mais um episódio do mav hack o podcast mais mev do Brasil chegando para você e hoje metendo o pé na porta um assunto dos mais pedidos da história desse podcast planos de acompanhamento e comigo para conversar sobre esse assunto Dr Caio Marcos seja bem-vindo tópico quente complexo várias coisas interessantes aí pra gente discutir mas eu acho que para qualquer médico né que vai trabalhar com mev esse é um tópico que sem dúvida vale a pena no mínimo pensar sobre já que o processo de mudança vai exigir acompanhamento Então a gente vai falar muito sobre isso
aqui hoje acho que é importante a gente deixar claro aqui né Caio que existe uma diferença quando a gente fala da competência de acompanhar o paciente e plano de acompanhamento uma coisa tem a ver com a outra mas são coisas diferentes a gente precisa entender que a medicina do estilo de vida ela tem uma característica do seu cuidado que é a característica da longitudinalidade toda mudança acontece no tempo não é um evento né não é um evento é um processo né a gente gosta de lembrar sempre e essa característica da longitudinalidade exige da gente habilidades
diferentes habilidades de acompanhamento E é disso que nasce a possibilidade de se criar planos de acompanhamento então é muito natural né e a gente percebeu isso logo que essa característica longitudinal da Medicina do estilo de vida permitia a discussão de criação de plano de acompanhamento eu acho que inclusive antes até da gente dizer o que é um plano de acompanhamento né que inevitavelmente a gente vai ter que chegar lá eu acho que vale a pena luí a gente começar dizendo o que não é um plano de acompanhamento esse especialmente no nosso contexto médico brasileiro porque
a gente teve uma influência muito grande aí pelo menos nos últimos 5 anos eu tenho visto isso nos Bastidores aí de vários projetos que é uma influência do marketing digital que é um fenômeno inevitável aqui no Brasil e que influenciou muito todo esse processo de comunicação e de pensar negócio dentro da Medicina porque muita coisa do marketing digital foi transposto para dentro da medicina de forma crítica né Caio de forma crítica sem adaptação inclusive com algumas bizarrices assim gigantescas inclusive envolvendo uma certa distorção do que seria um plano de acompanhamento né então em algum momento
aí desse processo começou uma certa narrativa dentro do marketing digital principalmente para quem tava ali vendendo cursos e coisas do tipo de que a pessoa tinha tinha que ter uma metodologia ela tinha que ter um processo que tornasse ali o produto dela único e Ok dentro daquele contexto faz total sentido só que aí muita gente pegou essa mesma ideia essa mesma proposta e trouxe pra medicina sem levar em consideração que o contexto de serviço de saúde é completamente diferente e aí começou aquela bizarrice do protocolo do Dr x muito disso influenciou a construção ali literalmente
de pacotes de consulta ou pacotes de de soroterapia e todas essas bizarrices sem base em evidência e que muita gente confunde de planos de acompanhamento né e por isso que a gente precisa esclarecer esse conceito Inclusive a base teórica de onde isso vem de como se isso fosse a mesma coisa de você criar o protocolo do Dr Caio Marcos ou enfim o o o pacote de consultas ali de fulano de tal então é importante a gente começar fazendo essa distinção E aí claramente a gente trazer de onde é que realmente a gente tem uma base
séria com base inclusive em evidências para pensar tanto do ponto de vista médico quanto do ponto de vista de negócio né já que plano de acompanhamento vai ter essas Duas Faces aí da moeda dentro de um consultório principalmente aqui a gente vai considerar obviamente o contexto da Medicina do estilo de vida né de um médico que tá trabalhando com essa abordagem dentro da sua especialidade Então feito esse rápido disclaimer né dessa divisão aí esse acerto de expectativa né de que o que a gente tá falando aqui não é de protocolos do Dr x né feito
esse acerto de expectativa como diz o nosso amigo Silvio Póvoa né do Dr cinto brega né isso feito esse disclaimer a gente vai agora pra ideia do que é né um plano de acompanhamento e de onde é que vem essa ideia e qual é a relação disso com a proposta de cuidado da mev E aí eu vou trazer uma definição que eu uso aqui em algumas mentorias e aulas que eu já dei sobre o tema e dessa definição luí Eu quero puxar para um tópico que a gente discute trabal m e que é a base
vamos dizer assim técnica né do plano de acompanhamento que é o cuidado baseado em valor então a definição que eu gosto de usar de plano de acompanhamento é você estruturar uma jornada completa de cuidado né então grava esse termo jornada completa de cuidado agregando os recursos necessários para gerar mais valor para o paciente então uma estruturação de vários recursos que são necessários para que a gente gerar um valor final no Cuidado dentro de uma jornada completa de cuidado alcançar a otimização da geração de valor para o paciente esse conceito ele saiu da cabeça de um
dos maiores nomes de estratégia em negócios do mundo Professor marichel Porter da escola de negócios de Harvard no famoso livro repensando A saúde e lá o Michel Porter vai criar o conceito de cuidado baseado em valor como substituição do modelo em falência evidente que a gente tem hoje né de cuidado que não olha para aquilo que é valoroso pro paciente então o Porter ele vai descrever que você como o Caio disse né na jornada do paciente em busca de cuidado o que você tem que buscar para ele é esse máximo de otimização da relação custo
esforço e valor alcançado do desfecho Clínico que o paciente precisa né E daí que sai essa ideia Luiz um breve disclaimer aqui de contextualização que você colocou que o pessoal Talvez esteja pensando pô mas um cara de estratégia falando de saúde né o mic port ele ficou muito famoso por ter pensado e de certa forma até ter criado essa disciplina do pensamento estratégico né dentro da área de Business geral e se eu não me engano década de 80 90 né que ele ali repensando na saúde ele vai pegar esse molde de de pensar uma indústria
