[Música] [Música] É bom, hein? [Música] Bom dia, família LS! Tudo bem com vocês?
Como vocês estão? Quanto tempo que eu não aparecia aqui, né? Gente, tô aparecendo sempre lá no Rancho LS.
Se vocês não acompanham a gente lá no Rancho LS, que é o nosso outro canal, mais do Léo assim, né? Ele que mostra, assim, o dia a dia de trabalho dele aqui no rancho. Vai lá acompanhar, o link tá aqui na descrição do Rancho LS.
Lá eu sempre tô aparecendo, vez ou outra. Às vezes eu não apareço, que eu fico lá só dentro de casa fazendo os macramês, fazendo o que eu tenho que fazer. Então, às vezes eu nem apareço, mas geralmente tô aparecendo mais por lá do que aqui.
Mas, gente, estava com muita saudade de estar gravando o nosso dia, assim, para vocês. Como eu comecei o dia hoje, eu adoro estar mostrando para vocês os detalhes do nosso dia, igual eu mostrei ali o Arão tratando os peixinhos, ele batendo os pezinhos na água. Então, adoro estar filmando isso para vocês.
Sabe esse nosso dia a dia, assim, tudo da minha visão, do jeito que eu vejo aqui o rancho, né? Que é uma forma diferente, né? Cada um vê de uma forma.
Então, os vídeos aqui são um pouco diferentes do Rancho, né? O Léo mostra mais o dia a dia, o trabalho dele, eu já gosto de focar nas coisas bonitas do rancho, né? Mostrar, assim, no dia a dia com o ar, o que a gente tá fazendo.
[Música] E vocês, hein? Como vocês estão? Todos aqui, todos aqui comigo!
Que lindas! Que lindas! Não sei se eu te achei assistindo esse vídeo ou não, mas olha só quem floriu: a orquídea da tia Gi.
Engraçado, gente, que ela tem uma corzinha assim de mel dentro e ela cheira mel. Gente, eu cheirei e tem um cheiro de mel! Vocês não têm noção.
Vou entrar aqui agora que deu a hora de tomar meu colágeno, tomar outra coisa também que eu vou comentar com vocês sobre isso hoje. E, gente, fala uma coisa para vocês, hein? Vocês viram esse café da manhã maravilhoso que a gente tomou hoje cedo?
Com requeijão, mussarela, queijo fresco, que mais que tinha? Ah, goiabada! Então, gente, café da manhã.
Aí você tem a oportunidade de estar tomando esse café da manhã aqui com a gente no rancho ou você tem uma oportunidade também de estar ganhando aí na sua casa uma cesta com vários itens aqui do rancho. Aliás, incluindo macramê também. Então, gente, está sendo aí.
. . vai ter o sorteio!
Corre lá para participar, que está chegando a hora. Tá aqui embaixo o link para estar participando do sorteio, para você comprar o seu número por um preço muito barato: R$ 30,00 apenas cada número. Então você tem a chance de estar participando e poder vir aqui tomar um café da manhã desses com a gente ou até mesmo ganhar na sua casa uma cesta com vários produtos do rancho, gente, parecidos com o café da manhã que a gente tomou, né?
Pelo menos eu gosto muito dessas coisas caseiras, feitas em casa. Não tinha pão de abóbora hoje de manhã, mas vai ter pão de abóbora, né? Que todo mundo sempre fala do pão de abóbora!
Não mostrei para vocês, olha isso que lindo que tá, gente! Essas plantinhas aqui coloquei ali o tapete para tomar sol. Olha só, esse daí era da minha avó!
Esse suporte aqui de pôr as plantas. E aí eu fiz isso e coloquei nos vasos, plantei essa plantinha. Olha que linda que ela tá, gente!
Tá maravilhosa! Então é isso, não perca essa chance, que não sabemos se vai ter de novo. Então bora lá participar, gente, que já foram vendidos uma grande parte!
Estou tomando esse colágeno aqui. Gente, pensa num colágeno bom! Maravilhoso!
Aí, só coloco uma colherzinha no leite. Eu gosto de quebrar o jejum com ele, mas como hoje eu já tomei café da manhã, vou tomar agora, que me deu um pouquinho de fome e eu preciso tomar aqui um remédio que eu estou tomando continuamente. Já vai fazer mais de oito meses e resolvi falar para vocês porque eu recebi um comentário e aconteceu uma coisa essa semana que me tocou muito.
