Fala meus queridos. Hoje eu recebi uma sugestão de vídeo do Pedro. Meu amigo, hoje tava difícil aqui gravar um vídeo para vocês.
Tô na correria aqui ainda da mudança e o Pedro me deu uma ideia boa demais. Ele falou assim: "Léo, tô olhando aqui no YouTube, tá aparecendo alguns vídeos para mim sobre fundos imobiliários e eu sinto que a galera e aí ele dá uma olhada nos comentários e eu sinto que a galera realmente está e se enganando em alguns pontos. " E aí eu quero mostrar para vocês aqui, por exemplo, digitei aqui no YouTube 4 FIS, né?
Se digitar só fi também iria aparecer. aparecem várias tambs, tá vendo? De, ó, você só precisa 4 F, né?
Só 4 FIS pare de complicar. Aqui até a T bem parecida, né? Ó, 4F para de complicar e tal.
Os únicos quatro que aqui no caso até foi meio que uma modelagem aqui, né? E aí a gente tem realmente uma argumentação sobre isso aqui, porque é amplamente divulgado que às vezes você realmente precisa só de 4 FIS para poder fazer a sua carteira, né? Inclusive aqui, ó, para ficar rico, carteira perfeita, só 4 FIS é o suficiente 4F.
E eu não sei se você sabe, mas a gente tem um número ideal de fundos imobiliários que a gente tem que ter na nossa carteira. Esse vídeo vai ser sobre uma discussão de se você realmente precisa ter só quatro FS dentro da sua carteira. Não que esses vídeos falem apenas sobre isso, tá?
Eu quero até deixar alguns pontos específicos aqui, que dependendo do tanto de dinheiro que você tem, vai ter alguma certa limitação, mas eu não quero perder a essência do canal, que é sempre te provar através não do que o Léo acha, mas do que estudo estatístico, o que já estudo olhando back test de muito tempo atrás, até agora, usando Markovitz, usando Sharp. O que que esses artigos dizem? E o que que na teoria o modelo correto a se seguir é porque uma coisa é, ó, presta atenção no que eu vou te falar aqui agora.
Uma coisa é alguém ter apenas quatro fundos imobiliários na carteira e ter dado certo. E é diferente todas as pessoas que têm quatro fundos imobiliários na carteira dar certo. Então, perceba, não é porque uma pessoa, não é porque o Warnbft que investe daquele modelo que ele investe em ações deu certo que você dará também.
Então a gente precisa de um modelo. A gente precisa de um modelo que se o Joãozinho aplicar, se a Mariazinha aplicar, se a Ingrid, minha esposa, aplicar, se a Sara quando ela crescer aplicar, a gente tem que ter um modelo onde dá certo para quase todo mundo. É óbvio que esse modelo que dá certo para quase todo mundo tende, prioritariamente, pensando aqui agora, né, de de primeira instância, ele tende a ser menos lucrativo do que aquelas mais alavancadas, aqueles que tm mais risco, não é verdade?
E isso é o que gera muita dúvida nas pessoas. Então, hoje eu tô aqui para tirar essas dúvidas. A gente vai de uma vez por todas, em 10 minutos aqui, esse vídeo vai ser rápido.
Eu vou te apresentar uma parte da aula da mentoria aqui e você vai perceber o quanto de fundos imobiliáries você tem que ter na sua carteira. O ideal, um modelo que funciona para todo mundo que aplicar. Se você aplicar esse modelo, vai dar certo para você.
Beleza? Então, eu vou te mostrar estatisticamente. Já pega papel e caneta que eu preciso que você sente aí de maneira confortável.
Não vai dar para você assistir deitado esse vídeo, vai ter que sentar. É 10 minutinho que eu preciso da sua atenção só, cara. E aí você já se inscreve no canal aí, dá o like no vídeo que eu tenho certeza que não terá outro canal.
Eu falo isso e é não é por arrogância não, tá? É porque que realmente eu estou disposto a entregar tudo que eu tenho, coisa que tem muita gente que não tem coragem de fazer. Então vamos lá.
Eu vou pegar aqui só para você ver que é realmente é uma aula da mentoria, né? Então dentro das aulas da mentoria eu monto os slides bem bonitinhos. Enfim, esse slide aqui é de um módulo de fundos imobiliários dentro da mentoria.
Tem 57 páginas aqui. E a gente vai falar desses dois estudos, tá? Então, deixa eu maximizar aqui pra gente falar sobre esses dois estudos aqui.
A gente tá pegando o estudo e o título. Você pode pesquisar esse título no Google que você vai conseguir baixar esses estudos, tá? Eu vou evitar de deixar os estudos aqui na descrição porque o pessoal fala que não consegue baixar, não entendo porquê.
