[Música] Olá boa noite sejam todos bem-vindos nessa terça-feira hoje 10 de dezembro mais uma palestra do ppg 100 o programa de pós-graduação em ciências e engenharia de materiais da Universidade Federal de Catalão na noite de hoje a gente recebe a professora dich olivea falar sobre flotação de minérios fosfáticas a professora Michele é graduada e mestre em Engenharia Química Pela Universidade Federal de Uberlandia Doutora em engenharia Metalúrgica de Minas pela UFMG professora titular no CEFET campos Araxá é professora Permanente no programa de pós--graduação em engenharia de Minas eh e mestrado profissional de CEFET Minas Gerais do
campus Araxá tem experiência na área de engenharia de engenharia de Minas e engenharia com ênfase em tratamento de minérios mich seja muito Bem-vindo Nossa ao nosso seminário com sua palestra o palco virtual do PP G é todo seu viu obrigada agradeço a convite agradeço a André né pela lembrança e então vamos iniciar vou vamos discutir um pouquinho sobre flotação de minério fosfático eu vou iniciar fazendo uma breve apresentação você já já né já iniciou essa Apresentação mas eu vou dar mais alguns detalhes vou falar fazer uma Contextualização sobre o fosfato conceito de flotação e alguns
resultados de estúdios eh como você mencionou minha formação é em Engenharia Química pela Universidade Federal de Uberlândia eh durante a graduação eu eh já tive um primeiro contato com eh o a flotação eu fiz um estágio na antiga bum fertilizantes aqui em arach eh e também desenvolvi um projeto de iniciação científica com flotação de minérios eh Numa coluna de bancada durante a minha graduação né já tive um um certo interesse pelo tema e e dei continuidade no mestrado que eu também cursei no na fec UFO né na faculdade de engenharia química fiz o mestrado em
Engenharia Química mas no tema de flotação em coluna de rejeito remoído eh que é um rejeito que tinha na época né no processo aqui de concentração da usina de Araxá essa coluna de bancada que eu utilizava meu orientador foi o Professor Marcos Antônio Souza Barroso Marquinhos eh que né tem uma linha de pesquisa também em flotação na na UFO e desenvolve ótimos trabalhos foi um grande mestre eh depois eu fui fazer o doutorado em tecnologia mineral na UFMG na eh engenharia Metalúrgica Minas e materiais e continuei trabalhando com flotação de minério fosfático aí meu tema
de trabalho foi o minério cílico carbonatado um estudo fundamental aqui Que né coloquei uma imagem do tubo de rimont que eu usava fazer testes na escola de Minas ainda da UFMG meu orientador no doutorado foi o professor Toninho né Antônio Eduardo clarque perz também uma referência né na área que me ensinou muito sobre flotação e e atuo Né desde o doutorado Eu já entrei como professora no CEFET atuo no curso técnico em mineração no curso de graduação engenharia de Minas e mais recentemente a partir de 2019 no programa de pós-graduação em engenharia de Minas no
mestrado profissional com disciplinas na área de tratamento de minérios Mais especificamente de concentração flotação separação sólido líquido entre outras então para iniciar vou falar um pouquinho sobre o fósforo que é um elemento né de símbolo P que é essencial aos seres vivos que ele AD dito sem sucedâneo e ele é sem substituto né e é fundamental pro ciclo Eh paraas plantas animais microorganismos o seu ciclo né envolve as plantas os animais e os microorganismos eu coloquei uma imagem aqui à direita eh dos nutrientes que são essenciais para o crescimento das plantas e a gente vê
o fósforo que do solo né absorvido pela planta das que as plantas eh distribuem para pros animais que as consomem e sendo assim indispensável para eh o crescimento das plantas é Usado um dos seus grandes usos é na indústria de fertilizantes e o fornecedor de fósforo o princial mineral de minério né é a patita nós temos eu coloquei aqui a imagem da eh de uma patita e a forma mineralógica mais comum desse fósforo podendo ser fluorapatita hidroxiapatita ou clor patita dei um destaque na fluorapatita que nós temos eh né no Brasil e nós temos as
rochas os fosfatos De cálcio que são os que que contêm as apatitas nós temos esses fosfatos de origem sedimentar ígnea ou biogenética sendo que os sedimentares e os ignos são os principais para eh que tem mais valor econômico e dentro disso 75% né da disponibilidade hoje do do Fosfato vem dos Minérios de origem sedimentar no entanto no Brasil os nossos concentrados de fosfatos são produzidos principalmente a parte dos Depósitos ignos 80% das jazidas eu coloquei aqui duas imagens de 2019 de 2009 desculpa São não são tão recentes mas eu com objetivo de quê De ilustrar
né a distribuição aí o primeiro mapa localização das minas que estão ativas e um segundo mapa em pesquisas que estavam na época né para para ilustrar essa distribuição ao longo do território nacional e esses fosfatos ignos estão nos complexos alcalinos carbonat titicos Estão listados aí o Barreiro alguns em Minas né Salitre em Goiás São Paulo e eu coloquei ao lado direito a figura quat tá ilustrando eh as características químicas do minério de Catalão para mostrar que nós temos né diferentes tipos de minérios eh oxidado miccio cicoc carbonatado então desses eh desses complexos nós podemos ter
teores de Fósforo né diferentes e contaminantes dependendo do tipo de minério diferente que vai gerar Um Desafio na flotação né ou na etapa de concentração podendo ser um outro método eh Apesar de que a gente vai focar na flotação de acordo diferente de acordo com esses minerais contaminantes minerais de ganga e o concentrado de fósforo o concentrado fosfático ele é expresso comercialmente Expresso na forma do pentóxido de fósforo no P2 o5 ou do Fosfato tricálcico eh no p25 na no mineral Apatita eu disse aqui anteriormente nós temos cerca de considerando a fluorapatita 42,3 por eh
de P2 o5 e eh no P2 o5 cerca de 43,7 do fósforo e esses fosfatos de com origem Igna que são a maior parte né do do do das jas que nós temos aqui no Brasil eles têm teores entre 4 a 15% de P2 o5 quando a gente compara pensa né nos Fosfatos de origem sedimentar Eles já tê teores maior de P2 o5 e uma Concentração não tão complexa o uso de origem lna exige operações de Lavra mais seletivas e sofisticados processos de concentração aqui eu coloquei o fluxograma beneficiamento do minet Tapira eh para ilustrar
né número de etapas que nós temos para fazer o enriquecimento do do fósforo no nosso produto final que nós denominamos de concentrado e Aqui ilustrando nós temos um circuito Três circuitos circuito de granulado circuito de friável circuito de ultra fino gerando aí os concentrados e a gente pode observar pelo fluxograma que nós temos como operação de concentração separação magnética de baixa intensidade separar sbi smbi né o símbolo separação magnética de alta intensidade assim como a flotação para eh fazer o enriquecimento do p25 para atender né a indústria de fertilizantes e o sendo assim o Principal
método de concentração a flotação a flotação ela consiste vou né como eu disse na introdução abrindo parênteses vou falar assim os conceitos né de explotação para eh porque o André até comentou comigo que nós temos um um público diversificado então achei interessante trazer também alguns os né os conceitos e eh essa imagem aqui eu peguei da dissertação da Amanda que ela fez uma modificação Eh ilustra né um equipamento de flotação na célula mecânica pra gente definir o que que Como é esse essa operação unitária da flotação como ela separa ou concentra enriquece esse fosfato nós
temos aqui eh na no equipamento a alimentação da nossa poupa a poupa é o que o minério com em Água uma determinada porcentagem de sólidos eh esse minério é distribuído no equipamento que tem um agitador que faz né a responsável pela suspensão da Manter essas partículas da PPA em suspensão e também por onde entra o gás e através da agitação do cisalhamento aqui do do gás que é injetado contra o estator formam-se as bolhas que são quebradas e distribuídas ao longo eh da máquina aqui da poupa e da desse desse movimento nós temos o contato
das partículas com as bolhas e o processo de flotação é o qu é um processo de separação sólido sólido que eu vou separar partículas com Características de superfície que são molháveis pela água que a gente chama de partículas hidrofílicas que tem uma superfície com característica polar e partículas hidrofóbicas que são pouco molháveis pela água que tem a superfície com caráter mais apolar então da injeção desse gás na poupa e do contato dessas partículas com as bolhas de gás as partículas com a superfície hidrofóbica interagem com as bolhas e Eh elas esse contato né Elas deslizam
aqui na superfície da bolha e as partículas no no vídeo tá mostrando os minerais hidrofóbicos marrons hidrofílicos amarelos esse contato as partículas cólicas se aderem tem uma maior probabilidade de se aderir nas bolhas de gás esse agregado bolha partícula como mostrado na imagem acende né Por uma questão de menor densidade forma então no topo do equipamento uma espuma essa camada de espuma né contendo Os minerais hidrofóbicos ela é Ela transborda no topo do equipamento e ela é separada da polpa então com isso a gente faz a separação das partículas S características hidrofóbicas das partículas hidrofílicas
que saem aqui pelo afundado a flotação é uma operação que tem eh muitas vantagens por exemplo é muito versátil cada mineral tem uma superfície característica então eu posso usar a Técnica praticamente né todos os bens minerais num exemplo Quart fpat os dois são leves seria difícil fazer uma separação entre eles por concentração eh gravítica né baseando na diferent de densidade os dois são não magnéticos e são não Condutores também seria difícil uma promover uma separação por métodos físicos aqui separação magnética ou eletrostática mas cada um tem uma superfície característica e eu consigo Fazer a separação
