Bom dia, professor. >> Bom dia, senhor Michael. >> Tudo bem, >> tudo ótimo, Michael. E você, como é que você está? Vamos aqui, >> vamos começar esse bate-papo aqui rapidamente assim, deixar as pessoas entrarem, né? >> Com certeza. Me conta um pouquinho como é que tem Passado esse tempo todo do ponto, vamos começar do ponto de vista clínico pra gente poder entrar. Eu tô Oi, Aninha. Muito bem. Primeiro que eu tô muito feliz, gente. Eu quero dizer para vocês que é uma alegria rever vocês online, tá? Eh, fazia tempo, muito tempo que eu não encontrava
com alguns e não falava eh de forma nenhuma. De vez em quando, alguns alunos a gente encontra pelo Instagram, né, com algum comentário, mas esse universo online Trouxe essa possibilidade da gente se conectar. Esse é muito positivo, muito positivo. Então, Maico, me diga que que você arrumou desde o período que você esteve aqui em Uberlândia me visitando, >> que foi 2000 e no seu caso 2018. Acho que foi é isso mesmo. Eu tava vendo aqui no certificado aqui atrás. Acho que é isso mesmo. Gracinha. >> Foi um pouco antes da pandemia, né, Dia? >> Perfeito.
>> Pouco antes. É, mas cara, a gente tô aqui na mesma rotina, virei vô, né? >> Tô com mento aí de 4 anos, minha rotina é clínica. Eh, e procurar, você sabe, sempre procurando conhecer, melhorar, não só como pessoa, né? Já melhorei algumas coisas, mas tem muito para melhorar. Tô sempre correndo atrás de conhecimento, né? E agora com essa nova versão do Dean online, né? Mais ativo, né? Aí a gente tem essa grande Oportunidade de estar aprendendo com você, Dean, que é uma grande honra. Isso, isso é muito satisfatório. >> Agradeço demais, Marc. Eu vou
aproveitar esse gancho seu e a gente tem aqui um grupo limitado de pessoas. Nosso intuito já era tá tendo a oportunidade de conversar um pouquinho mais com cada uma das pessoas para contar para quem não é meu aluno ainda, né? Quem sou eu, como é que a gente chega neste momento de agora e aí a gente vai dar sequência por que Nós estamos inaugurando aí uma uma nova fase do deão, uma nova fase de conhecimento, né? Então vamos lá, gente. Então, ó, depois eu vou passar aqui vendo aqui, mas deixa eu cada um das pessoas
que estão aqui tem os alunos novos. Olha, deixa eu ver quem que eu reconheço aqui. Ah, Eliete, olha só, Lucas. Então, ó, sejam todos muito bem-vindos. Ah, Dalva, a Carolina, a Dani, Renata. Olha, muito bacana. viu? Muito obrigado. Claro que vocês podem deixar ir deixando também as questões de vocês no chat, que aí a gente nos intervalos eu vou dando uma olhada e programando aí eh as nossas respostas. Tudo certo, gente? >> Certo. >> OK. Acabei de ver aqui. Perfeito. Então, tá. Então, olha, quem me conhece, né? Eu estou nessa atividade, né, de trabalhar com
as mãos, entender a fisiologia do corpo, entender a anatomia do corpo, entender como o Corpo funciona em todos os seus aspectos, né, seja no aspecto físico, seja no aspecto emocional e principalmente no entrelaçamento deles desde 2001. 2001 é um marco onde eu começo a me dedicar à osteopatia. E a osteopatia é que fez os braços para que eu buscasse outros modelos de conhecimento. Então esse é um ponto muito importante, tá? Eh, dali eu comecei a perceber que o corpo ele não age de maneira isolada. Então isso é um ponto crucial em tudo o que eu
vou falar para vocês, tá? Por que que esse é um ponto crucial em tudo que eu vou falar para vocês? É um ponto crucial. Tá dando algum eco, gente? Não tá OK? OK. Esse é um ponto crucial, porque eh eu não acredito que nós possamos realizar algo no corpo que seja tão isolado, tá? Eu entendo perfeitamente que nós podemos realizar Uma técnica para o ombro, nós podemos realizar uma técnica para a coluna cervical, nós podemos realizar uma técnica até mais profunda, né, com o objetivo, por exemplo, do fígado. Mas quando interagimos com uma pessoa, isso
se torna sistêmico. Quando a gente já toca numa pessoa, quando a gente está de frente para uma pessoa, isso já se torna sistêmico. E isso é o que a osteopatia já me trouxe desde o princípio, lá quando eu comecei A estudar. Porém, para quem eu vi que muitas pessoas aqui, e é e era este o objetivo, eh, fizeram osteopatia, eh, fizeram alguma formação em terapia manual, são fisioterapeutas, então tem um grupo de pessoas aqui interessados nisso e sabe que nós aprendemos de maneira isolada. nós aprendemos eh que não tem muito como ser tão diferente, né?
Assim, vamos estudar o ombro, vamos estudar o tórax, vamos estudar a coluna. Então, nós fomos Aprendendo cada uma das partes para que no final conseguíssemos juntar esse determinado conhecimento. Mas aí entraria o que eu colocaria eh para vocês, né? Será que nós conseguimos juntar essas formações que nós temos e essas informações? Então, nessa minha busca foi fazendo sentido ao terminar os conhecimentos de terapia manual, né? A minha primeira especialização foi em terapia manual e Não em osteopatia. Eh, foi fazendo sentido ao começar a estudar um módulo, aprender o outro módulo. Ao começar a estudar sacro,
estudar lombar, estudar torácica, estudar coluna cervical e assim por diante. Depois disso, foi fazendo sentido estudar os módulos, por exemplo, viscerais, né? estudar a correlação do fígado, do estômago, do intestino e assim por diante. E nessa mesma sequência lógica, foi fazendo Sentido estudar os módulos cranianos, né? Então, estudar como o sistema nervoso vai interagindo de uma forma geral. Então, essa foi a minha trajetória, porém eh eu não deixei de estudar o caminho científico convencional, que foi entrar para o mestrado na bioengenharia. Então, em 2006, falei da lacuna de 2001 a 2005, aproximadamente com os estudos
de osteopatia. Em 2006, eu eu termino o Meu mestrado. O mestrado me trouxe uma clareza matemática, uma clareza física sobre como a gente conseguiria eh entender grandezas físicas, ações mecânicas no próprio corpo. Tudo bem? Baseado nestas questões, né, do mestrado, eu comecei a perceber que à medida em que nós colocamos, por exemplo, um organismo para treinar, né, treinar o músculo, o osso respondia. A minha tese foi nesse sentido. Eu coloquei os ratinhos para poderem correr, né? E à medida que eles foram correndo numa esteira que nós idealizamos na época, foi foram feitos os sacrifícios deles
de tempo em tempo para verificar modificações ósseas e modificações histológicas no tecido muscular. Então, dá pra gente perceber nitidamente, isso já não é novidade para ninguém, que o corpo responde ao treinamento, tá? Isso Foi neste período aí. E passado esse período aí do mestrado e eu interagindo com estas forças de uma forma geral, eu entro no meu doutorado e no meu doutorado eu já tinha muita vontade de entender a força fluídica, não só essa mecânica, essa força do músculo e do osso, mas a força fluídica do corpo. Como que eu falo dessa força fluídica? Eu
estou falando do movimento eh dos líquidos corporais. E isso tava num momento, tava numa fase Em que eu estava estudando muito o crânio. Nessa ocasião em que eu fazia o meu doutorado, foi de 2007, tô mostrando a cronologia para vocês, foi de 2007 a 2012 que eu estava no doutorado. Eu dei muitas aulas de crânio. Nessa ocasião eu era professor do Idote e conheci muitos aqui nesse nesse momento, né, do Idote. Foi maravilhoso, foi uma experiência ótima, tá nesse ponto. E, enfim, eu dando essas aulas, eu fui entendendo que um toque em um lugar gerava
uma Repercussão em outro lugar. Foi ficando muito mais nítido que ao tocar, por exemplo, no crânio, a gente tinha uma resposta crânio sacral. E a partir daí a gente tinha repercussões, por exemplos, com movimentos involuntários, movimentos de liberação nas pernas, nos membros, em outros lugares, né? Quantos de vocês já não tiveram oportunidade, né, de ver esse tipo de reação corporal? OK? A partir daí, tocando, né, entendendo aí essa fisiologia ainda no aspecto de Interagir entre as estruturas do corpo, né, em diferentes camadas, eu nunca abandonei o ambiente clínico, eu nunca deixei de atender. E o
que que aconteceu? aconteceu que as pessoas começaram a ter cada vez mais respostas, além de movimentos, respostas emocionais. Então, ao termos respostas emocionais, eu comecei a também fazer um momento de aprofundar o conhecimento emocional. Então, teve os momentos em que eu fui Fazer os cursos de leitura biológica, né, os cursos da medicina germânica, né, fiz em 2018 também formação em coach, depois eu entrei para fazer psicoterapia, comecei a estudar e ir para esse outro lado de como as nossas emoções podem modificar a nossa fisiologia. Aqui eu quero mostrar um ponto para vocês que muitos de
vocês conheceram. Nesta época em que eu estudava as emoções e interagia, foi quando eu criei Meu primeiro método, o de reabilitação neuromeningia, que traz muitos de vocês aqui, né? Tô vendo, por exemplo, a carinha da Eliete, querida, já tava querendo assistir uma aula, né? Já tem um tempinho. Então, eh, trouxe muitos de vocês para cá. Por quê? Porque a gente fazia um movimento de ir ali do corpo para as emoções e depois das emoções para o corpo. A gente começou a interagir um pouco mais construindo e reconstruindo o Conhecimento que a gente tinha na ciência
e o conhecimento que a gente tinha na prática clínica. Então, por que que eu coloco isso? Porque eh veja que a medida em que a gente estuda e aplica na prática, a gente consegue fazer uma via de mão dupla e isso vai nos conectar diretamente com o que eu quero dizer agora, né, para vocês sobre o centro regulador torácico. Então, é, essa conexão ela foi se estreitando, foi se estreitando dentro Da minha visão clínica. Eh, fui aprofundando, criei o segundo método para explicar um pouco mais a fisiologia eh do corpo, que é o de terapia
manual funcional, que muitos alunos aqui também tiveram a oportunidade de participar, porém, né, fazendo essa trajetória entre cursos, aulas, família, né, para quem não sabe, sou casado há mais de 20 anos, tenho três filhos, né, dos meus filhos aí, duas, é, as duas mais velhas já estão na Faculdade, já abandonaram a casa do pai, né? E estão aí na rotina de vida delas. E tem mais um que ainda está comigo por aqui. Então, entre estudar, né, manter os meus conhecimentos, não teve nenhum ano que eu deixei de fazer alguma coisa nesse sentido. Não teve nenhum
ano que eu deixei de praticar, atender clinicamente, sabe? e cuidando desses outros lados do quem sou, que eu acho sempre muito importante a gente tá conectando, Mantendo tudo isso, a gente foi surpreendido com o momento da pandemia, né, né? Não sei para vocês como foi aí. Eu tenho certeza que se a gente abrisse aqui agora, ah, cada um teria alguma coisa para contar aí de mudanças e extraordinárias, né? mudanças muito significativas, eu acredito, literalmente pré-pandemia, pós-pandemia. E no meu caso, o que aconteceu foi que eu me voltei muito mais para a minha Família nesse período.
Eu me voltei muito mais para os meus filhos nesse período. Eh, eu percebi que eu vinha num momento crescente de estar construindo carreira, conhecimento e fui retomando o meu centro em relação a meu posicionamento como pai, como marido, né? aqui nessa região, mas por conta de estar mais conectado com a família, isso me trouxe outros tipos de interações. Por exemplo, foi nessa época que eu ainda me aprofundei mais no esporte. Então, falando ainda de quem sou, né? Eu comecei a correr um pouco mais e foi indo 5 km, 10 km. meia maratona, maratona. Hoje já
fiz algumas maratonas. Disso eu comecei a me voltar para a região, para para o esporte da bicicleta, para o esporte da natação. Comecei a fazer triathlon, né, depois de velho, né, não tão velho assim, mas né, comecei a interagir um pouco mais com o esporte e comecei a interagir com a minha fisiologia. Comecei a perceber o que representava para mim a respiração. Vamos chegar aí, estamos chegando devagar. Então, veja que eu tinha um conhecimento em que eh eu vinha da estrutura, corpo, da fisiologia, mas algumas coisas eu não tinha experimentado, né? por exemplo, como melhorar
a minha energia, como render mais numa maratona, qual a importância real, né, à medida que a gente vai envelhecendo do sono, Né, de manter a mente focada, de tentar envelhecer um pouco menos, né, de uma certa forma em todos esses aspectos. Então, baseado nisso, eu comecei a estudar um pouco mais recursos, né, em que eu poderia me aplicar, recursos e o que eu deveria estudar para ao mesmo tempo, ter foco, ter energia e tratar aqueles meus pacientes, né, que no momento da pandemia para cá se sentiam desse jeito que eu tô comentando, se sentiam cansados.
Se sentiam sem energia, debilitados emocionalmente, debilitados fisicamente, entre aspas, precisando de um milagre aí para voltar. E é nesse ponto que eu começo a perceber que muito do meu trabalho na pandemia para cá se volta em torno do tórax. neste momento, olha, veja essa trajetória. Então, estou falando tanto de um conjunto eh de estudos, de formações, quanto de uma experiência particular. Então eu começo a me voltar Um pouco mais para reaprender com que eu estava vivenciando pela primeira vez, pandemia, pós-pandemia, né, no meu ambiente clínico. E por que que isso é tão relevante para mim?
Como a gente tem vários alunos aqui, né, pessoas que me conheceram nessas outras épocas, isso é tão relevante, porque como que nasce lá o método que eu passei para muitos de vocês, né, de reabilitação neuromeninga. Ele nasce exatamente da minha experiência clínica. Ele nasce o método porque o que eu fiz foi catalogar as técnicas que eu mais utilizo, mais utilizava naquela ocasião e desenhar um raciocínio em torno do sistema nervoso. E isso deu muito certo. Foram centenas de alunos, depoimentos maravilhosos, né? Então isso deu muito certo. Ou seja, é um tipo de pesquisa, né? Para
quem aí fez também mestrado, doutorado, sabe que a gente pode inventar uma coisa e aí a partir dessa invenção a gente vir Comprovando. Ela é um caminho, né? Eh, ou a gente pode pegar algo que existe e vi destrinchando isso. Então, tem esse método aí indutivo e dedutivo de uma forma geral. Então eu comecei a reanalisar o quanto o tórax estava sendo importante neste momento da pandemia. O que que nós vimos na pandemia, gente, né? Nós vimos pessoas com crises respiratórias no primeiro momento. Nós tivemos aí essa visão na primeira Primeiro momento do COVID de
problemas respiratórios. E eu estava muito preocupado com isso, com os pacientes que chegavam com sintomas respiratórios, né? E comecei a me aprofundar um pouco mais nessas questões respiratórias, na respiração no sistema imunológico, né? Eh, no tomar sol. Fiz aí algumas alguns momentos de lives com os alunos também falando sobre este momento de como preservar o sistema imunológico, a importância da atividade Física, a importância de tomar sol, a importância da alimentação, né? E aí nós viemos nessa condução ali na pandemia, muita coisa em torno do tórax. Muita coisa em torno do tórax, tá? Como eu estava
neste momento bem voltado a meu ambiente familiar, recebendo esses pacientes, estudando comida natural, tentando fazer maratona, tentando fazer esports, né? Eh, nesse conjunto todo, eu entrei no estudo da naturopatia. Aí, gente, é um problema, né? Para tem gente que pode achar um problema. Eu não consigo ficar quieto, quieto assim, né? Então eu não fui só estudar naturopatia, eu decidi fazer um doutorado em naturopatia. Então, eh, não tem não tem meia meia conversa, né? Então, no meio da pandemia, eu entrei para um doutorado em naturopatia, um doutorado online, né, ligado a uma universidade dos Estados Unidos
e a um grupo de pesquisadores aqui do Sul. e comecei a estudar. E vendo toda essa Repercussão, o que que eu estudei, né, no doutorado? Eu ainda estou na fase final, tô na fase de defesa da minha tese, já cumpri créditos, já fiz a minha tese, eh, mas estou numa fase ainda de reorganização da qualificação e da defesa. Termino este ano, né? Eu comecei a perceber neste momento que o estudo da naturopatia ele casava demais com a osteopatia. Tanto é que osteopatia e naturopatia Funcionam juntos em alguns países. No Canadá, por exemplo, alguns países europeus.
A gente estuda isso de maneira conjunta. E foi exatamente o que eu percebi. Só que agora o que eu quero trazer para vocês do resultado desses anos de estudo de osteopatia e e áreas afins com o estudo da naturopatia, na realidade é uma união real prática entre biomecânica e bioquímica. Eh, foi ficando mais claro para mim as Interações bioquímicas que a biomecânica gera. Da mesma forma, também ficou mais claro para mim o como as interações bioquímicas podem modificar a biomecânica, por exemplo, em medicações, né? Sejam elas alopáticas, sejam elas mais naturais. O fato é que
existe uma química que modifica também a nossa mecânica. É o que que o médico faz, a grosso modo, né? Quando receita uma Medicação, ele quer, como resultado final um corpo com mais energia, enfim, resolver ali um conflito, certo? Bom, aí, gente, é que chegamos neste ponto em que temos um conhecimento mecânico amplamente discutido na própria fisioterapia, na fisioterapia respiratória, na fisioterapia cardiopulmonar. Nós temos ali um conceito da mecânica do tórax, das faces, da postura. Porém, a gente tem aqui, ó, uma outra coisa que especialmente de 2012 para cá se potencializa. Nós temos agora uma química
da neuroimunologia. Essa química da neuroimunologia está muito relacionado ao que eu já praticava nos cursos de reabilitação neuromeningia, que é a análise das repercussões clínicas do sistema glinfático, que seria do sistema linfático do Cérebro. Da mesma forma, a medida em que eu falava pros alunos das pressões exercidas no corpo, né, do segredo da terapia manual, que está relacionado em saber onde tocar, com que força e por quanto tempo, eu falo isso há cerca de 15 anos, né, pras pessoas, foi ficando cada vez mais claro que nós Nós estamos interagindo com a química corporal de maneira
constante e recorrente e as pesquisas então ganharam um boom nos Últimos 10 anos eu colocaria dessas interações bioquímicas da fácia nas interações das manipulações que são feitas e movimentam o sistema nervoso autônomo das manipulações que modificam aí desde a variabilidade ade cardíaca as respostas na fisiologia do sono. Por nós temos aí um conjunto de reações hormonais que interagem com o toque. E essas coisas elas não brigam, elas se complementam. Aí, gente, é que a gente tem o pulo do Gato para onde eu quero chegar agora, né? para onde eh a gente está indo nessa nova
fase? Que o que, presta atenção, o elo de ligação, o que transforma a fisiologia do corpo, tá? Está conectado com o nosso tórax. O tórax, ele é o local onde nós vamos ter um grande número de interações, tá? físicoquímicas que modulam o organismo. E vocês sabem, né, principalmente o os meus alunos aí antigos, né, que já estão comigo há muitos anos aí, que uma técnica ela não tem entrada sem o paciente relaxar. Uma técnica, ela não vai ter o mesmo nível de profundidade sem a confiança do paciente que vem quando ele consegue relaxar nas suas
mãos, quando ele consegue se soltar, quando ele consegue expirar. Percebe? E aqui é o ponto em que nós estamos. Nós estamos num momento muito adequado, um momento de ansiedade global. Nós estamos num momento de estress global. Nós estamos num momento, sim, de pós pandemia, com medo, né, de uma próxima pandemia, com medo de uma guerra mundial, com medo do futuro, seja pela política, seja pelas condições eh financeiras aí do país e tudo mais, não é? Então, nós estamos num momento em que nós podemos ir além. Nós estamos num momento em que o nosso trabalho com
as mãos, né? Então, quem trabalha com as mãos pode estar numa vantagem. Hum. Não sei se vocês pensaram sobre isso, né? Por que que eu falo que pode estar numa vantagem? Pode estar numa vantagem porque nós não Dependemos de energia para os procedimentos que fazemos com as mãos. Nós não precisamos de altas tecnologias para fazer o trabalho com as mãos. Nós precisamos apenas, literalmente saber onde tocar, com que força, por quanto tempo e com a metodologia que faça diferença. Quando a gente fala metodologia, é com a capacidade de entender o que está dando certo e
o que está dando errado para Atingir um determinado objetivo, um processo, né? Eh, agir para um determinado fim. Então, neste momento em que nós estamos com conhecimento, com as mãos e numa maca, sinceramente, cansei de atender pacientes no chão, na cama, no sofá. Esses dias eu tava conversando com a Fabiana, aliás, eu não vi se a Fabiana já entrou aqui, é uma aluna muito querida daqui de Uberlândia, já teve trabalhando comigo. Enfim, tô Até olhando aqui, ver se ela aparece aqui, que ela tá é uma das pessoas inscritas, acho que ainda não teve condição de
entrar, mas ela falando assim: "Dean, olha, se tem aqui uma uma característica, né, eh, de toda todo o nosso trabalho, assim, eh, de uma forma geral, é o quanto as coisas se entrelaçam, é o quanto as coisas se unem, é o quanto a gente consegue consegue misturar eh nossa forma de agir, vamos dizer assim, Eh para salvar, vamos dizer assim, as pessoas em momentos inesperados. E ela tava me falando de um paciente que chegou na clínica dela, não conseguiu sair do carro e porque ela tinha ferramentas, né, vamos dizer assim, com as mãos, ela atendeu
o paciente no banco de trás do carro, né, e conseguiu ali fazer um atendimento suficiente para colocar ele numa cadeira de rodas, entrar dentro do ambiente da sala dela para receber o atendimento e sair Andando sem a cadeira de rodas. Então, eu queria que vocês analisassem, pensassem, refletissem também sobre esse potencial que nós temos aqui, tá? Só que não pode ser aleatório. Nós temos muito conhecimento hoje disponível para fazer algo que seja aleatório. E aí é que a gente de novo, então, chega aqui nessa primeira meia hora de apresentação, né, dessa minha trajetória e e
do porquador Torácico ele entra aqui na minha história. Porque a medida em que nós fomos, nós iremos, né, construir um determinado conhecimento, eu queria passar para vocês que se falhar, né, a alguma coisa, o recurso que você tem, né, eh, de algum jeito aí se usa a uma fisioterapia ou eh aparelhos eletromagnéticos, aparelhos elétricos, eh depende de como que você usa biofotomodulação, Se de alguma forma, né, falhar, saiba Que você tem as suas mãos e que sabendo tocar no tórax e nas relações que eu vou mostrar para vocês, tá? Nesses dois dias de imersão que
nós preparamos aqui hoje e amanhã, essas interações elas podem modificar modificar a maneira como o paciente se vê, a maneira como você terapeuta vê o quadro clínico do paciente, a maneira como a gente entende saúde, e doença. O tórax ele é um ponto focal, o foco, é o objetivo para gerar saúde. Não é à toa, não é à toa de forma nenhuma, tá? que nós eh temos ali coração e pulmão dentro da caixa torácica, mas nós temos muito mais interações do que o coração e o pulmão. >> Dean, licencinha aqui, eh, precisa Compartilhar os slides
novamente. >> OK. Só um minuto aqui. Pronto, pessoal, deu certo. Tão vendo os slides? Ainda não. >> Então deixa eu voltar aqui. Foi na hora exata. Não, aqui no pessoal. Parceu alguma coisa? Apareceu, né? Tô vendo aqui. OK. Muito bem. Agora, gente, é o seguinte, ó. Alguém aí quer manifestar? Fabiana, falei de você. Você tá >> Oi, Dean. >> Tudo bem? Você já tava aqui ouvindo a hora que eu falei? >> Deixa eu te falar. Eu sou eu sou péssima internet, então eu tô mexendo aqui desde Começou. Eu tava aqui antes de você entrar, tô
ouvindo tudo, só que eu tô apanhando aqui no meu computador, no meu, no meu celular. O Danilo ia vir para me ajudar, mas dormiu e eu tô aqui sozinha, tô apanhando, mas tô acompanhando. E é isso mesmo, tudo que você falou sobre mim aí em relação à aquele paciente. Foi maravilhoso. E é isso mesmo. Nossa profissão tá na frente de muita coisa aí. >> Perfeito. Muito bem, Fabiana. Oi. >> Algum recado aí pro pessoal aí das pessoas que ainda não tiveram oportunidade de participar de cursos, treinamentos, imersões? Você é uma pessoa que pode falar, hein?