um mercado e vai falar como é que a gente poderia modificar né ou pensar de uma maneira em que pudesse florecer melhor produzir melhores resultados pra área de saúde ou seja é um Pensador de fora da Saúde pensando como o sistema de saúde Claro no contexto dele ali americano poderia ser reestruturado com uma outra lógica para que isso gerasse mais valor Como isso aconteceu em várias outras indústrias de tecnologia e tudo e a gente tem desfrutado obviamente desse florescimento aí em vários desses mercados Então a partir dessa estrutura de pensamento ele aplica isso pra saúde
e ele vê que o molde de pensar saúde ele é focado apenas na execução exemplo um médico contexto comum brasileiro ele é pago no plantão por quê pela quantidade de horas que ele tá disponível ali para atender os pacientes independente do desfecho de saúde que ele gerou Pelo Grau de atenção que ele gerou se ele tomou as melhores decisões para aquele paciente ou se ele teve uma comunicação que foi mais assertiva e gerou mais valor para aquele público que tá sobre o cuidado dele então é você sair de uma lógica de você apenas pagar por
procedimentos realizados tempo de hora de serviço feito para você começar a olhar para desfechos para resultados não só no sentido Clínico E aí eu acho que essa é a discussão aqui talvez mais importante que a gente vai ter mas também do Job to John né pegando aqui um um termo do Peter druck que também é um pensamento da área de administração que ele fala que todo serviço toda a compra que você vai fazer de um produto ou de um serviço existe uma expectativa de um resultado específico que é feito com aquilo então quando um paciente
ele vai lá e marca uma consulta com médico o que ele espera não é a consulta em si é os desfeitos de ter uma avaliação de receber um cuidado e do que aquilo vai modificar na vida dele ou seja não é a consulta é o desfecho final e aí tem várias camadas desse desfecho final aí que seria aquilo que a gente tá chamando de valor Fala um pouquinho melhor sobre isso Luiz O que é que seria valor dentro desse contexto aqui que a gente tá falando que é o contexto de serviços em saúde né esse
assunto ele é é interessante é importante tocar nisso na definição de valor porque o que o Porter mesmo vai dizer é que quando a gente sai dessa lógica do transversal que é isso que você tá dizendo né você pago pela transversalidade Quando você vai olhar a lógica longitudinal a jornada do paciente essa jornada ela vai ter atritos Então vão ter algumas dificuldades ali nessa jornada ela pode ter complicações e existem expectativas nessa jornada e essas expectativas algumas delas são e do ponto de vista são clínicas e outras são do ponto de vista de experiência em
si da pessoa porque o cuidado o cuidado ele não é só um resultado Clínico favorável ele é uma experiência esperada pelo paciente e aí o que o Porter vai chamar de valor é o quanto isso vai gerar esses desfechos de boas experiências E aí ele vai dar um um exemplo muito simples ele dá o exemplo da Prost omia que o resultado Clínico talvez esperado pelo médico seria a retirada do tumor sem que o paciente tenha nenhuma metástase e tal o que que o paciente espera a pergunta é o que que vai acontecer com o resto
da vida dele depois que ele opera ele espera não ter impotência ele espera não ter incontinência ele espera sair do hospital mais rápido possível e voltar pra vida dele ele espera desfechos psicológicos sentimentais e a organização dessa jornada de cuidado na opinião do Porter né e é faz todo sentido faz toda a lógica é quais são os pontos em que você cria boas experiências para esse paciente atende aos desfechos que para eles são importantes porque vem cá pro paciente não interessa o nível de colesterol dele isso é um desfecho que nós queremos interessa para ele
outros desfechos se ele tá vivendo uma vida boa se ele vai aproveitar a vida dele então toda a coisa da geração de valor é perguntar o que importa de verdade para o paciente algo que incrivelmente nós não olhamos a gente pode até dizer que temos uma centralidade do cuidado no paciente mas o Porter chama a atenção disso muito de que os médicos não estão acostumados a ver isso a se perguntar qual é esse desfecho e por isso não conseguem medi-lo não conseguem determiná-lo aferir e não sabem se estão entregando ou não Então é isso que
é chamado de valor aquilo que combina com o projeto de vida daquela pessoa a vida que ela quer ter não um desfecho Clínico duro mas a vida que a pessoa quer ter Então tá muito ligado dentro do conceito de qualidade também de vida é isso que ele vai dizer então a gente tem aí um processo de uma jornada completa de cuidado né E aí Luiz Eu acho que isso aqui inevitavelmente ele vai puxar um ponto que assim para cada tipo de condição Clínica a gente vai ter jornadas muito distintas Então você deu o exemplo da
jornada agora da prosom cada condição Clínica dessa ela impacta a vida daquela pessoa de um jeito e ela exige intervenções diferentes e é muito legal você falar isso Caio por quê Porque existe uma expectativa às vezes das pessoas quando vão discutir plano de cuidado de que você possa criar um plano de acompanhamento único para qualquer coisa como se fosse um protocol que atende qualquer coisa um protocol aí que vai resolver qualquer problema dentro da sua área isso não existe Vamos repetir com todas as letras isso não existe cada jornada cada condição clínica que você tá
