Fala psadas 93. Pessoal, hoje nós nos reunimos aqui de forma eh eh apressada até, né, a pra gente fazer a live. Eh, nossa live hoje será focada eh no que eu havia conversado com vocês ali no grupo Laboratório Noquiano na mentoria também, né, e o pessoal do servidores e formas pensamento também, tá? Essa semana eu construí um finalmente, né, segui os meus pares aí, construí um banimento Enoiquiano com base nas minhas práticas teúrgicas. Já vou avisando, ele é muito mais conectado diretamente com os diários do que qualquer outra parte prática que veio depois, tá? Então
ele é muito puxado pro lado tradicional ali. E nós vamos falar sobre esse banimento. Eu vou fazer o a a instrução do banimento em si e nós vamos fazer uma análise eh deste banimento também com base em algumas eh algumas circunstâncias que eu Acrescentei ali para que a gente possa fazer uma análise que eu achei que ficou eh mais segura de certa forma. Eu acho que o mais explic foi fácil para que vocês entendam, tá? Então eu vou compartilhar o documento já com vocês. Primeiramente eu vou começar mostrando o banimento para vocês. Então eu vou
lá para baixo no nosso arquivo. OK, gente. Eh, eh, essa ideia me surgiu eh, de uma Inspiração do nosso colega, do nosso amigo Robson está aqui hoje, né? Muito obrigado presença novamente. Eh, o Robson, ele fez uma criação de um banimento que eu achei assim eh eh estupendo, maravilhoso, assim, eu experimentei, eu utilizei ele algumas vezes e eu achei assim sublime. Inclusive, queria te dar os parabéns pela criação, tá? muito sintético, muito muito preciso naquilo que ele se propõe. Eh, eu achei a energia trabalhada muito Eh muito luminosa, muito muito esclarecedora, tá? Então assim, tá
de parabéns mesmo o seu banimento. Eu tive eh eh me inspirei inclusive nessa criação, porque eu acho legal, né, essa ideia da gente eh eh retornar às origens, né, do estudo dos diários, da prática mágica relacionada ali, tá? a partir do do ponto em que a gente consegue desenvolver o trabalho bem fundamentado, né? Então, a partir disso, gente, eu criei e construir essa ideia De banimento cujo nome é Balton Yad, tá? A justiça de Deus. Nosso banimento, ele começa com uma preparação de pé no centro. Respire profundamente três vezes. Visualize uma esfera de luz flamejante
descendo sobre a cabeça, envolvendo todo o corpo. Eu coloquei as figuras aqui para vocês, para facilitar também com a fórmula inicial. Olha alto, eu invoco Deus como justiça. O movimento, segundo item, o círculo dos quatro. Caminhe lentamente em sentido horário. Em cada direção entrasse uma cruz de luz ardente e proclame. E aqui nós temos, né, uma um primeiro indício de movimento relacionado aos quatro quadrantes, mas não da forma como é descrita exatamente, né, eh, da forma mais elemental dos quadrantes. Aqui nós estamos falando, gente, eh eh do conceito muito mais direcional, tá? como era a
proposta eh original dos anjos do Que uma proposta eh eh de correspondências, mas nós vamos fazer análise sobre isso daqui a pouquinho. Então, nós começamos ali, leste, eu sou brilhante de Deus. Voltando-se para o sul, balto, a justiça de Deus, seguindo para oeste, sobando cujo nome é. E aqui tem uma referência muito interessante a uma palavrinha hebraica que eu acho que vocês devem lembrar, né? Eu sou. E finalizando no norte, a conclusão, Yadn, Deus eterno, tá? Ao retornar ao centro, veja as quatro cruzes unidas em círculo flamejante. Terceiro passo, a visualização. Visualize quatro torres de
fogo cristalino erguendo nos quadrantes. Do alto, uma coluna de luz atravessa corpo até a Terra. Deixei a imagem aqui para facilitar a vida de vocês. Fórmula neste ponto do ritual. Balto sobando aim. Justiça de Deus, cujo nome é todo poderoso. Item quatro, a visualização central. Oração do coração. Abra os braços em cruz. Inspire profundamente e proclame em vóz firme. Baltoando emna. Eu invoco a justiça, o todo poderoso, cujo nome é Deus eterno. Aqui, após a fórmula, proclame o seu moto mágico. E aqui vocês vão dar ênfase na na na importância, né, de vocês escolherem e
desenvolverem o moto mágico de vocês, que aqui vocês estão falando perante o divino, tá? Então, o modo mágico, tá? Visualize o flamejando no ar, selado pela coluna de luz. Nesta imagem, gente, eh eh eu deixei ela desta forma com as letras ali. Eu expliquei aqui, inclusive até embaixo, eh, que no lugar das letrinhas Flamejantes aqui, que eu deixei apenas como exemplo visual, vocês vão colocar o moto de vocês e vão visualizar desta forma, tá? E o monte de vocês vai ser fulminado, né, pelo raio divino e vai brilhar exatamente como a cruz ali está brilhando.
Todo mundo conseguiu compreender essa parte, ficou claro? Vocês vão substituir as letras pelo moto de vocês escrito ali, seja a língua que vocês quiserem, tá? Importante isso. Então, deixei aqui, ó, as letras da Imagem devem ser substituídas pelo moto no mesmo formato em chamas. Passo cinco, expansão, né? Projete a energia em todas as direções, purificando o espaço. Isso aqui eu achei muito importante deixar como eh e eh apelo visual, gente, porque muita gente tem uma dificuldade em visualizar a expansão de energia no ambiente inteiro. Muita gente visualiza como uma esfera, como um quadrado, como fumaça,
como fogo, Né? E muitas vezes a descrição do banimento em si, ele pode estar como luz, né? Nesse caso diferente. Então eu deixei aqui de uma maneira que eh dasse a entender para vocês como se como funcionaria a prop a propagação da luz energética na luz do espírito dentro de um ambiente mágico, tá? Afirmação curta. Ó Lucifan, eu sou brilhante. Aqui tem um segredinho interessantíssimo que a gente vai falar daqui a pouco. Encerramento no centro. Trace uma cruz de luz diante de si e proclame. Fórmula final. Yado. Yaidá. Deus é justiça, altíssimo, todo poderoso. Então
você colhendo-se para o alto, deixando o espaço limpo, puro e protegido, tá? A espiral nesse ponto, vocês percebem, eu tentei deixar ela de uma forma que fizesse sentido que ela estivesse Subindo junto com a cruz, tá? Porque essa é a visualização que vocês devem realizar. Certo, pessoal? Alguma dúvida em relação si? antes da gente começar a análise dele. Todo mundo conseguiu pegar? Acharam difícil, mais fácil, simples? Legal. Muito bem, antes da gente começar, eh, eu quero falar para vocês os pontos pelos quais eu realizei essa análise, Tá? Eu escolhi seis pontos específicos que eu acho
que compreendem uma boa análise de um ritual. Inclusive, eh, depois de desenvolver essa ideia, eu cheguei à conclusão de que eu vou começar a usar esse método de análise todos que eu fizer. É, o pessoal da dos meus cursos e da mentoria já vai sentir a diferença na próxima monografia, que será a monografia referente a ao estudo daquia mística, tá? Então eu eu eh eh identifiquei, né, eh escolhi, na verdade seis pontos principais para uma boa análise de um ritual. A primeira análise é como já era de se esperar, é a análise cabalística, tá? Hoje
nós vamos ver as correspondências de cada nome e cada parte do ritual, OK? Não só nomes, mas da do da movimentação e da visualização. A segunda análise é a análise filosófica. Eu acho que faz muito sentido nós fizer nós fazermos uma Análise filosófica sobre os sentidos eh do ato, eh as correspondências não só eh esotéricas, não só eh eh mágicas, mas no sentido do pensar humano. Então eu trouxe para vocês muitas referências de filósofos, tá, em relação a conceitos chave relacionados a esse ritual. A terceira análise é dupla. ela traz a análise científica e psicológica,
que são os efeitos eh de cada pasto neste estudo, e os efeitos do ritual em si, tanto no seu psicológico, Eh tanto na sua psiquê, quanto no seu sistema nervoso, o seu corpo em si. Então, eu trouxe uma parte fisiológica, uma parte psicológica aqui, tá? a análise religiosa, né, que é imprescindível para esse estudo, já que eh o John D era extremamente cristão, então nós precisamos fazer essa análise da forma como eh o sistema foi entregue. Então, eh esperem aí bastante muitas citações interessantes, tá? a análise como misticismo em geral. Gente, aqui eu faço uma
análise em relação às figuras, né, as imagens visualizadas e o processo que elas causam eh na psiqueana e a análise esotérica em geral, que traz uma abordagem muito mais ampla, né, muito mais abstrata sobre os conceitos trabalhados dentro do nosso ritual. também fiz algumas citações em relação a algumas comparações eh com o RMP, com o Rubi Estrela, tá? Com alguns processos de magia do caos. Seguindo paraa nossa conclusão, que são as sínteses das dimensões analisadas. Muito bem, então, introdução geral. Contexto do ritual de banimento do sistema enuiquiano. O sistema enuiquiano atribuído ao mago e matemático
John D, 1527 a 1608 e ao médium Edward Kell, 155 é a 1597. constitui uma das mais complexas e profundas tradições mágicas do ocidente. Nascido a partir de diálogos angelicais registrados menticulosamente nos diários De di 1582 e 1589. Eh, tem muitas partes dos diários ainda que data mais distante, tá? Mas eu coloquei esse aqui por ser o corpo principal. Esse corpus eh tornou-se um dos pilares da magia cerimonial posterior, influenciando ordens como a Goldendal, a Oteó e diversos ramos da magia contemporânea. Dentro deste sistema, o banimento é uma prática essencial, tanto por razões práticas quanto
metafísicas. Prepara o espaço ritual, afasta influências desarmônicas, purifica a consciência do operador e estabelece um ponto de contato seguro com as hierarquias superiores. No contexto enoquiano, o banimento não é apenas uma limpeza ou uma proteção, né, como em outras tradições. Ele é também uma afirmação ontológica do poder divino, manifestando-se através do operador. Ao entuar as fórmulas em linguagem Noiana tido, a língua dos anjos, o magista não apenas cria um círculo de proteção, mas atualiza uma ordem cósmica primordial. O espaço não se torna protegido apenas em termos simbólicos, mas é reintegrado a um modelo universal de
justiça e equilíbrio, ecoando a própria função dos anjos do governo da criação. Aqui eu já deixei algumas eh alguns itens interessantes sobre a o que é o banimento de fato, né? Neste sentido, o ritual Baltooiad Insere-se dentro de uma longa tradição de ritos de abertura, mas extingue-se por enfatizar o princípio fundamental, a justiça divina. Corre vai lembrar que a gente andou discutindo sobre esse assunto aí. Enquanto muitos ritos de banimento ocidentais em torno da invocação da luz da cruz ou da ordem dos elementos, este se ancora no poder moral e cósmico da justiça como emanação
direta de Deus. Essa escolha não é arbitrária, mas se Alinha a concepção enoquiana de que toda prática mágica deve estar submetida à vontade divina, onde a justiça não é apenas atributo, mas manifestação ativa do equilíbrio universal. Aqui nós já começamos com talvez um ponto grande de discordância entre muitos magistas, né? Eh, será que a magia realmente se ancora na vontade divina ou ela depende intimamente da vontade do operador? E se é o segundo ponto, a vontade do operador, do operador é também uma Manifestação divina ou há necessidade de uma inclusão maior? Que que vocês acham?
Isso aqui é um ponto de discussão ferrenho na comunidade. Uma mescla de ambas ambas correias. Legal. Tá. Tá. Eu concordo com você, Correia, no sentido de que eh eh nós ancoramos a nossa prática sim, de fato, na potência do Nome divinos e na força divina, eh, tanto quanto na manifestação da vontade universal, né, cujo microcosmo é a verdadeira vontade do magista. Eh, na minha concepção, opinião pessoal, tá? levem em consideração esse ponto da minha concepção. Eh, a vontade do operador quando ela se alinha ao processo da verdadeira vontade que já é divino, você se torna
uma ponte. Então assim, mesmo que você venha Me dizer que, né, você é quem cria a potência da sua vontade, né? Eh, você está utilizando só a própria força, né? Mas aí você está deixando de levar em consideração a fonte da sua própria criação como ser divino, tá? Se vocês quiserem opinar, sintam-se à vontade. Pode levantar a mãozinha e escrever no chatzinho. Função da justiça de Deus. Baltoad. Na Tradição mágica, a expressão Baltoad traduz-se como justiça de Deus, onde iat corresponde à designação designação divina presente em diversas fórmulas enoquianas, equivalente ao tetragrama. Eová, tá? Ou
y revav. Já Baltó carrega a conotação de justiça, retidão, correção e ajuste cósmico. E aqui eu quero que vocês já comecem a prestar muita atenção neste conceito de justiça que nós estamos falando aqui, tá? Esse conceito de justiça, gente, ele está muito relacionado, por exemplo, à própria carta da justiça ou ajustamento do Crawle dentro do tarot. Não se trata de uma justiça humana, né? Não se trata daquilo que você acha que é correto. Aqui nós estamos falando da justiça cósmica, a própria lei, né, de causa e efeito, tá? Então, o restabelecimento da justiça macrocósmica expressa
no microcosmo do magista, é o Que se expressa essa correspondência. O El comenta ali, né? Depende do caminho que o mago escolher. Não julgais o paradigma do amiguinho. No âmbito cabalístico, esse termo se aproxima diretamente da esfera de Guurá, como vocês já poderiam adivinhar, tá? A quinta cefirá da árvore da vida, associada à disciplina, à força e ao julgamento equilibrado. A função da justiça de Deus em um ritual de guarimento é dupla. Em primeiro Lugar, ela garante a ordem no espaço mágico. Aqui vocês começam a perceber por que ocorreu a escolha, né, do nome, da
correspondência. É simplesmente, gente, você está atestando inicialmente que você quer botar ordem no barraco, repelindo forças caóticas ou desequilibradas que possam interferir no trabalho. Diferente de um exorcismo que expulsa a justiça de Deus, restaura a proporção correta, cada coisa em seu Lugar, cada energia em seu devido fluxo. O bano, portanto, não é meramente defensivo, mas construtivo. E aqui há uma uma um entreponto interessante que nós observamos muitos banimentos eh eh funcionando como uma defesa e um ataque, né, que é o caso do RMP, por exemplo, que você ele funciona múltiplas de múltiplas facetas, né? Aqui
eu tentei trazer uma uma mescla eh eh dessa defesa e ataque como um processo de construção em que o próprio Magista determinará realmente como ele deve funcionar, levando-se em consideração que você quer colocar ordem na sua casa. Cada coisa em seu lugar. cada energia em seu devido fluxo. O banimento, portanto, não é meramente defensivo, mas construtivo. Estabelece a base firme onde o magista pode erguer a sua obra. Então, eh, com essas últimas palavras, eu acho que vocês já conseguem entender um pouco que se trata também de uma Abertura ritual. Fratos Mandias comenta ali sim, não
apenas uma criação do mago, eu entendo algo como alinhado com o divino, levando em consideração a existência de algo maior do que nós. A gente pegaria emprestado ou até usaria a força emprestada por Deus, ou seja lá na força que a pessoa acreditar, tipo pelos poderes de Grace que eu tenho a força. Boa referência, cara. Eu ia te chamar de velho, mas eu lembrei que tem duas Animações novas do Rimin na na nas redes aí. Então tá salvo nesse momento, >> velho. [Risadas] Olha só quem fala. Muito bem, gente. Então, em segundo lugar, a justiça
de Deusia. Desculpa. Tranquilo, meu cara. Você sabe que a gente não podia perder. >> Tá tranquilo, tá tranquilo. Em segundo lugar, a justiça de Deus atua como espelho interior do operador. Ao Invocar Baltô e Adad, o praticante não se coloca apenas sob a égede divina, mas também submete a sua própria vontade ao crio da justiça eterna. É o que eu falei para vocês em relação à carta da justiça, tá? Isso implica que reconhecer limites, assumir responsabilidades e alinhar desejos pessoais com a ordem superior. Gente, aqui aqui a gente tá eh já iniciando um papo meio
casca grossa relativo à questão de moral e ética na magia, tá? Eh, para muitas pessoas isso pode ser um assunto eh eh difícil de engolir, mas eu fiz questão de incluir isso aqui, tratando-se de um trabalho puramente de teologia, gente, que é o desenvolvimento do magista, né, em direção às esferas superiores, à união com o divino. Aqui a gente não tá falando de mão esquerda, que é basicamente se tornar divino. Nós estamos falando eh eh justamente do conceito de eh a humildade de entender que você faz parte de um todo, Tá? Nesse aspecto, a justiça
não é apenas um poder externo, desculpe, que protege o espaço, mas uma força éticoespiritual que transforma a própria consciência do magista. Na tradição mágica, tal princípio encontra paralelos em diversas culturas. E aqui as primeiras citações que eu trouxe para vocês, que eu acho que vocês vão gostar, tá? No Egito, a deusa ma representava a ordem cósmica e a justiça Que sustentava o universo. No judaísmo, é o conceito de Zedec, justiça está intimamente ligado à natureza de Deus. No cristianismo, Cristo é visto como juiz supremo que separa a luz das trevas. E no hermetismo, o princípio
da justiça é indispensável para o equilíbrio dos opostos. Assim, ao invocar invocar Baltoar, o magista une-se a um arquétipo universal de equilíbrio, capaz de sustentar a sua prática no eixo da no eixo da vontade Cósmica. Boa noite, Fábio. Bem-vindo, Sérgio, ouvindo você falar, me lembrou Mar Pascalina, né? Reintegração dos seres, o tratado da reintegração dos seres, né, Sérgio? concorda? Onde tudo funciona bem quando eh reiteramos, nos reiteramos no divino. É exatamente sobre isso. Inclusive surgir a todos, né, a leitura eh do tratado da reintegração do Sens, né? É leitura boa. Estrutura dinâmica do texto analisado.
