Olá apaixonados por arte tudo bem por aí eu espero que sim eu sou Rafael pavlina assessor e professor de arte e hoje a gente vai analisar o capítulo c a avaliação em arte do livro O ensino de [Música] arte seja bem-vinda seja bem-vindo ao meu canal aqui a gente fala de arte de educação e de arte educação e se você chegou por agora e não sabe do que eu tô falando eu estou analisando junto com vocês um livro que fala sobre o ensino da arte já analisei quatro capítulos hoje a gente vai analisar o Capítulo
cinco desse livro aqui então cada dia eu leio um capítulo vou discutindo com vocês trazendo as minhas considerações e eu já falei que esse livro é um livro referência para quem quer trabalhar com Arte educação para quem precisa falar de arte e educação é um livro básico para você ter na sua cabeceira é um livro de consulta ele pode ser consultado sempre que necessário e eu tô aqui fazendo uma análise e trazendo o que eu acho sobre algumas coisas alguns pontos importantes e o capítulo de hoje Ele é bem importante porque eu já fiz um
vídeo exclusivamente sobre esse tema mas é um tema que não se esgota que é para falar da avaliação em arte avaliar é difícil em qualquer área do conhecimento avaliar já é um processo muito difícil para quem não compreende o que é uma avaliação e qual é o processo da avaliação mas quando a gente tá falando da avaliação em arte isso ainda se amplifica por quê quando a gente tá falando na avaliação em Art existe uma subjetividade existe algumas características da arte que vão fazer que na hora da avaliação o professor tenha que olhar para lugares
que são individuais são muito pessoais de cada criança de cada estudante e por isso muitas vezes há uma complexidade nesse processo do Avaliar na aula de arte e ainda mais pensando nesses processos artísticos na introspecção na subjetividade então o mesmo esquema de sempre eu vou lendo aqui eu li o capítulo fiz um resumo fiz síntese aqui pra gente pensar juntos vou lendo e vou conversando com vocês então o capítulo C chama-se avaliação em arte e ele começa discutindo o que que é a avaliação da onde vem o termo avaliação O que é avaliar Lembrando que
a gente tá falando aqui especificamente de arte de arte educação Então não dá pra gente pensar na avaliação como a gente pensa lá na língua portuguesa na matemática na história são coisas diferentes que a gente tá falando especificamente na avaliação em arte e aí elas trazem no primeiro trecho aqui eu até deixei o recorte de do conceito da avaliação pro PCN o que que o PCN diz que é a arte o que que o PCN diz que é a arte não o que que é a avaliação Para esse documento lembrando PCN parâmetros curriculares nacionais Eles
são um documento feito lá em 97 eles eram doos documentos mais importantes pra gente falar dessa questão da arte da avaliação dos conteúdos foi substituído pela bncc em 2020 mas mesmo assim a gente ainda vai usar bastante desse conceito Então vamos dar uma olhadinha o que que o PCN diz que é a avaliação em arte avaliar implica conhecer como conteúdos de arte são assimilados pelos estudantes a cada momento da escolaridade e reconhecer os limites e flexibilidades necessários para dar oportunidade à coexistência de distintos níveis de aprendizagem em o mesmo grupo de alunos para isso o
professor deve saber o que é adequado dentro do Campo Largo de aprendizagem para cada nível escolar ou seja o que é relevante o aluno praticar e saber nessa área Então esse aqui era o PCN pro terceiro e quarto ciclo isso esse conceito de avaliação na verdade ele tá no PCN mas ele vai ser muito próximo do que autores que falam sobre avaliação vão pensar né a gente vai ter a Jussara Hoffman a gente vai ter o Ivo José b a gente vai ter alguns autores que falam sobre a avaliação mas paraa frente eu trago sobre
eles especificamente como eu falei já tem vídeo no canal sobre avaliação você pode assistir eu vou refazer esse vídeo Esse ano também ao longo do ano vou fazer um vídeo especificamente dando exemplos mas aqui já vou trazer alguns Então a primeira coisa que a gente tem por esse conceito de avaliação aqui é que ele tá falando da avaliação que mede o nível de conhecimento do aluno então legal esse é um conceito bem importante da avaliação medir o nível do conhecimento porém a gente tem que tomar cuidado com que tipo de medição a gente tá fazendo
se é só uma medição para saber se o aluno aprendeu ou não aquele conteúdo e na verdade a avaliação ela precisa servir como um instrumento de observação do professor sobre aquele aluno Então se o aluno não aprendeu aquele conteúdo tá o aluno fez a prova fez o trabalho ele não entendeu o conteúdo ele não entendeu aquele conceito O que que a gente faz a gente atribui uma nota baixa tá atribuir a nota baixa vai fazer com que o aluno aprenda o conteúdo porque se a função da escola é ensinar se a gente quer que o