E por isso eu resolvi falar sobre isso, apesar de ser uma coisa muito particular, sabe? Uma coisa muito pessoal que eu já até tinha pensado em falar uma vez, mas aí eu falei: "Ah, não vou falar sobre isso não", que é uma coisa realmente muito pessoal minha e eu não sabia se eu estava preparada para me expor assim. Mas eu acho que isso pode ajudar muitas pessoas, sabe?
Eu tá dando esse depoimento meu, falando um pouco dessa parte da minha vida. Sentei aqui para tomar o meu shake e tomar o meu remédio que eu tenho tomado há 9 meses. Não tá dando para ver o nome aí, mas é cloridrato de sertralina, gente, que estou tomando já vai fazer um pouquinho mais de 9 meses.
Foi começo do ano quando eu senti necessidade de procurar um profissional que pudesse me ajudar. Agora, depois de algum tempo, já então vamos lá, né? Vou tomar e vou falar um pouco para vocês, assim, por que que eu decidi fazer esse vídeo.
Para começar, por que que eu decidi expor essa parte da minha vida, que realmente é muito difícil estar gravando esse tipo de vídeo, tá expondo isso. Porque estou ansiosa. Quando eu fico assim.
. . Ai, meu Deus!
É. . .
Pai, espera aí, tira esse comentário aqui. Gente, já vai fazer um tempo já, não tá dando foco, né? O comentário.
Vê aí se vocês estão conseguindo ver. Deixa eu ler para vocês: Patrícia Medeiros dos Santos. Que tá um vídeo sobre saúde mental!
Fala aí se você já precisou de remédios, pois você é bem empenhado em tudo que faz e é humana. Às vezes dá aquela desestabilizada, né? Então ela me perguntou se eu já precisei de remédio para falar um pouco sobre saúde mental, né?
Como que é minha vida, né, nessa parte assim? Saúde mental geralmente aqui, nossa rotina, a gente mostra para vocês o que a gente faz; sempre tá mostrando sobre a nossa vida. Mas tem muitas coisas que ficam aí atrás que a gente acaba não falando porque são coisas pessoais, e tem coisas que ficam somente entre quatro paredes.
Tô brincando, mas não é entre quatro paredes; é mais dentro de casa, né? Não sai assim para todo mundo saber. Tem coisas que até as pessoas próximas, às vezes, não sabem; só quem tá lá com você, quem convive com você, quem já tá há anos ali, dorme e acorda junto com você, tá sempre com você, é que sabe de determinadas coisas.
E aí, como eu estava falando, respondendo aqui a pergunta da Patrícia, né? Vou fazer esse vídeo então, hoje, sobre saúde mental. E se eu já precisei de remédios?
Gente, a resposta é sim! Eu nunca tinha, na verdade, quando era muito, muito mais nova. Acho que eu devia ter uns 13 anos.
Eu já tomei Fluoxetina. Eu lembro que a minha mãe tinha uma amiga que era enfermeira, né? Tem uma amiga, na verdade, que ela não deixou de ser amiga, então ela passou a Fluoxetina, e eu até que tomei alguns dias.
Mas sabe quando você não vê diferença nenhuma? Ou, na verdade, eu não tinha maturidade para entender, sabe? Para saber das coisas direito.
Mas, há muito tempo, eu acho que eu já precisava de ajuda. Psiquiatra. Pensei que precisava de psiquiatra e psicóloga também, né?
Acho que, na verdade, todo ser humano, né? Uma grande maioria precisa resolver internamente, que precisa, às vezes, de uma psicoterapia, né? Para estar resolvendo por dentro.
Só que, no meu caso, a terapia, né? Para mim não adiantou muita coisa porque, assim, eu tentei fazer, sabe? E na primeira sessão, sabe quando você.
. . eu falei, eu fiz a minha parte?
Eu falei: "Ah, me abri. " Sabe quando você se abre e fala tudo? Tem que falar tudo que você passa, tudo que acontece na sua vida, porque eu achei assim que realmente, eu falando tudo, eu me sentiria melhor.