Ah, vou deixar também na descrição, né? Mas enfim, mas é só você, você que não conseguiu acessar pela descrição, é só você digitar o o nome do do título do treino no Google, você vai achar, tá? Não é difícil não.
Então, ó, o primeiro título aqui é composição de carteira de fundos de investimento imobiliário baseada na seleção de portfólio de Marcovit. Marcovit, para quem não sabe, é o cara que ganhou o prêmio Nobel de 1992, 92, 5 anos antes de eu nascer. E ele estava comprovando sobre uma fronteira eficiente.
A fronteira eficiente é aquela onde você tem o máximo de rentabilidade possível com o mínimo de risco possível. Isso é o ideal de um investidor. Nós que somos investidores, a gente tá tentando isso o tempo todo.
A gente quer baixar o risco da nossa carteira, correr menos risco possível e aumentar o máximo da nossa rentabilidade. Às vezes a gente vai aumentar nossa rentabilidade e o risco vai subir também, normal. Mas eu quero o máximo de retorno com o mínimo de de risco possível.
Tem muita gente que investe errado. Às vezes ele quer aumentar demais a rentabilidade, aí ele aumenta a rentabilidade dele, mas o risco vai lá para cima. Esse investidor não é eficiente.
Ele pode até est rendendo muito mais do que outra pessoa que tá com rendimento aqui abaixo, só que ele tá correndo um risco tão grande que em algum ano, se der algum BO, ele perde toda a rentabilidade dele e o carinha que tá lá com uma rentabilidade menor, mas com risco bem baixo, ele vai seguir no longo da vida. Nós estamos investindo para ano que vem, seja sincero, você tá investindo, construindo sua car, porque se você está investindo para o ano que vem, para você aposentar ano que vem, cara, tem alguma coisa errada, né? A não ser que você já esteja investindo há 30 anos, a não ser que você já esteja investindo há 20 anos, porque senão, meu amigo, eh, você realmente tá especulando o mercado.
Então, o nosso papel aqui, sempre aqui dentro da geração de videndos, eu vou te tentar ensinar e tentar criar dentro de você uma cultura onde você tem que perceber a realidade da boa valores. Eu não tô aqui para te vender sonho, esperança falsa, não, não demora. É um negócio de paciência.
Você vai ter que abdicar de iFood, vai, você vai ter que fazer talvez uma renda extra para poder você investir para lá no futuro. É um negócio doído. É lá no futuro você se aposentar e cruzar as perninhas e ficar de boa tomando água de coco na praia.
Mas para isso acontecer demora. Demora, tá? Então a gente vai ler esse estudo, uma parte específica desse estudo aqui, né?
Vou trazer para você. E aí você pode baixar o estudo para ler ele na íntegra. É porque se eu for ler o estudo inteiro aqui, tem muitas páginas.
E vamos ler essa monografia aqui também, tá? Então essa monografia aqui também foi muito boa. Fundo de investimento imobiliário.
Não era nem só sobre fundos imobiliários esse estudo, tá? Mas eles utilizaram os fundos imobiliários como uma estratégia de diversificação da carteira para reduzir o risco inteiro da carteira. Então é uma carteira que tem outros ativos, tem ações, tem ETF, tem outras coisas, mas eles falaram assim: "Será que os fundos imobiliáries são bom para entrar numa carteira?
Será que são? Vamos colocar para ver o que que acontece. " E aí eles fizeram esse estudo com back test de mais de 2.
000 carteiras. E aí eles descobriram que existe um número ideal de fundos imobiliários para colocar dentro da carteira. Da mesma forma aqui no portfólio de Marcovis a gente tem um número ideal de fundos imobiliários para colocar dentro da carteira.
E a gente vai ver se olhando pra parte da diversificação e olhando pra parte de eficiência se os dois números batem. Porque se eu olho para dois modelos de investimento diferente, um que olha só paraa eficiência e um que olha muito mais pra diversificação e redução de risco, pô, eu tô olhando eficiência e diversificação de risco. Que que eu tô olhando?
aumento de rentabilidade e diminuição de risco. Se os dois números batem, ah, não tem por eu falar se não, eu vou investir em apenas 4 FIS. Se for 4 FIS aqui, o ideal, beleza.
Agora, se for 20 FIS, não tem como eu te falar que 20 FIS não é o ideal, é o ideal, entende? Pode ser que você não queira seguir o ideal e aí você que se lasque, né? Você por sua conta e risco, sua responsabilidade, às vezes você é um ótimo investidor e dos 20 você vai escolher só os cinco melhores e você nunca vai errar e aí você vai ter uma rentabilidade melhor mesmo.