aluno aprenda se a gente quer ensinar o aluno o fato de fazer com que ele tire uma nota baixa vai ser o suficiente para que ele queira aprender aquele conteúdo a gente vai falar Mais especificamente daqui a pouco então que ele tá falando nessa questão de medir o conhecimento e ele tá falando também pra gente olhar essa diferença entre o individual e o coletivo Ou seja a gente tem um grupo de alunos heterogêneos que são alunos diferentes que vão aprender de formas diferentes que tem estruturas cognitivas diferentes Então na hora que a gente for avaliar
se eu for avaliar única e exclusivamente pensando num perfil de aluno provavelmente eu vai ser injusto com os outros perfis de alunos Então eu preciso avaliar também de uma forma individual eu até lembro que no outro outro vídeo que eu fiz uma pessoa comentou isso aí falou nossa como que eu vou avaliar individualmente 40 alunos numa sala eu também vou dar exemplos daqui a pouco mas é pra gente pensar que quando a gente fala de avaliar de forma individual eu não tô falando que eu preciso fazer uma prova diferente para cada aluno mas entender como
que cada um dos meus alunos entende a arte como cada um dos meus alunos entende os conteúdos que eu tô passando e isso vai muito da observação do professor e se eu posso falar que essa é uma característica positiva da aula de arte é que o professor de de arte tem uma capacidade de olhar pros alunos de uma forma muito mais individualizada do que os outros professores dos outros componentes Então a primeira coisa que elas vão falar ali depois do conceito é não tem como a gente avaliar sem saber o que que a gente tá
avaliando isso que pode parecer óbvio né você vai falar nossa Rafael mas que frase mais óbvia mas muitas vezes os professores eles querem avaliar eles estão nesse processo da avaliação só que eles não sabem o que o que eles estão cobrando vou dar um exemplo bem básico de algo que acontece na arte e o professor pede um desenho ah desenha aí sei lá as suas férias a sua família desenha a sua história desenha a história que a gente ouviu a criança vai lá reproduz um desenho O professor vai lá e dá atribui uma nota aleatoriamente
Ah tipo is aqui tá bonito tanto esse que tá feio tá tanto Tá calma você tá atribuindo nota pelo qu o que que você tá olhando no desenho você tá olhando acabamento você tá olhando coesão você tá trabal Você tá olhando a coerência entre a história contada e o desenho você tá olhando se a criança fez a lápis a canetinha se ela pintou se ela não pintou isso Tava claro quando você passou a atividade a criança sabia tá tem criança que só desenha com caneta aí você vai falar ah não se desenha com caneta calma
existem vários artistas contemporâneos que fazem exposição com desenho só de papel sufite e uma caneta BIC fazem desenhos incríveis calma o que que você tá avaliando O que que você tá cobrando desse aluno E aí entra nesse aspecto se eu não sei o que eu quero do meu aluno se eu não sei o que eu vou cobrar não adianta eu inventar essa cobrança na hora da avaliação a avaliação ela tem que acontecer antes a cobrança ela tem que ser descrita antes então a primeira coisa é para eu avaliar alguma coisa eu preciso saber o que
que eu estou avaliando o que que eu estou cobrando a gente tem vários exemplos aqui vou usar uns exemplos mais práticos eh se eu peço pro aluno fazer uma escultura eu coloco esse bonequinho articulado na frente da criança faço uma posição e falo para ele Ó eu preciso que você pegue esse boneco aqui o modelo desse boneco E aí com a sua argila com a sua massinha você reproduza esse movimento a criança tenta cai ela Tenta mais uma vez e cai ela Tenta mais uma vez e cai ela não consegue deixar o personagem dela de
pé o que que eu vou avaliar nesse caso a tentativa ou o resultado O resultado vai ficar um boneco tudo caído mas qual qual Como foram Como foram as tentativas dessa criança e tá ela não conseguiu deixar de pé por quê será que porque não tinha estrutura dentro ou será que porque a estrutura não estava forte suficiente então o que que eu tô avaliando Qual é a cobrança que eu vou fazer em cima dessa atividade para pra gente ter claro eu preciso avaliar a a a capacidade da criança de fazer mas eu também preciso avaliar
quais são os recursos que eu tô oferecendo e como que a criança tá utilizando os recursos que eu tô oferecendo vamos adiante aqui daqui a pouco a gente vai voltando pra gente pensar que eu tenho que saber o que eu tô cobrando para poder avaliar a gente sempre tem que lembrar do nosso planejamento do nosso plano de aula que eu falo assim gente não existe avaliação aleatória não existe avaliação sem objetivo pra gente avaliar um aluno a gente tem que olhar Quais foram os objetivos que eu coloquei no meu plano de aula para chegar naquela
aula e avaliar Então se o objetivo da aula sobre V goog era compreender a história do V goog compreender a forma como ele utilizou o amarelo e entender o que que era o pós impressionismo o que que é a pincelada rápida entender como era a captura da luz do dia pelo vangog se esse eram os meus objetivos eu tenho que na hora da avaliação olhar para esses objetivos para fazer essa cobrança não adianta eu colocar um objetivo e cobrar outro então ah eu tô lá falando do V goog falei do Impressionismo do pó Impressionismo da
