É difícil chegar e olhar na cara de cada um aqui e falar: "Você não vale nada, você não deveria ter perdão, você eu não sei o que vocês cometeram." >> Foi igual o senhor chegou e falou: "Ah, tem um monte aqui, eu não sei n que todo mundo quer que morre". Foi o que você falou. Então, metade só. Mas se essa metade incluir eu, velinho? Se >> a metade inclui o chocolate, velinho. E aí, como que vai, meu filho? Minha filho E meu filho nessa fam nem nem me conhecia. Agora que você tá conhecendo eu,
tá gostando de mim? Você >> e se você trombasse eu na rua, você ia falar o qu? Eu tô regenerado. Não, assim, do jeito que eu tô, eu tô regenerado pela minha, pelo meu físico. Eu tô regenerado. Eu ainda tô no no balaco. >> Não, primeiro que se se eu chegar em você e eu puxar tua ficha, você puxou 7 anos de cadeia, eu como bom policial já Ia te ver com outros olhos. Não matar não. Eu já ia, eu já ia ficar você falar balaco, baco, velho, não sei o que, eu já te socava
o braço. [risadas] >> Deus te abençoe. >> Não, mas eu tô falando que é verdade. Obrigado. Deus te abençoe. Muito obrigado. É nós. >> Aí ficou com medo porque me ameaçou no começo aqui. Tá com medo da rota agora. >> Ele pode vir buscar. Tem quatro tabletes. Enfiar um no nariz, um na boca, um no ouvido e outro naquele outro orifício que ele deve saber. >> Olá, pessoal. Eu sou o sargento Faur, sou deputado federal, servi por 35 anos nas fileiras da Polícia Militar do Paraná, sempre na linha de frente operacional, olhando no olho do
criminoso. Hoje estou deputado federal, defendendo a pauta principal da segurança pública. Sempre digo, não adianta nada ter hospitais de primeiro Mundo, escolas de primeiro mundo e morrer assassinado em um semáforo. Segurança pública é prioridade [música] absoluta do cidadão. Estou aqui para debater com 20 ex-detentos. Metade deles, dependesse de mim já tava no inferno. Força e honra. Minha primeira afirmação, o sistema prisional serve muito mais para punir do que para ressocializar. >> Muito prazer, Arquimedes Castro. Não concordo com esse tema que você Levanta, que o sistema prisional ele é muito mais para punir do que para
ressocializar, porque o resultado dele já demonstra o fracasso que o estado tem com essa política de punição. Se essa política fosse realmente efetiva, com certeza nós teríamos uma taxa de reincidência menor. Ou seja, essa filosofia de que punir vai trazer uma certa solução para pra segurança pública, ela já se demonstra falida partindo do desse princípio que a Ressocialização ela não existe efetivamente. Ou seja, o Estado recebe uma pessoa lá dentro, um criminoso, da forma que quiser colocar, entrega pra sociedade um cara dentro de uma organização criminosa, ou seja, potencializando o crime dentro dele. Portanto, não
faz muito sentido só punir a pessoa, por mais que a cadeia possa também ser utilizada dessa forma, mas tem que ter sim uma política de ressocialização para tentar pelo menos Resgatar alguns do sistema. Eu penso o seguinte, cadeia, cadeia não é para consertar ninguém, cadeia é para punir quem cometeu o crime. Eu tenho essa concepção comigo. Cadeia é pro sujeito pagar o crime que ele cometeu. Questão de ressocialização vai muito do indivíduo. Eu conheci pessoas que estiveram presos cumprindo pena em presídios federais, comeram o pão com o diabo amassou, foram torturados, sofreram horrores e hoje
são Pessoas inseridas na sociedade. Não porque o estado passou a mão na cabeça deles, mas porque eles enxergaram que aquilo não era para eles. A taxa de reincidência, eu já eu já digo para você, é que a punição é pequena. Se o presídio fosse tão ruim, como falam, se fosse só punitivismo, como dizem que sofrimento do do ser humano, ele não voltaria pra cadeia quando saísse daqui. Virava santo aqui fora. Oportunidade tem, é difícil, não é fácil. Ontem mesmo Eu vi um vídeo de uma pessoa pedindo dinheiro. O rapaz falou: "Vamos comigo carpin um terreno
ali, já monta aqui, já vamos. Eu te pago. Ô meu, tá marcando, tá louco. O cara não quer trabalhar. Então, muitos que saem da cadeia, não querem procurar um novo caminho, querem facilidade. Eu tenho um amigo que tem uma empresa de frutas e verduras, ele tem que estar no mercado 5 horas da manhã, 6 horas da manhã, essas frutas tem que estar na prateleira e é área de Tráfego e de contrabando de cigarro. Ele falou para mim assim: "Eu pago 2000, 2500 por mês como funcionário." O cara para fazer uma viagem Guaíra, Londrina com carro
cheio de cigarro, ganha R$ 800 por viagem. como é que eu vou conseguir competir com esse tipo de de oferta financeira? Aí quando o cara cai dentro de uma cadeia, aí ele é vítima. Aí eu que tenho que pensar em ressocializar ele. Aí eu que tenho que pensar em visita íntima para ele, em visita para Ele, em mordomia para ele, igual muitos deputados de de esquerda. O que você tá falando aí casa com o que os deputados de esquerda falam, ressocialização que entrega nas mãos. Isso aí chama-se eh política de desencarceramento. Querem desencarcerar, soltar bandido
nas ruas com a desculpa de que se você manter o cara preso, ele vai ser coptado por uma facção criminosa. Eu estive visitando o presídio de Londrina, presídio estadual de Londrina. São sete galerias, a da um Até a sete. A número um é para os presos comuns, os mais tranquilos, pequenos furtos e assim vai subindo conforme a gravidade. A sétima é para faccionados e simpatizantes. Não tem nada de misturar faccionado com crime comum. Se tá fazendo isso, isso sim tá errado. Agora, claro que o cara furta uma bermuda num varal, tem que ser punido. Agora,
não enfiar ele junto com liderança do PCC. Isso eu sou contra. É isso que nós precisamos modificar no Brasil. Agora, Não soltar, desencarcerar criminoso para matar, estuprar. Vou falar um caso rápido aqui. Eu não sei o crime de cada um. Quem quiser falar aqui, fala. para mim, não sei se as regras do do programa prevê isso. Então, eu posso estar tratando com pessoas eh eh realmente eh criminosas e posso estar tratando com pessoas que cometeram pequenos deslizes. Eu conheci um vagabundo que numa pequena cidade do Paraná ele estuplou, ele estuplou uma menina de 15 anos,
Introduziu o revólver nas partes íntimas dela, fez ela lamber, pegou uma pena pífia, igual essa que vocês falam de ressocializar, soltaram ele, ele saiu para uma grande cidade, Maringá, e lá ele foi, ganhou a confiança de pastores de uma grande igreja. Lá ele engordou os olhos numa menina de 10 aninhos chamada Márcia Constantino. [música] Locou um carro, alugou um cômodo numa casa próximo da igreja. Um dia de uma festa com quase 1000 pessoas no pátio da Igreja. Ele falou, passou a menina, falou: "Onde você vai, irmão? Eu vou buscar um bolo." Ela falou: "Posso ir
junto?" Falou: "Pode." Levou a menina, estuprou de todas as maneiras que vocês pensarem. Esganou a menina e matou. colocou no bagageiro do carro, levou numa área rural chamada dozentão, estuprou o corpinho da menina em cima do capu do carro e depois tacou fogo com galhos de de cana seca. Se no primeiro crime que ele cometeu com aquela menina Que ele estuprou e fez ela lambê a ponta da arma que ele tinha introduzido nas partes íntimas dela, ele tivesse sido realmente condenado a uma prisão dura ou executado. Eu sou favorável à pena de morte para alguns
crimes, entre eles esse tipo de crime, estúpulo violentos e com morte. E essa menina, Márcia Constantina, estaria viva hoje, seria uma uma mãe de família. Então, ressocialização para quem quer, quem entendeu que o presídio não é para ele, Que cadeia, não é para ele, sai aqui fora e vira a gente. Não dependendo de passar a mão do estado na cabeça, que vocês não viram nada. Vocês não viram nada. Vocês precisam, vocês acham que o presídio do Brasil é ruim. Dá uma olhadinha na no nas redes sociais. Naíb Buquelli, para esse eu presto uma continência. Naíbell
é o Salvador, lá preso não tem colchão, tem [ __ ] nenhuma. Cometeu o crime, tem que pagar. >> É que aí você entra em vários temas Soltos, né? Você fala sobre uma questão de tipo de crime que a gente também poderia aqui abrir, não é que você é que você pega exemplos para trazer o seu argumento e justificar a questão da punição ou não sistema prisional, que aí abre abri um pouco mais a margem pra gente conversar sobre isso. O problema em si é que a gente tá é comprovado que o estado não consegue
ser efetivo com a política prisional. Ou seja, tem um modelo chamado modelo CR, Que é um centro de ressocialização, que a filosofia deles é essa. Eu mato o criminoso aqui dentro para que ele saia regenerado pra sociedade. Ou seja, você paga como cidadão pro estado pegar um sujeito, o sujeito, ao invés de ter uma um momento de reflexão, um momento [música] de talvez pensar sobre o ato que ele cometeu, ele sai de lá taxado com uma tarja de ex-presidiário. Nós já sabemos que o país sofre com desemprego para pessoas que nunca tiveram passagem Pela polícia.
