Dou nada. Não dou mesmo. Oportunidade para oportunidade para estuprador. >> Não, mas o próprio >> oportunidade para est >> Eu tô conversando com polícia. Você tá conversando com ladrão. >> Polícia. Eu tô falando. Você poderia ser então tem crimes e crimes. >> Tem crimes e crimes oportunidade para ele matar minha filha? [ __ ] nenhuma. Deus, pelo amor de Deus, [ __ ] >> Existem sim pessoas que foram presas injustamente. >> Então, mas você também não é de direito. Se fosse direito não tava falando bosta aqui. Você é ladrão até >> eu sou prova viva
de Jesus resgatou. Mas foi de lá de baixo, cheão >> também que tem ladrão, tem criminoso na polícia. >> Você quer pagar de brabo pros outros? Tô pagando de bravo. Não tô pagando de bravo. >> Só que a gente não tem a visão que o Bolsonaro tem, mas nós foi taxado de ex-presidiá que eu aperto aqui porque quando eu tô perto de vagabundo, a vontade que eu tenho de apertar é gatilho. >> Você quer pagar de louco? Pagar de louco. Tomou foi no cu. >> Tomou foi no cu. Bosta assim bosta assim. >> Quem tá
assistindo aí rota. Vamos ver se ele grita com vocês quando você Enquadra. Caga na calça de bosta aqui. >> Roua. Ele rouba de tudo. Não é só galinha não. Se fosse só galinha, >> rouba também os impostos também. >> Então, exatamente. É. Então esse cara aí você não comenta, né? >> Não vou comentar já questão de uma questão é uma questão de escuta. >> Vive preso. Inclusive eu tenho informação, não vou falar da onde a minha fonte que aqui era para ser 25. Disse que não veio tudo porque metade Foi preso no meio do caminho.
Mas generalizando, você tá generalizando. Naí Buquell é o Salvador lá preso não tem colchão, tem [ __ ] nenhuma. O pior investimento que nós como cidadãos aplicamos é o sistema prisional, porque coloca um ladrão de galinha e entrega um membro de uma organização criminosa. >> Então cara que mata uma pessoa que pena é essa calma aí, calma aí, calma aí, calma aí, chef. A minha irmã tinha 5 anos, né? Ela sofreu um abuso, né? Foi Estuprada, né? Nem sei se nem sei se minha irmã vai gostar de eu estar falando isso aqui. Eu já te
peço desculpas desde já. E o policial que me baleou hoje, ele é líder de céula na mesma igreja que eu. >> Querem desencarcerar, soltar bandido nas ruas? Então na ideia de vocês da esquerda, >> não, não sou de esquerda. >> Você enquadra alguém, você vem perguntando, né? >> É o seguinte, vai dar hype, o direitos humanos entra e >> polícia você cresceu, então é só até aí que você vai falot >> até aí você vai, porque na política depender viu que o pai dele aqui, viu? Olá, pessoal. Eu sou o sargento Faur, sou deputado federal,
servi por 35 anos nas fileiras da Polícia Militar do Paraná, sempre na linha de frente Operacional, olhando no olho do criminoso. Hoje estou deputado federal, defendendo a pauta principal da segurança pública. Sempre digo, não adianta nada ter hospitais de primeiro mundo, escolas de primeiro mundo e morrer assassinado em um semáforo. Segurança pública é prioridade absoluta do cidadão. Estou aqui para debater com 20 exdetentos. Metade deles, dependesse de mim, já estava no inferno. Força e honra. Minha primeira afirmação. O sistema prisional serve muito mais para punir do que para ressocializar. Muito prazer, Arquimedes Castro. Não concordo
com esse tema que você levanta, que o sistema prisional ele é muito mais para punir do que para ressocializar, porque o resultado dele já demonstra o fracasso que o Estado tem com essa política de punição. Se essa política fosse realmente efetiva, com certeza nós teríamos uma taxa de Reincidência menor. Ou seja, essa essa filosofia de que punir vai trazer uma certa solução para pra segurança pública, ela já se demonstra falida. Partindo do desse princípio que a ressocialização ela não existe efetivamente. Ou seja, o Estado recebe uma pessoa lá dentro, um criminoso, da forma que quiser
colocar e entrega pra sociedade um cara dentro de uma organização criminosa, ou seja, potencializando o crime dentro dele. Portanto, não faz muito sentido só punir a pessoa, por mais que a cadeia possa também ser utilizada dessa forma, mas tem que ter sim uma política de ressocialização para tentar pelo menos resgatar alguns do sistema. Eu penso o seguinte, cadeia, cadeia não é para consertar ninguém, cadeia é para punir quem cometeu o crime. Eu tenho essa concepção comigo. Cadeia é pro sujeito pagar o crime que ele cometeu. Questão de Ressocialização vai muito do indivíduo. Eu conheci pessoas
que estiveram presos cumprindo pena em presídios federais, comeram o pão que o diabo amassou, foram torturados, sofreram horrores e hoje são pessoas inseridas na sociedade. Não porque o estado passou a mão na cabeça deles, mas porque eles enxergaram que aquilo não era para eles. A taxa de reincidência, eu já eu já digo para você, é que a punição é pequena. Se o presídio fosse tão ruim, como falam, se Fosse só punitivismo, como dizem que sofrimento do ser humano, ele não voltaria paraa cadeia quando saísse daqui. Virava santo aqui fora. Oportunidade tem, é difícil, não é
fácil. Ontem mesmo eu vi um vídeo de uma pessoa pedindo dinheiro. O rapaz falou: "Vamos comigo carpin um terreno ali, já monta aqui, já vamos, eu te pago." Ô meu, tá marcando, tá louco, o cara não quer trabalhar. Então, muitos que saem da cadeia, não querem procurar um novo Caminho, querem facilidade. Eu tenho um amigo que tem uma empresa de frutas e verduras, ele tem que estar no mercado 5 horas da manhã, 6 horas da manhã, essas frutas tem que estar na prateleira. E é área de tráfico e de contrabando de cigarro. Ele falou para
mim assim, ó, pago 2000, 2.500 por mês para um funcionário. O cara para fazer uma viagem Guaíra, Londrina com carro cheio de cigarro, ganha R$ 800 por viagem. Como é que eu vou conseguir competir com Esse tipo de oferta financeira? Aí quando o cara cai dentro de uma cadeia, aí ele é vítima. Aí eu que tenho que pensar em ressocializar ele. Aí eu que tenho que pensar em visita íntima para ele, em visita para ele, em mordomia para ele. Igual muitos deputados de de esquerda. O que você tá falando aí casa com o que os
deputados de esquerda falam, ressocialização que entrega nas mãos. Isso aí chama-se eh política de desencarceramento. Querem Desencarcerar, soltar bandido nas ruas com a desculpa de que se você manter o cara preso, ele vai ser coptado por uma facção criminosa. Eu estive visitando o presídio de Londrina, presídio estadual de Londrina. São sete galerias, a da um até a sete. A número um é para os presos comuns, os mais tranquilos, pequenos furtos e assim vai subindo conforme a gravidade. A sétima é para faccionados e simpatizantes. Não tem nada de misturar faccionado com crime comum. Se tá Fazendo
isso, isso sim tá errado. Agora, claro que o cara furta uma uma bermuda num varal, tem que ser punido. Agora não enfiar ele junto com liderança do PCC. Isso eu sou contra. É isso que nós precisamos modificar no Brasil. Agora, não soltar, desencarcerar criminoso para matar, estuprar. Vou falar um caso rápido aqui. Eu não sei o crime de cada um. Quem quiser falar aqui, fala para mim. Não sei se as regras do do programa prevêm isso. Então, eu posso estar Tratando com pessoas eh eh realmente eh criminosas e posso estar tratando com pessoas que cometeram
pequenos deslizes. Eu conheci um vagabundo que numa pequena cidade do Paraná ele estuplou, ele estuplou uma menina de 15 anos, introduziu o revólver nas partes íntimas dela, fez ela lambê, pegou uma pena pífia, igual essa que vocês falam de ressocializar, soltaram ele, ele saiu para uma grande cidade, Maringá, e lá ele foi, ganhou a confiança de pastores De uma grande igreja. Lá ele engordou os olhos numa menina de 10 aninhos chamada Márcia Constantino. Locou um carro, alugou um cômodo numa casa próximo da igreja. Num dia de uma festa com quase 1000 pessoas no pátio da
igreja. Ele falou, passou a menina falou: "Onde você vai, irmão? Eu vou buscar um bolo." Ela falou: "Posso ir junto?" Falou: "Pode." Levou a menina e estuprou de todas as maneiras que vocês pensarem. Esganou a menina e matou. colocou no bagageiro do Carro, levou numa área rural chamada do Zentão, estuprou o corpinho da menina em cima do capu do carro e depois tacou fogo com galhos de de cana seca. Se no primeiro crime que ele cometeu com aquela menina que ele estuplou e fez ela lamber a ponta da arma que ele tinha introduzido nas partes
íntimas dela, ele tivesse sido realmente condenado a uma prisão dura ou executado. Eu sou favorável à pena de morte para alguns crimes, entre eles esse tipo de crime, Estupro, violentos e com morte. E essa menina, Márcia Constantina, estaria viva hoje. Seria uma uma mãe de família. Então, ressocialização para quem quer, quem entendeu que o presídio não é para ele, que cadeia não é para ele, sai aqui fora e vira a gente. Não dependendo de passar a mão do estado na cabeça, que vocês não viram nada. Vocês não viram nada. Vocês precisam, vocês acham que o
presídio do Brasil é ruim. Dá uma olhadinha na no no Nas redes sociais. Naí Buquelli, para esse eu presto uma continência. Naíb Buquelli é o Salvador. Lá preso não tem colchão, não tem [ __ ] nenhuma. Cometeu o crime, tem que pagar. É que aí você entra em vários temas soltos, né? Você fala sobre uma questão de tipo de crime que a gente também poderia aqui abrir. Acabei de falar aqui. Eu não sei, >> não é que você é que você pega exemplos para trazer o seu argumento e justificar a questão da punição ou não
sistema Prisional, que aí abre abriria um pouco mais a margem pra gente conversar sobre isso. O problema em si é que a gente tá é comprovado que o estado não consegue ser efetivo com a política prisional. Ou seja, tem um modelo que chamado modelo CR, que é um centro de ressocialização, que a filosofia deles é essa. Eu mato o criminoso aqui dentro para que ele saia regenerado pra sociedade. Ou seja, você paga como cidadão pro estado pegar um sujeito, o sujeito, ao invés de ter uma Um momento de reflexão, momento de talvez pensar sobre o
ato que ele cometeu, ele sai de lá taxado com uma tarja de ex-presidiário. Nós já sabemos que o país sofre com o desemprego para pessoas que nunca tiveram passagem pela polícia. O cara, tudo bem que é uma questão de escolha, eu até vou concordar com essa questão, mas aí o cara depois ele sai sem a possibilidade de conseguir se reinserir na novamente na sociedade. Por quê? Ele já passou pelo sistema Prisional, mercado de trabalho para para ele já vai ficar um pouco mais difícil. E tudo bem que tem a questão do esforço do cara realmente
querer mudar a sua vida. Mas agora só queria que você refletisse na questão de até hoje o estado provou que o pior investimento que nós como cidadãos aplicamos é o sistema prisional. Porque coloca um ladrão de galinha e entrega um membro de uma organização criminosa pra sociedade. Então isso só demonstra ineficiência do Estado. O Estado não consegue nem combater o tráfico de drogas dentro do próprio sistema prisional. Ou seja, fazendo um novo apontamento que nem dentro da do lugar onde em tese eles têm um controle, não conseguem sanar esse problema de tráfego dentro do sistema.
