciso desse conhecimento para saber se essa meta é factível ou se eu permito
isso ou Se eu vou instruir meu paciente naquele momento. Não, não, não. 20 kg em um mês não vai dar. Ah, mas eu quero que Não, não, não. Eu engole o choro para. Vamos voltar, vamos voltar. Santiago, desculpa, fulano, quanto tempo você acredita que conseguiria 20 kg, mas de uma maneira que você consiga suportar? Por quê? Porque se eu fizer jejum todo dia, 24 horas, eu vou ter um déficit calórico de 2400 kcalorias. Se eu juntar essas 2400 de não comer nada, eu não vou Nem entrar no mérito de falta de vitamina, de queda de
cabelo, de um indivíduo tá prostado, enfim, mas ele não vai conseguir isso. Então, matematicamente falando, a gente tem que entender o todo. E aí quando você explica para ele, que ó, matematicamente falando 20 kg, talvez então a gente tá pensando num tempo maior. Se a gente pensar então 20 kg, uns 6 meses, 8 meses, isso faz sentido para você? Aí ele vai falar Assim: "Ai, ai, assim, é isso." Então a gente já vê o quê? Que esse indivíduo ele não tá entendendo ou talvez ele ele ele ele precisa melhorar o entendimento da coisa. Só que
ao mesmo tempo ele fica vulnerável alguém que vira, fala assim: "O Santiago falou que você só vai precisar de uns se meses para emagrecer 20 kg, né, rapaz? Espera, eu consigo te emagrecer 20 kg em 40 dias aqui. Vem cá. E ó, clica aqui que você vai saber mais. E é isso que aí você pega a dor, você Pega a fragilidade, você pega a promessa e viabiliza muitas vezes de fato o que deve ser feito. Então essas metas de curto prazo, elas precisam ser compatíveis com a realidade do indivíduo. Ou talvez você pergunta para aquela
pessoa o que talvez ela traz consigo a respeito do entendimento do fenômeno. E aí a gente pega também muitas vezes nessa fala um efeito que é incrível que a literatura nos chamam de efeito Daning Ker, Ding Krueger, né? Que É basicamente quanto mais confiança o indivíduo tem em alguma coisa, menos ele sabe sobre aquilo. Quanto, ah, mas eu sei porque eu estudo na internet, eu sigo falando de tal, falei: "Pronto, lascou". Então eu preciso entrar nesse momento, falar assim, ó, não é isso, tal? E já cortar naquele momento. Por quê? Agora pensando como principalmente nutricionista
e personal trainer, é um nutricionista e personal trainer e por mais o personal trainer eh quando ele tá Dando treino, todo mundo tá vendo o trabalho dele. Todo mundo tá vendo trabalho. Um médico ou às vezes um profissional ele atende no consultório, às vezes ninguém vê o trabalho dele. O personal trainer todo mundo vê o já fica vulnerado. O segundo ponto é na consultoria outra vez você prescreve o treino pro aluno. O aluno pega teu treino e fala assim: "Ô fulano, dá uma olhada no treino que o Santiago passou para mim, vê se esse treino
tá legal e a Maioria pega, né? Não vou entrar nem se é antiético ou não é? Eu não faço isso. Mas beleza. Eh, aí o cara pega fal assim: "Ah, não, pô, que isso? Tem que gastar caloria, não tá?" Mas gastar caloria às vezes com glúteo médio inibido, entendeu? O cara não sabe, não tem uma devolção, a marcha toda a de síncrona, né? Não tem sincronicidade, tá todo tilt pélvico. E aí você fala: "Não, vou ajustar isso aqui, melhorar tal para depois a gente ir." Essa é a proposta. E Aí o cara pega o seu
treino, mostra pro outro, fala assim: "Que isso? Você tem que emagrecer, não tem nem aqui um volume maior" e por aí vai. E o nutricionista, ele precisa o quê? Na hora que ele identifica isso, ele precisa intervir, porque ele, o paciente vai pegar a dieta e vai mostrar pros outros. Ó, minha dieta aqui que o Santiago e n pelo amor de Deus. Ele colocou leite na dieta. Ih, ele não sabe que o leite é inflamatório. Poxa, ele Colocou alface, alface, pelo amor, alface deixa brocha, alface reduz a Que isso? Tá, vai ficar bro. Que que
é isso? Não pode. Pera aí. E aí, meu amigo, lascou tudo. Então, nesse momento, você precisa de fato ensinar o cara e muitas vezes você vem com Dan Kuger alto ou até mesmo e virar e já aconteceu muito comigo, eu falar: "Meu querido, não tem problema nenhum, eu vou fazer o estorno do teu pagamento eh, eu vou te indicar talvez para um profissional que eu acho Que é o que você ah está querendo, porque eu não eu não tenho essa habilidade, eu não trabalho dessa maneira, tá tudo certo. É, eu sou limitado em relação a