O cara, tudo bem que é uma questão de escolha, eu até vou concordar com essa questão, mas aí o cara depois ele sai sem a possibilidade de conseguir se reinserir na novamente na sociedade. Por quê? ele já passou pelo sistema prisional, mercado de trabalho para para ele já ficar um pouco mais difícil. E tudo bem que tem a questão do esforço do cara realmente querer mudar sua vida. Mas agora só queria que você refletisse na questão de até hoje o estado provou Que o pior investimento que nós como cidadãos aplicamos é o sistema prisional, porque
coloca um ladrão de galinha e entrega um membro de uma organização criminosa pra sociedade. Então isso só demonstra ineficiência do Estado. O estado não consegue nem combater o tráfico de drogas dentro do próprio sistema prisional. Ou seja, fazendo um novo apontamento que nem dentro da do lugar onde em tese eles têm um controle, não conseguem sanar esse Problema de tráfico dentro do sistema. Então acho que nós deveríamos como sociedade refletir e repensar esse modelo falido do sistema prisional para que a gente tentasse resgatar alguns. Todos não vamos resgatar, porque tem pessoas realmente que estão lá
dentro que gostam do crime, querem viver do crime, pessoas que amam estar dentro desse desse núcleo. Mas tem pessoas que merecem, assim como eu, fui ressocializado, existem e tantos outros Meus companheiros aqui que abraçaram a oportunidade para ter uma nova história e reescrever a sua, né, sua trajetória de vida. Então você eh com o seu esforço, como conforme você tá dizendo, viu que aquilo não era para você. Agora eu tenho certeza que o estado não passou a mão na sua cabeça. Acontece que você fala em pegar um ladrão de galinha, isso aí é genérico. Fala
assim, ladrão de galinha, mas o cara, ele rouba celular, ele rouba moto, ele rouba bicicleta, ele Entra na casa, rouba um televisor, ele não quer saber. Ele rouba o teu pagamento que tá no teu bolso, que o cara acabou de receber, trabalhou o mês inteiro, ele rouba no Rio de Janeiro, teve caso de ser abordado 5 horas da manhã, ter o celular, o dinheiro e a marmita que o cara ia comer meio-dia foi roubada, né? O cara meteu a máquina no ponto circular. Então esse tipo de gente, como o presídio não ressocializa, então na ideia
de vocês da esquerda, >> não, não sou de esquerda, só para deixar claro, tá? Porque a gente defende uma ideia mesma da esquerda. Então >> então mas você também não é de direito. Se fosse de direito não tava falando bosta aqui de >> ressocializão. Isso é uma questão é bosta. Sim, isso é bosta assim. Só tá, eu falo bosta mesmo, mas por isso que por isso que eu tô aqui. Você tá aí. Então, por isso que eu falo a questão de de ressocialização de você falar que o Ladrão de galinha, o ladrão de galinha é
esse que rouba tudo que você pensar, o tênis, o chinelo, a calça, a bermuda, ele rouba de tudo. Não é só galinha não. Se fosse só galinha, >> rouba também os impostos também. >> Não vou comentar já. Quem, quem você, quem você quer dizer? Então, deixa eu terminar só, deixa eu terminar só meu raciocínio aqui. Então, você, então você tá querendo dizer que esses caras tem que continuar solto aqui porque dentro Do presídio ele vai ser coptado por uma facção. Belezura. Então, então vou continuar roubando celular, galinha, como você disse, porque o presídio. Então, equivocado.
Tô dizendo que o cara entra ladrão de galinha e o estado devolve pro pra sociedade um membro de uma organização criosa. >> Tá, então vamos falar aqui. Você já ouviu falar no Ferruge? >> Ferrugeme. Não, >> o ferruge é da sintonia final do PCC. Pelo menos era até 11:30 da manhã. Trombou carrota. Esse cara também deve ser um cara que roubava galinha e entrou no presídio e soltaram ele como um faccionado. Ele tomou, foi no cu. Tomou, foi no cu. Então o cara tem que saber que se ele tá roubando galinha, não deu certo, ele
quer sair faccionado, ele quer ser copitado, ele vai trombar com a rota e ele vai se [ __ ] Então é isso que eu tô querendo explicar para vocês. O cara tem que saber até onde ele vai, Até onde ele vai, se foi bom para ele, se não foi bom. Tem cara que você falou que acostuma não com eh PCC, com pequenos crimes, tem cara que vive preso. Vive preso. Inclusive eu tenho informação, não vou falar da onde é minha fonte, que aqui era para ser 25. disse que não veio tudo que metade foi preso
no meio do caminho. Saíram para vir para cá, vou fazer um furtinho, vou vender um baseadinho e aí eu vou lá no Então você, então você parte de uma Premissa? Você parte não, você parte de uma premissa que todo ex-presidiário ele é um potencial criminoso. Então >> não não é todo ex-presidiário do que você fal um criminoso. >> Ele é um criminoso. O expresidiário. >> Sim, o ex-priidário é um criminoso. >> Sim. Que cumpriu a pena. >> Não, ele é um ex criminoso e um ex-presidiário. Então então você tá me dizendo então que o cara
ele sai da Cadeia, essa é sua filosofia. É um cara que mata uma pessoa que já pena é [risadas] exassemo. Mas ele é exassino? >> Não, tá indo pro extremo. Lógo que ele é um ex-assino assassino potencial. Ele vai ficar matando então pessoas porque vocêó, ó sua premissa como ela é perigosa. Você acabou de dizer que cinco pessoas que poderiam estar aqui não estão porque você recebeu uma informação que no meio do caminho foram praticar um crime. >> Você tá partindo de uma premissa de que todo expror eleário. Você estão aqui, não foram praticar o
crime? >> Não, mas tá dizendo, >> eu tô falando que cinco foi. >> Não, não, não, não. Você não. Você acabou de falar. O que que eu falei? Você acabou de falar que todo ex todo ex todo exriminoso, todo ex-criminoso, ele é um potencial criminoso. Ou seja, eu sou um ex-criminoso, já pratiquei já meu ato e paguei por ele. Então eu também Sou visto pela sociedade como um criminoso. Ou seja, eu vou ser sempre visto como uma pena perpétua. É uma pena perpétua que você tá me propondo aqui. Porque eu posso ter falar assim: "Fiz
merda na minha vida, foi errado o que eu fiz, não quero mais saber do crime". Abandonei e não sou mais potencial criminoso. Na sua leitura, você tá dizendo assim: "Não, você já passou pelo sistema, já foi criminoso, você vai continuar cri". Essa essa leitura é Complicada. Eu vou te explicar porquê. Porque tem criminosa e criminosa. Eu falei no começo aqui, eu não sei o crime que cada um cometeu. Agora é o seguinte, tá? Eu falo para você, >> eu falo para você. Um um profissional que trabalha dentro de sua casa para ir lá e fazer
uma limpeza, fazer um uma limpeza de piscina, qualquer coisa, esse cara cumpriu pena porque estuprou e matou um adolescente. Você receberia esse cara dentro da sua casa, mesmo ele Ressocializado? Se ele chegar na porta da minha casa e falar que vai limpar a piscina, eu vou afogar ele na piscina. Ele vai tomar no centro do cu dele. É isso que eu quero dizer. Agora o cara fala assim, mas eu concordo com você. Mas então tem crimes e crimes >> tem crimes em crimes. Mas tem crimes oportunidade para ele matar minha filha. [ __ ] nenhuma.
