Muito bom, graças a Deus. Vamos ter uma palavra de oração aí e aproveita que você tá aí, Martinha, ora por nós aí, faz essa oração aí, pedindo mesmo a direção e a e a graça de Deus. Para quem não sabe, eu e a Marta temos uma amizade assim de irmão. A gente se conhece desde que tem 13 anos, 12 anos de idade, né? Então, a gente é praticamente família. Amém. Ore aí por nós. Amém. Jesus, nós queremos te louvar, Pedro, que o Senhor tem nos feito um convite de sermos a casa física do Senhor. Ó
Pai, aqui na terra o Senhor tem nos chamado, ó Deus amado, realmente a ser a palavra do Senhor viva por onde por onde nós passamos. Sim, o Senhor tem nos ensinado a congregar, mas o Senhor tem nos ensinado também a sair, ó Deus, por onde nós passarmos. O Senhor tem um chamado para sermos a paz do Senhor, para sermos A palavra do Senhor encarnada, ó Deus, para sermos aqueles que realmente se parece com o Senhor. Excelento, ó Deus, que as nossas ações, ó Pai, continuem, seja, ó Deus, aquilo que vai fluir, tudo aquilo que o
Senhor já nos trouxe até aqui nos seja em vão, ó Deus. Cada um de nós que estamos aqui nessa aula de espiritualidade, Senhor, que não seja em vão, Senhor. Seja realmente para manifestarmos a glória do Senhor. Seja que seja realmente para manifestarmos o Último capítulo de Apocalipse. Senhor, nós te louvamos e te bendizemos porque tudo que o Senhor diz e vai acontecer. Então nós te bendizemos por isso, por mais esse capítulo, mais esse momento de ensino que o Senhor vai derramar através da vida do Paulo Júnior. Bendizemos por isso e abençoamos agora a vida dele,
da Lana, da sua casa, da sua família, de todas as pessoas que o servam no nome de Jesus Cristo. Amém. Amém. Graças a Deus. Então, gente, nós estamos aqui Eh nessa sequência, né, de da Escola de Espiritualidade Redentiva. E, eh, a sempre lembrando que nós estamos aqui com uma cena pedagógica, né? A nossa cena pedagógica é a conversa que Jesus chama os discípulos para ter com ele no monte. E a gente tá sempre enfatizando aqui que eh essa conversa é é Jesus eh elevando o nível da reflexão. E e não sou eu que tô dizendo
isso, é o pai que tá dizendo. Ele diz: "Olha, os meus pensamentos são Mais altos do que os vossos pensamentos". Então, às vezes, a gente tem uma dificuldade porque eh a gente não percebe que Deus quer aprofundar a nossa percepção e a nossa sensibilidade. E às vezes a gente ficou tão focado numa teologia do achando que Deus quer definir ah conceitos. E Deus não quer definir conceitos. Ele não quer Estabelecer códigos de comportamento, muito menos ele como um pai quer produzir conclusões. Deixa o Espírito de Deus ministrar algo do seu coração aqui. Eh, um pai,
ele não ele não quer produzir conclusões no filho. Você quer garantir uma condição de conhecimento que permita que esse conhecimento se torne cada vez mais profundo e continuado. Então, quem quer garantir definições e conclusões é o Patrão com seu empregado. Então, quem quer definir padrão comportamental é o patrão com o seu empregado, de modo que a o desempenho possa alcançar uma regulação própria, um ritmo e uma rotina, né, comportamental. Mas esse não é o interesse do pai. O interesse do pai não é definir um comportamento, não é definir uma rotina e não é produzir uma
conclusão de modo que a pessoa não ter nem que pensar para fazer o que ela tem Que fazer. Pelo contrário, o pai quer que o filho eh eh encontre as razões daquilo que ele tá fazendo todos os dias, a hora que ele abriu o olho de manhã. Então, o que ele não tem é uma rotina eh em que ele vai funcionar no automático, não. Ele quer que o filho pergunte, ele quer que o filho questione, ele quer que o filho se interesse, ele quer que o filho se aprofunde, né? Ele quer que o filho Procure
outras formas de fazer o que já foi feito até então. Esse é o coração do pai, não é o coração do patrão. E muitas vezes nós produzimos uma teologia do prestador de serviço, do desempenho, a teologia conclusiva. Então, a gente pensa que nós temos que ter pressa para entender e uma vez que a gente tem pressa para entender, a gente vai concluir a forma correta de fazer as coisas e vamos entrar num modo automático para garantir o desempenho. Nada mais ante família, nada mais anticonhecimento. Então, por isso que Jesus ele ele ele quer produzir uma
uma sensibilidade. Então, quando a gente falando de espiritualidade redentiva, quando a gente tiver falando de conhecimento, nós estamos falando de sensibilidade, a sensibilidade do pensar, a sensibilidade do observar, a sensibilidade de quem vê nas suas nuances e às vezes olhar para alguém e Falar assim: "Puxa, Murilo, eu nunca tinha reparado isso a respeito de você". às vezes um gesto, uma uma forma de fazer alguma coisa desperta em você uma nova percepção e uma nova nuance a respeito da pessoa. É esse crescimento, essa beleza, é é esse rio, né? Então vamos deixar o Espírito de Deus
ministrar o nosso coração aqui. Quando a gente fala de rio, o que que quer dizer você eh se tornar uma fonte de águas que saltam pra eternidade? Isso Quer dizer o seguinte: quando o rio tá passando, é o mesmo rio. Então, o tempo todo que ele tá passando lá, o rio é o mesmo. Mas se você colocar a mão na água, eh, e, e tirar e voltar, e 3 segundos, se você fizer um movimento de 3 segundos, a água que você tocou, apesar do rio seu mesmo, a água já é outra. Mas é água. A
composição química dela é a mesma, é H2O. O rio é o mesmo, mas a porção de água ou o efeito que ela vai produzir em você é Outro, num toque. Então, se eu coloquei a mão na água e voltei, já não vai ser mais a mesma sensação, a mesma percepção, já não vai ser muitas vezes mais a mesma vivência que eu tive com a água anterior, eh, 2 segundos antes. Mas a composição química é a mesma, só que a forma como aquilo vai me impactar, a relação vai pegar ambos em momentos totalmente distintos e a
vivência vai ser totalmente outra. E você entendeu a água e H2O. Você decorou o nome do rio, É o rio. Mas o conhecimento, você vai conhecer a água de uma forma como você não conheceu 3 segundos antes. Essa é a vida com Cristo, essa é a vida com a família, essa é a vida com os irmãos. Então, não existe um padrão fechado. E é isso que Jesus quer que a gente viva. Então, vendo as multidões, ele chama, ele ele traz para uma coisa e diz assim: "Olha, vocês ouviram o que foi dito, faça isso, não
faça aquilo. Se alguém fizer assim com você, faça assim com Ele." Depois ele diz assim: "Eu, porém, vos digo." Então, ele tá acrescentando, ele tá aprofundando a nossa percepção. E é essa cena, né? esse movimento. Então, não há não há não há conhecimento sem movimento. Então, o conhecimento não é uma atividade acadêmica de acumular um conteúdo. Não. O conhecimento é uma jornada, é um movimento em direção ao outro e sofrendo todas as Implicações de temperatura e pressão que esse movimento implica. Então é isso que a química garante. Para cada minuto que você tiver uma temperatura
e uma pressão diferente, os mesmos elementos químicos combinados podem dar um resultado totalmente diferente do que deu há alguns minutos atrás. Então, se você tá vive com a sua família, se você vive com a pessoa que você ama e Deus quer produzir a sua sensibilidade do conhecimento, então Fica sabendo o seguinte, eh, é tão fantástico isso, é tão maravilhoso. Às vezes eu eu converso esquando e fica parecendo que a gente tá assim e não é. Então assim, nós somos dois elementos sujeitos a temperatura e pressão. Então, eh eh ela pode às vezes não ter uma
alteração de temperatura e pressão, mas eu tô tendo. Isso vai implicar na nossa reação química um resultado totalmente diferente, usando os mesmos elementos Que poderia ter dado eh uma hora atrás. as mesmas pessoas, as mesmas convicções, a a a mesma fé e, no entanto, uma expressão nova de percepção e de conhecimento. Amém? Então, é um movimento, é um movimento de transformação e e aí isso implica também numa disposição. Eu eu esse movimento implica uma disposição. Eu tenho que me disposicionar. Então Jesus tinha uma disposição, mas não tinha uma Disponibilidade. Então, às vezes eu estou me
colocando disponível para uma atividade, mas eu não estou disposto a um movimento. E se eu não tô disposto ao movimento, eu não vou produzir o conhecimento que eu poderia produzir, porque agora eu estou disponível para um entendimento, para conclusão que eu tirei. Então, muitas vezes você tá fazendo um esforço para ficar disponível para aquilo que você concluiu e não um esforço para ter uma disposição em favor Do conhecimento que você pode ter. Então, Deus quer que você esteja disposto a conhecer e continuar conhecendo, mas não que você esteja disponível para continuar eh desempenhando a atividade
