Uma pergunta que poucas pessoas fazem. Você está consumindo arte ou a arte está te programando, elevando sua consciência, mudando a sua vibração? Porque arte é mais do que consumir, é viver, é explorar e expandir tudo isso. Para esse movimento mais do que expansivo, a gente recebe aqui no nosso estúdio João Rocha. Seja bem-vindo. Valeu, grande, João. Tudo bom? Bem-vinda. Gratidão por estar aqui, ó. Do lado do João, vocês podem ver aí que já tem um um violão que vai ter música. É isso, João. Vai ter música. Eu já vou até pôr meu fone do vídeo
que eu esqueci aqui. Já to já tocaram ao vivo aqui e você é o primeiro. É, vai ser o primeiro. Você vai ser o primeiro. Estão abrindo então a temporada. Car, não, mas já cantaram aqui muito bem, inclusive. É, é de emocionar assim, de fazer a gente chorar. Então, tocar sou primeiro. É, é sensacional. Vamos ver até como que vai ficar o áudio aí, que eu não sei, vai ser primeira vez. João, seja super bem-vindo, não é? Seja bem-vindo você também ao saúde energética, né? com saúde física, mental, emocional e espiritual na sua vida. Eu
sou o Rafa Macedo, tô aqui com o Pérs Toledo. Pera aí de Rafa. Ainda nem consegui colocar o fone. É, vai, coloca aí, coloca aí. Lembrando então, né, que aqui a gente vive essa prática da saúde energética e o João não vai só cantar aqui, tocar, né, para falar da da sua experiência de vida, né, dessas músicas, da canalização, como que é todo esse movimento e como você pode viver isso também. Deixa aqui o convite para você se inscrever no canal, deixar o joinha, compartilhar aí, ó. Veja o que você vai fazer agora. Compartilhar, dar
o joinha, comentar, escolha uma e já faça. E perceba aí toda essa contribuição, todo esse movimento energético desse episódio na sua vida. E João, a gente começa o nosso nosso episódio com a pergunta: o que é saúde para você? Olha, eu já assisti muitas vezes esse podcast e eu já vi respostas eh diversas, né? Mas eu tô passando por um processo de saúde muito importante. Desde novembro eu cheguei a 100 e quase 125 kg, tá? Então, eu tô num processo de melhora da saúde. Talvez agora, nos últimos 10 anos eu tô na melhor fase eh
da minha saúde, porque eu consegui diminuir bastante o meu peso e diminuir trigliceres, que sempre foi um problema para mim, diminuir colesterol e eu tava com quase 130 kg e agora já tô quase entrando na casa dos 99, né? Parabéns, parabéns. Foram aí vários quilos e mudanças de hábito. Uhum. Para isso acontecer, né? tanto alimentar quanto físico. E eu tenho notado que se você não tá alinhado com o seu corpo físico, com o nosso corpo sentimental, principalmente porque às vezes a os nossos sentimentos vão deixando a gente doente e se a gente não consegue lidar
com isso, é muito ruim. E como melhorou esse processo da da minha evolução, da minha saúde física no espiritual? Porque quando você tem um corpo mais consciente, quando você tem um corpo mais tranquilo, né, sem equilibrado em arm, equilibrado, eu também tenho problema com hipotiroidismo, então sempre desregulava por causa de um monte de coisa que já tava desregulado. E agora, como eu tô numa fase que a primeira vez que os meus exames deram, tipo, tudo dentro do do esperado, da normalidade, eu sinto que psicologicamente isso me deixa mais tranquilo e até na parte da energia
eh espiritual. Uhum. Eu me sinto muito mais preparado, porque antes quando sentava para fazer uma meditação, você acaba hum você dorme, você tá cansado, alguma coisa dói, você fica 5 minutos sentado, começa a dar um desconforto nas costas e aí a sua atenção, em vez de est na respiração, tá no processo de de conexão, começa. Então eu percebi que um corpo mais pronto, né, e os sentimentos mais organizados, eh, melhora até a nossa conexão espiritual mesmo assim de sentar, olha, eu só tenho 15 minutos para fazer uma meditação. E você fazer com que aqueles 15
minutos sejam suficiente. Uhum. E às vezes, quando um monte de informação tá chocando, você não consegue. São distrações, né? É. Aí você acaba jogando uma hora fora no celular. Sim. Uhum. porque é uma forma de se enganar também um pouquinho, né? Sim. Então, acho que eu tô vivendo uma parte muito especial da minha saúde energética mesmo. Uhum. De ter melhorado bem assim, tanto a saúde física como a saúde energética, eu tô bem feliz assim, né? É um processo longo. Eu comecei esse processo aí esse ano também. Vamos ver, vamos dar. É, é, não pode desistir,
né? Porque os a gente cria hábitos não saudáveis durante uma vida inteira e depois tem que parar e agora que eu vou segar, remodelar, reordenar. E eu tô numa fase também que assim eu tenho dois filhos, então eu tenho um de 10 anos que vocês conheceram, né, o Santiago e tenho o bem que tem 7 meses. E aí quando quando o segundo filho veio, eu falei: "Meu, agora eu preciso humud, quero ver meu filho crescer." Sim. Mudar história, né? Tudo bem. Gente, eh, você fica sempre fica sempre pensando, ah, não quero morrer agora, né? Às
vezes você fica até eh, a morte é uma coisa que depois de um tempo pra gente que trabalha com espiritualidade, ela não é mais um tabu, mas eu também não queria ir agora por causa de um problema de saúde, né? Tem um filho que precisa de ajuda, né? E você tem condições de mudar esse sonho, né? Tem, pô, tá novo ainda. E isso tudo tá na nossa mão, né? Exato. Isso tudo tá na nossa mão. É um pouquinho ali na academia, é um pouquinho na hora de olhar paraa comida, é um pouquinho na hora de