>> Não, mas você dou nada. Não dou mesmo. Oportunidade para oportunidade para Estuprador. >> Oportunidade para estuprador. Essa >> eu dou uma oportunidade com um cara que no passado deu um cheque sem fundo, um cara que tava quebrado, comprou uma uma compra no mercado, não pagou. que furtou até furtou uma bermuda porque tinha vontade de ter uma bermuda. >> Sento, a su a sua linha de raciocínio, ela é tão ela ela também aplicado pra gente que o próprio crime não aceita esse tipo de crime do crime do estupro. O próprio crime tem as regras até
pena de morte para esse tipo de crime. Então você colocar a gente como apoiador supostamente desse tipo de sujeito. Mas é por isso que por isso que eu falei, >> eu também não aceitaria esse cara na minha casa. Eu compri espífico não. Mas aí você tá falando, você pegando um extremo goleiro, um exemplo aqui goleiro. Bruno, entrar nessa conversa aí, mano. Pode acabou, >> pode entrar. Eu não sei nem onde que eu Aperto aqui. [risadas] Eu não sei nem onde que eu aperto aqui, porque quando eu tô perto de vagabundo, a vontade que eu tenho
de apertar é gatilho. Mas é, você vai fazer coisa que você não tem envolvimento com criança. Agora tá, o cara, o passado do cara e pedofilia, vários crimes de pedofilia, foi preso, cumpriu a pena, saiu, é um cidadão livre, aí vai trabalhar onde? Numa creche. Ah, pelo amor de Deus, [ __ ] Esse tipo de ressocialização Que vocês querem. Eu sou polícia, [ __ ] Eu sou polícia. Eu tenho experiência de vida. Eu já vi muita gente, muita gente que cometeu crime. Cometeu >> crime. Você é polícia ou você é ex-polícia, chefe? >> Sou polícia.
Não tem ex-polícia. Eu sou polícia.Então. Então, então quer dizer que eu sou, então sou ladrão. Que eu não ten ex ladrão? >> Mas você é ladrão até >> eu sou prova viva de Jesus resgatou Pessoa de lá de baixo. Chefão, você quer pagar de de bravo pros outros? Rapidão. Então, então fala no mesmo tom que eu. Fala no mesmo tom que eu que você é patriota. Eu eu não ando por lado nenhum. Você sabe com quem eu ando? Eu ando com Jesus, entendeu? Você quer pagar de louco em cima do canal? Você quer, mano? Você
quer voto assim desse jeito? Descontrolado? Você quer voto descontrolado, man? Você vai regenerar quem? Um filho meu. >> Ó, eu errei no passado. Calma aí, calma aí, calma aí, calma aí, chefe. Eu errei no passado. Você não sabe. Você nem perguntou todo mundo aqui. Perguno aqui. Mas eu acabei de falar. É, é uma garota de programa. Você não sabe o o o o bar dela. Então você pergunta, rapaz. Quando você enquadra alguém, você vem perguntando, não é? Você não tem o protocolo. Quando você enquadra alguém, você não tá. A nós tá num debateão. Nós tá
no podcast. Você chegar, não sei nem Quem tá aqui. Primeiro você já errou falando que bandido tem que tatuar a metade morto. Aí depois errou de novo. Você falou que você não é rei. Não sou rei. >> Você falou que você não é ex polícia. Então eu não sou ex ladrão. >> Você não é ex polícia. Eu também não sou ladrão. Você tá conversando com ladrão. Eu tô conversando com polícia. Você tá conversando com ladrão? Polícia. Eu tô falando. Você poderia se eu tivesse Saído da polícia. >> Pegou eu. Você prendeu eu. Então você não
prendeu ninguém, parceiro. Não deu. É porque Jesus tirou eu de você. ou se não era você ou entendeu? Esse bigode se eu nem ia existir mais, entendeu, irmão? Porque você tá falando, né? Porque você tá falando que não, >> como você vai me regenerar? Como que meu voto do meu filho vai para você, loucão? Você tá chapando, você não vai regenerar nem sua família. Seu filho errar, você Vai matar ele, louco, >> meu filho. >> Você não é atitude dos seus filhos, irmão. Nós cria os filhos pro mundo. Eu fiquei sozinho. Vai se trombar com
a polícia. A polícia mata ou vai deixar matar? >> Não, ele vai ligar para você porque você tem lá. Ó, quando os pessoal toma em quadro, ó, eu sou polícia. Aí vai lá, liga para outro, né? Aí passa um pano pro outro agora quando é ele ladrão. Ó, Pera aí. Aí você fica de cantinho aí, rapaz. Vamos ver o que tem aí. Quer começar a quebrar carro, quer rasgar a coxa, é estofado e tudo só para porque ele teve um passado, irmão. Tem um passado >> aí, ó. Quem tá assistindo aí, Rota. Vamos ver se
ele grita com vocês quando você enquadra. Caga na calça esse bosta aqui. Aí tá dando uma de bola aqui. Tá dando uma de bola. Bosta rota jáou quadrou. Você não ficou gritando e Falando que você tá respeito meso. Respeitei aí você nem sabe quem é que já saiu, começou a falar: "Ah, monte de crime, eu quero que tá morto." Cinco que não veio para cá, já tá preso. Você quer voto de qu?Esse jeito você quer crescer na onde? Desse na polícia você cresceu. Então é só até aí que você vai >> até aí você vai,
porque na política depender você não vai. Meu filho viu que o pai dele foi regenerado. Meu filho viu que o pai dele foi regenerado. Jesus Resgatou nós. Agora você vai querer o voto do meu filho desse jeito aí. Voto do seu filho. Seu filho nem vota >> por enquanto. Por enquanto. Mas em você vai votar. >> Nem vai. Nem quero o voto dele não. Eu tô falando aqui. Eu tô de boa. Vai fartar. >> Tem água nessa [ __ ] Não. >> Segunda afirmação. Entrar no crime é uma questão de caráter e não de pobreza.
