Olá meus amiguinhos da Medicina Então vamos dar início aqui a aula de metabolismo dos carboidratos né a essa aula ela vai compreender a apresentação das principais vias metabólicas envolvidas no metabolismo dos carboidratos Eu só não incluí a pentose fosfato porque eu vou apresentar ela para vocês quando eu tiver falando o metabolismo dos lipídeos porque é uma Via alternativa de oxidação da glicose que tem como objetivo formar um um um potencial redutor né que será utilizado na síntese de e ácidos graxos e também tem outras atividades aí que em papéis é de e que atua como
ã antioxidante né através da proteína aqui eu tentei fazer de uma forma bem resumida esse início aqui eu nem coloquei tudo que tá aqui nesse processo de digestão porque eu não vou me alongar isso né então basicamente então o Carboidrato da nossa dieta ela é composto de e de amido né que é um polissacarídeo Relembrando né a nossa aula aí de biomoléculas é um polissacarídeo de eh eh formado por duas categorias de polissacarídeos né um ramificado que é pectina e um linear que é milose Lembrando que as a parte linear tem ligações al14 e a
A ramificação alfa 166 né E nós temos também de sacarídeos que é a sacarose a lactose e a maltose né Então já na boca começa o processo de digestão né é um processo que é mecânico e químico né então mecânica mastigação E aí ah ah ah você tem também a produção ali na sua boca na liberação na sua boca né porque na realidade a produção tá al nas glândulas salivares da alfas salivar né ela também conhecida como ptialina né então a alfas salivar ela cataliza a Hidrólise das ligações glicosídicas al4 do amido que você comeu
certo e aí você você cataliza Essas Hidrólise formando oligossacarídeos pequenos fragmentos já no seu estômago né como o PH é muito baixo ele inativa a milas salivar Relembrando que o PH é um dos fatores que interferem na atividade enzimática porque ele Altera a estrutura nativa da proteína né aí agora lá no estômago então processo somente mecânico e lá ocorre a digestão das gorduras parte né digestão e mais a digestão e proteicas proteases né a gente vai falar isso em Outra ocasião em outra aula e aí já entrando no seu intestido Delgado Então logo quando entra
você recebe os os eh o suco pancreático né que tem componentes que tem como objetivo aumentar o PH diminuir a acidez e junto com ele vem a amilase pancreática que hidroliza esses oligossacarídeos catalisa a Hidrólise desses oligossacarídeos a maltose já na borda da escova ali do do intestino ali nas microvilosidades você encontra essas enzimas aqui a sacarase Lactase e a maltas né a sacarase ela hidrolisa né ela catalisa perdão a Hidrólise da sacarose e a frutose e glicose limpando né que a sacarose é um dissacarídeo feito de frutose e glicose a lactase ela cataliza a
Hidrólise da lactose a galactose e glicose e a maltase que catalisa eh a Hidrólise da maltose a duas glicoses Lembrando que essa fonte aqui pode ser do Malte que você consome Mas também quando você Tessa quebra aqui Pelas pela amilase tanto salivar e pancreática você forma fragmentos pequenos existe outras enzimas aqui por exemplo a enzima que vai clivar as ligações al16 né e a outros alguns outros sacarídeos né mas eu não vou entrar em detalhes porque isso aqui se alonga tem também a a parte da fauna a biota né Eh intestinal que atua ali também
e na clivagem de trioses né Eh como por exemplo a rafinose então não vou entrar nesses detalhes Essas são as Principais Porque aqui só eu vou tentando colocar coisas são voltadas para vocês futuros doutores né então a intolerância lactose é exatamente uma má formação aqui dessa enzima essa enzima não atua com precisão e aí o que acontece é que a lactose acaba sendo fonte de alimento de energético né de nutriente para as bactérias que estão ali no seu intestino que leva uma má digestão formação de gases bolhas né que promove do em desconforto né Mas
hoje Nós temos aí e medicamentos né que substituem ou que até ativam essas enzimas aqui no intestino tá então depois que esses que que os os carboidratos chegaram na sua condição de monossacarídeos né tá vendo e isso daqui são monossacarídeos agora né a frutose glicose lactose né glicose aqui eles são monosacaridos eles têm a condição agora de ser e transportados agora né para a os os capilares ali eh do sistema entérico ali e esse Transporte que passa pelo interos ele é um transporte Inicialmente um transporte ativo né para transportar paraas células dos os enterócitos monossacarídeos
né e por fim ele tem uma difusão facilitado até atingir os capilares e aí agora ele vai ser distribuído para todas as células do seu organ organismo né chegando nas células do organismo você tem a vai acontecer um processo chamado de captação através de receptores especiais chamados de glute que e Promovem a difusão facilitada da glicose para dentro da célula entrando dentro da célula então a glicose ela passa ela pode seguir Dois caminhos ou um caminho catabólico ou um caminho anabólico de armazenamento então no catabólico as bias metabólicas envolvidas né até Total oxidação da glicose
a gás carbônico e água ela passa pela glicólise depois descarbox que ativa do piruvato e o ciclo de creves nós já vimos isso só tô dando uma retomada aqui para você já Saber o que você vai encarar aqui tá depois nós temos o armazenamento que é importante nós já falamos sobre isso vou refrisar isso daqui né Nós temos células que só usam a glicose como fonte energética então nós temos a glicogênese formação do glicogênio glicogenólise a disponibilização da glicose a partir do glic gênio né E nós temos a produção de glicos a partir de componentes
não glicídicos que é a gliconeogênese tá então a gente vai seguir todo esse Caminho a gente só não vai ter a via pentos e fosfato a gente vê a via pentos e fosfato quando tiver passando para vocês o metabolismo e a síntese de ácidos graxos tá bom bom então a captação da glicose que é feita por difusão facilitada ela é feita por essa categoria aqui desculpa gente eu tô com a garganta aqui um pouquinho conturbada né fim de semana bom Enfim então eu tenho esses Transportadores específicos chamados de glute né transportadores de glicose e ah
os mais estudados são do um até o quatro o cinco tá começando a ser mais estudado mas já foram caracterizado a presença de já 12 desses transportadores né e Note que ele se distribui de formas diferentes nos devidos nos nos em distintos órgãos aí né então sistema nervoso central né você tem 1 2 3 e 4 né aqui o pâncreas 1 do Ali exclusivamente aqui nas uma ali nas células ah betas de Langerhans né que a captura da da glicose para informar o pâncreas que tem glicose na corrente sanguínea a Glicemia se levou pro pâncreas
liberar insulina por quê Porque existe aqui um já bem caracterizado que é o glute 4 que ele é um transpor ador de glicose mas ele é dependente de insulina né então o pâncreas ele precisa perceber a presença de glicose no sangue liberar insulina essa insulina agora ativa esses esse transportador que é o glute 4 né e e e e ele permite então a difusão facilitada E aí a gente vai conhecer o mecanismo dele porque justamente os senhores como os futuros doutores tem que entender bem a diabete Tá bom então isso aqui a gente vai ver
mais para frente atuação E como que tipo de falhas que ocorrem para ele não estar operando de forma adequada né ah mas uma coisa importante você saber que o glute 4 ele ele tem a presença dele né Ele é maior aqui no a a no Tecido adiposo né nos adiposos nas células que armazenam gordura e nós temos também no coração nós temos também glute 4 e nós temos lá também na nos musculatura esquelética Aqui nós temos o glute qu então esses transportadores glu qu são conhecidos como transportadores de glicose dependentes de insulina os outros são
independentes de insulina tá bom ah então a gente vai est falando sobre o catabolismo da glicose agora a gente vai Conhecer as vias já mais detalhadamente né na aula de introdução a gente conheceu essas vias eh mais energeticamente né a produção de energia delas né mas agora agora a gente vai e conhecer ela de forma mais detalhada as reações o caminho né o fluxo dessas vias para vocês conhecerem como que essas vias operam em diferentes demandas do organismo essas demandas são demandas nutricionais de também físicas né de Atividade física né você pode estar em repouso
Você pode estar em atividade essa parte aqui né que é o caminho anaeróbico a gente já viu na introdução então eu não vou entrar em detalhes aqui vocês já conhecem isso daqui mas a gente vai acabar falando disso daqui porque nós vamos ter que detalhar para vocês aí a gliconeogênese né que nós conseguimos produzir glicose a parte de lactato no fígado Então nós vamos inicialmente conhecer a glicólise né essa parte aqui Essa essa essa o produto final da glicólise Você já conhece o piruvato ele entra na mitocôndria descarboxilação oxidativa ciclo de creves E aí a
Total o total consumo né dos bos da glicose tá bom Então pessoal a gente vai começar a falar aqui da glicólise né então a glicólise como a gente viu anteriormente né na introdução ela se divide em duas fases energeticamente pensando pensando energeticamente né de forma energética ela tem a fase de preparo onde ela tem Um consumo de energia né para poder preparar então agora a molécula para produzir ATP em nível de substrato Então ela então ela começa pela a a glicose é capturada pela célula aqueles transportadores glute quando ela entra na célula Então ela imediatamente
ela é fosforilada por essa enzima exo nase que é no no no nos músculos e no cérebro né mas no fígado é a glicoquinase ela usa a aligação aidr fosfórica aqui do ATP para inserir um grupo fosfato na Minha molécula de glicose porque se eu for pegar o fosfato e inserir diretamente na glicose termodinamicamente não é viável porque é uma variação de energia livre muito grande positiva então aqui eu tenho uma variação de energia livre e negativa o que permite a formação de glicose seis fosfato agora a glicose seis fosfato vai passar por isomerização catalizada
pela fosfoglicomutase que ela passou de uma aldose agora para Uma cetose E aí ela sofre outra fosforilação pela fosfofrutoquinase que é a enzima mais controlada aí do nosso metabolismo Note que são quinases né quinases são enzimas que temm a capacidade de transferir um grupo fosfato de eh de uma molécula para outra né então aqui eu tô tirando de uma molécula de ATP usando a energia do ATP para inserir e na minha nessa minha molécula aqui da frutose formando frutose um seis bifosfato Agora eu tenho Uma acetose bifosfatase em duas trioses fosforiladas e agora elas são
isômeras né então eu tenho de hidroxona fosfato que ela vai então ser isomerization isomerase a glicer pela triose fosfato isomerase a gliceraldeido três fosfato o que permite com que essas trioses que são formadas aqui Sigam o ciclo da Sigam a via glicolítica né sejem consumidas então tudo que a gente vai ver daqui paraa frente ela é eh Duplicada né porque agora eu tenho duas moléculas de três carbonos que vão seguir a via a partir de uma molécula que é era de seis carbonos né uma coisa interessante aqui é que essas duas reações a catalizada pela
aldolase e pela triose fosfato isomerase elas são suavemente positivas o que numa situação convencional elas tenderiam a se manter nessas condições aqui né Elas não seriam convertida a gliceraldeído três fosfato mas como o consumo de energia ele é Constante o tempo inteiro eu sempre estou deslocando o equilíbrio da reação no sentido de mover essa reação para formação aqui de gliceraldeido trê fosfato desidrogenase faz uso dessa reação de de oxirredução aqui né Eu tô oxidando aqui o meu glicer do TR fosfato as curas de redução de Nadia NAD H né a quantidade de energia aqui é
o suficiente para eu poder inserir esse grupo fosfato aqui e na minha triose aqui e já fosforilada Formando uma triose bifosfoglicerato e está em forma de glicerato porque e em PH é fisiológico a molécula encontra-se desprotonada tá bom Então essa daqui agora é a fase de pagamento né Então olha só esse daqui é o glicer e do três fosfato e um TR bifosfoglicerato perdão que estava lá na na parte anterior então aqui tá a molécula agora veja agora que eu tenho aqui né um ácido fosfórico aqui né que ele é ele ele essa molécula agora
ele Tem uma dupla duas ligações de Alta Energia e são exatamente essas duas ligações de Alta Energia que vão ser utilizadas agora paraa produção de ATP né então a minha fosfoglicerato kinase então ela é é uma quinase e ela tem como função retirar então agora essa ligação de energia paraa produção de ATP olha só a quantidade de energia que eu tenho nessa ligação an hidr fosfórica ela é o suficiente para eu mover essa reação e Olha só que interessante né Ela é uma ação reversível ela tá muito próxima do zero né isso daqui favorece a
formação de glicose a partir de componentes não glicídicos que nós vamos ver quando a gente falar de gliconeogênese então aqui eu tenho a primeira formação do ATP Lembrando que isso que eu estou mostrando para vocês né está acontecendo duplicados vezes dois porque Lembra meu eu Clive lá a a a a a minha frutose eh um se bifosfato né clivi ind hidrox Cetona fosfato e Clive e e glicerol trê fosfato agora a triose eh isomeras triose fosfato isomerase ela converteu agora né tudo em gliceraldeido três fosfato que segue Agora a a via glicolítica aqui né então
é tudo dobrado aqui tá então agora olha só que interessante eu formo então o três a a fosf eh glicerato quinase produz um ATP né Eh extraindo esse essa ligação de Alta Energia formando três fósforo glicerato Que é um ácido aqui né então agora eu tenho uma uma uma enzima muito interessante né que ela vai eh eh eh eh ela vai agora eh mudar a posição desse grupo fosfato aqui Olha tá vendo que ele tá na posição número dois ela vai mudar para perdão tá posição número três vai mudar paraa posição número dois isso aqui
permite com que eu tenha agora uma ação da próxima enzima que é enolase que ela faz uma uma um evento interessante né E essa Foss glicerato mutase né que cataliza essa essa essa transferência do grupo fosfato interna né Eh ela promove uma reação também próxima da variação de variação de energia livre de zero e aí então ela tem uma característica interessante porque olha só nossa Professor Mas é uma ligação de energia como é que eu pego e Boto mais uma ligação de energia né então o que acontece é que essa enzima fossa glicerato mutase ela
tem a parte é parte Da enzima ela tem uma ligação anidros nela Então na realidade ela essa reação ela tem uma segunda reação aqui aonde a minha foss glicerato mutase forma um intermediário ela forma um ário que é o eh é o 23 bifosfoglicerato ela tem um intermediário aqui então ela faz uma fosforilação inicialmente Então eu tenho essa aqui ela faz uma fosforilação inicialmente aqui depois que ela retira e recompõe a estrutura Lembrando que as enzimas têm eh atividade catalítica né Então ela ela tem ela sempre retorna a condição que ela está Ela só vem
acelera o negócio e retoma onde ela está e a a via Segue o seu caminho tá ela não deixa nenhum pedacinho dela ali na via a não ser quando a gente tá falando lá das coenzimas né que atraem prótons e elétrons né ah e na realidade ela acaba trocando para outro local ela se recompõe também né agora o que acontece é que a enolase agora né através de de uma desidratação Ela vai converter agora um um um est fosfórico né em um enol né então um um fosso enol né então o enol Então olha só
