De num país maluco, num país que tá todo mundo brigando entre si, num ano de eleição, num país onde cancelamento virou esporte, eu não me colocaria publicamente para me comunicar e eu me comunico bastante se não fosse por uma missão de vida. Tenho para mim uma missão de provocar as pessoas, de despertar esse desejo delas chegarem mais longe na vida. Ele é empresário, escritor e criador de um dos maiores Movimentos de empreendedorismo do país. Ele acredita que quem terceiriza a própria consciência nunca será protagonista da própria vida. Neste episódio, ele faz um alerta direto: 2026
exige foco, responsabilidade e coragem para não ser manipulado pelo sistema e assumir o controle do próprio destino. O convidado de hoje é meu amigo e sócio Flávio Augusto da Silva. De quatro em quro anos, aparece lá um mamador de teta, aparece lá um político com uma com Uma história bonita, sedutora. Mas não era para dar esperança. >> Político algum vai fazer a nossa parte. E aí, meu querido, cada um vai viver de acordo com aquilo que acredita e nós seremos escravos daquilo que acreditamos e viveremos na gaiola das nossas crenças. Verdade. É um valor muito
importante para você, não é? >> Para mim é muito importante. Eu gosto de falar com as pessoas, de me colocar em situações desconfortáveis e tentar Libertar alguns pássaros engaiolados, entendeu? Isso é uma coisa que eu gosto de fazer. O que que Flávio Augusto tem medo? Posso falar uma coisa? Você é muito modesto? Posso falar? Pode. Eh, ele tá no top 20 de todas as categorias. Todas, todas, todas. Ele tá no top três de negócios. Top três de negócio. O nosso sócio que tá em primeiro lá. >> Sim. >> Que é o Joel J. >> Sim.
>> E aí, se você me permitir fazer um apelo, ó, presta atenção, pessoal. Você já seguiu como você fez isso no no Spotify? Muito provavelmente não. Faz isso. Vai lá no Spotify, abre uma conta, precisa pagar nada. Vai lá no Spotify, abre a conta e segue lá o o Como você fez isso no Spotify. Por que Spotify? Ah, mas eu assisto aqui no YouTube. Mas vai lá no Spotify também, você pode ouvir no Carro, lá tem vídeo também. Você fazendo isso lá no Spotify, você tá contribuindo com o alcance desse canal, nesse canal que é
o Spotify, que tem muita relevância dentro podcast. Ele não vai fazer isso nunca. Eu como convidado posso fazer isso aqui por ele. Posso fazer isso aqui por ele e ele vai continuar produzindo conteúdo gratuito aqui na internet, muito mais ainda nesse ano. Mas mesmo que você acompanhe isso aqui no YouTube, faz isso. Vai lá no Spotify. No Spotify vai dar um gás nesse canal porque ele tem metas ambiciosas e ele merece alcançar. Obviamente a tua ajuda vai fazer muita diferença. E o segundo ponto, meu caro amigo, pega isso aqui. Olha, eu sei que foi forte
um monte de coisa aqui que eu falei. >> Sim, >> incomoda muita gente. Tem gente assim, ó coisas que eu falei. Você gosta, não gosta? Eu sei que você gosta. Então você vai fazer o seguinte, Pega esse link, manda lá no grupo da família, aquele grupo da discórdia, pega esse link, mostra, manda pro teu amigo, manda para 10 pessoas esse link e aí você pode ter certeza que Caião vai estar aqui em 2026 fazendo muita coisa legal para vocês. Eu tenho muito orgulho desse garoto. Chamo de garoto porque eu tenho algumas mais de uma década
mais que ele. É um cara de um coração maravilhoso. Eu tenho a oportunidade de estar do lado dele. tem um coração Gigante, faz isso aqui com muito amor e carinho e ele merece essa nossa mobilização para empurrar esse canal para frente. Você concorda ou não concorda? Fala pessoal, sejam todos muito bem-vindos a mais um super episódio do Como você fez isso e logo no começo do ano eu trago ele que fazia tempo que ele não vem aqui e toda vez que vem é tiro, porrada e bomba. Eu tenho certeza que vocês vão ter um episódio
extremamente provocador e Obviamente vai trazer grandes reflexões em como vocês viram na nossa abertura. Sem mais delongas, eu queria salva de palmas para Flávio Augusto da Silva. >> Obrigado, Favião. Tá contigo, cara. >> É, a gente tá tão perto, mas particularmente eu gosto de gravar com você, viu, Flávio? >> Eu também >> eu gosto. Eu gosto. >> Acho que quando a gente conversa, todas as vezes que a gente conversou, a gente conseguiu ter boas ideias. É, e e obviamente eh, para mim vira um exercício muito legal, convivo muito com você, mas eu confesso que quando
eu estou no podcast, parece que a val, >> né? Então, a gente traz esse eh eu acho que você tem muito essa característica. É por isso que na sua geração de valor você gosta de cutucar, galera. Você gosta de trazer uma provocação, tirar a Pessoa da da caixa do piloto automático. E eu quero começar por aí o como você fez isso? Ah, esse seu jeito de comunicação, de provocar o outro, ele parte de um jeito, de um diálogo interno que você faz com você mesmo, que todo mundo tem as vozes na cabeça? Como é que
o o Flávio quando você conversa com você, mas você tá você também sempre se provoca, você se questiona muito e por causa dessa desse Jeito de de se conversar internamente é o jeito que você também se comunica com a turma, sempre provocando, sempre dando uma cutucada para promover o insite. É dali que vem esse estilo. Francamente, cabo, é o seguinte. Tudo que eu faço em termos de comunicação na internet, seja em palestras, tudo que eu faço nessa área da minha vida, que é comunicação, Ela tá associada a uma missão de vida que eu assumi para
mim, tá? Então eu não teria por fazer o que eu faço na área de comunicação, assumindo todos os riscos que eu assumo hoje num num país maluco, num país que tá todo mundo brigando entre si, num ano de eleição, num país onde cancelamento virou esporte, eu não me colocaria publicamente para me comunicar e eu me comunico bastante se não fosse por uma missão de vida. Eu tenho para mim uma Missão de provocar as pessoas, de despertar nas pessoas o desejo de saírem do ponto A pro ponto B, ou seja, do desejo delas melhorarem de vida,
o desejo eh de despertar esse desejo delas chegarem mais longe na vida, de apresentar para essas pessoas um modelo de vida que seja um pouco diferente daquele que a sociedade apresentou para elas. apresentar para essas pessoas que é possível você querer mais da vida, você chegar mais longe, sem depender de Ninguém, sem depender de político, sem depender do sistema, sem depender do emprego, sem depender daquilo que tradicionalmente a sociedade apresentou para elas. Eu penso que se as pessoas elas entendem que existem novas alternativas para suas vidas e que existe também um caminho que ela possa
alcançar essas alternativas, eu me propus a ser essa pessoa que trabalha despertando, mostrando para essa pessoa, porque foi assim que Aconteceu comigo. Eu eh eh saí de onde eu saí e cheguei aonde eu cheguei, primeiro porque eu desejei e segundo porque eu aprendi ferramentas básicas para que eu pudesse trilhar esse caminho. Então eu me propus a ser um cara que se comunica publicamente, assumido todos os riscos que eu já mencionei, justamente porque eu acredito que quando a pessoa ela se desperta >> Uhum. >> ela ela pode se lançar a chegar nesse Lugar. Então, é essas
são, é, é isso que me faz fazer o que eu faço assumindo os riscos que eu assumo. Por, só para complementar, se não fosse isso, para que que eu faço isso? Não é? Eu já tô com a minha vida resolvida já há um bom tempo e eu continuo produzindo, continuo com as minhas empresas que continuam avançando. Então eu poderia ficar na minha, como a maioria dos empresários, fica anonimamente, longe de de problema, Eh porque seria muito mais simples. Então para eu sair dessa dessa posição confortável para me expor publicamente, tem que ter um bom motivo.
