E aí [Música] bom então gente eu vou falar vocês um pouquinho de mesmo e da minha experiência e da minha experiência com histórias eu venho de uma família multinacional então desde criança eu fui exposto a três línguas eu aprendi simultaneamente por assim dizer a falar português a falar inglês a falar espanhol sendo o inglês e o português como língua se por assim dizer nativas e uma coisa que eu percebi a desde criança é que pessoas que falavam idiomas diferentes contavam histórias diferentes logicamente eu falava duas línguas nem sempre os adultos a minha volta compreendiam se
uns aos outros então eu percebia a aquele fenômeno é uma coisa que desde jovem interessou-me Porque que as pessoas contam histórias e por que que essas histórias impactam tanto a vida delas o cotidiano a forma de pensar aquilo que eles dizem o como eles dizem aquilo que eles querem aquilo que eles compra pelo que eles vendem por ele vai pois bem é uma coisa que eu percebia que era exatamente o mesmo para pessoas que falavam línguas diferentes é que elas contavam histórias por dois motivos parecidos ou de Campos até por dois motivos iguais um deles
é que contavam histórias para melhorar a sua vida então as pessoas contavam histórias positivas para alegrar a si para ter e motivações ou muitas vezes a contavam histórias para alertar alguém para ensinar alguma coisa ou muitas vezes elas ouviam histórias e ficavam a fazer perguntas para querer aprender alguma coisa que tem uma forma de outra ir impactar mais cedo ou mais tarde nas suas vidas então desde cedo eu lembro perfeitamente eu pensava sei tá e a gente vive a nossa vida a gente experiência experimento experiência nossa vida e a gente aprende coisas na nossa vida
literalmente por meio de histórias e eu lembro perfeitamente O devia ter aí talvez uns seis sete aninhos e em que naquela época fazia se listas para ir à feira então processo fruta farinha aquelas coisas comprar em feira a carne de porco com ele vai e aí o pelo sabia que muitas vezes a minha mãe perdia atende tá lista então eu perdi a lista ela e a feira voltava depois na hora de preparar o alimento preparar comida eu não lembrava de forma nenhuma outra vez faltou aqui alcachofra a mais aquele 16 Lar Ele só trouxe quatro
daí por ele vai ou seja embora ela tivesse memorizado a lista isso aqui não é de onde lá sempre esquecia alguma coisa e naquela época eu dei-me conta de que como eu sempre gostei de cozinhar Se eu lembrasse 10 história que envolvesse por exemplo um bolo de aniversário eu conseguia naquela história do bolo de aniversário pensar na receita e quando pensava na receita eu pensava nos ingredientes Então tá verdade eu chegava feira eu pensava Symbol eu tenho que fazer um bolo de aniversário para Marita o que vai no bolo de aniversário para Maria tá a
Maria tá gosta de pouco bem do cinto cobra açúcar ela gosta de de um bolo que realmente assim fique gostoso de comer que se is faring na boca então vou comprar farinha a mais uma gosto aqui o bolo sem farinha na boca mas na hora de cortar ele não se partam os pedaços o a arte de ovos massa bem assim na hora de bater o bolo para Maria tem que lembrar que só o ovo aí não vai ficar aquele tipo de de massa que só vão na boca não vai ficar assenta para ficar uma coisa
Matsuda para isso eu preciso colocar algum líquido do Rodrigo colocar leite e também ninguém quer um bolo abatumado bom chato eu sou até que a pessoa que era página requer na festa dela eu coloquei essa eu vou precisar de ir fermento eu sempre vou precisar de enfeitar o bolo com enfeite o bolo com açúcar de confeiteiro que não é o mesmo açúcar que eu adorei o bolo da sua dois tipos de açúcar e consequentemente se eu quiser que o povo não seja apenas Branco Ficamos um bolo da Maria que eu quero fazer em amarelo cor
de rosa e azul eu também vou ter que comprar um tempinho de coração de alimentos cores rosa azul e amarelo você acha E por aí vai se você já eu chegava feira e eu tinha lembrança do que da história de eu fazer um bolo para Maria tempero que eu esqueci dos ingredientes e eu não perfeitamente você precisa tava com um grupo de britânicos e brasileiros e aí eles queriam saber como eu fazia para não me esquecer das coisas e eu comprei essa historinha do bolo do planeta que eu criava a história e eu sabia que
