[Música] ardi marcelo à tarde a tom e agradecer pelo com um sobre esse assunto então eu acho que é de família e comunidade com o marcelo já falou trabalhando na secretaria de saúde na subsecretaria de regulação exatamente no projeto pra gente e organizar a rede de atendimento é acessar os eventos a constrói então tem a ver com essa questão sobre o que a gente não fala hoje sobre a questão das redes sobre a gente organizar a atenção nesse novo paradigma que o paradigma das redes né então vou começar então nós tema hoje a organização da
atenção às diretas agudos e as condições crônicas nata s a gente conversar a começar a conversa é primeiro a gente só clarear com que são condições de saúde eu acho que vocês já estão tendo a planificação já tiveram isso que na verdade condição de saúde doença não é a mesma coisa que doença então circunstâncias na saúde das pessoas e se apresentam mais ou menos resistente e exige exigem respostas sociais que podem ser reativos então alguma coisa acontece eu preciso fazer uma reação aquilo ou proativo é preciso fazer busca e preciso que o sistema de saúde
se manifeste em relação àquela aquela questão a poder ser eventuais podem ser contínuas podem ser para ganhar cargos integradas então as condições elas se dividem em condições agudas e condições crônicas aqui a gente mostra uma tabela para a gente ter uma idéia da diferença das condições agudas e condições tron então as condições agudas ela sim elas geralmente tem um início rápido elas evolui para a cura ela salta limitadas geralmente é uma doença única as pacientes assim as pessoas então evolui para a cura é será estranho aquela importante de atuar aqui olha que ela se resolva
é centrada no cuidado de um profissional geralmente a entrar num novo estado médico eo papel da pessoa só seguir aquela prescrição alguém decide pra ela que precisa o que é mais importante a pessoa precisa seguir aquela prescrição então a gente vê que é uma resposta do sistema resposta reativa e episódica então isso é característica de uma posição aguda uma condição crônica a gente vai ver que é o custo disso ela tem um início gradual geralmente ela não evolui para cura ela tem um ela precisa de um cuidado contínuo geralmente ela tem múltiplas causas binóculo nem
sempre a gente tem diagnóstico fechado desde o diagnóstico vença o teste dos exames eles podem ter valor limitado essas e acompanhamento da condição crônica a gente errou em relação ao resultado que a gente está vendo aqui enquanto aguda evolui para a cura geralmente a gente vai evoluir com cuidado sem cura na condição crônica um papel dos profissionais além de prescrever ele tem que educar fazer parceria com essas áreas ele tem uma característica de ser um cuidado multiprofissional e não focado no cuidado do médico e a pessoa acha tem uma importância muito grande no seu tratamento
então você vê o papel da pessoa aqui a utilização do sistema é de se corresponsabilizar com sua saúde e em parceria com a equipe precisa então de um sistema que responda de forma proativa de forma contínua corresponsabilização desse usuário pela sua pela sua situação de saúde então a gente viu aí a diferença principal das condições crônicas de coisas na agulha e agora a gente vai ver exemplos né naquelas condições agudas elas podem ser realmente doenças agudas como doenças transmissíveis doenças infecciosas quando elas têm um curso mas também podem ser causas externas por exemplo a calma
um acidente alguma coisa então exemplos greg gripe apendicite américa lit traumas elas vão ter esse cuidado aquele momento e evolui para a cura ea pessoa não vai precisar mais de acessar esse sistema não preciso que esse é um sistema que esse sistema seja prático desse cuidado como ela evoluiu para cura e as condições históricas a gente vai ter dentro dela a coisa só stronic que é o diabetes doenças cardiovasculares câncer doenças respiratórias de longa duração as doenças infecciosas existentes apesar de ser infecciosa celas são crônicas como a tuberculose hanseníase aí nosso hiv e podem ser
também é é mais diferente né as condições ligadas à maternidade o período perinatal então acompanhamento de gestantes atenção ao parto a square pedras ao recém-nascido o atendimento das crianças adolescentes e idosos os distúrbios mentais as deficiências todas essas condições elas precisam então sem cuidados na lógica do atendimento às condições e às vezes as pessoas ficam confusãozinha mais pré natal não é uma doença é uma doença gravidez não é doença mas a gente coloca dentro dessa necessidade de cuidado da oposição então o que a gente percebe hoje o nosso sistema de saúde a gente percebe uma