E o meu bom motivo é entender que pode ter do outro lado sempre um menino, uma menina, um homem, uma mulher decidida a mudar de vida. E aquela provocação, ela pode ser aquele gatilho inicial que vai transformar a vida dela. >> Em algum momento nessa sua jornada de geração de conteúdo na internet, você se Você pensou em se afastar? Ah, chega? >> Não, nunca. Nunca. Nesses eu tenho vou fazer 16 anos agora. Ah, nunca houve nenhuma situação. Não que não tenham existido situações de saco, >> incheções de saco, isso sempre vai ter. Mas eu nunca
eu nunca tive essa nunca estive a ponto de jogar tudo para cima. Vou sair daqui, tô de saco cheio. Não, não, não, não. Talvez eu seja meio Autolimpante, sabe? Rapidamente o saco encheu, ele esvazia daqui a pouco, muito rapidamente e a gente continua fazendo o que a gente tá fazendo. Até hoje foi assim, né? >> Goi desse dotolimpante. >> Dolimpante. >> É isso aí. >> 2026 começou. Como que Flávio Augusto está enxergando 2026 o ano de eleição? Por exemplo, o ano de eleição, eh, como que Flávio Augusto analisa um ano desse? É o ano que
você vê que as pessoas têm que ficar mais esperançosas com futuro num ano de alternância de poder ou não, né? ou na continuidade. Como que você enxerga isso? >> Eu acho triste a vida da pessoa que tem esperança na política. Eu acho triste. É triste porque é uma vida repleta de decepções. Porque e é uma vida também, Caio, de alguém que fica sempre contando uma história nova Para si mesmo para tentar renovar sua esperança em outro herói que possa aparecer. Eu acho bastante triste essa vida, porque quem deposita a sua esperança nesse modelo, nesse sistema,
vai terminar a vida sempre triste, pobre, frustrado, porque não é daí que vai vir a solução da vida das pessoas. Ah, embora não tô dizendo que não existam questões a serem resolvidas na sociedade, não é isso que eu tô falando, mas as pessoas Depositarem a sua esperança, que essa foi a sua pergunta. >> Sim. >> Não é num político, num sistema político, é muito triste. Eu não recomendo isso para ninguém. Não ensino isso para os meus filhos. Ah, depositar sua esperança num político, depositar sua esperança numa eleição. Ah, se fosse, se eu fosse depender de
esperança e eleição, não teria feito nada na minha vida. Até porque quem mora Na periferia, como eu morava, de quatro em 4 anos, aparece lá um mamador de teta, aparece lá um político com uma com uma história bonita, sedutora, para dar esperança pra gente ser esperança, né? político, ele é especialista em vender esperança para as pessoas, para pessoas desesperançosas. Então, eh a eh eu penso que a única pessoa que pode resolver a nossa vida e a vida da nossa família somos nós mesmos. E tentar fugir disso é triste, Porque você vai depositar esperança em alguma
coisa que certamente vai te decepcionar. Certamente você ficará uma pessoa decepcionada e pior, né, sem realizar aquilo que você gostaria. Então, eh, desculpa se eu já entrei com os dois pés aqui, caiu, mas, eh, eu penso que ano de eleição é um ano de ruído. >> Uhum. >> Para mim, ano de eleição é um é um ano de barulho e barulho que pode nos trair. >> Uhum. Quem sabe aonde quer chegar não pode se distrair com o barulho que é feito num ano de eleição. Isso não significa que a pessoa não deva votar em quem
ela quiser. Ela escolhe votar em quem ela quiser. Ela vai pegar o cara aí que se aproxima mais daquilo que ela pensa, daquilo que ela acredita. Mas beleza, vai lá, vota e acabou. Fim de papo. Agora a tua vida você constrói no seu projeto, seu projeto de vida, na sua carreira, na sua empresa, nos seus Negócios. Ah, e o coletivismo ele prega ao contrário, ele ele prega a anulação da individualidade, do individualismo e da individualidade em prol de uma determinada coletividade. Isso só favorece o político que tá no poder. Quando na realidade a vida a
gente resolve pelos nossos sonhos individuais. >> Uhum. Os nossos sonhos individuais, os nossos desejos individuais são o combustível inicial pra gente buscar Qualificação, pra gente buscar a as condições necessárias para que a gente realize os nossos sonhos. Político algum vai realizar os nossos sonhos e os sonhos de ninguém. Político algum vai fazer a nossa parte. Então, eh, eu sempre recomendo que, principalmente em ano de eleição, a pessoa não se distraia com isso, não vire funcionário eh de de comitê político, não vive militante, não se torne militante de um comitê político. Aliás, é o contrário, ela
tem que ser militante do seu sonho, tem que ser militante do seu projeto, tem que ser militante do seu produto. Então, para mim, ano de eleição é ano de distração, ano de barulho, que exige mais foco da nossa parte pra gente não cair na armadilha de desviar o nosso foco. 2026, não só a eleição, mas também ah, obrigado, Copa do Mundo, recorde de feriados. Ah, eu adoro trabalhar em feriado, por Exemplo. >> Sim, >> acho maravilhoso trabalhar no feriado. Gosto bastante trabalhar no feriado. Aliás, eu gosto de fazer quando eu quero. Fale, >> como eu
sou um cara que quero muito, Caio, >> eu quero sempre. Eu sou um cara com muita vontade, com muita vontade de viver, muita vontade de de realizar. Eu não gosto de de seguir o o que o Modelinho convencional, você entendeu? Adoro trabalhar num domingo, adoro trabalhar num feriado, adoro ir numa praia numa segunda-feira, adoro, adoro fazer coisas que estejam fora do convencional, né? Eu não gosto de seguir o convencional. Então, >> liberdade é um valor muito importante para você, não é? >> Para mim é muito importante, >> é? Convivo com você. >> Liberdade é muito
importante, não é? É, é para mim a a metáfora de um pássaro numa gaiola é um é uma das coisas mais tristes que existe, né? Existe, né? Quantos animais voam, né? Caio, quantos animais voam na Sim, >> na na nossa biosfera aqui, né? São pouqu os pássaros voam. Agora imagina um pássaro que é que ele tem a a um dos poucos anim, quer dizer, é a única espécie que voa é um é um é um pássaro. Talvez você tenha ali ainda um um morcego ali que não é um pássaro, mas que voa também, mas é
muito raro. >> Sim. >> Até um morcego que não é um pássaro, pô, cara, ele pode voar. Pensou um morcego na gaiola, não é verdade? Então, para mim, liberdade é um valor muito importante. E quando a gente pensa no Estado, quando a gente pensa no sistema, quando a gente pensa nesse modelinho que a sociedade Apresentou para nós, é o oposto da liberdade. É você ser dependente de uma ideia, de uma entidade que vai te proteger, de uma entidade que vai te dar alguma segurança, quando na realidade não dá nada. >> Sim. >> Então, eh eh
outro valor para mim é de não ser tapeado, de não ser enganado, entendeu? Eu não gosto de ser enganado. Esse é um outro valor para mim também. Por isso que eu bato firme, é parte da Minha missão de vida eh bater firme nesses nesses conceitos, porque primeiro a pessoa tem que se libertar daquilo que engana elas. >> Uhum. >> E segundo, a pessoa tem que assumir a sua condição de voar, de ser livre. Então, é por isso que eu sou muito contundente nessas ideias, porque infelizmente, né, eu já tenho 53 anos de idade, Caio, já
tenho 30 anos de empresário, vou fazer 31 anos que eu sou Empresário. >> Uhum. O que eu mais vi na minha vida é gente enganada eh por essas ideias de que o Estado vai protegê-la e condenar sua vida mediocridade, viver muito abaixo do seu potencial, viver muito abaixo daquilo que ela poderia viver, oferecer muito menos do que poderia oferecer paraa sua própria família, porque caiu na arapuca dessas ideias distorcidas, dessas ideias utópicas, napuca do coletivismo, na arapuca da Dependência estatal. e de seguir simplesmente o sistema, se seguir o modelo. Ah, esse ano tem muito feriado,
beleza. E aí, adoro trabalhar no feriado. Já trabalhamos em alguns feriados, né, cara? >> E é justamente eh com esse gancho, recentemente pulou um um vídeo seu para mim, um vídeo que ficou viral. Tava até vendo ali, tá quase batendo 20 milhões. >> Ah, o da da drag queen. >> É, onde onde você tava conversando com uma uma das pessoas felicidade. É, >> eh, tava no canal Foco, né, onde foi o 30 contra um. E antes de falar sobre que eu queria que você navegasse um pouco mais naquilo que foi dito >> no vídeo, nesse
vídeo, >> no vídeo, mas não sei se você teve a oportunidade de falar, gostou da experiência de ter ido no 30 contrão? >> Eu gostei. Eu gosto de falar com as pessoas, de me colocar em situações desconfortáveis, de me colocar em situações desafiantes e tentar libertar alguns pássaros engaiolados, entendeu? Isso é uma coisa que eu gosto de fazer. Aliás, a Mirian tá tá voando, é uma delas, né? Eu gostei muito da sua postura lá. Gostei muito do >> que sentido? >> Gostei. Gostei muito. Você foi lá para para conversar mesmo. >> Ah, entendi. >> Você
não fui lá para ganhar uma conversa. >> Você não foi para atacar pedra? >> Não, não, não, >> né? Você foi lá para trocar ideia. Mas é porque essa é a minha missão, Caio. Eu eu fui lá para tentar mostrar para aquelas pessoas um caminho diferente, até porque ali ficou muito pautado nessa questão do estado, nessa questão de um imposto, Nessa questão de uma esperança de que, enfim, né? São são ideias que aprisionam, né? Então, eu gosto de de ter conversas desse tipo e me e gosto de me colocar nessas situações desconfortáveis, né? Gosto dessa
treta. O vídeo em questão que eu tava falando aqui pulou recentemente, >> a gente falava de felicidade nesse vídeo. >> É, é um vídeo sobre felicidade. E aí Você pergunta: "Dinheiro compra cama?" Compra, compra sono? Não. Dinheiro compra eh uma entrada no hospital. Bom, sim. Compra a saída de uma UTI. Não, >> não, >> né? Então, ah, ou seja, você tava falando sobre felicidade. >> É muito curioso que ali eu tava num debate de 30 pessoas que defendiam eh ideias da eh ideias Mais me fodiu aqui a palavra, cara, mais socialistas, né? Ideias mais eh
eh que que eram anticapitalistas, na verdade, >> era era 30 trabalhadores. Eu eu o título era >> era 30 trabalhadores contra um bilionário, né? Eu começava o erro aí, né? Porque muito provavelmente eu trabalho uma quantidade de tempo maior do que os 30 juntos ali, não é? >> Começa assim um desvio já no título. >> Mas fora isso, >> o que ficou patente ali é que grande parte daquele grupo que tava ali eh tinham ideias eh mais anticapitalistas. Então, ficou muito engraçado nessa parte um o o bilionário malvadão, capitalista ali dizendo que o dinheiro não