pincelada rápida e na hora da avaliação eu pergunto Sei lá uma uma coisa que não tem nada a ver com o conteúdo não consigo nem pensar no exemplo agora mas não adianta eu colocar um objetivo no meu planejamento no meu plano de aula e na hora da cobrança cobrar uma coisa aleatória que não faz relação com aquele conteúdo ali então hoje em dia a gente vai falar muito na habilidade a habilidade e o objetivo já dei outros exemplos aqui o a habilidade é o que a bncc vai colocar como os objetivos daquela aula as habilidades
que a gente quer desenvolver na criança então se a minha habilidade vou dar um exemplo bem bem bem fraco aqui só para para dar para deixar ilustrativo se a minha habilidade é que o aluno aprenda a usar a tesoura essa habilidade eu quero que o aluno aprenda a usar a tesoura não tem como eu Avaliar na hora da avaliação o uso do lápis Preto porque eu falei que o objetivo que a habilidade era ele aprender a usar a tesoura então muitas vezes isso acontece na a de arte e isso é uma das maiores dificuldades dos
professores que é como o aluno vai ser avaliado e o que eu vou olhar nessa avaliação Então a primeira dica é olhe para os objetivos daquela aula olhe para aquelas habilidades que você propôs que o aluno aprendesse Então você vai olhar pro teu planejamento pros pras habilidades objetivas E aí intervi em cima deles se E aí uma um outro ponto que elas Colocam se avalia o aluno na aula por aquilo que ele aprendeu na aula na escola a gente não avalia o aluno porque das coisas que ele aprendeu fora da escola outros exemplos simples eh
se eu tô falando de arte aqui se eu tô falando de obras de arte eu preciso avaliar o meu aluno pelo por aquilo que eu estou ensinando em sala e não por aquilo que ele tem acesso no mundo vamos supor que nós temos na mesma sala um aluno de classe média baixa que não tem acesso à arte o máximo que ele tem acesso à cultura a arte é a televisão é a aula de arte nessa mesma sala eu tenho um aluno que a mãe dele é curadora de um museu então a criança nasceu e vive
dentro de museus então ela vai no museu vai no museu contemporâneo vai no museu de São Paulo vai no museu no luvre ela viaja em museus é óbvio que a experiência dessa criança que viaja vai ser muito maior muito mais qualitativa do que aquela criança que não vai ao museu eu então não tem como eu ter o mesmo nível de cobrança para essas duas crianças considerando que elas aprendem fora da escola e sim aquilo que eu ensino e aquilo que eu falo é óbvio que a criança vai ser atravessada pelas coisas que ela vivencia fora
da escola mas a minha avaliação precisa ser daquilo que eu ensino então outro exemplo que eu sempre dou que eu já Dev ter dado aqui no canal várias vezes é a questão do próprio desenho Vamos pensar uma criança que chega na escola nunca desenhou nunca pegou lápis nunca pegou papel nunca desenhou então ela vai chegar na escola ela vai aprender a desenhar na escola ela vai aprender os primeiros passos do desenho na escola com o professor de arte ao mesmo passo que na sala de aula dela tem uma criança que é filho de um arquiteto
casado com uma engenheira e todo momento eles estão Desenhando em casa eles têm papel eles têm mesa eles têm luz de desenho eles têm canetas diferentes eles têm uma estrutura eles têm papéis grandes a criança desenha desde que nasceu é óbvio que aquela criança que desenha desde que nasceu vai desenhar melhor do que aquela criança que nunca desenhou então Eu Não Posso avaliar o desenho só pelo resultado final ali do que tá no papel é óbvio que eu posso avaliar o acabamento Posso avaliar a dedicação da criança mas eu preciso avaliar qual é o nível
de desenvolvimento da criança quando ela entrou para quando ela tá saindo o que que a criança que não sabe desenhar tá fazendo como que ela tá se esforçando qual é o nível de desenvolvimento que a criança que não sabe desenhar tá tendo tá tendo esse desenvolvimento isso é muito complexo primeiro porque a gente vai ter que ter um olhar bem individual bem individualizado para cada criança mas também porque normalmente a gente não tem esse tempo para olhar com calma e aí passa por vários outros lugares a criança do teatro que a criança que é mais
faladora a criança que é mais articulada eu sempre fui essa criança que queria itar lá na frente que queria falar que queria e aparecer mais do que as outras né tanto que tem um canal no YouTube até hoje inclusive né mas eu sou aquela criança eu fui aquela criança que queria aparecer na minha sala de aula tinham crianças que se você pedisse para ela ir lá na frente ela morria como que eu vou avaliar no teatro essas duas crianças sendo que uma extremamente tímida não gosto de falar em público e a outra é extremamente Aparecida
a gente precisa olhar pra individualidade e para pro lugar que aquela criança tá e o quanto ela se desenvolve naquele ponto específico então eu não posso avaliar todo mundo da mesma forma se vai ter aquela criança que já desenhava ela vai chegar na escola fazendo desenhos lindos incríveis maravilhosos realistas eu vou ter aquela criança que vai fazer o desenho boneco palito que vai sofrer que vai ficar aulas e aulas tentando acertar não vai conseguir E aí a gente vai tomar aquele cuidado paraas habilidades né a habilidade artística a habilidade do desenho da escultura da fotografia