Mas, quando terminou, eu não me senti melhor. Sabe? Me senti um pouco constrangida, um pouco, não sei, tenho vergonha.
Sabe quando você. . .
é que assim, eu sou uma pessoa que eu tento decifrar muito. Às vezes, eu nem tô certa, né? Mas, às vezes, eu, olhando para pessoas, até num vídeo, numa ligação, eu decifro muito as expressões, o olhar.
Parece que eu tento fazer um raio-X da pessoa, sabe? E aí, eu vendo aquela psicóloga, parecia que ela tava pensando: "Meu Deus do céu, que louca! " Eu sentia isso, sabe?
Que era isso que se passava na cabeça dela. Então, eu comecei a me sentir meio mal. E para mim, naquela época, eu sentia que não ia adiantar muita coisa, que eu realmente precisava de uma ajuda, de um remédio que fosse, aí, me acalmar.
Sabe? Que eu conseguisse me acalmar. Passamos por muita coisa: começo do ano, final do ano passado, muitos perrengues, negócios que deram errado, morte de animais, e gravidez ectópica.
Também tive que tirar a trompa, fazer uma cirurgia para tirar lá um coraçãozinho batendo de seis semanas. Então, assim, passamos por bastante perrengues. Foi muito desafiador.
Começo aqui no Brasil, depois que a gente voltou do Japão, veio para o Brasil. Foi uma fase assim, uma fase que eu me sentia martelada, gente. Só que eu sou uma pessoa que, tipo assim, não sei.
Sabe quando você não sabe se você tem depressão? Eu não sei, porque depressão é de pessoa para pessoa. Então, para uma pessoa é diferente de outra.
Tem pessoas que não conseguem levantar da cama, que se trancam num quarto, não conseguem sair. Eu não. A minha depressão é que eu fico agitada, sabe?
Fico muito agitada, fico muito nervosa e parece que eu vou explodir quando eu não explodia, né? Então, assim, essa para mim era mais uma crise, sabe? Uma crise de pânico, uma crise de ansiedade.
E aí eu falei: "Eu preciso, eu sou uma pessoa mais calma. Eu preciso procurar um médico para ser uma pessoa mais calma. " E eu falava: "Não, eu não vou conseguir mudar isso sozinha.
Eu preciso de uma ajuda. " Foi aí que eu fui atrás de um psiquiatra. Aqui na minha família já conhecia, e eu acho que isso até é uma fogueira, editar pessoas da minha família aqui tem depressão.
Então fui nesse psiquiatra indicado, e por indicação cheguei lá, conversei com ele, contei a minha vida para ele. Sabe? Me abri assim, contei tudo.
E foi diferente do que ter conversado com a psicóloga com quem eu conversei, porque ele olhou para mim e falou: "Tá, tipo assim, é normal. " E, como eu falei para vocês, eu sou uma pessoa, não sei, isso eu não acho legal, mas eu sou uma pessoa que eu olho para a pessoa e parece que eu tô vendo do mesmo jeito que eu gosto de ser uma pessoa muito transparente. Eu sou uma pessoa muito transparente, sabe?
Eu demonstro muito. Eu fico vermelha quando eu tô com vergonha, ou quando eu tô mentindo, ou quando tá acontecendo alguma coisa. Eu fico vermelha, gente.
Ou quando, sei lá, eu me expresso muito. Eu não me escondo; as minhas expressões não consigo, na verdade, né? Se eu pudesse, eu esconderia, mas eu não consigo esconder as minhas expressões do que eu tô sentindo.
Por exemplo, e o Leonardo fala: "Nada! Aí você comeu aquilo, chocolate, sei lá. " Aí.
. . Quando eu vou falar "não", aí ele sabe, entendeu?
Quando eu tô mentindo, então, assim, sou uma pessoa muito transparente, e eu consigo ver isso nas pessoas: a transparência das pessoas. Se a pessoa tá falando comigo de um jeito diferente, se a pessoa tá agindo de forma diferente, então isso é muito ruim também, porque a gente fica sendo muito observacionista. A gente fica observando o local em que a gente tá, como as pessoas estão agindo.
