[Música] o centro espacial de alcântara no maranhão é a base de lançamento de foguetes e satélites mais bem localizado do mundo devido à proximidade com a linha do equador mas isso não foi suficiente para fazer o nosso programa espacial decolar depois do grave acidente de 2003 quando 21 pessoas morreram alcântara praticamente não foi usada mas tudo isso pode mudar com o acordo de cooperação tecnológica assinado pelo brasil com os estados unidos quem vai nos explicar as vantagens deste acordo é o ministro da ciência tecnologia e inovações e comunicações marcos pontes esse é o cidadão e
ao mundo o seu espaço para discussão de temas internacionais ministro muito obrigado pela presença e eu gostaria de iniciar perguntando o mais importante que todos devem estar querendo como o brasil vai se beneficiar desse acordo com os estados unidos mas parando queria agradecer agradecer essa oportunidade de falar a respeito de um assunto tão importante para o programa espacial brasileiro para toda a região além de alcântara são luís o maranhão como um todo o brasil né pra é de forma geral é esse acordo é um acordo de salvaguardas tecnológicas é um acordo técnico e o que
ele prevê é os estados unidos concordam que o brasil lance foguetes e satélites de quaisquer países que tenham alguma tecnologia americana embarcada desde que o brasil se comprometa a proteger essa tecnologia de uma empresa americana é de não ser roubado ou copiado o acordo é basicamente isso a cor bem simples mas que tem uma importância muito grande para o país a idéia é tornar o centro espacial de alcântara um centro comercial então como um centro comercial nós temos foguetes lançadores como parte do nosso portfólio de lançadores e fazendo os contratos antes com estes foguetes por
exemplo de uma empresa japonesa é o de uma empresa é italiana de empresas de diversos países por ser uma empresa também e aí tendo esse portfólio de lançadores a nós vamos procurar os clientes quais são esses clientes que tenham os satélites para lançar vamos supor que uma empresa portuguesa quer lançar um satélite aqui no brasil aproveitando a oportunidade ser valor mais baixo por causa da proximidade do equador e assim por diante então essa empresa nos procura nós temos é a característica daquele satélite em termos de peso órbita necessário e qual seria um lançador mais adequado
nós temos um portfólio o nosso povo seja um lançador de uma empresa é japonesa e aí o que nós fazemos é fazer a operação desse lançamento colocar o satélite no foguete basicamente fazer todos os testes que a partir do momento é que nós recebemos os recursos que têm um custo dessa operação nosso povo não é não é um valor exato porque seja 100 milhões que custou essa operação tão receber 16 milhões da empresa de satélites de 100 milhões nós pagamos o fornecedor japonês do foguete russo por 50 milhões o restante desses recursos em r 50
mil e onze de resto nós usamos para melhorar a infraestrutura do centro em toda a região e também para o nosso programa espacial o desenvolvimento de satélites assim por diante você vê que é um negócio extremamente importante para o brasil e o fato de assinarmos este acordo nos viabiliza essa operação comercial tem um detalhe no acordo que diz que esse recurso recebido não pode ser usado pode ser usado para o projeto espacial brasileiro mas não para o lançamento de um foguete por exemplo a de um de longo alcance como é isso é o que existe
é o seguinte por causa das limitações de sr não está prevista a utilização desses recursos diretamente o desenvolvimento de um foguete lançador nacional pois é uma restrição não de forma nenhuma restrição porque uma vez que é recebido e se esses recursos e entrou no nosso programa espacial possa desenvolver satélites posso usar esse recurso as envolventes até diz que os recursos seriam desenvolvendo estratégias e utilizo pra o desenvolvimento de um lançador nacional ou seja isso não tem nenhuma implicação prática assim ea salvaguarda a lógica impede o brasil de cooperação e outros países o próprio estados unidos
outro que uma cooperação de desenvolvimento nessa área mesmo já a aeronáutica espacial não existe é especificamente com relação àquele componente americana vamos supor que nesse foguete japonês tem algum componente de uma empresa americana eu não vou poder logicamente é divulgar essa tecnologia da americana assim como não divulgar nenhuma nem do foguete e nem do satélite também então é normal se não você não tem um centro saudável operando se você expor os dados dos seus clientes então é parte da operação você proteger esses dados agora pra cada lançamento existe um contrato específico que é feito dentro