ela é uma habilidade que vai sendo desenvolvida ao longo do tempo ninguém nasce com o dom do desenho o dom da fotografia O Dom do não existe então A criança precisa se desenvolver nesses lugares mas enfim tudo isso eu tô falando porque eu já falei no vídeo de avaliação tô trazendo o contexto das autoras aqui aí ela também vai falar sobre a importância do registro que o professor Prof tem que ter e que o aluno também vai ter para dar conta dessa avaliação individualizada depois eu vou dar o exemplo do portfólio mas já adiantando o
portfólio é uma maneira excelente da gente conseguir avaliar a criança por qu a avaliação por portfólio traz um recorte de tudo que a criança aprendeu lá atrás e tudo que ela tá aprendendo agora então a gente vai conseguir ver esse desenvolvimento por meio de uma linha uma linha histórica da própria criança ver como que ela entou na escola o que que ela fazia quais eram os desenhos Que tipo de desenho ela fazia para chegar até os dias atuais então o portfólio é uma uma excelente ferramenta para fazer essa avaliação porque a gente vai conseguir ver
o desenvolvimento daquele aluno de forma individual de forma específica a avaliação serve para os professores então além da gente avaliar o aluno a gente também tá avaliando o nosso processo de ensino se eu tô numa turma explicando expliquei uma vez eles não entenderam expliquei duas vezes eles não entenderam expliquei Pela terceira vez eles não entenderam aí o professor fala o quê meu Deus do céu essa turma é muito burra não a forma como você tá explicando é que não tá chegando neles então a gente precisa rever a nossa forma de explicação para mudar a forma
como a gente tá levando para eles para que eles consigam entender de uma forma diferente e isso tem muito a ver também com a questão do Ego do professor né quando a gente tá em sala de aula eu passei muitas vezes por isso quando eu tô em sala de aula e eu explico uma coisa e cobro uma atividade dos alunos Eles não conseguem resolver eu sempre fiquei muito frustrado com os alunos sem perceber que o erro estava em mim isso aconteceu muitas vezes posso dar exemplo os práticos de atividade de teatro ó então vocês vão
vir aqui na frente vão fazer tal coisa o aluno vai lá na frente ele não faz aquilo que eu pedi aí eu ficava irritadíssimo falava meu Deus Os alunos não entendem o que eu peço mas na verdade ele não entendeu o que eu pedi porque eu pedi de uma forma muito ruim de uma forma errada de uma forma que não fez sentido para aquela criança então eu tenho que repensar a forma como eu vou cobrar como eu vou passar a atividade para que aí ele pense então a avaliação ela vai servir pro aluno mas também
vai servir para o professor para o professor reveja o seu próprio trabalho ela essa essa esse olhar para pro professor também vai indicar o que que a gente precisa mudar Quais são os planejamentos que a gente precisa rever refazer então se eu fui lá dei uma atividade Os alunos não conseguiram cumprir eu volto para aquele planejamento eu volto para aquela aula para aquela atividade e vou refazer reestruturar o aluno ele pode ser avaliado nos três eixos E aí pensando nos três eixos da abordagem triangular da Ana me Barbosa na contextualização na leitura de imagens e
no fazer artístico eu gostei bastante dessa parte porque muitas vezes a gente avalia o aluno só pelo fazer né a gente sempre avalia pela pelo terceiro eixo Mas a gente pode avaliar nos três eixos Olha que legal isso aqui quando a gente tá falando em contextualização aqui é o lugar que caberia por exemplo uma prova eu sou contra provas mas vamos pensar em estrutura da escola eh a contextualização são os fatos aquilo que é fato aquilo que é determinado qual ano que foi pintado quem foi que que movimento pertenceu ao Fulano eh Quais são as
características da pintura do fulano isso é contexto isso é contexto Então vamos pegar Tarcila do Amaral a Tarcila do Amaral pinta na Semana de Arte Moderna a Anita mafá a Tarcila do Amaral são artistas que representam eh paisagens brasileiras que vão falar sobre a população Operária que vai falar sobre o trabalhador que vai falar sobre a migração dentro do país Então são duas artistas que falam sobre esse contexto específico o contexto que elas estão inseridos é a semana de arte moderna de 1922 então na Semana de Arte Moderna é que isso implode que isso fica
mais forte isso é contexto isso não tem isso tem certo e errado se você fizer falar que a tarela do Amaral pertence ao Impressionismo Tá errado se você falar que a Anita mafat ela é renascentista tá errado então isso é um contexto ISO está tem certo errado e ponto então a gente pode avaliar a criança nesse lugar sempre tomando muito cuidado porque contexto não é decoreba não basta a criança decorar as coisas a criança tem que entender não basta ela curá que Anita mafá Tarcila do Amaral ozol de Andrade Mário de Andrade estava na Semana