crise uma demanda infinita as pessoas querendo acessar o sistema e sistema não dando conta de lidar com todas as situações de doença a gente evoluiu hoje uma situação no brasil hoje a carga de doença por conta de posições crônicas é elevada mas o sistema é organizado para atender os eventos agudos então a gente fica essa crise no sistema de atenção o que eles enfrentam as condições crônicas na mesma lógica das condições agudas o que a gente vê ambulatórios o cuidado está centrado em ambulatório e pronto atendimento hospitais que são hierarquizadas eles têm um tem mais
importância do que o outro a cabeça das pessoas e eles são isolados e eles não conversa você encaminha para o hospital não sabe o que aconteceu lá e não volta com um plano de cuidados para a atenção primária contínuo isso geralmente a gente não é sem conserto dos locais muitas vezes local já estão trabalhando em rede mas o que a gente vem geralmente esses locais trabalhando isolados existe no nosso sistema priorização na atenção à demanda espontânea então quando a pessoa se percebe doente ela busca cuidado não existe essa nessa produtividade do sistema pela música das
pessoas a gente a priorizando quem busca o cuidado de cada conto ao mesmo que a pessoa seja diabetes ea hipertensão e acesso ao sistema por uma crise por uma dificuldade que ele está tendo ele resolve aquela crise e vai pra casa não existe um plano de cuidados de uma ligação entre os níveis a rede é o melhor cuidado naquela pessoa cuidada pontual sem atenção então os momentos silenciosos né da doença isso leva a uma severidade progressiva então a gente vê os diabéticos eles acessam várias vezes ao ano o sistema de saúde ainda assim ele possui
a lesões em órgão alvo não conseguem ficar estabilizados porque o sistema não a responder de acordo com a necessidade dele não existe uma população é descrita se você pensar no hospital o atendimento não existe uma responsabilização por aquela daquela população então quem está vendo essa incoerência 80% da carga de doença no brasil opositores crônica se expressar em todas aquelas que a gente vive com doenças crônicas pré natal e férias saúde do idoso saúde mental e nosso sistema ainda fragmentado então a gente percebe essa necessidade de um novo modelo e aí a gente mostra um pouco
da diferença desses dois modelos o sistema fragmentado que é o sistema que é o que a gente tem hoje e que é valorizado pela população pelos gestores ele não tá dando conta do cuidado não está trazendo os nossos resultados como a gente gostaria em relação à morbimortalidade da nossa população e ainda assim eles são valorizados porque eles são focados nessa nesse atendimento pontual eu busco atendimento e acesso então quais são as características do sistema fragmentado já queria pedir desculpa porque se a letra pequena voltar com o então nesse sistema fragmentado e tem organização que hierárquica
não existe uma coordenação é a atenção nem com essa comunicação entre os componentes o foco nas condições agudas igual a gente já tinha falado no meio das unidades de pronto atendimento e os objetivos são parciais e resolver a crise e resolver aquele motivo para pessoas com atenção naquele dia é voltado para indivíduo isoladamente o sujeito é apenas o paciente quebrou que buscou ajuda que vai receber aquela prescrição a ação do sistema reativa igual a gente já falou existe mas denota o sistema reage para aquela demanda que tem uma é fascinada intervenções procura e reabilitação vou
passar próximo do haiti que também é sobre o sistema quem fecha do fragmentado então o modelo de atenção é em conta a atenção isolados a gestão por estruturas de jogar isoladas também tem uma gerência que falar a gerência na pf uma gerência nos ambulatórios e elas não se conversam planejamento baseado em oferta eu decido quando eu quiser ofertar no mesmo hospital e oferece aquilo que a população não é feito muito na minha população diagnóstico para saber o que ele precisa e ofertar relação desse oferta responsável do serviço que já tenho e é centrada e principalmente
no atendimento médico não tenha essa organização territorial essas que todos ea participação social é bem limitada a as nossas redes que é o que a gente tem essa nova proposta para atender às condições crônicas que trabalham em rede a gente vê uma organização que acolhe a kika não existe essa hierarquia do que é melhor o haiti com mais tecnologia na verdade a tecnologia adequada para cada ponto de cuidado e todos os corpos têm a sua importância e de acordo com a necessidade da pessoa a coordenação da atenção à cas e centralizada na atenção primária que
é quem cuida da pessoa que inclui territórios quem tem a longitude nalidade ea capacidade de entender qual a necessidade daquela pessoa naquele momento então é o que a gente diz o cérebro da regulação quem cérebro regulador na rede é a atenção primária como existe comunicação entre os componentes seja o deveria né seja com prontuário eletrônico seja por contato telefônico o que foi combinado em um foco nas condições agudas nas condições crônicas e que não tenha rede de urgência ea rede de atenção a coisas únicas de dentro de dentre elas linhas de cuidado objetivo de melhorar