para fazer aquele povo precisava determinados ingredientes e para fazer aqueles aquele bolo com aqueles ingredientes todas as os ingredientes as palavras que definiu os ingredientes vinham para minha cabeça e eu percebi que aquela história Era igual todos os britânicos quanto para os brasileiros então é interessante Então bora isso aprendi muito cedo na minha vida e embora as culturas sejam diferentes embora contem histórias é diferença daqui a pouco vou dizer pra vocês porque que conta histórias diferentes essencialmente tudo ser humano conta histórias porque o nosso cérebro ele não está pronto o ele não é feito para
memorizar listas ele é feito para guardar histórias e assim então é que nós funcionamos pois bem Vamos fazer assim mais tênis né culturas diferentes Então realmente Não Contam histórias diferentes sim Ah e não não no sentido de que as histórias histórias básicas elas são todas iguais nós já nascemos com essa habilidade de contarmos histórias e nosso cérebro sabe quando uma história está sendo contada então é igual para todos nós quando é então que há uma diferença a diferença está que nós contamos histórias para nos definir daqui Então vale a pena de todos os explicar um
pouquinho dessas técnicas para vocês um pouquinho de uma acessórios funcionam primeiro tá é um postulado em storytelling que diz assim as histórias nos definem as histórias dos definem pelo seguinte imagine assim se eu estou numa festa tô com um grupo de amigos e tem alguém aqui tá digamos interessar Oi linda eu nem sei que você é uma pessoa que era dar-me emprego o conquistar está a prestar atenção na naquilo que eu digo E aí eu conto de camas uma piada daquelas piadas bem sujas aquela piada bem cabeluda a pessoa pensar este homem ainda tem a
boca suja este homem Aí contou uma piada diz respeitosa então eu não vou conversar com ele eu não vou conquistar eu não vou oferecer nada para ele ou seja quando a pessoa quando as pessoas nos ouvem elas nos julgam pelas histórias que a gente conta eu acho que a mente isso vale também para quando nós ouvimos o escutamos alguém a contar que o caso deste meu interlocutor aquele ouviu contaram e julgou Uma História uma piada pela menor foi que eu contava pela conversa que eu tinha então eu julgaria e também ou seja então as histórias
ela sempre nos definem mas tem mais gente faz histórias ossos definem por dentro e aí eu vou explicar o seguinte a gente acha que a maioria das histórias a gente conta os outros então digamos o senhor eu já contei uma história para vocês daqui a pouco eu vou contar a história que outra pessoa não essas histórias nós realizamos para os outros são na verdade em poucas a maioria das histórias nós compramos para nós mesmos incríveis com seus prestarem atenção a gente acorda de manhã já contando histórias para si mesmos e a gente vai para cama
contando histórias para si mesmo e tem mais na verdade quando a gente fica contando histórias a gente conta essas histórias até mesmo quando a gente está dormindo porque o nosso cérebro ele precisa de história nós precisamos de histórias e é uma ebulição constante de histórias ou seja as histórias ela sempre nos definem e isso é igual ficamos história é igual para todos nós mas o definir se com histórias logicamente culturas diferentes vão se definir com histórias levemente de diferentes então eu percebia que embora os brasileiros britânicos esse definissem digamos com algumas histórias que eram as
mesmas com outras eram diferentes e aí eu percebi o seguinte Ah mais tarde eu acabei mudando me para a Escócia E aí eu tive que começar a prestar atenção nas minhas próprias histórias porque quando ainda estava no Brasil as minhas histórias eram muito brasileiras o olho muito portuguesas e as histórias britânicas elas tinham Digamos um ambiente muito limitado onde eu as usava já na Escócia era justamente o contrário então consequentemente as minhas histórias é um estavam afetadas pela minha brasilidade pela minha portugalidade E aí eu Demi contra é certa vez aí numa festa mesmo eu
estava lá com os meus novos amigos tá eu já falava a língua então esse não era não era uma barreira mas eu contava uma história e eu percebi alguma reação uma reação diferente por exemplo horas das Histórias Que contava era não entrar na casa dos outros sem ser convidado especial chama pelo muito estranho aquele tipo de História porque na Escócia naquela época até hoje mas você tem muito a ideia de uma sociedade aberta onde as pessoas interagem das pessoas entram nas elas chegam até a porta CD Rosa de Saron eu estou entrando na tua casa