Daí a gente pensa: "Será que eu fiz alguma coisa? Por que será que essa pessoa tá agindo dessa forma? Sabe, é tipo desse jeito.
" E é isso que é o ansioso: sofre demais. A pessoa que é assim. .
. E a Sertralina me ajudou muito a mudar isso na minha vida. E aí, esse médico, né, como eu falei pra vocês, eu senti uma coisa boa nele, e eu senti que ele meio que ouviu o que eu falei.
Ele me perguntou algumas coisas que eram realmente o que eu passava, e ele fala: "Ah, tipo, tá bom, vamos resolver isso. A gente tem que viver bem, tem que buscar viver bem. " E aí ele me passou a Sertralina.
Aqui, gente, foi a melhor coisa da minha vida! Nunca quis tomar antidepressivo, só que agora, nesse ano, nesse começo de ano, quando eu tava sentindo tudo aquilo, sabe, quando tava com muita ansiedade, quando morreu as vacas, quando começaram as coisas, os negócios que a gente sonhou durante cinco anos lá trabalhando no Japão, quando a gente viu que não tava dando certo, que a gente tava perdendo algumas coisas, então começou a me dar uma ansiedade muito grande. Sabe, começou a me dar umas crises muito grandes.
Eu chorava todo dia, eu chorava a todo momento. Não, algumas vezes eu falei nos vídeos para vocês que eu cantava muito bem, mas não a ponto de me abrir completamente, igual eu tô contando agora. Chorava muito, sofri muito, muito, muito.
Mas esse ano não foi fácil. Aí eu falei: "Não, dessa vez eu preciso procurar um médico", porque desde que a minha filha não tinha nascido, nunca tinha chegado a um ponto assim de estresse, de ansiedade, de depressão tão grande como chegou esse começo do ano. E aí, agora que eu tenho um filho, eu já me vejo de outra maneira.
Eu não tenho que pensar só em mim, não tenho que pensar que eu não quero tomar remédio. Eu tenho que pensar que o Aaron tem que ver a melhor mãe que eu posso ser. Eu tenho que pensar que o Aaron, ele tem que ter um exemplo dentro de casa, e esse exemplo vai vir de mim.
E vai vir do Leonardo. Se a gente quis ter um filho, se a gente gerou uma vida, a gente tem que dar o melhor para essa vida. A gente não pode deixar, a gente não pode estragar o psicológico dela, a gente não pode estragar a mentalidade de uma criança.
Então foi por isso que eu falei: "Eu vou procurar uma ajuda profissional, médico psiquiatra, para eu ser a melhor pessoa que eu posso ser, mais calma. " Que respira fundo, que alguém às vezes me chateia, fala alguma coisa para mim, e eu não vou lá e metabolizo, porque geralmente é isso que eu fazia, né? Alguém falava alguma coisa pra mim que me deixava chateada, eu ficava muito esquentada, e eu metia a boca.
Eu não queria nem saber. Mas a pessoa, sabe, tipo: "Sai da minha frente, não olha mais na minha cara", tipo isso. Então, isso que eu falei: "Não, não posso.
" Mas é assim, ser uma pessoa mais calma, mais controlada. E aí ele me indicou a Sertralina, esse médico, e foi a melhor coisa para mim. Gente, vocês não têm noção!
Eu me sinto muito mais calma. Eu me sinto como eu deveria me sentir, né? Sem o remédio, gostaria muito, mas é um tratamento, né?
É um tratamento psiquiátrico que faz durante um tempo, e espero que algum dia eu esteja bem, né? Dizem que a Sertralina, até grávidas podem tomar; até quem está amamentando pode tomar, que ele não causa tantos efeitos colaterais. Claro que todo remédio tem seus efeitos colaterais.
Quero até depois falar para vocês que esse vídeo ia ficar bem longo, né? Já falei um monte, e aí tô vendo o tempo aqui. Mas no começo foi só, tipo, uma semana que eu senti efeitos colaterais, e o que eu sentia era como se meu cérebro tivesse vazio.
Eu não conseguia, tipo assim, eu raciocinava, claro, pensava. Mas, sabe, parecia que tinha uma fumaça na minha cabeça, tinha fumaça assim na minha cabeça, e eu ficava, parecia que eu estava vagando. Sabe, eu deitava assim, parecia que eu estava nas nuvens na minha cabeça, como se eu esquecesse de tudo.