acompanhando ela tem desfechos diferentes e ela exige a construção de planos de acompanhamento diferente isso vai levar uma consequência que a gente vai discutir depois que o próprio Porter diz que é a necessidade de você começar a se especializar criar jornadas especializadas mas a gente discute isso daqui a pouco você tem se desenvolvido e aprendido com os conteúdos aqui do podcast do mav haack então tem uma oportunidade para você para ir rapidinho que você tá fazendo agora você vai lá no perfil do mav hack você vai ter a oportunid ade de avaliar esse podcast com
a quantidade de estrelinhas ali que você achar que o conteúdo daqui agrega de valor para você Lembrando que essa é uma forma também de você demonstrar a sua gratidão e a gente vai podendo criar esse ciclo aí de perceber que a gente tem feito diferença na vida das pessoas e que você vai poder fazer a diferença também na vida dos seus pacientes então Convido você a avaliar o podcast seguir também para receber todas as notificações esse ponto para mim Luiz ele Talvez seja fundamental porque aqui o pessoal vai confundir também mais uma vez por causa
do nosso contexto brasileiro de toda essa questão de marketing que quando a gente tá falando disso o pessoal acha que é Ah não porque é você escolher um nicho é você como se fosse uma questão de marketing mas não tem nada a ver com isso o que a gente tá falando é que cada jornada de cuidado vão exigir recursos muito distintos eu vou pegar aqui da minha área se a gente pegar aqui as duas maiores demandas dentro da Medicina do sono que é insônia e apneia do sono primeiro ponto são pacientes completamente diferentes apesar da
gente saber fazendo um disclaim clínico né que você tem uma porcentagem grande de comisa que é insônia e apnea junto mas de maneira geral em termos de dados epidemiológicos quando a gente fala de insônia a gente epidemiologicamente tá falando de uma mulher de 35 a 45 anos geralmente associado com questões relacionadas à saúde mental 50% tem ansiedade ou depressão associada que é uma jornada muito específica e que o o os elementos que envolvem o cuidado vai ser TC vai ser mudança de estilo de vida uma série de coisas quando a gente vai pra apneia a
gente já tá falando ou de um homem mais velho ou de uma mulher pós menopausa estatisticamente né que é grande parte do público a gente vai envolver muitas vezes uma necessidade de um sepap como parte do processo de tratamento se for uma pineia grave a gente vai envolver uma polissonografia como um recurso necessário paraa definição do diagnóstico a gente vai envolver um fisioterapeuta do sono que vai fazer parte da adaptação do sep Então os recursos são completamente distintos são jornadas diferentes e para eu conseguir criar uma jornada completa de excelência eu posso até conseguir os
dois mas eu tenho que entender que elas são diferentes e que eu vou ter que construir ela de maneira separada ou seja não dá para eu criar uma jornada completa de cuidado para problemas do Sono para transtornos do Sono Porque vão ser desfechos muito diferentes então a ideia do porte aqui é que quando você tem uma jornada mais homogênea isso primeiro te dá previsibilidade então acabei de falar de vários recursos que vão ser necessários aí eu já vou pensar de como é que eu posso facilitar o acesso a esses recursos ou tendo dentro da minha
clínica ou tendo parcerias para facilitar o acesso desse paciente para que ele consiga realizar Esses exames ou ou esses procedimentos da maneira mais cômoda mais fácil e com mais clareza possível então eu vou precisar pensar essas jornadas de maneira diferente então até quando a gente fala de experiência do paciente a gente não tá falando aqui só não é nem só a gente não tá falando aqui do cheirinho da clínica do champanhe ou da água tal que você vai servir da Perfumaria né Nós não estamos falando de perfumaria e fogo de artifício a gente tá falando
de fecho Clínico verdadeiro eu queria até provocar trazer aí Luiz para para você aprofundar nisso de qual é a importância aí da gente definir né essa jornada específica já que a gente tá falando dessas expectativas e todos esses pontos que é o centro da jornada baseada em valor né do Cuidado baseado em valor isso eu acho que um ponto que vem aqui importante é o qu cai existe uma barreira primária que tem que ser vencida quando se pensa em querer montar um plano de acompanhamento porque as pessoas vão em discussões que tem a ver com
precificação com outras coisas elas querem botar o o carro na frente dos Bois na verdade todo o processo e a parte mais importante de todas e é por onde tem que se começar e se você não fizer isso não tem jeito não tem como construir um plano de acompanhamento Se você não souber como tratar adequadamente aquela condição Então isso é básico se você não sabe como o o melhor diagnóstico é feito como o melhor tratamento é feito como o melhor acompanhamento é feito o Quais são as complicações Quais são os atritos quais são as dificuldades
o que você tem que monitorar se você não sabe isso não tem jeito de começar a discutir um plano de acompanhamento a precificação a forma como isso vai ser oferecido pro paciente Isso é para lá de secundário enquanto isso não tiver estabelecido E aí isso precisa por quê claro que a excelência da entrega do valor que você vai entregar pro paciente depende de você ter as melhores escolhas disponíveis o Porter ele vai dizer isso comece por algo que você consiga ser muito bom naquilo E aí quando você dominar aquela jornada você pode começar a discutir
uma outra coisa pegando uma coisa bem bem do dia a dia aqui de de meve né então por exemplo no processo de insônia a gente sabe que 80% dos pacientes eles respondem a TCC para insônia Ok padrão ouro primeira linha de tratamento aí na TCC paraa insônia parte central do processo é você fazer o monitoramento dos comportamentos do sono com o diário do Sono durante muito tempo a gente fez isso de maneira manual né então você tinha um papel ali com várias categorias o paciente preenchia todo dia e aí durante a pandemia por exemplo eu