Pessoa que me conhece bastante. >> Olha, olha, gente, eu conheço o Dean faz mais de 10 anos e assim, praticamente eu acho que quase 100% dos cursos dele eu tive presente e eu sou suspeita para falar. profissionalmente eu não tenho Nada a queixar assim, eh, o meu movimento, minha agenda, ela ela quadruplicou, quintuplicou. Eh, assim, eu não tenho vaga na agenda por 15 dias. Então, assim, quem não tem conhecimento das técnicas do DEAN, pega firme. Se ele, se ele incluir curso aí, façam, não percam, porque é o diferencial. na nossa profissão. Não percam, pessoal, porque
na experiência clínica não tem coisa parecida. Então, eu super Recomendo tudo. Essas técnicas que ele faz, realmente você, como se diz, levanta de fundo, >> fala na grosso modo, >> viu? Então, esse paciente que eu colo que eu peguei ele no carro, ele foi sensibilidade minha, eh percepção manual, tudo isso o Dean proporciona para nós. Então assim, eh ele para mim é o estilo da osteopatia. Sempre falei para ele e ele morre de ri em mim. Então, gente, pega firme, Ingressa nessa nova jornada de vocês, porque realmente vale a pena e vocês vão ver, não
só pelo dinheiro, mas a satisfação profissional, a realização profissional. Quando você pegar um paciente dentro de um carro numa posição de um feto e ele em 20 minutos você conseguir colocar ele na cadeira, em 40 minutos você colocar ele de pé, isso não tem gratificação maior. Não é o dinheiro, é colocar ele com um sorriso nos olhos, no Rosto, um olho feliz olhando para você em forma de agradecimento. Então não tem preço que que é mais gratificante do que isso. Então >> muito obrigado. Que >> pegem termo, viu? >> Perfeito. Ó, deixa eu passar rapidamente
aqui para essas pessoas tão queridas, né? Vamos lá. Eliete, tem alguma coisa para comentar, querida? Seu microfone, seu microfone tá tá desconectado. Tem que desbloquear ele. Isso. >> E agora? Bom dia. >> Eu Bom dia, querida. >> Tudo bem? Tô muito feliz por estar aqui e conseguir ouvir um pouco mais de você. Tô precisando de uma injeção de ânimo. Primeiro para me levantar novamente, depois para atrapalhar. >> Gracinha. Nós vamos fazer isso, viu? Nós vamos fazer isso. >> Me mandou uma mensagem no final do ano passado, falou assim: "Professor Elete, Eu tô te chamando aqui
para te dizer que você é responsável por isso aqui, hein? É uma das pessoas que pegou e falou assim: "Professor, não tô morando mais no Brasil, tô sentindo muito falta das suas aulas. Cadê você, pelo amor de Deus, se eu passar aí no Brasil, quero fazer um curso. >> E eu pensando em você. >> Obrigada. Eh, outros alunos que têm aparecido e falando assim: "Professor, né? Volta, Volta, professor. Aí eu tô voltando, viu? Viu, querida?" >> Ah, que bom, gente. Fico muito feliz mesmo, muito grata. >> Muito bem. Obrigado, Ktia, >> você surgiu aqui. Que
gracinha. Fala pra gente aí como é que você tá, como é que foi sua experiência aí nas nossas interações do passado. Microfone não tá conseguindo. É só clicar no botãozinho do microfone, normalmente no Canto inferior à esquerda que tá mutado. Se conseguir nada >> aí >> diga querida, como tá a vida. Bom dia. Tudo bem? >> Bom dia. Tudo bem? Cordean, ele foi um marco na minha vida, tanto profissional quanto pessoal. Eu não me lembro bem o ano que foi, mas foi entre 2017, 2018 que eu estava prestes a desistir de ser fisioterapeuta, Apesar de
amar muito. Desde que eu entrei, me ingressei no curso de fisioterapia, eu entrei com a certeza que seria a minha missão de vida. Mas quando a gente cai no mercado de trabalho despreparado em todos os sentidos, né, emocional, enfim, né? Eh, então eu tava passando para uma fase muito desafiadora na minha vida profissional e um dia no YouTube, nada por acaso, existe um propósito para todas as coisas e Deus me fez ver o Vídeo do Dean e ele estava dando uma aula sobre todo o ombro. E eu fiquei extremamente encantada porque desde a faculdade eu
tinha algo dentro de mim que me guiava para essa forma integrativa, mas eu não sabia direito o que era. E até então a gente tinha aquele conhecimento básico da fisioterapia tradicionalista que muitas vezes os pacientes chegavam e eu não conseguia gerar resultados. E quando eu vi a aula Do Dean com tudo que vocês sabem, né, como ele é maravilhoso e eu fiquei apaixonada e eu apliquei por tinha um paciente com aquela dor aquela semana, nada por acaso, eu apliquei e um resultado extraordinário. E eu só e que não existe conência. >> Tá falhando um pouco,
querida, a conexão. Mas enfim, muito obrigado. Lindo te ver aqui, viu? A Fernanda. Fernanda, Fernanda me manda paciente agora esses dias. foi uma das minhas alunas, uma das poucas alunas que pegou aí um pouco do da pediatria, né, de um curso que eu fiz de pediatria. é outra área que eu sou encantado, com resultados maravilhosos, em que a gente faz uma diferença assim, é que a gente nunca vai ser agradecido, porque a criança não tá vendo aquilo que a gente tá proporcionando para ela, assim no ponto de vista consciente, mas A gente sabe que mudou
a história dela às vezes com uma intervenção que a gente faz, né, Fernanda, como tá a sua vida? como é que foi as fases até aqui? O que que você pensa aí desse novo momento? >> Eh, assim, os cursos, os seus cursos, né, Dean, foram, eu sempre falo que foram divisores de água na minha vida. Comecei lá no RNM, depois fiz o PMF, fiz o de pediatria e todos eles eh são base pros meus atendimentos. Eu sou apaixonada seus cursos, admiro muito seu Trabalho, sempre eh que posso, indico, encaminho, sempre falo muito bem mesmo, porque
fez total diferença. Naquela época eu trabalhava no serviço público, eu saí do serviço público, hoje eu tenho minha clínica, né? Eu tinha, na época eu trabalhava com Pilates, hoje eu já tô mais só na parte da fisioterapia mesmo. E assim, só bênçãos de lá para cá. Gracinha. Muito obrigado, querida. Seja muito bem-vinda aqui. Bom, para não Estender demais, vou finalizar, viu? Todos recebam meu abraço, meu carinho, mas com o Pablo, que também me acompanha há muito tempo. Você tá aí, Pablo? Tá mutado seu microfone. >> Tô aqui, professor. Tô aqui, Dean. Eh, eu falo que
Dean foi um grande amigo, né? é um grande amigo que eu tenho uma consideração muito grande, um professor e um grande mentor. Existe um Pablo antes do Dean e um Pablo depois que o Dean entrou na minha vida, né? Foi um Grande divisor de águas na minha vida eh profissional, me ajudou muito e hoje eh eu sou muito grato a Deus, assim por ter conhecido o Dean e tudo que ele me ensinou, tudo que ele me aconselhou, tudo que ele me mentoriou, hoje eu colho, eh, estou colhendo frutos de todos os ensinamentos e todo aprendizado,
né? E caminhar ao lado do Dean para quem tá chegando aqui agora, gente, é fantástico, é surreal, né? Caminhar ao lado do Dean é incrível, né? Então eu sou muito grato e espero aprender mais ainda, né? Cada vez mais junto com você, Dan. Minha gratidão, você sabe, sempre falo isso. Sou muito grato pela sua vida e muito obrigado por tudo. E quem tá chegando aqui agora, comece a caminhar do lado do Dean que vocês vão ver a vida de vocês ser transformada. >> Gracinha. Lindo, Pao. Olha, gente, vou encerrar essa etapa aqui. A gente vai
conversando um pouco mais. Eh, teve várias etapas, tá? Para quem não me conhece ainda, né? Eh, já tive a etapa de fazer realmente mentorias, né? Muitos cursos presenciais, alguns cursos online, né? Então, são 25 anos aí de jornada. Então, tô entrando numa fase agora, eh, em que alguns conceitos estão se solidificando, né? Eh, quando eu falo que alguns conceitos estão se solidificando, é que depois de muito tempo executando, Eh, já virou lei interna, sabe? como você sempre observa algumas coisas na sua rotina e você já assumiu determinadas coisas como verdade, né? Seja verdade sobre você,
seja verdade sobre a vida. Então, eh, o meu objetivo aqui é falar para vocês a minha verdade, tá? A minha verdade, ela vem acompanhada o máximo possível de estudos, né, pra gente não ficar na loucura, eh, de ser só o que a gente imagina, tá? Mas vem também com essa parte da criatividade, Da imaginação, mas dentro de uma lógica, né? Se a gente galgando passos, né? Se eu fizer isso, o que que pode acontecer? Se eu fizer aquilo, o que que pode acontecer? Então, é também incentivando vocês a virarem pesquisadores do próprio resultado. Quem sabe
até, né, vocês vão evoluir igual o Pablo. Pablo é uma gracinha, viu, Pablo? O Pablo, ele realmente foi um dos meus mentorados e ele falava para mim, não, o que que eu faço aqui? Ele foi mentorado, entendeu a Questão do marketing, como é importante a gente se comunicar, fez mestrado, sabe? Constituiu família de lá para cá, uma gracinha, né? Assim, e eu vejo de fora, né? Eu sempre que possível eu acompanho o máximo dos alunos, eu vejo o quanto ele cresceu e o quanto ele evoluiu. Então vou falar para vocês neste momento sobre algo que
para mim eh está virando cada vez mais rotineiro como um ponto de raciocínio bem lógico, tá? que é o tórax Até um determinado ponto. Veja se vocês estão conseguindo ver aí. Parece que eu vi aqui que não mudou a minha projeção de slide. Ah, ok. Agora sim apareceu aí para vocês. >> Apareceu, mas não tá em tela cheia. tem que iniciar a apresentação. >> OK. Veja se apareceu em tela cheia agora. Ainda não. >> Para mim apareceu. >> Às vezes não tá. Deixa eu conferir aqui. Olha, vou continuar daqui porque eu não sei se para
mim tá tudo aqui. aqui. OK. E aqui nada ainda vi que não mudou para Apresentar, então vou continuar daqui, tá? E aí no nosso intervalinho, eu vejo se eu consigo compartilhar a tela toda com vocês. OK. Nada ainda. Parece que até sumiu, gente. Minutinho para eu ver se eu >> agora foi >> perfeito. Agora >> então tá. Calma que tô buscando aqui ainda. Ô, Fabiana, tô tentando aqui, >> hã, >> o máximo possível a gente também interagir com tudo que é online, né? É assim, viu, minha filha? >> Pois é, meu filho. Eu peno aqui,
viu? >> Nós somos da nós nós somos de uma época que não tinha tanta tecnologia assim, né? >> Pois é, pensa, >> mas a gente tem que dar conta, viu? >> É, eu tenho que dar conta, >> mas funçando aqui, até minha voz já apareceu, então já tá melhorando. >> Muito bem, querida. Ó, fui de novo, mas parece que ainda não ficou do jeito que eu queria. Eu voltar para lá. Minutinho só, gente. Não. Hein? Não consegui de novo, gente. Então vou continuar daqui. >> Mas tá dando pra gente ver agora. Agora Foi. >> Agora
não. >> Ok. >> Ufa. Bom, gente, então vamos lá. >> O por o tórax, tá? O tórax ele não está somente conectado com a estrutura local. Primeiro ponto muito significativo. Como assim, Deão? tórax não está Conectado somente com a estrutura local. Primeiro ponto importante é que no tórax nós temos sim uma estrutura mecânica, OK? Até aí é o conhecimento padrão, eu acredito, de todos que estão aqui nessa sala hoje, tá? Então, significa que existe movimento nas costelas, existe movimento nas cartilagens costais, existe movimento entre as costelas e as vértebras costovertebrais. Existe movimento entre a coluna
torácica, né, de T1 até T12. Nós temos ali o movimento das facetas articulares. Então, nós temos movimentos músculoesqueléticos amplamente conhecidos na anatomia, na fisiologia articular, na sinesiologia. E muito dos nossos estudos na linha da fisioterapia entendem o tórax desta forma. entendem o tórax como um arcabolso Mecânico, em que a gente tem movimentos das costelas, movimentos do externo, movimentos numa fisiologia chamada de alça de cubo e alça de balde. Lembraram disso? OK. Então isso é o que nós comumente vemos no estudo do tórax. Porém, e aqui entra uma primeira questão, se o tórax se movimenta Em
diferentes direções e sentidos, seja pra frente, seja pros lados, seja na dimensão posterior, látero lateral, Seja na sua amplitude longitudinal. Se o tórax se movimenta, muito provavelmente tudo o que está dentro do tórax se movimenta. Indiscutível. Além deste movimento que na fisioterapia a gente conhece, temos um outro movimento que nós conhecemos muito bem. Todas as pessoas conhecem dentro do tórax que este movimento que nós estudamos, músculo esquelético, nas articulações, nos ligamentos, se dá por causa de um movimento respiratório. Então, nós temos um movimento respiratório Essencial à vida que acontece no tórax. O que acontece se
o pulmão não movimentar? O que acontece se o pulmão não tiver a entrada e saída de ar? Simplesmente não há vida. Então, nós já estamos conectando movimento de respiração com o movimento das articulações, do aparato músculo esquelético. Só não. Nós temos o movimento cardíaco. O movimento cardíaco e o movimento respiratório são movimentos diferentes, mas que se interconectam. Qual é a diferença matematicamente, fisicamente falando, entre o movimento do coração e o movimento da respiração, que já nos diz que são dois movimentos distintos. Qual a frequência de batimentos cardíacos? Qual a frequência de movimentos Respiratórios ou de
respiração? Não são diferentes? A gente respira talvez ali 16 vezes por minuto. Vamos colocar, né, algumas variações. E quantos batimentos nós temos do coração por minuto? Claro que depende da pessoa, da idade, da condição esportiva. Vamos colocar 60, 72 padrão, certo? Então, nós temos O movimento cardíaco numa frequência diferente do movimento respiratório e temos um movimento em diferentes regiões do corpo que interagem a partir dessa bomba cardiopulmonar. Pera aí, Dean. Não acompanhei. OK. Então, nós temos um movimento do coração que serve para fazer a pequena e a grande circulação. Lembraram lá da biologia, não é
nem da da fisiologia. Então, pequena circulação pulmonar, grande circulação sistêmica, certo? Bom, quando o coração vai fazer o batimento dele, ele vai mandar o sangue pro corpo todo. Perfeito. Se ele manda o sangue pro corpo todo, tem um delay, tem um intervalo de tempo pequenininho, né? Entra o momento em que o coração bate e aquele pulso chega no dedão do pé. Tudo bem? A medida em que bate o coração, eh, o sangue vai entrar nos pulmões e estão acontecendo neste momento trocas, trocas sobre toda a nutrição que está dentro do sangue com o corpo todo.
Então o sangue vai sendo empurrado, né, gente? Tô falando de um jeito mais didático que eu possa colocar todo mundo no no mesmo raciocínio, hein? O sangue vai sendo empurrado, Ele, à medida que ele vai sendo empurrado, ele vai nutrindo todas as partes do corpo, certo? nutrindo todas as partes do corpo, ele está colocando o que é fundamental em cada célula. E como a gente conhece lá da biologia que existe a respiração celular, estão vindo dejetos dessa respiração celular conjuntamente. Isso tudo está voltando agora, não por uma rede que leva o sangue do coração Para
a periferia, que é chamado de rede arterial. Para quem lembra aí, as artérias são grossas, são calibrosas, são mais volumosas do que as veias, porque elas têm que suportar mais pressão. O sangue está mais perto do coração sendo jorrado. Então, aguenta mais pressão. As artérias levam o sangue do coração para toda a região do corpo. Isso vai até a periferia, onde vai se Subdividindo em artérias grandes, artérias médias, artérias menores, arteríolas. E isso volta através de veias. As veias, então, é o retorno do sangue da periferia para de volta pro lado direito do coração. Relembraram?
Então, existe um movimento a partir do coração que tem um delay até chegar na periferia, mas que precisa ir para todos os lugares para que o sangue leve a nutrição para todos os lugares. leva a Nutrição e leva também pela pequena circulação, onde nós conseguimos capturar a o oxigênio via respiração nasal, via respiração pela boca, nós conseguimos fazer com que esse ar entre nos pulmões. O oxigênio, então, interage com os nossos alvéulos, entra na nossa corrente circulatória e é utilizada pelo corpo todo. E aí nós temos o metabolismo na biologia da construção da energia, lembram?
Do ATP, da liberação do fósforo, da bioquímica. Então, nós temos uma interação ali muito rica que é, presta atenção, tô dando já o ponto chave dessa primeira abordagem, que é o momento de transformação da comida e do oxigênio em energia. O ponto focal, gente, de construção de energia está ali. Tudo bem? Por que que está ali? Porque vem a respiração, OK? vem o alimento através Do estômago, intestino, a absorção, tudo isso tem a relação toda com fígado, enfim, volta toda essa nutrição para o coração e é redistribuído nesse centro no aqui, ó, vamos colocar ali
coração, estômago, fígado, nesse centro aqui, e muito disso tem a ligação torácica conectada, está a nossa energia. Tá? Agora pasme um pouco mais. Por que pasme um pouco mais? Porque nós Não temos no ar, por exemplo, somente energia no sentido de oxigênio. Só energia vinda do oxigênio. Vocês lembram que existem outros componentes no ar que servem também para a nossa nutrição, que entram junto na respiração? Por que que eu estou dizendo isso? Porque respirar melhor traz nutrição em termos de energia para o oxigênio e também para o metabolismo. E tem mais, a nossa pele também
não absorve vitamina D. Agora, nós estamos querendo dizer que existe um centro regulatório de captura de energia e esse centro ele é parcialmente modificado a partir do momento que a gente nasce. Quando a gente estava dentro da barriga da mãe, de onde vinha a nossa nutrição? Do cordão umbilical. Perfeito. Abdômen. Tô colocando uma Relação ali com abdômen também pra gente. E essa nutrição era distribuída pro corpo todo. Quando a gente nasce, corta o cordão bilical e a gente começa a ter que respirar. É um marco principal. da vida é a respiração. O coração ele não
é o marco principal porque ele começou a bater lá na vida intraouterina. O coração ele é fundamental para que houvesse a construção do pulmão. O coração ele é fundamental para que houvesse a construção do sistema nervoso. Coração é fundamental para que chegasse a energia em todos os ramos do nosso corpo e inclusive fossem criando os nossos brotos embrionários aí que vão dar origem ao nosso corpo. OK? Então, o tórax no movimento dele, ele interage com o movimento cardíaco, com o movimento Respiratório. E esses movimentos repercutem no ambiente externo a eles, externo ao coração e externo
ao pulmão. Então, existe um movimento dentro do coração, existe um movimento dentro dos pulmões e este movimento ele reúne em forças que se dissipam a partir dali. Calma, vamos quebrar já um padrão de pensamento. Que que acontece neste ponto? Acontece que quando o coração se contrai, os vasos sanguíneos em volta do coração, o local onde o coração está, que é chamado de mediastino, as fácias, ligamentos que sustentam o coração aonde ele está posicionado. Ligamento externo pericárdico, ligamento Vértebro pericárdico, OK? ligamento entre o diafragma e o pericárrico pericardicofrênico. Nós, o movimento que acontece no coração, ele
gera movimentos na membrana que envolve o coração, na fácia que envolve o coração. E essa fácia que envolve o coração e mantém o coração no centro do tórax, Ela repercute nos ligamentos, que modifica a tensão no tórax, que modifica a tensão nas vértebras, que modifica a tensão sobre o diafragma. E essas coisas se interagem por uma conexão direta. é anatomia. Se uma parte do meu coração bater mais, né, considerando ele, vamos colocar ele eh só para facilitar o nosso raciocínio, como um círculo, tá? Como um círculo. E Aí uma parte aumenta muito o batimento. Sabe
que parte é essa? O ventrículo esquerdo. Por que o ventrículo esquerdo tem que bombear sangue pro corpo inteiro. Lembra que do ventrículo esquerdo sai ali a artéria aorta e a artéria é o principal vaso grosso, calibroso, que depois redistribui para as artérias braquiais, artérias carótidas e da artéria horta se transforma em artéria horta abdominal. O ventrículo esquerdo, ele tem que ser fortíssimo, bombado, musculoso. E aí o que que acontece com o ventrículo esquerdo, gente? Ele cresce e o coração então passa a não ser mais um movimento esférico, uma bolinha e cresce uma protuberância ali no
ventrículo esquerdo. medida que cresce o corpo, o embrião entende que o coração tem que crescer Proporcionalmente em força para mandar o sangue para diferente parte do organismo. Conseguir ser claro nisso? Deixa eu ver a carinha de vocês. OK. Ótimo. Por isso que é bom, né? A gente deixa o microfone mutado, tá? Mas quem puder, eu sabe que eu não tô falando sozinho pro vento, né? Deixar o vídeo é ótimo que a gente começa a interagir assim com as expressões para ver se tá Fazendo sentido. Então, o que que aconteceu aqui, gente? O ventrículo esquerdo, ele
cresce proporcionalmente a capacidade de mandar sangue pro corpo todo. Dean, pera aí. Então, uma pessoa de 150 kg vai ter um ventrículo esquerdo maior? Vai, gente, imagina. que o coração ele tem que adaptar uma bomba mecânica suficiente para mandar sangue e energia Para todas as partes do seu corpo. Se a pessoa é maior, ele vai ter mais trabalho para fazer o o sangue chegar aonde? Lá na unha. Não é lógico isso? Agora tem um detalhe, esse sangue dos vasos mais fininhos, eles ele tem que voltar para o coração. Aí é onde entra os músculos periféricos.