desse contrato específico com alguma empresa pode haver sim sem qualquer problema uma parceria de cooperação de dados não tem problema nenhum de cooperação técnica não tem problema daquele contrato específico sim é sem revelar a tecnologia americana que é isso envolve isso diga-se de passagem esse acordo ele só é válido para foguetes até que tenham uma tecnologia americana se o foguete e o satélite que está sendo lançado não tem nenhuma tecnologia americana o acordo não é aplicável então é o país é livre para qualquer coisa assim uma questão polêmica que sempre levantada quando o projeto passou
pela câmara ou no senado também sempre foi citado na questão dos quilombolas que a comunidade tradicional que viveu na região eles podem ser afetadas de alguma maneira pelo projeto agora pelo projeto é sem dúvida eles serão afetados positivamente esse é essa notícia boa que acontece é o seguinte àquele centro está instalado lá haja 30 anos e ele precisa ter uma operação entre vivendi se mostrar para que veio e quando digo mostrar o que veio um centro de se você imaginar o próprio kennedy space center trabalhei muitos anos lá é oco você vê a integração que
existe desses centros com as comunidades você lembra quando teve aquele problema no no governo americano em 2008 teve uma crise econômica muito grande o que mudou os recursos espacial kennedy space center parou de operar os ônibus espaciais em espanha quase que a região toda morreu quando o que eles têm experiência se tornou um centro comercial e começou a fazer a operação com a spacex blog tá ali tudo é aquela região toda é reviveu de uma forma magnífica muito mais do que tinha antes e é isso que a gente quer ir naquela região a operação do
centro integrada com as comunidades integrado com a a vizinhança de forma que o centro traga desenvolvimento social e econômica para lá o que acontece esse projeto é repartido em três é três fases a primeira fase do projeto era assinatura do acordo que foi feito nos estados unidos a aprovação do acordo no congresso o que está estamos nessa nessa parte da fase agora e uma vez que ele é aprovado no congresso nós partimos para a segunda fase eu fui o único ministro que foi lá conversar com os quilombolas né é interessante isso é que eu achava
que eu tinha medo mas eu fui o único que foi lá conversar com eles e você vê a aquela situação que eles vivem ele pode ser muito melhorado e isso vai entrar nos planos de negócios da segunda fase então a segunda fase uma vez que o acordo seja assinado é seja aprovado no congresso de parte para esta segunda fase que são os planos de negócio não conversar com todas as comunidades conversar com o governo local a gente vai ter que preparar a infraestrutura fazer esses planos de infraestrutura onde vai ter estrada onde vai ter escolas
novas onde vai ter hotéis é como que vai ser desenvolvida região quais vão ser assim a cadeia produtiva é com o que vai acontecer em termos disso então tem que entrar a escola de ensino básico entre escolas profissionalizantes é preparar em novas empresas do local para que trabalhem lá também então essa integração do centro e isso vai ser feito nessa segunda fase uma vez que esses planos de negócios sejam prontos a gente passa para a terceira fase que a operação colocar em prática tudo isso é mas tudo vai ser feito com a aprovação de todos
desse plano de negócio tem uma previsão de data para têm a ideia é o seguinte uma vez que seja aprovado no congresso diz para si essa segunda fase que eu estimo do em torno de oito meses para a preparação desses planos do negócio locais então considerando algum atraso que sempre acontece alguma coisa tipo vamos supor um ano para dar um tempo bom a lide então 2020 a gente passa fazendo esses planos ea operação começaria em 2021 é algo assim sendo será aprovado rapidamente o congresso é uma coisa importante o pessoal tem em mente também que
a aprovação desse acordo ela nos obriga a fazer nada igual a igual você tem um visto no passaporte você vai lá vai no consulado de algum país consegue o visto daquele é pra você viajar para algum lugar o fato de você ter um visto não te obriga a viajar mas se você for viajar você precisa do visto sim então esse acordo é exatamente isso é o fato de nós temos o acordo assinado e aprovado no congresso vai nos permitir fazer planos de negócio com uma base sólida ou seja tenho visto agora para poder viajar é
e aí baseado nesses planos de negócio vai decidir olha vale a pena fazer bom vale a pena vamos tocar em frente porque isso não é um interesse só do país no interesse do governo quer dizer esse tem que ser o interesse de toda aquela região para falar assim esse centro é meu entendeu é a gente vai é alimentar esse centro que vai nos dar retorno entendeu e se a coisa comunidade tem que abraçar aquele centro como um ativo muito importante para a região sem ministro em 2001 congresso rejeitou o acordo também que os estados unidos