Mas vamos lá, vamos pros estudos aqui, ó. Primeiro estudo, a gente vai passar por este, tá? Então ele abre o estudo explicando sobre risco não diversificável e risco diversificável.
É muito interessante porque o outro estudo ele também passa por essa metodologia. A gente tem riscos que a gente consegue retirar da carteira e a gente tem riscos que a gente não consegue retirar da carteira. Então aqui, como esse estudo é focado em fundos imobiliários, ele fala assim: "Pô, o risco imobiliário eu não consigo tirar da carteira.
o risco de existir uma vacância em algum momento, independente se eu invisto em shopping, independente se independente em qual tipologia de de tijolo que eu invisto, vai ter o risco de vacância. Então isso fica no risco sistemático, que é o não diversificável. Então mesmo diversificando para caramba, eu não consigo reduzir ele.
Então o mínimo de risco que eu tenho é esse risco não diversificável. E você consegue perceber inclusive, cadê minha canetinha aqui, ó? Você consegue inclusive perceber que aqui embaixo a gente tem o número de ativos, tá vendo, ó?
10, 20, 30, 40, 1000. Olha que loucura. O risco não diversificável, ele é o mesmo para quem tem zero ativos, para quem tem um ativo, para quem tem 10, para quem tem 20.
Então você percebe que chega um momento em que não faz mais sentido diversificar, chega um momento em que não faz sentido mais eu incluir ativos dentro da minha carteira. E aqui focando só em fundos imobiliários. E você percebe que o risco diversificável, que é aquele que eu diminuo conforme eu vou adicionando ativos dentro da carteira, adicionei o HGLG, eu tenho um risco.
Adicionei o HGLG e adicionei também o HSML, eu tenho um outro tipo de risco. Então perceba que colocando ativos na carteira, eu vou reduzindo esse risco que é diversificável, que é o risco não sistemático. Então aqui você consegue ver a curva do risco diversificável, tá vendo?
risco di versificar. Você aqui já tem um um pouquinho de um spoiler, um pouquinho do spoiler, mas eu quero te mostrar isso estatisticamente, jogado no gráfico, realmente, tá? Olha só, você consegue perceber aqui que a curva ela vem, ó, quem tem aqui um fundo imobiliário só tem um risco muito grande.
Quando a gente adiciona o outro, vai diminuindo, vai adicionando, vai adicionando. Chegou no 10 aqui, a gente tem uma inflexão da curva. Depois do 10 ainda segue diminuindo, mas percebe que depois do 20 aqui, ó, eu tenho cada vez mais que eu adiciono um fundo imobiliário, eu aumento a complexidade da minha carteira.
Afinal, eu tenho que analisar um fundo imobiliário a mais, eu tenho que seguir esse fundo imobiliário, ver todos os fatos relevantes. Então, aumento a complexidade da carteira, mas eu não reduzo tanto risco, tá vendo? Daqui para cá, ó, eu não reduzo tanto risco.
Daqui para cá faz total sentido, né? Então, a complexidade de eu ter só HGLG, porque inclusive as tambs dos canais não são, não complique. Então, quando você adiciona fundos imobiliários, você tá aumentando a complexidade da sua carteira, mas vai muito além disso.
Será que não compensa fazer essa complexidade da carteira, uma complexidade moderada? Você vai ter um trabalhinho de 10 minutos, 20 minutos a mais para acompanhar, mas você reduziu demais o risco e isso no longo prazo reverte num sharp muito melhor. Será que não é?
Então aqui a gente consegue provar. Ó, o HGLG11, se eu colocar só ele, eu tenho um risco muito grande. Se eu colocar aqui o HS ML11 também, pô, eu já reduzi muito o risco.
Daqui para cá não faz sentido, mas daqui para cá faz. Então a gente já tem uma barreira de 20. Já temos uma barreira de 20.
Teoricamente tem que ser menos de que 20. A gente vai olhar no outro estudo se também tem essa barreira, tá? Mas a barreira de 20 existiu aqui na parte de redução de risco, beleza?
E aqui a gente vai pegar a amostra de dados aqui. Então quero ler com vocês só essas partes que eu subliniei, tá? De acordo com Marcovitz, o processo de construção de portfólios da carteiras e ativos é caracterizado por três elementos fundamentais.
Primeiro, informação referente aos ativos sobre os quais se baseiam, os critérios para a classificação dos melhores e piores portfólios que definem os objetos das análises. E três, procedimento computacional através dos quais os portfólios atendem os critérios em dois, que são os critérios que eu defini e são obtidos através de inputs. Então você percebe que não é o que alguém acha, tá?