isso, mas talvez o outro profissional vai talvez indicar o melhor caminho para você. Então, toma aqui, não tem problema nenhum. Então eu faço isso profissionalmente, eu prefiro do que talvez sentir que esse indivíduo vai estar vulnerável às vezes algo que ele quer uma expectativa muito alta e Consequentemente ele vai ficar mais chateado, vai retroalimentar ou talvez não vai ter nenhum gatilho ou de fato algum evento que faça ele ressignificar aquilo que ele acha que sabe quando na verdade tem uma. Ou então é muito interessante, eu falo assim: "Eh, arroz, feijão, carne, salada é dieta?" Aí
o cara não, isso não é dieta. Eu falei: "Não é dieta". É, é dieta. Então a dieta pode ser arroz, feijão, carne, salada. Pode. É só ajustar ele. Eu achava que Dieta então tinha que comer batata doce, brócolis. Falei: "Não, caramba, mas eu vou emagrecer desse jeito". Eu falou assim: "Faz o seguinte, me dá pelo menos 30 dias fazendo exatamente o que eu Não, não, mentira. Me dá 10 dias. 10 dias fazendo exatamente o que a gente tá fazendo. Se você não emagrecer 1 kg, não emagrecer do 1 a 2 kg, aí a gente muda.
Mas me dá essa oportunidade, dá aí você ajusta aqui, tira, reduz sódio, reduz aqui e tal, reduz o refrigerante, tal. Em 10 dias o paciente chega falou assim: "Santiago, 2, kg na balança, caramba". Então quer dizer, então com arroz, feijão, carne, salada pode emagrecer, pode. Pronto. Aí você fala assim, vamos mudar agora nosso pensamento, vamos de fato sentar, acalmar a emoção e agora você escuta o que eu tô falando. Agora eu escuto, Santiago, porque agora, de fato, eu vi que fazer o básico, entre aspas, que eu achava que era o básico, funciona. Então, metas de
curto, médio, Longa duração, mas que sejam proporcionais e factíveis. Então, quando esse indivíduo traz consigo 20 kg, mas eu dou um ano para isso acontecer, falei: "Ah, então fechou". Você tem noção de quanto é o processo e provavelmente a gente vai ter bons resultados em relação a isso. Legal. Ótimo. Excelente. E você falou uma coisa muito legal assim, eh, muitas vezes, né, do efeito da curva do dano crugali é que as pessoas eh nas três horas que você Trabalha, né, na na atividade física, na nutrição e na psicologia, o que mais tem, principalmente no ambiente
que seja em academia ou ambiente de pessoas tentando treinar, são prescritores que não tem nenhuma formação para aquilo. Todo mundo tem um conhecimento, todo mundo já escutou algum segredo e tenta modificar. Tem tem hora que assim, tem gente que pede para olhar e dar palpite, mas muitas vezes ele nem quer o palpite. Na hora que você comenta assim: "Não, eu Tô seguindo um plano". Não sei que a pessoa chega e te tenta convencer que aquele plano é melhor, mas você vai comer batata, você vai comer isso, mas isso não emagrece o arroz, o feijão e
começa a te colocar neura e dúvidas que você fica assim: "É, né? Eu vou ajustar com a sua opinião. Aí ajusta com outro, ajusta com o outro, de repente não tá fazendo nada com nada. Isso acontece muito. Então, a importância de de educar o paciente. E eu tô te ouvindo falar Aqui, Santiago, assim, eh, da tristeza que eu vou sentindo assim, né? Que eu fico pensando assim: "Olha que aula que o Santiago tá dando e para conseguir ensinar e educar esse paciente, a gente precisa de tempo, tempo de conversar, explicar e ensinar e ensinar e
mais uma vez e escutar". Não, não, você entendeu um pouquinho errado, vamos ensinar de novo. E a gente vê que, infelizmente, cada dia mais, assim, as consultas pequenininhas, o tempo, o profissional Correndo para atender mais pessoas e a gente esquece da importância de certificar com nossos pacientes se eles realmente entenderam o porquê daquela prescrição, o porquê daquele plano, escutar novamente, falar novamente. Eh, e a gente, talvez, a gente vê falha por falta desse tempo, né? Então, perfeito. Eu, e, ó, eu sou um cara pegando a tua fala e fazendo meia culpa, eu sou um cara
