Só de você me olhar, você já sabe o mal que eu posso causar. Por isso que você me respeus num questão de respeito. Tu é grande dois pai. Por isso que não resolve nada. >> Então, mas a culpa não é da PM. >> É. E eu que sou cidadão, a culpa é minha. >> É igual eu falar aqui que todo favelado é educado, pô. Todo favelado é educado. Tem favelado, filha da [ __ ] [ __ ] >> vocês quem? a polícia no geral, porque para mim vocês é tudo farinha do mesmo saco. >> Sou
o Cabo Pereira e fui desafiado pelo Estúdio Vibes para um debate daqueles que vocês já estão acostumado aí. 10 crias contra um policial, mas mal sabe eles que eu também sou cria. >> A polícia nunca ignora uma denúncia. >> Aí, papo reto, papo de tipo assim, tropa, vou desabafar aqui, tá ligado? Ao mesmo tempo que eu vou desabafar, eu vou Expressar a minha indignação com o sistema de polícia brasileiro. Mano, tava dando rolê de moto com meus cria, pegou a visão aí minha minha carteira minha carteira caiu no chão, tipo de moto, o bagulho caiu
no chão. 10 a 0, mano. Achei onde tava o bagulho, localizei porque tentaram fazer uma compra no estabelecimento. Passou na rua, na minha rua nunca passa viatura. Passou três viaturas na minha rua. Tipo assim, eu fiz sinal, nenhuma das três Parou para mim, mano. Tipo assim, vamos supor que se eu tivesse acontecido um bagulho muito ruim, tipo assim, papo de tipo assim, crime mesmo, tipo, sem ser o só perder minha carteira, vamos supor que acontecesse um crime, um crime de de fato, um crime sério. >> Não, não passou uma viatura na sua rua. >> Passou,
passou, passou. Tipo, esse é o problema. Ela passou, eu parei na na frente da viatura, eu fiz assim e ela desviou de mim, moleque, como se eu Fosse [ __ ] nenhuma. Então, irmão, nada [risadas] contra, nada contra, mas se fosse algo desesperador, desesperador, com certeza a viatura ia. >> Mas eles nem me ouviram, pai. Eles só saíram, tipo, >> às vezes estava no chamado com vidro fechado e meteram o perna, >> irmão. Literalmente eu fui pra frente da viatura e fiz assim, ó. Como é que tu não vê uma bola gigante fazer assim, ó?
>> Não tem como, senão eles vão te atropelar, velho. Amassar a viatura, >> mano. Eles saíram, tipo assim, ele, ele, ele desviou de mim, [ __ ] Tipo, sem caô, tipo, sem caô, mano. Ele desviou de mim. Tipo assim, ele fez isso, ó. Eu sou esse microfone. Ele fez isso aqui, ó. [risadas] Tip assim, >> mas era era noite? >> Era à noite, mano. Tipo, 10 hor da noite >> na correria. >> Não, não, não, não. Aí porque à noite é porque à noite eu não posso trabalhar >> não, mano. Você pode, >> mano. Tá
vidro fechado, tá enchamado, irmão. O cara fez assim, >> mas a viatura, tipo assim, a viatura tava, tipo assim, ela tava apagada, tá ligado? Era como lá no meu bairro fica rodando umas umas viatura de de rotina. Eu mora em Jardim América, mano. >> Lá na cesta básica lá, né? >> É lá perto da Dutra Casa Branca. >> Motel Champion dos melhor que tem papo [risadas] que eles fique ali mesmo, nessas áreas ali, tá ligado? E tipo assim, ó, fica rodando as viatura no bairro às vezes, tá ligado? Que é tipo assim, o mesmo polícia
que tá lá na área direto. >> É do setor. Do setor, >> é, tá ligado? Então, tipo assim, pô, ele me conhece, tá ligado? Porque eu pagava, eu pagava bagulho para ele. >> Por isso que ele não parou. [risadas] >> Ele te conhece, [ __ ] Esse moleque tá de caô, irmão. Rala. >> Não, que isso, pai? Vai, vai, vai, vai, ô Jorge, vai, vai, vai, vai, [risadas] vai, vai, vai. Rala, rala esse [ __ ] aí, pô. >> Tipo assim, mas, mas para mim, tipo, respondendo a tua pergunta, tá ligado? >> Eu não perguntei
nada não. >> Não, para mim, por ele ter parado o bagulho, tá ligado? Por ele ter me parado, tipo assim, me parado. >> [ __ ] mano, foi tanta gíria, tanta gíria, que eu me perdi no tema, [ __ ] >> Tranquilidade, Pereira. Mano, meu nome é Lodek, cara. Eu levantei a mão mais por um bagulho que tu falou para ele, que eu acredito que não seja a pode ser culpa sua ou não, ou culpa do grande sistema que a gente tem, mas você falou, se fosse algo alarmante, com certeza a polícia iria. Mas o
que seria alarmante para você? Então, tipo assim, quando dizem que a polícia vai toda vez que ela É chamada, então ela não pode ir só se for algo alarmante aos seus olhos, porque às vezes é algo que pode parecer simples para você, é alarmante paraa pessoa que tá sofrendo aquela situação no momento. Se a polícia vai só quando é algo alarmante, então não significa que ela recebe vai chamado. >> Vamos lá, vamos lá. Eu apareço na rua, na sua frente, você tá de carro, um exemplo, tá? Sim, >> você tá de carro. Eu do nada,
Aleatoriamente, começa a acenar, irmão. Tu tá em determinada velocidade. Não sei, porque a gente costuma dizer que a velocidade de patrulhamento é 20 km/h. Às vezes vai, depende muito, tá? Mas às vezes não deu tempo, não parou ou tava num chamado, tá ligado? Isso aí é o que mais acontece. Tô te falando porque eu já trabalhei em setor. Às vezes tu tá numa situação, irmão, de chamado. Um exemplo, vocês, eu não falei nada para vocês, vocês não sabem, mas eu já Socorri uma uma menina, inclusive da rocinha em trabalho de parto. Então, você imagina, do
nada entrou um candango na minha frente, viatura, a menina tá em trabalho de parto, ninguém sabe o que tá acontecendo ali dentro da viatura, tá ligado? Pode ter sido ou não dizer que não, a viatura não para algo que o cidadão está precisando para porque hoje o polícia vai muito além de policial. Ele é psicólogo, ele [ __ ] abre porta da dona Maria, [ __ ] ele faz parto e não é A função do policial fazer isso tudo e faz, entendeu? Em prol da sociedade. >> Sim. Acredito que >> Qual é o seu nome?
>> Meu nome é Yasmin. Você falou: "Se você tá numa emergência, automaticamente a viatura tá em velocidade". Como ele falou, a dele não estava, só estava passando na rua dele. Por que ela não parou para ele? Ela não estava chamada. Se estivesse, ela estaria numa emergência igual uma ambulância. >> Não, mas como é que você sabe? Como é que você sabe? >> Ele falou, >> ele falou >> como, como que tá o estado das viaturas hoje do Rio de Janeiro? >> Ó, merda. Mas, pô, ele falou >> e quem garante que não tava no chamado?
A sinaleira tá queimada. >> Não, tá uma merda. Mas se andar devagar, tá tá bom. >> Como que no? O o artilheiro dela não tá Muito freio. >> Perdoe sua graça que eu esqueci. >> Hum. >> Sua graça. Seu nome? >> Yasm. >> Yasmin. Como que você sabe? >> Não, ele falou que passou. Ela não tava rápido e e não tava rápido. Se ela tivesse rápido é um chamado de emergência, mas ela não está. >> Ou não. >> Ou não. Porque >> já peguei a viatura que não tinha nem motor. A gente tinha que ficar
parado olhando. >> Não. Então você tava parado, >> irmão. Irmão, vocês podem ver comentários de policiais. Tinha antigamente viatura para ter noção de como que >> Mas isso não é motivo para negar um chamado del >> não. Mas não negou chamado. Tem certeza que não? >> Negou? Porque se ele deu para ela, alguma coisa aconteceu. >> Qual a parte que não ouviu? Que ele falou que, ah, os caras me conheciam, pô. E o cara às vezes achou que ele tava brincando. >> Devia conhecer ou não, mano. Ele deveria estar ali. É o trabalho dele. >>
Então, >> é o trabalho dele. Se conheceu ou não, emergência. Eu, nem eu, nem você, nem ele sabíamos o que tava acontecendo Dentro da viatura. E outra, saber se ele sair dentro. Os policiais utilizam câmeras no peito, então se eles omitiram talvez um um chamado ou um socorro, provavelmente eles s eh sofreram alguma sanção disciplinar, entendeu? É assim que funciona dentro da polícia, porque a polícia é militaro para ele não descer >> não. Então se ele não parou, não tava acontecendo nada. Tô dando. >> Não tava acontecendo porque ele não soube porque até até agora
ele não parou Para poder saber. >> Então sim. Não parou. >> Sim. D. >> Opa, boa noite. >> E aí, pai? >> [ __ ] falaram para mim que era um cabo de Wi-Fi agora, [ __ ] mano. Era o Shazan, mano. >> Gostei. Gostei do do corro é [ __ ] Então, cara, eu disordei algumas coisas. William. William Rodriguez de novo. De novo, pai. >> Gostei do cabelinho também, pai. >> Meu cabelo eu tô tô até dando uma ajeitada, pá. Uma coisa mais artística até tirei. >> Ah, sou favelador mesmo. >> Tu é influenciador
também, >> cara? Tô tentando, eu tô no na música dando os tiros ali. Mas o que eu disordei, cara, que tipo assim, eu acho que não atendem todos os chamados, porque tipo assim, se for dentro de uma comunidade, citar o nome, tipo, cidade De Deus, e tiver um chamado, vamos botar ali para Merk, Merk ali mais ou menos, vamos botar assim, zona sul, qual policial iria ir, na cidade de Deus ou na Merk? >> Então, mano, o local conflagrado é complicado realmente a viatura entrar. Não tô dizendo dizendo que é impossível. >> Eu já socorri
pessoas dentro de comunidade acompanhado do bombeiro, coisa e tal, mas aí que tá. Para uma viatura entrar dentro de uma comunidade Para te socorrer, irmão, tem que fazer contato com presidente da associação para poder te socorrer. E na maioria das vezes, [ __ ] já aconteceu comigo, eu já fui da rocinha, rodei diversas comunidades de PP, >> a gente quer entrar para socorrer, mas não tem como. Às vezes é tarde da noite. Ô, já peguei o cara praticamente fartando, irmão. E como é que entra? Tem como >> dois policiais dentro da rocinha de um Beco.
Aí o cara, Deus me livre e guarde, vem a óbito. Graças a Deus esse não veio. Vem a óbito que os próprios moradores trouxeram pra pista e nós socorremos juntamente com a ambulância. Se esse cara vem a óbito, a culpa é da polícia que não prestou socorro ou do bombeiro. Porque o bombeiro não é policial, o bombeiro não tá armado, entendeu? Pô, é barricada. Tu imagina pro motorista ter que vir tirar barricada, irmão. A viatura ela tem GPS. Toda toda a mensagem que a gente recebe da rede, ela tá sendo gravada. >> Sim. Então, mas
tipo, então quer dizer que não tem como acessar todos e chamaros. Tem, entendi. Entendeu >> aí? Papo reto. >> Fala aí, papai. >> Só fazer um adendo aqui, ó. Um bagulho que tu falou. >> Palavra difícil, hein? Adendo. >> Não, tá achando que eu sou só gir me Tirando para nada. Já quer mostrar que eu entendo um pouco de qualquer coisa, mano. Pega a visão. Já vou voltar o plano normal. Irmão, tu falou que que na viatura tem GPS vê o chamado. As [ __ ] da viatura tem nem motor. Que tu falou como é
que vai ter o GPS, [ __ ] Tu >> falou que não tá funcionando, funciona nada. Não tem motor, não tem óleo, não tem. Aí por que que tu me garante que vai ter o GPS, que vai ter o o cara sei lá o que que vem do Call of Duty. Vai. >> O militarismo ele é regido por quê? Pelo quê? >> Sei lá. >> Hierarquia e disciplina. >> Ah, é hierarquia e disciplina, >> entendeu? Então tudo tudo tá tudo uma merda. >> Tá tudo >> Mas quando tu dá um mole pegam no cuturno sujo,
que a gente chama. E não adianta que puxa, é o GPS da viatura, mano. GPS é um aparelhozinho. A viatura Não precisa estar inteira não. Motor também. A viatura não anda sem motor. >> Então, mano, mas tem GPS? O rádio tem GPS. A viatura não tem motor, mas tem um rádio que tem um GPS. >> Pô, que isso? Tipo assim, mano, eu acho >> é porque eu não posso falar determinada coisa coisas aqui para você como não vai >> não de de de de logística de de situações que já aconteceram e eu não posso falar,
mas eu tô explicando, irmão. Tem GPS, a câmera Do policial tem GPS, tudo tem GPS. >> Mas as câmeras nunca funciona? >> Funciona, irmão. >> É, não funciona. >> Como é que vai pra Globo as imagens? Ah, não sei, mas é todas que vai pra Globo aí da das imagens que vai pra Globo é uma cois aí. Aprendo uma coisa. Na hora que o cerco aperta tem imagem. Vai por mim. Confia. Confia. P >> para mim ele me quebrou, hein. >> Aí a parada do chamado. Posso te falar Uma parada? >> Pode. >> O, você
fala que o chamado aí é sempre aceito, certo? Da polícia que é sempre atendido. Irmão, hoje tá tendo essa operação de devolver celular. Até o amigo Júlio também foi felizado aí. Recebeu também. que celular roubado que a polícia tá recuperando. >> A delegacia >> é a delegacia tá recuperando. >> Não tem nada a ver com a PM. >> Não, mas quem recuperou o celular? >> Não é é ali é cargo da Polícia Civil. >> Quem recuperou os celulares todos foi a polícia civil. >> Não, beleza. Apresentou, conhece os esportivos na delegacia já não compete mais
a pena. >> Não. Sim, exatamente. Então, já que é a polícia civil que tá resolvendo, meu parceiro, eu fiz o BO do meu bagulhinho em 2023. A polícia cagou pro BO do meu Celular que foi furtado, que é um dos maiores problemas do Rio de Janeiro, é furto. A polícia realmente caga pro bagulho. >> Isso só foi acontecer de procurarem o celular agora que tá tendo essa lei de caçar mundé. Então, então mas aí não compete a PM, não. >> Não compete a PM. Um exemplo, você foi, você foi assaltado, você foi assaltado. >> Sim.