Então, acho que nós deveríamos como sociedade refletir e repensar esse modelo falido do sistema prisional para que a gente tentasse resgatar alguns. Todos não vamos resgatar, porque tem Pessoas realmente que estão lá dentro que gostam do crime, querem viver do crime, pessoas que amam estar dentro desse desse núcleo, mas tem pessoas que merecem, assim como eu, fui ressocializado, existem vá e tantos outros meus companheiros aqui que abraçaram a oportunidade para ter uma nova história e reescrever a sua, né, a sua trajetória de vida. Então você eh com o seu esforço como conforme você tá dizendo,
viu que aquilo não era para Você. Agora eu tenho certeza que o estado não passou a mão na sua cabeça. Acontece que você fala em pegar um ladrão de galinha, isso aí é genérico. Fala assim, ladrão de galinha, amor. O cara é, ele rouba celular, ele rouba moto, ele rouba bicicleta, ele entra na casa, rouba um televisor, ele não quer saber. Ele rouba o teu pagamento que tá no teu bolso, que o cara acabou de receber, trabalhou o mês inteiro, ele rouba no Rio de Janeiro. Teve caso de Ser abordado 5 horas da manhã, ter
o celular, o dinheiro e a marmita que o cara ia comer meio-dia foi roubada, né? O cara meteu a máquina no ponto circular. Então esse tipo de gente, como o presídio não ressocializa, então na ideia de vocês da esquerda, >> não, não sou de esquerda, só para deixar claro, tá? Porque a gente defende uma ideia é a mesma da esquerda. Então aí é uma >> então, mas você também não é de direito, Porque se fosse de direito não tava falando bosta aqui de ressocialização. >> Isso isso não é bosta, isso é uma questão dado objetivo.
Bosta bosta assim. Sabe por entender que você fala bosta, >> tá? Eu falo bosta mesmo, mas por isso que por isso que eu tô aqui e você tá aí. Então por isso que eu falo a questão de de ressocialização, de você falar que o ladrão de galinha, o ladrão de galinha é esse que rouba tudo que você pensar. O Tênis, o chinelo, a calça, a bermuda, ele rouba de tudo. Não é só galinha não. Se fosse só galinha, >> rouba também os impostos. Tá, então, exatamente. É, então esse cara aí não vou comentar já. Quem
quem você quem você quer dizer? Então, deixa eu terminar só, deixa eu terminar só meu raciocínio aqui. Então, você, então você tá querendo dizer que esses caras tem que continuar solto aqui porque dentro do presídio ele vai ser optado por uma Facção. Belezura. Então, então vou continuar roubando celular, galinha, como você disse, porque o presídio equivocado, tá equivocado. Eu tô dizendo que o cara entra ladrão de galinha e o estado devolve pro pra sociedade um membro de uma organização criminosa. >> Tá, então vamos falar aqui. Você já ouviu falar no Ferruge? >> Ferrugem não. >>
O Ferrug é da sintonia final do PCC. Pelo menos era até 11:30 da manhã. Trombou com carrota. Esse cara também deve ser um cara que roubava galinha e entrou no presídio e soltaram ele como um faccionado. Ele tomou, foi no cu. Tomou, foi no cu. Então o cara tem que saber que se ele tá roubando galinha, não deu certo, ele quer sair faccionado, ele quer ser coptado, ele vai trombar com a rota, ele vai se [ __ ] Então é isso que eu tô querendo explicar para vocês. O cara tem que saber até onde ele
vai, >> até onde ele vai, se foi bom para ele, se não foi bom. Tem cara que você falou que acostuma não com eh PCC, com pequenos crimes. Tem cara que vive preso, vive preso. Inclusive eu tenho informação, não vou falar da onde a minha fonte, que aqui era para ser 25. Disse que não veio tudo porque metade foi preso no meio do caminho. Saíram para vir para cá, vou fazer um furtinho, vou vender um baseadinho e aí eu vou lá no >> Então você então você, então você parte de uma premissa? Você parte não,
você parte de uma premissa que todo ex-presidiário ele é um potencial criminoso. Então >> não, não, não é todo ex-presid porque você falou agrioso. >> Ele é um criminoso. >> Expresidiário. O ex-presidiário. >> Sim. O ex-prigidiário é um criminoso. Ele é um criminoso. >> Sim. Que cumpriu a pena. >> Não, ele é um ex- criminoso e um ex-pridiário. Então, então você tá me dizendo então que o cara ele sai da cadeia. Essa é sua filosofia. >> Então o cara que mata uma pessoa que é extremo. >> Não, você tá indo pro extremo. >> Mas ele
é ex-assino? Não, você tá indo pro extremo. Lógico que ele é um ex-assino impotencial. Ele vai ficar matando então pessoas porque você tá, ó, ó a sua Premissa como ela é perigosa. >> Você acabou de dizer que cinco pessoas que poderiam estar aqui não estão porque você recebeu uma informação que no meio do caminho foram praticar um crime. >> Você tá partindo de uma premissa de que todo expresidior ele é umidário. >> Não, você estão aqui, não foram praticar o crime. >> Não, mas você tá dizendo, >> eu tô falando que cinco foi. >> Não,
não, não, não. Você não. Você Acabou de falar. >> Sim. O que que eu falei? Você acabou de falar que todo ex todo ex todo ex-criminoso, todo ex-criminoso, ele é um potencial criminoso. Ou seja, eu sou um ex-criminoso, já pratiquei já meu ato e paguei por ele. Então eu também sou visto pela sociedade como um criminoso. Ou seja, eu vou ser sempre visto como uma pena perpétua. É uma pena perpétua que você tá me propondo aqui. >> Porque eu posso ter falado assim: "Fiz Merda na minha vida, foi errado o que eu fiz, não quero
mais saber do crime, abandonei e não sou mais potencial criminoso." Na sua leitura, você tá dizendo assim: "Não, você já passou pelo sistema, já foi criminoso, você vai continuar". >> É, essa essa leitura é complicada. Eu vou te explicar porquê. Porque tem criminoso e criminosa. Eu falei no começo aqui, eu não sei o crime que cada um cometeu. Agora é o seguinte, tá? Eu Falo para você, >> eu falo para você, um profissional trabalha dentro de sua casa para ir lá e fazer uma limpeza, fazer um uma limpeza de piscina, qualquer coisa. Esse cara cumpriu
pena porque estuprou e matou um adolescente. Você receberia esse cara dentro da sua casa, mesmo ele ressocializado? Se ele chegar na porta da minha casa e falar que vai limpar a Piscina, eu vou afogar ele na piscina. Ele vai tomar no centro do cu dele. É isso que eu quero dizer. Agora o cara fala assim: "Má, >> mas eu concordo com você." Mas então tem crimes e crimes >> tem crimes e crimes. Oportunidade para ele matar minha filha? [ __ ] nenhuma. Não, mas você dou nada. Não dou mesmo. Oportunidade para >> Oortunidade para estuprador.
>> Oportunidade para estuprador. >> Eu dou uma oportunidade para um cara que no passado deu um cheque sem fundo, um cara que tava quebrado, comprou uma uma compra no mercado, não pagou. O cara que furtou, até furtou uma bermuda porque tinha vontade de ter uma bermuda. >> Sento, a su a sua linha de raciocínio, ela é tão ela ela também aplicado pra gente que o próprio crime não aceita esse tipo de crime do crime do estupro. O próprio crime tem as regras até pena de morte para esse tipo de crime. Então Você colocar a gente
como apoiador supostamente desse tipo de sujeito. Mas é por isso que por isso que eu falei, >> eu também não aceitaria esse cara na minha casa, mas esse crime específico não, mas aí você tá falando, você pegando um extremo, igual goleiro, um exemplo aqui, o goleiro exema perí nessa conversa aí, mano. Pode, acabou, >> pode entrar. Eu não sei nem onde que eu Aperto aqui. Eu não sei nem onde que eu aperto aqui, porque quando eu tô perto de vagabundo, a vontade que eu tenho de apertar é gatilho. Mas é, você vai fazer coisa que
você não tem envolvimento com criança. Agora tá, o cara, o passado do cara, eh, pedofilia, vários crimes de pedofilia, foi preso, cumpriu a pena, saiu, é um cidadão livre, aí vai trabalhar onde? numa creche. Ah, pelo amor de Deus, [ __ ] Esse tipo de ressocialização Que vocês querem. >> Eu sou polícia, [ __ ] Eu sou polícia. Eu tenho experiência de vida. Eu já vi muita gente, muita gente que cometeu crime. Cometeu crime. >> Polí é polícia ou você é ex-polícia, chefe? >> Sou polícia. Não tem ex polícia. Eu sou polícia. >> Então, então,
então quer dizer então que eu sou, então sou ladrão. Que eu não tenho exadrão. Você é ladrão até >> eu sou prova viva de Jesus. Resgatou mano pessoa de lá de baixo, chefão, você quer pagar de de bravo pros outros. Então, então fala mesmo tom que eu. Fala no mesmo tom que eu que você é patriota. Eu não, eu não ando por lado nenhum. Você sabe com quem eu ando? Eu ando com Jesus, entendeu? Você quer pagar de louco em cima do canal? Mano, você quer voto assim desse jeito? Descontrolado? Você quer voto descontrolado, mano?
Você vai regenerar quem? Um filho meu. >> Ó, eu errei no passado. Calma aí, calma aí, calma aí, calma aí, chefe. Eu errei no passado. Você não sabe. Você nem perguntou todo mundo aqui. Mulher tá fazendo aqui. >> Mas eu acabei de falar. Então, é uma garota de programa. Você não sabe o o o barato dela. Então você pergunta, rapaz. Quando você enquadra alguém, você vem perguntando, não é? Você não tem um protocolo? >> Quando você enquadra alguém, você não Tá. A nós tá num debate, nós tá no podcast. Você chegar, não sei nem quem
tá aqui. Primeiro você já errou falando que bandido tem que tá tua metade morto. Aí depois errou de novo. >> Você falou que você não é rei. Você falou que você não é ex polícia, então eu não sou ex ladrão. Então se você >> você não é ex polícia, eu também não sou ex ladrão. Você tá conversando com ladrão. >> Eu tô conversando com polícia, você tá conversando com ladrão? Sou polícia. Eu tô falando você poderia, se eu tivesse saído da polícia, >> você pegou eu, você prendeu eu, então você não prendeu ninguém, parceirou de
porque Jesus tirou eu de você, porque se não era você ou par, se não era você ou eu, entendeu? Esse bigode se eu nem ia existir mais, entendeu, irmão? Porque você tá falando, né? Porque você tá falando que não, como você vai me Regenerar? >> Como que meu voto do meu filho vai para você, loucão? Você tá chav, você não vai regenerar nem sua família. Primeiro, >> se seu filho errar, você vai matar ele. Louco, >> meu filho. >> Você não é atitude dos seus filhos, irmão. Nós cria os filhos pro mundo. Eu fiquei sozinho.
