Bom dia. Bom dia. Bom dia. Muito feliz de estar aqui com vocês hoje. Antes de de começar, eu queria ler para vocês um texto desse nosso professor maravilhoso, Alton Crenc. Vocês estão preparados? Eu tô procurando O texto eh para ler para vocês. Tá bom? Vamos começar e já falo com vocês pra gente abrir esse 2026 com esse texto do livro ideias para adiar o fim do mundo do Aton Crenc na página 26. Nosso tempo é especialista em criar ausências. ausências do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma
intolerância muito grande com relação a Quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo, que dança, canta e faz chover. O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. Então, pregam o fim do mundo como uma possibilidade de fazer a gente desistir dos nossos próprios sonhos. E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o
fim. Ai eu tô crá que eu queria começar assim nosso 2026. Se pudermos contar mais uma história, estaremos adiando o fim do mundo. Eh, agora, contando histórias com microfone para vocês. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bem-vindas e bem-vindos ao Primeiro eh encontro do Clube dos Contos de 2026, tipo 100 noites, né, Helena? Exatamente. Se a gente conta mais uma história, a gente tá adiando o fim do mundo. E aí, aí sim eu queria também antes de de falar o nosso verso amado Clube dos Contos pra gente abrir, eu também queria ler esse parágrafo do
livro Damian do Herman Hess. Minha história é, no entanto, para mim mais importante do que a de qualquer poeta é para ele, pois é a minha própria história e é a história de um homem, não de um personagem inventado, possível ou inexistente em qualquer outra forma, mas a de um homem real, único e vivo. tão que a gente possa mergulhar esse ano no Clube dos Contos. Eu já comecei hoje com história, ó, hardcore pra gente abrir esse ano já Sabendo o que a gente veio fazer aqui. E vamos começar hoje as crianças com estrela na
testa. E vamos, vou só pegar uma velinha. Eu minha velinha tá ali. segundos, gente. Desculpem minhas velas desaparecidas. Ó, vou acender nossa velhinha pra gente começar esse encontro que tenho certeza que vai ser muito lindo mesmo. Muito feliz que vocês estão aqui. Aqui foi um tempo longo, né? Entre A gente fez a última no começo de dezembro, então agora, ai tá demorando. Acendeu, ó. Compartilhar com vocês. Cá estamos. Uma velhinha para nós. É, bom dia a todo mundo. Deixa eu ver quem tá aí. Adriana, Antônia, Helena. Temos sim apostila para essa história, Raquel. Eh, não
sei, Letícia, não encontrou. Pedro, Pedro, de repente pode mandar Mais uma vez, tá abaixo, logo abaixo do link na plataforma. Ó, o Pedro tá falando para falar com ele no WhatsApp, mas é, tá logo abaixo do link na plataforma. Temos uma apostila linda. Eu fui imprimir, acabou o papel da minha impressora. Então, tô sem a capa aqui para mostrar para vocês, mas lindo dia para eu escustar uma história. Vamos falar o nosso verso do Clube dos Contos. Vou falar pra gente abrir esse nosso encontro. A toda a sabedoria ancestral. Eu peço licença. Licença para entrar
com os olhos abertos e enxergar o que me foi dado ver até agora. Licença para deflagrar mistérios. licença para mergulhar juntos nesse espaço sagrado sem medo. Que nos seja permitido ver além, que as mensagens sejam claras e iluminem nossos caminhos. Que o nosso respeito e devoção a essa sabedoria sagrada seja sentida em todas as esferas e que possamos ser tocados Por ela a ponto de ter nossas vidas transformadas. Que a irmandade que nos une seja sentida e acolhida. O fazemos com respeito, reverência e gratidão eterna ao saber ancestral. Amém. Obrigada. Bom, gente, eu queria Pedro,
vem aqui para falar um oi. Vai. Eu acho que merece um oi de primeiro. Ó o Pedro, gente, todo chique de camisa. >> Bom dia, gente. Feliz ano novo para todas e todos. Muito feliz de estar aqui. >> Sim, muito, muito. Eh, ah, era só para falar um oi, dizer, né, Pedro, que a gente tá muito feliz de tá segundo ano, começando o segundo ano do Clube dos Contos. Faz um ano, né? É muito incrível pra gente a gente ter segurado essa onda. >> 12 meses. É uma alegria. >> Sim. A gratidão é muito grande.
Eu também queria dizer algumas coisas para vocês. Primeiro dizer assim operacionalmente, tecnicamente, né? O que que a gente tá fazendo? A gente tá com o microfone novo, a gente tá conseguindo eh o quanto mais terminar a apostila o o eh o mais cedo possível e a gente pretende que seja cada vez mais cedo possível antes do encontro. a gente Tá com mais gente ajudando, ajudando na no rolê, né? Tá a Simone, Natália, eu, a And. Eh, o Hotmart tá cada vez melhor. Só para dizer essas coisas de que a gente vive o Clube dos Contos
de uma forma onde ele não é anexo à nossa vida ou ele não é um business, né? Ele é a a nossa vida é gira em torno do clube e a gente, claro que na quanto mais a gente crescer e conseguir trazer mais gente, a gente vai poder cada vez mais ficar eh mais Focado nele, né? Queria começar dizendo assim, porque a gente tá no segundo ano do clube. O primeiro ano foi muito mágico. Eh, com toda a energia de vocês, com toda a presença de vocês e com todas as o a todo o serpenteio
do destino da nossa vida, a gente conseguiu manter e fazer esses dois encontros e começar esse segundo ano é muito iluminado, gente. É muito iluminado. E a gente sente isso assim de uma forma muito forte assim. Quantas vezes eu e And Terminamos o o encontro ou começamos o encontro chorando, porque a gente sente essa energia que é muito forte mesmo, a energia do mago para todos. Que assim seja, porque é é isso assim. E então só queria deixar isso claro para vocês, né? lembrar lembrar todos nós que a gente é de verdade, a gente é
pessoa, como o poema que foi falado agora >> e que a gente dá o nosso melhor e vamos cada vez mais dar o nosso melhor e Agradecemos a presença de cada um no ao vivo. Eh, quem só vê gravado, não, eh, não importa assim, tá nessa egrégor é muito poderoso. E só mais um operacional antes, daí eu paro. É, >> não, óbvio, >> a gente tem o sorteio, lembrei, todo mês tem sorteio agora no Clube dos Contos. Então fiquem até o final. Fiquem ligado que a gente tem um sorteio para ter uma sessão comigo. Sim.
E eh a o ano passado a primeira foi a Neusa, foi muito legal E rolou. E tem mais um operacional que tem roda dos contos, gente, dia 2, que é o quê? Segunda-feira. Segunda-feira agora, dia 2, às 19. Das 19 às 20. Um zoom. E a gente vai mandar o link por WhatsApp, que eu ainda não fiz o link. Eh, eu queria só também compartilhar uma coisa do que o Pedro falou, que a gente é humano de carne, a gente é muito humano e a gente tá fazendo melhor. Então, no fim do ano passado, eu
recebi Uns pedidos tipo, ande, manda apostila com bem mais antecedência. Aí eu queria dizer que assim, eu leio 10 versões da história, escolho uma para traduzir, daí vou preparando e cada história que eu me pega para fazer, então não é um processo assim de 2 minutos e se a gente manda em cima da hora, é também porque a gente tá trabalhando nela com todo o amor, sabe? Então é isso. As rodas são muito boas, né, Leu? Então, então venham, venham, porque as rodas são um momento que a Gente se vê, eu vejo vocês, eu escuto
vocês muito mais. Para mim as rodas são um momento muito especial. Então, depois de amanhã vai ter roda dos contos das 7 às 8. Anotem na agenda e a gente manda o link hoje mais tarde, né? Eu vou, eu crio o link aqui e a gente manda para vocês. >> Fechou? Lembrando que a gente sempre tenta, né? Uma vez segunda-feira, uma vez terça, uma vez quinta, uma vez quarta. A gente vai sempre tentando Mudar. >> Exato. A gente vai sempre tentando variar o dia. De repente, se for bom para vocês, a gente pode um dia
fazer num sábado de manhã, né? Para quem mora fora, para quem não consegue, de repente a próxima a gente se lembra e faz isso. Faz um sábado cedinho, sabe? Uma horinha. Então, bora. Então, entramos com todas essas celebrações, agradecimentos e ea, eba, eba viva. E assim, né, dizendo mais uma vez, isso Não seria possível sem vocês, sem vocês que estão aqui agora, vocês vocês que estão assistindo gravado. Então, a gente tá muito feliz e a gente acha que esse ano vai ser ainda mais louco, incrível e transformador, porque a gente tá se transformando, crescendo a
cada dia. Então, lembrando, gente, as premissas da medicina das histórias, que eu falo, não me canso da gente repetir e relembrar toda vez que a gente começa para que a gente não se esqueça que esse trabalho é Baseado nisso e em nada mais. As premissas são saber que todo conto é um ser como um todo, que cada personagem, cada personagem, cada imagem, cada lugar é uma parte desse ser. E um condo como um ser como um todo, é análogo a nós, ao ser humano que nós somos. Então, cada personagem, cada imagem, cada referência é uma
parte de nós e que as far eles são nossos remédios, Porque quando a gente vê um ser inteiro, quando a gente vê um conto íntegro, a gente se integra mais uma vez. E os contos eles são então remédios para a nossa alma. Eles têm essa integridade de nos recordar como eles são íntegros. Eles têm a integridade de nos recordar quem a gente é. E como eu digo que os contos são fragmentos do da sabedoria total, assim como nós somos um fragmento do divino total. A gente não é o sol, a gente é um raio do
sol. Eh, Helena, eu sei que não é desinteresse, por isso pensando em você que eu falei, putz, de repente a gente faz um dia, um sábado ou um domingo de manhã para para você poder participar na roda e interpretar simbolicamente um conto é um exercício paraa interpretação simbólica da vida. Gente, toda a sabedoria tá presente nos contos ancestrais. Eles são mapas da Terra do coração. E se a gente souber ler com atenção e criatividade, se a nossa imaginação estiver alerta e fértil, eles nos guiarão por caminhos de luz e muitas bênçãos. Então, como eu digo,
ame os contos e eles lhe amarão de volta. Então hoje, gente, pra gente começar, quem não tem apostila, pega seu caderninho. Quem tem apostila, tem um espaço na apostila para essa a nossa pergunta para iniciar a nossa reflexão. Então, um minutinho para vocês refletirem. Escreva sem pensar. Escreva o que vier na sua cabeça. Você já sentiu que tinha algo para fazer aqui na Terra e que não conseguia por alguma razão? O que sentia? O que você gostaria de fazer e realizar? Ai, Pedro, acho que tem um erro de português aqui. Você já sentiu e não,
você já se sentiu. Mas desculpa, fui eu que escrevi. Mas enfim, deu para entender? Podem responder. Muito bem. Espero que vocês já tenham conseguido responder essa pergunta. Se vocês já sentiram uma pulsão de vida, um desejo de fazer alguma coisa, que algo te impedia, como se seu próprio corpo te paralisasse. E hoje a gente vai eh mergulhar um pouco numa história que fala dessa questão. Eu queria contar para vocês Que esse conto tá num livro, Livro das Fadas Violeta, eh, do Andrew Lang. O Andrew Lang eh, foi um inglês, assim como os irmãos Green. Ele
foi um inglês que viajou pela Inglaterra coletando, colecionando contos. Eh, eu não tenho o livro de contos violeta, mas tem uma é uma coleção que eu Gostaria de adquirir, que é uma coleção, tem o livro de contos azul, o livro de contos amarelo, o livro de contos vermelho, é assim, todas as cores do Andrew Lang e tem infinitos contos. Eh, essa aqui, eh, vamos, né? Vamos mergulhar nessa história já. Então, se vocês tiverem com a história aí, se vocês já tiverem lido, aproveitem para Relaxar e escutar, que eu digo, né, ontem até fiz uma live
com Plío e ele falou: "Ai, agora que eu entendi porque é melhor escutar do que ler." Então, aproveitem esse momento para escutar essa história, deixar que ela entre em vocês e ela tá aí na apostila de toda maneira para vocês lerem depois. Então, escutem só atentas e atentos ao que ela lhes traz. Ah, tem aquela vinhetinha, né, Pedro? Narrativa. As crianças com estrela dourada na testa. Era uma vez o que aconteceu aconteceu e se não tivesse acontecido, você nunca teria ouvido essa história. Pois bem, era uma vez um imperador que tinha metade do mundo só
para si para governar. E nesse mundo onde ele vivia e governava, viviam também um velho pastor e sua esposa com suas três filhas, Ana, Stana e Laptitza. Ana, a mais velha era tão bonita, mas tão bonita, que quando levava as ovelhas pro pasto, elas se esqueciam de comer enquanto caminhavam ao lado dela. Stana, a do meio, era tão bonita, mas tão bonita, que quando conduzia o rebanho, os lobos protegiam as ovelhas. mais laptiza, a mais nova, com a pele branca como a espuma do leite e os cabelos macios como a lã do mais fino cordeiro.
