e por muito tempo a a nossa nosso modelo de atendimento de avaliação ele foi é pautado em cima da medicina então a fisioterapia nossa profissão ela vem de uma de uma evolução da medicina né da especialidade da medicina que a gente chama de fisiatria e o diagnóstico da medicina ele é muito pautado em cima de um outro modelo de avaliação que é chamado de modelo quatro anatômica você leva em consideração anatomia daquele tecido o quanto é que ele tá lesado para responder várias perguntas por exemplo para responder o nível de dor do paciente nível funcional
do paciente e etc só que tem um problema essencialmente a nossa profissão ela tem como objetivo devolver a função alguns são nossos pacientes eles só vão não se procurar na clínica com objetivo único e exclusivamente de voltar realizar alguma coisa que aquela lesão que ele tem aquela dor aquele incômodo não permite com que ele faça mais durante a vida dele pode-se brincar com o neto no chão da sala e pode ser jogar futebol pode ser só uma bola no handebol pode ser cortar uma bola no vôlei mas essencialmente o que está acontecendo aqui ele não
consegue realizar uma atividade que ele estava disposto a fazer que ele gostaria de realizar bom então se a gente ficar faltado muito nesse diagnóstico que por muito tempo a gente fez que é o diagnóstico na comida que você se preocupa só com a lesão daquele tecido ensino e com o nível dessa lesão e não olha muito para extinção do paciente a tendência que você cometa grandes erros quanto fisioterapeuta porque o vários casos nós não necessariamente vamos resolver o problema estrutural da lesão por exemplo na rutura parcial do músculo supra-espinhal e durante um processo de reabilitação
na fisioterapia provavelmente você não vai fazer com que se entendam se cicatrize e volte a ser um tendão normal de novo mas não significa que esse paciente vai ter duro o resto da vida e que você não possa trabalhar com ele e devolver a capacidade que ele tem de se movimentar mesmo tendo a ruptura parcial daquele mundo a gente não vai resolver anatomia a lesão estrutural é mas nós vamos devolver a capacidade funcional do espacinho para que isso aconteça a gente tem que começar a mudança logo de cara no presente na avaliação então para que
eu consiga devolver função do paciente eu preciso na minha avaliação identificar quais são os fatores que estão ligados ou fato dele não conseguir desempenhar a atividade mais nisso é parte do pressuposto que dentro da sua avaliação você tem que avaliar função coisa que a gente não fazia antigamente coisa que a gente não fez por muito tempo a gente ficou muito tem faltado análise estrutural que é importantíssimo você entender o que é uma lesão como que ela acontece e o tipo e como ela se apresenta estruturalmente por exemplo saber identificar uma ruptura do supra-espinhal no exame
de imagem mas mais importante do que isso é você entender como aquele indivíduo se movimenta é durante essa atividade durante a atividade que tem dificuldade e principalmente como ele está lidando com essa lesão estrutural que ele tem de acordo com a capacidade que ele tem de se movimentar essa ideia de um diagnóstico cinético funcional pautado na no movimento então o diagnóstico mano passa anatômico ele tinha como base é o objetivo de você desenvolver um tratamento correto ou seja um tratamento que seja assertivo para um paciente com aquela determinada adesivo estrutural ou seja paciente correto aqui
embaixo com esse tratamento no momento certo com a melhor evidência disponível nada muito longe do que a gente faça hoje certo mas ele ele tinha ele tem alguns problemas esse modelo de avaliação esse modelo de diagnóstico esse modelo de atuação dentro da fisioterapia quais são eles e quando você utiliza esse modelo você assume que a causa do seu problema é uma patologia específica então é as a lesão estrutural especificamente então vamos supor quando a gente assumir esse modelo uma pessoa que tem uma ruptura parcial do supra espinhal e não consegue fazer elevação do ombro para
colocar uma roupa no varal um jogador de handebol e não consegue arremessar uma bola é porque ele sente dor no ombro durante o arremesso o samsung win essa dor dele ou essa incapacidade de levantar o braço de alguém que não consegue colocar roupa no varal ela é diretamente ligada a essa lesão estrutural o que a gente sabe que muitas vezes não pode ser tão uma série fogo assim porque eu posso fazer um cara que mistura parcial do supra espinhal volte admissão uma bola vou te ajudar a handebol como ele jogava aí e existem alguns problemas
nesse modelo diagnóstico que é o fato dele se é a sua base principal exames de imagem e testes especiais porque os exames de imagem eles são modalidades que demandam altos custos ao sistema de saúde que estão lhe são caros para serem realizados e quando a gente fala de ortopedia né das lesões ortopédicas já existem vários trabalhos na literatura mostrando o que esses exames de imagem eles não são efetivos para responder todos os sintomas os nossos pacientes principalmente menos ainda ou relacionados com a capacidade funcional dos nossos pacientes que eu quero dizer com isso de acordo
com a literatura não posso afirmar que um paciente que tem a costura do supra-espinhal mais extensa do que outro e esse indivíduo tem a ruptura maior ele vai ter mais duro ele vai ter menor incapacidade de e não dá para finais essa é a mesma coisa acontece com os testes especiais a maioria dos testes especiais que nós utilizamos no nosso dia-a-dia são testes são autismo confiáveis e pouquíssimos validar o último validadas é perante a literatura são testes que não tem uns níveis de especificidade e sensibilidade altos até tem níveis maiores de sensibilidade ou se estiver
a capacidade de perceber que algo está errado naquela articulação mas não têm altos níveis de especificidade que a capacidade de um teste tem que excluir algumas lesões e dizer que realmente encontra indivíduo sente relacionado aquela lesão estrutural a que ele apresenta maioria dos testes nós utilizamos nosso dia a dia eles não são bons para fazer isso então as duas bases desse modelo diagnóstico elas são o aspirante a ortopedia na literatura os exames de imagem pelos altos custos um pelo fato de não conseguir ter relação direta com níveis de dor em nível de funcionalidade os nossos
