Esses dias eu estava vendo um dos lançamentos recentes de 2024 a comédia de terror Lisa Frankenstein que já abre mostrando que a sua heroína adolescente está em luto após ter visto a mãe ser assassinada em casa por um psicopata mascarado e isso me fez lembrar de outra comédia de terror recente que eu vi alguns dias antes 16 facadas que abre com a protagonista adolescente traumatizada após a mãe dela também ter sido assassinada em casa por um psicopata mascarado mas espera algo parecido aconteceu no recente bug Man no qual a heroína adolescente sofre porque a mãe
dela morreu algumas semanas antes aliás ano passado o slasher feriado sangrento também mostrou uma protagonista que tinha perdido a mãe alguns meses antes inclusive isso também tá no popular terror fale comigo lançado aqui no Brasil ano passado e que adivinhem gira em torno do luto de uma adolescente que acabou de perder a mãe e assim eu fui lembrando de mais e mais exemplos que confirmaram minha suspeita nos últimos anos nasceu um novo Clichê dos filmes de terror ter protagonistas femininas cujo principal drama é lidar com a morte trágica e recente da mãe sim é algo
extremamente específico Então como foi que tantas Produções dos últimos anos tiveram exatamente a mesma ideia porque a heroína com mãe morta virou um clichê do terror contemporâneo se a gente investigar a gente vê como essa ideia não é tão nova assim como protagonistas de terror podem ser rozados e como o horror tem mudado a sua representação das figuras maternas que durante tanto tempo foram retratadas como ameaças assustadoras quase tão assustadoras quanto as várias ameaças virtuais que podem te atacar hoje em dia na internet e é nessas horas que você precisa conhecer o Nord VPN que
são os patrocin deste vídeo Já pensou que horror você descobrir que as suas atividades online estão sendo monitoradas por pessoas mal intencionadas pois é você merece ter a sua privacidade online e o nordvpn te ajuda Nessas horas porque com apenas um clique você esconde o seu IP que é a identidade do seu aparelho quando ele se conecta na rede isso te ajuda na proteção contra ataques virtuais e contra monitoramento das suas atividades na internet e para quem é fã de filmes e séries e no VPN tem o benefício de aumentar o número de títulos que
você pode assistir online porque com nordvpn você consegue acessar conteúdos que estão travados para serem vistos somente em outros países vai que aquele terror novo que você quer ver não tá disponível no seu streaming Favorito aqui no Brasil mas esse mesmo streaming tem esse filme lá no Canadá com o nordvpn você pode dar um clique na bandeira desse país e pronto agora você tem uma conexão com um servidor canadense então agora sim o filme vai aparecer para você assistir e você você pode fazer isso com servidores espalhados Em centenas de países ao redor do mundo
e isso abre muito o leque de opções para você ver filmes e séries online e aí se interessou então você pode usar o meu link que é nordvpn.com barent planos se você for por ele e assinar o plano de 2 anos você ganha acesso a 4 meses adicionais com um baita desconto e o melhor que você pode testar o n de VPN sem riscos porque eles te dão 30 dias de garantia de reembolso caso você mude de ideia mas Lembrando que você só consegue aproveitar o preço promocional usando o meu link Hein Então você já
pode clicar nele aqui embaixo na descrição do vídeo ou no primeiro comentário fixado para experimentar o n VPN e ter muito mais segurança na sua vida online falando em segurança Esse é um conceito que tem muita relação com esse Clichê novo das Mães mortas do terror só que para entender isso antes é importante ver em mais detalhes como esse Clichê tem sido usado nas Produções recentes Então vale o alerta de que eu vou prisar dar spoilers mais pesados dos seguintes filmes que estão aparecendo na tela pode pausar se quiser olhar com calma Então agora que
tá dado o aviso Vamos explorar mais o clichê da mãe morta em linhas Gerais esse novo Clichê consiste no seguinte você tem uma protagonista feminina e jovem de idade escolar ou Universitária e a morte da mãe acontece de acordo com duas estratégias A primeira é a história já começar com a mãe morta geralmente tendo falecido alguns meses antes ou um ano antes é o caso de filmes como Lisa Frankenstein feriado sangrento boog Man fale comigo e a morte te dá parabéns a segunda estratégia é matar a mãe logo nos primeiros minutos da trama como em