é e que mudou de lá pra cá qual a diferença deste acordo agora porque isso não é aquele acordo foi bastante modificado graças a um trabalho muito bom é feito pelo comando da aeronáutica com o ministério de ciência e tecnologia também é e essa essa modificação nos permitiu ter um acordo em termos melhores para o brasil é que eu quero dizer com isso é lógico que todo como todo o acordo ele nunca é 100 por cento que um lado que mas tem o aquele ganha-ganha dos dois lados então acordos ele pode ser até filho olha
puxa vida tem essa questão e dos não se pode usar o recurso próprio para desenvolver de foguetes no país é mas é meio pro foco que a gente pode usar para as até de utilizar recursos até para usar o foguete então é hora tem que se for um país que está no mt sr não tem problema nenhum planeta crf projeto é o mds é um acordo feito em 35 países é que ele prevê o que o acordo e entende o pretende é evitar a proliferação de armamentos nisseis balísticos e assim por diante então é ele
traz uma série de restrições agora se o país é participante ok não tem problema nenhum time pcr o país imediatamente é aceito né se o país não tiver um tr o que acontece é que a gente pode lançar é um foguete com um satélite desse país ora veja bem na prática sim porque se o país não está a acontecer é questão de lógica então poderá acompanhar mas há ali existem duas possibilidades país está ou não está mt sr primeiro se ele está dentro do sr está aceito não tem problema nenhum já desta página se ele
não está no mt r com o ps esse ramo da lógica que a gente vê o seguinte ele tem algum componente de peça é algum componente americano não contam o acordo não se aplica ea gente pode lançar quem decide é o brasil sobretudo sem perguntar pra ninguém ele tem algum componente americano tem então tem que ter uma conversa entre brasil e estados unidos para ver se pode você não pode lançar a então estás vista tá mas e se interferindo da soberania também não porque pensa bem se ele tem uma peça americana ele não era um
terceiro mas tem uma peça americana significa que os estados unidos já concordaram em vender uma peça para aquele país colocar certo se ele concordou em vender automaticamente ele já provou que aquele país tem essa participação de então ele vai provar de qualquer forma ou seja você vê que a lógica nos leva sempre a conclusão de que o acordo como ele está escrito ali teria atende e muito bem pois isso essa questão me remeteu a outra ou outro detalhe em novembro o brasil tá assando está sediando o encontro do brics os países em desenvolvimento que inclui
rússia índia e china que são também potências nessa área de aeroespacial essa é eo brasil principalmente a china desenvolve já uma parceria de longo tempo eles mas tinha um tempo o gate para ser lançado agora no em breve a em dezembro ele poderia ser em alcântara não no lançamento não vai ser por causa do acordo não tem várias várias coisas vão começar do início primeiro tive a oportunidade na minha carreira é uma coisa muito boa é como engenheiro na que eu trabalhei praticamente 20 anos com a nasa em vários e vários programas é eu trabalhava
justamente com a integração de sistemas testes de sistemas então nessa parte como engenheiro porque a gente vê o astronauta você pensa na na parte do espaço nem quando está trabalhando o espaço do espaço minha função era basicamente de mecânico de espaçonave e manutenção de sistemas etc mas enquanto o som do meu trabalho mas como engenheiro e gerente de projetos e eu tive a oportunidade de conhecer muito bem o programa espacial americano e e também trabalhei três anos no programa espacial japonês para o desenvolvimento do laboratório japonês o quilombo é que eu era responsável pelos testes
de integração daquele laboratório e depois com a rússia porque eu acabei voando com a rússia nem conhece bem o programa espacial de lá isso me deu uma boa visão de vários programas espaciais que você falou da índia por exemplo é um país que o que já há algumas décadas atrás poucas neto e falando 20 anos atrás o brasil estaria à frente da índia em termos de desenvolvimento de tecnologias espaciais hoje eles nos passaram ea gente pode falar que tá comendo poeira porque a poeira já baixou já passaram muito tempo a gente é a china mesma
