Nessa aula de hoje, eu vou te mostrar três coisas. Primeiro, de onde vem o vazio que faz você perder o brilho nos olhos pela vida, mesmo quando você não tem um problema super grave acontecendo. Segundo, vou te mostrar porque é que alguns relacionamentos seus ainda te frustram. Vou te explicar o que é que faz você, sem perceber, manter relações familiares, afetivas ou até amizades de forma bagunçada [música] e cansativa. Sabe aquela relação que te drena? Pois é, eu vou te explicar a raiz disso. E terceiro, eu vou te mostrar o que realmente impede o dinheiro
de chegar na sua vida. E olha, eu já te adianto, tá? não tem nada a ver com mercado saturado ou falta de oportunidade. Hoje, no final dessa aula, eu também vou te entregar um diagnóstico para você descobrir exatamente onde você está travada. Esse diagnóstico é personalizado, o que significa [música] que ninguém vai receber um igual ao seu, porque ele é baseado em você, no seu perfil. Meu intuito com essa aula e esse diagnóstico que eu vou te dar de presente é [música] te mostrar qual é a sua raiz. que precisa de cura. Porque anota uma
coisa para nunca mais esquecer. O problema nunca é o problema. Todos os problemas que eu, você e todo mundo tem são, na verdade, sintomas. Quando a gente aprende a a achar a raiz dos nossos problemas, a gente se liberta. Então, fica até o final da aula, porque essa é uma aula curta, mas ela vai mudar a forma como você enxerga a sua vida. Posso te garantir que será uma aula que vai valer por muitos anos de terapia e que será o primeiro passo da sua mudança de vida. E depois dessa aula, nós teremos também um
encontro ao vivo, no qual eu vou te mostrar como você quebra o seu padrão de autossabotagem. Então hoje eu te explico qual é a raiz dos seus problemas, qual é a raiz da sua autossabotagem, o que é que tá te prendendo e te impedindo de viver uma vida do tamanho que você merece. E na aula ao vivo eu te explico como que a gente quebra esse padrão. Tudo isso para que você deixe de ser aquela pessoa que procrastina, que desperdiça o seu potencial, que sabe que poderia ir muito mais longe, mas que acaba com aquela
sensação de estar travada, sem clareza, sem direção. E eu posso te garantir que não faz diferença se o seu maior problema hoje é de autoestima, de relacionamentos, de dinheiro ou de saúde ou de corpo. Porque tudo isso, gente, é sintoma. Então, anota aí o que eu já te falei. Nessa aula eu vou te explicar qual é a raiz desses problemas. E no encontro ao vivo, que vai acontecer nesse dia e horário que tá aqui em algum lugar dessa tela, nós vamos construir juntas um plano prático para desarmar o seu sistema [música] interno de autossabotagem. E
para começar essa mudança, eu vou repetir uma frase que eu falei, mas que eu quero que fique marcada na sua mente para todo sempre. O problema nunca é o problema. Aquilo que a gente chama de problema sempre é sintoma. E a solução dos nossos problemas sempre está na raiz. Imagina que você vai numa consulta médica e você fala pro médico que você está com muita dor de cabeça e o médico te dá uma nova algina para resolver sua dor de cabeça e você volta para casa, toma a nova algina e a dor de cabeça passa.
Parece que resolveu o problema, certo? Mas dali a três dias você volta a ter dor de cabeça e na semana seguinte ela vem ainda mais forte. E aí quando você vê você tá precisando tomar novalgina todo santo dia, porque senão a dor de cabeça ataca. Isso é curar sintoma. Talvez a raiz da dor de cabeça fosse alguma alergia ou indisposição alimentar que você tem e não sabe que tem. E aí [música] você corre o risco de ficar tratando o sintoma pro resto da vida. E ainda que você se acomode na ideia de tomar nova para
todo sempre, aquela intolerância alimentar que você desconhece, que na verdade é a raiz do problema, pode começar a trazer outros sintomas [música] que não parecem conectados com a dor de cabeça. Pode ser que surja uma coceira no seu braço, pode ser que você comece a se sentir mais cansada, com menos energia, pode ser que desregule o seu intestino. Esse é o exemplo de você na consulta médica. Mas na sua vida prática também é assim. É por isso que eu digo que apesar de parecer que você tem vários problemas, na maioria das vezes todos eles nascem
de uma única raiz. O que eu quero dizer é que o vazio que você sente, os relacionamentos que te sugam, o dinheiro que não vem do jeito que você gostaria, o que chega, mas não fica. Talvez tudo isso seja sintoma de uma única causa que você ainda desconhece. E talvez você já tenha sentido isso. Você já viveu com a sensação de que você resolve um problema e aparece outro? Você melhora o relacionamento, aí o trabalho desanda, aí o dinheiro entra, mas aí você fica doente. E aí parece que você tá vivendo com um cobertor curto.