Aí é onde entra o exercício com a Contração dos músculos periféricos. E a gente fala muito da bomba, né, que são as panturrilhas, a importância de caminhar na saúde cardiovascular para fazer com que essa bomba, né, com que o movimento da gravidade possa ser aí diminuído, né, para que o sangue volte à medida que a gente caminha para o coração, porque se o sangue voltar com mais facilidade, todo esse mecanismo ininterrupto da fica um pouco mais amenizado. Portanto, Se eu tenho um corpo mais magro e uma musculatura periférica volumosa, eu tenho menos batimentos cardíacos para
manter o meu equilíbrio corporal, que é chamado de homeostase. Tô conseguindo introduzir aí conceitos talvez esquecidos aí para alguém, não é novidade, né? Mas pode estar esquecido. Aí à medida que isso está acontecendo com o meu coração, eles ele tem que se adaptar. concorda que ali onde ele está, eu vou Ter naturalmente aqui, ó, onde ele está, eu vou ter naturalmente uma adaptação. Você imagina, ó, se o se a pessoa engorda, o coração não está envolto do pericárdio? Envolto no pericárdio não tem ligamento sobre o posicionamento do coração. Se o tórax se abre ou se
fecha ou movimenta, isso não tá interagindo uma coisa com a Outra. Por que que eu estou falando isso aqui? para deixar claro a anatomia física com a interação fisiológica e a partir daí bioquímica. E esse é um ponto chave no centro regulatório torácico, na imersão que a gente tá fazendo. Se vocês compreenderem isso, a gente já deu um grande salto, que a medida em que a gente põe a mão no paciente E facilita para que o sangue chegue em determinado lugar, tira uma resistência de um tecido, uma tensão muscular, uma tensão facial, algo que compromete
o fluxo arterial ou venoso, nós Já estamos trabalhando para que o processo de captura de energia seja melhorado. Nós já estamos trabalhando para que o a inteligência do nosso sistema nervoso autônomo identifique pequenos processos Inflamatórios no nosso corpo e chegue lá com as nossas células de defesa. Então, quando nós estamos tocando em alguém, nós estamos otimizando o sistema inteiro. Nós não estamos simplesmente dando uma relaxadinha no músculo. E essa é uma quebra de conceito muito importante para que você se valorize. Você não está dando uma relaxadinha no músculo. Você está otimizando o reequilíbrio, a homeostase,
a desinflamação, a regulação do sistema nervoso autônomo através de um toque. Tudo bem? Vai. Vocês podem usar essa fala para venda de vocês porque é real, entende? Então, saber onde eu vou tocar para otimizar o que é natural na fisiologia do corpo de Devolver o equilíbrio, se autorregular, é uma coisa mágica. É muitas vezes o que o médico vai fazer quando ele pede um exame. Ele quer descobrir aonde está a falha do corpo que não está fazendo chegar o sangue, drenar o sangue, por exemplo, naquele indivíduo. Concorda? Entende? Aí ele vai dar uma medicação com
a via de absorção específica que chega lá naquele lugar. Ou o que que o médico faz muitas vezes de um ponto de vista cirúrgico, ele retira uma possível obstrução, algo que tá interrompendo o fluxo sanguíneo, comprimindo uma estrutura nervosa, uma célula que cresceu de maneira anormal, um tumor que está comprometendo com que chegue a energia no corpo todo da pessoa. Então, qual é a ruptura que eu quero provocar aqui? que se o coração e o Pulmão trabalham juntos, existe uma correlação de um com o outro, mas são movimentos independentes. E o movimento das outras estruturas
do corpo, o movimento dos braços, o movimento das pernas, o movimento da cabeça interagem com as forças que estão dentro do tórax. Então, nós começamos agora a perceber que a mecânica interage com as víceras. A mecânica músculoesquelética Interagem com as víceras, com a mecânica das víceras, que por sua vez interagem com a fisiologia, né, humana, que tem uma resposta bioquímica. Tudo bem até aí? O que que é uma resposta bioquímica? A quantidade de nutrição que vai chegar em cada célula depende de todo o conjunto que é absorvido, filtrado e levado até Determinada região. Se eu
tenho um joelho inflamado porque eu tive uma contusão no joelho, a resposta natural do organismo é tentar reparar aquele para manter o sistema funcionante. Então ele vai mandar células de defesa para o organismo, para aquele joelho. Se a inflamação ele tiver dando conta, vai passar um tempinho ali e vai desinflamando, Vai reabsorvendo todos os resíduos da inflamação e aquele joelho volta a funcionar. Só que para isso tem que vir o sangue, vira os nutrientes, as células de defesa do organismo para poder desinflamar. Entende isso? E isso vai levar a pessoa, uma dor no joelho, vai
levar a pessoa a mancar. Ela vai mancar e vai levar a um encurtamento, a uma elasticidade diferente, a uma contração muscular Diferente, dependendo do tempo em que a pessoa manca, como um mecanismo de defesa para que naquela região o sistema nervoso autônomo e o céreo possam se concentrar na reparação daquele tecido. Só que se a gente puder com a fisioterapia incentivar aquele tecido mais rapidamente ao voltar ao normal, naturalmente a gente tem menos compensações. Se aquele tecido ficou inflamado por muito tempo e lesionado, por causa de Toda essa interação, eu posso criar uma série de
desgastes em outras partes do corpo. A gente vai chamar isso de compensações e a gente vai chamar isso na osteopatia também de cadeia lesional. A gente está dizendo que aconteceu uma coisa, a segunda coisa tende a acontecer. Porque aconteceu a primeira e a segunda coisa, uma terceira coisa tende a acontecer. Porque tudo isso aconteceu. Às vezes a pessoa vai chegar no seu consultório por causa de uma coisa que não é a situação primária, não é aquilo que deêu origem a toda esta manifestação do corpo. E aí eu estou dizendo para vocês, voltando aqui para esse
primeiro slide, meu Deus, eu falo demais. Gente, queria tanto falar menos às vezes, mas tem hora que eu não consigo, mas vocês vão me ajudando. O que que acontece neste momento? O paciente pode chegar na no seu consultório com uma dor de cabeça. E a dor de cabeça dele é porque ele não dorme bem. E por que ele não dorme bem? É porque ele não oxigena bem. E ele não oxigena bem porque o diafragma não se move bem. E o diafragma não se move bem porque ele tem uma restrição de movimento nas últimas vértebras Torácicas.
E essas últimas vértebras torácicas é de onde sai junto com as primeiras lombares uma inervação para rins. E essa região dos rins não funciona muito bem porque ele não bebe água como deveria. E além dele não beber água como deveria, ele está tomando o excesso de café, que faz com que o metabolismo simpático, o sistema nervoso autônomo simpático dele fica extremamente acelerado. Ele fica tomando café para ter energia, aí ele Toma mais café para ter energia, aí ele pega e começa a urinar mais, aí o rim tem que trabalhar mais. Se o rein tem que
trabalhar mais, tá eliminando mais líquido no corpo, vai provocar mais ação do sistema linfático, mais funcionamento do sistema cardiovascular. Ele vai começar a ficar mais ofegante, vai ficar mais cansado e aí começa de novo a não dormir bem. E ele não sabe que se às vezes ele tomar menos café e tomar mais água e respirar melhor, ele vai dormir Melhor, o corpo vai entrar no outro estado de relaxamento, a mente dele vai descansar muito melhor e talvez ele não vai ter a dor de cabeça. Respira. Me acompanharam? Oi, Fabiana. Tá mutado o seu microfone. >>
Gostei muito do seu raciocínio >> e a gente sabe, mas repete essa sequência. Dor de cabeça dói. Ontem eu tive uma paciente nesse estado. A dor de Cabeça dói porque não dorme bem. Se não dorme bem, continua o seu raciocínio que eu gostei dessa sequência. >> Ah, Fabiana, vou continuar. Esse raciocínio. Segura aí. À tarde, >> tá bom? >> À tarde eu vou falar sobre neuroinflamação, >> tá bom? >> Ó, ó, já antecipei. Tá bom. >> Então, segura e me fala à tarde. Você Vai est aí à tarde? >> Lógico, uai. >> Graças a Deus.
Muito bem. Então à tarde você volta a me questionar, porque eu ainda estou numa fase, gente, vou vou pontuar vocês aqui. São 10:30, a gente vai fazer um um breve intervalo pro xixi, né, normal aí da nossa interação. Eu estou pontuando para vocês agora que existe relação entre cada estrutura do corpo. E essa Relação, ela não é fictícia, ela é uma relação como engrenagens, que para uma funcionar, a outra precisa funcionar. E é isso que eu não sei por a gente não aprende muito bem na fisioterapia, né? Pelo menos pela minha experiência aí nesses anos
todos ensinando. A grande queixa dos alunos, a grande dor, né? é que às vezes tem um arsenal de técnicas, mas não põe elas para conversar. Por quê? Porque esta disciplina de Juntar todas as matérias para se transformar num profissional, ela ainda não está ativa na maioria dos cursos. Então esse é um formato. Estuda cada parte para lá no final juntar tudo e virar o profissional. Mas eu não aprendo tão bem assim. Quem me conhece sabe que minha cabeça funciona de um pouquinho diferente. Eu aprendo tudo e depois divido, entendeu? Para comunicar. Então eu já vou
colocar quem são os meus alunos. Eu Coloco eles para pensar num todo e depois a gente divide como que a gente vai estabelecer técnicas que vão ser positivas para que a gente trate pessoas. Nesta filosofia, gente, de tratamento, nós estamos rompendo com a barreira da saúde, da doença num pensamento convencional. Se você não pensa assim, tá tudo bem, só que talvez não seja o melhor caminho para você estar me seguindo. Por quê? Porque não acredito que o ponto forte do nosso trabalho é tratar doença. O ponto forte do nosso trabalho com as mãos é gerar
saúde. E tem diferença, tá? Quando você trata doença, você tem ali um diagnóstico, uma patologia, um conhecimento estabelecido e você quer livrar o corpo daquela doença e tá tudo bem, necessário, ótimo, tá? Só que quando você tá aumentando saúde, é diferente de você tratar a doença. Você quer que o corpo todo melhore. Você Quer que o corpo dê conta do processo. Eu diria que assim, você quer envelhecer, chegar aos 90 anos sendo você mesmo e não é só livre de hipertensão, livre de colesterol, entende? livre de alguma coisa assim ou controlado, você quer usar todas
as suas potencialidades. Quando a gente trabalha com o toque no corpo, a gente tá fazendo isso. Como que o seu corpo funciona em conjunto cada vez melhor para que você use toda a sua Capacidade, inclusive curativa, entende? Então, o que que a gente quer quando a gente faz um toque manual? a gente eh quer reestabelecer a homeostase, restabelecer o equilíbrio corporal daquele indivíduo. A gente quer que ele que o sistema nervoso dele esteja numa possibilidade de rastrear cada vez melhor os problemas e dar conta de sozinho. Sozinho como? Com pequenas mudanças na alimentação, com mudanças
eh No estilo de vida. Então vai no raciocínio integrativo, não tem dúvida em que a gente está falando de que muitas coisas interagem. E não tem como eu explicar para vocês o modelo torácico agora falando que ele não é integrativo. Por quê? Porque só de respirar já é integrativo. Ou seja, o lugar que você está respirando, se é numa fazenda, se é ao lado de uma cachoeira ou se é ao lado de um de um ponto de ônibus, né, em São Paulo, interfere no ar que seu corpo tá absorvendo. Isso já é integrativo e interativo.
A, o que você vai capturar é diferente. Então, por isso nós vamos mexer nesse conjunto. E aí que antes da nossa primeira pausa aqui pro pro banheiro para tomar uma água, o tórax, então ele tem todas essas conexões que eu mostrei para vocês e que vocês já conhecem, músculoesqueléticas. Talvez nem todos conheçam as relações Faciais dos próprios órgãos. que tem a ver com o diafragma, com a caixa torácica e que, portanto, influenciam diretamente nessa bomba torácica, especialmente o abdômen, ele interage com o diafragma fortemente, fortemente, anatomicamente, fisiologicamente. Então eu para ter um diafragma funcional, eu
preciso de um tórex e de um abdômen funcionais Com o mínimo possível de restrições mecânicas. Para que eu tenha uma melhor eh absorção de nutrientes, eu preciso que esses órgãos estejam mecanicamente íntegros, porque estrutura e função estão correlacionados. Olha o nosso querido Steando. Então, se eu não tenho um estômago, não tem como eu ter a função do estômago. E se eu tenho um estômago doente, não tem como eu ter a função de um estômago Sadio. É simples assim. Então, eu preciso cuidar dessa estrutura para que a fisiologia funcione bem. E esta fisiologia, tcharã, tá? Esta
fisiologia vai modular os seus estados bioquímicos. E o que antes era especulativo sobre a presença eh de células inflamatórias no nosso corpo, sobre a presença de uma face inflamada ou desinflamada, Sobre a presença, né, de eh do romp sobre a característica do rompimento da barreira hematoencefálica, que é uma inflamação do corpo chegar no cérebro e causar ter influências sobre parks Alzheimer e doenças degenerativas mentais, ou seja, envelhecimento, inflamações crônicas persistentes podem debilitar o seu cérebro. Gente, por que que os idosos têm mais doenças em algumas situações neurodegenerativas Do que os novos? Porque passou o tempo
e não está chegando o que precisa, no lugar que precisa, porque nós estamos perdendo água, envelhecendo, enrijecendo, sem movimentar, sem entender como funciona essa fisiologia. E nós podemos empurrar o sangue, essas estruturas para que a gente possa partir para um novo momento, Entende? Então, cérebro, abdômen, respiração, a pel interação de todos os órgãos, pelas fácias que nós temos ali, o perínio, o as aoalho pélvico, compõe a bomba abdominal junto com o diafragma e a força no abdômen modifica a pressão intratorácica. Gente, tem relação uma pessoa barriguda com um tórax pequenininho e um atleta com tórax
grande e uma barriga pequenininha. Hã, não fica claro que essas coisas interagem e que tórax e abdômen então influenciam na capacidade de sangue que chega até o cérebro e a cabeça? É isso. Estamos caminhando, gente. Neste minuto nós vamos fazer uma breve pausa, tá? Eh, são 10:38, normalmente é 10 minutos, estourando 15 minutos. Vamos marcar aqui, ó, 10:38. Ah, 10 paraas 11 A gente volta, OK? 10 paraas 11 a gente volta. e vamos até meio-dia dando sequência nesse conhecimento, OK? Eu vou dar uma olhada agora nas questões. Quem quiser comentar alguma coisa aí no chat,
né, dúvidas, etc. Comentários, façam agora no chat para eu dar uma olhadinha e eu já chego respondendo as questões quando a gente retornar, combinadíssimo? Faz um joinha, OK? Gracinha. 10 paraas 11 a gente retorna. Beijo para todo mundo. Olá, pessoal. Todo mundo firme e forte aí, rapidinho. Vamos perder tempo não. Vida passa rápido. Chegaram. Vamos lá. Cátia, paciente com cicatriz vertical cirúrgica do intestino na região abdominal esquerda antiga. Ela se queixa de estofamento após as refeições. Está comendo cada vez menos. Sente dor torácica, despiné. conforto em cada Refeição, está selecionando alimentos para melhor digestão e
mesmo assim não melhora. Quando fazemos a sessão de terapia manual, ela melhora por 11 dias, depois volta a acontecer. Além da abordagem de terapia manual, na visão da integração do corpo e vistas, tem trabalhado essa cicatriz com o zonoterapia, procaína, acupuntura no sentido de liberar este tecido para ajudar na mobilidade torácica de uma maneira geral. Ponto negativo é que ela Não aceita os exercícios terapêuticos, somente terapia manual. Gostaria de sua explanação pela visão do centro regulador torácico, de como ajudá-la, OK? E o Maon, através do toque no tórax, melhorando suas trocas, é possível codificar e
mudar a interação eixo, intestino, cérebro, coração, cérebro. Ó, legal sua correlação de sintomas e patologias. Muito bem, então vamos lá pra gente já dar sequência aqui e voltar um pouco. Primeiro, gente, é o seguinte. Ah, um dos grandes problemas, tá? Um dos grandes problemas e eu não estou me referindo a você, Ktia, especificamente, mas de uma forma geral, é que as pessoas não, as pessoas são os profissionais, não esperam a técnica acabar antes de tirar a mão. quem fez meus cursos lá no passado, né? Eh, o que mais a gente observa é uma Ansiedade do
terapeuta, eh, uma ansiedade do fisioterapeuta em querer fazer milhões de técnicas na mesma sessão. Isso tem uma relação muito profunda com querer se sentir valorizado. Enfim, tem todo um contexto de querer falar assim: "Eu vou dar minha vida nessa sessão, né? Eu vou fazer milhares de técnicas, né? Eu lembro muito quando eu ministrava muitas aulas, né, em diferentes níveis aí da osteopatia, era Assim, o o paciente ele e o o paciente não, o aluno, ele começava a aprender as tecas torácicas, ele fazia torácica em todo mundo, lombar, lombar em todo mundo, aí depois as víceras
e sabia ir aplicando e depois a parte de neuro. De um ponto de vista de aprendizado técnico, é isso mesmo que tem que fazer. Só que não é todo paciente que precisa de todas as técnicas, certo? E às vezes um determinado paciente pode ser que você fique com a mão em determinado Lugar 20 minutos ou mais. Então, que que eu acho, Ktia, em relação a cicatrizes, em relação a cirurgias, em relação a modificações estruturais reais, não é mais a fisiologia normal, tá, que tá acontecendo ali. Eu penso que nestes casos é muito significativo que você
vá gradativamente soltando estrutura por estrutura que está se envolvendo Com aquela cicatriz. E aqui entra um aspecto muito significativo, porque a gente tá vendo a cicatriz só por fora, né? Quantas camadas foram cortadas, costuradas e que não permitem hoje o mesmo deslizamento facial? E aqui nós estamos falando no ponto chave. O deslizamento facial é por onde vai passar os líquidos Que com as mãos nós queremos que chegue em determinados lugares para desinflamação. Nós queremos é justamente melhorar o movimento de uma estrutura, por exemplo, visceral, né, gente? O que que o diafragma faz? Ele é a
principal bomba do nosso organismo. Que loucura. Tá. Por que que eu tô falando que isso é uma loucura? Eu estou dizendo que se o Diafragma não consegue fazer as forças dele chegarem à distância no corpo, a nutrição não vai ficar adequada. Se o sangue não tem por onde passar, se a linfa por onde passar, aquele lugar, gente, vai apudrecer. Nosso corpo é um lugar de coisas vivas. Por isso, nós precisamos nos renovar a cada instante. Vocês sabem que nós reconstruímos o nosso corpo todo. Todas as células morrem, nascem diariamente. Então, a grande questão em todo
o procedimento cirúrgico é entender o nível de profundidade dessa cicatriz, onde está interrompendo o fluxo, onde está exacerbado o fluxo, onde tá empapado, entre aspas, aí a circulação. Por isso que você vai tocar na cicatriz com diferentes profundidades, empurrando pra direita, pra esquerda, para cima, para baixo e conectando esse movimento com os diferentes tecidos em volta para que você consiga soltar. O Que que é o ótimo na sua pergunta? O ótimo é que tem, se ela sente melhor alguns dias depois da sua sessão. Então é muito provável que se você mantiver mais tempo as liberações,
ela também vai manter por mais tempo a modificação na plasticidade do tecido, certo? Então, talvez esse seja aí um dos pontos fortes aí eh do que a gente tá falando. Então, nosso corpo dentro do modelo, tá, do Centro Regulatório Torácico, nosso Corpo ele precisa de movimento para a sua renovação. E aí é que entra quem está dando movimento para o seu corpo em todas as estruturas. é você mesmo. Primeira problema conceitual, que é um problema emocional. Sua paciente, ela não tem que terceirizar para você o movimento que ela deveria fazer, entende? Se a gente for
pensar assim, seria lindo para todas as pessoas ter um Um profissional de terapia manual no pé da cama todos os dias, entende? Você chega e fala assim: "Olha, cheguei, sei lá, vamos pensar num robozinho. Daqui uns dias, certo, vou inventar eh um um robô que você fala: "Cheguei, por favor, faça massagem nos meus pés". Isso vem subindo pelo caminho linfático, né, para o meu retorno de sangue. Verifique a minha mobilidade vertebral e da das costelas e assim por diante. Então, eh, seria lindo, mas não dá. Então, cada Pessoa, ela é responsável pela sua saúde através
do movimento que ela realiza e precisa ter uma mudança de paradigma nesse sentido do paciente. O paciente ele ele não é responsabilidade sua totalmente. você é uma parte do tratamento e o que você deve fazer é quebrar esse padrão cognitivo dele de que alguém vai salvá-lo. No caso, ele coloca todas as fichas no Profissional. Não, ele é responsável pelo esforço que ele faz, pelo movimento, pela respiração, pela alimentação, pelo sono. E o que que, por que que nós somos importantes? Nós somos importantes porque aquilo que ele não sabe que ele precisa fazer ou ele não
dá conta de fazer sozinho, nós podemos ajudar. Por exemplo, ele não sabe como fazer uma movimentação profunda do diafragma, de uma vértebra, de uma vícera, que tenha uma correlação Significativa pro caso dele. É onde nós vamos fazer um super mega hiper upgrade na recuperação dele. Certo? Fui claro. Faz um joinha assim. OK. Então o Michael, né? Então através do toque no tórax, né? Melhorando essas trocas, é possível codificar e mudar a interação do eixo intestino cérebro? Vou seguir a sequência. Então, Michael, eh, sim. Tá? Primeira coisa, e vou dar um spoiler aqui. Amanhã de manhã
eu vou falar mais Sobre isso, tá? Então, amanhã de manhã vou falar um pouco mais sobre essa questão. Mas este é o ponto, gente, este é o ponto. Muito obrigado pela pergunta de vocês. Então, estamos chegando lá. O ponto é de interação entre as diferentes funções do organismo mesmo. É não mais limitar o nosso toque a uma atuação de desfazer um nódulo de tensão. Não. Quando nós estamos Melhorando a estrutura da mobilidade torácica, melhorando o diafragma, melhorando a mobilidade intestinal, melhorando o sistema linfático, aí nós estamos criando um caminho de desinflamação. Se juntar isso, a
gente não colocar coisas podres no nosso organismo com alimentação ruim, né? Conseguir expelir pela expiração com a atividade física aquilo que não nos serve, tá? conseguir construir um modelo de regulação do Sistema nervoso autônomo, que eu vou falar amanhã também, tá? Eh, no nosso organismo, a gente sim consegue modular o quê? O nosso sistema neuro endócrino e imunológico. E esse é o ponto chave de eu estar retornando agora, meus queridos, tá? Primeiro, eh, primeiro ainda em tempo, né? Nosso primeiro momento da aula. Estou voltando porque alguns queridos falam assim: "Ô, professor, pelo amor de Deus,
vem, né? Nós estamos Precisando, tá? Estou deixando, ó, gente, claro que é não é assim, tá? Ao pé da letra, tá? Mas estou deixando de correr hoje de manhã para estar aqui com vocês, senão eu estaria pedalando e correndo muito provavelmente, tá? Então, por quê? Porque eu vejo isso como uma necessidade, sabe? não conseguir eh descobrir isso tudo sozinho. E muitos professores foram importantes. Dessa mesma forma, eu acredito que eu posso Ser importante para algumas pessoas para que elas consigam avançar 5 anos em um, talvez 10 anos, talvez em um ano. Por quê? Porque gasta-se