que você desempenhou até hoje. Então, mais disposição, menos disponibilidade. Amém. Glória a Deus. É um desafio. Então, quanto mais disponível vocês ficarem, mais burro vocês vão ficar. Porque a disponibilidade escraviza mesmo. Aleluia. Escrava que tem que tá disponível, filho tem que tá disposto. Então, mais disposição, menos disponibilidade. Tá bem? Seja uma pessoa menos disponível e mais disposta. Eu fico vendo, as pessoas não tão percebendo isso, não tão percebendo. Então, por exemplo, às vezes você vai montar uma agenda, quem marcou a agenda com você não quer sua Disposição de cumprir a agenda, ele quer a sua
disponibilidade de cumprir o horário. Então, eles querem que você compre uma passagem 3s meses antes. Eu não tenho essa disponibilidade. Nunca vou ter uma disponibilidade de comprar uma passagem de três meses. Tá louco, entendeu? Mas eu tenho a disposição de fazer das tripa, coração para chegar lá onde é que o cara quer Que eu chegue? Glória a Deus, amado. Então, com a minha disposição você conta, mas com a minha disponibilidade zero. Tá bom? Glória a Deus. Então, seja menos disponível, mais disposto, porque na sua disposição você vai aprender com formas novas, você vai se superar,
você vai viver o milagre. Agora, na disponibilidade você vai viver o previsível. Hã, tá louco isso, isso é baratear demais. E é desse jeito. As pessoas querem a sua Disponibilidade para tornar uma relação mais barata. Eu quero lá uma relação barata sem chance. A Martinha sabe, aí eu cresci num mundo que não tinha bijuteria, não. Era só joia verdadeira. Quer viver uma vida mais baratinha, mano? Quer viver uma situação assim que você controla, vai ficar pendurado de bijuteria. Eu preferia você ter um uma gota de verdade do que ter 10 kg De falsidade, bijuteria, só
porque você tá tentando ficar disponível para aquilo que é a carência das pessoas. Amém? Então é disposição. E aí a gente falou também, né, na sequência aí sobre orientação. E essa orientação não é um uma seta, né, indicando uma uma estrada, não. É uma conexão consciente entre origem e destino. Ou seja, orientação é tudo aquilo que conecta você, né, do seu eterno ao seu eterno. Então, só é Direcionamento na sua vida se é uma conexão consciente da eternidade com a eternidade, a eternidade eh da origem e a eternidade do propósito. Então, nós somos a conexão
daquilo que é o alfa e o ômega. Então, nós somos esse essa essa orientação. Como é que a eternidade nos orienta? Então, você é conduzido pela sua ansiedade, você é conduzido pela sua o seu medo de futuro ou você é orientado pelo impulso do seu eterno? Então, nós temos que ter um pulso. Eh, todo mundo tem que viver uma pulsação, né? uma uma um ritmo, uma coreografia de eterno dentro do coração. Então, que a eternidade imprima na sua vida a dança, o balé, a coreografia e o ritmo de quem está expressando o eterno da origem
com o eterno do destino. Amém. que a sua vida seja essa conexão lúcida, bendita, maravilhosa da eternidade, ligando princípio e fim, alfa e ômega, origem e destino. Então, para que o tempo não Seja a sua ansiedade, mas que o tempo seja a sua dança. Então, que você possa bailar no ritmo do tempo uma hora mais intenso, uma hora um pouco mais lento, uma hora um pouco mais compassado, uma hora de movimentos mais longos, outra hora de movimentos mais curtos, mas sempre expressando o seu eterno. Amém. Que todos aqui possam ser uma expressão eh bela, artística,
maravilhosa e redentiva do seu eterno. E que você só seja direcionado pelo seu Centro de eternidade, nunca pelo seu a sua ansiedade futuro. Glória a Deus. E hoje a gente quer conversar um pouco dentro dessa perspectiva, dessa cena pedagógica que Jesus cria ali no monte, né? Sempre lembrando que o ambiente da comunhão é o ambiente mais seguro do conhecimento. Por isso que a palavra de Deus diz que só onde dois ou três estão em comunhão, né, a verdade se estabelece. A gente quer falar um pouco sobre Submissão. Então, a gente falou sobre o movimento, a
gente falou sobre a disposição, a gente falou sobre a orientação. Você tá vendo que é sempre em cima do movimento e o movimento do conhecimento. E hoje a gente quer falar sobre submissão. E talvez submissão seja um dos maiores desafios nossos assim pr para discernir mesmo o que que é uma uma espiritualidade redentiva. Porque toda Vez que vai falar de submissão, pá, já vem na nossa cabeça a lei, o código, o padrão, o então me dá uma coisa para ah, então como é que eu vou fazer isso? Então toda vez que a gente vai falar
sobre submissão, as pessoas querem a regra. A primeira pergunta é: então, como é que o que que eu tenho que fazer? E e isso não tá errado, mas isso não é bom. Essa coisa de essa esse essa ansiedade de definir o comportamento revela muito da nossa insegurança Emocional. A a a ansiedade de definir um padrão comportamental é o medo de errar. Você não quer errar e aí é é a velocidade do acerto. Então as pessoas as pessoas hoje têm pressa de acertar. Então existe hoje uma pressa do acerto. Você viu uma aguinha para mim? Você
falou? Então, eh eh não tem a pressa do acerto, viu? não tem a ansiedade do do do acerto de achar que não é é um é um é uma Coreografia que a gente vai eh viver. E aí é curioso isso porque do ponto de vista da vida, quando você entende a vida numa perspectiva orgânica e não organizacional, eh todos nós vivemos uma característica eh natural e sobrenatural de submissão. por exemplo, a respiração, a circulação sanguínea, o seu batimento Cardíaco, desde que você é um ser humano, eh, você vive o pulso do seu batimento cardíaco. Isso
impõe um ritmo, isso impõe uma condição de vida. Querendo ou não, você não consegue eh você pode eh melhorar isso. Então, você pode ter uma respiração, você pode se acalmar, mas você não tem como mandar o seu coração parar. Você não tem, você não chega pro seu Coração e fala assim: "Ó, tá bom, você já trabalhou demais essa semana, fica parado aí um um dia, tira uma folga um dia." Não, você dá folga pro seu coração, você dá folga pro seu pulmão, você dá folga pro seu cérebro. Então, qualquer coisa que eu fizer nesse sentido,
qualquer coisa que eu fizer eh no sentido de interromper, de obstacular ou de criar uma regra comportamental, você não cria regras comportamentais pro pro seu cérebro Funcionar, não. Você pode melhorar seus pensamentos, você pode organizar seus pensamentos, você pode oxigenar sua mente, mas você não criou as regras comportamentais do seu cérebro. Você não criou as regras comportamentais do seu pulmão. Você não criou as regras comportamentais do seu coração. E no entanto, essas coisas convivem em mútua submissão. O coração se submete ao pulmão, o pulmão se submete ao coração, Que se submete ao cérebro. E aí,
tá bom? Quem manda em quem? é o cérebro que manda no pulmão e no coração imprimindo o ritmo, pulso, circulação. É, mas é também, né, o pulmão e o coração que orientam o cérebro, porque se eles interrompessem aquilo que eles estão lá alimentando o cérebro, a relação entraria em colapso. Então você tá vendo que existe no nosso corpo uma condição intrínseca de natureza de múltua submissão. Eles se submetem um ao outro Dentro daquilo que é a característica da própria natureza, da própria identidade. Então é isso que é a submissão. É dessa submissão que Cristo tá
falando. Não é a submissão do comportamento. Então, quando a palavra de Deus diz: "Submetei-vos uns aos outros em amor", então, o texto que a gente quer ler aqui, ó, eu vou ler os dois textos aqui, que é o texto de Efésios 4 e Efésios 5. Como prisioneiro do Senhor, rógo-os que vivam de maneira digna da vocação que Receberam. Então, quando a gente vai falar de submissão aqui, nós tô falando de uma vocação. Quando eu tô falando de vocação, não é uma convocação, não é uma vocação, é um nome, é uma identidade. Então, não confunda uma
convocação para uma atividade com uma vocação da definição de uma identidade. Nós não fomos convocados para uma atividade. Nós somos vocacionados para uma identidade. Então você não recebe pelo Espírito Santo. Deixa Deus ministrar o seu coração aqui, irmão, irmã, porque senão isso vai virar uma confusão da sua vida por resto da vida. Por que que a gente pensa uma espiritualidade resolutiva? Porque a gente acha que Deus convocou a gente para uma atividade para ter uma questão resolvida ou para ter um sistema funcionando. Então, nós não temos uma convocação eh funcional. Nós temos uma Vocação relacional.