>> Você me chamou, eu vou até o local. >> Exatamente. >> O crime já aconteceu. >> Sim. >> Correto. Qual é a missão da Polícia Militar? extensividade, não é a polícia civil, cara. Nó a PM ela é ostensiva, ela tem que tá numa, um exemplo, para pro que o para que o crime não aconteça, por isso que fica uma viatura às vezes numa rua, porque a demanda é muito grande. Se for, [ __ ] botar a viatura em toda a rua, acabou o policiamento, Irmão. Esquece. >> Parou a viatura na rua ali, isso é o
extensividade. Aconteceu o crime, você bateu na porta da viatura. Acabei de ser assaltado. O máximo que eu posso fazer para com você é dar no rádio que chegou um cidadão que foi assaltado e eu posso te conduzir a delegacia. Lá o inspetor vai colher o seu depoimento. >> Aí que tá. Por isso que não resolve nada, cara. >> Então, mas a culpa não é da PM. >> É. E eu que sou cidadão, a culpa é minha. >> Não, >> eu só tô para ser protegido. Independente se é civil, se é PM, se é federal. Eu
não quero saber qual vai me salvar. Salvar. >> PM. Aprenda uma coisa. O PM é cliente do próprio serviço dele. Quando eu tô na folga, eu penso igual você. >> [ __ ] exatamente igual todo pensa porque o bagulho é doido. [ __ ] se o Cara me roubou na esquina, eu bato na porta da viatura. A viatura a única coisa que pode fazer é me levar pra delegacia. Não vai nem atrás dos caras. Por isso que não resolve nada. >> Vai. O crime já aconteceu. Não é obrigação da PM fazer isso não, pô. >>
Por isso que tá tudo errado. Então, onde é que resolve isso? Pereira, >> tem que mudar, tem que mudar lá em cima. Tu votou em quem? >> Nem lembro. Então a gente tem que pensar Quando a gente vota, porque é leis que tem que mudar muita coisa tem que mudar para que venha melhorar alguma coisa. >> É porque é sinistro. Tipo assim, eu >> tá ruim para tu, tá ruim para mim. >> Pô, mas se tá mas tipo assim, tá ruim para tu, mas é a profissão que tu escolheu. Eu que sou o cidadão de
bem. >> Mas e na folga? >> Eu não escolhi a PM nenhuma dela. Só escolhi ser protegido. >> Fol, mas na folga tu não paga teu Imposto. >> Sim, igual tu. >> Eu não pago. >> Com certeza. >> E por que que eu não posso ter um serviço também adequado? Claro, mas te roubar um pouco mais difícil. Tá com a jurema? Eu não tenho jurema >> não. Mas não tem jupira certa não. Os meninos estão vindo de bico. >> Eu vou [risadas] para sozinho, pô. Eu tenho que te chamar a polícia. Se Roubar. >> Mas
é se fosse eu, no seu caso, a moral seria outra. >> Claro, porque >> a gente iria correr atrás. Não é do meu amigo, do meu parceiro. Não, o cara [ __ ] eu vi presenciei o assalto. >> Isso aí que não podia existir, >> tipo, teu amigo vai ser tratado diferente do cidadão que pagou o imposto de falar, tipo, se fosse meu amigo, eu já ia falar, [risadas] >> se fosse teu amigo, tu já ia resolver pra hora. >> Mas eu te falei que se fosse eu e te conhecesse, eu pararia. >> Mesmo não
te conhecendo. >> Próximo tema. Não existe abordagem seletiva. É, faz suave. >> Qual teu nome? >> Não vou apertar tua mão não. Que a última vez que eu apertei a mão de polição. Entrei foi na madeira. [risadas] É cara, não saber de muito mimimi não. Tudo bem pai? >> Fica tranquilo. Tô bem. >> Então tipo assim, deixa explicar aqui minha situação assim mais ou menos. Tava assinável. P >> fala devagar porque tua adicção >> nãoora aqui cara. Tu tem noção que já pra polícia várias vezes só por est andando na rua. Mais ou menos. >>
Ó só. Ninguém apanha por estar andando na rua. Vai dizer que vai dizer aleatório. >> Aleatório. Abordagem. >> Ah, te vi ali. Vou pular de voadora nos peitos dele. >> Os polícia deve estar cheio de ó aí da minha cara. Será o quê? É, rapaz. >> Termina de contar tua história. Vai. >> Tá. Tô. Tipo assim, tava sendo na rua, como aconteceu várias vezes. Tava ali no morro do Borel. Sabe onde que fica? >> Sei, pô. >> Sabe? >> Inclusive queria mandar um abraço pro nosso amigo aí, Nigo do Borel. Ai eu quero que ele
se [ __ ] Isso menino aqui o assunto aqui é eu rapaz da farina e v do borel passeando. Vai >> cara fala devagar mano. Tô conseguindo te estender. >> Escuta aqui. Tá furado o m do borel passeando. Pá você numa livezinha mostrando ali isso, isso, aquilo. A polícia passou. >> Não. Vamos lá. Tu tava fazendo uma livezinha. >> Isso >> mostrando o quê? >> Mostrando pai condomínio. >> Não. O quê? >> O qu? O quê? >> Você tava mostrando o quê? O morro. >> É, falei aqui ó. Comunidade do borel. Esse isso aqui aí
tinha um caiu abandonado. A mostrei o caifu lá, ó. O cai foi abandonado. Que lindo, velho. Aí Comecei a andar tururu piriri nada polícia >> aí. Não. Vamos lá. Você pegou sua câmera, >> foi gravar o morro. >> Isso >> aí você avistou o carrefu abandonado. >> Isso. >> Tá bom. Mas você só fez isso. Você andou, filmou o morro e avistou o mercado. E foi motivo de uma abordagem. Não, então isso mesmo. Então foi nessa, Foi aí que eu quero chegar. >> Hã, >> teve duas viaduras. >> Hã, >> a primeira me abordou normal,
valeu suave, aquele papo normal que era abodagem normal. >> Sim. >> Aí a outra já chegou, você saiu do carro com a madeira na mão, velho. A 18 por outro cabeça de de 18, filho. >> Eu não acredito nisso não. >> Eu tenho p, eu trabalho com povas. Eu tenho um videozinho aqui. Eu tô te dizendo. >> Pois me mostra. >> Vou te mostrar depois. Vou procurar, vou te mostrar. >> Show. >> Aí tu. Aí tu nada passou. Chegaram os dois lá. Com a madeira na mão, já perdei, já tava pensando em correr, filho. É,
tu nada jogou da H18 por8, cabeça biscoito. Tomei logo um susto, Filho. Que que vai acontecer aqui, velho? >> Duas viaturas, né, que te abordaram. >> Isso, tipo assim, e tava no mesmo, tipo assim, a primeira foi suave, a segunda, tipo assim, saiu uma, a segunda, >> já outra já te abordou já de >> Não, tava as duas juntas, só que uma saiu e a outra ficou. >> Beleza, >> aí tá suave. Chegou aí, tipo assim, tinha meu amigo Pus, aí não sei o que Que aconteceu, né, velho? Não sei. Ele falou alguma coisa que
eles não cons >> Calma aí. Você já não tava mais sozinho e surgiu agora uma outra figura. >> Eu tava com eu tava com meus amigos. Vai ser no drive. >> Não, mas você falou que tava você estava fazendo live. Agora surgiu mais uma figura junto com você. >> Então vamos agora nós. Beleza. >> Agora já melhorou >> isso aí. >> Tá nós. Tá bom amor. Então aí nós estava fazendo live só que tipo assim tinha o menor peto. Eu também tava todo tipeto. Não sei né que os cara achou ali. Pá. Aí meu amigo
falou alguma coisa que eles não gostou isso aí. que ele falou não. Aí o cara veio, já pegou, já deu uma madeirada. E você tá fazendo o que aqui? Tá descalço. Por qu? Meu chinério tinha arrebentado, filho. É, eu vou ficar o qu? Vou fazer o que? Colocar o chinelo aqui no pé e vou ficar endo. >> Tu já tomou a madeirada do nada? Aleatório. >> Do nada, pai. Eu já, pô, depois já comecei a me temer. >> É macumba. [risadas] É >> de brincadeira e vai dizer rapaz. Aí sumindo, foi isso que aconteceu. Aí
tem uma madeirada ali, meu amigo também tomou. Os caras falaram que vieram denúncia tiou. Que denúncia é essa tio. Eu alguém é eu fiquei miga. >> Vamos lá. Aqui a gente tá falando da da Abordagem seletiva. >> Isso. >> Correto. >> Correto. >> Você tava todo de preto. >> Sim. >> Você e mais um. De noite. >> De noite >> berolando a comunidade. >> Yes. >> E você avistou, você e mais um. >> Yes. >> E você avistando, avistou um um mercado todo escaralhado, >> abandonado. É. Aí você, não tô falando que justifica você apanhar,
não. Tô falando da abordagem, tá? Abordagem. Se põe no lugar do policial, >> que que você faria? >> Hã? Aagem normal, pai. Hã? Tá fazendo o que aqui? Tá andando o que? Eu ia falar, ia me explicar. >> Suave. É o previsto. É isso que tem. >> Agora tu falou da da da madeirada. >> É, bagulho. Não foi. >> Depois eu quero ver o teu vídeo porque tá errado. >> É por outro cabeça tipo te falando. Não é o PP rapaz. Achei que ia puxar pro >> Não, aí é loucura. Não é, então é, pai,
nunca se sabe. >> Se tu apanhou, tu errou. Ô, ele errou. >> Ele errou. Aí sabe o que que eu faço nessa situação? Nós tinha que ir lá e devolver. Já tava boladão ou pegava um casco, Você tava na cabeça dele. >> Mas aí tu perde a razão, pô. >> Não, mas aí não, mas >> se você tava com o celular na mão filmando e você não usou isso ao teu favor. >> Filmando. Ele pegou foi meu telefone. Dá de brincadeira. É, filho, vou dizer mano, papai, só fazer outro adendo ao bagulho que tu falou
agora. Tu falou para ele: "Não, se tu apanhou, tu errou, pô, você já vem programado de fábrica, Pai. Que que é isso?" [risadas] >> Eu falei que o polícia errou, [ __ ] >> Ó, mano, pega a visão, vou dar o papo reto aqui. Tava dia de terça-feira de tarde, eu tava na batalha de rima, nós pegou 388 sentido Cesarão. Quem tá ligado, tá ligado, Cesarão de noite, não é de ninguém. Vai por reto. Já é 10 a 0. Nós pegou os o ônibus, eu, meu cria p, meu cria hard, meu mano QTRJ e a
mina dele. Pegou a visão? >> Já era. Não tava não. Os cria voltando Da batalha, não, voltando da batalha pra casa, tá ligado? Fia. Aí, tipo assim, do nada uma viatura da daquela cinza que eu nem sei qual é, tá ligado? A viatura cinza da acho que é da civil, sei lá. >> Não sei qual é. É esse bagulho aí. Esse bagulho é cor, né? Esse bagulho aí. Cara de cinza abordou nós, olhou para nós assim na móvil, vamos lá, >> desce todo mundo, desce. Tipo assim, os cara parou o ônibus, >> menor GB, não
foi a PM >> não. Já era. Calma que eu tô explicando aqui a situação que eu vou chegar no outro fuso horário aqui. Pera aí, pega a visão aí. Tipo assim, os caras desce, desce do ônibus, aí botou geral para descer, nós desceu, tipo assim, tomamos maior bordagona, maior papão, tomamos, já tomei na cara, tomei na cara porque eu tava com a xerox da identidade, não era nem do moleque. Eu entreguei assim, me dá identidade. Aí eu toma ele olhou para mim aqui, [ __ ] é essa? E deu, Aplicou um pu, tem que ser
original, filha da [ __ ] Que que minha mãe tem a ver com isso, cara? >> Porque tua tua tua identidade era xerox. Você esse moleque? Outro bagulho também tava fumando baseadinho de cantinho, só eu voltando de Jardim América. Não, pé no chão. Nós é pé no chão. Tá, pô, tá estampado, né, pai? Tava fumando baseadinho de cantinho, voltando assim, pô. Tinha uma ponta, mano. Cana me parou mano. Me pararam aí ficar não sei lá o Qu. E aí, vai fazer o quê? Bá. Pô, me pediram Pix. Eu não tenho Pix nem para mim, pai.