Eu coloco lá o que que eu quero seguir, eu quero a maior eficiência dentro desses parâmetros e a parte computacional é matemático, é estatístico, vai definir qual que seria a melhor carteira. Então, não tem espaço para dúvida, entende? Me comuniquei mal, não é dúvida, é não tem espaço para emoção.
Não tem espaço para emoção. Beleza? Aí aqui já passando para o estudo matemático mesmo, a partir dos critérios definidos e que depois se você quiser você pode baixar aí o artigo para poder ver, mas na verdade ele usou ali os ativos que estavam no Ifam padrão de negociabilidade ideal, né?
Porque você não vai comprar um ativo que não tem liquidez, enfim. Então basicamente a a metodologia básica lá de usar os fundos imobiliários é mais famosos. Eu vou até te mostrar quais são os aqui, mas ó, a partir desses critérios, foram selecionados 31 fi para a simulação das carteiras.
A partir dos dados obtidos, foram construídos dois cenários de investimento. No primeiro, a carteira ótima pode ser obtida a partir de qualquer combinação dos pesos dos ativos. Então, desses 31 aqui, eu vou colocar qualquer tipo de peso que eu quiser.
Por exemplo, eu quero desses 31, eu quero só cinco. E aí, desses cinco, eu quero um que tenha 50% da carteira, pede 50% da carteira. Então, vou investir uma carteira de 10.
000. Vou colocar 5. 000 em HGLG, 2.
000 em MXRF11, 2. 000 em HGRU e R$ 500 e mais outros dois. Então, perceba que a primeira combinação aqui foi de qualquer peso de ativos, não havendo limite de participação superior.
Ou seja, então eu não limeio. Se eu tiver que ter 100% só de um ativo, vou ter uma carteira só de um fundo imobiliário, entende? Desde que a soma dos pesos totais sejam igual a 100.
No segundo cenário, a carteira ótima também foi composta por ativos cuja a suma dos pesos seja igual a 100. Porém, presta atenção. Porém, neste segundo cenário, a participação do fundo portfólio ótimo não poderá ser superior a 20%.
Então, na primeira carteira montada matematicamente, eu poderia ter dentro desses 31 fundos imobiliários a carteira ótima, independente de qual peso. Agora, no segundo cenário é a carteira ótima também, então vou escolher os melhores fundos dentro daqueles 31 fundos. Só que agora eu tenho um limite de 20% em cada fundo.
Ou seja, o mínimo que eu posso terend carteira são cinco fundos. Então, se ainda for eficiente ter só cinco fundos, vai aparecer uma carteira só de cinco fundos. Entende?
Se ainda for eficiente ter só cinco fundos, vai aparecer uma carteira só de cinco fundos. Presta atenção. E aqui ele fala mais sobre a banda de desbalanceamento de Markovitz, né, que ele defende você não ser totalmente concentrado em um único tipo de ativo.
Mas vamos seguir aqui, ó. E aí ele justifica inclusive, né, ó, não poderá ser superior a 20% para reproduzir o que é praticado no cálculo do IFIX, uma vez que na carteira teórica do IFIX nenhum fundo pode ter participação superior a 20%. Então aqui são os fundos imobiliários que foram eh estudados, né?
Então desses aqui você conhece bastante. Alguns trocaram de nome, tá? Mas eles ainda existem.
Então tem o ALUM 11B aqui, o BBFI, o BBJV, o BBFF. O BCF, por exemplo, ele foi incorporada hoje é o Red Funds lá que incorporou ele, né? BRCF até hoje existe.
Então tem vários fundos aqui, ó. HCR, HGBS, HGCR, H esses da Credit Suícia aqui todos ainda existem. É porque o estudo ele foi feito em 2018, pegando 5 anos para trás, 2013.
Então, percebo que naquela época não tinha tantos fundos quanto existem hoje. Esse estudo seria ainda melhor hoje, tá? Quantitativo.
Eu desafio aí quem é aluno de matemática, alguma coisa do tipo, mercado financeiro, se você quiser, eu te ajudo a fazer esse estudo aqui para nós publicar esse estudo com os dados de hoje, porque isso aqui vai ficar mais óbvio ainda hoje, que tem muito mais fundo imobiliário, as volatilidades são separadas, né? ou mais divididas e tal, bem diferente, mas tem vários fundos aqui que vocês conhecem, ó, HGRE, HGLG, HTMX, KNRI, o MX RF11, ó, então vários fundos aqui, né? Beleza?
Ó, o TRXL, tem muita gente que não sabe, mas isso aqui era um fundo da TRX de logística e hoje é o BTLG, então só trocou de nome, tá? Tem muitos fundos aqui que só trocaram de nome. Então, beleza, tem 31 fundos imobiliários aqui, beleza?