Era tão bela quanto as duas irmãs juntas, Tão bela quanto só ela podia ser. Num dia de verão, quando os raios do sol caíam ardentes sobre a terra, as três irmãs foram ao bosque, nos arredores da montanha colher morangos. Enquanto procuravam o lugar onde os frutos eram maiores, ouviram o tropéu de cavalo se aproximando tão forte que se poderia pensar que um exército inteiro passava por ali. Mas era apenas o imperador indo caçar com seus amigos e acompanhantes. Todos eram jovens, belos e elegantes, montando seus cavalos como se fossem parte deles. Mas o mais belo
e formoso de todos era o próprio jovem imperador. Quando se aproximaram das três irmãs e notaram sua beleza, contiveram os cavalos e passaram lentamente. Escutem, irmãs disse Ana quando eles passaram. Se um daqueles jovens me tomasse por esposa, eu lhe faria um pão que o manteria jovem e valente para Sempre. E se eu, disse Stana, fosse escolhida, teceria para meu marido uma camisa que manteria ileso quando lutasse contra dragões. Ao atravessar a água não se molharia e se passasse pelo fogo, ele não o queimaria. E eu, disse laptiza, darei ao homem que me escolher dois
meninos gêmeos, cada um com uma estrela dourada na testa, tão brilhante quanto o céu. Embora falassem em voz baixa, os jovens Ouviram e viraram as rédeas dos cavalos. Tomo-te pela tua palavra e tu serás minha, ó belíssima das imperatrizes!", exclamou o imperador, erguendo laptiza e seus morangos para o cavalo à sua frente. "E eu fico com você e eu com você", gritaram dois de seus amigos e todos cavalgaram juntos de volta ao palácio. Na manhã seguinte, realizou-se a cerimônia do casamento e durante três dias e três noites, nada houve senão Festas por todo o reino.
Quando as celebrações terminaram, correu por toda parte a notícia de que Ana mandara buscar trigo e fizera o pão de que falara nos campos de morangos. Passaram-se mais alguns dias e noites e surgiu outro rumor. Stana havia conseguido linho secado, penteado, fiado e costurado com as próprias mãos a camisa de que falara nos campos de morangos. Ora, acontece que o imperador tinha uma Madrasta que vivia no palácio com a filha de seu primeiro marido. A mãe sempre acreditara que sua filha seria a imperatriz e não a donzela branca como leite, filha de um simples pastor.
Por isso, odiava Laptitsa com todo o coração e apenas esperava o momento de lhe fazer mal. Mas nada podia fazer enquanto o imperador permanecesse dia e noite junto da esposa e começou a pensar como afastá-lo dela. Por fim, quando tudo mais tinha falhado, conseguiu convencer seu irmão, rei do país vizinho, a declarar guerra ao imperador e a sitiar algumas cidades fronteiristas com grande exército. Dessa vez, o plano teve êxito. O jovem imperador ergueu-se furioso assim que soube da notícia e jurou que nada, nem mesmo sua esposa, o impediria de ir à batalha. reuniu as preces
dos soldados que estavam à mão e partiu imediatamente para enfrentar o inimigo. O outro rei não contava com a rapidez de seus movimentos e não estava preparado. O imperador o atacou de surpresa e derrotou completamente seu exército. Após a vitória e a rápida assinatura de paz, voltou para casa a toda velocidade e chegou ao palácio no terceiro dia. Mas naquela manhã nasceram de laptiza, dois meninos de cabelos dourados e estrelas na testa. A madrasta que vigiava levou-os embora, cavou um buraco no canto do palácio, sob As janelas do imperador e ali enterrou os dois meninos
com estrelas na testa e colocou no seu lugar dois cachorrinhos. Quando o imperador entrou no palácio e lhe deram a notícia, foi imediatamente ao quarto de Lapitza. Nenhuma palavra foi necessária. Ele viu com os próprios olhos que Laptitza não cumpria a sua promessa feita nos campos de morangos. Embora isso quase lhe partisse o coração, teve que ordenar a ela uma punição. Saiu triste e ordenou aos guardas que a imperatriz fosse enterrada até o pescoço para que todos soubessem o que acontecia aqueles que ousassem enganar o imperador. Gente, poucos dias depois, o desejo da madrasta se
realizou. O imperador tomou sua filha por esposa, a filha da madrasta. E novamente houve festa durante três dias e três noites. Agora vamos ver o que aconteceu com os dois meninos. No lugar onde eles tinham sido enterrados, brotaram dois belíssimos álamos jovens. A madrasta, que odiava a visão das árvores por lhe lembrarem do seu crime, ordenou que fossem arrancadas. Mas o imperador soube disso e proibiu que tocassem nelas, dizendo: "Gosto de vê-las ali. São os mais belos que já vi". E os álamos cresceram rápido. A cada dia crescia um Ano, a cada noite mais um
ano. E ao amanhecer, quando as estrelas desapareciam do céu, cresciam três anos num piscar de olhos. e seus ramos tocavam as janelas do palácio. Quando o vento os movia suavemente, o imperador se sentava e escutava o som que eles faziam na janela. A madrasta sabia o que aquilo significava e não cessava de tentar impedir inventar um meio de destruir as Árvores. Então ela convenceu sua filha a pedir que o imperador derrubasse as árvores. Certa manhã, a jovem imperatriz sentou-se à beira do leito do marido e começou a persuadi-lo com todo tipo de carícias. Demorou, mas
conseguiu. "Está bem, está bem", ele disse. "Faça o que quiser, mande cortar as árvores, mas de uma delas farão uma cama para mim e da outra uma cama para você". E com isso, a imperatriz teve que se dar por satisfeita. Os álamos foram cortados na manhã seguinte e antes do anoitecer, as novas camas foram colocadas no quarto do imperador. Quando o imperador se deitou, sentiu-se 100 vezes mais pesado do que de costume e também experimentou uma calma completamente nova. Já a imperatriz sentiu como se estivesse deitada sobre espinhos e ortigas e não conseguiu fechar os
olhos. Quando o imperador dormia profundamente, a cama começou a estalar e para a imperatriz, cada estalo tinha um significado. Era como se escutasse uma língua que só ela podia compreender. "Está pesada demais para você, irmãozinho?", perguntou uma das camas. "Oh, não, não está pesada", respondeu a cama em que o imperador dormia. "Sinto apenas a alegria agora que meu amado pai repousa sobre mim. Para mim é muito pesada", disse a outra Cama, pois sobre mim já uma alma perversa. E assim conversaram até o amanhecer, enquanto a imperatriz escutava tudo. Ao romper do dia, ela já havia
decidido como se livrar das camas, mandaria fazer duas outras exatamente iguais e quando o imperador fosse caçar, colocaria aquelas outras no lugar. Assim foi feito, e as camas de álamo foram queimadas numa grande fogueira até restar apenas um pequeno monte de cinzas. Mesmo enquanto queimavam, a imperatriz parecia ouvir as mesmas palavras que só ela compreendia. Então, curvou-se, recolheu as cinzas e espalhou-as aos quatro ventos, para que se dispersassem sobre novas terras e novos mares e nada restasse delas. Mas a imperatriz não reparou que onde o fogo ardia mais forte, duas pequenas faíscas se ergueram e
após flutuarem por alguns instantes no ar, caíram no grande rio que atravessava o coração do país. Ali no grande rio que atravessava o coração do país, as faíscas se transformaram em dois peixinhos de escamas douradas, tão parecidos entre si, que qualquer um reconheceria de imediato que eram gêmeos. Numa manhã, os pescadores do imperador foram ao rio buscar peixe para o seu café da manhã e lançaram as redes. Quando a última estrela desapareceu do céu, puxaram as redes de volta e entre a multidão de peixes encontravam-se dois De escamas de ouro como ninguém jamais tinha visto.
Todos os pescadores se reuniram em volta daqueles peixes admirados e resolveram levar os dois peixinhos vivos como presente ao imperador. "Não, não nos levem para lá, pois é de onde viemos e ali está a nossa destruição", disse um dos peixes. "Mas o que faremos com vocês?", perguntou o pescador. "Olha a ideia dos peixinhos. Vá e recolha todo o orvalho que repusa sobre As folhas. Deixe-nos nadar nele. Depois coloque-nos ao sol e não se aproxime até que os raios de solquem todo o orvalho, respondeu o outro peixe. O pescador fez como lhe disseram, recolheu o orvalho,
deixou-os nadar nele e depois os colocou ao sol até que o orvalho secasse. E quando o sol voltou, o que acha que viu? Que que vocês acham que ele viu, hein? Dois meninos. Dois belíssimos Jovens príncipes com cabelos dourados e estrelas brilhantes na testa, tão parecidos entre si que ao primeiro olhar qualquer um saberia que eram gêmeos. Os meninos cresceram rapidamente. A cada dia cresciam um ano, a cada noite outro ano. Mas ao amanhecer, quando as estrelas empalideciam, cresciam três anos num piscar de olhos. E não cresciam apenas em estatura, mas também em outras coisas.
Três vezes em idade, três vezes em sabedoria, três Vezes em conhecimento. Ao fim de três dias e três noites, tinham 12 anos de idade, 24 de força e seis de sabedoria. Então eles disseram: "Agora levem-nos ao nosso pai". O pescador deu a cada um gorro de pele de cordeiro que lhes cobria parcialmente o rosto e escondia completamente os cabelos dourados e as estrelas na testa e os conduziu à corte. Quando chegaram lá, já era meio-dia e o Pescador e os meninos aproximaram-se de um oficial que estava por ali. "Desejamos falar com o imperador", disse um
dos meninos. "Vocês devem esperar até que ele termine o jantar. Não, enquanto ele estiver comendo", disse segundo menino, cruzando o limear da porta. Todos os criados correram para expulsar do palácio aqueles jovens tão atrevidos, mas os meninos escapavam por entre seus dedos como Mercúrio, e entraram no Grande salão, onde o imperador jantava cercado por toda a sua corte. "Desejamos entrar", disse ásperamente um dos príncipes a um criado que estava perto da porta. Isso é totalmente impossível", respondeu o criado. "É mesmo?" "Então vamos ver", disse o segundo príncipe, empurrando os criados para a direita e para
a esquerda. Mas os criados eram muitos e os príncipes apenas dois. Ouviu-se o barulho de uma luta que Chegou aos ouvidos do imperador. "O que está acontecendo?", perguntou ele irritado. Os príncipes pararam ao ouvir a voz do pai. Dois meninos que querem forçar a entrada", respondeu um dos criados. Forçar a entrada? Quem ousa usar força no meu palácio? Que meninos são esses? Não sabemos, ó poderoso imperador", respondeu o criado, "mas certamente são aparentados com o Senhor, pois tem a Força de leões e dispersaram os guardas do portão. E são tão orgulhosos quanto fortes, pois não
tiram os gorros da cabeça." O imperador, enquanto escutava, ficou vermelho de raiva. Expulsem-nos. Soltem os cães atrás deles. "Deixem-nos em paz. Iremos embora tranquilamente", disseram os príncipes, recuando e chorando em silêncio diante das palavras duras. Já tinham alcançado os portões quando um criado correu até eles. O imperador Ordena que voltem. A imperatriz deseja vê-los. Os príncipes pensaram por um momento e depois voltaram pelo mesmo caminho e caminharam diretamente até o imperador, ainda com os gorros na cabeça. Ele estava sentado à cabeceira de uma longa mesa coberta de flores e cercada de convidados. Ao seu lado
sentava-se a imperatriz, apoiada em 12 almofadas. Quando os príncipes entraram, uma das Almofadas caiu, restando apenas 11. Tirei os gorros", disse um dos cortesãos. Entre os homens, a cabeça coberta é um sinal de honra. Desejamos parecer aquilo que somos. "Não importa", disse o imperador, cuja ira se dissipara diante do tom prateado da voz do menino. Fiquem como estão, mas digam-me quem são vocês, de onde vem e o que querem? Somos gêmeos, dois brotos de um mesmo Tronco que foi quebrado. Metade jáz na terra e metade está sentada a cabeceira dessa mesa. Viajamos por muito tempo,
falamos no sussurro do vento, coxixamos na floresta, cantamos nas águas, mas agora desejamos contar-vos uma história que conheceis sem saber que a conheceis na linguagem dos homens. Quando ele disse isso, uma segunda almofada da Imperatriz caiu. "Mandem-nos levar suas tolies para Casa", disse a imperatriz. "Ó, não", disse o imperador. "deixem eles continuarem". A senhora queria vê-los, mas eu quero ouvi-los. Continuem, meninos. Contem-me a história. A imperatriz ficou em silêncio, mas os príncipes começaram a cantar a história de suas vidas. Havia outrora um imperador. Começaram eles, e a terceira almofada caiu. Quando chegaram à expedição guerreira
do Imperador, três almofadas caíram de uma só vez. E quanto o relato terminou, já não restava nenhuma almofada sob a imperatriz. Mas no momento em que os príncipes levantaram os gorros e mostraram seus cabelos dourados e as estrelas de ouro na testa, os olhos do imperador e de todos os convidados voltaram-se para eles e mal puderam suportar o peso de tantos olhares. E no fim dessa história aconteceu o seguinte. Laptitza sentou-se ao lado do marido no topo da mesa. A filha da madrasta tornou-se a mais humilde costureira do palácio. A madrasta foi amarrada a um
cavalo selvagem e o imperador, sua imperatriz verdadeira e seus dois filhos viveram felizes pelo resto dos tempos. Muito obrigada. Gente, pera. Ah, eu tinha parado de ler. Agora que eu tô lendo que a imagem tava travando. Vocês conseguiram me escutar? Espero que sim. Eu sinto muito. Eh, me falem. Eu espero que vocês tenham conseguido me escutar bem. Eu tô vendo que que bom. Tô vendo que vocês escreveram que a imagem tava travando, mas o áudio tava perfeito. Então, que bom, porque eu tinha desligado aqui o chat para Então, sinto muito. Eh, tá bom. Bom, se
Vocês conseguiram me escutar perfeitamente, eu sinto muito eh que a imagem travou. Bem que o Pedro falou para eu eh conectar via Pera aí. Vamos fazer o seguinte, enquanto eu vou tentar pegar um cabo, vou ver se eu descolo um cabo aqui para me conectar diretamente com vocês via cabo, eh, eu vou pedir a vocês que escrevam Ao escutar esse conto quais foram suas primeiras impressões. Lembra o que lhes chamou atenção paraa gente poder entrar na próxima parte enquanto vocês vão escrevendo isso. Por favor, escrevam no caderno, na apostila de vocês, escrevam aqui no chat
também. Eu vou ver se eu tenho um cabo para poder melhorar minha imagem, tá bem? Sinto muito. Obrigada. Muito bem, gente, voltei. Eh, eu não consegui o cabo. Eh, então vou vou ficar assim mesmo e vai dar certo, tá, gente? Mas como o áudio tá perfeito, eu não sei o que tá acontecendo, vamos tentar descobrir paraa próxima. Sinto muito. Então, tá. Ó. Ih, gente, vocês não escreveram nada aqui, só a crueldade da madrasta. Bora lá. Quero ver, quero escutar as coisas que eles chamaram atenção paraa gente poder entrar na próxima parte. Vamos lá. Agora começou.