aqui eu tinha um éter fosfórico né e agora eu tenho um enol fosfórico aqui um fósforo enol porque aqui é uma dupla ligação né oxigênio com a dupla ligação isso daqui eu essa conversão da enolase por desidratação é muito importante porque ela vai fazer com que essa energia da da dessa ligação an hidrof SF cória fique tão forte que permita então Agora a a formação de mais uma molécula de ATP a partir de ADP e uma uma reação de uma variação de energia livre muito negativa que também garante o fluxo da Via nesse sentido né
catalizada pela piruvato kinase né então a piruvato kinase é mais uma kinas que tem como atuação formação de ATP então nós temos agora o segundo ATP então lembrando mais uma vez como isso ocorre duplamente né aqui na fase de pagamento eu tenho a formação de Quatro ATPS né então isso daqui e é maravilhoso para uma célula que tem lactato deshidrogenasa que fica recompondo ali né a a a fica recompondo ali a a minha coenzima né NAD na sua condição oxidada e a via sempre vai fluindo a medida que eu tenho de glicose disponível aí vocês
vão ver como isso é interessante porque nós temos uma capacidade de fornecer glicose bem rápido e manter essa via operando produzindo a tp bem rapidamente É lógico Que não de prolongado né então a gente daqui a pouquinho a gente vai falar isso é muito legal né então quando eu tenho Então essa essa formação da ATP eu então Gero o produto né que é o piruvato não é ácido pirúvico porque o PCA do piruvato é 2.89 então é impossível ter ácido pirúvico dentro de uma célula né então é piruvato titil vai com depois uma hora explicar
isso é um cálculo matemático para vocês entender e tirar logo esse fantasma da cabeça dessas pal a se Dovado né você entendeu nós vamos acertar isso daí tá bom então agora o piruvato ele vai através de uma translocase né ele vai então ser e transportado para dentro da mitocôndria e já no espaço intermembranas então ele vai sofrer uma descarboxilação oxidativa né catalizado Por um complexo enzimático ele não é um enzima ele é um complexo grande Existem várias etapas esse procedimento mas o titi não vai entrar em detalhes se você Quiser tá lá no baiardo né
logo após eh a o metabolismo lá da glicólise na glicólise você vai ver lá o complexo que não vem ao acaso né mas o que acontece o que é importante você saber aqui é que quando ocorre né Essa descarboxilação que ativa ela ocorre em duas etapas né então primeiro tem uma descarboxilação do piruvato onde eu tenho agora o consumo né então o consumo do do do primeiro carbono Lembrando que eram seis Foi clivado em duas moléculas de Três a únicas moléculas que foram consumidas moléculas não átomos que foram consumidos ali na glicólise foram os prótons
eh na produção na redução da de de dois Nades né e agora eu tenho a formação do primeiro CO2 aqui ah no complexo piruvato desidrogenase o que acontece que após esse essa descarboxilação então eu tenho agora a participação de uma coenzima chamada de coenzima a ela tem uma extremidade sulfidrila que agora é Utilizada então nessa reação né então eu tenho uma transferência agora desse acetil aqui para o meu para o meu grupo meu grupo sulfidrila dessa com enzima A né formando uma ligação do tipo tester é uma ligação de altíssima energia e é exatamente ela
que vai proporcionar o fluxo depois do ciclo de crbs tá nesse evento como a gente já tinha falado né eu tenho uma oxidação também né então eu eu vou oxidar né eu vou retirar né prótons e elétrons aqui Nessa reação para redução de um NAD anad H que vai agora ser e convertido em energia ali produz produzir energia ali para produzir a força protom notri ali na na minha cadeia de transporte de elétrons ali da minha mitocôndria Tá bom então o um evento importante então é a formação dessa ligação do tipo tester né que tem
altíssima energia e agora então essa o meu acetil se transforma em acetil com enzima A né com essa ligação ti Wester que vai então agora entrar Dentro do ciclo de creps o ciclo de cbes também é ciclo eh também conhecido como ciclo do ácido cítrico né então eh ou do citrato né dessa molécula aqui citrato né uma molécula de e eh seis carbonos né que vai agora ser utilizada para consumir os esses dois carbonos aqui como isso é possível então né Então essa ligação de Alta Energia essa til Wester aqui que está na enzima A
ela usa ela é utilizada para poder fazer uma condensação né de Uma molécula que já está presente lá dentro da Matriz mitocondrial então isso aqui nós já estamos na matriz mitocondrial né então nós passamos do espaço intermembranas entramos na matriz mitocondrial e lá então essa energia tester tá aqui essa essa ligação tester aqui né tem aqui tá aqui um acetil com enzima A ela é utilizada para condensar essa molécula oxaloacetato que é um Alfa cetoácido Aqui todos são Alfa cetoácidos né então Só que é um Alfa cetoácido de quatro carbonos E aí esse esse oxaloacetato
então ele se condensa né com com acetil agora então a ligação de energia utilizada com enzima e eh restabelecida através da utilização de uma molécula de água né então tem uma participação de uma molécula de água aqui para promover Esso essa a condensação e a formação de citrato então o citrato então é é o é o alfa cetoácido então que é originado a partir da condensação de acetil com Oxaloacetato tem um seis carbonos eh logo após a formação de citrato então eu tenho a participação da conit Case que ela vai isomer o citrato a isocitrato
tem um intermediário em comum aqui que eu não V entrar em em detalhes que é o cis acolitato né Eh que é formado aqui antes de ser formado o isocitrato né então mas eu o processo total é isomerização Note que essa essa reação aqui ela é uma reação de variação de energia livre muito Negativa porque tem muita energia aqui na ligação do Tio Wester né mas quando ela se forma ela é Irreversível Então a partir do momento que ocorre a condensação eu já comprometi já o meu citrato ao restante ante das reações já diferente nesse
caso aqui da citase ela é reversível e vocês vão ver que essa essa reversibilidade dessa reação tem uma importância muito grande na formação de e eh ácidos grassos na cente de ácidos Grassos né porque quando eu tenho excesso energético aqui a minha via tende então a exportar o citrato para fora da mitocôndria para ele começar então a sintetizar e ácidos gros depois lá na síntese de ácidos gros nós vamos falar sobre isso tá então o isocitrato agora ele vai sofrer uma uma uma uma oxidação pela isocitrato desidrogenase com a liberação de gás carbônico certo as
custas da redução de Uma nade né anad H então ela vai então oxidar o isocitrato né A alfa exeto glutarato né a a isocitrato desogen catalisa né Essa oxidação do isocitrato Alfa set glutarato com a liberação e de gás carbônico Então veja que aqui eu tô levando mais um carbono então eram três isso acontece duas vezes para cada molécula de glicose certo é o consumo final dela então aqui já foi embora um agora tá indo embora outro agora o meu alfa cetoglutarato ele vai s sofr uma Descarboxilação oxidativa semelhante ao que ocorre aqui no complexo
piruvato desidrogenase porque a Alfa set glutarato desidrogenase também é um complexo né e ele também usa né a a ligação sulfidrila para formar uma ligação do tipo test para mover Essa Via né Note que essa também é uma é uma uma é uma reação de variação de energia Livre bem negativa o que compromete o restante dos intermediários aqui do Ciclo de creves a serem consumidos até chegar a reestruturação de novo novamente de oxal acetato e novamente eu tenho aqui no complexo também a participação da coenzima a né então semelhante lá ao Complexo piruvato deshidrogenasa então
tem uma descab oxil oxidativa Note que acabou acabou meus carbonos acabou meus ox gênios aqui né eles já se encerraram mas eu tenho prótons e elétrons que ainda podem ser extraídos Ainda pra formação de de de energia protom motriz através das coenzimas que vão lá agora né reduzir meus complexos na cadeia respiratória na cadeia de transporte de elétrons né então esse Alfa cetoglutarato sofre uma descarboxilação oxidativa a succinil coa né então o succinil coa tem então uma ligação do do ti do tipo tioester que vai agora promover a transformação né Eh de sucin de succinil
coa a succinato essa conversão de succinil coa succinato Tem tanta energia que ele é capaz de converter eh converter não de de fazer uma fosforilação só que agora não é mais eh não é mais adenosina né o nucleoside utilizado aqui né Ina né então eh eh eu tenho agora uma gdp que vai se transformar em gtp mas no final das contas eu vou produzir ATP Porque tem uma tem um enzima né que está na matriz mitocondrial inclusive depois a gente vai falar sobre ela porque nosso Organismo é o máximo ele consegue extrair até o talo
de energia do ATP formando ADP por causa dessa enzima chamada nucleosídeo de fosfato kinase que rapidamente com transfere esse grupo fosfato para o ADP formando o ATP né Depois a gente vai falar sobre isso daqui porque ele também pega duas adps e forma o ATP formando a m que inclusive é um é um efetuador alostérico muito importante aí das vias né então eu tenho aqui a formação e a Liberação né a restituição da coenzima a com a formação de succinato então n então agora o succinato Note que ele tem prótons e elétrons ainda sobrando aqui
né do meu do meu ali da minha glic veio lá da glicose né ele tem pró elétros então ele agora ele vai ser oxidado pela succinato desidrogenase AF fumarato Lembrando que essa enzima aqui é a única enzima aqui de todo o ciclo aqui que ela é parte integrante Desculpa perdão da cadeia de transporte de el ela não é que nem essas outras que elas estão dissolvidas aqui na matriz mitocondrial ela é parte integrante né E ela usa como coenzima ela não usa mais nada ela usa FAD né então o succinato ele é oxidado a fumarato
as custas da redução de um FAD a FAD H2 em uma reação catalizada então pela succinato desidrogenase agora o fumarato então para ele poder seguir a via ele precisa ser hidratado né então ele vai ser Hidratado pela fumarase am malato então ele é hidratado am malato pela fumarase e por fim então o malato então ele vai ser oxidado ao oxaloacetato à custas da redução de um NAD anad H uma reação catalizado pela malato desidrogenase né então agora eu tenho o meu oxalacetato eh restituído Note que isso daqui é muito importante porque eh é é e
isso a restituição do oxalacetato significa que eu posso consumir através de um oxalacetato infinitas né infinitas Moléculas de glicose agora tem uma coisa interessante que a gente vai ver na regulação tem uma regulação indireta aqui que quando eu preciso de muita energia eu preciso fazer mais ciclos de creves como é que nosso organismo faz isso ele começa a produzir mais sal o acetato né então ele não consegue acelerar a via mas ele consegue fazer várias vias operando ao mesmo tempo agora olha só que eu coloquei isso daqui é uma coisa importante porque o que eu
Acabei de passar para você é a função energética aeróbica do ciclo de creves Mas ele tem um outra uma outra função muito importante que é a função anabólica né Porque alguns intermediários deles e dele é muito importante na produção de componentes para o nosso organismo né por exemplo aqui né o succinato aqui ele é utilizado aqui na produção de eh eh eh eh eh do grupo m né Nós temos aqui o oxaloacetato aqui também na formação de aminoácido Então ele tem os compos intermediários do meu ciclo de crebe são utilizados então na formação de compostos
que são são extremamente importantíssimo aí na na na na biossíntese do nosso organismo de determinados componentes do nosso organismo então ele tem essa função também é exatamente por isso que o titio falou na introdução das reações anapleróticas que tem como objetivo recompor os intermediários do ciclo de creves porque eles não só estão operando No sentido aeróbico de produção energia Mas ele tem essa função anabólica também tá bom então é importante você saber isso que intermediários deles são utilizados na biossíntese de composto do nosso organismo como o grupo m e alguns aminoácidos né que vão ser
utilizados agora na tradução S de de proteínas específicas tá bom bom agora eu eu não vou eu não coloquei a reações aqui com detalhes que também não vem ao acaso mas geralmente Isso daqui não é muito apresentado nas aulas de bioquímica mas como vocês são alunos de medicina é muito importante você saber disso daqui então Lembrando que na nossa dieta né Nós temos o o amido que é um polissacarídeo né E nós temos dissacarídeos além da sacarose né E nós temos lá a nós temos a sacarose e a lactose que tem nelas como monossacarídeos esses
componentes aqui a galactose e a frutose então lembra que eu falei né que Eles têm uma sequência de reações que eles acabam entrando na Via glicolítica então a galactose ela vai ter uma sequência de reações aonde ela vira glicose se fosfato pronto ela entra na Via glicolítica na glicólise ela vai ser consumida e a né então elas elas são transportadas pelos glutes isso é muito interessante também né mas glutes específicos a frutose ela no músculo né ela tem sequência de reações ela tem uma Via específica paraa produção de frutose se fosfato enquanto no fígado ela
tem uma sequência paraa produção de hidroxona fosfato e glicero TR fosfato Lembrando que eu tenho a triose fosfato isomerase aqui que agora faz com que eu siga a via glicolítica o que acontece é que nessa sequência de reações aqui eu tenho uma enzima que se chama galactose um fosfato ridi transferase né porque eu uso o DP e o DP para eu fazer uma ligação de Energia para poder conseguir produzir glicose se fosfato o que acontece é que existem mutações nessa enzima que promove uma uma uma síndrome chamada de de galactosemia né então a deficiência dessa
enzima aqui ela produz galactosemia e o que que a galactosemia faz né então a galactosemia quando a pessoa tem essa deficiência né dessa enzima né e e eu não consigo processar corretamente a galactose o nosso organismo quando a galactose Começa a se acumular ele começa a tomar vias alternativas né E nós temos nosso organismo essa essa enzima cima chamada aldose redutase né que ela usa naad P né que é um potencial redutor depois é bom que você já vem pela primeira vez ela né então nós além do NAD H do NAD do FAD nós temos
o NAD P que ele tem uma uma função redutora lembra que eu falei da pentose fosfato que eu vou falar no lipídeo porque ela tem uma uma função de potencial redutor né ela produz ela Produz Exatamente Essa a via metabólica uma via alternativa da da oxidação da glicose produz essa coenzima reduzida que é a n de PH né o que acontece é que essa aldolase a aldose redutase ela usa esse potência essa potência redutora né para poder reduzir a galactose a Galati galactitol o que acontece é que o galactitol ele quando ele se acumula no
nosso organismo Ele não faz muito bem não principalmente no sistema nervoso central o que acontece é que no os olhos Nós temos uma no cristalino do olho nós temos uma concentração muito alta dessa enzima né e a formação do galactitol ele vai produzir catarata e no recém-nascido ele então no recém-nascido ele produz um retardo físico e mental então o adulto se não reduzir o consumo de de de de lactose né ele tem a tendência de formar catarata Então o que acontece é que para evitar o retardo físico e mental que acontece nas crianças né no
recém-nascido né então nós temos que Fazer um diagnóstico precoce para poder suprimir retirar tirar a a o leite como como nutriente pra criança ela não pode ficar mais amamentando assim não né E como que é feito esse diagnóstico precoce através da dosagem de galactose um fosfato orid transferase nos eritrócitos dessas crianças né Então essa essa esse diagnóstico rápido aqui pode eh evitar esses tipo de problemas aqui se você suprimir o consumo de e lactose na criança Então veja que é um Problema que tá relacionado ao consumo de lactose se você não tiver galactose no seu