né usando um usando de reagentes que conseguem hidrofob zar um desses minerais eh a outro ponto é a precisão da Separação uma da uma né um dos da grande relevância da flotação é que apesar de nós termos a maioria dos minerais naturalmente hidrofílicos e eu acabei de mencionar que nós vamos na flotação separar os minerais hidrofílicos né e os hidrofóbicos nós eh conseguimos induzir A gente diz induzir ou ampliar a propriedade diferenciadora Ou seja a gente consegue alterar a característica dessa superfície eh de hidrofílica para hidrofóbica aumentar aqui né Eh diminuir a molhabilidade vamos dizer
assim molhabilidade pela água então nessa imagem tá ilustrando aqui é uma partícula mineral eh e nós temos aqui reagentes em contato com essa partícula um reagente que a Gente chama de sulfatan que tem uma parte polar e uma parte Apolar vou dar mais detalhes na sequência e esse reagente Eu costumo né dar o exemplo fazer eh uma analogia com Como se eu tivesse uma bola de futebol e eu embrulhasse essa bola com papel de presente eh de cor amarela e quando eu olho pra bola eu tô vendo né o papel tô vendo ela toda amarela
mas se eu tiro desembrulha a bola eu tenho a bola com as características dela Eh que se mantém então acontece né Essa ação aqui na superfície da partícula nessa região interfacial e podendo alterar a polaridade dessa partícula com isso a gente pode né Eh pode usar o processo de flotação em diversas situações uma outra um outro ponto positivo é a eficiência da Separação nós temos aqui a tabela que o Baltar traz no livro flotação é uma nova abordagem até já deixo a indicação uma ótima Referência sobre flotação eh mostrando a o a separação na eficiência
da op ação que nós temos para diversos minérios inclusive o minério fosfático que sai aqui de teorias de 5% nós já temos usinas eh como aqui Serra do Salitre né com alimentação teoriza até abaixo de 5 cerca de 4% de p25 e são enriquecidos até 35% que h a especificação da indústria de fertilizantes com sucesso aí pela eh Usando a operação de flotação então uma Outra vantagem da flotação é a maior tolerância aos finos que a gente consegue aplicar né Eh com êxito a minérios de até 10 micrômetros e e com distribuição granulométrica heterogênea eu
coloquei essa imagem mostrando o que a gente tem aqui se a gente imaginar né um um cubo um uma determinada massa por exemplo 1 g eh e considerar o que eu tenho de área de superfí f por grama área superficial Específica a medida que eu diminuo o tamanho considerando essa mesma massa eu tenho um significativo aumento da área superficial Então as propriedades de superfície elas ganham cada vez mais importância cada a medida que a gente tem dimensões menores e como a flotação é uma técnica que depende das superfícies nós conseguimos eh é sucesso né êxito
para fazer a concentração a separação de minerais de tamanhos menores que às vezes é difícil ou Impossível com outras eh outros métodos eh e falando dessa versatilidade em relação à granulometria nós temos aí variações eh desde o limite superior até o limite inferior de 1 mm no caso de carvão até 5 então o que que define Qual que é o maior tamanho que eu consigo flotar eh eu preciso de ter a liberação dos grãos do mineral minério ele tem que estar livre para ser separado e por outro lado também a possibilidade de transporte Dessa partícula
pela bolha que vai depender também da densidade partículas maiores mais pesadas elas podem né se desprender aqui que a gente chama destacamento da bolha e por outro lado temos o tamanho mínimo aí eh em torno de 40 a 10 micrm quando a gente tá considerando né a a deslamagem eh que é função até onde né Qual o tamanho que vai acontecer esse corte em função de um consumo exagerado de Reagentes Porque quanto como eu mostrei na imagem quanto maior eh menor o tamanho maior a fragmentação menor o tamanho das partículas mais área de superfície e
esses reagentes eles vão atuar nas superfícies então eu vou ter um maior consumo de reagente e perda de seletividade considerando né o o que a gente tem cada vez teorias mais minérios mais complexos os teores diminuindo também necessidade de processamento de rejeitos com granulometrias finas Então Essa eh característica né da da flotação é um é importante para o sucesso aí desse método para que né ele continue sendo utilizado uma Outra vantagem é a possibilidade de produção em larga escala que tem um custo moderado isso viabiliza mesmo em casos de baixo valor agregado Como é o
exemplo que nós estamos tratando aqui de flotação de fosfato então eu trouxe novamente aqui uma imagem de Tapira né que é é uma Usina que processa uma grande quantidade de minério uma das maiores da América do Sul e uma outra um um conceito mais um conceito né que envolve a flotação é a separação em flotação direta e flotação reversa que que é a flotação direta quando a espuma eh separa o mineral minério mineral de Valor Econômico noso quando ele é coletado né na espuma nós dizemos que a flotação é direta por exemplo mais o caso
mais comum do Fosfato né dos Minérios íos brasileiros nós hidrofob zamos o mineral minério que eu mostrei que a patita e essa patita é coletada pela espuma mas nós podemos ter eh flotação reversa por exemplo do minério de ferro um outro exemplo no caso da barita que às vezes é um contaminante do minério fosfático que pode ser flotada né anteriormente a patita eh então você flota o contaminante pode também depois ser um subproduto e a funda patita isso seria Um exemplo de flotação reversa eh Então já adiantando né a eh como nós vimos na no
exemplo que eu coloquei aqui nós temos nesse caso flotação direta da patita e daí vem né que Para viabilizar o processo de flotação nós temos que empregar os reagentes os reagentes de flotação eles podem ser compostos orgânicos ou inorgânicos tem uma diversidade de reagentes que são usados e esses reagentes estão empregados com Objetivo é de controlar as características das interfaces estão envolvidas na flotação eh e eles têm nomes de acordo com a função que eles desempenham os coletores são aqueles reagentes que têm a função de transformar a superfície do mineral de hidrofílica da hidrofóbica a
mesma imagem que eu mostrei aqui a Mariana eh mostrando né essa esse posicionamento do reagente na superfície Da partícula isso é essa tendência do reagente se do coletor se posicionar na superfície aqui E esse eh esse ato deles eh se concentrar na superfície é o que a gente chama de adsorção concentração na superfície numa determinada espécie química e eu mostro coloquei aqui na imagem da direita um eh o o carboxilato Né que é um reagente que nós usamos na flotação de fosfato e nós temos a aqui no exemplo um [Música] Eh a um grupo funcional
carbonila e hidroxila gerando aí o ácido carboxílico que a gente chama de ácido carboxílico eles são chamados de ácido grácio quando tem a cadeia longa doos átomos de carbono e podem ser saturados ou insaturados com duplas ligações esses eh ácidos gros eles se posicionam então interagem a cabeça que o grupo funcional interage com a superfície da partícula essa parte Iônica e a a a cauda do sulfat essa cadeia de hidrocarbonetos fica em direção né direcionada pra poupa e do contato da partícula com a bolha essa essa parte Apolar vai né interagir com a bolha de
gás e vai formar o agregado bolha partícula que vai ser transportado paraa zona de espuma além dos coletores outros reagentes que são usados na flotação com a função de espumante que que seria um espumante um detergente eh a função os Espumantes eles se posicionam diferente né dos coletores que ficam na superfície da partícula na interface sólido e líquido os espumantes eles se posiciona na interface gás líquido aqui a gente tem do do lado direito ilustrando duas bolhas de ar em volta dessa bolha que ela está no meio acoso né Nós nós temos uma película de
água envolvendo essa bolha é injetada na nossa PPA e os espumantes eles se posicionam aqui Também nessa interface de forma que a parte polar fica direcionada pra fase acosa e a parte Apolar para bolha pro ar e a presença do tensoativo evita que coalescência dessas bolhas é o que dá estabilidade manter essa espuma estável e com condições né de transportar o as partículas minerais nós sabemos que se a gente simplesmente injetar o gás eh no no meio fluido a gente não consegue formar a espuma estabilizar Essa espuma sem adição de um tenso ativo né de
um espumante então Eh o que que seria um tensoativo também é um sulfat assim como nós vimos aqui no caso do coletor os sulfates são compostos orgânicos que tem duplo caráter uma parte é polar é a cabeça dele é o grupo um grupo funcional aqui e a cauda apolar nós temos eh sulfates iônicos que podem que os que TM carga positiva né são chamados de Catiônicos os que TM carga negativa de aniônicos e podemos ter ainda sulfates anfotérica também chamado de zifios e temos os tenso ativos não iônico então o que que vai definir a
seletividade se esse reagente vai interagir com as partículas se ele vai ter a função de coletor ou a função de espumante é a cabeça aqui do reagente é o grupo polar do sulfatan ele é responsável pela seletividade Aqui Nós Temos nessa imagem Eu gosto muito de mostrar essa imagem do acho que colocar referente mais à frente trago ela novamente eh Então a gente tem duas partículas uma um pouco mais clara e essa um pouco mais escura onde o reagente ele interagiu né ele absorveu aqui na função de coletor na superfície dessa partícula mais clara de
forma que a cabeça dele que interage Ou seja a parte iônica faz essa que adsorve né que interage com o sólido então do do dessa adsorção nós conseguimos hidrofob zar a Partícula deixar ela com a superfície menos molhável pela água então as as os círculos com x representam essas moléculas de água aqui na PPA então a gente vê que a segunda partícula ela está hidratada é uma partícula que tá hidrofílica aqui eh né e as moléculas de água simbolizando essa hidratação e essa partícula que foi hidrofob a gente não vê essa interação com as moléculas
de á então o grupo polar que é o responsável por essa partícula porque ela absorveu Nesse reagente nesse mineral né escolheu esse mineral e não absorveu no segundo mineral Então isso é o que a gente chama de seletividade eh e ela também que é responsável pela solubilidade do reagente meia acoso como a flotação ela é um sistema trifásico aqui que nós temos fase acosa a fase sólida e a fase gasosa para o reagente ele precisa ser solúvel né né no meio acoso então Eh e também pela ligação né com a Superfície como eu já mencionei