Agora começou. Vamos lá. A crueldade da madrasta. da madraspa. Eh, queimar as camas, faíscas, peixinhos. 12 almofadas. Ah, os filhos viverem, apesar de tanta tentativa. Aham. Apesar de tanta tentativa. Boa. A esposa ficar quieta. Uhum. Muito boa. Esposa. Débora tá dizendo a imperatriz verdadeira, né? A primeira imperatriz ficar que até muito importante isso aqui. Já tinha conhecimento dessa história e continuar mesmo ainda. Mas é, mas é boa. Como acreditar em algo tão absurdo. Ah, em algo. Vou falar sobre isso porque isso é primordial, como cachorros, como filhos, tá? Hã, tudo é possível. A magia acontece,
a Verdade tem força e retorna. O crescimento acelerado das árvores. Bonito, né? O crescimento acelerado das árvores. Eh, crianças terem sido enterradas. crianças terem sido enterradas. Adriana escreveu tudo é possível a magia. Ah, tá. Te chamou atenção que a verdade sempre vence, né? Tipo isso. Muitos. Número três. Número três. Boa. Boa. Almofadas caindo uma uma. as características que asita que as garotas escolheram para dar aos príncipes. Ah, que lindo. características eh dar aos aos maridos, né, que era a camisa da proteção, né? E que que você colocou aqui? Proteção humana e o despertar da alma.
Despertar da alma. Sim. Mas a primeira eh a falha é um pão que manteria jovem, né? O pão que manteria jovem, a juventude eterna. Por aqui também, só para eh 12 anos de idade, 24 de força e 36 de sabedoria. Que lindo, né? 12 anos. de idade, 24 de força e 36 de sabedoria. Gente, olha quanta coisa esse conto. Por isso falei, comecei com um já hardcore esse ano. As Estrelas na testa, né, gente? Coisa mais linda. Estrelas na testa. Eh, Álamos, como se prestes em direção ao céu. Sim, Letícia, os álamos. Olha só, eu
gosto quando, cara, quando a gente começa a se alfabetizar nessa língua, né, a gente já vai o desdobramento dos príncipes. Olha que lindo esse jeito que a Antônia falou, o desdobramento dos príncipes. Eh, então, olha só, vamos anotar isso. Bebês, árvores, Cama, faísca, peixe e depois príncipes novamente, né? Que lindo que você viu, Antônia, quando eles contam eh, vou até fazer um comentário aqui, eh, que eles falam, ó, dois brotos de um mesmo tronco que foi quebrado, metade jás na terra e metade está sentado a cabeceira dessa mesa. Aí eles falam: "Viajamos por muito tempo.
Falamos no sussurro do vento, quando eles eram Árvore. Coxixamos na floresta, cantamos, coxixamos quando eles eram um fogo, né? Cantamos nas águas quando eles eram peixes, mas agora desejamos contar-vos uma história. Olha só que lindeza. Acreditamos em coisas inacreditáveis. Eh, mas é muito importante a pergunta que você trouxe. Vai ser a primeira coisa que eu vou falar, tá? vai ser a primeira coisa que eu vou falar, porque assim, eh, esta pergunta que foi como acreditar Em algo tão absurdo como cachorros, como filhos? Essa pergunta ela precisa ser respondida para que a gente possa começar o
trabalho, tá? Mas eu vou responder, eu só quero anotar tudo. Árvores que cresceram no lugar onde foram enterrados. Árvores sendo transformadas em camas. E o diálogo entre as camas. Ah, o diálogo entre as camas. do diálogo. Essa história tem muita, gente. Ela não é demais. Ela é demais. Recolher o Orvalho e depois colocar ao sol. Que bonito que era isso. Orvalho e sol até secar, né? Tinha uma coisa até secar. O esforço do pescador em reunir o orvalho. O esforço que é necessário para renascer a luz. Tão bela como só ela poderia ser. cresciam em
tudo. Conheceis sem saber que conheceis. Ai, que bonito, Gabi. Então, a beleza, vou pôr aqui a beleza das moças, né? Eh, e o conhecer, é muito impressionante Isso, conhecer sem saber que conheceis. Isso é para todos nós. Eh, mãe enterrada até o pescoço. Ai, que bom que alguém falou dessa imagem. É muito forte. Mãe enterrada. Gente, eu vou falando, é porque eu vou anotando aqui tudo, porque eu não quero deixar de falar de nenhuma. Ilana. Ah, Lana tá aqui. Que bom. Eh, as camas conversando e a segunda imperatriz Entendo. Conversa das camas. Boa. Hã, o
que é seu volta. O que é seu é o que é seu é seu, né? O que é seu é seu. Lindo. Que é seu? Volta. Bastante fantasia, Antônia. Esse bastante fantasia a gente vai falar. A primeira coisa que a gente vai falar junto com a pergunta da Maé, como acreditar em algo tão absurdo como cachorros, como filhos? Já vou falar disso. Eh, montados nos cavalos como se fossem parte deles. Eu amo essa imagem. Montados nos cavalos como parte deles. Obrigada por ter trazido essa pergunta. Mãe enterrada até o pescoço, crescimento rápido dos meninos. As
12 almofadas, já falamos, 12 almofadas que foram caindo. A beleza das três irmãs estão ligadas à natureza. Fiquei muito tocada com os lobos cuidando do rebanho por causa da beleza. É muito bonito por aqui a beleza das três irmãs. É. E o que a beleza, né? Assim, acho que a Helena tá trazendo e outras pessoas aqui já trouxeram o que que a beleza causa? O que causa a beleza? As crianças resistindo e se transformando sempre em novas formas de continuar em vida. Sim, esse desdobramento, achei linda essa palavra, o desdobramento das crianças, elas serem tão
assertivas e simples e no fim sempre uma chata para trabalhar. Ô gente, isso de sempre uma chata, lembrem, hein? Eu gosto que a gente faz Isso pra gente se lembrar da primeira premissa da medicina das histórias. Todo conto é um ser e todos os personagens estão dentro da gente. Então, se tem sempre uma chata para atrapalhar, onde que tá essa chata? Só pra gente lembrar. Os álamos crescem rápido. Sim. Bora. Enterrados vivos. Terrível. Não sei o que que é terrível. Lindo. As irmãs e os gêmeos. muito simples e claras. Boa as estrelas, tá bom? O
fato de serem gêmeas, gêmeas. Boa, Gêmeos. Tá bom. Bom, anotei tudo assim, ó, um pouco anotadamente, disparatadamente. E agora com, claro que podem aparecer mais dúvidas, né, gente? Mas agora vamos entrar na próxima parte para ver além. os elementos simbólicos depois de uma história tão, tão, tão incrível. Eh, eu sei que você acredita na magia, mas é, desculpa P. Eu sei que você acredita na magia, mas é Você lê tarô, né? Mas a gente vai falar sobre isso, tá bom? Bora lá pra próxima parte. Segunda parte, os elementos simbólicos para ver além. Ai, voz do
corpo, como é seu nome mesmo? Essa história é muito com o perdão da palavra. Eu sou muito apaixonada por ela. Fala seu nome porque eu esqueço se aparece voz do corpo para mim. Eh, essa história, gente. Então, le Ah, Leandra, é você. Obrigada. Eh, sou a simbologia da simbologia, turma. Então, bora lá. Olha que coisa linda essa história. Eh, eu não pus esse livro na bibliografia porque eu acabei não usando, mas é a primeira vez que eu ouvi a história das crianças com estrela na testa. Ela tá dentro desse conto. A individuação nos contos de
fada da Mari Luiz Vonfance. Tão vendo? Editora, acho não sei que editora pensamento, edições paulinas. Edições Paulinas, tá? Caso vocês queiram ler, é um livro que tem interpretações muito yunguianas dos contos de fada. Então eu Mas é muito bom. Maria Luiz Luiz Fon Franz, muito muito sabedória. Eu já li há muito tempo e agora eu fui reprocurar a história. E quando eu fui procurar essa história aqui, porque eu queria que a gente abrisse o ano com essa história, agora Com o conhecimento que eu tenho agora, eu achei a história que tá aqui meio, tinha umas
coisas que não caíram bem para mim, então eu fui procurando outras versões. E aí tem muitas versões de histórias, tanto das crianças que nascem com estrela na testa, quanto de outros elementos simbólicos que é nas crianças serem trocadas, né? Sei se eu já falei sobre isso aqui, mas se eu não falei, vou falar. Não sei muito bem quem sabe, quem não sabe. Tiveram dois pesquisadores, se não me engano, finlandeses, chamados ARN e Thompson. que foram os primeiros que começaram a perceber que nas histórias do mundo todo tinham elementos simbólicos iguais. E eles começaram a fazer
um índice desses elementos. Então, eh, princesa que esquece o sapatinho, é um elemento. Então, por exemplo, crianças que nascem com estrela na testa, elementos Simbólicos de um cont e esse eles começaram a dar eh numerar, fazer um índice dos elementos simbólicos que aparecem nos contos. E eles já morreram, mas existe novos pesquisadores que estão continuando esses índices, fazendo essa pesquisa cada vez maior, porque hoje é cada vez mais fácil fazer estudos comparativos das histórias. Então, se alguma vez vocês estiverem Lendo um conto e lerem AT, AT239 é o número do índice do Arn Thompson desse
símbolo, dessa imagem poética. Só que, como dizia o token, tem dois tipos de pessoas que leem e que estudam os contos. Tem os tomadores de sopa e os de secadores de ossos. O a Arne e o Thompson eram mais de secadores de ossos. Eles ficavam tanto comparando o que tinha igual nas histórias que eles muitas vezes não se deixavam Tocar e permear pelo que as histórias vieram aqui para fazer, que é fazer a gente se reapaixonar pela vida, ficar em o num estado de êxtase com a vida. Então, por isso eu não trabalho com índice
AP, mas eu trabalho com a simbologia profunda nesse lugar da gente escutar uma história como essa que a gente escutou hoje. E agora, depois desse trabalho que a gente vai fazer, que Vocês possam sair daqui hoje assim, ó, em êxtase com essa história maravilhosa. Ah, então para isso eu vou responder a pergunta da Masé. Primeiro, recordando novamente os quatro níveis de leitura e interpretação de um texto. O pardes, o paraíso, lembram? Chat, remés, brash e sod. o nível literal, alegórico, simbólico e o segredo, a revelação, a graça. A Letícia, sair de queijo caído é tácito
ao entrar nesse clube. Efeito garantido com sucesso. Boa, boa, Letícia. Então vamos lá lembrar, o ser humano é um ser hermenêutico, é um ser que tá sempre interpretando a vida. A gente tá sempre interpretando a vida. E interpretar simbolicamente um conto é um exercício para a interpretação simbólica da vida. Com isso, eu queria dizer para responder A pergunta da Mazé, como acreditar em algo tão absurdo como cachorros, como filhos? Bem, se você tivesse um sonho que você tava grávida e nasciam dois cachorros, você ia achar normal, certo? É um sonho. Que que é um sonho?