organismo você não produz galactitol né Então você só corta falando pra mãe olha não pode amamar não pode dar leite né E aí você consegue resolver esse problema Ou pelo menos retardar ele Então olha só uma coisa interessante eu sei que você não vai ter todo lugar né hospital e Tal perdão você não vai ter lá disponível lá o kit para você medir galactose em fosfato rid transfera nem a a técnica de bancada para poder fazer essa análise mas você pode est olhando no olhinho da criança né ela vai fica lá um dia dois dias
lá você vai vendo se ele começar a parecer um esbranquiçado Opa essa criança tem ali um problema ali e ela tá com uma tendência de de de de ter zemia né então você aí você viu isso aparecendo você rapidamente você Eh solicita essa dosagem rápida e corta mas já de cara você viu você já corta não vai ter problema nenhum cortar o leite da criança entendeu Então você já corta E aí faz análise só para confirmação não importa que dê uma esbranquecida porque o nosso olho ele tem um poder de restituição quando nós somos recém-nascido
muito grande então esse tecido que foi ali queimou né então esbranqui sou ali ele acaba retornando né Tá então isso daqui é uma dica aí Para vocês doutores Então meus queridos vamos agora aqui começar a falar sobre o armazenamento e a produção da glicose no nosso organismo por que que o nosso organismo precisa tanto né armazenar e ou mesmo produzir glicose porque existem órgãos específicos no nosso corpo que não CONSEG CONSEG utilizar órgãos e tecidos né não conseguem utilizar outra fonte energética a não Ser a glicose né E eles se dividem em duas categorias aqueles
que eh são células que operam no metabolismo anaeróbico porque elas não TM mitocôndria então se a mitocôndria eu não tenho como ter descarboxilação oxidativa nem ciclo de crebs porque eu não vou ter como restituir as coenzimas que outrora estavam reduzidas devido a operação dessas vias metabólicas então ela vai trabalhar no sistema aeróbico Então ela faz uso da lactato Desidrogenase como a gente já falou na introdução né para restituir aquela coenzima reduzida que é eh resultado da oxidação de gliceraldeido TR fosfato né então a as outras células na realidade e o sistema nervoso central mas também
nós temos células embrionárias elas possuem uma barreira né no cérebro e a barreira emata encefálica e no células embrionárias e a barreira placentária elas não permitem Também a passagem de eh nutrientes para aquele órgão então eh aquele órgão ele opera somente com glicose mas ele faz descarbonização oxidativa ele faz também ciclo de crepes que tem mitocôndria nessas células desse tecido o que acontece é que eles não têm condições de receber o lipídio como nutriente né então a forma de armazenar ento né que nós temos é o glicogênio e a forma de produção Essa Via metabólica
que é a gliconeogênese a gente deu olh adha nela Na introdução né que opera ali no fígado e nos rins e e em jejuns bem prolongados não bom aqui e eu coloquei um gráfico aqui e de da das da glicemia concentração glicêmica né em relação ao passar das horas e os dias após o período do dando início com o período pós prandial quer dizer você acabou de fazer aquela refeição maravilhosa começa o processo de digestão e aí essa glicose vai carregando lá vai levando a sua Glicemia mas à medida que a digestão vai acontecendo esses
níveis né eles vão caindo né Então por quê Porque a célula vai armazenando as células vão consumindo vai entrando para dentro da célula essas glicoses Então esse gráfico aqui né ele mostra aqui Exatamente Essa glicose que está vindo da sua refeição então em 4 horas mais ou menos já não tem mais a glicose na sua corrente sanguínea como fonte a sua alimentação mas à medida que vai diminuindo né a Concentração dessa glicose que tá vindo por absorção do seu intestino começa então a a acontecer a glicogenólise né então eu começo a disponibilizar glicose no meu
organismo proveniente do glicogênio que está armazenado né Note que esse glicogênio ele vai ter um pico de liberação ali após 8 horas do seu período pós-prandial e gradativamente né vai diminuindo a concentração de glicose né no no na na no na sua corrente sanguínea proveniente do Glicogênio mas a medida que ele começa então a a ir diminuindo isso é um evento dinâmico né tudo vai estar operando em conjunto só tem uma inibição completa vocês vão conhecer na regulação hoje quando você tem o período pós-prandial ainda tem glicose proveniente da sua dieta que a gliconeogênese não
opera de forma alguma porque nesse momento você tem a liberação de insulina e a insulina a insulina inibe a gliconeogênese Né então a medida que vai reduzindo essa glicemia prov a glicose proven da sua alimentação começa então a operar a glico ne gênes então seu fígado começa então a converter né lactato né e e também aminoácidos né da sua que são são produto da degradação né do seu da sua musculatura né ela começa ir aumentando então note já daqui 4 horas foi passou o período que você comeu passou 4 horas depois você comeu então começa
a gliconeogênese 88 horas né E Ela vai avançando até que ela chega num pico né próximo das 48 Horas certo Note que depois de um dia e pouquinho mais ou menos aqui né quase dois dias menos do que dois dias você não tem mais reservas de glicogênio se encerram as reservas de glicogênio E aí começa a operar efetivamente exclusivamente a gliconeogênese note que tem um Marco aqui né e a a minha gliconeogênese começa a diminuir esse ponto é o jejum Severo no jejum moderado Ele tá ali entre 15 horas e quase 2is dias mais ou
menos após do dias é um jejum Severo o que acontece é que neste ponto aqui né a a note que a gliconeogênese começa a diminuir né ela diminui e depois ela vai se mantendo estável mas com uma pequena redução o quê né você não nesse ponto aqui você tá usando basicamente a sua musculatura aminar seus músculos para produzir glicose né mas essa queda aqui E esse ponto aqui É quando o seu fígado ele começa a produzir componentes especiais chamados de Corpos cetônicos que em jejun Severo os corpos cetônicos eles são altamente lipossolúveis E aí isso
daqui é para preservar o seu cérebro ele continua usando um pouquinho de glicose mas ele gosta também de Corpos cetônicos ele usa por qu né porque o cérebro ele ainda tem mitocôndria e os copos cetônicos podem ser processados ali no ciclo de crebs né isso daí a gente vai ver quando a gente Falar sobre o metabolismo de lipídeos Tá mas por que que o nosso organismo faz isso porque as hemácias que transportam gases no seu corpo elas não TM mitocôndria então não tem o que fazer ali então ela não aceita copos cetônicos é exclusivamente glicose
né lembrando elas não TM mitocôndria não tem núcleo vivem só 120 dias tadinhas né então por isso que eu tenho uma queda nesse momento é quando o seu organismo começa agora né a a produzir copo cetônico seu Cérebro tem uma variação na concentração enzimática né lembra que eu tenho a variação nas concentrações variação induzível as células os neurônios percebem começam a expressar mais enzimas voltadas pro consumo dos copos cetônicos né E aí você vai sobrevivendo até que você alcança mais ou menos 50% da sua e eh carga muscular Lembrando que o seu coração também é
músculo e ele também vai acontecendo isso ele vai perdendo aminoácidos né até uma hora que Ele perde a força com contrátil E aí você morre de o a pessoa morre de inanição tá bom bom Então essa daqui é a forma de armazenamento da glicose né então nosso organismo ele armazena a glicose em forma de granos de glicogênio né então o que que é o glicogênio Né o glicogênio é um homopolissacarídeo ramificado né onde as conexões lineares elas são feitas por ligações al14 só tem o glicose aqui só só a única que são glicose Alfa glicose
Né e e e as ramificações são feitas por conexões do tipo al16 Note que tem aqui proteínas aqui associad a esses granos né então eles são as enzimas que atuam na síntese degradação ramificação e desramificação e tem mais uma também que se chama glicogenina que não tá aqui eu não acabei não colocando aqui mas eu falo aqui no áudio para você que ela é uma proteína porque é o seguinte o glicogênio ele só se forma a partir da Presença já de moléculas de glicose eu tem que ter ali umas moléculas de glicose para começar a
formar o glicogênio só que a enzima que atua na síntese do glicogênio ela não consegue fazer a partir de uma molécula de glicose tem que ter umas três ou quatro mais ou menos então a glicogenina Ela opera no sentido de iniciar essa síntese né ela tem lá o radical lá que cede a porção hidroxila dela para poder iniciar o Processo de síntese E aí depois de três quatro Eh glicoses mais ou menos ele se desprende e agora as enzimas que atuam na síntese do glicogênio começam a formar Ele eles ele é formado no interior dos
miócitos e hepatócitos nessa região onde ele se encontra né então a o o essa estrutura toda são é o grânulo de glicogênio então é é o conjunto dessas enzimas que atuam na formação ramificação deificação mais o homopolissacarídeo isso é o grânulo de Glicogênio e por que que o nosso organismo faz isso porque que ele simplesmente mente né ele não coloca lá glicose acabou para que fazer isso daqui Então pense você acabou de fazer uma refeição né com bastante carboidrato tem bastante glicose no seu organismo e essa glicose agora ela começa a entrar dentro da célula
né vai chegar uma hora que a concentração do sangue vai ficar igual a dentro da célula e acabou a glicose para de fluir eu não posso deixar os níveis Elevados no sangue de glicose né que gera vários problemas então o que que acontece à medida que eu vou a glicose entre ela já vai sendo estocada em forma de glicogênio eu vou garantindo sempre o o gradiente de concentração pra entrada da glicose e quando os níveis começam a ficar muito baixos no sangue Eu tenho um gradiente de concentração então começo a degradar o glicogênio e eu
garanto um gradiente de concentração para o influxo De glicose certo a outra é que se a glicose lembre que a a glicose ela é hidros móca então se eu começar a colocar muita glicose livre dentro da minha célula eu vou aumentando a pressão osmótica Até que a glicose entra em Lise né então o a formação do glicogênio tem esse importante outra função então a funcionalmente né o glicogênio ele estoca glicose então no fígado para o cérebro né É lógico também pras outras células ali que precisa tem como fonte Única a glicose mas é principalmente pro
cérebro porque no músculo né Essa glicose ela é armazenada para exercícios intensos anaeróbicos né como a gente viu ali quando você não tem apte de oxigênio você começa a fazer e glicogenólise né E aí essa glicogenólise é justamente a liberação da glicose e você vai fazer glicólise anaeróbica Então você precisa no músculo rapidamente a despolarização de glicose Para essa atividade de exer intensos anaeróbicos tá bom bom aqui então vou apresentar para vocês né a glicogenólise e a glicogênese né e vamos começar então aqui pela glicogênese então pra glicogênese se iniciar né Na realidade essa primeira
reação química aqui né Ela é é a primeira reação da glicólise né mas ela é contabilizada como a primeira reação também da glicogênese porque logo quando se forma glicose se fosfato ela é desviada então pra já pra formação do Glicogênio tá então a primeira enzima que cataliza a entrada é o mesmo esquema ela garante com que a a minha glicose não saia mais da célula então no fígado é a glicoquinase nos músculos é a hexoquinase no cérebro também a hexoquinase então ela vai promover uma ela vai fosforilar a minha glicose ali formando glicose seis fosfato
ela fosforila a glicose no carbono número se depois eu vou ter a ação da fosfoglicomutase né Que ela vai na realidade ela vai fazer uma transferência desse grupo fosfato do carbono 6 para o carbono número um Por que que ela faz isso ela faz isso aqui justamente para ela poder eh a glicose agora sofrer a a catálise né de outra transferase que na realidade a transferase a mutase ela faz uma transferência interna ente na na na molécula né e a transferase ela faz uma transferência de molécula Inter moléculas Ok então agora essa essa Molécula glicose
e um fosfato urid transferase ela vai transferir na realidade né ela transfere aqui um um um um ADP mas com a saída desse grupo fosfato né e uma ligação de energia aqui então eu tenho duas ligações de energia que saem fora agora aqui então eu tenho um consumo de duas moléculas de energia Vale a pena vale a pena né então primeiro porque na volta aqui você vai ver ter uma fosforólise eu devolvo uma um fosfato aqui e somente um uma ligação De energia para eu estocar glicose o cérebro consegue tem mitocôndria ele faz 32 né
só que Note que eu não uso ATP eu uso eu uso e UTP né e e ao invés de ATP P mas depois lembrem que eu já passei na parte de introdução né Eu tenho um pirofosfatase que vai romper essas esse eh pirofosfato em dois fosfatos inorgânicos que vão ser utilizados depois aí na síntese de ATP né e e a molécula depois que se e desprendida de udp eu tenho lá as nucleosídeo dis Fosfato quinases que vão reconstituir ela e retiram essa e essas ligações de energias de moléculas de ATP ou at mesmo de ADP
né Então essa glicose um fosfato transferase converte então Eh Ela utiliza essa ligação de energia para poder eu fazer um uma molécula uma glicose agora com uma ligação de energia nela essa ligação de energia é o que vai mover né A minha reação né no sentido de de eu ah fazer agora a minha ligação Glicosídica lá no meu eh no meu glicogênio fazendo com que o meu glicogênio vá crescendo essa molécula aqui né Essa onde ele está ligado o DP ele está ligado na posição redutora da minha molécula né então ele entrou no lugar do
carbono número um meu carbono número um é o anomérico né e é exatamente essa poção redutora que se liga a a parte não redutora da molécula do glicogênio Então essa extremidade do glicogênio todinha Ela chama de região pontas não redutoras né Na realidade porque a molécula de glicose sozinha em si ela tem a capaz capacidade de reduzir íons cúpricos né por isso que mudava a coloração né foi descoberto os né Os alquimistas do século XVI aí percebiam que quando os eh os eh soldados chegavam de guerra da Guerra jogava as espadas à mesa e aquela
lambança comendo fruta e tudo né as espadas mudavam de cor né Exatamente porque a glicose ela tem a capacidade de Reduzir I ion cúpricos E aí justamente eh ela acontece nessa nessa extremidade um no carbono anomérico né como o carbono anomérico está fazendo a conexão alfa1 qu né eu tenho a porção quatro a parte quatro para fazer a conexão com a um então é na ponta não redutora certo então Nas extremidades não redutoras do glicogênio note né que é uma via de mão única então não tem como voltar por essa mão aqui e olha só
eu tenho uma duas três quatro Enzimas que participam nesse processo já na disponibilização no glicogênio na glicogenólise né A primeira reação ela é catalizada para uma enzima que ela é dependente de pirodo xal fosfato que é o grupo prostético dela ele é formado a partir da vitamina na B6 vocês vão ver nas regulações agora como essas essas vitaminas hidrossolúveis são extremamente importantes no metabolismo energético né quando a gente vai falar De regulação então pirodo xal fosfato participa aqui dessa enzima que é a glicogênio fosforilase e interessante que a liberação dessas dessas moléculas de glicose agora