tinha que enviar esse arquivo em pdf o paciente tinha que imprimir esse arquivo ele tinha que preencher esse arquivo ele tinha que anexar esse arquivo para me mandar depois na outra consulta ou seja era uma nada com vários pontos de atrito e eu comecei a ter dificuldade porque às vezes o paciente perdi o papel o cachorro comeu molhou esqueci de preencher Ou seja eu tinha uma dificuldade de realizar aquilo que era Central para ter o desfecho final que é o paciente que ele quer melhorar e conseguir dormir melhor aí eu comecei a buscar outros recursos
e nesse processo de buscar outros recursos eu encontrei plataformas que facilitam que fazem isso de forma digital o cara preenche no celular ele dá um pus no início do dia para lembrar o paciente que ele tem que preencher E aí a de adesão a esse preenchimento aumentou muito consequentemente eu consegui fazer um melhor tratamento consequentemente a gente conseguiu ter melhores desfechos Então tô falando só de um ponto que é um recurso necessário e que você tem que buscar qual é o modelo de solução que vai gerar isso com mais facilidade mais acesso e não apenas
chegar a paciente falar ó você tem insônia o tratamento mais indicado é você fazer TCC pra insônia E aí você precisa fazer o diário do sono tá aqui o diário você volta em três meses e traz o diário Tecnicamente é o certo vai gerar o valor final pouco provável quando a gente vai pensar isso né isso que o Caio tá descrevendo né uma coisa é você saber o que precisa ser feito a outra é como você torna viável para o paciente que aquilo seja feito e o valor seja construído é igual mudança de estilo de
vida a gente vive discutindo aqui que os todo mundo sabe o que precisa ser feito Qual que é o segredo o segredo é como você faz a medicina do estilo de vida ir pra vida real e ela criar mudanças na vida das pessoas do mesmo jeito você sabe você a partir do momento em que você sabe o que é necessário para a melhor jornada do paciente o seu papel agora é criar um mecanismo E é isso que é o tal do plano de acompanhamento é criar um mecanismo que entregue o valor pro paciente com mais
eficiência menor atrito melhor experiência mais valor construído é isso então fazendo o mesmo paralelo que a gente fala de mudança de comportamento é a mudança do modelo de cuidado aí a gente pode trazer fazer nesse paralelo as mesmas ideias o que a gente usa de ciência da mudança ali na medicina do estilo de vida traz a ciência da mudança para tornar ela concreta não só falar disso não só orientar meve pro seu paciente cente mas provocar a mudança com essas técnicas no plano de acompanhamento você pega os conhecimentos você cria uma estrutura uma estrutura organizacional
uma estrutura de negócio em que você entrega esse valor E aí alguns autores vão chamar isso de produtização do serviço né você organiza o serviço que é oferecer o melhor Cuidado pro paciente dentro de uma estrutura tão organizada que o paciente sente que ele tá sendo cuidado e esse é o valor E aí o Caio pergunta né Por que que isso importa porque isso potencializa a chance de mudança aumenta a Adesão do paciente porque ele está sendo acompanhado dá uma sensação de coerência do tratamento dele porque não tem coisa pior no mundo do que você
angustiado sentindo dor do doente com medo com dúvida não sabe como é que vai ser e você não não tem ninguém que te Oriente que te dê rumo para isso e como é bom quando você Pega alguém você vai pegar um médico que ele vai te dizer olha o seu problema é esse e os caminhos são esses aqui a jornada tá clara Fica tranquilo entra no avião é como comprar um pacote de férias a inclusive com aéreo translado e que você sabe que quase vão te tirar dentro da sua casa e te trazer de volta
quando a viagem terminar você não vai precisar nem andar como é ruim se você não sabe a hora que o avião vai sair você não sabe se o o você vai conseguir ter um carro para chegar na hora certa no aeroporto você não sabe qual que é sua cadeira você não sabe quantas paradas você vai fazer em quantos aeroportos e quanto tempo você vai ficar em cada um você não sabe se hora que você chegar no hotel se a sua reserva foi feita você não sabe se vai ter café da manhã se vai ter Imagina
isso Isso é o que acontece no tratamento sem um plano de acompanhamento que é o que a gente faz hoje na maior parte das vezes o paciente não tem noção de para onde ele tá indo E aí eu acho que assim é inerente a esse processo que você tenha uma clareza de uma jornada específica e quanto mais específico você for nessa jornada maior o seu grau de capacidade de conseguir gerar uma experiência completa no sentido de coesão de ponta a ponta então às vezes essa coesão ela vai est dentro de uma condição Clínica específica então
um outro exemplo aqui que a gente estava estruturando recentemente um plano de acompanhamento para TDH né que exige uma série de cuidados muito específicos que vai desde o treinamento de habilidad do processo de avaliação com a neuropsicóloga para poder fazer um um diagnóstico mais completo ali com avaliação cognitiva ou seja quanto mais específico eu sou na jornada mas eu tenho capacidade de saber qual é o próximo passo necessário e estruturar esses recursos de uma maneira que gere uma melhor experiência e inevitavelmente por causa da maneira com que a gente é formado a gente tende a
pensar o nosso espaço apenas dentro da especialidade que a gente tá a gente pensa o nosso espaço na verdade dentro do consultório só né Cai até só isso né a gente pensa dentro da caixinha do que a gente faz dentro do consultório e naquele tempo da consulta a gente não pensa fora desse espaço então assim para fechar aqui a questão do conceito né então voltando a gente colocou que um plano de acompanhamento é você estruturar uma jornada completa de cuidado agregando esses recursos Então você precisa ter primeiro ponto definir qual é a jornada né Em