de fazer o exercício mental, né? É, é de pouquinho que a gente sobrevive, né? E é de excesso que a gente acaba interessante de pouquinho que a gente sobrevive no sentido de constância, né? É isso que eu entendo que você tá querendo dizer, né? Um pouquinho de fazer exatamente, né? A gente fala muito, né? pequenas ações, grandes resultados. Então, fazendo, eu tenho dificuldade com a academia, eu não sou a pessoa que consegue ficar duas horas na academia, só que eu faço religiosamente aquela uma horinha, velinha, fiz tudo que eu tinha para fazer, tá ótimo. Aí
agora tenho tomado mais vontade porque você vai vendo que os efeitos são são bons, né? Pô, tô me sentindo bem, não tem mais dor nas costas, não dói mais o joelho, então até disposição muda, né? Não, com certeza. E é o que você falou, até a conexão com a espiritualidade muda. Muda todos os aspectos. Muda, com certeza. Porque um corpo preparado, né, cara, até para você concentrar, sentar, fazer uma leitura, eh, embarcar dentro de um tema. A gente que trabalha com espiritualidade, a gente tá sempre estudando alguma coisa, né? O espiritualista, ele nunca tá não
estudando nada. Ele tá lendo o livro, ele tá eh meditando, tá fazendo algum trabalho, né? Não para, né? Sensacional. Mais você estuda, mais a conexão aumenta, né? Exato. Mais expande, né? Sensacional. Quanta saúde. E falando sobre saúde, deixa o recado aqui da Lev saúde. Na Levem Saúde, você encontra um novo padrão de cuidado com a sua saúde. Aqui você realiza os principais exames com rapidez, segurança e precisão, com atendimento humanizado e agendamento muito fácil. Envie agora um WhatsApp 11964074420. Mais saúde para você no seu dia a dia. E João, né, você como artista, quando que
houve essa conexão? Não é porque eu eu brinco que às vezes eu leio Mes, né? Então, como que houve essa conexão? Espiritualidade, mediunidade, canalização de músicas, né, com essa questão, quando que a arte se conectou ou ao contrário, como é que foi tudo isso? É, desde criança a minha mãe e meu pai eram médiuns, né? Então a minha mãe me levava pro terreiro, né, porque era pequenininho, tal, né? E eu sempre tava ali no meio. E eu acho que a musicalidade do terreiro, ela sempre teve presente comigo, até mesmo porque meu pai era Ogan e
tocava e depois de um tempo eu comecei a tocar com meu pai. Então, as minhas primeiras lembranças assim da infância já é tocando, já é dentro, né, ali de do ritual da Umbanda. E eu fiquei muitos anos na Umbanda. E a minha maior referência de de arte, de música, assim, é a minha mãe, cara. Minha mãe cantando. Minha mãe cantava para tudo. Lavando louça, ela tava cantando, fazendo alguma coisa em casa, cozinhando, ela tava cantando. Então, sempre tive essa inspiração de dentro de casa mesmo ter a minha mãe como referência. E minha mãe, eh, por
mais que ela estudou muito pouco assim na vida, né? Minha mãe veio do Nordeste muito cedo, com 15 anos, não teve muitas oportunidades na vida, era de um lugar muito eh difícil, né? Um estado pequeno. Ela era do Sergipe. Imagina, o Sergipe já é pequeno hoje, né? Imagina na década de 70, né? Às vezes eu vou lá, eu fico me deparando assim, mas aqui não tem prédio, aqui não tem sobrado, são casas terreas, né? A gente vê assim que é um lugar ainda que ainda é pacato, ainda mais tá mais desenvolvido, mas ainda é pacato.
Mas eu fico pensando, em 1970 era mais difícil ainda, né? Então, quando minha mãe vem para São Paulo, ela conhece o meu pai e já fica, praticamente, casou com 18 anos lá, mas a maior referência é minha mãe. E aí eu vou pro terreiro e começo a tocar com o meu pai. E aí eu passo assim a adolescência inteira tocando até um dia que eu decidi fazer a primeira comunhão e eu morava atrás da igreja católica. Mas o meu interesse era na igreja era para tocar na igreja num grupo de jovens, né? Não, porque o
padre da igreja ele era um ele era um cara muito pra frente, ele era polonês e ele sabia do impacto que a arte tinha na vida das pessoas. Então ele comprava instrumentos, ele comprava tudo. No final de semana as pessoas podiam ir lá fazer aula de música. Ele nem se importava se você ia na igreja, se você não ia. Ele nem ficava, ah, você tem que vir, você não. Ele que ele sabia, ele abia a casa mesmo para pra música. Tanto que tinha gente que era evangélico, fazia aula lá, tinha gente de espírita que fazia
aula lá, mas ele tinha aquele espaço aberto para as pessoas aprenderem. E ele era uma pessoa muito culta. Ele sabia da importância da arte, da leitura. Então ele sempre incentivou a gente. E eu fui cair na Igreja Católica. Minha mãe e meu pai não não me não me barraram nada. Falar: "Não, se você quer, vai lá, pô, aproveita". E eu fui me sentindo inserido porque eu não tinha a mínima condição de ter instrumentos musicais e na igreja tinha tudo e eu podia levar para casa, podia fazer aula. Então eu comecei a tocar por livro espontando
interesse, não foi nem pela religião. Ué, mas você tinha um foco aí, ó. Tá vendo, ó? Aí lá eu fiz muitos amigos, né? As pessoas gostavam de mim e eu tinha muita facilidade com música desde criança. E aí eu desenvolvi muito, muito, muito, muito assim de foi aprender a tocar bateria, aí da bateria aprendi a tocar baixo, aprendi tocar violão, aprendi tocar cavaquinho, aprendi tocar flauta, tudo isso dentro da igreja. Caraca. E aí eu fui estudar música e aí eu passei, eu deixei de ir pro terreiro e passei a tocar na igreja. Toquei assim com
os maiores artistas da Igreja Católica, eh, na toquei muito na Canção Nova em São Paulo, fiz muitos muitos shows, né? Dediquei muito tempo da da vida com isso. Cheguei do primeiro escalão lá da música, né? Nossa. da Igreja Católica. E aí depois de um tempo, aí eu fui pra escola de música, fui estudar música na Fundação das Artes de São Caetano. Uhum. E aí onde eu fui me profissionalizando e aí caí para tocar na noite com 14, 15 anos já tocava na noite, fazia show com artistas, né? Tá. Que show. Então a palhaçaria veio depois.