traz felicidade, mas os anticapitalistas tentando me convencer que não, que era que o dinheiro traz sim. E é muito engraçado que você vê que tem que ser do contra, entendeu, cara? >> Sim. Foi uma baita de uma armadilha, né, essa a proposição desse tema, porque apresentou ali uma distorção cogn cognitiva muito grande. >> Deu uma tela porque na verdade teria que ser o contrário, né? >> Não é? >> Mas o que aí que tá, as pessoas gostam de rotular. Eh, eu não sou o maior defensor do capitalismo, porque o capitalismo é isso Ou o capitalismo
é aquilo. Não. O capitalismo foi o que me permitiu sair da pobreza e me tornar e me eu enriquecer. >> Uhum. Se não, se eu não tivesse numa sociedade capitalista de livre mercado, eu não teria saído da boca da favela e chegado na lista da Forbes. Isso é uma realidade que muito provavelmente incomode muita gente. Mas eu também não sou defensor de capitalismo. Eu não defendo bandeira de capitalismo. >> Mas não era para dar esperança em vez de incomodar você ter saído do Aéo B. Sim, mas a mas você não vai nunca ter uma esperança
quando, era para ser, mas você nunca vai ter esperança quando as pessoas estão muito mais preocupadas em se oporem alguém que tem um rótulo que é o oposto delas. Então as pessoas hoje em dia estão pensando muito pouco, Caio. Elas estão refletindo muito pouco. Ela pensa assim: "Ah, é bilionário?" Então tudo Que ele falar você contra. Aí o bilionário fala assim: "O dinheiro não traz felicidade". Aí os anticapitalistas ficam tentando me convencer que traz. Você entendeu? Então assim, eh eh ficou ficou cômica realmente a situação, só que eh eu trouxe isso justamente para botar as
pessoas para pensarem, porque eu acredito que o dinheiro não traz felicidade. Eu não tô dizendo com isso, as pessoas são são binárias atualmente Que ela pensa assim: "Cara, o cara não gosta de dinheiro, conversa mole, eu adoro dinheiro, gosto de ganhar dinheiro, pratico esse esporte há mais de 30 anos". Sim. >> Entendeu? Então não tenho nada contra ganhar dinheiro. Acho que ganhar dinheiro é bom. A pessoa prosperar financeiramente é uma coisa positiva, é algo que eu recomendo a todo mundo, mas eh não significa que o dinheiro vai te trazer felicidade. Eh, eu eu penso que
essa é uma Muitas pessoas buscam freneticamente o dinheiro passando por cima de vários valores, como honestidade, eh, como a sua própria família. E aí um dia esse cara ganha dinheiro, ele chega lá todo arrebentado, sem família, com um monte de rabo preso pelo caminho, que eventualmente no futuro vai fazer ele escorregar e cair na nessa casca de banana. >> Uhum. >> E aí quando esse cara esse cara ganha dinheiro, ele fala: "Pô, e agora? Parece um cachorro que caiu do caminhão. Ele fica ali todo perdido. Meu Deus, e agora? Onde é que eu tô?" Ou
então o cachorro correndo atrás do camião. Já viu? Camão passa, o cachorro vai, vai correndo atrás, vai curar aí o o camião para, aí o cachorro para. E agora faço o quê? Ele >> nem sabe porque tá correndo. >> Nem sabe porque tá correndo. E tá latindo atrás do camião, nem sabe porque tá. >> Só porque o camião tá em movimento, né? >> Só porque o camião tá em movimento. Tem gente que vai, trabalha para ganhar dinheiro e não sabe porque tá fazendo isso, entendeu? Ele também acreditou que a grana vai resolver toda a minha
vida. E é uma outra, é uma outra, um é outro equívoco. Não por acaso muita gente Quando chega nessa posição, cara, cai em depressão. Ela perde o sentido da vida dela. Ela achava que o dia que ganhasse o dinheiro tava todo resolvido. Ela ganhou e agora ela não sabe o que fazer, porque o dinheiro para ela não foi um meio, o dinheiro para ela foi um fim. Então foi isso que eu procurei explicar ali nessa pergunta, né? O dinheiro compra uma cama, mas não compra o sono. Compra eh ela o dinheiro gera muitas facilidades. Eu
adoro as facilidades que o dinheiro nos dá, mas ele não compra o significado. Então, muita gente, até até quem não é anticapitalista, até quem é capitalista que me ouve falando sobre esse assunto, alguns até falam: "Ah, não, dá teu dinheiro para mim". Então, cara, binário, o cara não entendeu nada o que eu falei. Eu falei que é ruim ter dinheiro, é bom ter dinheiro, é bom ganhar dinheiro, é bom você poder Proporcionar coisas boas pros seus filhos, mas isso não pode ser o fim. Porque se isso for o fim, o que me faria trabalhar depois
de tudo que eu já ganhei, tudo que eu ainda ganho, que me faria continuar trabalhando, cara, se eu não fosse um propósito que estivesse acima do dinheiro? Aí isso me faz acordar de manhã feliz, com vontade de trabalhar, com vontade de pegar aqui uma hora de trânsito para vir aqui conversar contigo No podcast, vontade de falar com a galera. Eh, é porque tem tudo tem um propósito. Tem alguém do outro lado me ouvindo que pode iniciar o processo de transformação da vida dela por causa de algum de algum gatilho, por conta de algum gatilho, por
conta de alguma ideia que liberta esse cara do sistema, por conta de alguma ideia que liberta esse cara de uma de uma ideia que o aprisionava aprisionava dentro de uma Gaiola. Então, eh, eu acredito no poder das ideias. Ideias libertam, ideias aprisionam. Então, difundir ideias é parte dessa minha missão aqui. Como que você seleciona que parte da sua vida você transformará pública e que parte da sua vida você manterá privada, né? O que que você seleciona? Isso aqui eu vou mostrar porque eu sei que pode Contribuir com a turma. Isso daqui não vou mostrar porque
>> eu só mostro que pode contribuir com as pessoas. Eu não mostro nem 5% da minha vida. E tudo que eu mostro pode parecer muito para alguns, mas aquilo não é nem 5% da minha vida. E tudo que eu faço na internet tem um propósito de fazer o cara pensar, fazer o cara refletir ou provocar ou elevar a referência. Isso também é uma coisa importante. O Que que é grande, o que que é pequeno, o que que é bom, o que que é ruim. Então, cada publicação que eu faço, seja no stories ou nos reals,
ou em outra rede social ou no YouTube, em qualquer lugar, ela tem a finalidade de botar aquele cara, aquele jovem do outro lado para pensar e refletir. E às vezes é para aumentar a referência, às vezes é para confrontar, às vezes é para dar um tapa na cara, às vezes é às vezes é para questionar, fazer o cara refletir, Às vezes é para fazer o cara abandonar as mais companhias ou não dá bola para parente que joga ele para baixo, que faz ele se sentir um bosta. Ou seja, é, é esse esse é o meu
trabalho, né? É isso que eu faço publicamente. O que eu decido mostrar é só o que contribui com isso. O que não contribui com isso eu não mostro. >> Esse é o seu filtro. Então, >> esse é o meu meu filtro é eu só posso Fazer aquilo que contribui com as pessoas e e porque senão para que que eu vou estar fazendo ali, né? Ele tem sempre muito mais a perder do que a ganhar, se expondo publicamente o empresário, principalmente no Brasil, principalmente. Como que você vê esse esse esse movimento que obviamente hoje já é
muito mais óbvio, mas quando você começou não era de cada vez mais empresários Se transformando na no grande influenciador dos seus próprios negócios. Você vê uma, você vê que essa é tendência invencio, né? Steve Jobs já era um grande influenciador do negócio dele. >> Bill Gates também foi um grande influenciador do negócio dele. Zuckerberg depois na sequência já começou a ser a cara do negócio dele, assim como Jeff Bezos. Hoje Elan Musk também são eh a cara do seu próprio Negócio. Num outro momento, o mercado não tinha entendido ainda o valor disso. Achava até ruim.
achava que um líder com muito protagonismo poderia criar uma dependência entre o líder e o negócio, quando na realidade todo negócio tem uma dependência de um do seu líder, mas isso não significa que não possa haver uma transição e existir um outro líder, mas hoje não. Hoje o mercado valoriza o o líder que é protagonista do seu negócio e que ele usa outras ferramentas Como a comunicação pública, por exemplo, para ajudar a desenvolver o seu próprio negócio. Hoje o próprio mercado, eu digo, o mercado financeiro, eu tô me referindo especificamente fundos >> que já entenderam
o valor da creators economy, não é? que a economia dos criadores de conteúdo, conteúdo como eh meio para se conectar com o público, porque o público se conecta muito mais com alguém do que simplesmente com uma instituição. Uma instituição não conecta com gente. Um produto sozinho não se conecta com pessoas, mas pessoas se conectam com pessoas. Isso é uma arma muito interessante para ser utilizada. Enquanto você tava falando, ah, eu acredito também muito nesse movimento. Ah, e e eu acho que você falou de um jeito jeito perfeito, né? Toda todo o negócio ele tem a
dependência da liderança. O Negócio sem líder não não funciona. >> Exatamente. >> O negócio sem líder não funciona. >> E eu queria propor um, você falou, você tá com seu aniversário é mês que vem. É, daqui um mês. >> Daqui um mês, exatamente. Dessa gravação. Daqui um mês você faz 54. >> Aham. >> Ah, e aqui no como você fez isso? A gente tem pessoas de diversas décadas. >> Sim. >> Majoritariamente aqui a nossa audiência tem mais de 25, menos de 45. Então, >> o único velho aqui sou eu. >> Mais de 25, menos de
40. A maioria, maioria temos o público acima dos 45 e temos também a turma abaixo de 25, só que mar majoritariamente essa essa é a grande faixa. Ah, você mudou depois você cruzou os 50. Jeito de pensar, as >> coisas que eu mudei depois que eu passei dos 50, comecei a fazer churrasco, >> tá? Nunca tinha feito um churrasco na minha vida depois de 50, alguma coisa, pá. Mas não, não acho que foi porque eu fiz 50, entendeu? Mas casualmente foi quando eu fiz 50. >> Eu não acho que eu que eu tive nenhum tipo
de crise. E >> você teve essa reflexão de alguma ideia em algum ponto? Pode ser com 40, com 30, Com 50. Cara, eu tenho, não sei se é um problema, eu não sei se é uma, uma virtude, eu não sei, eu não tenho uma uma um selfawareness físico muito grande. Eh, eu recentemente perdi 40 kg, mas eu não me sinto mais leve, eu não me sinto mais disposto, eu não me sinto com mais vontade. É, é como se eu fosse a mesma, exatamente a mesma pessoa, mas quando eu Me deparo com a foto, eu tomo
um susto, porque eu não me via daquela forma. >> Ah, não é possível. >> Não me via, cara, daquela forma. Assim como não me vejo diferente hoje. >> Você não você não se sente mais com mais energia, com mais disposição. >> Eu tenho a mesma energia que eu tinha, cara. Eu tenho a mesma energia, gosto muito de fazer, com muito, muita vontade de fazer as coisas, entendeu? Então, é essa, essa falta de self awareness, >> mas é mais fácil amarrar um tênis, >> cara. Eu nem percebo, cara. >> Vai, é mais fácil amarrar o tênis.