Mandaram pedir Pix emprestado para alguém para liberar. >> Vamos lá. Vamos lá. >> E most. Essa vez foi PM. Azul. Azul e branca. Não era nem da nova, não era viatura antiga. Ainda. >> Então o você como cidadão, o que que você deveria ter feito? Nada. Que que fazer? Tava só f uma bazadinha. Tranquil. Você tinha que você tinha que Buscar. Vai na delegacia. Te agrediu? >> Não, não me agrediu não. Mas maluco queria dinheiro para não me levar na delegacia. Aí ele viu que arrumar nada comigo que tem maior tropusão. Ia ficar uma hora
não ia chegar piz. Existe várias formas de você correr atrás do direito. É diferente. >> Direito do cidadão é diferente de você tá fazendo merda >> e querer ter direito. >> Tipo assim, várias vezes aconteceu Várias. >> Aí você vai ter o direito de não ter direito. >> Não, mas aí nem sempre, tá ligado? Tipo assim, tipo assim, tá ligado? Nós sabe que no no Brasil tem uma quantidade que, pô, tava com uma pontinha, pai. Tipo, não era, eu não tava tipo assim, cara. >> Mas vamos lá. Tá liberado, >> mano. Tipo assim, >> não
tô justificando um erro com outro, tá? Não tô justificando. >> Se ele fez isso com você, ele errou. >> Agora você também estava errado. Se você não tivesse com essa ponta, >> a consequência não te não teria te assolado, correto? >> É, mas ele me parar de qualquer jeito, cara. >> Não, mano, mas você falou que foi por conta da ponta. >> Me parou só por causa da ponta. Ele me parou porque eu me pararia >> aí para tu ver, mano. Então você tem Preconceito com você mesmo. >> E não tenho preconceito comigo, não. Tenho
preconceito com com com com com o bagulho errado. P não gosto de coisa errada. O ruim da parada é não se colocar no lugar do polícia, achar que o polícia é é tem que desvendar a [ __ ] toda. E não é assim não. Mas aí eu tenho que desvendar que vai ver a viatura na hora que eu tô fazendo merda. >> Tu tava com a ponta. >> Não, mas aí faz aí por que que ele tem Que desvendar. >> Foi bom. Foi bonzão tu ficar com o baseadinho, né? É >> mas também não vale
a pena. A contar no bate também, né? Tipo assim, >> maluco. >> Esse moleque vai ser polícia. >> [risadas] >> Júlia, >> Júlia, Júlia, Júlia. >> Isso. >> Vou tentar não esquecer. >> Ó, vou te fazer uma pergunta. Você melhora aqui agora. >> Vamos lá. É, tem a ver com o tema. >> Com certeza. >> Beleza. >> Eu tô com o bolso cheio de droga. >> Você tá me vendo na rua? >> Ah, não tô agora não, tá? [risadas] Mas você me vê na rua, você me pararia se eu tivesse vestido assim? >> Eu não
posso te abordar. >> Você me abordaria? >> Na verdade, eu posso te abordar. Eu não posso botar a mão em você. >> Exatamente. Você me abordaria? Depende. Você tá saindo da onde? >> Tô andando na rua, tô andando lá na ordem práticar. Então, cara, tudo tem que ter um contexto. Você sabe se uma pessoa é boa ou é má? Na maioria das vezes você tem um contexto. Um exemplo, você vê um homem bonito, engravatado na rua, pá, você olha para ele, pô, esse cara nunca vai ser um psicopata, tá Entendendo? Porque ele tá todo bonitão,
mas o cara é psicopata. É igual numa abordagem. Eu já peguei, saindo da comunidade uma senhora com a bolsa de mercado com vários quilos de maconha dentro. E aí uma senhora eu abordo se eu cismal abordo até minha mãe. Tá errada. Encosta nessa [ __ ] aí. Ô Sandoca, apelidar Sandoca. Encosta aí, [ __ ] É nesse nível. >> Mas agora vamos falar de estatística. >> Eu não trouxe nem números. >> Eu não posso falar de números porque eu não trouxe números. Você tem números? >> Não, eu tenho na cabeça. >> É, mas é qual
é a fonte? É só você pesquisar que você vai ver. >> Não, se eu não pesquisei, você falou que pesquisou, não tem que pesquisar por você. >> Não, mas eu não pesquisei agora não. Mas vamos lá. >> Jovens negros são três vezes mais abordados do que jovens brancos. >> A gente tá falando de abordar. A gente tá falando de raça. >> 80% dos amigos que tem que são negros >> foram abordados já. >> Aí vamos lá. Na polícia só tem branco? >> Não. Exatamente. >> Então todo mundo vai ser abordado. Branco, preto, marrom, é azul,
independente da cor. Eu nunca fui abordada por polícia, já andei com maconha no bolso. >> Então, mas tudo depende do contexto. >> Mas aí às vezes a pessoa não tem nada e abordar. Eu tenho, >> eu tenho diversos amigos que moram em comunidade hoje, negros, que não tem, eu olho pra cara deles, eu não vejo a necessidade de abordá-los se eles fossem, se eles não fossem meus amigos. Eu olho, pô, não tem necessidade. Agora você vê que a grande maioria de quem é envolvido com a sacanagem tem um estereótipo e o cara, não tô dizendo
que ele é, mas ele quer se passar por tal, Ele tem que ser abordado. >> Mas aí já é seletivismo. >> Não, mas não tem jeito. Hoje em dia eu não vou falar dessa facção porque não não veno o caso, mas vocês vão entender. A onda agora é pintar o cabelo de vermelho. Quem tá de cabelo vermelho e dessa facção vai pra facção rival, curte baile. >> Não. Aí, quem que eu vou abordar? Tô vendo o cara de cabelo vermelho. Estranho. Não, que [ __ ] Igual o Gordinho. Cadê o gordinho? Ó o gordinho pinta
cabelo de azul. Eu não vou abordar esse cara, pô, porque não é não é algo eh eh não que ele não possa estar errado, mas eu abordaria por conta disso. Senão, eu tô na rua, sou policial, passou um cara na sua frente, você falou para mim: "Socorro, por favor, aborda ele". Tá, mas qual afundado suspeito dele? Eu não, não tenho por abordar ele. >> Mas então, exatamente, então existe um Seletivismo a partir momento da aparência, vestimenta, não comportamento também. Comportamento também. Você toda bonitinha se passar na minha frente se tremendo toda, tu vai tomar uma
espetada. >> Mas é claro, porque eu tenho medo de polícia. >> Não, mas não precisa ter medo. >> Por quê? Porque a polícia, >> se você está Se você está na minha frente hoje, você me cumprimentou Apertando minha mão, por mais que seja educação da sua parte, você não tem medo de polícia. Se você não tivesse, você não estaria nem aqui. Meio de 10 pessoas, pô. >> Mas quem te garante que todos eles aqui vão te defender se eu quiser fazer a maldade? >> Ah, [ __ ] Mas aí eu me defendo. >> Em um
minuto tá todo mundo no chão. Se eu fosse um cara mau, [ __ ] Pcoço, [ __ ] >> Calma aí, vou deixar rapidinho, rapidinho. >> A Yasmin é [ __ ] A Yasmin. Aí a Yasmin veio prendo você. Já lembrou meu nome? Já lembrou? Não defendendo [risadas] você, não defendendo ela. Igual ela falou, a maioria das abordagens são feitas em pessoas negras. De boa, ela é branca, ela nunca foi abordada. >> Já tem um ponto. >> Já foi abordada? >> Já, já foi abordada. Entrando na ilha do governador. Só tinha preto dentro do carro.
Só tinha preto. >> Olha só quantos você tava entrando na ilha do governador. >> Isso. Na entrada. >> Milhares de veículos. Correto. >> O meu foi selecionado, o único. >> [ __ ] Tá. Como que vocês estavam andando com vidro tampado, vidro aberto? >> Normal. >> Não, normal. Reduzim de bohou, viu um moleque de dread já é preto. >> Mas tá bom, mas >> já maldou. >> Rolou abordagem, mas o que que aconteceu para abordagem? >> Então, rolou a abordagem, não foi abordagem correta. Pediu para sair do carro, todo mundo saiu. >> Sim. Que que
é abordagem correta para você? >> Por favor, você retira do carro, encosta na parede, abre as pernas e levanta a mão. >> Você estudou segurança pública? >> Estudei, mas eu entendo um pouquinho. >> Não, entender um pouquinho não é saber das normas, mas vamos lá. O que que abordagem? Vou falar fez. Eu falei como foi como foi >> tá eles abriram a porta do carro moda. [ __ ] eu falei, eu xinguei, eu falei, tu não tá abrindo a [ __ ] da tua mulher Porque esse carro é novo eu tive que falar. >> Perdeu
a razão, né? >> Não, ele que perdeuamente a gente que sai. Ele porta pra gente não >> saímos. Não, não, não, não, não, não, não. >> Pediu para se retirar do carro que >> olha só a abordagem. Rabo, se eu você não te encosto, mas no veículo eu meto a mão e eu peço para você me acompanhar. É o procedimento da revista. >> Se para ir você para você tá correto, se é o correto. >> Não é o correto. Pode pesquisar no Google. >> Correto. Tá. Saí todo. Ele não me revistou. Ele pediu para me
revistar. Eu falei: "Você não tem o direito de me revistar, nem encostar em mim. >> Quer ver minha bolsa?" Não, vou deixar também. Se você quiser ver. >> Tá. Mas se eu falasse para você virar sua bolsa no banco do carro, é justo. >> É justo. Mas ele não queria. Ele veio pegando, pegando a bolsa. Eu falei que não dei. Aí foi quando ele começou a agir com ignorância, deu um bandão no menino que tava comigo no meu ex-marido também. Deu um bandão nele. Deu um bandão >> do nada. >> Aham. Abri a perna. Não,
>> aconteceu três fatos aqui agora que é é muito complicado, né? Não foi porque >> encostar e abrir a perna, ele não abriu A perna, ele bum, deu um bandama. >> O nosso amigo ali sofreu, é branco, sofreu a situação do Pix. O outro que é branco tomou a madeirada. E você? >> Eu não fiz comigo. Não aconteceu nada. Então, >> na polícia não existe abuso de poder. >> Prazer, Santiago. Santiago, >> cara, antes de contar, eu queria contar uma história minha aí que aconteceu. Eu queria entender de fato se você acredita que não tem
eh um abuso de poder na hora Das abordagens ali. Quero entender de você se você realmente >> Eu quero saber de você o que que é abuso de poder. Bom, não, então para mim não é abordagem um cara me bater, por exemplo, sem >> abuso de abuso de autoridade. >> É um abuso ali de fato, né? Você acredita que no na polícia não acontece isso? >> Vamos lá. Ser enérgico é diferente de de usar da dos meios ali para poder me Prevalecer em cima de você. >> Uhum. >> Cidadão, desembarca do carro agora. Tô sendo
enérgico agora. Vou chegar para você, ô Tralha, desembarca do teu veículo agora aí, compadre. Chegar o cara te verar. Isso é abuso de poder, não tem necessidade. Ser enérgico é diferente de de usar, né, os meios ali que a polícia tem para poder te oprimir. >> Então eu vou contar uma história que Aconteceu comigo, né? Eu tava a caminho do meu trabalho com meu primo e tava indo de Uber, no caso, né? Ele tem um problema que é de convulsão. Ele tem convulsão assim direto. Só que se ele parar de tomar o remédio, ele tipo
um dia ele já tem a convção. Sei, eu sei como é que é. >> E nesse dia ele teve a convulsão no Uber, no caminho do trabalho ali. Eh, e aí, tipo, ele começa a se estremecer ali e tal. Aí o Uber ele nunca tinha visto, Ele ficou desesperado. A gente encostou o carro no me >> Não sabe sanar essa pane não da pessoa quando tá tá tendo comoção. >> Não tem o que fazer. É só deixar ele ali e ter realmente de fato >> o policial sabe conter essa >> essa essa situação. Mas vai
lá, >> mas a questão é como a forma como eles chegaram. Sim. Como que foi? >> Eu não sei de fato o que tava acontecendo na região ali, entendeu? Era Até em Campo Grande. Eles chegaram me dando tapa na cara, tirando eu eu do carro assim. A gente sem sentido nenhum. Vamos embora. Sai daí. A gente só encostou o carro. >> Mas eles com câmera no peito fez isso. >> Não, isso foi esse ano. >> Então, já tava com câmera já. Então isso foi esse ano. Eles me tirando do carro, me jogando do carro, vamos
embora me xingando, filha da [ __ ] >> E o teu e o teu irmão, teu primo >> gente não, ele tá tendo convulsão ali. A gente tá tentando ajudar ele, [ __ ] não sei quê, que que vocês estão fazendo, os [ __ ] E eu, calma, cara. Ele tá tendo, [ __ ] convulsão ali. Aí ele até começou a esculachar a gente, bater na gente do nada. >> Então, ô, Santiago, >> eram quatro polícias. Já é a quarta história que eu escuto um pouco sem fundamento. >> Rolou uma abordagem, >> nada o cara
te tira de dentro do carro, te enfia a porrada, você falou que o cara tava passando mal, estava convulsionando, precisaria de ajuda. E o cara continuou te batendo, quatro policiais te esculacharam, você e mais alguém que tava contigo. >> Então, mas é explicar o porquê também, né? A gente tava segurando ele. Aí eu não sei se de fato parecia que a gente tava e sequestrando ele. >> Justifica. Não justifica, porque você tá Segurando. Essa forma como eles abordaram a gente, >> tu já tomou tapa do nada. É isso que eu não tô entendendo. >> Jogando
a gente para fora do carro, eu caí no chão, entendeu? E aí, tipo, ficou esculachando a gente sem necessidade nenhuma. Falou que é, a gente é tipo, a de amigo a gente não é um merda, entendeu? Porque não tava ajudando ele, tinha que levar a gente, a gente tinha que levar ele no hospital. É, a história Tá um pouco abusa de poder mesmo, bota uma farda e acha que é o brabo. Eu falo mesmo que que eu sou polêmico, eu venho para gerar polêmica, eu falo mesmo e [ __ ] mano. Pega a visão. Falei
da identidade. Então, calmaí que eu tô falando, deixa meu momento agora. GB, né? [ __ ] o problema, correto? [ __ ] o problema. >> Lá, quando terminar eu falo. >> Não, eu não sou. É outra parada. Calma aí, calma aí que o bagulho. Ó, tomei o Tapa na cara porque eu tava com a xerox da identidade. Maluco já me chamou de baleia. Ah, seu baleia. Imagina se eu fosse depressivo. Ele, seu baleia, gordo do [ __ ] É isso. Não é abuso de poder. Ele pode chegar, eu posso chegar para tu e falar: "Ah,
tu parece a [ __ ] do senhor cabeça de batata. Posso ficar fazendo isso para tu?" Não posso. O cana pode fazer isso para mim. Não, PR. Tá errado. Para mim tu não é maluco de tu fazer isso. >> Isso. Isso aí não é abuso de poder, não. Sim, mas para mim, mim, tô te provando aqui na lógica. >> Não, mas comigo, comigo você nunca, em hipótese nenhuma da sua vida, você vai falar isso para mim. Até porque tu nunca me abordou, pelo menos eu acho que não. >> Mas mesmo te abordando, você não falaria
nunca isso para mim. Porque exatamente nós peida. Tipo assim, por porque os caras vem vem cheio de agressividade, cheio de trel eletro Lulu. E tipo assim, nós não tem o que fazer, pai. Nós tá ali num beco escuro, a merc da sociedade, tá ligado? >> A merced da sociedade. >> Não, tipo assim, calma aí, deixa eu terminar meu raciocínio. Nó, tipo assim, nós tá ali tranquilão, pé no chão, andando na rua, igual amigo aqui. Passou pela situação. Qu foi o que eu falei? Se se fosse essa mina aqui andando no mesmo lugar. Então, calma aí.
