Oi pessoal seja muito bem-vinda a esse canal eu sou a prica Lima e aqui eu compartilho sobre autoconhecimento desenvolvimento pessoal passando um pouquinho sobre a maternidade a criação de filho mas tudo isso com a intenção de ter uma vida muito mais leve prática e divertida hoje eu quero compartilhar um pouquinho com vocês sobre a minha experiência de vida sobre um pouquinho da minha história da minha jornada de vida como foi chegar até aqui e mesmo com uma criação bem repressora bem autoritária e um pouco negligente sim eu consegui fazer ter um resultado diferente e esse
resultado São os meus filhos que são modesta apte incríveis Eu tenho um filho de 19 anos ele já é bem independente um cara muito legal centrado tranquilo e a minha filha de 6 anos que ainda tô fazendo né ensinando ela como é essa vida ensinando valores e regras para ela mas o resultado que é o comportamento dela a forma como ela é autêntica como ela se expressa como ela compreende as suas próprias necessidades e consegue se expressar dentro né do limite dela de se anos de idade tudo isso aí já traz um resultado muito bom
e não sou só eu que vejo a gente sempre a gente tende a a escutar o que os outros fal falam querendo ou não eu não sou muito assim de escutar o que as pessoas falam porque isso vem muito da percepção delas assim claro eu tenho os meus mentores as pessoas com quem eu Eu gosto de escutar em que e pessoas que eu estou aberta a escutar mas eu tô falando da grande massa dessas das pessoas que falam de forma aleatória e e assim as pessoas tendem muito a falar muito bem dos meus filhos então
eu tomo isso como um resultado muito positivo na minha vida então assim a minha criação ela foi muito repressora foi bem autoritária e de certa forma negligente também eu não vou falar um pouco assim das características que eu tenho dos meus pais tanto como um olhar terapêutico e como uma pessoa que viveu com eles a minha percepção hoje daquela época eu não não me levem a mal pelo amor de Deus não me julguem por est expondo algumas características dos meus pais assim mas é só a título de esclarecer porque ainal de contas eles são pessoas
eles não são perfeitos e eles principalmente assim eles tiveram a experiência de vida deles eles são frutos do meio então assim não é falando mal nem culpando eles é só uma esclarecendo mesmo para vocês entenderem então assim meu pai ele tem uma característica da época tá eu agora não sei não é de agora que eu tô falando era uma criação muito repressora autoritária era ele a voz era dele e de muita oscilação de humor então nunca se sabia o que esperar do que quando ele entrar as porta dentro de casaem Em contrapartida a minha mãe
é uma pessoa muito imatura e que não sabia muito bem nem cuidar da própria vida enfim engravidou muito cedo não tinha maturidade nenhuma para lidar com aquilo e foi seguindo né dentro de um contexto familiar de violência moral de violência física de violência psicológica Então tudo aquilo eh refletiu né em como eu me tornei eu falo que eu fui fruto de um plano não planejado porque assim eu nasci e a vida foi tocando Eu sinto que foi isso que aconteceu a vida foi tocando E aí vamos ver o que que vai dar e sinceramente se
eu não tivesse lutado muito eh Depois que eu me tornei consciente de tudo isso se eu não tivesse ido a fundo buscar através do autoconhecimento desenvolvimento pessoal que foi o mundo mesmo que me ensinou Eu fui buscar eu não tive essas referências dentro de casa então assim eu poderia poderia ter sido um resultado muito ruim e eu acredito que o resultado foi muito foi bom né tá positivo aí pelo menos tô aí buscando e compartilhando um pouquinho da minha história e buscando ajudar outras pessoas que tiveram também algum tipo de experiência não muito positiva na
infância que ou na adolescência né que tem o primeiro setênio ali do zero AOS 7 anos onde a gente aprende então tudo que a gente aprende ali do zero AOS 7 anos gente é belo é bom desculpa é bom tudo é bom então se o seu pai te espanca o o problema não vai ser ele vai ser você então tudo que você aprende nesse primeiro nessa primeira infância é bom pensa nisso como que não sei se você é mãe ou se você é pai enfim eu direciono minha fala aqui mais para mães nada impede de