É simbólico. Se no sonho sua mão virar duas maçãs ou e você não conseguir mais pegar nada, é um sonho. É só isso. Os contos. Trocar os cachorr os filhos por cachorros é um símbolo. E dentro dos contos nada é estranho, porque no mundo da inconsciência, no mundo do subconsciente, tudo é símbolo e a gente acredita em tudo. teria como acreditar. Por exemplo, Se você chega num lugar e acha que alguém não foi com a sua cara porque você não gostou da maneira como a pessoa falou com você? Gente, a gente acredita nisso. A gente
chega num lugar e acha que uma pessoa não foi com a nossa cara pela maneira como ela falou com a gente. E pode ser que não tenha nada a ver que ela tava ocupada com outra coisa. Quantas vezes tô falando isso pra gente se lembrar, quantas vezes a gente Acredita piamente em absurdos? É isso que a Maé falou. Acreditamos em absurdos que tomamos como verdade e estragamos a beleza de uma vida que podia ser mais fluida. É isso, mas é você mesma respondeu a sua própria pergunta. A gente passa a nossa vida acreditando em absurdos
e as histórias nos mostram isso. Aí a gente lê ou escuta a história e fala: "Ah, não, mas isso não dá. Não acreditar que na colocou dois cachorros, mas a gente acredita em cada absurdo. A gente acredita em tudo que a gente pensa, ainda mais se a gente vê. Ainda mais se a gente vê. A gente vê sem saber o que tá por trás daquilo. Quantas vezes já não aparece? Tem uma tem uma história famosa que é minha avó sempre me contava, chamava A morte de eu esqueci, mas é uma história antiga, bem, acho que
a morte de Gelert, a minha avó que me contava que era o seguinte, ai me dá até arrepio, que minha avó sempre me contava essa história, que um homem tinha um cachorro e ele amava muito o cachorro, muito. E o cachorro acompanhava ele para todo lugar. E o cachorro era fiel e escudeiro dele. E ele teve um filho, bebê, e um dia ele saiu de casa e quando ele voltou, o cachorro estava com a boca Toda ensanguentada. E o homem ficou tão furioso que achou que o cachorro tinha matado o seu filho, que ele matou
o cachorro. E quando ele chegou no quarto do filho, o filho tava vivo e tinha uma onça morta e o cachorro tinha matado a onça para proteger o filho. Aí eu fico até emocionada. E o homem ficou eternamente pro resto da vida, arrependido de ter matado o cachorro, Porque ele viu o sangue e ele tomou para si que o cachorro tinha matado o filho. Isso também é simbólico de quantas vezes a gente, porque a gente vê algo que é um indício. Então ele viu o sangue na boca do cachorro, ele viu um indício. Quantas vezes
a gente vê um indício e a nossa mente imediatamente completa uma história que não é a verdade. E é sobre isso essa história. E a gente precisa compreender isso e se entregar Para isso, para poder compreender a dimensão profunda dessas histórias. e o que elas querem trazer pra gente. Então, eh, com isso, mas é, só me responde se você ficou em paz com a imagem dos cachorros, a imagem das crianças sendo enterradas. Então, é óbvio que os contos não estão querendo propor que a gente enterre crianças, nem que a gente coloque cachorros, nem Que a
gente faça isso. Eles estão simbolicamente falando que a gente acredita em tudo que a gente vê, mas há mais do que o que a gente vê. Sabe quando as pessoas falam ver para crer, acontece que há mais, há mais mistérios sobre o céu e a terra do que sabe a nossa vã filosofia. Ah, então com isso começamos. Que bom, mas é que bom. Obrigada. Obrigada por estar aqui, obrigada por ter feito a pergunta, obrigada por ter feito a pergunta e respondido a própria pergunta. E então com isso, com a gente sabendo que a gente já
acredita em coisas tão absurdas, e é sobre isso que essa história tá falando. Ela tá falando: "Olhem como a gente é, a gente vê uma coisa e a gente já acredita Na história que a nossa mente com todo aquilo. Ai Leandra, que saudade que eu tava! Eu também tava morrendo de saudades, minha gente. Ai, gente, espero que esteja bom. Sabe o que eu tô achando? Eu tô achando que como é a primeira vez que eu tô usando o microfone, o microfone conecta direto. Eu tô achando que talvez por isso a imagem esteja pior que o
som. Mas bom, que bom que o som tá maravilhoso. E pra Próxima eu vou vou me organizar, tá? Para ter uma conexão cabeada. Muito bem. Então, justamente sobre as coisas que a gente não vê, sobre tudo aquilo que é invisível, que me dá até arrepio. Olha só esse conto, gente, ele nos relembra da nossa natureza estelar, nos ajuda a relembrar de onde viemos e por tantas vezes nos sentimos diferentes e distantes desse mundo. Esse conto é um convite à viagem rumo à União com tudo que é maior. poderia dizer aqui, essa frase tá na nossa
apostila, tá? Eu tô lendo aqui. Eh, poderia dizer aqui a nossa união com tudo que a gente não vê. Gente, eu queria só fazer um parênteses e dizer para vocês que a gente quer muito, muito, muito crescer o Clube dos Contos, poder ter mais gente aqui, porque a gente acha que é possível e porque isso daria para nós a possibilidade de poder se dedicar mais a Ele. Então, aproveito e digo a vocês, se vocês, se esse clube faz sentido para vocês e que vocês, eh, ai continuem ajudando a gente a divulgar e trazer mais gente
e a gente pode tentar fazer planos de, sabe, traga um amigo e não sei, vamos pensar como a gente faz para mais gente chegar. Ah, Leu falou alguma coisa. Tá tudo Adriana, ainda estou em silêncio impactada por tanta imagem. Que bom. Viemos de tantas outras viagens. Gratidão. É, não, essa história eu queria há muito tempo. Eu queria há muito tempo eu queria estudar essa história com vocês, mas eu achei que o tempo chegou, né? Porque depois de um ano. Não é fácil essa história. Tem que tá justamente, como disse bem observou a Masé, ela tem
tanta fantasia. Não vou nem entrar na palavra fantasia, mas vou ter que entrar. Falei que eu não ia entrar, mas eu tenho que entrar. Na diferença, eu tenho uma Live sobre isso, mas a diferença entre fantasia e imaginação. A imaginação é o super poder do ser humano. E a fantasia é o que a gente faz se a gente cria fantasmas. A imaginação e a a fantasia é a sombra da imaginação. Assim como o frio é a parte obscura e fria é do calor. Assim como o feio é a sombra do belo. A fantasia é a
sombra da imaginação, é a dualidade, é outro extremo. A imaginação é o que nos permite atravessar esse mundo, tá aqui e viver o clube dos contos. E a fantasia é o que faz a gente se perder ao acreditar em absurdos. A fantasia, um bom nome era aquele programa que tinha quando eu era criança, a Ilha da fantasia, que é esse lugar para onde você vai e tá tudo bem e todo mundo te recebe bem, meio clube Mediterrane, todo mundo é feliz e ninguém reclama e por baixo do pano tem um monte de craca acontecendo. Isso
é fantasia. A imaginação é o que pode fazer a ponte entre nós como animais e nós como anjos, vivendo plenamente a nossa humanidade. Eu não sei se deu para entender isso que eu falei, mas é isso. E com isso eu queria dizer que eu coloquei essa frase. Obrigada Leu, que vai divulgar. Ai, Leandra, que bom, né? Que bom. Obrigada. Obrigada mesmo, Masé. Porque era um ano que a gente já tá aqui, então é importante voltar porque são conceitos que se a gente não se dar conta eles não amarram. Fantasia o que vivemos no desconforto. É
a fantasia é o que faz a gente chegar num lugar e falar: "Ai, acho que tal pessoa não gosta de mim". Daí a gente começa a reagir a pessoa achando que ela não gosta de você. A gente fantasia o tempo inteiro. Por Quê? Porque a gente tem este dominação. Em vez da gente usar o dom da imaginação ativamente, ele serve pra gente criar o mundo, a gente usa a sombra dele, que é a fantasia para criar nossos fantasmas. Pessoas muito criativas são as pessoas que mais fantasmas têm. Digo isso por experiência própria, gente. Eu brinco,
eu falo, não tem voo sem escala pro paraíso. Eu sou super criativa. Com isso, eu já criei muitos fantasmas. A Masé falou: "Vou levar essa distinção De fantasia, leve de fantasia e imaginação. É uma distinção muito importante da gente ter. Fantasia é o que vivemos desconfortavelmente todos os dias. É isso, Célia. Ilusão. Uhum. Uhum. Exatamente. Ilusão. Bonito, né? Eu sabia a distinção fantasia e imaginação, mas o Patrick, meu professor, ele falou dessa coisa da Fantasia, o que cria fantasma. É a mesma origem etimológica. Fantasia. Fantasma. Olha que beleza. É muito legal, né, Lucy? Ah, Luciane.
Gente, tô muito feliz que a gente voltou, mas vamos mergulhar porque já estamos aqui a 1 hora1 e ainda temos um mergulho. Pedro, escreve essa distinção entre fantasia e paginação. Muito importante. A gente pode fazer uma, de repente faço Mais uma live só sobre isso, porque sem razão, Neusa uma aula já. Boa. Bom, seguimos, gente. Ó, nisso que a gente tava falando, então que eu falei, essa história, ela é um convite a gente se lembrar que a gente é poeira de estrelas. Eu vou falar mais sobre isso já. E aí eu assim, eu queria muito
recomendar, muito simbólico, a estrela na testa na região do terceiro olho da pineal e Chegamos nessa conversa assim. É isso. Lê. Queria muito lembrar que não, gente, aí às vezes, desculpa, às vezes eu tipo dou uma aquelas paradas no devaneio. Eh, eu não sei se vocês leram esse livro chamado Demian do Herman Hess, um escritor alemão. Ele escreveu dois livros que mudaram a minha vida na minha juventude. Um se chama Sidarta, que conta a história do Buda, e outro se chama Demian. E no livro Demian tem um menino chamado Sinclair. E o Sinclair conhece um
rapaz um pouco mais velho e mais sábio que ele chamado Damian. E o Damian vai virando meio que um professor espiritual do Sinclair. E ele diz pro Sinclair que o Sincler nasceu com uma marca na testa e essa é a marca da busca Da realização espiritual. E nada mais é que a marca do Harry Potter. Essa bom, a gente vai falar já, mas eu queria muito recomendar, se vocês tiverem tempo e vontade, para quem não leu ou para quem já leu, que releia a Demia, é muito lindo. E aí eu eu achei que era era
muito pertinente pela marca na testa, Essa marca de quem realmente somos. Homem algum chegou a ser completamente ele mesmo, mas todos aspiram a sê-lo, obscuramente, alguns, outros mais claramente, cada qual como pode. Então vamos se lembrar, vamos se lembrar que é o que a gente tá fazendo aqui, essa busca. Tô anotando aqui uma live sobre fantasia, imaginação. Se eu fizer terça-feira, não sei, vocês vem, vocês t que vir em peso. Terça, 7:45. Agora vamos, gente, vamos entrar. Vamos entrar então na simbologia e eu vou falando das coisas que vocês falaram aqui também ao longo do
que eu já tinha deixado separado para falar, tá bem? Então vamos lá. Eu eu chamei aqui a primeira parte de três casamentos, porque é quando acontece essas três uniões. Então só pus aqui esse trechinho da história Na apochila e eu disse lá pizza, darei ao homem que me escolher dois meninos gêmeos, cada um com uma estrela dourada na testa, tão brilhante quanto as do céu. Então vamos lá, gente. Alguém falou aqui, eu também vou tentar. Eh, beleza das moças. A beleza das três moças é uma coisa tão linda, né? A Helena mesmo comentou eh como
que até os lobos protegiam as ovelhas, né? até as ovelhas paravam de Pastar pela beleza e a outra tinha a beleza das duas irmãs juntas numa beleza que era só dela. Então quando eh alguém também falou que faz muitas vezes o número três, né? Essa história traz muitas vezes o número três. Põe o nome do livro, por favor. O nome do livro, ele tá na apostila, ele tá na bibliografia da apostila, ele se chama Demian, tá? E vale a pena reler e a gente pode um dia até fazer uma conversa sobre o Demian. Muito bonito,
Tá? Eh, ai gente, eu vou ter que ler esse comentário da Mazé aqui no meio. Muita gratidão por participar do Clube dos Sonhos, por todo o avanço que tenho constatado na minha vida, no meu emocionar, nas minhas interpretações do tarot. Fico muito feliz, mas é muito obrigada. Obrigada por estar aqui, obrigada pelas suas colocações, obrigada pelas suas perguntas, porque, gente, são As colocações de vocês, as inquietações de vocês, que também me fazem poder responder, abrir esses caminhos e abrir esse espaço. Então, vamos lá, vamos pros queixos caídos de hoje, tá? Então assim, a beleza, a
beleza, gente, como diz eh como diz Vinícius de Morais, tem aquela frase, eh, as feias que me desculpem, mas beleza é fundamental. Claro que essa frase pode soar Agressiva, mas a beleza, gente, a beleza é fundamental. A beleza, ela é o que nos move. Eh, a beleza é o que nos mostra. Eu tô procurando aqui que eu quero ler para vocês que eu não tinha anotado, mas esa aí que agora eu me lembrei. Um segundo. A beleza para o GTER é a revelação das leis secretas da natureza que de outra Forma permaneceriam ocultas. Get descrevia