O documento Baltoi de banimento apresenta-se em seis etapas progressivas, como eu mostrei para vocês, que revelam não apenas uma sequência ritual, mas também uma arquitetura simbólica profunda. Preparação, respiração e invocação inicial acompanhada da descida de uma esfera flamejante. Aqui o magista estabelece o contato inicial com o Divino, utilizando a fórmula oliad baltô. Eu invoco Deus como justiça. É a fundação do rito. Movimento o círculo dos quatro. O praticante caminha em sentido horário, traçando cruzes de luz e proclamando fórmulas em cada direção, leste, sul, oeste e norte. Esse gesto não é apenas espacial, mas cósmico. Pegue
a referência. Organiza o espaço conforme a ordem divina e estabelece um Perímetro sagrado. Visualização. Torres e coluna. Surgem quatro torres de fogo cristalina nos quadrantes, desculpe. E uma coluna de luz conecta o céu à terra através do corpo do magista. Essa imagem une a proteção horizontal, as quatro torres, à conexão vertical, a coluna de luz, formando o círculo e o eixo. Dois símbolos universais da totalidade, hein? Lembrem-se aí das aulinhas sobre simbologia. Vibração central, oração do coração. No ponto central, o magista abre os braços em cruz e entou a fórmula principal. Zakar baltou. Eu coloquei
zodaré ali, gente, simplesmente para que vocês lembrem da questão das pronúncias, mas a palavra é Zacar. Percebam que eu coloquei só lá em Zacar porque o resto não precisa. Eu invoco a justiça, o todo poderoso, cujo nome é Deus eterno. Aqui se revela a união máxima entre a invocação divina e A identidade pessoal do operador, que proclama também seu moto mágico. Expansão. A energia invocada é projetada em todas as direções, purificando e iluminando o espaço. Este momento representa a irradiação da luz interior que transborda para o ambiente externo, unificando o sujeito, espaço e cosmos. É
o que eu falei para vocês em relação à luz, tá visualizada. É para envolver todo o conceito de ser de vocês, o espaço e o cosmos. Por quê? Porque não há nada separado de fato, gente. Quando vocês percebem que a mente de vocês toca cada coisa que vocês possam sequer imaginar, existindo no tempo espaço ou não, vocês percebem que vocês fazem parte do todo. Encerramento, o operador traça a última cruz e entoa. Iá, Balton, Iaidá, mar. Deus é justiça, Altíssimo, todo- poderoso. A esfera recolhe-se para o alto e o espaço permanece purificado, protegido e Harmonizado.
A estrutura mostra claramente, gente, os três pilares de banimento eficácia. Isso aqui é uma discussão que quem já assistiu as minhas aulas de banimento lá na mentoria já vai lembrar de cara, tá? Existem três pilares fundamentais paraa criação de um bom banimento: movimento, visualização e vibração, tá? Esses são os três pilares que tornam o banimento extremamente eficaz, Tá? O movimento, gesto e deslocamento, visualização, imaginação criadora e imagens de poder e vibração, palavras e fórmulas de invocação, tá? Cada parte reforça a anterior e juntas produzem um campo simbólico operativo em que o magista se torna o
mediador da justiça divina na Terra. Assim, o texto analisado não é apenas um roteiro prático, mas um modelo completo de integração entre palavras, gesto e Visão, que remete à própria ideia noquiana de que o mundo foi criado pela palavra de Deus, sustentado pelo movimento dos anjos, iluminado pela visão divina. Alguma dúvida até então, gente? dúvida, comentário todos conseguiram eh eh compreender, pegar a ideia inicial? Maravilha. Então vamos lá paraa análise cabalística. Correspondências do nome Ad e suas relações com Jeová. O nomead é talvez o centro vital de todo o ritual Baltôad. Ele não apenas aparece
como mero título divino, desculpe, gente, mas como substância sonora condensada que atravessa a prática de início ao fim. Para compreendê-lo em profundidade, precisamos examinar tanto sua origem nos diários de D e Kelly, quanto sua ressonância dentro da tradição Cabalística hebraica. Na língua noqueiana, Iar é apresentado pelos anjos como nome primordial de Deus, aquele que antecede todas as denominações eh eh designações humanas, desculpe, de registrou em diversos momentos esse Esse nome não deveria ser traduzido ou modificado, pois sua própria estrutura já era uma revelação. Em termos fonéticos, YAD e a raiz hebraica de Yod, Primeira letra
do letra, desculpe, letra do tetragrama. E por isso já carrega em si a marca da origem. No hebraico cabalístico, o tetragrama é a manifestação suprema da divindade. Cada letra carrega múltiplos significados. Então, novamente, eu aqui, gente, eu dei uma evitada em trazer as correspondências mais famosas, né, dentro da da das letras do tetragrama. Aqui eu tô puxando um pouco Mais eh pro lado da cabala judaica, tá? vai gostar bastante, espero. Corredo, inclusive, tá, você como meu cabalista de plantão, qualquer informação que não estiver cabendo ou estiver incompleta, por favor, não se limite, solta o verbo.
E a centena inicial, o ponto do infinito que se expande em criação. E, a respiração, a matriz que dá corpo à centelha. V, a ligação, o pilar que une o alto e Baixo. E refinal, a manifestação plena, a concretização do mundo. Quando reduzimos esse processo a Iar, temos o nome compacto que condensa o ciclo em três letras. o yod, a semente, que é o i. A letra A, o sopro da expansão se corresponde a re. Tá? E D aqui eu coloquei uma informação interessante que eu achei muito pertinente, O fechamento a delimitação que corresponde tanto
a da letta e passagem indicando um novo reinício. Quanto ao segundo re do tetragrama que fecha o nome no mundo manifestado. Vocês concordam com essa forma de pensar? Comentem aí, gente. Quiserem falar também pode levantar a mãozinha. Assim, IAD não é uma simplificação do Tetragrama, mas uma condensação energética, quase como um estado seminal do nome. Ele age como raiz vibracional, uma fórmula essencial que contém em si o ciclo criativo completo. Na prática mágica, vibrar e évocar a totalidade da divindade em sua forma mais direta, enquanto no judaísmo a pronúncia do tetragrama era proibida e substituída
por títulos como Adonai, que significa Senhor, ou Shadai, todo- poderoso. Desculpe. No enoquiano, temos a ousadia de invocar o nome primordial que parece carregar tanto a força do ocultamento quanto da revelação. Então, o magista enoquiano, ao entarriade torna-se veículo da própria voz de Deus, não como substituição respeitosa, mas como canalização ativa. Aqui entra, gente, uma questão que a gente sempre fala sobre eh ordenar os anjos, tá? E quando eh evocar as palavras divinas, né, vibrar as palavras Divinas, eh vibre com potência, com domínio, com respeito, tá? Porque aqui nós estamos falando não de um desrespeito
à própria fórmula da da palavra em si. Aqui nós estamos falando sobre canalizar a própria vontade divina. Então nós precisamos estar no mesmo estado vibratório que a própria palavra. Esse detalhe é fundamental. Nome Adia vibrado em conjunto com outros atributos. Baldó, Musftian, Mostrando que sua essência pode ser colorida por diferentes aspectos da dividade. Assim, enquanto Jeová se desdobra em permutações, né, como revav elohim, e de se manifesta na língua angélica como núcleo que pode receber diferentes qualificadores. Percebam que a combinação das palavras ela ordena diferentes perspectivas. né? Principalmente o grande truque relacionado à parte da
vibração dos nomes nos quadrantes. A partir daí, eu conseguiria evocar uma única, um único aspecto do divino, por exemplo, vibrando um conjunto de nomes relacionado a uma única direção. Já pararam para pensar nas possibilidades de uso? Quem sabe a evocação direta de um quadrante inteiro, tá? Portanto, do ponto de vista cabalístico, IAD é o reflexo noquiano da essência tetragramática, um nome compacto, vibracional, capaz de sintetizar a emanação, a expansão e a manifestação em uma única tríade sonora. Pessoal, o assunto tá OK? Vocês estão conseguindo acompanhar bem? Se eu tiver falando muito rápido, alguém dizer aí.
Então, o princípio da justiça Baltô e sua relação com Geburá na árvore da Vida. A palavra Baltô, traduzida como justiça é o eixo temático do ritual. É ela que dá identidade ao abimento, diferenciando de outros ritos que poderiam girar em torno da luz. do poder é o da verdade. Justiça, no entanto, não é um conceito unívoco. Dentro da Cabalá, ela se associa sefirá geburá, também chamado din, o juízo. Geburá representa a força restritiva, o braço que corrige os excessos e limita A expansão caótica. Sua função é sempre compreendida em relação a recede. Misericórdia que está
à sua direita. Enquanto rec, Giburá contrai. Enquanto recede a colhe, Giburá. Essa tensão dinâmica não é destrutiva, mas é necessária. Semurar, o universo se dissolveria em excesso de expansão. Sem recédio, o universo se atrofiaria em rigidez, tá? Então, dentro dessa lógica, gente, ele se revela como uma fórmula de equilíbrio, né? Quando o magista Proclama a justiça de Deus, ele não pede punição, mas evoca a energia que ajusta cada coisa ao seu devido lugar. É a justiça que corrige a distorção, a desordem de penetrar, que impede a desordem de penetrar no círculo mágico, tá? Então aqui,
meus caros, aqui a gente dá um indício muito forte do que que o banimento faz de fato, né? Como eu falei para vocês, ele coloca ordem em vocês e em todo o ambiente de vocês, como eu Falei anteriormente. Eh, entendam que vocês como parte do nada está separado de fato. Isso com um conceito físico, inclusive, tá? Nada está separado de fato, tá? Somos conectados a todas as coisas pela quantidade de partículas em todos os lugares. Então, quando a gente fala sobre colocar a justiça, né, a ordem na casa, nós falamos sobre reequilibrar tudo aquilo que
está desequilibrado em si. Pensem da Seguinte forma, né? Como um exemplo, eh, quando vocês estiverem com algum desequilíbrio, esse conceito de justiça, ele vai colocar em ordem tudo aquilo que você está eh eh em desordem, né, em si, tá? Então esse ritual ele serve automaticamente como um restaurador da justiça divina em você e no seu ambiente. Historicamente podemos associar esse princípio a múltiplos arquétipos Culturais. Na tradição egípcia, a deusa ma representava exatamente esse mesmo equilíbrio cósmico, eh, sendo a medida pela qual até mesmo os deuses eram julgados. No judaísmo, a justiça é proclamada em expressões
como zedec, zedec, justiça, justiça, perseguirias. Deuteronômio 16:20, mostrando que não é apenas atributo divino, mas também mandamento humano. A Aline comenta ali, né? Equilíbrio Físico, mental e espiritual. Total, Aline, total, né? Hoje nós tivemos um belíssimo relato de uma colega nossa dentro da mentoria que já testou o ritual e ela relatou exatamente isso que você comentou, Aline. Ela se sentiu em ordem, bem equilibrada, né, e energeticamente em alta. Diego comenta ali, nesse ponto específico, seu ritual se aproxima do pilar do meio. Sim, Diego, você percebeu que tem várias partes de pilar dentro desse ritual? Com
isso, já deu para uma ideia de qual que foi a tentativa que eu queria que eu quis criar ali? Eventualmente eu vou acabar passando por isso aqui no nosso arquivo, mas já de antemão é a unificação de ferramentas. Exatamente. Tá? Eh, eu me dispuso a criar esse ritual como uma forma de do magista ter um único ritual com todos os efeitos dos três rituais. Para facilitar para facilitar a vida dos praticantes, né, gente? Em vez de fazer três, você faz um. Aline comenta, né? Então, seria de fato essencial fazer esse banimento em todos os rituais.
Eu não digo que seria essencial, Aline, porque na medida em que eu e o Robson falamos anteriormente, né, sobre eh a necessidade de cada magista obter um paradigma para si, aqui a gente tá falando do eh eh de uma opção a mais para vocês testarem. E caso seja, né, caso seja do gosto pessoal de vocês, caso seja caso se alinhe, né, com a perspectiva de vocês, vocês usam, tá? Eu propus dessa forma porque era algo que eu eh eh sinto muita falta na prática do RMP, RMH e pilar do meio, né? Um banimento eh não
só um banimento, né, mas uma força de evocação que controlasse todos esses aspectos, tá? O aspecto energético, tanto de controle como de recepção, um aspecto de equilíbrio, entendem? Aspecto de equilíbrio ali entre as energias em vocês, tá? E uma força forte de ordem, né? que operasse eh eh organizando eh todo o processo de desenvolvimento mágico do magistro. Então, esse foi meu meu meu meu intuito, tá? Mas eh reiterando, é só uma opção para vocês, tá? Eu quero que vocês testem, se possível, se vocês gostarem desse material, eu peço que vocês testem, né, por algumas semanas,
eh, ou uma semana ou alguns dias. Vejam como Age sobre vocês. Se vocês gostarem, vocês farão exatamente o que vocês sempre fazem com uma prática mágica. Usem. Se não gostarem, não tem problema nenhum. Vocês podem continuar utilizando a prática de vocês sem nenhum problema. Tá bem? Você entendeu, Aline? Não digo que seja essencial, tá? Essencial é você fazer alguma prática. Aí é essencial, mas não necessariamente esta. Você deve fazer uma prática que se Alinha eh perfeitamente a sua visão eh do mundo mágico, né, da magia em si. Tá a Aline também comenta ali, né? Tá
aí então o que eu preciso. Equilíbrio. Eu acredito que esse ritual ele pode te ajudar bastante, Aline. Eu acredito nisso, tá? Esta vê como é que vai funcionar para você. Se você gostar, você relata lá no nosso grupo. Se você não gostar, você relata também. Fratos Mandias comenta ali, né? Esse é Um excelente banimento para a prática diária. Eu acredito que sim. Piamente, Frater. Espero muito que você goste. Sérgio comenta, né? RMP, RMH, tudo junto, um combo. Exato. Esse foi o propósito de criação dele. E o Batman comenta ali, né? Recomenda fazer o RMH antes
do pilar do meio? Se você fizer o trio Batman, é o trio da Golden Da. você começa com o RMP, o RMH e o pilar do meio. Essa é a ordem natural, a ordem de ensino. Lá na época Da Golden isso já foi uma conversa que a gente teve, é que eles ensinavam assim o RMP, depois o pilar do meio e aí o RMH eles ensinavam só lá nos graus avançados, porque o RMH ele trata de esferas da Cabala que não estão nos graus anteriores. Mas isso tudo, gente, é só uma questão de os graus
da ordem, que é seguir a ordenzinha deles ali, tá? Se vocês não não são membros da Golden Down, vocês sigam a ordem que seja mais sensata para cada um de vocês, tá? A Ordem que eu costumava seguir, né, antes do meu da criação deste bano, que agora eu tô usando só ele, era justamente o RMP, o RMH e o pilar do meio. Tá bem? Correia comenta ali, né? Só observar com cautela uso desse bimento à noite, salvo se for fazer algum ritual. Sim, gente, como eh como a intenção da criação desse ritual é fazer uma
mescla pilar do meio, e eu fiz isso e vocês vão perceber ali depois mais tarde, eh vocês podem ter um Surto de energia aí imediato, tá? Pode atrapalhar o sono de vocês, tá? Então sugiro que vocês comecem a testar esse ritual aí pela manhã ou de tarde, mas evitem fazer 9 horas da noite. Pode ser vocês acabem enrolando aí na cama de vocês a noite inteira, tá? No plano prático do ritual, o Baltô cumpre dois papéis externo. Ele estabelece um campo ordenado repelindo forças intrusas, que é a função Principal, né? A função de monimento principal.