pais estarem escutando é assim como o que você mostra pro seu filho e como ele compreende aquilo lá então a criança do zer AOS 7 anos ela vê o mundo como tudo é bom não enxerga não tem Malícia não tem maldade sabe e se alguma coisa se se você critica aquela criança se você e aponta o dedo se você bate se você né pratica algum ato de violência ela nunca vai achar que é você que não é que não é bom é ela vai achar ela vai crescer com aquele sentimento de que ela que não
é uma criança boa o o desajuste táia nela Então assim eu sempre eu cresci eu não me não só pelo por aquela situação de violência né violência psicológica violência física também não só por isso mas eu sentia que alguma coisa Não tava certo aquilo lá Não não funcionava não era vida não era para ser daquele jeito e eu busco muito na minha memória e em várias terapias que eu já fiz que eu já participei eu acredito que lá pelos 3 anos de idade eu já sentia que algo não tava muito legal e eu cresci eu
vou até te contar uma coisa eu tinha um sonho recorrente na minha infância de que Eu voava eu batia os braços assim Eu voava alto alto alto reto reto lá para cima chegava lá em cima os meus bracinhos se cansavam e eu pá caía despencava no chão e isso é um sonho recorrente e eu já fui atrás para entender era assim eu eu entendi né na ter na nas terapias e até na terapia do sonho que eu queria fugir daquele lugar porque eu já sabia que alguma coisa não tava certa e eu acredito que esse
sonho meu começou lá pelos quro anos de idade foi é uma a lembrança mais mais antiga que eu tenho e perdurou sei lá até quanto não não sei até quantos anos isso aconteceu então eu tinha esse sonho muito recorrente de que eu tinha que sair dali eu buscava muita liberdade eu busquei Mita a liberdade na minha vida para não participar daquele contexto familiar porque eu sabia que aquilo lá não era uma coisa boa que não tava legal E aí eu fui crescendo e tal e fui entendendo mas eu nunca me senti pertencente e eu não
sei se você já ouviu falar né talvez você já tenha até contado pro seu filho pra sua filha ou você até já tem ouvido só na na na sua jornada aí de vida sobre o conto do patinho feio que é um patinho que a mãe pata teve vários Resumindo muito resumido aqui tem Inclusive tem esse conto no no livro Mulheres que Correm com os Lobos Depois eu quero falar mais sobre esse livro aqui porque ele é sensacional para nós mulheres é um Despertar de consciência assim incrível enfim o conto do patinho feio Ele tem a
mamãe pata Ela tem os filhotinhos só que dali nasce um pato muito esquisito muito feio e lá na fazenda os outros bichos ficavam criticando dele os outros patin Ah Meu Irmãozinho é feio não sei que não sei que lá e aí ele tenta fugir e consegue fugir cai cai num num lugar onde ele é muito tem um gato o gato sai correndo atrás dele enfim tem toda uma uma explicação psicológica a respeito que é baseado na na na análise de Jung esse conto dentro desse livro Mulheres que Correm com os lobos tem toda essa explicação
E aí o vai correndo enfim voa e cai num lago quando ele cai num lago ele vê dois patos gigantes longe assim e aí ele começa a chegar perto ele já tá um pouquinho maior e tal e ele acha os patos maravilhosos e aí ele fala ah eu fugi porque eu não era bem aceito todo mundo me criticava não sei que aí os patos que na verdade eram cisnes fala para ele olha aí no reflexo da água você não é um pato você é um cisne Olha que majestoso que você é como você vai ficar
você vai ficar igual a nós e não sei qu essa eu quando eu ouvi essa essa história com essa percepção analítica eu falei cara minha história e eu tenho certeza que a história de um monte de gente que não se encaixa dentro daquele contexto familiar sabe assim que que eu vim fazer aqui nessa família ão aí os nossos filhos né pra gente poder fazer diferente pra gente buscar uma educação diferente promover algo diferente não naquele intuito de que ah eu não tive na minha infância então eu quero realizar esse sonho é através do meu filho
não porque isso aí é muito é uma é de certa forma é até uma violência né porque você tá querendo realizar um sonho seu em cima de um outro ser que tem a individualidade que tem os próprios sonhos que tem sim as próprias vontades querer e tudo mais isso aí é um assunto para um outro vídeo mas vou dar continuidade aqui não quero me perder então assim os valores que me foram passados e os comportamentos que os meus pais tinham eles refletiram na Minha autoestima de uma forma tão negativa que eu lembro que na minha