pacientes e o sérgio especiais por muitas vezes nos trazerem respostas que nós chamamos de falso-positivas ou falso a negativas pode ser que alguns momentos eles não consigo responder às nossas perguntas também e a maioria dos testes especiais que são utilizados nesse modelo diagnóstico são testes provocativos de dor e esses teste provocativo de dor eles eram utilizados para confirmar se existe uma lesão naquela região ou não mas tem um problema muito grande nesse instante vou dar um exemplo para vocês a gente vai usar o teste por exemplo the walking dead como se fosse faz abdução horizontal
do ombro e rotação interna do ombro se você tem como objetivo aumentar a sobrecarga interior aqui no ombro não tem chama de ar corpos tremiam se esse teste é positivo você confirma um diagnóstico de síndrome do impacto junto beleza ele até pode ser sensível para dizer que existe algo de errado de ombro porque se não existe nada de errado eu não sentiria dor fazendo esse movimento não é normal né se olhar um teste sensível mas ele é um teste pouquíssimo específico porque apesar dele me mostrar que existe algo algo de errado aqui ele não consegue
afirmar para mim que tá doendo pode ser o tendão do bíceps pode ser o ligamento coracoacromial pode ser algum alguma ramificação do plexo braquial algum nervo do plexo braquial faço nessa região pode ser a bursa então é esse teste provocativo de dor apesar de se prometerem isso eles não conseguem identificar exatamente qual é o tecido lesionado qual é a fonte de dor bom dia irmã então eles têm um grande problema nesse modelo diagnóstico fralda super diferente a literatura sendo que várias lesões passo anatômicas ou seja essas mesmo estruturais na cobertura de tendão lesão ligamentar degeneração
de cartilagem degeneração articular é em alguns momentos a literatura mostra que estão presentes em indivíduos assintomáticos é um exame de imagem que identifica isso o teste especial que tem por objetivo identificar essa lesão estrutural em se ele pode falhar no diagnóstico desse paciente pelo fato desta lesão é ser assintomática em vários indivíduos com essas mesmas características a gente começa a encontrar problemas nesse modelo que a gente sempre utilizou que a gente sempre se pautou oi e a ideia agora é levar isso em consideração ainda lógico que não jogar tudo isso fora mas tentar priorizar o
trabalho é é voltado para frente são introduzir nessa avaliação o que nós chamamos de avaliação funcional o diagnóstico patocinesiológico e não passa na fome bom então se a gente fosse levar em consideração diagnóstico anatômico depois da avaliação você teria um algoritmo de tratamento parecido com isso e seria bem próximo de uma receita de bolo que eu quero dizer com isso se você tem um paciente tem dor no ombro e a dor no ombro dele não tem relação com nenhuma patologia estrutural do ombro você vai ter que avaliar articulações adjacentes por exemplo uma hérnia de disco
de uma hérnia de disco cervical e poderia dar uma dor referida no ombro uma dor irradiada não e se você tiver certeza de acordo com a sua avaliação os testes que adoro desse indivíduo ela é do ombro e se você pode ter uma instabilidade nessa articulação indicaria por exemplo a hipermobilidade articular você pode ter um diagnóstico que a gente chama de síndrome do impacto do ombro associado a lesões do manguito rotador e você pode ter o que nós chamamos de capsulite adesiva basicamente estação as 33 diagnósticos são os mais comuns aí no nosso dia-a-dia clínico
só que eu saber se se meu paciente já luxou ombro ou se ele tem dor para levantar o braço para arremessar uma bola ou se o ombro dele vem perdendo o movimento ao longo do tempo de forma insidiosa que seria uma fita adesiva é e não faz com que eu consigo a tratar esse paciente então não adianta eu saber o diagnóstico final desse indivíduo se eu não souber com o que isso tá embaçando na vida dele se a gente for tratar o diagnósticos a gente nós trataremos com protocolos fechados e receitas de bolo e não
dá para fazer isso hoje na ortopedia porque lesão não é sinônimo de dor ter esses diagnósticos não é sinônimo de incapacidade funcional então eu preciso entender como que o meu paciente se encontra funcionalmente lógico que a capacidade funcional dele vai ter sim uma relação com a existir cultural que ele apresenta mas não só isso um devolver essa capacidade a para ele ao longo da vida então se a gente fosse seguir a mesma linha dessas dores no ombro um paciente tem hipermobilidade eu tenho um teste de estabilidade eu vou fazer um protocolo de fortalecimento para ele
o paciente que tem lá capsulite adesiva ele tem hipomobilidade eu vou fazer um protocolo bom dia grande mobilidade para ele e os pacientes que têm síndrome do impacto do ombro e lesão do manguito tem fraquezas musculares alterações de controle motor da articulação glenoumeral articulação do ombro nós vamos propor para ele é exercícios de fortalecimento e aí a gente parava aí nesse modelo diagnóstico a gente até dividia em alguns objetivos dentro da terapia mas nós parávamos aí e qual que é a diferença desse modelo para o diagnóstico cinético funcional dentro de um diagnóstico fechado você pode
tratar dois pacientes de formas totalmente diferentes então a forma com que eu vou tratar um senhorzinho que tem dor para colocar roupa no varal ele tem um diagnóstico de síndrome do impacto mais lesão do manguito por exemplo uma ruptura parcial do supra espinhal ele quem deu para colocar roupa no varão e apesar dele precisar de fortalecimento assim como um jogador de handebol têm o mesmo diagnóstico dele se precisar de fortalecimento do manguito da escápula dos músculos estabilizadores da articulação do ombro etc eu vou ter que abordar esses dois indivíduos de formas totalmente diferentes e principalmente