Você você é policial. Ele tava no no do que ele tava Fazendo lá, todo de preto, tarde da noite, berolando a favela. Tá menor, tá menor, tá o menor fazendo live com telefone na mão. Qual é o risco desse menor ser o assaltante? Ele só é burro que ele tá andando num lugar que ele podia ser roubado. Então por que que eu vou parar o menor que podia ser roubado e não o menor que possivelmente apare? >> Mas quem te garante que ele ele ele não poderia tá >> tavando live? Ele tá gravando live. >>
Quem te garante? Quem te garante? >> Bora. >> Posso te falar uma parada? Pode mesmo >> essa parada do abuso de poder, com com todo o respeito, eu tenho até militar na minha família, mas eu acredito que se envolve toda a parte militar. >> Eles vão assistir, eles vão assistir o programa. >> Não sei não. Eles não gostam muito de me assistir na internet não, mas pode ser PM, pode ser civil, pode ser qualquer um. Para mim, o maior motivo de eu considerar polícia rabiola é o abuso de poder, porque todos eles abusam de poder,
independente de qual seja o momento, para mim isso é uma covardia do [ __ ] >> Você tá falando de mim, então? Polícia de uma forma geral, eu não posso te julgar. Eu não vejo teu trabalho. Da mesma forma que você julga o cara que vai ser preso lugar que ele tá andando. Eu julg pelo polícia pelo bat que ele segue. >> Abuso de poder policial rabiola. Rabiola. Bom, por não tudo. Eu sou rabiola. >> Não sei. Você que vai ter que me dizer. >> Por que todos são. Eu não sou. >> Cara, eu tô
falando de uma maneira geral, da mesma forma que você >> porque todos são e eu não sou. Você que vai me dizer se você é ou não. Você abusa de poder. Você falou todos. Você Abusa de poder. >> Não. >> Você bota sirena em cima do carro para furar engarrafamento. Não. Escula os outros na rua. Troco. Cara, eu já já aconteceu comigo de com certeza o policial só tá bolado com a vida dele e me esculachar porque ele tá puto com os problemas dele. >> Mas do nada eu te abordei e te escula >> na
saída do lacari. Porque é onde eu moro? Na saída da do lugar onde é que eu Moro. >> Tu mora ali próximo do brisolão ali? >> Não, eu moro. Eu moro em Rocha Miranda, perto do metrô de colégio. Tá, tá, tá, tá. Colégio Coelho Neto do outro lado perto do CESA ali. Tá andando ali exatamente ser esculachado por polícia de mada. Com certeza esse cara tá com problema com [ __ ] que pariu. E eu só tô andando e o cara me esculacha com o problema dos outros da rua de poder. >> Você olha só
não vou tirar tua razão. Mas você não pode generalizar polícia, você pode generalizar o policial no qual me abordou. É diferente de você generalizar. Tu nunca foi abordado por mim, pô. Mas o abuso de poder não é só na abordagem não. Quando tá o engarrafamento [ __ ] na linha amarela que vocês bota a sirena e para pegar ninguém para furar engar. Todo engarrafamento não passa não. Todo engarrafamento não passa uma viatura. >> Todo engarrafamento passa uma vi. Eu sei Que não tá indo atrás de ninguém. Eu só falo filha da [ __ ] >>
Como que você Vamos lá, como que você não sabe se não tá acontecendo nada se o bombeiro às vezes passa com a sinaleira ligado e você não sabe se tem uma pessoa passando mal lá dentro? Não, >> eu tô falando de >> Você sabe para que que serve a sinaleira? >> Para passar. >> Ah, e o bombeiro utiliza o quê para Passar? >> A sirene polícia, eu tô te explicando as duas situações. >> Eu tô falando todo engarrafamento. >> Como que você não sabe se não tem nada igual a gente cansa de ver? Arrastão direto
na linha amarela. >> Mas a emergência na linha amarela éo quando trânsito. Tá não tem uma sirena, você não é evidente. >> Não ten uma sirene, >> você não é evidente. >> Isso é abuso de poder. >> Qual é tua profissão? >> Minha profissão? Isso, >> tecladista. >> Pra muito bom. Mas tu tá na profissão errada. Tem que ser evidente. >> Para mim abusa de poder. Sim, que eu vou dar o papo aqui que eu agora eu vou usar. Eu vou usar a tua fala contra tu para contrav os teus argumentos que tu trouxe aqui
agora no bagulho. Usou é seguinte bagulho: não generaliza a polícia. E por que que tu tá generalizando o menor do cabelo vermelho? >> Eu te chamei de gordo. >> Calma aí que eu tô. Mas chamou ele de gordo. Chamou para fazer projeto e os [ __ ] E ele deixa ele ser gordo. Se ele se gosta de ser gordo, deixa ele ser gordo. Você gosta de ser gordo? R, >> você gosta de ser gordo? >> Tu é da nossa tropa, Hul. >> Você gosta de ser gordo? >> Tu vai, tu vai me deixar. Tu vai
me, tu vai me quebrar. Tu vai me quebrar. >> Eu vou te mostrar. Eu vou te mostrar por A mais B que você não gosta. Tu acha que se tu fosse magro, tu ia ter a graça que tu tem? Não. >> Você gosta de ser gordo? >> Eu amo ser gordo. >> A pessoa para ser engraçada, ela não precisa est infeliz com ela mesma. Não é questão de tá em felicidade, a questão a Gente tá falando da polícia. >> Vamos lá, vamos ao tema. >> Se tu falou para não generalizar a polícia, >> abordagem, não
existe abuso de poder nas abord para não generalizar a polícia também. Tu não tem que generalizar o menor de favela que pinta cabelo de vermelho, como se qualquer um deles. Não, tu fala, ó, tua palavra >> tá filmado. >> A gente sabe qual é a facção que usa o Cabelo vermelho. >> Qual a facção que usa o cabelo vermelho? Por tu não pode falar. Não quis falar, então também não vermelho. Então isso aí comendo menor de cabelo vermelho. Ele está mais tendencioso. >> Independente, pai, é onde ele mora. A cura do menor não é só
o cabelo vermelho, é o Oruan implantou esse bagulho no Brasil. Oan é um artista. Às vezes o menor, às vezes o menor ele tá usando a o cabelo vermelho só porque ele É fã do Oruan, que é o menor que representa a gente, que conseguiu vencer na vida, que conseguiu chegar onde ninguém chegou, onde a espelha chega. Calma que eu tô falando, tô falando. Olha só, o sonho do menor, o sonho do menor é chegar ali. Então ele vê no que é o menor que apareceu em capa de revista internacional, que é o menor que
tá nos trends do Spotify, que é o menor que vocês enchissem de perseguir, mas ele vê oan como espelho, >> como a polícia no geral, porque para mim vocês é tudo farinha do mesmo saco, tudo farinha. Da mesma forma que vocês querem generalizar o menor de favela, nós também. Ai, fui eu, [ __ ] que não foi tu. Tipo assim, é a polícia é a polícia. É a polícia. É a pol. Estamos falando da polícia. Estamos falando da polícia no geral. Você é policial, então você tá englobado coral não é fodindo todo mundo, pai. Para
mim vocês é tudo comédia mesmo, não tem esse Bagulho englobando tudo. Começa engraçado, vai perdendo a graça e termina desgraçado. >> Não é questão de terminar desgraçado. Aqui nós tá no programa, nós estamos fazendo o bagulho aqui em prol para trazer o não só um entretenimento, mas trazer também a consciência e o que o povo precisa ouvir. >> Que que o prof que O é artista? Tá de sacanagem, >> [ __ ] >> Opa, eu sou artista. Cheguei agora. Calma aí, cara. Tô vendo o bagulho agora. Não vou falar aqui. >> Olha a diferença de
como que você tá tá conversando. >> Claro. >> Para pessoas que querem levar o seu artista de forma que >> de ideias, tipo assim, entendeu? >> Isso é ser artista. >> Tipo, na minha opinião, o que aconteceu, ó, >> vou ser sincero, tem policiais que às vezes abusa, como na abordagem também que tem os menor que é embaladinha. Parabéns pela >> Não. Sim, claro. Is é normal, >> porque tem uns que entrou na polícia agora, sei lá, se usou o negocinho, já chega embaladão, >> porque aconteceu já comigo. >> Mas por que que tu acha
que o cara embalado usou alguma coisa? >> Porque vou vou falar a minha história de Vida também, geral conta a historinha. Vou contar a minha, que a minha é triste para [ __ ] O que aconteceu? Agora ela falou: "Pô, você é amigo lá que são negros, outros são brancos, independente." No meu carro tinha branquinho para cara, a gente cheipado também contigo. Aí foi, eu tava lá, a gente tá, vou falar carro maneirinho, a gente dirigindo, fumezinho, tocando um pos do rodo. OK. Os cara abordou nós p OK, proced meu nome. Os cara foi até
Maneiro. Foi até maneiro. Mas tem que ter o policial de bigodinho bom e outro ruim. Tá ligado nós? Tá ligado que tem esses aí. Os cara abordão nós falou: "Ó, vem, tu usa alguma coisa?" Falei: "Pô, não uso". El falou: "Tá de sacanagem, tu usa alguma paradinha?" Falei: "Cara, não uso nada não. Olha teu olhe". Eu falei: "Caralho, não uso nada minha vista, eu sou assim. >> Ele já faltou com respeito contigo, correto?" É, ele já tava deve ser novo. P chegou já e falou: "Vem aí achou droga lá com os moleque lá, com os
moleque lá e falou: "Quem quentar junto pararelo com homem, caralho". Eu falei: "OK". errado ou não tá? >> Tá errado ele lá. >> Isso aí. Ele falou: "Quem é teu melhor amigo?" Tava junto. Ele falou: "Quem é teu melhor amigo?" Aí eu falei: "Pô, meu primo, pô, meu parente, os amigos aí". Falou: "Então, tu vai dar um soco na cara de cada amigo teu". Aí eu falei: "Que isso, chefe?" Aí falou: "Se você não der o soco na cara de cada amigo teu, tu que vai apanhar." Aí já mostrou >> uma coisa que me intimidou.