>> Mas se trombar com a polícia, a polícia mata ou vai deixar de matar? >> Porque ele vai ligar para você, porque você tem lá, ó. Porque quando os pessoal toma em quadro, ó, eu sou polícia. Aí vai lá, liga para outro, né? Aí passa um pano pro outro. Agora quando é ele ladrão, ó. Pera aí. Aí você fica de cantinho aí, rapaz. Vamos ver o que tem aí. quer começar a quebrar carro, quer rasgar a coxa, eh, estofado e tudo só para porque ele teve um passado, irmão. Tem um passado ó, quem tá assistindo
aí, rota. Vamos ver se ele grita com vocês Quando você enquadra. Caga na calça esse bosta aqui. Aí tá dando uma de bola aqui. Tá dando uma de bola bosta já me quadrou já. E você não ficou gritando e falando que arrancar o big aqui você tá dando a mesma coisa que eu falo com você. Aí você sabe quem é que você já saiu, começou a falar ah monte de crime, eu quero que tá morto. Cinco que não veio para cá tá preso. Como que você quer voto de qu? >> Desse jeito você quer crescer
na onde? Desse jeito. Na polícia você cresceu. Então é só até aí você vai >> até aí você vai. Porque na política dependência não vai não. Meu filho viu que o pai dele foi regenerado. Meu filho viu que o pai dele foi regenerado. Jesus resgatou nós. Agora você vai querer o voto do meu filho desse jeito aí. Voto do seu filho. E o seu filho nem vota >> por enquanto. Por enquanto. Mas nem você não vai votar. >> Nem vai. Nem quero o voto dele não. Eu tô falando aqui. Eu tô de boa. Você vai
fartar. Tem água nessa [ __ ] não. >> Segunda afirmação, entrar no crime é uma questão de caráter e não de pobreza. Quem que quer agora? Falta falar que preso é santo, que que entra no crime porque é pobre, porque não tinha o que comer. Aí você também quer me quebrar. Pode falar. Beleza. Concordo com o senhor que entrar no Crime é questão de caráter, não de pobreza, tanto crime político como crime policial. >> Sim, >> como todos os outros tipos de crime que quem comete >> Não, mas eu tá você tá falando, vou te
vou ter que te interromper, até porque ficou faltando para um menino que falou aqui, ele falou do do colarinho branco, dos políticos, tal. Eu vou falar para você, criminoso é criminoso. >> Criminoso é criminoso. >> Criminoso é criminoso. E para mim, independente do cara ser deputado, que pior ainda, porque quando o cara é pobre não justifica ele ser criminoso, mas ainda até entende que ele quer uma uma camisa, ele quer usar um tênis, vou lá, vou vou vou furtar, é errado. Mas a agora o rico, ele tem um patrimônio de 100 milhões e continua roubando.
Nós temos inúmeros casos disso. Então, bandido é bandido, ladrão, vagabundo, Independente de classe social. Então inclusive eu sempre falo, >> certo, >> o Lula é ladrão. >> Concordo. Concordo. E assim, só que aí entra no detalhe. Eu concordo também que tem ladrão, tem criminoso na polícia infiltrado. Tem muitos >> muitos nesse detalhe. Então assim, a gente não pode chamar só porque o senhor é da polícia. Eh, por exemplo, quando o Senhor fala assim, heróis, aquelas pessoas de certa região vai imaginar aquele corrupto que usa uma farda, >> você entendeu? Aí ela se sente meio como
um herói, esse cara nesse quesito. Então existe sim, vou dar um exemplo assim, eh, peço aos irmãos a licença aqui, que eu, graças a Deus, eu tive um pastor que foi meu despulador, que é o pastor Marx, que era da Rota, aonde ele me instruiu eh sobre o evangelho, aonde ele me ensinou sabendo quem eu era, contei tudo Para ele o que eu fazia. E o policial que me baleou hoje, ele é líder de cela na mesma igreja que eu. E o pastor Marcos que trouxe nós dois, colocou na frente e falou assim: "Ó, ele
é meu filho e nada vai acontecer com ele." E ele me explicou tudo que aconteceu com você. E esse policial hoje, ele é líder de célula. O pastor Marcos, infelizmente, foi alvejado de bala. O Nantes conheceu ele, o Castro conheceu ele. Então o que eu quero dizer é assim, Foi falta de caráter, mas um policial me resgatou, cuidou de mim, transformou a minha vida. Então, por isso que eu não posso chegar aqui também crucificar a instituição. Existe pessoas e pessoas e é questão de caráter sim, mas tanto de pobre tão nesse. Por isso que eu
digo para você uma ideia como eu não eu não eu não eu vou rasgar da própria carne que ontem saíram matérias, inclusive no Jornal Nacional, em outras matérias, a operação Contenão no Rio de Janeiro Matou 117 criminosos e morreram quatro policiais no primeiro momento, depois mais um no hospital. Ontem foram presos cinco policiais através de investigação das imagens das câmeras corporais que furtaram fuzil que era para tá apreendido e não e mais umas peças de uma picap lá. Então, todo lugar, todas as profissões têm os bons e os ruins. A vantagem da Polícia Militar é
que quando ela tem conhecimento formal do crime, ela tem uma corregedoria e ela expulsa e Manda pro presídio Romão Gomes aqui em São Paulo, >> que no caso seria os direitos humanos de vocês, porque ela não pode ser julgada. Então, quando você fala que o bandido tem direitos humanos, é praticá que vai chegar nesse tema que aí depois a gente volta, é praticamente um direito humano do policial ser jogado por eles mesmos, certo? Porque se for aí depende o crime. Depende o crime. Tem o crime militar e tem o crime comum. Por exemplo, matou Uma
pessoa eh em crime comum. Agora tem o crime militar. Você tá dentro da da área militar, comete um crime, a justiça militar. Mas a justiça militar direito humano >> Sim. Mas você pensa que a justiça militar é só policiais? Não. Tanto que esses militares do do desse núcleo que foram condenados agora por esse malfadado golpe que para mim não existiu, mas em que cada um tem a sua Consciência, eles vão ser julgados no Superior Tribunal Federal. São 15 juízes, então são militares etogados, não é só militar. Então não, então tem juízes de carreira que vão
julgar os militares para ver se eles são dignos de de manterem a sua farda, os seus vencimentos ou não, >> certo? Então não é não é bem assim. >> Bom, a questão do crime, do criminoso Ada Play, >> pode falar. >> Essa questão de caráter é uma questão pouquinho mais profunda, porque como é que você vai cobrar caráter de uma pessoa que não teve nem instrução sobre uma questão do que é ética, do que é bom, o que é ruim? Porque a gente tem que analisar isso com uma certa cautela também. O estado não oferta
pra gente uma educação, uma uma educação boa, qualificada, para que esses essas pessoas, esses jovens entendam o que ético, entenda o que realmente é uma Formação do que é certo, do que é errado. Porque é que nem eu falo, é um debate que a gente pode falar assim: "Ah, é questão de caráter, tudo vagabundo, mas quem quer aprofundar e entender realmente a raiz do problema, que no caso seria, e esses lares disfuncionais, pessoas que não conseguem dar um mínimo, um mínimo de educação, porque para você construir um caráter de um ser humano, você tem que
levar para eles essa oportunidade, mostrar: "Olha, Isso aqui é certo, isso é errado, roubar não é legal". E a gente vê no Brasil, infelizmente, que não tem esse incentivo do Estado. Não é justificativa, mas é pelo menos um olhar para que a gente veja, pô, aonde também tá falhando o Estado para contribuir para que essa taxa de criminalidade aumente tanto. Então, acho que a gente deveria também dar um pouquinho de culpa pro estado nessa negligência que ele dá na questão da educação. Não, primeiro que eh eu creio assim, tenho uma concepção, claro que tem famílias
e famílias, mas a primeira educação quem dá é a família, quem quem mostra o que é certo ou errado. Tanto que eu tenho uma neta de 4 anos, por exemplo, quando ela tinha dois, quando ela ia fazer bagunça, jogar farinha no corpo inteiro, ela fazia escondido porque ela sabia que tava errado. Ela tinha do anos. Então, Quer dizer, a pessoa já tem uma noção do que é certo ou é errado. Agora, quando a pessoa vai eh começando a frequentar um banco escolar, começando a a a conviver com pessoas de todos os tipos, ela começa a
ver o que é certo, é errado. Aí quando tem 18, 19, 20 anos, entra no crime, começa a praticar furto, roubo, tráfico de drogas, essa pessoa vai creditar aquilo pela formação dela, que ela não sabia que aquilo era errado. Não, porque ela foi corruptada dentro do Cenário que ela vivia. Porque muitas vezes a referência para aquele jovem, por exemplo, que entra no tráfico de drogas, ele olha pro traficante e fala: "Poxa, esse cara realmente é o que eu quero ser." Não porque ele queira ser traficante, entenda, ele olha pro traficante, fala: "O traficante tem dinheiro,
o traficante tem boas mulheres, o traficante tem status social". E de repente ele usa aquilo como uma coisa certa, uma concepção Correta que tá equivocada, mas ele entende que aquilo na cabeça dele é certo, porque ele também quer ter dinheiro, ele também quer andar com tênis legal, ele também quer ter as menininhas. >> Não. Sim. É por isso que eu eu já citei, inclusive em entrevistas minhas, eh, a questão do da impunidade. Você pegava jovens com maconha vindo do Paraguai. Era muito comum em ônibus vir com 20 kg, 10 kg, 15 kg, jovens de 14,
15, 16 anos. E saíam da delegacia primeiro que eu. Eu tinha que fazer um monte de papel, chegavam as conselheiras tutelares, levavam paraa casa da mamãe porque é menor de idade. Aí eu falava o seguinte, aí ele mora determinada cidade, determinado local. O vizinho, menininho da mesma idade, viu ele com uma bicicleta bonita, viu ele com videogame e viu que ele traz droga e viu que ele foi preso ou apreendido, como diz a lei, e viu que não deu nada. Ah, eu vou fazer Também porque ele conseguiu vários objetos que custam caro, cometendo crimes e
não foi punido. Então, a impunidade também faz parte. Essa sim culpa do Estado. A impunidade faz parte da e é é um fator preponderante para o aumento da reincidência e da criminalidade. O cara entra numa cadeia para cumprir 10 anos, fica 8 meses, 6 meses, 1 ano e sai. Então >> mas como qual cadeia é essa? Porque Assim, esse é um mundo fantasioso que muitas vezes existem narrativas que falam assim: >> "Não, esse é fantasioso mesmo, porque na verdade não fica nem isso, sai bem antes, né? Isso, isso, isso é um descol, isso é um
descolamento da realidade. >> Rapaz, eu trabalhei 35 anos na polícia, eu prendi um cara vendendo droga. O cara tava vendendo droga. Eu peguei o cara, eu recebi a denúncia, campanei, que eu trabalhava com um carro Descaracterizado. O o o cara tava vendendo droga no bar, fui, peguei no bolso dele, peguei na na na no banheiro, bucha de maconha, dinheiro. Fizemos fragante no artigo, naquela época, artigo 12, lei 6368 76. Na outra noite eu tava de folga, frequentava um barzinho, embora eu não bebo bebida alcoólica, frequentava um barzinho na esquina da minha casa jogando snuca. Ele
passou, falou: "É Faur, nós não fica não". Então que [ __ ] É essa? Isso não. Isso é um descolamento da realidade. >> Então só se aqui em São Paulo fica preso, Paraná não fica. Eu vou falar aqui de São Paulo. Eu sou advogado criminalista, atuo todo dia com isso. Todos os dias. Tem muitas pessoas que dizem assim: "A polícia prende, a justiça solta". Isso é um eu sou um que falo isso. É verdade, mas eu vou eu vou me basear em São Paulo, tá? Eu não vou eu não vou ter a audácia de falar
pelo Brasil inteiro. Mas em São Paulo, o Tribunal de Justiça, por exemplo, do estado de São Paulo é mão de ferro. Você entra com ABCP, você faz um pedido, eles não soltam. muitas vezes se soltam em audiência de custódia por conta da questão do cara ser primário. O governador de São Paulo, >> Tarciso de Freitas, foi lá em Brasília no PSD e falou, eu repito isso várias vezes, Tarciso de Freitas falou que tem casos em São Paulo de criminoso que já Foi preso, não é por furtar 30 celulares, entrou e catou uma caixa de celular,
foi preso 30 vezes por furto de celular, 30 vezes entrou e saiu. As audiências de custódia são portas giratórias. Quando vem um cara dizer que é advogado criminalista. >> Porque você tá desprestigiando os próprios juiz de de de custódia. Ministério público. O Ministério Público pede sempre a prisão preventiva. Os Juízes converte, converte, converte. É porque aí você tem que pegar os dados objetivos e e comparar porque senão fica na narrativa, sargento. Fica na narrativa, fica na narrativa. O estado de São Paulo ele é muito mais punitivista do que realmente dessa forma que está dizendo que
soltam os presos. Não é porta giratória. Nós que atuamos na questão da defesa, principalmente a gente tem muita dificuldade de concessão de liberdade provisória. É um equívoco Esse pensamento, com todo respeito à sua visão divergente da minha. Mas não é, não é eu que tenho visão e nem narrativa, não. Isso aí são fatos narrados. criticados pela própria imprensa de outurnamente. O cara não fica preso. Pergunta para qualquer polícia de rua que aborda, [ __ ] que aborda os outros na rua, vê quantas passagens o cara tem. Então, quer dizer, esse cara ficou quantos anos preso
por cada passagem? >> Mas você diz que uma condenação de 10 anos, o cara fica 8 meses. Isso é totalmente descolado com o que realmente acontece na vida prática. Porque o cara pega uma pena de 10 anos, ele vai ficar no mínimo uns 5 anos trancado, porque ele depois ele vai pra progressão de regime. Então assim, o problema são as narrativas sobre o tema. Eu acho que é um tema sério, é um tema que a sociedade tem que elevar o nível desse debate e não ficar mais preso em narrativa. Solta Preso, não pune, preso, solta
preso. Eu acho isso muito pobre. Por isso que eu tô tendo essa oportunidade de conversar com você. Agradeço esse respeito múltuo que tá tendo da nossa parte para que a gente possa realmente elevar esse debate num nível superior para trazer solução pra sociedade. Porque eu não sou discurso de defender bandido, luto e tenho o meu discurso contra a criminalidade. Defende bandido, mas é advogado. >> Mas advogado defende direitos. Então é defender direitos é diferente defender o ato. O ato do cara é diferente, >> rapaz. Deixa eu falar uma coisa para você. Tem advogados e advogados.