a fase final do tratamento deles não pode ser nem um pouco igual porque um eu tenho que devolver a capacidade que ele tem de arremessar uma bola fazer esse movimento rotação de ombro e o outro tem que devolver a capacidade que ele tem que colocar alguma coisa numa junto com de elevação é um fotos apesar de eu ser diagnósticos diferentes e os movimentos as atividades funcionais deles as exigências as capacidades físicas que eles precisam para desempenhar aquela atividade do dia de haveres são muito diferentes então eu não posso abordar esses indivíduos da mesma forma não
posso tratá-los da mesma forma e a gente fazia isso num diagnóstico prata anatômica nós tínhamos protocolos de tratamento e a gente ficava ali meio que engessado nesses protocolos no caso dos diagnósticos por imagem como esse protocolo ele foi por muito tempo é pautado em cima de diagnóstico por imagem é importante que você entenda de anatomia os métodos diagnósticos e a doença e no diagnóstico cinético funcional nós não jogamos isso fora então continuar sendo muito importante você entender da anatomia daquela lesão é anatomia normal daquela região eu que seria uma na caminha alterada para você a
alcinha uma lesão então isso continua sendo muito importante e o que nós vamos fazer adicionar função na avaliação tão exames de imagem como radiografias e tomografia ea ressonância é cintilografia eles continuam sendo importantes mas no momento correto a gente vai tentar deixar um pouco e isso é esses exames né esse esse esse modelo diagnóstico um pouco menos importante dentro da avaliação e da mais relevância para a capacidade funcional do tecido mas você não pode deixar isso para trás é fato que você tem que levar em consideração se existe uma lesão estrutural principalmente na interpretação então
é importante se entender de exames de imagem é eu sempre falo para vocês lá da ressonância né que talvez seja um dos exames mais comuns aí nem fala de deus nós degenerativas quem é essa imagem da esquerda o que é o o osso tá bem branco é chamada de ponderação entre um uma ressonância sem ponderação e tem um você tem que você utiliza para avaliar a anatomia muito bom trabalhar na família tipo de imagem a gente consegue ver aí ao supra-espinal vindo ali por cima da cabeça do uber um pouco mais cinza né o músculo
é um pouco mais cinza e aí ele começa a ficar preto até que tem uma descontinuidade ali onde a seta vermelha apontando e aí você tem de novo uma parte mais preta ali e essa parte preta é a parte do tendão só nessa imagine ter um tudo que você ver branco aí é osso o que você vê cinza é músculo e o que você vê bem preto pode ser tendão ligamento r11 cinza um pouco mais escuro do que o almoço o normalmente a cartilagem você pode observar ali naquele é nóis ali na cabeça durma é
importante saber interpretar os exames lógico não vai jogar sobre isso hora é mas mais importante do que isso a entender como indivíduo está se movimentando de acordo com essa lesão que ele apresenta ou se ele tá com alguma dificuldade é a segunda imagem que a imagem da direita se você tem uma margem ponderação t2 que a gente chama é muito boa para avaliar para vocês inflamatório então não é boa para avaliar a lesão anatomia assim estruturalmente e a gente faz isso em t1 e aí em t2 que quando o sol está preto a gente vai
dar processo palmatória porque tudo que aparece branco é líquido líquido o gordura salvo em alguns tipos de ressonância que eles fazem o que a gente chama de supressão de gordura é quando mesmo a gordura não vai aparecer durante aí realmente tudo tiver branco é líquido nesse exame aí vocês podem observar o processo inflamatório referente a essa lesão que a gente estava valendo na imagem anterior na imagem tem um então percebe que você não consegue definir muito bem a extensão da lesão como você faz ali na imagem da esquerda mas você consegue avaliar um processo inflamatório
relacionado e a essa visão que existe a no caso não tendão do supra-espinhal as lesões musculares diagnóstico de imagem é importantíssimo para você conseguir estar de a lesão com a gente de novo não pode jogar fora esse modelo de diagnóstico nesses pacientes com lesões ligamentares por exemplo uma ressonância de joelho aí estão vendo um tem preta e apontado pela seta no ligamento cruzado posterior do joelho com que a gente identifica o ligamento cruzado posterior do joelho na imagem sagital e aí de 91 pressão consigo ver o ligamento muito bem assim é ele parece um cajado
ele fica nesse sentido aqui ó parecendo um cajado ligament é preto tem dão é preto assim que a gente vai conseguir identificar as estruturas é entre dois percebam que a gente já não consegue observar o ligamentos tão bem tá vendo eu vejo o cajado ali mas eu não vejo ele com porque nessa imagem é uma se você escolher a imagem da direita em ter um de novo é o ligamento cruzado oi sumiu e a gente consegue observar um emaranhado aqui no meio do joelho e deveria ser o ligamento cruzado anterior ele deveria assim um pouco
inclinado e é você deveria ver uma imagem bem preta como essa do cajado só que nesse sentido aqui um treinado e agora a gente não consegue observar o seja isso indica uma ruptura ligamentar e é importante você saber identificar isso é importantíssimo importante isso mente não vai jogar esse forno é o que eu tô dizendo aqui não é que vocês não tem que entender disso contrário é importante se você saber se um ligamentos tão viram tem não comprido porque isso vai influenciar diretamente na sua avaliação e principalmente os outros assim aí mas você não pode
parar por aí no processo de avaliação será que só isso é suficiente com certeza não certo com certeza não então além de entender se ligamento daquele indivíduo tá rompido você também precisa entender como que ele está lidando com essa lesão estrutural como ele se movimenta relacionada a seleção pelo obter qual é a capacidade funcional que ele apresenta para quem pedir suportar essa lesão tudo bem então testes comum por exemplo teste de salto a o teste de salto no caso de lesões ligamentares de joelho é se for um aperta peste de mudança de direção teste de
corrida se for um indivíduo sedentário reproduzir a atividade do dia dele ele tem a mais dificuldade para realizar por exemplo lá eu sinto que o meu joelho ficar frouxo para subir descer escada é você vai reproduzir essas atividades no caso de um cara que uma ruptura ligamentar do ombro e ele é jogador de handebol você precisa reproduzir algum gesto de arremesso algum gerson relacionado a atividades que realiza para você entender se ele tem capacidade de realizar aquela atividade como que ele tem realizado esse movimento muitas vezes eles podem apresentar mudanças do padrão de movimento consequências