que em que você vai se especializar ou quais jornad acho que a gente pode até tentar estruturar um passo a passo aqui de raciocínio né Caio acho que a gente consegue estruturar um passo a passo primeiro é isso escolher essa essa condição Clínica e essa pessoa que a gente vai trabalhar Exatamente porque aí em cima disso é que a gente vai avaliar a jornada e os recursos necessários Então pegando um exemplo aqui de um professor nosso né que tem feito um trabalho muito bacana aqui que é o Marcos L né neurologista e que construiu um
plano de acompanhamento para a prevenção de demência com meve então ele entendeu ali a jornada ou do paciente que tá com no início né de um déficit cognitivo leve ou que é filho de um paciente que tem uma demência avançada e que quer diminuir né o risco dele desenvolver isso aí pô para esse paciente dentro da prevenção de demência a gente tem Unos pilares da mev mas tem Pilares que influenciam mais tem Pilares que influenciam menos que tem mais importância menos importância então eu vou começar a avaliação dando prioridade por esses Pilares Aí vem uma
dúvida que é muito comum né e que infelizmente a resposta é inevitavelmente depende né Qual é a frequência de consulta e de monitorização qual é o canal que eu devo usar de monitorização com paciente porque inevitavelmente o acompanhamento envolve a monitorização que é uma técnica de mudança e obviamente que essa resposta Depende de quem é o seu público então pô tô trabalhando com público idoso que tem vamos dizer assim por exemplo é um maior potencial de ter dificuldade de acesso à tecnologia Será que a melhor forma de eu me comunicar é enviando um link que
vai abrir uma outra coisa não talvez seja um áudio no WhatsApp se aquela pessoa usa o WhatsApp porque é mais fácil dela se comunicar Qual é a frequência específica pô Será que a minha condição de Saúde Com que frequência é esperado que tenha uma resposta porque não adianta você ficar medindo um negócio todo dia se se isso essa variável que você tá monitorizando muda a cada 3S meses não faz sentido né então todas as respostas secundárias e que geralmente são as dúvidas que que as pessoas têm elas dependem necessariamente da definição de qual é a
jornada eu gosto de falar isso né tudo depende se você sabe direito tratar aquela condição se você não tem a percepção do longitudinal da condição que você tá tratando é impossível começar essa discussão de plano de acompanhamento você tem que primeiro ir lá e olhar como eu faço o diagnóstico Quais são as dificuldades do diagnóstico Quais são as intervenções necessárias quais os desfechos que eu tenho que monitorar Quais são os pontos de contato para ver isso Qual é o o tempo e que ISO importa E aí é possível começar a fazer esse raciocínio que é
um raciocínio estratégico de de qual qual é a melhor estratégia para poder chegar no valor que o paciente precisa chegar e daí é que se constrói um modelo de acompanhamento vou dar um exemplo Clínico Luiz pra gente e concretizando o que a gente tá falando por exemplo aqui na clínica a gente tem um plano de acompanhamento para depressão que é um plano anual um plano de acompanhamento de um ano né Por que um plano de acompanhamento de um ano porque a curva de tratamento do processo depressivo ela inevitavelmente vai precisar desse tempo isso se tudo
ocorrer como o esperado né na média do esperado isso na média um primeiro episódio de depressão a gente sabe que a gente vai ter que trabalhar por volta de 1 ano 1 ano e meio ali diferente da insônia que é se meses porque na grande maioria com um ciclo de cuidado ali de seis pontos de contato que eu faço quinzenal ao invés de fazer semanal que é o padrão de pesquisa já é suficiente para 80% 90% dos casos terem um grau de resolução satisfatório então a lógica da estruturação e da frequência vai depender dessa da
história natural do processo de cuidado né isso e até tem uma coisa que eu falo muito né o dia que eu e o Caio a gente tava discutindo esse plan específico em que a gente sentou e falou para esse paciente especificamente paciente com depressão o que que é necessário monitorar Quais são as intervenções Quais são as complicações mais comuns quando a gente sentou para fazer isso a gente até chegou aum conclusão Olha nem é honesto com o paciente a a ideia de que ele vai num consulta e ele vai melhorar da depressão a gente tava
discutindo isso falando olha se você não diz pro Seu paciente que ele vai precisar de um plano de acompanhamento isso isso na nossa opinião na minha opinião não é honesto porque a gente sabe de cara que ele precisa de pelo menos um ano então até nesse ponto isso é importante que é um alinhamento de expectativa que é uma técnica de mudança também isso tá até no ponto mesmo de de a gente ter clareza com o nosso paciente dar segurança para ele e de ele não vim com essa expectativa de que em uma consulta ele resolve
a depressão dele porque isso não é verdade isso é a história natural da doença ele vai começar a tomar uma medicação ele pode ter ter alguns efeitos colaterais importantes que vão ameaçar a a Adesão que é muito baixa na psiquiatria menos de 30% então considerando isso ele vai ter que ser visto às vezes dentro da primeira o primeira semana segunda semana de novo e depois com um mês porque a gente vai ter que avaliar se ele teve redução dos sintomas de depressão numa porcentagem suficiente pra gente saber se a gente vai mudar de Rota tem
alguns desfechos que são importantes funcionais cognitivos de humor que vão ter que ser avaliados então conhecendo essa condição a gente consegue criar um plano de um ano ou não é nem consegue só dá para para fazer isso com pelo menos um ano né é evidente a partir do momento em que eu sei como é a história natural da doença e aí Luiz só voltando que eu eu queria descer para alguns exemplos clínicos que envolvem aqui a escolha das variáveis de acompanhamento porque esse é um ponto geralmente discutido com pouca profundidade porque quando a gente olha