>> Eu não percebo, Caio. Eu percebo, cara. Posíb. É mais fácil levantar do sofá, aquele só fazão mole que você sentita no fundo. >> Não, talvez sim, talvez sim, mas eu não percebo, entendeu? É uma questão de selfawareness, é uma questão de de percepção, de autopercepção. >> Sim, mas eu entendi o que você dizer. >> Entendeu? Eu não tenho essa questão da >> Você não é mais feliz por ser mais magro ou mais animado. Não >> tenho não tenho saúde melhor por causa disso. Minha saúde já continua tão boa quanto sempre foi. >> Mas eu
posso, Mas eu tenho que falar. Isso, pô. >> Eu sei que você, mas eu tenho que falar, ó, os meus exames que vem lá, >> mas você é outlier, a maioria das pessoas. >> Tá bom, mas eu tô te falando o meu caso. Talvez eu tenha mais sorte do que juízo, entendeu? Com >> todo certeza, Flávio. >> Talvez eu tenha mais sorte do que juízo, mas >> 40 kg você perdeu metade de mim, pô. >> Mas é pr você ver, cara, quando eu pego a foto, cara, não é possível, cara. Não é possível. Mas tudo
bem. Mas o ponto que eu quero te dizer é o seguinte, eu não tô pregando aqui que o cara tem que Chutar o pau da barraca. Não é isso que eu tô fazendo, entendeu? Eu só tô falando que é assim que eu me sinto. Eu eu não sei se isso é virtude ou se é um defeito. Pode ser um defeito, inclusive. >> Uhum. >> Tá. Eu não eu não sei te dizer mesmo. Então assim, eu eu tenho uma genética boa que meus exames sempre foram bons. Hoje continua bom. Minha disposição hoje é grande. Antes era
gig cara, eu fiquei bilionário gordo, Caio. Entendeu, cara? Você entendeu? Esse é o clima. >> Eu fiz tudo com 40 kg a mais. >> Entendi. Esse é o clima. >> Eu fui pra internet e fiquei conhecido com 40 kg a mais. Aquilo nunca, cara, minha autoestima é muito alta. Minha autoestima é altíssima. Minha testa é altíssima. >> Minha mulher me ama. Minha mulher me ama. Cara, eu sou amado. Então assim, eu não, eu nunca agora quando eu olho a foto hoje, eu tomo um choque, mas esse Choque que eu tomo quando eu olho mostra o
meu déficit de autopercepção, tá? Talvez seja um de novo, talvez seja um problema ou talvez até não seja, porque ainda bem que eu sou assim, porque eu não tava nem aí e fui para cima, entendeu? >> Uhum. >> Então, nunca me preocupei com isso. Realmente nunca me preocupei. Ah, da mesma maneira, qual foi a tua pergunta que eu eu conectei self awareness com a Sua pergunta >> do 50 anos do >> Então, da mesma forma que eu não me sinto com 50 anos também, com 54 que eu vou fazer. Eu me sinto para mim, eu
me sinto exatamente igual quando eu tinha 25, 30. Eu não me sinto dif, eu não me sinto com 50 anos de idade. Eu não me sinto dentro de um corpo. Eu me sinto que eu sou uma mente. >> Muito bom. >> Entendeu? Eu sou eu sou ideias. Eu não sou >> o veículo que carrega as ideias. O meu corpo é o veículo que carrega ideias. Que eu acho, agora, deixa eu fazer um disclaimer, que eu sei que é importante para você, é para mim também. Eh, eu penso que esse veículo tem que ser bem cuidado,
muito melhor cuidado do que eu cuidei. >> Uhum. >> Porque por muito mais sorte do que Juízo, meu veículo é bom. >> Uhum. Minha saúde é muito boa, mas estatisticamente eu sou um outlier e eu concordo. Então eu digo para você que que por isso eu não tive crise de idade, eu não tive crise de ou que não fosse crise, fosse um pensamento, uma reflexão. Para mim, eu penso como se eu tivesse 25 anos, 30. E para mim não mudou, não é? Não mudou muita coisa, né? >> Mas você gostou? >> Agora de 50 para
cá eu perdi 40 kg. Você gostou desse jogo de cuidar da saúde? >> De cuidar? >> É, >> tô aprendendo a gostar. >> É, não, cara, pera aí. Eu ando com você e com Joel. Vocês são uns tarad que vão sai pela rua de Manaus, que eu vi isso aí, >> procurando uma academia na rua para entrar lá, para ficar assim, cara, vocês, vocês são doido. Eu não tô nesse, Mas nem perto desse nível aí, entendeu, cara? Eu me sinto um vagabundo olhando para você, pro Joel, cara. Me sinto um cara negligente olhando para vocês,
mas isso acho que me ajudou também, né? O que eu faço hoje é muito mais do que eu fazia. Pô, tô andando 30 km de bicicleta, cara. >> É verdade. >> No dia. Que isso, meu? Andamos 300 km da Alemanha até a República Teca. Eu, você, Joel e as esposas. >> Se você contasse isso para aquele Flávio que ficou bilionário com 39, gordinho ali, você depois de 10 anos maluco. Ele falou assim: "Você tá louco, nunca vou fazer isso na vida". Mas eu nunca gostei. Hoje eu tô gostando, gostando de fazer, entendeu? >> Uhum. >>
Cara, eu era atleta, eu jogava vôlei. Vôlei. >> Não, você você é bem coordenado para esporte. >> É, eu sei que você sabe muito bem disso, porque você já andou perdendo algumas vezes, né, >> os esportes que a gente jogou. >> Esse é o clima, tá? Não, ping pong ele é muito bom. Pingpong ele é muito bom. >> Tênis de mesa, Caio. Vamos valorizar aqui o >> É de mesa. >> Vamos valorizar o passe, né, cara? >> Pingpong pros mais íntimos. >> Pingong para você, cara. Turmar, você quer ter a possibilidade de acompanhar um episódio
do como você fez isso aqui nos nossos estúdios? Vocês perceberam que já faz alguns episódios que a gente recebe uma plateia aqui nos nossos estúdios e é muito legal a experiência. A gente vai recebendo muitas mensagens de vocês querendo participar. Como é que eu faço para tá aí? Então funciona o seguinte, se você preencher esse formulário, constantemente o time tá selecionando Algumas pessoas, porque são milhares de pessoas. Não tem como, a gente saber todo mundo, a gente amaria fazer isso, mas não tem como, porque a comunidade do Como você fez isso é gigantesca e a
gente fica muito feliz por isso, mas você pode ter uma chance. Então, se você quer ter essa chance, clica aqui no formulário, preencha com todas as informações pro time te conhecer mais, selecionar à vezes qual episódio tem mais a tua cara, caso você selecionado. E obviamente cruza os dedos e eu torço para que um dia você esteja aqui, mas eu torço mesmo porque a gente fique sempre conectado por aqui. Então, recado dado, clique no link abaixo, preenche o formulário e agora vamos voltar ao nosso episódio. Que que você pensa num começo de ano, quando abre
um ano, >> cara? Eu gosto, cara. Você usa esse final, você usa a virada de ano de uma maneira mais >> mais para uma, uma pensada na vida um Pouco mais filosófica, reflexiva. >> A gente sabe, é, a gente sabe, Caio, que 23:59 minutos e 59 segundos quando o ponteiro vira, simplesmente não acontece nada de diferente do que acontece nos outros dias. Mas isso também depende do significado que tu dá para isso. Então esse significado que geralmente inclusive é banalizado por muitas pessoas de que esse ano vai Ser o melhor ano da vida, esse ano
acho legal você fazer good wishes, né? Você desejar boas coisas, isso tudo é muito legal, mas isso tudo se torna muito vazio se a pessoa não tiver efetivamente uma mudança de comportamento. >> Uhum. Porque o ano só vai ser novo se você for novo, né? >> Muito bom. >> Se você for velho, o ano vai continuar velho. Então, o feliz ano novo só tem Sentido se foi se se existir um feliz você novo. >> Nossa, é muito boa essa frase, hein, Flávio? >> É, >> o ano é novo se você é novo. >> Se você
é novo, >> muito boa. >> Se você fizer exatamente as mesmas coisas, tiver o mesmo comportamento, tiver o mesmo padrão, você vai ser absolutamente a mesma pessoa naquele Ano. Talvez até pior, né? Porque a tendência é são as coisas se deteriorarem, não é? Mas eu gosto de usar essa energia de de porque tem a ver com meta, né, >> Caio? A gente ter um marco de um dia e ter uma meta para aquele período. Eu acho bacana esse negócio de ter meta. Embora como isso é muito banalizado, eu, por exemplo, eh, batizaria o dia primeiro
de janeiro como dia internacional da mentira. Não, o dia primeiro de abril, que no dia primeiro de janeiro o cara fala: "Não, esse ano eu vou parar de fumar, vou parar de beber, vou perder peso, vou entrar na academia, vou estudar inglês, enfim, né?" E aí passa o passa o revenhon, ele já deixa para depois do carnaval, depois ele deixa pro segundo semestre. Então, muit muitas das promessas feitas no dia primeiro de janeiro, elas já não são cumpridas, já são abandonadas já nos primeiros dias do Ano. Justamente porque não existe nada de mágico, nada de