extremamente crítico. Extremamente crítico com quem? Comigo. Na minha Limitação da minha vida. Muitas vezes em fases da vida, dos quais eu passava o dia inteiro estudando. E como, né, um mero mestrando, um doutorando, que a gente às vezes tem a bolsa, né? Você fala assim, [ __ ] tô rico, não tinha nada. tem 1500 conos agora de bolsa de mestrado, fala: "Caraca, eu tô rico". Só que aí às vezes você vai minando todo dia no laboratório, tal, estudando e às vezes fala assim: "Caramba, eu não tô conseguindo eh financeiramente atingir o Que alguns outros colegas,
não tirando o mérito deles, que eu acho sensacional, mas naquele momento eu, com as minhas limitações, com o meu perfeccionismo e talvez com as minhas crenças limitantes, eu começava a projetar nos outros uma raiva que era nutrida em mim mesmo." E aí quando eu tô falando dos profissionais em que às vezes o profissional às vezes fala: "Pô, é difícil, tal, não sei que lá". Eh, eu sempre faço a meia culpa, né? Eu falei Assim: "O que eu não estou conseguindo a atingir as pessoas?" E assim, mas tem que entrar numa condição que seja funcional, porque
se eu entrar num loop internalização e achar que eu sou, não tô conseguindo ou então que eu não, e aí eu começo talvez a ter menos energia ou sair dessa missão, né? Sucumbir essa missão. Vão falar, eles não vão me escutar, não vou ensinar, o paciente não escuta mesmo. Isso aí. Então, manter comigo um mantra todo dia eh, de Agradecer e saber que é mais um dia que eu posso ajudar as pessoas, é mais um dia que eu já tô no lucro eh de tá tendo a oportunidade de transformar o mundo eh de alguma maneira,
deixar um legado para pros próximos e não esquecer a tua própria missão. Uhum. Isso, por mais que eu esteja debilitado, por mais que você entre na minha na nas minhas mídias e todo dia você vai ver pessoal me xingando, né? Cadê o shape? treinou quem? [ __ ] fulano de tal tem mais de 3 Milhões de seguidores, você falando e enfim e tá tudo certo porque eu vou sempre lembrar qual é a minha missão, meu propósito. Então assim, quando eu lembro qual o meu propósito e de fato a que eu já tô no lucro, então
muitas vezes quando eu falo fal assim, caraca, ninguém, pô, o pessoal não tá querendo, né? Não, calma, calma, vamos continuar, respira, calma. Eh, eu tô tentando, eu tô, talvez, eu tô mostrando de fato uma coisa minha e eu tô projetando talvez Pros outros inviabilizando as possíveis possibilidad as possíveis possibilidades, é ótimo. As possibilidades de resolução do problema. Eh, eu, eu acho que o Santiago tava vendo aqui agora. Santiago, abri meu celular aqui para ver as perguntas que vieram. Eu tô com uma ideia de um episódio dois que nós vamos elencar uns uns hackzinho para ver
se ele para se ele se ele respeitosamente concorda ou discorda, porque eu acho que irrita esse Cara aqui. Não que não nos irrite, mas deve irritar mais quem trabalha comagrecimento. É o hackzinho. Eu vou te ensinar o truque dos sete copos de água, eu vou te ensinar o truque do fulano de tal. Ah, e aí o hackzinho é show de bola. Por exemplo, as pessoas interpretam, por exemplo, os análogos de GLP1 como se fosse um hack. Eu não acho que é hack. Eu acho que é uma outra coisa, é uma proposta terapêutica baseada em evidência
que várias pessoas Não toleram que é caro para [ __ ] e que ela não sozinha ela vai levar, mas ela pode ajudar muitas pessoas. Eu não acho que é hack, eu não acho que bariata que é hack, corta de caminho, nada, nada pode ser julgado com esses caras. E se parar de tomar vai recuperar o peso, vai recuperar tudo de novo também. Deixa eu fazer uma pergunta porque a gente já tá no andar da hora que sabe por quê que me preocupou a Lu? Acho que a Lu nem viu. Ah, tô presando. Sem brincadeira,
meu Brother. Tem umas 50 perguntas aqui, várias te elogiando, te mandando os parabéns. Parte dois. Vamos fazer a parte dois. Mas tem uma palavra aqui que apareceu acho que em 10 perguntas que nós vamos fazer um episódio sobre isso, mas esse cara pode nos ajudar a dar uma informação legal. mulheres na menopausa ou império menopausa. O o não quero hack não. Todas perguntam se muda a estratégia, o que que tem que ser olhado também. Eh, porque de novo, cara, a nós Temos pessoas 40 a mais que estão começando a chegar lá, que os hormônios estão