do ponto de vista comportamental né que vai ser sempre o nosso viés dentro da mev a escolha das variáveis e da frequência que você escolhe o monitorizar ela pode impactar muito na percepção de avanço no senso de competência do paciente durante o processo Então vamos pegar um um exemplo aqui se eu escolho modificar uma variável que a gente por exemplo que vamos dizer que seja um exame e que eu sei pela própria natureza daquele processo metabólico que aquele exame ele só Altera a cada 2 3 meses se eu faço uma consulta com o mês e
repito esse exame eu Muito provavelmente vou diminuir o senso de competência desse paciente Ou seja eu vou olhar o exame o exame não vai ter não vai ter alterado e aquele paciente vai ter a percepção de que não tá funcionando isso aí a experiência dele e e a confiança dele no trabalho Fica abalado também né se você mede antes se você monitora antes vou pegar um caso aqui que eu acho que vai passar por por várias especialidades gestão de peso né que é até um tema que às vezes a gente discute em algumas mentorias quando
isso é trazido se a gente escolhe só a variável de peso como referência a gente sabe que o peso ele sofre influência de diversas variáveis ele sofre influência da taxa de retenção de líquido que depende muitas vezes do ciclo menstrual se for no caso de uma mulher isso depende muitas vezes do da própria condição hormonal que também pode modificar isso a gente sabe que tem outros elementos que muitas vezes a pessoa não necessariamente altera o peso mas ela tá num processo de melhora é a gente sabe que peso não é o elemento mais importante porque
a massa muscular a proporção de de massa muscular e e massa gordurosa faz uma diferença Então se se a gente define ali o nosso plano seja de obesidade ou seja de uma outra condição que vai envolver a gestão de peso mas a gente coloca como variável principal por exemplo medir o peso toda a semana e muitas vezes sem alinhar com o paciente essas possibilidades a gente pode destruir o senso de competência dele então muitos autores por exemplo eles vão defender a tese da gente ao invés de definir metas ou variáveis de monitorização é de resultado
a gente definir metas ou variáveis de monitorização de performance cai o que que seria essa performance seria por exemplo a gente monitorizar a frequência de atividade física que a pessoa tá fazendo a frequência de dias em que ela Manteve ali o plano alimentar ou a proposta de modificação alimentar porque isso tá dentro mais do controle de agência dela né fazer atividade física fazer comer ou não comer do que necessariamente o quanto vai ter de resultado final na balança é às vezes são metas comportamentais mais importantes é eu monitorar se a pessoa mudou o comportamento dela
e não o resultado que ela teve com isso ainda então isso por exemplo muitas vezes eu faço durante o processo de TC PR insônia porque a depender da complexidade Doo eu sei que vai ter uma curva uma tendência de curva de resposta pior E aí o que é que eu alinho com esse paciente desde o início ó o que a gente vai acompanhar aqui é os dias em que você tá mantendo a intervenção que a gente definiu aqui junto que vai ser o nosso foco aí já volta um outro problema né Luiz vou puar aqui
alguns ganchos que é claro isso aí a base de m quem fez formação de mev obviamente não vai fazer isso que é aquela coisa do tipo assim a pessoa vai fazer um plano de acompanhamento para obesidade ela pega imprime um papel para cada coisa um papel de higiene do Son um papel de E aí sai o paciente sai com com 30 coisas diferentes para conseguir fazer que é a fórmula perfeita para você destruir a capacidade do paciente ter resultado né é o Plano Perfeito para o fracasso você planejou o fracasso literalmente Então tudo isso volta
aí o que luí colocou que é a base sempre de eu entender com uma clareza muito grande a condição Clínica e quais são as variáveis que vão impactar mais das várias intervenções que eu posso fazer pra insônia Quais são as de maior impacto onde é que eu devo colocar a minha energia para junto com o paciente para eu intervir como é que eu devo alinhar a expectativa dele do tempo de resposta e aí a dependendo desse tempo de resposta Qual é a frequência que eu vou ter de consulta até se essa monitorização ela vai ser
por consulta ou se ela vai ser por outra via então às vezes você coloca um tempo de consulta mais espaçado mas você tem outros pontos de contato seja por WhatsApp por uma plataforma de acompanhamento enfim a depender do que você vai monitorizar tem várias formas de fazer isso ou é a secretária que vai entrar e fazer uma ligação com a frequência X para acompanhar uma variável mas que pelo tempo de resposta final esperado ser maior eu vou espaçar a consulta porque é quando vai fazer sentido eu ter uma nova avaliação Você já parou para calcular
Qual o impacto que a falta de ferramentas e habilidades específicas de Medicina do estilo de vida tem hoje no seu atendimento e na saúde do seu consultório da sua clínica então eu tenho uma oportunidade para você nesse momento a gente tá com as inscrições abertas para você poder se candidatar a participar da próxima turma das nossas formações de m aqui na descrição desse podcast você vai ter um link e nesse link você vai poder colocar suas informações e a nossa equipe vai poder avaliar se realmente é o momento adequado para você se a nossa formação
realmente vai poder agregar valor para você você vai ter uma consultoria gratuita ali da nossa equipe e fazendo um sentido tendo esse alinhamento Vai ser um prazer ter você junto com a gente e poder ver o avanço da sua carreira de pessoas sérias de pessoas éticas que estão comprometidas a entregar o melhor para os seus pacientes e aí às vezes assim quem tá escutando a gente pode pensar assim nossa mas aí meu trabalho vai ficar muito difícil é diferente quando você conhece você se aprofunda você mergulha no estudo dessa jornada de acompanhamento do paciente você