Então, eu fui vocacionado a uma relação. Eu não fui convocado para uma atividade. Então, você como filho de Deus, você não recebeu uma convocação para uma atividade, para ter uma coisa funcionando, um problema resolvido ou uma situação garantida. Não. Nós somos vocacionados. fomos chamados pelo nome paraa construção de uma consciente De identidade para que num ambiente relacional a gente se submetesse um ao outro na construção dessa consciência. Então a nossa submissão, ela é mútua, ela não é hierárquica. Não há uma hierarquia de cérebro, pulmão e coração. Eles não trabalham de forma hierárquica. No entanto, eles
se submetem uns aos outros. Quando a Questão é circulação, é o coração. Quando a questão é respiração, é o pulmão. Quando a questão é a orientação lá, o cognitivo é o cérebro. Então, cada um tem uma característica que o coloca na condição de orientar os processos. Então, o cérebro não é o chefe do coração e nem o chefe do pulmão. Eles não têm que eles não fica em crise de identidade. O coração não amanhece um dia lá com crise de identidade tanto receber a ordem do Cérebro. Vai, tá bom, né? Você podia mandar menos. Não
existe isso. Não existe esse constrangimento, não existe essa vergonha, né? E pelo amor de Deus, essa questão da submissão para nós, tem hora que ela é tão mal resolvida que ela é vergonhosa, que ela é constrangedora, que ela ela expõe, ela inibe, ela ela abusa. Então, a as se tá havendo abuso, não é Submissão. Se tem vergonha não é submissão. Se tem exploração, não é submissão. Se tem omissão, não é submissão, é subseviência. Então, não confunda uma estrutura de subserviência com uma cultura de submissão. Então, a submissão ela é o elemento essencial na formação, na
definição da cultura e não na manutenção da Estrutura. Amém? Isso é redentivo. Então o texto aqui é andar de modo digno da vocação que nós recebemos. Sejam completamente humildes e dóceis. Então só haverá a submissão se houver total assim desprendimento, humildade e gentileza. Por isso que Paulo fala pro Tito, seja padrão dos fiéis no trato. Então, a rudeza, então quando há um ambiente de submissão, você pode ser até Enérgico, você pode ficar nervoso, mas não vai ser rude. Você pode ficar tenso, tenso. Uma relação tensa, mas nobre, nervosa, mas digna, elegante. Você consegue ser elegantemente
nervoso? Tem que aprender a ser nervoso com elegância, a ser tenso com nobreza. Glória a Deus, Amado. Aleluia, irmãos. Então assim, pelo amor de Deus, hoje o povo, o povo não sabe ficar tenso e sem perder elegância, ficar nervoso sem perder nobreza, né? Por quê? Porque a gente está na defesa de uma posição. Então, quando não há disposição, quando não há movimento, a gente fica na defesa da posição. Hora que você fica na defesa da posição, você já não se submete mais à relação na construção da consciência. Você agora tem uma uma expectativa de ser
reconhecido, obedecido, favorecido, mas aí já é um posicionamento hierárquico, subserviente e não uma cultura de submissão. Então ele diz aqui: "Sejam dócis, pacientes, suportando uns aos outros em amor." E aí esse texto aqui, suportando uns aos outros, fazendo o quê? Por que Que esse suport aos outros? É o é o é o esforço absoluto na preservação da unidade. Então a submissão ela, a característica da submissão, ela é tão orgânica que que a a o compromisso da submissão não é o funcionamento, é a unidade. Vou falar devagar. O compromisso da submissão não é a hierarquia funcional
para que aquilo se mantenha em ordem funcionando. A a a vocação da submissão Mútua é a unidade, é o corpo ser um, onde cada um dos seus membros encontra o ambiente pleno para ele expressar toda a sua vocação da sua forma mais radical, para que ninguém tenha que ficar tímido ou com vergonha de ser radicalmente quem você foi levantado para ser. Ó, coisa linda, rapaz. Já pensou e a nossa relação são ser tão bem resolvida que você pode ser radicalmente a pessoa que você foi chamado para ser sem receio De que isso vai me ofender
ou que um vai atropelar o outro. Meu Deus do céu, isso é o isso é o máximo da elegância. Ó que coisa bela. Que coisa linda a pessoa chegar lá e com toda liberdade de espírito, de gentileza, de nobreza, de honra e dignidade, ela entregar a sua expressão de identidade em submissão à construção do todo, entregar tudo aquilo que ela foi feito para entregar com a Sua característica mais original, sem ela ter que disfarçar. sem ela ter que dissimular, sem ela ter que se parecer com outra coisa. Amém, amado. Você crê nisso? Você você quer
esse ambiente? Vamos vamos agarrar, amados. Vamos assim buscar isso de todo o nosso coração. Isso, isso vai exigir o quê? Esforço. Porque ele diz aqui, esforçando-vos, né, para viver dessa forma. O nosso esforço, então, tinha que Ser nesse radical. O nosso esforço, ele tinha que apontar o esforço de submissão mútua e não de controle extremo. Então nós estamos fazendo muita força para controlar em vez de ter um esforço de se submeter. Então pare de fazer força como quem quer controlar e viva o esforço de quem pode se submeter. Nós podemos nos esforçar em nos submetermos
uns aos outros. E esse nos submetemos uns aos Outros não é numa estrutura hierárquica comportamental. Não. Eu me submeto à sua vocação eterna. Eu quero, eu quero, eu quero cooperar para gerar na nossa ambiente relacional uma condição para que você venha e expressa o seu eterno da sua maneira mais livre e segura, sem medo. Amém. Que a gente possa ser isso na vida uns dos outros. a pessoa chegar lá e todo o nosso esforço aqui é para que ela seja livre Na expressão de quem ela de fato é e não que ela fique refém numa
estrutura subseviente de corresponder às nossas expectativas. E aí no capítulo 5, continuando a falar sobre isso, ele diz assim: "E encham-se do espírito". E aí o que que ele diz ser cheio do espírito? É, é fantástico isso, porque olha que ele vai falar. Enchei-vos do espírito falando entre vós com salmos, hinos e cânticos espirituais. Tá vendo? Agora vamos pegar essa cena pedagógica daquilo Que a gente tá falando. Então Jesus vem e senta e aí ele senta, ele começa a ensinar. Então agora pega a cena lá de Mateus 5 com a palavra aqui de Efésios 5.