E o interno, que é isso que a gente tá falando, ele alinha o magista a sua própria verdade interior, confrontando com a necessidade de retidão, disciplina e coerência. É o alinhamento do pilar do meio, gente. Ele alinha vocês ali de ketter, passando por tifera, ele chegando a mal cut, tá? É nesse sentido que Baltô pode ser visto como a espada de Guurá, cortando ilusões Estab estabelecendo limites. Sem essa energia, qualquer prática mágica corre o risco de ser contaminada por forças desarmônicas ou pelas próprias projeções do operador. Isso aqui é uma parte muito interessante é que
eu percebi durante a prática dele é que ele ele corta o papo furado da sua mente, tá? Você faz ele e a mente parece que dá uma centrada assim nervosa, tá? Corta tudo aquilo, ai, né? Se não der certo, o Que eu tenho que fazer? Com ele corta isso aí tudo, tá? É o efeito da espada ali. Sérgio pergunta: "Realizar ele uma vez ao dia com uma chamada durante 18 ou 22, o que acha?" Eu acho fantástico. Tanto é que eu eu acabei de mexer no arquivo de 22 dias e eh tirei o banimento que
tava lá, que eu acho que era na da época que eu compartilhei o arquivo, tava o Rubi Estrela, né? Eu tirei o Rubi Estrela e coloquei ele No lugar. Mas o mais legal desse banimento aqui, Sérgio, é que ele não serve só para pro ritual de 22 dias, tá? Ele não tem um aspecto neoenoico. Isso não quer dizer que ele combine só, né, com o eno tradicional, não. Você pode ver que ele tem os elementos de movimentação dos rituais que a gente já conhece, mas você pode realizar ele, Sérgio, uma vez ao dia. Eh, por
que que você tá eh Eu achei interessante você ter justamente dito isso aqui, né? realizarem uma vez ao dia como uma chamada. Por quê, gente? Porque esse ritual contém palavras de poder no idiomano e vocês sabem bem o poder das chamadas, tá? Não sei se vocês assistiram a última live do Fratergoy em que ele diz que parte do desenvolvimento prático do magista enoiquiano é construir as suas próprias chamadas eventualmente. Digamos, tanto eu quanto o Robson, nós já estamos empenhados nesse caminho aí. É, o Robson eh concebeu o banimentoidá, tá? Utilizando palavras ali, organizando as chamadas,
né, digamos assim, tá? Eu concebi este agora, né? Tem tantas palavras enokoiano, porque na minha concepção ele ele opinião pessoal, né, ele depende mais eh eh de conceitos de movimento e e visualização também, tá? Mas cada um, eh, vocês percebam, né, que Cada um tem trilhado ali o seu caminho com o mesmo propósito, desenvolver o sistema no pessoal, tá? tá evitando aí puxar o carro da Golden Down e começar a andar, trilhar o nosso próprio caminho. O banimento que o Correia e que o Frater Mandias construíram, mesma coisa, tá seguindo pelo mesmo caminho. Os dois
estão desenvolvendo aí a própria prática. O que é um sinal claro, Né? Um sinal muito claro do ponto em que ambos se desenvolveram. Tanto é que a gente vai fazer um documentão com a inclusão do da dos trabalhos do Frateros Mandias e do Correia também, né? Vai ficar bem legal. Correa comenta ali, né? Mas os procedimentos de purificação de local na magia grimorial também tem movimentação. Então esse banimento não foge de atender o tradicional. É realmente correr. Bem lembrado, bem dito. Obrigado. Até porque tem uma ideia que coça na minha cabeça há anos já que
o Frater Osmandias me deu uma vez, né? Citando você aqui, meu caro de novo, né? em que ele falava o seguinte para mim, eh, que essa essa distinção entre neo e tradicional, na real, ela é extremamente superficial e rotuladora, né? Eh, eh, eu lembro que na época eh eh eu concordei muito contigo e hoje em dia ainda permanece assim. Eu não poderia concordar mais. Então, tudo se trata de uma prática só, gente, que diferencia a forma como você vai fazer a coisa. A forma não é a síntese, é a forma, tá? O externo, viu, meu
querido? Eu lembro de todas as nossas conversas. Pois é, cara. Pois é. Eh, eu acho que a gente como eh praticante de enukiano no Brasil agora, que que é um um campo em expansão, né? Eh, a gente precisa tirar um pouco essa Eh essa visão da Golden Down, essa visão da do Crawley, né? trazer um pouco mais o diário, juntar um pouco mais as coisas que estavam muito separadas. E eu acho que é isso aí, cara. A gente tá indo com caminho. Eu acho que sabe o que o trabalho que tá todo mundo fazendo, principalmente
você, o Robson, o Boy, tá mais à frente disso, cara, vocês estão fazendo um trabalho incrível, não é isso, cara? É, é escrever é escrever o nome no no panteão do enoiqueano aí, Cara, e ser citado pro mundo, velho. Isso aí tá tudo certo. Estamos junto. >> Com certeza. Tamo junto, com certeza, meu querido. Muito obrigado por suas palavras, inclusive, Frata, sempre um prazer te ouvir. Correia comenta ali, né? O sistema é o mesmo, o que muda é o método. Sim, mesma coisa. Sérgio, pensei em repetir a iniciação utilizando esse manimento como abertura E ponto
de equilíbrio para ver eh o que é sentido na hora. Se se refere a de 22 dias, Sérgio? Se for a de 22 dias que você fez, Sérgio, eu eu queria para você sugerir uma outra coisa, quem sabe, né? Vamos ver se você aceita uma abordagem diferente. Que que você não pega, experimenta? Eh, eh, a outra apresentação, a de 19 dias, que é puxada pro lado tradicional, e faz o encaixe desse banimento. Só que em vez De você, né, seguir estritamente a regra de ter que fazer três vezes ao dia, por que que você não
faz uma vez ao dia igualzinho o banimento de 22 dias para testar como é que a coisa age sobre você? Esses dias eu comecei a me questionar sobre essa questão dos de três vezes ao dia. Também fiz umas tiragens de tarô ali, né? Eh, eh eh obviamente é uma ideia é uma ideia eh que a gente já conversou Várias vezes, etc. sobre eh a mudança que o mundo sofreu, né, do tempo do dia para o nosso tempo. Afinal de contas, o dia era o astrólogo da rainha. Ele tinha tempo para fazer essa treta, meu irmão.
Não tinha, né? Infelizmente, né? Dadas a circunstâncias de que eh o mundo gira, a fila anda, né? A vida surge, passa, a ter uva passa, né? Eu não acredito mais que essa regra eh novamente, gente, vou deixar aqui para Vocês com muito cuidadinho que o que eu vou falar é opinião muito pessoal, tá? Muito pessoal. Vocês podem discordar, concordar como vocês decidiram. Eu não acredito mais que seja eh deva ser realizado dessa forma, cara, porque simplesmente não dá. Eu não posso também me privar de fazer a prática porque eu não tenho mais tempo para fazer
a prática três vezes ao dia. Não dá. É família, é trabalho, é é é a correria do dia a dia, não dá, Tá? Então, o que que eu me propus a fazer? Eu fiz de novo, só que eu fiz uma vez ao dia. Seguindo ali com o tarô certinho para ver quais eram as circunstâncias. Eu vou falar para vocês, deu bom para Deu bom demais, demais, tá? Então eu quero deixar essa ressalva aqui com muito cuidado aqui, né, no que eu estou falando para vocês, tá? É, foi uma opinião pessoal, uma opção pessoal, uma escolha
minha realizar como teste uma Vez ao dia. Para mim deu muito bom. OK, pode falar, Frata. Eh, eu queria só dar uma, isso aqui é uma é uma visão pessoal, tá? dentro disso que tá que vocês falaram agora, eu acredito sim, concordo com você plenamente que a adaptação ela é necessária, mas eu também entendo que tudo depende do que você vai praticar. Por exemplo, se a gente vai fazer um ritual do SAG, por exemplo, isso é uma visão minha, tá? Eh, da qual o da qual a Gente precisa tá muito mais purificado do que o
normal, eu acho que vale a pena tentar. Não que o fato da gente fazer uma vez por dia não seja bom, mas eh eu vejo só pela questão da da dedicação, saca? Mas por isso, mas eu concordo plenamente com você. >> Entendi, entendi. Deixar o Correia falar ali, depois eu comento um pouquinho sobre sobre isso aí também. Pode falar, correr. >> A respeito dessa tua visão, eu concordo, tá, que fazendo uma vez por dia que não vai ter algum efeito. É só a título de curiosidade, tá? Então, assim, por exemplo, agora eu tô entrando num
ritual, ele é cabalístico, vai durar mais ou menos 40 dias, três vezes por dia e na última semana é quatro vezes por dia. E da onde vem essa esse >> eh da onde vem esse entendimento aí do três vezes por dia? Isso vem como da influência da cabala judaica e aí a Cabala cristã assimilou. Se tu pegar ali os monastérios, eles tinham de cinco a seis orações por dia. Já na na no judaísmo são três orações por dia. E o e o porquê do três? Porque o três é a manifestação. Só para saber da onde
tá saindo, tá? Só título de curiosidade. >> Muito obrigado, Correia, inclusive, eh eh pela contribuição, né? Sobre sobre o Abraelim. Foi ele que você se referiu, né, Fraterosa? Pode falar. >> Sim, sim. Não só o Abramelin, né? Mas eh geralmente quando a gente tem um ritual para para alcançar o sagradão acordião, né? ou mesmo atingir grandes hierarquias no hierarquias mais altas. Mas assim, a gente pode ter o o Benim como base. >> É, é justo, é justo. Eu tô falando sobre essa experiência, gente, porque eu já realizei a versão de três vezes ao dia, tá?
Tive ótimos resultados também. Eh, eu testo os meus Rituais com muita frequência, tá? Já realizei pelo menos uma vez a eu faço as duas. Eh, agora testei essa uma vez ao dia. Eu tenho me sentindo, eu acabei de falar paraa minha mulher hoje, gente, olha só que legal. Eu acabei de falar paraa minha mulher hoje que eu tô me sentindo na carta da arte do tarô de Tot. Cara, tô sinc de alquimia interna assim, ó, tem lavada a alma, não de uma maneira uma maneira Muito suave, tá? Já vou avisando logo. Mas eu tenho percebido,
gente, inclusive na minha criatividade, na na minha produção de de de material eh é relacionado ao sistema, tem surtido um efeito monstruoso. Sobre o Abramin, cara, eh eh o Abramelim, gente, ele foge completamente dessa minha perspectiva, tá? porque ele é o único ritual que eu respeito para ser feito daquela maneira ali. Tanto pelo relato do Frater Goia sobre Isso aí, cara, que eu acho que é eh eh observando o relato dele todas as vezes que ele conta, eu acho esse ritual o absurdo de poder, assim, nível de de de desafio nele. Então, eu acho que
ele é o único que deve ser seguido nessas nessas estritas condições. A versão do Crawley, Liberc, o Crawley tava ficava na rua, né, fazendo os rolê dele todo o tempo e só nas últimas semanas que ele se enfurou, né, na casa para tentar fazer. A Primeira vez ele não conseguiu, demorou, né, teve que fazer mais duas vezes, tá? Mas isso são entendimentos, né? Eu não sou crawling, né? Acho se eu vivesse oito vidas, ainda assim não seria crawing. Tudo que eu faço, como eu disse para vocês, tudo que eu tenho relatado é baseado justamente nas
minhas escolhas pessoais, tá? Não quero que vocês levem isso aí como regra de prática pra vida de vocês. É a regra de prática da minha Vida, de vocês, vocês fazem. Beleza? Então fica a sugestão aí, Sérgio. Tenta eh experimenta a título de curiosidade para você ver como é que você vai reagir o ritual, tá? Eu te garanto, já é que algum efeito você vai ter lembrar. Você quer falar mais alguma coisa, Fraterosa? Beleza? Então, a simbologia das quatro direções E sua sua correspondência aos quatro mundos cabalísticos. O ritual, ele estabelece um círculo de proteção a
partir das quatro direções cardiais. Essa prática tem raízes em muitas tradições. Os quatro ventos na Grécia, as quatro criaturas no trono de Ezequiel, os quatro evangelistas no cristianismo, os quatro quadrantes zodiacais na astrologia e as quatro direções cardiais dentro do enoquiano. Nós tivemos uma Conversa pesada sobre isso aí, né, no grupo da mentoria em relação a como o sistema eh se apresentou para mim e que eu pretendo eh eh passar adiante, né? Inclusive, eu fiz até uma lav aberta em que eu comentei sobre isso aí. Na Cabalá, as quatro direções se relacionam com os quatro
mundos. Absolut, emanação, o mundo das ideias divinas. Briá, criação, o mundo dos arquétipos. Eirá, formação, o mundo das formas e dos Anjos. E aá, que é ação, né? O mundo físico e material. Cada fórmula proclamada no ritual se conecta a um desses mundos. Aqui que a gente vai entrar na diversão, hein? Lifan yard. A luz brilhante corresponde a Atiluts, onde ação pura surge. Então, percebam que as palavras foram escolhidas aí a dedo. O leste é o nascer do sol, a metáfora do início da criação. Basicamente, gente, eh a parte da essa Parte da vibração desses
nomes, vocês vocês vão estar reproduzindo a criação do universo sul balto yad. A justiça conecta-se abrial, onde os arquétipos divinos moldam a ordem. O sul quente e ardente é a região do fogo criador. E aqui a primeira menção que eu faço é correspondências elementares, mas eu preciso que vocês não foquem nelas. Vamos fazer o contrário dessa vez. Oeste, somando aim, o cujo nome é Corresponde a Ietzirá, o mundo da formação, onde tudo existe como reflexo do nome divino. O oeste onde o sol se põe é símbolo de retorno à interioridade. Norte, Yarn, o Deus eterno
corresponde a AC, a manifestação. Norte, escuro e frio é a região da concretude e da prova material. Assim, o magista ao traçar o círculo, não apenas se protege, ele se coloca no centro da criação, rodeado pelos quatro Mundos. Cada direção torna-se um espelho de uma dimensão ontológica e o círculo se transforma em um mapa vivo da árvore da vida. Vocês percebem a imagem que cria na mente de vocês dessas palavras e das correspondências? Primeiro, eu tenho uma ideia de quadrantes ao meu redor e depois eu tenho uma ideia de cima para baixo dos quatro mundos
da Cabala. Se eu unir esta imagem junto com o Movimento circular, que símbolo é a forma? Concordam? Todo mundo viu? Uma espiral. Uma espiral justamente baseada em quê? Não é dessa forma que os nomes dos arcanjos da criação são formados no sigilo Nemet? Dia, né? A coluna de luz como reflexo do pilar do Meio. Um dos momentos mais poderosos do ritual é a visualização da coluna de luz que atravessa o corpo do magista. Essa imagem não é acidental. Trata-se da atualização direta do pilar do meio da árvore da vida. E aí a gente entra o
papo que a gente já teve, tá? Na Cabalá, a árvore é composta por três pilares. O da misericórdia, direita, representando expansão e doação. O da Severidade, que é a esquerda, representando restrição e julgamento. E o pilar do meio, que equilibra ambos, representando harmonia e síntese. O pilar do meio é o caminho que liga ketter, a coroa, a malc, o reino, passando por tiferex, a beleza é o eixo do equilíbrio, a linha pela qual o homem se alinha com Deus. Ao visualizar a coluna de luz atravessando o seu corpo, o magista enoiquiano se identifica com esse
eixo. Ele não apenas imagina, ele se torna a própria árvore da vida encarnada, onde o fogo divino desce do alto e se ancora na terra. Isso coloca como microcosmo dentro do macrocosmo, reproduzindo em si a ordem universal. Onde vocês já viram essas palavras aí, né? Em qual ritualzinho que a gente já faz isso aí? Esse detalhe é crucial. Círculo das direções organiza o espaço, mas a coluna organiza o C. O C. Sem ela haveria ordem externa, mas não necessariamente alinhamento interior. Desculpe, gente. A coluna é o verdadeiro coração do ritual, pois garante que a justiça
de Deus não seja apenas projeção, mas realidade encarnada no magisto. Relações entre termos en eloquianos e fórmulas hebraicas. Por fim, o texto do ritual mostra várias Semelân semelhanças entre a língua enoqueiana e as fórmulas hebraicas tradicionais. Isso não é coincidência. Para di, a língua enoqueiana era o idioma prébabélico de Babel, raiz de todas as línguas sagradas, incluindo o hebraico. Alguns paralelos notáveis, lembrando que isso aqui são paralelos, tá? São informações para que façam para aquecer a mente de vocês aí, tá? Sobandoim, cujo nome é lembra Aeremot, Tá? Yagna, Deus eterno. Eaolan ou Adonolan. Baltou e
ad corresponde a Sedeec e Jeová, a justiça do Senhor. E Maderoso, lembra Shadá. Essas semelhanças reforçam a ideia de que o ero é uma linguagem de ressonância, né? O que a gente vive falando, que não substitui o hebraico, mas vibra em paralelo a ele. Se vocês tinham alguma dúvida sobre alguém dizer isso Para vocês, então eu coloquei e manifestei aqui a minha opinião sobre o estudo das duas linguagens, tá gente? O enoiano não substitui o hebraico, eles vibram em paralelo, tá? Se vocês observarem os diários, vocês vão perceber que tem muitas passagens dos diários em
que o dia fala eh eh escreve algo em hebraico para para títulos de comparação. Ele também usa o grego, que é uma coisa que o Crawley pegou, tá? Do aramaico. Ao usar Baltô, Soban e Adn, o magista ativa ecos que dialogam diretamente com a tradição bíblica. Isso cria uma ponte entre dois mundos. Acabalá hebraica e a magia no que a primeira oferece a estrutura dos nomes e sefiró. A segunda oferece uma linguagem revelada que dá voz a essa estrutura. Certo, minha gente? Alguma dúvida sobre a análise cabalística? Ficou alguma informação que vocês não conseguiram entender?