31 fundos imobiliários. Você consegue ver que o IFIX tem um risco diluído de 2. 6.
Tem fundos que tem mais risco, tem fundos que tem menos riscos aqui, né? Então, beleza. Olha só, então como que ficou montada as carteiras lá no input matemático, tá?
Não foi os caras que escolheram e montar a carteira aqui através de análise fundamentalista, não foi só análise quantitativa e estatística. É óbvio que a análise qualitativa te ajudaria ainda mais. Te ajudaria ainda mais, mas tudo bem.
Isso é um segundo passo, né? Ó lá. A carteira ótima um, que é aquela sem pesos, ficou composta por sete ativos, uma carteira que não tem definição de peso, onde eu poderia ter o mínimo de ativos de um, porque se foi um fundo muito mais eficiente do que os outros, matematicamente faria sentido eu ter só ele.
E perceba, mesmo em uma carteira onde não tem peso, eu deveria ter sete fundos imobiliários. Isso segundo Marcovit. Aí, se você quiser discordar de Marcovitos, o cara que ganhou o prêmio Nobel lá de Ciências Econômicas, tudo bem, aí é com você.
Eu não discordo não, não sou tão audacioso assim não. E com destaque aqui pro o HCRI correspondente a 64% da carteira. Então, perceba, grande parte da carteira foi o HCRI.
Isso pode ser explicado de certa forma pelo fato em que de 2011 a 2014 ele apresentou um ótimo coeficiente de variação quando comparado aos pares. Já o portfólio 2 é composto por nove ativos. Opa, calma aí.
Se o peso do portfólio 2 é de máximo 20, inclusive você consegue perceber aqui, ó, a carteira dois, tá vendo, ó? Máximo 20, ó. Tem três ativos aqui que tem 20%, ó.
o HCRI, que foi o mesmo que teve muito peso lá na carteira um, tem o HTMX e tem o PQDP, 20% também, mas tem outros fundos aqui que também ganharam participação. E perceba, ele poderia ter no mínimo cinco ativos porque ele tava limitado em peso, mas ele pegou nove ativos, nove fundo imobiliário, tô falando de fundo imobiliário, tá? Então começa a cair aquele negócio de, ah, eu tenho que ter só quatro fundos imobiliários.
A gente já vai chegar na parte de quem não tem pouco dinheiro, como que faz? Tá, pera aí. Aí ele continua aqui, ó.
Outra observação relevante se diz respeito à rentabilidade negativa de 3. 11% da carteira 1 do mês de dezembro de 2015. 3.
1 negativo. A carteira dois ela nunca ficou tão negativa assim, né? Só a carteira um que ficou negativa, porque em algum momento seus fundos imobiliários também ficarão negativos, né?
Ilusão você pensar que você vai investir hoje, passar 30 anos e nunca, em nenhum momento, os fundos imobiliários terão uma variação abaixo, né? Então, ó, esse valor se deve ao fato de que neste mês o ativo HCRI apresentou um retorno de -5,64. Então ele caiu 5%, como esse fundo tem uma participação de 64% na carteira um, o retorno, né, ficou lá negativo na carteira como um todo, mas percebe que ele não caiu toda o 5.
64 porque tinha outros fundos dentro da carteira, apesar de ser só 40% do resto da carteira, né? Ou seja, conforme era esperado, o problema de se alocar um capital tão considerável em um único fundo imobiliário é que a carteira fica muito exposta aos resultados positivos ou negativos do mesmo. Analisando as rentabilidades mês a mês, constata-se que a carteira um superou o IFIX em 50% dos meses e a carteira dois superou em 60% dos meses.
Calma aí, Léo. Então, parece que faz sentido eu ter um limite para fundos imobiliários. Esse limite no Ifix é 20%, pode ser que seja um pouco menos, né?
Eu tô disposto a fazer o estudo com quem quiser mesmo. Me chama lá no direct ou então entra em contato com o suporte. Acho que é mais fácil do que ver o direct.
Diret, muita gente. Vou servir como seu orientador, né? A gente vai aprender juntos.
Mas você percebe aqui que, opa, opa, opa, não é o Léo que acha, não é o Léo que acha, né? Não, isso é muito importante dizer o tempo todo, né? E aqui, ó, para concluir, né, este estudo, dentre as três carteiras, a carteira dois é a que mais faz sentido para um investidor racional, pois é a que apresenta, para retornos similares, um menor risco e um maior prêmio de risco.