Não conheço sua maneira de de trabalhar. Agora é o seguinte, você fala que advogado defende direito, tá? Advogado defende direito. O advogado defende direito. É quando ele pega o cara que é criminoso, o cara chegou falou: "Doutor, matei". Tá, então vamos fazer a sua Defesa. Matou porque isso? Porque aquilo? Até um advogado falou para mim que o melhor crime que tem para defender é o homicídio, porque todo homicídio tem um motivo. Ele falou para mim, um advogado antigo. Mas o que eu quero dizer para você é que tem advogados que você prende o cara com
40, 50 pedras de craque, dinheiro, o cara confessa para você que vendeu. Você chega na delegacia, o cara, o advogado chama o cara no canto e fala: "Não fala que foi O sargento que colocou". Esse cara tá defendendo direito. Esse cara é bundo. Mas aí e o policial também que pega a droga. Mas e o policial que for? Esse é outro bandido. >> Exatamente. Tem bandido. Advogado. Falando de advogado. Tá falando que advogado defende direito. >> Na constituição. Advogado defende direito. Mas tem uns que defende bandido. Porque ele poderia falar: "Não, você tem o direito
de ficar calado, Então você não responda nada. Agora você falar que a droga não é sua e que foi o sargento que colocou, >> quem tem que levar um tiro na cara é o advogado. >> Então, mas a está medindo a classe dos advogados. Olha como isso é grave que você tá falando. >> E você tá medindo a classe dos policiais. Acabou de medir agora. Eu peguei o próprio veneno seu, joguei contra você. >> Você generalizou agora. >> Eu acabei de falar, você falou que não defende bandido. Eu falei: "Defende porque você é advogado." Você
falou que defende direito. O direito do bandido. Todo mundo tem o direito de uma defesa, independentemente se você concorda ou não com o ato do cara. São estado democrático de direito. >> Eu conheci advogado que eu cheguei com traficante lá e falei: "Esse cara é assim, assim, não vou defender essa Bosta não". Virou as costas e foi embora. Aí eu >> ex eu também como ética, eu não defendo, por exemplo, estuprador, pedófilo, esse tipo de crime, eu não não defendo por uma questão. >> Ah, então então que você quer dizer que o advogado que defende
é sem ética. Ah, respeito. Ah, falou aqui. Uh, >> não é uma questão de ética minha. É uma questão de escolha. Você que defende é falou. Não, eu falei isso. Você que tá falando. A minha é você colocou palavra na minha boca. Não, não. Você que tá colocando palavra na minha boca. >> Eu tô falando que tem advogados e advogado. Você falou que defende direito. Legalmente. Advogado defende direito. Tem uns que defende bandido e tem uns que passa recadinho >> pro chefe do comando vermelho. Isso aconteceu lá em Catanduvas, no Paraná. E tem policial também,
que na mesma ação, Por exemplo, foi preso polícia e advogada e o Diabaqu. >> Exatamente. Tem problemas em todas as instituições, em toda a camada social. Não dá para generalizar, mas é isso. >> Sim. Beleza, fechou. Saidinha e visita íntima tem que acabar. Saidinha, inclusive já foi aprovado o fim. Só tão os que já estavam cumprindo pena. Vixe, é, vem o bravo. [ __ ] é essa? Também. >> Tô. Cadê >> esse tema aí de saidinha? Tem que acabar. Eu não sei como que funciona porque eu não tive saidinha, mas vel. Eh, tipo, eu fui
preso, foi a primeira cadeia, entendeu? Eh, caí com 6 kg de maconha, três de farinha, foi pasta base. Eh, foi uma carguinha aí, né? Lá na Mundo Pereira de Gamarães. Eh, eu não tive saidinha, né? Tipo, nesse concede, ah, saidinha tem que acabar, não sei, porque tem gente que tem família, eu já não tive, entendeu? Eu entrei no crime, Não foi porque eu quis, foi para tentar minhas irmãs e tal. É, eu aprendi porque eu não tive saidinha, não teve ninguém levando jumbo para mim, ninguém levou comida, ninguém foi me visitar, não tive visita íntima,
então aprendi ali ferrado, entendeu? Então aí foi o que me ajudou eu a crescer na vida, entendeu? E tem uma mente ali fala: "Não, pera aí, eu não quero passar por isso de novo, eu vou ter que chegar lá fora e fazer tudo diferente". Entendeu? Agora eu já vi Também no caso que pessoas que teve saidinha, teve legalização toda, tem jumbo, tem tudo isso daí e quando chega aqui fora aqui você tá vendo como que tá o dia de hoje, entendeu? O jovem não quer pegar uma pá, não quer fazer nada, entendeu? Aí vê a
situação tudo difícil, tá com uma pedra na viatura e volta para preso de novo. Deu porque tá mais fácil viver preso do que na rua. P que ninguém quer trabalhar. Aí aí ele para a vida dele e parar da mãe dele, porque a mãe Dele vai parar lá e meu filho que tá lá porque ela não sabe se ele tá comendo, se ele tá bebendo e tal, se se o Gir tá invadindo, dando borrachada, porque quem tá preso lá é nós, né? Nós sabe, nós errou e tal, mas tem muitos que se sacrifica pra família,
entendeu? Eu mesmo se sacrifiquei pela minha família, porque senão os outar pegar minhas irmãs, eu não sei o que que eles ia querer que ela é mais velha. Eu tive que cuidar da minha outra irmãzinha. >> Eu vou te fazer uma pergunta, você responda se quiser. Você falou que puxou por causa que caiu com >> não >> farinha. Deve ter [ __ ] numa padaria. Então, >> lógico. Com tudo. A a tia Benta. A tia Benta ainda. >> Mas tá enfim. Você puxou, >> pegou quanto condena? Puxou quanto? >> Eu peguei sete sete 7 anos
e 3 meses. Eu puxei 7 anos. pegou sete, três meses, Puxou sete, >> sete de p, não tive saidinha, não tive nada. E a e eu tudo de boa, trabalhava na bugná, entendeu? Que é onde fazia a peça de de torneiras e tal, entendeu? Trabalhei na manutenção interna e externa, tudo tentando me regenerar, mas sempre o crime também me buscando, entendeu? Que eu era >> Mas você voltou a cometer crime depois que saiu? Então tá aí, ó, um exemplo. >> E não teve saidinha, >> puxou a cana praticamente de testa. 7 anos e três meses,
puxou sete, saiu e virou gente aqui fora. Então, ó, acabar com essa [ __ ] essa saidinha. >> Porque eu falei, eh, eu lembrei da palavra que a minha irmã falou, que a minha mãe não deixou nem um nó e nemum puto, entendeu? Ela seguiu, eu ainda dei uma desviada, porque homem, tipo, na sociedade do mundo é mais fácil você entrar pro lado errado do que mulher, entendeu? Hoje, hoje não, hoje tem mais Mulher entrando de um lado errado do que homem, entendeu? Você vê que tem várias mulheres também quer trabalhar, entendeu? Mas também não
tem oportunidade. Tem várias gente que saiu da cadeia, também não tem oportunidade. Tem gente que saiu da cadeia e não quer, também não quer trabalhar, porque ó, ó como que tá o mundo, irmão. Tá mais fácil você dar um golpe, você faz um negócio ali, entendeu? Falar da vida ali, do que você viver a sua vida, Entendeu? Olha, eu eu vou eu vou vou falar então, já falando em saidinha, nós aprovamos na Câmara dos Deputados um um projeto de relatoria do deputado Guilherme Derrite, atualmente secretário de segurança que está saindo do cargo, segunda-feira se apresenta
como deputado definitivamente e a o fim da saidinha, tá aí entenderam que a lei não pode retroagir para prejudicar. Então, quem já estava cumprindo pena, quem já estava condenado, continua com a saidinha e Espera-se que pros criminosos que foram presos depois da promulgação da da lei da saidinha, eles não tenham mais a saidinha. Eh, a gente entende duas duas formas de de da gente analisar o por nós somos contra determinadas, entre aspas, eh, regalias, algum benefício para para os presos. Primeiro, eh, não podemos generalizar, mas parte dos presos não voltam, saem e não voltam. Parte
dos presos que saem cometem novos crimes. Isso acaba manchando muitos que têm boa Intenção de usar a saidinha para alguma coisa produtiva, para ver os filhos, para ver a família, que também acontece. Não posso ser hipóc hipócrita em falar que não, mas eu penso o seguinte. benefício para qual tipo de crime nós temos que que martelar muito o tipo de crime. Por exemplo, nós falamos aqui em segunda chance, a vítima não tem uma segunda chance, ninguém quis quis vir debater, tá? Tem tem tipo de crime que a vítima, você faz um furto, você leva R$
200 do bolso do de uma de uma pessoa, assalto, é traumático, o cara, dependendo do tipo da pessoa, fica traumatizado, precisa até de terapia, porque o cara chegar com a máquina, me dá o dinheiro, me dá o celular, o celular é mais gravoso ainda, porque hoje a nossa vida tá dentro de um celular, não é mais apenas um um aparelho que custa R$ 1.000. Ali tá fotos íntimas da namorada, fotos íntimas, ali está contatos de trabalho, Contatos de amigos, contatos de autoridades e eh aplicativos bancários. Então, é uma série de coisas que torna o celular
uma coisa mais gravosa de se levar. É diferente de você ter um celular no bolso, R$ 1.000 no bolso e o cara levar o 1000. E prefiro 1000 vezes. Vai fazer falta? Vai, mas não vai me [ __ ] igual levar o meu celular. Imagina, eu vou ficar pensando, [ __ ] o que que esse cara tá fazendo? Correr atrás de banco, Correr atrás de tudo. E mas a vítima ainda em muitos casos, tem uma segunda chance. Ela se recupera, ela trabalha, ela ganha. Agora, o homicídio, o estupro. Ah, mas a vítima vai continuar vivendo,
sim. Mas qual o trauma de uma menina de 17 anos que tá vindo da escola? é abordada por um marginal, dois ou três, é violentada, fazem sexo de todas as maneiras com ela, contra a vontade dela. Qual que é o trauma? Essa, essa pessoa tem uma segunda chance. Então, nós temos que tratar eh criminosos e criminosos. Por isso que eu falo para vocês que é difícil chegar e olhar na cara de cada um aqui e falar: "Você não vale nada, você não deveria ter perdão, você." Eu não sei o que vocês cometeram. >> Foi igual
o senhor chegou e falou: "Ah, tem um monte aqui, eu não sei nem que todo mundo quer que morre". Foi o que você falou. Metade só, >> então. Metade só. Mas e se essa metade Incluir eu, velinho? >> Não, mas você se a metade incluir o chocolate, velinho. E aí, como que vai, meu filho? Minha e meu filho? Não, se for nem você nem me conhecia. Agora que você tá conhecendo eu tá gostando de mim. >> Você me >> E se você trombasse eu na rua, você ia falar o quê? Eu tô regenerado. Não, assim,