místico numa virada de ano. O calendário é é é algo criado por nós, né? É um é um é uma coisa que serve pra gente se organizar. Não tem nada de místico nisso, mas é obviamente toda essa cultura eu gosto. Eu ainda assim, mesmo sabendo que isso é criado pelo sistema, eu gosto, eu esse é um tipo de cultura que eu que eu cultivo, porque eu acho que me motiva a colocar uma meta e Saber que naquele ano eu posso medir a minha performance dentro daquele calendário que foi inventado pelas pessoas. Então eu eu curto
essa essa esse movimento de virada de ano. >> E nessa virada de ano, eu queria falar, eu queria fazer essa pergunta. Você fez algo diferente, você deu uma volta ao mundo. >> Verdade. >> Você saiu de São Paulo, fomos paraa África do Sul, para uma eventura Meteorica Societe. De lá você embalou uma volta ao mundo. É literalmente ali rodou o Globo até o Japão e voltou >> ali para pelo Pacífico >> pros Estados Unidos. E você tem wish list, aquelas coisinhas que você check, check, era alguma coisa que você já tinha esse sonho? Você tem
essas coisas ou ou não? >> Tem muito, não é? Eu sou a minha geralmente a minha wish listada Naquilo que eu quero realizar, daquilo que eu entendo ser a minha missão de vida. Então, por exemplo, eu já coloquei aqui que parte da minha missão de vida, não é toda a minha missão de vida, é impactar pessoas, é me comunicar, eh, de alguma forma encorajar as pessoas, tudo que eu já falei aqui, não é, anteriormente. Isso é parte da minha missão de vida. E ó, outro pedaço da minha missão de vida é aproveitar a vida com
as pessoas que Eu amo, tá? minha família, com a Luciana, com os meus filhos, com as pessoas importantes, com os meus amigos, com as pessoas que eu amo e que pessoas que são importantes para mim, né? Pessoas que de algum tempo para cá você faz parte desse grupo. Então, desfrutar a vida com essas pessoas, desfrutar o meu tempo com essas pessoas que eu amo também é parte da minha missão de vida. E é claro que nossa missão de vida, Caio, ela ela vai mudando, né, ao longo do tempo. E essa coisa de missão e propósito,
eu enxergo da seguinte forma. Não é assim algo que eu tô num lugar, desce um anjo do céu com pergaminho na mão e uma música assim, ó, as trombetas tocando, pá, pá, pá. Este é o seu propósito, Caio. E as pessoas às vezes entendem propósito de missão de vida como algo que você descobre, como algo que você é revelado, Como algo que você é chamado para aquilo. É possível que uma ou outra pessoa, um anjo do céu, desça dessa forma. >> Eu não descarto na minha fé. Eu acredito que pode ser que uma ou outra
pessoa isso vá acontecer, mas isso não é regra paraa maioria das pessoas. A regra geral é algo chamado livre arbítrio. Essa é a regra geral. algumas exceções, pode ser que desse Esse tal anjo do céu aí com esse tal pergaminho, com a tal trombeta tocando e vai dizer pro cara, mas nem todo mundo vai ter um chamado retumbante como esse. A maioria, e eu me enquadro nessa maioria, esse chamado e esse propósito é resultado da regra geral, que é o livre arbítrio. livre arbítrio nos dá a possibilidade de escolhermos o nosso destino, o que nós
queremos. Então, propósito e chamado, eu entendo dessa forma, não é algo que você encontra, é algo que você escolhe, é algo que você decide. Então, por exemplo, numa determinada fase da minha vida, quando eu andava 5 horas por dia num ônibus lotado só para ir para trabalhar e voltar, e eu começava a competir no mercado com 5 horas a menos. >> Uhum. >> O que para muitos é injusto. E eu >> não discordaria que seria injusto. >> Uhum. >> Mas a diferença é que eu não me vitimizei. Eu parti para cima com as as alternativas
que eu tinha nas mãos para poder fazer acontecer. E isso foi uma escolha resultante do meu livre arbítrio. Naquele primeiro momento seria: "Eu preciso mudar minha vida, eu preciso me tornar independente, eu não posso depender dos meus pais. Meus pais Ganhavam um pouquinho, mas eu dependia deles. >> Uhum. >> Então eu preciso fazer minha vida acontecer. Quero me casar com a Luciana." Então, naquele primeiro momento, não existia nada mais importante para mim do que eu me tornar independente e me casar com a Luciana. Aquele era o meu propósito naquele momento. Eu não pensava em mais
nada, só pensava naquilo. >> Essa era sua wish list? >> Essa era a minha wish list. >> Lista dos desejos. >> É isso aí, cara. Sair de casa, ficar independente, casar com a Luciana e viver a minha vida, ser feliz naquela vida que eu estava escolhendo. Eu escolhi a Luciana. Luciana me escolheu. Eu escolhi seguir esse caminho. Eu escolhi fazer acontecer para eu ser independente. Fui eu que escolhi. Não foi o pergaminho, o anjo, nada Disso. Agora, quando eu conquistei aquilo e aos 20 anos eu me casei, eu já era gerente comercial, ganhava ali meus,
sei lá, 4.000 por mês ali, hoje seria hoje como 20 e poucos milis ali quando eu me casei. Aliás, aliás, quando eu me casei tava um pouquinho menos ali, acho que talvez eu ganhasse uns 12. E aí depois, naquele ano que eu casei, eu dei essa subidinha ali, naquele Momento, isso não era suficiente para eu morar sozinho, para eu ter uma vida com a Luciana, para eu começar a minha vida naquele primeiro momento, não é? Então agora quando eu conquistei isso, automaticamente eu tive que fazer o quê? Eu tive que renovar a minha wish list.
>> Uhum. >> Wishlist traduzindo pro pro português, porque nem todo mundo fez Wise Up, né, cara? CIM. Então, eh, eh, lista de desejo. >> Uhum. >> Wish list é lista de desejo. Então, eu tive que renovar a minha wish list. Então, eu criei um novo, uma nova meta, porque eu já tava independente, já tava morando sozinho, já tinha me casado com a mulher que eu tinha me apaixonado. Tá. E agora? Vou ficar aqui o resto da vida? Comprar uma, financiar um apartamento na Caixa Econômica Federal, comprar um Fusca e viver 30 anos ali pagando aquele
apartamento naquela Vidinha ali, que é o que a maioria das pessoas faz, acha que a vida vai se resumir aquilo. Não. Naquele momento eu fiz uma nova wish list. Ou seja, na minha visão, você tem metas, propósitos e meta. Depois você tem que se renovar para uma nova fase, senão você vai ficar acomodado. E é isso que acontece. Até hoje eu morei em oito países, pretendo morar em 12 países até o final da minha vida. >> Muito bom. Agora tem gente que mora no mesmo endereço por 40 anos, tá tudo certo, não tem nada de
indigno nisso, tá tudo bem, mas isso é resultado daquilo que a pessoa, através do seu livre arbítrio, está escolhendo. E aí é aí é que entra um ponto de discordância muitas vezes, porque as pessoas e escolhemos nosso destino destino, ou a gente acredita que a gente é vítima do destino. >> Uhum. É o que sobrou para mim. É o que sobrou para mim nessa vida, é o meu karma. E aí, meu querido, cada um vai viver de acordo com aquilo que acredita, não é verdade? Se tu acredita que é isso que a vida reservou para
você, tu tá certo, cara. Eu acredito que não. Eu também tô certo. Porque o que define é o que você acredita, o que eu acredito. E nós seremos escravos daquilo que Acreditamos e viveremos na gaiola das nossas crenças. sempre, seja elas quais forem. Aí o que acontece? Me casei, caiou, me casei, renovei, renovei o meu objetivo. Aí eu já queria eh viver melhor. A gente morava num apartamento que era na entrada de uma favela no bairro Jabu, ali na rua Beirute. Lembra até a rua? >> Opa. Não lembro o número do apartamento, né? Eu já
esqueci. Mas a rua era Beirute. E Beirute é, se eu não me engano, é a capital do Líbano, né? >> Lembra até em quantas parcelas foi? >> Ponta parcela. >> É. Ah, não, você alugou, né? >> Apartamento alugado. É quase que emprestado, né? >> Não tinha nem geladeira. Porque mesmo eu já ganhando razoavelmente bem, meu amigo, eh, quando Você não tem herança e não tem e tem 20 anos de idade, >> ou seja, você não deu tempo de acumular, né? Tempo não acumular nada. Acumulei prestação, entendeu? Porque eu não tinha uma família para me ajudar
financeiramente. Assim, essa é a realidade de milhões de brasileiros hoje. Eu eu eu venho dessa realidade, entendeu? Só que assim, naquele momento, pô, e realizei meu sonho, agora vou viver aqui por 30 anos. Não, aí eu já renovei a minha o meu meu próximo meu próprio meu próximo objetivo e minha vida foi assim, renovando, renovando. Hoje também eu tô renovando para novas coisas também que eu quero realizar. Ah, é o que nos faz não estagnarmos e ainda termos vontade de realizar coisas enquanto impacta pessoas, porque para mim não basta eu continuar conquistando na minha vida.