eh considerando então que nós temos aqui as três três fases nós temos diversas interfaces na interface aqui sólido líquido representada né pela superfície da partícula na bolha de ar nós temos a interface gás líquido eh e e Aqui nós temos as moléculas de água envolvendo essa bolha E também temos eh podemos ter a interface líquido líquido quando a gente utiliza de Reagentes que são incíveis em água e aqui depois que essa partícula hidrofóbica entra em contato com a bolha ela fica né Escorrega pela bolha e aderia da bolha nós temos uma interface eh sólido gás
Então essas interfaces a gente sabe que no seio da fase nós temos propriedades aqui constantes mas essa região interfacial que divide as duas fases por exemplo na imagem da direita a interface né líquido gás se a gente Imaginar a superfície da bolha nós temos aqui os círculos mostrando as moléculas de água simbolizando essas moléculas de água e as cetas as interações intermoleculares se eu tô considerando a água são ligações de hidrogênio uma molécula que tá no seio da fase líquida ela se eu fizer né uma soma dessas interações dessas forças que estão atuando aqui entre
as partículas entre as moléculas de água nós temos uma resultante nula no entanto na região Superficial nós observamos o quê um desequilíbrio porque eu tem interações com as moléculas aqui que estão ao lado e com as que estão inferior então dese desse esse desequilíbrio de forças que nós temos nessas regiões surgem os fenômenos superficiais por exemplo a tensão superficial a adsorção que eu já até comentei sobre ela o potencial Zeta que são importantes vou comentar rapidamente né para o entendimento da flotação já que os reagentes eles agem Nessas regiões nessas interfaces então a tensão superficial
como eu disse eu tenho aqui o uma força resultante direcionada pra fase líquida eh essa força por por centímetro por linha aqui né da superfície é uma das definições da tensão superficial mas também é uma resistência ao aumento de área de superfície o trabalho que eu ten que realizar para aumentar a área de Superfície também uma definição eh mais termodinâmica né da tensão superficial essa tensão superficial ela interfere na flotação de que forma porque aqui se nós temos eh se nós não controlamos a tensão superficial a gente tem uma diferença de pressão interna que externa
da bolha muito alta e essa bolha não se mantém a gente não consegue formar espuma então que é necessário fazer né um uma redução da tensão superficial e nós temos alguns Reagentes que são chamados de tensoativos que são os sulfates que eu estou mencionando sobre eles eh dentre eles os álcoois carboxilatos sulfatos sulfonatos aminas que quando estão dissolvidos na água eles afetam o valor dessa tensão superficial na interface líquido gás porque esses reagentes eles tendem a se posicionar aqui na interface como ele é um sulfat ele tem uma parte polar que fica direcionado paraa fase
líquida e uma parte Apolar é mais Conveniente para ele term dinamicamente se posicionar na interface do que no seio da fase quando ele se posiciona na interface ele enfraquece essas interações intermoleculares já que ele tem aqui né uma parte Apolar e uma parte polar eu tô substituindo ligações de hidrogênio por interações de po induzido de Polo que são mais fracas e então fica mais fácil aumentar a área de superfície Ou seja eu consigo reduzir a tensão superficial e Essa figura ela mostra esse comportamento a medida que ó a gente aumenta a concentração desses dos álcool
aqui né ilustrados pelo gráfico nós temos uma redução da tensão superficial por outro lado se a gente tem também adição de sais inorgânicos eles podem na água né eles podem fazer um comportamento inverso o aumento da tensão superficial e eu tenho ainda reagentes aqui que fazem um um Decréscimo né né muito pequeno aqui quase desprezível da tensão superficial são a classe Gentil compostos mais usadas né na flotação de surferos eh Então esse gráfico ilustra aqui uma interface líquido gás e esses reagentes se posicionando nessa interface de forma que eu Observe o valor da tensão superficial
que vai diminuindo com o aumento da concentração do sulfat Mas isso acontece até on determinado limite que a partir dessa concentração que é Chamada de concentração celular crítica Há esses reagentes começam a formar agregados que são as micelas então eles formam esses agregados porque eh eles interagem aqui por também por interações que a gente chama né vanderval entre as cadeias interações hidrofóbicas deixando a cabeça aqui em contato com a fase aa e o interior a polar Então se esses reagentes estão se agregando formando as micelas Eles não estão se posicionando Nas interfaces então é importante
trabalhar em concentrar flotação já que eu quero que o reagente se posicione na superfície em concentrações abaixo dessa concentração micelar crítica então pensando no espumante de mais uma vez né as funções que Eu mencionei anteriormente mas deixei aqui descrito reduzir a tensão superficial nessa interface líquido gás a gente tem aqui essa imagem também do Baltar eh mostrando né E esse tensoativo se Posicionando com a fase Apolar eh com a cadeia aqui pra fase Apolar pro direcionado pro ar e a cabeça para fase líquida então a presença desse tenso ativo fortalece essa membrana de água que
envolve a bolha protegendo essa bolha né Contra choques externos dando maior estabilidade então ainda pensando luz surfatantes nós falamos daqui da função de coletores da função de espumantes reforçando agora a função de coletor esse tensoativo ela pode ser eh Quantificada como que se eu sei esse reagente tá funcionando ele tá hidrofob Zando a minha partícula Então a gente tem os critérios de flotabilidade que a gente faz essa avaliação da hidrofobicidade dentre eles o que a gente chama de ângulo de contato o que que é o ângulo de contato se eu imaginar o nosso sistema aqui
as três fases né estão presentes imaginando essa figura ilustrando a fase sólida e eu estou aqui no ar e deposito numa gota de água aqui Sobre esse sólido esse líquido ele espalha sobre a superfície do sólido e e é no ponto de contato das três fases aqui a gente tem o ângulo né o ângulo de contato que é medido sempre a partir da fase líquida nessa primeira imagem Eu tenho um ângulo menor do que 90º porque o líquido está espalhando mais sobre a superfície do sólido ou seja esse sólido é mais molhável pela água na
figura na imagem do meio a gente tem um ângulo de 90º e na imagem da direita um ângulo Maior do que 90º no líquido tá molhando menos a superfície do sólido então a literatura considera né para materiais em geral acima de 90º são chamados de hidrofóbicos e abaixo de 90º hidrofílicos mas para flotação a gente já considera que ângulos de contato acima de 60º São suficientes para hidrofob a superfície do sólido para que ele seja coletado pela bolha no processo de flotação então a figura inferior o qu a gente tem aqui o ângulo de contato
Teta né no ponto de contrato contato das três fases antes da adição de um sulfat e após adição de um sulfat e a gente observa o que que com o posicionamento dess sufat an nós tivemos um eh um aumento né do ângulo de contato então ele tá fazendo o quê Tá hidrofob Zando pela medida do ângulo de contato eu consigo avaliar se um determinado reagente consegue né né ser um coletor eficaz para um determinado sistema um Outro critério de flotabilidade que nós usamos é a microflora eh são usados tubos são chamados aqui de tubo de
hallim nesse nessa figura da direita ele é um tubo de vidro pequeno é muito comum é mais comum ser usado com minerais puros Para quê Para fazer uma avaliação também da hidrofobia aquele reagente ele consegue hidrofob zar Qual é o melhor eh valor de PH para que aconteça essas interações essas essa Adsorção tempo de condicionamento tempo que eu preciso né Para que o o reagente fique em contato com as partículas Então nesse eh nessa figura nós temos aqui eh eh a imagem do tubo ele é feito de duas partes uma parte inferior uma parte superior
alguns T até um extensor aqui causa da granulometria a gente também tem uma configuração com ele vertical então nós alimentamos as partículas até trouxe aqui um vídeo eh mostrando primeiro né o tubo de rim Onde faço O condicionamento então eu faço tenho um agitador magnético eu coloco o meu Mineral em contato com a solução com reagente por um determinado tempo que é nós chamamos de tempo de condicionamento depois disso a gente alimenta o do gás quando o gás entra no tubo começa a acontecer a flotação a coleta então esse tempo de flotação chamado de tempo
de coleta e como resposta se eu uso só um mineral eh para fazer esse ensaio um mineral de cada vez Pensando no nosso minério fosfático mineral apa patita eh nós então Fazemos o ensaio com ap patita e com os minerais contaminantes que eu tiver né naquele determinado minério é muito comum a gente ver né estudos avaliando calcita dolomita silicatos porque são re contaminantes aí né do minério fosfático então a gente faz o o ensaio usando a patita faz O condicionamento depois alimento gás e eh se o mineral for hidrofob pelo Reagente ele vai acender com
a bolha de gás vai ser recolhida aqui do lado direito então a quantidade que eu né eu Recor que Flot que foi removida pelo ar em relação ao que você alimenta é o que a gente chama de flotabilidade é um resultado aí desse ensaio de microf e e que serve para avaliar essa questão né da hidrofoba da adsorção dos reagentes junto com outros testes e ainda pensando nos reagentes de flotação nós temos os modificadores ou Regul Como eu disse pode ser que o coletor n ele tenha dificuldade para ser seletivo para hidrofob apenas essa espécie