Opa, é isso aqui que o investidor quer. Não importa se a carteira um rendeu 10%, a carteira 2 rendeu 9. Se a carteira um rendeu 10%, mas correu 20% de risco, a carteira 9 que rendeu 9 e correu 3% de risco, é muito melhor, muito melhor, muito.
Ela vai te deixar tranquilo os 30 anos. Agora carteira um não. Então, perceba que nem tudo é sobre rentabilidade.
É óbvio que a gente quer aumentar muito a nossa rentabilidade, porque 1% faz diferença demais no longo prazo. E isso você vai conquistar com conhecimento. É justamente por isso que você tem que estudar, cara.
Não é só achar que você viu um videozinho no YouTube, pronto, acabou. Não, tem que estudar. Sai desse vídeo aqui, baixa os estudos e vai estudar.
O que eu quero criar aqui com você é algo que você realmente se torna independente pra gente ter uma discussão saudável dentro dos comentários sobre estudos e não sobre o que alguém acha ou alguma outra pessoa acha ou algo empírico que deu certo para você, mas não dá para Maria, entende? Então tem que ser algo que dá certo para todo mundo. E aí então vamos para o próximo estudo.
E aqui, né, usando os fundos imobiliários como alternativa para diversificação. Vou pular aqui, tá? aqui para muita gente que acha que não, né?
Mas existe muitos análogos existentes aos fundos imobiliários, ou seja, parecidos com os fundos imobiliáries na Alemanha, nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos é famoso, né? Que são os RIDs.
Todo mundo fala que investir em RS é legal, né? Será que é mesmo? França e Reino Unido foram analisados por Constantina Lecar em 2011.
Aí demonstrou que os produtos nacionais eram os únicos que eles dizem que tem uma correlação positiva aos pares, sendo todos os demais alta e positivamente correlacionado entre si. Aí ele fala aqui que Yoro, Luis e Zuga compararam o desempenho de três carteiras de FIS em 2015, compostos por 10 FIS formados de acordo com a teoria proposta por Markovitz, que inclusive é outro estudo, tá? Esse aqui é um outro estudo que você pode pesquisar, não é aquele mesmo estudo que a gente viu agora.
E aí neste estudo, o que que eles fizeram? Formaram 39 conjuntos de 60 carteiras, ou seja, 2340 carteiras. que para de parecer que estão tentando forçar algum tipo de resultado.
E se você acha inclusive que a metodologia foi falha, baixa o estudo, vê se a metodologia foi f, eu proponho de novo a você a gente fazer um estudo juntos, tá? Eu proponho a você, porque a gente precisa trazer clareza para esse mundo aí dos investimentos. Se for ruim, nós fala que é ruim.
Se for bom, a gente fala que é bom. Se for bom para alguns e ruim para outros, a gente tem que deixar isso claro, para quem que é bom, para quem que é ruim, entende? Então vamos fazer estudo estatístico aí que acaba com argumentação, entendeu?
Quando tem fato estatístico, a argumentação ela vira argumentação racional e opinião vira ideologia mesmo, né? Aí a opinião a gente não consegue mudar muito, né? Quando é ideologia, ah, eu gosto porque eu gosto, mas, pô, não faz tanto, ah, mas eu gosto porque eu gosto, aí beleza, né?
Tem o que fazer. Daí eles mostraram aqui, né, que é possível constatar que o potencial de diversificação dos FIS é maior do que o potencial de diversificação das ações. A constante de regressão dos FIS indica que seria possível reduzir o risco a nível de 39,58%, eliminando 60% do risco.
E a constante regressão das ações indica que seria possível reduzir o risco a um nível maior, eliminando 42,71% do mesmo. O que que ele quis dizer com isso aqui, ó? É esse gráfico aqui, ó.
que esse gráfico é bem traduzido. Lembra que a gente viu esse mesmo gráfico no outro estudo sobre risco sistêmico e risco não sistêmico? Ou seja, o risco que eu consigo diminuir com a diversificação, ou seja, o risco diversificável e o risco não diversificável.
Aqui a gente consegue ver e matar várias argumentações falsas já aí na internet, né? A gente consegue perceber aqui que os fundos, sim, ó, essa linha tracejada é o risco do ifix, tá? Então isso aqui é o risco sistêmico dos fundos imobiliários, ó.
Até aqui não tem o que eu fazer. Eu posso adicionar 1000 ativos que eu vou correr esse risco aqui dentro dos fundos imobiliários. E aqui você consegue perceber que tá muito próximo de 40, né?
É o que ele disse lá, que a gente conseguiu reduzir quase 60% do risco dos fundos imobiliários, adicionando dentro da carteira mais fundos imobiliários. Já nas ações, a gente não consegue reduzir tanto assim, ó. Tá vendo?