muito dinheiro e tempo com cursos profissionais que às vezes a gente aproveita uma frase, tudo bem também, porque se aproveitar uma frase que for potente, às vezes muda a história. Mas o que eu quero fazer é sempre condensar o máximo para que otimize o Trabalho. Então, Maicon, terminando a sua resposta aqui, sim, tá? Só que não só com o conhecimento, modulação, eixo, intestino, cérebro, coração, o conhecimento somente da osteopatia e da terapia manual não é suficiente. Nós precisamos entrar na medicina do estilo de vida. Nós precisamos entrar no conhecimento de suplementos, fitoterapia em alguns casos,
talvez a própria medicina integrativa, nutrologia. Nós não estamos falando de uma maneira Rasa, tá? Não é assim, ah, eu vou uma torácica baixa, né, que é inervação simpática para o intestino. Vou manipular a forame rasgado posterior, onde a saída pro vago, vou bombear ali o intestino e isso vai melhorar todo o eixo. Não, isso é, não está totalmente errado isso, mas é muito raso, entende? Então, a modulação do eixo intestino cérebro, nós estamos Falando de uma modulação neuroendócrina. Nós estamos falando das interações que nós temos em todos os nossos receptores corporais, né? tudo que chega
no nosso cérebro para ele criar uma resposta num sistema contínuo de retroalimentação, tá? Outra coisa que finalize, amanhã eu vou falar cedo, tá? Não percam, é que o nervo vago, 80% das fibras dele são aferentes. Que que isso significa? ele está dando Constantemente informações do nosso corpo, do nosso sistema visceral, da nossa fisiologia para o cérebro. Então, quando a gente faz todo um trabalho na trajetória que o sistema nervoso autônomo consegue capturar, o nervo vago consegue capturar e isso serve de retroalimentação para o cérebro, o cérebro tem uma resposta, entende? Então, fazer o jejum pode
ter influência, comer demais antes de dormir pode ter influência nas liberações Hormonais. como que você sente prazer, busca prazer, como que você relaxa, hiperatividade ou não mental, tudo isso tem relação. Então essa sua pergunta, talvez é uma pergunta que tem a ver com toda a nossa imersão, Marco, entende que sim, tem como, tá? Tem como sim, né? Porém não é um raciocínio tão raso, mas é para onde nós estamos indo, viu? é para onde nós estamos indo em Cavucar aí as profundezas da mudança no estilo de vida e como com as mãos nós podemos influenciar
isso, tá? Agora é só com as mãos, não? Não, esse é o ponto. Quando a gente fala do centro, né, essa essa proposta, né, do centro regulador torácico. A gente tá falando de respiração, a gente tá falando de alimentação, a gente tá falando de exercício físico, a gente tá falando de estilo de vida. Tem um conjunto de coisas que compõem um Funcionamento melhor. OK, vamos dar sequência, né? Faz o joinha. Obrigado, Michael. É isso aí. Então, vamos lá agora compartilhar mais uma vez. Deixa eu ver se eu consigo aqui. Pera aí. Aqui compartilhei aqui. Share
PowerPoint. apareceu. Tô vendo se apareceu. Faz um joinha aí. Vocês estão vendo slide ou não tão vendo? Sim. >> Obrigado. Agora vamos ver se foi para uma visão pouquinho maior. Foi para visão inteira ou não >> foi. Tá perfeito. >> Obrigado. Então, dando sequência, por que tratamos, né? Foi um pouco do que eu havia comentado aí com vocês, mas porque nem sempre se sustenta um resultado, né? Olha só, eh, trabalhar com as mãos, gente, é uma outra ferramenta, além do raciocínio lógico que a gente tem que fazer. Trabalhar com as mãos é como você descobrir
um novo exame. Tudo bem? Como assim descobrir um novo Exame? Quando faz uma ressonância, você tem que saber quando eu vou pedir uma ressonância, o que que eu estou buscando naquela ressonância magnética. Tudo bem? Então, à medida que eu sei o que eu estou querendo desvendar neste exame complementar, faz sentido eu pedir uma ressonância. A medida em que eu sei o que eu estou buscando em termos de dados bioquímicos, Faz sentido um exame de sangue, um exame de urina. Da mesma forma, a medida que eu sei o que eu estou buscando, é que o toque,
você pode tocar para quem tá vendo, né, eh um um profissional eh profundo, vamos dizer assim, eh na terapia manual, na osteopatia, a medida em que ele toca, o toque para quem olha pode ser muito parecido e ele pode estar pesquisando no peito, ora o sistema linfático, ora o coração, Ora pulmão, ora um ligamento, ora uma fácil, ora sentindo a temperatura. E ele tem várias coisas a partir disso. Então, muitas vezes nós vamos precisar conversar sobre como está sendo o toque. E eu diria que, principalmente nos três aspectos que eu sempre disse para vocês, tem
vídeos no YouTube já muito antigo sobre o segredo da terapia manual. Qual é o segredo da terapia manual? Saber onde tocar, com que força E por quanto tempo. Isso é indiscutível. É isso que vai tornar a pessoa um profissional. Agora é só, já não é só, né? Já não é só, mas depois que você tem uma metodologia, aí a coisa começa a clarear. né, toda essa interação. Então, muitas vezes nós não sustentamos um resultado porque não está claro o caminho a percorrer com essa pessoa, com esse paciente, tá? E isso vai depender de Conhecimento técnico,
científico, palpatório, feedback. Nós temos que interagir com essa pessoa ali. E nós não temos de forma nenhuma que que somos obrigados a melhorar a pessoa em uma única sessão, que era uma grande questão. Agora, é claro que você precisa ser o mais rápido que você consegue no resultado. Uma pela para ajudar a pessoa, outra porque é isso que faz sua sobrevivência financeira. Ninguém vai consultar com você se você precisa de 100 sessões para gerar uma melhora no paciente, certo? O preço do seu atendimento, vamos dizer assim, ele está diretamente relacionado ao grau de satisfação daquele
paciente, que depende do resultado, da velocidade e, como se diz hoje em dia, da Experiência que ele vai ter com você, que faz todo sentido. Então, ó, o erro mais comum na prática clínica é a gente ficar analisando somente a dor, somente o sintoma e no caso, especificamente do fisioterapeuta, a estrutura músculo esquelética, sem compreender que existe uma correlação por exemplo, Maicon, neuroimune Endócrina. Quando a gente vai fazer determinados procedimentos, a própria regulação da fácia já gera essas repercussões à distância que a gente tanto sabe. Agora nós podemos ir até um pouco mais. Eu falei
para vocês num exemplo no momento anterior, né, que estruturas tensionadas em volta do coração poderiam modificar a as costelas, né? Lembram disso que eu falei agora? Quantos de nós estamos preparados para perceber se uma escoliose, por exemplo, uma cifose teve realmente origem na asma ou na bronquite de infância? Entende isso? Por se a pessoa teve um problema cardíaco e um problema respiratório que modificou a mecânica interna de coração e pulmão, toda a estrutura em volta teve que ser adaptada para que ela criasse um padrão de movimento fisiológico Para ela conseguir andar, movimentar. Olha só, gente,
todo o corpo desta pessoa que inclui a postura, que inclui a aptidão, no caso dos problemas respiratórios, o sono, a ansiedade e comportamentos foram gerados lá pela asma na infância, que nem sempre foi atentado para correla. relação que existe entre a Fácia, entre a mecânica e a regulação sistêmica. Então, eu não estou dizendo que não devemos olhar a dor, o sintoma ou a estrutura. Muito pelo contrário, eu tô dizendo é que isso é insuficiente. E eu tô dizendo mais que se você não souber conversar com o seu paciente, você também não consegue capturar a informação
fundamental para você para tratar. Por exemplo, a pessoa chegou com uma Problema de postura e não foi perguntado quais os problemas respiratórios ou cardíacos que ela teve na infância. Quantas vezes ela teve pneumonia? Porque nós podemos hipotetizar tecidos inflamados, cronicamente mal adaptados à mecânica, que interferem hoje no padrão postural. Entenderam isso? Tá? Então, veja bem, muito do que a gente, na minha Época já antiga, a gente já punha muito foco na dor, gente. E a dor melhorou demais o estudo da dor. Que alegria, sabe, de ver tantas pessoas estudando a dor, os diferentes parâmetros de
dor que a gente tem. Quando é uma dor realmente de um trauma, de uma inflamação, uma dor mais eh voltada a um aspecto psicoemocional, a dor pela própria falta de movimento, como melhorou, gente? Nós temos muita Gente falando muito bem sobre dor. E o que que se descobriu que sobre a dor, né? Qual é a a grande questão? é que a dor sempre não é a análise principal. A dor é uma característica de algo que está acontecendo. A dor é uma resposta do organismo e é muito bom, é um ótimo parâmetro pra gente avaliar se
esse organismo está se regulando melhor. Mas, por exemplo, na dor crônica, nós Não sabemos que tem que ter mudança no estilo de vida. Atividade física regular. cuidados com sono, não é? Muitas vezes aquela a questão da atividade física eh intensa na fibromialgia se aconselha musculação pesada por causa da liberação hormonal que acontece. Então a dor, gente, ela é uma resposta. Nós não podemos focar o atendimento só na dor, porque a dor melhorar Não significa que o paciente eh vai resolver o problema dele. É só um parâmetro. Da mesma forma que é um parâmetro, ela dá
muita alta confiança. A gente não pode descartar. pessoa quando ela melhor a dor, ela já às vezes vai embora do seu consultório, porém às vezes ela não está regulada e volta no que a Cátia tava questionando, Tá? Então, regular é quando a gente começa a trabalhar mais com a prevenção também, com as tendências daquele corpo, com um gasto de energia, onde cada um tem suas determinadas fraquezas. regular tem a ver com atividade física, estilo de vida, sono, alimentação, Meio social, trocas que nós fazemos, trocas financeiras, trocas eh de relacionamentos, entende? regular é perceber que nós
estamos em movimento. Regular, então, o nosso organismo é colocar ele para movimentar na direção certa, tá? Então, uma falha Na autorregulação vai gerar dor, disfunção, comprometimento. E se a pessoa não sabe que o problema dela está na regulação, ela vai cometer o equívoco de estar sempre buscando resolver uma dor e não se regular. Então nós profissionais precisamos sim contribuir na informação Que essa pessoa pode ter sobre tudo que envolve essa fala de regulação. Só que para interferir, pra gente movimentar, né, quebrar o padrão aí de pensamento, em geral, nós precisamos ser eh enfáticos, seguros. Nós
precisamos resultar de resultados. Nós precisamos construir uma metodologia de confiança no paciente, Certo? Mas baseado em algo que é lógico e que funciona. Nós não podemos eh e não devemos trabalhar sozinho e nem como eu vi muito no passado e eu mesmo já tive essas fases assim também de se acabar porque o paciente não seguiu sua orientação. como se o meu tratamento, vamos dizer assim, o tratamento que eu propus não deu tão certo, mas eh o paciente não fez a parte Dele. Entende isso? Então volta lá, Ktia, que eu tava falando. Às vezes um exercício
é que você vai passar pro seu paciente de mobilidade das costelas. Eu atendo muitos bebês, muitos, de um tempo para cá, mais ainda, tá? Pela própria dificuldade de encontrarem profissionais aptos a atender os recém-nascidos. E eu faço muitas vezes uma sessão um com 15 dias, com um mês e poucas sessões. Agora, o que que diferencia Uma criança se regular no que diz respeito ao intestino, ao sono e entrar na faixa de desenvolvimento psicomotor adequada? os pais seguirem a orientação de mobilidade que eu tô passando, posicionamento da cabeça, que nós sabemos que é padrão ouro pros
torcicolos, né? Colocar na time, fazer a extensão cervical, gerar mobilidade na pelve, gerar mobilidade na coluna torácica e nas costelas. Ou seja, é este complemento muito importante que faz com Que eu atenda uma única vez no mês e tenha resultado. Agora vamos transferir isso para o nosso paciente aqui. Então nós precisamos sim que ele compreenda que a falha que ele não tem só uma dor, que ele tem uma falha na regulação do corpo e o corpo dele está ótimo, se está doendo, porque o corpo dele está informando que existe uma falha na autorregulação. For traumático,
até o paciente sabe, olha, depois que eu sofri tal acidente, depois que eu fiz tal cirurgia, meu corpo não funcionou melhor na na sua melhor performance. Ele sabe. Agora, e se o paciente não sabe a partir de que ponto começou a desmoronar a saúde dele, aí é que você vai entrar. e especificamente o tórax. Este modelo regulador que eu estou Dizendo, onde se começa a avaliação e onde muitas vezes até se resolve, é com análise aprofundada no tórax e tudo que a gente pode capturar dessas correlações todas que eu estou falando do tórax, mas vocês
estão percebendo a conexão do tórax com o todo. É essa metodologia que a gente precisa destrinchar um pouco mais, tá? Aí sim nós vamos conseguir falar assim: "Puxa vida, vai precisar de uma dietinha, meu amigo, Entende? Vai precisar diminuir a barriga, vai precisar de uma atividade aeróbica, vai como é que tá essa captura de oxigênio, né? Se tiver conhecimento, será que tem como estimular as mitocôndrias? Será que a gente consegue uma suplementação adequada que estimula isso? Será que a gente consegue um capacete, uma manta de biofotomodulação, Que então pode ajudar nisso? Aí a gente começa
a compreender que não está tendo condições de reter energia aquele paciente, que ele precisa sim de um apoio, certo? Então o tórax, gente, ele é fundamental assim, sabe? E o e o das coisas que mais tem me chamado atenção que qual essa mania de professor, né? Então a gente começa a fazer um raciocínio e aí a gente começa a querer Buscar um artigo, uma revisão bibliográfica, a gente começa a querer entender de onde é que estão vindo os conhecimentos na atualidade, né? Como eu falei para vocês, eu fiz iniciação científica lá por volta de 99,
2000, aí mestrado, doutorado. Então eu sempre dou uma uma capturada aí nas revisões sistemáticas para ter uma ideia. E sabe o que que eu percebi? Ninguém tá falando tórax. O que tem de artigos e revisões de Cervicais e lombares é assim, né? Tá padrão ouro. Porém, tratar cervical e lombar é tratar mais o efeito, tá? dentro da proposta que eu estou querendo passar para vocês. Por tanto, é desse jeito que vários movimentos que são necessários para reabilitar a lombar, você parar para analisar, torções, movimentações envolvem Costelas, diafragma, respiração. vários problemas cervicais, nós também vamos melhorar
melhorando a expiração, liberando a tensão dos músculos acessórios da respiração, escalenos, externocleastoide, etc. Nós sabemos que pelo padrão respiratório fica um respirador bucal, respira com a boca aberta. E por que respira com a boca aberta à noite, não consegue capturar oxigênio, cria um padrão de respiração Disfuncional e quem recebe essa informação é a cervical. Nós sabemos que as principais lesões em na coluna cervical são C5 e C6. Eu posso dizer isso com bastante propriedade para vocês, porque eu não cheguei a comentar, mas o meu doutorado foi em cabeça e pescoço. Porque nessa ocasião que eu
fiz o meu doutorado em 2007 a 2012, eu já sabia que tratar a cervical não resolvia as cervicalgias e as cefaleias tensionais. Então, a grosso modo, vou resumir, eu atendi mais de 400 pessoas nessa época e a base do meu trabalho foi que eu preciso trabalhar a faixa de boca e base craniana e primeira costela, segunda clavícula para normalizar inclusive a lordose cervical. Nós tivemos pacientes que mudaram em 20º a lordose cervical sem mexer na cervical, corrigindo ali a base craniana e a entrada torácica superior. E foi a partir desse momento que eu estabeleci a
metodologia de Reabilitação neuromeningja na ocasião, entende? Então, o que que eu estou querendo dizer aqui é que tem pouquíssima gente entendendo a profundidade que é conhecer o tórax e não tá errado de novo, totalmente errado. Mas não é manipular a coluna torácica que vai melhorar a lombar ou a cervical. Isso não tá totalmente errado, mas é um Raciocínio, é raso demais para chegar numa numa resolução, entende? Então, por que é raso demais? Por quê? Como é que a gente tá conectando? Manipular de T1 a T4 tem um estímulo no sistema nervoso autônomo, porque dali sai
os gangngulos simpáticos que interferem na mecânica cardiorrespiratória, principalmente coração, tá? começam a entender esse comando simpático tem a ver com o parassimpático E tem a ver com a resposta vagal. Então, claro que manipul não existe técnica simpática, grosso modo, técnica parassimpática, como a gente às vezes ouve isso na literatura. O que existe são caminhos de influenciação para o sistema nervoso autônomo através de manipulação. Então, se a gente consegue raciocinar isso, tá? Muita gente fala do vago, né, das manipulações para o nervo vago e eh olha o vago na saída emergencial dele, Forame rasgado posterior e
por volta ali de C1. E tem várias técnicas ali para o nervo vago nessa região. Mas o nervo vago só passa aí, gente. O nervo vago não ultrapassa todo o tórax, não. Inclusive o nervo vago chega no abdômen ultrapassando diafragma. Então, por que que para regulação vagal não está sendo falado tanto quanto as vezes do tórax? Ou melhor, né? Não a regulação vagal, Mas a resposta autônoma. Eu vou manipular as torácicas baixas. Tudo bem? Eu também tenho influência nas torácicas baix baixas da ligação com o sistema nervoso autônomo para eh simpático com o intestino. Eu
sei que eu tenho inserção do diafragma em T12 L1, né? Eu sei que essa região ali então está correlacionada, mas eu também sei que existe uma fácia tóra lombar que se conecta com um Ligamento sacrotuberal, que pega correlações com o tensor da faceata e vai até a região da cabeça da fíbula. Então, um bloqueio nas últimas torácicas também pode ter influência sobre a lateral, uma dor na lateral do meu joelho, na lateral externa do meu joelho. Então, eu preciso compreender um pouco mais das correlações que existe no tórax para eu não ficar literalmente iludido que
uma manipulação qualquer torácica Vai gerar resposta. Não, eu tenho várias camadas e compreender como essas camadas interagem, certo? Por isso o tórax tá no centro do corpo. Gente, quantas patologias se correlacionam com nervos cranianos, né? Principalmente ali os quatro últimos nervos cranianos. E aí a gente começa a falar de língua, a gente começa a falar do do nervo vago, a gente começa a falar de toda a relação eh que existe com Externo cleidomastoide, com nervo acessório, com trapézio superior, não é? Tudo isso tem influência na maneira como a trajetória neural, mesmo de nervos cranianas pode
ser influenciada pela posição da cabeça com o tronco, correto? E nós temos ainda a relação meníea. Que relação meníja? As meninges, elas são aquelas três membranas, Lembram? Duramer, araquinoide, piamer, que envolvem o cérebro e a medula e se inserem dentro da caixa craniana e vai até o sacro cox. Se eu tenho alterações posturais e uma mudança de distância, vamos dizer assim, da cabeça com sacro, né? Porque a pessoa está em cifose, porque a pessoa tem uma retificação, eu posso ter influências tensionais sobre o sistema crânio sacral, entende? Então eu consigo sim Correlacionar modulações do sistema
nervoso autônomo com o ambiente crânio sacral e com isso com a respiração, com a mecânica torácica, com a mecânica das costelas e como tudo isso interage fazendo essa integração toda. Tão percebendo que as coisas não são assim, né, eh, tão separadas agora. Vou me colocar por alguns minutos na posição tanto de cientista quanto de Clínico. Tá, gente, que dificuldade, né? Isso me fez afastar, sabe, de algumas situações. Que dificuldade, que conversa difícil do clínico com o cientista. Não precisa ser assim, né? Por que que eu tô querendo dizer? Porque quando a gente lê um artigo,
o ambiente da pesquisa isolou inúmeros fatores para falar se uma técnica é melhor que a outra, por exemplo. E isso não é a realidade clínica que a gente não consegue tirar todos Esses componentes, porque o paciente ele nunca chega com um único problema, ele chega com múltiplas interações. Então, não dá para ficar extrapolando tudo que a gente tem cientificamente no ambiente clínico, mas é uma base significativa do raciocínio. Então, um clínico também não pode se basear somente na experiência dele. Ele sim tem que verificar o que acontece na literatura, na experiência de outras pessoas, para
ele não cair no Equívoco de viver só o seu mundinho ali e fantasiar soluções, certo? Da mesma forma, o cientista precisa parar para ouvir o que o clínico tem para dizer. Então, sabe, eh, sobre o que aconteceu no ambiente clínico dele, sobre as interações emocionais, sobre as respostas atípicas, para que vá construindo modelos cada vez mais correlacionados. Então, isso precisa trabalhar junto. Mas, gente, vamos ser sinceros no Brasil, né? Não sei a experiência de vocês. Quantos são os mestres, doutores, escritores de livros, cientistas que publicam artigos aí que atende o paciente, sabe? É um percentual
pequeno, entende? Por quê? Tudo bem, sobrevivência, né? literalmente a pessoa escreve livros, entra para uma universidade, ela precisa produzir artigos, etc. É importante, é válido, mas ela nem sempre Tá na no dia a dia, nas dificuldades do clínico. E o clínico, por sua vez, tem que dar conta, sobreviver, né, gente? Tem que atender paciente, tem que um atendimento atrás do outro. Não dá para destrinchar sempre toda aquela linguagem difícil do artigo científico, da estatística, da leitura, a compreensão do que tá acontecendo e se atualizando. Então essa conversa, ela tem que ser Mais próxima. Ela tem
que ser mais próxima, né? E tomara que a gente consiga, e é um dos objetivos aqui, é pôr essas coisas para conversar longe de mim. né, ser uma verdade absoluta, mas o professor o que ele faz é disparar curiosidade. Eu também, do mesmo jeito com o paciente, com o aluno, eu não estou dizendo para vocês confiarem cegamente em mim. Eu estou dizendo para Vocês refletirem a partir da minha experiência e cada um toma sua decisão em relação a caminho a seguir. E isso, essa troca ela é muito saudável, né? Quando a gente de uma certa
forma coloca isso em via de mão dupla, certo? Então, olha só que que a gente falou até o presente momento. Então, o tórax como um centro regulador, e a gente poderia chamar isso de o hubra e regula o corpo, porque tudo passa por aqui. Como assim? O cérebro, gente, ele precisa de sangue e oxigênio. Nas minhas experiências com atendimento com bebês, por exemplo, é muito comum eu encontrar como queixa principal eh dos pais uma criança que não dorme, não dorme mais que uma hora, não dorme bem, acorda de tempo em tempo. A maioria imensa da
melhora com estas crianças foi tratando o tórex. Por que que foi tratando o tórax? por causa do trauma de nascimento em que a criança tava utilizando o oxigênio via cordão umbilical e ela teve que respirar, ela teve que melhorar o processo de sobrevivência dela através da mecânica respiratória. E nem sempre ela conseguiu puxar ou soltar o ar de maneira adequada. Como o Brasil é um campeão mundial de cesarianas, o que eu encontro com frequência é um paciente bebê recém-nascido em inspiração. Se ele não expira, ele relaxa. Ele tá numa posição reativa de defesa, de sobrevivência.