E continuo. Cada ano eu faturo Mais do que o ano anterior. 2025 eu faturei mais do que 24. Faturei mais do que 23, 22, 21. Eu até hoje todos os anos eu faturei mais do que o ano anterior. Mas para mim não basta. Eu eu agreguei aqui na minha missão de vida hoje é aproveitar a vida ao lado das pessoas que eu amo, impactar pessoas para que elas descubram que elas podem ser pessoas muito melhores dessa Isso resume o que hoje é a minha missão de vida que eu escolhi. Portanto, pra gente Finalizar esse bloco
de propósito, cada pessoa tem a liberdade, o livre arbítrio de escolher qual é o seu propósito, que quer viver na sua vida. Então, para quem tem crise de significado, tem crise de propósito, a notícia é você quem escolhe. E aí quando as pessoas ouvem isso, cara, parte é libertador, porque o cara que a liberdade é um valor para ele, ele se sente assim, cara, é isso que eu precisava. Agora a parte ele Entra em crise, porque ele não quer liberdade, ele quer que alguém decida para ele. >> Uhum. >> Ele quer transferir a responsabilidade para
alguém. Ele quer acreditar que ele é vítima. E ele contou essa história que ele é uma vítima. Ele não quer desmontar essa história que ele é uma vítima. Até porque se ele entender que ele não é uma vítima, ele vai ter responsabilidade, Cara. Ele não vai poder mais culpar o governo, não vai poder culpar o pai. >> Uhum. >> Não vai poder mais dizer lá que foi o fascista que que prejudicou ele ou que foi lá o comunista que prejudicou ele. O Brasil tá pior por causa do comunista ou pior por causa do fascista. Ele
não vai poder mais culpar ninguém. E pior, não vai mais fazer sentido a esperança no político de estimação dele. Ele se acostumou a idolatrar o político De estimação dele. Agora ele vai fazer o que com aquela idolatria? E se ele descobrir que é que depende dele? E agora? E as pessoas todas que ele brigou, as pessoas todas que ele culpou, ele vai fazer o quê? Ele agora vai ter, cara, a mudança de paradigma entre livre arbítrio e o vitimismo muda completamente a forma de vida da pessoa, >> porque toda a vida dela é estruturada na
premissa ideológica que ela escolheu. E Aí eu eu falo de ideológico, não do ponto de vista político, do ponto de vista de ideias mesmo. Por isso as ideias são muito poderosas, Caio. Por isso que eu gosto de falar com milhões de pessoas, como eu falo hoje, que as ideias é o que são as ideias que aprisionam ou libertam pessoa. O que que Flávio Augusto tem medo? >> Cara, a primeira coisa que me vem à cabeça, primeiro, eu não sou movido por medo. Aliás, deixa eu dar um passo antes. Primeiro, o medo é bom. V começar,
>> tá bom? >> O medo é bom. O medo não é ruim. O medo é bom. O medo é um dispositivo de autoproteção da espécie humana, não só da espécie humana, de todo o mundo animal, né? O instinto do medo é o que protege a vida. A sensação de medo. Medo é como se fosse uma uma válvula que o teu inconsciente, O teu cérebro, que faz cálculos matemáticos a todo momento, te indica, ó, cuidado, ali, tu pode morrer. >> Mecanismo de defesa. >> É um mecanismo de preservação, >> de defesa. >> É, o medo é
bom. Agora, esse mecanismo pode se pode ganhar um espaço tão grande na sua vida que ele ele ele pode transpor A sua única função, que é um mecanismo de autodefesa. Ele pode tentar, ele pode extrapolar esse mecanismo de defesa e passar a ser quem governa a sua vida, passar a ser o seu chefe. O medo ele tem potencial para ser o seu chefe. E se o seu cérebro começar a entender que você vai seguir e viver uma vida pautada no medo, você vai virar um bunda mole porque o teu cérebro colocou o medo numa posição
que ele não deveria estar. Ele deveria ser apenas um Mecanismo de defesa, mas agora não. Ele é mais do que um mecanismo de defesa. E muitas pessoas passam a viver um estilo de vida governado pelo medo. Ou seja, um estilo de vida governado pelo medo, ele nunca vai desejar a liberdade, porque liberdade é sinal de perigo. >> Uhum. Bom, um pássaro quando sai voando, ele pode ser atacado por um por um predador. Obviamente a liberdade traz alguns Riscos. Quem tem uma vida governada pelo medo odeia risco. >> Uhum. Ele nunca vai optar pelo risco. Aí
nasce uma falácia que resultou numa frase que eu falo muito. Se o cara tem uma vida governada pelo medo, ele vai buscar sempre a segurança. E aí é quando ele está vulnerável para cair nas armadilhas dos aproveitadores políticos. São pessoas que vão tentar vender para essas pessoas o que é seguro. Aí ele vai dizer: "O INSS vai te dar segurança, a CLT vai te dar segurança, as nossas leis vão te dar garantias e seguranças, o Estado vai te dar segurança. E tudo isso é uma balela. É uma enorme balela. Primeiro eu posso é que seria
muito longo aqui, mas de forma resumida, o INSS não dá segurança para ninguém. >> Uhum. >> Ninguém. Se toda aquela grana que é descontada do empregador e descontada do cara fosse pro bolso dele e ele próprio contratasse um seguro privado, seria mais barato, mais eficiente, mais efetivo. Ó, vou vou aqui rapidamente. Você pega uma previdência privada depositando o mesmo dinheiro que é descontado DSS, no final da vida, não tem um cálculo exato aqui, além dele Receber uma aposentadoria maior e ter a garantia de receber, ele garantia entre aspas, né? Pode quebrar um banco, sempre pode,
mas é é uma garantia muito maior do que a do NSS, que é que já tá quebrado hoje. >> Uhum. >> Além dele receber, aquele dinheiro que ele depositou é dele. Fazer uma conta rápida. A conta rápida aqui. Cara ganha 5.000 de salário. >> Uhum. >> Você lembra a conta que desconta do NSS dele? Acho que é 15%, né? Eu não lembro. Vê aí no vamos recorrer o >> o GPT aí. Quantos por cento desconta da empresa e quantos por cento desconta do funcionário de INSS pra gente fazer uma conta perto do exato? Cara, tem
gente que odeia quando eu faço essas contas, porque essas contas mostram matematicamente que ela tá enganada e as pessoas não querem estar erradas, entendeu? Quanto é que é? É 15%. >> Ah, calma aí, tá carregando aqui. É, é pro faixa, né? >> 5000. >> 144% >> do funcionário e da empresa. >> Certo. Da empresa >> mais de 14%. sobre a folha de pagamento, o o INS patronal em torno de 20%. >> 20% é 20 da empresa e 14. >> Coloca para arredondar, vai só para número. É >> a 34% isso aí, >> cara. Bastante, hein?
Ó, 5.000 x 34%. Esse cara, ó, cara, é contribuído na conta dele do INSS. Quer conferir aí só pra gente fazer? Sim, tô tô conferindo aqui >> porque na internet, né, e a gente quer fazer a eu quero explicar aqui o conceito, a ordem de >> a empresa é cerca de 28, então o total Aproximado seria 42% do salário bruto. >> É isso? >> É seria o que é descontar. >> Alguém da plateia confere aí você conta para nós aí. >> Vamos lá então. >> Eu pro nosso RH time. >> Vamos considerar que pô 42%
é muita coisa que é possível. >> É o chatpt aqui, não sei se ele alucinou. Ó, do funcionário até 14% limitado ao teto, empresas cerca de 28%. Total aproximado 42% é o teto maior. R$ tá gente, o importante aqui é o conceito, tá? Pode ser que esse número não seja 40, seja 30, seja 50. Vamos entender aqui o conceito. Então vamos lá. Vamos supor que seja esse 42. Caio. R$ 5.000 x 42% é depositado na conta do INSS desse cara R$ 2100 por mês. Por ano são R$ 25.000 R$ 1000,200 por ano. Em 30 Anos,
vamos botar em 40 anos para ele se aposentar. Em 40 anos, isso dá R 1 milhão deais depositados nominal. Só que isso tem mais juros, isso tem ao longo do tempo. Bom, conclusão, esse cara foi descontado dele a valor presente R 1 milhão deais. Um cara que ganha R$ 5.000 por mês, faz um depósito milionário. >> 40 anos trabalhando >> para ganhar quanto depois? Vê aí rapidinho aí. >> Acho que é 7.000 e pouco, né? >> Não, 7.000 é a maior faixa. O cara que ganha 50.000 ganha ganha 8.500. >> Sim. É o teto. >>
É, mas o cara de 5.000 deve ganhar 2.000 no final. E quem ganha 5.000 e contribuiu 40 anos no SS, quanto ele ganha de aposentadoria? Gente, isso aqui é ao vivo, quer dizer, não é ao vivo a aqui, mas é uma gravação que a gente não tem aqui. Eu não tenho esses cálculos prontos aqui. >> Você aposenta com quanto? Eh, mas enquanto tá calculando, >> mas o mais importante é você entender o conceito dessa conta aqui, tá? Ou seja, um cara que teve esse desconto entre o desconto dele mais o que a empresa contribui, é
um depósito milionário e a valor de hoje. >> Uhum. >> Depois vai aumentando o salário com disídio, fora fora a aplicação financeira que acontece lá nessa conta Do INSS, cara, são milhões. O ponto aqui é o seguinte, deu quanto? Alguém faz uma outra conta na plateia aí para mim? Depositando R$ 2.000 por mês durante 40 anos. aplicado a CDI, quanto ele terá acumulado daqui a 40 anos? Faz essa conta alguém para mim, por favor. É só perguntar pro GPT que ele já te dá a conta, tá? Então vamos lá. Qual é o valor do da
aposentadoria? Caio >> vai ficar próximo ao salário. Vai ficar em torno de R 4 a R$ 5000 o mesmo salário. >> Não, ele é ele recebe menos, Caio. >> É, foi o Chapet falou aqui. >> É, ele costuma receber menos. >> Ele recebeu um pouquinho menos, mas ele tá contando que que é. Guarda esse número rapidinho, já vou usar ele daqui a pouco, tá? Mas o ponto aqui é o seguinte, ó. Esse cara vai depositar, Caio. Esse cara Depositou R 1 milhão deais nominal >> que aplicados >> Uhum. >> seriam milhões de reais. >> Uhum.