Você puxa daqui, tampa um pedaço da vida, mas aí aparece outro pedaço que tá precisando ser tampado e você fica nessa dinâmica eterna. E isso acontece quando você tá curando sintoma e não tá conhecendo qual é a raiz que gera os seus problemas. E é exatamente por isso que eu tô aqui hoje para te contar que existe sim uma única raiz conectando todas as suas aflições. Uma raiz que se você não conhecer e não tratar vai continuar gerando os mesmos frutos podres. Porque quando a raiz tá estragada, quando a raiz tá podre, não importa quantas
vezes você corte o fruto podre, dali a poucos dias nascerá outro. Então, todos os problemas para serem corrigidos na nossa vida de forma sustentável precisam ser curados na raiz. E hoje eu vou te mostrar qual é essa raiz e como ela está sabotando as três principais áreas da sua vida sem você perceber. A sua relação com você mesma, a sua relação com o seu corpo e a sua saúde e a sua relação com o dinheiro. Eu vou explicar exatamente essas três dinâmicas. Porque é que você sente um vazio que você não sabe explicar? Porque é
que você ainda tem relacionamentos que sugam a sua energia? E porque é que você tem uma relação distorcida com o dinheiro? Mas antes de te falar dessas três coisas, eu quero te contar de onde é que esses três tipos de problema vem. Todos eles nascem do mesmo lugar. Uma identidade desatualizada. Calma que eu vou te explicar. É o seguinte, quando você ainda era uma criança, você criou uma versão de você mesma para sobreviver. Lá atrás você passou por coisas que eram muito pesadas para uma criança e talvez você não teve o apoio que você precisava
para lidar com aquilo, para digerir aqueles eventos dolorosos. Então você fez o que você conseguiu. Você aprendeu a sobreviver. Você aprendeu o que naquele contexto funcionava. Você aprendeu o que te protegia. Você aprendeu o que te fazia [música] ser aceita. Você aprendeu, por exemplo, que se você chorasse, você ganhava a atenção da sua mãe, que se você fosse boazinha, a sua avó não ia te chamar atenção. Você aprendeu, inclusive, que se você gritasse, o seu irmão parava de te bater. Então, foram muitas vezes lá atrás que você precisou de recursos para se proteger. Não tem
porque você hoje julgar alguns comportamentos distorcidos ou talvez até um pouco imatur, porque até hoje ninguém te mostrou como é que você atualiza a sua identidade. Então, talvez lá atrás você precisou chorar porque queria ser vista. Talvez lá atrás você precisou ser muito boazinha e se atropelar porque você tinha medo de ser julgada, excluída ou criticada. Talvez lá atrás você precisou gritar para não ser [música] violentada. Ou talvez você tenha precisado se calar porque simplesmente [música] ninguém te escutava. E esses padrões funcionaram. Você tá aqui, você sobreviveu. O problema, o grande problema é que eles
ficaram carimbados, gravados na sua identidade. [música] Eu não tô falando daquele documento de identidade que parece com o seu CPF. Eu tô dizendo da identidade que você carrega no seu subconsciente e que governa toda a sua vida sem [música] você perceber. Eu posso te garantir que hoje 99% das pessoas opera [música] com uma identidade de sobrevivência. Só que, gente, sobreviver [música] é muito diferente de experimentar a vida. Muitas vezes eu recebo mensagem de mulheres que me dizem que perderam o brilho nos olhos pela vida. que elas já acordam cansada, que a vida não tem muito
sentido, que elas olham no espelho, não sentem muito orgulho delas mesmas e que elas sabem que poderiam viver com muito mais vida, presença e vitalidade, mas que elas simplesmente não conseguem fazer isso. Aí eu quero te perguntar com muita honestidade, você se sente verdadeiramente viva? Você pode dizer hoje que você é uma mulher cheia de energia, cheia de alegria, cheia de pulsão de vida, cheia de brilho nos olhos? Porque olha, se a resposta for não, é porque você está certamente vivendo com a sua identidade de sobrevivência, aquela que foi criada para te proteger lá atrás.
Só que o problema é que você cresceu, a vida mudou, mas esses padrões continuam rodando aí dentro de você. É como se você tivesse evoluído e crescido, só que dentro de você ainda tá rodando um software desatualizado. É como se você fosse um computador novinho, só que lá dentro o software que tá rodando, ele ainda é antigo. Então você já virou adulta, mas você ainda tá rodando com a identidade de proteção e sobrevivência que algum dia a sua criança precisou aprender. Tá bom, Carol? Qual que é o problema disso? O problema disso é que isso
cria um conflito interno. E eu tenho certeza que na hora que eu te explicar esse conflito, você vai falar: "Eu sinto isso aí. Isso aí acontece comigo". Porque isso acontece com todo mundo que ainda não passou por um processo de atualização de identidade. Esse conflito funciona assim, ó. Tem uma parte aí dentro de você que quer expandir, quer se sentir viva, quer ter brilho nos olhos, gosto pela vida. Só que tem outra parte. que precisa tentar te manter [música] exatamente onde você está. Essa parte que quer expandir, ela é a sua essência, é o seu
lado divino, é a sua luz, é aquela sementinha que Deus plantou no seu coração e que te lembra todos os dias e fica ali te incomodando, falando assim: "Nossa, mas a gente poderia ser maior, a gente poderia ter ido mais longe". Não tem essa parte? Eu sei que dentro de você tem. Tem gente que já perdeu essa parte, essa pulsão, mas você tá aqui nessa aula. Então eu sei que ela existe dentro de você, mas eu também sei que existe uma outra parte, a parte que quer te manter exatamente aonde você está. Então existe a
essência que quer expandir, mas existe a resistência, que é o seu lado racional. Essa parte não existe por acaso, tá? Essa parte é o seu cérebro. O cérebro que cria histórias para te manter travada. E ainda te convence que essas histórias são sensatez. o seu cérebro, deixa eu te contar uma coisa sobre ele que eu aprendi depois de 11 anos de estudo de comportamento humano e atualmente eu estudo em Harvard, que é a universidade mais reconhecida do mundo. Eu aprendi lá em Harvard que existe uma coisa chamada viés de confirmação. Isso significa, de uma forma
bem resumida, que o seu cérebro [música] ele tá sempre tentando confirmar aquilo que você já é, já [música] faz e já entende. Então, como a função principal do cérebro é sobrevivência e ele precisa poupar energia o tempo todo, o seu cérebro lá no tempo das cavernas, a principal função dele era te manter vivo e poupar energia. Só que aí a gente evoluiu e ele não evoluiu na mesma proporção. Então, até hoje existe dentro do seu cérebro o intuito, o desejo, a prioridade de poupar energia. E para isso ele atua através do viés de confirmação. Ele