Como que dorme, gente? Desse jeito? Que que a gente faz? Faz o bebezinho fazer isso, ó. Ah! Ah, como que a gente faz isso? A gente faz isso com técnicas de mobilidade torácica. Vê a rotação para cá, rotação para lá, lateroflexão, modifica isso, modifica externocitomastoides, escalenos. E com Isso, o que que a gente faz? Faz chegar mais sangue no cérebro. Quando o cérebro consegue então estar nutrido, oxigenado, ele entra em repouso e aí com isso a pessoa dorme. Vamos trazer essa informação paraa realidade de hoje. Se você, querido, querida, está ansioso, ansiosa, não está dormindo
bem, há uma alta probabilidade de você não estar respirando bem. Quem já fez meus cursos aí, quantas vezes depois de uma liberação no tórax, Por exemplo, o paciente chegou falando que dormiu melhor ou dormiu na sessão? >> Praticamente todos. >> Aí >> para mim é >> por o que que aconteceu ali para o cérebro, >> gente? Se não tá chegando o sangue, o oxigênio no cérebro, >> que que o cérebro faz, amigão? agita, mexe os braços, mexe as pernas, sacode para ver se chega, se o coração aumenta O batimento, para ver se chega o sangue
no cérebro. E o bebê também é assim, sabendo que o bebê precisa de uma nutrição extraordinária de oxigênio por causa do tamanho da da do desenvolvimento cerebral que tá acontecendo no primeiro ano de vida, entende? Por isso que a hora que você consegue fazer chegar isso lá, a criança faz: "Uh, posso descansar? Tá chegando nutrição no meu cérebro". Nós vamos falar sobre isso à tarde, mais Um pouco, tá bom? Então, tudo isso também vai criar uma conexão com a coluna cervical. Quero dizer que cérebro e coração, tá? circulação, cabeça e tórax, músculos que sustentam a
cabeça, tudo isso tem uma relação da coluna cervical. E tem um monte de gente falando da coluna cervical que eu falei para vocês. E quantos estão correlacionando a coluna cervical com o olho, com a boca, com a Língua, com o labirinto, com as menines ou com o tórax? Talvez, gente, talvez muitos problemas cervicais que ocupam o consultório de muita gente, o meu é demais, sabe? E o povo querendo fazer várias tecas pra hérneia cervical. E eu não estou dizendo que elas não funcionam, mas eu estou dizendo que ao liberar o tórax e o crânio, o
trabalho da coluna cervical ganha um upgrade absurdo, Entende? Ao melhorar a respiração, nós estamos melhorando a nutrição para os músculos. Nós estamos melhorando a abertura da caixa torácica. Nós estamos melhorando a tensão dos músculos respiratórios, do trapézio. E muita dor interescapular melhora quando você melhora a respiração e quando você solta a parede anterior do do corpo. Por quê? Porque vocês concordam comigo Que manipular a parede anterior do corpo é uma coisa que não é tão comum. Porém, éonde tem mais mobilidade por causa das cartilagens costais. Por que que a gente tá querendo manipular o que
é duro e difícil nas facetas articulares lá atrás? Sendo que se eu manipular as cartilagens costais entre o externo e entre a própria costela o osso, eu ganho uma mobilidade de costela maravilhosa. Gente, eu parei de manipular a costela. Diminuir muito o risco de fratura e aceitação de pacientes que não gostam de estrá-lo e que tem contraindicação por bicos de papagaio e processos degenerativos. Minha cliente com mais idade hoje tem 106 anos. Eu tenho inúmeros pacientes com 90 anos porque não há necessidade de fazer manobras bruscas articulares se você sabe liberar, por exemplo, toda a
parte anterior do tórax. >> Uhum. >> Entendi. Eu vou ficando empolgado. Começou a me dar sua dor já aqui, sabe? Por quê? Porque como para mim assim é uma coisa que eu eu ensino, falo, faço, coleto experiências, vivo disso, né? Hoje em dia, por exemplo, eu eu vivo 100% da minha clínica. Como que é que como eu atendo? Um paciente por hora, 10 pacientes por dia. Normalmente é isso que eu faço, certo? E eu vejo isso todos os dias se Retroalimentando, pacientes voltando. Só que hoje eu já tenho um número grande de pacientes que vem
para o quê? Manter a regulação. Além deles estarem comigo há anos, né, eles já não têm um monte de coisas que era para ter na própria idade ou pelas tendências. E sabe como isso se reflete para mim? segurança tranquilidade, porque eu tenho renda recorrente de alguns pacientes Que vem uma vez por mês e ficam super satisfeitos. Entende isso? Então eu tô passando para um universo maior. Então quando a gente tá mexendo nisso, a gente está mexendo no cérebro, na coluna cervical, estamos reorganizando o fluxo circulatório, a pressão, a perfusão. Nós estamos trabalhando drenagem e com
isso limpeza e equilíbrio neuroimunológico. Que que nós temos aqui nessa região Também? um pouquinho do sistema linfático. Será? Será que a gente tem ali locais anatômicos no tórax fundamentais para o sistema linfático? E para que o sistema linfático funcione e aí entra toda comida e medicação, eu tenho que ter uma mecânica torácica adequada. Gente, por onde que essas células de defesa transitam no nosso corpo? Por onde que o remédio vai conseguir a repercussão dele adequada, se não pelo sistema circulatório e linfático? Por onde que a química circula no nosso corpo? E à tarde eu vou
mostrar para vocês um pouco mais disso. Então, a própria relação do intestino, a própria relação da movimentação visceral, a própria correlação, Michael, que a gente tem aí com toda a influência Hormonal tem relação com o movimento e os fluídos desta região. Os meus alunos já fazem manipulações viscerais há muito tempo, né? E já não mudou tanta coisa. Agora dá para explicar ainda mais por que nós podemos incentivar o paciente aí uma vez por mês se regular, reequilibrar o sistema nervoso autônomo. E tem mais. Quantos de vocês perceberam que o Treinamento fluiu a hora que o
paciente dormiu e suspirou? Uma resposta torácica, objetiva, clara. Quando que o tratamento você fala assim: "Ah, agora foi." O paciente tá lá na máquina, de repente faz assim e o nódulo solta na sua mão. Você sente o fluxo de sangue, sente até calor passando na sua mão, dependendo de como for. Certo? Então tudo isso tem uma Influência muito grande. Então o corpo, gente, ele funciona por movimentos, tá? Um dia desses, tá? Não, não me leve ao pé da letra, não, mas entendam aí o a mensagem por trás, né, do que eu vou falar agora, né?
E e um paciente pegou e falou assim: "Doutor Dean, né? E se a gente morrer, né, que vai acontecer com a nossa alma? Que que o senhor acha? Aí eu falei assim: "Olha, essa é uma Pergunta muito complexa. Talvez a gente vai ter que entrar no seu padrão de crenças para responder uma pergunta nessa profundidade. Mas eu acredito que o corpo é parte do quem somos nós, né? Eu não acho que o corpo é somente o quem somos nós. Portanto, eu preciso te dizer que eu acredito que o corpo deve obedecer a uma inteligência maior,
que eu chamaria então de alma e espírito, né? Nessa linha, como é que é? É confortável esse Assunto para você, né? Eu falando aí pro paciente, eu falei assim: "Olha, não, sim demais também pensa assim". O paciente falou para mim, né? Eu acho que a gente que a gente tem que aprender a usar o corpo para que a gente evolua, né, como espírito, como ser e tal. Falei: "Legal, também penso assim". Falei assim: "Mas me conta uma coisa, se a gente eh tem uma alma ou é uma alma, é um espírito, né? Assim, para que
que a Gente precisa do corpo? Não seria para que que assim se tem um criador, se tem um um um inteligência, né? Para que que a gente precisa do corpo? Que que diferencia a gente ter experiências com corpo e sem corpo? Aí ele ficou super reflexivo, né? E aí o paciente falou assim: "É, né, se o negócio, se o negócio é todo relacional, as nossas evoluções são contato com pessoas, poderia ser contato com almas. Contato com espíritos e etc. E a gente não sei, eu acho que não precisa do corpo não, né? Eu falei assim:
"Pois é, então eu vou te falar a minha percepção, a minha resposta sobre isso. A grande diferença é que o corpo se movimenta. A grande diferença é que nós podemos ter um mapa do que está acontecendo com o nosso a nossa alma. através do nosso corpo. Nós temos um esquema de retroalimentação, de feedback de quem somos nós, a nossa alma, pela maneira como está o nosso corpo. E então é uma gentileza termos um corpo para que possamos ter movimentos para serem estudados, formas para serem estudadas. E isso tem a ver com a nossa rigidez. Isso
tem a ver com a nossa, com as nossas rugas. Isso tem a ver com as Nossas expressões. Então, o corpo e o movimento do corpo é uma gentileza que de alguma forma nós temos para avaliar o quem somos nós. Aí ele ficou muito pensativo e a eu fiz assim: "Não, gostei". Porque o importante não é o que a pessoa vai concluir. O importante é ter colocado ela para movimentar inclusive os estados emocionais dela, inclusive a percepção sobre si mesmo, tá? E aí que entra o que eu quero falar Agora. E o corpo ele tem a
ver com compressões e descompressões, gente. Isso aqui é um conceito que não é simples. Nascem as doenças nos lugares de compressão e estados emocionais nos levam também à compressão. Tudo bem? Então, existe um mecanismo de pressão que vai fazer com que uma um lado estique ou encolha no nosso corpo. E é com isso que nós estamos lidando. Não é uma loucura? aonde você quer expandir e aonde você está comprimindo. Por isso nós conseguimos traduzir o comportamento. Nossa, nem era o objetivo, gente, eu vou de linguagem corporal, leitura biológica, etc. Mas enfim, na numa leitura corporal
rasa, o lugar comprimido do seu corpo é o lugar com patologia e você precisa gerar uma expansão neste lugar. Como você faz para expandir esse Lugar? Põe botox. É um tipo de expansão. Compreenderam? O que gera beleza e saúde? Só que é duradouro, não é? tá gerando saúde a que prazo. Então veja que quando eu consigo fazer uma pessoa expandir, ela vai ganhar espaço e usar toda a sua potencialidade. E eu posso começar mudando as pressões internas desse corpo, porque isso vai gerar nela a Percepção de expansão. E a expansão, ela é evolutiva, crescente, compatível
com o desenvolvimento de todos os seres. Por isso, nós precisamos expandir, nós precisamos crescer, nós precisamos evoluir. E para isso nós precisamos movimentar o nosso corpo e as nossas emoções. Fui filosófico, gente. Vocês estavam com saudade desse desse tipo de raciocínio? Hã? É, nesse, eu fiz, adoro esses raciocínios. Aí a gente faz muito eles em aula, não é mesmo? >> Tava com saudade disso aí já, viu? Meu Deus do céu. >> Ó, então vamos combinar o seguinte. numa época de I, se não tiver esse tipo de raciocínio, não é o Dean que tá dando aula.
Pode ser que tem ali um clone. Cuidado hoje em dia, viu, gente? Tem um clone, tem alguma coisa. Se não tiver Esse tipo de ah, >> uma suspiradinha na aula, tem alguma coisa que tá errado. Tão me ouvindo? Quando eu pegar, eu já vou >> fantástico. >> Muito bem. Então, ó. Nossa, olha que slide. A IA é linda para essas coisas também. Vocês t que saber dar o comando, né? Fiz esse slide com I. Gente, olha que loucura isso. Eu fui conversando com ela aí, né? E aí, por que falhamos? Porque não está claro a
nossa captura de dados do universo, de nós mesmos, na nossa família, nos artigos, nos livros, nas pessoas. Então, a mensagem não está conectando, não está encontrando o caminho. E é exato. O slide tá travado no slide dois. >> Nossa. Acabei de descobrir que o slide está Atrasado, né, gente? Não sei por, não faço a menor ideia. Vamos tentar aqui descobrir. >> Mas ele ainda não tá em tela cheia >> aqui. Foi ou não foi? >> Ainda não tá. na tela cheia >> e tá indo. Vocês estão vendo? Tá >> aparecendo a tela a tela toda
do slide, mas não não tela cheia. >> É, eu não sei onde eu falei aqui, mas Enfim. Vocês estão vendo esse slide que eu tô falando agora? Rede de dados e respiração, mesmo que não em tela cheia. >> Sim. >> OK. Então vou aqui por causa do nosso horário, depois eu descubro aqui com com a equipe. Ó, gente, a a rede de dados que a gente tem, as informações que a gente tem, são Mensagens que estão conectadas diretamente com a nossa respiração. Fazendo analogia, a nossa respiração transmite informações que ficam na nossa memória comportamental e
tecidual. Então, nós podemos através da respiração, compreender o estado fisiológico daquele movimento daquela pessoa do sistema nervoso autônomo. Entende? de maneira fazendo uma analogia óbvia que pela respiração, pelas pelo Que a pessoa suspira, pelo que ela inspira, se ela tá numa atitude de defesa, ela tá em inspiração, se ela tá relaxada, ela tá em expiração. A atitude postural e reacional dela tem a ver com que ela está coletando de emergência do corpo, tem a ver com o sistema nervoso autônomo. Então, dependendo do que eu coleto, eu entro em estado. que eu ouço, o que eu
vejo, o que eu imagino, eu entro em simpaticotonia, eu entro em estress, eu Modulo a minha respiração. E a respiração não é assim tão voluntária, ela entrega como é que está seu estado emocional. Por isso que a hora que nós compreendemos a respiração do paciente, nós estamos uma nova janela de conhecimento sobre o que está acontecendo. Inclusive em diálogos que envolvem situações emocionais, hora que a pessoa Faz uma apneia, hora que ela para de respirar, hora que ela muda o padrão respiratório, nós sabemos, é assim que as leituras emocionais de mentira da polícia verificam a
informação do sistema nervoso autônomo pela variabilidade cardíaca, pela modificação do pulso do batimento cardíaco e pela respiração, porque isso involuntário. Claro que tem, a gente vê em filmes, em séries, profissionais que conseguem modular essa Resposta frente ao estress, mas não é o normal. Nós, pela respiração, pela tensão do corpo, pela maneira como o corpo está, ele nos conta uma história e por isso é tão interessante, certo? E aí pra gente ir evoluindo, vamos ver se vocês estão vendo aí a Ó, então o problema, né, dessa falha na autorregulação É que é uma desregulação sistêmica e
isso se traduz num problema de comunicação. entre diferentes estruturas do corpo. Não é um problema isolado, é uma falha de integração. E é como se a gente pegasse, gente, com a mão e compõe uma coisa para conversar com outra. Entende isso? O nosso sistema nervoso, ele capta uma informação sensorial ao mesmo tempo. Ele fala: "Por que que tô tocando nesses dois lugares? Né? Qual é a mensagem que isso tá querendo dizer? Então, à medida que a gente vai compreendendo aonde o corpo precisa conversar, é que a gente vai ter um sistema novo de regulação. Então,
o centro dessa regulação está no tórax, é o caminho mais fácil, mais perceptível, é o caminho que mais facilita esse processo. Então, através de análise de fluídos, diafragma e toda a resposta vagal, tá? Então, o tórax É mais que um espaço, por isso que eu coloquei esse termo para vocês. O tórax é um hub, ele funciona controlando. Ele é onde chegam informações pro corpo todo. Ele protege, regula e integra. Então não faz sentido, gente, entendeu desespero? Não faz sentido a gente não tá estudando tórax como deveria. A gente tem que aprofundar as informações que o
tórax pode trazer pra gente entre todos os sistemas, Não só entre uma única coisa, tá? O diafragma, é claro, vai ser muito significativo. Vou falar mais sobre ele, mas a entender o diafragma, a anatomia do diafragma, a horta abdominal, veio a cava, né, que passa por ali, o esôfago, o sistema linfático, a inervação que passa pelo diafragma, compreender isso e como isso tudo interage e até mesmo a inervação, né, do diafragma vindo ali de C3, C4 e C5 faz com que a gente consiga compreender posturas, gestos, atitudes, Dores que tem essa correlação, certo? Então, junto
com isso, nós não estamos mais falando simplesmente de costelas e coluna torácica. Nós estamos falando de movimentação autônoma e com isso sangue, linfa. E olha que a gente tá falando em toda essa mecânica, nós estamos falando de linfa. Eu vou falar para vocês no período da tarde sobre liquor. Eu vou falar para vocês, tem um movimento que nós não falamos ainda, que É o movimento crânio sacral, o movimento o movimento de respiração primária, um movimento que interage com estes outros movimentos que nós falamos até agora, que vai dar origem aos avanços das pesquisas em neuroinflamação.