Falei, [ __ ] >> que que ele mostrou? >> [ __ ] uma [ __ ] >> Não era uma bonitinha, maneirinha. Acho que a mira dele tava meio errada, que ele tava mirando assim, qual foi? Eu falei: "Caralho, mano, jogando ess aquela [ __ ] de estravo sei lá quem Tava, sei lá que ele, sei lá. Não vou jogar ninguém >> não. Eu tô tentando entender o que tu falou que o cara tá, o tip parecia que tinha usado uma parada sendo que no carro tava, [ __ ] >> Calma, >> vem cá, [
__ ] >> Sendo que no carro que tu tava, a galera tava com bagulho. Não, >> não, foi tranquilão. Baixou o vidro, quem tá com droga? >> Que fala a verdade não merece castigo. >> Eu falei: "Chefe, eu não uso nada". Falei logo aí o moleque, [ __ ] negra. Aí falei: "Caralho, o qu? Eu não uso [ __ ] nenhuma". Aí você moleque, pô, tô com ó. Se eu achar, esse eu achar é [ __ ] Eu já olhei no meu, sei lá, que alguém botou, sei lá. Falei, pô, >> pô, >> sei lá,
vai o policial meter a mão no meu bolso sem querer, que ele já botou aqui assim, ó. Com aquilo ali ele Consegue muita coisa, menos o Boga. Claro, menos o Boga. Mas sei lá que aquela dali jogam aqui assim, ó. >> Pô, os caras são grand, mas nós também é ruim. Mas, [ __ ] não dava para lutar com os caras. Os cara tudo pra trepado. O cara vai largar o fuzil lá na viatura e vai falar: "Boa noite, tudo bem? Como o senhor tá s?" Ele não vai chegar assim, ele vai jogar, destravar e
falar, fala: "Bora, bora, bora, bora, bora". Era só assim, eu falei: "Calma, chefe, Calma, chefe, professor". >> Porque eu falei de abordagem enérgica >> e de abuso de poder. Do poder. >> Claro, claro. Mas >> abordagem enérgica é diferente. >> Sim, sim. Isso aí tem >> os quatro desembarca do veículo agora. >> Isso, isso aí tranquilo. Mas o cara >> mão na cabeça. >> E o novato que chegou agora >> quer falar ordem legal. >> Entendi. Mas e o novato que chegou agora Na, por exemplo, não vamos botar a família, tá ligado? Vai >> aulas.
>> Fala cabo Pereira, nosso monje. >> E aí, guerreiro? >> Tudo bem? >> Vamos embora. Vi só te contar uma história também de uma abordagí. >> Teve uma vez que a gente tava, tava eu, meu tio Michael, meu tio Petete, doidão, voltando da praia. >> Todo mundo doidão de álcool, doidão. Mas Eu não bebo mais hoje em dia. >> Doido, graças a Deus. Papai do céu te libertou, né, mano? >> Graças a Deus. >> Fico feliz. >> Aí o que aconteceu? A gente viu que tinha uma blitz >> linha vermelha. >> Linha vermelha. Aí eu
olhei pra cara do meu tio assim, cara. Sentiam baixada. >> Baiada. >> Aí eu olhei pra cara do meu tio assim, Eu falei: "Tio, tem uma blit ali". Aí ele: "Que que tem?" Aí eu falei, gente, tá bêbado aí ele: "Fod, se tu não gostar, pode descer do carro". Aí eu falei: "Tá bom". Desci do carro e fui andando. Aí os polícia, ô, pode parando aí que a gente viu que tu desceu daquele carro ali. Esperou o carro chegar até eles. Quando o carro chegou até eles, desceu o meu tio Petete da mala do carro.
Da mala, >> car era o que? Era Saveiro >> da Não, era Meriva. Meriva que deu para pular atrás da mapa >> deitado. A polícia abriu. Que isso, senhor? Ele >> gulpa. Guule pro polícia. Aí o polícia >> habilitação. Aí ele guulea. Gua, chefe. Gulepa, guulea. A outro polícia, que é isso? Gulpa. Gulepa. Ele meu pau. Aí saiu do carro de polícia. Bora todo mundo pra delegacia. Levou a gente pra delegacia aí deixou aí. Não bateu em ninguém, não bateu na gente, levou a Gente pra delegacia e foi maió desenroladão. Eu só queria dizer isso
e agora eu, Hul Chile, gente, eu sei que vocês vão falar, pô, eu já vi esse cara no debate do gordo, no debate do polícia, debate macir emprego, uma sal de palma para mim, arrumei [aplausos] o emprego e hoje aqui eu quero me despedir, me aposentar dos debates. Queria pedir sua honra aí pro senhor abençoar aqui a minha minha despedida, tá ligado? Uma honra estar Aqui com o senhor. E senhores de casa, vocês não vão mais me ver em debate, a não ser que venha uma emissora me pague muito aí ou outro canal eu vou
vi. Mas agora eu tô encerrando e eu quero desafiar o o Davi Brito que foi pro BBB que eu vou quebrar a cara dele lá no Fight Music Show. Mamá, mamá, >> mamá. Marca isso aí, Davi. O Sacha não te bateu de verdade não. Eu vou te quebrar. Valeu. Encerro aqui minha participação. >> Calma, calma. Não é assim. Antes vamos fazer um projeto porque tu chegar lá >> sem cdio vai se machucar. >> Mas você vai tu vai me ajudar no projeto? >> Vou, pô. >> Davi, só falta você aceitar a mamar. Ó, treinador, tamos
junto. Vamos, vamosora. >> Tô me despedindo, gente. Muito obrigado. Passo para vocês aí. [aplausos] >> Mais um liberto. Amém. >> Próximo tema. A operação da favela é a solução para acabar o crime. >> Em relação a esse tema aí, né? Eh, eu acho que de fato a operação ela é um enxugar gelo, porque você que é policial sabe mais ou menos, né, quando que foi criada as facções ali começaram de fato. >> Ilha grande. >> Então, mas qual é ali? Mais ou menos uns 30 anos que, né, que tá nessa evolução ali até hoje, de
fato, não teve uma melhora, uma diminuída em nada. Entendeu? Então, para mim a operação acaba eh prejudicando quem mora na comunidade ali, porque de fato quem mais sofre, quem mais sofre é o morador, porque pô, prejudicado para ir pro trabalho, às vezes é mandado ir embora porque não não pode ir trabalhar no dia, entendeu? Porque teve a operação. >> Você tocou no ponto chave. >> Aham. >> Polícia é subordinada a >> política. >> Quem tu votou para mudar? precisa me falar o quê? Presidente, >> não, independente quem que você votou de vereador até presidente, >>
tá ligado? Então eu acho que isso aí é um é um um dever meu, seu, porque ter operação policial dentro da comunidade, além de de prejudicar o ir e vir do trabalhador de bem, que é o que mais sofre. Eu digo isso porque meus pais moram dentro de uma comunidade hoje e eu Como policial não tenho como eu visitar meus pais. Além dos meus pais, eu sou prejudicado. A maioria dos policiais hoje que atuam no Rio de Janeiro, a grande maioria veio de comunidade. Então assim, pode ter certeza que a operação policial, ninguém tá indo
para ali, irmão. Eu vou, eu quer, gosto de trocar tiro porque se tomar el uma bomba por dentro da lata, não volta para casa. Aí é mais um sol que nasce, é mais uma família chorando. Agora a operação Policial que você falou é ruim, agora que não deve acontecer é diferente. O mato tá muito alto. Então são diversos fatores para eu poder falar aqui para você que eu até eu me limito a determinadas coisas, mas eu quero que você entenda isso, que a operação policial não prejudica só o morador de comunidade do trabalhador de bem,
prejudica também o policial, que o policial não é quando entra dentro de uma comunidade por operação, se ninguém Der tiro nele, igual eu escutei no outro debate, ah, mas na zona sul, fulano de tal é engravatado e não teve troca de tiro. Pô, ele não tomou tiro, >> pôum, >> porque se me desse tiro vai tomar também. Agora falar que a solução existe diversos fatores. Se for falar de solução, educação, [ __ ] é muita coisa que acontece. Eu, como cria de comunidade, tenho bagagem para poder falar disso, do que o povo, do que o
Favelado ali realmente ali dentro, ali precisa também. sobre operação na favela, o que que pode evitar também um pouco da operação na favela, um pouco da corrupção também, como ele falou da, como você falou, política envolve não só a polícia, mas tem política, tem tudo, >> muita coisa junto. Da mesma forma tu vai entrar, tu vai ser recebido de uma forma que você não gostaria e também você vai entrar de >> Mas é o correto. >> Não é o correto. >> Então isso aí é o quê? Consequência das atitudes. Se eu te distratar aqui, eu
te dou o direito de você me distratar. Exatamente igual lá, se você entrar tirando, você vai receber tiro também da maioria das vezes não tem como. >> Sim, exato. Mas eu acho que deveria ser um pouco, tem a possibilidade de isso ser evitado, tipo, de uma tal forma de evitar o suborno também, porque eu vejo Muito polícia militar entrando numa comunidade pedindo arrego, pedindo mil. Que isso? Cheguei na melhor parte. >> Voltamos, voltamos. Qual é, mano? Tu pode repetir a afirmativa para mim, por favor? >> Eu li pr tu, pô. >> Fala aí, por favor.
Cabo Pereira. Operação na favela é a solução para acabar com o crime. >> Você concorda com isso >> como policial? >> Sim. >> Não, porque eu tô botando a minha vida a prova também. >> Então que [ __ ] é essa que é a afirmativa do policial? Ele não concorda. >> Agora não. Aqui é é uma afirmativa de tema. Agora eu i contra a situação que aconte o que aconteceu no alemão? >> Não, claro que não. Tô falando com você da afirmativa. Não com palavras na minha boca não. >> Tô falando de uma maneira geral
que para mim a operação da favela não resolve 1% do problema. Eu acho, eu acho, eu, Pereira, >> sim, >> que a operação policial não é o principal fator para acabar com o crime. Tô sendo sincero. >> Até porque se fosse a operação não seria só na favela, né? Seria onde tá o crime de verdade que não é na favela. Entrar com fação, mas não tá lá. >> Entrar com educação. >> Sim, >> mas isso a gente sofre também com isso, [ __ ] >> Sim, pô. Irmão, por mim eu não entraria dentro de uma
favela nunca para trocar tiro. Exatamente. O crime não tá só lá não. Ali tem 1% do criá. Aí a gente vai entrar em outras esferas. Política é muita coisa envolvida >> que não depende do policial. Policial tá cumprindo ordem. Eu sei que tu é Policial PM do Rio de Janeiro, mas pai, tu não vê uma operação dessa no sul? Tu não é do Sul, policial? Mas tu acha que lá não tem crime? Só não tem favela. Por isso que não tem chascina. Ahain, eu acho que tá muito mais relacionada ao extermínio do pobre, controle de
população, um monte de merda que não tem nada a ver com o crime do que é propriamente é o crime, como você mesmo falou. >> Polícia rico rico >> quê? >> Polícia é rico. >> Que polícia é rico? >> Não, tu falou do pobre, o polícia é rico. >> Claro que não. Quem tá falando? Quem tá falando do rico? >> Não, você falou que é >> sim. O extermínio do pobre. Claro. Claro. Onde não tem favela não tem operação. >> Mas o onde não tem favela onde não tem Faltermínio do pobre. Tem cri. Vamos lá.
Sim, mas é muito mais fácil exterminar o pobre onde 99% da população é pobre. Exterminar pobre em Copacabana. >> Lk, perdão. >> Não tem como exterminar pobre em Copacabana. >> Vamos lá. Tem, >> não tem. >> Tu vai achar >> como que não se tem comunidade em Copacabana >> na comunidade. Então 90% do pessoal que tá na comunidade. >> Quantas comunidades hoje nós temos dentro do Rio de Janeiro? >> Uma porrada de Janeiro. Rio de Janeiro hoje é a grande comunidade. Sim. Tipo assim, vou te perguntar, tu sabe qual foi o fundamento básico do surgimento
da polícia no Brasil? >> Veio desde lá dos primórdios com a Guarda Real. >> Não foi a polícia, ela foi criada depois que a princesa Isabel assinou a Leáurea. A polícia ela foi criada com o intuito de justamente levar essas pessoas escravas que tinham sido libertas justamente para longe dos centros da cidade, ou seja, a margem da sociedade. Geral pensando que eu era burro, né? Ah, vai tomando a mar, ou seja, se hoje a gente tem, >> não é não é não é desse jeito não, mas Sabe que era isso, pai. >> Isso, é parecido,
mas vai lá. >> Se hoje a gente tem uma força criminosa muito forte no Brasil em ponto A, ponto B, ponto C, relacionada à facção X ou à facção Y, é culpa de vocês mesmo. >> Culpa da polícia. >> Claro. É, é o, é o, esse é o problema. problema que vocês mesmos criaram. >> A polícia controla o estado, >> tá? Não, olha só. Então vamos lá. Então vamos, vamos, vamos falar exatamente, Vamos falar, vamos falar sobre o estado. >> Vamos falar sobre o estado. Vamos falar sobre o estado. Estado. Quer falar sobre o estado?