quer te colocar no piloto automático. Ele não quer que você experimente coisas novas, que você atualize a sua identidade, que você suba de degrau na vida pessoal e profissional. Então esse mecanismo do seu cérebro que chama viés de confirmação, a neurociência chama de viés de confirmação, ele cria dentro de você uma guerra. Existe a essência, que é o seu pedacinho divino, que tá lá no seu coração, e existe a resistência que tá lá no seu cérebro falando: "Vamos ficar quieto aqui". Só que, como eu já te falei, eu sei que dentro de você a essência
tá pulsando porque você tá aqui. Quem não tem a essência pulsando, gente, não estaria aqui. Existem pessoas que estão conformadas com a vida mais ou menos, com a vida ruim. Se você tá aqui, é porque tem um pedacinho de você que tá te incomodando, te cutucando e dizendo: "Não é normal essa vida [música] sem luz". E você está absolutamente certa, gente. De fato, não é normal. É comum, tá? Mas não é normal. Nem tudo que é comum é normal. Anota isso. Eu vou falar várias frases ao longo dessa aula que eu quero que você leve
pra sua vida. 99% das pessoas lá fora estão vivendo com a luz apagada. Só que eu repito, nem tudo que é comum é normal. E 99% dessas pessoas desconhece que elas estão vivendo a partir de uma identidade desatualizada e que isso inclusive é a raiz do vazio que às vezes aparece dentro de você e que você não entende e que isso também é a raiz daquelas relações bagunçadas. e que isso também é a raiz do dinheiro que ainda está travado. Então, o seu problema não é que você tá perdida sem direção, sem clareza, que tem
algo de muito errado com você, não. Você está simplesmente desatualizada. Só que tem um problema. Eu acabei de te explicar que aí dentro de você existe uma guerra, né? Uma parte de luz que quer expandir e crescer e uma parte que quer te sabotar e te manter exatamente aonde você está, tá? Existe a essência e existe [música] a resistência. Só que veja bem, para a resistência te sabotar, ela é esperta. Ela não fala aqui, vamos desistir de crescer, vamos ficar aqui na vida mais ou menos. A gente fica aqui nessa vida mais ou menos, deixa
para lá. Não, não é isso que ela fala. Ela vai inventando todos os dias coisas para te distrair daquilo que realmente mudaria a sua vida. Então, nesse momento, por exemplo, ela pode estar te falando para você fechar essa aula e voltar lá para rolar o feed do Instagram. Só que vamos ser honestas, todos os dias você rola o feed do Insta, certo? E isso não muda a sua vida [música] em absolutamente nada. Então, anota isso. Toda vez que você tiver perto de uma grande mudança de vida, e isso tá acontecendo exatamente agora, a resistência ela
vai atuar das formas mais criativas e diversas. Ela vai inventar uma coisa do seu trabalho que você precisa fazer. [música] Ela vai tentar te distrair, vai falar: "Ah, não, não vamos fazer isso, não. É bobagem". Ela vai fazer seu filho chorar para roubar o seu foco. Ela vai te fazer ficar gripada. Então, sempre, absolutamente sempre, que você estiver prestes a subir um degrau na sua vida, você será testada. Eu vou repetir o que eu falei. Anota isso. Todas as vezes que você vai subir de degrau, a vida vai te aplicar um teste. E eu sei,
gente, que nem todo mundo vai terminar essa aula, porque a maioria das pessoas tá acostumada a deixar a resistência vencer. Só que quando você olha para as pessoas bem-sucedidas e para as pessoas que estão frustradas, nas pessoas bem-sucedidas, quem é que você acha que vence essa batalha? A essência resistência. Então eu preciso te dizer exatamente como a sua resistência age para que daqui pra frente ela saia do comando e você se coloque num movimento de crescimento, expansão e recupere o gosto pela vida, o brilho nos olhos. Porque agora que você sabe que a resistência existe,
você pode simplesmente não acreditar mais nos argumentos dela. Você pode reforçar de forma intencional [música] e consciente o compromisso que você fez com você mesma. Mas não duvide atuação da resistência. Ela sempre vai chegar para tentar te atrapalhar, inclusive ela vai tentar fazer você sair dessa aula, assim como ela vai tentar te distrair para você não vir pra aula ao vivo. E é por isso que eu queria te sugerir, antes da gente entrar no conteúdo sobre o vazio, sobre os relacionamentos e sobre o dinheiro, eu queria te sugerir que você parasse agora por um mísero
minuto e colocasse um despertador com o dia e horário do nosso encontro ao vivo. Porque eu posso te prometer que esse encontro vai valer por uns 10 anos de terapia, mas eu posso te prometer também que se você não fizer isso, você vai esquecer, porque a resistência vai vencer. E aí, sabe o que que vai acontecer? Você vai continuar procrastinando, vai continuar sentindo vazio, vai continuar desperdiçando seu potencial, tendo relacionamentos bagunçados, vai continuar sofrendo por causa de dinheiro. E eu sei que você já cansou de viver assim porque você tá aqui. Então faz isso agora
e coloca um despertador pro nosso encontro ao vivo. Dito isso, eu quero falar primeiro sobre o vazio. Você já acordou com aquela sensação de que tava faltando alguma coisa na sua vida, mesmo sem saber exatamente o que que era? Você já olhou para sua vida e até pensou que no papel tava tudo certo, não tinha nada de tão ruim acontecendo? Você tem família, você tem trabalho, você tem uma saúde, OK? Só que era como se dentro de você tivesse um buraco, uma inquietação que não passa, uma angústia que você não sabe de onde vem. É
como se você olhasse pra sua vida e pensasse assim: "Ué, mas era só isso?" E aí na hora que você sente isso, você se sente até ingrata, porque você fala: "Gente, tem tanta gente vivendo coisas piores." Você sente culpa por não estar plenamente feliz. E você até acha que esse vazio [música] é frescura, mas não é. E também não é ingratidão e não, não é falta do que fazer. Esse vazio, ele é o sinal, o grito da sua [música] essência, pedindo, implorando para ser vivida. Lembra que eu te falei que lá atrás, com todos os
traumas, dores e questões difíceis que você passou na sua vida, você criou uma versão de você mesma que era feita para sobreviver? Pois é, essa versão é a sua identidade desatualizada. Eu até às vezes com as minhas alunas chamo isso de máscara, mas não no sentido pejorativo, tá? Não é que você é uma pessoa mascarada, que quer enganar, enganar o mundo e por isso você está usando uma máscara. Não é que você é uma pessoa que em algum momento precisou se proteger e usar uma máscara de sobrevivência. Só que essa máscara acabou se tornando a
sua identidade. E gente, máscara, quando a gente tá falando a partir do viés da psicanálise, máscara, de novo, não é uma tentativa de enganar o mundo, tá? é simplesmente a forma através da qual você se apresenta pro mundo. Então, tem gente que tem a máscara de cuidadora, porque ela cuida de todo mundo, mas ela não cuida dela. Tem gente que usou, precisou usar lá na infância a máscara de invisível, precisou sumir para não incomodar e aí começou a se atropelar. Tem gente que criou a máscara de guerreira, eu não preciso de ninguém, eu me viro.
