E aí, então, a gente agora tá, então agora a gente tá assistindo Estados Unidos, eh, tentando aniquilar o Irã e, de certa forma, controlar aquilo ali. Eh, cara, isso daria aos Estados Unidos um controle sobre eh a energia, boa parte da energia que alimenta o seu principal inimigo, que era o que a gente tava falando antes, que é a China, né? Então, os Estados Unidos controlando o estreito de Ormuz, que que falta pros caras?
Eles vão estourar o qu depois? Acho que já era, né? Acho que, >> cara, >> aí tem um controle bem amplo do mundo.
>> Olha só, para eu não ficar repetindo o que todo mundo já veio aqui e falou, vou tentar falar coisas diferentes, >> tá? >> Existe uma possibilidade de que não é que o petróleo chega a 200 e outro dia eu tava vendo uma entrevista da Aljazira, né, >> que é incrível, né? Sempre começa a coisa no Oriente Médio, eu ligo a Al Jazira e fico vendo o dia inteiro que é uma emissora do Qatar, né?
E aí ele estava entrevistando o cara e o a mulher falou assim: "Mas professor, o que aconteceria? Qual seria a grande novidade se o petróleo chegar a 200 o barril? " Ele falou: "Nunca aconteceu isso, velho.
Por isso que é novidade". [risadas] >> Pom. Tá.
>> Mas só que eu falei, cara, isso nunca aconteceu. A galera não tem noção o que que é um barril de petróleo a 200. Isso quebra o planeta.
E não é que o barril do petróleo pode chegar a 200. O barril do petróleo vai ficar mais em extinção do que o mico leão dourado. Vai, o petróleo vai sumir.
Ou seja, o cenário que a gente tá vendo é o mundo mudando de uma ordem mundial que todo mundo comercializa ou que todo mundo e tem energia barata para financiar a indústria ou para >> para um mundo que não tem mais energia barata. E quando você não tem energia barata, a indústria não funciona. E aí acontece um processo de desindustrialização do planeta.
Se a gente tá diante de um perigo disso acontecer, sem falar no risco de recessão, né? Essa semana eu vi uma reportagem da BBC, eh, uma especialista falando que tá entre 70 e 80% de chance de mesmo parando hoje a guerra, uma recessão global ferrenha. Alguns estão dizendo que essa crise do petróleo atual já é pior do que a crise do petróleo dos anos 70, que acabou com o milagre brasileiro, por exemplo, né, na época do presidente Mes.
Então, a galera não tem noção, é porque os efeitos devem vir só daqui a 15 dias. A galera aqui no Brasil não tem noção ainda do tamanho do problema. >> Não vai ser uma amarolinha, vai ser um tsunami mesmo, >> cara.
Ó, eu vou vou explicar para vocês, ó. Eh, o Brasil 10 meses atrás decidiu descorrelacionar o preço do petróleo aqui dentro com o preço do petróleo lá de fora. Então, num ano pré-eleição e agora no ano de eleição, 2025 e 26, isso é legal, né?
Agrada, né? Você dá uma segurada no preço do combustível, a galera porque se você deixar subir incomoda, o pessoal fica chateado, ainda que o não seja teu tua culpa. Então, existe uma defasagem de 10 meses já do nosso preço do petróleo com o preço do petróleo lá de fora e do diesel também, principalmente do diesel.
E aí o que aconteceu? A Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis, a Binco, eles importam diesel e vendem aqui dentro. Então o cara compra e tem que vender mais caro aqui para ter lucro, senão não vale a pena fazer.
Só que tá uma defasagem tão grande do preço que já eram 10 meses que o preço tava congelado. Só que o pessoal quando congelou esse preço não contou que ia ter um pico no preço com a guerra no Irã. >> Então a defasagem que era aceitável virou uma coisa desproporcional.
Então esses caras chegaram e falaram assim: "Olha, não vou mais importar petróleo já desde a semana passada. Não importo mais. Pô".
Não importa mais por quê? Vou fazer uma simulação fácil aqui. Eu compro por 10, tem que vender por cinco.
Eu não vou fazer mais esse jogo. Então, ou você me garante que o preço vai subir ou eu não vou importar mais. Então, a gente tem um risco de >> Aham.
>> escassez de combustível, >> desabastecimento. >> Desabastecimento. É o primeiro risco.