quando essa enzima é ativada não é feita por Hidrólise somente um ponto é feito por hidr que é uma única molécula de glicose que está na conexão al16 que a gente vai falar daqui a pouquinho mas todas as outras são feitas Por fosforólise então eu uso um fosfato inorgânico né para poder agora clivar né liberar agora né a a a minha a a minha molécula aqui de glicogênio desculpa só essa daqui né que a gcom que ela é reversível né as outras aqui elas não são reversíveis você tá tá vendo elas não são reversíveis só
essa daqui que opera próximo do equilíbrio então quando eu aumento as concentrações de glicose e um fosfato eu naturalmente começo a e a fosfoglicomutase faz a transferência Interna e eu desloco o equilíbrio e eu formo glicose se fosfato então Note que é a única enzima em comum com a glicogênese e a glicogenólise né as outras são de variação de energia livre muito elevada então elas precisam ser diferentes agora o que acontece aqui é o seguinte ó a glicose se fosfato dependendo então do órgão ela vai tomar destinos diferentes Lembra que eu falei que no músculo
né a glicogenólise né a glic a glicogênio que Está amazenado ele vai ser utilizado para atividade física intensa Então essa glicose de se fosfato quando ela é produzida imediatamente ela cai na via glicolítica ela cai na glicólise já para produzir então Aqueles ATPS né que são produzidos ali em nível de substrato porque Lembrando que a atividade física intensa não tem ap pote de oxigênio eu não tenho como reoxidar as minhas coenzimas reduzidas na di Fade E aí eu paro o ciclo de creves paro Descarboxilação oxidativa e começo a operar só na glicólise produzindo ATP ali
na na somente em nível de substrato tá E aí Eh mas no fígado o fígado tem essa enzima especial o rim bem mas e esse evento eh na realidade não esse mas a gente vai falar da gliconeogênese o rim só começa a operar nesse sentido quando você tá em um jejum já muito Severo muito prolongado a gente vai falar daqui a pouquinho sobre isso mas é exatamente essa enzima a glicose seis Fosfatase que vai fazer agora né uma Hidrólise nessa molécula ela usa agora a molécula de água para retirar esse grupo fosfato E permitir com
que a minha glicose agora passe pelos glutes né os transportadores de glicose seja exportado agora pro nosso corpo principalmente pro sistema nervoso central note que não é o mesmo caminho aqui é uma quinase ela usa né a energia do do do do do ATP né para poder agora fosforilar a glicose a glicose se Fosfato ela agora a glicose se fosfatase ela usa a energia né do Fosfato que está ali no carbono número se para conduzir no sentido da variação de energia livre negativa esta Hidrólise liberando glicose só que isso aqui ocorre no fígado né então
é no fígado que isso daqui acontece tá bom bom pessoal e como é que porque assim como eu disse né Nós vamos tendo lá a fosforólise pela glicogênio fosforilase né liberando as moléculas de Glicose Mas e aí e quando chega na ligação al16 o que que acontece então lá nessa região opera um enzima especial chamada enzima desramificadora como é que funciona a enzima desramificadora né então eu vou ter na ação da glicogênio glicogênio e eh fosforilase vai rompendo quando vai quando vai faltando quatro e eh moléculas de glicose até eu chegar a ligação al16 onde
tem a ramificação né O que que ocorre aqui é Que eu tenho agora então e e e a ação de uma enzima específica que é essa enzima desramificadora que ela retira três glicoses ao mesmo tempo né E ela coloca então na na extremidade linear aqui fazendo uma ligação do tipo al14 né Então essa enzima desramificadora ela tem duas funções ela tem uma função de transferase ela transfere essas três e moléculas de glicose para uma extremidade mais próxima aqui do glicogênio e ela tem a função al16 Glicosidase Note que essa enzima desramificadora ela não opera por
fosforólise né Ela opera por Hidrólise né ela faz uma Hidrólise igual a glicose se fosfatase não faz glicólise para tirar o o a o fosfato do carbono número 6 então a enzima desse ramificadora utiliza da ação dela al16 glicosidase promovendo a fosforólise note ela libera já a glicose direto ela não vai né passar pela glicose ces fosfato para depois sofrer Hidrólise pela eh glicose Ces fosfatase ela já libera diretamente a a a a glicose e aí a a fosforólise do glicogênio continua prosseguindo aqui tá bom E no caso da ramificação né como é que isso
daí acontece então a ramificação então a ramificação ela ela como eu tinha dito né inicialmente né as ramificações do glicogênio São intervalos bem curtos né às vezes três né Quatro né Às vezes tem alguns mais longe no máximo um szin né vai acontecendo aqui tá não tá tendo mas Logo logo começa a ramificar como é que isso ocorre né então tem um enzima especial chamado enzima ramificadora né quando eu começo a ter esses intervalos aqui né um pouco mais prolongados ela age na extremidade da poção linear né retirando ali de seis a sete resíduos e
transferindo ele para uma porção mais interna lá do glicogênio formando a ligação al16 simples assim bom agora aqui gente como vocês Vão ser futuros doutores eu não poderia deixar de passar esse quadro aqui para vocês né o que acontece é que tem eh diversas diversas doenças né hereditárias né síndromes aqui né distúrbios que são causados por ma formação dessas enzimas que estão envolvidas né com a síntese de degradação do glicogênio Então essas doenças hereditárias elas são chamadas de glicogenoses né existem 10 delas que já são bem carac erizadas né então a Gente tem a divir
que acontece na glicose se fosfatase na realidade quem tem essa doença aqui ela tem um problema sério porque ela não tem só problema na disponibilização né do glicogênio como ela também tem problema na disponibilização de glicose pela gliconeogênese porque a glicose S fosfatase também opera no sentido de liberar a glicose proveniente da gliconeogênese Então essa pessoa aqui Tem um problema muito sério de regulação dos níveis glicêmicos mas as consequência acúmulo de glicogênio hepático é aumento e do fígado então ele começa a ganhar volume porque ele não consegue disponibilizar o glicogênio lembra-se eu começo a acumular
lá muita glicose se fosfato né a a glicomax glicomed operar a fosforilase não consegue operar e tudo vai se acumular o glicogênio não consegue ser disponibilizado né então eu tenho uma Inabilidade de corrigir a a Glicemia no jejum né Essa daqui é uma das mais problemáticas e avir aqui eu tenho a de pomp né que é a al14 glicosidase na realidade essa daqui é um enzima específica porque ela ela tem uma uma ação lisossômica né nos segmentos lineares ali então nós temos também em alguns lisossomos nós temos produção de glicogênio ali né É uma via
secundária do metabolismo do glicogênio nós não vamos entrar em detalhes mas eu tenho AL Como generalizado de glicogênio no organismo todo nesses lisossomas né eu tenho ISO porque lá no no coração eu não tenho como ter grânulos de glicogênio né então eu começo a ter esses problemas de insuficiência cardiorespiratória e eu tenho morte precoce essa daqui é um problema muito sério aqui mas são casos muito raros né dessa doença eu tenho adcore né então eu tenho um problema na enzima damic então glicogênio eh ele tem ramificações curtas né resultantes da Ação da glicogênio fosforilase mas
eu não consigo lá eh liberar né aqueles fragmentos de quatro glicogênio lá até atingir as ligações al16 eu tenho a Enderson que são das enzimas ramificadas né então tenho cadeias muito longas ramificadas lembra então o fato do glicogênio ser altamente ramificado eu consigo ter ação de múltiplas mas ao mesmo tempo em todas as pontas não redutoras liberando glicose bem rápido Quando eu preciso né Então as pessoas que t esse problema geralmente tem uma morte precoce eu tenho a macardo né que e eu tenho um problema na glicogênio fosforilase muscular então eu tenho capacidade de realizar
exercícios físicos intensos lembre que o glicogênio muscular né Ele é usado Quando você vai fazer atividade física intensa eu tenho a de hers né que é a glicogênio fosforilase hepática né então ela é semelhante a que a tipo um a vonk só que Ela é menos intensa né porque aqui ó a glicose se fosfatase Como eu disse ela é incomum para gliconeogênese e e a glicogenólise neste caso aqui né a eu só tenho a liberação do glicogênio isso não vai interferir na minha produção de e glicose via gliconeogênese né eu tenho a foss frut kinase
muscular né que ela é semelhante aqui a número quatro a macardo né porque eh lembre que o glicogênio muscular ele vai ser utilizado Para ele vai ser utilizado para poder fazer atividade física intensa e a fosfofrutoquinase né é aquela enzima lá que vai eh fazer a fosforilação né da frutose um fosfato em em em frutose 1 se bifosfato seguindo a via glicolítica né então Eu não eu tenho incapacidade de realizar atividades físicas intensas né então o mesmo sentido só que ela é mais forte do que a a a número cinco aqui né a macardo por
e aqui eu só disponibilizo o glicogênio Nesse caso eu não consigo fazer glicólise né então é um problema mais sério né eu tenho a que ter não me lembro como f F acho que é tarui vamos falar numa portuguesa tarui né que é a número oito então a gente tem siglas aqui né ah é a fosforilase quinase não tem aqui faltou mais uma tem uma décima aqui né mas aqui Essas são as bem mais caracterizadas já o suficiente para você entender sobre as glicogenoses né então eu tenho uma glicogênio sintase Hepática né então tem uma
redução na realidade eu ten uma mutação que deixa essa enzima mas na realidade não é que ela não está operando ela fica muito mas muito menos ativa Ela opera de devagarzinho né então tem uma redução eu não gosto desse nome diminuição redução do glicogênio hepático né então isso daqui é um problema lá nos problemas hepáticos então a pessoa vai ter problemas Quando eu ten um jejuns mais prolongados tá Bom bom então agora a gente vai falar sobre a produção de glicose via eh eh gliconeogênese né então a lic neogênese lembre ela é uma via que
é produzida quando você tem uma atividade física intensa constante que você está produzindo muito lactato esse lactato é exportado agora pro fígado o fígado faz a gliconeogênese né então lactato aqui que vem prente das hassas ou vem dos músculos em atividade física muito intensa quando ele tá fazendo a Glicólise anaeróbica né E aí ele faz gliconeogênese eu produzo glicose e volta e eu tenho o ciclo de Core né mas eu tenho também a gliconeogênese quando eu começo a entrar em jejuns prolongados ou os meus níveis de glicose eu fiz uma atividade tão intensa ali naquele
momento mas não me alimentei bem né E aí os níveis de glicose caem muito e aí eu começo a ter a degradação muscular a através das transaminases Produzo a lanina que é lipossolúvel passa pela membrana do do do do músculo lá vai paraa corrente sanguínea entra dentro do músculo lá eu tenho uma nova transaminase que converte ela em piruvato E aí eu entro na gliconeogênese E aí eu consigo fazer a reposição nesse nesse nesse sentido aqui o meu objetivo é suprir o cérebro porque ele tem a barreira e mata encefálica parte né então a parte
Amino desse e eh dessa lanina então a lanina Agora ela vai sofrer uma degradação liberando alfa cetoácido e vai produzir agora amônia que entra no ciclo da ureia e é liberado Ali pela urina só que aqui agora eu tô acrescentando uma mais para vocês conhecerem que a gente não tinha falado sobre esse né que eh a a nós temos o armazenamento de gordura Então quando você tá com jejum muito prolongado você começa a degradar seos estoques de gordura os triacil gliceróis Então como Diz o nome triacil glicerol então eu tenho uma molécula de glicerol uma
poção da molécula que é glicerol e os três ácidos graxos E aí nessa lipólise quando eu libero os ácidos grácos como fonte energética eu libero também o glicerol que entra dentro vai para o fígado é transportado para o fígado e entra Mas ele entra lá para cima lá no meio lá da gliconeogênese ele não entra no comecinho dela mas ela é utilizado para produzir parte dessa glicose ele dá uma Uma um reforcinho aí não é tão poderoso mas já é uma ajudinha né Tá bom agora uma coisa interessante aqui é que existem dois aminoácidos que
a lisina e a leucina que não conseguem né serem não conseguem ser convertidos e alanina né não existe transaminases ou mecanismos específicos que consigam fazer isso daqui né então esses aminoácidos na realidade eles acabam entrando ali são aproveitados ali no ciclo de creves e entram como intermediários deles lá no No ciclo de creves tá bom bom gente então essa daqui é a a gliconeogênese né que ocorre lá no fígado e no fins né O que permite ela permite exportar glicose para o organismo como o cins também mas num estado de jejum muito prolongado essa enzima
aqui que é a glicose se fosfatase né mas vamos conhecer aqui a via como um todo e aí vocês vão Então entender como ela Opera Membrano que ela é formada por 11 enzimas sendo que cinco delas né cinco dessas dessas enzimas aqui uma 2 3 4 5 aqui ó elas pertencem a a a a glicólise porque são reações que operam e muito próximo da variação de energia livre muito próximo de zero tá muito próximo do equilíbrio então qualquer aumento de concentração num lado ou no outro vai fazer seguir a via nesse sentido ou no outro
certo Mas Lembrando que nós temos pontos de variação de energia livre muito elevados né elevados muito negativos na glicólise nesse ponto aqui nós temos desculpa nós temos a exas nos músculos e a glicoquinase no fígado certo nesse ponto aqui nós temos a força o fruto quinase e aqui no lugar dessas duas reações eu tenho uma fosforilação em nível de substrato lembra catalizada pela piruvato kinase que também é uma reação de altíssima energia né então é Obviamente elas vão para eu fazer a a GLI para ocorrer a gliconeogênese ela tem que tomar um caminho diferente né
E ela usa um caminho diferente e para ela utilizar esse caminho diferente ela faz uso de energia né no no final das contas ela consome seis ATPS então 1 2 3 x 2 6 né então são seis ATP Lembrando que eu tenho que ter a o o duplamente o caminho porque a di hidroxona fosfato aqui pela triose fosfato isomerase é convertida em gliceraldeido trê fosfato então eu tenho Que est at essa conversão para que eu tenha a condensação catalizado lá pela aldolase certo então vamos então aqui começar a entender a via Então essas outras reações
aqui a gente não vai entrar nesses detalhes aqui talvez eu vou comentar só sobre essa por causa da entrada do ATP mas todas as outras aqui a mesma da Via glicolítica né então aqui eu tenho a a a enolase aqui eu tenho o fosfoglicerato mutase né a fosfoglicerato kinase né a gliceraldeido Três fosfato desidrogenase só que neste caso aqui Ela opera no sentido redutor não oxidante né então ela reduz ela pega o NAD H oxida ele a nade reduzindo o o bifosfoglicerato a glicer deir do três fosfato né então Note que ele é reduzido eu
passo de um ácido na realidade aqui tá desprotonado mas eu passo aqui do ácido alfa alfa cetoácido para um aldeído certo então vamos lá então então essa primeira parte que vai substituir a a Ação a reação catalizada pela piruvato kinas que que é uma reação de variação de energia livre muito negativa na glicólise né ela vai ser substituída por duas reações Só lembrando aqui né que eu tenho aqui e que as a neste caso aqui eu tenho a lactato desidrogenase São reações que operam próxima do equilíbrio também aqui são transaminases né ou aminotransferases que vão