E aí a pessoa se tornou pesada e controladora. E por muitos anos pode ser que essas máscaras tenham funcionado, mas elas não são quem você é. E quando quando eu te convido para atualizar a sua identidade, na verdade o meu convite é vamos tirar essa máscara, vamos entrar em contato com a sua essência [música] e vamos construir uma vida tanto nos relacionamentos quanto no trabalho, quanto em tudo que represente a sua essência, porque eu quero que você sinta aquela sensação gostosa de estar plenamente encaixada na sua vida. Porque quando você vive por muitos anos usando
essa máscara por tempo demais, você acaba perdendo o contato com quem você realmente é, como se a sua essência ficasse sufocada. E esse vazio que às vezes aparece é exatamente isso. O vazio é a distância entre a forma como você aprendeu ser para sobreviver e quem você realmente é. E esse vazio, gente, o problema dele é que quando ele surge, ele vira excesso. Excesso de quê, Carol? Excesso de comida, excesso de trabalho, excesso de compras, [música] excesso de álcool. Você tenta preencher o vazio porque ele gera a sensação de angústia, só que você tenta e
isso não resolve porque ele volta. O vazio, gente, não é falta de coisas do lado de fora. O vazio é falta de essência. É por isso que eu digo que todo excesso esconde uma falta. E geralmente os excessos que nascem do vazio escondem a falta de contato com a própria essência. E aí eu queria te convidar aqui, eu quero te fazer uma pergunta, eu queria que você comentasse aqui nos comentários desse vídeo. Qual é a máscara que você usa com mais frequência? Será que é a máscara da cuidadora, aquela que cuida demais? Ou será que
é [música] a máscara da invisível, aquela que se atropela, que se cala, que some? Ou será que você tá usando a máscara da fortuna independente? A máscara da guerreira. Você tem clareza de qual é a sua máscara predominante? Se você tem, comenta aqui para mim. Se não, fica tranquila, tá? Em poucos minutos eu vou te explicar como é que você identifica qual é a sua máscara [música] predominante. Mas antes disso, eu vou falar um pouco sobre aqueles relacionamentos bagunçados que drenam as suas energias. Se você tem algum relacionamento que te frustra ou que drena sua
energia, isso pode acontecer por algumas razões. Talvez você sente que você dá mais do que recebe. Talvez você sente que você sempre atrai pessoas do mesmo tipo, que é um tipo que te faz sofrer. Talvez você sente que as pessoas não te respeitam, que elas abusam da sua boa vontade. Ou talvez você tá sempre lidando com a rejeição, com críticas, com abandono. Não sei exatamente o que é que acontece naquela relação que mais te desafia, mas eu posso te garantir que esse padrão vem da mesma raiz que é a sua identidade desatualizada. Eu vou te
explicar isso trazendo um dos conceitos [música] mais importantes da psicologia. É o seguinte, lá atrás você entrou numa dinâmica que era tipo uma dança das cadeiras. Lá no seu contexto familiar, você foi colocada em uma posição que não era a sua, porque tava todo mundo tão bagunçado, tava todo mundo tão fora de lugar, que você acabou sendo encaixada numa posição que não era sua. Só que isso moldou a forma como você se relaciona, tanto no trabalho como também na sua vida pessoal. Eu quero que você pare aqui um minutinho e pense no primeiro exemplo de
relacionamento que você teve. Quem foi? Qual que foi a primeira pessoa com a qual você teve qualquer tipo de interação? Você sabe? Foi sua mãe. Mesmo que ela não tenha te criado. Você teve interação com a sua mãe desde o útero. Então, se foi a sua mãe que te criou, eu gostaria que você pensasse nela agora. Mas se não foi ela, então eu gostaria que você pensasse em quem te criou, que talvez tenha sido a primeira relação consciente que você [música] teve na vida. E aí eu quero que você, com muita, muito respeito a ela
e muita honestidade, observe como é que ela se comportava nos conflitos da sua família ou mesmo fora de conflito, como que era a interação dela com os outros. Tem gente que vai dizer: "Ah, minha mãe era aquela que lamentava, ela tava sempre vivendo um drama". Então ela reclamava que ela fazia tudo, que ninguém reconhecia, que meu pai não ajudava, que meus irmãos não reconheciam o esforço dela. Ou não. Às vezes você teve uma mãe que ela era o extremo oposto, ela assumia os problemas de todo mundo, ela cuidava de todo mundo, ela salvava todo mundo
dos problemas, ela resolvia tudo que acontecia, só que depois ela ficava exausta e ela acabava se abandonando. Ou tem gente que teve uma mãe exigente, uma mãe [música] que criticava, que cobrava, que apontava dedo. Eu não sei qual dos três perfis aqui você identificou com a sua mãe, mas guarda essa [música] resposta, você vai entender porque que eu te pedi para pensar nela. Antes da gente voltar nisso, eu quero te mostrar algo que mudou a minha forma de enxergar todas as relações. É um conceito chamado na psicologia de triângulo de Carpman. Você não precisa saber
esse nome. Eu só tô te contando que existe uma base de psicologia por trás do que eu tô te trazendo, que não é nada que eu tirei da minha cabeça, tá? Esse modelo mostra que existem três principais [música] papéis que todo mundo assume na dinâmica dos relacionamentos. Só que a gente faz isso sem perceber, tá? E aí eu vou te contar quais são os três principais papéis. O primeiro papel é de quem carrega [música] o peso. É aquela pessoa que sente que dá mais do que recebe, que faz tudo pelos outros e que ninguém reconhece.