Quem falar que preso é santo, que quem Entra no crime porque é pobre, porque não tinha o que comer. Aí você também quer me quebrar. Pode falar. Beleza. Concordo com o senhor que entrar no crime é questão de caráter e não de pobreza, tanto crime político como crime policial. >> Sim. >> Como todos os outros tipos de crime que quem comete >> Não, mas eu tá você tá falando, vou te vou ter que te interromper até porque Ficou faltando com o menino que falou aqui, ele falou do do colarim branco, dos políticos, tal. Eu vou
falar para você, criminoso é criminoso, >> criminoso é criminoso. Para mim, independente do cara ser deputado, o que pior ainda, porque quando o cara é pobre, não justifica ele ser criminoso, mas ainda até entende que ele quer uma uma camisa, ele quer usar um tênis, vou lá, vou vou vou furtar, é errado, mas a agora o rico, ele tem um patrimônio de 100 milhões e continua roubando. Nós temos inúmeros casos disso. Então, bandido é bandido ladrão, vagabundo, independente de classe social. Então, eu, inclusive eu sempre falo, >> certo? Lula é ladrão. >> Concordo. Concordo. E
assim, só que aí entra no detalhe. Eu concordo também que tem ladrão, tem criminoso na polícia, infiltrado. Tem muitos >> muitos nesse detalhe. Então assim, a gente não pode chamar só porque o senhor É da polícia. É, por exemplo, quando o senhor fala assim, heróis, aquelas pessoas de certa região vai imaginar aquele corrupto que usa uma farda, você entendeu? Aí ela se sente meio como um herói. Esse cara nesse quesito. Então existe sim. Vou dar um exemplo assim, eh, peço aos irmãos uma licença aqui, que eu, graças a Deus, eu tive um pastor que foi
meu discipulador, que é o pastor Marx, que era da Rota, aonde ele me instruiu eh sobre o evangelho, aonde ele Me ensinou sabendo quem eu era, contei tudo para ele o que eu fazia. E o policial que me baleou, hoje, ele é líder de céula na mesma igreja que eu. E o pastor Marcos que trouxe nós dois, colocou na frente e falou assim, ó, ele é meu filho e nada vai acontecer com ele. E ele me explicou tudo que aconteceu com você. E esse policial hoje, ele é líder de célula. Pastor Marcos, infelizmente, foi alvejado
de bala. O Nantes conheceu ele, o Castro Conheceu ele. Então o que eu quero dizer é assim, foi falta de caráter, mas um policial me resgatou, cuidou de mim, transformou a minha vida. Então por isso que eu não posso chegar aqui também crucificar a instituição. Existe pessoas e pessoas e é questão de caráter sim, mas tanto de pobre tão nesse. Por isso tem uma ideia como eu não eu não eu não eu vou rasgar da própria carne que ontem saíram matérias inclusive no Jornal Nacional em outras matérias a operação Contenção no Rio de Janeiro matou
117 criminosos e morreram quatro policiais no primeiro momento, depois mais um no hospital. Ontem foram presos cinco policiais através de investigação das imagens das câmaras corporais que furtaram fuzil que era para est apreendido e não e mais umas peças de uma picap lá. Então todo lugar, todas as profissões têm os bons e os ruins. A vantagem da Polícia Militar é que quando ela tem conhecimento formal do crime, Ela tem uma corregedoria e ela expulsa e manda pro presídio Romão Gomes aqui em São Paulo, >> que no caso seria o direitos humano de vocês, porque ela
não pode ser julgada. Então quando você fala que o bandido tem direitos humanos, é praticar que vai chegar nesse tema que aí depois a gente volta. é praticamente um direito humano do policial ser jogado por eles mesmos. Certo? Porque se for depende o crime, depende do crime, tem um crime militar e Tem o crime comum. Por exemplo, matou uma pessoa eh em crime comum. Agora tem o crime militar, você tá dentro da da área militar, comete um crime, a justiça militar, mas a justiça militar, >> Sim. Mas você pensa que a justiça militar é só
policiais? Não. Tanto que esses militares do do desse núcleo que foram condenados agora por esse malfadado golpe que para mim não existiu, mas cada um tem a sua consciência, eles vão ser julgados no Superior Tribunal Federal. São 15 juízes, então são militares etogados, não é só militar. Então não, então tem juízes de carreira que vão julgar os militares para ver se eles são dignos de de manterem a sua farda, os seus vencimentos ou não. >> Então não é não é bem assim. Bom, a questão do crime, do criminoso da play, >> pode falar. >> Essa
questão de caráter é uma questão um Pouquinho mais profunda, porque como é que você vai cobrar caráter de uma pessoa que não teve nem instrução sobre uma questão do que ética, do que é bom, o que é ruim? Porque a gente tem que analisar isso com uma certa cautela também. O estado não oferta pra gente uma educação, uma, uma, uma educação boa, qualificada, para que esses essas pessoas, esses jovens entendam o que ético, entendam o que realmente é uma formação do que é certo, do que é Errado, porque que nem eu falo, é um debate
que a gente pode falar assim: "Ah, é questão de caráter, tudo vagabundo, mas quem quer aprofundar e entender realmente a raiz do problema, que no caso seria e esses lares disfuncionais, pessoas que não conseguem dar um mínimo, um mínimo de educação, porque para você construir um caráter de um ser humano, você tem que levar para eles essa oportunidade, mostrar: "Olha, isso aqui é certo, isso é errado, roubar Não é legal". E a gente vê no Brasil, infelizmente, que não tem esse incentivo do Estado. Não é justificativa, mas é pelo menos um olhar para que a
gente veja, pô, aonde também tá falhando o Estado para contribuir para que essa taxa de criminalidade aumente tanto. Então, acho que a gente deveria também dar um pouquinho de culpa pro estado nessa negligência que ele dá na questão da educação. >> Não, primeiro que eh eu eu creio assim, Tenho uma concepção, claro, que tem famílias e famílias, mas a primeira educação quem dá é a família, quem quem mostra o que é certo ou é errado. Tanto que eu tenho uma neta de 4 anos, por exemplo, quando ela tinha dois, quando ela ia fazer bagunça, jogar
farinha no corpo inteiro, ela fazia escondido, porque ela sabia que tava errado. Ela tinha dois anos. Então, quer dizer, a pessoa já tem uma noção do que é certo ou é errado. Agora, quando a pessoa vai Eh começando a frequentar um banco escolar, começando a a a conviver com pessoas de todos os tipos, ela começa a ver o que é certo ou é errado. Aí quando tem 18, 19, 20 anos, entra no crime, começa a praticar furto, roubo, tráfico de drogas. essa pessoa vai acreditar aquilo pela formação dela, que ela não sabia que aquilo era
errado. Não, porque ela foi corruptada dentro do cenário que ela vivia. Porque muitas vezes a referência para aquele jovem, por Exemplo, quem entra no tráfico de drogas, ele olha pro traficante e fala: "Poxa, esse cara realmente é o que eu quero ser." Não porque ele queira ser traficante, entenda, ele olha pro traficante, fala: "O traficante tem dinheiro, o traficante tem boas mulheres, o traficante tem status social". E de repente ele usa aquilo como uma coisa certa, uma concepção correta que tá equivocada. Mas ele entende que aquilo na cabeça dele é Certo, porque ele também quer