16 facadas o Chalé e terror nos bastidores de um jeito ou de outro A ideia é a mesma a morte da mãe precisa ser um evento recente para que a gente conheça a heroína Ainda num estágio cedo do seu processo de luto lógico alguns exemplos se desviam um pouco dessa norma em o Chalé de 2019 não é só uma protagonista feminina que está em luto é uma menina e o irmão dela já em Sorria a protagonista é uma mulher mais velha e se ela sofre pensando na mãe morta não é tanto por saudade mas sim
por conta dos traumas que a mãe dela deixou e em terror nos Bastidores a Trama principal começa 3 anos depois da morte da mãe da protagonista então ela não está mais num processo de luto tão intenso assim ainda que ela sinta muita saudade só que esses exemplos ainda se juntam aos demais porque em todos eles você tem um elemento em comum o sofrimento causado pela morte da mãe define toda a jornada emocional das personagens a gente vê as protagonistas e as pessoas na vida dela falando desse luto para evidenciar que essa tristeza é o maior
desafio da vida delas nesse momento então Vemos as heroínas fazendo terapia tendo dificuldade em se abrir pros outros Relembrando a mãe com objetos afetivos e é claro vemos como elas sofrem por não serem compreendidas no luto com outros personagens ensinando que talvez seja a hora delas superarem a tristeza e virar a página inclusive muitos filmes trazem essa ideia com a figura de uma nova madrasta geralmente representada ou como uma mejera insensível ou como uma ameaça suspeita é o caso das madrastas em Lisa Frankenstein feriado sangrento e o Chalé Afinal fazer o pai da protagonista se
casar novamente é um jeito de mostrar como a heroína se sente deixada para trás por uma família que tá supostamente superando o luto ao mesmo tempo em que a protagonista não consegue aceitar a madrasta como alguém que poderia chegar aos pés da mãe que partiu mas a gente precisa lembrar que essas são histórias de terror então o sofrimento do luto é só o começo do conflito da personagem que além de lidar com esses sentimentos vai ser forçada a confrontar ameaças terríveis que podem lhe tirar a vida também e quase sempre esse desafio da Sobrevivência está
simbolicamente atrelado ao luto em a morte te dá parabéns dois a tree viaja para uma realidade Paralela em que a mãe dela nunca morreu e agora ela precisa decidir entre voltar para casa ou ficar para sempre com a mãe de quem ela sente tanta falta tudo isso enquanto um assassino mascarado tenta matar ela já em 16 facadas a jime viaja ao passado e tenta impedir a morte da mãe dela lá no futuro enquanto ela foge de um Assassino mascarado também em terror nos Bastidores a Max entra no filme de terror estrelado pela mãe e se
emociona ao reencontrá-la mas agora As duas precisam se unir para não morrerem nas mãos de um Assassino mascarado Mas calma nem todos os exemplos tem psicopatas de máscara Às vezes a Ameaça é sobrenatural em bug Man a heroína e a família dela só vencem o monstro quando conseguem trabalhar em equipe superando assim o isolamento que tinha se criado entre eles após a morte da mãe em fale comigo tudo que a protagonista faz é baseado no desejo dela de estar de volta com a mãe dela que ela passa a ver no além graças à mão amaldiçoada
que ela e os amigos encontraram e depois de todos esses desafios cada filme encontra uma resolução diferente pro luto da heroína seja com um final feliz com a mãe revivendo ou com um final em que a protagonista começa a aceitar a perda da mãe ou com desfechos mais trágicos em que esse luto consome a personagem por completo e acaba com a vida dela também independentemente da conclusão A ideia é sempre a mesma o luto pela mãe morta vai sempre acompanhar as personagens até o fim deu para ver então que esse Clichê traz uma representação muito
sensível e poética das figuras maternas elas são as motivações das personagens mulheres queridas e que deixam saudade e isso surpreende quando a gente lembra que nem sempre foi assim que o cinema de horror representou as mães muitas vezes elas sequer faziam parte da história com os pais dos heróis mal aparecendo Afinal pais costumam passar a ideia de segurança então colocar os protagonistas sendo ameaçados sem os pais por perto é um jeito de aumentar a atenção eles vão ter que se virar sozinhos já outra tradição comum no terror é a de representar a figura materna como