Os problemas, isso é bom, mas é ruim também, né? Um efeito colateral. Agora que já faz, aí, nove, mais nove meses que eu tô tomando a Sertralina, já não tenho efeitos colaterais.
Eu, particularmente, eu acho que eu não sinto nada de efeitos colaterais. É como leva a minha vida normal, e não tenho dor de cabeça, que eu sempre tinha antes, sempre tive crise de enxaqueca, senti várias coisas desse tipo. E por conta da ansiedade também, vocês sabem que crise de enxaqueca, essas coisas, é tudo por nervosismo, por ansiedade, por coisas psicológicas também.
Então a Sertralina me ajudou muito a não ter essas crises. Me ajuda muito a, quando alguém fala alguma coisa para mim que poderia me irritar, gente, vocês não têm noção! Eu, tipo, não tô nem aí.
Até engraçado! Mas antes, quando alguém falava alguma coisa ruim para mim, era como se uma coisa fervesse assim dentro de mim. Eu ficava com muita raiva e eu queria falar: "A pessoa, sai de perto de mim", tipo assim.
Agora não. Alguém fala alguma coisa para mim, eu. .
. Paro e penso no que a pessoa falou e penso: "Não, isso daí é coisa da própria pessoa, não tem nada a ver comigo. " E eu fico super calma.
Gente, sério, mudou muito essa relação de estresse, sabe? De picos de estresse. Outro ponto, que eu não sei se é bom ou ruim, é que eu antes era uma pessoa que chorava muito.
Sabe? Eu chorava muito, muito. Era uma pessoa muito chorona, e qualquer coisa eu estava chorando.
Se alguém me magoasse, eu chorava no trabalho; eu chorava. Minhas amigas da faculdade até saíam da sala, porque qualquer coisinha que acontecia eu chorava. Eu começava a me deixar com enxaqueca, aqueles negócios, e eu começava a chorar.
Gente, sem noção! Aí meus amigos até saíam da sala, sabe? Porque eu era muito chorona, né?
Eu sou muito chorona. Só que, com o tempo, isso não me ajudou muito. Tipo, é difícil eu chorar.
É engraçado, sabe? Até é bem engraçado. Mas se me ver nem chorando, pode ter certeza de que a coisa está bem tensa.
Eu nunca tinha tomado um remédio assim de forma contínua, tipo 9 meses seguidos, porque é um remédio, apesar de não ter tantos efeitos colaterais. Essa é a única coisa que eu tomo: 50 mg. Já cheguei a tomar até 100 mg, tomava dois durante um tempo.
Agora já diminuiu a minha dosagem porque as coisas estão melhores, estão se estabilizando, então minha dosagem já diminuiu para 50 mg. Então, só um comprimido por dia já tem me deixado muito melhor, muito melhor mesmo. E, gente, é isso que eu queria falar para vocês.
Eu espero de verdade que esse vídeo possa ajudar alguém, que alguém que às vezes não tem uma estrutura boa para estar, que às vezes a gente está tão mal que não consegue buscar ajuda, sabe? E às vezes não tem ninguém que possa apoiar a gente, que possa ajudar a gente, que possa levar você, que possa falar: "Realmente, você precisa de uma ajuda. " Então, às vezes você vê alguma coisa na internet e pode ser um impulso para você buscar essa ajuda.
Você tem que realmente. . .
o que o psiquiatra me disse é realmente uma verdade, tá certo? Tem que buscar ajuda mesmo, tem que tomar um remédio, sim, porque a gente tem que viver a melhor vida que a gente pode ter. Então, se é assim, se eu tenho que tomar esse remédio para eu viver a minha vida bem, com calma, não me estressar muito por qualquer coisa, não ter crise de ansiedade, não ter crise de pânico, não ter várias coisas com as quais eu sofria muito, então vamos tomar.
Só para falar aqui um pouquinho para vocês, a Sertralina é indicada no tratamento de depressão. Tô lendo aqui só para vocês terem uma base do que é essa Sertralina: depressão, depressão acompanhada com sintomas de ansiedade, que é o meu caso, com pacientes com ou sem história de mania. A Sertralina também é indicada para os seguintes tratamentos: transtorno obsessivo-compulsivo, que é TOC, e eu sinto que eu tenho TOC.