Não, a culpa não é porque ele não se responsabiliza pelos atos do que os policiais fazem na pista. Não, você responsabiliza sim. Porque eu não tô vendo Castro também sendo investigado. Eu não tô vendo nenhum desses políticos safado sendo investigado. Sabe quem eu tô vendo? Sabe quem eu tô vendo? Ninguém. Da mesma forma que no complexo Do alemão, um monte de jovens morreram, entre eles bandidos inocentes. Da mesma forma que policiais também morreram, >> sabe? Sabe na no sangue, sabe nas mãos de quem tá esse sang? Sabe na mão de quem tá esse sangue? Esse
s tá na mão do governador do estado, não só dos bandidos, não só do morador, mas na mão o sangue dos policiais tudo. Sabe culpado disso tudo? A própria população. >> Não, mas não é só a população. Não é só A população. Não, não, não, não, não, não, não, não. A gente sabe, a gente sabe que não é assim que funciona. A gente sabe que para você ser um governador, para você ser um governador, você é o cara, a gente elege um cara, só que esse cara ele escolhe os outros 82 que vão estar junto
dele. Então não é, não vem falar de democracia, porque o Brasil não é um país democrático. Nunca. Você tá tá acompanhando, você tá muito mal informado com mízinhazinha Trazendo tudo que eu posso. Eu trouxe desde o começo, desde o primo, antes de Cristo. Eu tô te trazendo dado antes de Cristo. Minha fonte é tudo que a gente vê é Extra, é Globo, é hora, é jornal, é livro, é filme, é só você se informar. Não é só sobre mídia, livro. Eu falei sobre livro, eu falei sobre filme, tudo. A gente tem a chacina de Vigaro
Geral que aconteceu em Vigaro Geral. Se eu for falar quantidade de policiais hoje que Morreram no Rio de Janeiro. Trazendo tudo e a quantidade de de inocente que morreu também. Falando, só morre. Vai falar que só morre bandido. A bala não atravessa a parede. A bala não atravessa. >> Pô, eu posso trazer um exemplo de um parceiro meu que eu falei no vídeo do Gabriel Monteiro do Marl. Posso trazer o exemplo dele, mas tava indo visitar a família. matou. >> Mano, a gente não sabe quem foi porque Não tem esse esse bagulho. Não dá para
saber quem foi. >> Não dá para saber quem foi. Da mesma forma que você também. Você também não tem dado? >> Como é que o que você tá me falando é certo que eu tô te falando? Não é >> guerra guerra. É isso. Então é isso, >> irmão. A grande maioria que tava ali, ali é uma guerra, mano. >> Exatamente. >> Deixa eu te explicar. Calma. Deixa eu te Explicar. Você falou agora. Eu eu vou falar. >> Ali é uma guerra. Na Ucrânia. Quem morre na Ucrânia? >> Sei lá. >> Quem morreu em 1945? Não,
já é. >> Quantos inocentes estavam em meio à guerra e vieram a óbit? Da onde veio o tiro? Ninguém sabe. >> Vários. Exato. >> Era a Segunda Guerra Mundial, diversos Países. Dentro da comunidade é polícia e bandido. Infelizmente o morador ele é oprimido pelo tráfico. Sim. Ele tá de saco cheio. Sim. E a polícia quando entra não é recebida com flores. Agora nós policiais, eu digo por mim que servi cinco, quase se anos na brigada paraquedista e hoje sou policial. A 11. Eu sou perito em armamento. Eu tenho certeza que eu vou. Aonde eu tô
atirando, eu sei onde eu tô atirando. O vagabundo tá com munição infinita, ele Não sabe da onde estão atirando. Tem vídeos aí na internet, você vê mídia, você sabe, entendeu? Agora você falar que o teu amigo inocente, porque até então não sabia que tinha morrido inocente. Eu vi uma porrada de gente nua que tava na floresta, eles tiraram o Guilher, os tava vagabundo sem cabeça, man. O alemão é grande. Eu conheço o alemão. O complexo inteiro. >> Não, já é tu. >> Vamos falar então da operação, né? Você acha? >> Não deveria, mas pode falar.
>> Não, eu não vou citar o tema. É, >> porque o tema é a operação na favela. É, não é a solução. A operação na favela é a solução para acabar o crime. >> Não é. É totalmente ineficaz. >> Sim. >> Morre 120, entra 300. >> Sim. >> Infelizmente é assim que acontece. Correto. >> Sim. >> Mas sim da morte de dos policiais. Você é policial, você entende disso. Você acha justo >> um político meter uma operação totalmente com interesse político? >> Qual o interesse político em guerra? >> Não é guerra, não existe guerra. A
questão é essa, porque se trouxessem cultura, educação, muitas coisas, >> eu acabi de falar para você, eu acabei De falar. >> Você falou que é guerra. >> Não, pô, antes disso eu falei, não adianta só ter operação. Eu dei minha opinião como policial também. Exatamente. >> Independente, a operação, ela tem que existir. Agora, o estado tem que entrar com educação, saneamento básico, a partir cultural, tem que entrar com tudo isso dentro da comunidade. Não é só guerra. Eu não vou combater só com Guerra. Os jovens estão crescendo lá dentro. lá eles estão tirando o traficante.
Eles estão tirando o traficante como os heróis deles. >> Quando na verdade hoje eu chego dentro de uma comunidade, eu periro, eu chego dentro da comunidade, uma porrada de criancinha que eu tô vendo crescendo me abraça. Por que será? Será que todo mundo, todo policial que entra na favela é o inimigo da sociedade? Não é o vagabundo opressor Que tá ali dentro. >> Mas eu não tô dizendo que o policial é o inimigo da sociedade, nenhum. >> Então, mas eu tô te falando das operações, o porquê, entendeu? O mato tá alto, nem falar. >> Pode
falar, pai. Tranquilão. >> Volta, volta, cara. [aplausos] >> Tipo assim, eu sei que o o Oro ali falou merda para cara vez >> e o coisa até falou umas palavras bonita para cara que tem até me empolguei, mas Já teve eh operação que resultou >> em morte. >> Não, morte não. E bem foi acho que 2012 porque tinha um PP nas favelas. >> Sim, >> tinha. Rolava, rolava. >> O projeto, o projeto da UPP, irmão, foi um projeto surreal. >> Sim. Mas >> sendo que o que que faltou no projeto do nosso querido amigo Sérgio
Cabral? Que que faltou? O estádio entrar junto. >> Mas aí a gente sabe sozinho. Os cara, a gente sabe que política é safado para [ __ ] Se tivesse política aqui, o bagulho ia ficar meio doido, que eu também já de [ __ ] na cabeça. Mas enfim, a gente sabe que dos dois lados sofre policial, bandido. A gente também tem, vamos, vou citar um Rocinha. >> Sim, >> Rocinha tá lá tranquila. Não tem aquela operação, aquela chacina, porque é tranquilo também. Sai pessoas lá, Artistas sai, pô, advogados, sai. Entendeu? É o que eu tô
falando, depende atletas. A gente sabe disso. A gente sabe que o principal cabeça >> do do Rio de Janeiro em si, porque nos outros estados já fui em BH diferente, pessoal respeita a polícia para cá, tem até medo. A gente até é um fato que ocorre em BH, mas felizão aí em BH, mas no Rio a gente ficou meio que cansado. A gente sabe da roubaleira, de tudo que acontece, gente que vive, vamos modo Feriado, tocou Flamengo, é, a gente quer saber disso. Agora não, no Rio a gente vê aí que é assalto para [
__ ] depois que o nosso amigo, pô, tomou a presidência aí, entendeu? que muita coisa aconteceu, liberou muita coisa, porque você sinceram uma coisa que eu sei. >> Você é um dos caras mais sensatos que sentou aqui. Sen me parece meio piroquinha, mas porque tipo assim, a polícia, >> falei um, dois. Falei um, dois, um do >> porque a Vou ser sincero, até divulgar aí os amigos aí, tipo, a polícia ficou só batendo em um que era só o aquele o peixão, peixão, peixão batendo, era só batendo. Depois mudou. Depois a gente os pessoal achava
que era só ele que era o cabeça que dominava o mas a vista era diferente que aconteceu aí a gente sabe. Então, mas eu acho que devido poderia ser operação, se tiver estratégia, eh, vamos botar assim, eh, mais diálogo. O que muda muito nas coisas é o diálogo com as pessoas do ser humano. E a gente sabe como é que é o ser humano. O ser humano é difícil, mano. A gente sabe que as pessoas de lidar com pessoas é difícil para caramba. Mas é como aqui, muita gente tá vendo aqui, tu tá vendo nove
e eu tô vendo seis. Tá ligado? Se tu vir pro meu lado, tu vai ver eu seis. Se eu for pro teu lado, eu vou ver nove. Então os dois tem que >> Como que eu entro com diálogo dentro da Comunidade com mais de 2000 fuzis apontados pra minha cara? Não tô dizendo sobre isso. Tô falando que depende de quem é um cabeça. Estratégia. Sabe que na polícia, na bandidade tem estratégia, tem tudo. >> A polícia nos serve e nos protege. >> Posso dar minha opinião sobre o tema? Pode. >> Para mim que sou um
rapaz criado, a polícia nos serve e nos defende. Para mim que sou criado na favela, a polícia Não me serve para nada e não me defende de nada. >> E o tráfico >> também não. A gente viver a mercia ali. É de verdade. Você sa >> de verdade. Quem me defende só eu. Eu só conto comigo mesmo na rua. Essa é a realidade. Até porque, como eu te falei, a gente tava conversando ali, eu falei, meu parceiro, quando eu tinha cabelo, que eu usava meu reflexo de bolinha, eu Andando ali na saída do Acari ali
perto do SASA, a polícia só servia para me esculachar. Eu até menor de idade, de menor já tomei escul da Para mim não me serve para nada. Como você falou, cada um traz sua realidade, o que você viveu e suas experiências. Para mim de verdade mesmo, eu tenho até militar na minha família, meu parceiro. Mas por onde eu criei, por onde eu fui criado, o que eu vivi, que meus amigos passaram e toda a experiência que eu acumulei para mim, de Verdade, a polícia não me serve para nada e não me protege nada. Muito pelo
contrário, o certo seria realmente eu ter medo da polícia, tá ligado? Para mim deveria ser difícil parar de frente aqui para desenrolar com um cara igual a você, pelas paradas que já aconteceu comigo, pelas paradas que já aconteceu com o meu amigo, tanto de menor de idade, tanto de escul que já passou. Para quem é da favela, ouvir essa parada aqui, a polícia me serve, a polícia me Defende, nunca vai descer. Não desce de forma nenhum. Tá aqui hoje? >> Por quê? >> Sabe o que que tá aqui hoje? Porque tem policiamento na área aqui.
Porque tem policiamento na área aqui. Essa [ __ ] não tá igual Mad Max ainda. Por isso que tu tá aqui hoje. >> Você tá ruim? Imagina 100. >> Para quem? Intermédio para quem? Então você tem que imaginar que, tipo assim, como é que eu vou falar que a polícia me Serve, me depende se o bagulho é completamente seletivo. Tá aí, tu é um rapaz todo bem arrumado, pô. Tá com uma lupa maneira. Calma, calma. Não é que você agora tocou no ponto. Você é trabalhador, tá com a lupa maneira, bem arrumado, bem trajado, boa
pinta, reloginho. Tu imagina tu sair da tua casa, não tem polícia e o malandro chega assim: "Aí, pai, maneirinho, tua lupa perdeu." E aí >> acontece >> a polícia é um intermédio. >> Que isso? Uma situação que aconteceu comigo em que eu posso falar que a polícia não me serve de nada, não me protege, foi que um dia eu precisei acionar a polícia pelo um fato de que o pai do meu filho pegou ele e disse que não iria devolver. Eu precisei acionar a polícia porque se eu tomas atitudes eu estaria tando errada porque eu
não sei tomar atitude por meio tudo na agressividade e É isso. Liguei pra polícia. >> Exato. Liguei pra polícia, expliquei o que aconteceu. Falei que ele não queria de ver meu filho, só pegou, me bloqueou, falou que não devolver. Ah, chega lá. Se não te atender, você me liga. Já tinha chego. Liguei. Ah, se não devolver, você me liga. Aí eu falei: "Porra, para que você pediu para mim te ligar novamente, a polícia ligar novamente, se você não vai vir resolver o meu caso?" Ah, só se ele não devolver. Já estou aqui, ele não vai
devolver. O que que vai acontecer? Ah, senhora, chama. Eu não chamei. Eu derrubei o portão, que eu não sou de chamar. Aí foi quando o pai do meu filho acionou a polícia para poder falar que eu derrubei o portão. Chegou lá, falei: "Boa merda para vocês, porque eu vim aqui, eu liguei, vocês viram para ligar, tá lá o meu chamado três vezes. Se não devolver, você liga." Liguei, você fez o quê? [ __ ] nenhuma. Quando eu derrubei, você Resolveu. >> O ideal era vocês dois, as duas partes e mais a criança conduzida pra delegacia.