Legal. Veio depois. Mas veio por causa da música, tá? Ah, tudo tudo gira em torno da música. é gira em torno da música porque eu fui tocar, eu comecei no teatro porque eu fui tocar num espetáculo musical e aí precisava de músicos. Então eu tocava, sentava lá e tocava no espetáculo, né? E aí eu fiquei tão encantado com o teatro que o teatro é uma coisa é mágico, né? É mágico. A gente fala do bichinho, né? Você foi clicado pelo bichinho do teatro. É, então eu fui fazer um espetáculo, fiz muita amizade que o elenco
era grande e o diretor um dia falou para mim: "Cara, você é um cara engraçado, você é corajoso, você faz umas piadas que ninguém tem coragem de fazer, você não tparia fazer uma peça de teatro?" Falei: "Ah, nossa, era só o que eu você queria, né?" Eu falei: "Não, eu tenho coragem, eu faço, né? Se você me instruir, ele não, fica tranquilo." E aí comecei fazendo um espetáculo que eu fazia e coisas muito pontuais. Eu entrava lá para fazer uma piadinha, um negocinho e eu e eu tinha o trunfo da música. Hum. Antigamente os atores
eles tinham que saber tocar, eles tinham que saber dançar, eles tinham que saber minimamente uma coreografia. Então o ator nunca era só um ator. Hum. Um ator ele tinha ferramentas. Hoje tá um pouco mais diluído. Os atores são tão atuando, a não ser a galera do musical que dedica mais à música e a dança, mas o ator comum de teatro, ele estudava muito mais do que os atores hoje. E aí eu tinha o trunfo o quê? Da música. Então o diretor me botava numa cena tocando. Tava rolando aquela cena lá que nem eu, fazia o
Romeu, Julieta, tinha a cena do balcão, então eu ficava tocando a flauta embaixo e aquela coisa bonita, né? Ah, aproveitava você com o instrumento. Então, sempre me aproveitava ali, né, com com a parte musical. E aí eu falava um textinho pequeno e aí comecei no teatro. Que legal. Aí um outro diretor já me assistiu numa peça aí, me convidou para fazer já um espetáculo já maior, profissional. E eu vaí ser ensai de um entre outro, né? Já são 32 espetáculos. É. E a espiritualidade no senso de mediunidade também chegou quando? Na verdade, desde a Umbanda
eu já tinha a muito claro a espiritualidade junto com a musicalidade, tá? E quando eu vou paraa Igreja Católica, eh, eu achei que eu ia abafar isso. Uhum. Eu achei que eu ia, não é que você muda de opinião, né? Também tem essa, né? Você tá cercado. A religião é igual o Marlus fala, né? A religião é é o aquário, né? E a espiritualidade é você tá nadando no oceano, né? Só que quando você nada no oceano, vem peixe, vem tubarão, vem um peixe maior que você querer te comer. E é isso, a espiritualidade é
isso. É como você dribla tudo isso e continua nadando. Uhum. Como você dribla os os peixes grandes, né? As feras do mar, a onda que às vezes te leva, que às vezes te joga. E e continua a espiritualidade é isso, é nadar no mar, não é nadar fechado. E quando eu fui pra igreja católica e eu me fechei e eu achei o quê? Ah, agora não sou mais médium, não vou mais. E foi muito ao contrário, né? Eu percebi o quanto a Igreja Católica é cheia de médium. Hum. De tudo quanto é classe de médico,
desde curadores, desde passistas, né? Você vai lá, você toma o passe igualzinho, o cara impõe as mãos sobre você, bem parecido como reik, bem parecido como o passe espírita. Na igreja católica também tem isso, só que neles eles estão pedindo para eles a concepção assim: "Eu estou pedindo para Deus te enviar alguma coisa". Eles não entendem que a própria energia deles está circulando. Eles mesmos estão em Eles mesmos estão emitindo. Isso é uma ferramenta na mão de Deus, né? Porque quando você se põe em aberto, Deus vai lá e usa você. E aí eu comecei
a eh praticar na renovação carismática católica e perceber que é lotado de fenômenos. Lotado de fenômenos, lotado de médiuns, lotado de de pessoas que falam que é o Espírito Santo, mas não entende que é elas, né? Uhum. Uhum. Através delas. Através delas, sim. E através do Sim, né? Através da disponibilidade de ajudar as pessoas, né? De de orar. E o que elas são movimentos, né? Essa a questão. Com certeza. E aí os fenômenos que eu tinha desde criança era o quê? Eu escuto a uma a música e aquilo fica na minha cabeça até eu dar
vida para aquilo. E eu trouxe isso da Umbanda pra Igreja Católica. E durante muitas eventos, muitas coisas, as coisas ficavam na minha cabeça. Ficavam na minha cabeça, ficavam na minha cabeça, ficavam na minha cabeça. E era a mediunidade que eu nunca conseguia abafar. Nunca consegui. Nunca consegui. Aí um pouco antes da pandemia eu fiquei muito nervoso com essa coisa de de política, das pessoas brigando, eh, parente que não se fala, tal. Aí eu fui me afastando de um pouco de tudo e decidi, meu, reassumir a minha mediunidade. Que legal. Porque na igreja eu sempre deixei
isso trancadinho. É porque é difícil você falar, como é que eu vou chegar lá na igreja? Eu vou falar pra pessoa, sabe? Quando eu durmo, então quando a gente dorme, às vezes eu saio do corpo e vou faz, mas é um papo que às vezes dentro da igreja a pessoa nem entende o que você tá falando, né? E eu tinha desde de 14, 15 anos saídas do corpo, diversas saídas do corpo. E eu nem sabia o que era isso. Na época, minha mãe e meu pai, eles não tinham instrução para, mesmo sendo da Umbanda, eles
não tinha tanta instrução, porque talvez isso é mais ligado ao espiritismo, eh, a uma já uma espiritualidade mais livre, né, de entender as saídas do corpo, de como a gente continua trabalhando, né, quando o corpo descansa. E eu fui redescobrir isso muito mais tarde e ter consciência. O que que te levou a acessar esse movimento novamente? Cara, acho que foi depois que minha mãe faleceu, tá? Depois que minha mãe faleceu, caiu uma ficha de falar assim: "Meu, não, não podia ter renegado a minha ancestralidade, né? Eu, eu poderia ser mais livre". E aí eu passei
uns 20 anos sem ir no terreiro. Aí um dia eu falei assim: "Bicho, eu vou no terreiro." Hum. Vou no terreiro. E o problema da religião comigo é que eu sempre tive em evidência. Eu sempre tive lá na frente cantando. Então, no meu bairro todo mundo me conhece. Desde que eu tenho 12 anos, eu tô lá na frente lá. Eu sou o Joãozinho. Se eu andar lá na Vila São José, todo mundo, ó o Joãozinho, Joãozinho, Joãozinho, que eles me conhecem desde de pequeno mesmo. Um beijo para todos. Um beijo para todos. Eu continuo sendo
Joãozinho. E aí o que que aconteceu? Falei: "Pô, eu vou ir". Aí a minha produtora, ela falou assim: "Ah, ela é médium também, né, da de Umbanda". Ela eu participo de um terreiro que é ali na água água branca. Ah, você não quer ir um dia? Na semana que eu tava pensando naquilo. Olha isso. Vou chamar aí. Eu falei: "Cara, eu vou porque lá não conheço ninguém, ninguém vai ficar me perguntando nada, ninguém vai É, eu e até hoje eu vou. Até hoje eu vou. Ninguém sabe de nada de mim lá. Você não é o