Gente, tem muitas coisas que eu faço que o Leonardo fala que eu tenho TOC. Realmente, faz muito tempo que eu acredito que eu tenho TOC. E pode ser tomado por crianças a partir de 6 anos, para vocês verem como não é um remédio tão forte assim.
Transtorno do pânico, acompanhado ou não de agorafobia, transtorno do estresse pós-traumático. Acredito que eu já passei por alguns transtornos de estresse pós-traumático, fobia social, transtorno de ansiedade social. Outra coisa, gente: estou pensando na melhor maneira de dizer, porque tem coisas que a gente nem sabe como falar.
Mas eu sou uma pessoa que eu gosto muito de ficar, às vezes, no meu canto, sabe? E às vezes eu tenho medo de sair de casa. Sem brincadeira!
Às vezes eu planejo tudo; eu falo que vou fazer tal coisa, isso é super legal. Aí, chega no dia, na determinada coisa, e eu falo: "Não, acho que eu não vou. " Eu não tenho.
. . sei lá, não é.
É um tipo de desânimo muito forte que eu não quero sair de casa. Simplesmente falo: "Não vou sair, eu vou ficar em casa. " E é isso.
Então, isso também acho que inclui um pouco dessa fobia social, que é esse medo de sair de casa. É esse negócio que às vezes você não quer sair de casa. Quer dizer, você quer ficar só em casa, sabe?
Sintomas assim do meio da atenção para menstruar. . .
a TPM! Minha TPM, gente, era violenta! Vocês não têm noção.
Uma, duas semanas antes de vir, eu já ficava assim extremamente nervosa. Vocês não têm noção! Soltava o bicho dentro de mim.
Sem brincadeira, gente. Então é isso. Falei assim um pouco para vocês.
Se vocês tiverem alguma dúvida, pode deixar aí nos comentários. E também é engraçado que esses dias eu fui à ginecologista fazer exame de rotina, que eu faço todo ano. E aí eu falei para ela; ela falou: "Ah, toma algum medicamento, né?
" Uma ginecologista que eu nunca tinha ido. Aí eu falei: "Toma Sertralina, não sei o quê. " Aí ela falou: "Ah, eu também amamento e eu também tomo Sertralina desde que meu filho nasceu, já tem um ano e quatro meses.
" Eu já senti necessidade de tomar Sertralina. Então é muito mais comum do que a gente pensa, né? Que às vezes a gente pensa: "Nossa, mas eu vou tomar um antidepressivo.
Será que tem necessidade disso? " Então, essa palavra "necessidade" é muito sabotadora, porque às vezes a gente não toma achando que a gente não precisa, e isso vai destruindo a nossa vida, vai destruindo as nossas relações, vai destruindo as nossas amizades. Então é muito importante a gente.
. . Ter essa consciência de que, às vezes, na depressão, você precisa de um antidepressivo não é só quando você não consegue sair da cama, não consegue sair do quarto, quer ficar no quarto escuro.
Então é isso, vou finalizar o vídeo por aqui. Este vídeo foi muito difícil de gravar porque eu conversei com o Leonardo. Leonardo até falou: "Meu Deus, não!
Ainda. . .
você tem que fazer o que você tem vontade. Se você quiser gravar, você grava. " Então, eu decidi fazer o que meu coração mandou, apesar de ficar um pouco receosa de gravar, porque, às vezes, tem muita gente que não entende.
Sabe, tem muitas vezes que não entendem mesmo essa palavra. Mas fiz com o que meu coração mandou e eu espero muito que ajude outras pessoas. Serve como um aviso, serve como um alerta de que a depressão, às vezes, está escondida por trás de pessoas que a gente nem imaginava.
Então é isso, gente. Compartilhei um pouquinho da minha história com vocês e eu espero de verdade que ajude outras pessoas que, às vezes, conhecem alguém e não sabem como lidar com essa pessoa que tem depressão ou, às vezes, você tem e não sabe como lidar com isso. Então é isso, tá bom?
Espero que vocês tenham gostado. Um super beijo e até o próximo vídeo. Tchau, gente!