adolescência tinha uma turminha de meninas na minha sala eu ficava com tanta vontade de ser amiga dessas meninas e eu não tinha coragem eu não me valorizava e eu aprendi eu cresci não reconhecendo o meu próprio valor pensa o quanto isso chega a arrepiar o quanto isso foi destrutivo pra minha vida como isso refletiu e reflete até hoje até hoje eu tenho tenho muitas vezes que me que lidar com situações que eu falo assim Opa Calma lá olha quem você é onde você chegou o quem você se tornou quem você tá se tornando porque eu
cresci não não me sentia no Bol suficiente eu nunca era suficiente lembra daquilo que eu falei pouco tempo atrás de que a criança ela vai crescer não achando que o pai ou a mãe são ruins Mas que ela que não é suficiente que ela que não é boa o suficiente e como isso nunca foi me passado por outras pessoas assim eh eu cresci até experimentando relacionamentos bem tóxicos bem abusivos o meu primeiro namorado ele foi sem comentários sabe eu foram acho que 5 anos 5 se anos que eu Nami com ele não me lembro mais
assim mas eu me colocava em cada situação por dependência emocional daquela pessoa então eu saí de casa aos 17 anos sem um pingo de maturidade sem um pingo de responsabilidade de autoresponsabilidade e depois que eu fui em busca para eu entender quem eu era por que eu me sentia deslocada desse jeito eu senti um chamado muito grande de mudar de vida de fazer diferente de ter resultados diferentes de ser eu cresci gente Ouvindo todas as pessoas da minha família principalmente da minha família materna porque família paterna ela já é toda desestruturada ela irmãos não se
uma bagunça não tenho mais contato com eles hoje mas a família materna que também é uma família assim eles têm o rótulo da Família Perfeita sabe isso aí para uma pessoa como eu isso é muito cruel foi muito cruel porque eu era eles falam Ah você é a cópia do seu pai meu pai uma pessoa Explosiva uma pessoa autoritária uma pessoa né que humor osila então eu cresci com rótulo de brava de de agressiva desde criança desde criança e querer que eu cheg na Fas AD ou né ali na adolescência sendo outra pessoa não carregando
esses rótulos é um pouco a normal né Lógico que eu ia crescer com esse rótulo Mas eu sabia eu sabia lá no fundo do meu coração que eu não era uma pessoa assim eu sou uma pessoa enérgica eu sou uma pessoa que hoje eu me posiciono eu conheço o meu valor é até onde a minha visão consegue enxergar eu acredito que eu reconheço o meu valor aí uns 85% tem uns 15% que ainda é meio falho assim que volta e meio eu me pega fala Opa Calma lá que a galera tá começando a abusar de
você mas é esses registros né e com o passar do tempo a gente vai aprendendo e o lance é tá ó Atento e presente para saber até onde o outro pode chegar e onde o outro não vai invadir o seu limite né me perdi aqui um pouco vamos lá vamos voltar eu tava falando esses sentimentos que eu cresci né então eu cresci com esses rótulos foi muito difícil superar tudo isso mas eu sabia que aqui dentro eu era um ser diferente eu buscava essa paz interior Eu tenho um contato com a espiritualidade assim que nada
disso me foi ensinado quando eu era criança de uma forma Ampla de expansão de consciência tudo aquilo que tava dentro de rótulo tipo doutrina ação você tem que fazer isso não sei qu essas coisas de meio igrejas isso aí nunca fez sentido para mim Deus punitivo eh aprender através de medo nada disso nunca fez sentido para mim mas eu cresci não me sentindo suficiente não me sentindo boa com a desvalorização pessoal muito grande pouquíssimos amigos com como eu disse eu queria fazer amigos ali mas não conseguia E aí teve um eu tive meu filho né
cresci tive meu filho fui querendo fazer diferente na educação do meu filho mas mesmo assim eu não sabia muito porque eu ainda tava dentro de um contexto de vida que era muito para massagear dores para camuflar as dores Eu bebia muito saía muito né foi uma fase da minha vida que eu experimentei essas coisas mas chegou uma hora que o meu coração falou chega só que eu não entendia que era isso eu sentia Esse chamado E aí eu mudei da cidade que eu estava e eu falo que Deus né me levou para esse lugar e