mineral aqui voltando né com a a imagem anterior do mecanismo daação então para ajudar o coletor nessa seletividade a gente tem a classe dos modificadores ou reguladores e eles eh recebem diversas denominações os reguladores de PH estão usados para controlar o PH eh já chamando atenção pro fato do PH Ser fundamental Esse controle de PH né ser muito importante paraa flotação principalmente né no caso da flotação de fosfato e dependendo do do PH da polpa a gente pode ter a polpa com uma as partículas com uma dispersão maior ou essas partículas né mais agregadas isso
vai depender do PH e que também vai influenciar consequentemente na carga da superfície das partículas e na ação dos reagentes então por isso nós utilizamos desses reguladores de PH também podem ser usados ativadores para promover né a ativação Às vezes o coletor não é tão eh não tem uma capacidade de interagir com o sólido mas o o ativador faz a ponte e os depressores que no caso do Fosfato nós usamos nos caso dos fosfatos ígneos são necessários esses modificadores devido à complexidade né da do da flotação desses fosfatos dos minerais contaminantes Eh esses depressores então
o que faz um Depressor modifica a superfície do mineral eh que eu não quero que seja coletado né aumenta a hidratação a hidrofilicidade desse mineral impedindo que a sua coleta então eu coloco coloquei um exemplo aqui do de uma uma de amido né do constituinte do amido que é um um polissacarídeo aí composto de moléculas de glicose vou falar um pouquinho mais à frente e Resumindo então a flotação mecanismo de flotação nós temos Eh as partículas que estão na PPA né essa polpa nós injetamos a bolha as bolhas de ar eh nós temos então um
dos minerais e é menos molhável pela água tem a superfície hidrofóbica ou que foi hidrofob zado pelo coletor mineral aqui mais hidratado mais hidrofílico há o contato das partículas com as bolhas que acontec nos equipamentos de flotação que é chamado de colisão bolha partícula a desse contato a partícula né Desliza na superfície da bolha em para acontecer a a captura da da partícula pela bolha a essa película de água que envolve a bolha precisa afinar aqui romper e essa partícula fica aderida a bolha forma um agregado bolha partícula que vai acender separando esses minerais hidrofóbicos
muito bem então a flotação ela muitas vezes é classificada né na literatura em flotação de sulfetos e não sulfetos porque a flotação de sulfetos né tem Características específicas eh então tem essa separação desses dois grandes grupos alguns autores fazem essa separação outros não mas enfim eh o que nós estamos tratando no os minérios fosfáticas eles estão aqui na classe dos não sulfetos dentro dos não sulfetos de acordo com essa a molhabilidade aqui pela água nós temos os elementos eh aumentando né a afinidade pela água de cima para baixo os elementos nativos os de baixa solubilidade
óxidos silicatos e Os que são classificados como levemente solúveis que nós temos aqui o os fosfatos a patida levemente solúveis porque tem eh eh da da do contato desse mineral na água vai ter uma interação da superfície com o meia acoso e e eles vão eh se dissolvendo né com uma baixa solubilidade mas dessa dissolução vai gerar a a movimentação de íons da superfície pra fase acosa O que torna a flotação eh mais complexa já que isso Vai interferir né na na ação dos reagentes vai interferir na qualidade da água então aqui mostrando novamente né
a solubilidade agora da patita especificamente em função do PH e essa figura mostra de novo essa classificação dos minerais eh os tem não tem né afinidade pela água e os minerais hidrofóbicos como carvão eh e essa afinidade vai aumentando e a gente tem aqui novamente o sa também são Chamados sais semis solúveis ou levemente solúveis na patita e mais dois minerais ac calcita e barita que são muitas vezes contaminantes da patita também estão classificados nessa classe eh e essa imagem da esquerda mostra que eh a solubilidade de patita em função do PH então a gente
vê nota que com a redução do PH nós temos ainda um aum aento de solubilidade o aumento da quantidade de cá cálcio aqui De sendo eh direcionados né saindo aí da superfície eh e dessa dessa interação nós temos pros sólidos como no caso novamente aqui a FL patita são sólidos tri iônicos podemos ter eh nós quebramos né fragmentamos Essa patita nos processos de cominuição geramos uma quebramos liações fortes geramos uma alra energia livre aí de superfície e a dessa energia superfície há a necessidade dessa interação com Meio acuso eh e nesse caso né da patita
nós temos aqui diversas reações de Hidrólise e complexação que podem acontecer e dessa a consequência dessas diversas reações é um um um desbalanceamento né de carga na superfície da patita que vai depender das condições de PH então a gente pode ter a superfície eh da dessa movimentação dos cun Eos pode ter um excesso de carga Positiva fica mais cargas positivas na superfície do que negativas a gente diz que ela tá né carregada com excesso de carga positiva ou eu posso ter mais sítios na superfície negativos do que positivos os cteos T uma facilidade maior de
deixar a superfícies dos sólidos em geral então a gente diz que a superfície tá com excesso de carga negativa E se acontece esse desbalanceamento se gera-se um excesso de carga na superfície a o que formação Do que a gente chama de dupla camada elétrica Então os de carga oposta eles tendem a se posicionar próximo à superfície para que a gente tenha né atinja Essa essa neutralidade então Eh Essa dupla camada elétrica ilustrada aqui nessa imagem do BT trás no livro novo ficou muito didática eh então a gente vê a superfície do sólido aqui vamos imaginar
que a gente tivesse aqui o mineral ap patita e numa condição onde eu tenho mais sítios negativos do que Positivos Então ela a superfície está com excesso de carga negativa então eu vejo aqui né as moléculas de água em volta dessa superfície uma superfície hidrofílica então tem interação com essas moléculas de água e desse desbalanceamento a gente vai ter então a aproximação de cargas na maior parte de de sinal oposto até uma determinada espessura constituindo aí a dupla camada elétrica então ah se eu fizer um zoom aqui na Dupla camada Elétrica A gente vai ver
que próximo à superfície a gente tem uma região que é chamada de camada de Ester onde eh que é dividida né em duas partes os aqueles I que conseguem chegar na superfície colar aqui na superfície V eh eles são ou ions específicos ou o que a gente chama de ions determinante potencial que são aqueles os que são capazes de mudar modificar esse excesso de carga aqui na superfície eles chegam Na superfície Porque tem uma certa afinidade com essa superfície imaginando que o nosso reagente seja o ácido gráo o ácido carboxílico que eu mostrei né anteriormente
deixa eu volar rapidinho aqui tem uma imagem dele eh mas imaginando aqui né um um grupo um ácido graxo que eu tenha aqui por exemplo o ácido leico né Por exemplo 18 átomos de carbono dupla ligação que essa cabecinha ela é Ela é negativa Daí vem a flota a terminologia da flotação Aniônica que o mais comum é a gente usar esses reagentes que T carga negativa então por isso flotação aniônica Direta do Fosfato E e esse imaginando então que esse reagente ele vem ele vem pra superfície ele vem pra superfície por quê Porque eu tenho
na superfície da patita cí de cálcio forma aqui um composto uma reação é uma adsorção que a gente chama de adsorção química que é uma interação Forte que é que é capaz de arrastar essas moléculas de água afastar né Essas moléculas de água eh e esse reagente se ligar aqui nesses sítios cálcios da superfície a gente diz que ele está absorvendo é uma adsorção e específica ou química que é uma adsorção mais forte e eles então conseguem chegar bem próximo da superfície nessa região que é chamado de plano interno de rmx se a gente pode
pensar mas ele é um reagente aniônico né Tem carga negativa e a Superfície tem excesso de carga negativa Mas como é uma interação forte específica ela acontece apesar da repulsão eletrostática e aqui já na na um pouco mais distante a gente tem os íons de carga oposta são chamados de I indiferentes que estão presentes aqui no plano externo de rmats por terem carga oposta da superfície eles ficam no na camada de externo em posições mais rígidas Eh enquanto nós temos uma segunda camada que é a camada di fusa aqui a camada de Gui que esses
ions se movimentam as interações térmicas aqui né e com interações com a superfície então eh a gente observa essa essa camada né de carga em volta da superfície do sólido que tem esse excesso de carga ela só existe se eu tiver né um excesso de carga da superfície e por que que eu tô mostrando isso porque eh a presença dessa camada De Gui aqui dessa dupla camada elétrica é uma uma das né dos das razões para as partículas estarem dispersas na poupa estarem afastadas que eu eh se essas partículas se agregam Principalmente quando a gente
vai reduzindo o tamanho aumenta as interações superficiais os reagentes não vão conseguir interagir com esse sólido hidrofob isar a partícula para promover flotação então eh Há essa componente da dupla camada essa camada difusa responsável por essa Né dispersão da polpa importante paraa flotação eh muito bem e existe um plano aqui separando essas duas camadas que é chamado de plano Zeta ou plano de cisalhamento se por acaso eu movimentar esse sólido ela tá carregada se colocar num campo elétrico e essa partícula se movimentar essa região bem próxima da partícula Mais Escura que vai seguir o sólido
né Essa camada de água que contendo esses esses essa camada de St e Vai quebrar vai se eshar aonde no plano Zeta e eu vou conseguir ter uma medir aqui né essa diferença de potencial e esse potencial medido nesse plano é chamado de potencial Z e ele é uma medida que a gente faz né em estudos de flotação para indicar essas condições de carga de superfície eh então eu trouxe aqui resultado de potencial Z de hepatita que eu determinei no meu trabalho de doutorado então usei duas Amostras diferentes de hepatita fiz essas medidas de potencial