uma ameaça terrível como esquecer de Psicose e de seu Norman Bates que foi tão traumatizado pela mãe que ele acaba incorporando ela na própria mente enquanto comete assassinatos ou então o primeiro sexta-feira 13 em que a mãe do Jason parece ser uma mulher doce e inocente para No final a gente descobrir que ela era a assassina o tempo todo tem ainda Carry a estranha e sua mãe abusiva consumida pelo fanatismo religioso até hoje a gente vê isso com força no terror com filmes recentes como A Morte do Demônio A Ascensão e B tem medo trazendo
mães assustadoras que são a maior ameaça na vida dos próprios filhos e se Essas eram as formas mais comuns de falar de mães no terror como foi que começou a tendência das heroínas tristes pela perda da mãe bom eu não acho que dá para afirmar categoricamente qual foi o primeiro filme a fazer isso mas tem um título extremamente influente que talvez tenha sido um dos principais responsáveis por popularizar essa ideia Pânico de 1996 e dirigido por West craven Afinal a gente começa a história descobrindo que a protagonista Sydney está em luto porque um ano antes
a mãe dela foi brutal assassinada e esse trauma pauta toda a vida dela com a amiga Tatum ajudando a Sidney a processar os seus sentimentos e com isso inclusive explicando por a Sidney não consegue dar muita intimidade pro namorado o Billy Só que mais tarde a gente descobre que na verdade a mãe da Sidney tinha um caso com o pai do Billy e isso fez com que a mãe do Billy fosse embora e por isso o Billy e o stu decidiram se vingar matando a mãe de Sidney dando início à sequência de mortes que a
gente acompanha ao longo do filme e não para por aí porque nos dois capítulos seguintes a gente descobre ainda mais detalhes sobre o passado da mãe da Sidney e como mais pessoas cometem assassinatos para se vingar dela e do seu legado então lá atrás nos anos 90 você já tinha em Pânico todos os ingredientes essenciais que a gente listou agora a pouco a heroína jovem com a mãe morta pouco tempo antes e tendo que lidar com esses sentimentos enquanto tenta sobreviver a uma ameaça mortal para no fim descobrir que a memória da mãe vai acompanhá-la
para sempre pro bem e pro mal e como o pânico acabou se tornando um dos filmes de terror mais influentes da sua geração era de se esperar que várias das suas ideias ressurgisse em Produções lançadas nos anos seguintes Basta ver quantos filmes depois de Pânico também começaram a brincar com um terror autoconsciente e metalinguístico mas curiosamente parece que demorou um pouco mais até a heroína com mãe morta começar a virar algo mais Clichê Isso parece ter ganhado mais força mesmo só nos anos 2010 primeiro surgindo mais timidamente com filmes como a morte do demônio de
2013 em que é mencionado meio rápido como os dois irmãos se distanciaram durante o luto deles pela morte da mãe depois surgiram filmes que apostaram mais forte nessa ideia um deles é terror nos Bastidores com uma Trama que gira totalmente em torno da relação entre mãe e filha Reunidas mais uma vez num filme dentro do filme mas esse ainda foi um longa que não ficou tão famoso assim foi só com a morte te D Parabéns que surge o primeiro sucesso de bilheterias dessa década que usa esse Clichê específico muitos se lembram do filme pelo conceito
do loop temporal aplicado ao slasher mas vale lembrar que muito do drama da Tree nesse filme é o quanto ela não gosta do próprio aniversário porque a mãe morta dela fazia aniversário no mesmo dia e é justamente nessa data triste que ela fica presa com um psicopata matando a tree uma e outra vez e na continuação a relação das duas ganha ainda mais importância junte esses exemplos ao de chalé e você fecha os anos 2010 com evidências muito fortes de que isso estava começando a virar uma tendência até que vem os anos 2020 e comprovam
que realmente as mães mortas viraram mesmo uma moda com diversos títulos lançados ao longo dos últimos 4 anos apostando nisso o que leva à pergunta por quê O que motiva tantas Produções istas e estúdios A apostarem exatamente nessa mesma ideia tão específica eu acredito que tem diferentes razões uma delas é para criar empatia no público Quantas vezes você não viu filmes de terror em que os personagens pareceram meio rasos em termos de desenvolvimento dramático quantas dessas Produções têm seus personagens jovens mais como caricaturas para serem mortas rapidamente ao invés de seres humanos mais tridimensionais Claro