Então o que que Jesus tá fazendo? esse esforço, esse esse pneuma, então que a sua vida, né, que seu que o seu movimento seja esse esforço de quem foi inspirado pelo Espírito Santo. Aí essa presença do Espírito Santo em você, você tá lá, o Espírito Santo soprando de dentro de você, você fala, você diz, você se submete à relação entregando ao outro a sua disposição de se movimentar no sentido de comunicar a ele toda virtude que você carrega. Então você não tá fazendo coisa alguma para precificar a sua atividade no sentido de receber dele qualquer
tipo de reconhecimento. Você não é um Comerciante das relações, então você não entrega nada para ninguém. a sua, a sua oferta espontânea. Você tá sendo impelido. O Espírito Santo move, o Espírito Santo comove, o Espírito Santo impulsiona, o Espírito Santo induz para que você dentro da sua vocação e não na obrigação de uma estrutura e não na obrigação de uma atividade, você espontaneamente entrega pro outro igual Sérgio me liga domingo à Tarde para falar que lembrou de mim numa feira de café. Eu nem tomei o café que ele tava tomando em meu nome lá, mas
a ligação dele, a memória, eu saber que eu fui lembrado pelo amigo, maior luta, eu vivendo lá o drama espiritual, eu lá buscando todas as minhas forças para ser coerente à vocação no meio de um desafio relacional, assim, sem medida, receba a ligação de um amigo Para falar: "Rapaz, eu queria que você tivesse aqui pra gente tomar esse café junto, essa feira que tá acontecendo, tá bombando." Aquilo foi sopro espiritual, palavra de revelação. valeu mais do que qualquer sermão exegético falando sobre as doutrinas eh eh eh pré-milenistas ou das convicções eh de de pré prédestinação.
É isso, uma ligação de um Amigo domingo à tarde para falar que tá lembrando de você num café que ele tá tomando. É para isso que nós fomos predestinados. Aí você entendeu predestinação. Amigos foram predestinados para isso. Se você não entender predestinação na amizade, então você tá falando de outra coisa que tem nada a ver com predestinação. Aí você tá falando é de premonição, você tá falando é de eh eh Condenação, você tá falando de tudo, menos desse destino espiritual de nós sermos família, submetendo-nos à beleza da relação que constrói a consciência da pessoa, sem
a beleza da relação, sem esse esforço em favor da família, dos afetos, nós estamos sendo rebeldes a aquilo que nós fomos predestinados. Então, submissão é isso. Submissão é a forma como você se rende ao seu destino de ser Família. Aí você não quer ser outra coisa. Você pode ser empresário, você pode ser músico, você pode ser pregador, você pode ser qualquer coisa, mas você está submisso à eterna vocação de ser família, ofertando a sua vida espontaneamente em favor dos seus irmãos. E aí a gente enche um a outro, falando entre nós com salmos, hinos, cânticos
espirituais. Aí não tem murmuração, não tem queixa, não tem Lamúria, não tem cobrança, não tem nada, não tem essa coisa mal resolvida de ficar lá, entendeu, entregando as carências, entregando esse salário michuruco que a gente insiste em receber por conta de expectativas que nunca deveriam ter sido eh firmadas, ser reconhecido numa atividade que a gente tinha que tá fazendo. fazendo assim, sem as pessoas nem pedirem, quanto menos precisar. E aí não tem nada disso não, só tem salmo, hino, cântico espiritual, Louvor, sempre gratidão, dando sempre graças a Deus Pai pelo que você gosta, não por
todas as coisas. Gratidão por tudo, gratidão por todas as coisas, em nome do nosso Senhor, sujeitando-nos uns aos outros no temor de Cristo. Amém. E aí eu quero voltar um texto que tá lá em João no capítulo 15, onde Jesus toca nesse assunto da submissão de maneira assim bem desafiadora e instigante, quando ele diz assim, ó, Presta atenção aí como é que agora Jesus vai instigar mesmo, ele vai nos inquietar, porque lá em João 15, ele diz assim, [Risadas] ó. Eh, como o Pai me amou. Verso, eh, a partir do verso 9. Como o Pai
me amou, assim eu vos amei. Permaneçam no meu amor. Esse permaneçam no meu amor não é o permanecer no sentido eh eh tempo, não é um tempo de Permanência, não é? É o permaneça no sentido de ser enraizado nesse amor. É permanecer como pertencer. É como Jesus dissesse assim, ó, eh, como meu pai me amou, assim eu amei vocês. Pertençam ao nosso amor. Então, amor é uma coisa que tem você ou você tem amor, não. É uma é uma relação de pertencimento, de natureza. Você está amalgamado, você é da própria substância de Cristo. Então, nós
somos a substância corpórea da pessoa Cristo. Nós somos o corpo vivo de Cristo. Não tem jeito de separar nossa vida da vida de Cristo. Então você não está, você não está com Cristo, você não tá junto de Cristo, não é Cristo em nós, a esperança da glória. Então eu me submeto a uma à natureza de Cristo em mim. Eu não me submeto aos mandamentos de Jesus comigo. Vou repetir devagar. Você não Tem que se submeter aos mandamentos de Jesus com você. Não. A gente se submete mudamente à natureza de Cristo em nós. Não tem jeito
de separar uma coisa da outra. Nós somos o corpo vivo de Cristo. E aí ele diz assim: "Se vocês obedecerem os meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tem obedecido os mandamentos do meu pai e em seu amor permaneço." Tá vendo? Então o quando o Cristo tá falando disso, ele não permanece no amor do Pai como quem está. Ele permanece no amor do Pai como quem pertence, como quem é a própria encarnação do que o amor do Pai é. De modo que eu não estou amando você. Eu sou a expressão do que o amor
do Pai é em favor de nós. Amém, amados. Eu, eh, então eu tenho com os meus amigos uma relação de submissão que eu Amo, principalmente quando eu não gosto. Aí que você ama mesmo, é a hora que você não tá gostando. É a hora que você queria tá longe, mas você não consegue tá sem. Glória a Deus. O amor é é uma condição de natureza da qual você não tem como fugir nem evitar. É uma soberania de natureza. É é o é o seu código genético. Então o amor não é o seu código Comportamental. O
amor é o seu código genético. Glória a Deus, amados. Amém. Então você se submete ao amor porque esse é o seu código genético, é dessa substância que você é feita. E aí ele diz: "Então, se vocês obedecerem aos meus mandamentos, vocês vocês permanecem em mim. Vocês pertencem ao meu amor, assim como eu tenho obedecido os mandamentos do meu pai e pertenço ao seu Amor. O meu mandamento é esse, que vocês amem uns aos outros, assim como eu vos amei. Eh, vocês serão meus amigos se fizerem o que eu lhes ordeno. E aí o nosso problema
é que a gente vai pensar que quando Jesus tá falando assim: "Vocês serão meus amigos se fizer o que eu ordeno, a gente tá achando que é uma ordenação comportamental e não é. Vocês serão meus amigos se vocês viverem de forma harmônica, com o mesmo amor que eu tenho Pelo seu inimigo." Hum. Então, não é como eu posso amar a Lana, mas é eu amar a Lana como Jesus a amou. Hum. É um desafio. Porque ela era inimiga de Deus. E ela era inimiga de Deus. Então, ele nos amou, sendo nós ainda inimigos. Então eu
não tenho opção, eu não tenho, não, não, não depende da forma como o outro se comporta. Tá vendo como é que essa Submissão não é comportamental? Você não vai poder se desculpar no comportamento do outro. Você não vai poder dizer que agora você tem uma dificuldade de amar a pessoa porque ela se comporta dela ou daquela dessa ou daquela forma e da forma como ela se comporta, você não gosta. interessa, interessa. Esse é o tipo de explicação que nem cabe dentro do assunto. Então, é uma, portanto, ela não é uma Submissão impositiva. Eh, eu não