a saúde da população com resultados clínicos e resultados econômicos ea gente que tal tem o melhor resultado com o menor gasto a população é voltado para uma população a descrita com responsabilização sobre esse território e suas redes o jeito é agente corresponsável pela própria saúde ea família também passa a ser um sujeito então esse olhar mais sistêmico mais ampliado para a família a comunidade para aquela população o sistema passa a ter uma ação mais proativa e contínuo baseada no plano de cuidados comum em nossas equipes e com as pessoas ênfase nas intervenções de promoção prevenção
cura reabilitação avaliação de acordo com a necessidade da pessoa um modelo de atenção é que passa a ser integrado a reckitt se constrói a partir da estratificação dos riscos os determinantes sociais pelos riscos das pessoas o modelo de gestão a partir de uma governança sistêmica que vai integrar então atenção primária as gestões dos outros pontos de atenção à população os prestadores que passam então até formar esse comitê de governança dessa rede planejamento das necessidades é definido pela situação das condições de saúde da população e então a partir do trabalho do território entendo a necessidade da
minha população e serviço vai ser ofertado de acordo com essa necessidade a ação clínica é partilhada com outros profissionais então o atendimento é multiprofissional então a gente vê essa diferente essa diferença então da rede organizada a partir da atenção primária partir das necessidades do território e o sistema fragmentado é reativo ele é baseado numa oferta que você tá oferta e pela pessoa que acessa então é essa caminhada que a gente está querendo fazer a gente sair de um sistema fragmentado e ir para um sistema de atenção através das redes de saúde então o que a
gente precisa né então são as redes as redes são arranjos organizativos e ações e serviços de saúde onde ver com diva diferentes densidades tecnológicas que são integradas com seus sistemas de apoio técnico logístico de gestão que buscam garantir a integralidade do cuidado então principal das redes ea gente tem integralidade do cuidado o que a gente sempre diz em relação às redes nené atenção à saúde no tempo certo no lugar certo com custo certo pra qualidade certa de forma humanizada e com equidade pra gente fazer isso a gente precisa trabalhar em rede e esse desenho mostra
de como essa com formação da rede ao invés de ser uma pirâmide com grande grau de importância a gente passa a ter uma organização onde todos os outro de atenção têm a mesma importância são coordenadas pela atenção primária e aí pra gente tem então essa atenção primária que seja cérebro se essa regulação dessas redes que passa a organizar os fluxos que passe a dizer para as pessoas qual o melhor local onde elas têm que com esse cuidado é preciso ter uma atenção primária de qualidade não basta fazer o encaminhamento uma responsabilização é na atenção primária
que realmente funciona que para poder coordenar essa rede então esse site e com as qualidades né e traz a tese de que uma peça de qualidade quais seriam os atributos e os papéis a gente já pode pensar quem é gestor ou quem trabalha na equipe de saúde já com pode se perguntar será que a gente está cumprindo esses atributos será que a minha equipe a com esses padrões de qualidade o que a gente pode melhorar então dos atributos da atenção primária seria o primeiro contato que é a gente ter 100 acessível da acessibilidade a rede
pelo para essa população ela poder saber que chegou na atenção primária ele vai ser atendido que a sua necessidade vai ser atendida longitudinale idade no cuidado que é esse cuidado contínuo ao longo do tempo esse cuidado da pessoa ao longo do tempo não é mais um serviço com atual é longitudinal a integralidade do cuidado então a gente tem ações de promoção prevenção reabilitação pura avaliação de acordo com a necessidade da pessoa seu coordenador do cuidado então tem essa capacidade de organizar o cuidado da pessoa organizar essa rede os outros níveis de atenção organizar as informações
então mesmo que o paciente acesse outros níveis de atenção em outros locais o papel de coordenação desse cuidado é da atenção primária é focalizado na família então além do sujeito a família também passa a ser sujeito desse cuidado dessa da atenção primária existe uma orientação comunitária então a equipe passa a ser um recurso dessa comunidade é preciso conhecer minha comunidade entender as necessidades dela pra poder sem o recurso porque ela precisa ter competência cultural que é dar essa resposta de ter esse entendimento e dar essa resposta de acordo com as questões culturais que eu tenho