do jeito que eu tô, eu tô regenerado pela minha, pelo meu físico. Eu tô regenerado. Eu ainda tô no no balaco. >> Não, primeiro que se se eu chegar em você e eu puxar tua ficha, você puxou 7 anos de cadeia, eu como bom policial já ia te ver com outros olhos. Não matar não. Eu já ia ficar você falar balaco, braco, velho, não sei o que, eu já te socava o braço. >> Deus te abençoe. >> Não, mas eu tô falando que é verdade. Obrigado. Deus te abençoe. >> Muito obrigado. É nós. >> Aí
ficou com medo que me ameaçou no começo aqui. Tá com medo da rota agora. >> Aperta aqui. >> Nossa, esse aqui é grande, hein? Diga, irmão. >> Então, nós tá. Prazer, Diego. Meu nome é Diego. Entendeu? Nós tá falando de saidinha aqui. E o Bolsonaro tem direito à saidinha? >> Não, >> não. Só vim aqui para fazer só essa pergunta mesmo. >> Não, por por essa por essa legislação agora não tem. >> Não tem >> não. >> Por isso que eu falei para você, eu vou vou vou. Eu tava pensando, você vê que eu sou
um cara vivido. Eu faz uns 10 dias que me convidaram para vir aqui, eu falei: "Eles vão perguntar sobre o Bolsonaro." É óbvio, né? Só que é o Seguinte, tem criminosos e criminosos e tem alguém aqui cumpriu pena sem dever, >> tá? Cumpriu pena sem dever. Tá vendo? Então esse cara aqui, se ele de fato, não conheço o processo dele, não sei se ele tá falando a verdade ou não, mas se ele cumpriu pena sem dever, tudo que aconteceu com ele tá errado. Então, no meu entendimento, no meu entendimento, no Brasil não houve, tô falando
eu, você pode levantar, vi aqui, você pode, pode falar até daí que nós vamos ouvir. No Meu entendimento, essa tentativa de golpe, essa eh matar o, como que é? O o Zoca, o Zeca, o Joca. Eh, isso aí é tudo da cabeça doentia. Tô falando aqui gravar, vocês podem pôr no ar. Cabeça doentia de um psicopata que hoje tem um cargo de ministro do do Supremo Tribunal Federal. Então, mas nós estamos falando à luz da lei. Eles foram condenados. Eu aprendi uma vez com um capitão, hoje ele é falecido, ele faleceu como tenente coronel. Ele
me ensinou muita coisa Dentro da polícia. Eu aprendi uma coisa que falou assim: "Odem do Supremo não se discute, se cumpre". Então, se o Supremo mandar me prender aqui agora, eu não fiz nada, mas vamos manda me prender porque falaram que eu fiz, eu tenho que cumprir. Não tem, qualquer polícia vai vir aqui, vai cumprir. Inclusive amigos meus falar: "Sargento, infelizmente nós vamos ter que te levar, tem um mandato aqui do Alexandre Moraes, tá? Então, ordem do Então o Bolsonaro pela legislação atual não tem direito à saidinha. Agora, eu acho, na minha concepção, paralelo a
isso, que a condenação dele é injusta, porque ele não cometeu crime. Ele nem no Brasil tava no dia 8 de janeiro, aí que ele arquitetou aquele, Então, a pergunta sua é a resposta é essa. Legalmente, eh, após a promulgação que nós terminamos com o fim da saidinha, não terá direito. Você pode ter certeza que o STF vai Fazer questão de cumprir, >> certo? >> Porque é o Bolsonaro, porque se fosse talvez o Lula, eles falassem: "Não, mas a saidinha é é terminar com a saidinha encostada". Tô falando para você uma realidade do que é o
sistema hoje. O que o sistema hoje o sistema hoje eh contra a direita e a favor da esquerda. Isso é óbvio. Se um deputado de esquerda fizer o mesma coisa que um deputado de direita, uma coisa Criminosa, o deputado de esquerda vai ter um tratamento, seja corrupção, seja agressão, seja fala, e o deputado de direita vai ter outra. Deputados de direita estão sendo inclusive processados por falas em tribuna, onde nós, segundo a Constituição, somos invioláveis. Então você tá fazendo uma pergunta técnica e eu tô te respondendo. Bolsonaro tem direito à saidinha? Não. >> Beleza. >>
Bom, boa tarde, Wellington. Eh, >> é você que falou ali que o Abrão que é homicídio. >> É isso. E sou a favor da >> Furar essa caneta em mim. Não, que >> calma. >> Tá brmado ali. >> Eu sou a favor. É, eu sou a favor sim da da da saidinha. e dar visita íntima assim, porque eu fiquei preso e fiquei Três anos saindo de saidinha. >> E a maioria das pessoas que não voltava são as pessoas que quer continuar no clime. >> Mas você teve, você teve saidinha? >> Tive saidinha. Fiquei três anos
até ganhar meu meu alvará, minha liberdade. >> E, e a vítima que você matou teve saidinha do cemitério? >> Não, a vítima que eu batei, eu fui preso inocentemente. Não foi isso. >> Por isso que eu falo, não é que eu tô Fazendo uma >> uma brincadeira dentro de uma coisa séria. >> Mas sim, sim. Mas então é que nem ele falou, você tem que perguntar não, já me julgar falando que eu matei. >> Não, mas você, eu perguntei, você falou que matou. >> Eu fui, eu fui preso no homicídio, mas não quer dizer que
eu fui que matei a pessoa, entendeu? Eu fui preso no homicídio e ganhei meu homicídio porque Provei que eu fui inocente, mas não deixou de mim ser preso no >> Mas a pessoa morreu. >> Não, a pessoa morreu, só que não fui eu que matei, foi outra pessoa.Então você, >> eu perguntei se alguém foi preso inocente, só ele levantou a mão. Você ficou quietinho aí. >> Não, porque eu tava em outro crime e o homicídio caiu depois do outro crime, por isso, entendeu? Caiu uma portaria de homicídio. Você tá falando, meu amigo, Eu não tenho
condições de julgar ninguém. Eu não tô com processo nenhum na mão. Você tá falando que não matou. >> Então, mas a situação aqui é a saidinha. A situação é saidoidinha. A situação é saidinha, correto? Então, que nem eu falo, eu sou a favor da saidinha. Por quê? Porque tem muita gente que precisa sair para visitar seus parentes e até mesmo é um teste para saber se aquele ex-presidiário, presidiário, ele tá pronto ou preparado para est enfrentando O mundo. Porque se o cara quebra ou comete algum crime dentro da saidinha, é cadeia. O cara não tá
preparado para tá saindo pro mundo, porque ele tá recebendo uma oportunidade de ele sair, visitar seus parentes ou até mesmo sair para ir trabalhar e ele quebra aquele regime de semiaberto, é para ele sair. Agora, aqueles que permanecem na saidinha até o final, é outra situação. O cara quer sair, quer levar uma vida regenerada, porque o cara que é ladrão, Ele não vai ficar aguentando indo pro mundo, saindo, voltando, saindo, voltando. Ele vai sair e vai ficar e vai roubar, >> tá? Então, tá. Então, olha, veja bem o que você falou. >> A saidinha, eu
entendo que é fato mesmo, não é você que tá inventando não. A saidinha, ela serve para mensurar se o cara já tá apto a viver em viver em sociedade novamente, se ele está ressocializado, tá? Aí durante a Saidinha ele vai e mata uma pessoa. Aí o está lá não deu certo o teste. A pessoa que morreu tomou no rabo. Então quer dizer teste com a sociedade de Cobaia, [ __ ] Então nós somos contra, terminantemente contra a saidinha. Também sou contra a visita íntima. Eu falei já a gente fala porque tem umas coisas que a
gente fala vira meme, sabe? Porque pensa que a gente tá brincando, mas a gente tá falando coisa Séria. Pô, se o preso quer transar, que eles transem entre eles. Olha, é uma vergonha, é uma vergonha um cara, um cara matar uma pessoa, o cara matar. Eu não gosto nem de de colocar familiar meu no meio porque é uma coisa que parece que chama coisa ruim, mas imagina um cara matar um familiar meu, querido meu, aí ele vai preso. Terminou aqui, ó. Aí ele vai preso. Aí daqui um ano esse cara tá dentro da cadeia, o
meu familiar tá enterrado lá e eu tô guardando o luto Para sempre, porque depende a a o familiar que você perde um filho, por exemplo, você nunca mais esquece. Você vive um luto eterno. E aí o cara daqui um ano tá furunfando dentro da generalizando. Você tá generalizando os crimes edos que tem. Eu não tô gerando. >> Então, mas a maioria da cadeia não tem só não tem só crime de ondo. >> O cara estupra uma mulher aqui fora, vai preso e tem direita a furfala dentro. Bai. Olha aqui, ó. Ó. Tururu. Minha afirmação é:
no Brasil deveria existir prisão perpétua para crimes edos ou equiparados. >> Bom, >> bom. >> Eh, eu não concordo porque como sabemos o que tá acontecendo injustamente com o Bolsonaro, poderia muito menos criminalizar ele como genocida. Genocídio é um crime deondo. E você não concordaria que isso Acontecesse com ele, uma prisão perto, assim como aconteceu na história da humanidade com Jesus. Foi um crime prisão peperto onde crucificaram ele. Não tô comparando ele com Jesus. Eu tô compando uma situação de alguém inocente que foi morto. Então, baseado no nosso judiciário como tá. E você sabe muito
bem que um lado fazer algo passa um pano, o outro lado fazer eh não vou falar. Acho que você confundiu alguma, talvez você confundiu ou não, mas você Falou que nós estamos falando de prisão perpétua >> para crimes edo. >> Sim. Não, pena de morte, >> certo? Que para mim é uma pena de morte praticamente. Ah, sim. >> Não, mas a Mas a diferença é que se você falou que eh o Bolsonaro, o que tá acontecendo com o Bolsonaro, o Bolsonaro e condenado a há 27 anos na na lógica pela idade dele, ele tá condenado
à morte, >> tá? Mas qual que é a diferença da Eu sou a favor da pena de morte, mas qual que é a diferença da pena de morte para a prisão perpétua no sentido que você frisou eh de injustiça de tal? A prisão perpétua ela permite a recuperação, >> certo, >> da do erro. Se, por exemplo, o cara foi condenado, mesmo que a prisão perpétua injustamente, ele pode puxar 5, 10, 15 e não era ele, ele sai, ele tá vivo, >> certo? >> Tá? Então é é a mesma coisa. Eh, aí você vai falar que