É aquela pessoa que sente que a vida é injusta com ela, que ela tem quase uma posição de coitada. Ela vive dizendo que se esforça muito, que não ganha nada em troca. Ela acha que os pais não foram justos com ela. Ela acha que o marido não é justo, o chefe não é justo, que a vida de forma geral não é justa com ela. Ela se sente injustiçada. Só que aí existe um segundo papel, que é o papel da pessoa que cuida, que salva, que resolve o problema. É a pessoa que assume os problemas dos
outros. a pessoa que quando você conta um problema para ela, ela já chega trazendo uma solução. Ela às vezes tá tão viciada em salvar o mundo que ela começa a carregar pesos que não são [música] dela. E aí ela se sente exausta, ela sente uma sensação de utilidade quando ela tá ajudando os outros. Talvez porque alguém contou para ela que ajudar o outro, salvar o outro, resolver o problema do outro era sinal de bondade. Só que lá no fundo ela se ressente porque não tem ninguém cuidando dela, não tem ninguém salvando ela e aí isso
fica pesado. E o terceiro papel é o papel daquela pessoa que nas dinâmicas relacionais ela cobra, ela é muito crítica, ela julga, ela aponta o dedo, ela fica impaciente quando as coisas não saem do jeito certo. E essa pessoa que é muito crítica, ela não faz isso por querer. Na verdade, ela nem percebe. Só que essa postura dela tende a afastar as pessoas dela, faz com que as pessoas tenham medo dela, mesmo que a intenção dela seja de apontar onde que as coisas poderiam ser melhores. Então, esses três papéis, cada um deles tem um nome.
O primeiro que sente que tá sendo sempre injustiçado é a vítima. O segundo que sempre que sente que sempre precisa salvar os outros é justamente a salvadora. E o terceiro que tá sempre apontando o que é que aconteceu de errado é a crítica. Agora, lembra que eu te pedi para pensar na sua mãe? Olhando para esse triângulo, qual desses três papéis [música] a sua mãe mais assumia na sua infância? Eu sei que você pode falar, Carol, um pouquinho de cada um, mas qual que é o predominante? Eu tô te perguntando isso sobre a sua mãe,
porque como ela foi a sua primeira referência de relacionamento, pode ser que você tenha herdado esse mesmo vício de comportamento que ela. Na maioria dos casos, não é sempre, a gente aprende a se relacionar olhando pra nossa maior e principal referência, que é a nossa mãe. Então, talvez, por [música] mais que você tenha querido não repetir padrões da sua mãe, não, eu tento fazer tudo diferente, que minha mãe era muito doida. Gente, tudo que a gente tenta excluir fica mais forte. Você tenta fazer tudo diferente, mas na hora que você vê, quando você tá um
dia mais tenso, tomou uma taça de vino, você tá repetindo as coisas igualzinho a ela, sim ou não. É normal isso, isso não é errado. Ela foi a sua primeira referência de relacionamento. Então, eu quero que você olhe para esses três papéis, [música] para essa dinâmica de relacionamento e se enxergue aí, porque com certeza, seja qual for o seu papel predominante, se você se sente mais injustiçado, se você tem o o curioso hábito de querer salvar todo mundo ou se você se vê na posição de ser a crítica, não é para se julgar, é para
ter consciência que esses [música] papéis, esses padrões ficaram gravados na sua identidade e que você continua repetindo eles. Não porque você quer, mas porque esse é o único jeito que o seu subconsciente conhece de se relacionar. Então eu quero te dizer que você não ficou em nenhuma dessas três posições por escolha, tá? Esses papéis ficaram gravados na sua identidade porque lá atrás te ensinaram isso ou você precisou ocupar esse lugar na dinâmica para sobreviver dentro do seu próprio contexto. O grande problema é que enquanto a gente não traz isso para consciência, você continua repetindo. A
maioria das pessoas, gente, fica girando dentro desse triângulo a vida inteira. Às vezes ela é a vítima, às vezes ela é a salvadora, às vezes ela é a perseguidora. Você pode ser vítima no ambiente familiar e perseguidora no seu trabalho, entende? Mas existe um que predomina e já já eu vou te mostrar como você descobre qual é o seu padrão predominante. Fica aqui comigo. Por hora, eu só quero te dizer que o relacionamento saudável, relações leves, aquelas que não te drenam e nem te frustram, elas acontecem fora do triângulo. Eu te falei que esse triângulo
chamava triângulo de Carpman. Nome bonito, né? Só que tem gente que chama ele de triângulo dramático. Mais [música] fácil para você lembrar. As relações leves acontecem fora do triângulo dramático. É isso que eu preciso que você entenda, só isso. Então, antes de falar sobre o dinheiro, que eu sei que é a parte que você tá esperando, eu quero que você, de novo, com muita honestidade, pare e reflita. Será que eu consigo ter consciência se eu assumo mais a posição de vítima, mais a de salvador ou mais a de crítica? Você tem essa clareza já? Se
tiver, escreve aqui para mim. Sen não, como eu te falei, fica tranquila que eu vou te explicar já já em poucos minutos como é que você descobre, em qual desses três padrões você, a sua identidade está congelada. E agora então vamos falar do tal do dinheiro. Qual é o seu problema com dinheiro? É que o dinheiro não flui para você na quantidade, na abundância que você gostaria? É que você trabalha muito e ganha pouco? É que você até ganha bem, mas que nunca sobra. O dinheiro chega, mas parece ter um ralo na sua vida e
esse dinheiro desaparece. É porque você tem medo de cobrar aquilo que você vale. Qual é a sua questão com o dinheiro? Eu não sei, mas eu sei que a raiz é a mesma, a sua identidade desatualizada. E eu sei que agora você tá falando assim: "Como assim o dinheiro tem a ver com a minha identidade?" Calma, eu vou te explicar. Mas antes de começar a te explicar, eu gostaria que você pensasse em um número. O número que você gostaria de ver entrando na sua conta bancária no final de todo o mês. Pensa aí. Pensou? Visualizou