começando a modificar, tá acontecendo uma outra coisa na vida dessas pessoas. E foi bizarro, talvez a característica do meu perfil. Meu perfil 75% é mulher, 35 mais. Esse é o perfil do que serve o Léo. E aí é claro que essas pessoas elas se identificam muito com a Lu também, vida de verdade. Aqui não tem casal do que fica mostrando, tá? Meu filho é lindo e tal, essas coisas. Carro caro, eu mostro, ele é lindo. É, os filhos são bonitos mesmo. Mas mas é só, né, Lu? Então assim, eh eh eh no mundo real, cara,
o que que você pode dizer para ajudar as as pessoas com menopausa ou próximos de Perfeito. Se eu mencionar talvez algo que não vai gerar gatilho, então talvez eu não tô usando o sistema contra o sistema, então eu vou precisar usar, tem que ser maquiavélico, né? Tipo cavalo de Troia, né? Porque a primeira coisa que a gente precisa fazer É, se eu disser que a gente tem um estudo, né, a publicado e mostrando que basicamente uma relação entre redução do metabolismo até os 65 anos, que na minha opinião é um dos melhores, um dos maiores
estudos já publicados sobre o tema, que mostrou que a variação entre redução do metabolismo em função da idade, ela não acontece a ponto de ser significante e dizer talvez que o metabolismo cai, há uma queda do metabol, não tá Só que algumas questões Precisam ser analisadas. Siago, eu posso ter muitas vezes uma insuficiência tiroidiana, talvez influenciando isso. Isso é bem interessante. As pessoas acham que a tireoide ela reduziu a atividade por eh por por conta genética, alguma coisa assim. Na verdade, qualquer órgão eh que nós temos ou qualquer glândula eh em função do excesso de
peso, em função da adiposidade, ela reduz a eficiência de liber de produção e liberação hormonal. A gente tem um dos Principais órgãos que a gente evidencia isso, que é o pâncreas, mas estudos sugerem que outras gandas, como a própria tireoide, ela sofre uma redução da eficiência, não por conta eh talvez de ela parou de funcionar e aí esse indivíduo começa a ganhar peso, não. Ela com ela parou, ela tá reduzindo a eficiência porque ela está sendo vulnerabilizada pelo excesso de tecido adiposo também. E existem outras condições também, mas pronto, vamos, Vamos por parte, vamos voltar
aqui, OK? O que que acontece se nós perguntarmos paraas nossas queridas, ilustríssimas amigas, né, em relação muitas vezes ao comportamento a que tinham com em 20, que tinham com 20 anos, compar, a gente tem o mesmo comportamento. Ah, não sei, tem que avaliar, OK? O seu número de passos é o mesmo, o teu sono é o mesmo. Hoje a gente tem na literatura, eu já falei isso, que o sono é o principal agente psico Neuroimunoendócrino. Psico neuroimunoendócrino. Eu tava só no neuroimuno endócrino. Aí eu fui num num evento em Brasília e eu vi que ah
já tem esse termo na literatura. Psíquico. Por quê? Porque quando você reduz sono, você aumenta a ansiedade, você aumenta a reatividade, teu intestino prende, a tua recuperação reduz. Então, primeiro ponto é, será que é uma pergunta que eu faço para vocês, minhas queridas ilustríssimas companheiras, amigas, Ilustríssimas, queridas que estão nos assistindo? Será que a as atividades que eu faço hoje elas estão exigindo mais? Ou talvez eu não estou mantendo a o mesmo nível de atividade física que eu tinha antes? A minha recuperação, ela tá sendo reduzida porque eu não tô conseguindo dormir pelo menos 7
horas. O meu sono de qualidade ele está reduzindo, eu estou sentindo que eu tô mais irritadiça, eu tô sentindo que o meu intestino tá ficando mais preso? Eu Tô sentindo que eu tô mais ansiosa. Eu tô tendo mais vontade de comer doce, especialmente na fase lúa do ciclo menstrual. É o que a gente chama de craving. Então são a talvez hacks ou pistas. Pistas não, sinais. que eu estou perguntando paraas minhas queridas amigas se isso tá acontecendo, mas eu não quero tirar, isso é muito importante, a ideia de resolução do problema, porque tá parecendo tipo