ter dinheiro, ele também quer andar com tênis legal, ele também quer ter as menininhas. Sim. É por isso que eu eu já citei, inclusive entrevistas minhas, eh, a questão do da impunidade. Você pegava jovens com maconha vindo do Paraguai. Era muito comum em ônibus vir com 20 kg, 10 kg, 15 kg, jovens de 14, 15, 16 anos. E saíam da delegacia primeiro que eu. Eu tinha que fazer um monte de papel. Chegavam as conselheiras tutelares, Levavam pra casa da mamãe porque é menor de idade. Aí eu falava o seguinte, aí ele mora determinada cidade, determinado
local. O vizinho, menininho da mesma idade, viu ele com uma bicicleta bonita, viu ele com um videogame e viu que ele traz droga e viu que ele foi preso ou apreendido, como diz a lei, e viu que não deu nada. Ah, eu vou fazer também porque ele conseguiu vários objetos que custam caro, cometendo crimes, não foi punido. Então, a impunidade também faz Parte, essa sim culpa do Estado, a impunidade faz parte da e é é um fator preponderante para o aumento da reincidência e da criminalidade. O cara entra numa cadeia para cumprir 10 anos, fica
8 meses, 6 meses, 1 ano e sai. Então, >> mas qual cadeia é essa? Porque assim, esse é um mundo fantasioso que muitas vezes existem narrativas que falam assim, >> esse é fantasioso mesmo, não fica nem Isso, sai bem antes. Isso é um desol, isso é um desolamento da realidade. Rapaz, eu trabalhei 35 anos na polícia, eu prendi um cara vendendo droga. O cara tava vendendo droga. Eu peguei o cara, eu recebi a denúncia, campanei que eu trabalhava com um carro descaracterizado, o o cara tava vendendo droga no bar, fui, peguei no bolso dele, peguei
na na na no banheiro, bucha de maconha, dinheiro, fizemos fragante no artigo naquela época, artigo 12, lei 6368 76. >> Na outra noite eu tava de folga, frequentava um barzinho, embora eu não bebo bebida alcoólica, frequentava um barzinho na esquina da minha casa jogando snuca. Ele passou, falou: "É, Fair, nós não fica não". Então, que [ __ ] é essa? Não, isso não. Isso é um descolamento da realidade. São Paulo fica preso. [risadas] Eu vou falar aqui de São Paulo. Eu sou advogado criminalista, atuo todo dia com Isso, todos os dias. Tem muitas pessoas que
dizem assim: "A polícia prende, a justiça solta". Isso é um sou um que falo isso eu vou me basear em São Paulo, tá? Não vou eu não vou ter a audácia de falar pelo Brasil inteiro, mas em São Paulo, o Tribunal de Justiça, por exemplo, do estado de São Paulo é mão de ferro. Você entra com ABSP, você faz um pedido, eles não soltam. Muitas vezes se soltem audiência de custódia por conta da questão do cará. O governador de São Paulo Taris de Freitas foi lá em Brasília no PSD e falou, eu repito isso várias
vezes, Tarcío de Freitas falou que tem casos em São Paulo de criminoso que já foi preso, não é por furtar 30 celulares, entrou e catou uma caixa de celular. Foi preso 30 vezes por furto de celular, 30 vezes entrou e saiu. As audiências de custódia são portas giratórias. Mas dizer que é advogado criminalista narrativa narrativa porque você tá desprestigiando os próprios juiz De de custódia. Ministério público, o Ministério Público pede sempre a prisão preventiva. Os juízes converte, converte, converte. É porque aí você tem que pegar os dados objetivos e e comparar, porque senão fica na
narrativa, sa, fica na narrativa, fica na narrativa. O estado de São Paulo ele é muito mais punitivista do que realmente dessa forma que está dizendo que soltamos presos. Não é porta giratória. Nós que atuamos na questão da Defesa, principalmente a gente tem muita dificuldade de concessão de liberdade provisória. É um equívoco esse pensamento, com todo respeito, a sua visão divergente da minha. Mas não é, não é eu que tenho visão e nem narrativa, não. Isso aí são fatos narrados criticados pela própria imprensa de diurnamente. O cara não fica preso. Pergunta para qualquer polícia de rua
que aborda, [ __ ] que aborda os outros na rua, vê quantas passagens o Cara tem. Então, quer dizer, esse cara ficou quantos anos preso por cada passagem? >> Mas você diz que uma condenação de 10 anos o cara fica 8 meses. Isso é totalmente descolado com o que realmente acontece na vida prática. Porque o cara pega uma pena de 10 anos, ele vai ficar no mínimo 5 anos trancado, porque depois ele vai pra progressão de regime. Então assim, o problema são as narrativas sobre o tema. Eu acho que é um tema Sério, é um
tema que a sociedade tem que elevar o nível desse debate e não ficar mais presa em narrativa, solta preso, não pune, preso, solta preso. Eu acho isso muito pobre. Por isso que eu tô tendo essa oportunidade de conversar com você. Agradeço esse respeito múlto que tá tendo da nossa parte para que a gente possa realmente levar esse debate num nível superior para trazer solução pra sociedade. Porque eu não sou discurso de defender bandido, luto e tenho o meu Discurso contra a criminalidade. Defende bandido, mas é advogado. >> Mas advogado defende direitos. direitos é diferente defender
o ato. O ato do cara é diferente, >> rapaz. Direito falar uma coisa para você, tem advogados e advogados, não conheço sua maneira de de trabalhar. Agora é o seguinte, você fala que advogado defende direito, tá? Advogado defende direito. O advogado defende direito, é quando ele pega o cara que é Criminoso, o cara chegou falar: "Doutor, matei". Tá, então vamos fazer a sua defesa. Matou porque isso? Porque aquilo? Até um advogado falou para mim que o melhor crime que tem para defender é o homicídio, porque todo homicídio tem um motivo. Ele falou para mim, um
advogado antigo. Mas o que eu quero dizer para você é que tem advogados que você prende o cara com 40, 50 pedras de craque, dinheiro, o cara confessa para você que vendeu, você chega na Delegacia, o cara, o advogado chama o cara no canto e fala: "Não fala que foi o sargento que colocou. Esse cara tá defendendo direito esse cara é vagabundo. [risadas] Mas aí e o policial também que pega a droga. Mas e o policial que for? Esse é outro bandido. Exatamente. Tem bandido. Advogado. Falando de advogado. Tá falando que advogado defende direito. Na
constituição, o advogado defende direito. Mas tem uns que defendem Bandido, porque ele poderia falar: "Não, você tem o direito de ficar calado, então você não responda nada". Agora você falar que a droga não é sua e que foi o sargento que colocou, >> quem tem que levar um tiro na cara é o advogado. >> Então, mas a está medindo a classe dos advogados? Olha como isso é grave que você tá falando. >> Você tá medindo a classe dos policiais. Acabou de medir ageno seu, joguei contra Você. >> Você generalizou agora. >> Eu acabei de falar.