a essa visão estrutural e o seu objetivo é desenvolver essa capacidade funcional para ele mas só vai conseguir devolver isso você for capaz a identificar esses dentes bem praticamente toda essa aula ela é pautada em cima desse artigo aqui é o da paula luv e da paula camargo aludiv gama americana uma referência em lesões do ombro a cola camargo em brasileira faz vários trabalhos com ela um professora da oscar é mas a ideia aqui é mudar um paradigma relacional do diagnóstico de você tentar ficar mais no diagnóstico voltado pro movimento e esquecer um pouco desse
diagnóstico estrutural de novo levando em consideração a lesão estrutural mas levando em consideração a influência que essa das estrutural tem para com movimento para com a atividade que aquele dividido realiza no dia a dia dele então diagnóstico cinético funcional diferente do diagnóstico pato anatômico ele adota ele entende que o movimento é uma causa em consequência da dor ou da disfunção caráter individual presença na maioria das vezes na ortopedia em geral no nosso dia a dia na fisioterapia esportiva as alterações de movimento as alterações de força as alterações que nós encontramos nossos pacientes relação consequência da
dor ou do incômodo que ele tem para realizar aquela atividade de alguma forma ele dá um jeito de conseguir realizar aquela atividade que ele tem como objetivo de fazer no dia a dia ler uma lei tem como objetivo de cumprir no dia a dia dele então isso vai levar a consequências isso vai levar a alterações de padrões de movimento alterações de força consequentes subsequentes a uma dor ou incômodo tire que ele sim então assim como o no diagnóstico na avaliação subjetiva vai ser avaliar movimento o tratamento ele é totalmente baseado no movimento o ou seja
o objetivo do tratamento nesses casos é desenvolver a capacidade funcional do indivíduo devolver a passagem que ele tem que se movimentar que tipo de movimento não sei depende movimento que o seu paciente utiliza na vida dele no dia a dia dele pode ser jogar vôlei e pode ser sentar e levantar não necessariamente você vai ter uma receita aí de movimento que você tenha que devolver para ele a anatomia e biomecânica são a base para você entender movimento então de novo movimento é a base da fisioterapia nosso objetivo é devolver função com alguém perto de você
só consegue expor alguém ao movimento se você entender de movimento você só vai entender de movimento se você entender de anatomia biomecânica e cinesiologia então como que eu vou devolver a capacidade de alguém se movimentar a partir do momento que eu entender como que aquele movimento acontece e quais são as repercussões e esse movimento traz para o corpo do meu paciente você não vai excluir uma lesão anatômica você não vai excluir os fatores psicológicos relacionados o sabor por exemplo stress medo dos movimentar catastrofização da dor etc mais essencialmente a nossa profissão é uma profissão baseada
no movimento no retorno à função então tudo isso só faz sentido e se o objetivo final é devolver a falsidade que se divida o pênis movimentar então a gente fosse tem um fluxograma do que seria essa capacidade diagnóstica fluxograma seria desenhado dessa forma seu paciente tem uma dor certo teste funcional ele pode ir direto para um cirurgião ortopedista ou para um médico do esporte ou ele pode ir direto para o fisioterapeuta fisioterapeuta também pode ser um profissional de primeiro contato o seu paciente pegar de karen você é importante você entender da patocinesiologia né que é
o diagnóstico cinético funcional ou seja levar em consideração a lesão anatômica o primeiro para você conseguir associado à como ele se movimenta definir se aquele indivíduo ele vai se beneficiar de um tratamento conservador tão tratamento baseado no movimento oxe aquele indivíduo ele precisa aí por um diagnóstico passa na forma que porque o que vai resolver o problema dele realmente é só cirurgia por exemplo para vocês um paciente que tem tem a dor para jogar handebol para arremessar e ele tem o tendão do supra-espinhal rompido parcialmente é um indivíduo que não precisa passar por um processo
cirúrgico logo de cara ou seja ele entraria nesse diagnóstico cinético funcional nessa avaliação que leva em consideração a lesão estrutural anatomia mas principalmente leve em consideração as capacidades que ele tem de realizar um movimento de realizar um arremesso no caso se ele tem que força no momento ele tem mobilidade preservada se ele tem estabilidade nós capa para fazer isso e etc e é esse caso principalmente é passível de tratamento conservador aos eixos objetivo é devolver qualquer deste você encontra relacionada a esse movimento deles essa intervenção do movimento ela pode funcionar e ele evoluir com o
retorno funcional é satisfatório efetivo ou pode ser que você fale nisso e você tem aqui em dia ele para um outro profissional que talvez tenha uma outra abordagem com ele por exemplo ortopedista que possa fazer uma sutura desse tendão no manguito já que tratamento conservador não teve efeito positivo e agora você pode ter um outro paciente que chega até você e tenha uma lesão total do super final do intestinal e do redondo menor três músculos do manguito comprido esses pacientes têm um prognóstico muito pior de evolução no tratamento conservador a chance deles melhorarem é muito
baixa na verdade a cirurgia tem chance maior de melhorar esse paciente e depois da reabilitação né no pós-cirúrgico do que um tratamento conservador logo de cara você até pode é a oferecer para ele um tratamento pré-operatório né para preparado para aquela atividade para pré pala prepará-los para a cirurgia mas o que vai resolver o problema dele e com certeza é a cirurgia daí vem a importância de você entender da anatomia da lesão passa anatômico em cima mas quando você for o tratamento você tem que deixar isso um pouco de lado e focar nas capacidades físicas