meu território então esses são os atributos que a gente tem a gente tem uma peça de qualidade nos papéis da atenção primária pra quê de qualidade são resolutividade que é a gente poder realmente a se resolver os problemas daquele paciente e quando a gente tem k é a capacidade de que a pessoa saia satisfeita com isso com suas questões resolvidas ou bem encaminhadas e os estudos mostram que a atenção primária tem uma tem potencial de resolver 90% as questões das demandas dessa população mas o que a gente vê na prática um alto índice de encaminhamento
alto índice de pessoas insatisfeitas com atenção primária então isso mostra que a nossa resolutividade da margem esse papel da atenção primária também é coordenação do cuidado como a gente já falou que é ser-se cérebro da rede essa organização e poder fazer essa essa organização da rede das informações ea responsabilização que é muito importante que você receber responsável pelas questões do seu território das necessidades do seu território então aps pegar para si essa é esse manejo das necessidades do seu território então com uma psd qualidade eu consigo pensar em cada seção tem qualidade tô eu consigo
pensar nas todas as de móveis e como organizar essas demandas né esses lotes também ficou pequeno não sei como está todo mundo conseguir ler então a gente vê que população com necessidades todos os meses a população vai aparecer com necessidades se a gente não tiver barreira de acesso à renda que pode ser geográfico pode ser financeira cultural qualquer barreira às vezes a própria unidade é barreira na hora que ele fala assim eu não atendo agudo a peça é só para atender crônico na hora que fosse a não atendo fora do horário então a própria a
própria equipe pode colocar barreiras processo então gente tira essas barreiras a gente percebe que essas necessidades da população se transformam um cano de rodas ea gente pode organizar essas demandas a partir de acolhimento lista de problema a gente vai ver que as demandas elas vão se dividindo nesses acho que são dois tipos de demandas diferentes então a gente reflexão demandas com condições agudas de modas com condições crônicas agudizadas demandas por condições gerais e específicas que é muito comum na atenção primária a pessoa busca o serviço por uma coisa específica tipo assim estou com fraqueza a
gente não sabe muito bem ainda não têm um diagnóstico específico a pessoa também não sabe demanda com condições crônicas não abusar das oposições crônicas normais demanda com enfermidades que também são sensações já do e simon por questões de adoecimento também às vezes não tem diagnóstico ainda fechado e manda por que são as ripper utilizadores e se a gente vê muito freqüente o quanto muitas pessoas têm dificuldade de acesso tem pessoas que são ipê utilizadores da atenção primária então em estudo mostrando que cerca de 44% da população que utiliza a psr pelo utilizador uê esses quarenta
e poucos por cento vão utilizar quase 80% das consultas então se a gente não fizer uma abordagem específica para essas pessoas elas não vão permitir que as outras pessoas também conseguiram acessar a gente começa não tem piedade no acesso se a gente não cuidar das pessoas e por utilizadores e nós também temos demandas administrativas de modo preventivo sem novos por atenção domiciliar demanda por autocuidado apoiado então o rn secar ou então e viu que esse só essas são as de modo de uma atenção primária onde não existe barreira processo a população chega e aí se
eu quero todos esses grupos de demandas se tudo isso ir à consulta médica que a pessoa vezes não sabe o que é que tem que mandar chega na unidade acham que ela tem que mandar com consulta para resolver todas essas coisas e sei que também cá com esse mesmo pensamento não vai ter jeito e médico enfermeiro vão fazer só consultas às 24 horas e os donos ou 40 horas de trabalho que vai fazer consulta e mais nada não vai dar conta de todas a de moda se tudo isso se em média 30 consciência da população
pouco menos que transmitem ou alguma demanda chega na unidade se tudo isso tiver que vir a consulta no hu se eu conseguir fazer mais nada a não ser consulta e aí que realmente começa às mostras slides em relação à organização da atenção que que essa casinha é que aparece tanto nossas nós as teorias de qualificação é como organizar aquela semanas que a gente viu no slide passado para que aquilo não fique tudo focalizados o consulta então como fazer e como fazer para organizar desenvolver e implantar a estrutura e processo pra gente conseguir organizar aquela demanda