fazer a a a transferência do meu grupo Amino aqui é transferência não a desaminação aqui eu Retiro aqui o meu grupo Amino liberando o alfa cetoácido e agora ele vai lá paraa excreção e neste caso aqui eu tenho uma oxidação do lactato AP piruvato pela lactato deshidrogenasa tá então essas duas reações elas vão ser substituídas por duas reações uma catalizada pela piruvato carboxilase que a gente vai conhecer ela mais um outro detalhe dela que é muito importante e tem uma ação regulatória no ciclo de creves muito importante para Quando você começa a ter um consumo
energético elevado né a gente vai falar sobre ela e a fosfoenol piruvato carboxilase então Note que uma coisa importante aqui é que né eu tenho que repor né o o a a eu tenho que repor aquelas a as moléculas de ATP que foram formadas aqui pro piruvato né Então como que eu como é que eu tenho condições de fazer isso né como eu disse então né eu tenho uma reação que controla lá a minha Velocidade do meu ciclo de creves que é justamente essa que acontece dentro da mitocôndria Note que eu estou fornecendo oxaloacetato para
aumentar o número de ciclo de creves mas para isso acontecer né oxaloacetato Tem quatro carbonos o piruvato tem três então eu tenho que fazer uma carboxilação do do piruvato a oxaloacetato né E para eu realizar essa reação eu tenho que ter o consumo de energia né então eu uso uma molécula de ATP para poder eh mover essa reação Então isso é uma reação acoplada Irreversível né a variação de energia livre dela se eu pegasse só essa carboxilação seria muito positiva mas a energia contida no atp permite com que eu conduza essa reação aqui e é
muito interessante essa reação catalizada pela pirv carboxilase que ela usa como grupo prostético né a biotina né que a biotina ela é um componente que é derivado da vitamina b7 então mais uma Vez olha só aparecendo aqui as vitaminas hidrossolúveis na participação Note que elas são muito importantes como micronutrientes no metabolismo energético Então a gente vai falar sobre isso porque a deficiência delas causam a vitaminose não só isso né como vocês vão ver qu quando a gente vai falar sobre metabolismo de álcool é muito importante a pessoa que tá entrando em coma alcoólica ela receber
uma injeção de biotina para reforçar a Atividade que tá comprometida lá do eh do ah da gliconeogênese dele para ele ativar a gliconeogênese e fazer a reposição natural de glicose do organismo dele a gente vai falar isso a nossa última aula aí do do módulo de metabolismo energético tá então mas olha só que interessante ele faz uso a enzima usa Então como grupo prostético né a biotina né Então ela tá ligada à biotina Então ela está na condição biotin né a conexão biotin enzima né então na Realidade quem quem captura esse gás carbônico e realmente
faz o uso do ATP é exatamente a essa parte né então o grupo prostético dessa enzima que vai fazer essa ação então agora olha só eu tenho um n carboxil biotin enzima quando isso acontece então agora a minha enzima ela ela temporariamente ela capturou né esse grupo carbox né o CO2 aqui e ela forma uma ligação de energia que agora sim vai ser conduzida vai ter energia suficiente para eu pegar o Piruvato e inserir nele mais um carbono né formando o oxaloacetato quando isso acontece o oxaloacetato é novamente exportado né tem tem um mecanismo aqui
de translocase o piruvato para dentro Coloca ele para fora né é diferente dos mecanismos de lançadeira que trazem os Nades para dentro da mitocôndria do citosol depois a gente comenta sobre isso daí vai passar por alto nesse momento isso não é muito interessante tá Então o oxaloacetato Então por translocais específicas ele sai da mitocôndria agora e lá na mitocôndria agora desculpa ele sai da mitocôndria e lá no citosol agora ele vai ele vai sofrer agora uma descarboxilação novamente para ele poder continuar na via e essa descarboxilação ela é desfavorável Então eu preciso ter o consumo
de energia não só né para eu poder e eh ter o meu consumo de energia mas Lembrando que o Meu fosfoenolpiruvato ele é um fosfoenol né então ele tem um carbono né ali e ele tem ali um um um fósforo conectado ali na na na minha molécula na porção enol ali no no carbono número dois então eu esse gtp na realidade ele vai devolver esse grupo fosfato ali então aqui ó desculpa aqui tá até o desenhozinho aqui né no carbono número dois ele é um enol que é uma dupla ligação então né ele ele é
um enol E aí eu fosso foro fosso enol piruvato né Agora ele segue aqui a via glicolítica né enolase que vai fazer novamente uma ligação do tipo e est fosfórica depois eu tenho aqui a mutase que muda do dois pro três o fósforo agora Note que eu tenho aqui uma reação que na realidade Ela opera ela tá ali próximo do equilíbrio Mas ela é su no sentido da gliconeogênese ela é suavemente positiva mas o aumento da concentração de três fosfoglicerato vai permitir com que eu Desloque o equilíbrio da reação e eu consiga agora utilizar um
ATP para formar um TR bifosfoglicerato e neste caso aqui né lembra que tem a 13 bifosfato glicerol e 13 bifosfoglicerato e desidrogenase né Essa desculp perdão gliceraldeído três fosfato desidrogenase né Essa ela age na glicólise no sentido aqui de de e de oxidar né esse metabólito aqui o intermediário el oxida o glicerol dele TR fosfato a e com uma fosforilação né a transferência de um Grupo fosfato aqui no sentido contrário ela a operando reduzindo então a gliconeogênese ela não só ela consome esses seis ATPS mas ela consome dois Nades h para eu poder fazer né
produzir glicose que no final das contas o que importa nesse momento é suprir o cérebro porque se ele parar já era e as hassas que não tem mitocôndria né então nós estamos aqui num jejum prolongado lembra que a gente passou já tá ele tá bem elevado a gliconeogênese Ela tá ali próximo das 48 horas em jejum já entrando no jejum e partindo pro jejum Severo tá no jejum moderado né então aqui eu tenho a ação agora da doas no sentido do contrário a triose fosfato isomerase e segue-se a via então forma frutose um seis bif
F fato neste caso aqui a mesma coisa era uma reação de variação de energia muito livre eram duas quinases que operavam aqui né era a fosfofrutoquinase e aqui a hexoquinase ou glicoquinase depende do órgão né no Sentido contrário eu vou fazer ali agora uma Hidrólise né eu vou usar uma molécula de água catalizada pela frutose um se bifosfatase para retirar esse grupo fosfato Note presta atenção nisso daqui que interessante aqui esse grupo fosfato aqui quando era na reação contrária eu consumi um ATP aqui ele é perdido né então eu não formo ATP aqui na na
na reação contrária essa daqui é a mesma reação catalisada é semelhante àquela catalisada na enzima Desramificadora né lá quando eu for fazer a desfazer a conexão ala 166 lembra ali no glicogênio Então ela ela tem uma ela opera nesse mesmo sentido ela faz um Hidrólise mas ela não refaz o ATP é perdido esse ATP aqui certo e agora eu tenho a frutose se fosfato Então eu tenho aqui a A isomerase então que converte ela agora a glicose seis fosfato aqui a mesma coisa né então a oxo kinase consome o ATP para fazer a glicose se
fosfato mas no sentido Contrário ele é perdido não tem a reposição dele então eu tenho uma Hidrólise então a glicose C fosfatase faz a Hidrólise retirando esse grupo fosfato aqui deixando a glicose que agora quando as concentrações dela aumenta ela passa pelo transportador de glicose e o glute né que nesse caso aqui no fígado eu tô usando o glute dois para fazer otação porque ele é independente de insulina tem que ser né que nesse momento de Jejum prolongado tu não tá produzindo insulina não é verdade então e por fim então a quando você tá no
jejum prolongado né você começa a usar os seus estoques de gordura né de lipídios ácidos graxos que estão armazenados em forma de triacilglicerol né E aí o que que acontece então entre esse trici glicerol ele sofre a lipólise né e eu começo então a liberar esses ácidos grasses que vão ser inseridos nas albuminas e lá no No na Albumina sérica e é transportado para os tecidos a porção glicerol Então ela ela el solúvel Então ela começa a ser liberada na corrente sanguínea e chega até o fígado quando ela chega no fígado no fígado tem essa
glicerol quinase então no caso da gliconeogênese tomando o caminho pelo glicerol né Eu não tenho a o consumo desses desses ATPS aqui mas eu tenho o consumo de ATP pela glicerol quinase certo e no final das contas eu preciso de duas moléculas de Glicerol então com pela via glicerol Eu tenho um consumo de dois ATPS Lembrando que o glicerol ele é formado de três carbonos então eu vou precisar de dois deles para poder fazer uma glicose então quando a via vem no sentido do glicerol eu uso dois ATPS para poder fazer uma glicose Apesar que
a quantidade deles não é muito grande mas é uma uma forcinha Extra né quando você tá na beira da morte meu filho você tá num jejum aí você cai no deserto né Vai que acontece quem nunca sabe estamos na Amazônia né tô brincando pelo amor de Deus bom então aí o glicerol então ele sofre ação da glicerol quinase com consumo de ATP formando o glicerol trê fosfato esse glicerol três fosfato então ele vai consumir Então tem um consumo de NAD então vou ter consumo de dois então né Nades HS que estão reduzidos e vão para
forma oxidada que é uma reação catalizada pela glicerol trê fosfato desidrogenase também lá né É só que olha Só aqui eu tenho o meu glicerol TR fosfato não é gliceraldeído três fosfato são coisas diferentes isso aqui é um aldeído isso aqui é um álcool certo e mais a enzima né E também olha aqui a gliceraldeído três fosfato desidrogenase aqui a glicerol três fosfato desidrogenase forma de hidroxona fosfato aí o o mesmo esquema né ele pode ser convertido a gliceraldeido três fosfato e depois a enolase agora é condensa essas duas moléculas e segue o caminho Já
que eu expliquei aqui para vocês Tá bom então agora a gente vai falar sobre a regulação dessas vias né que é muito importante porque exatamente né Eu gostei umas imagens aqui nossa senhora deu até fome e dó do gordinho né porque isso aqui é é surreal né porque você já viu um gordinho com prato assim de legumes e eu acho que devia ter uma picanha alguma coisa assim mas enfim né o que acontece é que as enzimas elas controlam A velocidade das vias metabólicas como a gente já conversou sobre isso né e elas a a
a a a demanda do que está acontecendo ou você tá em repouso Você tá em atividade ou você tá comendo ou você tá muito tempo sem comer né essa demanda Altera a velocidade das vias né Por quê Porque a demanda altera né a atividade das vias sacou aqui né vermelhinho azulzinho lá para você entender né as conexões aqui tá então e eh a demanda Altera a atividade Das enzimas como que isso daí acontece né então a gente já até comentou sobre alguns casos aqui né que que e e e eh a gente comentou sobre algum
a gente falou sobre isso na aula de introdução mas tem algum outro detalhe aqui que o titio vai explicar porque tem umas regulações especiais por disponibilização de substrato que acontece no músculo no fígado e no sistema nervoso central né que aí vocês vão conhecer mais algumas coisinhas novas aqui então a Disponibilização de substrato é o seguinte amiguinho isso daqui é o Km da enzima né e e isso daqui é são as enzimas Elas têm uma uma um número um valor que afere a afinidade que ela tem pelo substrato essa afinidade se é calculada pelo km
que é a constante de Micael Então vamos dizer que o enzima tem uma tem um km1 e outra enzima tem um km2 O que que significa isso o km1 significa que quando eu tenho e um molar dissolvidos daquela solução da da Na solução daquele do substrato da minha enzima A minha enzima tá em 50% da velocidade máxima o que que isso significa é justamente essa imagem aqui ó aqui eu tô abaixo de um molar nessa enzima ela tem se eu tirar uma foto é uma coisa dinâmica ela pega catalisa pega o substrato cataliza pega o
substrato se eu tirar uma foto eu vou ver ó tem umas enzimas que não estão com substrato ali no sítio ativo se eu aumentar a concentração e eu tirar essa Foto eu vou ver mais algumas então eu tô aqui quase um pouquinho mais de 50% aqui delas estão né com a todas ocupadas aqui o sítio se eu aumentar bem a concentração e eu tirar a foto a probabilidade é muito alta de eu ver todas com sítio ativo ocupado por qu isso é velocidade máxima velocidade não tem relação com tempo is velocidade máxima da enzima tem
relação a a a a quanto eu preciso de concentração para fazer com que eu tenha sempre os sítios Ativos das minhas enzimas ocupados ela sempre tá tirou um já pega outra catalisou já pega outro né então isso é a Isso mede a afinidade que enzima tem pelo substrato e Isso muda de enzima para enzima né Ah pera aí deixa eu fazer o negócio aqui que caiu aqui o o pronto você deve ter escutado caiu o negócio aqui o microfone aqui né então Eh então a por exemplo a exocin ase né e a glicoquinase elas possuem
kms diferentes então lembra a Enzima que tem tem dois então ela precisa o dobro de concentração para ela estar na 50% da velocidade máxima dela nessa condição Então isso é muito importante porque seo é uma forma de regular a atividade das minhas vias glicolíticas né Com relação à disponibilização de substrato então por exemplo o km da minha da minha glicoquinase que é uma enzima semelhante à exocin ela faz a fosfor da glicose a glicose seis fosfato Elas têm kms Diferentes isso faz com que após a alimentação né depois de um certo período que diminui os
seus níveis glicêmicos você não dê essa a enzima do fígado ela tem um km alto então ela não pega a glicose da corrente sanguínea ela só vai pegar no período pós-prandial né quando as concentrações superam os 10 km né é quando 10 e 10 milimolar na realidade né E por e 10 milimolar as concentrações sanguíneas e glicose já no cérebro é 0,1 amiguinho Então qualquer concentração inha que tenha de glicose ali no sangue o seu cérebro a exin ase do seu cérebro Está capturando e o músculo já em períodos normais ele tá sempre ali pegando
quando baixa muito ele para de pegar e dá preferência para o cérebro a gente vai ver ver isso daqui daqui a pouquinho vou explicar com detalhes só para vocês entenderem isso as concentrações enzimáticas também porque olha quanto mais eu tenho enzimas né de acordo com Essa equação estabelecida por Michiles e mentel né pela pelo modelo de chave fechadura né ele informa que quanto mais enzimas eu tenho né eu tenho uma velocidade e máxima maior né eu tenho uma capacidade de de pegar muito muito mais substrato porque eu tenho muito mais enzima disponível né então eu
tenho variações nas concentrações enzimáticas também né vocês vão ver que é muito interessante isso esse aqui a gente já falou da introdução que é o controle Alostérico é os intermediários da Via funcionam como efetuadores alostéricos podem ser ativadores ou inibidores das enzimas para regular a via e a inibição competitiva que na realidade eu também fiz até o desenho parecido né que alguns alguns intermediários das vias eles ocupam o tempo dentro do sítio da via do sítio ativo da enzima impedindo que o verdadeiro substrato entra ali seja catalisado ele quando ele entra ele não é catalisado
mas ele ocupa tempo lá Dentro diminuindo a velocidade da minha da minha via certo e então nós temos aqui também outro tipo de regulação que é de acordo com a disponibilização de micronutrientes lembra que eu já mostrei para vocês né lá perodo sal fosfato ali na na glicogênio fosforilase atuando eu mostrei para vocês também a vitamina b7 ali a biotina ali né na piruvato carboxilase na na no início ali da minha gliconeogênese vocês vão conhecer outras Agora que atuam nas outras vias né então a gente vai falar da regulação e isso é um problema muito