Z eh com equipamento que mede né a mobilidade eletroforética e a partir delas calcula o potencial Z Então esse gráfico tá most and o quê que se eu variar o PH eu tenho uma variação no valor aqui desse potencial zer então ou seja o PH vai interferir nesse nessa carga da superfície nessa condição da polpa né dela está dispersa ou também na adsorção de dos reagentes então eu vejo Para essa Apatita que eu estudei eh eu tenho aqui a superfície carregada né de com cargas negativas até chegar num ponto onde o potencial Z é zer
que é chamado de ponto isoelétrico pressa tracejada da patita C1 foi em PH em torno de 4,5 então abaixo desse PH excesso de carga positiva na superfície da patita e acima desse PH excesso de carga negativa então eu fiz ainda medidas desse desse min do mineral Apatita na presença de diversos Reagentes dentre eles o oleato de sódio que é um reagente né um ácido gráo é muito usado aí né no fosfato principalmente em trabalho de pesquisa e para avaliar a flotabilidade de minerais levemente solúveis como a patita então nós temos aqui nessa primeira imagem mostrando
a curva cheia aqui azul da patita e depois após a adição dos reagentes o valor do potencial Z então o que que eu observo Que eu tenho né continuo com carga negativa mas aumentou né o valor negativo aqui do potencial superfície ficou mais negativo mostrando para mim que esses reagentes interagiram com a superfície da patita e essa interação foi uma interação química Como eu disse aqui eu expliquei no caso do oleato confirmando essa interação química que apesar desse excesso de carga negativa o reagente ele foi paraa superfície e agora o potencial Ficou mais negativo né
Assim como paraa segunda amostra e daí eh da aqui mostrando agora o resultado de flotação dessas dessa Apatita eh com dessas duas apatitas além das apatitas eu testei aqui minerais calcita dolomita e vermiculita com contaminantes do minério esse minério que eu estudei nesse trabalho especificamente é chamado de minério cicoc carbonatado uma amostra da de Catalão ele tem como característica esse tipo de minério uma ganga com Carbonato qual é o problema da ganga né Qual que é a dificuldade da flotação do minério sílico carbonatado desse tipo de minério fosfático é que esses minerais calcita e dolomita
eles també possui cálcio na sua estrutura e como eu disse aqui né o reagente Vem aqui pra superfície vai eh interagir uma adsorção química aqui com os os cá de cálcio da superfície formando essa ligação Então se na superfície da calcita e da adol também Tem cálcio o reagente também pode coletar esses minerais e aí eu não consigo separar aí a dificuldade na seletividade então eh o que a gente busca condições de reagentes coletores seletivos modificadores depressores que aumentem eh que que né que aumentem essa diferença entre a flotabilidade da patita e dos minerais contaminantes
essa janela de seletividade para tornar possível a Separação desses minerais com ganga carbonatada e é Um Desafio né na flotação de fosfato tem as as caracter que superfície muito semelhantes a São também levemente solúveis como uma patita então a gente nota agora né da mesma amostra que eu mostrei para aqui do potencial Z eh o a flotação flotabilidade quando na presença de oleato de sódio então o que que que eu observo que aumentou aqui né A medida que eu aumenta a concentração Aumentou a Flotabilidade mas eh com o aumento ainda maior da concentração de oleato
eu também tenho o aumento da flotabilidade das dolomitas e das calcitas Então essa condição quando que eu teria alguma condição de possibilidade de separação então eu teria uma concentração aqui que eu tenho uma maior flotabilidade da do mineral aptio e Menor flotabilidade dos minerais de ganga que é o que a gente uma possibilidade para fazer a separação Entre eles Então isso é um uma avaliação que é feita né nesse nesses estudos fundamentais na figura da direita mostra ainda a influência do PH na flotabilidade Então a gente tem aqui as calcita dolomita e vermiculita e a
gente observa que uma variação de PH variei entre 9 e 12 eu manti esse PH mais alcalino que não ácido porque a falei com vocês que aumenta muito a solubilidade dos minerais assim como a patita calcita dolomita na eh em phs Mais ácidos então eu mantive no caso desse estudo aqui né escolhi por fazer ele em phs mais alcalinos eh e e a gente observa que variando o PH teve uma variação expressiva da flotabilidade da dolomita por exemplo nessa situação aqui de PH 10,5 né Eu tive um salto porque nesse PH 10,5 eh eu tenho
na nessa concentração se eu avaliar as espécies Que eu posso ter no meio acoso a presença do primeiro hidróxi complexo de magnésio pmg h+ esse íon ele pode adsorver na superfície por ponte de hidrogênio e ativar né a adsorção do reagente a superfíci positiva do oleato que é aniônico e aumentar essa recuperação assim como a presença desses cás no meia acoso podem eh cálcio magnésio a água para flotação de fosfato é muito importante então eh a qualidade da água né Ela é fundamental Porque eles podem interagir com o reagente e consumir o reagente eh então
aqui mostrando mais alguns ensaios agora como outros tipos de reagentes que são eh anfotérica característica de terem um grupo positivo e negativo e mais no ph alcalino esse PH que foi nove eles agirem como eh aniônicos então a gente eu observo aqui né Eh a a recuperação com oleato com berol com outros que é um sarcosinato com outros Reagentes é pro meu mineral patita e aqui com na presença já de um modificador então tentando buscar aumentar essa separação então a gente eu busquei usar reagentes que eh evitavam a coleta desses minerais contaminantes Então eu testei
aqui nesse caso né nesse resultado coloquei o amido de milho um flutinol então a gente observa que sem depressor eu tinha uma diferença pequena menor entre a flotabilidade da patita e da dolomita Eh da calcita um pouco maior E à medida que eu aumentei a dosagem de amido reduziu né expressivamente a recuperação de dolomita e de calcita mas em altas dosagens a gente tem também eh desse modificador desse depressor uma redução na flotabilidade da AP patida aqui trouxe o trabalho do Leandro Professor aqui do Cefet também que do doutorado que trabalhou com ess minérios no
lugar da Carbon atada então ele testou a patita calcit dolomito o Primeiro gráfico é um resultado de Apatita o segundo de calcita o terceiro rolom com olhos com um um reagente à base de óleo de Andiroba então nos os nós temos os eles são né compostos de ácidos gros desses reagentes que eu tenho né que eu já mostrei anteriormente dependendo do tipo de óleo a gente tem uma proporção diferente de ácidos gros e ele avaliou Esse óleo de Adobe e chegou aqui em algumas condições de seletividade também né com flotação Maior de a patita aqui
no ph7,5 enquanto a dolomita e a calcita né uma baixa flotabilidade uma possibilidade então de uso desse tipo de óleo os óleos eh n temos muitas pesquisas né com novos reagentes buscando reagentes mais eh biodegradáveis eh e a gente vê aí vários trabalhos mostrando avaliando a possibilidade de os de outros tipos de fonte vegetal nós usamos Eh acho que eu coloquei mais à frente aqui né mais como mais usado no fosfato os olhos eh aí de soja óleo casca de arroz sja hidrogenado então há né Essa essa eh essa busca de reagente cada vez mais
seletivo então eu trouxe aqui uma lista de coletores são chamados da classe dos não sulfetos esses coletores que são chamados pelo leio ionizáveis não til são reagentes que eles dependendo né dependem da do PH dependendo do PH a gente tem uma ionização maior ou menor trago na na frente da lista os ácidos carboxílicos os carboxilatos de sódio como eu já mencionei anteriormente mas a além deles a gente pode ter como coletores de de fosfatos alquil sulfatos e sulfonatos que são aniônicos também com carga negativa aqui quando tem né em meio acoso os mono e de
alquil fosfatos e alguns reagentes menos comuns né chamados Muitas vezes sintéticos o suf são sintéticos sulfosuccinato sufin amatos sarcosinato hidrox amatos e mostrando aqui a fórmula então o o sarcosinato que é anfotérico ele tem aqui uma parte eh positiva e uma parte negativa por isso é chamado de anfotérico eh mas né Foi um reagente que foi seletivo no sistema de Cajati por exemplo que é que tinha uma essa ganga Carbonatada uma complexa né Essa separação Como Eu mencionei de calcita e a patita E então esses ácidos grassos eles são obtidos de onde desses olhos eh
são a fonte desses ácidos óleos vegetais ou gordura animal eu trouxe aqui um quadro com alguns tipos de óleo chamar atenção aqui pro óleo de soja que ele ele tem né uma mistura desses ácidos graxos insaturados então aqui uma imagem do ácido oleico Com uma dupla ligação o ácido linoleico é um ácido 18 carbonos com duas ligações o esteárico ele é saturado então nós temos aqui e essa proporção no óleo de soja a mítico também é saturado maior constituição maior desses ácidos gros insaturado então nós temos visto né do a literatura dos trabalhos experimentais o
esses os olhos que têm essa concentração maior desses ácidos eh insaturados tem um desempenho melhor Na flotação então aqui esse trabalho eh eles fizeram uma avaliação da proporção ótima entre ácido oleico nool Nino ninol para coletar A patita então e fizeram uma proposta de misturar esses ácidos gros e eles chegaram aqui nessa proporção 54% para essa amra de hepatita né de ácido oleico 36 de linoleico 10% de linoleico com uma condição Eh boa ideal aí para flotação da patita e comparou aí Com óleo de milho feijão mamona e de arroz eh desculpem que né entrou
aqui o boquinho no no slide mas eh então a gente observa o óleo de mamono aqui né com uma composição bem próxima do que eles propõe então aqui os resultados da flotação de recuperação it essa mistura de ácidos gros e consequente m com cada um dos tipos de óleo então eles definiram essa proporção para coleta da patita Eh e esses óleos eles para serem utilizados na flotação eles precisam ser saponificados para que eu tenha liberação do sabão que é efetivamente vai ter né a ação como coletor vai dissolver na superfície da partícula então o que