>> No final da vida dele, quando ele se aposentar, ele vai receber ali alguma merreca ali, alguma coisa ele vai receber ali >> três, 4, 5, >> três, 2, 3, 4. Não sei quanto ele vai receber. O teto é sete. >> O teto é 8500. Aumentou era 7 e pouco. O teto é 8500. Assim, o cara que ganha 50.000 vai receber 8500. >> Por isso eu acho que o cara ganha 5.000 deve receber uns 2,5 tr alguma coisa assim. >> Mas eu não sei exatamente. Isso é ordem de grandeza, tá? >> Daqui a pouco vai
aparecer assim, não, né? Não é bem assim não. Eu sei, não tenho os números de cabeça, mas essa é a lógica. Vai receber menos de cinco. >> Uhum. >> 2,5, três, alguma coisa assim, ele vai receber. Mas o ponto é o seguinte, quando ele começar a receber isso, hoje ele recebe ali numa idade mínima, que eu também não me lembro qual é, que é 65, 68, não sei, não me lembro. >> E cada hora muda, vai ter reforma da previdência atrás da reforma da previdência. Daqui a pouco vai ser com 80 anos a idade mínima,
que essa conta não fecha. >> Já, já é 90 depois de completar a maratona. Isso, exatamente. Tem uma parada assim, mas o ponto é o seguinte, Caio. Esse cara vai começar a receber essa grana e aí quando ele morrer, acabou. O que aconteceria se esse mesmo cara não fosse descontado e depositasse esses mesmos R$ 2.000 por mês durante 40 anos numa previdência privada? Atualizando isso, alguém da plateia que fez a conta para mim, No final da vida dele, ele teria 11 milhões deais a valor de hoje. R milhõesais depositados numa conta. Você depositar 2.000 por
mês >> durante 40 anos. durante 40 anos aplicado juros sobre juros, R$ 11 milhõesais. E com R$ 11 milhõesais dando 1% hoje, segundo a nossa CELIC, 1% de de rentabilidade, ele estaria ganhando 11 milhões, ele estaria ganhando 10, estaria ganhando, cara, R 110 milhões Deais, R$ 110.000 por mês, 1%. Você tirar a inflação, isso dá líquido aí uns R$ 60.000 R$ 1.000 por mês. E detalhe, quem juntou R$ 2.000 por mês durante 40 anos, juros sobre juros, daria 11 milhões aplicados a 1% ao mês daria mais de R$ 100.000 por mês. >> Agora a pergunta,
por que que não é assim? >> Não, não, mas pera, pera aí, pera aí. Já Concluí que piora. Aí o que acontece? Pô, esse cara teria ficado com essa grana e ele ganhando esses juros. E detalhe, quando ele morre, os 11 milhões vão pra família dele. E no NSS, quando ele morre vai pro estado, o protetor, que é pro teu bem. Você é um imbecil. Você é um imbecil de tal ordem que você não é capaz de investir o seu dinheiro. O estado tem que proteger a pessoa dela mesma porque ele é bonzinho, sacou? >>
Uhum. >> E aí o que acontece? Esse cara, se ele pegasse essa mesma grana, ele teria. Agora, por que que não é assim? Porque o Estado quer concentrar o poder na mão dele. O Estado quer tirar o poder do indivíduo, concentrar o poder econômico e todo o poder e o controle só nas suas mãos, em Benefício de uma elite de funcionalismo público que do Estado se beneficia com lagostas, com vinhos, com jatinhos, com uma vida de bilionário às custas da população. É isso. mundo. Toda vez que o estado concentra esse poder, você sempre vai ter
ali um mamador de teta se beneficiando do estado. É o burocrata que sabe o que é melhor para você, melhor do que você mesmo. Então é um desempoderamento do indivíduo e o empoderamento do Estado. Quando países mais prósperos, você tem um estado com menos poder e o indivíduo com mais autonomia, com mais poder. Você tem um livre mercado produzindo riqueza, porque o que produz riqueza no Brasil é o mercado, não é o estado. O estado não produz nada. >> Uhum. >> O estado é uma casta burocrática que deveria ser necessária e Suficientemente grande ou pequena
para servir a população. E ao contrário disso, é a população que serve o estado e aqueles que do estado se beneficiam. Então esse formato que concentra o poder econômico no estado tira do indivíduo a prosperidade. Porque para para pensar, se a pessoa tivesse educação financeira e soubesse investir e pudesse ela mesma contratar uma previdência privada ou uma aplicação financeira pensando na sua Aposentadoria, usando o mesmo dinheiro que deposita pro INSS, que muda a regra do jogo o tempo todo na reforma da previdência, usando o mesmo dinheiro, ela seria um milionário. Porque o depósito é milionário,
logo a aplicação financeira seria milionária também, só que aquela propriedade seria do próprio indivíduo. Então, eh, ou seja, o cara que há o cara que é governado pelo medo, que esse é o Nosso assunto, que deposita no estado a sua esperança, ele não gosta muito dessa conversa que a gente tá tendo aqui agora. Você pode ver nos comentários, vai ter sempre as pessoas ali reclamando, não é bem assim, você fala isso porque é rico, não é? E por aí vai. São diversos argumentos ali que >> É, então ficou claro que do jeito que respondeu, né,
você é aquele é uma pessoa muito atenta não deixar o assim, Cara, eu não tenho, para mim sentir medo não é o problema. Meu maior medo é não deixar eu ser governado por ele. >> Então o medo, eu não posso ser governado pelo medo. >> Acho que talvez seja o seu maior medo. >> O medo é não, mas o meu maior medo não é isso não, cara. >> Qualquer >> eu até não te respondi, cara. Meu maior medo é me desviar dos meus valores. Uma das maiores vitórias na minha vida, Caio, é poder chegar no
final dela. Eu tenho 54 anos, espero viver alguns algumas décadas ainda, se me me for permitido. Isso, é chegar no final da minha vida e dizer assim: "Cara, combati o bom combate, terminei a carreira e guardei a minha fé". >> Essa é a maior vitória que alguém pode ter. não ter me desviado desses meus valores, não ter me perdido, não ter a minha missão toda que eu Cumpri ou algum reconhecimento que eu possa ter ou a grana que eu possa ganhar ou ou a evidência que eu possa ter, não me desvie, não me retire daquilo
que é o meu foco principal, porque o meu propósito, ele tem tempo de validade. É minha vida o meu tempo de validade. Eu eu vou morrer um dia. Esse meu propósito é aqui, nesse mundo que a gente vive aqui, só que aí é vai da fé de cada um. O que vem depois não tá incluído aqui nesse Nesse meu propósito. Então eu terminar a minha vida não tendo me desviado dos meus valores é a maior vitória de todas. E aí eu já eh eu isso já me dá tranquilidade e consciência paraa minha próxima etapa da
minha existência. transcendental aí. Palmas para Flávio Augusto. Senhoras e senhores, Flabião, bloco final. Chegamos no bloco final de algumas perguntas da nossa turma. >> Bora. >> Quem é o primeiro? Produção Gu Gustavo >> mequeceu. >> Vamos lá. >> Ali, ó, do microfone. >> Fala, Gustavo. >> Tudo bem, Flávio? Prazer. >> Vamos lá. >> Deixa eu achar aqui que eu >> fiz a colinha. Isso aí. Pode fazer pergunta do que vocês ouviram aqui também, né? >> Tá, Flávio, vamos lá. Eh, quando você Fez a transição de gerente para diretor da venda ativa, qual foi a principal
mudança de mentalidade e habilidades que precisou acontecer? E o que você percebe hoje que um gerente ainda não enxerga, mas um diretor precisa dominar? >> Principal atividade de um diretor é formação de pessoas. Principal atividade de um vendedor é vender. A principal atividade de um gerente é Vender e aprender a liderar pessoas. A principal atividade, um diretor. Alguns continuam vendendo, eu continuava vendendo mesmo sendo diretor. Eh, liderar pessoas continua sendo uma atividade que ele tem, mas uma nova atividade principal nasce para ele, que é formação de pessoas. Porque, eh, não existe nada que multiplique mais,
que escale mais um negócio onde você tem um diretor Comercial formador. É como você ser dono de um clube de futebol. e você formar Ronaldinhos, Messis e Cristianos Ronaldos com habilidade maior, porque você escalaria muito mais a sua receita quando você tem essa capacidade de formação. Então, vendas, liderança e formação. Vendas pro vendedor, liderança pro gerente, formação pro diretor. >> Muito bom. Palmas Direto e reto, do jeito que a gente gosta. Amanda, teu momento. >> Boa, tudo bem, Flávio? >> Tudo >> que bom. Eu estive no Weer Conference e aquele encerramento com o Joel falando
sobre a importância desse posicionamento nas redes sociais ficou na minha cabeça. Eu queria que você compartilhasse um pouco mais sobre isso, sobre a sua visão. Você tá completando, como você Mesmo falou no começo do podcast, 16 anos criando conteúdo na internet. E a importância disso, principalmente com as mudanças que vê acontecendo no mundo, no nosso país, ah, pros profissionais, esse posicionamento. >> Antes de eu responder e vou respondê-la de forma objetiva, deixa eu tentar entender um pouco mais porque que isso te incucou. >> Eu trabalho aqui, né, no Vens, estamos aqui numa plateia de vendedores
e eu Vejo vendedores não sabendo muitas vezes como criar essa autoridade e muitas vezes perdem. Mas vamos falar de você. >> Eu vejo eu mesma aproveitando pouquíssimo a internet a meu favor. Eh, >> isso te encuccou por você sentiu confrontada? >> Senti, na verdade eu entendo a importância disso, mas fico sempre com aquele receio de por onde começar e aí me boicoto >> o receio por onde começar e o seu Boicote tem a ver com a com o medo de ser reprovada por alguém? Não, eu acho, eu acredito que hoje é mais por uma falta
de estratégia mesmo da minha >> falta de estratégia. Assim, você não se sente assim, ah, eu tenho vergonha, as pessoas vão achar que eu virei blogueirinha, as pessoas podem interpretar mal o que eu tô fazendo, podem achar que eu quero aparecer, eu ten algum esse pensamento Não, não permeia tua mente. Hoje não >> permeia muitas pessoas, no teu caso, não. >> Não. >> Que bom, que ótimo. Ah, é mais por falta de estratégia, >> por falta de nunca ter me aventurado nesse caminho e não saber muito pou >> Mas por que você nunca se aventurou?