Direito do meu filho. >> Você tem o documento? >> Eu tenho sim. Tenho boletim de ocorrência, tenho. Não tem direito. >> Tem medida protetiva. Caraca, essa parada todinha. Então, delegacia, ele deveria ter feito BOPM ali, ter orientado e você voltar na delegacia de novo. Esse era o procedimento. >> Eu já fiz isso. Civil >> agora. Então vamos lá. Se faltasse a polícia, você ia chamar o quem? O Superman, o a Liga da Justiça, o Batman para socorrer. >> Só para poder chamar, >> hein? Então, se tá ruim com ela, imagina sem. Você é uma mulher
bonita, na rua transitando aí sem a polícia. Imagina hoje uma porrada de gente violentando mulher aí, feminicídio aumentando para [ __ ] Seria maneiro alguém te pegar Agora, você saindo ali e não ter a polícia? >> Se não. Sim, com ela e sem ela tá todo mundo. >> Você imagina você saindo comigo ali agora. Nós dois indo embora, cada um vai para um lado. Eu tô armado aqui nesse exato momento. E eu presencio uma situação, um rapaz estranho se aproximando de você para poder fazer um algo ruim com você. Se não sou eu ali do
lado para poder estourar ele na bala. E Aí, tu vai agradecer a quem? Te servir para alguma coisa. >> É, esses caras é [ __ ] Só porque ela é gostosa, né? Fala a verdade, se fosse eu, tu não ia me defender. Não ia me Ô, parceiro, que tomou madeirada da polícia. Eu tomei tapa na cara só por tacaxero que se dá identidade. O amigo da amiga ali tomou bandão. A amiga aqui também, pô, foi de f lá na na paizão. Como é que essa pessoa me que Me dá uma madeirada, ela tá me protegendo,
pai? As contas não bate. Aí tu falou: "Não, se tá ruim com a polícia, imagina sem aqui. Você só consegue andar aqui." Não, calma aí. Você só consegue andar aqui porque tem polícia na barra da Tijuca, [ __ ] Aqui dá aí. Aí bota policiamento em Caxias, bota policiamento na Pavuna, bota policiamento na [ __ ] em qualquer Não, tem que ser na zona sul, não em Botafogo, [ __ ] Botafogo é excelente o atendimento da polícia, só com os Playboy. Porque pros camelô que tá trabalhando, os caras rouba mercadoria, os caras prende mercadoria, os
caras fazem o [ __ ] a quatro, o maluco tá trabalhando. Qual o tipo de perigo que o cara tá trabalhando na orla da praia ali? Qual o tipo de perigo esse cara oferece pra sociedade? >> Fui ambulante, cara. Exatamente. Tu acha certo o que a polícia faz no geral? >> Nunca fui oprimido pela polícia. >> Ah, que claro também com essa tespeito pai. Tu tá paisando, tu é polícia, pô. Tu paisana, tu só botou pai, botou um PNG azul em tudo, virou polícia de novo. >> Sabe por tu tu sabe por que que você
me identifica desse jeito? A postura, o olhar no teu olho. >> Tu é todo >> Isso aqui é é postura. É diferente. >> Eu tô olhando no teu olho. E aí? Eu sou o quê? Isso aqui só de você me olhar Você já pode, você já sabe o mal que eu posso causar. Por isso que você respeit causar uma questão de respeito. Tu é grande é dois pai. Se tu tá paisana, eu tô ali de bobeira, tu vem querer arrumar uma treta comigo numa resenha. Tô dando um exemplo. Tu não pode. Tu é o destino,
tá? O senhor destino. Tu é o galactos do planeta. Isto não é. Você nunca vai me ver em uma resenha. >> Deixa eu, deixa eu, deixa eu abar. Estamos numa resenha ali, descontraindo, bebendo, tomando a cervejinha. Bá não, pelo amor de Deus. Tô dando exemplo aqui, pai. Tu vai ficar me cortando. Bagulho é sério. Aí tu vem quer arrumar uma treta comigo. Acho que eu vou abaixar a cabeça para tu, pai. Tu é grande martunedor, pai. Tu é grande. Eu sou também. Aqui, ó. Aqui e aqui ó. Sinto dor nenhuma, pai. O bagulho é cheio
de cara, cheio de massa. Ô, >> pai, pelo amor de Deus. Isso aí para Mim. Isso aí para mim não é nada, pai. Sai para mim. Tu já, tu já ouviu falar do pai? Lá na minha lá, onde eu moro vagabunda salta de chiling, pô. Lá lá a gente assalta de chiling. Os cara salta de chiling, pô. Lá não tem esse bagulho. Essa tecnologia de arma não chegou, pai. Lá onde eu moro, vagabundo, é polícia anda cavalo ainda. >> Tu é da onde? >> Eu sou, [risadas] eu sou de de América. >> Vou lá comprar
a cesta básica lá, >> [ __ ] Até que enfim. >> Boa noite. >> Até que fim. É, então sobre polícia proteger e tal, servir a gente, eu tive uma situação na minha vida, uma delas, né, e tal, que eu tava dentro do trem com policiamento tudo direitinho, entrou três caras no trem, o último trem. >> Três caras, quem eu quero saber quem eu preciso saber aleatório, né, armados e tal >> para saltar o trem inteiro. >> E aí, tipo, tava eu e uma pessoa comigo num dia e tal. E aí eu falei tipo, tá
tudo bem, tá lá atrás, eu vou só avisar, ó gente, tá aqui no assalto. Fiquei quieto e >> você viu? >> Eu avisei sim. >> Puxou a arma. >> Eu vi o pessoal vindo. Eu tava tipo no primeiro, o pessoal tava no último. >> Pessoal veio falando, né? Tão roubando, Tão roubando. >> Tava vazio. Não tinha como a pessoa sair que tinha mal. >> Como é que tu sabia que era assalto? >> Sabe como você sente? Ah, você vai pr trás. >> Ah, aí entra naquele lance da seletividade também, né? Mas beleza, vai. >> Entendeu?
Aí eu fiquei tipo, pô, cara, tá tendo assalto. Aí o pessoal, tipo, já começou a guardar algumas coisas. Aquela Movimentação que acontece dentro do treino, normalmente quando tem assalto. Aí eu guardei meu telefone dentro do meu bolso porque minha calça era grandona, botei lá dentro e fiquei com a minha mochila. Falei: "Pô, não vai querer soltar mochila, né? >> Vai sim." >> É, [risadas] não pensei nessa parte. Aí eles chegaram na gente, começou a bater na nossa cabeça, etc. E os policiam tipo assim, na porta, >> mas na porta aonde? >> Dentro do trem. >>
Dentro do trem. O cara saltando com polícia dentro. Não é possível. >> Sim. El fazendo nada, literalmente nada. Eu falei, pô, deve ser um guardinho? Acho que eu tô vendo errado. >> Então tem guarda, tem guarda de vagão. >> Sim, sim, mas não era. E aí quando aconteceu tudo, eles levaram minha mochila e tal. Falei: "Querido, então fui assaltado, tem como?" E a desce na Primeira delegacia mais próxima e faz o boletim. Se viram ali acontecendo, [ __ ] Se não interviram, tá errado. Agora crime aconteceu, acabou. Você chegar, pô, foi assaltado. Bola te conduzir
até a delegacia ou você ir por meios próprios, >> entendeu? É assim que funciona. >> Eu tô estranho, Superman, Batman, tipo assim, não tem mais para mim que eu esqueci. Por favor, tiver como? >> A polícia nos serve e nos protege. >> Protege de quê? Polícia me bate, cara. Pega, [ __ ] Polícia é cara, é mais fácil, cara. A polícia me roubar do que o solto, cara. >> Você tem que diferenciar o polícia da polícia, polícia instituição. O polícia policial que tá na rua servindo a sociedade. Então tem que bater os pontos. >> Mas
resumindo, pode ser qualquer um, cara. Já apanhei pr pit, já apanhei pra polícia, pr popo, já apanhei pr tudo, Car. >> Já apanhou para mim? Não para tu não, mas mas nunca se sabe, né? Mas nunca se sabe chegar ali fora o pop de s por cabeça de biscoito. Nunca se sabe. >> É você se sai do nada >> com mundo de Bob essa [ __ ] >> Quê rapaz que eu tenho cor eu tenho 16 anos. Tanta loucura que já aconteceu na minha vida com polícia rapaz ti minha conta. >> Que vida? Tu tem
16 anos cara. >> Não que vida essa vida aqui gostosão aqui. Aqui nós mete bolando. É aí vai dizer. E outra falar com o Tica aqui ó. para tu, mano. >> Ô, vou te contar uma história aqui, maluca. Escol >> para tu ter uma noção como é que o polícia serve. O polícia é até psicólogo. Conta tua história aí, vai. >> Até psic, ó, sabe qual é a história? >> É, vai me dar mesmo. Tava ali com a pacabana. Vai ser no minha live, velho. Um filha da mãe meteu a mão no meu telefone. Cadê
a polícia? Tinha, tinha uma polícia bem. >> Olha só, a polícia não presente não. >> Escuta, mas tinha uma polícia bem ali na outra cateirão >> que me assim me assim. Aí sabe o que que eu fiz? Tive que colher das do cara, filho. A polícia viu, a polícia tava tipo assim, era aquela distância ali para cá. Sabe o que que os cara fez? [ __ ] nenhuma. >> O crime, o crime aconteceu. >> Ah, aconteceu. >> Por que que tu não chegou lá na viatura, irmão? Fui assaltado em tal lugar. Ah, ele não vai
fazer nada. Mas você, ele poderia te conduzir pra delegacia para te ajudar, pô. >> Mas os cara viu, os cara tava na minha frente, rapaz. >> Cara, que viu o cara de b que eu tive que correr, rapaz. [ __ ] cara, tu tem Que ver meu >> aí, papo reto. Eu fui assaltado uma vez, eu tava andando ali, tá ligado? Ali quando tu tá, eu tava saindo da pedra do sal, sabe? Ali a pedra do sal-feira crisp. Aí eu tava saindo da pedra do sal, tá ligado? Pô, tu sabe como é que é o
centro da cidade, né, pai? Com todo respeito. Veio um cara >> pra passei no no fui pegar um bequinho, tipo assim, quase chegando lá na prove lá, tá ligado? pegando para ir pra prove Para ir pra central, tá ligado? >> Para ir pra central. Não, tava na pista. >> Teleférico. >> Eu tava na pista e eu tava indo pro teleférico, sentindo teleférico para ir pra rodoviária, tá ligado? Veio o menor, puf, me instalou. Pô, tinha uma viatura, dor passo na minha frente, irmão. Eu cheguei na viatura, falei: "Policial do Rio de Janeiro, >> pô, mas
você tá, >> esse cara acabou de me assaltar. Tu sabe O que que o Cano olhou para mim e falou? Pô, eles assaltam aqui direto. Perigosão ali. Qual é que que esse cara tá me protegendo? Tava agora a pouco defendendo as vítimas da minha. Ess o que que o que que esse cara tá me protegendo, pai? Eu olhei pro cara, falei, falei que eu fui assaltado, o polícia olhou para mim e falou: "Pô, perigosão ali, >> vocês t que ligar pra Liga da Justiça, filho. Batman. >> Mas é tu, porque tu tá falando que todos
os policial é do mal, só tu que é do bom. >> Tu que é, tu deve ser, tu é o quê? Tá o quatro braços, o Superman que tá da realidade da parada. >> Que tipo de realidade é essa? O tipo de realidade que sou só a corporação erra mais você específico. Não, >> cara, corporação tem noção quantos policiais são hoje? Tô dando um exemplo, pai. >> Tem comunidade que só uma comunidade mais de 700. vezes que nós falou não, porque aí você fala ou os policiais ou eu ou eu ou quando você falou [
__ ] aquela hora eu falei é o é é a situação ou sou >> a situação, a situação, a situação. Mas da mesma forma que eu tô te tentando te explicar, pegou a visão, tipo assim, como é que a pessoa que tá ali para servir, me proteger, quando eu peço ajuda dela, não me serve, ele me Protege. >> Então, mas >> então não faz. Ele tem um, ele tem um trabalho. >> Olha só, você vota num deputado aí que quer extinguir a polícia, que eu acho que vai ser top se acabar a polícia. Eu ando
armado mesmo. Então, >> aí, aí, por que que tu pode andar armado? Eu não. >> Porque eu tenho porte. Você, >> então, mas eu quiser tirar um porte. >> Aí você vai poder. >> Ah, mas aí eu não sei o que que tem que fazer. >> Mas di é difícil tu tirar o porte. >> Pô, tem vários malucos despreparados que consegue. Eu não consigo. >> Consegue não, pai. >> Caraca. Vai, vai. Foi assaltada ali na Candelária no ponto de ônibus. Tinha uma polícia bem na frente no semáforo, viu? Os moleques correram, me roubaram. com a
mão no bolso. Fizeram porcaria Nenhuma na minha frente. >> A viatura pode te auxiliar, qualquer policial pode te auxiliar, mas às vezes a viatura sair dali para ir atrás de quem te furtou, >> não era questão dele sair dali, era só questão dele, ele estava meio que de frente. Ele estava de frente pros moleques que estavam roubando. Eles não fizeram literalmente nada. >> Aí por essa situação a polícia não presta para você >> nada. Não, questão da polícia não presta. Tá me servindo de quê? Não. Então o tema tá prestando, tô perguntando de que que
ela tá me servindo. >> Tema. O tema é >> a polícia nos serve e nos protege. >> Não tá me servindo nem me protegendo. >> Você acha? >> Eu tenho certeza. Se naquele momento não me protegeu, não me serviu. >> Deus te guarde na sua ida para casa. >> E e outra, e por que você é diferente? Poxa, car. >> Deus te guarde, [risadas] que nada te aconteça na volta. >> A polícia tá aqui para servir e proteger a gente. Essa é a afirmativa, correto? >> Sim. >> Você já pegou o 474, 433 ou 457?