passa a perceber que as jornadas são em muitos sentidos uniforme as dúvidas são sempre as mesmas as complicações tendem a ser mais ou menos as mesmas E aí você começa a buscar estratégias para poder tornar tanto a sua jornada quanto a do paciente mais fáceis e aí às vezes você tem instrumentos você pode desenvolver ferramentas para adiantar a dúvida do paciente já dando a informação para ele ou tornando essa informação acessível em um outro lugar que é o que eu gosto de brincar muito você faz o seu consultório deixar de ser uma oficina e transforma
ele numa escola para o paciente então o plano de acompanhamento ele acaba sendo um lugar aonde o seu paciente ele também aprende coisas e quando ele aprende isso fica mais leve para você também você tem uma parceria com ele e você acaba tendo uma jornada muito mais facilitada porque o seu paciente ele passa sabe Ah ess isso aqui que eu tô sentindo eu já entendi que é normal então eu não preciso acessar o médico por isso ou não preciso porque já tá dentro do plano de acompanhamento alguma ferramenta que ou a a informação já foi
dada de alguma forma de que aquilo era normal aquilo era esperado Qual deveria ser a conduta ser feita então isso torna a gestão de depois porque às vezes assim afogado né caio no meio da daquele monte de de situações clínicas diferentes dentro de um consultório o médico sente até um certo desespero com a enxurrada de coisa que pode aparecer mas você estruturar as jornadas particulares das condições que você tá acompanhando na verdade vão tornar a coisa tão mais eficiente porque fica mais esperado fica mais previsível pro paciente para você isso é é é uma coisa
que vai te permitir aumentar o valor entregue e reduzir o esforço então isso aqui é uma questão de estratégia mesmo de eficiência aí começa a entrar Luiz como é que eu definindo que esse é um modelo que faz muito sentido para mim eu posso muitas vezes estruturar o meu modelo de negócio do consultório em torno dessa proposta de plano de acompanhamento que foi por exemplo que a gente fez aqui na rying né aí você vai pensar desde do processo ali do do modelo se eu vou ter um profissional que vai fazer parte dessa jornada ou
não Qual é a frequência com que isso é necessário enfim por isso que essa estruturação ela é fundamental porque ela vai definir muitas vezes esses pontos de atrito eu digo que talvez Metade dos problemas que são comuns em um consultório particular pós consulta eles são resolvidos com o plano de acompanhamento um exemplo clássico isso acontece mais na p Patria mas em outras áreas também acontece que é por exemplo aquele paciente passou uma consulta e se meses depois ele manda uma uma mensagem pra secretária pedindo só renovação da receita porque ele não tem a percepção de
que vai ter um acompanhamento então ele pô para que eu vou pagar uma consulta só para ter uma renovação de receita aí ele não quer pagar consulta aí o médico também fala ah mas eu não posso prescrever até porque eticamente né você não pode fazer uma prescrição sem ter avaliado o paciente e aí fica aquele ruído quase que aquele cabo de guerra ali dos dois lados enfim e tem vários outros atritos que são comuns pros dois lados né pelas expectativas serem distintas e a origem disso tá onde né a má comunicação do valor que pode
ser entregue nesse caso específico que o Caio tá citando né se o paciente entender que o único valor que pode ser entregue para ele numa jornada por exemplo de um transtorno de de tratamento de um transtorno de ansiedade generalizada é a medicação se a lógica é Além de falar da oficina né que eu falo que é o esquema da dor de garganta a mentalidade é Amoxilina faz o diagnóstico passa o remédio 15 dias depois retorno acabou pronto resolveu isso não funciona mas é a lógica de hospital de guerra o sujeito vem todo esculhambado você dá
um remédio conserta ele mais ou menos e joga ele de volta pra luta se ele tem a percepção de que seu consultório é só uma oficina que ele é consertado e volta a rodar a única entrega que tem a única coisa que importa é o remédio aí a percepção de valor é muito baixa agora quando você consegue mostrar e porque é assim É verdade ninguém tá inventando nada aqui né a gente não tá falando em inventar coisas que não são necessárias não são as coisas que se o paciente tem o desfecho é melhor pegando esse
exemplo que o Caio deu um paciente que só vai começa a tomar o antidepressivo tem uma melhora parcial da ansiedade mas ele não tem a melhora completa ele não tem uma reestruturação cognitiva ele não tem um estilo de vida modificado esse paciente provavelmente vai ficar tomando antidepressivo a vida inteira porque ele vai ficar no mais ou menos a vida inteira e a hora que ele tentar tirar o remédio ele vai ter efeitos da retirada ou a recaída porque o tratamento não foi completo E aí ele vai falar tô dependente do remédio eu preciso tomar então
ele nunca vai até o fim por quê Porque primeira intervenção que foi feita não foi feita pensando no maior valor que deveria ser entregue E aí o paciente vai ficar com essa ideia não para que que eu vou passar consulta de novo se nada vai mudar agora quando o seu consultório vira uma escola quando o seu consultório educa o paciente quando o seu seu consultório leva o paciente a buscar o florescimento os desfechos são outros aí o valor é percebido a longitudinalidade fica Clara e E aí esses problemas vão se acabando com o tempo show