E por fim, entendendo toda essa informação que chega do tórax e do abdômen e do diafragma lá no tronco cerebral, lá no sistema, nós Temos uma resposta do corpo, gente, que é a tão sonhada regulação autônoma influenciar no que está desregulado no corpo de alguma forma, a que é o que as pesquisas variabilidade da frequência cardíaca mostram, o exercício mostra a respiração, mostra a yoga, mostra caminhada mostra a natação, mostra por que tudo isso influencia exercícios direcionados, Porque a movimentação do corpo influencia no sistema nervoso autônomo e na sua saúde. E isso influencia na maneira
como você interage entre os seus sistemas, no meio em que você está, sua saúde emocional, ansiedade, estress ou não, o seu sono e como você se manifesta inclusive como pessoa. Então nós estamos falando de um eixo fundamental de análise, tá? E é claro que isso aqui é para abrir a cabeça. Então, passei 10 minutos, me perdoem, Tá? Nesse intervalo, nós voltaremos às 15 horas. Hoje vou pedir para vocês refletirem nesse intervalo, né, aí sobre o que a gente falou e a gente chega respondendo possíveis questionamentos às 3 da tarde e dá sequência como que o
tórax pode influenciar estados inflamatórios no nosso corpo. OK? Muito bem, faz um joinha, então. Deixa eu ver se tá todo mundo aí. OK. Gracinha. Muito bem, tô vendo vocês. Perfeito, tá? E aí a gente vai fazer essa pausa agora às 15 horas vocês são serão chamados novamente para estarmos unidos aqui. Beijo para todo mundo. Bom almoço, tá? Ciao. Ciao. อ Olá, queridos. Todo mundo aí? >> Olá. Vamos nos esforçar ao máximo para seguir Nosso horário, né? Tá aí uma coisa que qualquer nerd precisa ter, horário e e um bom programa, né, de planejamento sobre o
que fazer para nenhuma área ficar esquecida, né, das dos aspectos familiares, alimentação, atividade física e tudo isso. Olha só, gente, eu tô aqui querendo começar a aula, mas o Luke não tá aqui querendo me deixar trabalhar aqui. Look aí. Olha só, gente. É isso. Vamos lá, né? Todo mundo já entrou, tá tudo certo. Bom, eh, no finalzinho a gente teve ali uma alguns comentários no chat que eu acho que vale a pena abordar um aspecto. Eh, a gente vê no Brasil uma influência eh de profissionais muito grande, né? OK. Ótimo. Sobre isso. Agora, tem um
Ponto que não é tão legal na minha opinião, tá? é que a osteopatia, né, que é a principal, vamos dizer assim, ferramenta de formação dos terapeutas manuais, ela nem sempre é ensinado da mesma forma por todas as escolas, né? Eu vejo que eh muito é osteopatia, muito é terapia manual, essas coisas se misturam todas elas, mas há uma diferença muito grande eh hora que você vê determinadas eh escolas, professores falando uns em relação aos Outros. Parece até que não estão falando da mesma coisa, né? Não sei se vocês já tiveram essa percepção e com certeza
quem estudou numa única escola não teve essa percepção, mas quem teve a oportunidade de estudar em mais de uma escola veio uma diferença. No meu caso, eu fiz a minha primeira formação no Idote, fui professor durante muitos anos, conheci muitos dos alunos que aqui estão no Idot, foi ótimo. Eh, o Idot tinha uma uma formação e eu tô falando Tinha porque eu não acompanhei mais. tanto desde do período em que eu me desliguei da da escola, eh, mas tinha muita relação com alimentação, começou a vir um trabalho de alimentação, influências emocionais, né? Teve muita, eh,
muito conhecimento vindo do eh JPierre Barraal, eh da terapia crânio sacral, do Apledger, né? Então tem um teve um formato eh, vamos dizer assim, que eu vou chamar de osteopatia brasileira, né, que junta várias coisas. A outra escola que eu fiz foi a Escola de Osteopatia de Madrid. A Escola de Osteopatia de Madrid eh teve uma influência do saudoso e falecido recentemente, François, né? O François, ele escreveu muitos livros e ele tinha uma uma pegada muito significativa da quiropraxia, da manipulação, do trust e influenciou também, vamos dizer assim, uma visão médica, uma visão de exames,
uma visão ortopédica de toda uma geração. Aí, se você pega, por exemplo, já tem anos que o Instituto Barral ele tem eh vindo para o Brasil, né, trazendo profissionais de fora. Aí você pega, por exemplo, professores do Instituto Barral, eles não necessariamente eh são fisioterapeutas, muitos são osteopatas, porque na Europa você entra para fazer uma faculdade de osteopatia, então ele tem uma certa visão. E alguns eh osteopatas, né, europeus, por exemplo, eles nem entendem Muito bem quando a gente fala essa questão de fisioterapia, das relações musculoesqueléticas, porque eles já têm uma visão mais integrada de
tudo e pela própria liberdade de atuação. Se você pega, por exemplo, o pessoal que vem dos Estados Unidos, né, eh, ligados à osteopatia biodinâmica, foi uma das áreas que eu fiz também, ou conectados a ao Instituto Upedger, ah, terapia crânio sacral, liberação somata emocional, muitos são médicos, então eles vêm Também trazendo uma outra bagagem, uma forma de cuidado com a família até, eu diria, eh, das pessoas, né, um conjunto de cuidados para gerar a saúde. Então, o que que eu tô querendo dizer é que às vezes eh conforme a gente estuda numa escola, obviamente você
vai ter mais empatia por alguns professores, por alguns tipos de métodos e tá tudo bem. Agora, o que que nem sempre está claro? O que nem sempre está claro é que na linha de trabalho Manual nós temos diferentes raciocínios que hoje fazem parte no mundo da osteopatia, no mundo da terapia manual de uma forma geral, tá? Quais são? Primeiro, só para deixar claro uma questão, a quiropraxia, ela nasceu de um osteopata, né? Então, ó, por isso que eu vou considerar aqui a osteopatia como mãe aí da das técnicas todas. Quando a gente fala maand, quando
a gente fala muligan, quando a gente fala em técnicas manuais, Muitos osteopatas que idealizaram, quando a gente fala na microfisioterapia, osteopatas que desenharam isso. Por quê, né? Qual a relação disso tudo? é que existem linguagens que cada um vai enfatizando, modelos de ação da osteopatia diferentes. Existe o modelo de pensamento de raciocínio mecânico e esse é o que mais se enquadra com o raciocínio da fisioterapia. Existe o modelo neurológico, a gente fala muito sobre ele, eu falo muito sobre ele, tá? que é pensar como o sistema nervoso agiria, as influências do sistema nervoso. Existe um
modelo eh respiratório, tá? Que nós estamos entrando agora nele para alguns, que é pensar tudo a partir dessa bomba de circulação, tá? Existe também, gente, o modelo bioenergético, então não é aleatório. Tem escolas que Seguem um modelo bioenergético, entendendo aí todas as sutilezas que envolvem o toque. E existe o modelo biopsicossocial, que aí entra muitas relações emocionais. E, gente, tudo isso é osteopatia. dependendo do país que você está, OK? Ó, uma osteopatia mecânica, uma osteopatia neural, uma osteopatia respiratória, uma osteopatia bioenergética e uma osteopatia Biopsicossocial. Vocês sabiam disso? Tá? Então, por isso que às vezes
a gente vê aí colegas discutindo o que que é osteopatia, o que que não é, porque nem sempre sabem que tem esses cinco modelos que convergem aí raciocínios, que tem a ver com toque, que tem a ver com a saúde. E voltando lá, é por isso que eh a Fabiana acho que tava eh comentando alguma coisa sobre cicatriz e outros professores, se a cicatriz resolve dor Lombar, não e etc. tudo isso e depende de professores. É por isso, porque talvez conforme a abordagem de cada um teve um tipo de informação, tá? Eh, é muito bacana
isso. Só que nem sempre há aquele momento bacana, aquele momento legal de integração das informações. E eu sou um apaixonado por isso, talvez porque eu tenho uma certa facilidade em juntar as informações e colocar elas na Prática. Eu diria que isso é uma uma característica minha, né? de absorver assim o que que eu acho que uma coisa liga com a outra. É como se se eh a gente, sabe quando você conhece uma uma menina e conhece um menino e eles não se conhecem e aí você olha pros dois assim, pensa nos dois, fala: "Nossa, esses
dois iam andar tão certo, mas eles não se conhecem ainda". Aí se surgir uma oportunidade, você apresenta os dois, se brincar, vira casamento. Já passaram por Uma situação dessa? Acho que acho que vocês já passaram por alguma situação semelhante de conhecer duas pessoas que não se conhecem, imaginar que elas são ah muito compatíveis uma com a outra, né? Então, eh se já aconteceu, eu consigo eh fazer isso muito com esse conhecimento, né? Com que a gente tá interagindo e ver onde uma coisa casa com a outra. Como eu gosto muito de est buscando conhecimentos novos,
então eu vou forçando nesses lugares aí, eh, às Vezes não explorado por algumas pessoas. E um desses ambientes, eu tô vendo aqui a Fabiana, né? A Fabiana, você já conversamos aqui sobre ela, né? A Fabiana, ela é uma pessoa que que eu tenho muito orgulho de dizer que é a minha aluna mesmo. Por quê? Porque ela segue as orientações, né? Então, porque senão não adianta, né? Aí, e a Fabiana, ela eh nós conversamos muito um tempo atrás, eu falei para ela: "Fabiana, eu acho que você devia fazer a Fisioterapia integrativa, né? Eu fiz a fisioterapia
integrativa do Dr. Afonso Salgado. Acho que é a sua cara, né? Todo o conhecimento que ele tem." E a Fabiana entrou nisso, por isso vocês estão vendo ela aí, gente, com capacete, com óculos, tá? E o que ela está fazendo, para quem não conhece, tem a ver com o que a gente tá fazendo aqui também. Ela está otimizando o sistema de funcionamento, de captura De informações, de oxigenação cerebral. Ela tá aumentando foco, tá aumentando concentração. E muitas pessoas >> mitocôndrias, >> mitocôndrias, muitas pessoas não sabem que isso existe, entende? E por que que eu já
tô começando assim, tá? Eu tô começando assim porque ninguém é culpado de não saber, gente, não é? Mas uma vez que você sabe determinada coisa, não tem como dissaber. Não tem como você não saber mais a hora Que você tem acesso à informação. Não funciona assim. Sabe, uma vez eu vi um filme desses de comédia que a pessoa viu uma cena assim que ela não queria ter visto e ela fala assim: "Desver, eu quero desver, eu quero desver, não tem jeito, né? Uma vez que você viu, você não vai desver mais aquela determinada situação, fica
armazenado." E aí que eh juntando tudo isso, né? Eh, eu tive acesso a pessoas e informações muito valiosas e quando eu fiz a Fisioterapia integrativa, uma chave virou na minha cabeça. Isso é o fantástico de qualquer aula, tá? Qual foi essa chave? O Dr. Afonso, né? Eh, ele é fisioterapeuta, é osteopata, mas ele é nutricionista, tá? E aí que ele fala muito de nutrição, muito mais, milhões de vezes mais de nutrição do que de osteopatia. Talvez porque não é o ponto assim forte, tão forte quanto é no caso dele da Biofotomodulação, de todos os estudos
com os aparelhos que ele desenvolve, né, orienta e a própria o próprio aspecto nutricional, tá? E realmente ele foi colocando para mim as situações, pros alunos, né, da importância do estudo bioquímico. E eu vejo que na fisioterapia nós sabemos muito pouco. Depois que nós passamos pela disciplina de bioquímica, nós sabemos muito pouco dessa bioquímica Aplicada, porque é difícil, né? Muitas vezes chato quando a gente não vê uma certa aplicação, né? E só que ela é fundamental pra gente embasar de verdade o que a gente tá fazendo. Então, quando eu falei para vocês na nossa, no
primeiro momento da nossa imersão na aula passada, né, que nós precisamos fazer um entrelaçamento entre biomecânica e bioquímica, fazer eles conversarem, Isso bate diretamente neste momento de agora e na questão que o Maicha colocou pra gente sobre o eixo intestino cérebro também. Só que isso é mais profundo, né? Por que que isso é mais profundo? Porque nós sobrevivemos, nós criamos toda a nossa energia de vida de acordo com a química que nós ingerimos e que nós modulamos Dentro do nosso organismo. E esta química é fundamental para a mecânica e a mecânica, por sua vez, gera
novos eixos de modulação química. Então, a mecânica, ela pode ser estudada separada, mas ela vai encontrar ancoragem em embasamento na química. E a química, por sua vez, não fica completa se não entender as interações mecânicas. Vamos pensar do lado ainda mais raso possível, por exemplo, a respiração. A respiração, ela tem como funcionar se não tiver entrado o oxigênio no nosso organismo, até que a gente, até onde a gente conhece. Agora, tem como a gente colocar o oxigênio e ele se movimentar, movimentar. sem nenhuma ação mecânica, vascular, linfática ou corporal. Só aí, gente, eu já vou
matar essa questão aí, que não tem como nós eh fazermos um raciocínio completo que não correlaciona mecânica e química para o corpo. Fechou? Tá? Agora é o seguinte, também não é só isso, que já não é só, porque como eu comecei esse bloco agora de informações, nós temos também influências de Interações bioenergéticas e biopsicossociais. E isso a gente pode observar simplesmente porque nós estamos constantemente interagindo com o ambiente que nós vivemos. Nós estamos constantemente interagindo com as frutas, verduras, carne, sol, ar que está ao nosso redor. Então, dependendo do ambiente que eu estou, eu vou
me relacionar com este ambiente. E essa relação, ela é visível e invisível. Tô indo demais. Por que que ela é visível e invisível? Porque muito do nosso organismo está em constante interação com bactérias, com microorganismos. Do ambiente que nós estamos inseridos. E não é à toa que o nosso sistema imunológico é diferente conforme o país inclusive que nós estamos, porque nós estamos interagindo com aquele ambiente microbiano. Nós estamos interagindo com o clima, nós estamos interagindo com a alimentação, nós estamos interagindo inclusive com o bafo das pessoas. que estão próximas a nós. E nós também Vamos
comer determinadas coisas porque é uma influência social. Quantas vezes a gente não vai sair para encontrar pessoas, não é por causa do que vai comer, e sim pelo ato de encontrar essas pessoas, mas você acaba comendo algo que tem ali disponível. Entenderam essas interações? Então, nós estamos constantemente em movimento. Nós estamos constantemente em movimento, interagindo, Tá? E trazendo isso para esse primeiro momento agora, né? vai ficar mais fácil com a compreensão de que a neuroinflamação não começa no cérebro. Como assim? Vamos por partes. O que é neuroinflamação? A neuroinflamação, gente, é um estado de inflamação
no sistema nervoso central. É onde nós vamos ter ali inflamações, tá, nas últimas décadas pesquisadas no Cérebro, tá? OK. Vamos por partes agora. Esta inflamação, será que ela começou no cérebro? Depende. Não vamos excluir traumas, por exemplo, na cabeça, né? objetos cortantes, estruturas tumorais, em que a gente tem assim situações inflamatórias que podem ser primárias no cérebro. Mas o grande pulo do gato da Neuroinflamação é que de um tempo para cá, de pouco tempo para cá, foi quebrado o conceito de que o cérebro era imune à inflamação, que o cérebro, o sistema nervoso central, se
preservava de uma inflamação sistêmica. Vamos lá com calma. Vamos de novo, Dean. OK. Uma parte do corpo inflamou por qualquer motivo que seja. Aquilo entra na nossa circulação, tem uma reação. O corpo quer desinflamar aquilo que está inflamado. O corpo quer voltar ao equilíbrio homeostático de regulação do próprio corpo. Só que às vezes neste processo ele vai aumentando, diminuindo líquidos, vai criando uma situação para desinflamar o local. inflamado e isso então vai percorrendo o corpo todo. E se acreditava que não passaria essa informação para o sistema nervoso que Ele mesmo, nosso próprio corpo, falava aqui.
Não, negão, hoje em dia não pode brincar assim. Antigamente podia falar, viu, gente? Não me levem a mão, né? Aqui não. Tá. Por que aqui não? Por eu tenho células aqui de defesas que jamais vão vão facilitar para que entre uma inflamação no meu ponto central. Mas isso foi descoberto que não é real. Sim, há uma passagem das células inflamadas. Há uma reação Inflamatória que ultrapassa essa barreira hematoencefálica e chega sim à inflamação via circulação no cérebro. E o que isso significa, Dean? Isso significa um ponto crítico pra gente nesta imersão. Significa que inflamações crônicas,
problemas sistêmicos Periféricos podem influenciar o sistema nervoso central. OK? E se eu vivo inflamado? E se eu vivo inflamado? Porque eu sempre estou estressado? E se eu vivo inflamado? Porque eu sempre estou mal alimentado? E se eu vivo inflamado? Porque eu não bebo água adequadamente Se eu estou constantemente inflamado por reatividade às relações pessoais próximas de mim significa que eu tenho um limear inflamatório crônico ativado significa que eu não estou normal. Significa que o meu corpo está tendo um desgaste imenso para me manter normal. E ele não está conseguindo isso sozinho Muitas vezes, porque nem
eu estou dando ouvido ao que ele tem a me dizer. Dean, o que que o corpo tem a dizer? A, o corpo tem a dizer o seguinte: "Olha, eu dormi e não descansei. O meu sono não é reparador. O meu intestino não consegue eliminar as impurezas do meu organismo de maneira adequada. Ou ainda o meu intestino não funciona, ele não elimina impureza nenhuma. ou a minha urina está desregulada, O meu suor, eu tenho um desequilíbrio autônomo, simpáticotonia, parassimpaticotonia, eu tenho um desequilíbrio autônomo em função da minha rotina de vida. Então, que que acontece, gente? Nós
podemos estar inflamado há anos, sem pausa. E na sabedoria do universo, vamos chamar assim, nós temos as pessoas, o ambiente e as bactérias. e vírus e microorganismos para nos ajudar a manter este equilíbrio. Já tinham pensado sobre isso? Quem teve alguma noção de medicina germânica, pode ser que tenha ouvido falar Que nem toda doença, no sentido de aparecer febre, inflamação, infecção, vem no momento do estress, às vezes vem no momento da reparação, tá? Isso para quem já ouviu falar. Então, nós temos uma interação muito significativa com o que está acontecendo no externo, que nos ajudam
a equilibrar o nosso organismo, queridos. E então nós temos uma atuação no slide Agora. Nós temos uma atuação do intestino e da vida no intestino. as bactérias que estão no intestino, a microbiota intestinal, que quando está desregulada pode provocar o que é chamado de disbiose. Matamos um ponto cada vez mais comum e nem sempre tá claro para todo mundo que É essa questão. Além dessa disbiose, nós temos um erro de funcionamento do intestino com inchaço na barriga, com acúmulo de gases, com flatulência, com distensão intestinal, com cólicas, em função dessas bactérias não estarem interagindo de
uma forma adequada. entre elas ou com o nosso organismo. Por isso a alimentação, e eu não sei se vocês sabem que existe até transplante de feeses. É, meus amigos, é, não é tão simples a coisa assim, não. Às vezes nós precisamos compreender um momento de conversarmos sobre prébióticos e bióticos, entender como funciona esse relacionamento, essa alimentação, essa Retroalimentação que está dentro do nosso intestino. Por quê? Porque é no intestino que nós vamos absorver boa parte dos nossos nutrientes e que vai chegar a informação do que está disponível no nosso corpo, via em boa parte nervo
vago para o cérebro. O nervo vago, como eu disse, como eu disse para vocês Anteriormente, ele é principalmente um coletador de informações do nosso sistema visceral e metabólico para informar o nosso cérebro de como ele deve dar uma resposta adequada para o bom funcionamento do nosso corpo. Então, se eu tenho um problema intestinal que vai ser informado pelas características mecânicas de extensão, inflamação, tá? Olha só, a biomecânica e a Bioquímica interagindo para o cérebro, ele vai criar uma resposta. vai inchar, desinchar, segurar ou não nutrientes, dependendo se a pessoa está com uma diarreia ou se
ela está constipada, ele vai começar a interagir e todos os órgãos têm que receber um comando compatível com a vida, uma vez que o nosso corpo ele é sistêmico. Ele funciona de uma forma interativa entre todas as partes. E esta informação mecânica e química que vai chegando ao cérebro, vai conduzindo o próprio processo linfático, a própria informação que está chegando em pontos centrais do nosso organismo com muito acúmulo de líquido, por exemplo, os ductos linfáticos. E aí nós temos uma coisa interessante. Qual a relação disso com o tórax? Que os ductos linfáticos estão no tórax,
gente. Como assim, Dean? Por trás ali do estômago, tá bom? não é tão na torácica assim, mas a gente tem ali uma influência muito grande da movimentação de estômago e diafragma na cisterna do quilo, num local muito significativo com retorno linfático de todos os dos membros inferiores e de todo o corpo. De maneira que se há uma congestão neste lugar, se o tórax à esquerda, essa é uma dica valiosa, se o tórax à esquerda está mais Rígido, eu penso em algum nível de disfunção no sistema linfático deste indivíduo que pode estar influenciando, por exemplo, até
inchaço nas pernas. Indivíduo queixa de inchaço nas pernas por problemas circulatórios ou linfáticos alimentares, normalmente tem uma rigidez no tórax à esquerda, porque é ali que há o conjunto de drenagem chegando no nosso organismo, Né? E esse conjunto de drenagem do sistema linfático, ele é responsável por formar o licor, o líquido cérebro espinhal. A formação do líquido cérebro espinhal e o ciclo de formação do líquido cérebro espinhal tem relação com a mecânica. linfática tem a ver com a circulação linfática. E então esta drenagem do sistema nervoso central, essa mobilidade, essa proteção que o líqu dá
tem relação também com o que é chamado de sistema linfático cerebral descoberto quando eu estava estudando a reabilitação neuromemíngia, meus queridos, alunos da reabilitação neuromeninga. Só que a gente não tinha lá em 2012 a quantidade de informações que nós temos Hoje para dizer que estava tudo redondinho, que nós manipulávamos o sistema linfático, que é o sistema linfático cerebral, e que isto drena pelos ganglios linfáticos cervicais e caem no tórax à direita na região do ducto linfático direito, que significa na prática clínica, pega essa dica, hein, que se o tórax à Direita está mais rígido do
que à esquerda, pode haver uma congestão, uma dificuldade no metabolismo, na movimentação glinfática e linfática da região do pescoço para o tórax. Próximo slide. Aí, meus queridos, nós estamos mudando, então, talvez a forma que vocês vão entender e atuar a partir de agora sobre o sistema linfático, sobre o eixo Intestino e cérebro. Por o intestino muitas vezes pode ser a origem inflamatória da neuroinflamação, da inflamação lá no cérebro. Que que isso significa na prática clínica? Isso significa que o avanço em doenças degenerativas cerebrais, por exemplo, hoje está se estudando cada vez mais isso, pode ser
sinalizado por problemas Intestinais até 10 anos antes. Ou! Como assim, Dean? Gente, eu tô dizendo para vocês que um Alzheimer, um Parkson, uma doença de envelhecimento cerebral pode ser resultante de uma neuroinflamação crônica. E essa neuroinflamação crônica pode ser resultante de uma inflamação crônica sistêmica que pode ter a origem no intestino. E o intestino, por sua vez, é um órgão sensível que é dependente das reações emocionais e da alimentação que nós temos. Porque boa parte da serotonina que nós produzimos, ela é produzida, por exemplo, no intestino, no sistema com relação com o sistema nervoso entérico.
Gente, vamos com calma, porque isso já é Disruptivo naturalmente. Eu tô dizendo que ao trabalharmos o intestino em todas as suas características, nós estamos modulando a nossa nosso eixo neuroendócrino e a comunicação disso vai se dar pela linfa. que vai acabar sendo então uma, desculpa, uma bomba regulatória. E aonde vai ficar ali armazenado boa Parte da nossa linfa? No ducto linfático direito e esquerdo. O esquerdo com reações vindas da parte inferior e o direito da parte de cima do nosso crânio. E aonde estão? No tórax. Portanto, de novo, nós chegamos no tórax não só como
fonte geradora do movimento cardíaco e respiratório, mas também como receptor do sistema venoso, receptor do sistema linfático e coordena novamente a Resposta cerebral para isso. Vocês acham que os neurônios que existem aos milhões no nosso coração são aleatórios? Já ouviram falar além da inteligência do intestino, da inteligência do coração? Porque existe uma conexão entrincada, necessária, que muda a forma como nós, terapeutas manuais, vamos entender e atuar. Nós não fazemos técnicas Somente. Nós regulamos sistemas e respira para absorver. Então, cada manipulação não é uma manipulação. Cada manipulação é uma informação sistêmica sendo inserida naquele corpo. E
é por isso, gente, que se você fizer 50 técnicas na pessoa, o corpo daquela pessoa vai ter que reagir a 50 manipulações e a interação De uma com a outra, de uma manipulação com a outra. E por isso que em vez de você estar melhorando o paciente, você tá bombardeando ele. E às vezes o que já tava ruim vai ficar pior. Porque se ele não tá dando conta de desinflamar, porque tá tudo congestionado. Aí você faz um monte de técnica sem descongestionar esse corpo, como que ele Vai ter condição de agir, de se resolver? Entende?
Então, a gente vai entrar no próximo slide, por favor, a gente vai entrar numa outra modalidade de raciocínio, né? Que modalidade de raciocínio nós vamos começar a perceber que uma manipulação ela é imensa, vamos dizer assim, uma manipulação, ela modula um conjunto de informações Tanto quanto um alimento, um remédio, um jejum. um sono. Então vamos acompanhar aqui comigo esse slide que ele é interessante, tá? para esse momento do nosso então, o intestino fala com o cérebro o tempo todo. O eixo intestino cérebro tem uma relação com a liberação da serotonina cerca de 95% produzida no
intestino, com a comunicação que o nervo vago leva para o cérebro e obviamente com essa via de mão dupla com a resposta que o cérebro traz de volta. Por isso que se diz também que o intestino é o segundo cérebro, porque daqui o cérebro a do intestino, o cérebro vai retirar informações de regulação sistêmica Daquilo que é essencial. Então, olha só, nós temos na região do intestino células entero de intestino endócrinas, tá? E vão liberar então a serotonina. O que que tá acontecendo aqui? O intestino vai estar mandando sinais aferentes para o cérebro. Que são
o que são esses sinais aferentes? Sensações, Inflamação, estado metabólico. Por onde essa informação está indo? via nervo vago. Mas o nervo vago, então, ele passa do diafragma e chega também no intestino. Pois é, meus amados, voltando ao que eu havia falado na aula anterior, nós não podemos analisar o nervo vago e toda a sua extensão só pelo trechinho da base craniana. Ele está capturando informações em toda A sua trajetória abdominal e principalmente torácica. E automaticamente ao chegar informações do intestino, que informações mecânicas, a distensão, o próprio toque que nós podemos fazer nessa região do abdômen
do intestino, informações químicas, nutrientes, toxinas, informações inflamatórias, Produção citocinas, mediadores. Então, à medida que nós temos um estímulo detectado, essas informações vão ir para o sistema nervoso central, que vai mandar sinais, sinais de como o cérebro que está capturando informações de todas as partes do corpo, o cérebro é o órgão da percepção. O cérebro junta as informações visuais, Auditivas, sinestésicas, olfativas, gustativas. Os nervos cranianos não estão ali, a Deus dará. Eles capturam informações do que está acontecendo e colocam pra gente o prompt. Mas eu tô tô sendo moderno, adequado para o nosso cérebro funcionar. Por
isso que se eu não tenho um uma Parte sensorial do meu corpo funcionando bem, eu tenho uma diminuição da percepção cerebral e, portanto, uma limitação do entendimento do que está acontecendo com o meu corpo e da minha relação com o meio ambiente. Se eu não enxergo uma parede, eu posso bater na parede. Se eu não enxergo um buraco, eu posso cair no buraco. Se eu não escuto alguém me chamando, eu não vou responder a este chamado. Portanto, se o cérebro não informa das distensões do malestar, dos gases, da dor, como que eu vou agir? Você
entende como nesta realidade é fundamental termos sintomas? O sintoma é simplesmente a linguagem que o cérebro está usando para informar o nosso consciente de algo que precisa de atenção. Então, tratar um sintoma Não necessariamente significa regular um sistema. Fui claro aqui? Faz joinha. Deixa eu ver se tá todo mundo acordado aí. Só aquela abrição de boca normal pós almoço, né? Mas tá tudo bem, né? Ok. Ok. Estamos com ótimo índice de participação num sábado à tarde. Muito obrigado, queridos. Então, que que acontece aqui? Nós podemos ter sinais cérebro intestino, alterações na motilidade, nas secreções, no
fluxo sanguíneo, consequentemente até na imunidade. Conseguiram capturar esse raciocínio? Conseguiu ser claro para vocês? Eu mesmo tive dificuldade um pouco, precisei de algumas aulas para poder entender isso. Eu tô tentando transformar isso num pouco mais leve, Tá? Porque é bem complexo. Pode dizer, Michael, você levantou o dedo porque queria falar alguma coisa ou não? >> Sim, sim. Eh, na verdade isso é muito difícil a gente entender. A primeira vez que eu escutei isso aí, que foi do professor Salgado, eh virou um nó na minha cabeça aqui, entendeu? E e assim, agora você falando desta maneira,
tal, eu terminei toda a formação dele e ficou assim, se realmente ficou um um uma Lacuna, tá? Mas você passando desta forma que está sendo passado agora para todo mundo, isso clareou assim, sem sem brincadeira dela, clareou assim 100% das dessas lacunas que ficaram, né, do nervo vago, que não é só a manipulação, que existe aí toda essa nutrição, toda essa entrada e saída só dos líquidos, mas da onde que vem essa formação desses líquidos? Por que que eles estão desta maneira? Estão aprisionados de um lado ou do outro não? Então esta forma que Você
tá passando é o que, na verdade para mim é o que eu precisava. >> Bacana, Marco. Obrigado pela sua contribuição. Ó, então gente, é exatamente isso. É claro que se a gente quiser complicar, nós podemos complicar bastante, mas não é a intenção, tá? A intenção é a percepção, a modulação da percepção de vocês de como essas coisas todas interagem. Então, olha só, nós temos uma eh Aferência vagal para sensação e dor, motilidade e secreção e uma modulação neural e imune. Então, olha só, estão acontecendo uma série de sinais, uma série de processos. tá funcionando a
digestão, como que o corpo tá processando isso? Que movimento tá fazendo? Para onde tá indo essa nutrição? O que que tá faltando? O que que tá precisando? Por Que que eu tô com sede? Por que que eu tô com vontade de comer uma sobremesa? Por que que eu não tô com vontade? Por que que me deu sono na hora que eu comi? Que que tá precisando? Que que tá acontecendo? Então eu vou começando a interagir com essas informações que estão chegando a todo tempo. E aí, meus queridos, é que entra a nossa mão no meio.