daquele indivíduo na capacidade funcional daquele indivíduo um exemplo claro para vocês vocês avaliam paciente é arremessador faz esporte de arremesso por exemplo jogador de futebol e ele tem um defe de rotação total do ombro normal aqui nós temos temos 90 graus de rotação externa 90° eu passei interna a gente sabe que jogadores de esporte de arremesso normalmente tem um grande rotação externa do ombro e um defe de rotação interna de ombro é ou seja você pode encontrar aquele perca essa amplitude total de rotação presente para ver tem só 160 graus de rotação e isso é
decorrente da perda de rotação interna você pode expor a ele a uma alongamento para rotadores externos do ombro porque a gente chama de alongamento do dorminhoco e seria é esse exercício aí um a rotação interna do homem nesse paciente o que tem esse déficit de total do ombro pode ser que objetivo seja ganhar um pouco de rotação interna para conseguir restaurar essa amplitude de 180 graus e aí você vai ser uma conduta pautada numa apresentação tiririca que ele tem e aí se deve rotação interna de ombro pode se você tem um paciente que seja jogador
de handebol e tem a mesma dor no ombro mas que não tenha s10 jardim vou passar interna então você não vai ter que o objetivo ganhar voltar sentar novo dele não é uma conduta depois para realizar com esse outro paciente algumas coisas que a gente fazia antes assim ao ar a quem se não me nem parte do ombro estamos todo mundo vai fazer esse exercício já como eu trato síndrome do impacto do ombro por exemplo e eu não sei como que eu traço vai depender das necessidades do meu paciente do dia a dia do meu
paciente como que ele é se apresenta com relação a essa lesão que ele tem criador realmente que ele tem vem de uma síndrome do impacto é só uma lesão do manguito então essa ideia do diagnóstico cinético funcional você criar o máximo possível e definir os objetivos específicos para aquele paciente então no diagnóstico cinético funcional você até pode ser um protocolo de tratamento para lesões específicas e seria um tratamento geral mas esse protocolo tanto de avaliação quanto de tratamento ele nunca vai ser engessado porque o seu cliente ele é o único seu paciente é único as
apresentações clínicas de cada um apesar de várias pessoas têm o mesmo diagnóstico ortopédico não necessariamente as apresentações clínicas dele serão as mesmas é automaticamente as suas intervenções jamais serão as mesmas porque as pessoas têm níveis funcionais necessidades funcionais totalmente diferentes uma das outras bem essas apresentações clínicas elas serão totalmente diferentes de um outro automaticamente de suas condutas também tem que ser bom então assim traçando uma uma ideia do que seria esse modelo de diagnóstico como que seria essa variação como vocês tem que pensar o primeiro ponto é ouvir o paciente de vocês esse é o
objetivo então o que eu sempre cobro lá no ambulatório é ouvir o máximo possível porque através dessa escuta é que você vai conseguir definir quais são as cidades que ele tem no dia a dia de quais são as mais funcionais que ele apresenta e como que você vai devolver isso o dia a dia nê as atividades dele no dia a dia tudo bem então aquela coisa de deixar o paciente falar entender quais são os cuidados que ele está tendo com relação àquela lesão que ele apresenta é importantíssimo cá de aço avaliação e principalmente aquilo ali
que eles falaram qual é a sua queixa principal que o senhor gostaria que eu devolver se funciona no seu dia a dia a eu quero voltar a jogar handebol sem dor no e esse é o seu objetivo o seu tratamento dia inteiro tem que ser voltado para devolver a capacidade que esse cara tem de arremessar a bola de rei e de conseguir fazer isso por uma hora que é o que ele faz em um jogo de mim pois é diferente se ele falasse ah eu queria só conseguir segurar meu neto no colo para brincar um
pouco com ele então o seu objetivo do começo até o final do tratamento desse paciente tem que ser fazer com que ele consiga suportar um peso no braço dele como se ele estivesse segurando uma criança no colo as intervenções apesar de ser um pouco parecidas os dois vão precisar de fortalecimento estabilidade da escápula âmbito tal mas elas têm que ser específicas para os testes que eles apresentaram dentro dessas importâncias neve esses essas procuras importantes no tratamento e principalmente a fase final tem que ter como objetivo essa capacidade de ter ideia é o que ele quer
voltar a realizar então a ouvir as pessoas a ouvir é muito importante ali no dia a dia isso é primordial inspeção ou seja tudo que você vê importantíssimo para tratar esses pacientes estão a impressão já começa a te dar a ideia de prognóstico é começa a te dar ideia do estadiamento daquela lesão então avaliar equimoses edema processo inflamatório está presente naquele local tudo isso já começa a te dar uma noção de como você vai ter que transcorrerá sua avaliação é porque ele consegue fazer ali na avaliação e talvez até o seu tratamento então tudo que
você vê é expressão e é importante que você tenha um olhar mais clínico possível mas treinado possível então desde um roxo mas que mostre que você olha até o padrão de marcha ali por exemplo essa senhora aí e caminha inclinando o tronco para lá tá certo isso indica uma incapacidade dela ali no caso normalmente mais capacidade dos glúteos e suportar carga e ela acaba compensando o pouco ação da força da gravidade inclinando o tronco na hora que ela bate o pé no chão percebam aqui ó ela começar uma pizza com a perna esquerda no chão
ela incline o tronco para a esquerda se chama esse de trader hambúrguer compensado isso daí é importantíssimo e já está relacionado com a capacidade funcional dela palpação importante demais e para esses são entender de anatomia entender onde as estruturas estão então saber qual para as regiões saber para o pai de um dia as estruturas saem para onde elas vão para você conseguir identificar fontes de dor no seu paciente fonte de compensação por exemplo espasmos musculares que provavelmente serão os que vocês vão ter que fortalecer depois para tentar tirar eles desse círculo de espasmo técnicas o