coisa e eles tiveram a coragem de investir no programa espacial e tenham sucesso que eles têm hoje em muitas tecnologias associadas à tecnologia espacial por causa dessa coragem deste então e o brasil tem esse acordo com a china muito de muito sucesso já de bastante de 1988 um satélite com cílios é um satélite de observação da terra dos recursos até que nós vamos ter um lançamento agora é próximo dia 17 de dezembro nem falo próximo que tem uma janela de lançamento 17 01 de dezembro o lançamento dos cds 4 a 1 então já há uma
parceria de sucesso que a gente vai manter e ampliar essa parceria com a china também é ou seja o fato a gente tem um centro de lançamento vai nos dar essa capacidade de cooperação e aceleração do nosso programa que é quem é porque é muito boa muito importante e além disso o fato de ter esse centro nos dá uma capacidade soberania nacional muito grande porque a gente tem hoje em dia a gente tem 900 mas ele não consegue lançar é um satélite e mas nós temos até de ser desenvolvidos para o brasil ou no brasil
ea esse satélite sendo desenvolvido em ter que entregar para um outro país para fazer um lançamento ou na china vamos estar fazendo agora é o na índia ou em londres nos estados unidos onde for a base de alcântara não estava preparado para ser usado nos casos em que tiver que fazer uma adaptação é como com a ajuda de um acordo já é e ele precisa de um ajuste total quem vai investir naquela adaptação é outro país é o brasil como é depender da adaptação necessário né é o que acontece quando a gente falando de um
centro comercial suponha que eu tenha um contrato com quatro lançadores de empresas de países diferentes esses nesses contratos com essas países é com esse país com essas empresas eu gosto de ressaltar que não é com o país não é por exemplo o japão que deve lançar aqui é uma empresa do japão que vem mas aqui é com o centro comercial final de contas então esse contrato com essa empresa prevê o vai prever que a empresa construa sua plataforma de lançamento daquele foguete cada foguete então a plataforma específica de lançamento com as necessidades especiais especificidades daquele
foguete e aí aquela plataforma é conectada com o centro de lançamento do nosso sistema de controle e acompanhamento é essa parte é nossa então dependia onde e logicamente tem que melhorando o a fazendo a petiz na base então isso vai ser feito em parceria por falar em parceria com outros países no desenvolvimento de lançamento tinha uma parceria muito grande já que o brasil investiu bastante e foi com a ucrânia mas há pouco tempo o brasil desistiu no pio unilateralmente s essa parceria porque confio e quando chegou a ser investido nisso é eu não tenho valor
de cabeça que o valor exato mas foi um valor é alto foi investido pelos dois países nessa nessa parceria o rompimento tem alguma coisa a ver com o acordo com os estados unidos não tem nada a ver com compra foi bem bem anterior ou não funcionou nessa essa parceria e o fato dessa dessa parceria não ter tido os resultados o que vamos dizer assim a participação e você fala porque isso acontece porque quando você faz uma parceria cada país tem uma série de atividades que têm que cumprir dentro de um certo tempo quando esse país
começam a deixar de cumprir essas atividades dentro de algum tempo ou de colocar os recursos necessários dentro de algum tempo geralmente essas parcerias tendem a não funcionar e foi o que aconteceu com isso nós temos lá em alcântara uma área que é com em construção que foi deixada em construção não terminado o ministério está mantendo a aquilo lá para não deteriorar e pode ser utilizada que ela aquela aquele resto de construção pode ser utilizado por uma empresa por exemplo que queiram utilizar aquela mesma área e continua construção também vai aproveitar essa situação é essa esse
inventário de tudo isso tem sido feito pelo ministério é ea gente tem um prazo para terminar é que está sendo ampliado eles encerrariam esse ano está sendo ampliado para terminar todo esse inventário de forma que esse e se essa parceria termine da melhor forma possível disse que o brasil precisa ser uma coisa o crânio depois desse inventário e concluiu é provável que haja alguma alguma um combate judicial né e então mas faz parte do do processo vai vai tocar dessa forma logo depois das discussões como é que como é que determina isso é lógico que
sempre é é igual quando quando você fala de qualquer país não só falando do nosso brasil então não tem que defender os interesses do nosso brasil que a gente vai fazer da maneira mais é eficiente possível voltando agora nossa base de alcântara aqui como falei na abertura do programa em 2003 infelizmente houve aquele acidente com 21 mortes e o projeto de o projeto de espacial brasileiro de uma forte desaceleração depois disso o que aconteceu o vu-m cruzado lançamento de microssatélites de lá pra cá como foi desenvolvido é aquilo aconteceu em 2003 é e em agosto