Podemos continuar. análise filosófica, o conceito de justiça como princípio universal e divino. A noção de justiça é uma das ideias mais antigas e persistentes da filosofia. Para além de seu uso jurídico e social, a justiça foi considerada desde os pré-socráticos como princípio ontológico que sustenta o cosmos. Heráclito, por exemplo, descreveu o universo como harmonia de tensões. Não poderia estar mais certo, né? Só não sabia. Em que até o conflito era submetido a uma ordem justa. Desculpe, gente. A guerra é o pai de todas as coisas e a justiça é a filha da contenda. Já em
em Platão, a justiça ocupa o lugar central na República, onde é definida como parte eh como cada parte cumprindo seu papel dentro da totalidade. No Indivíduo, cada faculdade, na cidade, cada classe social. No neoplatonismo, especialmente em Plotina, justiça elevada ao plano metafísico, não apenas lei social, mas proporção cósmica. Essa visão eroua diretamente no princípio mágico do ritual, né, da autoridade. A justiça de Deus, né, não é um tribunal humano, mas a própria estrutura de harmonia que garante que as energias fluam de maneira correta, mantendo o equilíbrio entre Forças opostas. No judaísmo bíblico, a a justiça
Sedeec é constantemente atribuída a Deus. Ele é o juiz de toda a terra, né? Gênesis 18:25. E a justiça é a medida pela qual o mundo é sustentado. Os os profetas repetem e sem justiça até mesmo os rituais perdem o valor. Assim, a justiça não é apenas um atributo divino, mas fundamento de toda a espiritualidade. Lembrem-se do que eu falei para vocês, Gente, sobre a justiça, eh eh como conceito de equilíbrio ou restabelecimento de equilíbrio, tá? O espiritual todo é fundamentado nessa nessa questão. É a justiça de Deus. Dentro do ritual Baltouade, essa concepção se
manifesta no ato de invocar a justiça de Deus como primeira condição do banimento. O operador não afirma a própria sua própria autoridade, mas coloca-se sobre um princípio que o transcende. A justiça aqui é o princípio Universal, cósmico, divino, que antecede o divino, o indivíduo, né, e o fundamento. é a ordem primordial que permite que a magia opere sem cair em caos ou a arbitrariedade, tá? arbitrariedade. Eh, uma coisa muito interessante que eu quero deixar claro para vocês aqui é que quando já a segunda citação que fala sobre caos aqui, gente, eh a expressão da palavra
caos dentro desse texto, ela se refere ao Conceito de desordem, não um conceito de caos primordial, múltiplas escolhas, tá? Aqui nós estamos falando sobre espantar o caos como conceito de desordem, como desequilíbrio, né? que nesse caso ele ocupa um lugar ali eh como contrário do que nós estamos falando sobre justiça aqui. A relação entre liberdade, ordem e invocação da autoridade superior, tá? Então, para filosofia da magia é que o Magista, ao buscar liberdade espiritual, ele submete-se constantemente à autoridades superiores. Ó o motivo da treta aí, gente, todo mundo aqui já deve ter visto alguma discussão
em relação à forma como vários magistas vem a eh a autoridade, né? Muita gente chama de, como é que é o nome que eles dão? Autoridade espiritual. É esse termo, agora eu não vou lembrar. E as pessoas ficam discutindo em relação A isso, eh, quanto a a fonte dessa autoridade espiritual, né? Alguns dizem que a autoridade espiritual ela vem eh do uso frequente eh eh dos nomes divinos, né? Outros defendem que eh essa autoridade ela vem unicamente da da potência da psiqui magista, né? Eu tendo a discordar desse ponto porque eh se você entende psiqu
manifestação do seu ego na terra, Você já tá dando poder a uma ferramenta que o seu verdadeiro eu usa para se conectar com o mundo. Então assim, quem é o boneco e quem é o o manipulador ali, né? Quem que tá segurando as cordas e quem tá dançando? Percebem aí a dimensão do erro? Se você assume como eu verdadeiro somente o seu ego, que é a ferramenta que o seu eu verdadeiro usa para lidar com o mundo, então talvez você deva começar a dar uma Olhada para cima, né? Pode achar uma um par de mãos
ali com cordas. É esse termo mesmo, né, Correia? Obrigado. Eh, a relação entre liberdade e ordem e invocação da autoridade superior. Um paradoxo da filosofia da magia é que o magista, buscar liberdade espiritual submete, já li essa parte, né? O ritual é analisado ilustra bem esse paradoxo. Quando o operador invoca bautoriad, ele não está simplesmente exercendo poder Próprio, ele está chamando a justiça de Deus como critério útil. Isso significa que, paradoxalmente, sua liberdade só é possível na medida em que reconhece e aceita uma ordem superior. Pegaram a ideia? foi bem difícil ter eh escrever essa
parte aqui da forma como eu gosto de escrever, né? Clara, direto, tá? Eh, eh, lembrando a vocês mais uma vez, Tá? Eh, eh, essa forma de expressar esse pensamento, eles se tratam apenas da forma como eu, Johan Madrix, vejo a manifestação do divino no mundo. Cada um aqui de vocês tem todo o direito de ver a forma como desejar. Eu fico muito feliz, inclusive, de discutir esses pontos com qualquer pessoa que se dispor a isso, tá? Eh, isso também significa, gente, confessando para vocês, uma mudança de perspectiva minha, pessoal, em relação a Essa própria ideia,
tá? Já são alguns anos trilhando o caminho. Eh, vocês vão de concordar comigo que seria mais do que natural eventualmente a gente mudar a nossa própria visão da coisa, né? Costumo dizer para meus colegas de física que a única constante do universo é a mudança. Fiquem com essa reflexão para vocês. Na filosofia política, esse dilema se reflete no contrato social. Para Hobs, a Liberdade natural só é garantida pela submissão a uma lei comum. Para Rousseau, o homem só é verdadeiramente livre quando obedece a uma lei que ele mesmo reconhece como expressão da vontade geral. E
aqui entra uma questão muito interessante. Eu acho que eu não conseguiria concordar mais com aqui. Ele tá dizendo, gente, que eh eh o homem só é livre de verdade quando ele obedece a uma lei que ele reconhece como vontade geral, Que neste caso, a a única lei que eu reconheço é a justiça divina, tá? Vocês entenderam o conceito de Russ aqui em que ele expressa que a a justiça ela é é real com em conformidade com a combinação da aceitação do ser, que é justamente entrando na nossa discussão sobre o paradigma mágico. Vocês concordam com
isso, gente? Concordam? Discordam? Já tiveram uma aula de filosofia no meio da aula de magia? Desculpe, gente. Na filosofia espiritual, esse paradoxo é ainda mais evidente. místicos reconhecem que para se tornar livre do ego é preciso submeter-se à vontade divina. E aqui também é uma outra citação que eu fiz questão de colocar para vocês, eh porque eu quero muito que vocês pensem sobre, não só eh pensem sobre, desculpe, não só sobre essa questão eh eh do Assunto que a gente tá tomando aqui hoje, mas eu acho aqui na na na visão mágica em geral de
vocês, tá? Eu não sei, gente, eh, quantas vezes vocês foram questionados sobre isso, se já foram questionados sobre isso, mas, eh, a pergunta crucial que todo praticante deve se fazer eventualmente é: como é que você vê a magia? De que forma você a compreende e a aceita? Particularmente falando, eu acho isso Uma das questões mais fundamentais, tá, da prática mágica. Se você não se fez essa pergunta ainda, sugiro que você comece a repensar sobre, tá? pode revelar muitas coisas interessantes sobre seu próprio desenvolvimento mágico. Assim, o ritual enoquiano articula liberdade e ordem. A liberdade do
operador consiste em escolher conscientemente alinhar-se à justiça Divina, ao invés de seguir suas próprias inclinações caóticas. Ordem se manifesta na estrutura do círculo, nas quatro direções, na coluna de luz. Ao invocar a autoridade superior de Deus, o magista não perde poder, mas o recebe em plenitude. Isso revela uma concepção filosófica profunda. A verdadeira liberdade não é ausência de lei, mas participação na ordem universal. Bem-vindos à concepção das palavras. Faç O que tu queres ser tudo da lei. O amor é a lei. O amor sobre vontade. É isso aqui que quer dizer. O magista não é
livre porque rejeita limites, mas porque escolhe o limite certo da justiça divina que ordena e harmoniza. A filosofia da purificação do espaço como metáfora da purificação do se. Isso aqui, gente, eu acho que eu nunca vi sendo dito. Então, eu já vi eh eh tem um Material dos filósofos da natureza que fala sobre isso aqui, tá? É raro de achar, mas é legal de ler. O ritual de banimento é apresentado como processo de purificação do espaço. A esfera flamejante desce sobre o operador. O círculo é traçado, torres e colunas de luz são erguidas até que
o ambiente esteja limpo, puro e protegido. Porém, numa leitura filosófica mais profunda, essa purificação externa é metáfora Direta da purificação interna, tá? Em todas as tradições espirituais, o espaço sagrado refle reflete o estado do praticante. Para os pitagóricos, a harmonia da música e da matemática era reflexo da harmonia interior. Para os históricos, a ordem do cosmos deveria inspirar a ordem da alma. Meu Deus, um monte de notificação aqui, gente. Desculpe. Na Cabalá, a purificação do templo era inseparável da purificação do coração, Tá? O ritual Baltouad segue essa lógica. O espaço só pode ser purificado porque
o operador se abre à justiça de Deus. As visualizações externas correspondem a movimentos internos. A esfera flamejante é a consciência nada. O círculo é o limite da mente que se protege contra pensamentos intrusivos. E as torres são virtudes eretas que sustentam a vida. A coluna é um Alinhamento do eu com o eixo divino, tá? Então, filosoficamente, significa que a purificação ritual, gente, é também um processo de autoconhecimento e disciplina anterior. A gente já falou várias vezes sobre a questão de disciplina, né? disciplina da mente, disciplina do corpo, disciplina do espírito. Eles ainda acham que essas
questões não são importantes? Tivemos uma conversa sobre isso hoje, Né, Batman? O espaço externo é a imagem do espaço psíquico. Purificar o ambiente é purificar a si mesmo. Expulsar ilusões, ordenar afetos, estabelecer limites. Tá? Essa metáfora é essencial. Sem ela, o banimento corre o risco de ser visto como um ato mágico externo, quando na verdade é prática de transformação interior. Gente, basicamente é o que eu e o Robson a gente fala com Muita frequência lá no grupo eh do manual de um ano do Regardier. Gente, eles não estão fazendo banimento para expulsar algo em termo.
Vocês estão restabelecendo a ordem dentro de vocês e consequentemente controlando o espaço externo de vocês. Quando a gente fala que o microcosmo é o reflexo do macrocosmo, é isso que a gente quer dizer, que não existe uma uma cadeia de comando sobre o macrocosmo, sobre o microcosmo. Não existe cadeia de comando, gente. existe equilíbrio. Implicações éticas do uso da forma de poder no desenvolvimento humano. Por fim, a filosofia do ritual nos leva a considerar a ética do uso de fórmulas de poder. Ao vibrar palavras como yad, balto e, o operador não está apenas recitando sílabas,
ele está lidando com estruturas que, segundo a tradição, sustentam cosmos. Essa responsabilidade exige discernimento ético. Na tradição cabalística, usar o nome de Deus em vão era considerado grave profanação. Segundo o mandamento bíblico, não tomarás o nome do Senhor, teu Deus em vão, né? Todo mundo deve lembrar. Reflete essa consciência. A palavra de poder não é instrumento neutro, é chama que pode iluminar ou consumir. Gente, é por isso que a gente sempre fala, Se você quer aprender as chamadas, tente não vibrar levianamente, meus caros. Tente fazer com objetivemente. Você vai estar fazendo duas coisas, treinando a
chamada e realizando um objetivo, tá? Por favor, tentem não vibrar as chamadas de forma leviana, sempre com o intento em mente. Eu e o o Correia, nós já estamos carecas de de falar sobre isso aí, né, Corre? No plano filosófico, isso remete a questão do Logos. Para os gregos, o Logos é a razão universal que estrutura o mundo, ao mesmo tempo, é palavra falada pelo homem, né? Usar o logo de forma justa é alinhar-se à razão divina, usá-lo de forma injusta é corromper-se, tá? O mesmo vale para as fórmulas enoquianas. Vibrar y exige intenção reta.