eu fiquei no meses no lugar praticamente sozinha longe do meu filho longe dos meus amigos porque aí eu cresci e fiz amigos lógico né Eu fui fazer amig amigos na faculdade enfim mas eu já tinha saído de casa com 17 anos eu saí de casa e aí eh eu passei por esse processo assim de muitas does porque eu fiquei sozinha e quando a gente não gosta da gente né a gente não entende ficar sozinho é muito difícil a cabeça não para de falar os sentimentos então eu foi assim eu sofri muito durante esses n meses
que eu tava lá nesse lugar e eu fui para o fundo do poço eu aprendi com a dor como a maioria das pessoas né a gente aprende muito uma coisa a gente tende a a sair da zona de conforto quando o negócio tá pegando eu gosto de falar quando a água bate na bunda ali que você não tem mais para onde ir e aí você fala cara eu preciso fazer algum coisa preciso mudar porque senão não vai então eu tinha uma necessidade desesperada de mudar aquilo ali enfim eu tinha umas essa necessidade E aí eu
fui lá no fundo do poço e foi quando muita coisa aconteceu e eu falei não agora chega agora ou vai ou racha E aí foi um momento decisivo onde eu parei tudo eu já tinha perdido tudo eu tinha perdido casa a única único bem material que eu tinha ali na na época era um carro e aí eu tive que olhar para mim não tinha outra saída sabe eu tive que entrar de cabeça nessa questão do autoconhecimento E aí foi onde eu comecei a ter percepção desses padrões tóxicos que rodeava a minha vida como do meu
pai era muito Evidente as pessoas tinham muita necessidade de falar como ele era isso para mim ela muito clara até porque uma das maiores vontades que eu tinha era sair de dentro da minha casa para parar de viver todo aquele drama que eu vivia toda aquela né aquela coisa que eu vivia então eu comecei a sentir entender esses padrões familiares tóxicos eh entender como esse medo perpetuou pela minha fase de infância e adolescência porque sabe uma coisa vou te contar eu não tinha um pingo de respeito pelo meu pai eu tinha medo dele me matar
eu tinha medo dele me quebrar inteira era isso sabe e eu também não tinha respeito nenhum pela minha mãe eu tinha dó dela eu tipo como a pessoa fica tantos anos convivendo com uma outra pessoa que destrói a a estima da pessoa então assim eu vim né eu entendi esse abuso na minha infância eu entendi muito nessa época eu ainda não entendia dessa da negligência da minha mãe a negligência dela infelizmente veio de uma imaturidade dela dela não ser capaz não se sentir capaz ou não ser capaz ali de criar outros seres né que ela
não dava conta nem de cuidar dela então e ess entendia esse excesso de controle os rótulos isso tudo não foi de um dia pro outro né gente isso aí veio acontecendo com o tempo eu vim estudando e faz 11 anos que eu tô dentro desse processo 11 12 anos dentro desse processo de autoconhecimento porque não existe outra saída ou ou a gente olha pra gente ou senão não tem jeito porque quando a minha filha chegou Foi mais claro para mim mais evidente que filho vem para esfregar na sua cara assim ó a suas feridas emocionais
que estão ali abertas ainda sabe coisas que você aprendeu na sua infância que tá registrado no seu subconsciente ou no seu consciente ali sabe quando sua filha se seu filho faz alguma coisa e você se irrita com o comportamento de uma criança de 2 3 4 anos de idade é ferida aberta é coisa que você aprendeu são padrões que estão registrados aí em você que que te incomoda que te fere que te ofende como que uma criança de 2 anos de idade pode ofender um adulto como que uma criança de 3 anos de idade pode
ofender um pai e uma mãe A não ser se tem uma ferida aberta uma coisa mal resolvida ali um padrão que não tá limpo é isso aí então minha filha veio para me mostrar por A mais B todas as feridas que ainda restavam porque eu comecei meu processo há 12 anos né de limpeza de autoconhecimento e a minha filha tem 6 anos e meio então muita coisa já tinha melhorado mas ela veio para me mostrar muitas outras coisas então quando veio essa virada de chave de que eu precisava olhar para mim eu fui fazer o