que eu preciso eu preciso fazer um sabão eu uso assim como a gente faz em casa né a gente mistura o óleo com um hidróxilo com uma soda um hidró de sódio ou potássio gerando aí o sabão do Metal que pode ser sódio ou Potássio eh que por só potássio porque são é possível fazer aí essa saponificação e gerar esses ácidos comp solúveis eh para serem usados para interagir né né para ser usados com na no sistema de flotação então para os ácidos grasos que já são livres a apenas a slda do condicionamento da flotação
ela pode já ser suficiente para essa planificação e esses reagentes terem Um Bom desempenho já os ácidos grassos que estão Combinados a gente precisa fazer uma pressa bonificação antes da flotação Então essa etapa de preparação do reagente ela é é também fundamental na flotação de fosfato A temperatura vai interferir muito eh o tempo de condicionamento a proporção aí entre os reagentes a base e o óleo né Eh na saponificação então Eh aqui eu Trago ainda um diagrama de distribuição dessas espécies de considerando né o ácido carboxílico Aqui o o oleato de sódio Doo carbono na
concentração de 3 x 10 é -5 Mol por l e eh duas imagens aqui então o que que a gente vê na imagem em ar que a espécie que eu tenho meia acoso disponível do reagente que vai agir como coletor ela vai depender muito do PH de novo né o PH PH e a gente observa que em phs mais ácidos a gente tem não tem disponível a espécie iônica e a gente sabe que a interação com a superfície do sólido vai acontecer a Partir dessa espécie iônica então eu não se eu não tenho disponibilidade Dessa
espécie iônica eu não vou ter recuperação então vou ter dificuldade para realizar a flotação em PH ácido no segundo motivo né mais comum ela ser realizada em PH acima de sete mais alcalino e a gente observa que uma característica que em ph8 nós temos uma espécie que é chamada de iono molecular que eh e corresponde muitas vezes com os Trabalhos né experimentais num uma região que a gente tem uma flotabilidade ótima da patita eh quando da presença né desses compostos a gente pode entender isso aqui que essa esp quando ela dela po absorver essa espécie
ion molecular assim como a gente quando a gente usa eh compostos neutros coad sorvendo junto com os coletores aniônicos então há aqui uma interação entre as cadeias Carbônicas que a gente chama de interação hidrofóbica e esses compostos neutros eles posicionam entre aqui os os aniônicos reduzindo né diminuindo essa repulsão aqui entre as cabeças favorecendo a a absorção então a gente consegue formar essa m micela eh que é essa esse ess filme aqui de reagentes em contato com a superfície do sólido e uma concentração menor do que o reagente estivesse sozinho então por isso né acredita-se
que nessa região Aqui para essa concentração aqui para uma concentração de 10 a Men 4 mols por L PH um maior e a presença desse nessa região do que a gente tem esse combos iono molecular uma flotabilidade maior costuma ser observada então Eh esses ácidos carboxilos como que eles novamente como que eles interagem a adsorção predominante é química Por que acontece essa adsorção porque eles têm muita afinidade com os íons do eh alcalinos terrosos que tem na superfície Da patita assim como da dolomita da calcita da barita por quê Porque eles eh dessa afinidade formam
aqui né o carboxilato por exemplo de cálcio de magnésio que é insolúvel e esse composto insolúvel ele precipita e fica na superfície dando essa característica que a polar porque da interação do do carboxilato com o o o sódio potássio por exemplo forma-se um compos solúvel E aí ele não né fixaria na superfície para que eu tenha essa Ação de hidrofoba eu eu tenho aão preciso que o reagente esteja na superfície então acredita-se que forma essa que acontece essa ligação nessa reação química nesses sítios formando esse carboxilato por exemplo de na suí da partida ou ainda
como ela é um mineral levemente solúvel a gente também tem CS próximo aqui essa região superficial que vão interagir com reagente que tá no meio acoso e pode formar aqui esse composto próximo à Superfície e ele ele se precipita e ele se posiciona se deposita na superfície do sólido promovendo a hidrofoba da patida então mais uma vez se eu tenho esses ions presentes na água eles podem consumir o meu reagente porque pode acontecer essa reação na no meio acoso ter a formação né do carboxilato de cálcio Magnésio e consumir o reagente ele não ficar disponível
para hidrofob zar a minha partícula por isso que a Gente observa que da presença desses ions na água com aumento da concentração deles a gente tem a redução do desempenho da flotabilidade né da recuperação na flotação de heati eh a necessidade de usar cadeias longas para segurar hidrofobicidade essa cadeia biocarbon aqui com muitos átomos né como a gente viu do ácido Grasso é porque esse grupo polar ele tem né uma característica muito hidrofílica para que a gente garantir a Hidrofobicidade e é possível da gente ter a distorção física por exemplo por at eletrostática de um
ácido eh carboxílico em meio ácido a superfície tem carga positiva como eu mostrei lá né PH mais áspid eu posso estar com mineral com carga positiva e o se o o reagente é negativo pode acontecer mas é uma por que que a adsorção é Rara porque no meio ácido a gente não tem essa espécie né iônica disponível eh então por isso aor então Nós dizemos que a adsorção da do reagente dos olhos né dos ácidos grá na superfície dos minerais levent solúveis da patita ela é química mas o Baltar ele traz um trabalho que mostra
que para tempo de condicionamento longos acima de 30 minutos nem PH ácido foi possível fazer né formar fazer flotação como eh a gente tem aqui a pração de novo do Óleo essas gotículas do Óleo coletor Adsorve na superfície das partículas formando esse agregado hidrofóbico eh e aí esse agregado interagindo com a bolha isso né para longo para tempos longos aí de condicionamento em PH Ácido é um resultado que eu trouxe que achei interessante ess essa pesquisa e como modificadores nós eh eu trouxe o o polissacarídeo amido né que é o mais usado no Brasil como
depressor hoje de milho de mandioca eh O amido ele é formado pelas Na fotossíntese aí é um polímero né pelas moléculas de glicose então pela união dessas moléculas glicose formando macromoléculas então amida constitu ido de Parte amilose parte amilopectina amilopectina aí é a parte e insaturada ramificada desculpa eh e é por que do uso né desses depressores eles têm diversas vantagens são mais desses polissacarídeos e outras fontes têm sido pesquisadas em Catalão mesmo né o André tem um mais é helenista uma pesquisa Consagrada aí Ness novas fontes de desses polissacarídeos porque eles são mais eh
as vantagens são mais baratos são mais estáveis biodegradáveis não tox eh então mais uma vez o nós usamos amid eu trouxe aqui amo de milho mas também hoje já usa esse amo de mandioca na flotação direta do minério fosfático com ácidos grassos para produzir aí concentrados de Hepatita como que ele absorvem no caso né da pensando nos nessa ganga de carbonatos e ferro os minerais hidr são minerais hidrofílicos acredita-se né que a a predominância da adsorção ela se dá por interações do amido com a superfície por ligações de hidrogênio e também por formação de um
complexo químico aqui tem a superfície um Cátio metálico nessa superfície a presença do amido né forma esse complexo Eh e esse amido então adsorve n causando o qu a maior hidratação da superfície impedindo a coleta a hidrofoba eh aqui eu Trago ainda um resultado mostrando pra patita microf com oleato de sódio eu mostrei anteriormente né Eh não mostrei o esse efeito do PH então a gente vendo aqui confirmando né que eu disse que em PH em torno de oito ó a gente tem essa maior flotabilidade no caso dessa amostra que eu testei esse também um
resultado do Meu trabalho leor anion então acredita-se que nessa nesse PH a gente tem aí a presença do Dessa espécie iono molecular melhorando as notabilidade e por outro lado nessa região mais alcalina a gente tem também um ganho de recuperação devido ao primeiro hidróxido complexo de cálcio pode aparecer nesses PH em torno de 12 eh E para finalizar já tá aqui eh eu trouxe imagens aqui dos Equipamentos então todo esse eu eu né dei uma ênfase maior nessa questão da dos reagentes da hidrofoba mais específicos no por casao do Fosfato mas isso essa separação vai
acontecer nos equipamentos de flotação Então a gente tem colunas de flotação mais usados né ainda mais usados de células mecânicas onde a a a colisão bolha partícula primeira etapa e uma das dificuldades né da recuperação de finos Como eu disse já mencionei que a gente tem esse desafio né para recuperar esse fino a gente perde muito P2 o5 nessas frações de lama que são depositadas nas barragens então nós precisamos de melhorar essa primeira etapa que é a colisão contato B partícula para que né Essa partícula fina consiga eh adsorver e ter uma flotação não por
arrasto mas uma flotação verdadeira que que seria aqui tá Ilustrando se eu tivesse a camada de espuma e eu tenho Então as bolhas em azul em Amarelo o filme de água que envolve a bolha que estabiliza aí essa camada de espuma eh e eu posso ter partículas sendo coletadas Porque estão aderidas as vermelhas estão aderidas à bolhas porque são hidrofóbicas o que eu quero recuperar isso é chamado de flotação verdadeira mas eu tenho aqui as escuras que podem flotar né no no filme de água que envolve a bolha por arrasto Que são levadas E essas
partículas finas Elas têm essa facilidade né de serem arrastados pelo fluxo de água podem flotar também por arraste mecânico então eh não vou entrar nessa parte de equipamentos de flotação só quis trazer na coluna de flotação a gente tem alimentação de ar na base da coluna nos aeradores a alimentação da PPA na parte superior então há um fluxo contracorrente o gás subindo as partículas descendo aqui vai acontecer Essa colisão bolha partícula forma um agregado né Eh dos minerais hidrofóbicos com as bolhas esse agregado Vai acender formando no topo do equipamento dessa camada de espuma eu