tenho uma ordenação impositiva que define o meu padrão de comportamento. Não, ela é uma submissão relacional afetiva. nem sei explicar. E não fica me perguntando muito não, que eu vou me perder as razões, porque eu amo você e eu me submeto a uma relação que eu tinha tudo para odiar. Eu tinha tudo para não querer essa Relação, mas existe uma ordem, existe um uma coisa dentro de mim que me impulsiona, me induz, me move, me dispõe a essa relação e eu me submeto a isso. Então, submetei-vos uns aos outros em amor. Enchei-vos do espírito, sujeitandoos
uns aos outros em amor. suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando por guardar a unidade do Espírito Santo. Amém. Então, glória a Deus. Isso, isso ao mesmo tempo que é desafiador, ao mesmo tempo que te Estica, faz com que todas as tensões da sua vida eh eh sejam vividas de forma nobre, sem baixaria, sem sem violência. Eh, sem culpa. Uma coisa interessante é que o sub é sobre est de baixo, mas o missão é sobre ir. É sobre é o movimento. É o movimento. É o tá falando. É sobre é o é está debaixo de
algo que eu tenho que Então eu tô eu tô submisso ao movimento e não à hierarquia. Eu não tô submisso a uma atividade hierárquica que tem que funcionar. Eu tô submisso a um movimento que mesmo quando não tá funcionando, continua movimentando. Então, mesmo quando a sua relação não funciona, ela continua se movimentando. Então você não pode usar uma relação ruim e difícil para dizer que você não ama mais. Porque mesmo uma relação que não tá funcionando, ela oferece condições para Que eu continue me movimentando na minha disposição de me submeter ao conhecimento do amor, de
modo que eu possa eh ser arraigado nesse amor, que eu possa ser eh pertencente a esse amor, de modo que eu possa conhecer com todos dos santos, todo a cumprimento, a largura, a altura e a profundidade, a intensidade com que esse amor opera no meu coração e na Minha vida. Amém. Graças a Deus. Eu queria abrir para algumas perguntas, porque às vezes a gente tem conversado muito aqui e a e as perguntas estão ficando meia meio assim depois eh eh apertadas. Vamos abrir aqui para um pouco mais de pergunta e depois a gente continua e
e vai para uma para uma conclusão. Alguém quer levantar a mão aí, abrir seu microfone e fazer a pergunta. Quer fazer? Aberto aí. Oi. Já tá aberto. Luía Levantou a mãozinha. Luca Copolo levantou a mão também. Quem quer perguntar primeiro aí? Nadila também levantou a mão. Thago Lopes, alguém faz aí já pode abrir o microfone aí e sair perguntando. Fala aí, Luía. Já vou perguntar. Oi. Oi. Pode falar, Luía. Tô te ouvindo. A graça e a paz. Eu tô, eu entrei aqui na no Riz e a minha filha. É porque eu sou gerlân porque eu
não consegui entrar pelo meu pelo meu E-mail, teu problema tive que entrar pelo demon. Tá bom. Mas paz de todos, né? A paz e a graça estejam com todos. Eh, pastor, eu queria saber assim, como é na prática a gente ser tenso e nobre, nervoso e elegante nesse mundo que a gente vive. É só você não deixar que o seu nervoso se transforme em raiva, que a sua tensão se transforme em amargura. As tensões são Próprias. É próprio ficar nervoso, é próprio ficar tenso, ter as cordas esticadas. Por isso que nossas relações tem que ter
cordas bem amarradas, porque uma hora elas vão ser esticadas. E às vezes a gente tá querendo relacionamentos fáceis, a gente tá querendo que a pessoa compreenda a gente de primeira. Nós não estamos querendo ter uma conversa difícil, não é difícil. A mulher para dar a luz sente dores, sangra. É toda uma, o homem para Fecundar a mulher, ele tem que se expor, ele tem que assumir o risco da sua funcionalidade, ele tem que vencer o seu medo de impotência. Depois ele tem que assumir a responsabilidade de um ser que ele nem sabe direito se é
dele mesmo, entendeu? Então assim, a vida, tudo na vida implica em rupturas. O crão de trigo cair na terra, a casca tem que romper, depois o caule tem que romper o solo, depois o o ramo tem que romper o caule, depois a o fruto tem que romper o Ramo. E depois você para viver o fruto, você tem que ir lá e partir ele, tem que tirar a casca, tem que haver ruptura, tem que haver tensão. E a gente tá querendo uma vida de facilidades. Nós estamos querendo emoções fáceis, nós estamos querendo sentimentos fáceis, nós estamos
querendo falar e ser entendido na hora. E isso é o diabo, isso é o inferno, falando para nós de uma vida que ela inexiste. Ela não é, ela não, ela não fala de compromisso, ela não Fala de paciência. Como é que eu vou desenvolver paciência numa relação fácil? Como é que eu vou desenvolver paciência se a pessoa e me entende de primeira? E como é que eu vou desenvolver paciência? Se ela além de me entender de primeira, ela já concorda de cara. Não, tem que haver estress, tem que haver transgressão, tem que haver e eh
o esticado, entendeu? Tem que haver posicionamentos bem fundamentados, extremos, para que a gente desenvolva Sensibilidade, para que a gente aprenda e entenda o valor da relação pra nossa vida. Porque depois ninguém valoriza uma relação fácil, não, entendeu? Aqui do mesmo jeito que entra sai. E é o que tá acontecendo com o mundo. A gente quer relações fáceis, depois a gente descarta as relações do mesmo jeito que a gente entrou, a gente sai delas. Não, bem-vindo a uma relação nervosa, tensa, difícil, mas bendita, Valorosa, sublime e eterna. Então, num relacionamento, eu posso ter qualquer tipo de
dúvida. Eu só não posso duvidar que é meu irmão. Então tô dizendo um irmão, somos filhos do mesmo pai. Agora dúvida. Vamos o resto da vida nós vamos ter que encarar nossas dúvidas, vamos ter que fazer pergunta, vamos ter que esclarecer, mas a gente não duvida. É, a relação fica nervosa, a relação fica tensa, mas fica nobre. Eu vou falar uma expressão aqui pros irmãos entenderem, Mas pelo amor de Deus, eu não eu não é uma relação, não é uma expressão chula, só que é uma coisa normal, até porque a gente usa às vezes essa
expressão sem perceber, né, o significado dela. Uma vez eu tava administrando o relacionamento de dois irmãos, dois pastores, eles começaram a se desentender, eles começaram a mandar correspondência um pro outro com cópia para mim. Então tudo que eles ficavam ofendendo um ao outro lá, eles mandava com cópia para mim para ver se eu ia entrar de juiz da causa deles para falar qual dos dois tinha razão. E Jesus fala que eu não fui levantado para ser juízo, meu irmão. Aí um dia um deles entrou lá no meu escritório, mas pensa um cara que tava assim
enfesado. E eu já sabia porque eu sabia. Falei a qualquer momento ele vai entrar Aqui. Porque por quê? Porque os dois foram discutindo, discutindo, discutindo. Até que um outro lá que era, eu conhecia ele, eu conhecia ele, eu falei assim: "Iso aqui eu já sei até onde é que vai terminar essa conversa". E não deu outra. Um dia lá para ele encerrar a conversa, ele mandou um e-mail pro outro assim só, ó: "Por que que você não vai a merda e me deixa trabalhar." Dois passos conversando, um Mandou o outro merda e falou: "Vai à
merda e me deixa trabalhar". Aí ele veio me mostrar o e-mail aqui, ó. Tá vendo? Falei para você, vê se você é pastor, ó o que que ele mandou para mim. Eu falei: "O duro não foi ele mandar você ir à merda, o duro é você ter ido, porque você voltou enfesado. Quem tá enfesado é porque foi a merda". Então você não tinha que ter obedecido ele. Você ficava tenso, nervoso, mas não fazia o que ele mandou Pro bem da relação. Quando você fez o que ele mandou, você foi subserviente em vez de ser submisso.