esse número na sua cabeça, tá bom? Guarda esse número. A gente vai voltar nele, tá? Agora com ele aí na sua cabeça, de forma muito honesta, olha para esse número escrito bem grande na sua mente e me fala [música] com honestidade o que é que você sente quando você pensa nele. Vem aí a primeira palavra que veio. Não julga a palavra. Guarda essa palavra. Eu vou voltar nela com você. Mas antes eu quero te explicar como é que a sua identidade que tá desatualizada atrapalha a sua relação com o dinheiro. É o seguinte, quando você
era criança, qual que era o único jeito de você ter dinheiro? Lembra lá na sua infância? Qual que é o único jeito de uma criança ter dinheiro? Pedir, né? Você pedia pros seus pais, pros seus tios, pros seus avós, porque você era criança, não tinha como trabalhar. Então, o primeiro degrau relacional que a gente tem com o dinheiro é o degrau receber, que é o degrau crianças. E tá correto? Porque a criança ela tem que de fato receber o sustento dela e aquilo que ela precisa de alguém. Tá tudo certo. Estava tudo certo você estar
nesse degrau enquanto você era criança. Você não tinha capacidade de gerar dinheiro. Só que, gente, tem muito adulto que nunca saiu desse degrau. São pessoas que ainda dependem emocionalmente de outras e financeiramente de outras para se sentirem seguras. Então, essas pessoas elas assumem perante a vida uma posição de ficar esperando receber. Elas pedem, elas torcem para chegar e às vezes até elas cobram como se o mundo devesse algo a elas. Eu tenho certeza que você conhece alguém assim que adoraria receber dinheiro, mas que não tem [música] a disposição, que não faz o movimento de conquistar.
E talvez você julgue essas pessoas, mas no fundo, gente, sabe por que isso acontece? Porque a identidade dessa pessoa não foi atualizada lá. Ela era uma criança que aprendeu: "Eu não consigo, eu preciso que alguém me dê". Só que essa criança tá dominando essa pessoa ainda. E se essa pessoa é você, essa criança que acredita que não é capaz de conquistar dinheiro, ela tá ativa aí dentro de você, fazendo com que você não confie que você consegue se entregar aquilo que você precisa e deseja. lá atrás, na sua infância, essa crença de que você não
consegue foi implantada dentro de você e o grande problema é que ela ficou marcada na sua identidade. E enquanto essa identidade desatualizada tiver no comando, você vai ficar presa no primeiro degrau do dinheiro, que é o degrau receber. O problema disso é que a sua vida não vai pra frente, porque você precisa que sempre alguém resolva os seus problemas financeiros. Você não consegue trocar de emprego porque você não tem liberdade financeira. Na hora que alguém tá te atropelando um trabalho, você é obrigado a ficar. Você não consegue sair de uma relação ruim porque você depende
financeiramente daquela pessoa. Então, está no primeiro degrau do dinheiro rouba a sua liberdade em última instância. Quando você amadurece, você entende que aquilo que você deseja, você precisa conquistar, você passa pro segundo degrau dinheiro, que é justamente o degrau de conquistar. É quando você sai da posição de receber e começa a fazer os movimentos para gerar. Então você trabalha, você cobra pelo seu trabalho, você faz acontecer, sabe? Só que no segundo degrau, embora ele pareça sensacional, porque é o degrau da pessoa que aprendeu a conquistar dinheiro. Isso é bom, né? É, gente, mas tem uma
armadilha aqui que ninguém te conta. Se você conquista dinheiro com sacrifício, o dinheiro até entra, mas ele custa caro demais. Ele custa a sua saúde, custa a sua paz [música] e custa a sua leveza. E isso, gente, também é problema de identidade desatualizada. lá atrás, ou porque você copiou as pessoas da sua família, ou porque elas repetiram isso muitas vezes, você carimbou dentro do seu subconsciente a crença de que você precisa sofrer para merecer. [música] E iss também foi herdado. Eu tinha muito isso na minha vida. Nossa, se eu não tiver me sacrificando, então eu
não mereço receber. E aí que que acontece? você começa a fazer muito esforço para conseguir conquistar o dinheiro e aí ele até chega, mas você não consegue manter e você tá sempre precisando fazer mais esforço. Porque você associou que precisa sofrer para merecer. Todas as vezes que sua vida tá um pouco mais leve, que que você faz? Você perde dinheiro. E aí você fala: "Nossa, mas na hora que eu relaxo parece que um ralo na minha vida, aí eu começo a perder". Isso é porque você não saiu do segundo degrau [música] dinheiro. Eu sei que
você tá se perguntando qual é o terceiro degrau, porque é lá que a magia acontece. Terceiro degrau é degrau esse degrau maravilhoso. É ali que mora a verdadeira prosperidade. É quando o dinheiro vem pra sua vida de forma leve. É quando você usa os seus maiores talentos. É quando o dinheiro ele para de ser sacrifício e prisão. Eu não tô dizendo que eu vou te ensinar uma fórmula mágica no terceiro degrau que você fica deitado vendo Netflix, o dinheiro chega. Gente, se alguém tiver te prometendo esse tipo [música] de coisa, desconfie. Isso não faz o
meu perfil. Eu tô dizendo apenas que quando você tá centrada na sua essência, fazendo bom uso dos seus talentos, construindo uma vida que faz sentido para você, você entra em flow. Então você trabalha, mas o seu trabalho não tem gosto de sacrifício. E aí você consegue fazer aquele trabalho cada vez melhor, porque você tá usando o seu talento, você tá sentada na cadeira certa, você tá fazendo o melhor uso desse ativo que é você. E desse lugar até a sua relação com o trabalho muda, deixa de ser sacrifício e vira servir, vira realização, especialmente mulheres.