sério principalmente aqui no Amazonas né entre os ribeirinhos que esse povo Eles não têm o hábito de comer muitos é legumes né frutas em geral né Eles comem mais peixes né tem o tracajá né são mais carnes né e e e amido né então eles não têm o hábito de comer que é onde a gente encontra bastante dessas vitaminas aqui Apesar que a gente tem na Carne também algumas Delas aqui mas o que acontece é que essas vitaminas elas atuam como grupo prostético ou cofatores elas são fatores da enzimas né e e elas também os
fatores são as coenzimas em si precisam para serem constituídas precisam dessas vitaminas vitrolas então elas são essenciais essenciais significa que nós não temos a capacidade de produzir nós temos que consumir para ter disponível e a falta então dessas vitaminas geram essa esse essa essa doença essa síndrome Chamado de avitaminose então às vezes a pessoa até Come bastante e tal mas como ela não tem consumo de vitaminas né E essas vitaminas estão envolvidas diretamente com metabolismo energético é uma pessoa que não tem disposição sabe tá sempre fraca não tá afim né então o que que acontece
com essas vitaminas hidrossolúveis aqui né Elas não conseguem ser armazenadas no nosso organismo né porque elas são Solúveis em água então ela então portanto né Eu preciso de ingestão de ar E pelo fato dela ser lipossolúveis ela acaba sendo também excretada pela urina diariamente então é muito problema muito sério né então é necessário aqui o consumo dessas vitaminas senão o indivíduo entra nessa condição chamada de Av vitaminos Então essa é mais uma forma de regulação desculpa das vias metabólicas bom aqui essa essa regulação Que eu falei anteriormente para vocês é uma regulação local é um
evento que acontece localmente ali dentro da célula tudo bem que há a disponibilização de micronutrientes vai acabar afetando como um todo o seu corpo mas a regulação acontece lá localmente né neste caso a ligação e covalente Irreversível que a gente já conversou na introdução né Ela é uma resposta hormonal né E essa resposta hormonal ela pode ser de três tipos né Esses dois tipos aqui aqui que são acionados pelo glucagon ou adrenalina né então aqui o exemplo aqui o meu receptor se liga ao meu ao meu hormônio que é o primeiro mensageiro se liga ao
Meu receptor que está acoplado a uma proteína G né Essa proteína G então converte e gtp para gdp E aí eu fosforil a minha subunidade Alfa que vai agora ativar uma fosso lipase C essa fosso lipase C vai clivar a poção fosfatidil hosital do fosfato inositol que está na Membrana né queele lipido de membrana formando trifosfato inositol que agora no citoplasma ele vai abrir canais de cálcio do retículo endoplasmático né e promovendo o refluxo do retículo de cálcio ativando proteínas quinases dependente de cálcio que vão fosforilar agora começar a fosforilar um monte de coisa esse
caso exemplo aqui na atividade do da da da degradação do glicogênio mas a gente vai ver com calma isso daqui a gente vai falar onde que Elas vão est autuando porque s é um caso a parte só do glicogênio né E aqui nós temos a a da ativação da adnil ciclagem ou inibição Depende de qual proteína G que você está atuando porque existem duas proteínas G tem a s detim de estimul estimulação aí que é de inibição né então quando eu ativo esse hormônio só atii a s Então eu tenho novamente uma conversão de gtp
a gdp o fosforil então a minha porção Alfa dessa proteína que tem a Alfa a Beta e a gama Ela se desprende ela se desloca pela membrana até encontrar essa enzima chamada adenilato siase né se for a de inibição ela ini ela vai inibir adenilato nessa nesse sinal se for de ativação ela vai se ela for estimulação ela vai ativar quando Ativada a dilat cicas Então ela converte ATP em Amp cíclico né E aí esse Amp cíclico agora ele vai se ligar proteínas eh reguladoras das proteínas eh quinases dependentes de Amp cíclico a proteína Reguladora
fica inibindo a parte catalítica dessa minha da minha enzima quando ela se liga né A reguladora se desprende da parte catalítica agora e a parte catalítica agora é capaz de também executar esses mecanismos de fosforilação então é ligação covalente Irreversível porque dentro da minha célula encontram fosfatases que f F um tempo inteiro retirando essas fosforila ficam retirando mas quando eu tenho o estímulo Hormonal os as quantidades de enzimas que que estão ativas no sentido de fosforilar superam a quantidade das fosfatases quando eu retiro o estímulo Pera que tá tocando uma musiquinha aqui fora animação local
meu Deus pera aí pronto passou o carrinho Alucinante aí então como eu tava dizendo né Vocês não percebem mas T um intervalo grande aqui para mim fiz até um café Então é o seguinte Então essas fosfatases atuam eh Contra essas fosf ilações então é um evento dinâmico quando eu paro o estímulo elas vencem né E aí elas revestem essa situação com exceção na no sentido de ativação dos receptores de porque olha só os receptores de insulina eles agem no sentido contrário Então os hormônios adrenalina e glucagon eles são conhecidos como hormônios catabólicos eles têm como
função catabolizar né ativar vias catabólicas pra liberação de de energia então o sinal deles é sempre Est fosforil e vão ser fosforilado enzimas aí que Mas vocês vão ver que algumas fosforiladas a a a essa atividade diminui certo eh mas a insulina ela age no sentido contrário olha só ele é um receptor do tipo tirosina quinase né então eu tenho lá no na extremidade duas unidades alfa e beta na realidade Esse é o receptor aqui né ele vai quando ele entra em contato com a a a insulina eles dimeriza e quando eles dimeriza eu ativo
então o receptor Que no na membrana ela vai inibir a atividade da D lá ciclase e citosolicas ela vai ativar fosfatases então Lembra fosfatases as no sentido contrário quebrando as fosforilaçao fosfatases que estão inativas aumenta então mais a concentração das as fases vão atuar catabolic Então ela ativa fosfatases são independentes de quinases né atuando no sentido contrário né do do do glucagon e da Adrenalina Então meus amigos não tem como a gente falar então da regulação das vias glicolíticas sem falar da regulação geral dela que é via controle pancreático né então é através Lembrando que
o pâncreas ele é uma glândula exócrina e endócrina exócrina porque tem o suco pancreático que auxilia no processo digestório né que é liberado ali no duodeno mas nós temos também a ação endócrina né ele é responsável por liberar dois hormônios a insulina e o Glucagon que são os dois grandes controladores do nosso metabolismo energético tudo bem que a gente também tem uma parte neural a gente vai dar uma olhadinha nisso também quando a gente estiver falando na viia que opera nesse sentido tá então a a a já foi dito então que a Glicemia é extremamente
importante por causa dos órgãos que só usam a a glicose como fonte energética Então nada mais justo do que a Glicemia ser o grande Comandante do metabolismo e quem faz esse intermédio sobre como está a Glicemia a concentração de glicose no sangue e a demandas celulares Ali quem faz essa comunicação é o pâncreas né então o pâncreas ele percebe a concentração de glicose no sangue e de acordo da glicemia ele vai liberar insulina E aí a insulina vai ativar aqueles eh transportadores de glicose dependentes de insulina que a gente vai conversar Sobre eles daqui a
pouquinho tá bom então como é que isso daí acontece né então eu tenho lá nas nas células e betas das ilhotas de langerhans né a a na no pâncreas Elas têm na membrana dela esse transportador gluti dois que é independente de insulina é óbvio né ele tem que ser independente porque ele que vai deixar entrar glicose no pâncreas para informar que eu preciso de insulina Então essa glicose Então ela que tá em excedente a concentração se leva no Sangue você acabou de bater um rango né ela fica mais concentrada fora do que dentro isso é
um transporte por difusão facilitada a glicose entra logo quando ela entra ela tem é ação de uma hexokinase especial ali né que é a hexoquinase 4 né E e essa hexokinase qu também conhecida como algué cham de glicoquinase mas a glicoquinase é uma termologia específica para o fígado ela começa a via glicolítica normal né ela vai fazendo glicólise vai fazendo eh Ciclo de cremes feração cativa até que os níveis de ATP dessas células se elevam o ATP ele então ele é um um um um um ele é um segundo mensageiro interno celular que se liga
aos receptores de potássio que são sensíveis à presença de ATP fazendo com que esses receptores de potássio de transporte de potássio que estão são transmembran aqui na nas células betas de lans eles têm uma alteração conformacional que impede o refluxo de potássio como eu não tenho Refluxo de fáil o o que vai acontecendo é que e eu começo então a acumular mais cargas positivas dentro da célula e o meu potencial de membrana começa a alterar E aí eu tenho uma despolarização a minha célula passa de uma uma diferença de potencial negativa para positiva Essa despolarização
ela é percebida ao longo da membrana o que ativa e canais de cálcio dependentes de voltagem esse Cácio can de cálcio se abrem e como a concentração de cálcio é Maior do que a interna esse cálcio entram entra dentro da ele vai entrar dentro da célula da Beta ele promove o influxo Então eu tenho um influxo de cálcio o cálcio entra então nas células betas e de langerhans né esse cálcio então ele tem ele vai então agora e ter uma ação diretamente aqui nesses grânulos de insulina então lembra o núcleo vai fazendo transcrição tradução retículo
endoplasmático rugoso liso e aí eu vou formando as vesículas Que ficam agora disponíveis para serem secretadas então a elevação do cálcio tem uma relação direta então com a secreção dessa insulina que agora cai na corrente sanguínea né e a insulina chegando nesses receptores de insulina vai agora ativar uma cascata bioquímica intracelular nas células que tem esses receptores né o qu né que são ali do do adiposo das células musculares né e o fígado né Desculpa o coração também né E aí ele vai promover então o influxo Eh a abertura desses canais e a entrada de
glicose agora dentro dessa célula como que isso daí acontece né então lembra né insulina tem aquele receptor tirosina eh quinase né E esse receptor agora quando ele entra em contato com a insulina ele dimeriza né E aí ele fosforila essa essa proteína R IRS né que o nome dela é meio estranho né que é é eh substrato receptor de insulina né E e Aí ela fosforila essa pi3 quinase que agora fosforila né um um lipídio de membrana que é o fosfati de inositol fosfato Você já viu ele atuando né naquela sinalização lá do glucagon e
e e e epinefrina adrenalina né e agora ele converte Então esse fosfati inositol bifosfato em fosfati inositol trifosfato E aí ele tem a capacidade agora de fosforilar essa proteína citosólica que é a PED quinase um pede kinase um agora fosforila KT que tem uma relação Direta Com a liberação de vesículas que estão ancoradas ali dentro dessas células que tem uma concentração elevada né esses lisossomos de e eh de transportadores glúteo tipo quatro né que é o quatro é o sensível a insulina essas vesículas Agora se fundem a membrana celular transportando então esses transportadores para a
vesícula permitindo agora que eu tenha entrada de glicose na minha célula né gente alterações nesse mecanismo aqui né eles Têm uma relação íntima e direta com a diabete do tipo dois que a gente vai ver daqui a pouquinho no final dessa aula Tá bom então gente então a insulina Ela é conhecida como hormônio anabólico ela trabalha no sentido de armazenar energia né quando você ela liberada quando você acabou de comer e seus níveis glicêmicos estão elevados já o glucagon ele tem uma função catabólica né quando os seus níveis de glicose estão baixos e agora você
precisa fazer uso das suas reservas Ou mesmo produzir glicose a partir de componentes não glicídicos na gliconeogênese quando você está sem glicose no sangue né E como que isso funciona agora o glucagon ele é produzido pelas células alfas das ilhotas e leran né então na realidade isso daqui é um meio antiguinho esse quadro mas ele ajuda bastante porque na realidade essa inibição Da liberação de glucagon ele é feito pela insulina né então é uma coisa Indireta a glicose a glicose ela libera insulina e a insulina inibe a liberação de glucagon e também a produção de
glucagon ali nas células Alfa né já adrenalina e aminoácido adrenalina você tá numa situação aí de ataque ou fuga né Sistema simpático ativado né ou aminoácidos em excesso significa está muito sem glicose as transaminases aí estão degradando seus músculos né então você tem uma ação positiva eu preciso de glucagon para ativar minhas vias Catabólicas para eu poder repor os níveis de glicose no meu sangue né então é dessa forma então que eu Controlo a liberação de glucagon que vai ter uma ação catabólica no nosso organismo certo bom aqui eu coloquei isso daqui porque você vai
ver daqui a pouquinho né quando a gente falar sobre eh o metabolismo de lipídeos né eu vou explicar com mais detalhes esse quadro como a gente tá falando do metabolismo de carboidratos eu vou falar meio Superficialmente para não perder muito tempo com vocês tá então eh eh eh isso daqui eu vou mostrar porque isso tem essa esse quadro ele tem uma relação muito Direta com o evento que acontece né que a cetoacidose com indivíduos que TM diabete do tipo um que é exatamente isso que mata a pessoa com diabetes do tipo um E também o
problema da diabete do tipo dois que a pessoa ela não consegue perder peso então o que acontece é que a insulina e o glucagon Né que tá sobre controle da insulina então a insulina que é o grande intermediário da que comunica aí como é que tá a sua glicemia né ela tem uma função também no controle de disponibilização de energia pela gordura pelos ácidos graxos Então nesse momento é só interessante você saber que a insulina ela vai inibir uma enzima chamada lipase hormônio sensível né ela inibe essa insulina o que que inibe a disponibilização de
gordura na corrente Sanguínea e o glucagon ele tem uma função contrária que na realidade ele como eu deixei de inibir eu já tô favorecendo a lipólise e o glucagon ele aumenta essa atividade né a insulina pela aquele receptor as as fosfatases que desfazem as fosforilaçao não Ele ativa aqui via MP ciclo né proteínas quinase dependente de MP ciclo elas fosfor essa hsl que desencadeia um mecanismo aqui que está na ali na membrana ali das gotículas de Gordura dos adipócitos ali que vão eh favorecer a lipólise do triac glicerol né então a insulina inibe este evento
e o glucagon ativa esse evento liberando os ácidos gasos na corrente sanguínea para serem liberados Então a gente vai ver daqui a pouquinho que a pessoa que tem diabetes do não tem insulina Então ela fica o tempo inteiro e não deixa de inibir né E ela tem muito glucagon e fica ativando o diabete do tipo do tem muita insulina não deixa isso daqui Rolar né e ele também não produz glucagon que não favorece nada a gente vai ver isso daqui a pouquinho tá bom então vamos falar agora aqui da regulação das vias né O que
que regulam as vias que que nós estamos aqui conhecendo e antes de falar sobre isso importante vocês entenderem que o nosso organismo ele usa todas as as ligações de energia do ATP né E como que isso daí é possível né então ele usa o ATP e depois ele pega o ADP ainda usa essa Ligação de energia para consumir até o máximo que ele pode das moléculas de ATP isso é feito para uma reação catalisada né de de uma por uma pela nucleosídeo de fosfato quinase é uma quináia Então ela ela transfere o grupo o o