Glória a Deus. Então, a hora que ele ficou enfesado, ele foi o quê? subseviente à ordem do outro, em vez de ser submisso à natureza da relação dele. Hó, que ele voltou enfesado, ele provou que o outro mandava nele, em vez deles serem submissos uns aos outros naquilo que é de natureza e de identidade. Amém. Então, dá para, Entendeu? Dá para ficar nervoso, dá para ficar tenso com nobreza, com elegância. E mesmo que fazendo esse vão aí e mesmo que a conversa e mesmo que a conversa fica rasa e que o irmão manda o outro
a merda, um irmão vai ter a nobreza de não ir. Amém, irmã. Glória a Deus. Tem que fazer intensivão. Anos de escola, tá vendo? Então você fica nervoso porque o outro mandou você ir para um lugar que você Não quer ir, mas você tem a nobreza de não ser subserviente ao a mandamento dele e não vai. Pronto, a conversa ficou tensa, nervosa, mas continuou digna, nobre e honrada. Uhum. Obrigado, pastor. Glória a Deus. Glória a Deus. Aleluia. 5 anos de escola. Amém. Fala aí, Thago. O Thiago tá só um minutinho, Sérgio. O Thiago levantou a
mão na frente primeiro aí. Espera só um minuto. O Thiago vai falar. Fala aí, Thiago. Paulo, privilégio, viu? E eu não sei se eventualmente eu passei na frente da Naddila, viu, Naddila? Se você quiser passar na minha frente de volta, acho que a vaga era sua, tá? Tudo bem. Então, fala aí, Nádila. Eu não tinha visto que era você. Pode falar aí, pai. Gente, boa noite. Você tá falando de onde, Nadila? Anápolis. Ah, aqui pertinho. Você tá aqui do lado em Anápolis. Coisa querida, cidade querida. Bom, é sobre o termo que o senhor falou Sobre
a gente, nós somos convocados paraa relação, né? Isso. E a relação ela é construída, eh, no lugar onde nós somos irmãos, né? Isso. E um eu queria ver se se meu se meu pensamento está certo, né? que eu penso assim que a submissão que e a disposição que nós temos eh envolvido o céu conosco, né? Um exemplo, eh o Senhor o Deus ele põe essa disposição para me enxergar como eu sou como o próximo e ao mesmo tempo eu Consertar esse pensamento errôneo, né? me colocando numa situação. Um exemplo que eu vou dar, eu trabalhava
no Pará, no hospital e bem de frente tinha um monte de barraquinha e lá tinha um senhor que ele vendia pastel. Olhando assim, visivelmente, não era um lugar atrativo que você queria estar lá e comer esse pastel e esse bolo frito, né? E aí teve uma época que o hospital teve uma crise que tava eh atrapalhando nossos receber O salário em dias, né? E eu não tava sem dinheiro e eu nunca fui, tive esse vontade de comer aquele bolo frito desse pastel, né? Até que um dia uma amiga minha que trabalhava comigo, ela chegou com
uma sacolinha cheia de bolo frito. Aí eu comi, né? E eu fiquei: "Meu Deus, que bolo gostoso". Aí eu falei: "Onde você comprou?" "É lá do irmão ali da frente e aquilo me quebrou". Sabe, pastor? Porque assim, eu, o Espírito Santo logo Ministrou do meu coração, já pensou chegar lá no céu e o cozinheiro do céu, seu irmão, né? Porque eu tava desenhando o biscoito frito, né? Aí eu até conversei com a minha mãe, mãe, sabe onde é que eu tô indo ali agora? Eu vou ali e ainda me vendeu fiado. É isso aí, mãe.
Eu f Aí ele nós p ficamos uma brincadeira, um apelido, um apelido em tes, né? oiro do céu. É, então ali eu creio que o Senhor ele me levou uma disposição de Submissão para mim me enxergar como eu estava olhando o próximo. Isso. E aí, tá vendo? Não é uma submissão de de subseviência. Você não tá obrigada a comprar o pastel, mas agora você tem o privilégio, né? Então, a submissão ela te coloca num nível de privilégio. É uma é uma é um é um outro nível de percepção da relação. E às vezes nós estamos
deixando as relações no nível mais raso, mais óbvio, que é o que é o nível do Fisiologismo funcional, onde as coisas acontecem porque tem que acontecer. Então, a gente faz porque tem que fazer ou porque precisou fazer, né? Então, não é porque precisou fazer ou porque tem que fazer, não é? Mas é porque nós podemos oferecer. Eu posso oferecer minha boca por uma coisa que eu nunca experimentei antes, só para poder um honrar e dignificar a vida daquele irmão. Então, assim, é um é um é um sacrifício relacional. A submissão é Aquele sacrifício que a
gente faz em favor da relação, em favor da beleza, né? em favor do conhecimento. Por exemplo, a submissão eu oferecer meu coração para um irmão que tá nervoso, para ele poder descarregar a raiva dele e eu abrigar aquilo com nobreza, sem sem perturbação, sem sem reagir ao nervosismo dele. Sim. É como, eu não sei se é em Romanos que fala, né, que o mundo ele espera pela manifestação Dos filhos de Deus, né, e o e o mundo lá fora, o sistema, as pessoas, ele vê muito assim, vê a gente como se nós fôos um super
santo, um intocável. Isso. Então, por exemplo, a submissão, eh, eu poderia dizer, por exemplo, que abraçar uma pessoa que tá nervosa é submissão. Eu tô me submetendo ao drama dela, ao stress dela e entregando para ela um ambiente para absorver aquela explosão. Então, ela vai poder explodir dentro de Mim, mas só quando ela explode dentro de mim, ela explodiu dentro de uma cápsula segura. E a gente tem que est seguro, né? Pronto. Tá vendo? Então assim, é isso. Seja a cápsula das explosões dos outros. Ele vai poder explodir dentro do e aquilo vai causar zero
dano. Glória a Deus, amado. Amém. Amém. Amém. Então, seja a boca da do possível bolo ruim, porque quem sabe ele é bom, né? Então, tipo assim, dá para eu posso ser esse Piloto de prova da quitanda do outro, da da do medo do outro, para ele poder viver isso com segurança. Então, eu não me protejo dele, eu dou a ele o ambiente seguro para que ele expresse quem ele de fato é. Glória a Deus. Amém. Então, a submissão é não querer mais o protetivo, porque agora eu tenho o seguro. Então, quando eu tenho o ambiente
seguro, eu não tenho mais que me proteger. Fala aí, Thago. Agora é você. Pronto. Agradeço, viu, Paulo? E aí eu queria registrar aqui que é uma verdadeira honra. Sim, é um privilégio. O senhor sabe que eh ouvindo a Nádila, né, e eu também me lembrei de um do testemunho da Poliana, algum um encontro retrasado. É, e também da Gláuscia, né? E e essa palavra subserviência, qual o senhor trouxe, né, eh me remete a uma palavra que eu ouvi também do Senhor. E aquilo ali me marcou demais, porque reacendeu um um testemunho na minha Vida, na
qual eu tinha até escondido, né, quase que enterrado, que o senhor o senhor comentou de que eh o evangelho não é uma opção, né? Amar o irmão não é uma opção, né? Eh, Deus não nos deu essa opção. O ser humano não tem a opção de escolher ou ou não escolher, né, ser filho, né? Ele pode se rebelar contra eh esse fato. E é um fato, né? E e isso me remeteu, Paulo. Eh eh e aí assim eh vocês me recebam, tá? Eu eh é é CPF aqui, então vou compartilhar algo que Queimou no meu
coração. Eu levei isso para minha vida um bom tempo. Depois eu eh eh eu guardei isso e aí quando eu ouvi o Senhor falar sobre isso, isso voltou muito forte na minha vida. Se você olhar o texto de Gênesis, né, então capítulo um, dos versículos 1 ao 10, né, a criação, eh, Deus produz um desafio enorme para nós ao lê-lo, né? Porque ele começa a criação a partir da luz. Uhum. E aí depois é a separação das águas, né? Então separa águas de águas, né? E depois a porção seca e depois a vegetação na porção