Caso contrário, o operador se desconecta do eixo da justiça que invoca. É nesse sentido que o ritual não é apenas técnico, gente, mas ético, né? Ele não pode ser usado para manipulação egoísta sem corromper-se. A invocação do Baltoade exige do magista que se submeta também à justiça, tornando-se instrumento dela. Isso implica responsabilidade, disciplina e humildade. Eh, aqui, gente, tem um alerta extremamente interessante. Não quero que vocês entendam de cara, né, de uma forma eh muito 8 sobre eh esse fato de de eh manipula manipulação egoísta, Tá? Muito importante que vocês saibam que existe todo espectro
de informação em todas as ideias. Tá? Quando eu falo de manipulação egoísta, não é? Eu não quero me referir a que você não pode usar esse banimento aqui para pedir dinheiro pros anjos. Se você tá meu irmão, vai e faz. Eu já cansei de falar sobre isso. Robson já cansou de falar sobre isso. Correia já Cansou de falar sobre isso, né? Você tá precisando, bicho. Você precisa sobreviver. Você não sabe nem da onde vai vir a próxima refeição no dia seguinte. Como é que você vai viver? Isso não é não entra na categoria manipulação egoísta,
gente, tá? Manipulação egoísta é você eh tomar a a morena do amigo casado. Legaram a diferença. Consegui a vaga de emprego do amiguinho. Muito cuidado, pensamento crítico, Pelo amor de Deus, para que vocês entendam de que forma, né, o egoísmo ele é ruim nesse sentido, tá? Eh, acho que é o mesmo mesmo processo de discussão em relação ao orgulho pessoal, né? Tem uma diferença entre você eh eh ser um egocoolo de merda e você simplesmente estar orgulhoso por você ter tido as conquistas que você teve, tá? Lembrando que o contrário é verdadeiro, Tá? Excesso de
humildade forma escravos. Novamente voltamos ao conceito de justiça, né? Estabelecer um equilíbrio tudo aquilo que você precisa, tá? Assim, a filosofia do ritual nos ensina que o poder espiritual não pode ser separado da ética. As fórmulas são catalisadores de transformação, mas só se realizam plenamente quando o operador se alinha a princípios universais. Em última instância, o banimento não purifica apenas o espaço, purifica Também a consciência moral, conduzindo o praticante ao desenvolvimento humano integral. Todo mundo OK? Todo mundo compreendeu essa parte? Novamente o assunto tá legal? Vocês estão gostando? Posso continuar? Agora nós vamos passar a
parte física da coisa. Quiserem comentar alguma coisa antes da gente começar? Comentários, perguntas, sintam-se à Vontade. A gente vai passar pra parte de como funciona a coisa no corpo físico. Eh, é legal isso aqui porque me deu a ideia de de escrever essa parte. é eh muito relacionado ao livro Papi, tratado elementar de magia prática, porque ele ele fala sobre funcionamento fisiológico da magia, né? Fratandas tá falando, precisa aí, tô adorando, mas volto e termino depois. Muito obrigado pela sua presença, meu querido. Muito obrigado de Verdade, viu? Volte mais vezes. Muito bem. É o nome
paraa parte física, né? O que que o banimento faz no corpo e na mente? Lembrando, eh eh por falar em mente e corpo, vocês sabem por que, e as últimas duas letras do tetragrama divino se referem à mente e o corpo? Pergunto isso porque existe uma escola chamada os filósofos da natureza em que eles eh eh vem o tetragrama como terra, Água, ar e fogo. Por que será essa diferença? Já pararam para pensar sobre isso? Aqui na Cabalá, gente, eh a mente citada na parte da letra VAV, ela corresponde à mente consciente e a mente
é racional. A mente que está ligada eh aos processos fisiológicos. A mente que pensa e que emana o ego, meus caros. Enquanto a água, ela está ligada à mente inconsciente, Às profundezas da alma do ser humano, a psiqual, a a a própria o próprio mergulho na escuridão interna. Águas de baixo. Exatamente, Correia. Obrigado. Já tinham visto essa diferença, gente? Tem muita gente que tem muita dificuldade em entender, né? Por que a água fica eh em primeiro lugar, né? De baixo, de cima para baixo. É por isso. E o inconsciente nesse sentido, gente, Ele é basicamente
é a fronteira final, né? como diz lá o o jornada nas, né? É, as portas pro seu espírito. Vocês perceberam como tem muito a ver também com o conceito que eu expliquei anteriormente sobre os quatro mundos? Fica esse conhecimento para vocês. Então vamos lá. Respiração e visualização, efeitos fisiológicos do sistema nervoso. Eh, a primeira etapa do ritual bautoriá Orienta o praticante a permanecer de pé no centro e respirar profundamente três vezes antes de iniciar qualquer invocação. Esse detalhe, aparentemente simples, carrega um valor fisiológico, psicológico profundo. do ponto de vista científico, e vocês vão ouvir falar
muito aqui nessa parte, sim, eu coloquei, né, e a a opinião eh acadêmica aqui, tá? Com situações de trabalhos, inclusive inclusive, tá? Do ponto de Vista científico, a respiração profunda, ela ativa o sistema nervoso parassimpático, responsável pelo relaxamento e pela regulação das funções corporais. Estudos de neurociência mostram que a respiração lenta e consciente reduz a frequência cardíaca, diminui a pressão arterial, induz estados de calma mental, favorecendo a concentração e foco. Quantas vezes nós não falamos sobre a Parte de treinamento de respiração? Quem de vocês aqui antes de qualquer ritual costuma fazer um ciclo de respiração?
Agora eu vou pegar no pé, hein? Correia comenta ali, né? Isso da respiração lenta, diminuir os batimentos. É verdade. Foi o que usei para diminuir o fluxo de uma hemorragia interna. Lembra que você contou mesmo, Correia? Justamente. Quem nunca fez, vocês não têm ideia da Diferença que dá vocês fazerem 10 minutos de respiração profunda antes de qualquer ritual. Vixe, é uma é um tiro de calmante na mente. Juro para vocês. Citou o Crawley, né, no Liber e Versityum sobre a parte de pranayama, citando rata yoga, né, que é o estilo de yoga que eu escolhi.
iniciar a minha prática. Os vários tipos de respiração, gente, Produzem estados diferenciados. Se vocês ainda não tinham eh eh mais, né, eh eh ferramentas para produzir estados alterados de consciência diferentes, agora vocês têm, tá? Os tipos variados de respiração produzem estados diferenciados para cada propósito da magia. Correia comenta ali, né? Tem outro foco também que é muito louco, que é fixar a tensão nos batimentos cardíacos, mas tem que ter cautela. É, Correia, ó, tá? A gente começa, gente, com o foco da respiração direto, tá? Vocês vão perceber que quando vocês começam o foco na respiração
de vocês, a mente começa a parar. E aí vai um grande truque sobre eh essa parte de respiração para vocês durante a prática deação. Tentem não imediatamente parar os pensamentos de vocês. Vocês não vão conseguir. Mente, ela é um carro em movimento e um carro em movimento que está em certa velocidade, ele não para altamente quando você pisa no freio. Concorda? A mente de vocês, ela tem que ser treinada a parar de forma progressiva. E é essa atenção que vocês dão à respiração que vai fazer isso, assim como a técnica que o Correia ensinou aqui,
né? Prestar atenção nos batimentos. Por isso que é importante, né? eh eh a gente fazer a prática em silêncio, né, num ambiente fechado, tá? Pode falar, Batman. >> Então, a minha dúvida sobre o que o Correia passou aqui também, né, que também você tá falando de foco, aproveitando o gancho, >> eh, ao vi que o correa passou e eu tenho duas perguntas, a primeira é tomar cuidado em relação ao que, tipo assim, ter uma certa cautela em relação ao quê? E sobre focar nos batimentos cardíacos, se eu poderia explicar um pouco mais disso, sabe? Como
focaria nisso? Sei lá, porque para mim é muito estranho. Nunca parei para pensar dessa forma. É, vamos lá, tá? Com a mesma com a mesma explicação, eu vou responder suas duas perguntas, tá? Eh, para aqueles de vocês que, infelizmente, eh, já sofreram ou sofrem de ansiedade, Pode ser um terror absoluto prestar atenção nos batimentos de vocês, porque devido à ansiedade vocês vão entrar numa bola de neve, vocês vão começar a tentar prestar atenção nos batimentos e os seus batimentos vão aumentar e a sua mente vai fervilhar. Aí você tá fazendo totalmente o contrário. A ansiedade
é terrível. TDAH é terrível para esse tipo de prática, tá? Então, os dois cuidados Nisso aí são justamente para quem sofre desses problema, tá? Eh, silenciar a mente também é é é muito difícil para quem vive nessas condições, tá? Mas é possível, é possível, tá? Em vez de você tentar silenciar a mente e acabar tendo o efeito contrário, você vai prestar atenção em alguma coisa. E a mais fácil de todas é a respiração, tá? Conseguiu compreender, Batman? Correia tá falando ali também, né? Cuidado para não alterar drasticamente o risco cardíaco também, né? Observar sem interferir.
Exatamente. A Aline comenta ali, né? Eu tenho ansiedade e sopro no coração. Não posso fazer isso de prestar atenção nos batimentos e entro em pânico. Pois é, essa aí você já não pode fazer, Aline. Mas a da respiração eu sugiro que você você tente, tá? Eh, e temha obviamente a forma fácil, né? Eu não tô com o meu Celular aqui, mas eu acho que eu já mostrei para vocês. Eu tenho um aplicativo chamada chamado Pr Breath. Eu já falei para ele em live aberta, inclusive sobre ele, né? Em live aberta também. Que aí você vai
prestar atenção, gente, no alarme sonoro do aplicativo. Ele tem uma musiquinha que sobe assim quando você tá inspirando e aí ele dá um ponto e desce. Quando você vai expirar, você só fecha Os olhos e segue o barulhinho, tá? Essa é muito mais, é de longe, a mais segura de vocês usarem. Se vocês precisarem eh eh de mais informações no aplicativo, eu mando novamente a imagem ali do aplicativo para vocês, compartilho lá no no Play Store. Eu acho que tem para para Apple também, tá? Mas é a maneira mais tranquila de fazer. Beleza? Do ponto
de vista mágico, respiração e visualização são atos de preparação do Ponto de vista científico. São gatilhos fisiológicos que predispõem o organismo a estado de maior foco e receptividade, tá? Essa sobreposição explica porque as práticas de respiração e visualização são encontradas em traduções tão diversas como o yoga indiano, eh a meditação budista e os exercícios de eh exercícios exicratas cristãos. E aqui o sistema noquiano, tá? Eu vou aproveitar eh eh e fazer uma indicação De livro aqui rapidinho para vocês. Vou mostrar ele em tela aqui. Aqui, gente, isso aqui é o meu livro de cabeceira atualmente,
tá? Eh, de yoga, rata yoga, tá? Sugiro muito a leitura desse livro, ele é muito bom, é o melhor, a melhor versão desse livro que eu já consegui. Felizmente eu tô com um PDFão aqui lindão, uma uma qualidade muito alta. Vai ajudar muito vocês nessa parte prática da respiração da magia, tá? Então fica aí a sugestão para vocês. Rafa para Dipica. Movimento circular, implicações de orientação espacial e foco mental. Aqui a gente vai falar sobre a rotação ali, né? O segundo passo do ritual prescreve que o magista caminha no círculo, no sentido horário, traçando cruzes
de luz em cada Direção cardinal. Esse movimento, além de simbólico, possui efeitos psicológicos relevantes. A ciência cognitiva mostra que o movimento secular ativa mecanismos de orientação espacial no cérebro, particularmente no hipocampo, responsável por mapas cognitivos e a percepção do espaço. Olha eu na visualização do espaço ritual na mente de vocês e no astral. Muito importante saber isso aqui, porque influencia na criação do templo astral de vocês, tá? Caminhar em circo reforça uma sensação de centralidade, de estar no meio do mundo, porque organiza o corpo em relação a pontos fixos do ambiente. Além disso, o movimento
repetitivo é rítmico, tem efeito eh indutivo sobre a mente, promovendo estados de transe leve. Mais uma coisa que produz o estado alterado de consciência em vocês, tá? Vocês percebem que é um conjunto de ferramentas e unir estas ferramentas na do certa. traz o equilíbrio na prática de vocês ser observado em danças rituais de diferentes culturas como desvixes rodopiantes do sufismo e em práticas chamânicas, né? A dançar, o dançar das bruxas ao redor da fogueira. O círculo, portanto, não é apenas um Símbolo de totalidade, mas um mecanismo neurológico de foco mental. Ao repetir o movimento e
marcar as quatro direções, o praticante concentra sua atenção no espaço ritual e silencia estímulos externos irrelevantes que eu falei para vocês subentamente de vocês como preparação pro ritual, tá? Do ponto de vista psicológico, o círculo é também arquétipo de proteção. Estudos em psicologia analítica junto indicam que o círculo aparece nos sonhos e nas Mandalas como imagem da psiqui buscando unidade. Olha aí onde atinge as coisas, né? Ao traçar o círculo do espaço, o magista reforça inconscientemente sua segurança interior, estabelecendo uma fronteira clara entre o sagrado e o profano e entre o eu e o mundo
externo. Vibração sonora e sua ressonância com estados alterados de consciência. Um dos elementos centrais do ritual é a vibração de palavras e fórmulas como Olad balt ou zakar baltando a vibração sonora tem efeitos reconhecíveis tanto na fisiologia quanto na psicologia. Fisicamente o som ressoa do corpo através da laringe, tórax da cavidade craniana. Então aqui, gente, é o que eu eu já mencionei várias vezes para vocês, para todos os meus alunos, como deve ser feita uma vibração correta. Quando você vibrar uma palavra divina, gente, vocês precisam fazer com que o seu corpo Ressoe e toque como
um instrumento musical. Já falei isso milhares de vezes em lives, conversas, etc. Tá? Não basta só dizer as palavras, gente. Vocês t que fazer o corpo de vocês ressoar também. Normalmente na caixa toráxica de vocês, vocês vão sentir vibrar. Se vocês vibram uma palavra divina e bota a mão em cima, vocês vão sentir os dedos tremerem. Essa é a forma correta, tá? E essa vibração, ela é interessante porque ela Sobe conforme você fala, tá? E começa a vibrar o pescoço de vocês na laringe e de repente a mente de vocês começa a entrar em pânico
também vibra, tá? Então esse é o tipo de vibração correta que vocês devem fazer com nomes divinos. as chamadas en elanas, os nomes dos anjos e etc. Tá? Essa ressonância ela estimula o nervo vago que conecta o cérebro aos órgãos internos, modulando funções autonômicas. vibrações graves e prolongadas típicas Da entonação ritual induzem um estado de calma e expansão de consciência semelhante ao produzido por mandras orientais como ominduísmo e no budismo. Do ponto de vista psicológico, som prolongado altera a percepção temporal. minutos, podem parecer segundos e a mente se concentra exclusivamente na vibração. Eh, acredito que
bem, boa parte de vocês que já devo ter feito um ritual tem a tendência a observar que o Tempo ele passa de maneiras muito estranhas, né? Às vezes o ritual pode eh eh dar a impressão de que eh passou rapidinho, mas já se passaram 4 horas. No contexto no vibrar nomes como I ou Baltô não é apenas falar, é atuar com o Logus criador. Filosoficamente isso remete a concepção do som como princípio organizador do cosmos. A ideia presente tanto no CFER será cabalístico que descreve a criação pelas letras Hebraicas quanto em teorias modernas da física
vibracional, tá? que associam padrões sonoros a formas geométricas, eh, que é chamada de simática. Hoje eu mencionei sobre isso aí lá no grupo do eh do meu curso de sigilo servidores e formas pensamento. O estudo, a vibração do som se chama simática. Fica a sugestão para vocês pesquisarem. Muito interessante a projeção da energia como mecanismo de autosugestão e expansão da consciência. Após as etapas de respiração, movimento e vibração, o ritual prescreve a projeção de energia em todas as direções, purificando o espaço, tá? Do ponto de vista científico, essa prática pode ser compreendida como processo de
autossugestão estruturado. A autossugestão é o mecanismo psicológico pelo qual imagens e intenções influenciam estados internos. Quando o magista projeta a energia, isso Aqui é muito importante, eh além do corpo, ele não apenas imagina seu sistema nervoso, ele interpreta a visualização como ação real, ativando áreas do córtex motor e pré-frontal. Isso produz a sensação de expansão, de irradiação, como se a consciência ultrapassasse os limites do corpo físico. Olha só que interessante, gente. Eu acho que já vocês já me ouviram, a maioria de vocês já me ouviu falar que o cérebro de vocês durante uma prática de