um filme de terror ainda pode ser muito divertido com personagens assim mas é inegável que uma das críticas mais comuns a essas Produções é a de ter protagonistas sem graça e sem profundidade Então como evitar isso como dar mais tridimensionalidade aos protagonistas de terror e fazer o público se conectar mais com eles uma estratégia é matar os pais anos atrás eu lancei um vídeo aqui no canal para falar porque a ficção adora contar histórias sobre órfãos e um dos pontos que eu abordo ali é justamente como Esse aspecto mais Solitário do personagem nos ajuda a
criar mais proximidade com ele já que todos entendemos como pode ser desafiador crescer sem os pais e o mesmo princípio se aplica ao Clichê do terror que estamos analisando hoje ao ver as heroínas já começando a jornada com um desafio emocional tão grande a gente começa a se interessar mais rapidamente pelas tramas delas Enxergando as como seres humanos mais profundos fora isso a ideia do trauma casa perfeitamente com o terror já que essas histórias se baseiam em perigos e horrores que deixam cicatrizes emocionais Profundas e como já vimos nos exemplos de hoje A Batalha pela
sobrevivência pode ser atrelada simbolicamente a Batalha pela Superação do trauma é um casamento conceitual muito propício para esse tipo de filme O que ajuda a explicar por tantas Produções TM apostado tanto nesse Clichê sobre [Música] luto agora talz o da mãe morta também possa ser explicado por Outro fator o jeito como o terror tem tentado trazer mais perspectiva feminina para suas histórias durante anos a maior parte dos filmes de terror eram contados por meio de uma visão masculinizada O que explica não só certas fetichização do corpo feminino mas também revela como muitas das mães monstruosas
do horror também podem ter sido criadas com uma misoginia enraizada na mente dos criadores mas com o passar dos anos mais autoras pesquisadoras críticas e artistas foram apontando esse olhar masculinizado do Horror em resposta mais Produções começam a buscar um olhar mais feminino para contar as suas histórias de terror de outras formas e uma das estratégias que surgem disso é a de ter a heroína em luto pela morte da mãe é muito significativo que quase sempre esse Clichê gire em torno das duas figuras femininas Provavelmente porque as Produções querem explorar temas de conexão feminina e
analisar o que tem de único nesse tipo específico de luto seja para mostrar como uma filha pode ter uma visão conflitante sobre a mãe misturando raiva e amor ou então para investigar como traumas podem ser transmitidos de uma geração de mulheres pra seguinte ou ainda para refletir sobre como mulheres enxergam a possibilidade de um dia virarem as mães delas entre muitas muitas outras perspectivas e beleza que legal que mais filmes de terror tenham começado a apostar nessa perspectiva mais feminina Mas ainda é importante observar que isso não é porque de repente todos esses filmes começaram
a ser feitos por mulheres de todos os exemplos que a gente analisou aqui de terror com heroínas de mãe morta a maior parte ainda foi escrita e dirigida por homens somente três foram escritos e dirigidos por mulheres o Chalé 16 facadas e Lisa Frankenstein back to normal então recapitulando você tem a vontade de ter heróis de terror mais tridimensionais e uma perspectiva feminina mais forte combine esses dois elementos E você tem então o terceiro grande motivador pro uso da heroína com mãe morta evoluir a final Girl caso não conheça o termo final Girl é o
nome dado ao arquétipo da heroína de terror que consegue ser a única a sobreviver no fim isso é algo muito tradicional do gênero e tem sido estudado há décadas é tanto que o o gênero tá sempre procurando formas de fazer esse arquétipo ter uma cara nova e a heroína com mãe morta se encaixa perfeitamente nesse propósito se tradicionalmente a final Girl precisava basicamente sobreviver e quem sabe ficar virgem até o fim agora a final Girl é muito mais do que isso Elas são mulheres ainda mais complexas então agora não é só uma questão de sobreviver
agora é salvar a mãe é honrar a memória dela é superar um trauma é encontrar paz ou quem sabe ser consumida pela tristeza tudo isso enquanto ela prevalece como a grande figura de força no final Qual filme de terror não quer ter uma protagonista marcante assim não é a questão é que teve gente demais pensando exatamente a mesma coisa nos últimos anos e disso nasce um novo Clichê do horror agora por mais admiráveis que sejam as motivações para trazer esse tipo específico de história é importante lembrar que isso não garante que o filme vai ser