tenho uma característica na coluna que é a injeção de água de lavagem para minimizar esse arrasto hidráulico o transbordo aqui des concentrado enquanto a as células mecânicas a gente tem um agitador um impelidor vai promover aqui um uma mistura né de Mistura Perfeita Uma agitação diferentes tempos de residência partículas À vezes bolha e eh com essa maior turbulência eu tenho uma dificuldade né nas células mecânicas de fazer a protação dessas partículas de tamanhos menores então eu trouxe aqui ainda um um trabalho comecei a separar alguns estudos mas não consegui evoluir muito nisso pela disponibilidade de
tempo também eu não teria mais tempo para apresentar aqui Para vocês mas vou mostrar esse ess pesquisa da Angélica fez também na UFO que eu acho um trabalho bem interessante que ela eh avaliou a influência de tamanho de bolha na flotação em coluna para diferentes granulometrias de Apatita e aqui ela ela conseguiu filmar né no sistema dinâmico as bolhas no sistema bifásico só as bolhas com na água Vá a águas duas fases e na presença de sólidos e nossos diâmetros mas eh ela observou uma redução drástica do tamanho Das bolhas né na presença quando a
gente tá na popa mineral então ess no sistema trifásico aqui a gente tem um outro comportamento dessa dessa desse gás que vai transportar essas partículas e d nessas conclusões que ela chegou que quando a gente tem bolhas Muito pequenas eh essas bolhas têm uma baixa velocidade de ascensão e pode ser inferior à velocidade descendente da PPA e eu posso perder as partículas hidrofóbicas coletadas Eh vão sair no material não flotado Então ela viu não conseguiu atingir teores de P2 o5 né no concentrado adequados quando usou bolhas Muito pequenas já com bolhas pequenas isso para rotação
na na de coleta colisão B partícula e transporte dos volumes então foi eh uma condição é uma condição mais interessante do que bolhas Muito pequenas e as bolhas grandes a dificuldade que a velocidade de ascensão Né é maior tem uma área de superfície menor para coletar essas partículas e elas também são menos estáveis e eh e deixo aqui o endereço né do ppgm nós temos já alguns diversos estudos que foram feitos com minério fosfático eh todas essas esses trabalhos estão disponibilizados lá no repositório do programa de pós--graduação então vocês podem ter acesso à dissertações eh
Michele sensacional sua palestra Vou Começar fazendo algumas discussões eh até porque Você pesquisou minério fosfático né você tá fazendo flotação tem estudo baseado nessa área aí muito legal eu tive oportunidade de conhecer depois que cheguei para catelão para desenvolver meu doutorado até porque o fosfato que a gente tem lá no Pará ele é laterítico né Ele é a a termofosfato é a crand alita gozet é bem diferente eh você não entra no processo de flotação você Lavra comui e de lá já vai secar e E fazendo a outro processo que é o processo térmico mas
também tem teores bem significativos de fósforo eu queria antes de mais nada falar de de uma parte da sua apresentação que você apresentou aí o estudo do Acho que seu colega Leandro né sobre fontes alternativas de reagente o óleo uso do Óleo de Andiroba eh uhum Andiroba naturalmente da Amazônia né com com fins muito mais fitoterápicos outros usos eh Quais outros estudos assim como você citou o trabalho de André e delen aqui feito pelo pelo ficat aqui no anim não é com pesquisa de reagentes à base de alternativas Então se tem outros outras pesquisas sendo
realizadas aqui quais outros estudos vocês estão conduzindo Michele aí dentro do CEFET para desenvolver eh químicos verdes vamos chamar assim né que eu acho que fica mais elegante Quais as pesqu químicos verdes então nós temos Um um projeto uns projetos você tá esse que nós estamos testando eh nanopartículas reagentes à base de Nan celuloses de eucalipto de pinos é um dos projetos né que ela tem que elas podem ser modificadas então a gente tá tentando ir para essa escala aí né deando para avaliar qual que vai ser o efeito se a gente vai conseguir melhores
resultados mais seletivos então a gente tem testado eh Nan amido nanocelulose O o Leandro né tá com um grupo que continua avançando nesses testes porque esse estudo que eu mostrei foi eh uns olhos Amazônicos também ou outras fontes foi um estudo fundamental com microf flotação então eles estão avançando aqui com uma escala de bancada tentando fazer né viabilizar tem uma dificuldade nessa planifica a gente tá percebendo eh na espumação mas e tem também essa linha buscando né esses reagentes alternativos e eu comento isso porque por exemplo Quando a gente pensa na questão dos olhos amazônicos
e não só na verdade de de de frutos Amazônicos n aqui e os professores andr é minha Elen é inclusive minha orientadora pesquisa materiais do serrado eh mas a a pesquisa ela tem um outro pelo menos sobre o meu olhar e aí eu queria ver qual é o sua a sua posição com relação a isso porque a gente tem que às vezes viabilizar sim estudos de elementos alternativos mas a gente tem que ver quais são as fontes Que depois vão dar origem para manter essa produção porque a gente Às vezes tem um foco de mercado
mais específico e até de repente pode desenvolver um produto que tenha tendência para para suprir Uma demanda no no setor mineral mas que na prática provavelmente não vai se tornar algo concreto pela pela prioridade de uso em outro segmento como é que você vê esse tipo de situação mich te deixar uma saia justa ainda é difícil né mas assim uma coisa que que Eu penso aqui eu lembro ainda quando eu estava né no doutorado eh que a gente do do Toninho comentar que do que era usado amido de milho amido de milho basicamente por qu
mas tinhamos pesquisa com outros amidos por exemplo que o amigo de mandioca tinha um desempenho muito bom mas não tinha disponibilidade hoje a gente já tem né foi feito todo um trabalho em cima disso e a gente tem a disponibilidade de ido De mandoca ele já tá sendo usado em escala Industrial eh então trabalhou-se né para para construir essa essa possibilidade eu acredito que dependendo né é teria que ter eh um uma junção de de forças né do da toda a cadeia aí produtiva do reagente para talvez a partir dessa pesquisa disponibilizar mas eu acho
que que tem que acontecer né Essas pesquisas porque talvez nesse minério mesmo cicoc carbonatado que é Muito complexo de ter seletividade se a gente consegue uma espécie promissora eu acredito talvez viabilize a a produção de um novo reagente porque vai viabilizar o beneficiamento uma grande quantidade né uma disponibilidade de grande quantidade depois de de fosfato mas o sei não eu eu concordo eu até até digo assim não sei se você mas acredito que você conhece o professor Denilson da Unifesp também foi Orientado pelo pelo Toninho né E colega foi meu colega na época de graduação
assim um pouco à frente de alguns semestres à frente e tem conduzido também pesquisas nesse sentido lá e acho muito legal essas essas buscas que estão sendo feitas né Eu acho que trazer essa discuss muito importante nós temos aqui a pergunta daa da colega Nossa aqui do programa ela para a você viu Michele diz que a sua palestra é extremamente Didática realmente é uma aula eh aprendeu eh um pouco mais sobre flotação ela é colega do doutorado é formada aqui em engenheira de Minas pela o ficate né fez o mestrado e agora tá terminando o
doutorado eh e aí diz o seguinte Apenas uma curiosidade no laboratório de vocês aí em Araxá além de estudos de flotação com minérios apatía também desenvolver desenvolve pesquisas de flotação de fosfatos a partir de rejeitos E aí ela continua na sua visão Quais são os principais desafios na aplicação da flotação para a recuperação de fosfatos proveniente do gerente sim eh o Santiago até tá aí tem desenvolvido né Eh atualmente um trabalho de flotação de jeito eh já é um minério né um minério que ele trabalha de baixo teor e e ele tem conseguido melhorar né
recuperar mais eh a gente tem um outros rejeitos acredito eu acho que não não vou saber Se elencar todos agora mas a gente costuma fazer eu acho que os desafios né Eh principalmente no caso doss rejeitos é a granulometria a seletividade mas também a grul porque muito muito é perdido na do fósforo eh Então eu acho que esse é um desafio da gente tentar promover cada vez mais né Essa recuperação desses finos a gente até fez uma pesquisa aqui Uma aluna eu acho que mencionei ela aí na apresentação com de flotação reativa é uma outra
possibilidade né buscando eh recuperar separar essa ganga carbonatada que que seria né a gente usa eh um polímero para recobrir por exemplo os os minerais a dolomita de forma que seja impermeável ao gás e você coloca esse meio ácido aí dá reação formam-se bolhas na superfície do mineral que ele pode acender E aí você conseguir separar Esses carbonatos dos fosfatos a gente testou isso aqui tem né essa possibilidade tem por uma dissertação eh mas eu na minha visão Esse é o grande desafio do viabilizar a flotação desses rejeitos finos eh michoel eu vou continuar aproveitando
aqui a questão da da colega e te perguntar o seguinte e como é que você vê a pesquisa para recuperação de outros elementos que ocorrem Associados aos Fosfatos daqui da região né quais os desafios para se tornar e viabilizar coprodutos a partir dos rejeitos contidos na produção de fosfato aqui eh seja no complexo Catalão seja aí na região eh pela cbmm O que que você tem para dizer pra gente nesse respeito eh Então a gente tem né os rejeitos magnéticos que já até T sido eh reutilizados cbmm que eu não tenho tanto né conhecimento para
falar mas eu sei que eles estão comercializando os Rejeitos de magnetita eh e em relação a tem também a barita né que às vezes é que também é processada e algumas vezes é gerado o sub produto ela é comercializada eh mas eu eu acredito que os principais são esses do ferro aí não sei te falar precisamente os desafios nesse sentido o Deilson neilon Agora você falou do Deilson eu tô chamando de de né Eh acho que apertei assim um Pouquinho porque assim tem teve um collega que terminou recentemente aqui o doutorado né Eh o Francioli