fosfato de uma molécula para outra né ela fosforila a partir de outra molécula e o que que ela faz né então quando eu começo a aumentar as ela é uma uma reação que tá próxima do equilíbrio Então olha só como a natureza é perfeita né quando você Começa a aumentar as concentrações de ADP significa que as suas concentrações de ATP local estão diminuindo então eu desloco o equilíbrio da reação nesse sentido aqui e e olha só o que acontece neste caso né quando você tem bastante ATP dificilmente você vai ter a mp disponível Então você
nem consegue deslocar a reação nesse equilíbrio quando você começa a produzir muito ATP né Isso é muito interessante né então é e eh como que funciona então ela ela Pega o fosfato o o fosfato de um a ligação né Eh de um de um dos grupos do ADP o fosfato e transfere para outra ADP formando ATP E aí sim que surge no citoplasma o Amp Ou seja quando eu começo a surgir muito a mp no meu citoplasma significa que os meus ATPS já tão sumindo mesmo né E que as concentrações de ADP tão ficando bem
elevadas né do no naquele citoplasma é Então é exatamente aqui que a nucleosídeo de fosfato kinase catalisa para que eu a energia máxima que eu puder das moléculas de ATP que estão disponíveis ali e durante o seu consumo de energia tá então a glicólise Então ela inicialmente ela tem uma regulação por disponibilização de substrato lembra que eu expliquei lá do Km né então o km é a afinidade que a enzima tem pelo substrato e olha só que diferença o km dos tecidos ali né do cérebro Principalmente é 0,1 milimolar né as concentrações sanguíneas elas sempre
estão operando ali por volta de 5 milimolar então elas sempre estão ali funcionando o tecido tá captando o cérebro jamais pega porque ainda é um pouco mais baixo né ele tem uma afinidade incrível pela glicose né mas o fígado olha só é quase 100 vezes sabe o que que isso daqui faz acontece isso acontece o seguinte que enquanto as concentrações estão baixas Estão em 5 milimolar a afinidade da glicoquinase pela pela glicose está baixa né então ele não não fica pegando né capturando o glicose para fazer glicogênio ele não fica armazenando mas logo depois que
você faz uma uma refeição que esses níveis se elevam bastante eu ultrapasso né o km da minha glicoquinase E aí eu favoreço os outros tecidos estão capturando mas naquele momento eu tenho uma atividade elevada na captura de glicose pelo fígado a a Medida que os níveis vão caindo o fígado para então de capturar glicose e os outros tecidos continuam operando normalmente certo então is é um controle aqui que por despolarização de substrato é porque o Caim dessas enzimas indiferentes tecidos são diferentes então a concentração enzimática quando eu tenho uma dieta rica em carboidrato intermediado pelo
primeiro mensageiro insulina as concentrações aí da das minhas vias glicolíticas da minha Glicólise de algumas delas específicas né elas elas se elevam perdão uma dieta pobre então vários dias comendo muito pouco né intermediado pelo primeiro mensageiro glucagon Ah o glucagon Ah eu tenho uma redução né da da da de enzimas específicas aqui da minha glicólise tá a concentração dessas enzimas Eu tenho um controle hormonal direto que é logo quando você faz uma refeição então a glicólise aumenta atividade dela quando Tô muito tempo sem comer o glucagon já também reduz a atividade dela e no músculo
né eu tenho no músculo lá intermediário e por receptores de adrenalina né quando você tem uma carga adrenérgica lá eu tenho a elevação da minha glicólise também né então na atividade física intensa via hormonal né Eu tenho um aumento da minha atividade da glicólise é interessante que no músculo ele tem um mecanismo de controle neural mas não é aqui daqui a Pouco a gente vai ficar sabendo e olha só que interessante né a minha via glicolítica a glicólise né ela precisa de nade né e um dos componentes um component não componente básico de formação do
nade é a nicotinamida que é a vitamina B3 então o indivíduo se ele não tiver consumindo B3 por mais que ele tenha disponibilidade de glicose ele vai ter pouco NAD então é uma pessoa que não tá disposta né então eh não tem muita né Tá S cansado né então você Disponibilizar B3 você aumenta a produção de nade e você deixa mais eficaz a via tá eu tenho um controle alostérico então a minha via responde positivamente a mp né ou seja o MP Tá informando Olha estamos sem energia vamos lá glicose vamos acelerar esse processo aí
né e a frutose 1 se bifosfato né que é aquela eh logo a glicose entra né então eles ela só ação da glicoquinase ou exocin ase né depois ela tem da isomerase que converte em Frutose E aí a frutose se fosfato então hexocinase colocou lá um fosfato depois ela isomerização a minha via precisa tá sendo acelerada aqui é lógico que tem Mega ismos que desativam ela que enam para ver que não olha tá se acumulando pro outro motivo E aí tem outros mecanismos que vão favorecer a gliconeogênese né então negativamente né no músculo eu a
glicose seis fosfato é um um um um um efetuador alostérico Negativo ele produz alosterismo negativo né glicose se fosfato no músculo ah eu tenho também aqui no músculo então quando eu começo a ter muita glicos de seis fosfato Por que que favorece então ele favorece o a minha via glicolítica porque se eu tenho bastante disponível glicose seis fosfato né significa que minha via não tá dando muita muito conta né Então essa glicose seis fosfato ela começa a fazer parente ela começa a parar a via para que a via começa a ser Desviada para glic para
glicogênese formação de glicogênio né ela também para com ATP né e citrato citrato aquele intermediário do ciclo de crebs quando ele começa a se elevar significa que eu tenho muito acetil coal a mitocôndria se funde no coxal acetato eu tenho bastante energia disponível né E e aí eu começo a a parar essa via que é lógico justamente com objetivo que seja desviada para que os processos de armazenamento e o fosf e e o fosf enol piruvato alanina né Eh o fós enol piruvato e alanina eles operam negativamente na Via no fígado por quê se eu
tô tendo bastante alanina né né significa que eu tô degradando o meu músculo e eu estou sem glicose nesse momento não me interessa no músculo fazer glicólise eu quero exportar glicose né e o a elevação de fó enol piruvato se confirma porque eu tô começando a ativar o caminho né da piruvato carboxilase então eu já tô começando a pegar esses lactato lanina Né Principalmente a lanina nesse momento e essa via já tá sendo desviada e tá começando a formar fosses piruvato preparando já posicionando a célula para ela fazer gliconeogênese né Então olha só que interessante
Eu opero a via no sentido né de facilitar quando eu tenho tá chegando que eu tô com carga baixa de energia eu no meu início da minha via quando ela se acumula aqui passando já esses pontos de regulação aqui né favorecendo que a vi ocorra mas Negativamente quando eu tenho muita muito disponível glicose a vi não tá dando conta signif significa que tá na hora de guardar a glicose né ATP tem energia sobrando Então eu tenho que favorecer o armazenar e e eu paro a minha via no sentido no meu fígado quando eu e eu
estou informando que agora eu preciso produzir glicose e não consumir ela certo então na descarboxilação oxidativa não existe porque não existe isu forma Que tem a variação de km diferente as concentrações da enzimas são não tem não são não são concentrações variáveis é elas são constantes né eu tenho controle hormonal então a insulina ela aumenta a atividade da descarboxilação oxidativa né Na realidade ela está fazendo isso daqui a insulina porque eh Desculpa então a insulina Então ela tá fazendo isso daqui Ela Tá informando né para pra minha a piruvato Desidrogenase que ela precisa aumentar a
atividade dela porque eu tô tô recebendo uma carga elevada Então ela tá em ela sabe o pâncreas sabe que tem bastante glicose na corrente sanguínea e eu preciso agora captar logo formá ecoa para entrar no ciclo de cré vocês vão ver lá na frente qu a gente falar com falar sobre metabolismo de lipídio essa daqui é uma estratégia para que eu agora vou controlar o meu ciclo de crebs e a formação de citrato ele depois é Conduzido paraa síntese de os ácidos grassos então a insulina favorece nesse sentido aqui também para PR formação de ácidos
gros tá então quanto mais insulina eu tenho na con sanguíne a tendência de eu estar armazenando lembre ele é um hormônio anabólico e olha só esse complexo aqui hein Olha só como ele ele ele parte dele né É E e essa essa vitamina tiamina que é a B1 né Ela é uma coenzima do próprio complexo ela faz parte do complexo então eu tenho que Estar consumindo B1 para que eu tenha essa ação aqui desse desse complexo esteja sempre bem ativo olha só só que ele funciona não só no sentido de tá É lógico eh eh
eh conduzindo acetil produzindo acetilcoa para entrar no ciclo de crebs né ele ela ela para armazenamento mas também em condições de consumo de energia então ela tem uma ligação direta com o consumo de energia também do indivíduo a outra olha só NAD Vocês já Viram B3 nicotinamida né e o B5 a o ácido pancoto ele é o componente da coenzima a tá então a coenzima a ela é derivada de do ácido pantotênico Então olha só mais uma participação no metabolismo energético aí dessas vitaminas hidrossolúveis certo então aqui ah ah nós vamos falar do ciclo de
crebs o cículo de crebs é interessante porque ele é uma via metabólica que ele não tem nenhum tipo de regulação hormonal toda a regulação que ocorre no Meu ciclo de crebs ela é feita por alosterismo e né novidade aqui é o único ciclo também que ocorre uma ação de inibição competitiva né então o meu oxaloacetato quando ele tá em excesso ele começa a parar atividade aqui da succinato desidrogenase né e o succinil coa quando ele tem aqui ele começa também a ficar muito elevado né ele começa a parar aqui a a atividade na minha citrato
sintase por inibição competitiva né então na Realidade isso daqui é porque é é é é no sentido né de tá favorecendo Ah no sentido de estar favorecendo aqui né a a a o acúmulo porque quem que forma aqui né então quem forma aqui o acetilcoa é a partir do piruvato descarboxilação aativa então eu começo a parar essa essa essa isso daqui eu começo a reduzir a velocidade da Via que a descarboxilação isso daí vai fazer com que eu acumule mais piruvato e aí eu começo a deslocar a o equilíbrio da Reação para que seja ela
ela siga o caminho da formação de piruvato da da da ação da piruvato carboxilase que carboxila o piruvato a oxaloacetato ela pega aqui uma um um Alf cetoácido de três carbonos e formam de quatro para quê isso favorece agora com que eu tenha mais ciclos e sim o isso começa a fluir então e porque agora eu tenho um novo ciclo que tá disponível então o acetil pode ir eu vou distribuindo entre os ciclos E aí essas concentrações começam A dividir porque eu começo a ter mais ciclos operando né e o oxaloacetato também opera no mesmo
sentido quando eu começo a ter muito oxaloacetato na realidade o objetivo aqui do oxaloacetato de parando Essa Via é que aí eu vou como vou acumulando aqui esses intermediários aqui né e o citrato ele é desviado pra síntese de lipídeos e a gente vai falar sobre isso quando a gente tiver falando do metabolismo dos lipídeos tá e a A note que eu coloquei aqui ó que a desoneração de substrato na realidade não é km aqui então quanto mais porque isso é isso daqui é meio que catalítico né o oxalacetato sempre volta a sua condição normal
mas se eu quero aumentar o a minha velocidade eu não aumento a velocidade do ciclo eu aumento o número de ciclos de creves então quanto mais oxaloacetato olha ele não é um substrato aqui do Inicial né Ele é um intermediário Aqui quanto mais eu tenho Mais eu mais eu posso fazer ciclos de crebs tá Então olha só as vitaminas envolvidas ó b1 aamina né ela é Ela é precursora aqui da da da da coenzima da Alfa cetoglutarato desidrogenase né então ela é uma desidrogenase ela é precursora aqui dela né da dessa da da enzima operante
aqui né E olha só eu tenho a B2 que é a riboflavina né que é um componente da da da do FAD né e eu tenho a B3 né que é a nicotinamida que nós já falamos também o Componente do NAD Então olha só que interessante aqui a B1 é porque é é um é uma das coenzimas né porque Alfa cetoglutarato Como eu disse antes ela também é um complexo tipo A piruvato e desidrogenase ele é um complexo grande uma das coenzimas Depende de tiamina para ser produzidas para ser produzida Tá bom eu tenho um
controle alostérico vamos falar primeiro do negativo né então quando eu tenho muito nadh meu filho é lógico eu tô informando Olha Gente tem bastante energia não precisa mais ficar ciclando não vamos mais ficar produzindo com enzimas reduzidas fazer ATP vamos armazenar essa energia aí mais uma vez o ciclo desvia-se paraa síntese de ácidos grassos succinil coa também faz muito sentido quando eu começo a armazenar muito e succinil coa ele tem uma um efeito alostérico aqui na via que também começa a inibir e eu vou acumulando esses intermediários aqui e desvio paraa síntese de ácido gráo
ATP Mesma coisa tô informando tá sobrando energia e agora Olha só esse daqui acetilcoa indireto olha só que legal né A minha succinil coa teve uma inibição competitiva aqui na citrato sintase eu aumentei parei a via lá né então começa a acumular lir vato e ao mesmo tempo simultaneamente o meu acetil cor que está se acumulando aqui ele vai ter uma ação aqui eh uma alostérica positiva sobre a piruvato carboxilase ele Tá informando Ei cara tem muito meu vamos Em vez de trazer esse vamos vamos parar de fazer aticar pega esse piruvato e Vamos aumentar
o número de oxalo acetatos para aumentar né o número de ciclos de crebs eh que estão agora operando simultaneamente né então eu aumento eu dou aumenta a velocidade do ciclo aumenta o número deles né a quantidade de ciclos que estão ocorrendo Tá bom então agora a gente vai falar aqui da regulação da glicogênese e a Glicogenólise né muito simples pensar né meu querido que as duas operam em sentidos contrários se eu tenho bastante nutriente disponível eu vou est favorecendo o armazenamento a glicogênese se eu não tenho disponível tô precisando de glicose naquele momento a glicogenólise
então elas operam em sentidos contrários então é exatamente aqui né então se eu tenho bastante disponibilização e de glicose eu estou aumentando a minha glicogênese se eu não Tenho glicose né está minha glicogenólise está reduzida então elas operam em sentidos contrários né e é Quem determina a concentração da glicose as concentrações das enzimas numa dieta rica em carboidratos via insulina aumenta a glicogênese né interessante isso daqui aqui né então aquele atleta profissional ele tem que consumir muito carboidrato para ficar armazenando né armaz aumentando as concentrações das enzimas envolvidas com a glicogênese Para que quando ele
dê os sprints quando ele dê exercício de altíssima atividade ele tenha muito glicogênio disponível Então você consegue controlar regular né então isso é muito interessante para atletas já no sentido contrário eu não tenho variação nas concentrações são as concentrações constantes então a interferência da consistência concentração ela interfere no no no sentido de ter mais armazenamento disponível de glicogênio tá controle Hormonal então a insulina que é catabólico aumenta obviamente né ele tem um controle aqui na na glicogênio fosforilase ela tem um controle contrário nela né né Muito interessante isso daqui e o glucagon então ele diminui