de Arte Moderna de 1922 e por isso fizeram se que que Lembrando que uma das duas não estava no Brasil tava viajando mas depois ela volta e faz parte do movimento do semana de arte moderno mas quando a gente pega eh não é esse decorar é entender o que que tava acontecendo o que que tava acontecendo no Brasil em 22 e aí também começar a olhar para outros contextos a gente sabe que a Semana de Arte Moderna foi extremamente burguesa ela foi feita para uma classe social rica ela era um um status de arte bastante
problemático em vários aspectos isso são fatos Então a gente tem fatos a serem avaliados na leitura de imagem a gente vai olhar qual é a capacidade da criança de fazer a leitura da imagem a partir dos contextos que a gente ensinou a criança sabe o que que é figura o que que é fundo o que que é plano o que que é plano a Plano B plano um plano dois plano de fundo a criança sabe o que que é figura a criança sabe o que que é abstrato a criança sabe o que que tá acontecendo
ali naquela obra ela consegue identificar os elementos e Isso é uma avaliação que a gente pode fazer na hora da leitura da imagens e a avaliação do fazer artístico que é aqueles exemplos que eu já dei que é quando a gente olha o que que a criança fez e como ela fez e quais foram as características daquilo que ela fez então esses três elementos eles vão aparecer essas esses três lugares cabem a avaliação cabem em outros lugares também mas a gente não precisa avaliar só o fazer artístico que muitas vezes a gente avalia o aluno
só na hora que ele desenhou só na hora que ele fez A escultura só na hora que ele entrega o produto e a avaliação ela tem que ser constante desde a hora que a criança começa a aula até a hora que ela termina então não é o produto o resultado final que vai importar pra gente sim o processo Lembrando que a gente teve várias fases né lá no começo do ensino da arte lá na missão artística francesa quando a gente tinha academia Imperial de Belas Artes o que importava era o produto final a tela então
não interessa como você chegou no resultado o importante é o resultado quando a gente vem pro modernismo a gente quando a gente vem paraa livre expressão ali do John de ele vai falar sobre a experiência que o fazer importa Hoje a gente vai olhar paraas duas as coisas a gente vai olhar pro resultado vai entender como que o resultado tá se apresentando pra gente mas a gente precisa olhar pro processo pro caminhar que a criança teve qual foi o lugar que ela saiu e o lugar que ela chegou e aí aham avaliação conteudista o avaliar
é um conhecimento progressivo da criança então a gente precisa avaliar esse crescimento como eu falei vamos pensar lá em vigot que na zona de desenvolvimento da criança da onde a criança tá partindo até onde ela vai chegar e qual foi esse nível de crescimento o quanto a criança conseguiu expandir o seu conhecimento ã E aí tem uma questão que elas colocam que é legal de pensar também que muitas vezes a criança ela pode ser mal avaliada porque ela não tem o repertório ideal para aquilo que se espera que ela fale vou dar um exemplo você
mostra dois desenhos e você fala qual que é a diferença entre esse desenho e esse desenho você fala pra criança Qual que é a diferença desse desenho para Esse desenho aí ela vai falar a Ah esse aqui tá tudo certinho bonitinho e esse aqui tá tudo bagunçado o que que ela tava querendo dizer que esse é figurativo e esse é abstrato ela não conseguiu verbalizar o que que era figurativo e que que era abstrato mas ela conseguiu entender o conceito de organizado e desorganizado né entre aspas que tô falando aqui numa linguagem eh Popular a
criança consegue identificar que existem coisas que são organizadas dentro do desenho ali num desenho figurativo que tem figura Que tem fundo e ela consegue identificar que no desenho figurativo não há uma figura específica não há um fundo específico a criança não teve o repertório mas ela conseguiu atingir aquilo que a gente queria Então eu preciso avaliar isso também eu preciso avaliar se a criança conseguiu expor exemplificar se ela conseguiu colocar para fora pelo menos essa linha de raciocínio do certo e do errado ali ou do tipo da apresentação da figura então não necessariamente que a
gente vai avaliar a criança só pelos padrões e pelos estereótipos daquilo que a gente espera que ela fale mas também com o conhecimento que ela consegue ter com o conhecimento que ela adquiriu E aí isso é um problema porque quando a gente coloca perguntas na prova a gente também tem que considerar perguntas que sejam mais abertas provas testes avaliações que sejam mais abertas no sentido de que a criança consiga colocar por escrito ali eh o que que ela pensa porque às vezes ela não consegue exemplificar com palavras formais o abstrato o pictórico o renascimento ela