Joãozinho do bairro. Eu subo lá, ponho meu nome na na lista, fico lá sentadinho. Normal, ninguém me Sim, porque tanto na Igreja Católica como no terreiro, a o meu bairro ele é uma loucura. Hum. Porque ele tinha três terreiros, eh, duas igrejas católicas e uns três, eh, igrejas evangélicas com tudo na mesma rua. Tudo na mesma rua. Então assim, todo mundo conhecia todo mundo, todo mundo conhecia todo mundo e era legal quando ia, quando eu tocava no terreiro com meu pai, todo mundo se respeitando assim. Legal isso. Quando eu tocava no terreiro com meu pai,
eu via todas as senhoras que era na missa, né? Que aí antigamente tinha um pouco disso, né? Você é o macumbeiro, não, você é o crente, você é o católico. E aí quando eu comecei a tocar na missa, eu só ficava olhando, né? Todo mundo que era no terreiro, eu conhecia aqui. E e elas me viam lá na frente, fazziam assim: "Ixe". que era não podia, né? É, era meio velado assim, né? Quase que um underground da da religião. Aí eu ficava nessa. Aí passou, tive essa vontade, recebi o convite, fui lá, cara. A entidade
falou: "Que que você veio buscar aqui?" Falei: "Olha só, vim buscar um tomar um passe, né? Não tenho nenhum pedido especial". Aí a pessoa que tava me atendendo falou assim: "Ó, sua mãe e sua avó estão muito feliz porque você tá aqui. Olha, porque você olhou pra sua ancestralidade". Aí o cara, a a entidade falou comigo assim: "Você não precisa estar aqui. Você tem uma conexão com Deus que se você tiver na rua, em qualquer lugar, e se pensar, se conectar com Deus, Deus vai se conectar com você, porque Deus te conhece." Você não precisa
estar na igreja católica, na igreja evangélica. Você pode estar onde você quiser. E não tenha vergonha de toda vez que você sentir saudade da sua mãe, vem aqui. O cara nunca tinha me visto na vida. Nossa, de arrepiar, né? Nunca tinha me visto na vida. Quando eu cheguei em casa, contei pra minha esposa, ela falou: "Não acredito. Minha esposa é super cética, né?" Então, quando acontece uma coisa assim, ela fica impactada, né? E aí eu cheguei, fui e aí depois disso eu falei: "Cara, eu quero ser livre, quero quero poder exercer, né, a minha mediunidade
onde eu tiver, da forma que tiver que ser. E como é que foi o movimento da canalização das músicas? Eu eu fui fazer aquele curso do Marluz, do mmm, tá? Eu, ah, o Marluz é um dos grandes responsáveis pela transformação da minha vida, até por uma ignorância minha. É, e um grande beijo aqui pro Marl que já participou aqui com a gente. Am, com certeza. O Marl é um cara que faz muita diferença, né? Onde ele tá é um literal mar de luz hoje ele passa. É mar de luz. E eu caí de bobeira um
dia no Paranormal por causa de um vídeo do Jorge Vercilo. Eu vi um corte, o Jorge Vercilo tocando uma música legal no violão e eu sempre entendi que o Jorge Vercilo colocava nas músicas dele coisa do esoterismo, coisas, ele sempre fala da lua, do sol, dos astros, ele sempre tá colocando aquela coisa infiltrada na poesia da luz. E eu sempre gostei, mas eu nunca entendia direito que ele falava. Aí eu peguei, caí num corte, falei, vou assistir o programa inteiro. Assisti, achei maravilhoso o paranormal. Em seguida, na outra semana, foi o Marl, cara. E o
Marl falava com tanto amor do Chico Xavier. Eu já gostei. Eles eram grandes amigos. Eu já gostei da forma que o Marl conduz a coisa, né? Marl é aquele tiozão senta aqui, você ouve ele. Ele é bom de prosa, ele nossa adora falar. Aí vi o Mauriz falando do Chico Xavier e eu parei pra prensa, falei: "Pão, por que que eu não sei nada do Chico Xavier? Pô, eu sou um artista. É uma obrigação eu saber quem foi o Chico Xavier, não pela arte, mas porque é um brasileiro que contribuiu tanto. E aí eu eu
percebi que era por causa da religião, porque tem essa essas richas de religião, cara. Aí fui conhecer o Chico Xavier. Depois que você conhece o Chico Xavier, não tem como você ser a mesma pessoa, porque o Chico Xavier é esse mar, o mar da espiritualidade que você quer nadar e é um mar de amor. Uhum. Né? Você quer tentar ficar achando alguma coisa para não dar crédito para aquilo, mas você fala: "Cara, não tem como". E aí eu fui me apaixonando por por ser livre, por ser livre, cair no curso do do Marl, do Marluz,
do mmm. Cara, aquilo foi fantástico para mim. Foi fantástico. Fantástico. Que foi onde eu conheci a Cíntia. E o curso ele é muito bom porque é uma mentoria que você tem muito próxima com pessoas que fazem um trabalho muito sério. E eu conheci a Cíntnia lá no curso, cara. Achei muito legal, né? Você começa a estudar a pessoa ver, né? Cara, fiquei apaixonado por aquilo. Aí você tem contato com, pô, Chrisberg, hum, com Marl. com a Suzi Mariá, com a Cíntia, o Alê, são pessoas que conseguem agregar valor, né? E aí de repente meu fenômeno
mediânico, ele voltou assim de uma forma avaçaladora, porque assim, eu tava disposto, tava querendo voltar e tava no ambiente certo, né? Com certeza, com pessoas assim que não tem nem palavras para dizer, de muita luz. A gente deixa um grande beijo aqui para todos. todos. E aí lá eu fazia, eles dão aulas temáticas e às vezes a a temática da aula me pegava e aí a música vinha, tipo, eu consegui escrever a música 5 minutos. Sim. E a gente pode ouvir. Ah, bora. Essa foi a primeira que você canalizou. Pode ser, pode ser uma das
o que você sente no seu coração. Ó, vou vou contar a história. Eu tava fazendo a aula e a Suzi olhou para mim e falou assim: "João, eu tô vendo Miguel com você e Miguel sempre teve comigo". Por quê? Miguel é muito forte dentro da Igreja Católica e a gente aprende desde cedo a a saber quem é Miguel e a importância dele que ele tem dentro do sistema religioso, principalmente católico. Então Miguel foi uma coisa que eu não quis, nem Miguel, nem Maria eu não quis deixarum, né? Eu quis trazer para mim. E aí a
Suzi viu, parou a aula assim do nada, João, ela cortou assim, eu tô vendo o Miguel com você. Aí na hora, né, dá aquele gelo, né, aí você fala: "Que bom! Ela falou: "Que bom, né?" Aí foi engraçado, na outra semana, a depois de um tempo que ela dessa aula, a Cíntia me mandou uma mensagem, né? Queria te fazer um convite. Uhum. E a Cíntia nem sabia disso aí da da Suzi, né? Eu queria te fazer um convite, eu tenho um grupo, tal. Aí você inclusive, né? Vamos mandar o um beijo para todos os nossos
amigos. Beijo pra C, amigos irmãos do Clará, não é? E aí eu até contei isso pra C faz pouco tempo, ela não sabia disso. É. E aí ela, a Cintia pode me chamar, né? A gente sabe que o chamado do Clar, né? Uhum. que é o nosso nosso o capitão, é o capitão do time, o patrão do time. Aí eu eu fiz a música, foi rápido, tá? Sensacional. Bora, bora, bora não só ouvir, bora sentir sentir. É, e eu quis manter na música São Miguel, porque eu não, eu aprendi que era o São Miguel e
eu trouxe o São Miguel, né, em vez do Arcanjo Miguel, eu trouxe o São Miguel. que foi o meu São Miguel lá dos 15 anos que eu conheci de idade. Sombra da noite eu clamei e teu escudo me iluminou. Tua espada cortou o temor. Com tua força, o mal se calou. Nos campos da alma, tu vais lutando ao lado dos céus. Com asas de fogo em fé nos conduzes aos céus de Deus. São Miguel, o guerreiro de luz, nos protege com seu amor. Vem com tua espada de paz e afasta de nós toda a dor.