Porque tudo que a gente faz, por exemplo, eu eu vi de uma pessoa, deixa eu tentar me lembrar quem for, porque eu Gosto de citar o crédito, eu não tô me lembrando, já vou me lembrar. Eu falei com uma pessoa essa semana que ela me disse, eh, ah, foi o Pavone, o Mirante Pavone me falou ontem isso. Ele falou, eu fui lá na na despedida do Pavon, encerrou a carreira dele na Marinha, >> o Mirante da Marinha. >> Da Marinha, diretor do do Centro de Comunicação da Marinha. Ah, ele me falava: "Olha, eu descobri que
eu sempre achei que eu gostava de assumir riscos, mas eu cheguei à conclusão que eu não que na verdade não é risco que eu gosto. Eu gosto de aproveitar a oportunidade." E eu falei: "Fala mais sobre isso". Ele falou: "Toda oportunidade vem acompanhada de um risco." No fundo, eu gostei muito de ouvir o que ele disse, porque no fundo, se eu puder não assumir nenhum risco, eu não assumo. Se que é oportunidade. >> Agora a pergunta é: qual é o prêmio? >> Exato. >> Todo grande prêmio é acompanhado de um risco, não é verdade? >>
Uhum. E aí, obviamente, quando eu quero o prêmio, eu me proponho assumir o risco. Quem é governado pelo medo, ele quer o prêmio também, mas quando ele vê o risco, ele amarela. Uhum. >> Ele sai correndo. Ai, meu Deus do céu. Entendeu? No fundo, o medo é maior do que a oportunidade para esse cara. Então, muita gente na internet é a mesma coisa. da pessoa. É muito importante a pessoa entender qual é o prêmio, o que aconteceria se você tivesse uma audiência de 50.000 pessoas que compram as suas ideias, que gostam de você, que acreditam
em você E que tão aí se espelham em você, que você ajuda, que você contribui, você conseguiu criar uma comunidade. Qual é o prêmio? Eu não tô falando de 5 milhões, tô falando de 50.000. Qual é o prêmio? O prêmio é muito grande. Eu me lembro quando eu comecei a produzir conteúdo em 2010. Ao final de 2010 para 2011, eu tive dois diretores meus da minha equipe. Naquela época eu tinha uma empresa ali que tinha 7.000 funcionários, já era uma empresa Grandinha. E dois desses meus diretores foram na minha casa um pouco preocupados, né? Assim,
pô, Flávio, por que que você tá fazendo isso, hein? você tá produzindo, postando no Facebook. Na época, o Instagram não existia ainda. Ah, já acompanhava. Legal. E aí ele, mas por que que você faz isso? Mas assim, com ar de reprovação. Mas eles não estavam me reprovando. Eles estavam querendo Entender. Pô, Flávio tá maluco. Flávio não é maluco. Trabalho com Flávio há 20 anos. Eu tinha uns 40 e poucos mil seguidores nessa época. E eu dizia para eles, olha, imagina, projeto isso aqui com 1 milhão de seguidores, projeto isso aqui com 5 milhões de seguidores.
E eu mostrava para eles o quanto que era interessante você ter uma comunidade em torno daquilo que você tá ajudando essa Pessoa. Não sei o que eu vou fazer com isso, não sei que benefício isso pode me gerar, mas se o seguinte, essa essa influência eu não posso desprezar. Hoje a gente entende mais qual é o benefício disso. Hoje a gente entende que eh quando você tem uma comunidade ao redor da sua pessoa, da sua persona, os vários benefícios que você tem. E eu citei lá na na Wiser Conference que com o aumento do CAC,
o a produção de conteúdo orgânico vai Ter mais valor ainda. Para pensar para quem é um profissional que trabalha numa empresa, porque um profissional que trabalha numa empresa, ele oferece pra empresa a sua força de trabalho, sua dedicação. Agora, quanto vale esse profissional se além disso ele poder oferecer uma comunidade de 50.000 pessoas ao redor dele. Qual o valor de mercado desse profissional? E o que que o que que acontece com uma empresa se ela tem 5.000 funcionários e os 5.000 funcionários são produtores de conteúdo? Um cenário em que o CAC vai ficar cada vez
maior, no início da internet agora, nesses últimos 10, 15 anos, o discurso do marketing digital sempre foi, cara, até uma padaria pode fazer campanha publicitária. Antigamente não era assim. A padaria não podia fazer uma Campanha na TV Globo. A internet democratizou a comunicação. Só que esses tempos estão acabando, estão com dias contados. Investir em tráfego na internet se tornará tão caro quanto a televisão em pouco tempo de hoje em diante. A cada ano o K aumenta e vai não vai parar de aumentar. Pense numa internet em que para fazer um anúncio, para fazer uma campanha
de impacto, você gaste tanto quanto Gastaria na TV Globo. Nessa internet que na minha opinião tá perto, eu não sei te dizer se é um ano, dois ou três, mas em algum momento nos próximos anos, isso vai acontecer. Qual é o valor de uma pessoa ter uma comunidade que produz conteúdo orgânico? O valor é muito alto para a empresa, para o profissional. Então essa oportunidade, porque se levar 2, 3, 4 anos ainda dá tempo, não tá tarde para você começar a Produzir conteúdo. Muita gente, ah, já perdi o bonde, já tem muita gente grande. Esquece
quem é grande. Você não precisa ter 5 milhões de seguidores. 50.000 já é muito. Inclusive, o algoritmo entrega muito mais para quem tem 50.000 eh seguidores do que para quem tem 5 milhões de seguidores. >> Então, quem enxerga o tamanho dessa oportunidade não pode ter medo do risco e tem que aproveitar, tem que começar Produzir conteúdo. >> Muito bom. >> Produzir conteúdo no Instagram, no TikTok. TikTok é bom porque você TikTok você não precisa ter seguidor, tu teu rosto fica conhecido. Então, TikTok, Instagram, YouTube, se você quiser explicar coisas mais longas, eu encorajo cada pessoa
a produzir conteúdo. Sim. Valeu, >> Flavião. Foi animal. >> Foi bom, >> gente. Po, Flávio. Foi animal. Foi animal. Para fechar o nosso episódio, eu queria muito, sabe, a gente gravou janeiro, começo de ano, ah, turma que chega até o final, é aquela galera com apetite, com vontade de fazer acontecer. Qual seria a mensagem do Flávio para todo mundo que tá no primeiro mês de 2026? Esse é um ano, esse é um ano de eleição. Não se distraia com isso. Vote em quem Você quiser, escolha quem você quiser e pronto. Não se torne militante. Ao
contrário, seja militante do seu trabalho, do seu sonho, da sua família, do seu produto. Não se distraia. Os conteúdos da internet serão pensados para capturar tua atenção, para te botar raiva, para te produzir ódio contra a outra parte, seja lá qual for. Não importa que lado você tá, importa é o seguinte, você tem o seu principal papel, que é defender a sua Família, que é construir o futuro dos seus filhos e realizar os seus sonhos e projetos. Nenhum político, nem de direita e nem de esquerda, fará isso por você. Você é o único que poderá
mudar a vida das suas futuras gerações. Depositar esperança nos políticos e achar que isso vai resolver a tua vida é uma fábrica de frustração. Eu não desejo isso para você. Não importa se você é direita ou de esquerda. Eu não desejo isso para você. Portanto, não caia nessa Armadilha. 2026 tá aí para você abraçar, conquistar os seus sonhos, seus desejos e somente você poderá fazer isso. E é isso que eu desejo para você e para sua família. >> Favão, começando com os dois pés na porta. >> Tem que ser, porque os mamadores de teta vão
vir com dois pés na porta também. Senhoras e senhores, você que acompanhou esse episódio até o finalzinho, duas coisas. pelo as redes sociais de Flávio Augusto está estão aqui embaixo. Siga por acaso, se você não acompanha ele, cara, ele produz muito conteúdo, você tem que estar lá. E principalmente 2026 vem muita produção de conteúdo, muito projeto novo, >> muita coisa, >> muita coisa que a gente tá fazendo. >> Flávio tá trazendo muita novidade também. Então, acompanhe as minhas redes sociais, estão aqui embaixo também pra gente estar muito conectado. E eu Encorajo você, se você tá
vendo pro nosso canal, já siga, curta e compartilhe esse vídeo no WhatsApp de família com a galera do trabalho, com as pessoas que você gosta, que eu tenho certeza que vai gerar provocações, que obviamente se você está na nossa em alguma plataforma de streaming, já também deixa a sua avaliação e nós estamos muito felizes como você fez isso, entrou no top 20 Brasil. Palmas, como você fez isso? Um dos 20 maiores Podcast do Brasil de todas as categorias, terceiro maior podcast de negócios. Graças a sua audiência, eu fico muito feliz de encontrar aqui toda semana
com episódios cada vez mais relevantes, né, Flávio? >> Gente, foi maravilhoso estar com vocês. Uma ótima semana para todo mundo. Fica com Deus e até o próximo episódio. Beijo. Tchau. Valeu, plateia. Valeu, valeu.