não consegue colocar os termos exatamente como eles são mas ela consegue explicar aquele fato então a criança não sabe o que que é Impressionismo mas ela sabe explicar que tem um movimento que bate o pincel na tela que a pincelada é rápida que eles capturam a luz do dia então a criança consegue descrever o movimento mas ela não consegue dizer o nome a gente também precisa considerar essa esse conhecimento porque às vezes tem crianças que sabem o nome Ah o vangog é do pós-impressionismo mas o que que é o pus Impressionismo e a criança não
sabe então a gente precisa considerar esse nível de conhecimento de cada um Diferentemente de acordo com o nível de desenvolvimento que ela tem o instrumento avaliativo precisa estar exatamente ligado a forma então se eu vou ensinar eh um conteúdo prático eu vou avaliar a parte prática se eu estou ensinando um conteúdo histórico um conteúdo e escrito Eu também preciso avaliar o contexto preciso avaliar a parte escrita então fazer essas ligações entre a avaliação eh prática com prática escrita com escrita é importante a gente vai fazer esses links óbvio que isso não é uma receita de
bolo não tá fechado então a gente vai fazer esses links juntos então a gente vai pensar se eu estou dando uma atividade prática eu vou olhar pro resultado se eu vou olhar pro resultado e pra produção se eu tô falando de um contexto de um conteúdo eu vou olhar pro conteúdo que eu tô passando Quais foram as informações que eu passei e o que que a criança conseguiu reter dessas informações as autoras vão dar aqui também alguns exemplos de como fazer isso na prática então els vão falar do portfólio o que que é o portfólio
portfólio é um acervo é um arquivo que você vai Juntando os trabalhos dos alunos para no final do bimestre no final da semana no final do ano olhar para toda essa essa produção da Criança e Verê o lugar que ela táa e o lugar que ela se encontra muitas vezes né a gente aprendeu eu aprendi muito isso na faculdade também que o portfólio é uma pasta de plástico A4 que você vai colocando as folhas A4 então desenho coloca ali só que o portfólio ele pode ser muito mais do que isso o portfólio ele pode ser
uma caixa uma caixa de sapato onde você vai colocando a produção pode ser uma caixa maior onde eu coloque desenho mas também onde eu coloque escultura onde eu coloco objeto então ah a gente produziu fotografia Então coloca a fotografia ali dentro ah a gente produziu uma pinhole lá da fotografia coloca pinhol ali dentro ah a gente produziu um objeto artístico lá uma escultura coloca lá dentro então o portfólio ele não necessariamente precisa ser um objeto eh não precisa ser uma pasta de plástico com folha sulfite tem uma outra questão também que hoje em dia a
gente tem a tecnologia a nosso favor então o aluno vai lá e vai fazer uma performance uma vídeoarte então a criança vai lá faz uma performance de vídeoarte onde é que eu vou guardar isso no meu portfólio o teu portfólio também pode ser virtual pode ser uma pasta no Google Drive no onedrive pode ser uma pasta não pode ser um blog pode ser uma um blog WordPress pode ser ã uma página no Instagram pode ser uma página no Facebook sempre com muito cuidado com a tecnologia cuidado com a exposição dos alunos cuidado com o direito
de imagem mas o Essas tecnologias essas ferramentas digitais elas ajudam muito nesse momento por quê Porque muitas vezes o aluno faz Produções que são efêmeras como por exemplo uma peça de teatro ele pode fazer uma dança ele pode fazer uma instalação na escola então ele vai lá pendura o negócio faz uma instalação na escola uma semana depois obviamente ela saiu de lá foi guardada foi tirada foi jogada fora sei lá se a gente não tiver feito um registro disso se a gente não tiver registrado isso se perde então o portfólio ele também serve para isso
eu posso registrar por escrito então ah quero fazer a pasta lá folha sulfite ó quatro pode ser pode fazer não tem problema então tem que ter registro Então escreve ah como é que foi a instalação O que que você fez consegue tirar uma foto imprimir E aí eu sei que a realidade do professor brasileiro é muito complexa Trabalhei muitos anos na escola pública e não tinha papel não tinha impressora não conseguia imprimir colorido por isso que eu falo sempre das opções você todo Professor tem um celular e para subir os trabalhos no Google Drive numa
pasta é muito mais fácil então ah vai ter o Google Drive lá com o sétimo ano pode ter uma pasta com o nome de cada aluno ou pode ter uma pasta do sétimo ano aí você vai jogando os trabalhos e renomeia o trabalho com o nome do aluno pra gente sempre ter de acesso todo esse material então ah os pais foram numa reunião o que que eu vou apresentar para esses pais as crianças querem saber como é que foi uma produção que elas feram lá em março nós estamos em novembro então vai lá pega aquele
aquele acessa aquele conteúdo lá mais antigo ou compartilha com o pai compartilha com a criança no e-mail ali Ah mas para que idade que dá para fazer dessa forma depende muito existem muitas escolas de educação infantil que usam o sistema do portfólio muitas muitas as escolas na educação infantil elas fazem as passas com os trabalhinhos dos alunos mas hoje em dia você já consegue achar em no Instagram várias pastas Várias Vários perfis de escola com trabalhos dos alunos então pode ser de várias formas pode ser a caixa pode ser a pasta pode ser o blog