meu passear vocês podem fazer depois para tentar relaxar esses músculos então entender quais são as reais apresentações clínicas do paciente a palpação dos momentos mais auge da avaliação próximas a entender como que aquele indivíduo tá lidando com aquela dor que ele tem por exemplo um cara que tem diagnóstico de síndrome do impacto fêmoro-acetabular do quadril ele pode ter dor a palpação dos e o outro indivíduo têm o mesmo diagnóstico pode ser dor a palpação no glúteo médio um pode ter dor na região lateral do quadril o outro na região anterior do quadril então são apresentações
clínicas diferentes vocês vão ter que abordar de forma diferente em um mesmo diagnóstico ortopédico essa ideia que você adicionar o diagnóstico cinético funcional nos diagnósticos europeia e uma coisa que a gente faz muito pouco ainda hoje na fisioterapia é quantificar as coisas quantificar essas métricas nós temos durante a avaliação a primeira delas é a dor eu acho que a dor a gente fica bastante principalmente através da escala visual analógica né a efa todo mundo perguntar como que tá adorou hoje do senhor 0 a 10 tá a gente acaba documentando isso nas revoluções é essa é
uma das formas mais simples de você codificador ea excelente que você faça isso para você ir acompanhando a evolução do seu paciente ao longo do tempo e principalmente para você avaliar evolução dele do início do tratamento para o final do tratamento é a gente sabe que uma intervenção que ela seja efetiva você tem que melhorar pelo menos quatro pontos na escala visual analógica de dor ou seja se você tá tratando um paciente ele tava com dor 9 e depois de dois meses ele tá condorcet ainda significa que aquele tratamento que você realizou para ele não
ajudou a melhorar o sintoma de dor você melhorou dois pontos mas ele ainda continua com dor para caramba você tem que melhorar pelo menos uns quatro pontos na eva a sua intervenção foi afetiva e uma forma um pouco mais tecnológico um pouquinho mais cara de você codificador apesar de hoje ser muito fácil um pouco mais fácil isso no brasil e se tem aparelhos brasileiros vocês vão ver um lá no nosso ambulatório santa sativa é o algometro é o algometro da melhor na netflix é que é uma empresa brasileira é o algometro serve para você avaliar
alinhar de dor no paciente então com esse aparelhinho aí que tá na foto você é burra e faz o máximo de pressão que aquele paciente suporta até pedi para você parar quando ele pedir para você parar você mensura quantos quilos na verdade quantas gramas normalmente é esse paciente suportou a de força naquela região que ele sente dor essa é uma forma de você também avaliar evolução é um paciente que tá com melhorando o seu a dor me diga aquele for melhorando bom tempo a tendência aquele suporte mais pressão e aí você vai acompanhando isso através
de um aumento uma forma um pouquinho mais cara mas talvez um pouco mais fidedigno de você é mensurador no dia a dia do seu paciente normalmente é assim que se fazem estudos científicos não se usa usa a eva mas o algum metrô uma ferramenta pouco mais confiável para isso os testes especiais que a gente vai discutir um pouquinho sobre eles mais tarde é a gente então tem que esquecer deles porque né eles dão muito erro não é muito falso positivo é falso negativo na hora que eu pedia tal eles não são muito específicos não pelo
contrário principalmente testes especiais que em relação com apresentações clínicas vocês devem levar em consideração que eu quero dizer com isso testes especiais que tem como objetivo é identificar rupturas tendíneas no ombro tem vários testes especiais que tem como objetivo identificar rupturas ligamentares no ombro no joelho existem vários esses testes são importantíssimos para você começar a traçar um nível de capacidade física daquele indivíduo é fato que alguém que tenha esse teste de latte mãe é positivo ou seja uma lesão do ligamento cruzado anterior positiva ele tem menor a estabilidade no joelho do que alguém que tem
o teste negativo certo então você tem que levar isso em consideração até mesmo quando a gente fala em função a chance de se primeiro indivíduo aqui preferi instabilidade ea atividade funcional é muito maior do que segundo divido aqui mas pode ser que eu consiga encontrar essa estabilidade funcional e o indivíduo que tenha uma lesão ligamentar sim por isso que é importante você não parar a sua avaliação aí ou é muito importante você levar isso em consideração e possivelmente isso vai trazer repercussões negativas ou seu paciente nessa lesão mas pode ser e avaliando a função ele
não tem a instabilidade relacionada essa lesão ligamentar e aí você pode traçar um programa de tratamento para ele até em alguns casos conservador alguns casos específicos agente desportivo em outra ocasião mas para sempre a avaliação de mobilidade existem várias alterações de mobilidade articular relação como fatores de risco para algumas lesões por exemplo essa e avaliação de mobilidade de rotação de quadril assentos que tem dimensão de rotação externa de quadril estão mais suscetíveis a ter durante a dor no quadril com alergia e sente quando estão envolvidos em esportes nacionalizantes deslocamento lateral escute por exemplo futebol então
avaliação de mobilidade é importante cima de novo encontrou defe de mobilidade que são relevantes para aquele caso você vai ter que ser intervenções relacionadas à mobilidade a não tem deste de mobilidade ou seja não faz sentido você ficar trabalhando mobilidade com aquele paciente para quê que eu vou ficar alongando isso que eu tive aí de todo mundo aqui que eu vou ficar alongando o piriforme de todo mundo se aquele indivíduo não tem um defe de mobilidade relevante para a tela a aquela atividade são a essay e começa a cair por terra de novo avaliação de
força importantíssimo né eu abrir a aula falando isso para vocês de que como consequência da dor a maioria dos nossos pacientes em vestes de força tem edições musculares você precisa identificar isso na sua avaliação pode ser que você faça isso com aparelhos caríssimos com tecnologia gigante por exemplo isocinético hoje já existem aparelhos mais baratos que é o caso do dinamômetro manual ele é validado com relação ao dinamômetro isocinético então vou mostrar exemplo para vocês aqui de utilizando um um aparelho desse lá no estágio e aí e aí e aí e aí e aí e aí