Visualização, ele não diferencia eh o que é real, palpável, né? Porque tudo é real, do que o que você está visualizando. Então, se você visualiza calor em volta do seu corpo, qual que é a tendência? você sentiu o calor na pele. Quando a gente fala que você faz um pentagrama, por exemplo, do RMP, a tal ponto de visualização que você consegue sentir a barreira ali colocando a mão, né? Batman comenta ali. Pior que é bem Isso mesmo. Pois é, pode falar, Batman. >> Pô, eh, acho, pô, me deixa muito feliz ver entender melhor isso, porque
comigo é a mesma coisa. Por exemplo, eu comecei a adotar prática há um tempinho de fazer o RMP todo dia. Só que assim, por exemplo, que eu termino, antigamente, quando eu fazia, sem prestar atenção direito, assim, que já é errado, né? Mas assim, sem tanto compreendimento, etc., mas meio que eu não sentia nada, apesar De eu me sentir mais leve, etc. Ã, só que chegou a um ponto que é como se eu realmente sentisse ã meio que essa barreira criada tudo após o RMP. Eu eu às vezes eu fico pensando, falo, caraca. E outro exemplo
disso também é o que você deu. Ã, eu lembro que, se eu não me engano, tinha lido no caminho do adepto algo mais ou menos sobre isso, de você imaginar um calor em volta, etc. Que Bardon fala, principalmente quando ele fala sobre a respiração dos elementos, Né? Então, pô, justamente tu começa realmente sentir mais calor, sabe? Era isso. >> É isso mesmo, cara. Tem todo um estudo científico sobre isso, eh, Batman, é muito legal, cara. É muito legal. Então, quando a gente fala, por exemplo, sobre a expansão de energia saindo de você de um ponto
central do seu corpo, você sente o ponto, cara. É impressionante. Eh, eh, quem pratica heake, bicho? Quem pratica Heake? Eh, esses dias eu assisti Um vídeo super interessante, cara, muito legal, eh, da pessoa, ela tava fazendo uma comparação, ela colocou uma bacia d'água assim em cima da mesa, aí ela colocou as duas mãos bem de leve assim na superfície da água, né? Aí a mão de transmissão de energia começou a vibrar água, bicho. Eu achei que ele era fantástico. Eu já fiz muitas eh eh consultas de Heik, não consultando eh eh outras pessoas, mas me
consultando com pessoas. Eh eh e devido a minha minha experiência eh dentro da magia, cara, é é muito palpável ali a diferença, sabe, do tratamento. É muito legal isso aí. Então, a mente de vocês, a a na nossa mente, ela tem essa tendência a a construir a realidade de fato. E se as pessoas têm dificuldade em acreditar no no que eu estou falando, basta fazer as as técnicas que a gente ensina, né? O exemplo do RMP, por exemplo, eh eh eu não sei vocês, né? já teve situações Comigo de eu eh da de eu tá
tão concentrado fazendo o RMP que eu tropecei no em mim mesmo, né, e sai um pouco do círculo e dava para sentir na pele a barreira onde o RP criou ali dos pentagrames. Se você passa a mão, você sente a barreira ali, né? Se você tiver uma uma intuitividade maior. E o mais legal é uma experiência, eu não lembro quem me contou dessa experiência uma vez que eh fez o RMP com um médium eh eh Clarevidente por perto. Eh e a pessoa viu os pentagramas ali no ar. O praticante, né, ele já era um praticante
extremamente experiente no RMP. E aí ele fez o MP todinho e o médium que estava perto ali, ele viu os pentagramas, cara. Viu ali claro como dia, né? Nós temos um conceito de estudo sobre a luz astral, o elefas leve, muito bom inclusive no dog ritual, em que ele fala sobre a capacidade que não que o Magista tem de moldar a luz astral eh eh em formas palpáveis. E é muito interessante também que eh no século XVI houveram dois cientistas que acreditavam, por exemplo, que a luz era eh movimentada, né, conduzida por uma substância chamada
éter. Hoje em dia, a gente sabe que a luz ele é uma partícula e é uma onda, né? Mas mesmo assim ela se movimenta por si só. Mas a teoria é super interessante nesse sentido. Ah, o William Raj também, né, com a força orgônio, com a máquina que ele criou, que dava para ver auras também, ele criou uma máquina para isso, cara. Então, percebam até onde vai o desenvolvimento da vida do magista, tá? Fica como exemplo aqui para vocês. Eu não lembro se era esse nome. Batman. Batman falou ali, né, Bwell? Eu não lembro se
era esse nome da máquina dele, mas era bem, é bem legal isso aí, esse estudo dele. Freud era muito focado nessa parte do do Rich. Os dois brigaram, inclusive, porque para Freud a energia que movimenta toda todo o ecossistema humano é a energia sexual. Tá tão longe da verdade, né? Já que nós temos o estudo da Kundalinha. Autossugestão é o mecanismo psicológico pelo qual imagens e intenções influenciam em estados internos. Quando o magista projeta energia luminosa para além do corpo, ele não apenas imagina. Seu sistema nervoso interpreta a visualização como ação real, ativando áreas do
córtex motor e préfrontal, tá? Isso produz a sensação de expansão, de irradiação, como se a consciência ultrapassasse limites fora do corpo. Eh, eh, uma exercício de banimento muito legal. é o bano, um banimento que eu acho que o Fratergoia ensinou uma vez em live sobre você visualizar a energia, uma esfera de energia no centro, né, no centro de Cfaret, no corpo humano, no plexo solar, e visualizar essa esfera se expandindo. Eh, eu acho que eu já falei uma vez eh pro pessoal sobre eh bater o pé no chão, uma é um monimento que eu fazia,
que era bater o pé no chão e imaginar chamas seguindo por todo o ambiente, mesmos processos. Aqui a gente tá falando, né, sobre como esses efeitos nascem e como eles se comportam no corpo humano. Eu acho que é uma um estudo extremamente interessante Para todo o magista. Estudos em neuropsicologia da meditação e experiências místicas mostram que práticas de expansão de luz ou energias correlacionadas com diminuição da atividade do lobo parental superior. Região associada à sensação da fronteira de fronteira corporal. Isso explica porque muitos praticantes relatam sentimentos de fusão com espaço ou percepção ampliada. E aí,
quem de vocês já teve esse tipo de experiência? Vocês já tiveram uma meditação tão ferrada que deu a sensação de vocês fazerem parte de todo o ambiente? Tudo, até dos pássaros piano fora. >> Pode falar, pá. Então isso aconteceu comigo quando eu fui na casa da minha mãe e tipo assim eu não estudava magia nem nada porque meio que meu começo foi de som projeção astral e magia mas enfim na quando eu tava praticando para projeção astral um dia eu vi uma técnica que consistia meio Que na visualização ã além da primeiro você faz o
processo de relaxamento, etcrão. E depois tu começa a visualizar como fosse todo sua e tenta sentir também, né? Todas suas células vibrando, etc. Cara, quando eu fiz isso, eu achei muito bizarro, que era literalmente como se fosse todo o ambiente. Meus irmãos estavam na cama de baixo, que era meio que uma belí, por isso que eu pedi para ir para cima e eles ficaram sem quieto embaixo, eles estavam jogando, etc. E Meio que tipo assim, era como se você soubesse de tudo, você fosse o ambiente. E era um troço muito bizarro que é ruim de
explicar por quê? Porque você pode chamar transcendental, porque é um bagulho que é como se fosse a uma como você vê uma dimensão a mais, sabe? É diferente, não é? A gente não vê uma, sei lá, se for ver do ponto de vista científico, meio que a gente não vê outra dimensão superior, não seria capaz. Era, era tipo isso, vê um bagulho Que você não sabe descrever, até porque não faz sentido. É como um ser bidimensional ver um ser tridimensional. Era tipo isso, um bagulho muito expansivo, sabe? >> Exatamente. Exatamente. Até lembrando da nossa conversa
sobre scri, cara. Eh, eh, esses princípios que a gente tá tratando aqui é a base da prática do scribe, bicho, da projeção astral, né? Não uso muito esse nome, eu prefiro o scri direto ou viagem na visão do espírito, Mas esse é o processo inicial, cara, você se conectar com o todo e entender que o todo faz parte de você. Então, assim, dentro dessa ideia, que diferença faz? Você está aqui agora ou está em Marte? Já parou para pensar nisso? Nessa fase você tá aqui agora ou está no 10o éter conversando com o sagrador de
guardião? É isso no plano filológico, filosófico, Desculpe, é projetar energia equivale a afirmar que o ser humano é mais do que o indivíduo isolado. É centro irradiador que participa do cosmos. Do ponto de vista psicológico, essa prática fortalece confiança, autopercepção, sensação de propósito, funcionando como exercício de expansão da identidade. vocês tinham eh receio de praticar eh eh magia nesse sentido, saibam que essa prática, né, nesse nesse nesse Sentido, ela provoca a autoconfiança que se torna uma bola de neve e faz você melhorar como magista todo tempo. É assim que a coisa corre, gente. Lembram que
eu falo para vocês que quanto mais rituais vocês fazem, melhores vocês ficam. Tô falando de habilidade física aqui, tô falando da expansão da consciência de vocês. Portanto, a projeção de energia no ritual não é apenas purificação externa, Mas processo de transformação subjetiva. que o magista internaliza a percepção de que pode radiar luz e ordem a partir de si mesmo. Ciência cognitiva aplicada ao uso de palavras de poder. Por fim, chegamos ao ponto central, né, que é o uso das palavras de poder como ferramentas cognitivas, tá? A ciência cognitiva contemporânea reconhece que a linguagem não é
apenas descritiva. E aqui a gente vai entrar num ponto legal do caráter, Mas performativa. Palavras podem mudar estados mentais de comportamentos. Não há pessoa aqui, né? E quem mais ouvir isso aqui que não vai concordar, né? Se vocês estão, por exemplo, emprego de vocês, vocês recebem o feedback negativo, que que vai acontecer? Vocês vão ficar xoxim. Vão ou não vão? Se vocês recebem o feedback positivo, vocês vão ficar todo todos animadões, Tá? O mesmo processo acontece aqui, tá? Todas as palavras têm o poder de mudar o estado eh eh mental de vocês, tá? Agora, imaginem
o poder de palavras sagradas no idioma sagrado, que tipo de mudanças elas causam, tá? Estudos de psicologia linguística mostram que palavras carregadas de valor emocional ou sagrado ativam circuitos distintos no cérebro ligados à amídala, emoções e ao córtex pré-frontal. Decisão, tá? Eh, isso significa que repetir palavras como justiça, Deus ou eterno não é neutro. Elas mobilizam respostas afetivas e cognitivas que alteram o estado interno do falante. Esse é o princípio de funcionamento das palavras de poder em qualquer sistema de magia. Gente, até na magia do caos, não sei se vocês sabem, mas existe um idioma
da magia do caos chamado uraniano barbárico. Também é chamado de idioma caótico. Por quê? E os caras sabem também o poder das palavras vibradas, tá? Eh, para quem quiser conhecer um pouco mais, eu sugiro a página da IoT, Iluminados de Tanateros. Eh, eles têm um dicionário enorme de uraniano barbárico ali, só para vocês conhecerem, tá? Não me perguntem porque se chama uraniano barbaco. No contexto do ritual enoiquiano, as Fórmulas têm ainda mais força por três motivos. São em uma língua revelada. Vocês lembram que o enoquiano foi revelado e não criado. Diferença monstruosa aí, universal. A
estranheza do nequiano reforça a percepção de mistério e transcendência, ampliando o impacto psicológico. Muito obrigado, Batman. Batman deixou ali para vocês o link, tá? Daí e do da página, né, do do uraniano barbárico. São entoadas em ritmo e vibração específicos. O som prolongado atua no corpo e na mente. São associadas a imagens e getos. Essa palavra não atua sozinha, mas integrada a visualização e o movimento reforçando o efeito. Eh, nós já tivemos uma conversa sobre as correspondências de cada letra do sistema noiano. Colando uma letra na outra, nós temos correspondências, os nomes dos anjos. Preciso
falar mais sobre a importância e O efeito que essas palavras causam na mente de vocês. É monstruoso. Em termos de ciência cognitiva, o ritual é um exemplo completo de integração multissensorial. O praticante envolve linguagem, visão, audição, respiração e movimento e um único processo. Isso cria coerência cognitiva e fortalece a experiência subjetiva, tornando o estado mágico não apenas possível, mas initável. Adoro essa palavra. Assim, o uso de palavras de poder em Baltoad pode ser visto como aplicação prática de princípios cognitivos, palavras que moldam percepção, percepção que moda experiência e experiência que molda consciência. Os princípios chave
da realização mágica. Gente, todo mundo compreendeu aí? Estão cansados? Dá para continuar? Se vocês preferirem, Eu faço uma divisão dessa live aqui. Faço da semana que vem novamente. Vocês preferem? Toca o barco. Demorou. Análise religiosa. Gente, aqui nós vamos tratar justamente dos preceitos eh muito eh eh bem fundamentados diários do dia, tá? Então aqui a gente já vai começar a tratar ali de como divia as circunstâncias dentro dessas palavras, tá? Justiça como atributo divino nas Tradições bíblicas e cristãs. Na tradição bíblica, a justiça não é apenas um atributo de Deus, mas uma de suas próprias
definições essenciais. Em inúmeras passagens do Antigo Testamento, Deus é chamado de justo, Zadic, e sua justiça, Zedec, é descrita como fundamento da criação. Salmo 89:14, por exemplo, declara: "Justiça e juízo são a base do teu trono. Misericórdia e verdade irão adiante do teu rosto." Essa passagem recua diretamente no Ritual Baltô, no qual a justiça de Deus é a pedra angular que sustenta a purificação e a proteção. Nos livros proféticos, a justiça é constantemente apresentada como critério de autenticidade religiosa. Isaías, Jeremias e Amós denunciam sacrifícios, eh, rituais vazios não acompanhados da prática da justiça social. Isso
aqui é muito importante dentro da prática de vocês, gente. Se vocês fizerem rituais sem eh a manifestação da vontade de Vocês alinhada aquilo ali, vão ser só palavras vazias. A gente já cansou de falar sobre isso também, tá? Isso mostra que para o pensamento bíblico a justiça não é apenas cósmica, mas também prática, exigindo coerência entre o divino e o humano. No Novo Testamento, essa tradição é retomada e radicalizada. Cristo é descrito como justo juiz. 2 Timóteo 4:8. E sua missão é cumprir toda a justiça. Mateus 3:15. A justiça é também Associada ao reino de
Deus. Buscai o primeiro reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Reino de Deus é externo ou é você? Vocês acham? Fátima responde ali. Ambos. Fica o pensamento para vocês. Somos nós e eu sou Deus. Também é um pensamento correto. Concordo com você, Marcelo. Bate quando lá até dá uma resposta mais, Né, complexa, né? É o que está acima como está abaixo. Uhum. Assim, na visão cristã, justiça de Deus não é apenas lei ou norma, mas própria manifestação do reino em ação, que restaura, purifica e transforma, tá? Aplicado ao
Baltou, esse contexto revela que a invocação da justiça de Deus não é mero título, mas é um chamado à presença ativa de Deus como juiz restaurador. Quando o magista proclama Baltô e ele não apenas delimita o espaço, mas o Reconcilia com o trono divino que se fundamenta na justiça eterna. A noção de nome de Deus do Aaim. Isso aqui era uma parte que eu queria muito chegar com vocês agora, tá? O ritual inclui a fórmula sobandoim, traduzida como cujo nome é. Acredito que alguns de vocês já tenham estudado uma forma interessante de de nome de
Deus, eh, citando uma combinação de estado. Ele é esse detalhe. aparentemente simples, Contém uma das mais profundas ideias religiosas, a sacralidade do nome de Deus. Tradição judaica, o nome de Deus é considerado santo a ponto de não poder ser pronunciado em vão. Petraagrama, Jeová era substituído na na leitura litúrgica por Adonai, senhor, ou em certos contextos por Hashem, o nome. A tradução rabínica ensina que o nome é tão poderoso que o mundo foi criado por meio dele. e que conhecer o nome é Conhecer a essência de Deus. O enoquiano do Oaim traz essa mesma referência.
Ao dizer cujo nome é, o operador reconhece eh que a identidade de Deus é mistério, que sua essência se revela no nome, mas nunca pode ser possuída, assim como no judaísmo se diz, Shanhamfurat, o nome expresso. O enoquiano guarda o nome como chave de contato entre humano e divino. No cristianismo, o nome também ocupa o lugar central. Cristo ensina a orar. É Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome. Mateus 6:9. O livro de Atos afirma que não há outro nome debaixo do céu dado entre os homens pelo qual devemos ser salvos.