a beleza ideal como sendo simplicidade calma e serena. Mas gente, anota isso. A beleza é a revelação. Nossa, p anota isso aqui no nosso roteiro. Vai, vê se você pode. A beleza é a revelação de leis secretas da natureza que de outra forma permaneceriam ocultas. Isso era a beleza pro G. Consegui. Consegui. P. Não precisa, eu consegui. Então, gente, a beleza quando ela aparece, por isso que muitas vezes a rainha é tão bela, a princesa é tão bela, o Isso ai, boa, boa, boa. G, goete. É por isso que a beleza aparece, o herói é
belo, porque a beleza ela revela uma lei da natureza. O ser. Então essa frase do Vinícius de Morais, as feias que me desculpem, mas Beleza é fundamental. Ela é grotesca, mas ela vem de que quando você vê algo belo, você é tocado pela integridade, porque a integridade ela é bela. Claro que o que que a gente tá vivendo hoje em dia? Hoje em dia a gente tá vivendo esse negócio de harmonização facial. Outro dia, outro dia eu passei na brinde de um salão e tava editou, fazemos harmonização glútea. Eu falei, gente, não é possível. O
que que é Harmonização glútea? Não é possível, né? Agora não adianta nada você colocar botox, puxar aqui, fazer uma harmonização externa, que é isso que a gente tá buscando. A beleza externa, ela é um reflexo da integridade interna. Nossa, Pedro pôs até em alemão para você, Helena. Eh, então, eh, a beleza vai muito além do que vemos, Mas quando a gente vê algo belo e algo belo uma flor, um lugar esteticamente agradável, uma praça, uma árvore, um rio, um mar, uma pessoa linda, Quando você vê, você quer ficar olhando. Tem uma frase do Steiner, admira
a beleza. Me dá até arrepio. Admira a beleza. Você quer admirar a beleza? Porque a beleza tá aí para ser admirada. Então, admirar a beleza, Eh, é, é, eh, é tão lindo, ó, essa frase do Steiner. Vou ler para vocês. Ai, gente, eu tô eu tô tergiversando hoje, mas eh admira a beleza. Ai, que eu amo muito esse poema do Steiner. Vou pôr ele aqui também, ó. Admira a beleza, defende a verdade, venera a nobreza, escolhe a bondade. Assim é que o homem será conduzido às Metas na vida, aos retos caminhos na hora em que
age, a paz quando sente, a luz quando pensa e aprende a confiar na regência divina de tudo que há no vasto cosmo, no fundo d'água. Então, gente, a beleza é fundamental e é a primeira coisa quando a gente chega nesse mundo, a primeira coisa que nos conecta com o êxtase desse mundo é a gente ver a beleza. Um bebê admira a beleza da sua mãe, a beleza do seio, a beleza do leite Perfeito saindo. Platão diz dos arquétipos: "Quatro caminhos para chegar a Deus". Meu Deus do céu, o que aconteceu? Eu caí. Tá tudo bem,
né? Desculpa não ter a menor ideia o que aconteceu, gente, mas tô aqui de novo com vocês. Vou ter que deixar bem na minha conexão pro mês que vem. Sorry. Mu bien. Vamos lá. Então, três rapazes que se casam com Três moças, três rapazes se casam com três moças. Então, o número três, né, esse triângulo, tem o triângulo para baixo e o triângulo para cima. O três é esse equilíbrio, é o três, é o triângulo que mantém algo em pé. Se uma coisa tem, se uma mesa tem dois pés, ela não fica em pé. Mas
se um tripé, um tripé, Tem três pés. é um tripé que sustenta algo. Então, quando uma história tá falando do número três, ela tá falando da sustentação. Então, essa história, ela já começa nos falando sobre a sustentação, tá bom? Então, e da sustentação com o quê, gente? com a beleza. Essa história tá, ela tá vindo desse ponto de vista. E aí alguém bem falou aqui: "Pai, filho, espírito santo." A trindade, eu falo que a minha santíssima trindade é arte, ciência, espiritualidade. É uma trindade. É a trindade que nos sustenta sempre. que é nesse campo da
terceira dimensão, é uma trindade que nos sustenta. No plano físico, são as trindades que nos sustentam, os tripés. Por isso que muitas vezes também uma Empresa fala: "Ai, o tripé da nossa empresa, né? O tripé da minha empresa é arte, ciência e espiritualidade". Eh, alguém falou então dessas promessas, das características eh de dar aos maridos, né? Quais eram as características de dar aos maridos? Eh, que era dar um pão da juventude e a camisa da proteção. É o eu, outro e nós. Isso aí. Eh, então o pão da juvent, então são três Promessas. A camisa
da juventude, o pão da proteção e os gêmeos com estrela na testa. Gente, desculpa parêntes, mas não é muito maravilhoso que no meio de tudo que tá acontecendo nesse planeta hoje em dia, a gente pode hoje, nesse sábado, 10:30 da manhã parar 3 horas para olhar para um conto. E para que esse conto maravilhoso tem para nos contar, eu acho genial. Só posso dizer isso. Só posso de novo Agradecer por vocês estarem aqui, por a gente poder fazer isso. Bom, então as características das promessas que elas dão, elas fazem então uma promessa do pão da
juventude que vai dar a juventude eterna, a camisa da proteção que vai proteger o o marido de tudo. E a terceira lapiza dá os gêmeos com estrela na testa. Então a a gente vai falar 3 horas de encontro para dar sustentação Com beleza. Isso aí. Isso aí. Eh, então, gente, ela, a história vai nos dar aqui essas esse tripé da sustentação. Então, da nossa vitalidade, essa juventude, eh, essa proteção nada é um escudo da proteção total, escudo protetor, nada pode me abalar. E com essa conexão direta com o quê? com As estrelas, com essa conexão
direta com o divino, com o que é maior. Então, a história já aponta nesse começo, se, né, mas é, até se a gente for falar em absurdos, bom, alguém já deu a luz uma criança que tinha estrela na testa também já é absurdo, uma camisa que protege de tudo. Então, já nada disso daria para acreditar, mas é porque é tudo neste lugar, desse corpo simbólico. Eu brinco que a gente tem esse corpo que A gente vê, sente, toca em volta, tem outros corpos mais sutis. As histórias elas estão trabalhando nesses corpos mais sutis e são
esses corpos que criam este. Quando a gente trabalha e vai dissolvendo coisas aqui no invisível, elas se tornam visíveis. Nossa vida melhora, nossa saúde melhora, tudo melhora, tá? Então, eh, Então é isso, Regina. Eu sei que as interrupções às vezes interrompem, mas a gente tá indo, tá? Obrigada. Então, vamos lá. Eh, eu vou seguir, vou seguir para o próximo, que é um ponto muito importante que, curiosamente, eu não sei se vocês falaram aqui, mas devem ter falado de alguma maneira, que é a inveja. Ah, vocês falaram, vocês falaram da crueldade da madrasta. Ah, não, pera
aí. Alguém falou uma coisa aqui que é dessa primeira parte que eu quero colocar montados nos cavalos. Eh, deixa eu já até tá aqui. Montados nos cavalos como se fossem parte deles. Então, assim, tem uma compreensão na alquimia que a relação entre o cavaleiro e o seu cavalo é o que? É o símbolo do homem. inteiro. O símbolo do homem inteiro na alquimia Não é o cavaleiro em pé sozinho, é o cavaleiro montado no seu cavalo. E ele e o cavalo são um parte do outro. O cavalo ele é nossa parte animal, nossa parte que
tem membros, pernas, braços, que vai fazer e agir no mundo. Mas o cavalo selvagem que aparece no fim dessa história, no fim dessa história, a madrasta, ela é colocada num cavalo selvagem. O cavalo selvagem é a nossa parte animal sem rumo, batendo em gente, sendo Grotesco, fazendo coisas grotescas nesse mundo. Enquanto que o cavalo domado, ou seja, o cavalo dominado pelo cavaleiro, a nossa parte animal selvagem domada por nós é a nossa integridade, é o que nos permite agir no mundo com a conexão com a nossa estrela, agir no mundo como seres maiores, como diz
no sufismo essa frase famosa, estar no mundo sem ser do mundo. Sim, eu acho muito bonito isso. Então, agradeço muito quem trouxe essa essa Também, bom, agradeço tudo, né, que vocês trouxeram, mas essa essa percepção de que os cavaleiros estavam montados nos cavalos como se fossem parte deles. Eh, então agora vamos aqui pra segunda parte. Então, o conto tá abrindo, o conto tá abrindo esse caminho, o nosso mapa tá abrindo esse caminho falando desse encontro perfeito da sustentação, né? Eu, quando eu falo o mapa, que que o mapa tá falando? O mapa Tá abrindo essa
história. Ele já tá falando de um encontro perfeito. Três belezas, três belezas se encontram, casam e cada uma dá o que prometeu. Isso seria a perfeição. Porém, agora o conto vai nos dizer quais são as intervenções à perfeição, que quando a gente atravessar as intervenções é que a gente vai poder chegar no final realmente unificado, porque aqui ainda não tá unificado. Vou Falar para vocês por quê. Porque esse imperador era dono de metade. Vocês lembram o começo da história? Era uma vez um imperador que tinha metade do mundo. E a gente precisa governar o nosso
mundo inteiro. Nossa! Ai gente, é demais. Fala a verdade, é muito boa essa história, meu Deus. Vamos lá. Inveja tá aí na apostila de Vocês a próxima parte que é a inveja. Então, a mãe, a madrasta sempre acreditava que a sua filha seria imperatriz e não a donzela branca como leite. Vamos lembrar que quando traz essa cor branca, a donzela branca como leite, tá falando desse segunda etapa do caminho espiritual que é chamado de obra em branco, o Albedo. Então, quando traz uma donzela branca, tá falando desse momento da luz que é a travessia, que
sai da escuridão e entra Na luz. Então, eh, a história já tá falando disso. A madrasta era invejosa. Então, eh, o que que a o conto tá nos falando? Que a inveja ela vai destruir. A gente precisa atravessar a inveja. E esse conto é um conto que vai fazer a travessia da inveja. E é uma longa travessia. Como vocês podem ver, porque a inveja é Uma emoção, uma característica a humana e a gente, todos nós temos. E se a gente não olhar paraa inveja e não assumir pra gente mesmo, eu sinto inveja. Eu senti inveja
nesse dia, eu sinto inveja nesse momento, eu sinto inveja da daquela pessoa, de como ela fala, de como ela se veste, de o que for. Enquanto a gente não assume, a gente não atravessa a inveja. E atravessar a inveja é desafiador assim, a gente morre. morre é enterrado. Sinto Muito dizer para atravessar a inveja a gente tem que morrer. É isso que o conto tá falando e é isso que é. A gente costuma dizer, a gente aprendeu um pouco pela religião e tudo que a inveja é uma coisa feia de sentir. Tava tendo essa conversa
com a minha mãe essa semana. A gente aprendeu que a inveja é uma coisa feia de sentir. Então, na hora que a gente percebe que tá sentindo inveja, a gente costuma Colocar a inveja numa caixinha assim, não, ela é super legal, eu não tô sentindo. Mas a inveja é uma flecha. A inveja ela nos aponta o caminho de algo que a gente queria realizar e ainda não realizou. A gente precisa reconhecer muito a inveja, porque como diz o Yung, tudo aquilo que a gente não reconhece nos guia. Tudo aquilo que a gente não reconhece Nos
guia. E é reconhecer que a gente tem inveja. gente, porque a gente é adulto trabalhado e a gente acha que a gente não tem mais e a gente ainda tem. E é respirar nesse lugar de falar: "Uau, tá aqui de novo a inveja. Tô aqui sentindo você de novo. E paraa inveja agir, olha que que lindo. Muito linda essa história. Para inveja poder agir, quem precisa sair de cena? O imperador, Ou seja, o imperador, o governante, essa parte maior de nós que nos governa em plena beleza, astúcia, sabedoria, enquanto ela tá governando, a inveja não
pode agir. Mas a inveja, malícia faz o imperador sair de cena para que ela possa agir. É demais, né, gente? Gente, eu vou falar para vocês, eh, vocês me dão um minuto, eu preciso pegar uma coisa para comer, porque eu não consegui comer nada. Eu vou pegar um Minuto e eu volto. Vamos fazer uma pausa. Desculpa, de um minuto só para eu pegar um negócio lá, porque tá muito forte aqui, mas tá me dando muita fome. Pera aí, gente. Voltei, desculpa. Beba. Desculpa, gente. Geralmente eu chego aqui, não sinto fome, mas hoje não deu. Voltei.
Pronto. Bebam água. Talvez por falar da inveja, não sei, reconhecer a inveja. Então, vamos lá. Eh, e aí, gente, e com isso, né, no caso, a história traz desse jeito poético simbólico, que eh a madrasta consegue fazer o imperador sair de cena. Agora, gente, vocês lembram quem é a madrasta, né? A gente já falou muitas vezes que não sei quem tá aqui pela Primeira vez, mas eh então que eu vou falar para quem tá aqui pela primeira vez, mas a gente já falou muitas vezes da madrasta como sendo eh como sendo a nossa mente analítica.