e principalmente ser resolutivo e fazer com que isso se transforme melhor os nossos indicadores pessoas saudáveis - move mortalidade então para cada cada grupo daqueles que a gente viu nos slides igual os primeiros aqui de cima de moda com condições agudas condições crônicas agudizada e condições gerais gerais inespecíficas essa é uma demanda bem específico daquela consulta do dia as consultas não programadas e aí a gente propõe esse vermelho um macro processo de atenção aos eventos agudos organizar a estrutura e processo de trabalho para os eventos agudos a os outros grupos por exemplo de moda por
condições crônicas e moda por enfermidades e pessoa cícero felizardo moura elas se beneficiam a gente organizar que é o nosso verdinho macroprocesso de atenção às condições crônicas são abusadas pessoas e que utilizadores em terminar diz então essa casinha nada mais é do que os macroprocessos pra gente e organizar aquele grupo de novos para que aquilo tudo não seja resolvido só como consultas em equidade sem resolutividade então a gente vai ver agora então o modelo de atenção aos eventos agudos preparado então em eventos agudos e crônicos que a gente vai ver hoje aquelas de modas administrativas
de modo com visitas domiciliares vai ver em outro momento hoje a gente vai então modelo para a atenção aos eventos agudos e as condições crônicas então como a gente vê em muitos lugares como que é até saúde as agudas ordem de chegada fila de espera distribuição de ficha a vezes diz a pessoa qual já que ela pode até não só temos atendimento em call de alta horário e como a gente gostaria que seja atenção os eventos agudos prioridade para as urgências tensa eu estiver com uma situação de urgência e emergência não pode esperar na fila
preciso de um resultado preciso de uma resposta imediata estamos numa atenção centrada a necessidade da pessoa precisamos de humanização a pessoa pode ficar três quatro horas da manhã uma fila do lado de fora da unidade e precisamos também de satisfação do cliente do cliente satisfação dos nossos usuários então como vamos organizar nossos eventos agudos para a gente ter todas essas questões não ficar nesses problemas antigos né e aí qual é proposta desse modelo de atenção é o acolhimento o que é a atenção primária também é conta de atenção da rede de urgência e emergência às
vezes eu vejo em alguns lugares as pessoas falam do que não há atenção primária não é lugar pra urgência nós é atenção primária do mesmo jeito que os outros pontos de atenção fazem parte dessa rede não dá pra gente ver o que a gente vê hoje que é os prontos socorros e hospitais esse áreas atendendo de rosa azul e verde com a maior parte dos atendimentos verde isso a pessoa não está no lugar certo não é o melhor cuidado que ela pode receber também não vai ser com preço adequado então a unidade de saúde é
conto de atenção também para o atendimento dos eventos agudos e como vai organizar a partir do acolhimento principalmente da classificação de risco e pra isso pra gente fazer com qualidade precisamos de capacitação das equipes para atendimento a exigências principalmente às urgências menores que são as verdes e azuis e o primeiro atendimento às urgências maiores que amarelo laranja e vermelho um lugar traz para o atendimento ao laranja vermelho e amarelo é claro que não é a atenção primária e precisa de um nível maior de cuidado mas esses eventos chegam na atenção primária minimamente a gente tem
que fazer o primeiro atendimento ligar para o samu para o sistema de remoção então pactuar com a gestão e qual é com a população como que é que vai ser feito esse atendimento então o que a gente está vendo o modo de fazer a atenção os eventos agudos é acolhimento e classificação de risco o acolhimento que que é muitas vezes nós é o nosso falando nem e até na minha unidade quando eu fiz residência fala assim não só não dá certo aqui a gente não faz acolhimento mas na verdade todas as unidades fazem acolhimento que
ele mais ou menos qualificado se ele está deixando a o atendimento com equidade ou não essa é a diferença porque mesmo que a pessoa chegue e quem faz o acolhimento seja o porteiro seja segurança seja o atendente alguma colhimento a pessoa tem porque o acolhimento nada mais é do que um modo de acolher essa demanda espontânea quem não tá jogado quem foi programado a pessoa chegou ali algum acolhimento existe e então esse vai ser um local de organização do acesso humanização escuta qualificada é uma oportunidade de fazer vínculo com essa pessoa que às vezes a
gente está com dificuldade de vincular uma mãe que não leva as crianças para fazer a apoio cultural o idoso que não acessa uma outra questão de vulnerabilidade então às vezes é esse momento que a gente tem para poder ouvir e vincular essa pessoa o nosso cuidado e é um modo também a gente fazia a articulação na rede a gente entender qual é a necessidade e quando fazer esse encaminhamento essa articulação de acordo com a necessidade da pessoa então um acolhimento nada mais é do que o nosso modo de acolher que a gente pode discutir na