seca e depois os luminares. Então nessa perspectiva, ó. E assim de novo vocês me recebam, tá? Amém. Depois vocês podem checar se eventualmente nessa perspectiva, a Terra é o centro de tudo. Isso. A terra é o centro de tudo aquilo que Deus está fazendo. Os olhos de Deus não está do do externo para Deus. Está para Não, não é é a Terra não é um detalhe. Pronto. A Terra é o essencial. A terra é o lugar onde Deus escolheu para viver com a família dele. Meu Deus do céu, Paulo. Então, pronto. Aí, Paulo, eh, ó,
qual a conexão que eu faço? Quando, de novo se pede, quando Tomé duvida, creio eu que ele não está duvidando se Jesus ressuscita ou não. Creio eu que ele não está eh eh duvidando se Jesus é o Messias ou não. Creio eu que Tomé tem dificuldade em em em Acreditar se o o eterno, se o Altíssimo escolheu para si passar a eternidade com as marcas da crucificação. É, é o a grande crise de Tomé dentro do que você tá dizendo, só para cooperar aí, é como se tivesse assim: "Eu não acredito que Deus, sendo Deus,
tá disposto a passar por uma humilhação dessa e continuar sendo Deus." Aí, então a gente não acredita, Thago, fica Parecendo tipo assim, não é? Sabe por que que a gente não acredita? que a gente fosse Deus. É, é isso. É no lugar dele. Aí se a gente fosse Deus no lugar dele, eu vou falar uma coisa aí de novo. Eu vou usar a palavra porque ela não é uma palavra chula, não. Ela tá na Bíblia. Aí a gente não mandava ninguém a merda, não. A gente levava a pessoa lá, entendeu? Porque a gente manda porque
não dá conta de levar. Mas no fundo mesmo, se ele fosse Deus, falava: "Vem cá o seguinte, você saber que eu sou Deus, eu não vou te mandar não. Vou te levar lá para você nunca mais me encher a paciência". E ele não faz isso, rapaz. Ele sofre, né? Ele sofre nossas explosões e nossas implosões na interioridade do seu amor. Que coisa bem dita, ô Paulo. Então assim, ou seja, esse amor é de uma proporção tal de que o homem eh ele é o alvo de Deus. Se o homem, se a humanidade é o Alvo
de Deus, que ousadia eu eu teria? Que coragem? que audácia eu teria de jogar fora um ser humano. E aí quando a gente tá falando de alvo, até para ajudar nessa reflexão que você tá ajudando a aprofundar aí, ele não é o alvo meta, ele é o alvo plano. É como se o o o ser o o ser humano que Deus pensou pra gente ser é a forma como Deus se organizou, entende? para revelar a quem quer que seja a sua mais profunda Intimidade, que é o seu amor. Então, eh eh as relações humanas são
a forma como o eterno se organizou para revelar quem ele é. Qual era a coisa sublime? e ele ter escolhido a forma humana para ser visto e e e ser visto no sentido conhecido. Então nós somos a a a tá vendo? Então como é que não é uma organização estrutural? Não é Deus se organizando na sua divindade, mas é Deus se organizando na sua Pessoalidade. Então, é por isso que o ser humano, Paulo, ele não tem, ele não tem opção, não, rapaz, sem chance, meu Deus. E a gente tá e a gente tá colocando a
existência humana assim numa numa vulnerabilidade, entendeu? numa coisa assim tão etérea, tão tão possível de dar errado que a gente não entendeu foi nada. A gente desiste das pessoas imaginando que elas deram um ruim, deu um errado e A gente não entende o grau de implicação lá na eternidade para conceber essa pessoa, a complexidade de uma pessoa concebida, o grau de envolvimento da pessoalidade de Deus, a forma como Deus tá submetendo ele mesmo a essa relação. Porque quando Deus é como se Jesus tivesse dizendo assim: "Vocês só vão me amar se fizer o que eu
vos mando?" É como se ele tivesse dizendo assim: "Vocês vão me amar quando fizer o que eu Mando." Sabe por que que eu tô falando isso? Para vocês entenderem que vocês mandam em mim, porque eu amo. Então, a gente não a gente não pede para Jesus. Se você tá pedindo alguma coisa e não tá eh sendo atendido, se você tá com a sensação que você não tá tendo atendido, desencana. Não é porque você explicou mal, nem porque você não tá sabendo pedir, não. É porque isso não faz parte nem do Assunto. De fato, não faz
parte do assunto. Porque se fizesse parte do assunto, você podia estar explicando mal, pedindo mal, orando na hora errada e aquilo ia acontecer porque é uma sintonia de natureza. É, é intrínseco, né, Paulo? Exato. Peça coisa boa do jeito errado, mas não peça a coisa certa. Entendeu? Do jeito certo, como quem tá querendo simplesmente ter a coisa certa. Então, não queira a coisa certa pela Coisa certa, se esmerando para pedir ela do jeito certo. Não. Peça a coisa boa, ainda que seja da forma mais errada. E o que que é a coisa boa? Que os
irmãos vivam em comunhão. Amém. Serjão, que que você manda aí, meu irmão? Saudade de você. Graça e paz. Boa noite a todos. Aquele telefonema domingo foi de Deus na minha vida, viu? Eu sou o personagem aí do testemunho do Paulo Júnior. Graças a Deus que o Espírito Santo falou comigo Lá para te ligar. Eu nem sabia que a ligação ia ter todo esse alcance e esse sentido. Me sinto usado por Deus aí para ter te levado essa essa palavra aí de carinho, né, de amor que eu tenho por você. Nós somos um amante do café.
Exatamente. Eu quando chego num lugar assim que eu eu vou experimentar um café diferente, provar de uma coisa diferente, eh me remete a você, né? São a são as lembranças, né? Que a gente vai criar. É. E vice-versa. Exatamente. Isso é as memórias. É isso. Exatamente, né? Graças a Deus. Mas assim, eh, eu tava raciocinando aqui sobre uma pregação que eu escutei uma vez, acho que salvando, foi até lá no na na célula da nossa casa, eh, sobre uma pergunta que a que o marido fez pro pastor que estava lá, salvo me engano, era um
pastor até conhecido seu. E sobre a questão de das mulheres se submeter aos maridos, né? submissão da mulher ao marido, da mulher Ao ao homem da casa, ao sacerdote da casa. A gente tá no ministério humildade há muitos anos, né, da sal da terra. a gente para homens aí através do curso máximo da mulher única e de algumas outras matérias aí, criação de filhos, comunicação, sexo e de uma série de outras matérias, crow, a gente vem firmando esse ministério. E aí o pastor na época respondeu que essa submissão não quer dizer superveniência, não quer dizer
está ser e eh em posição inferior, Mas que seria é uma missão em conjunta, nunca esqueça de falar isso, a missão conjunta do casal, né? É um gesto de amor, de humildade, né? Um gesto de sabedoria a gente entender que a submissão é quando você se propõe a fazer uma missão com alguém. Não é uma coisa que você tem que fazer sozinha, não é um negócio de cima para baixo, não é um negócio positivo, não é uma coisa dessa forma. Isso me deu assim um entendimento muito bacana sobre isso, Sabe? Porque eu às vezes achava
que os funcionários, entregado da gente, ele tinha que ser submisso a gente, mas em outro sentido, não dele ser uma pessoa que tivesse uma missão comigo para para realizar o projeto, para realizar, é a a submissão, por exemplo, de Daniel, a submissão de José, que foi lá e fizeram a denúncia da idolatria e depois assumiram a responsabilidade de ter denunciado. Jesus fez a denúncia da idolatria, mas Depois foi pra cruz sem se rebelar. Isso é submissão. Submissão é você se posicionar contra aquilo que tá fora do propósito e assumir as as consequências de tá de
tá se opondo aquilo que não tá de acordo com a palavra de Deus. Então não é a subserviência a uma coisa fora de lugar. é fazer a devida resistência, inclusive quando é preciso resistir, e se submeter as consequências disso. Eu até falo, por Exemplo, mulher submissa, muitas vezes usou us usar essa coisa da mulher submissa para mulher apanhar dentro de casa e ficar calada como se tivesse tudo certo. Não, submissão da mulher é o seguinte, o homem usou de violência, a submissão dela tá em denunciar pros amigos. Aí os amigos junto com ela vão lá