um cara aí, a não ser que que fruto dessa prisão perpétua ele fique 40 anos preso e morra dentro do sistema penitenciário, mas aí teve 40 anos para provar que ele foi condenado injustamente. Pena de morte, na minha concepção, deveria existir para alguns tipos de crime. Eu posso até citar alguns, mas qual que é a maneira de se você não condenar um inocente? Só condenação à pena de morte por ou pontuação. Você teria uma pontuação até chegar eh várias reincidências para chegar numa numa numa condenação de pena de morte ou crimes eh devidamente comprovados por
imagem, por DNA, por que não teria dúvida. Não apenas caso também, né? Não adianta o cara matou lá pro legít defesa, ele vai ter que morrer. >> Não, >> o cara matou para não morrer. >> Tudo bem. Então entendi. >> O cara matou por legítima defesa para não morrer. >> Sim, mas legítima legítima defesa é excrudente de criminalidade. Não, >> isso. Exato. É que assim, eh, >> advogado sabe, >> sim. Existe, né, o tipo eh, típico, né, o antijudicial e lá o punitivo lá, né, esse tipo de crime. Então, prisão Pep perto, tudo bem. Baseado
nesse judiciário que nós temos hoje, você acha Realmente que seria bom voltar esse ato sabendo como que um lado faz uma coisa, é punido, o outro não, é passado pano ainda que seja o mesmo crime? Você acha que nesse nesse cenário que tá o país, você acha que essa lei seria >> bo a lei feita, mas você acha que ela seria feita de uma forma correta baseado como que tá o país hoje pelo que tá acontecendo, que eu acho injusto com eu mesmo levantei esse assunto, só que o Que que é a diferença? Os crimes
que nós estamos citando aqui, que são crimes de opiniões, são crimes inclusive até de um deputado agredir uma pessoa, seja ele de esquerda ou de direita. O que eu quero dizer para você, nós tivemos um caso no Paraná, um deputado do PT, ele ele foi agredir uma pessoa, ele agrediu várias vezes resultados, >> ele tomou um, é, ele tomou um soco na boca >> e ele corre o risco de perder o mandato. É, pelo que nós estamos vendo, que mostraram imagem de que ele começou a agressão, pela animosidade que se tem dentro da Assembleia Legislativa,
eu estou propenso a acreditar que o resultado do Conselho de Ética será perda de mandato, mas eu acabei de falar ali na na no camarim de que eu acredito, porque já aconteceu isso com ele, já aconteceu com outros, que ele em sede de justiça será terá o seu mandato restituído. Por Quê? quando ele era vereador, ele invadiu uma igreja durante a missa, causou um grande tumulto dentro da igreja e foi processado pelo Conselho de Ética da Câmara dos Vereadores de Curitiba e foi caçado. Um ministro do STF simplesmente anulou todo o processo, devolveu o mandato
dele. Por isso que eu falo para você, eu tenho um entendimento que se ele fosse um deputado de direita, tivesse Invadido, ele teria perdido o seu mandato. O processo foi legal e pronto. Esse é o meu entendimento. Você pode, qualquer um aqui tem o direito de levantar e falar: "Não, sargento, eu duvido disso, tá?" E nós tivemos um caso de uma vereadora também de Curitiba, do PSOL, extrema esquerda, que também foi processada para ser caçada e no dia da sessão a justiça travou todo o processo, anulou a sessão e travou todo o processo. Então O
entendimento meu é esse. Agora você tá falando de pena de prisão perpétua. Poderia atingir políticos de esquerda e direita. Se um político, seja ele de esquerda ou direita, cometer um crime que seja previsto a prisão perpétua, serão crimes extremamente graves. Sabe qual é um deles? Matar uma mulher na frente do seu filho. Nós temos visto isso inúmeras vezes, inclusive muito perto de mim lá no Paraná, o cara matou uma professora, ele tinha um caso com a Professora. A professora não queria mais, ele era violento e ele matou ela com 30 e tantas facadas na frente
do filho. Então esse cara, pelo por essa legislação que nós estamos querendo aprovar que eu acredito, não tenho informação privilegiada, mas acredito pelo que eu converso, estará na PEC 18, no no texto da PEC 18 que será apresentado dia 4, a prisão perpétua ou um prbiscito para que o povo nas eleições de 2016, além de 2026, além Dele escolher o presidente, o governador, os deputados, os senadores, Ele vai escolher também se tem ou não Brasil a prisão perpétua. Não vai ser uma coisa empurrada, vai ser uma coisa votada. Se a maioria simples do povo que
votar, se 50 milhões de pessoas votar, metade mais um falar que quer a prisão perpétua, nós teremos a prisão perpétua no Brasil. Isso que eu tô falando para você, eu acredito que vai estar no texto da PEC, que precisa ser votado e Aprovado também. Não é o fato de estar no texto que ele vai a PEC é uma proposta de é uma é um uma proposta de emenda constitucional, >> tá certo? Os crimes >> então específicos. >> Então vai ter específicos. Um deles que o relator comentou e que ele entendeu como muito grave, mataram uma
mulher na frente do seu filho. Então quais os outros? Eu não sei, eu não vi o texto. O texto vai ser Apresentado dia 4, inclusive dia 3 tem uma reunião do do do relator, deputado Mendonça Filho, com os líderes partidários para apresentar o texto. Pode estar inserido isso ou ele pode ser convencido a tirar. Eu sou a favor, eu sou a favor da pena de morte, mas é um, como é um, um debate que muitos não estão preparados, justamente porque o povo, o cidadão é bom, o povo tem amor no no coração, o povo vai
pensar, sim, o povo vai pensar, ah, mas vai Morrer inocente. Pena de morte, como eu falei aqui, >> dá tempo de se corrigir o erro caso uma pessoa seja considerado, seja condenada a prisão per >> se der para corrigir o erro, o Bolsonaro teria corrigido os deles que estão tá na Eu entendi uma coisa, tá nítido o que estão fazendo com o cara. Não tô defendendo um lado aqui não, mas é juridicamente tá nítido que estão fazendo com esse cara. >> Ele é um ex-presidente que ele não tá conseguindo corrigir o erro. Quem dirá? Entendeu?
Caso dele pode ser corrigido, mas não vai ser corrigido em do tr meses. >> Coisa, deixa eu falar só uma coisa pro senhor. >> A história vai corrigir. >> O que tá acontecendo com o Bolsonaro para um ex-presidente ele não conseguir se defender juridicamente? provado que tá tendo, não tem como. Ainda quem não goste dele não tem como provar que o cara tá sendo injustiçado, mas nós daqui de fora pedir a socorro dizendo que nós também estava sendo justiçado, nunca fomos ouvido, dizendo que tão nos oprimindo. Olha, não fui preso inocentemente, nós não era ouvido.
Agora quando os daqui tomou o poder e tá tá fazendo a mesma coisa com vocês, nós tá provando para vocês que existem sim pessoas que foram presas injustamente. Só que a gente não tem a visão que o Bolsonaro tem, mas nós foi taxado de ex-presidiário. E, infelizmente, justo ou não, a Débora vai ser tachada de ex-presidiária. Bolsonaro vai ser taxado de ex-presidiário, mesmo querendo ou não, sem ter culpa. Mas muitos da comunidade que a polícia enquadrava falava que não tinha, que foi forjado, tomava tapa na cara por ter sido ex-presidiário, era oprimido por ter sido
ex-presidiário. E o o Bolsonaro ele vai sair, ele vai arrumar emprego. Fácil, >> fácil. A Débora pode montar um Instagram, amanhã vai est cheio de gente seguindo ela porque ela foi justiçada. Muitos aqui não vai conseguir arrumar emprego. Eu fui ser registrado numa empresa. Quando eu fui ser registrado, falou: "Tem algo aberto seu." Falei: "Do que eu ganhei". Os policiais que me prenderam foram presos porque eles fizeram merda com outras pessoas. E eu virei testemunha. A juíza do nada Revirou o quadro, falou: "Não, mas eu quero saber onde é a droga. Mas os policialis estão
presos. Vocês estão me julgando? Sendo que o policial foi preso e tá comprovado. Eu não fiz nada não. Mas a gente quer saber. Falei: "Comprovei". entrar em contradição, mas eu não tenho voz. Quando eu vejo que o Bolsonaro tá olhando lá e tá falando assim: "Se o presidente não tem voz, velho, um ex-presidente não tem voz, quem dirá eu?" Então é essa a lógica que, tipo assim, nós daqui gritamos sobre isso, olha, é falha agora tá tá escrito, o Deus tá explanando pra população. Ó como o judiciário do Brasil é falha, porque foi necessário um
ex-presidente ser preso para falar: "Olha, os de lá mais comum gritaram sobre essa injustiça de vocês, agora tá catando vocês. Antes invadia a comunidade, hoje eles estão invadindo o condomínio, velho. Estão aprendendo, infelizmente. Agora a os daqui saiu aqui E estão invadindo condomínio. Não é mais comunidade soco na porta de de condô de favela, é de condomínio. Então tipo assim, >> não entendi. >> Essa opressão mudou de lado. >> Eu entendi. >> Entendeu? >> Lá. Meu nome é Júlio, tenho 27 anos, tá? >> Eh, eu não vou discordar, mas eu tenho um motivo para não
discordar. Eh, mais ou menos quando eu tinha 7, 8 anos, a minha irmã tinha 5 anos, né? Ela sofreu um abuso, né? Fui estuprada, né? Nem sei se nem sei se minha irmã vai gostar de eu estar falando isso aqui. Eu já te peço desculpas desde já. E não é mentira, tá? >> Minha mãe perdeu a minha mãe perdeu a nossa guarda >> quando a gente tinha mais ou menos essa idade. Ela não perdeu só meu e dela, da minha irmã. Ela perdeu dos três filhos. Minha mãe sempre cuidou da gente, entendeu? E o que
que acontece? Eh, tendo em vista disso, o meliante foi eh achado, foi preso e antes dele ser condenado, mataram ele dentro da cadeia, certo? Dentro disso eu concordo. Certo. Mas eh assim como os colegas falaram, a gente não consegue colocar isso, mensurar justamente por conta do do judiciário que tá impossível. O careca lá tá tá botando tá botando terror no Brasil. A gente não tem voz. Vocês que estão lá, vocês que estão lá tão tão e eh a PCEC da anistia, tá? Ó, ó, quanto tempo que vocês estão para votar isso, tá ligado? E não
e não vota. Por quê? Porque a esquerda não deixa, entendeu? E aí que e aí que que acontece? E aí que que acontece? Tem uma uma senhora, >> né, que passou um batom lá, pá, pegou mais, pegou mais tempo de cadeia do que do que esse cara que estrupou minha irmã, possivelmente ia pegar. Você tá Entendendo? Então, tipo assim, ó, eh, muit das vezes a gente vê as coisas de outras maneiras, só que a gente ninguém sabe a história de cada um aqui. Eu não sei a dele, não sei a dele, tudo mais, entendeu? justamente