equipe vamos ver como é que a gente faz precisamos de estrutura precisamos organizar o processo vamos actuar porque eu não posso eu achar que uma situação era uma coisa eo meu médico achar que não era e fica aquela questão a equipe tem que discutir como vai ser o alimento como vai ser esse processo de trabalho quais são os encaminhamentos possíveis para o acolhimento como que vai ser feito e nesse caderno de atenção básica que é o 28 volume uma ele é praticamente todos sobre como implantar o acolhimento e vocês também vão ver essas questões na
planificação então a nossa ferramenta de atenção aos eventos agudos é acolhimento ea classificação de risco a classificação de risco tem também várias opções têm manchester que às vezes é utilizado e tem essa classificação também é também é por cores do ministério da saúde e é a outra ferramenta pra gente organizar essa demanda espontânea então acolhimento e classificação de risco esse classificação de risco ele separa em eventos não agudos que seriam os azuis e os eventos agudos que é o nosso próximo que separem verde amarelo e vermelho os azuis então a pessoa não está com uma
situação aguda mas ela apareceu lá na nossa conversa de móveis com tônia então a gente vai ouvir a necessidade e vamos fazer encaminhamento então que os azuis as quais orientação específica sobre as ofertas da unidade rosinha olha hoje você rei na demanda espontânea mas o seu melhor lugar para acessar seria nesse ou naquele já vamos te agendar pode ter um adiantamento de ações por exemplo o rei com a menina vem com atraso menstrual não sabe se que a grávida ou não já pode fazer um teste rápido de gravidez o acolhimento também pode ser já resolutivo
a gente vê uma dificuldade grande hoje da gente pegar sugestões com o primeiro trimestre no inicio pré-natal muito tarde então o acolhimento às vezes é essa oportunidade de fazer um teste rápido e já orientar sugestões ao seu trailer pré natal a gente pode planejar fazer o agendamento programação de intervenções considerando a história da pessoa o quadro vulnerabilidade então a gente tem que avaliar caso a caso para fazer o melhor encaminhamento isso então é o azul que ele apareceu ali teoricamente na corda inadequada mas a culpa não é da pessoa né a gente que tem que
acolher e fazer o encaminhamento correto e se ele é realmente uma situação aguda ou crônica faz o crónica gurizada ele vai ser estratificado nessas três outras cores então vermelho é um alto risco de vida precisamos de atendimento imediato e provavelmente atendimento médico isso tem actuado é que o amarelo é o risco moderado é um atendimento prioritário eo verde em baixo risco ou então ele é a ausência de risco mas como na habilidade importante o verde o amarelo de culpa o amarelo eo vermelho eles precisam de encaminhamento a gente vai fazer o primeiro atendimento e vai
fazer o encaminhamento para um dos outros locais que forem pactuados na nossa rede de urgência é pp à época o hospital então a gente tem que saber qual é o nosso fluxo qual é a nossa rede de urgência no nosso município para a gente poder fazer esse encaminhamento responsável pode ser com o telefone pode ser samu então a gente tem que teclar essas nossas questões e o vejo vejo assunção da atenção primária eles são de baixo risco ou ausência de risco a gente tem que pactuar como vai organizar essa agenda como que vai ser feito
esse atendimento é atendimento médico o atendimento de enfermagem atendimento de outro profissional da nossa equipe multi vamos ter que desenhar esse fluxo pra gente também fazer-se melhor acolher essa melhor restar ter resolutividade nesses nossos pacientes com de notas agudas né e se a explicação dessa dessa estratificação de risco a gente tem no caderno de atenção básica também só que o volume 2 que também fala bastante sobre essa classificação de risco também já fala sobre manejo dos principais problemas de nove contando a ps também é bem interessante então resumindo nossa atenção aos eventos agudos as ferramentas
são acolhimento e classificação de risco esse é o principal para a gente ter o diagnóstico para construir os nossos processos um e esse agora então o nosso modelo para a atenção às condições crônicas nas condições crônicas como a gente viu naquela lista de demandas em três ladrões que quem tiver organizar com essa mesma resposta que são as coisas são históricas que não são agudas nas condições crônicas não autorizadas as enfermidades que são aqueles problemas de saúde que às vezes ainda não tem diagnóstico ou às vezes não são doença e pessoas de querer utilizadores a gente