assim, não vai fazendo, não, eu estou Estendendo a mão pra gente analisar e avaliar se isso tá acontecendo ou qual é o caminho até mesmo hierárquico que nesse momento da vida é primordial para você. E eu particularmente vejo hoje como manejo de ansiedade o principal fator atribuído a isso. Por quê? Porque uma pessoa que escuta na internet que tipo mulheres 40 mais você não tá emagrecendo, é porque você tem um problema metabólico em função da disfunção atribuída ao ciclo de Netuno e Urânio, que traz uma energia que bloqueia o teu metabolismo. Então, é por isso
que você tem que pensar nessa condição, porque, enfim, e aí ela às vezes fica vulnerável e fragilizada ou até mesmo mais ansiosa, porque ela tá sendo exposta a mensagens contínuas que estão internalizando que, meu Deus, então é por isso, ah, então é um bloqueio, não é inflamação, mas é inflamação oculta, você não vê essa inflamação. são os chenobióticos e os Disruptores, os disruptores endócinos que você respira e ao respirar bloqueia o metabolismo. Então, ah, é interessante você eh se você quer emagrecer, use máscara, porque aí você reduz a respiração e filtra talvez alguns agentes que
no ar podem estar bloqueando o teu metabolismo. Então, assim, as pessoas falam: "Ah, então é por isso". Brincadeiras à parte, né? Eh, a gente precisa contextualizar tudo para de fato dentro dessa perspectiva de qual que é o Teu volume de treino semanal, quanto de carro você tá fazendo, quanto de vegetais você tá consumindo, qual é o tempo que você tá conseguindo dormir com qualidade, você tá tendo despertares noturnos? Se sim, será que se a gente possa beber água até 18 horas para reduzir talvez a chance de você levantar, ir ao banheiro e voltar e não
conseguir dormir? Será que a higiene do sono tá acontecendo? adequadamente ao fato de você levar trabalho pra tua Cama, não tá controlando a temperatura do teu ambiente ou talvez de alguma maneira não tá fazendo a organização da janela da cafeína, porque muitas vezes quando você não tá recuperado, a primeiro artifício é o quê? Cafeína. Café. E isso para mim é isso é um gatilho que identifica o quê? Se eu tô precisando muito de café, isso justifica que algo não está recuperando adequadamente. E também posso estar de uma maneira geral usando isso ao meu Favor, não
tô julgando, tem problema, mas contenção de dano. Até que hora eu posso tomar meu cafezinho para que eu entre uma janela de café de até 9 horas, né, e eu consiga dormir essa janela. Então, a identificação desses fatores é importante. Se Thiago, meu intestino não tá funcionando adequadamente. Opa, pera aí. Então, a gente precisa analisar quais são os alimentos que a gente pode estar consumindo, até mesmo por quê? Porque às vezes a pessoa nem sabe que Ela tá tendo flatulência, ela tá tendo gases por conta às vezes de uma sensibilidade intestinal atribuída ao que a
gente chama de FODMAPs, que são os alimentos fermentativos, como cebola, alho, até batata doce, banana, própria aveia. A, por um lado, a gente tem a betaglucana, que auxilia muito no controle de colesterol, mas por outro lado, pode ser em função da fermentabilidade, talvez a aveia nesse sentido pode ser substituída por outra, Como vegetais verde polosos. Só que acontece, as pessoas não sabem disso e talvez ao identificar que a ve estufa muito fala assim: "Ah, inflamação, isso é inflamação". Não, isso é fermentabilidade. Então, a partir daí, talvez uma pessoa que está vulnerável, mais 40 a comer
algo e sentir que tá com estufamento e escuta que é por conta da inflamação, ela vai achar que essa via de inflamação talvez é o que justifica a redução do metabolismo como um todo ou Até mesmo todas essas perspectivas. Então, gradualmente a gente precisa, de uma maneira geral entender todo o contexto, eh, ter tranquilidade, não julgar e analisar o contexto como um todo para que não caia eh, talvez numa armadilha. Eu falo armadilha porque muitas vezes a sedução de que, ah, você precisa colocar mais hormônio para dentro, você precisa colocar mais hormônio para dentro, mas