Quanto idade? >> Eu 22. >> Eu tenho 35. Eu já peguei o 777, 778, 650. >> Tudo bem. Mas você sabe o que que acontece atualmente no verão? Sei que eu já passei também por isso. >> Então, muitas das vezes eu saindo do meu trabalho, indo pra zona norte, a gente pega, pega o ônibus ali em Copacabana, né? 433 ali, pega >> praia. >> Não, trabalhando. Trabalhando. >> Não, tu vai pegar o fluxo de praia. >> É, largava 6 horas, horário de pico, pô. >> Vai pegar o ox. Todo mundo trabalhador. >> Claro. >> Pega
o ônibus, sai, segue, passa ali na frente do Princesa, supermercado Princesa, né, que é ali na princesa Isabel e no Rio Sul. O que que os policiais fazem? Lota de pivete a merda do ônibus. O que que eles fazem dentro do ônibus? Roubam que quem tá dentro do ônibus. >> Mas vamos lá. É isso, é isso que eu tô tentando entender. Qual você agora abordou essa situação, pô, vocês Criticam a gançar, né? Porque o polícia botou uma porrada de gente que não tava estava com algum material cort pérforo cortante, arma dentro do do até então
não era nada correto? Então a polícia não pode ser seletivo. >> E porque não é seletivo, eles abrem as portas e fal. >> Mas porque tudo bem, mas porque quando eles entram, porque eles não estão cometendo crime nenhum, porque quando eles entram vocês ficam tão assustados. >> Eles estão cometendo cri >> seletividade. A gente volta lá naquele tema. Claro que é. >> Não, >> não é seletividade. Não, não é preconceito, não é. Sabe por quê? Porque ele ti, >> se ele com cabelo do jeito que ele tá, ele entra lá no teu ônibus sem camisa,
o moleque voltando de praia, o moleque tá de boa, você ia ter esse mesmo pensamento? Claro que ia. Por que não? Porque maioria abrás do ônibus e botou os garotos lá dentro. Eu >> conheço onde você tá falando. Eu sei como é que é o fluxo dali de dos molequem. Eu sei como é que é. >> Então acontece que eles tiram da zona sul porque os garotos estão roubando na zona sul. Eles não podem roubar rico. Eles botam dentro do ônibus para roubar pobre. Botar fogo. Como que tu falou uma coisa dessa? >> Tu anda
de ônibus. >> Olha, >> gente. Vocês estão achando que eu eu eu nasci polícia? >> Não, mas eu tô falando agora. A gente tá falando de atualmente, eu não tô falando de história, >> gente. Minha esposa anda de BRT, gente. Eu tenho 1 milhão de seguidores em rede social. Eu tô milionário. >> Mas eu tô falando de 433, 474. Sua esposa pega esse >> pobre. Minha esposa já pegou pr [ __ ] Barra da Tijuca voltando fluxo. Cidade de Deus. Você tá tá vivendo que planeta? Então tá. >> Minha mulher já foi grávida. Que que
tu fez? >> Então não tem como. Eu vou fazer o quê? Foi assaltada. Eu >> você acha que a polícia tava protegendo ela nesse momento? >> Tava. >> Tava. >> Tava. Então, como ele ela foi protegida? Tá comigo há 13 anos ainda, dois filhos, uma família maneira. Mas é o polícia ele não é onipresente >> não. Mas o policial ele abre a porta, manda o motorista abrir a porta do ônibus e coloca os pivetes lá dentro. >> Então, mas você tá chamando pessoas de pivete sem ao menos saber se realmente são. >> Eu vivenciei. Eu
sei que eles são pivetes porque eles estavam roubando. >> Não, mas você >> é gançarada, como você falou. >> É isso que eu tô tentando entender. Te roubou? >> Me roubou. Eu já fui roubada dentro do ônibus. Po, essa situação, todo mundo já foi roubado dentro do ônibus. já foi assaltado também dentro do óleo. >> Então, só que eu fui quando a polícia tava votando, eu olhei pro lado e falei pro policial, pô, o cara fez assim, ó, porque ele tinha que mandar os moleques paraa casa. >> Mas é isso que eu tô tentando te
entender. O o por que você tá querendo falar que os caras eles estavam mal intencionados. >> Não, eles não estavam mal intencionados. Não tô falando que eles estavam mal. Eui, eles estavam roubando. Eu vi. Eu não estou dizendo. Eu vi. >> Como que tu viu os policiais botando os moleques dentro do ônibus que moleque dentro do ônibus? Pô, eles roubaram dentro do ônibus. >> O policial abriu a porta, botou uma cambada dentro do ônibus, do nada eles começaram a roubar. >> Pô, pergunta para qualquer carioca aqui, cara. >> [ __ ] >> Tá. Me tira
uma dúvida aí. Só esposa foi roubada dentro do ônibus grávida. >> Sim. >> Você não pode fazer o quê? Nada. >> De que a polícia serviu para você nesses exato momento? >> Muita pouca coisa. Porque se ela não, Se você não poôde fazer nada. >> Muita coisa, pô. >> Por quê? >> Já te falei. Se você tá aqui é graças à polícia. Se minha mulher consegue transitar na rua é graças à polícia. >> Não, tô aqui. Graças à polícia. >> Vai acontecer. Acontece crime nos Estados Unidos, vai acontecer no Rio de Janeiro. >> Já foi
pr os Estados Unidos. Ela te Serviu de cria. Já viu como é que Nova York? Dá uma pesquisada depois que tu vai ver que é bem similar ao Rio. >> Não é Nova York, é aqui. A polícia de lá é totalmente diferente daqui. É meu bem. É assim, já fui para fora do país. Já >> você já foi pros Estados Unidos. Estados Unidos já foi. >> Já foi para Nova York. >> Não, Nova York não, mas já fui para fora. >> Pesquisa. >> Tá bom. >> Precisa nem ir só pesquisa, mas vamos voltar a ao
tema. Te serviu de quê naquele momento? Você tá falando serviu de muita coisa depois, mas naquele momento serviu de quê? >> [ __ ] a polícia não é unipresente, gente. Vou bater. Olha só >> falou você, tipo assim, ela falou não tá falando dos pivetes que tava dentro do ônibus. >> Yasmin, você imagina hoje a demanda que ia ser eu botar uma viatura para cada cidadão. Mudar mud. >> Como é que eu vou te guardar 24 horas por dia? >> Não é 24 horas, tem situações e situações. Ela, o policial abriu a porta pros pivetes
entrarem e eles roubaram. Quero que vocês me expliquem como que vocês sabiam que era pivete, porque os moleques estava sem camisa à vontade. >> Ela citou que ele era pivete, portanto Ela foi assotada por eles naquele momento. Ela não se matemática não bate. Polícia abriu a porta do ônibus, botou uma cambada dentro do ônibus, os moleques assaltaram na frente de polícia. A matemática não bate >> dentro do polícia não. Ele já aconteceu. Já aconteceu. Já aconteceu sim. Já aconteceu. >> Já aconteceu. Deu dentro do deu dentro do 393, época de carnaval, pegar, chegar ali em
Quintino, em Quentino mesmo. Eles Abriram pros moleques sair da Candelária, entraram ali porque estavam roubando na Candelária, eles abriram, eles entraram. Nessa que eles entraram, um montão de pivete roubaram a gente. Roubaram a gente. Tinha uma, assim que parou o ônibus tinha uma blit vendo os vagabundos descendo, fizeram o quê? Porcaria nenhuma. Eles andaram como se não tivesse cara, vota. Vai, vai vir eleição agora. Vocês votam com o filho da polícia. em ninguém. Eu não voto em Ninguém. Eu voto anulo sempre. Eu não vou erradamente não, porque eu vou chegar lá. Todo mundo é ladrão.
Só muda o sobrenome de cada um, todo mundo é ladrão. Você tem que votar. >> Só muda o sobrenome. >> Você paga teus impostos, você tem direito, então tem que votar. >> A culpa não é do polícia. A culpa é de quem você vota. >> E aí, pai? Qual o teu nome? >> Gabriel. >> Pô, meu xará. >> É seu nome, Gabriel. >> E tá vendo? Combina. >> Eu também, né? Eu queria falar de uma vez que eu fui comprar roupa, >> quando eu saí da loja de roupa, pode falar o tema rapidinho? >> Eu
vou ler agora de novo. A polícia nos serve e nos protege. >> Mentira. Mentira. Dependendo do policial, eu fui comprar roupa. Quando Eu saí da loja, vi dois moleques vind andando. >> Então você já respondeu a tua pergunta, né? >> Então >> tu só vai contar tua história. >> É, vou contar minha história. >> Pode contar. Eu fui comprar roupa, quando eu saí da loja de roupa, eu vi duas moleques vindo andando. Ele falou: "Ô, quando eu vi que ele falou isso, saí correndo que eu vi que, tipo assim, ó, Mais ou menos. >> Ah,
vou falar um dia não, [ __ ] >> Dá merda, né? >> Ó, o bairro, [risadas] >> [ __ ] Vai, fala. Esquece. >> Vou falar não. >> Você sabe. Ó, >> o tráfico oprime ou não oprime a comunidade? >> Onde eu moro não, não é tráfico não. >> Vai, vai embora, vai. Fala, fala que você não foge do tempo. >> É. Aí, olha só, quando eu saí de lá, dois moleques falou assim: "Ô, ô, ô, pera aí". Aí eu nem conhecia, eu peguei, saí correndo para pé, tipo assim, uns 300 m, tinha um carro
de polícia, pô, saí correndo, eu gordo, cheguei lá bufando, aí eu, ô, ô, policial, por favor, me ajuda aqui. Aí >> fala igual do Guto Galamba, você não tá gordo, você tá inchado. >> Fala de forma [risadas] meu tá inchado. Você não tá gordo? >> Você não tá gordo, você tá inchado, >> ó. Aí, olha só. Aí eu peguei e falei assim: "Picial, aqueles dois moleques que tá dava para ver, eles olhou". Falei: "Aqueles dois moleques que tá lá, provavelmente, viu que eu tô com a bolsa, eu acabei de sair da loja de roupa, vai
querer me assaltar. Eu só, eu vim correndo para cá". Aí o policial falou assim: "Ué, vai na direção deles, tu é [ __ ] >> para mim. Se o cara falar uma [ __ ] Dessa para mim, ele errou, porra". >> Policial errou, certo? >> Se ele realmente falou isso para você, tá? >> Aí eu falei assim: "Que isso, seu policial? Não vai me ajudar não. Os caras tá tentando me assaltar, não vai fazer nada. Você é sacanagem. Por isso que geral não gosta da polícia. Aí o cara fez o quê? Pegou minha minha bolsa
de roupa. Vem cá, vem cá. Tu tá cheia demais. Já jogou minha roupa no chão. Aí Quando ele chutou assim, rasg igual a [ __ ] da minha camisa que eu tinha acabado de comprar, mano. >> Tá errado, pô. >> Tá errado. Não tá não. >> Roupa nova. >> Roupa nova. >> Tá errado, pô. Não, pô. E não era nem original, mas era cara. >> Qualquer roupa. >> Sacanagem do [ __ ] >> Carado. P você tocou num ponto maneiro. Policial, você iniciou a tua policial. Não falei toda a polícia, né? Eu também nunca sofri
tanta coisa para não julgar. >> É igual eu falar aqui que todo favelado é educado, pô. Todo favelado é educado. Tem favelado, filha da [ __ ] [ __ ] Conheço a porrada. >> Todo, todo lugar tem, >> mas tem muita gente de bem dentro da comunidade. >> É igual. Tem polícia bem, tem polícia filha da [ __ ] Não tem. >> Mas isso é do ser humano. >> É do ser humano. >> É caráter, >> tá ligado? Aí nisso eu peguei e falei assim: "Pô, ele não vai fazer nada". Ele jogou minha roupa no
chão na hora que ele chutou com aquela bota 50, rasgou minha camisa. Quando eu peguei assim, cara, o olho cheio de lágrima, eu fiquei puto. Falei: "Tá bom, você tá desfazendo de mim, mas você sabe que meu pai é o sargento, não sei o qu". Falei: "Assim Mesmo." >> "Ah, vai usar da carteira". [risadas] >> Aí, escuta só. Aí ele já me chamou: "Não, vem cá, vem cá pra gente conversar". Falei: "Não quero saber de nada não. Saí saindo, meu pai, sargento, [ __ ] nenhuma, mas me livrou daquilo ali, senão ela me enquadrar e
ia querer me bater. Já tinha me enquadrado, queria me bater, mas >> ele errou. >> Errou, certo. >> Fala, galera! Espero que vocês tenham gostado desse debate aqui franco com essa rapaziada aqui. Agora lá no estúdio Vibes, tem muitos outros debates também que você viu um curtir para caraca. Então, inscreva-se lá no canal Vibes. >> [música] [aplausos]