Atos 4:1. A santidade do nome, portanto, é reconhecida tanto no Antigo quanto no Novo Testamento como veículo de graça, poder e salvação, tá? Então, no ritual Baltoiade, a invocação do nome em enoquiano, ele ecoa a mesma Sagrade. Eh, quando o operador diz sobando ainda, ele reconhece que a essência divina se manifesta por meio de um nome inefável. Não se trata de manipular o nome, mas de render-se à sua força. Religiosamente, esse gesto equivale a reconhecer que todo poder mágico depende, em última instância, do nome de Deus, nome santo de Deus, né? São paralelos com ritos
litúrgicos cristãos judaicos. Orações de invocação, Bênção, encerramento. A estrutura do ritual noquiano analisado guarda paralelos claros com os ritos litúrgicos das tradições judaico-cristãs, cuja fonte é é a fonte, gente, do sistema noiano. Estudo de desenvolvimento eh da cabala judaica, ele é imprescindível porque ele compou o estudo do di, é a referência dele, né? saindo ali do da da cabala judaica para a cabala cristã e depois o desenvolvimento da cabala hermética hoje Que fundamenta o estudo do neonkiano, tá? A invocação inicial, né? A preparação com respiração, luz descendo e proclamação. Ol baltó equivale ao chema Israel
judaico. Ouve Israel, Senhor, nosso Deus é o único Senhor. Deuteronômio 6:4. ou ao sinal da cruz no no cristianismo. É o mesmo processo. Em ambos os casos, a oração inicial é chamada de proclamação de unidade, Colocando o fiel sobre a égede divina. magista, gente, seguindo das marcações das direções. Quando o operador se move em círculo, traçando as cruzes flamejantes e proclamando fórmulas, isso lembra a prática judaica de rezar voltado para Jerusalém, a direção sagrada. Interma era para eh se falou da Itália, É a casa do CR. Então esse mesmo processo ocorre em Telem também, acontece
em Telma, tá bom? e o o costume cristão das processões litúrgicas que marcam o espaço com cruzes e bênçãos. Coluna de luz e oração central. O momento em que o magista abre os braços em cruz e proclama a fórmula central ecoa na postura cristã do do crucifixo e da oração eucarística, em que o sacerdote ergue os braços para mediar Entre céu e terra. Da mesma forma, né, lembra a oração sacerdotal judaica ircat corranim, número 6 246, em que o sacerdote ergue as mãos para abençoar o povo. Vocês já tentaram fazer o RMP dessa forma? Eu
já acho que eu já devo ter explicado para vocês sobre a vibração do nome divino eh após ou durante o ato do pentagrama e você levantar as mãos. Nos rituais maiores do pentagrama, do hexagrama, das cefirot e das eh dos Signos, também é feito o mesmo movimento. Ele é baseado nisso aqui, gente. Afinal de contas, vocês não estão abençoando o o templo de vocês ali durante os processos de consagração, gente, que que a gente faz também? Seja dando o sinal do entrante, o mesmo processo ou colocando as mãos sobre cima do objeto consagrado, tudo interligado.
Expansão e encerramento. A projeção da Energia e a fórmula final y balto e ainda revelam a bênção final na missa cristã e de paz. E Alcalistiche judaico encerra com afirmação de santidade: exaltado e santificado seja seu grande nome, tá? Esses paralelos revelam que, embora noiano é eh o ritual se insere dentro de uma mesma gramática religiosa do sagrado. Início com a evocação é marcar marcação do espaço, movimento central de oração e a expansão da graça e encerramento com a Bênção, tá? Essa estrutura aproxima o operador da dimensão litúrgica, não apenas mágica. lugar da purificação do
rito, eco das práticas de exorcismo e bênção. É o sistema, nós sabemos que o sistema noiano, ele tem muito eco em relação a isso. Eh, isso explica também, gente, quando a gente fala que o John D ele não trabalhou nenhuma técnica de banimento eh eh inicial, a gente não sabia se ele fazia algum exorcismo. A gente tinha, a Gente teve registro da oração inicial de John Lee, né, que é a oração de Enoque. E os anjos entregaram também a obediência fundamental, tá? É por isso que nós temos essa perspectiva de que eh o sistema enoiquiano
ele foi entregue para um magista que já tinha noção dessas ferramentas básicas de prática mágica anteriormente, né? Sabemos que dit é uma biblioteca gigantesca em relação a isso, tá? A purificação é o fio condutor do baltô E desde a esfera flamejante que envolve o corpo até a energia projetada em todas as direções, tudo converge para o mesmo fim. Tornar o espaço limpo, puro e protegido. Esse tema ressoa fortemente com práticas religiosas tradicionais. No judaísmo, havia o ritual de purificação no templo, no qual os sacerdotes aspergiam sangue e água para remover impurezas. No Levítico 16, no
cristianismo, o batismo é rito de Purificação que simboliza a morte para o pecado, renascimento em Cristo. Lembrando que esse rito de purificação, nesse sentido aqui, ele é muito mais arcaico, tá? Purificação com a água, gente, e consagração com o fogo, tá? Além disso, ritos com aspersão de água, né, água benta e o uso de incenso, eh, na missa, funcionam como meios de purificação do espaço litúrgico. Paralelo mais evidente, porém, é o é com O exorcismo, tá? Tanto no judaísmo, por meio das fórmulas salmódicas, quanto no cristianismo, especialmente nos ritos católicos, o exorcismo visa expulsar forças
impuras e restaurar a ordem divina. Então, o banimento enoiquiano, ele cumpre a função semelhante. Ele afasta o que é estranho e restabelece a presença de Deus no centro. Deus como magista em seu circo. Já falei para vocês centenas de vezes, né? O Marcelo inclusive até mencionou ali, né? Somos nós, eu sou Deus. Exatamente isso aí. Concordando novamente contigo, Marcelo. Tá dentro do seu círculo mágico, você é Deus. Para isso que ele serve religiosamente a purificação é mais do que higiene espiritual, é condição de possibilidade para a habitação divina, né? Como ensina o Salmo 24:34. Quem
subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração? Né? O Rio, o rito, o ritual bautoriado, ele ecou exatamente nessa lógica. Então, o espaço purificado é que o contato com a divindade pode ocorrer de forma segura e legítima. Portanto, gente, a purificação no ritano, que eu incluí também, né, é um eco direto das práticas religiosas de bênção e exorcismo. Ela não apenas protege, mas consagra o espaço, tornando o templo vivo da justiça de Deus, tá? Muito obrigado pela sua presença, Batman. Valeu.
Eu que agradeço, meu querido. Então, análise mística, gente. A esfera flamejante como manifestação da chequinapa ou da luz divina, tá? Virtual Balto Yad, ele inicia com uma visualização de uma esfera de luz flamejante que desce sobre a cabeça do magista e envolve todo o seu corpo. Esse símbolo, ele é de grande riqueza mística e pode ser interpretado como manifestação da chequiná. É Gotan chamou Batman. Sim. A presença luminosa de Deus no mundo. Na tradição cabarística, Sheqiná é descrita como luz que habita o templo, a glória que encheu o tabernáculo, né? Êxodo 40, 34, 35. E
o fogo que guiou eh Israel no deserto é presença que envolve e protege, mas também que transforma e santifica. No cristianismo, a mesma imagem aparece na narrativa de Pentecostes, quando línguas de fogo descem sobre os Apóstolos. Atos 23, simbolizando a infusão do Espírito Santo, tá? No plano místico, a esfera flamejante é mais do que proteção, é revestimento de luz. Por isso que a gente se envolve nela, gente. O corpo de glória que transcende o corpo físico. Nas tradições do cristianismo ortodoxo, há relatos de monges que em oração se viam rodeados por luz. Gente, o cristianismo
ele tem vertentes que a gente nem sonha. Vocês já ouviram falar Daquela galera russa que tem uns mantões pretos cheio de símbolos assim e o chapéu pontudos? Eu acho que aquela é tradição eh eh cristã mais overpower que eu já vi. ões, pois tá extremamente ortodoxos, tá? O mesmo ocorre em descrições sufiss, budistas e taoístas que relatam auras de fogo espiritual envolvendo iniciado. Gente, eu acho que isso aqui é um Conceito que a todas as tradições que eu já vi, todas elas há o conceito de visualização de uma esfera de luz, de fogo, de cores
variadas ao redor do magista. Vocês já experimentaram visualizar uma dessas? Senão eu fica muita sugestão para vocês hoje, tá? simplesmente se visualizar rodeado por uma esfera de chames. Vocês vão adorar a sensação. No contexto do ritual en eloquiano, essa Esfera não apenas desce, mas se torna ambiente luminoso total, no qual o magista é transportado ao espaço sagrado. A esfera flamejante é o primeiro sinal de que o operador não está apenas em um cômodo físico, mas é um templo invisível sustentado pela luz da presença divina. Poel, você não tinha me contado uma experiência que você teve
eh eh uma vez que você se sentiu, eu não lembro bem como foi, Que você se sentiu envolto em luz pura. Você que me contou isso? Não lembro, cara, se foi essa. Ah, foi, foi no início, né? Foi no início da jornada. Você volta. >> Foi, né? Foi bem no início. >> Foi, foi >> esse tipo de experiência, gente, ele transcende eh eh o praticante de magia em níveis absurdos, tá? Isso que eu coloquei a inclusão dela aqui, Inclusive. As torres de fogo cristalinam como guardiãs nos quadrantes místicos. Em seguida, o praticante visualiza quatro torres
de fogo cristalino, eh eh erguendo-se nos quadrantes do círculo. Essa imagem é profundamente mística, evocando tanto símbolos bíblicos quanto visões apocalípticas. Lembrando, gente, que a a apocalipse aqui se refere à revelação, tá? Muito obrigado, Alexander. Tranquilo. Boa noite para você. Pode falar. Lembrei foi naquela do experiência da evocação das torres de vigia, o do fez para mim a primeira vez. Aí eu fui fazer depois, cara, foi assustador. >> Legal para caramba, né? Recomendo aí o pessoal. >> Marcelo comenta ali, né? Eu pratico meditação livre, que é simplesmente concentrar na respiração nas partes do Corpo, né?
Falando sobre isso anteriormente. É legal, cara. Muito bom. Dá uma relaxada boa em cada parte, né? lá do eh do livro Magia Moderna, que eu traduzi e terminei a revisão, eh tem um exercício de relaxamento que você visualiza uma luz dourada subindo dos seus pés até o resto do corpo. Então ali você também tem o mesmo sentido de relaxamento e aquecimento dos membros, inclusive como preparação pro ritual. No livro de Ezequiel, quatro seres Viventes guardam o trono de Deus, cada um voltado para uma direção, sustentando o carro celeste, a Mercavá. Então, se vocês não sabiam,
eh, eh, o que é Mercavá, é o carro que sustenta o trono de Deus. Na visão de Ezequiel, ele tá sendo sustentado por quatro rodas, rodas, né? Que é uma casta de anjos, tá? as famosas rodas com olhos. Gente, depois eu mando uma imagem da visão para vocês. No apocalipse de João, quatro criaturas, Leão, boi, homem e água, querubins, os famosos querubes do sistema enoquiano, gente, rodeiam o trono cantando dia e noite. Esses guardiões correspondem às quatro direções cósmicas que garantem que o espaço divino seja inviolável. E olha até onde foi essa conversa dos querubins,
né? Hoje nós temos as representações dele nas cartas do tarot. [Música] Marcelo eh eh comenta ali, né? Isso eu fazia para sair do corpo. Pois é. Gostou, Marcelo? Daí que saiu essas representações na carta do universo do Crawler. Então lá os quatro querubins ou um querubim com quatro cabeças. Fiquem com essa ideia maravilhosa para vocês pensarem, né? Fato de serem de fogo cristalino de dois símbolos. O fogo purificador e dinâmico Que consome impurezas. o cristal sólido, transparente, imutável, que refrata a luz em todas as direções. Então, as imagens falam por sis, né, por si mesmos.
Essas torres não são apenas defesas externas, são também arquétipos de estabilidade espiritual, representam as quatro virtudes cardiais: prudência, justiça, fortaleza e temperança. Mais verdades, né, gente? Ou vocês achavam que as correspondências dos Quatro quadrantes eram só elementos? Percebem as quatro palavrinhas chaves aqui? Trabalhando com o norte, eu tenho uma. Trabalhando com o sul, eu tenho outra. usar esse ritual aqui para evocar um dess uma dessas correspondências no único dos quatro quadrantes, evocando uma única torre de vigia, que é uma direção, que também representa uma das facetas dos querubins, que também representa um conceito das virtudes
Cardiais. Que que vocês têm aí? As funções dos anjos no sistema noiano. Nem só de elementos vive o magista, hein? Unindo isso aí, né, ao conhecimento dos quatro mundos canalísticos, eu estou fazendo o quê, gente? tecendo um novo universo para mim. Verdades gostosas demais, né, para ficarem em silêncio. E no nível cabalístico correspondem aos quatro elementos: fogo, água, ar, terra, Elevados à sua forma mais pura, né? Aqui a gente tá falando dos elementos novamente. Misticamente, o magista, ao visualizar as torres, está colocando guardes internos nos quatro cantos da sua própria alma. São defesas contra paixões,
ilusões, distrações que poderiam invadir a consciência durante a operação, tá? Assim, as torres são fortalezas interiores, guardiãs tanto do espaço Externo quanto do tempo interior. Eu falei para vocês, né, que as torres de vigia eh eh eu entendo as torres de vigia como anjos propriamente ditos, certo? Eh, os quatro os 12 nomes de Deus, né, do sistema enoquiano, cada um num quadrante. Olharam a ideia? 12, múltiplo de 3 e 4. Uma ordem, um nome de três, um nome de quatro e um nome de cinco. Tudo interligado. Parecendo aquele meme do cara explicando com quatro cheio
de linha ali. Misticamente, o magista, ao visualizar as torres, está colocando guardiões internos nos quatro cantos de sua própria alma. São defesas, contra paixões, ilusões, distrações que poderiam invadir a consciência durante a operação. Assim, as torres de são fortaleadas interiores, guardiãs, tanto do espaço externo quanto Do tempo interior. Não tem ponta solta no sistema, cara. Muito bem dito, Marcelo. Por isso que a gente fala, né, sobre a complexidade da prática no trata de umas coisas que demoram a era para você pegar, mas depois que você pega, você explode a mente, tá? Não é para qualquer
um, exige muito estudo. Muito obrigado, meu querido. Não sou eu, Tá? O Frategóiai, o Robson, Ulisses, o baita praticante, correose. Exatamente. É a realeza enokiana, né? América. É o moto mágico como o selo do eu verdadeiro e da identidade espiritual. Um dos momentos mais significativos do ritual, gente, isso aqui é bem interessante. Vocês vão gostar porque combina muito com aquela aula que eu dei Sobre moto mágico para vocês. É quando o operador proclama o seu moto mágico, né? e o morto. No plano místico, isso equivale a selar a operação com a própria identidade espiritual. Gente,
vocês estão se colocando no rolê ali. Não basta você ser o centro, pilar central do ritual. Você tá atestando, manifestando que é você ali. O moto mágico na tradição esotérica é Mais do que um nome, é o símbolo condensado da verdadeira vontade, né? representa a missão profunda do indivíduo, sua essência em relação ao cosmos e à divindade. Tive uma baita conversa com a Andreia, né, sobre a questão do moto mágico, por exemplo, sobre a importância, gente, de vocês escolherem um moto mágico que corresponda à essência de vocês, tá? Na Cabalá, isso corresponde ao conceito de
Shenhan emet, nome verdadeiro, né? O nome espiritual que define a essência da alma. No cristianismo místico é cristianismo, eh, ecoa a promessa do Apocalipse 2:17. Ao que vencer, darei uma pedra branca e na pedra um novo nome secreto, qual ninguém conhece senão aquele que o recebe. Então, eh eh fica a indicação também para que vocês pesquisem um pouquinho mais sobre o cristianismo Místico, tá? Eh, ele deu essência ao gnosticismo, inclusive tem muita coisa que é na prática mágica nossa, tá? pode não gostar, mas é uma leitura válida que vocês vão se divertir. Ao proclamar o
moto em meio à fenôquiana, o operador une sua identidade pessoal ao nome divino. Isso simplifica que sua prática não é apenas um exercício mágico e pessoal, mas um ato de autodefinição Espiritual. É como dizer: "Eu sou este ser diante de ti e este é o selo da minha existência". Por isso que é importante também vocês criarem um sigilo, né, que é a transmutação simbólica do mto mágico de vocês, tá? Essa integração é profundamente transformadora. Do ponto de vista místico, afirmar o moto é alinhar a própria alma. É invocar não apenas poderes externos, mas a potência