não é só de cada um, é de todos todas as pessoas que estão presas ou que foram presas um dia e saíram e a gente não sabe. Você tem aqui gente falando que fui preso inocente, que o judiciário é isso e aquilo. Só que nós estamos falando, eu Quando eu falo de, eu falando de criminoso, sem olhar o processo de cada um. Então eu falo que um cara que estupra uma criança e mata, eu no meu, na minha concepção, ele tem que ser condenado à morte. Aí você vai falar: "Ah, mas pode acontecer do cara
ser acusado e não ser ele". Já vi vários ex-mulher acusar o cara de de bulinar a menina porque tem raiva do cara vingan. Nós vimos esses dias casos parecidos com esse. Então fica sempre aquela dúvida. O Que nós estamos falando em pena de morte são com provas extremamente concretas. Você tem uma filmagem, você tem eh provas que não restam dúvidas, porque é que é é o que eu falo. Por exemplo, eu levanto daqui, agrido uma pessoa, qual a chance? Tá todo mundo vendo e uma câmera filmou. Qual a chance de eu ser inocente? Nenhuma. Aí
você pode ter, como o advogado falou, mas tendo antes, não, mas você tava nervoso, você foi provocado, você tomou um remédio, mas a Chance de eu não ter feito aquilo existe, porque tão filmou e viu, então estuprou e matou uma criança, mas tem filmagem, tem prova, tem DNA, tem eh execução, acabou agora não, a mãe falou e tal. Aí nós, >> mas sabe qual que é o problema que eu vejo hoje? E por isso que ele tá, quando eu falo de criminosos aqui, eu tô falando de criminosos que cometeram crimes. Eu não vi processo de
ninguém. Então, ó, eu vejo hoje um, ô, tem 13 segundos só, velho. Calma aí. >> Eh, que que acontece? Eh, hoje eu vejo um povo, infelizmente eh preso dentro de um sistema que dá benefício para cá, benefício para lá. É, Bolsa Família aqui, Bolsa Família ali, onde pessoas, pessoas que têm condição de trabalhar não conseguem, entendeu? Tem vale gás, mas a pessoa não tem uma oportunidade para trabalhar, entendeu? Na verdade tem, só que a pessoa fica mamando na Teta do governo e não consegue sair disso. Isso aí no meu entendimento é compra de voto. E
aí que que acontece? Eu vim aqui não para discordar desse tema, eu vim para concordar pelo que eu passei. Foram três dias a minha irmã desaparecida dentro de um do mato lá atrás lá, entendeu? Inclusive, mais uma vez te peço perdão, tá? Você tá vestindo isso, te peço desculpa, tô abrindo a sua história aqui, mas é para pr as pessoas entenderem o que tá acontecendo. Então, Tipo assim, eh foram três dias foram três noites de puro terror, eu deitando na casa da minha madrinha, que foi inclusive foi o filho dela, tá? Eh, eu deitado na
casa da minha madrinha para dormir e três noites me tremendo de dor. Cadê minha irmã? >> Entendi. >> Ela foi parar, ela foi parar, ela foi parar lá dentro do hospital. Então, tipo assim, eu penso que claro, assim como você falou, a gente tem que ter prova, Tem tudo mais, tal, mas eu acho que esse tipo de coisa já era para ter tido há muito tempo atrás. >> É prisão perpétua, por exemplo, assassinos em série, maníaco do parque. Lá em Maringá, nós tivemos o maníaco da torre. Ele ele matou sete mulheres, sete prostitutas. Ele levava
num local ermo que tinha torres, por isso que ele ficou conhecido como maníaco da torre e matava. Na minha concepção, ele já foi condenado por três homicídios, porque Individualmente, né, cada caso aconteceu diferença de mesas. Ele já foi condenado somando as penas há mais de 60 anos. Se você analisar, ele não sai da cadeia mais. Apesar que no Brasil o tempo limite de você cumprir pena é 40 anos. Soma, você pega 500, mas cumpre. Então, por isso que eu sou a favor. Esse cara, na minha concepção, ele não tem condições mais de viver em sociedade.
Ele matou sete pessoas por um desvio que ele, a mãe dele era prostituta e ele Morava numa casinha. Pela janela ele via umas torres. Então ele ligou e levava essas prostitutas para matar nessa torre. Então esse cara, na minha concepção, pena de morte, mas como nós estamos falando de uma possível implantação da pena de prisão perpétua na Constituição, esse cara é merecedor, mas só que o dele não vai retroagir, porque a lei não pode retroagir e para prejudicar ninguém, tá? Então eu sou a favor da pena de prisão perpétua para Crimes comprovadamente, né, que graves
ou soma de crimes, né, o cara matou 10. Se um desses 10 foi injusto, não matou, tem problema, ele vai ficar preso porque os outros nove já já compensa que que ele seja executado se for pena de morte ou não. E ou então comprovadamente com filmagem. Mas tá bom, >> valeu. Obrigado, hein? >> Boa sorte. >> Obrigado. >> Minha quinta afirmação, Direitos humanos só pensam nos bandidos e não nas vítimas. É uma afirmação bem complicada essa, sargento, porque eu vou eu vou partir da minha experiência, tá? vou limitar nela na minha experiência, porque eu fiquei
preso no estado de São Paulo e nunca tive a visita, por exemplo, dos direitos humanos lá para realmente ver a precariedade do sistema, para ver realmente se a gente estava sendo assistido, enfim, se os nossos direitos Estavam sendo ali violados ou não. Então, quando eu vejo, por exemplo, essa narrativa, eu fico um pouco preocupado que eu falo em qual lugar, em qual realmente exemplo prático essa frase, essa narrativa, ela se aplica? Porque o sistema prisional ele é total, ele é inconstitucional, segundo o STF, ele é precário. Não vamos nem entrar nessa questão que a gente
já debateu sobre ressocialização. Não. O que eu quero dizer, se realmente Acontecesse da forma que é colocado que os direitos humanos pensam nos presos, que os direitos humanos estão ali lutando pelos presos, com certeza muitas violações constitucionais que acontecem no sistema prisional não estariam acontecendo. Então assim, eu discordo dessa afirmação. Acho que tem que ter direitos humanos pros presos, mas também pra vítima. Eu acho que uma coisa não pode anular outra. tem que ser assistido, >> não? E eh é fato, tá? Só que eh a esquerda através dos seus parlamentares até para para angarear votos,
eles trabalham com projetos eh sempre em favor do desencarceramento, em favor de criminosos. E esses pessoal da esquerda, eles estão geralmente, por exemplo, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados é o deputado federal Reymond do PT do Rio de Janeiro. PT, acho que é PT. E geralmente essa questão de direitos humanos dentro das assembleias legislativas, dentro do até há muitos anos atrás, o deputado, na época, deputado Bolsonaro, trabalhava para chegar nos direitos humanos e as pessoas eram contra porque disse que ele era violador, aquelas conversas e ele falou: "Trabalhem para mim
chegar, porque se eu chegar, direitos humanos vão ser para para as vítimas e não direito dos manos". Então, hoje em dia a esquerda Abraça muito essa essa questão. Agora que você tá falando na prática, você tá dizendo que eles não vão atrás, mas você sabe onde que eles vão atrás? Eles vão atrás para prejudicar policiais. Eu já fui atacado, posso dizer assim, pelos direitos humanos da OAB, inclusive dentro de Maringá, muitos anos atrás. Por quê? >> Porque tinham reclamações. Olha o que que acontece. Não tô falando que não aconteça isso em casos, mas olha o
que Que acontece. Eh, muitas vezes prende o cara com 2 kg de cocaína, o cara confessa para você e chega na delegacia, ele confessa, hoje tem a presença de um advogado. Eu trabalho na polícia antes da Constituição de 88. Então o cara chega lá na delegacia, confessa pro delegado, chega no juiz, não tem escapatória para ele, ele é real, confessa. O que que ele fala? que ele foi torturado para falar aquilo. Aí aonde que começa a se juntar Denúncias, >> começa a se juntar. É só só para mim terminar o >> e aí os direitos
humanos vem em cima que eu sou torturador, que eu sou espancador, que eu sou não sei o quê. Mas é apenas tese de defesa. O cara, teve uma juíza que falou para mim: "Ah, mas ele ele negou lá na delegacia e tá negando aqui". Eu falei, eu afirmei lá e tô afirmando aqui. Aí ela soltou ele, Não, não, eh, absolveu. Passado 15 dias, a Polícia Civil pegou ele com maconha, cocaína, uma moto furtada e um carro furtado. Eu e peg levei o recorte para ela e mostrei. Ela falou: "Você tá me afrontando?" Eu falei: "Não,
tô te mostrando que ele era criminoso". >> Deixa, deixa eu só colocar só um ponto rápido. Só um ponto rápido. >> O que, o que que você acha então agora da, da direita através da Damares? está invocando os direitos humanos pro Sistema prisional lá na Papuda, por exemplo, qual que é a sua visão? Porque se ela é contra os direitos humanos, a direita, vou usar esse termo, como é que você enxerga isso? Inclusive, ela foi criticada duramente pelo um deputado, né, Gilvan da Federal, e não só apenas por questão de direitos humanos, mas ela, o
deputado até frisou, falou assim: "Eh, nós temos que lutar pela, pela inocência do Bolsonaro, que nós acreditamos que não aconteceu um Golpe, que isso que tá acontecendo é uma perseguição política por ele ter enfrentado o sistema e ao mesmo tempo você vai lá no presídio e vê as condições do presídio." Então você tem que eh isso aí é um tanto quanto hipócrita. Exato. >> Eu eu eu tenho muito cuidado dentro da minha da minha trajetória de vida, tanto dentro da polícia, principalmente como parlamentar, onde a gente lida com projetos, com votações. Eu tenho muito Cuidado
de e não ser hipócrita. E não ser hipócrita. >> Eh, se eu questão de o criminoso, agora que eu falo tem criminosos e criminosos. Por exemplo, o cara estupra uma uma filha de 5 anos de um homem, ele vai lá e mata o estuprador e ele é preso, condenado. Eu, se um dia conhecê-lo na rua e souber daquela história, eu não vou tratá-lo como um ex criminoso, como um assassino. Eu vou tratá-lo como um homem digno que Se vingou e como eu faria também. Então, existem presos e presos. Isso. Concordamos. Então, eh, >> pera aí.