O risco não diversificável das ações, ou seja, o sistêmico, ele é muito maior. Então, as ações elas sim tem mais risco do que os fundos imobiliários. E eu posso adicionar 1000 ações, que mesmo adicionando 1000 ações, eu vou correr mais risco do que uma carteira de 5, se fundos imobiliários, entende?
E aqui de novo a mesma coisa. Olha que legal. Esse estudo é até mais interessante porque que ele mostra as observações que eles fizeram nas inclusões de fundos imobiliários.
Então aqui, ó, quando incluiu um fundo imobiliário, ó, um ativo, 100% de risco sistêmico, porque eu só tô com um fundo imobiliário, então eu o risco não diversificável eu não consegui tirar porque eu não diversifiquei. Adicionando um fundo imobiliário, olha só que bonito, adicionando um fundo imobiliário, olha o tanto que o risco caiu, mano. Caiu daqui para cá, ó, mais de 20%.
Um fundo imobiliário adicionado já cai 20%. Olhando nas ações também diminui bastante o risco quando eu adiciono uma ação a mais, mas mesmo assim, né, os fundos ele tem um potencial de diversificação maior. É isso que ele disse no parágrafo anterior.
Eu tenho uma ação, adiciono uma outra ação, eu reduzo 15% do risco. Se eu tenho um fundo imobiliário, adiciono um outro fundo imobiliário, eu reduzo 22% do risco. Então dentro de uma carteira, faz sentido você ir adicionando ativos para fazer esse teste de diversificação.
E aqui, olha para você ver que legal. Olha esse limite aqui. Olha que bonito isso aqui, cara.
Porque aí são três estudiosos de um de um artigo, três estudiosos de outro. Eles estão usando metaanálise, inclusive, né, usando estudos e referências de outros estudiosos. E você percebe que mesmo usando técnicas de metodologias diferentes, eles chegam nos mesmos resultados.
Isso que é o método, você usar maneiras diferentes e você acaba chegando no mesmo ponto. É o mesmo ponto, é Deus, né? Você vai chegar sempre no mesmo, você vai chegar nisso.
Você começa a consumir o café do copo aqui, você começa a duvidar de Deus. Aí você toma o resto, lá no fundo tá escrito Deus lá no fundo, né? E eu falo isso por experiência própria, tá?
Quando eu entrei na faculdade de medicina, eu já tava meio ateu já. E aí comecei a entender sobre fisiologia, eu pensei: "Pô, é tudo explicado aqui agora, né? " E aí eu via muita maldade no mundo, criancinha [limpando a garganta] com câncer, eu atendia criancinha com câncer, eu ficava: "Como que Deus existe, né?
Por causa de como que deixa". E aí eu tava aqui, ó, no copo, ó. Ah, Deus não existe, não sei o quê.
Quando eu comecei a estudar a respeito de Deus, inclusive para tentar provar que ele não existia, eu comecei a ler para provar que Deus não existia, quando cheguei no fundo do copo, meu amigo, aí eu vi Deus estava lá o tempo todo. Deus estava lá. mesma coisa disso aqui.
Não sei porque que eu te falei isso não, mas o que eu quis te dizer é que se a gente usa metodologias diferentes e a gente chega no mesmo ponto, pô, esse mesmo ponto aqui é um fato, ele não é questionável, ele é um fato. Beleza? Então a gente consegue perceber que aqui a gente encontra quase que o mesmo limite, ó.
Aqui tá o 20, né? Bem aqui, ó. Tá o 20, ó.
Bateu a linha do sistemático aqui e não baixou mais. Então menor do que 20 também. Tá comprovado aqui que faz sentido eu ter menos de 20 fundos imobiliários dentro da carteira.
Isso para diversificação. É óbvio, eu tenho 100 bilhões e quero investir. Você vai ter que ter mais de 20 fundos, porque você quer investir em fundo imobiliário já vai ser difícil.
Você tem 100 bilhões, mas você vai ter que comprar os fundos tudo. Com 100 bilhões você compra cinco, 10 fundos imobiliário inteiro, porque a indústria de fundos imobiliários é muito pequenininha ainda, né? Então por isso que os grandes investidores não investem fundo imobiliário.
Não é porque o fundo imobiliário é ruim, não é porque eles não conseguem liquidez para isso. E aí a gente tem aqui, ó, um cenário ótimo aqui, ó. Não sei se você consegue perceber, dentro do 10 até o 15 aqui a gente tem um cenário ótimo.
A partir do 15 aumenta a complexidade, não diminui o risco. Antes de 10 aqui, me parece que se eu adicionar um a mais dá uma melhorada no risco. Então faz sentido.