vai colocar esses três nesse bloco do modelo de atenção às condições crônicas e aí que características têm esse modelo é um modelo baseado em trabalho multidisciplinar não dá pra gente pensar no atendimento para a condições crônicas centrada no médico não é esse o melhor cuidado ele precisa ter os outros profissionais a gente tem que pensar no fisioterapeuta a gente tem que pensar na enfermeira temos que pensar no educador físico na nossa nuno pessoal da equipe de saúde bucal que também é muito importante sem se pensar no que é natal por exemplo é essencial a gente
precisa trabalhar com diretrizes clínicas a gente ter claro aqui que declara como é o melhor encaminhamento a gente trabalhar com diretrizes clínicas baseada em evidência é óbvio que a gente não vai todas as coisas não são o protocolo né a gente vai ter uma direção a partir dessa diretriz cínica para melhor a ser feito ea gente vai individualizar para cada uma das pessoas e das famílias a gente precisa ter essa pessoa essa pessoa identificada no território porque se ela não demandar o serviço serviço que ser proativo e fazer busca dessa pessoa precisamos trabalhar com estratificação
de risco da população para eu fazer a minha o planejamento em saúde é preciso saber quanto às gestantes eu tenha quantos hipertensos quantos diabéticos quantas as demandas missão de doença mental é de saúde mental para poder organizar minha agenda a partir de uma necessidade do território até para programar com os meus gestores quanto às consultas especializadas izzo quem é alto risco quem vai ser encaminhado pra primeiro ambulatório especializado para minha rede cuidar para eu trabalhar junto com essas outras especialidades para a gente ter a melhor resposta que precisamos lutar de continuidade dessa atenção então é
uma questão que não evolui para a cura a gente precisa fazer o acompanhamento uma atenção integral precisamos trabalhar a prevenção promoção reabilitação paliação se for o caso o autocuidado apoiado que é uma das questões mais importantes do tempo que a pessoa passa na unidade é praticamente nada perto do tempo que ele passa fora da unidade técnica da vida da pessoa o que ele faz fora da unidade é o principal para o skate para o resultado que ele vai ter então a gente precisa ter forte essa questão do autocuidado apoiados a responsabilização da pessoa a pessoa
se tornar sujeito da sua história e das suas questões de saúde coordenação da atenção da rede pela atenção primária que é o que a gente já explicou isso é uma característica que ele ficasse bem forte nesse modelo máquina que a gente chama que a modelo de atenção às condições crônicas e precisamos ter um plano de cuidado individual um plano que é feito partilhado com a pessoa com a família para que realmente ele seja um plano de cuidado verdadeiro que a pessoa vá seguir que a equipe conseguiu acompanhar então essas são as características desse nosso modelo
de atenção às condições crônicas essa pirâmide ela explica bem como que é esse modelo em tal como o que ela diz né então tem uma população eu sei quem é e e estratifica e ela com risco então você vê que os níveis esses níveis quanto mais pra cima cv que é uma quantidade de população menor mas é uma população que tem o maior risco estão na base que ele te ver a gente vê uma população que a população total ela não tem risco não tem nada o que fazer sobre a minha população total é preciso
de fazer intervenções de promoção à saúde kamia população inteira se beneficia com promoção à saúde levou um nível pra cima eu já vejo uma população com fatores de risco então nessa população além de promoção eu preciso fazer também intervenções de prevenção das condições de saúde já é uma população menor mas eu tenho que trabalhar já com prevenção essa linha que mostra pra gente a divisão entre a auto cuidado apoiado e atenção do profissional da equipe olha o tamanho do autocuidado apoiado e olha o tamanho da necessidade da equipe aqui ainda é muito forte a questão
do auto cuidado o que a pessoa faz fora da unidade é o mais importante para ela na resolução da situação dela o próximo nível de tv que ele ainda menor em uma uma população menor mas é uma situação mais complexa é uma população que já tem uma condição crônica simples e nesse nível a gente já vai fazer uma gestão da condição de saúde a necessidade dela de cuidado da equipe já aumentou mas ainda com uma boa quantidade de autocuidado apoiado de necessidade o próximo nível de novo menor quantidade mas já como a situação de saúde
mais complexa então a gente vai ter uma população com condição crônica complexa que é a gente vai precisar de fazer neste momento a gestão da condição de saúde já quase 50% com coco - já é necessidade de cuidado profissional e uma parte de autocuidado apoiado a gente vai para o último nível dessa nova estratificação quando é uma condição crônica muito complexa a maior parte do cuidado é profissional e isso entre todos os corpos de cuidado na rede a o foco na atenção primária então é trabalham particular e fazendo a gestão desse caso mas não dá