Aana falou alguma coisa. A inveja precisou tirar o imperador com um tema. Uhum. Que acabou sendo mais importante que a ficar. Então, lindo, Ilana. Isso mesmo. A inveja é a nossa mente analítica. Eh, a Inveja, desculpa, a madrasta, ela é nossa mente analítica, lembra? A gente já falou muitas vezes da madrasta como nossa mente analítica, o nosso eu menor, essa coisa incessante de pensa, nossa mente incessante de pensamento, falando: "Não sei quem não gostou de mim, isso não devia ser assim, eu devia ter mais dinheiro, eu devia ter estudado em tal escola, isso não pode
ser assim". Essa coisa louca da nossa mente, essa é a madrasta que tem que Tirar o imperador de cena. para que ela possa agir e ela consegue, ela consegue, pra gente entender que essas coisas que acontecem na nossa vida são tão poderosas que conseguem tirar o nosso eixo, tirar o nosso imperador de cena. E é muito lindo isso que a Ilana falou da ameaça nas fronteiras do reino, Que como que há, como que a mente analítica lida com a gente, sempre falando pra gente coisas assim, eh, não tem lugar para você no mundo, você precisa
competir com o seu colega, não sei quem é mais bonito que você, não sei quem é mais inteligente que você, não sei quem não gostou de você. essas ameaças do seu ser. A gente não tá, a nossa existência, gente, ela não tá ameaçada. A gente vai falar sobre isso mais paraa frente, que Alguém falou e é, né? A verdade sempre vence. O meu lugar é o meu lugar. Se você nasceu neste planeta, é porque tem lugar para você nesse planeta. O seu lugar, a sua existência, ela tá garantida e tocada. É uma perversão da natureza
humana a competição. A competição é uma perversão da natureza humana. Não existe competição. Não existe. A própria maneira tá sendo revista. Eu Já falei isso. Eu sim falo paraas minhas alunas do Saindo da Matriz. A maneira como a gente narra o nascimento, a concepção de um ser, já foi revista pela biologia. A a biologia na Ráva foi o que a gente aprendeu na escola, pelo menos quem tem a minha idade, que o a gente já é um vencedor, porque aquela montidão de espermatozoides, de espermatozoides, foi competindo para ver quem ia ser o Espermatozóide que conseguia
entrar no óvulo. E a biologia já começou a explicar de uma nova maneira que na verdade já tá escolhido qual é o espermatozoide que vai entrar ou todos aqueles espermatozoides são o mesmo que tão eh cada um de um lado ajudando a enfraquecer aquela parede para que o que tem que entrar entre. Então, é um jogo comunitário e não uma competição. Tudo depende da maneira como A gente explica, usando a nossa fantasia e não a nossa imaginação. Exatamente. Obrigada. Pronto. Então, a madrasta, ou seja, o que o conto tá nos falando, o que que o
mapa tá nos falando? Nossa mente analítica, essa parte que quer controlar essa parte, que que é essa mente analítica? É a parte de nós que não confia. A parte de nós que toma decisões baseadas em experiências do passado, não confia, sempre acha que não vai dar certo. esta parte de nós afasta o imperador, inventa uma história para afastar o imperador mais paraa frente na no papel da filha da madraça, né, da segunda imperatriz, vai criar mais uma história para afastar o imperador, para cortar as árvores, Depois para queimar as camas. É sempre as histórias. Você
percebe que também eu conto, o mapa aqui já nos conta. A madrasta inventa o quê? Uma história de uma guerra para que o imperador se afaste. Então, a mente analítica cria o que que o mapa tá nos contando. A mente analítica cria histórias nas quais a gente acredita porque elas parecem reais. Então, o mesmo que falamos sobre Imaginação e fantasia, então ela usa o dom da imaginação no seu lado sombra, usa a fantasia para criar histórias que não são a verdade, para afastar o imperador, que é quem reina, pra mente poder reinar no lugar. O
que o mapa tá nos dizendo? Cuidado com as histórias fantasiadas que a gente narra e acredita. E olha que interessante aqui trazendo de novo o comentário da Mazé, a pergunta da Mazé, que eu achei que foi muito Importante para dar essa linha aqui no nosso no nosso caminho, no nosso estudo de hoje. Essa distinção entre fantasia e imaginação que a gente trouxe, que é a imaginação. Ai, me dá até arrepio falar isso. A imaginação que parece louca é o que fez as três irmãs darem suas promessas. Um pão da eterna juventude, uma camisa da eterna
profissão e dois filhos gêmeos Com estrelas na testa. Isso é a imaginação. Conexão direta com o divino. É a pura poesia. Tudo é possível na beleza. E a fantasia perversa gerada a partir do impulso da inveja de criar uma guerra. A guerra é muito, né, mas é muito mais fácil de acreditar que tá tendo uma guerra do país vizinho. Olha como é real a guerra. O país vizinho te atacou do que acreditar em crianças com estrela Na testa. E aqui a Maé escreveu revendo as histórias que conto para mim. Gente, para mim todo o objetivo
dessa vida, desse trabalho, tá garantido quando cada um de nós começar a rever as histórias que conta para si mesmo. Gente, a tal ponto, a tal ponto a gente acredita na mente analítica, a tal ponto a gente acredita nas histórias e fantasiosas desse tipo. Não sei quem não gosta de mim, não sei quem não foi Com a minha cara. Nada vai dar certo para mim. Ai, eu sou uma infeliz mesmo. Eu vou ficar sozinha para sempre. Eu nunca vou conseguir um trabalho bom. Sei lá, qualquer coisa que você se conta, eu nunca vou conseguir emagrecer.
E meu filho não gosta de mim. Minha mãe gosta mais do meu irmão do que de mim. qualquer uma dessas histórias fantasiosas, tô falando em em é porque o objetivo é que elas virem blá blá blá, mas eu sei Que quando a gente acredita nelas, a gente acredita nelas. Mas elas não são reais, a gente acreditar nelas a tal ponto que o nosso imperador consegue fazer qual gesto? acreditar que nasceram dois cachorros em vez de duas crianças com estrela na testa e com isso enterrar a mãe, Enterrar a imperatriz, fazer a imperatriz, a dama branca
branca como leite, a pureza, a mais bela de todas as belezas, que com quem ele tinha encontrado para criar o encontro divino em terra. Porque acreditou em quem? Numa história que a Madrasta contou. É desse nível. E gente, a gente tá achando aqui que é Só um conto, mas é desse nível, é isso que a gente faz. E o que eu quero falar uma vez aqui, eu já falei, mas eu quero falar de novo. É muito importante isso, gente, para quem trabalha contando história. Para quem trabalha contando história, eu tô traduzindo isso aqui para vocês,
pra gente nesse estudo, não é pra gente chegar para as crianças e explicar a mente analítica das crianças. Não está nesse nível de força como a nossa. Elas Não estão nesse lugar. Mas o que que é importante? É importante que quem conta a história saiba isso, para que quem conta a história possa contar nessa intensidade. Porque o que que acontece? Se você como adulto não sabe isso, você lê essa história e fala: "Eu vou contar essa história, mas vou tirar a parte que troca por um cachorro. Vou tirar a parte que enterra a mãe". Só
que não é a parte que enterra a mãe que a criança precisa ouvir Pra criança poder trabalhar internamente o que ela é capaz de fazer se ela escutar a mente analítica dela. Só que o que tá acontecendo hoje em dia? Adultos que desconhecem o significado profundo de um conto transformam um conto porque não dão conta de lidar com essas imagens. E aí contam um monte de besteira. E aí, o que que é a mente analítica em ação, afastando o imperador? É isso que a gente tá fazendo quando a gente muda Um conto ancestral que traz
uma imagem que a gente não aguenta. uma imagem que tá falando de matar o ego, ou seja, colocar a madrasta num cavalo selvagem, ou seja, deixar a madrasta nas loucuras dela, divagando, parar de escutar tudo que ela fala. A gente não aguenta uma imagem dessa. Como que vai colocar a madrasta num cavalo selvagem? e todas as madraças e meu pai que se separou e casou. Eu gosto Da minha madraça. Não é sobre isso, Desculpa a minha eh exaltação. Então, coloquei aqui, gente, na apochtila de vocês essa frase de novo do Herman H no Demia. As
coisas que vemos são as mesmas que temos dentro de nós. Quando odiamos um homem, odiamos nele algo que trazemos em nós mesmos. Gente, por favor, tatua essa frase na parede. Quando odiamos um homem, odiamos nele algo que trazemos em nós mesmos. Se você tá falando mal de alguém, presta atenção, bela adormecida, presta atenção. Vira o dedinho que tá apontando. Vira. Vira para você. Quando odiamos um homem, odiamos nele algo que trazemos em nós mesmos. O santo, a santa consegue ver a beleza em tudo que há. E o o oposto, né, o outro lado desta Moeda,
ele também é real. Quando amamos um outro ser, apenas amamos nele o que há em nós. Se a gente pode ver a beleza, saibam isso. Se a gente pode ver a beleza, é porque a gente é belo. A gente só consegue ver e identificar o que a gente conhece. Os indígenas no Brasil não viram as caravelas porque eles não as conheciam. A gente só vê o que a gente conhece. Então, esse mapa tá nos falando desse Risco de deixar as histórias da mente tomarem conta. Dominar, afastar o imperador. Ai, tá mal lascado. Perdão. Bora, seguimos.
Meu Deus, já são 11 da manhã. Não sei como que isso acontece. Eu coloquei esse adendo aqui da estrela na testa. que eu queria eh Ai Leandra, se virem porque esse ano tem que sair um encontro presencial, né? Meu Deus. Vamos fazer um encontro um dia inteiro presencial. Bora então. Vamos falar sobre a estrela na testa. Queria muito falar, né? Eh, isso só coloquei, gente, eu tava muito assim, para mim, esse livro do Herman H, Damian, ele foi muito importante na minha vida. E eh, Olha que linda essa frase. O verdadeiro ofício de cada um
era apenas chegar até si mesmo. Depois podia acabar poeta ou louco, profeta ou criminoso. Eh, o verdadeiro ofício de cada um de nós é chegar até nós mesmos. É isso, gente. Ai, vamos fazer um encontro em São Francisco Xavier. Vamos. Vou organizar, hein, gente. Bora. Depois, depois a gente fala disso. O verdadeiro, o nosso verdadeiro ofício é chegar até nós Mesmos, é reencontrar essa estrela na nossa testa. A gente nasceu com uma marca de proteção. Eh, é o verdadeiro significado de reconhecer, conhecer novamente. Isso aí. A gente nasceu com uma marca de proteção. A gente
nasce com uma estrela na testa. Gente, hoje em dia tem uma coisa que tá muito na moda que chama paz. Pessoas Altamente sensíveis. Eu brinco, gente, todo mundo é paz. A gente é pura vibração. A gente é altamente sensível. Tem gente que percebeu, tem gente que ainda não percebeu. Mas todo mundo é. Ninguém é mais sensível. A gente é fruto da fus. Meu Deus, vocês não vão acreditar. Vou ter que parar de novo porque tá chovendo. Vou ter que fechar a janela. Caramba, sinto muito. Um segundo. Gente, deve ter alguma coisa pra gente entender isso,
mas hoje é o dia das interrupções. Eu nunca precisei interromper para comer, nunca preciso interromper para fechar a janela, mas é o que temos hoje. Estrela na testa, a famosa marquinha do Harry Potter que a gente também tem, gente. A gente é, então, a gente é fruto da fusão estrelar. A gente, o nosso corpo físico, ele é Feito de elementos químicos e a gente não para para se perguntar da onde vem esses elementos químicos. Bom, vocês podem dar qualquer busca, qualquer lidinha. Os elementos químicos, eles vêm da fusão das estrelas. Ah, não achei que eu
queria mostrar para vocês, mas outro dia eu fui dar uma aula numa escola lá em Santa Catarina e aí uma professora me deu um livro sobre a tabela periódica e eu ri porque ela falou: "Ah, eu tô te Dando esse livro que eu que traduzi". Eu um pouco achei do que poderia não ter nada a ver, mas gente, na real, depois eu falei, quero marcar um encontro. Aí depois eu marquei um encontro com os professores de química dessa história para falar, eu sou fã da tabela periódica porque é uma coisa mágica. Vocês sabem que o
o Bill Gates, depois vocês podem dar um Google, Bill Gates, ele tinha na sala da Casa dele um armário no formato da tabela periódica com os elementos químicos em cada quadradinho, que gente, isso é tudo que há. E os elementos químicos, eles foram formados da explosão das estrelas. E a gente, ai, a gente tá com falta de sódio, tá com excesso de potássio. Que que é isso, gente? Tabela periódica. Tamam essas crianças gêmeas, Gêmeos, dois lados da mesma moeda que nasceram com uma estrela na testa. Somos nós. E com esses cabelos dourados e a estrela
dourada. Então, quando falar de dourado, a última parte do caminho alquímico, do caminho da realização espiritual, tem a obra em negro, obra em branco, obra em vermelho, a última parte chama obra em dourado, que é quando a gente realmente encontra A nossa estrela de luz. Eh, então obrigada por esse comentário, Letícia. A gente é muito gente de verdade, tipo, tem que fechar a janela para casa, num olhar, né, de água. E é isso. A gente, eu também acho que talvez em outros momentos da minha vida já quis assim, ai não, daí na hora da aula