bom tudo depende de como a ideia é articulada alguns filmes conseguem trabalhar muito bem a ideia do luto pela mãe com um desenvolvimento emocionante da heroína enquanto outros títulos não conseguem extrair nada demais dessa mesma ideia filmes como Pânico a morte te dá parabéns fale comigo boog Man e terror nos Bastidores trazem esse tropo não só para criar protagonistas marcantes mas também para amplificar o horror da obra já outros filmes usam a ideia no piloto automático apostando na mãe morta como um recurso rápido e conveniente para criar empatia e depois não fazendo nada de muito
significativo com isso seja com feriado sangrento quase se esquecendo dessa subtrama a partir de certo ponto ou com 16 facadas usando a diferença de geração entre mãe e filha para trazer uma visão bem caricata da juventude de hoje como sendo supostamente Sens demais para qualquer coisa ou então com Lisa Frankenstein que perde o interesse no luto da protagonista com enorme rapidez para se focar numa tentativa meio falha de criar humor mórbido com a sua releitura do clássico de Mary Shelly E sem contar que por mais instigante que a heroína com mãe morta possa aparecer num
primeiro momento é inegável que a ideia perde força depois que começa a ser repetida tantas vezes por tantos filmes saindo perto um do outro a ponto de você começar a pensar Olha lá mais uma uma dessas começa a passar a impressão de que esses filmes não conseguiram pensar em uma forma mais diferente de fazer a gente se importar com as suas personagens e com a sua jornada de sobrevivência Parece que só foram direto na solução mais fácil que tem estado em alta nos últimos anos sendo que existem outras formas de você criar protagonistas complexas de
terror e de trazer perspectiva feminina sem ter que necessariamente usar esse Clichê e não eu não tô falando de simplesmente trocar a mãe por outra figura feminina que nem fez ninguém vai te salvar cuja heroína está em luto não por uma mãe mas sim por uma amiga de infância que morreu Aliás não pera erro meu acabei de lembrar que nesse aqui no começo também mostra que a protagonista sente falta da mãe morta vamos lá galera dá para pensar em outros traumas outros conflitos internos outras experiências assustadoras quem sabe assim dê para evitar que a heroína
em luto pela mãe se torne algo mais cansativo do que empolgante se é que já não chegamos nesse ponto morro Mas no fim é como eu sempre digo clichês não são ruins o tempo todo alguns continuam funcionando e empolgando mesmo depois de serem muito repetidos já outros nos deixam profundamente frustrados Só que até mesmo os piores casos podem nos ensinar demais sobre como contamos histórias e sobre o que já nos cativou uma vez no passado e no caso específico desse clichê de hoje deu para ver que ele inspira uma discussão fascinante seja para entender como
isso pode criar personagens mais memoráveis para ver como isso já tinha vindo de obras primas que mudaram o cinema Décadas atrás ou ainda para perceber como certos arquétipos do horror estão num processo constante de renovação revelando como esse gênero muda com o passar das décadas para trazer novas vozes e novas perspectivas para as histórias que nos amedrontam resta agora ficar de olho para ver se mais filmes dos próximos anos vão continuar apostando nas heroínas com mães mortas Porque dependendo do número e da qualidade dessas obras isso pode determinar se no futuro olharemos para esse tropo
como uma tendência bem-vinda ou como um Clichê que deveria morrer de vez e só ficar na memória galera muito obrigado por terem conferido o Episódio de hoje vocês tinham notado também esse Clichê recente sim não teve algum filme que tem isso e que ficou de fora desse meu vídeo caso tenha escreva aqui embaixo nos comentários que eu vou adorar descobrir com vocês e galera Lembrando que se quiserem me acompanhar nas redes sociais é muito fácil basta me procurarem usando os nomes que estão aparecendo aqui embaixo de mim e com isso a gente encerra por hoje
muito obrigado Nord VPN pela parceria e obrigado a vocês por terem conferido esse vídeo aqui um abraço e até a próxima sessão [Música]