Gente, mulher não se contenta só com dinheiro, tá? Mulher na vida profissional precisa se sentir realizada. A gente tem que ver sentido naquilo que a gente faz. Então, no degrau três, é o degrau em que você tá tão próxima da sua essência que você se conhece tanto que você consegue construir uma vida profissional que faz bom uso dos seus talentos. E aí não só você se torna mais potente, mais abundante, mas você consegue também ter uma relação de leveza com o dinheiro. Só que adivinha só? Pouquíssimas pessoas chegam no degrau três porque as pessoas estão
distantes da essência delas, porque as pessoas nem sabem que precisam atualizar a sua identidade. A maioria das pessoas que eu conheço para no degrau dois, tá? E aí ali se mata de fazer esforço porque quer entrar num movimento de prosperidade e crescimento. Aí acha que tem que fazer mais esforço, mais esforço, até que uma hora pifa e fala: "Ai, eu tive um burnout. Por que será?" Porque desconhece a verdadeira raiz desse problema. Aí vai culpar o chefe, vai trocar de empresa e adivinha só? Para onde você for, você também vai. E o seu problema está
na sua relação com o dinheiro, que começa naquilo que tá no seu subconsciente, que determina a sua identidade. Agora, sabe aquele número que você pensou? Deixa eu te contar uma coisa. Quando eu pensar, quando eu fazia esse exercício comigo mesmo, eu olhava pro numerão e sabe o que que eu sentia? Talvez você tenha sentido isso. [música] Eu sentia cansaço. Eu tinha muita facilidade de conquistar, de fazer dinheiro, mas eu não me dava permissão para ser do meu tamanho e para ter uma relação mais leve com o dinheiro. Eu me via menor do que aquele número.
Então, quando eu olhava pro número, eu falava assim: "Nossa Senhora, que preguiça, que cansaço que me deu só de pensar". Porque eu pensava no sacrifício que eu teria que fazer, no grande esforço que eu teria que fazer. Não é que eu não me via capaz do número, tá? Eu já tinha saído do primeiro degrau. Se você olhou pro número e pensou: "Impossível". você tá no primeiro degrau. Tem muita gente que vai olhar pro número e falar assim: "Ha, vai rir de você mesma. Ha, até parece". Eu não tava mais nesse degrau. Eu tava no degrau
de quem pensou e falou: "Não, vai dar muito trabalho, preguiça". E o que você sentiu, a primeira coisa que você sentiu quando você olhou para esse número, pode ser uma pista que te conta como é que tá a sua relação com o dinheiro. E eu já te adianto, tá? Não vai adiantar você forçar para pensar coisas positivas. Pense, olhe para esse número e fala: "Assim é, está feito, o dinheiro vem até mim". Para gente, se repetir frase na frente do espelho sobre dinheiro adiantasse, estava todo mundo milionário. Sim ou não? E aí, para terminar, eu
quero te perguntar se você sabe em qual dos três degraus do dinheiro você está hoje. Mas se você não sabe, fica tranquila, porque agora é a hora que eu vou te explicar [música] como é que você descobre, como é que você descobre, qual das três máscaras você mais usa, em qual dos das três posições do triângulo dramático você mais senta e em qual dos três degraus do dinheiro você está atualmente. É o seguinte, eu criei um diagnóstico bem rápido, demora sei lá, 2 minutos para fazer, para te ajudar a enxergar os seus [música] padrões. Eu
quero que você aprenda a buscar a raiz das suas questões, porque é só quando a gente olha pra raiz que a gente consegue de fato mudar a nossa vida e parar de repetir padrão. São poucas perguntas e em menos de 2, 3 minutos você [música] faz. E aí no final você vai descobrir qual máscara tá te afastando da sua essência, qual papel assume nos seus relacionamentos distorcidos [música] e em qual degrau dinheiro você hoje está. Esse diagnóstico também faz uma análise personalizada a partir da sua data de nascimento. E aí você vai descobrir qual é
a sua essência, a sua missão de vida, o que que a sua essência tá te pedindo. E aí você vai descobrir também aonde tá o seu curto circuito que tá te fazendo hoje viver com a sua luz apagada. Só que tem uma coisa, tá? Eu preciso que você faça [música] esse quiz e esse diagnóstico antes da nossa aula ao vivo. Por quê? Porque no encontro ao vivo eu vou trabalhar em cima desse resultado do diagnóstico. Então se você chegar no encontro ao vivo sem ter feito, você vai ficar perdida, porque lá eu vou falar algumas
coisas que só vão fazer sentido se você já tiver descoberto quais são os seus padrões. O link para esse quiz está aqui embaixo. E olha, se você gostou de tudo que eu te passei nessa aula, eu posso te falar uma coisa? O encontro ao vivo vai ser 10 vezes mais potente. Aqui eu te mostrei várias coisas que o problema não é o problema, que a cura acontece na raiz, o padrão das máscaras, o padrão dos relacionamentos e os três degraus do dinheiro. Coisas que até hoje na sua vida, não sei se você já fez terapia,