São Miguel, o guerreiro de luz, nos protege com seu amor. Vem com tua espada de paz e afasta de nós toda a dor. Viajei muito mal. Bom, lindíssimo. É o chefe. É o chefe. A música do chefe. Música do chefe. Como o perso brinca, né? A não, a chefe. A chefa chefa Ctnia Camerin. Um grande beijo, Cíntia. Não é? E o chefe, né? A Cíntia. Acho muito legal porque na época eu fiz eh na primeira aula que eu tive com a Cíntia, eu tinha feito uma cirurgia e eu tava no hospital. Aí ia começar o
curso e ela ia dar aula. Falei: "Meu, eu tô aqui, ah, vou abrir o celular aqui e vou assistir a aula. Não tem o que fazer. Eu só ia ter aula no outro dia, né?" E aí no final da aula ela, oi, você tá no hospital? Tô, tô aqui, fiz cirurgia. Ah, eu posso mandar uma energia para você? Aí ela pegou o bastão lá de Atlântida, né? Uhum. E mandou lá uma luz na hora. Falei: "Caramba, que legal, né? Uma pessoa gente boa, né? Ela é bem assim. Você vira fã, né? A Cíntia é demais.
Um ser de pura luz e amor, não é? Cíntia. Ela veio há pouco tempo aqui. É, faz umas duas semanas. Sim, sim. Assisti. Sensacional. Sensa. E lindíssima música. Então, essa foi a primeira música cana do dessa leva. Foi. Tá. E como que você se sentiu após, quando você tocou pela primeira vez, sentiu ali, percebeu eh o momento de iluminação quando você começa a trazer alguma coisa, ele eu percebo que quando é nessa questão de arcanjos, arcangelinas, é um processo, você sente um processo físico. Uhum. E aí com o Miguel eu sinto quando eu sei que
é ele, são duas coisas que eu sinto. Primeiro, eu sinto o corpo ficar muito gelado. E às vezes quando eu tô fazendo eh trabalhos fora do corpo, dormindo, eh eu sinto como fosse, sabe quando você tá com olho fechado e você olha pro sol e fica aquela coisa vermelha? Toda vez que eu chamo ele, eu sinto aqui, eu sinto aquilo. Então eu sei que é um é um código que eu tenho que eu sei, né? E aí vai, né? A música vai vai te te pegando, né? Aí eu eu fico pensando aqui na na quando
você tocou a primeira vez que você foi sentindo ali a música, deve ter sido indescritível e também um super combustível que você, tipo, teve sede de trazer mais músicas. Sim, sim. Aí eu fiz o canal no YouTube, falei: "Ai, vou aproveitar para não perder a as músicas e eu vou colocando para compartilhar com as pessoas, né?" E aí fui colocando lá no canal Ressonância Sagrada. Aí tem a música gravada bonitinha, né? Com banda, com guitarras e opa, eu vou vou lá. Maravilhosa. Só no violão, imagina com banda. É. Aí a gente produzi bonitinho, chamei um
guitarrista, um amigo meu, o Léo, que é um exímio guitarrista. E aí no meio da música tem a oração também da da conexão com o raio de Miguel. É, é legal, incrível. Aí fui colocando lá tudo que eu daqui a pouco o João vai deixar certinho tudo como você pode entrar em contato com o João. Mas a gente já deixa aqui que esse episódio está em collab com o canal do João também, não só para você se inscrever no nosso canal, mas também no do João, compartilhar esse episódio para que mais pessoas possam conhecer esse
trabalho sensacional. E como foi a segunda música? Ah, a segunda música foi foi de uma aula do Marlusca. É, ele ele traz muito, o Marluz, ele canaliza muito mantra, né? Uhum. E aí eu peguei duas dois mantras, juntei em um só para incentivar as pessoas a meditar, porque meditar é muito difícil. Quem tem a cabeça muito agitada, no começo não consegue vencer a agitação e aí não consegue meditar. Só que a arte ela é o quê? A arte é a ferramenta que transforma. Então a gente pode adaptar para que as pessoas conseguem. Então eu criei
a música, uma melodia em cima da dos mantras dele para ajudar as pessoas a meditarem. Eu acredito que a música é a grande unanimidade da arte, porque tem gente que não gosta de filme, tem gente que não gosta de novela, tem gente que não gosta de ler livro, mas de música todo mundo gosta. Não importa o estilo, mas sempre a música tá sim. Alguma coisa te agrada e te conecta eh rapidamente. Tanto que a música ela eu vejo como é a gente fala no teatro a faca de dois legumes, né? Porque ou ela te arrebata
ou ela te afunda. Por a indústria, qual que é a maior indústria hoje da arte? É a indústria da música, né? Então, existe um investimento na coisa de péssima qualidade, existe um investimento na coisa de alta qualidade, mas muitas vezes a coisa de alta qualidade não chega nas pessoas. Você tem que garimpar um pouco, sair um pouco do que é comercial, porque tudo tá ligado a uma marca, a um costume, né? A um a um jeito, uma gente. Ao comercial, né? Ao comercial. E muitas vezes essa música ela não vai te proporcionar algo a mais.