primeiro curso grande que eu fiz eu lembro que eu trabalhei a minha responsabilidade eu não me sentia nada responsável mas eu de fato não era mesmo eu tinha já meu filho eu tinha uma responsabilidade sobre ele eu entendia mas responsabilidade da vida dos resultados da minha vida minha vida era sabe uma porcaria uma porcaria eu tinha eu não tava com antes de eu ser terapeuta eu era designer de interiores gente eu não conseguia dar o preço pro meu cliente eu ficava com medo do meu cliente não fechar comigo porque eu tinha necessidade eu trabalhava pelo
dinheiro mesmo ali eu amava o que eu fazia que foi uma das coisas que eu deixei de atuar como designer de interior porque eu não conseguia colocar limite nos clientes eu trabalhava de 6 horas da manhã às 10 horas da noite não dentro de obra mas cliente às vezes me ligando e eu não conseguia colocar o limite porque eu pensava assim nossa se eu falar não ele vai me trocar por outro ele vai querer cancelar e eu vou ter que devolver o dinheiro mas eu já gastei o dinheiro todo que sabe aquela coisa assim absurda
então então Primeiro Curso que eu fiz eu trabalhei a minha autoresponsabilidade e mas demorou muito ainda para eu entender isso aí e aí eu fiz curso de meditação para trazer né Para eu deixar de espertar A Minha Essência Ali quem Eu verdadeiramente era E aí eu conheci uma outra técnica chamada eft que é assim a minha grande o grande amor da minha vida que é uma técnica de libertação emocional que foi assim a chave de de de virada mesmo da minha vida tanto que uma das primeiras ferramentas que a primeira ferramenta que eu comecei a
trabalhar como terapeuta foi atendendo através da eft e eu tava fazendo uma recapitulando aqui sobre esses cursos que eu já fiz e eu lembro que eu fiz um curso de Carisma gente de Carisma você ver o tanto que eu tinha necessidade de quebrar aquele rótulo da da agressividade da né da pessoa chata antipática quantas vezes eu escutei que eu era antipática quantas vezes eu escutei que minha cara era isso que a minha cara era aquilo gente não é de gente que passa na rua não é do familiar Zinho parente ali que toma o café da
manhã com você no domingo entendeu a gravidade e é isso eu ten certeza que você conhece se você não passa isso na sua vida se não passou eu tenho certeza que você conhece pelo menos uma pessoa né que às vezes a pessoa tem que ser próxima para relatar isso aí mas acontece acontece E aí gente eu fui assumindo a minha responsabilidade sobre meus sentimentos entendendo sobre os resultados de vida superando Essas barreiras internas quebrando tudo isso mudando o padrão expandindo estudando estudando estudando estudando estudando socci estudando sobre comportamento humano estudando sobre criação de filho maternidade
feridas emocionais tudo estudo isso faz muito tempo tem muita coisa ainda para aprender e eu quero passar tudo isso para você então eu te convido agora já se inscreve aqui no canal porque eu quero trazer muito conteúdo dessa forma para vocês ajudando vocês mesmo a expandir a consciência mas também ir pro pra ação para mudar os resultados da sua vida porque se a gente não sair do lugar a vida não muda os resultados da nossa vida não muda não adianta não adianta ficar só assistindo videozinho no YouTube fazer achar que lei da atração é ficar
ali sentado no sofá esperando pensando positivo e vendo coisas boas na cabeça sen não partir PR ação a base da nossa vida é pensamento sentimento e comportamento se a gente não tiver com esses três alinhados o nosso pensamento congruente com o nosso sentimento que está congruente com a nossas com os nossos atitudes com os nossos comportamentos não adianta não teremos outro resultado Vamos ser ter sempre as mesmas porcarias de resultado na nossa vida então depois né todo esse processo eu tive que mudar minha auto imagem eu tive que sair desse papel de vítimas inha Coitadinha
Ai meu Deus por que que isso por que meu pai era assim por que minha mãe é assado e tal mas eu tive que largar esse papel de vítima eh para fazer diferente né para pelo menos na verdade eu te confesso que hoje o papel o o motivo o agente motivador de transformação da minha vida é a minha filha o meu filho também mas ele já tá né ele já é um jovem adulto ele já tem 19 anos mas é a minha filha porque ai não quero sabe eu não quero mesmo isso aqui eu não