quantos livros você leu, o que que você já estudou, mas eu tenho certeza que são coisas que você nunca tinha escutado e que daqui pra frente vão modificar a sua [música] relação com a sua essência. Daqui paraa frente, você nunca mais vai escutar a sua resistência falando, sem lembrar que aquilo ali faz parte da sua batalha interna. Então, daqui paraa frente, muita coisa vai mudar só com essa aula. Só que aqui eu te mostrei a raiz do problema. Lá no encontro ao vivo, eu vou te mostrar a solução. Aqui eu te mostrei a raiz, que
é a sua identidade desatualizada, essa identidade de sacrifício. Lá eu vou te ensinar como atualizar essa [música] identidade. Lá eu vou te mostrar o método exato que eu uso para atualizar a identidade de sobrevivência e te levar para uma identidade madura. Vou te mostrar como é que você sai do triângulo dramático de uma vez por todas, sem culpa, sem briga e sem se lunar. Pera aí, vó. Pode pôr isso em preto e branco que elas vão rir. Aluna, eu vou te mostrar como é que você sai do triângulo dramático de uma vez por todas, sem
sentir culpa, sem briga e sem se anular. E também vou fazer um exercício prático para melhorar a sua relação com o dinheiro. Me aguarde. Na aula ao vivo também vai ter uma surpresa especial para quem fez o quiz antes, tá? Mas tudo isso eu vou te contar lá. que eu posso te garantir é que isso tudo que eu te mostrei hoje é apenas a ponta do iceberg. E antes de terminar, eu quero fazer um acordo com você. Eu vou cumprir a minha parte. Eu vou te mostrar o caminho para você atualizar a sua identidade e
finalmente viver com a sua luz acesa. Mas eu preciso que você também cumpra a sua parte de estar ao vivo comigo no nosso encontro. Eu sei, gente, que nos próximos dias, olha, vão [música] aparecer várias desculpas. Alguém vai te chamar para fazer outra coisa. vai surgir um imprevisto, o cansaço vai bater, você pode ficar doente. A sua mente vai criar várias histórias porque ela quer te manter aonde você está. Lembra qual que é o nome disso? Desse mecanismo do seu cérebro que quer te manter onde você está. Viés de confirmação. Você não precisa saber esse
nome. Você só precisa saber que isso existe. Você só precisa saber que nos próximos dias, daqui até a nossa aula ao vivo, a sua resistência vai atuar todo santo dia. Isso nada mais é do que a sua identidade de sobrevivência tentando te proteger do crescimento. A resistência faz isso, gente. Ela fez isso a vida inteira. Por isso que você se sabota. Esse é o trabalho da resistência até hoje, até o dia de hoje. Ela vem ganhando essa batalha, ela te comanda. Quantas foram as vezes que você se prometeu e não foi, que você começa e
não termina, que você sabe o que você tem que fazer e simplesmente não faz? Tá na hora de mudar esse jogo, de parar de viver com aquela sensação de que a vida tá indo e que você tá ficando, de que a vida de todo mundo tá andando pra frente e que a sua tá andando em círculos. Então, anota isso que eu vou te falar. Sempre que uma grande mudança estar perto, forças contrárias aparecem. O nome disso é resistência. Só que se você chegou até aqui, você já não é como a maioria. A maioria se dispersou
e deixou a resistência vencer ao longo dessa aula. Se a sua essência te trouxe até aqui, até o final desse vídeo, é ela que vai te fazer fazer o quiz agora e estar comigo ao vivo no nosso encontro. Então faz o seguinte, se você não fez isso ainda, coloca o seu despertador para tocar no dia e horário do nosso encontro que vai est aparecendo aqui na tela. Não conta com a sua memória. Isso é dar espaço pra resistência te sabotar. Isso aqui, gente, não é um convite pro nosso encontro ao vivo. É basicamente uma convocação.
É a minha essência convocando a sua, porque o meu objetivo é te ajudar a subir pro seu próximo degrau. Então, faz o quiz agora e eu te vejo daqui a poucos dias no nosso encontro ao vivo. Até lá. Se você tiver qualquer dúvida, pode chamar o meu time nesse número de WhatsApp que tá aparecendo aqui na tela. Vou pedir para colocar um número de WhatsApp, talvez até um QR code para facilitar para você, mas em algum lugar dessa tela vai aparecer um número. Se você tiver dúvida, printa esse número agora. Salva aí, suporte time Carol
Rash. E se você tiver qualquer dúvida no meio do caminho, você chama esse [música] time que vai est todo mundo prontinho para te ajudar. Combinado? Se você gostou dessa aula, comenta aqui, manda essa aula para alguém e convoca mais gente para que a gente possa ter perto da gente, no nosso ambiente, na nossa vida, cada vez mais [música] pessoas com a luz acesa. Te vejo, portanto, no nosso encontro ao vivo. Você não tem nada a perder, mas você tem uma vida nova para ganhar.