Você falou que não defende bandido. Eu falei defende porque você é advogado. Você falou que defende direito. >> Direito. O direito do bandido. Todo mundo tem o direito de uma defesa, independentemente se você concorda ou não com o ato do cara. S estado democrito? >> Eu conheci advogado que eu cheguei com Traficante lá e falei: "Esse cara é assim, assim, não vou defender essa bosta não. Virou as costas, foi embora. Eu >> ex eu também como ética não defendo, por exemplo, estuprador, pedófilo, esse tipo de crime, não defendo com uma questão. >> Ah, então então
o que você quer dizer que o advogado que defende é sem ética? Falou aqui. Uh, >> não é uma questão de ética minha. Uma questão de escolha. Você que defende Não tem ética. Ele falou: "Não, eu falei isso. Você que tá falando". Acabou de falar, você colocou palavra na minha boca. Não, não. Você que tá colocando palavra. >> Eu tô falando que tem advogados e advogado. Você falou que defende direito. Legalmente advogado defende direito. Tem uns que defende bandido e tem uns que passa recadinho pro chefe do comando vermelho. Isso aconteceu lá em Catanduvas, no
Paraná. E tem policial Também que na mesma ação, por exemplo, foi preso polícia e advogada e o Diaba qu. >> Exatamente. Tem problemas em todas as instituições, em toda a camada social. Não dá para generalizar, mas tem. >> Sim. Isso. >> Beleza. Fechou. Saidinha e visita íntima. Tem que acabar. Saidinha. Inclusive já foi aprovado o fim. Só tão os que já estavam cumprindo pena. E é ver o bravo. [ __ ] é essa? Tá bem. >> Tô. Cadê? >> Esse tema aí de saidinha tem que acabar. Eu não não sei como que funciona porque eu
não tive saidinha, mas velho, entendeu? Eh, tipo, eu fui preso, foi a primeira cadeia, entendeu? É, caí com 6 kg de maconha, três de farinha, foi pasta base, é, foi uma carguinha aí, né? Lá na Mundo Ped Gamarães. É. É, eu não tive saidinha, né? Tipo, nesse conco, ah, saidinha tem que acabar, não sei, porque tem gente que tem família, eu já Não tive, entendeu? Eu entrei no crime, não foi porque eu quis, foi para sustentar minhas irmã e tal. Eh, eu aprendi porque eu não tive saidinha, não teve ninguém levando jumbo para mim, ninguém
levou comida, ninguém foi me visitar, não tive visita aí, então aprendi ali ferrado, entendeu? Então, aí foi o que me ajudou eu a crescer na vida, entendeu? E tem uma mente ali fala: "Não, pera aí, eu não quero passar por isso de novo, eu vou ter que chegar Lá fora e fazer tudo diferente". Entendeu? Agora eu já vi também no caso que pessoas que teve saidinha, teve legalização toda, tem jumbo, tem tudo isso daí e quando chega aqui fora que você tá vendo como que tá o dia de hoje, entendeu? O jovem não quer pegar
uma pá, não quer fazer nada, entendeu? Aí vê a situação tudo difícil, tá com uma pedra na viatura e volta para preso de novo, entendeu? Porque tá mais fácil viver preso do que na rua p que ninguém quer Trabalhar aí aí ele para a vida dele e parar da mãe dele, porque a mãe dele vai parar lá, é meu filho que tá lá, porque ela não sabe se ele tá comendo, se ele tá bebendo e tal, se a se o Gir tá invadindo, dando borrachada, porque quem tá preso lá é nós, né? Nós sabe, nós
errou e tal, mas tem muitos que se sacrifica pra família, entendeu? Eu mesmo se sacrifiquei pela minha família, porque senão os outras irmãs, eu não sei que eles ia querer, que ela é mais Velha. Eu tive que cuidar da minha irmãzinha. >> Então, eu vou te fazer uma pergunta, você responde se quiser. Você falou que puxou por causa que caiu com farinha, deve ter [ __ ] numa padarinha, então. >> Lógico, com tudo. A tia Benta. A tia Benta ainda. >> Mas tá, você puxou, pegou quanto condena? Puxou quanto? >> Eu peguei sete, sete 7
anos e três Meses. Eu puxei 7 anos. pegou sete, três meses, puxou sete, >> sete de p não tive saidinha, não tive nada e e eu tudo de boa, trabalhava na buginá, entendeu? Que é onde fazia a peça de de torneiras e tal, entendeu? Trabalhei na manutenção interna, externa, tudo tentando me regenerar, mas sempre o crime também me buscando, entendeu? Que eu era >> Mas você voltou a cometer crime depois que saiu? Então tá aí, ó, um exemplo. E Não teve saidinha, puxou a cana praticamente de testa. 7 anos e três meses, puxou sete, saiu
e virou gente aqui fora. Então ó, acabar essa saidinha. Porque eu falei, eh, eu lembrei da, da palavra que a minha irmã falou, que a minha mãe não deixou nem um nó e nem uma [ __ ] entendeu? Ela seguiu, eu ainda dei uma desviada, porque homem, tipo, na sociedade do mundo é mais fácil entrar pro lado errado do que mulher, entendeu? Hoje, hoje não, hoje tem mais Mulher entrando de um lado errado do que homem, entendeu? Você vê que tem várias mulheres também quer trabalhar, entendeu? Mas também não tem oportunidade. Tem várias gente que
saiu da cadeia, também não tem oportunidade. Tem gente que saiu da cadeia e não quer, também não quer trabalhar, porque ó como que tá o mundo, irmão. Tá mais fácil você dar um golpe, você faz um negócio ali, entendeu? Falar da vida ali do que você viver a sua vida, entendeu? Olha, Eu eu vou eu vou vou falar então, já falando em saidinha, nós aprovamos na Câmara dos Deputados um um projeto de relatoria do deputado Guilherme Derrit, atualmente secretário de segurança, que está saindo do cargo, segunda-feira se apresenta como deputado definitivamente e o fim da
saidinha, tá aí entenderam que a lei não pode retroagir para prejudicar. Então, quem já estava cumprindo pena, quem já estava condenado, continua com a saidinha e Espera-se que pros criminosos que foram presos depois da promulgação da da lei da saidinha, eles não tenham mais a saidinha. Eh, a gente entende duas duas formas de de da gente analisar o por nós somos contra determinadas, entre aspas, eh regalias, algum benefício para para os presos. Primeiro, eh não podemos generalizar, mas parte dos presos não voltam, saem e não voltam. parte dos presos que saem, cometem novos crimes, isso
acaba manchando muitos que têm boa Intenção de usar a saidinha para alguma coisa produtiva, para ver os filhos, para ver a família, que também acontece. Não posso ser hi hipócrita em falar que não, mas eu penso o seguinte, benefício para qual o tipo de crime nós temos que que martelar muito o tipo de crime. Por exemplo, nós falamos aqui em segunda chance, a vítima não tem uma segunda chance, ninguém quis quis vir debater, tá? Tem tem tipo de crime que a vítima, você faz um furto, você leva R$ 200 do Bolso do de uma de
uma pessoa, assalto, é traumático, o cara, dependendo do tipo da pessoa, fica traumatizado, precisa até de terapia, porque o cara chegar com a máquina, me dá o dinheiro, me dá o celular, o celular é mais gravoso ainda, porque hoje a nossa vida tá dentro de um celular, não é mais apenas um um aparelho que custa R$ 1.000. Ali tá fotos íntimas da namorada, fotos íntimas, ali está contatos de trabalho, contatos de amigos, contatos de Autoridades e eh aplicativos bancários. Então, é uma série de coisas que torna o celular uma coisa mais gravosa de se levar.