e elas então a tua casa não coisas muito muito simples eu nem me conta então de um outro postulado de história que E se nós quiser moço nos adaptar a uma determinada circunstância se esse caso por exemplo adaptar-me a um novo país mas pode ser por exemplo uma nova circunstância dentro de uma empresa uma nova circunstância dentro da nossa família a uma nova circunstância dentro de um ambiente educacional nós temos de cuidar para nos definirmos por novas histórias por contar novas histórias por ouvir e absorver algumas aquelas não faz histórias porque o momento em que
nós mudamos aos Nossa absorvemos e começamos logicamente a utilizar na comunicação essas novas histórias a gente vai começar a mudar a nossa forma de pensar e aí a outro postulado em storytelling em que a gente muda a forma de pensar e a gente muda quem a gente é o quê e parece que é na verdade postulado isso até ela diz assim é que a gente muda a forma de pensar e a gente muda o mundo é verdade ou seja quando a gente pensa muitas vezes assim aí eu entrei numa empresa entre a nova escola e
eu preciso agora em inserir eu preciso agora começar a influenciar este este novo ambiente eu tenho que pensar que eu mudo a minha forma de pensar e a única forma de poder mudar eu mandei de alguma maneira aquele novo ambiente ou seja e quando eu quero fazer isso com história só pra terminar existem alguns truques e alguns truques básicos gente vai que a gente chama os princípios básicos de storytelling primeira coisa toda a história mas para contar uma história ela tem que ser concreta Você só tem tem nome e sobrenome era eu morava no Brasil
e fechou a família multinacional a parte mecânica partes brasileira então história tem que ser concreto a história tem que ser palpável ou seja por se podem imaginar uma criança Numa família com amigos etc em que alguns falavam um idioma e outros falavam um outro idioma seja Tem que ser ao Palio a outra tem que ser mensurável ou seja se eu não entendo inglês eu não consigo entender nada do que uma pessoa que fala inglês fala eu entendo portuguesa você entendendo nada de uma pessoa que fala português fala ou seja tem que ser mensurável Ou seja
que eu sabia falar inglês absorvido sabia falar português e a rota tem que ser memorável ou seja aquela história por sempre que seja como essas que eu contei para vocês que eu posso dizer que vocês Elas têm que ser memorável em que fazer parte daquilo que eu estou conversando com vocês por último essas histórias por simples que sejam os tem que ser as duas então você concreto palpável ou mensurável meu buraco transformador é comum a todas as histórias de todos os povos do planeta tem mais se eu quiser contar uma história que envolva é só
costurar o verbo engajar mas se engaje na a história tem que ter uma certa ordem e essa hora na verdade é bastante simples eu tenho que avisar para o meu interlocutor a quem está me vendo que eu vou contar uma história da atenção gente uma história Era Uma Vez Qualquer coisa chama de vocativo avisar para pessoa que a senhora vai começar quando uma história vai começar imediatamente eu tenho que dizer e quem é o personagem daquela história quem é que vai viver aquela história então se for contar sobre mim eu falo aí eu vou falar
sobre outra pessoa fala o nome da pessoa falou ele falou ela só contar sobre um grupo de pessoas são Ele eles ela sou o grupo de que você tá depois este personagem ele tem que querer alguma coisa então é a história realmente começa Kauane personagem que era uma coisa ele quer se comunicar ele quer falar eu quero compreender ele quero agir de alguma forma e algo acontece para que aquilo não seja tão facilmente atingido que a gente chama de conflito ou Barreiras é logo depois o personagem luta luta luta luta luta para tentar conseguir nesse
processo ele consegue muitas vezes não consegue o fica por conseguir só que quando a gente luta luta luta para conseguir a gente se transforma a gente aprende alguma coisa ou seja quando o personagem aprendi os agentes que ouviu a história aprendi com ele então hoje comigo sem dúvida assim eu quero que sugere a mensagem de que viver é absorver histórias a vida é o somatório de histórias e a única forma de Nós aprendemos é o virmos as histórias dos outros mas sobretudo ouvir as nossas histórias e não termos medo mas se não ter mesmo nem
o medo de repensar as nossas histórias de repensar os elementos de forma nossas histórias Por que diz assim se eu quiser mudar o modo seu realmente quiserem influenciar eu tenho que mudar mas mudar não é com armas mudar é com histórias