de bola acho que já teve bastante coisa né esse PR PR um primeiro episódio do tema aqui eu queria até deixar a provocação Luiz para quem chegou aqui até o final vou pedir pro pessoal aqui do da produção colocar uma caixinha aqui para quem tá no Spotify ou quem tá no YouTube Pode fazer comentário aí também de qual tpico dentro do dentro dessa discussão do plano de acompanhamento você acha que é mais interessante pra gente discutir aí no próximo episódio seja precificação seja enfim venda a comunicação disso pro paciente enfim obviamente como a gente colocou
isso aqui é uma categoria que tem várias coisas por isso que às vezes o pessoal tem uma expectativa de que a gente vai conseguir por exemplo exaurir Isso numa mentoria é completamente inviável tipo você falar assim ah como é que você ensina a pessoa a fazer mev em uma aula não existe você precisa fazer um processo formativo porque tão muitas variáveis envolvidas plano de acompanhamento é a mesma coisa porque quando você vai entrando dentro de uma abordagem realmente séria você você vai vendo que tem várias camadas importantes ali e que precisam ser pensadas e decididas
de maneira estratégica então bom Espero que tenha gerado valor para vocês que estão ouvindo aqui a gente e provoco vocês a deixarem aqui um comentário tanto do que você achou mais interessante quanto um tópica mais que a gente poderia estar aprofundando em um próximo episódio e lembrar né Caio que a gente vai est lá no mav Experience o nosso evento de medicina de estilo de vida o nosso grande treinamento a reunião da tribo dia 6 de julho de 2024 em São Paulo no teatro unibs cultural a gente vai ter oportunidade de est discutindo vários temas
dentro dessa jornada do paciente né as situações difíceis em medicina do estilo de vida e a gente vai ter também uma jornada ali para discutir modelos de negócio em mev Quer comentar um pouquinho inventar uma uma coisa aqui viu luí inclusive ó vou eh enquanto esse episódio ainda vai sair no ar vou pedir pra produção aqui criar um cupom com 10% de desconto para quem tá ouvindo esse episódio e veio aqui até o final vou vou pedir pro pessoal deixar aí cinco vouchers de 10% de desconto você vai colocar tudo maiúsculo plano 10 E aí
vai dar 10% de desconto seja no ingresso Standard seja no ingresso Business Então a gente vai ter duas experiências né uma experiência que vai pegar toda a parte do treinamento de mev né que a gente vai discutir usando simulação de atendimento discussão clínica de casos difíceis né ou seja discutir ali realmente Quais são os gargalos no dia a dia do atendimento de meve quais são os os grandes abacaxis dentro da Medicina do estilo de vida né os mais difíceis de descascar a gente vai tá trabalhando e usando as técnicas de mudança de comportamento ali ao
vivo é ver para qu para crer né é ver para crer ali que que a mev funciona e a gente vai ter né complementar na jornada Business no tanto no momento do almoço quanto no momento eh à noite né pós evento a gente vai ter duas experiências aí que fazem parte desse ingresso Business que a gente vai ter primeiro um workshop de de um Framework de negócio de meve que envolve muito do que a gente tá discutindo aqui né ou seja como é que eu penso estrategicamente quando eu decido construir uma clínica um consultório um
projeto que envolva a mev como é que eu penso ali público comunicação uma série de recursos que são necessários para essa estruturação de modelo de negócio então a gente vai ter esse workshop junto com um almoço bem bacana e obviamente né vai ser um espaço limitado então tem vagas limitadas Inclusive é o ingresso que tem mais compra até agora então com certeza é o que vai acabar mais rápido e à noite a gente vai ter também um toque com especialistas né então a gente vai ter Daniel que é médico e é dono de uma das
maiores agências de de assessorias de growth de crescimento e Market médico aqui no Brasil a gente vai ter Ruben Chaves que é diretor e fundador de um instituto de medicina esportiva em São Paulo que é um dos institutos que mais tem crescido tem parceria com a rebok com várias grandes marcas tem criado todo um ecossistema e que e que tem uma ideia de modelo de ciclo de cuidado completo pro atleta reparação de lesão muito bonito o projeto então vocês vão ver um modelo vivo lá também de de que tem feito isso e a gente vai
ter o Felipe Manzano que é especialista em Finanças né já já teve a oportunidade de vender algumas empresas e que hoje tem uma empresa que trabalha só com a parte de Finanças para consultórios e clínicas médicas Então vamos ter ali Finanças ecossistema Business e também médico na parte de marketing pra gente tá podendo discutir todos esses detalhes aqui que envolvem esse mundo de Business quando a gente fala de Medicina do estilo de vida então esse podcast é mais um episódio aí dessa linha que a gente tem construído de Business na mev a gente vai ter
alguns tópicos envolvendo esse tema pode falar Luiz último recado Mas o mais importante né caio no dia 6 de julho é que nós vamos reunir a tribo da Esse é o ponto mais importante essa galera que é forte que é poderosa e que tá mudando a saúde do Brasil isso aí vai ser um encontro Que Vale ressaltar que é um evento beneficente né então todo Luo desse evento vale a pena relembrar sempre isso ele vai ser doado pra missão pescadores que é uma parceria que a gente tem aqui do nosso braço social que logo eu
vou gravar um episódio do mav hack com tessalo que coordena a missão Então logo você vai ter esse episódio disponível bom pessoal é isso um abraço para todos lembrando do vouer plano 10 cinco vouchers aí para quem ouvir primeiro e poder tomar sua decisão de estar com a gente lá dia 6 de julho um abraço para todos isso aí turma vocês viram agora mais um episódio do mav hack hackeando a medicina do estilo de vida para você plano de acompanhamento você primeiro precisa saber entregar o máximo de valor pro seu paciente até o próximo episódio
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