e aí e aí e isso é um teste de força com dinamômetro manual não precisa de um dinamômetro isocinético apesar de ser mais confiável do que o dinamômetro manual do ponto de vista científico no dia de acrílico você tem um dinamômetro desse aí você é louco ele é validado correlações o cinética ele já vai te trazer várias informações de desce de força e etc e no caso do nosso ambulatório é o mesmo aparelho que a gente utiliza lá como algometro também pode ser utilizado como um dinamômetro manual um aparelho que não é tão caro é
e é pelo fato de ser nacional e traz várias informações interessantíssimas na dieta fm se você encontrar um déficit de força muscular você vai ter que restaurar isso durante o tratamento desse paciente a eu não tenho oportunidade de ter um dinamômetro desse tal como que eu vou olhar força simples teste de 1rm vocês aprenderem isso em cinesioterapia das primeiras matérias lá da faculdade tem uns o teste de uma repetição máxima ou 10 repetições máximas 10rm tem problema nenhum mas é importantíssimo você extrair esses dados do seu paciente vai influenciar diretamente no tratamento dele principalmente quando
a gente fala de fisioterapia esportiva e ao nosso caso a no ambulatório da fina dc o que é testes funcionais são importantíssimos para você avaliar a capacidade funcional do indivíduo testes funcionais que tem como objetivo avaliar a estabilidade como por exemplo y-test cês tão vendo aí na primeira parte do vídeo é um teste interessante vamos trabalhar estabilidade articular capacidade funcional de determinada articulação testes relacionados a capacidade de física por exemplo um teste é um teste que você avalia a capacidade que o indivíduo tem de realizar o salto à distância é importantíssimo para você conseguir entender
se aquele indivíduo tem grandes that's the best sem atividades próximas do que ele vai fazer no dia a dia dele por exemplo num passe do futebol teste de sal com importantíssimo o teste de salto vertical para você avaliar o padrão de movimentos e também avaliar a capacidade que se divida o tempo de sair do chão a ser utilizar bem o quadril joelho tornozelo ao mesmo tempo eu entender como esse indivíduo se movimenta você encontrar movimento saber antes talvez seja interessante você tentar aprimorar isso então de novo a gente sai um pouco daquela avaliação simplista de
focar na anatomia e começa a levar isso em consideração mas dentro de um contexto relacionado ao movimento tudo bem um teste de salto testes relacionados a função que eu quero dizer um teste relacionados a função daquele indivíduo tem dor para correr você precisa tentar entender como ele corre qual é o movimento que ele realiza para correr qual a capacidade que ele tem de correr ser e sente dor para saltar você precisa por ele para saltar é só não vai fazer isso se a dor for limitante gigantesca para realizar as atividades você deixa para testar isso
potinho depois quando os sintomas melhor área mas atividade que ele tem medo que ele tem dor pra é exatamente atividade que você tem que entender como ele faz para você conseguir ajudar ele dentro dessa atividade especies também e a gente vai fazer isso só no esporte não pelo contrário você tem ali indivíduos mais sedentários e também tem testes funcionais definidos para eles por exemplo para artrose de quadril e joelho existe o teste de caminhada de seis minutos um teste de sentar e levantar de 30 segundos que esse aqui do vídeo e você marca 30 segundos
e quando conta quantas vezes o indivíduo consegue sentar e levantar na cadeira o time o pênis gotest tem um teste de levanta da cadeira caminha e volta e senta na cadeira você mede o tempo em um corredor ali de seis metros então tem vários testes funcionais que a gente pode abusar e mais interessante ainda alguns testes funcionais têm valores na literatura e são utilizados como mudança mínima detectável e significa e csm mba que vocês estão vendo no slide e no caso de esse teste mostrar para vocês o sentar levantar de 30 segundos a mudança mínima
detectado neles são três vezes que indivíduos em ter levanta o que eu quero dizer com isso se você fez um programa de tratamento para um determinado indivíduo e nesse programa de tratamento quando você avaliou no final dele o seu paciente sentou e levantou três vezes mais do que ele tinha sentado e levantado antes significa que o seu tratamento serviu para melhorar a capacidade funcional dele serviu para fez diferença no dia a dia funcional dele na capacidade que ele tem de se movimentar agora se ele melhorou só uma vez que ele tenta levantou tudo isso que
você fez não fez diferença no dia a dia dele a capacidade funcional pode ter melhorado os sintomas pode ser melhorado a dor tal mas funcionalmente ele não tá melhor que a mexer mudança mínima de dentro das escalas funcionais e também uma outra forma de você ar a passar de funcional do indivíduo além dos testes funcionais aqui eu coloquei alguns exemplos para vocês por exemplo alex que é uma escala funcional de membro inferior significa low l-stane funcional style né tava funcional do membro inferior você tem o md11 ponto de novo então praia dizer que o meu
tratamento foi efetivo e melhorar a função desse meu paciente a pontuação que ele apresentou lá quando ele respondeu essa escala para mim é quando eu vou reavaliar não tem que estar pelo menos 11 vezes melhor 11 pontos melhor às vezes não 11 pontos na escala melhor ela vai de 0 a 90 então é uma forma de você conseguir avaliar como que se divida os movimentos eritema passar de grande por mental se você vai ter mais saudades por ele é um movimento tão importante para você identificar o basal dele ele é tem uma faculdade de quê
o vídeo não e principalmente para você identificar evolução funcional desse direito ao longo do tratamento é os questionários funcionários são interessantes assim como é os testes funcionais então dentro de tudo isso que a gente discutiu nossa iremos daquele modelo de diagnóstico lá bem simples vocês viram lá no modelo passa na fome e dentro da nossa avaliação o meu dele muitos exemplos de ombro eu deixei aqui no final um exemplo da articulação do ombro para vocês vão ter um paciente um jogador de vôlei que chega com queixa de dor no ombro madura atraumático ou seja lá