Quando você põe a mão em algum lugar, você está adicionando uma nova Informação para o sistema nervoso central. Adicionando essa nova informação para o sistema nervoso central, ele vai provocar uma resposta diferente. E essa resposta diferente pode ser na motilidade, na produção de secreções, no fluxo sanguíneo ou na imunidade. E aí, tudo bem? Então, o cérebro processa as informações e modula Humor, dor, comportamento, apetite, resposta inflamatória e o escambal, porque ele nada mais é do que um grande comunicador do nosso ser, das nossas interações. O nosso cérebro, ele vai permitir uma comunicação do ambiente externo
com o ambiente interno. Ele transmite uma informação. E agora respira fundo, vai. Vou dar o prazo. É que falei para vocês respirarem fundo, porque além de tudo isso, a gente tem uma capacidade incrível. Sabe o que que é? De criar informação, de inventar criatividade que também podem modular a informação. E essa modulação na informação pode mudar então o nosso humor, a nossa dor, o nosso comportamento, o nosso apetite e a nossa resposta inflamatória. E aí, então eu posso sim criar um monte de problemas Com uma determinada informação que está me chegando e fazer um processo
de dor crônica ou amenizar ou dar risada de um fato que aconteceu, tanto construindo saúde como construindo doença, mas não é, presta atenção, mas não é só exclusivamente um papel da criatividade, embora ela faça parte desse processo. Não entendi, não entendeu? Tá. O que eu estou querendo dizer é que não adianta Você só pensar que vai ganhar dinheiro, que significa que você vai ganhar dinheiro e pagar suas contas, meu querido. Você não trabalhar não, também não tem jeito. Você entende? Agora, a medida que você trabalha, tem um propósito com seu dinheiro, sabe? tem um objetivo
que seja familiar, pessoal e etc, faz sentido porque que você se desgasta com horas de trabalho, cria vontade de trabalhar, Modifica seus objetivos e não do jeito que tem muita gente doida que está simplesmente imaginando cenários, né, e sem cuidar da mecânica e da química corporal, achando que vai produzir um efeito mutante, certo? Você entendeu? E as coisas vão começar acontecer do nada, conseguir ser claro na loucura que nós estamos hoje. Então, a criatividade ela existe, porém Não isolada. E a fantasia que a gente cria, ela tem respostas corporais e hormonais e inflamatórias. E é
por isso que nós sim, talvez precisemos de modulações e tratamentos com psicólogos, com terapeutas, momentos de paz, bom sono, boa comida, massagem, sexo, se for bom, Nós precisamos de determinadas coisas. que modulam a nossa percepção do ambiente externo. Entenderam isso? Vamos para o próximo slide, meus queridos. Nossa, eu falo que eu tô ficando preocupado. São 4 horas, já tô falando há 1 hora, gente. Quase não saí do lugar aqui em termos de slide. Mas é que o assunto ele é muito interessante, né? O assunto ele é muito completo, vai Fazendo assim a gente eh achar
muito interessante tudo que tá acontecendo, porque vai percebendo, vai fazendo sentido. Escreve aí para mim, nós vamos fazer uma pausa daqui a pouquinho. Vai escrevendo aí as dúvidas de vocês no chat, as percepções até agora. Escreve para mim aí se tá indo bem, né? O que que vocês estão sentindo aí? Tá atendendo a expectativa de vocês? Tem algum assunto que daí precisa esclarecer? Não tá. Vai escrevendo aí. Enquanto isso aí, gente, se veja bem, se tá tudo bagunçado, a alimentação tá bagunçada, não dorme direito, não faz atividade física, intestino inflamado, corpo inflamado, resíduos metabólicos, tá?
tá tudo ferrado, entende? Então, A resposta que nós vamos ter, ela é cada vez pior. Inflamou um pouquinho, eu tenho uma resposta do cérebro um pouquinho alterada. Inflamou muito, vai dando uma resposta cada vez pior. Até chegar um ponto em que essa circulação, esse vai e vem, começa a gerar processos de falha. A comunicação que está, que o corpo está capturando do ambiente não está adequada Para que o cérebro precisa. Que que acontece? A pessoa fica presa no próprio mundo dela, gente. A pessoa não consegue entender o que está acontecendo no ambiente externo dela, tá?
Eu tenho, eu tenho um ser demente que convive comigo aqui diariamente. É a minha cachorrinha. Tadinha. A Jud. Ela tem 18 anos, é uma maltez e ela ficou demente agora com a idade, né? Então ela sai ali da casinha dela e Ela anda em círculos. Aí de repente ela vai pra vananda aqui ao lado, ela não sabe voltar paraa casinha dela. Ela fica com aquele olhar parado, olhando pra parede, de frente pra parede, cheia de catarata, e não sabe o que fazer. Não sabe se ela vai pra direita ou pra esquerda. E ela teve antes
disso, ainda tem um pouco, vários problemas intestinais. E teve lá atrás um câncer também em toda A cadeia dela, mamária, que é comum também no malteês, nos cachorrinhos. Olha só, tão entendendo a inflamação crônica dela, os problemas intestinais e hoje o cérebro dela tá assim, ela tá nos momentos finais, realidade é essa, entende? Por quê? Tá falhando o sistema já. Então, quando a gente tá falando de tudo isso aqui, a gente está falando, gente, de longevidade, A gente está falando de qualidade de vida, a gente está falando de gerar saúde, não é só tratar doença,
tratar doença é pouco, entende isso? E nós temos sim um papel no gerar saúde que vai na modulação do corpo também com o que é possível com as nossas mãos. Se você quiser trabalhar assim. Agora, se você adquirir conhecimento, você também pode trabalhar com orientações, trabalhar com desinflamação, Desintoxicação e até desparasitação. Começar a compreender algumas situações, tá? Tem algumas aí vai depender muito do seu conhecimento. Hoje em dia, gente, tá uma, vou dizer para vocês, tá uma certa bagunça, porque todo mundo pode fazer tudo em relação ao seu conselho profissional. A grande verdade é que
fizeram de um jeito que você pode fazer tudo em qualquer área que você tá e que legalmente tudo é possível, desde que Você presente um certificado e te fez alguma coisa naquele assunto, tá? Mas a grande questão não é essa. Você sabe o que eu vejo eh nesse contexto, acompanhando aí vários colegas, é que às vezes a pessoa se dedica tanto numa área que não é a dela que não dá para entender, sabe? Atualmente a gente tá vendo cada vez mais médico querendo fazer aconselhamento psicológico, cada vez mais psicólogo querendo fazer Acompanhamento nutricional, cada vez
mais dentista querendo trabalhar com a estética da face. Da face eu digo olho, nariz, orelha do paciente, sabe? Cada vez mais fisioterapeuta querendo fazer procedimento invasivo, que é do médico, tá? Então assim, eu entendo que nós temos várias possibilidades, mas é muito bom, a gente tem ferramentas muito boas para ser bom na nossa área e começar a acrescentar com algumas outras coisas. Isso dá Leveza, sabe? Vamos voltar lá pro nosso sistema. Para que que a gente vai procurar estress, gente? tenta, a gente não dá conta, vamos falar, a gente não dá conta de ter todo
conhecimento da nossa área, entendeu? Porque o conhecimento tá muito veloz, tá muito rápido. Aí nós vamos arrumar confusão de arrumar um monte de conhecimento de outra área ainda que nem é a de domínio. Mas que bagunça. É, enfim, né? Já desabafei. Ainda bem que vocês me ouviram, tá? Então, ó, a gente pode, se a gente tem várias ferramentas aqui, ó, agora só você, sua mão e o paciente que você pode ajudar com algumas orientações que vão mostrar o seu conhecimento e o seu entendimento e a sua interação com a com responsabilidade na saúde desse desse
indivíduo, na longevidade dele. Então, Olha só, a inflamação intestinal, por conta de tudo isso que a gente já falou, vai aumentar citoxinas, vai aumentar endotoxinas, vai aumentar mediadores inflamatórios. O que que significa isso? Se o intestino está inflamado, né, todo o corpo vai começar a ser sinalizado. Por quê? Porque as nossas produções hormonais vão ser movimentadas. Então isso vai ter uma ativação do vago, Vai ter um aumento de entrada, então um input cerebral de sinal inflamatório. Vai tudo ali, ó, via vago, tronco encefálico. A partir dali, o cérebro vai ficar assim: "Opa, que que tá
acontecendo?" Porque agora a gente sabe que o cérebro também inflama, então ele tem interesse em corrigir logo a inflamação em outras partes do corpo, porque senão ele mesmo vai ficar poluído, certo? Aí que que ele vai fazer? Ele ativa lá e ele começa a ativar o sistema límbico. Ele começa a se comunicar via hipotálamo e amídala. Ele vai a perceber, ó. Opa, está aumentando uma atividade neuroinflamatória. Tão querendo se aproximar. Ele vai aumentar respostas, ele vai aumentar comunicação, Ele vai querer sinalizar para a inteligência inconsciente fora do cérebro, para todos os tecidos do corpo, de
que algo precisa ser modificado. Então o cérebro vai começar a produzir uma resposta comportamental e emocional que nada mais é do que um pedido de ajuda. E então, se o cérebro começa a manifestar sintomas inflamatórios, ele pode manifestar Sintomas do tipo fadiga, dor crônica, ansiedade e o fog mental, que é essa questão de sensação de nuvem, é uma sensação de mal-estar, é uma sensação de de que não sabemos um ambiente de névoa mental. Que que significa isso, gente? Que que significa fadiga? Que ele não está dando conta de limpar as informações inflamatórias. Gente, que que
ele tá pedindo? Dorme mais, come menos. Movimenta seu corpo, descansa, me dá prazo para eu desinflamar essa porcaria que você andou fazendo. Aí que que a gente faz? Tá fadigado, mete um remédio, né, e fala: "Agora eu vou dar conta, quero ver. Vou lá, tô arregaçado, né? Não tô aguentando mais nada. Eu vou lá e tomar um hormônio. Agora sim, vou ter Energia. Vamos pôr hormônio. Aí infarta coincidentemente, né? Ou não. Ele tá dando sinal para você. Tá doendo a barriga, tá doendo a coluna, tá doendo o ciático. Você não faz nada, não muda nada
no seu comportamento, não busca ajuda, começa a doer a cabeça, começa a dar mal-estar. O que era uma vez por semana começa a ser todo dia. Da mesma forma, a ansiedade que vinha Esporadicamente começa a vir todo dia, toda hora, porque aí você entra num estado de inspiração, rigidez torácica, pronto eternamente pro combate, em reação de defesa, em reação de alarme, em reação de estress e não consegue sair desse ciclo repetitivo de doença mental. que você está fabricando para si mesmo. Falei, pronto, você está se matando. Pronto. E sabe por quê que você tá se
matando? Porque você não solta o ar, não expira, não relaxa, não come direito, não dorme, não tira férias e acha que isso é babozeira. Por isso, e é por isso também que muita gente acha que é um absurdo você pagar caro para deitar numa maca e alguém ficar fazendo uma massagenzinha na sua barriga ou na sua cabeça. falou tudo >> porque não compreende que o que você está fazendo ali numa maca é ganhando dias, semanas ou meses de recuperação, porque você não tá dando conta sozinho. E nós profissionais vamos fazer você ganhar um dia, uma
semana, um mês na sua recuperação, na sua evolução, até que você consiga modular o seu comportamento e as suas emoções e saia do ambiente do entio que você se meteu ou que você foi levado por algum motivo Que seja. Tudo bem, fui duro às vezes eu sou, viu, gente? Parabéns. >> Certo. Deu até pausa. Eu acho que dá até uma pausa. Foi uma paulada, né? Foi. Deixa eu ver. Alguém traduza o sentimento do que eu falei, por favor. Levanta a mão, desbloqueio o microfone e falo. Deixa eu ouvir alguém >> falou. Tuto. >> É só
pancada, né? É uma pancada. >> Falou tudo. Falou tudo. Tudo que eu vivo. >> Gente de Deus. Não é fácil não. >> É, gente, é brabo. Então, baseado nisso e pra gente voltar daqui a pouco, não com esse desespero metabólico, vai lá, come um docinho, tá bom? Sem exagero, tá? Toma uma água, vai ao banheiro e daqui 10, 15 minutos, deixa eu ver, 4:15 estourando. 4:25 vocês apontam aí. Máximo 4:30. Tô começando a falar. Beleza. Pausa para nós. Então, E aí, gente, chegaram ou nem foram? Esperar aqui um pouquinho. Então, vamos lá. Enquanto isso, vamos
ver aqui o que está escrito no nosso chat. Ninha, você está aí? Então vamos lá. OK. Ó, a Ninha falou o seguinte: "Ah, Eline, né? Mas assim, é ninha, porque eu já Conheço há mais tempo, tá? Até por isso só. Então, ó, a minha maior dificuldade hoje eh em meu consultório é que a maioria dos pacientes não querem esperar pelo processo de regulação, querem na primeira sessão acabar com a dor e, infelizmente muitos não entendem que há um tempo para isso e assim acabo me culpando. Enfim, mas essa aula me esclareceu ainda mais sobre essa
modulação. Muito bem. E a Fabiana já colocou a opinião dela aqui, ó. Não se Culpe, aqui também acontece, mas não é culpa sim e sim do complexo imediatista do ser humano. Ó, colocou palavras complexas. Tenha calma, muitos virão e compreenderão isso. Bom, gente, eh eu vou falar uma coisa que eu acho assim que faz muito sentido para mim e com muita sinceridade, sabe? para vocês mesmo. Eh, Eu gosto de estudar, mas é uma característica. Eu sou uma pessoa curiosa, né? Então, é da minha natureza. Mas hora que eu paro e penso o tanto que eu
estudei e podia ter feito muitas outras coisas, eu fico pensando assim: será que que eu fiz certo? Será que que eu não não deixei uma parte da minha vida, né? Não olhei para outras coisas e etc, né? Eu penso a mesma coisa, olha só como é um padrão. Eu penso a mesma coisa hora que eu trabalho demais, será que eu Preciso trabalhar desse tando, fazer tudo isso? Não. Aí depois eu paro, penso a mesma coisa dos meus filhos. Mas nossa, eu tô, eu fico demais preocupado demais com os meus filhos, com as coisas e tô
preocupado com a minha esposa e estou preocupado com meu pai, com minha mãe, fico preocupado. Gente, que inferno, né? Né? A cabeça da gente às vezes não deixa a gente descansar, tá? Mas aí hora que vai passando o tempo, Eu percebo o quanto estudar me trouxe segurança para cada toque que eu faço. Aí vai passando o tempo, eu vou vendo que hoje com milhares de atendimentos, como eu tenho clareza para estabelecer aquilo que eu acho que funciona realmente para aquele caso. e explicar isso para aquele paciente se ele perguntar, porque hoje em dia não é
todo mundo que quer saber, Né? Assim, ele só quer o resultado, igual a minha tá tá colocando. Então, eh, que que eu gostaria de dizer sobre isso? que o ato de estudar, estar se relacionando aqui, que seja neste grupo, estar continuamente trabalhando, desenvolvendo o seu melhor, vai fazer com que você naturalmente cresça na importância do seu toque e do seu trabalho, mas não é suficiente de um Ponto de vista comercial. Sabe o que que eu tô querendo dizer? É que se você tiver resultado na primeira sessão com o paciente, seu trabalho já está vendido, você
não precisa fazer nada, ele vai voltar. Você entendeu? Senão que não necessariamente é por uma questão sua, pelo prazo que o corpo do paciente pode precisar, você precisa falar isso para ele, entende? você tem que dar essa aula para Ele do jeito que a gente conversou aqui hoje. Você tem que explicar para ele que a modulação comportamental e emocional faz parte da mudança inflamatória no corpo dele, tanto quanto sair ou melhorar relacionamentos tóxicos, dormir bem, fazer atividade física, seguir as orientações que você tá passando. Então isso precisa ser esclarecido Para que o paciente realmente compreenda
o que vai ser feito. Agora, tem uma outra forma hoje em dia muito mais em voga, que faz total sentido, mas que dá trabalho até também, né? Por que que não dá trabalho? Você entende? Então eu acho isso a maior ilusão do mundo, é esse povo que não quer trabalhar, estudar. Não existe isso, gente, sinceramente. Por isso que essa esse os walk, né, assim, agora tão caindo na real e estão Vendo que não dá, né? O povo chora, tadinho, 25 anos, 30 anos, tadinho, né? Ali tá tendo que trabalhar já com 30 anos, né? Ainda
sofrendo porque não constituiu a família. Ah, gente, então assim, qual é o outro jeito? O outro jeito é rede social, n? é você estar explicando isso ou para uma comunidade sua ou dentro do seu Instagram, dentro do seu YouTube, fazendo vídeos e mandando pros seus pacientes ou criando talvez Até um programa de acompanhamento online em que lá no seu consultório eles vão para executar técnicas práticas, mas que explicações você possa por eh planilhas, eh orientação em vídeochamada e assim por diante. Então essa é a minha dica aqui eh para você em relação a isso. A
gente precisa de conhecimento, né? né? A gente precisa de conhecimento e o paciente mais ainda. Só que ele te paga para ele ter um conhecimento Direcionado para ele. Ele não vai te pagar para ter um conhecimento genérico. Então você tem que coletar as informações dele, fazer aquilo que é necessário para que ele consiga falar assim: "Ah, acho que esse doutor aqui, essa doutora tá entendendo meu caso. Vou seguir as orientações, né? Bom, e ainda pra gente finalizar aqui essa volta de todo mundo, que acho que todo mundo já tá voltando, nesse sentido, o paciente que
faz Cirurgia cardíaca, eh, como ah, ele tinha falado isso, ponte de safena, próprio trauma físico do corte no peito, tan, eh, pode interferir no ritmo cardíaco, né? Eh, influenciar na arritmia, eh, vários deles, né? quase 100% na no que ela usou de informação. Aqui evoluem para marcapse edema pulmonar. E claro que que existe ali a patologia causal da insuficiência cardíaca, mas minha dúvida é das correlações que estamos aprendendo hoje E se podemos ajudar esse paciente na melhora do órgão em si, da função cardíaca cardiovascular, cardiorrespiratória. É uma ótima pergunta, tá, Ktia? muito boa mesmo, mas
nós temos que fazer um uma um uma análise disso que você falou. Quando o corpo do paciente é saudável e ele está manifestando uma resposta inflamatória, nós temos muito sucesso com as manipulações. Quando o tecido já está machucado, ele não vai ter a resposta que um tecido que não foi machucado teria. Inclusive, isso pode ser um limite para o nosso trabalho. Às vezes a gente vai conseguir melhorar só 20% de um paciente, 50% e não vai melhorar mais porque o corpo dele não permite mais essa regulação. Então tem essa questão. E quando qualquer indivíduo faz
uma cirurgia, nós podemos sim entender o que levou Aquele coração a fazer a patologia. O que levou o corpo daquele paciente a construir um desgaste, uma degeneração no joelho direito e não no esquerdo. O que levou a formação da hérneia de disco e trabalhar esse mecanismo causal e explicar isso para ele. Agora, uma vez que o indivíduo já fez uma cirurgia de hérnia lombar, colocou parafuso, a adaptação do corpo dele não vai ser igual quem nunca fez uma cirurgia, quem nunca colocou um parafuso na coluna. Aqui no coração é a mesma coisa. Então é muito
provável que a gente consiga em algum percentual otimizar esse funcionamento cardiorrespiratório, mas não significa necessariamente cura ou ausência total de sintomas, mas a resposta final é sim, né? Então, nós podemos influenciar esse corpo a ter um desgaste um pouco menor. Sim, nós podemos influenciar, podemos influenciar de diversas maneiras o sistema nervoso autônomo, gerando mais Saúde e mais qualidade funcional para esse indivíduo. E é esse o nosso papel, ajudar o corpo dele a se regular. É igualzinho levar o carro no mecânico. Eu uso muito esse termo, tá, com os meus pacientes. Eu falo assim: "Que que
você, que que você faz, né, o povo chega para mim, que que você faz? Como é que eu explico em casa esse dinheiro que eu tô gastando aqui com você?" Eles falam assim, sabe? Eu falo assim, ó, então é o seguinte, você vai falar Pra pessoa X aí que tá pagando a sua consulta, por exemplo, que você que ele leva o carro no mecânico, não leva? E ele leva o carro no mecânico com 10.000 1000 km ou com 6 meses, não é? Normalmente assim, e você não leva o carro no mecânico justamente para evitar de
ficar na mão, né? Para descobrir coisas que poderiam tirar um acidente, às vezes te matar na rodovia, né? Agora você faz isso com o seu carro, né? Que às vezes tem 2, 3 anos de uso e não faz Isso com essa carcaça velha que você tem de 50 anos, 60 anos, 70 anos nas costas? Então eu brinco com eles desse jeito. Então você precisa de manutenção, você precisa de mecânico. E dependendo da sua idade, dependendo das suas condições de vida, sua qualidade de vida, às vezes vai ser quinzenal, às vezes vai ser mensal, às vezes
vai ser trimestral, às vezes vai ser semestral, mas no máximo, uma vez a cada seis meses, estourando todos os Limites, todo mundo tem que ir num osteopata ou em alguém que vai cuidar da saúde funcional. Aí hora que eu falo assim, muitos conseguem compreender que realmente que horas eles estão dando manutenção pro movimento do corpo para engrachar essas articulações aí e permitir o corpo funcionar, certo? Então, Exatamente. Então, Dr. engenheiro mecânico. É isso aí. Ué, tá? Então, gente, é isso. Nós precisamos fazer essa compreensão e essa distinção, sabe? E nosso trabalho é muito importante, sim,
viu? Muito importante, indispensável. Não é todo fisioterapeuta que sabe fazer o que a gente sabe fazer quando trabalha com as mãos. Não é todo médico que sabe o que a gente faz. Isso aqui que eu tô fazendo já é uma aula, sabe assim, Selecionada. Até para entender isso aqui que a gente tá falando hoje, no dia de hoje, a pessoa já tem que ter um determinado nível, porque senão já já não chega, tá? Então agora tem como avançar, tem como avançar, né? Do mesmo jeito que você tem uma visita uma cidade, cada vez você visita