na polícia, denunci o cara e depois juntos eles levam a marmita para ele na cadeia. Isso é submissão. Então submissão depois os amigos levar a Camita dele lá na cadeia até ele cumprir a pena. Isso é submissão. Submissão não é continuar apanhando, achando que que tá tudo certo, porque isso não tem nada a ver com submissão. Subserviência só vai corromper o bandido. Beleza? Valeu, Carlos. Eu não, a Luca. Luca é Luca mesmo, né? Luca Copolo que tá na frente aí. Pode falar. [Música] Sim. É o Luca, mas é porque é deve ser o nome de
tá aqui hoje. Ele foi eh pro Enterro, né? Então, infelizmente não deu para ele estar aqui hoje, mas eh não, o Thigo falou tudo que eu queria falar. Thiago já Glória a Deus. falou. E então, eram duas coisas. Eh, amanhã a gente vai ministrar para casais, né, eu e meu marido. E eu fiquei pensando como falar desse amor, dessa submissão. E a aula hoje foi toda sobre isso. Glória a Deus. Que imenso. Que privilégio você dizer que você ama independente de você colocar uma pessoa numa prisão, Porque às vezes eu acho que a gente faz
isso, né? a gente coloca a pessoa numa prisão, ela tem que ser do jeitinho que a gente quer pra gente poder amar. E não é amar e pronto, não. Exatamente. Pronto. Não importa. É. E e é incondicional. Era isso mesmo. Era só isso. [Música] Eh, te fazer um convite, pastor, para você vir aqui visitar a gente aqui em Angastaco. Eu moro em Angastaco. Aham. Aí, Angastaco é é onde então? Mangastaco é aqui perto da, como é que eu vou explicar? A gente mora nas montanhas da Não, menina, porque hoje você tá com cabelo diferente. A
gente conversou, eu sou láí nas montanhas da Argentina. Tá combinado. Tá combinado. Você vem a gente prepar. Claro. Que que é isso, menina? É porque hoje você tá com a produção diferente aí, seu cabelo e tal. É. E aí, entendeu? Mas tá combinado. Vamos aí, vamos fazer uma força tarefa aqui. Tamos junto. Tá bom. Você e seu marido aí. Eu não sei se ele já enviou mensagem, ele falou que não, não, não. Tá tudo certo, tá combinado. Que que é isso? Tô contando as horas para dar certo aí, viu? Não. Sim, sim. Bom, vai, vai
ser muito bom. Vai ser muito bom. Valeu. Um abração. Fica na paz. Um abraço. Um abraço. Até mais. Tchau. Tinha um irmão levantando a mão aí também. Quem que era? Tá, Letícia Levantou a mão. Pode abrir o microfone aí e perguntar. Letícia, na verdade não é nem uma pergunta, um testemunho. Eu posso esperar mais pro final. Não, mas pode falar agora. Eh, me dá dois segundinhos porque eu desliguei a luz aqui que meus filhos estão dormindo. Não, pode falar sem luz mesmo para não acordar. Ele tá de boa. Eu conheci vocês há alguns meses atrás
na AB Church aqui nos Estados Unidos e eu fiquei muito admirada com o Trabalho. Eu moro nos Estados Unidos a pronto, consegui ligar. Eu moro nos Estados Unidos desde os meus 8 anos de idade. Hoje eu tenho 30, então tem algum tempinho. Eu sou de, eu fui criada de, desde que eu nasci até os 8 anos na cidade de Jardim em Goiânia. Eu achei muito interessante porque eu não conhecia vocês e eu muito assim, gente, vocês precisam conhecer esse trabalho. Vocês aí de Goiânia, precisa de ir nessa igreja saud Da terra. Mandei o link do
Instagram de vocês, no grupo da família e descobri que eu tenho três primos que congregam com vocês, hein. Ah, que legal. Eu achei o máximo. Glória a Deus. Mas não sei se eu posso fazer isso aqui, mas eu casei debaixo de uma desobediência com 16 anos e vivi até os meus 27 num casamento muito abusivo. E graças a Deus tem três filhos. maravilhos. Deus tem sustentado e é uma longa história. Mas Resumindo, eu tenho um hábito, porque aí tem Estados Unidos, eu não sei se tem alguém aqui no que tá no no na reunião aqui
daqui dos Estados Unidos, mas quem estudou aqui sabe que quando você estuda, você é meio que obrigado a ter um hábito de leitura na escola. Então, desde muito novo a gente tem esse hábito de ler. Então, eu já li vários vídeos, vários livros e eu tive um momento da minha vida assim que eu meio que meio não, eu entrei em Depressão e a única forma que eu me autoajudei, além de terapia e vários outros recursos foi ler. Uhum. E eu tenho tipo um top cinco. E na verdade eu queria indicar um livro que eu conheci
com quanto tempo. Não sei se eu posso fazer isso aqui. Se eu não puder me perder, mas gente, pelo amor de Deus, se vocês sabem ler, tira print disso aqui, procura esse livro. Nós estamos divulgando aqui, viu, Letícia? Vocês não tm noção do divisor de águas que foi esse livro na minha vida. Exatamente. É cura. Realmente é uma leitura e a gente tem compartilhado que as pessoas têm que ter paciência e repetir, vai querer desistir muitas vezes. Isso é igual tomar remédio longo prazo. Não pode fazer sentido, mas lei não. Exatamente. Exatamente. Porque é cura,
é redenção. Louva a Deus pelo seu testemunho, viu? Pelo seu empenho. A Liberdade de você fazer isso, tá bom? E muito a propósito, né? Porque ninguém vai saber se submeter, como tem que se submeter as relações, vai ficar refém de relacionamentos abusivos. Uhum. Se não se livrar da culpa, né? Então, e só existe submissão onde existe responsabilidade. Eh, eh, eu me submeto à responsabilidade de amar. Sim, porque eu quero ficar livre da culpa e da obrigação de ser amado. Então, eu acho que isso aí é uma redenção, é uma transformação no entendimento e muito bom.
Valeu, viu? Eu só queria indicar esse livro porque afinal conhecer através do meus pastores levaram os líderes a nossa igreja pra mentoria de vocês. Nem sei se se é assim que diz, mas lá em Maurro, né, nós dirigimos eh legal, eu acho que 4 horas meia para chegar até lá e foi um tempo muito bom, legal, Muito bom. Valeu, viu, Letícia? Forte abraço aí para todo mundo, gente. As próxim vou colocar, eu vou colocar aqui para vocês tirar print, tá bom? As próximas perguntas ficam para As próximas perguntas ficam para semana que vem. Já são
20 paraas 10 aí. E muito bom, muito proveitoso esse tempo juntos aqui e que a nossa oração é que seja encorajador, animador, Libertador, eh para todos aí. Tá bom? Forte abraço. Pode falar. Só um aviso para para todo mundo que tá aí. Eh, domingo vai começar essa semana, a semana de primeira no começo, na segunda, segunda. Então, de domingo até sábado a gente gravou em especial, é, inspirado aí pra escola de espiritualidade Redentiva, todos os dias um devocional eh inspirado no livro de Salmos. Foi do dia 20 agora. Foi muito bom, muito bom. É domingo
agora, então a Gente vai lançar, vai tá lá no YouTube, a gente vai tá colocando na plataforma para vocês consumirem também e também vai tá lá no YouTube, é um por dia. Então é a beleza do salmo e são vários salmos que a gente trouxe para poder falar sobre beleza. Sete salão sal toda semana. A semana inteira vai ter um 7 horas da manhã, é domingo, segunda, terça, até ó, eu quero honrar a vida aqui do Murilo aqui, porque ele fez um trabalho artístico assim fantástico. Foi De uma nobreza, foi assim de uma singularidade, a
beleza que a gente conseguiu capturar eh no conteúdo, na cena, para poder entregar essa essa reflexão para todo mundo aí. Eh, o belo no livro dos Salmos. Foram sete reflexões, então acompanha a gente lá, tá bom? Forte abraço para todo mundo, fica na paz. Até a próxima, se Deus quiser.