para esquecer uma parte disso o cuidado ainda é o auto-cuidado apoiado então esse nível mostra bem os nossos níveis de intervenção no cuidado à saúde das pessoas são crescentes de acordo com a situação de saúde dela nossa estratificação e essa questão do auto cuidado apoiado e tem uma participação e conte até as condições técnicas muito complexas é que é o nosso topo da pirâmide então é essa lógica que a gente vai te no e na nossa questão do cuidado as condições crônicas e essa pirâmide então faz um resumo de como que como tem que ser
esse cuidado e para cada nível de s a gente tem processos que dá porque a gente pode fazer e como a gente vai se organizar a rede isso também a gente vai vendo nas questões do planificação e também tem muito bem claro nesses livros depois eu vou colocar no final e aí a gente chega nesses nós e que pra mim acho que o marcelo nem vai gostar muito nem a toalha que me chamou mas pra mim se ninguém entendeu nada dos outros slides ou se já conhecia tudo que ele não tem nada de novo e
se pra mim é um slide mais importante é se você pode sonhar você pode realizar a gente fazer uma análise pensar eu como gestor como equipe de saúde com o profissional da minha equipe o que eu sonho pra minha equipe é o meu desejo como atenção primária o meu desejo é ter zero grávida quanto às grávidas para a equipe de vocês vocês aceitem que morra pra mim que eu não quero que morra nenhuma e hoje a gente tem um espírito santo no ano passado 30 mortes maternas no nosso estado é muito alto nosso índice de
prematuridade está muito alto a gente tem em mente de prematuridade de quase 10% cada dez grávidas uma vez e vai para o team tenha sequelas e tem tudo então a gente vê hoje a nossa quantidade de infarto já vencer a gente a chegar a índices as cinco piores do que lugares com a população muito maior do que a nossa então qual é o nosso fórum como equipe eu acho que é complexo essa mudança desse paradigma a gente essa mudança ela vai ser gradual mas é uma mudança que já está sensibilizando todos os níveis de atenção
a gente está discutindo isso na secretaria de saúde estamos discutindo isso na atenção primária na planificação mas o mais completo mesmo esse desejo que que eu quero a gente pode começar com uma rede então meu desejo que toca meu coração por exemplo é pré natal então eu quero melhorar a assistência pré natal o meu sonho mais e que nenhuma das minhas gestões morra nenhum dos meus bebês vai morrer eu não quero prematuridade então o que é que eu tenho que fazer ea partir disso a gente organiza os nossos processos ea nossa estrutura vamos trabalhar território
e vamos conversar com o pessoal da secretaria com que a gente pode organizar vamos conversar com os outros níveis de atenção vamos ter uma referência quando tiver do vida pra quem eu posso ligar quando a minha gestante inter na quem eu vou ligar pra saber o que aconteceu qual o melhor plano de cuidados pra ela a partir de uma rede que dá certo a gente vai conseguindo sensibilizar as outras pessoas e a gente já vai ter um modelo para as próximas redes então esse slide pra mim assim que é mais importante a partir do desejo
a gente tem realmente esse desejo esse sonho de poder fazer diferente de quando vou matricular com a rede cuidar para que a rede realmente faz a diferença pra mim e pra minha população os meus resultados a gente se mobilizar para os nossos resume o resultado a gente querer realmente resolutivo então eu acho que é esse mais ou menos um recado à disposição para quem tiver com esse sonho quiser essa ajuda assim é o meu sonho é que nenhum dos pacientes com diabetes descompensada quero ter 100% meus parceiros compensado que ninguém tenha infarto então precisando de
ajuda eu acho que a gente está aqui pra isso acesse marcelo a secretaria de saúde olha que está na coordenação da atenção primária a gente solicita uma tela consultoria e com que eu faço já tem desejo já tem um sonho mas eu quero saber como eu faço eu acho que pode acessar aquela consultoria que é super importante a gente pode conversar então é mais ou menos esse o recado de hoje que agradecer muito pela atenção de vocês espero que tenha trazido algum conhecimento que eu possa ter ajudado e agradecer o marcelo é tânia mara pelo
convite eu acho que é isso acho que esta última só que é e se essa questão então eu tenho meu sonho meu objetivo eu só preciso então construir esse caminho que eu preciso fazer para chegar e atingir esse sonho a gente tem que ter muito claro isso dentro da nossa cabeça e é que a referência eu acho que vale a pena ler os livros são muito interessantes eles vão ajudar bastante nessa construção e precisando também se podem entrar em contato [Música] [Música]