No caso desse estudo entre 10 e 15. Deixa eu até dar um zoom aqui para vocês. Olha só.
Aqui a gente tem muito parecido com o estudo anterior, né? O estudo anterior o ideal foi nove. O ideal foi nove.
Aqui a gente tem, ó, tá aqui o oito aqui, ó. Aqui é o 7, 8, 9 e o 10 aqui, né? Então aqui estamos o nove, ó.
O nove tá aqui, ó. Se eu adiciono mais um, eu ainda reduzo um pouquinho o risco, né? Eu ainda reduzo um pouquinho o risco.
Então fica aqui entre 10 e 15, 8 e 15, mais ou menos [limpando a garganta] nessa região aqui, ó, entre 10 e 15. Esse seria o ideal num estudo com uma metodologia específica, nove. No outro estudo com outra metodologia, entre 10 e 15.
Percebe que as coisas estão começando a se a bater? Será que faz sentido ter só quatro fundo imobiliário dentro da carteira? Será que faz?
E aí depois eu começo a explicar aqui sobre o método 21, sobre a classificação dos fundos, enfim, fica o convite para você depois participar da mentoria aí que tem muito conteúdo, cara. Isso aqui é coisa de louco mesmo, viu? Muito conteúdo.
Mas o que eu queria dizer para vocês é que não monte a sua carteira, principalmente se você quer aposentar com ela com apenas quatro fundos imobiliários. Isso vai te fazer correr um risco grande. Pode ser que você comece só com quatro fundos imobiliários.
Sim. Você lembra como a gente começou adeus NSS? Eu não sei se você lembra.
Não sei se você me acompanha desde essa época. Já tem dois anos que nós estamos gravando. O intuito do adeus NSS.
inclusive te convido a assistir é a gente mostrar e provar pra galera que com 10% da renda média do brasileiro a gente consegue aposentar muito melhor, muito mais cedo e muito mais dignamente, inclusive conseguir repassar esse patrimônio para as próximas gerações de maneira digna, sem depender do governo. E eu te mostro que aqui a gente investindo R$ 250 por mês, a gente tinha uma limitação também de dinheiro. Eu não conseguia com R$ 250 por mês, consigo comprar 10 fundos imobiliário, igual manda os estudos?
Não consigo. Eu não tem, não tem como. E eu não vou comprar fundo imobiliário só para ter na carteira.
Eu tenho que ter 10 fundobiliário bom dentro da carteira. Então eu não vou comprar todos base 10, uma cotinha de cada base 10 gasto R$ 100, montei uma carteira de 10 fundos. Não, mas se os base 10 tiver ruim, porque aí [limpando a garganta] vem a análise qualitativa também.
Eu quero ter 10 fundos imobiliári na carteira, mas é os 10 melhores do Infix. Aí a gente começa a fazer o jogo de gente grande. Quando você começa a avaliar os fundos imobiliários quantitativamente e qualitativamente, é isso que o método 21 te ensina para você não cair em armadilha.
Então aqui você consegue perceber que a gente tá com 11 fundos imobiliários, ó, aportando quanto por mês? 250. Tá vendo que não é impossível?
A gente demorou a construir essa carteira aqui. A gente demorou e a gente não colocou 10 fundos imobiliários dentro da carteira de uma vez. Assiste a playlist aí que você vai vendo os aportes, eles foram acontecendo mensalmente.
Teve três meses seguidos que eu comprei o mesmo fundo imobiliário, fiquei lá com o mesmo fundo imobiliário porque era ele que tava em oportunidade. Mas tome cuidado você não cair nessas maximalistas, né? Porque e até eu gravo um vídeo assim, eu gravo vídeo assim, pô, top três fundos imobiliários para desse mês eu nem gravei, né?
Mas no mês que vem vou gravar top três fundos imobiliários para mais. Isso não quer dizer que você vai ter só três fundos imobiliári, não. Só carteira tem que ter mais de três fundos imobiliário, cara.
Tem que ter mais de quatro fund imobiliário. Tem que ter o número ideal que dá certo pra maior parte das pessoas. Você vai reduzir sim, a rentabilidade vai cair um pouquinho, vai, mas o seu risco vai cair tão absurdamente que faz sentido você perder essa rentabilidade, que aí seu índice sharp sobe lá no no talo, né?
E você fica muito bem, você fica muito tranquilo. É isso que eu queria te mostrar nesse vídeo, tá? Espero que vocês tenham gostado da aula aí e espero que vocês tenham se inscrito, né?
Quem não tá acompanhando o canal ainda, se inscreve aí. ajuda nós a bater a meta de 1 milhão. Fique com Deus, papai do céu te abençoe.