É diferente de você ter um celular no bolso R$ 1.000 no bolso e o cara levar o 1000. E prefiro 1000 vezes. Vai fazer falta? Vai, mas não vai me [ __ ] igual levar o meu celular. Imagina, eu vou ficar pensando, [ __ ] o que que esse cara tá fazendo? correr atrás de banco, correr atrás de tudo e mas a vítima Ainda em muitos casos tem uma segunda chance, ela se recupera, ela trabalha, ela ganha. Agora o homicídio, o estupro, ah, mas a vítima vai continuar vivendo, sim. Mas qual o trauma de uma
menina de 17 anos que tá vindo da escola, é abordada por um marginal ou dois ou três, é violentada, fazem sexo de todas as maneiras com ela, contra a vontade dela? Qual que é o trauma? Essa, essa pessoa tem uma segunda chance. Então, nós temos que tratar eh criminosos e Criminosos. Por isso que eu falo para vocês que é difícil chegar e olhar na cara de cada um aqui e falar: "Você não vale nada, você não deveria ter perdão, você eu não sei o que vocês cometeram." Foi senor chegou e falou: "Ah, tem um monte
aqui, eu não sei n que todo mundo quer que morre". Foi o que você falou. Então, metade só. Mas se essa metade incluir eu, velinho? Se >> a metade inclui o chocolate, velinho. E aí, como que vai, meu filho? Minha filho E meu filho nessa fam nem nem me conhecia. Agora que você tá conhecendo eu, tá gostando de mim? Se você me [risadas] >> E se você trombasse eu na rua, você ia falar o qu? Eu tô regenerado. Não, assim, do jeito que eu tô, eu tô regenerado pela minha, pelo meu físico. Eu tô regenerado.
Eu ainda tô no no balaco. >> Não, primeiro que se se eu chegar em você e eu puxar tua ficha, você puxou 7 Anos de cadeia, eu como bom policial já ia te ver com outros olhos. Não matar não. Eu já ia, eu já ia ficar você falar balaco, baco, velho, não sei o que, eu já te socava o braço. [risadas] >> Deus te abençoe. >> Não, mas eu tô falando que é verdade. Obrigado. Deus te abençoe. Muito obrigado. É nós. >> Aí ficou com medo porque me ameaçou no começo aqui. Tá com medo da
rota agora. >> Aperta aqui. >> Nossa, esse aqui é grande, hein? Diga, irmão. >> Então, nós tá Prazer, Diego. Meu nome é Diego, entendeu? Nós tá falando de saidinha aqui. E o Bolsonaro tem direito à saidinha? Não, >> não. Só vim aqui para fazer só essa pergunta mesmo. >> Não, por essa por essa legislação agora não tem. >> Não tem >> não. >> Por isso que eu falei para você. Eu vou vou vou. Eu tava pensando, você vê que eu sou um cara vivido. Eu faz uns 10 dias que me convidaram para vir aqui, eu
falei: "Es vão perguntar sobre o Bolsonaro." É óbvio, né? Só que é o seguinte, tem criminosos e criminosos e tem alguém aqui cumpriu pena sem dever? >> Tá, cumpriu pena sem dever. Tá vendo? Então esse cara aqui, se de fato, não conheço o processo dele, não sei se ele tá falando a verdade ou não, mas se ele Cumpriu pena sem dever, tudo que aconteceu com ele tá errado. Então, no meu entendimento, no meu entendimento, no Brasil não houve, tô falando eu, você pode levantar, vir aqui, você pode, pode falar até daí que nós vamos ouvir.
No meu entendimento, essa tentativa de golpe, essa eh matar o, como que é? O o Zoca, o Zeca, o Joca, é isso aí é tudo da cabeça doentia. Tô falando aqui gravar vocês podem pôr no ar. cabeça doenta, de um psicopata que hoje tem um Cargo de ministro do do Supremo Tribunal Federal. Então, mas nós estamos falando à luz da lei. Eles foram condenados. Eu aprendi uma vez com um capitão, hoje ele é falecido, ele faleceu como tenente coronel, ele me ensinou muita coisa dentro da polícia. Eu aprendi uma coisa que falou assim: "O ordem
do Supremo não se discute, se cumpre". Então, se o Supremo mandar me prender aqui agora, eu não fiz nada, mas vamos manda me prender porque falaram que eu fiz, tem que Cumprir. Não tem. Qualquer polícia vai vir aqui, vai cumprir. Inclusive amigos meus para sair, infelizmente nós vamos ter que te levar. Tem um mandato aqui do Alexandre Mores, tá? Então, ordem do Então Bolsonaro, pela legislação atual não tem direito à saidinha. Agora, eu acho, na minha concepção, paralelo a isso, que a condenação dele é injusta, porque ele não cometeu crime. Ele nem no Brasil estava
no dia 8 de janeiro, aí sendo Aquele arquitetou aquele Então, a a pergunta sua é a resposta é essa. Legalmente, eh, após a promulgação que nós terminamos com o fim da saidinha, não terá direito. E você pode ter certeza que o STF vai fazer questão de cumprir, >> certo? Por que é o Bolsonaro? Porque se fosse talvez o Lula eles falassem: "Não, mas a saidinha é terminar com a saidinha em Costal". Tô falando para você uma realidade do que é o sistema hoje. O que O sistema hoje o sistema hoje eh contra a direita e
a favor da esquerda. Isso é óbvio. Se um deputado de esquerda fizer o mesma coisa que um deputado de direita, uma coisa criminosa, o deputado de esquerda vai ter um tratamento, seja corrupção, seja agressão, seja falas, e o deputado de direita vai ter outra. deputados de direita estão sendo inclusive processados por falas em tribuna, onde nós, segundo a Constituição, somos invioláveis. Então Você tá fazendo uma pergunta técnica e eu tô te respondendo. Bolsonaro tem direito à saidinha? Não. >> Beleza. >> Bom, boa tarde. Eh, >> você que falou ali que o Abrão que é homicídio.