pode ser uma um arquivo digital pode ser um arquivo físico pode ter uma caixa de geladeira pode ter uma pasta uma caixa um armário com alguns com alguns nichos para guardar esse material então vai depender muito de cada escola do seu espaço das possibilidades que você tem aí elas vão falar muito sobre a prova de arte e o cu ah deixa só voltar uma coisa aqui do portfólio que eu anotei aqui eu esqueci de falar essa ideia do portfólio ela também vai remeter a uma coisa bastante importante que é o que o artista faz porque
o artista trabalha por meio de portfólio quando o artista vai fazer uma exposição quando ele vai mandar o trabalho dele para um museu ele entrega o seu portfólio então trabalhar com o portfólio das crianças também já é uma forma de falar sobre esse mundo da arte esse mundo eh a mecânica da da do mercado da arte que é o portfólio do artista ser o o acervo de tudo que ele produziu aí elas falam da prova de arte a importância de adaptar a prova e a linguagem para a idade das Crianças isso é uma coisa bastante
óbvio que a gente aprende na faculdade né tomar cuidado sempre com a criticidade e com o olhar do aluno né com o que que o aluno vai falar sobre cada uma das coisas aquilo que eu tava falando Talvez o aluno não consiga usar a palavra correta naquele momento mas ele consegue fazer uma analogia ele consegue fazer uma referência com aquilo que você ensinou então ele não vai conseguir usar a mesma palavra que você quer mas ele consegue explicar aquilo que você quer então tem esse olhar esse cuidado e aí também cuidado com as perguntas pessoais
né O que você acha de evang Gog O que você acha de oitor dos Prazeres o que que você acha sobre Ruben Valentim se você tá perguntando o que a criança acha ela pode achar qualquer coisa ela pode achar bonito pode achar feio pode achar legal pode achar esquisito Então a gente tem que tomar cuidado com as perguntas de cinho pessoal é óbvio que a gente pode fazer só que na hora de avaliar a gente tem que tomar cuidado se você não tá atribuindo uma nota julgando colocando um juizz de valor em cima do juízo
de valor da criança beleza mais hã sempre nas provas pede exemplo pede conceito pede contexto Ah então a criança não sabe explicar exatamente da forma como você quer mas de que forma que ela tá explicando ela que pede exemplos para que ela explique por meio de exemplo alguma coisa então ah eu quero que a criança me explique o que que é colagem Ah é colar uma coisa em cima da outra tá mas dá um exemplo aí ela tem que buscar na referência de artistas que você mostrou ela tem que pensar de alguma forma de de
uma forma diferente naquele conteúdo elas vão dar outros exemplos aqui de outras formas de avaliar como exposição de trabalho Nossa sempre falo disso aqui a importância de ter trabalho na parede da escola na no muro da escola eu vi várias páginas no no Instagram esses últimos dias de professoras no final do ano que colocam os trabalhos dos alunos lá na grade da escola então expõe de manhã faz um varalzinho deixa no corredor deixa na sala deixa na sala de arte mas deixa no corredor da escola inteira deixa a escola com a cara das Crianças vai
falar sobre a discussão dos trabalhos em roda então toda vez que a gente produz alguma coisa vamos sentar todo mundo vamos conversar sobre o que a gente produziu então ah nessa aula a gente só produziu na aula seguinte a gente vai só conversar sobre a produção e aí muita gente vai falar nossa mas eu vou perder uma aula sentado com os alunos conversando sobre a produção você não tá perdendo essa aula você tá ganhando porque os alunos estão verbalizando aquilo que eles viram por teoria e a verbalização também é super importante vai falar sobre a
importância da avaliação da técnica que também é um outro lugar então se eu tô ensinando gravura existe uma técnica certa de gravura Existe uma forma uma técnica formal para fazer a gravura A criança precisa entender ela precisa saber o que que é Então na hora de eu avaliar eu vou avaliar esses Passos ela entendeu o que que é positivo o que que é negativo ela entendeu a diferença da gravura que é que você tira para ficar preto ou da gravura que você deixa para ficar preto ela entendeu o que que é goiva que que é
matriz ela sabe o que que é isso ela entendeu o que que é impressão ela sabe o que que é tinta ela entendeu o que que é tinta offset ela sabe o processo da gravura ela entendeu o que que é frotage então isso é avaliar a técnica isso é avaliar o processo tem que tomar cuidado porque avaliar ele não é um um exercício burocrático ele não pode ser um exercício burocrático que é só para atribuir nota então quando eu vejo no final do ano os professores todos doidos porque tão fechando nota porque tem que avaliar