de 2003 eu perdi e 21 amigos lá neto do irs de aeronáutica e espaço eu também era foi do instituto de aeronáutica e espaço era piloto de testes do instituto foi uma perda muito grande é tanto em termos materiais mas principalmente quando se pensa nas pessoas que é a parte mais importante de tudo isso que está aí uma parte que eu gosto de ressaltar que é necessário que aquele centro funcione até em honra dessas pessoas que deram a vida pura pelo projeto então estou muito feliz em ver finalmente o projeto indo pra frente e decolando
e tenho certeza de onde eles estiverem eles estão lá também aplaudindo porque finalmente está conseguindo decolar aquele projeto que eles deram a vida para isso o projeto de lá pra cá é primeiro ele passou alguns anos para a reconstrução da torre móvel é que foi onde o foguete e gritou então aquela torre foi destruída é então tem a reconstrução da torre móvel então isso foi feita a torre instalar no local depois tiveram problemas com a pista de pouso também foi reconstruído foi melhorado é e hoje a infraestrutura ela está completa em uma boa infraestrutura é
pode ser melhorado ainda como tudo o pessoal fala que eu sou chato com essa coisa que toda vez que falo isso pode melhorar ainda mas é fato tudo pode ser melhorado então ali aquilo pode ser melhorado bastante assim como todo o entorno é pra melhorar é a recepção vamos dizer assim de essas companhias externas dos países para poder trabalhar e também é e ela passou durante esse tempo todo fazendo lançamentos menores com foguetes mendonça foguetes sobre hospitais é e foi nesse treinamento para manter a operacionalidade do pessoal é tanto na parte do das operações de
lançamento e rastreio e tudo mais mas agora a gente vai começar a falar em lançamento com carga útil e uma série de outras coisas que vão ser muito interessantes em termos orbitais e certo que vai dar uma elevação de nível muito grande pra o centro como um todo e nós vamos precisar de pessoal capacitado então por isso que eu falo tanto na formação local de mão de obra local formação profissional que isso não pode ficar para depois tem que começar agora não dá pra esperar um tempo então nós precisamos de engenheiros da missão de técnicos
são de novas empresas trabalhando ali então tudo isso vai movimentar muito que a região existe algum projeto específico para isso a formação de mão de obra ali naquela região o ministério tem uma coisa trabalhada para isso é por enquanto nós temos alguns conceitos porque a gente tá fazendo porque porque quero estar com esse plano pronto porque eu quero esperar justamente a aprovação no congresso para terminar essa fase 1 do projeto pra entrar na fase 2 que a conversa com as comunidades é conversar com a toda a parte local onde as empresas locais governo local porque
eles têm que ter uma participação nesse plano eu não quero chegar lá e cometeu o erro de fazer não gente vem com o plano de cima para baixo assim terá que ser feito dessa forma não não a gente vai ter que conversar para ajustar um plano que tem a participação de todos é o melhor tipo de plano que você por ter esse ano você tem a participação de cada uma das pessoas que vão participar é e com isso você tem uma coisa muito mais sólida muito mais concreta que as pessoas por participarem daquele planejamento elas
também vão querer participar da execução daquilo vão querer participar e defender nem aquela aquele projeto como um todo é isso que a gente quer por isso que eu eu evitei foi propositalmente fazer algum plano anterior a gente vai fazer um plano com as comunidades fazem o plano local tendo neste infelizmente o tempo do programa já se esgotou mas mais uma vez agradeço bastante a a presença aqui e esses esclarecimentos deverão olha eu gostaria de agradecer agradecer por essa oportunidade de explicar esse acordo é tão importante o brasil aproveitar para agradecer também as pessoas que têm
trabalhado para que isso aconteça e se transforme em realidade tanto da nossa gente espacial quanto no comando da aeronáutica também é os parlamentares locais é o senador roberto rocha por exemplo trabalhando bastante para a aprovação desse plano assim como os outros a toda a bancada local por saber da importância disso para todas as comunidades em trabalhar com então é importante agradecer e continuar a trabalhar muito obrigado obrigado se você quiser rever baixar o compartilhar o link desse programa é só acessar a nossa página na internet senado.gov.br batv ou então visitar o canal da tv senado
no youtube e se você quiser fazer um comentário crítica ou sugestão pode telefonar para zero de centros 61 22 11 a ligação é gratuita obrigado pela atenção e até o próximo cidadania mundo [Música]