uma cidade nova, ela tem ruas, lojas, né, e características que você nunca Conheceu. Toda vez que a gente entra num conhecimento, um universo se abre ali. E aí você tem que ir lá, olhar tudo e ver o que que serve para você. Agora, para essa nossa arte, se você é fisioterapeuta, terapeuta manual, osteopata, né, eu tô me oferecendo aqui com 25 anos de experiência e estudo para tentar fazer o seu trabalho ser mais rápido, ser mais construtivo. Essa é a ideia. A gente vai se ajudando, Certo? Então vamos lá, próximo slide, queridos. Ó, então acho
que, né, a essa altura nós já compreendemos por que eu tô falando que o tórax ele atua como um centro regulador, tá? Como assim? Olha aí, dentro do tórax a gente tem ali o coração. O coração ele tem ali uma Característica hemodinâmica. Existe uma força que produz movimento e essa força que produz movimento bombeia a circulação sanguínea e linfática, porque tem uma relação específica com o fluxo vascular e com a entrada e saída de sangue dos próprios órgãos. Principalmente ali em toda a região pulmonar e cardíaca. Então, o que que é essa bomba hemodinâmica? Essa
bomba hemodinâmica guiada principalmente pelo coração, ela funciona no corpo todo. Cada vaso sanguíneo, cada artéria, sabe? Cada veia tem um sistema de ir bombeando o fluxo sanguíneo e evitando o regorgitamento, O retrocesso desse líquido, fazendo com que tudo flua em contínuo movimento. E a base para esse um motor gerador, gente, está no nosso tórax, entende? Então, o que que eu quero trazer para vocês aqui, que talvez para alguns seja um grande ponto, quando eu falo de tórax, eu estou falando de tudo que tem no tórax. Eu não estou falando de costelas e coluna torácica. E
eu vou além dizendo para vocês que as costelas e a coluna torácica reagem à necessidade do coração e do bombeamento de líquidos corporais. Entende? Isso significa que o corpo vai entortar para facilitar com que o sangue flua. e que o sistema músculoesquelético vai obedecer as necessidades principais do sistema nervoso e do sistema cardíaco e que existe uma hierarquia de funcionamento tecidual. E quem está no topo é o sistema nervoso e o sistema circulatório. E sabe por quê? Porque tudo no corpo se direciona para que o sistema nervoso e o sistema circulatório flua bem. Vamos pensar
no caminho de desenvolvimento embriológico. Quem que nasce primeiro, coração ou os membros? Entende? Para que os membros existam, precisa chegar sangue neles, precisa que haja um comando, uma função Chegando lá. Então, o que muitas vezes atrapalha o funcionamento técnico das terapias manuais é não colocar em hierarquia o que primeiro precisa ser reestabelecido. E em muitos casos, o que mais precisa ser restabelecido? o sistema nervoso autônomo. E o sistema nervoso autônomo para ser restabelecido, ele só vai ser restabelecido com a Correção do tórax, com a regulação torácica. E a regulação torácica só vai acontecer se eu
compreender os mecanismos fisiológicos, anatômicos, faciais, a mobilidade, a motilidade, o peristaltismo, os movimentos que geram a estrutura daquele órgão. Eu até acho, e vou falar a minha opinião para vocês Aqui, que nós deveríamos estudar primeiro fisiologia e não anatomia. Da mesma forma que eu discordo hoje em dia das escolas de osteopatia ensinarem o módulo estrutural no começo, eu discordo. Eu acho que deveríamos começar pelo sistema visceral. aprendendo todo o funcionamento visceral, aprendendo o funcionamento do sistema nervoso, do sistema nervoso autônomo, Para depois, na minha opinião, a última coisa que deveria ser ensinada são as manipulações
estruturais, entende? Então vamos lá, passando pro outro lado do slide. O ducto torácico, tá? Ah, o ducto é onde escoa essa linfa, tá? Na região do nosso tórax. Ele tem ali uma alguns locais de acúmulo, por exemplo, a cisterna do quilo, que fazem uma drenagem central da Linfa corporal e que eu já antecipei para vocês que do lado esquerdo tem muita correlação. A rigidez ali no baixo tórax à esquerda tem muita relação com a drenagem linfática corporal, membros e abdômen, tá? E o ducto linfático direito, né, próximo à região subclávia direita, tem muita relação com
a drenagem linfática do crânio e do pescoço como um todo. Isso tudo também está no tórax. Então, Se ao trabalhar o tórax eu posso interferir na entrada e na saída de sangue, na entrada e na saída de linfa, na resposta do sistema nervoso autônomo, na resposta diafragmática, na mecânica e na mobilidade visceral abdominal, respondo por reflexos simpáticos e parassimpáticos do nosso organismo. Reestabeleço movimentos paraa cintura escapular e pra cintura pélvica. Gente, como que eu vou atender alguém sem mexer no tórax? Tão entendendo? E aí que entra, sabe, o a a o susto que eu tomei
a hora que eu fui fazer uma revisão sobre o tórax e não encontro nada sobre o tórax. Tão entendendo? O tórax é a primeira manipulação que deveria ser feita em qualquer paciente. Porque mesmo que você não saiba todo o raciocínio, se você tiver um tórax bem regulado, Inúmeras situações do corpo vão melhorar sozinha, colocando em termos de patologias funcionais, cefaleia tensional, cervicalgia, cérvicobraqualgia. Sérvic dorsalgia, às vezes um desfiladeiro torácico, dores lombares, hipofunção perineal em função de um diafragma que não converge bem, de extensão intestinal, estase venosa de membros inferiores, edema de membros inferiores. E aí
vai a lista de principais sintomas que a gente é procurado na clínica o tempo inteiro, certo? Então, quando a gente tá falando dessa região do tórax como um centro regulador, eu quero que a partir de agora vocês entendam o tórax como um centro de organização hemodinâmica, linfática e de aferência vagal para o sistema nervoso central, Informando via nervo vago reflexos inflamatórios, trabal a homeostase autonômica e a regulação do eixo intestino cérebro, certo? Então nós vamos agora sair para um outro patamar porque vai fazer muito mais sentido a partir de agora, próximo slide, por favor, vai
fazer muito mais sentido a partir de agora a gente, por exemplo, falar para um paciente que respiração é Imunomodulação, trabalhar com ele a respiração Quando eu estou realizando técnicas, quando eu estou liberando um tórax, liberando as faces torácicas, pedindo ele para soltar o ar, inspirar, segurar, entender as técnicas de pump, as técnicas em que eu sempre utilizo muito no tórax, as técnicas junto com a respiração, né? segura na inspiração, aumenta na expiração e em diferentes profundidades. Por quê? Porque nós estamos provocando movimentações cada vez mais profundas quando o cliente participa desse processo. E muitas vezes
a técnica só vai acontecer por isso. E é por isso que prestar atenção nos detalhes, como na respiração desse paciente, como no suspiro que ele dá, na amplitude de movimento, quando ele termina, sai da sessão e ele fala: "Nossa, parece que agora o ar tá entrando, tá entrando um ar diferente, eu nem sabia que eu podia Respirar des tanto". O corpo está leve, é uma característica de modulação linfática. diminuiu a pressão na minha cabeça. Muitas vezes a pessoa fala: "Nossa, engraçado, você mexeu no tórax, mas eu tô enxergando melhor, eu tô ouvindo melhor". Muitas vezes
é porque houve uma normalização dos reflexos do sistema nervoso autônomo através das mobilizações em torno do Tórax. Então, já antecipo para vocês, gente, né? Trabalhar o nosso tórax também é estudar coração, pulmão, vascularização, linfa, sistema nervoso autônomo, sistema imunológico, sistema endócrino, compreender sobre alimentação, posicionamentos corporais, sono e atividade física. Uai, pós-graduação, Não é? Entende? Por quê? Que a gente, quando a gente tá falando assim, é porque não está claro às vezes para as pessoas como é essa ligação e essa interferência de um em relação ao outro. Certo? No próximo slide agora nós vamos ver o
seguinte. Olha só este movimento todo. Olha aqui. Aqui eu tô dando uma exemplificação Que pega aqui, por exemplo, toda a região do ducto torácico nessa ilustração, dizendo para vocês que a linfa vai limpar o organismo, vai comunicar diferentes partes, sinais químicos do nosso corpo. Então a gente tem ali informações de intestino, né? Chegando ali na cisterna do quilo, nos ductos torácicos até a subclávia. Nós temos ali um conjunto de informações Que depende da mobilidade diafragmática torácica da caixa torácica. Que que é a caixa torácica? entrada torácica superior. E aqui a gente tem a pleura, a
gente tem os ligamentos eh entre a pleura e a primeira costela, os últimas cervicais, tá? E quantidade imensa de vasos e nervos que estão nessa região nossa, certo? Então seria a parte de cima do tórax. a gente precisa estudar ela em Diferentes angulações. O que que tem ali entre a coluna torácica, a primeira vértebra, a primeira costela, o que que sobe, o que que desce, qual a anatomia dessa região? Qual a relação disso com a respiração apical, com a respiração diafragmática e assim por diante, certo? O diafragma e todas as relações viscerais. Vamos lembrar aqui
que o diafragma tem inserção nas cinco últimas costelas. Nós vamos lembrar aqui que o diafragma Tem inserção na região tóra lombar. Vamos lembrar aqui que o diafragma tem firmas que se conectam com músculo pessoas que vai até o trocânter menor do fêmor e que, portanto, a postura de um indivíduo depende da mecânica torácica, mecânica diafragmática e do pessoas. E eles sozinhos também não mudam postura de ninguém. E, portanto, não adianta só pedir para uma pessoa abrir o peito e esticar a coluna que ele não consegue, porque isso é muito mais complexo Do que do que
se poderia imaginar, como antigamente coloca um cabo de vassoura nas costas do indivíduo para ver se ele melhora a cifose. Muitas vezes essa cifose do indivíduo é porque ele já tinha asma, bronquite, todo o processo inflamatório de não respirar bem. um problema na movimentação do intestino, uma desregulação autônoma que já gerava nele ansiedade, disfunções intestinais, um sono Irregular e com isso uma insegurança, um movimento comportamental inadequado e social que caracteriza a postura que ele tem. Também entenda que sem pôr a mão no lugar que tá atrapalhado e só dando informação emocional pro indivíduo melhorar a
postura não é suficiente na minha opinião. Você entende? Mas se você consegue compreender todo esse universo em que você vai ajudar esse indivíduo a comer Melhor, você vai orientar um pouco mais sobre o descanso, sobre a atividade física, sobre a respiração, sobre a necessidade da atividade aeróbica, etc., esse indivíduo vai melhorar. que que hoje a gente já sabe, por exemplo, nesse mesmo ambiente aí de correlações sobre autismo, TDH, né, que tá cada vez mais em voga da influência do intestino e da respiração na modulação comportamental dessas pessoas. Nós já sabemos, tem muitas crianças diagnosticadas com
autismo e com TDH, que quando muda a alimentação delas, muda a atividade física, muda o padrão respiratório, eles respondem bem as com mudanças comportamentais de melhor convívio social, porque ele desinflama e com isso o cérebro também vai desinflamando dessa essa quantidade absurda de informações que eles captam e não conseguem processar, não conseguem Colocar para fora. Por que que o autista muitas vezes eh é aconselhável que ele use óculos escuro e ponha o tampão de ouvido para diminuir a quantidade de estímulos que ele está recebendo que estão inflamando o corpo dele. Então esse indivíduo, ele precisa
de menos movimento, menos atividade social, menos luz, menos som, porque ele responde o com o sistema nervoso hiperativando respostas corporais inflamatórias, Porque o filtro dele não é bem desenhado, bem delimitado. Então, se a gente consegue desinflamar esse indivíduo, organizar alimentação, sono, ambiente social, cuidar do intestino, a tendência é que ele seja um indivíduo muito provavelmente mais capaz de viver em sociedade e trabalhar e produzir, certo, gente? OK. Então, vamos para um próximo slide agora. E agora vamos ver quem tá bom realmente de visão, tá? Pra gente, ó, são 5 horas, hein, gente. Que loucura, né?
Olha só o tempo passando. Então, vamos lá, Natal. Vamos para o próximo slide. Ó, o cérebro também precisa drenar. Então, toda essa resposta, olha essa setinha que a gente tá vendo, tá levando ali uma setinha do pescoço pra cabeça. Tudo que está indo, né, toda essa resposta inflamatória do nosso corpo Está alterando a resposta e a resposta que o nosso sistema nervoso está dando para o corpo, gente. E se o corpo está inflamando por conta de tudo isso, ele precisa, ele vai precisar de mais estímulo para limpar o cérebro e todas as informações estão chegando
no cérebro. Que que isso significa, gente? que a Limpeza do cérebro, ela é fundamental durante o sono. É durante o sono, sono profundo, sono de qualidade, que nós vamos relaxar todas as estruturas do corpo para que o nosso sistema nervoso, de uma forma geral, consiga fazer a melhor drenagem possível do processo inflamatório Cerebral. Por isso que não tem como regular sistema nervoso sem regular sono. E não tem como regular sono sem oxigênio. Tanto é que pensa aí nas pós-graduações em fisioterapia do sono, uso de CEPAP e etc. O que acontece com as pessoas na apneia
do sono quando não dormem bem? Quem não respira pelo nariz, respira só pela boca, ronca e tudo mais. Não são essas pessoas que geralmente ficam mais Cansadas durante o dia, que relatam mais fadiga, relatam a barriga aumentando e processos inflamatórios com mais frequência. Então, que que nós precisamos fazer, gente, para ajudar o nosso sistema nervoso? Nó precisamos acordar cedo, fazer atividade física, tomar sol, trabalhar, né? Fazer pequenas pausas ao longo do dia, comer coisa de qualidade, dormir cedo e descansar se a gente quiser ver Muito e bem, entende? E para que a gente consiga fazer
isso, a gente faz uma atividade física pro coração funcionar bem e mandar um bom fluxo de sangue pro nosso cérebro. Porque se faltar sangue no nosso cérebro, a pessoa vai ficar agitada durante o sono. Por quê? Porque o cérebro vai querer movimentos corporais, porque isso vai aumentar um pouquinho a frequência Cardíaca, o batimento cardíaco e vai ajudar a manter o sangue que precisa lá no no cérebro. Entenderam? Então, um dos motivos de que para longevidade a gente precisa dormir bem é esse, precisa de atividade física é esse, precisa cuidar da alimentação, é esse. Então, a
respiração, o retorno venoso e a pressão no tórax, a mobilidade torácica e a mobilidade Mesmo, conseguir torcer o tórax para ter amplitude de movimento em toda a lífa, em todas as estruturas de dentro do tórax são fundamentais. E onde tá rígido há muito tempo, é onde mais ainda pode precisar de alguém que saiba fazer isso com as mãos, que vai auxiliar no processo de desinflamação do seu corpo. E aí que a gente chega nessa máxima aí no final que é um tórax disfuncional, significa um cérebro mal drenado, Certo? Então, Dean, volta lá para mim um
pouquinho no começo, né, que você tinha falado, você pausou, que aconteceu nessa sua história. Vou voltar e capturar agora algumas informações com vocês lá do começo. Que eu disse para vocês foi que vocês já me acompanharam, né, e quem quem me acompanha aí há 15, 20 anos. Então eu fiz todo um processo, uma boa formação, várias escolas de osteopatia, mestrado, doutorado, especializações, Dei aula muito tempo em escolas, coordenei cursos de osteopatia, nãi pouco, resolvi voltar pra minha família, coincidentemente entrou na pandemia, tá? Neste momento que entro na pandemia eu saí, saí. Muita gente pensou assim:
"Agora o Dean vai ficar rico mesmo, porque eu já desde 2015 tinha meus cursos online. Aí na pandemia, o povo falou assim: "Agora o Dean vai explodir". Eu estava fadigado. Foi aí que eu fui pro meio do mato mesmo. Foi aí que eu fui descansar, fui ser presente na vida dos meus filhos. Porque a idade também, o tempo passa, né, gente? Tem coisa que você tem hora para fazer, viu? Tem hora para agir, senão passa de hora, tá? Mas neste momento da pandemia, foi o momento que eu mais recebi. Ansioso, pós Covid, deprimidos, problemas de
insônia, sabe? Gente com medo de sair na rua, Respiração limitada pelo uso de máscara, sem convívio social, fechado em ambientes o tempo inteiro. Tão entendendo o que que aconteceu comigo? A aula que que eu compartilhei com vocês hoje, eu estou atendendo desde 2020 pessoas com problemas no tórax, muitos problemas. Já podemos dizer aqui que milhares de atendimentos de 2020 para cá, exatamente com esse raciocínio. E este Raciocínio que eu estou passando para vocês é um raciocínio funcional que quem não entende dessas correlações não consegue fazer em geral. Por isso a necessidade da gente ter que
conversar tanto aqui sobre o porqu é o centro regulatório do corpo. E por que eu quero compartilhar com vocês de que ao trabalhar, eu trabalho, gente, com tórax também, tá? para quem nunca me viu aí, porque Quem me conhece tem mais de 30 anos, porque eu era famosinho ali de 2010 até 2015, eu era famosinho. Então é esse pessoal que era formado nessa época que me conhece. Quem fez faculdade, se formou, vamos dizer assim, de 2020 para cá, não me conhece, porque eu estive ausente das redes. Então, eu tô querendo dizer para vocês é que
isso eu eu atendo tudo, eu atendo crânio, eu atendo várias processos, mas isso hoje, o trabalho de regulação torácica, eu vou Dizer para vocês que responde tranquilamente a 80% dos meus atendimentos. E outra coisa, independente da idade, é o trabalho respiratório que favorece no trabalho pediátrico, no trabalho com adolescentes de postura, no trabalho com idosos, né, que falta de mobilidade, falta de energia, insônia, etc. E no trabalho de adultos ansiosos, deprimidos e preocupados. Então eu estou dizendo para vocês que Que regular o tórax é regular muitas coisas ao mesmo tempo. Entende isso? Tá. Vamos ver
que que a Cátia está tá falando. Assim é o medo de morte pela Germânica pega o pulmão. Exatamente. E foi o que mais aconteceu na pandemia. Exatamente, né? Então existem outras correlações, como eu falei para vocês, a medicina germânica é muito interessante que mostra pra gente qual o impacto Da informação que chega pra gente no cérebro. Olha que legal, é igualzinho, gente. Para quem não conhece de medicina germânica, olha só, não tem uma informação que tá vindo da comida que vai receber uma resposta lá no sistema nervoso. O que a gente ouve não recebe, não
tem uma informação lá no sistema nervoso, pelo que a gente ouviu, viu, cheirou, sentiu. Eu não tenho uma uma resposta porque eu senti um cheiro de uma comida que eu gosto, eu começo a Salivar mais. Isso não é uma resposta autônoma. Então, se eu sinto medo, né, medo da morte, por exemplo, isso vai atingir uma determinada área cerebral e vai me dar uma eferência que pode muito bem simular patologias e construir patologias, porque cronicamente eu fico recebendo esse estímulo. Vocês já viram pessoas que estão super bem e que aí descobre um diagnóstico de câncer e
morre em 2 meses e o câncer tá Lá pelos estudos há 5 anos? Como se o câncer tá lá há 5 anos, por que só agora que fechou o diagnóstico da pessoa é que ela começou a morrer? Tão entendendo assim? É claro, não generaliza, mas não é comum a hora que você recebe um diagnóstico potencializar alguns tipos de reações sintomáticas. Porque você acabou de receber uma aferência, você recebeu uma informação nova no seu Sistema nervoso central e ele reagiu automaticamente, por exemplo, com medo, tá? Aí fala, né, essa sensibilidade de conhecimento para voltar a olhar
pro tórax. Eh, olha, eh, Cátia, é o seguinte, eh, eu gosto muito de atender e eu sou muito observador e muito metódico com algumas coisas, com algumas nem tanto. Então, o que que eu comecei a observar? A quantidade de pessoas que eu tinha que liberar o tórax. Então hoje eu sei que só de liberar o tórax bem feito na compreensão disso tudo que eu tô falando, que liberar o tórax, gente, não é simplesmente pedir pessoa respirar, né? Quais são as teclas que se utiliza para camada superficial, média, profunda, pras víceras, pros vasos, pra linfa? Tem
que entender um conjunto de coisas. Parece simples quando fala assim, né? Libera o tórax, né? Mas tem um monte de coisas estão envolvidas com liberar o tórax. Precisa De uma metodologia. entende? Então, realmente deu para poder, vai dar para poder adiantar muitos passos. E eu vou dizer mais para vocês. Eh, é sim, o Renan tá falando aí pra gente, né? Muito comum achar um tórax rígido, né? No que deveria ser o segmento mais móvel. Isso para mim é um parâmetro de saúde hoje. Tórax rígido, pessoa com problema, vários. Tórax flexível, pessoa muito mais fácil de
Trabalhar. Boa resposta clínica, viu? Então, concordo plenamente com tudo isso. E hoje em dia, tá? Eh, eu percebo o quanto é necessário urgentemente a gente poder compartilhar esse conhecimento. E se fizer sentido para vocês, compartilha o conhecimento. Por quê? Porque nós podemos estar numa janela entre pandemias, tá?