no jogo ele não caiu no chão bateu o ombro no sítio compro saiu do lugar ele só sente dor para cortar a mola uma dor que começou do nada sem entrar uma específica e essa dor ela pode ter origem no ombro mas pode ser que ela tenha origem em um articulação por exemplo cervical no caso de uma hérnia de disco cervical é você pode ter a dor no ombro por exemplo também vindo de alguma alteração no próprio cotovelo então a primeira coisa que você tem que fazer é excluir a influência de lesões em outras articulações
influenciam na articulação que você quer tratar no caso é o mais comum se fazer é excluir a possibilidade de uma lesão na cervical influenciado uma dor no ombro em samaria de serve cobrar qual dia a gente consegue fazer isso através de alguns testes especiais para gente fazer isso é meu nome é apaixonante que você definiu que essa dor é no ombro não é na cervical se for na cervical cê vai ter que tratar cervical além de tratar lombo se não tem a sustação da cervical a gente vai para dor no ombro é uma durar traumática
do ombro ela pode ter causa mecânica e causa não mecânica uma causa não mecânica seriam uma alteração no processamento da dor né por exemplo um indivíduo que é muito estressado fica muito tenso pode ter dores no ombro relacionado a sobrecarga do dia a dia indivíduo que tem alterações biológicas como depressão tal existe a possibilidade dele sentir mais dor do que o indivíduo porque não apresenta essas características então é importante você também exclui a possibilidade de uma bandeira amarela aí na eles dois relacionados a fatores psicológicos se você observar aquele apresenta as alterações além do tratamento
baseado no movimento que você também vai ter que expor ele é um tratamento dioccy e é se for num nível muito grande talvez você tá preciso de ajuda de outros profissionais como por exemplo o logo oficial e agora no caso do ombro uma causa mecânica ou seja relacionado a fraqueza muscular hipomobilidade exceção de movimento a operação de controle motor você pode ter ali no ombro então as anormalidades dos movimentos escapulares íntimo de decência escapular e a anormalidade nos movimentos da articulação gleno-umeral esse né a musculação não no cíngulo do membro superior mas só na articulação
gleno-umeral e aí na no ombro ensinar a situação do numeral você pode ter hipomobilidade que a restrição de movimento articular ou pode ter uma instabilidade uma a hipermobilidade que é excesso de movimentos no caso da escápula você pode ter vários movimentos que podem estar alterar você pode ter uma falta de rotação para cima até que inicial do movimento de outro arde você pode ter uma falta de inclinação posterior da escápula ou seja lá encostando mais nas costelas durante o movimento mais estabilizada e pode ter uma parricula muito elevada ou se automaticamente vai fazer com que
as escápulas seja muito elevada para você precisa observar assim essa alteração de movimento da escápula tá iniciando no na no incômodo que tem indivíduo sente no ombro ou não assim como você precisa identificar se ele tem 10 tipos na articulação do ombro esse hipermobilidade como obrigado além disso é importante você avaliar as capacidades físicas desse indivíduo então se ele tem um teste de flexibilidade ele vai se beneficiar de alterações de exercícios tem como objetivo garantir mobilidade se ele tem veste de resistência muscular o seu trabalho de fortalecimento tem que ser focado para resistência se ele
tem teste de força seu trabalho tem que ser focado para força ele tem um desse de coordenação no movimento dessa controle motor você pode expor ele é um treinamento de retreinamento de controle motor retreinamento de movimento bom então qualquer ideia tentar identificar quais são os testes relacionados ao movimento desse indivíduo principalmente as capacidades físicas dele e essas capacidades físicas que estejam alteradas e tem relação direta com o movimento que você quer devolver para ele nossa capacidade física se você vai ter que levou você vai você vai trabalhar com ele então você não vai trabalhar alongamento
fortalecimento e controle motor com todo mundo que tem diagnóstico de tendinopatia do ombro o que pode ser que isso mesmo diagnóstico eles tenham repercussões funcionais atividades funcionais alterações totalmente diferentes um dos outros ah é então o diagnóstico cinético funcional ele leva em consideração a qualidade ea confiabilidade dos testes são usei testes validadas e confiáveis mesmo os testes funcionais os testes especiais tudo perante avaliação e também leva em consideração a efetividade da sim científicas né das intervenções que vocês vão propor para os seus pacientes então essa de pá vamo devolver esse movimento aí do jeito que
for não de forma efetiva válida e confiável perante a ciência é se você achar que é necessário é importante que você adicione o estadiamento da lesão por isso que também você não pode jogar fora o facto de conhecer a pata anatomia a lesão estrutural você precisa entender disso para você conseguir traçar prognóstico associado à capacidade que o indivíduo tem se movimentar capacidade funcional dele certo não sejam simples nas intervenções os objetivo é trabalhar força a força eu sou objetivo naquele dia trabalhar própria seção trabalhe para concepção não faz sentido você colocar um cara em cima
de uma cama elástica para fortalecer a panturrilha você quer trabalhar o que é propriocepção o fortalecimento você quer trabalhar fortalecimento coloca ele com carga estável para recrutar aquele grupo muscular você quer trabalhar por posição exponha ele a atividades que você gera desequilíbrio a cama elástica pode ser uma delas tudo bem então tem um foco e sejam pontuais nos défices dos seus pacientes assim a tendência é que os seus resultados eles sejam melhores e muito melhores do que quando vocês ficam reproduzido receita de bolo reproduzido por cavalos fechados tá certo qualquer dúvida que vocês tiverem aí
ó manda aí mensagem whatsapp no meu facebook no instagram a gente está com grupo aí precisarem no meu e-mail é vocês não tenho dúvida agora mas pode me mandar depois tá bom sem problema