será que não é o próprio hormônio que não tá Funcionando? E se não é o próprio hormônio que não tá funcionando adequadamente, o que talvez está reduzindo isso? A gente sabe, por exemplo, que a relação entre cortisol e testosterona, ela basicamente ela se faz o quê? Não é a testosterona que tá baixa, é muitas vezes é o cortisol que tá mais alto. E esse cortisol tá mais alto em repouso. Por quê? Porque esse dia não dorme adequadamente, ele não recupera, tá estressado, tá à base de Cafeína. E eu tô falando cafeína para não falar outros
estimulantes que estão hoje liga e desliga, né? Vemvância hoje é mato, né, que tá tendo aí. E aí liga com VVAN e desliga com os opd. Então o que que acontece? Às vezes o cara acha que o cortisol que tá lá em cima, desculpa, o a testosterona que tá lá embaixo quando é o cortisol que tá lá em cima. Então se ele ajustasse tudo para vir reduzindo esse cortisol, que é um hormônio que te deixa vivendo, é Hormônio de sobrevivência. Seu corizol não é vilão, é você que não tá se organizando e colocando a culpa
nele. Então, se você consegue se organizar e a ponto de relaxar, recuperar, ajustar tudo, a sua texto continua do mesmo jeito, só que você tá reduzindo o outro hormônio, talvez que tá de alguma maneira te fragilizando ou não deixando você recuperar adequadamente. Só que muitas vezes a venda é a seguinte, ó, cortisol é mais difícil abaixar porque Você vai ter que mudar muito a sua vida, né? vai ter que mudar, vai ter que treinar, vai ter que se organizar para dormir, vai ter que comer direitinho, vai ter que não sei que lá. Então faz o
seguinte, já sobe o o a testosterona com a modulação, porque aí o que acontece? você consegue ter um rate. Só que a gente sabe que o custo até mesmo de deslipidemia do cortisol ou também dos outros fatores é um fator que deve ser levado em consideração. Então, enfim, se Eu pudesse dizer ah algo que faria sentido aqui aproveitando esse veículo, eu acredito que poderia ser essa a minha resposta. Fechou? E eu, como uma mulher que vai fazer 45 anos esse ano, eu tenho que tomar fala e falar assim, eh, porque a dor da pergunta é
minha, é, é de todas nós mulheres com essa idade, porque assim, eu não vou esquecer isso, não vou esquecer mesmo. Assim, que eu falei, nu ganhei um toco gravando para Débora Mossa. A primeira vez que a gente Perguntou isso foi engraçado que a gente tava aqui falando, eu empolgada, eu fui e falei assim: "Não, porque nós mulheres a menopausa, metabolismo cai e é é fala tão enraizada culturalmente que até eu como pesquisador que trabalho com dado e não conhecia esse artigo que você mencionou hoje de novo, é uma fase que todo mundo fala que quando
tá chegando a menopausa as mulheres acima de 40 anos ou metabolismo vai cair, a gente parece que nasce com essa frase. E eu soltei Isso e a Débora tomou na hora. Falou: "Não, Lu, vamos parar." E ela apresentou esses dados e ela falou. E aí foi legal assim que aí eu junto a fala sua do início, o quanto que informação e conhecimento é importante. Porque eu fico pensando assim, eh, a gente não para para analisar assim, é muito mais fácil, porque é idade da nós mulheres e talvez as mulheres que estão me escutando aqui, que
a maioria das nossas seguidoras vão pensar assim: "É tanta Transformação que acontece com o nosso corpito?" Porque assim, é assim, a menopausa tá chegando, tá tudo mudando e a gente já fica assim, toda mulher já fica na expectativa dos forgassos, dos sintomas, não sei quê. É tanta coisa que a gente já fica em alerta que a gente vira uma presa muito fácil. É muito fácil a gente não parar para pensar nisso que a Débora mostra a primeira vez que me fez pensar assim, nós ela começou igualzinho, você foi muito legal. O cara Falou assim: "O
nível de atividade, o son lá lá é tudo igual com 20 anos atrás". Eu [ __ ] não, não é por a gente tá numa fase produtiva, a fase mais produtiva para as mulheres que trabalham de crescimento profissional, lá lá lá, os filhos pela nova geração, que antigamente minha mãe com 45 anos, ela me lembrou esse dia, eu tava já quase saindo da faculdade e hoje eu tenho filho de 5 anos. Então meu tava assim, a diferença de eu est formando e Casando com a minha mãe de 45 anos e eu com bebê de cinco.