Como é que tá? >> Tudo bom? Eh, o Eu fui preso e os direitos humanos não ajudou a minha mãe. Eu só acho uma mentira. >> Fala perto do microfone. >> Tá. Os direitos humanos não ajudaram sua mãe? >> Não, Nenhum momento. >> É, mas a função, eu não sei, é difícil eu discutir porque eu tenho até raiva dessa raça, sabe? Negócio de direitos humanos aí. Mas eh é difícil porque eu não sei se a função deles é ajudar familiar de preso. Se tiver previsto isso em algum alguma coisa, eu acho que eles falharam então
com você. Agora você foi preso, você cometeu um crime e foi preso. >> Sim. >> Tá. e os direitos humanos não ajudou sua mãe. Vou ter que fazer duas duas reflexão aqui. Então, que eles falharam no seu entendimento, se for obrigação deles, >> e que você também devia ter pensado na sua mãe antes de cometer crime, né? Porque eu muitas vezes >> você pediu para ouvir do bigode, pai. Você tá de graça. Você é moleque, meu. Você foi moleque. >> Mas não é, cara. Não é. É a minha Realidade. A gente, a gente >> esse
bigode negro, >> por exemplo, eu sou deputado federal. Você não imagina, você não imagina as oportunidades se eu quisesse fazer coisa errada. Só que por que que eu não faço? Eu tenho minha mãe com 84 anos numa cadeira de roda e tenho meus netos. Eu fico pensando, eu pode dar certo e eu posso dar uma vida dignas para eles. E eu lembro dos ensinamentos do meu pai e eu lembro que eu posso cair Numa cadeia. Então você tem que pensar antes de fazer a cagada. Aí depois que faz a cagada igual o baixinho aqui, ele
vai falar que os direitos humanos não foi da assistência para família dele. Então, >> mas os direitos humanos é uma merda, não é? Concorda comigo? Mas você concorda comigo que é uma merda? Quando quando eu fui fazer foi o quê? Minha mãe perdeu a visão de um olho. >> Hã? >> Minha mãe perdeu a visão. >> Sim. >> Então não foi por quê? Foi por necessidade. >> Você foi fazer roubar? >> É, foi, foi por necessidade. >> Porque ela tava cega? Sim, foi por necessidade, porque eu perdi na pandemia todos os meus parentes e só
ficou eu e ela. Não, >> mas aí é do seu coração, né, cara? Porque >> hoje minha família, eu minha mãe, >> só que você é um cara que você pode até ter uma justificativa, acreditar nela, pode até me convencer acreditar de que você fez porque sua mãe ficou cega. Talvez vou saber se eu se eu não faria o mesmo, mas você tem que ver que você necessidade. Só que hoje, graças a Deus, hoje eu tenho tenho meu meus dois bares, tenho eh o meu restaurante. >> Que bom, >> entendeu? Hoje eu me regenerei. >>
Que bom. Fico feliz por você e pela sociedade, porque se você tivesse continuado no mundo do crime, seria ruim para você e para as pessoas que seriam vítimas suas. >> Se esperasse pelos direitos humanos, né? >> Se depender dos direitos humanos, você tá [ __ ] >> É, >> é por isso que eu falo, direitos humanos é bosta. direito que fazim É do direitos humanos na configuração que eles fazem, porque os direitos humanos, ó, lá em Maringá, hoje deu até uma sumida, mas tinha crianças, filhos de indígenas, e o índio fica ali sentado na beira
de uma árvore lá com a barriga cheia de pinga e quatro, cinco crianças pedindo e auxílio. dinheiro no semáforo e aquilo comove porque você é uma criança desse tamanhozinho, chega no vídeo do seu carro, tio, me dá uma moeda, aí você dá, >> a vida dela não vai mudar nada. O pai vai tomar uma pinga ou fumar uma pedra. Não, não tô generalizando aqui. Daqui a pouco vem a funar em cima de mim. Tô falando o que eu penso. Direitos humanos. Então, direitos humanos tem que ser para humanos direitos. Você não era um humano direito
que você cometeu crime, mas sua mãe era. Isso tinha que dar dado de assistência. Um dia eu vou lá almoçar no teu restaurante. >> Vai lá. >> Mas eu vou sem avisar porque senão você envenena comida. >> Tô brincando. >> É isso. >> Não, já chegou. >> Beleza. >> É o inocente. >> É >> bom. >> Na justiça não tá mais não, né? >> Não, a justiça. >> Esquece. Então, direito. >> Tá. Mas você teve uma bronca só. >> Só. E foi. E você se diz inocente. >> Então beleza. >> Quem sou eu para duvidar?
Não vi processo >> não. Tá tá tudo bem, tá de boa. E tá para mim não importa. Meu advogado tá aí, ó. Então tá tranquilo. Nada. É. Beleza. Então, >> então já era. Eh, realmente teoria é bonito, direitos humanos, mas a prática Tá aí, né? Tanto nós aqui, eh, é só mais um ministério, infelizmente. Eu tô >> É o que eu falei, a esquerda se apoderou da da >> da bandeira de direitos humanos. >> Vou concordar porque é muito injusto quando a rapaziada aqui que vai concordar. O fato de eu defender uma coisa não quer
dizer que eu sou de direita, o fato de defender outra não quer dizer que eu sou de esquerda. Pelo Amor de Deus, isso aqui é a questão prática. lugares >> é o justo. É assim, quando é um que pensa a favor deles, o direito humano vai lá e quer atribuir. Quando é outro que pensa direito diferente deles, o direito humano desapropria. Então, basicamente nós, basicamente nós na prática não teve direito humano nenhum, mesmo sendo de comunidade, mesmo sendo nada. Aí não é defendendo, pelo amor de Deus, o que eu Vou falar aqui. Ah, ele, você
concorda com ele? Não, >> certo? na na nas na penitenciária, na cadeia, eu fui bem tratado no sentido de chegar lá, ser respeitado, mas eu não vi nada de direitos humanos, mas eu vi companheiros de de crimes e tal chegando falando: "Irmão, é assim que funciona". É >> isso, entendeu? Aí é onde ensinando como que funciona assim, tal, tal, ensinando E beleza, tudo bem, OK? Desde que eu saí, eu não vi nada de direitos humanos, nem com a minha família, nem nada. Para falar a verdade, eu não sei nem o que o direitos humanos faz.
Só para, só para você, além de perturbar a polícia, eu tô tentando descobrir. >> Eu não sei o que ele faz de verdade. E >> física >> oi. Sua integridade física. >> Físicas. >> No caso ele, tipo, se você for pra Cadeia, ele vai fazer por onde você não morrer. Tipo, ah, um estrupador tem uma cadeia desfavorável, ele não vai deixar, >> certo? Mas isso aí, >> ah, mas isso aí tem o juiz de execuções plenário. Ver, né? advogado de treina, tudo bem. Na prática, eu não sei como funciona o direitos humanos, basicamente, porque para
mim quem fazia isso era o crime. Você chega lá, funciona, é assim que funciona aqui dentro, é assim como que faz, certo? A Parada é essa, irmão. Aqui ninguém vai te oprimir. Não tô defendendo nem compactuando. >> Deixa acontecer depois em cima dos polías. >> Isso é o seguinte, vai dar hype, o direitos humanos entra. É, eu acredito que é assim, >> entendeu? Vai dar hype, ó. Aí sem um ó, foi um crime de grande proporção. Vamos lá falar que a gente tá defendendo. Não deu. É a história da Deixa isso para lá. É selecionado,
entendeu? É uns caras que tá com fuzil no Rio de Janeiro, >> trocando tiro com a polícia, é morto, deu repercussão, os direitos humano vem e e defende. Só que quando os direitos humanos lá, faltou chorar lá no >> Então, beleza, independente de quem pensa a favor ou contra, irmão. Eh, mas nós aqui, parceiro, aqui você não teve direitos humanos? Você teve direitos humanos? Você teve direitos humanos? Nós também não teve, porque nosso crime não Teve repercussão. >> Entendi. >> Entendeu? >> Direitos humanos. >> Então tá aí, ó. Serve de reflexão pra sociedade aí que
acha que os direitos humanos são humanos. >> Beleza? É isso. >> Valeu, irmão. >> Falou. >> Diga lá. >> Sobre os direitos humanos. >> Sobre o que você quiser. Agora tá chegando no final, né? Vai. Agora é você que manda. Não, então, mas >> direitos humanos, velho, não sei. Então é interessante porque você puxou 7 anos uma cadeia de patrão, né? Sete ano não é qualquer um, >> não é para qualquer um não. >> E e direitos humanos, não apenas com você, mas dentro da onde você teve cumprindo pena, tinha al ajudava de Alguma maneira
vocês ou é só uma falácia? >> Direitos humanos. Só o que eu via quando, tipo, na galeria era na que alguém se matava, se enforcava na, né? Aí entrava direitos humanos na cadeia, porque senão não tinha, porque o G na hora, eu acho, né? Quando o G tá entrando na cadeia, ele tinha que entrar com com direitos humanos, né? Porque é desumanidade, mano. Os caras chega dando tiro de borracha, já faz você pagar um Pelado e tal, ele está fazendo o serviço dele, mas o cachorro fica assim, você fica pelado. Eu não sei, você é
polícia, não sei. Você não passou o que nós passou, né? Você só coloca nós lá dentro, né? faz seu papel, mas nós fica pelado assim, um atrás do outro, correto? O cachorro fica assim na tua e querendo quase te mordendo e os caras não quer saber se ele morde ou não, filho. >> Tá aí você passa tomando borrachada, aí Ele pega um só de você, leva lá pro quarto lá, lá a parcela lá e começa a dar umas borrachadas e faz porque é muito caso, né meu irmão? Tem, então eles passa muito pano na, né,
por cima de muitos caros. Direito humano eu vim conhecer mesmo quando eu saí de verdade, entendeu? Porque direitos humanos eu nunca tive, né, amor? Eu fui, eu mesmo tive que ter o meu direito, eu fazer meu direito, né, para ser humano, porque se eu não fizesse meu direito, eu não sou Esquerda nem direita, eu sou o da Leste, irmão. Não quero saber de ninguém. Nós estamos, nós estamos aqui num debate e nós estamos, não quero comprometer ninguém aqui não, mas nós estamos ouvindo ex-presidiários, ex-dentos, né, como queiram, eh, dizendo que no Brasil direitos humanos não
funciona e não vale nada. >> Mas não vale não, só vale na sua parte. É uma coisa que tá, mas gostam de perturbar. Agora, outra coisa Interessante aqui que você falou, bala de borracha, cachorro. Então você jovem que tá aí naquela naquela encruzilhada entre o bem e o mal, >> já vai te esperar. >> Cadeia, cadeia. Ó, ó, >> ó, >> ó. Tá? Então você pensa bem antes de fazer caca, porque é melhor levar uma cintada, uma pisa do pai, da mãe dentro de casa, >> seu direito em casa para depois você não Ver que
você não é humano na cadeia, né? >> Então, se o preso não tem nada para te ensinar, o ex-presidiário, pelo menos ele te ensina que cadeia é veneno. >> Cadê não é lugar para ninguém. U, dá valor a valores e é isso, entendeu, meu irmão? Dá valor a valor. Tem muito que não dá valor, né, mano? Na mãe, né? Tem a mãe não dá valor nada. Mas pessoal, como vocês puderam acompanhar, eu estive aqui nesse nesse debate, né, do Redcast com ex-dentos. Eu procurei não esculhambar ninguém assim além do do trivial, né? Até porque não
sei a história de cada um, não vi o processo. Tem um aqui que se diz inclusive inocente, cumpriu por homicídio, diz que não matou, o outro diz que é inocente. Mas eu acho que eu deixei bem claro para eles e para quem está assistindo meu posicionamento intransigente, radical contra o crime, tá? E eu penso que eh sou chamado muitas vezes de Punitivista, né, de que trabalha apenas com a punição, que o encarceramento não resolve, mas eu fico pensando, nós temos no Brasil uma das maiores eh em números reais uma das maiores populações carcerárias do mundo,
mas em números eh proporcionais o Brasil não está entre os primeiros. em países com menor, bem menor número de população e em relação à população maior número de de criminosos. Mas digamos que nós tínhamos pouco tempo atrás entre 700.000 Presos. Aí a esquerda e muitos querem desencarcerar. Vocês imagin se já está um caos. Nós estamos em São Paulo, capital. Eu tô falando porque eu estou em São Paulo, mas estamos falando do Brasil. O crime está dominando as ruas, tanto o tráfico de drogas, o furto em roubo de celulares, assaltos à mão armadas, estupro, todo tipo
de violência. Isso porque nós temos 700.000 criminosos aí no meio. Podemos contar que se estão falando aqui, ai tem Algum inocente, tem cara que errou e não vai errar mais. Tudo bem, vamos tirar isso. 700.000 criminosos aí querem desencarcerar, querem soltar metade. Se você já tá [ __ ] aqui fora, imagina com mais 350.000 criminosos nas ruas para te infernizar. Então, por isso que eu sou intransigente contra o crime e o criminoso. Sargento Faú, força e honra. Obrigado.