terminou aqui conosco e ele tava pesquisando justamente os elementos de terras Aras Associados né Aos complexos carbonati aqui da produção de fosfato E aí tem justamente você traz a questão da magnetita da barita então tem essa essa outra eh eu acho que que essa outra necessidade de não só recuperar o fosfato do rejeito Mas Também de você caracterizar e viabilizar outros coprodutos né que eu acho que é uma necessidade que aí a gente consegue da circularidade a cadeia produtiva a gente consegue realmente potencializar a cadeia produtiva do Fosfato quando a gente faz a exploração nesse
sentido o o Santiago não é ele diz o seguinte tá bom Boa noite parabeniza pela palestra e diz assim na sua opinião trabalhando com carboxilato de sódio que já espuma você entende que há vantagem no Uso do espumante E aí ele também completa dizendo assim seria interessante essa combinação entre o carboxilato de sódio e o uso de um ativo né Uhum Então eh Isso depende muito né do PH que a espumação ela vai depender do PH que dependendo do PH a gente vai ter mais disponibilidade do do carboxilato na forma iônica ou molecular então ele
ele vai espumar mais ou menos então eh a vantagem do tenso ativo não iônico eh é Redução controle né do tamanho das bolhas mas eh então eu acho muito válido você avaliar essa mistura essas essas misturas nas no sistem sistema de flotação o efeito porque há uma uma sinergia né do dos dois reagentes e isso pode ter um um efeito benéfico porque o espumante quando é usado é colocado direto né no no equipamento na com esse objetivo de das bolhas mas eu acho que precisa ser mais investigada essas esses sinergis Interações que podem ter entre
coletores e espumantes perfeito o luí Alberto luí Alberto aqui colega nosso paraben a você pela palestra Jaciane também não é que é colega Nossa que também tá fazendo mestrado aí com terras raras eh também paraben a vocêa também tá trabalhando aí com rejeito de do Fosfato aqui da semoc né se Deus quiser em breve defendendo aí dissertação e o Santiago tem mais uma pergunta mas antes eu queria te dizer Seginte antes da pergunta pro Santiago que é sobre depressor aliás vou fazer primeiro do Santiago de sobre depressor e depois eu te faço uma outra pergunta
Michel eh ele pergunta sobre a atuação do depressor podemos afirmar que a interação deste na na no processo de explotação é física primeira pergunta se a física e depois ele Pergunta assim Como se dá a interação deste com a superfície dos minerais de ganga n fala-se muito no Efeito sobre a reologia da PPA que que você tem para falar sim eh então a adsorção não pode ela preferencialmente não é física do do depressor né temesse ponte de ligação de hidrogênio que é considerada uma interação mais forte química então e essa ponte de hidrogênio como ela
acontece em muitos pontos eh da cadeia do do reagente com a superfície né ele Eh consegue fazer essa esse papel e também pode ter uma como eu mostrei uma uma complexação uma reação mesmo de entre os c da superfície com o o amido formando o os com esses polissacarídeos formando um complexo E isso também seria uma distorção química Como qual que é a outra pergunta que eu já perdi tá ali comenta assim comenta como se D interação é ele tá dizendo que essa interação com A ganga né Tem muito ligado aí à questão da reologia
da poupa não é sim é tem alguns tem alguns estudos de reologia mas são feitos né mais eh em moagem e também agora a gente tem as operações de separação sólido líquido mas tem estudos de reologia na flotação que impactam significativamente o comportamento da flotação agora em relação ao específica do depressor desse estudo de rologia eu não não sei não sei responder não não nunca sabe pesquisei Especificamente sobre o isso me debrucei nesse passo Tá certo eh a pergunta que eu vou te fazer ela ela tá muito ligada na verdade a um contexto não sei
se talvez fora da da sua área um pouquinho tá ligada à flotação tá ligada aos reagentes mas tá eh focada no aspecto do seguinte como é que você vê hoje a questão da utilização eh da água do da água de processo na flotação e a necessidade de caracterizar os íons Livres presentes e os seus efeitos no Processo de flotação principalmente no caso de flotação aí de fosfato sim eh a gente já viu que que interfere eu ia até colocar o resultado do trabalho tem um resultado do soninho e também um artigo antigo do Toninho mostrando
esse efeito prejudicial dos zos na flotação de fosfato e também recente mais recente um pouco da Mariana da UFO que ela fez um estudo bem completo né não consegui incluir isso na apresentação mostrando a redução da recuperação da flotação na Presença eh desses íons cálcio magnésio fluor né Eh que que eu acho que eh a necessidade né cada vez maior de recuperar essa água e tem a questão da dificuldade agora porque se você tem cada vez menos né a barragem a disponibilidade de água na Barra você precisa já fazer uma recirculação imediata dessa água da
flotação eh e às vezes á A água tá aqui ali sai direto do espessador sai do filtro ela vai ter né Esse Impacto pela presença deesses dessa redução então o que que eu acho que precisa ter etapas adiciona e etapas de tratamento dessa água a gente tem feito aqui até uma pesquisa usando lotação por dissolvido para tentar eh né reduzir a turbidez eliminar os contaminantes para nós estamos com esse projeto né Eh em parceria até com com o Santiago Também eh para tentar reutilizar já de imediato essa essas essa água da Separação sólid do líquido
que eu acho que vai que é um uma tendência porque se a gente né Tem cada vez mais restrições ambientais então a gente precisa ter uma qualidade uma água que não interfira tanto no processo de colocação né e eu eu faço esse comentário né Eh tem uma disciplina de tratamento de afluentes dentro da nossa especialização aqui em tratamento Minérios e sempre comento isso com os alunos que um dos grandes desafios hoje é o processo o processamento olhar e entender que o simples fato de a gente acabar reaproveitando a água não é uma solução imediata para
o processamento porque ele pode trazer associado essa pera por conta de os que estão lá de de de tratamento que a gente acaba ainda não assumindo como um fato a necessidade de tratar a água né isso ela pode eh a gente tem estudos né como você já citou Que já apresentam essa perda da eficiência da da recuperação eh com quando se faz essa recirculação mais imediata eh o Santiago aqui agradece até pode pode falar não eu só falar que às vezes a gente até perde completamente né o desempenho assim cai a recuperação para eh o
Santiago aqui eh agradece você né Dá os parabéns a Insta também agradeceu pela resposta tá então assim eh eu agradeço mais pela Oportunidade até de conhecer uma colega da área de engenharia química acho muito legal achei legal algumas perguntas aqui com relação à parte de Geologia eh lembro algum tempo atrás quando fui atrás de iniciar o doutorado tava lá no IF a gente fica mais mais afastado lá no Pará né do da das fontes de de pesquisa na área mineral E aí tava propondo alguma coisa na área de de rologia e e da parte de
de cinética de de de reação achei interessante que uma das respostas Iniciais F assim não não não isso aí não interessa não é é muito químico é interessa é muito químico é eu acho que mas a gente vê essa necessidade eh Michele foi sensacional sua palestra eh Convido você na oportunidade que tiver passando por Catalão vem aqui não sei se já conhece a nossa nossa infraestrutura aqui no Lamp imim mas se puder vir conhecer vai ser uma satisfação tá eh tá aqui conosco tomar um cafezinho tá comer o pão de queijo Goiano não sou não
sou Goiano sou paraense mas vou convidar você para comer pão de queijo Goiano não vai ter café com cunha Tá mas fica esse convite pi né É vem uma coisa aqui sensacional sua apresentação E aí suas considerações finais da noite de hoje Eu que agradeço né a oportunidade convite para eh né esse bate-papo para conversar com vocês também tem né prazer em conhecê-lo eh também abro aqui né as portas do do CEFET para receber você todos aí que queiram né conhecer as nossa estrutura parcerias e é eu eu acho que o o para encerrar né
esse o fosfato nessa a gente né Como Eu mencionei ele não tem né substituto ele é fundamental a gente precisa né de disponibilizar e melhorar eh cada principalmente internamente dentro do Brasil a produção de concentrados fosfático e de uma forma Cada vez mais sustentável eh reduzindo as perdas né aumentando a recuperação A seletividade então Eh eu vejo que a gente tem que trabalhar nesse sentido é um processo complexo desafiador no próprio dia a dia as mudanças de psicologia dos Minérios envolvem às vezes um ajuste drástico na rota né mas eu eu vejo que é um
é um ganho né geral a gente conseguir melhorar esses essa concentração de fosfato melhorar a Disponibilidade e eu deixo aí esse desafio para que cada vez mais né a gente tenha pessoas trabalhando e buscando melhorar esse essa recuperação do fals fato Michele mais uma vez eu agradeço você falou uma coisa que é sensacional nós nós continuamos precisando aumentar a nossa produção né de minério fosfatado eh é uma busca crescente para que a gente possa eh Minimizar Nossa dependência da importação desse desse Desse bem então aí uma necessidade de a gente potencializar melhorar a a a
nossa operação eh de fosfato em nossas plantas de produção e concordo com tudo que você disse e acho sensacional Já digo que Aceito o convite particularmente como não conheço vou aproveitar para dar uma visita fazer uma visita Silvan Conhecer conhecer o cfch e os colegas aí viu gente para quem nos acompanhou até aqui a gente Agrade uma boa todos Lembrando que a palestra da professora mich está disponível no nosso canal do lampin E aí m Às vezes as perguntas vê pelo YouTube tá o André ele gerencia essa parte tá a conta eh do lampin tá
no nome dele aí ele quando vem às vezes as pessoas estão assistindo tem dúvida Vão buscar já conhecem o nosso canal E aí ele reporta posteriormente Se houver dúvidas se hver perguntas pelo YouTube ele reporta a você e aí com certeza você fica à Disposição para responder tá bom Com certeza bom OB um Abra para você uma boa noite Uma boa noite a todos tchau tchau boite tchau [Música]