Eu chamo meu filho de 5 anos de bebê ainda. Então assim, o tempo não é outro, porque uma mãe que tem duas crianças em casa, cuidar de casa, filho, trabalho, carreira, mais as mulheres com hormônio competindo com você aí na rua, é muita informação. Então é muito mais fácil a informação vir de fora, alguém falar igual você brincou que a propaganda é essa, você mulher mais de 40 não Emagrece, tá engordando, não sei quê. E alguém chega e falar assim: "A culpa é da testosterona, a culpa é da inflamação, a culpa". E você fala assim:
"Ei, isso acontece comigo". Do que você parar de pensar que a sua rotina não é a mesma mais. E talvez não é metabolismo, que é muito fácil para metabolismo e é muito legal essa informação, porque só quando você escuta ela pra primeira vez que você fala assim: "Caramba, é mesmo?" E aí, olha que legal, desde o episódio Da Débora, eu sempre usei relógio. Hoje eu tô com ele, como ele tá lhe carregando, eu tirei. Eu eu não tava usando mais, eu não tava monitorando nada mais. Vou monitorar não, deixa a vida leve, livre, solta. E
aí eu falei: "Não, eu vou voltar a monitorar". até para ver a nível de atividade físico. Você falou assim porque eu perdi a noção de realmente quantos passos eu tava andando, se eu tava alguns dias ativos e os dias que eu ficava aqui gravando, Quanto tempo que agora eu tento falar assim, não, eu tenho que tentar assim, eu não vou ocupar o meu metabolismo mais, eu vou fazer minha parte, eu vou tentar reduzir o estresse, eu vou tentar faz tentar eh voltar a dormir melhor, voltar a mantar um tipo de atividade mais alto para tentar
parar de culpar o metabolismo. Então assim, a importância da sua fala e dá até vontade de pegar a sua e da Débora que bate, dá para fazer um corte. Dá para fazer um corte, sim. Eh, porque infelizmente aí eu falo realmente ou mulher no lugar de fala que infelizmente a minoria das pessoas passam essa informação que você acabou de passar, que te chama a mulher paraa xixa e fala assim: "Ei, para aí, para, para, você escuta e tipo mostra assim". E não trazendo culpa pra gente, mas mostrar assim, não vão culpar seu corpo, sua metabolia,
seus hormônios, não. Vão ter, vão trazer a realidade que tem coisas que é adaptável. Basta a gente Parar para pensar e você fica assim, é mesmo, tá muito mais dentro do meu controle do que daquilo de procurar um algo que tá que eu achava que tava fora do meu controle, que eu achava assim: "Ah, já era, fiz, vou fazer 45 anos, vou inflamar, vou, vou tudo". O, é, tá dentro do nosso controle de mudar hábitos ou ou tentar dentro dessa vida atribulada. Exatamente. As minhas condições. É, e vai tentar manter os hábitos que eu mantinha
antes, quando eu Tinha 20 anos, com 10 kg a. Então, é isso. Eu abandonei os meus hábitos lá atrás porque eu era uma jovem que tinha menos responsabilidade do que eu tenho hoje e não carreguei muito dos hábitos saudáveis. E depois disso eu falei assim: "Não, agora eu vou carregar." E aí você se força a encaixar mais coisas. do que fazia antes, que a fórmula dava certo e isso é libertador. Perfeito. Eu acho sensacional a tua fala. Inclusive, algumas pacientes que trazem já eh essa Fala, ai Santiago, depois dos 40 pedaladeira abaixo. Eu falei assim:
"Minha querida, olha, você já viu? Eu tenho algumas mulheres, né? Porque você tá falando das mulheres que depois dos 40, se você for analisar às vezes o antes, o depois, fala assim: "Eu é eu isso fica muito mais claro em nome, em nome". Porque às vezes eu tô conversando com um colega meu, eu falo assim: "Rapaz, que bom que o tempo fez um negócio para você que eu te falar, se Deu olhar essa foto aqui, pelo amor de Deus, eu tenho mais liberdade que,", né? Mas isso é legal. E aí a gente traz uma perspectiva
de que tá tudo certo, não tem problema nenhum. Com as condições que eu consigo fazer hoje, o que que eu consigo melhorar? Porque a gente não pode também muitas vezes é medir a nossa vida com a régua da juventude e a régua da vida adulta, porque senão a gente se pune, né? Hoje o que que eu consigo fazer ah para me organizar e fazer um Treino aqui? Tá, Thaago, mas esa aí, a o volume de treino que eu tinha às vezes na na juventude ou talvez na vida jovem adulta era maior porque eu tinha 3
horas para poder treinar. Pô, agora hoje eu não posso porque daqui a pouco eu tenho que pegar meu filho no na escola, eu preciso gerenciar a empresa ou talvez onde eu moro eu me mudei. Então, onde eu morava, pô, eu tinha um parque do lado de casa, eu tinha algo que às vezes era fácil, acessível. Hoje, em função da Minha rotina de trabalho, isso inviabiliza ou até mesmo até tenho, mas toda vez que eu chego lá para treinar, eu fico com medo de ser assaltado, ou talvez eu tenho que parar ali, ou então o trânsito
até lá é uma hora para chegar, pô, essa uma hora já deu ruim, isso aí eu já desanimei, enfim. Então assim, são perguntas que eu faço pros meus pacientes ou talvez para as pessoas que trazem essa perspectiva paraa gente analisar e sem extremismo, porque Infelizmente movido pela emoção, até mesmo de uma emoção atribuída à insatisfação ou até mesmo da dificuldade em racionalização do que pode estar acontecendo naquele momento e estabelecer, não, isso aqui pode ser, isso aqui, isso aqui, isso aqui, isso aqui, isso aqui você precisa de quê? racionalidade. Então, às vezes você fica vulnerável
a uma emoção que te corta a racionalidade. Mas tá tudo certo que a Gente tá aqui para lembrar e talvez eh a quatro mãos pensar em algo. Legal demais, cara. Lu, podemos encerrar? Ah, tá delicioso. A gente nós vamos fazer uma outra vai chamar eu respeitosamente. Tem que ser rápido porque assim, a gente tá cheio de pergunta aqui. Vamos agendar já depois. Aí daqui algumas semanas você vem comigo de novo. Vai ser muito legal porque o papo tá delicioso e tem muita coisa para aprender aí. Eu paro tudo. Eu paro tudo para falar com você.