Hum. Tem muita coisa subliminar nas músicas também, né? Agendas, enfim. É. É. E aí a música é grande unanimidade. Então eu acredito que a música é um um fio condutor para ajudar as pessoas meditarem, né? Aqui na nossa tradição, ela é um pouco menos do que na Índia, no ocidente, no Oriente, né? Porque a música ela tá dentro das meditações, então você consegue entrar. Então eu fiz algo, né, que com que as pessoas conseguissem iniciar a meditação, mesmo com a com uma co barulho mental da aquela silenciada, né? Porque quando você canta, você entra na
frequência da música por ter por um mantra ter só duas frases, então é fácil da pessoa conectar naquelas frases, de repente a mente silencia. Uhum. Que incrível. Bora legal. Vamos lá. Eu sou a centelha viva da criação. Eu sou o amor. Eu sou a centelha viva da criação. Eu sou o amor. Eu manifesto com amor, clareza e luz eu manifesto com amor, clareza e luz. Eu sou a centelha viva da criação. Eu sou o amor. Eu sou a centelha viva da criação. Sou amor. Eu manifesto com amor. Clareza e luz eu manifesto com amor, clareza
e luz. Muito bom. E já pegando o gancho do Eu Sou. Ó lá, ó. Quem que tá ali, ó? Raão, um presente para você. Exato. Para você se lembrar sempre dessa essência divina que você é nesse transbordo aqui no saúde energética. E que música incrível essa mantra. Nossa, eu agora que viajou fui eu. Você viajou? Eu falei fui eu. Eu viajei nessa. Legal tem a energia do Marluz, né? Olha linda. Eu toda vez que eu canto eu eu sinto muito assim a que veio dele, né? Só pode. Que coisa maravilhosa. Nossa. E tem no seu
canal também. que a gente tá num estúdio masaginei num ambiente mais propício para meditação. Não que é necessário, né? Mas fiquei imaginando todos esses aspectos. Fiu, realmente é um facilitador para pra meditação. É. E a arte é o que eu costumo falar, a arte é a ferramenta certa no lugar certo. Uhum. A arte é você acertar, sabe? É, não dá para você apertar a chave de fenda com a chave Philips. Sim. A arte é a chave certa, né? É a chave certa, sabe? E a gente poôde experimentar isso durante o o período da pandemia, né?
Sim. Quem não dava tanta eh importância à arte, viu que a arte pode realmente salvar a vida de muita gente, né? E a gente tem que trazer isso, né? Toda religião, ela é movida por música. Não tenha nenhuma religião que não que não sacou que a música é extremamente importante. A missa é 70% de música, o culto evangélico é também 80% de música. O ritual da Umbanda, sem música, não tenho corporação. Sim. E você comentou, né? A música entra no universo da pessoa. E aí eu te deixo uma pergunta. Qual foi a música que mais
mexeu com você, que você mais sentiu essa conexão divina? O, enfim, qual foi a música? Deixa aqui nos comentários, não é? Pode deixar nos comentários pra gente também colocar, inclusive tem no Spotify uma playlist das 10 músicas eh eh pela ciência, alguma coisa assim que traz felicidade, né? Eu tava ouvindo por esses dias. Então, vamos vamos fazer uma playlist aqui, não é? Então, coloca nos comentários a sua música. música que mais te deixa assim conectado, mais flui, que você mais gosta. Todo mundo tem a sua trilha sonora, né? Momento da vida. Quando você tá apaixonado,
você ouve música. Quando você tá triste, você ouve música. Você tá querendo relaxar, você usa a música, né? É, eu sou da música. Então, e eu nunca tive essa conexão muito forte com música. E aí, por exemplo, pra academia, ultimamente eu tenho usado fone de ouvido com música e dá um, pelo menos, né, na minha percepção, dá um resultado diferente. Então é o que você tá falando, a música tá entendendo a nossas células, né? É, inclusive é científico, né? É frequência, né? É, esquecemos de falar no começo, mas a gente já deixa aqui. Eu e
o João e o Pérso, vamos presentear você, tá? Não é com um uma meditação guiada de saúde energética. Então, no nosso canal, tanto aqui no Saúde Energética quanto no canal do João, como é o canal Ronância Sagrada que tá aqui, tá? você vai encontrar, a gente vai deixar aqui também o link, esse presente para você, para você poder fazer, né, esse movimento, para ter essa esse facilitador, né, pra sua meditação com foco pra saúde energética, né, que vai te trazer mais saúde física, mental, emocional e espiritual dentro das suas possibilidades, dentro da sua realidade, dentro
desse movimento meditativo, não é? Com certeza. Muito e a meditação se faz muito necessária, né? Hum. As pessoas andam muito doentes, muito deprimidas, né? A meditação é poder acalmar um pouco o barulho da nossa cabeça, que às vezes é desacelerar um pouco, né? E assim, 80% do que a gente pensa às vezes não é nada. Às vezes não, né? Mais de 80% é um barulho mental que não vai dar em nada. É só para te gerar essa essa, eu falo essa esse vício emocional, tá? Somos viciados emocionalmente. Com certeza. É. É, e esse movimento muitas
vezes, né, eu digo por mim, relutei muito com a meditação, ah, não vou perder 5 minutos, 10 minutos, uma hora da minha vida. Exatamente. Não, mas é o contrário. Exatamente. Eu dou o exemplo da árvore, né? Tadinha da árvore, mas a meditação é como se você tivesse lapidando, né? Afiando o machado para cortar a árvore. Então você vai cortar a árvore ali, você vai passar uma hora lapidando para 15 minutos cortar a árvore. Se o machado não tá lapidado, né, afiado, você vai ficar ali horas e horas tentando cortar a árvore e só vai machucar
a mão no final, não é? Exatamente. Exatamente. Então, é o o João trouxe essa esse esse presente aqui para nós em parceria aqui com o podcast Saúde Energética para você vivenciar esse movimento, não é, João? Então, depois quando terminar você vai lá encontrar, tá aqui na descrição o link que a gente vai deixar, não é, João? Exato. E que que movimento incrível. E você recebendo esse presente, né? Como seria também você presentear outras pessoas com essa meditação, com esse episódio, com essas músicas que o João tá trazendo aqui, músicas sensacionais. Vocês já perceberam, né, o