>> É isso. E sou a favor da >> furar essa caneta em mim. Não, que >> calma. Armado ali. >> Eu sou a favor. Eh, eu sou a favor sim Da da da saidinha. e dar visita íntima assim, porque eu fiquei preso e fiquei três anos saindo de saidinha e a maioria das pessoas que não voltava são as pessoas que quer continuar no clime. >> Mas você teve, você teve saidinha? >> Tive saidinha, fiquei três anos até ganhar meu, meu alvará, minha liberdade. >> E a vítima que você bateu teve saidinha do cemitério? >> Não,
a vítima que eu batei, eu fui preso inocentemente. Não foi isso. >> Por isso que eu falo, não é que eu tô fazendo uma brincadeira dentro de uma coisa séria. >> Mas sim, sim. Mas então que é que nem ele falou, você tem que perguntar, não já me julgar falando que eu matei. >> Não, mas você eu perguntei, você falou que matou. Eu fui preso no homicídio, mas não quer dizer que eu fui que matei a pessoa, entendeu? Eu fui preso no homicídio e ganhei meu homicídio porque para eu ver que eu fui inocente, >>
mas não deixou de mim ser preso no >> Mas a pessoa morreu. >> Não, a pessoa morreu, só que não fui eu que matei, foi outra pessoa. >> Mas então você, eu perguntei se alguém foi preso inocente, só ele levantou a mão, você ficou quietinho. >> Não, porque eu tava em outro crime e o homicídio caiu depois do outro crime, por isso, entendeu? Caiu uma portaria de homicídio. >> Você tá falando, meu amigo, eu não tenho Condições de julgar ninguém, não tô com processo na mão. Você tá falando que não matou >> a situação aqui
saidinha. A situação é saididinha, >> tá? situação saidinha, correto? Então, que nem eu falo, eu sou a favor da da saidinha. Por quê? Porque tem muita gente que precisa sair para visitar seus parentes e até mesmo é um teste para saber se aquele ex-presidiário ou presidiário, ele tá pronto ou preparado Para est enfrentando o mundo. Porque se o cara quebra ou comete algum crime dentro da saidinha, é cadeia. O cara não tá preparado para tá saindo pro mundo porque ele tá recebendo uma oportunidade de ele sair, visitar seus parentes ou até mesmo sair para ir
trabalhar e ele quebra aquele regime de semiaberto, é para ele sair. Agora aqueles que permanecem na saidinha até o final é outra situação. O cara quer sair, quer levar uma vida regenerada, porque o cara Que é ladrão, ele não vai ficar aguentando indo pro mundo, saindo, voltando, saindo, voltando. Ele vai sair e vai ficar e vai roubar, >> tá? Então, tá. Então, olha, veja bem o que você falou. A saidinha, eu entendo que é fato mesmo, não é você que tá inventando, não. A saidinha ela serve para para mensurar se o cara já tá apto
a viver em viver em sociedade novamente, se ele está ressocializado, tá? Aí durante a saidinha >> ele vai e mata uma pessoa. Aí o estado lá não deu certo o teste. A pessoa que morreu tomou no rabo. Então quer dizer, fazer teste com a sociedade de cobaia, [ __ ] Então nós somos contra, terminantemente contra a saidinha. Também sou contra a visita íntima. Eu falei já a gente fala, porque tem umas coisas que a gente fala, vira meme, sabe? Porque pensa que a gente tá brincando, mas a gente tá falando coisa séria, pô. Se o
preso quer transar, que Eles translon é uma vergonha um cara, um cara matar uma pessoa, o cara matar. Eu não gosto nem de de colocar familiar meu no meio porque é uma coisa que parece que chama coisa ruim, mas imagina um cara matar um familiar meu, querido meu, aí ele vai preso. Terminou aqui, ó. Aí ele vai preso. Aí daqui um ano esse cara tá dentro da cadeia, o meu familiar tá enterrado lá e eu tô guardando o luto para sempre porque depende a o familiar Que você perde um filho, por exemplo, você nunca mais
esquece. Você vive um luto eterno. Aí o cara daqui um ano tá furunfando dentro da cadeizando. Você tá generalizando uns crimesos que tem >> então. Mas a maioria da cadeia não tem não tem só crime de >> o cara estupra uma mulher aqui fora, vai preso e tem direito a furfala dentro. B aqui ó. Ó, tururu. Minha afirmação é: no Brasil Deveria existir prisão perpétua para crimes ediondos ou equiparados. >> Eu eu tenho muito cuidado dentro da minha da minha trajetória de vida, tanto dentro da polícia, principalmente como parlamentar, onde a gente lida com projetos,
com votações. Eu tenho muito cuidado de e não ser hipócrita. E não ser hipócrita. Eh, se eu questão de o criminoso agora que eu falo, tem criminosos e criminosos. Por exemplo, o cara estupra uma filha de 5 anos de um Homem, ele vai lá e mata o estuprador e ele é preso, condenado. Eu, se um dia conhecê-lo na rua e souber daquela história, eu não vou tratá-lo como um ex criminoso, como um assassino. Vou tratá-lo como um homem digno que se vingou e como eu faria também. Então, existem presos e presos. Concordamos. Então, eh, >>
pera aí, >> como é que tá? Tudo >> bom. Eh, eu fui preso e os direitos Humanos não ajudou a minha mãe. Eu só acho uma mentira. >> Fala perto do microfone. >> Tá. Os direitos humanos não ajudaram sua mãe. >> Não, nenhum momento. >> É, mas a função, eu não sei, é difícil eu discutir porque eu tenho até raiva dessa raça, sabe? Negócio de direitos humanos aí. Mas eh é difícil porque eu não sei se a função deles é ajudar Familiar de preso. Se tiver previsto isso em algum alguma coisa, eu acho que eles
falharam então com você. Agora você foi preso, você cometeu um crime e foi preso. >> Sim. >> Tá. E os direitos humanos não ajudou a sua mãe. Vou ter que fazer duas duas reflexão aqui. Então que eles falharam no seu entendimento, se for obrigação deles, e que você também devia ter pensado na sua mãe antes de cometer Crime, né? Porque eu muitas vezes >> você pediu para ouvir do bigode, pai. Você tá de gado, você é moleque, meu. Você foi moleque. >> Mas não é, cara. Não é. É a minha realidade. A gente, a gente
>> esse bigode nele, >> por exemplo, eu sou deputado federal. Você não imagina, você não imagina as oportunidades se eu quisesse fazer coisa errada. Só que por que que eu não faço? Eu tenho minha mãe com 84 anos numa Cadeira de roda e tenho meus netos. Eu fico pensando, eu pode dar certo e eu posso dar uma vida dignas para eles. E eu lembro dos ensinamentos do meu pai e eu lembro que eu posso cair numa cadeia. Então você tem que pensar antes de fazer a cagada. Aí depois que faz a cagada, igual o baixinho
aqui, ele vai falar que os direitos humanos não foi da assistência para família dele. Então, mas os direitos humanos é uma merda, não é? Concorda comigo? Mas você concorda Comigo que é uma merda? >> Quando quando eu fui fazer foi o quê? Minha mãe perdeu a visão de um olho. >> Hã? >> Minha mãe perdeu a visão. >> Sim. >> Então não foi por quê? Foi por necessidade. >> Você foi fazer roubar? >> É, foi por necessidade. Ela tava cega. Sim, foi por necessidade, porque eu perdi na pandemia todos os meus parentes E só ficou
eu e ela. >> Não, mas aí é do seu coração, né, cara? Porque >> hoje minha família mãe, >> só que você é um cara que você pode até ter uma justificativa, acreditar nela, pode até me convencer, acreditar de que você fez porque sua mãe ficou cega, talvez vou saber se eu se eu não faria o mesmo, mas você tem que crer que você só, graças a Deus, hoje eu tenho tenho meu meus dois bares, tenho eh o meu Restaurante. >> Que bom, >> entendeu? Hoje eu me regenerei. >> Que bom, entendeu? feliz por você
e pela sociedade, porque se você tivesse continuado no mundo do crime, seria ruim para você e para as pessoas que seriam vítimas suas. Então, se esperasse pelos direitos humanos, né? >> Se depender dos direitos humanos, você tá [ __ ] >> É, >> é por isso que eu falo direitos humanos é bosta. é do direitos humanos na na configuração que eles fazem, porque os direitos humanos, ó, lá em Maringá, hoje deu até uma sumida, mas tinha crianças, filhos de indígenas, e o índio fica ali sentado na beira de uma árvore lá com a barriga cheia
de pinga e quatro, cinco crianças pedindo eh auxílio, dinheiro no semáforo. E aquilo comove, porque você é uma criança desse Tamanhozinho, chega no vío do seu carro, tio, me dá uma moeda. Aí você dá, a vida dela não vai mudar nada. O pai vai tomar uma pinga, fumar uma pedra. Não, não. Tô generalizando aqui. Daqui a pouco vem a FUNA em cima de mim. Tô falando o que eu penso. Direitos humanos. Então, direitos humanos tem que ser para humanos direitos. Você não era um humano direito, que você cometeu crime, mas sua mãe era. Isso tinha
que dar dado de assistência. >> Um dia eu vou lá almoçar no teu restaurante, >> mas eu vou sem avisar porque senão você envenena comida. [risadas] Tô brincando.