Você sabe Disso. Você me mandou mensagem aqui, ó. Pô, vocêou um pouquinho meio ai, nem sei como é que eu vou falar. Você pode 10:30 depois de amanhã. Eu falei, rapaz, se for agora, eu já faço. Obrigado, cara. Te sente muito orgulhoso. Eh, Santiago, querido, onde as pessoas podem te encontrar, cara? A hora do do pras pessoas te encontrarem, o que que você faz, o que que você precisa para as pessoas te encontrarem? Perfeito. O meu Instagram é Santiago Pais, PhD, né? Ah, essas mídias também vocês me encontram no TikTok, no Twitter. Ah, eu tenho
também eh Dr. Santiago Pais no YouTube. E basicamente vocês me encontram mais hoje eh no Instagram, tá? Mas de uma maneira geral, tem alguns projetos que eu preciso finalizar, porque eu sou aquela aquela pessoa, tipo assim, eu eu não inicio algo que eu não finalizei, né? né? E eu tenho ainda oito livros para escrever. Tô terminando o terceiro legal. E talvez Agora eu vou ficar mais focado nessa vertente, mas para 2026 eu quero voltar a de fato ser pessoa que vai estar de frente pro emagrecimento. Então eu voltar porque eu acredito que nesse momento eh
no cenário brasileiro, eu devo ser um dos únicos profissionais que eu tenho educação física, nutrição, psicologia, PhD. E eu construí isso pensando nessa perspectiva, porque não tem como a gente não unir exercício, alimentação e a mentalidade. Então eu Preparei 18 anos porque eu considero talvez o que eu acreditava que seria um profissional que ajudaria as pessoas e até mesmo em função da fragilidade em situações em que eu atendia como nutricionista e o paciente fala e eu falava para ele: "Olha, agora a gente já tá treinando, fazendo a alimentação certinha, vamos começar a parte de terapia.
Que que você acha? Que que é isso, Thago? Eu sou louco?" E aí eu penso assim, pera aí, então se eu já Fizer a psicologia e naturalmente eu já usar aqui diluído a o ajuste, eu já ganho tempo. E eu sou um cara que ganha tempo. Entre muitas vezes trabalhar com quem, tipo, ó, vai fulano de tal, ah, ele só tem só tem agenda para ter aqui três meses ou então ah, ele não sei que lá, ah, ele não é da sua linha. Eu falei: "Ah, quer saber? Deixa que eu faço." Então, assim, como um
bom mineirinho, bom, né? O interiorano falou assim: "Quer fazer um negócio? faz Sozinho, vai embora, enfim. Então eu vou voltar em 2026, na minha perspectiva, eh, tentando de fato ser um profissional que possa trabalhar em todas as esferas. E aí eu começo a, de fato, me posicionar necessariamente como cara do emagrecimento e usar o sistema com sistema também. E o que você precisar da gente do lado de cá nos use, tá? Porque a gente recebe isso. Encantador. Parabéns, cara. Luluzinha, onde as pessoas te acham, meu amor? Aqui no PBC, Lá no Instagram, Luciola_line Costa. Galera,
vocês me acham no Instagram, Leo Costa_PBE, o nosso canal aqui do YouTube, tá? Prática baseada evidência. Se você tiver um dedo na sua mão, a única coisa que você podia fazer agora era seguir o canal do YouTube. 70% das pessoas que seguem o PBC, que vem o PBC todo dia, fala assim: "Pebecast toda semana eu escuto ou vejo, mas você não segue, segue a gente." Muito, muito obrigado pela, pelo episódio de hoje, Santiago. Santiago, uma coisa que a gente não contou, tem que mandar beijo pra galera embora. Um beijo para todo mundo. Até a próxima.
[Música]