não sei o quê Eu sempre penso calma mas ele não avaliou durante o ano ele não viu O processo todo e isso cabe muito paraas outras áreas acho que a arte é o lugar que isso menos acontece mas que o professor dá aula o o o bimestre inteiro e no final no último dia ele faz uma avaliação para avaliar tudo o que ele ensinou Eu sempre penso tá mas o dia a dia da criança então não importa o que ela fez dos trabalhos que ela fez os exercícios que ela fez no caderno não importam Então
se é só a avaliação se é só a prova final que vale que importa aí quer dizer que todo o processo do ensino foi vazio Vamos pensar no vestibular a criança fica durante 3 anos no ensino médio aprendendo um zilhão de coisas um zilhão de coisas aí em um dia um domingo num domingo à tarde ela tem que falar tudo que ela sabe tá então a gente tá considerando só esse conhecimento a gente não tá Considerando o conhecimento durante os três anos a gente tá avaliando por um dia será que ISO está certo não vou
nem entrar nesse mérito porque a avaliação é sempre um espinho eh as autoras vão dando outros exemplos as conversas dirigidas né quando os alunos estão ali conversando você vai interferindo você vai conversando com eles vai fazendo pergunta esse processo de conversar com a aluno também é um processo avaliativo vai falar que elas dão um exemplo nesse livro Por isso que eu falei que é legal assistir aqui as vídeoaulas mas é muito mais legal também ler o livro porque elas falam do exemplo das cartas para um artista elas contam a história de elas escreveram um texto
coletivo com os alunos mandavam para um atelierê para um artista daí o artista respondia com outra carta e elas ficavam fazendo essa essa conversa as crianças iam tirando dúvidas sobre arte com ele ele ia perguntando coisas para ela e respondendo então era um processo de diálogo entre artista e as Crianças por meio de cartas isso também fez parte de um processo avaliativo eh outros dois exemplos legais aqui texto coletivo escrito pelos alunos e texto individual quando a gente tem experiências como performance ou quando as crianças fazem uma instalação ou quando as crianças fazem uma dança
um exercício de improviso do teatro quando a criança tem uma vivência na aula o produto vai desaparecer o produto Era peça de teatro a criança fez acabou guardou não tem mais então a gente precisa ter de referência a gente precisa ter armazenado com a gente a gente precisa ter a referência daquilo que foi vivenciado e como que vai se guardar uma peça de teatro não guarda pode ser uma foto pode ser um vídeo mas pode ser também um relato escrito tanto de forma individual como de forma coletiva e por fim a avaliação por projetos né
a avaliação por projetos eu já dei vários exemplos aqui tem o Fernando Hernandes que é um dos principais autores que vai falar da cultura visual dessa ideia do ensino por projetos na aula de arte e a aula por projetos ela vai seguir um tema princi princial e desse tema principal a gente vai destrinchando outros temas mas eu vou falar mais sobre avaliação por projeto no último vídeo dessa série aqui que é o próximo vídeo da semana que vem onde eu vou falar sobre a avaliação por projetos mas eu vou falar sobre planejamento por projeto que
é o último capítulo do livro então só para reforçar nós temos o livro ensino de arte que é o que nós estamos lendo agora nós vamos para o último capítulo dele da semana que vem que o título é vamos ver aqui qual o título da semana que vem o trabalho de reflexão sobre o ensino a organização da prática Esse é o título do capítulo se você quiser adquirir o livro já dei exemplos aqui você pode procurar na instante virtual pode procurar online se não achar pode procurar pdfs dele existem alguns pdfs eu não disponibilizo Por
uma questão de direito autoral mas esse livro tá por aí então por hoje é isso eh não vou colocar muito a minha opinião sobre essa parte da avaliação porque eu tenho vídeo sobre avaliação e vou fazer mais um esse ano Mas quero que você deixa aí nos comentários qual você acha que é o maior desafio para avaliação onde você acha que é o mais difícil avaliar e aí tem uma coisa que eu não falei aqui Eu vou falar agora só para fechar que é pra gente tomar cuidado com a diferenciação entre avaliar e dar nota
a avaliação é o olhar que você tem sobre o desenvolvimento da criança a atribuição de nota é um exercício burocrático e formal que a escola exige que a gente tenha Então quando você tá atribuindo uma nota de 0 a 10 para um trabalho da criança você está fazendo isso por um processo formal e burocrático e não necessariamente porque você entende que esse esse essa atribuição da nota é importante para aquele momento a gente tá fazendo isso porque faz parte do sistema educacional brasileiro mas a avaliação é muito mais do que isso é olhar o desenvolvimento
do aluno e não só o resultado final e a atribuição de nota beleza gente não vou me alongar a gente conversa na semana que vem Espero que tenha ajudado de alguma forma alguma reflexão que tenha trazido algumas reflexões para vocês vejo vocês semana que vem não esquece de curtir de seguir lá no Instagram Até breve [Música] tchau