quanto que a música ressoa na sua vida. Então, pode compartilhar esse episódio, não é? Pode compartilhar nos grupos do Zap. Grupo do importante é compartilhar. É isso. Grupo do trabalho, grupo da família. É. E como que foi a terceira música? que eu i falar antes da terceira música, antes de você falar como é que foi a terceira música, eu já deixo aqui o convite também da comunidade neuro quântico, né, essa plataforma que vai além de cursos, né, são práticas, vivências e experiências para você viver isso na sua realidade, não é? Então, vamos dar um basta
aí em teorias e colocar práticas na sua vida. Afinal, bora praticar, né? A gente fala muito isso. A vida é movimento. Escuta o que os nossos alunos têm para falar sobre a comunidade neuroquântica. Hoje posso dizer que o meu nível de autoconhecimento comigo, principalmente é algo assim absurdo, né? E o quanto eu saí do meu papel de vítima, porque eu fui muito tempo vítima, né, gente? Pois é, mas a comunidade me ajudou e a comunidade te dá o caminho das pedras na prática. Isso para mim fez toda a diferença de você receber mastigadinho. Não, você
vai fazer, ó, o triplo positivo é assim, assim, assim. Entre na comunidade e e consiga o resultado. Consiga o resultado fazendo o básico e e o simples. Dentro da comunidade, né? Você tem todas essas práticas aí para vivenciar esse movimento de autoconhecimento, que eu falo que não é conhecer quem você acha que você é. Aconhecimento é autoconsciência. é você viver nesse movimento de autopercepção, autoobservação. E às vezes, como eu leio Mentos, tá? Ah, que que negócio é isso? É super fácil, prático e dinâmico. Dentro da comunidade você vive isso. E ó, o pers tá deixando
o cupom saúde energética com 10%. E aqui nesse QR code você já tem uma aula para você vivenciar, saber como que é isso na sua vida. E para você se aprofundar ainda mais, OK? Amei, gostei da neuroquântica aplicada na minha vida. Quero me tornar um profissional, atuar em empresas com a eh, né, alinhada aí com a NR1, enfim, diversos movimentos, me tornar um terapeuta, enfim, você tem a formação em neuroquântica, que é reconhecida pelo MEC, sim, nosso método. A PNQ é reconhecida pelo MEC, pelo Ministério da Educação e no final você recebe seu certificado da
Extensão Universitária em parceria com a faculdade Focus e transborda isso pro mundo. Seja bem-vindo e se acostume com as coisas boas acontecendo na sua vida. Que acontece, né? A gente entra pro movimento da espiritualidade. Perceba aqui, ó, história viva que o J tá falando. Coisa boa começ toda hora. Exatamente. A gente não dá tanta importância, né? Por isso que tem que estar com a saúde boa. Você você tá olhando com a dor nas costas, Deus tá querendo falar com você, você minhas costas e tal, mas distrações. É. Bora lá. Terceira música. Ó, vamos aproveitar que
a gente tá no mês de fevereiro ainda, pá. E aí a gente canta uma música de manjar. Pode ser de azul aqui. Eu fiz essa música, eu fui deixar meu filho na escola e aí tava ouvindo uma música no rádio e o cara cantava um pedacinho lá, ia manjar na música e eu voltei com aquilo na minha cabeça, ia manjar, ia manjar, ia manjar, ia manjar. Fui tomar café, ia manjar na cabeça. E você falou que você fica, enquanto você não sai a música, você fica lá, né? Fica. É igual a OPG lá no, lembra
do do Ghost? Ah, sim. Que fica em cima, né? O espírito fica falando lá, você tem que falar com ele. Fala para ela isso, fala não sei o quê. Eu fico assim também, cara. Fica nesse negócio. Aí cheguei em casa, fui tomar café, ia manjar na cabeça, fui ia manjar, ia manjar, lavei a louça, ia manjar. Falei: "Não, eu preciso pegar uma uma folha". Aí peguei a folha, cara, foi assim, tum, fluiu de uma vez só. De uma vez só. Parecia que eu tava escrevendo uma carta para alguém. Hum. E aí quando eu termino de
escrever eu já toco, porque a música ela já tá na minha cabeça no processo que eu tô escrevendo. Não tem aquela coisa de eu ficar experimentando a nota, não sei o quê, já fica, ela já sai quase que inteira. Olha que incrível isso. É processo criativo. Aí eu escuto já a melodia e aí fica na sua cabeça. Você só externaliza, materializa, deixa na vibração literal. E aí as primeiras vezes que isso foi acontecendo é muito difícil de entender porque é muito rápido. Não é uma coisa que você que nem eu componho para outras coisas, componho
para peça de teatro. Às vezes eu fico dias lá para fazer uma música porque você não tem tanta inspiração, você lê um livro, faz um negócio tal, pesquisa e você começa, acha que tá ruim, você volta. Mas com quando você tem a iluminação de uma inspiração, é muito claro, fl, ela sai simplesmente vai muito legal. Aí vai assim, né? Bora ouvir. Aproveitar que o mês de de fevereiro, né? Ainda. Vamos lá. O doiá. Minha mãe é manjar. O doiá, rainha do mar. O doiá. Minha mãe é manjar. O doiá. O doi minha mãe manja. Doia,
rainha do mar, ô doia, minha mãe é manjar doia. Rosas brancas para te saudar. Sob o mar meu barquinho vai navegar. Céu e marcinho nem para te celebrar. Conchas contam segredos pra lua escutar. Odoar minha mãe manjar doiarinha do mar odoiar minha mãe manjar doiá doiá minha mãe manjar doia rainha do mar doia minha mãe é manjar doia seu manto azul vem me proteger nas ondas sua voz me dizer que a mar é leve e traz o que é meu no balanço do mar sou filho seus ondas que cantam vento soprar o meu coração se
deixa levar no abraço do mar me encontro na luz e a bênção de Ema já me conduz. Ondas que cantam, vento a soprar o meu coração. Se deixa levar no abraço do mar, me encontro na luz e a bênção de irmã já me conduz. Odoar minha mãe manjar. Oiar rainha do mar. O doiá minha mãe manjar. O doiar. O doiá. Minha mãe é manjar. O doiá. Rainha do mar. Doiá. Minha mãe é manjar. O doia. Que show hein? Uau! Muito bom. Lindíssimo. E você falou, né, manto azul, né, tem, né, uma até uma prática, um
exercício quem quiser fazer, né, de você antes de sair de casa ou dependendo do lugar que você for, enfim, independente onde você estiver, se lembrou ali, você pode se envolver de um manto azul. E olha isso aqui, ó, só de falar, todo arrepiado, validado. É pela validade. Ol, olha. Eh, e o manto azul, né, você dentro do que você acredita, né, você pode trazer manjar, você pode trazer Nossa Senhora, não é, Miguel, né? Então, diversos movimentos. Exatamente. Exatamente. Antes de sair de casa, em qualquer momento, lembrou? Se envolva no manto azul e se sinta protegido,