a gente porque ele é um hormônio eh um hormônio eh catabólico né a insulina é anabólico né E aqui no sentido contrário Então né se o glucagon ele aumenta né a atividade ele ele aumenta a atividade da glicogênio sinase E diminui a do sentido contrário olha só ele tem uma ação dupla né os hormônios e uma coisa interessante agora muito legal é que existe um controle extra aqui pras eh pro pro glicogênio né então mas esse controle Extra é para os músculos né então é para as fibras musculares os miócitos né então o que acontece
é que essas fibras elas passam quando você tem contração muscular eu tenho que promover uma despolarização na fibra Certo e aí todo o evento né despolarização pelos tubos tes aí até até que eu tenho liberação do cálcio do retículo sarcoplasmático e o que acontece é que este cálcio aqui quando você tem e contrações intensas né você tá emitindo impulsos as concentrações se levam até que esse cálcio começa a interferir na Via né então pelo controle neural Eu Eu desativo então via proteínas quinase dependente de cálcio né a a a a a a Minha glicogênese né
A minha síntese né e eu ativo aqui a minha degradação ativando a glicogênio fosforilase certo então eu tenho uma interferência neural né olha só que interessante não é o neurônio diretamente o impulso nervoso do neurônio motor mas sim o que ele produz a elevação de cálcio então via potencial de ação pelas fibras pa potencial de ação eu tenho bastante eh eh influxo de cálcio ali né no no no no retículo sacop plasmático que acaba Interferindo na atividade das enzimas envolvidas na via da glicogênese da gliconeogênese não existe inibição competitiva não existe controle alostérico mas a
ausência de vitamina B vocês compromete né a a via de degradação porque ela é parte ela é grupo prostético da glicogênio fosforilase Ou seja a glicogênio fosforilase para estar ativa para ela estar ativa funcionando é uma proteína conjugada eles têm que estar com seu Grupo prostético que é produzido a partir de B6 que é o pirodo xal fosfato Tá bom então gente então gente na gliconeogênese é muito simples de se pensar que ela vai operar no sentido da a glicólise né no fígado né então quando eu tenho glicogênese significa que meu corpo está sem glicose
eu não posso estar operando a glicólise né para utilizar para armazenamento de energia porque eu tô precisando de glicose nesse momento então Um dos fatores né que Interfere na minha gliconeogênese é a disponibilização de substrato então Eh com o jejum prolongado né as concentrações de aminoácidos né de alanina começam a se elevar na corrente sanguínea ou que chega até o fígado e o lactato nas nas atividades físicas intensas isso desloca o equilíbrio da reação lembra que são reações que estão próxima do equilíbrio para formação de piruvato E aí o piruvato Então agora ele é carboxilado
né pela piruvato Carboxilase é oxaloacetato depois ele é e e e descarboxilado pela fosfoenol e eh piruvato eh carboxiquinase certo formando F fosfoenol fosfoenol piru lato certo então é muito interessante o controle dessa via aqui olha só vamos falar aqui primeiro aqui da concentração de enzima is jejuns prolongados não só jejuns prolongados mas vocês vão começar a perceber pela via que eu a partir de proteínas eu consigo produzir glicose né No meu organismo né Então olha só a partir de proteína então se eu tiver uma dieta rica em proteínas eu tenho glicose na minha corrente
sanguínea só que eu preciso deixar a minha gliconeogênese mais eficaz o seu organismo percebe E aí ele começa intermediado pela comunicação do glucagon ele começa a estimular a os hepatócitos aumentarem a concentração das enzimas que participam da gliconeogênese tá eu tenho um controle hormonal é claro insulina gente insulina Tá falando pro fígado Ei tem muita glicose vamos vamos armazenar Vamos guardar né então ele inibe a gliconeogênese para quanto o glucagon não Enem forma olha precisa de glicose no sangue né Ó o pâncreas tá falando olha vamos lá repõe glicose aí então eu vou ativar a
minha via e olha só que interessante né antes de falar aqui vamos falar do controle alostérico então fosso enol piruvato ele tem uma ação positiva na minha via né mas assim como Né se eu vou fazer fosfoenol piruvato né eu vou tá entrando aqui porque aqui é uma a fos enop piruvato para vir o piruvato é uma reação de é variação de energia livre muito negativa mas eu tenho um controle indireto de alanina quando eu tô fazendo muito fósil enol piruvato aqui significa que eu tenho bastante alanina disponível a alanina ela vai inibir né a
piruvato que nase o que faz com que minhas concentrações de fósforo renop piruvato se elevem mais Ainda isso daqui e interfere alostericamente na minha via né fazendo com que a minha via acelere a produção de glicose tá então entenderam isso daqui então é indireta e a frutose seis fosfato né que é a o a substância que é produzida aqui logo depois aqui da da formação é isomerização da glicose seis fosfato né ela está informando Pro Meu fígado falando assim olha tá vindo muito glicose eu tô fazendo muita frutose se fosfato e tá carregando aqui a
via tá Parando né Então aí o que que acontece então a minha gliconeogenese vida para que agora as enzimas aquela lembram que tem e seis enzimas que fazem parte ali da glicólise elas comecem a deslocar o equilíbrio da relação e favorecer a produção de piruvato então eu tenho uma ação negativa aqui na minha via e de frutose seis fosfato tá então agora a gente vai falar de uma condição especial que é a diabete né então o que que é a diabetes né então é diabet Melitos conhecida por diabetes méritos ela é uma doença caracterizada pela
elev ação da glicose no sangue uma hiperglicemia né ela é Ela é causada pela produção insuficiente ou má absorção né a má captura né de de insulina o hormônio que regula a Glicemia então a insulina que é o que é o a pessoa que desencadeia todo esse problema ou a falta dela né ou o excesso dela como vocês vão ver agora tá então existem e basicamente existem outros Tipos né tem uma lá que acontece lá na na glândula pituitária tem vários outros Mas nós vamos se concentrar nas que T maior prevalência aqui nos seres humanos
né no nosso planeta que são essas duas né a diabete insulinodependente que a pessoa tem que tomar ela é a chamada infanto juvenil então a pessoa já nasce com esse problema ela não produz insulina Então se ela não produz insulina a GC os meus os meus receptores que ativam né colocam translocam meus Transportadores dependentes de insulina não conseguem atuar E aí os meus glute 4 não conseguem receber glicose Então o meu pâncreas não produz insulina né E tem diversos trabalhos que apontam que se é um é um possível reação autoimune contra as células Beta do
pâncreas né E nós temos a diabete adquirida né Nós temos aquela adquirida que é aquele cara que meu Gulin a milhão no sofá deitado né com PAC pote de chocolate do lado e um potão de pipoca na frente ligado não Sei assistindo o que se ele tá assistindo porque ele tá comendo né Então essas pessoas que tem esse tipo essa esse tipo de né de vida esse comportamento né então o que acontece é que eu tenho um aumento de transporte de gordura no sangue Ele tem muita gordura isso daí impede esse esse aumento de transporte
de gordura no sangue ele impede o acesso da insulina ao receptor né e o outro problema é que o excesso de insulina quanto mais insulina a pessoa Tá produzindo quanto mais o meu receptor tem contato com insulina ele acaba internalizando isso daqui é a dessensibilização né a insulina então o excesso de insulina acaba diminuindo o número de receptores transmembran que tem ali n minhas células onde tem o glute 4 e a outra forma é a forma genética né que o envelhecimento ele vai que nem nossos cabelos vão ficando brancos né então com o envelhecimento ocorrem
mutações tanto nos receptores Quanto naquelas proteínas citosólicas que intermediam a comunicação até a liberação da vesícula carregada de glute 4 que se funde com a membrana né o que acontece é que essas duas situações elas fazem com que os meus níveis sanguíneos de de glicose fiquem elevados o tempo inteiro e o meu pâncreas fica produzindo cada vez mais insulina cada vez mais insulina então ele fica produzindo muita insulina e a lembre a insulina controla né diversas vias metabólicas anabólicas E controla também a minha lipase hormônio sensível lembra dela então ela tem uma interferência muito grande
no armazenamento de gordura Isso é um problema muito sério Então pessoal o que acontece então com o estereotipo da pessoa que tem diabetes né o excesso de açúcar no sangue ela pode ser de dois tipos então a do tipo um né eu não produzo insulina certo então eu não tô produzindo insulina o que que eu vou ter Em excesso eu vou ter e glucagon eu tenho muito glucagon hormônio catabólico então a pessoa tem essa característica de uma pessoa anorexa mas ela não é pelo contrário ela tem fome para caramba né mas ela sempre tá nessa
condição se ela não tomar insulina adequadamente por quê lembre que no fígado né A minha glicólise opera no sentido contrário da da minha gliconeogênese então a minha glicólise fica parada no meu fígado a Gliconeogênese fica super ativada Então olha só o que acontece a pessoa ela duplamente ela tem problema de consumir glicose uma porque ela não tá conseguindo colocar lá para dentro que é mais um fator porque a disponibilização de glicose é um dos fatores que interfere e não tá entrando glicose dentro da célula Via glute 4 né E a outra porque a minha glicólise
tá parada ela tá ativada por causa do glucagon né então isso faz com que a minha Gliconeogênese fica Ativada a minha glicogênese a minha a minha eh armazenamento de glicose fica reduzido porque o glucagon fica informando o tempo inteiro olha preciso de glicose olha preciso de glicose então a minha glicogenólise fica sendo ativada o tempo inteiro a minha lipogênese lá devido a lipase hormônio sensível ela é reduzida e a minha lipólise ela fica elevada lembra Lá tem os dois receptores a insulina aciona as fosfatases e o Glucagon aciona a lipólise então como eu tenho muito
glucagom eu fico queimando eu não consigo armazenar gordura de jeito nenhum e ele tem mais um problema também o diabético tipo um ele tem uma degradação excessiva de aminoácidos Porque como a minha gliconeogênese fica sempre ativada eu estou consumindo a lanina que está ali no fígado e deslocando o equilíbrio da reação para trazer mais alanina Pro Meu fígado sem entendeu então a degradação fica elevada Já no do tipo dois olha só ela funciona no sentido contrário né os meus receptores de insulina não respondem então a Glicemia fica elevada mas o pâncreas dele tá funcionando então
ele tem bastante insulina que fica inibindo a produção de glucagon então a insulina lembra ela favorece ali no meu fígado ela faz o contrário ela ativa mais a glicólise para ter armazenamento né de descer a minha glicolise entrar na minha via Glicolítica para passei desviado agora paraos meus amazenamento de glicogênio e também para ir lá no sentido do ciclo crebs que o citrato se desvia no sentido de fazer síntese de lipídeos né mas a minha gliconeogênese né ela fica reduzida Então olha só que interessante a pessoa quando tá com jejum um pouco mais prolongado ela
continua com os meus níveis Altos de glicose né E como a glicose ela fica sempre o tempo inteiro sendo desviado para armazenamento ela Não tá consumindo isso pra produção de energia com eficácia e no período prolongado de jejum a minha gliconeogênese fica parada então a pessoa não repõe glicose né Essas glicoses ali já tão ali mas ela não consegue consumir né E olha só a minha glicogênese fica o tempo elevado essa pessoa não consegue disponibilizar muito bem a energia que está ali no no glicogênio né porque ela sempre tá com os níveis de insulina elevados
A minha lipogênese via insulina ela fica o tempo inteiro inibindo a lipase hormônio sensível então o diabético tipo do ele tem uma dificuldade muito grande em perder peso porque ele não só favorece o tempo inteiro armazenamento como também eu não a minha lipase hormônio sensível sendo o tempo inteiro inibida ela não permite e fazer lipólise né e a degradação dos meus aminoácidos estão estão sempre reduzidas ele não não consegue disponibilizar aminoácido como Fonte energética né então ele tem essa característica Que moça linda não essa característica aqui né de um pouquinho de sobre um pouquinho não
bastante sobrepeso aí se ele não se cuida né ele tem esse problema aqui tá bom bom então para finalizar aqui a nossa aula eu deixei esse slide pro final pra gente contar uma situação que ocorre com o diabético do tipo um que é exatamente o que mata o diabético né que é a cetoacidose né então ele começa a entrar Em níveis perigosíssimos né o PH eh plasmático dele intracelular dele né porque entra celular se o PH cair muito as enzimas se desnaturam né ali na célula também na no plasmático Você tem problemas muito sérios ali
no no no plasma eh Lembrando que o PH fisiológico é 7.45 se ele cair abaixo de 7 a pessoa morre certo então o que acontece é que quando eu não tenho insulina que não está entrando glicose né a a minha vigia Glicolítica começa a ficar parado como ela começa a ficar parado eu não tenho piruvato meu piruvato ele não começa lembra que eu preciso do piruvato para ele poder fazer oxaloacetato né e eu ter ciclo de crbs o que acontece é que nessa situação A gliconeogênese tá sendo acionado o meu oxaloacetato tá sendo consumido para
caramba ele tá indo embora o que que acontece para acontecer o ciclo de crebs né Então os meus acetis coas que estão Ali dentro da da minha Matriz mitocondrial eu preciso de oxaloacetato certo então nessa situação que eu tenho muito glucagon lembra ele fica estimulando a a a lipólise disponív os ácidos gros como vocês vão ver depois na na metabolismo de lipídeo né o único controle que eu tenho negativo ali de de fazer beta oxidação é impedir a entrada do meu ácido gráo dentro da mitocôndria porque eu vou estar em subindo um mecanismo de transporte
né dependente de Carnitina palmito transferase depois eu vou explicar isso daí para você então aquilo não está Então aquela gordura vai vai entrando na mitocôndria vai passando vai vindo tá sendo disponibilizada e ela entra na betox e começa a aumentar aumentar os concentrações de de acetilcoa aumentar as concentrações aumentar e aumentar até que esses aticos coa começam a se condensar entre eles formando esses componentes que são chamados de corpos cetônicos que é o Ceto acetato e o Beta hidroxi butirato esses componentes são lipossolúveis lembra né então isso é uma condição que o cérebro tem jejuns
muito prolongados ele passa a consumir como e e como fonte energética os copos cetônicos né para poder prevalecer glicose para minhas hemácias o que acontece é que esses componentes aqui eles só podem ser consumidos pelo ciclo de creves e a presença deles né né então acetato né então ele era o ácido acético né a mesma Coisa o hidroxibutirato então eles começam a desprotonar porque nesse PH eles pedem hidrogênio mas a o hidrogênio começa a baixar o PH local e a utilização do ciclo de crebs em excesso com esses componentes aqui eu também começo a baixar
o PH local isso daqui começa então a desenvolver esse quadro intracelular né que acaba eh passando também para pro PL né de cetoacidose e isso daí causa diversos problemas já partindo do princípio da desnaturação Das enzimas que ela já não começa a operar corretamente E aí o indivíduo em condições de cacit muito agudas graves ele entra em óbito tá bom