Interior. O moto torna-se chave, que abre o templo da identidade profunda, selando o operador na justiça de Deus. A experiência da coluna de luz com união de um microcosmo com macrocosmo. É o que a gente já tinha falado antes, tá, Sérgio? Dessa forma aí, o Moto ele não seria mudado, né? Eh, ele é mudado, Sérgio, no sentido de que nós somos seres eh em eterna mudança. Acontece o seguinte, eh pode ocorrer de você estar num momento De compreensão da sua própria essência, que é o momento crucial na vida do magista, que é a a passagem,
Sérgio, pela carta da arte no tarô de Tot ou a temperança nos tarôs herméticos, tá? em que ocorre que você recebe uma nova revelação sobre si mesmo. Pode vir direto dos anjos na sua prática, pode vir direto do seu inconsciente, tá? E nessas condições aí sim o moto é alterado, tá? Mas eh há todo um processo ritual para você se Desfazer do seu moto anterior assumiu novo. Por quê? que nós denotamos aí, Sérgio, a sacralidade do nome mágico que a gente dá para si mesmo. Compreende? >> Pode falar, >> essa parte do m ela é
incrível, né, cara? E não lembro se foi você, o Robson que cita isso de ter que quando a Goldenla cria o Lamen ali, né? Ah, foi o Goia no Liberaba, né? que cl eh que Cen fala da importância ali do do sigilo pessoal, né, que ele ele chega, ele é o Lâ pessoal, né, do magista, tá? em qual é muito muito legal isso. lembrei daquele do quarto livro, né, que a gente fica ansioso para receber de de uma certa segunda mágica, né, aonde tem toda aquela preparação, né, e onde você vai se apresentar para essa
egrégora maravilhosa ali, onde ex >> você passa realmente a fazer parte, né, cara, e quando e lendo a sua monografia >> e essa fase minha tá chegando, né, próxima semana, cara, e você abordou de Uma forma, né, o o o banimento aí, né, que ele traz exatamente esse momento, né? Tô lembrando muito quando o Goia tava estrinchando ali o Liberava, né, quando o Cra aborda como é crucial essa esse momento, né, na nossa vida, >> essa compreensão. É, exatamente, exatamente, né? Por fim, a a visualização da coluna de luz que atravessa o corpo constituindo os
símbolos místicos mais universais do Ritual. Pilar do meio, gente. Essa coluna liga o alto céu ao baixo a terra, né? Passando pelo centro do magista, tornando o eixo vivo do cosmos. Vocês conseguiram eh compreender onde funciona a essência do pilar do meio dentro desse ritual? Ficou mais claro? Tá na Cabalá, essa coluna corresponde pilar do meio que conecta kéter, a coroa mal cute o reino, passando por típarete, a beleza, tá? É o caminho da harmonia e da União, o canal por onde a luz divina desce e a oração humana sobe. O hermetismo corresponde ao axism,
a coluna do mundo que liga todos os planos. Que Brasil também é uma referência aí, tá? Em traduções orientais é análoga ao Sushumnan canal central da energia Fundaline, é onde o céu e terra se encontram dentro do corpo. Olha que legal essa essa essa combinação, né, essa ligação com a yoga, Né? Eh, os dois canais de respiração no pranayama, eles servem para cruzar a energia do ar, o prana, dentro do seu corpo, ida e pingala. E a união desses canais forma o suxumna nad, que é o caminho, gente, por onde a cundaline sobe no desenvolvimento
yog, tá? Então, por isso é tão importante esta esta combinação de saberes, né? Porque os processos podem ter vários nomes, mas o processo é o Mesmo. Misticamente, essa experiência é descrita como união do microcosmo com o macrocosmo. O operador deixa de sentir-se como indivíduo isolado e percebe-se como reflexo do cosmos inteiro. Sua espinha dorsal se torna a árvore da vida. Seu corpo, o templo vivo, sua consciência, ponte entre mundos. Essa união não é apenas simbólica, né? Relatos de místicos em várias tradições Escrevem experiências de luz atravessando o corpo, trazendo êxtase, paz e a sensação de
unidade com todo. O ritual enoiquiano, ao induzir essa visualização, coloca o magista exatamente nessa tradição universal de ascensão mística, em que o ser humano se torna canal entre céu e terra. Esse é o propósito, né, ritual. Portanto, a coluna de luz é a coroação do rito, gente. Não apenas defesa e purificação, mas a verdadeira teofania Interior, né? O acesso ao divino, onde a justiça de Deus se manifesta comunião entre divino e humano. Sérgio comenta ali, né, Chumna? Eh, eh, a primeira vez que vi isso foi no colégio dos magos. Sim, é, eles têm, eu tenho
todo o conteúdo dele, Sérgio. Concordo. Vi sim. Eh, diz que além do caminho da Condaline, ele torna o homem mediador dos mundos. Olha a quantidade de tradições, cara, que o mesmo processo é Desenvolvido, bicho. É legal demais ver isso porque é é é assim, a animação que eu sinto é a mesma quando a gente vê sobre o estudo das pirâmides no mundo, né? Que existem pirâmides em pontos específicos do mundo separados sem que essas culturas se interligassem. Os mesmos conhecimentos, as mesmas os mesmos conjuntos, os mesmos processos de prática unidos. O pergunta, né? Podemos também
comparar com vitriol? Com certeza, velho. Com certeza que tá escrito lá na carta da arte. é cima ali. E para nós terminarmos, então, né, a análise esotérica. Tá acabando, gente, calma. O papel da fórmula do oliad bautô como chave de autoridade espiritual, tá? A fórmula inicial olad bautô, eu invoco Deus como justiça, é a primeira palavra vibrada no ritual e cumpre papel chave De autoridade espiritual. No plano esotérico, a autoridade não se baseia em poder pessoal, mas na capacidade de alinhar-se com a força superior, que a gente já discutiu o termo all, que significa eu
sou ou eu invoco, é a declaração de identidade de ação simultaneamente. Não é mera afirmação, mas ato performativo, tá? Ao dizer, o magista não descreve sua condição, mas cria sua condição de ser. Eu tô atestando que eu sou. Olha a importância disso. Em seguida, ele une esse eu ao nome divino Iat e ao atributo B, justiça. Assim, a identidade pessoal é selada na divindade, estabelecendo um campo de autoridade legítima, tá? Olha que legal, Giovan. Eu perdi boa parte da live. Orra, já falou do ritual de 22 dias. Não vai dar tempo, cara, da gente inserir
isso aí, porque nós já tá completando 3 horas aqui. Mas eu vou fazer outra. Pode ficar tranquilo, porque eu quero inserir Isso aqui lá no ritual, tá? Pode ficar tranquilo. Vou conversar mais vezes sobre isso aí. Esotericamente, isso corresponde ao princípio hermético do verdadeiro nome. Só quem fala em unidade com a justiça divina pode traçar um círculo que seja respeitado por todas as hierarquias espirituais. Nesse sentido, Paolo e Baltô funciona como um selo inicial que autentica todo o ritmo. Da mesma forma que as fórmulas Kirion em grego ou Adonai Elohim, os hitos cristãos e cabalísticos
não apenas iniciam a oração, né, mas confirmam a autoridade de quem fala. Assim, a fórmula não é um detalhe de abertura, gente, mas é uma senha espiritual que autoriza o magista a entrar no espaço de operação. Lembram que eu falei para vocês que esse ritual serve como abertura ritual também? Estrutura oculta do rito, é movimento, visualização e vibração como três pilares operativos. Embora, embora o Documento Balutto apresente o rito em seis etapas, sua estrutura oculta pode ser reduzida a três pilares fundamentais que eu já mencionei para vocês, é o movimento, a visualização e a vibração,
tá? Esses três atos não são arbitrários, mas refletem uma tríade universal de operações mágicas. Movimento, deslocamento em círculo, a marcação das direções. Os gestos do corpo correspondem a um plano de ação, né? Esotericamente, o movimento desenha Símbolos no espaço, inscrevendo no astral a geometria da ordem divina, que eu falei para vocês sobre a espiral, né? O círculo é traçado do cosmos. As cruzes são as chaves do travamento energético, gente. Eh, basicamente eu tô eh delimitando o espaço e marcando altos. Essa é a ideia. Visualização. A esfera de luz, as torres flamejantes e a coluna luminosa
constituem o plano da imaginação criadora. Tá? Na magia ocidental, a Imaginação não é fantasia, mas faculdade criativa da alma. Visualizar é projetar arquétipos do plano sutil que não servem de moldura para forças espirituais, tá? A vibração. As fórmulas enoquianas pronunciadas em voz firme constituem o plano do verbo. O verbo. A palavra é considerada força criatura. Da bar em hebraico, logos em grego, capaz de ordenar a realidade, tá? Vibrar nomes é ativar diretamente as Potências a que eles correspondem. Esses três pilares se eh refletem no axioma hermético. Verbo e mago, atos. Palavra, imagem e ato. Acho
que vocês já devem ter ouvido como palavra, imagem e ação, tá? Todo rito eficaz deve unir esses três aspectos. Sem movimento, a palavra não se inscreve. Sem visualização, o gesto sem vibração, a imagem não se torna viva. Então, baltoad, portanto, ele revela-se Como um modelo operativo completo, tá? Porque organiza esses três pilares em sequência coerente. O corpo desenha, a mente imagina, a voz ordena. Essa tríade é também espelho da própria estrutura do ser humano como microcosmo, corpo, alma, espírito em ação conjunta. Beleza? Bem, gente, a partir de agora eu deixei apenas registros de comparação, tá,
entre os rituais. E uma parte que eu queria agora já citar De cara, que é a, acho que é a nossa última estrutura daqui, é sobre a afirmação sif. E eu deixei isso aqui por pro final, tá? Eh, eu acho que vocês já devem ter percebido que essa palavra ela tem comparação com uma outra palavrinha famosa, um nome muito famoso na tradição ocultista. Sim, discutiulo, né? Então, a afirmação alltian como símbolo do ser iluminado pela divindade. A forma siftian, eu sou brilhante. né? É Proclamada no momento de expansão, quando a energia invocada irradia para todas
as direções. Esotericamente, essa afirmação extremamente significativa. É o Marcelo fala, né? Foi eu que percebi. Essa palavra sempre me intrigou porque lembro o latim. Sim. Eh, o termo Luciftian remete a raiz latina Lux Ferrer, né? Portador da luz. No cristianismo, Lúcifer tornou-se associado ao anjo caído, mas originalmente Era epíteto do planeta Vênus, [Música] estrela da manhã, né? Símbolo de brilho e iluminação. No contexto enoquiano, Lucifia não tem conotação demoníaca, mas expressa a identidade do artista como ser iluminado pela luz divina. Então aqui eu quero que vocês pensem sobre, reflitam sobre, tá? Não confundo as coisas.
Ao dizer Luciptian, o operador afirma: "Eu sou aquele que carrega a luz recebida da justiça de Deus". Essa declaração é misticamente paralela à de Cristo em João 8:12. Eu sou a luz do mundo e a de seus discípulos. Em Mateus 5:14. Vós sois a luz do mundo. Então, por isso que essa afirmação está contida aqui, tá? Ela tem um sentido muito específico. Esotericamente, esse momento representa a transfiguração do praticante. Você não é mais apenas um ser humano limitado, Mas isso é reflexo vivo da luz divina. E é aí que entra exatamente esse sentido, tá? Essa
afirmação é perigosa, se feita em egoísmo, né? que a gente já conversou, mas poderosa se feita em humildade. O magista se reconhece como canal, não como origem da luz. Afinal de contas, não é dono da luz, é portador. Quer dizer que foi me entregue e eu estou só segurando. Eu sou um canal de iluminação. Ficou claro aí? famoso ser grato. Exatamente, Marcelo. Justamente. Tá no plano hermético, essa fórmula reflete o princípio alquímico do Sol interior, né? Em que a iluminação da consciência se torna centro da irradiação, tá? O magista é chamado a reconhecer-se como microcosmo
solar. Sou Portador da centelha divina. Gente, Sérgio comenta ali, já vi nos estudos sobre cristianismo esotérico, sobre o Cristo chamado de Lucifer. Já vi também, né? Que essa palavra é uma coela do latim, né? Luxfer, botador da luz. E finalmente, gente, o encerramento e o retorno da esfera, né? O ciclo hermético de emanação e recolhimento, tá? O rito se encerra com a fórmula final. Y baltô Ya. Deus é justiça, altíssimo, todo poderoso. Seguida da visualização da esfera de luz recolhendo-se para o alto. Esse gesto conclui o rito dentro de uma lógica hermética de emanação e
recolhimento. Hermeticamente, todo o processo criativo segue dois movimentos: o emaná, emanação e expansão, e o reductil, retorno e recolhimento, tá? É o mesmo princípio do sopro, inspirar, Expirar do cosmos, né? A expansão e retração. E do ser humano, gente, nascimento e morte, tá? Então, o ritual baoiádic, ele segue essa dinâmica. Inicia-se com a descida da esfera a emanação da luz. Passa pelo círculo, torres e coluna, que é a estabilização. Expande-se com a projeção da energia, que é a irradiação, e conclui com o recolhimento da esfera, o retorno alto. Percebem que eu fiz todo o caminho
da árvore, gente? que eu desci a luz e agora a luz vai embora de novo. Esse ciclo ele garante que a energia invocada ela não fique dispersa, mas seja reintegrada à sua fonte. Esotericamente, isso é essencial. O magista não deve reter a luz, mas devolvê-la ao esfera recolhida simboliza que o trabalho foi concluído, o espaço permanece purificado e a energia retorna ao seio da divindade, tá? Diego comenta ali, vai de Ketra Malc. De malcult, exatamente Marcelo comenta na descida e subida da cundaline. Mesma coisa, mesmo processo. No hermetismo, esse ciclo é chamado de anáases e
catáases, descida e subida, manifestação e retorno. É também refluxo, reflexo, desculpe, do axioma da tábula de esmeralda, né? Tudo sobe e desce, retorna uno. Aqui o encerramento não é meroalismo, gente, mas momento em que o rito se Reintegra ao ritmo universal da criação, garantindo a sua eficácia e a sua harmonia com a ordem cósmica. E aí a conclusão eu deixo para vocês porque ela é só um resumo, né? Vou liberar o arquivo ali para vocês no grupo, tá? de tudo que a gente falou hoje. Dúvidas, comentários. Pode comentar. >> Cara, lembrou muito aquele livro, o
ensinamento secreto de todos os tempos Lá do Power Power World War, acho que é isso. Hum, né? Howu a forma que você abordou, cara, o esse banimento. >> Eu acho que eu já ouvi falar desse livro, cara. Nunca nunca li não, mas acho que eu ouvi falar. >> Ele é ele é excelente. Acho que tem alguém lá do clube de autores que fez lá uma cópia dele. Tem uma procurar o pessoal procurar no no na internet, tem Um PDF muito bom também. É, para quem tá sem grana, cara, é um é um magista, um cara
bem interessante e a forma que ele aborda também, né? Ele passa por todo esse contexto, cara, e é bacana. Parabéns, cara. A gente tava precisando de um banimento >> aonde explicava toda essa síntese, né, >> de toda essa essa questão. E ele fica muito muito mesmo ali a ele vira ali um um um trio, né, do do dos bandimentos principais, né, >> muito legal. Exatamente. Tá. Muito obrigado. Muito obrigado. El muito obrigado a todos vocês que nos aguentaram, que me aguentaram 3 horas de live, né, mais uma vez hoje. Eh, sugiro que vocês façam o
teste, usem o banimento, experimentem, vem como é que funciona para vocês. Se precisarem de mais informações, tô ali no grupo todo o tempo, tá? Eh, graças a Deus não tem mais prova essa semana, então tô mais livre, tá? Eh, espero que vocês tenham gostado dessa live. Ela foi uma live extremamente densa, né? Eu acho que muito mais densa do que as que a gente eh tá acostumado a fazer. Muita informação ali, né? Para que a gente possa extrair, tá? Eh, o tá comentando ali, né? O livro é Os ensinamentos secretos de todos os tempos de
Mlin Palmer Hall. Cara, vou vou atrás, vou atrás. Obrigado pela indicação, El. Beleza? Então, eu vou, Assim que a gente terminar aqui, eu vou eh já mandar o arquivo liberado para vocês completo a em todos os grupos, beleza? Para que vocês testem, eh aproveitem, né, o banimento. Qualquer dúvida, novamente estou à disposição de vocês, beleza? Então é isso, minha gente. Mais uma vez, obrigado. Desejo uma ótima noite para vocês. Qualquer coisa, hein? Qualquer coisa, deu um grito ali.