tudo acontece perfeitamente, não tem. Estamos aqui, estamos dando o nosso melhor mesmo. E e é isso. Então aqui só eu fiz esse parênteses Sobre as estrelas na testa porque assim, gente, eh somos nós, tá? essa parte de nós, essa parte de nós que é absolutamente conectada com o divino na absoluta perfeição e que vai passar pelo que tiver que passar, vai passar por uma jornada para poder renascer em comunhão total. Esses gêmeos com estrela na testa vão Ter que fazer esta jornada de morte e renascimento para renascer em comunhão total. Mas nenhuma morte, presta atenção,
nenhuma morte os destrói. Isso que o mapa tá nos contando, que essas mortes não nos destróem. Elas são círculos e ciclos de morte e renascimento para que a gente possa renascer em comunhão, para que a gente possa aprender a partir de todas as formas. Aqui vamos entrar Nessa saga maravilhosa dos dois irmãos que eles experimentam ser árvore, ser fogo, ser peixe, ser água. Experimentam ser terra, ser árvore, ser fogo, ser água. experimentam os elementos que eles já são para aprender o que cada elemento tem para lhes dar. Serar também quando eles são o som da
árvore no vento. Vou voltar de novo e ler aqui para vocês o que eles falam tão lindamente. Viajamos por muito tempo, falamos no sussurro do vento, coxixamos na floresta, cantamos nas águas, mas agora desejamos contar-vos uma história que conheceis sem saber que a conheceis. Na linguagem dos homens. É muito bonito. Ai, gente do céu. Vou reler para vocês. Desculpa, é muito bonito. Viajamos por muito tempo, falamos no sussurro do vento, coxixamos Na floresta, cantamos nas águas, mas agora desejamos contar-vos uma história que conheceis, sem saber que a conheceis na linguagem dos homens. Então, gente, o
mapa tá nos contando desse ciclo que a gente vai ter que passar paraa reconexão. A gente tem que conhecer a terra, a água, o fogo e o ar. Conhecer os quatro elementos dos quais a gente faz parte. Os dois irmãos, eles passam por todo esse caminho. Então eles morrem, eles são enterrados, mas a essência deles não morreu. E é isso que o conto tá nos falando. Então, os dois álomos, a gente já falou disso quando a gente falou dos prestes em alguma outra história. Os dois álamos depois vocês procuram, parecem se prestes. São árvores altas
em direção ao céu. Eles são dois álamos. Aham. A Silvia perguntou: "Será que sair do orvalho para secar ao sol ajuda a chegar na luz e na sabedoria?" Sim. E a Mazé tá falando: "Conheceis sem saber que conheceis?" É a história da Laila. É isso. O conto tá falando, vocês já sabem. Até tem a ver com a pergunta da Mas é como que ele acreditou nos cachorrinhos lá no fundo? Ele sabia, ele gostava de ouvir o som dos álamos Quando o vento batia e o canto dos álamos. Lá no fundo a gente sabe, lá no
fundo a gente sabe que a gente é o eu sou, que a gente é o divino. Eu sou o que sou, eu sou o Eu sou. A gente sabe isso lá no fundo, senão a gente não estaria aqui, senão a gente se matava logo. Gente, a gente sabe da união, mas é tá num lugar enterrado dentro da gente. E a gente precisa passar por tudo isso, Reconhecer nossa inveja, reconhecer nossa raiva, reconhecer nossos medos, reconhecer nossas vergonhas. Tudo isso, reconhecer tudo que acontece nos três chakras inferiores, todas as nossas emoções densas, é o único caminho
para limpar o canal, enterrar-se até a cabeça. é o que tem para nós nessa vida, na terceira dimensão. Então, os álamos cresciam rapidamente e vai dando, é tão bonito nesse momento Da história, ele vai dando uma relação entre o crescimento das árvores e as estrelas. De dia eles cresciam um ano, de noite cresciam um ano e quando as estrelas estavam empalcendo, cresciam 3 anos. Então, vai mostrando como a gente tá diretamente relacionado com as estrelas. e que a vida deles como árvore, a vida deles na terra tava ensinando que eles precisavam aprender daquilo. Aí eles
se tornaram cama, eles se Tornaram uma madeira. E aqui, eh, eu achei muito lindo, agora eu não lembro quem que foi, acho que foi a Antônia que falou do desdobramento dos príncipes. Achei bonita essa história. Vou até anotar. Desdobramento dos a saga dos irmãos. Vou pôr aqui o anotar para mim. Desdobramento dos irmãos. muito bonito. Eh, então é esse caminho do nosso Desdobramento também. Eh, ah, alguém falou, "Os filhos viveram apesar de tanta tentativa". Isso aqui quer dizer é muito lindo, é muito importante, gente. A nossa essência ela é intacta. Por isso, não importa vocês
que estão aqui, não importa se vocês têm 30, 40, 70, 80, 90 anos, não importa. A nossa essência, ela tá sempre intacta e sempre é tempo da redenção. Agora é a hora da Nossa autotransformação. Agora é a hora da nossa iluminação. Agora é a hora sempre perfeita pra gente entrar no caminho e saber o que a gente tá fazendo aqui. Tempo não existe. Ah, não. Eu podia ter feito o Clube dos Contos quando eu tinha 30, mas agora não adianta mais não. A hora é agora. Estamos vivo. E a nossa essência, ela permanece intacta, Absolutamente
intacta. Quando eles iram peixe, peixes dourados, maravilhosos e quando eles voltam pra forma humana, voltam. É intacto. Nada pode, nada pode matar a nossa essência. O nosso corpo físico pode ser machucado, mas a nossa essência não. A nossa mente pode se machucar, o nosso corpo emocional pode se emocional, mas a nossa essência não é intacta. Às vezes precisa umas pausas, né? Tô vendo aqui. Então, alguém também falou da que chamou atenção a esposa ficar quieta e não se manifestar, é que a esposa ela é só mais uma parte da mente. A segunda imperatriz, a filha
da madrasta, ela é um desdobramento da nossa mente analítica. Vocês já repararam que quanto mais pensamento pesado de que tá tudo contra você, mais desses você tem, mais Deles se desdobram? Eu tenho, eu e um amigo, a gente fala dos minions, vai nascendo esses minions. Você começa a pensar uma coisa, aí você pensa mais. Então, a filha da madrasta, ela é só uma um desdobramento dessa mente incessante que tá incansavelmente inventando histórias para nos desconectar da nossa essência, para manter a nossa essência enterrada lá. A Letícia falou, a preservação da essência ficou forte na parte
que a imperatriz espalha cinzas aos quatro ventos e duas faíscas voam. É, é isso mesmo. Não tem como matar a nossa essência. Tem como a gente dizer não para ela, que muitos de nós fazemos, passamos nossa vida fazendo, mas não tem como matar. Eh, então tem as camas, né? Tem as camas. Só falar uma coisa dos gêmeos, né? A dualidade, assim, a união, gente, a integração do ser humano, ele vem da compreensão da dualidade, que é o seguinte: se existe imaginação, existe fantasia. Se existe claro, existe escuro. Se existe frio, calor, existe frio. É este
mundo que a gente vive, ele é um mundo que existe na dualidade, mas a dualidade ela é íntegra. Isso são os gêmeos. Os gêmeos, eles têm A estrela na testa. é a integração da dualidade. Os dois lados formam juntos a perfeição. Eh, então aqui vamos falar dessas camas. Aí já é um eh um desdobramento disso. Eh, o diálogo entre as camas. Tô vendo aqui. Eh, então já é um desdobramento disso. A, o desdobramento da mente analítica escuta as canas falando. Isso. Quer dizer, dentro da gente, Quando você tá se enganando, você sabe lá no fundo,
você sabe. E é isso que a história tá sempre falando, conheceis sem saber que conheceis. Então vamos para essa parte do fogo da transformação que, né, que foi essa decisão de queimar as camas. É uma decisão interna que chega uma hora que a própria mente Analítica não aguenta mais. Eu vos falo isso por experiência própria. Chega uma hora que nem a gente aguenta mais a nossa própria cabeça, que sabe explicar tudo. Eu brinco, né? A minha mãe é psicanalista, então eu posso falar porque eu eu tenho, como chamar isso? Lugar de fala. Mas eu falo:
"Gente, chegou uma hora que eu não queria mais entender, eu só queria transformar. Eu não quero Entender porque eu tenho medo de tal coisa. Ah, porque quando eu era criança, a minha mãe deu a batata frita pra minha irmã, então eu não me sinto amada. Eu quero entender. Não me importa por eu só quero transformar. E as histórias elas estão falando do fogo da transformação. E chega uma hora que a sua própria mente analítica vai ter que te colocar no fogo. A sua própria mente vai fazer o Seu caminho. Não tem mais jeito. E aqui
nessa hora é a própria imperatriz, a segunda imperatriz, que coloca as camas no fogo, que faz com que as duas faíscas pulem. É bonito isso. Ou seja, não tem caminho que não é o caminho. A nossa vida é o caminho. Isso é muito bonito de saber. Todo dia, tudo que nos acontece a todo instante é o nosso caminho espiritual. E aí eu fiz questão de colocar isso na apostila. Após flutuarem por alguns instantes no ar, as faíscas caíram no grande rio que atravessava, atravessa o coração do país. Então, a faísca cai nos rios do coração
e a partir de agora tudo vai se transformar. Na hora que a faísca Cai no rio do coração, a hora que a verdade entra no coração, aí você começa, a história entra nesse novo processo que é a volta pra gente mesmo. O que é meu é meu. A verdade sempre vence a partir desse fogo da transformação. >> Boa, Rosana lembrou também. É ela, também é a imperatriz que quer ver os meninos no fim. Então ela é aquela coisa que na psicanálise o Freud chamava de ato falho. A gente mesmo se engana porque no fundo o
nosso corpo ele é são e a nossa mente ela é a parte operacional. E por mais que ela tomou o lugar da direção, lá no fundo, a madrasta lá no fundo sabe que não é ela que manda. E a nossa mente sabe que ela tomou o lugar, mas não é ela que manda, ela sabe. Então ela faz atos falhos para que a ordem prevaleça. Ai gente, é Bonito demais isso. Fala a verdade. Não, a gente fala a verdade se não é muito boa essa alma. Desculpa, é muito boa. Meu Deus, tô amando que a gente
tá começando com essa história, porque olha essa história. Que bom que eu sinto que, né, eu acho que não dava para começar com essa história no ano passado, mas que bom que a gente tá nesse lugar agora que a gente pode ir pr as cabeça. Aqui tem muita coisa nessa parte, gente. Então, tem essas faiscas livres que vocês já trouxeram. Daí tem na hora que o que a faísca entra, ela passa pelo ar, entra na água, puf, renasce como peixes dourados. É um recomeço, né? Quase os espermatozoides de novo, gente. Então, é de novo, é
a gente entender que depois do fogo da transmutação tem então um processo, não é? Ele tem o Fogo da transmutação e já tá pronto. Eles então cai no rio do coração e e agora tem um tempo de de renascer, de tem o tempo de renascer agora pronto para entrar no reino, para entrar no castelo do imperador como merecia. Tem esse tempo, então tem esse crescimento que alguém bem notou até os 12 anos de idade, 24 de força e 36 de sabedoria anos. É muito bonito. Então, aí o pescador, né, eu queria muito trazer essa imagem
para vocês do pescador. Eh, um pescador, né, gente, joga a rede e vem muita coisa na rede. Às vezes a gente joga a nossa rede, vem muita coisa. E o pescador ele faz a distinção de tudo aquilo que vem na rede, o que vai jogar de volta, o que que vai ficar. Então o pescador ele encontra pérolas. A gente tem que ser pescador da nossa Essência. Tem um convite aqui pra gente ser pescador da nossa essência. E aí agora então coloca esses peixes dentro da Então tem todo um processo. Ai que lindo. Tem um processo
gentil de agora que eles renasceram peixes e foram pescados. Então agora que a gente como pescador da nossa essência encontrou essa essência dourada, essa essência estrelar, a gente encontrou. ali frágil, dois peixes frágeis. Eles sabem que se eles forem levados pro palácio do imperador assim, eles vão ser mortos de novo. Então, o que que eles pedem? para que eles sejam colocados no orvalho e secados ao sol para que eles tenham esse tempo junto com a água mais pura, essa água que brota do encontro. É uma água, a água do orvalho. Eu é a bebida das
fadas, o néctar dos deuses. Eu na casa redonda, uma escola Muito linda que tinha aqui em São Paulo, a Pel, que era a dona, uma mulher que já faleceu, que eu amava muito, ela falava pras crianças de manhã, ela dava umas colherzinhas de café e falava para as crianças irem colher orvalho e tomar. Essa água que nasce do encontro entre o calor e o frio, de algo que tá lá como possibilidade de existência e vira água no resfriamento. Então, com o sol, aquele orvalho vai, aquela umidade vai voltar a ser ar e com o resfriamento
à noite ela vai reaparecer. Então, o orvalho, gente, ele é a água que faz a conversa direta entre o céu e a terra. É essa água que todo dia, toda noite sobe aos céus e volta pra terra. Tem essa conversa. Olha que bonito. E é nesse lugar que conversa com o céu e A terra todo dia, toda a noite, que esses peixes pedem para nadar até que essa água toda seque no sol. E aí eles viram os meninos de novo e começam a crescer. E aí quando eles estão crescidos, que eles vão crescendo nessa velocidade,
porque aí também o conto tá nos falando uma coisa muito linda, que é nesse segundo nascimento, o crescimento é muito rápido. Ou seja, depois que você fez essa Travessia, você já tá pronto, pronto para voltar para casa. E aí eles dizem: "Agora leve-nos ao nosso pai". E aí eles querem entrar rapidamente, mas aí ainda tem essa batalha de entrar para o reino se restabelecer, que o reino precisa se restabelecer. ainda tem uma última batalha antes do restabelecimento que são eles tentando entrar, tenta entrar e não consegue. E então é Esse essa batalha final da gente