tô não tô colocando um sonho meu para ela realizar não é isso mas são valores é para que ela cresça como uma mulher que saiba o que quer da vida dela eu uma mulher que assuma as responsabilidades da vida dela sabe seja autêntica saiba colocar limites atrai um relacionamento formidável na vida dela ela vai passar os perrengue del Lógico que vai mas eu tô ali vou est ali sempre ajudando então assim o agente motivador da minha vida para me tornar uma pessoa melhor com sem sombra de dúvida são os meus filhos e aí né foi
dessa irresponsabilidade da minha vida tava numa questão aí totalmente submissa a vida esperando que a vida me oferecesse alguma coisa que eu nem sabia lá que que era quando eu fui para longe de toda a minha família quando eu me mudei para São Paulo que foi assim a chave de liberdade da minha vida que eu saí daquele contexto onde as pessoas ficavam me rotulando e falando mal de mim o tempo inteiro eu pude experimentar mais perto mas aí eu já tava terapeuta eu já meditava bastante tanto que em São Paulo eu fui fazer eu fico
olhando aqui para ver se a bateria da do fone não acabou mas eu fui experimentar ser eu de verdade o ser autêntico que eu era e maravilhoso né gente foi um salto quântico na minha vida em todos os sentidos ali só que eu me tornei feminista eu fui de um extremo ao outro da da pessoa super dependente emocionalmente aquela que buscava a aprovação da família e lutava e não entendia eu fui para um lugar de eu sou dona da minha vida eu faço o que quero eu não quero basear Dentro os conceitos feministas Então esse
também é um assunto para um outro vídeo onde eu vou contar um pouquinho de depois né como que eu me Casei Porque que aconteceu aquele casamento enfim que tem muito a ver com isso eu fui do Y Pro You no Yang eu permaneci mas hoje tá equilibrado a responsabilidade essa autoresponsabilidade me ajudou muito a criar uma vida mais segura mais autêntica mais determinada e tudo partiu assim meio que de uma forma inconsciente sem entender muito mas de uma decisão e clareza do que eu queria Então gente a gente pode assumir qualquer coisa na vida a
gente pode assumir o controle que a gente tem sobre si mesmo sobre os resultados da nossa vida mas se a gente não tiver uma decisão a gente decidir e principalmente ter clareza da onde eu quero chegar onde eu tô PR onde eu quero chegar fica muito confuso a premissa é essa decisão e clareza do que que eu quero o resto acontece talvez esse vídeo seja uma resposta para aquilo que você tava precisando clarear sua mente mas parte de uma decisão mesmo que ela seja inconsciente e a gente tantas vezes decide inconscientemente coisas que não fazem
bem pra gente quantas vezes eu decidi lá na minha adolescência aí para uma balada e encher o rabo de cachaça sabe porque eu queria né amenizar amortizar as dores que tinha dentro de mim mas era uma decisão e eram escolhas mesmo que sem saber que eu estava escolhendo um caminho que ia fazer muito bem mas estou aí sou resultado de tudo isso se eu não tivesse passado por tudo isso eu não estaria aqui hoje enfim é mais ou menos isso então eu quero te convidar para você refletir sobre a sua própria vida sobre seu nível
de responsabilidade sobre as decisões que você tem na sua vida sobre os resultados enquanto mãe enquanto profissional enquanto você mesmo Enquanto namorada ou se você tá solteira né O que que você quer pra sua vida reflita sobre isso reflita sobre os resultados que você tem hoje reflita Onde você quer chegar pode ser que você não tenha uma clareza de tudo com tanta exatidão nesse momento Mas faça esse trabalho e busque busque sair desse do lugar sabe do lugar do vitimismo do lugar também da guerreira daquela que busca o próprio saco de cimento para carregar nas
costas Isso é muito ruim então eu te convido inscreva aqui no canal marque quem você acha que pode se beneficiar com a minha fala seja muito bem-vindo espero que você tenha gostado desse vídeo longo aqui mas é um pouquinho da minha história para você entender todo esse contexto entender que que eu vou falar por aqui eu quero muito muito muito te para você que ficou até o final de ouvir a minha história que eu tenha inspirado você em alguma coisa feito você refletir e é isso um beijo