que você é uma pessoa abençoada. Queir ou não, né? Você é abençoado. Exatamente. Que música linda. Que música. Que legal. Eh, esse mês foi gravada por uma cantora, Fernanda de Paula. Fresquinha a música aí na nas plataformas, chama Abraço do Mar. Você procurar no YouTube e vai achar na voz dela lá e vai achar no meu canal também com a minha voz. Que legal. E aí sai o trabalho dela que ela tá gravou um várias músicas que vão sair durante esse ano e é uma das músicas foi essa, tá lá bonito. Ela uma excelente cantora,
das melhores que tem no no Brasil, assim, fiquei muito honrado dela ter gravado música, né? E uma voz feminina fica mais bonita ainda. Que lind, ó. Já quero ouvir com certeza. E João, como que pode entrar no seu canal, entrar em contato com você? às vezes querem mandar uma mensagem para você. Sim. No Instagram, João Rocha Ressonância Sagrada e no YouTube Ressonância Sagrada. Lá estão todas as canalizações musicais, exercícios, sons para meditar, algumas músicas com letra. Eu vou fazer agora, tô trabalhando agora numa, eu quero canalizar todas as arcangelinas, tá? Então lá no, no meu
canal já tem uma que é a Harmonia. Mas eu quero, eu tô canalizando, buscando a energia de todas. Eu quero ter uma playlist só com as arcangelinas, porque elas são sempre deixadas um pouco de lado. Não sei se por causa da do arquétipo feminino, de não dar tanto valor pro feminino, né? Mas eu sinto assim uma me senti muito inspirado. Eu já tô produzindo, né, o material que eu acho que elas são tem tanta importância quanto os arcanjos com a figura masculina, mas são pouco divulgados. Uhum. Então vai ter lá a claridade, já tá quase
pronta, vai trazer a fé, vamos trazer todas que eu conseguir me conectar, a gente vai trazer para fazer uma playlist só de Arcangelinas. Então tem uma playlist só que show, hein? E vai ter também o a meditação que vocês vão criar, né? Sim, sim. Presente para você também. Que incrível, João. E aí tem playlist de oração, é de qualquer religião. Tem playlist com agora com os arcanjos, com as arcangelinas. Arcanjo Miguel. Já vi com santo. Você é de Miguel, né? Nossa, sensacional. João, parabéns, parabéns. E João, quero deixar aqui um presente para você da nossa
amiga irmã Karina Teixeira, que também participou aqui recentemente, é lá da bruxarina, né? Nossa hora cheirosa que o João tá recebendo, você encontra no site bruxarina.com.br. BR. Sais de banho de chuveiro, perfume, diversos produtos, tanto pro seu corpo quanto pro seu ambiente, sprays de ambiente, velas, enfim, quando você encher seu carrinho, coloque o cupom saúde energética, ó, que você tem 12% de desconto. E no Instagram, bruxarina_line, vou dar a minha dica aqui que eu souente também, né? Ah, na minha casa eu tenho o cheirinho do Ganexa, que é o de ambientes e o de Jesus
que é maravilhoso para deixar no quarto. É maravilhoso, maravilhoso. Sem contar os sabonetes, né? Não, são vários incensos, enfim, tudo trabalhado com energia também. A Carina é maravilhosa, uma pessoa muito generosa, né? Muito autoastral, né? Eu adoro. E os produtos são, né? Energizados e também com insumos naturais. E eu canalizei a energia de Maria Madalena numa frequência, né? Mandei para ela, quem sabe um dia ela volta no canal dela lá. Legal. Que legal. Faz pouco tempo que ela fez um programa, eu vi fiquei com essa coisa. Maria mandando na cabeça, na cabeça até eu sentar.
É super bonita a música. E aí no final coloca lá a oração que ela Uhum. que ela acho que é a Karina mesmo que canalizou. Canalizou. E aí ela ia subir pro canal dela. Já já aparece. Que legal, João. Olha só quem está aqui na sua frente. Esse daqui é o seu eu do futuro. Seu eu do futuro está na sua frente. O que que você gostaria de ouvir dele? É, eu queria que ele ficasse muito orgulhoso desse caminho todo que que eu fiz, né, desde criança até agora, de poder criar os meus filhos, né,
eh, de estar junto com a minha família, com a minha esposa, D. Barla, os meus filhos bem Santiago. Queria que no final ele tivesse muito orgulho de tudo que a gente tenta semear, né, paraas pessoas, pras famílias, por toda a luz que a gente precisa deixar eh tocar o coração das pessoas, né? Gostaria que se João do Futuro falasse: "Missão cumprida". Muito obrigado. Maravilha. E parabéns, porque você não está tentando, você já está fazendo. Parabéns para Estamos, né? Estamos. E ó, seu do futuro tá aí, ó. Felizão. Parabéns. Parabéns por todos esses movimentos, todo esse
essa luz, né, através das artes, da música, eh, do seu conhecimento, da sua experiência também, não é? Parabéns por todos esses movimentos, por trazer mais consciência e saúde energética pro mundo. É isso. Não é isso. Uhum. Muito bom, parabéns. Parab muito obrigado pela oportunidade de estar com vocês, nossos irmãos Claridades, não é? Bom, uma mensagem final. É um grande beijo aqui pros para todos do Clardá, que muitos já participaram, muitos vão participar. Quem tiver com medo, só quem tiver com medo, a gente vai escolher no pêndulo, não é? Vamos botar os nomes lá. É isso.
Tirar no pêndulo. Nossa. Maravilha. João. Uma mensagem final. Uma mensagem final é a mensagem que você não precisa ficar preso no aquário do peixe beta com um oceano tão grande para conhecer, eh, para redescobrir, né, que a gente nasce livre, a gente se prende sozinho e agora tem que aprender a ser livre de novo. Então é importante que você nade por esse oceano, tenha muito respeito pelas pessoas, pela fé alheia, semeie o bem, semeia a luz e aproveitar, né, o que o mundo a vida tem de de melhor. E o que você falou, né, a
gente precisa se acostumar com o que é bom, se acostumar com as coisas boas acontecendo, né? Use a sua espiritualidade aí na padaria, na farmácia, no açogue, na advocacia, em qualquer lugar. Você pode ser um ser humano eh conectado, eh mais empático com a vida, com as pessoas e essa é a minha mensagem. Sensação. Muito bom. Parabéns, João. Parabéns. Parabéns por você também se permitir acessar mais saúde energética na sua vida. Se inscreva no canal e você também pode ser membro aqui do Saúde Energética. Parabéns, um beijo no coração e até nosso próximo episódio.