que a gente ainda quer barrar a verdade, mas a verdade já tá lá. Não tem como depois desse momento do renascimento, não tem mais como. Até a segunda imperatriz os chama. Que alguém trouxe isso, né? Ela é a Rosana trouxe. Ela também quer ver os meninos no fim. Até ela não aguenta mais. Chega uma hora que a mente analítica não aguenta mais, mas ela não sabe fazer diferente. Ela já tá lá descansando com 12 almofadas. Ela não aguenta mais se sustentar. Ela não tem mais sustentação. E aqui é muito lindo na hora que começa a
revelação que toda a sustentação da imperatriz vai caindo uma a uma. 12 almofadas vão caindo. O 12 meses do ano, esse calendário, ele vai se desfazendo. Os 12 signos do zodíaco, tudo isso se desfaz. A gente Aqui, eu preciso explicar para vocês que é uma coisa ainda mais profunda, que é quando a gente fura a barreira do astral dos da de a gente tá comandado pelo nosso signo, pelos 12 meses do ano, a gente fura essa barreira e a gente atravessa. Nem mesmo o astral, nem mesmo o tempo, os 12 meses, os 12 signos, nem
mesmo isso nos sustenta, porque a gente atravessou para chegar na nossa essência. A Letícia perguntou: "Esse momento do conto de enchurrada de simbolismo, é o nosso momento de insites do crescimento rápido como caminho de laranjiras." Eh, eu eu te diria a Letícia que e gente, né, que nesse momento bem específico conto tá falando de de quando a gente fura a barreira do astral. É um momento avançado. Por estou trazendo esse conto agora e talvez até convido vocês a escutarem de novo, talvez mais para frente na jornada. A gente por muito tempo no nosso caminho do
autoconhecimento, a gente ainda acredita que a gente é guiado. Ah, então eu sou le, eu sou leonina, então sou assim, eu sou Capricórnio, eu sou cabeça dura, eu sou nã. Mas tem um momento no caminho do autoconhecimento que a gente fura a barreira do astral. O nosso mapa natal, o nosso mapa astral, ele é uma fotografia do céu no instante da nossa chegada que mostra com que ferramentas a gente veio pronto para lidar. Mas o Nosso objetivo é furar essa barreira do astral e ir pro espiritual. E aqui as 12 almofadas caem, ou seja, tudo
que sustenta nesse nível cai e a integração se dá. Vou contar-vos uma história que conheceis sem saber que a conheceis na linguagem dos homens. Então, o mapa tá nos contando aqui quando as últimas almofadas caem. Essa é a realização do caminho espiritual. E aí alguém, né, várias de vocês falaram: "A verdade sempre vence, o que é seu é seu." É momentual, né, Rosana? A verdade é um mapa muito completo essa história. E aí, né, ela fala nesse lugar, no final, gente, o que é seu é seu. O o seu lugar na existência ele tá garantindo,
não é? É diferente dessa visão cartesiana que é penso logo existo. Então você depende do seu pensamento Para existir, segundo Decartes. Nesse modo de ver o mundo, seria assim: existo, logo existo. Não preciso pensar. A minha existência, ela é suficiente para eu existir. Uma planta existe, um bebê existe, uma caneta existe, eu existo, logo, existo. E e é um jeito da gente olhar novamente pr as coisas do mundo e saber que tudo é senciente, ou seja, tudo tem um nível de consciência. Eu não tô dizendo que a minha mesa de madeira era alguém que foi
enterrado e nasceu como madeira e virou essa mesa que tá aqui. Não é isso que eu tô dizendo, mas o que eu tô dizendo é que e pode ter. Ontem eu tava reassistindo o pequeno Buda aí, né, no budismo tibetano. Sim, tudo tudo é um ser de absoluta consciência. Pode, você pode ver assim, mas eh mesmo que você não acredite nisso, não importa. Há há alguma sensi, algum tipo de consciência nos objetos da do mundo, tanto que quando você limpa uma casa te dá uma alegria e e você pensa, eu acho que o sofá também
ficou alegre de ser afofado e arrumado. O chão ficou alegre de tá limpo. É bom. A Helena escreveu uma coisa aqui que é super importante, gente. A superação do nosso horóscopo é a meta, é muito a meta atravessar o astral, porque o astral é uma prisão, Tá bem? Com isso, vamos fazer nossa meditação final. Foi muita coisa. Eu vou deixar um minuto para vocês fazerem alguma pergunta, beberem água e se prepararem para nossa meditação final. Tô muito feliz que a gente conseguiu, que a gente tá num momento histórico, planetário e pessoal, que a gente pôde
e pode estudar uma história como essa com Esse nível de compade, com esse nível de amor. Mas falou, os astros sobre nós não mais não determina nosso. Então vou deixar aqui um minuto no meu relógio. São 11:39. Vou deixar até 11:40 para se aparecer alguma pergunta, porque às vezes tem um pouco de delay aqui. E aí convido vocês para se prepararem paraa meditação final. A Leandra falou: "Mais um conto Preferido". Não, esse é f. E olha, vou falar, tem outras versões dele que eu tô quase querendo, talvez daqui alguns meses, fazer uma outra versão dele
que tem elementos diferentes, porque esses contos eles falam do caminho inteiro, né? Quando um ponto fala do caminho inteiro, é muito forte pra gente, porque o problema é que precisa dessas imagens fortes. A gente hoje em dia não Tá acostumado, né? Profundo, profundo, aprofunda. Gratidão. Que bom, que bom, que bom, que bom. Obrigada que vocês estão aqui. Bom, então vamos lá. Vamos nos concentrar, nos centrar. Então eu vou convidar vocês a deixarem agora os cadernos. Xixizinho. Corre, vai corre. Um minuto. Um minuto pro xixizinho. Vai corre lá. Vamos ver. Não tem mais nenhuma pergunta. Foi
boa essa. Você ia perguntar se seria possível voltarmos na história. Então eu acho que essa história vale a pena voltar. Pode mandar, mas é a versão do Monteiro Lobato. Depois me fala em que livro tá que eu tenho aqui a coleção para procurar também. Eh, eu acho que essa história é uma que merece voltar. Acho que a gente, eu vou Escolher uma outra versão. Meu som ficou abafado agora. Sério, Pedro? Tá abafado o meu som? Eu não mexi em nada aqui. Deixa eu ver a configuração. Deixa eu só olhar de novo a configuração. Não, acho
que tá no microfone ainda. Tá um pouquinho. Eita, que será que eu fiz? Ah, era música. Ah, tá bom. O Pedro respondendo por mim mesma. Tirei e voltou. Tá, tá joia. Eh, boa. Agora tá bom, né? Entendi. Tem algo que a gente possa fazer? Pedro, você acha que eu tiro o meu fone de ouvido? Vai melhorar? Vamos sem música na meditação. É que é tão bom com música, mas é melhor, tá? É melhor sem música se o som ficou abafado. Vamos sem música então. Tá. Então, eu espero que a Helena Tenha voltado do xixizinho. Acho
que já deu tempo. Então, vamos lá. Sentem numa posição confortável. Deixem de lado seus cadernos, sua apostila, sua caneta, tudo. Descruza pernas, descruza os braços. A gente fica muitas horas sentado. Pode aproveitar e dá uma espreguiçada. Sabe o que que eu acho? Pode até, gente, dá, eu não sei, dá uma levantadinha, uma reboladinha. Solta, solta aqui as costas. Solta, solta a cabeça. Solta. Vamos mexer esse corpo, porque é nesse corpo que moram nossas prisões. O Dr. Joe Spender fala que o nosso corpo é o nosso inconsciente. Sabe quando você vai num lugar fala: "Ah, eu
quero falar com tal pessoa". E aí sua voz, você fica sem voz, embargado, começa a chorar. O nosso corpo é o inconsciente. A gente às vezes quer, mas o corpo é tudo aquilo que a gente não consegue. Então, mexe nesse corpo e, aliás, vamos dar um presente para esse corpo. É, até tirar meus anéis aqui para Faz assim. Tem que tirar essa pulseira. Faz um carinho no seu corpo aqui, ó, dos ombros até as pontas dos dedos. Assim, ó. Cruza seus braços, vai dos ombros, fazendo um carinho bem leve até a ponta dos dedos. Pega
uma mão e faz um carinho numa palma da mão. Aí com a outra mão, faz um carinho na outra palma. Faz um carinho aqui por dentro do seu antebraço, por dentro do seu braço. E agora com outra vai começa a dar palma, vem pelo antebraço dentro do seu braço e faz bastante carinho aqui no seu antebraço. Isso. E agora relaxa os braços descruzados sobre as coxas ou sobre o ao lado do seu corpo. E começa a inspirar e expirar bem no baixo ventre, sentindo o ar tocar esse espaço abaixo do seu umbigo, esse espaço que
chega até sua bexiga, até os seus órgãos genitais, praticamente. Empurra tudo lá embaixo. Abre espaço. Inspira e solta o ar num suspiro. Ah, para soltar tudo. Inspira mais uma vez e solta. Ah! Ah! Isso. E vai inspirando e soltando, inspirando e soltando, permitindo esse ar lá embaixo. admite que haja mais espaço, que os seus órgãos internos, que às vezes ficam colados uns nos outros, possam fluidamente navegar. permite esse espaço de navegamento. E agora, agora que a sua respiração já foi te relaxando, percebe alguma parte do seu Corpo que ainda tá endurecida, seus ombros, cotovelos, nuca,
e deixa o ar tocar esses lugares para que eles também sejam dissolvidos. E agora visualiza um triângulo dentro de você, cujas pontas são seu ombro esquerdo, seu ombro direito e um ponto mais ou menos perto do seu umbigo, um ponto entre o segundo e o terceiro. Terceiro chakra é um ponto acima do seu umbigo. Esse triângulo invertido, cuja base é a linha das suas clavículas. Esse triângulo invertido onde mora o seu coração e seus pulmões, é a base da sua conexão com a beleza. É nesse lugar, desse triângulo invertido que mora a sua capacidade de
se maravilhar com o mundo. Então, respira nesse triângulo e vê de que cor é esse triângulo agora. E só respira observando esse triângulo e permite que essa luz que habita nele possa dissipar. Veja se tem alguma poeira, algum canto desse triângulo que não tá totalmente livre, que impede a luz de fluir e vai como se fosse com paninho, com uma escovinha, com vidrex, limpando qualquer impureza que impede a luz fluir constantemente E ocupar todo esse triângulo. E agora percebe que ao limpar isso, veja se você consegue perceber que se acende uma luz perto do seu
perínio, perto da região onde você se segura. Você pode até dar uma apertadinha como se fosse segurar quando tá com vontade de fazer xixi. Acende uma luz nesse lugar. E quando você contrai esse lugar e acende a luz nesse lugar, imediatamente acende uma Luz na sua testa. Cada vez que você contrai o seu perínio, você se conecta com esse ponto da sua testa, onde brilha a sua estrela. Então agora temos um triângulo invertido de luz no nosso peito, um ponto aceso no nosso perío, um ponto aceso na nossa testa. Só permita que com a sua
respiração esses pontos brilhem. E respira três vezes nesses pontos Brilhantes. Um. Ah, dois. Ah, três. E simplesmente continuar respirando e deixando que a luz desses lugares se expanda. E percebe no seu corpo se algum outro lugar começa a se expandir, se a sua mão começa a crescer, suas Mãos, seus pés, seu peito, sua vagina, seus ombros, sua cabeça. Só vai percebendo que olhar para esses pontos de luz abre espaço para que a estrela da sua testa possa integrar. todo o seu corpo. E agora eu vou fazer um caminho de luz e gostaria de te convidar
só para fazer esse caminho internamente da ponta da sua cabeça até a ponta do Seu pé direito. Da ponta do seu pé direito até a ponta do dedo médio da mão esquerda. Da ponta do dedo médio da mão esquerda até a ponta do dedo médio da mão direita. Da ponta do dedo médio da mão direita até a ponta do pé esquerdo. Da ponta do pé esquerdo até o topo da cabeça. Forma essa estrela no seu corpo de braços e pernas abertas. Estrela do céu, estrela do mar. E vive com toda essa iluminação acesa. E só
repete mentalmente pro seu ser que qualquer emoção densa que possa est relacionada com inveja, medo, culpa, vergonha, raiva, que ela possa esse ano aos poucos ir aparecendo para ser transmutada e transformada, aos poucos e aparecendo para ser transmutada e transformada. para que você possa experimentar a plenitude de tá vivo, O êxtase de tá vivo, a conexão com a sua essência intocada, que é essa pura luz. E a certeza de que essa parte tá sempre viva dentro de você, independente do que te aconteça. Com essa certeza você pode ir voltando para cá, lentamente mexendo os dedos
das mãos e dos pés, tocando alguma parte do seu corpo, agradecendo o seu corpo por ser um veículo da sua existência na Terra, Um veículo da sua ação generosa, um veículo da beleza, da bondade, da justiça. e da verdade. E nesse estado, só escuta esse poema. Admira a beleza, defende a verdade, venera a nobreza, escolhe a bondade. Assim é que o homem será conduzido às Metas na vida, aos retos caminhos na hora em que age, a paz quando sente, a luz quando pensa. e aprende a confiar na regência divina de tudo que há no vasto
cosmo, no fundo da alma. Muito, muito obrigada. Me mandem notícias de como vocês ficaram. Mandem notícias das descobertas de hoje, de quais foram os momentos auau, de quais foram as grandes descobertas de Hoje. Eu quero muito saber as descobertas da vez e como essa história tocou vocês. Tenha um lindo sábado, lindo domingo para quem puder, a gente se vê segunda-feira na rua dos contos às 7 da noite. Um beijo enorme. Muito obrigada.