Aí você tem, por outro lado, um outro risco, tá? Uma sinuca. >> Aham.
>> Se não subir o preço, não entra o diesel importado, que é 20%, mas faz uma falta para caramba. Mas se você sobe, os caminhoneiros ficam chateados também e tudo encarece, porque poxa, a nossa matriz ali logística é toda rodoviária, né? >> É tudo diesel, não é trem, né?
Então, num ano de eleição, você subir preço de combustível, então a galera tá numa, ou a gente fica com combustível mais caro e arruma um causo na sociedade e perde o apoio popular, >> ou a gente deixa o preço agarrado e não e some da prateleheira, porque congelamento de preço nunca resolveu nada, né? >> Sim. >> É aquela velha história, o cara produz leite, >> aí vou vou botar número 5 e 10 para ficar mais fácil.
Ele ele ele gasta 10 para produzir. Para ele ter lucro, ele tem que vender por 15, né? 20.
>> Uhum. >> Aí o governo chega lá, já aconteceu na Argentina, não, não. Você tem que vender por cinco.
Ele fala: "Olha, não tem como eu produzir gastando 10, vender cinco, então vou parar". E aí o congelamento de preço obrigado pelo governo, em vez de fazer o preço baixar, faz o produto sumir, [risadas] entendeu? Faz todo sentido.
>> É um jogo muito louco. >> Assim, aqui em São Paulo, graças a Deus, né? Eu eu circulo conversando com todo mundo.
E aí, tá faltando diesel? Não sei qu, como é que tá? Subiu muito, não sei quê.
Vou no posto de gasolina, abastecer meu carro e converso com os caras. >> Aqui a gente não tá sentindo, mas se você for pesquisar Rio Grande do Sul, já tá faltando eh diesel. >> Diesel, >> já tá tendo no Nordeste já tem, em alguns lugares tem fila para abastecer.
Alguns postes já estão limitando a R$ 100. Você só pode botar R$ 100 de combustível para ter para todo mundo. Não adianta um cara chegar com um carrão, com tanque gigante, encher e a fila toda falar: "Ô, tu acabou com combustível.
Se der um pouquinho para cada um, é menos caos, né? >> Então já tá começando a acontecer isso. Agora você imagina Ásia, >> porque o o que passa no estreito de Orm, maioria vai pra Ásia, >> sim.
>> Então tá indo pra Sudeste, Japão, obviamente, China, Sudeste asiático, né? Myanmar, Tailândia e por aí vai. Vietnã, esses caras, a situação lá já tá tão caótica.
Isso foi uma matéria dessa semana da revista Forte, do site, né, da Fort, eles já estão fazendo eh rodízio, né, igual tem em São Paulo, rodíziio para não gastar combustível. tem eh na capital do Vietnã Hanoi e já tá obrigatório home office. Eh, em Miamar eles cancelaram as aulas na faculdade pra galera não circular.
>> Uhum. >> Eh, na Tailândia eles já estão eh controlando a quantidade de gás natural que a indústria e os restaurantes podem usar. Então, você já tá vendo o negócio minguar, enxugar e eles terem que tomar medidas esperadas >> para não gastar energia.
E no Japão os caras estão na merda também lá, né, >> cara? O Japão é o pior de todos, cara. É, >> é porque Japão importa 90%.
>> Uhum. >> E eu acho que 75% do petróleo do Japão vem dali dos três de hormões. Então, Japão, meu irmão, assim, eu tenho conhecidos que moram no Japão, né, e tal.
Eu >> já falaram alguma coisa? >> Não, eu não conversei com eles ainda, mas eu tô evitando até de falar para não botar medo, né? Porque quando explodiu o primeiro drone num hotel de Dubai, >> eu comecei a conversar com a galera de Dubai, né, que eu conheço.
Falei: "Ei, cara, como é que tá aí? Pô, tá tranquilo, tá tranquilo. Eu vou ficar botando medo no cara.
" Eu falei: "Se ele tá falando que tá tranquilo, tá tranquilo, né? " Aí ele fala: "Não, você pode ver aí as notícias, poxa, logo que o primeiro drone bateu no hotel, não é um alvo militar, é o que os americanos chamam no inglês, né, na geopolítica de soft target. O hard target é você atacar uma base militar.
Soft é você ataca um hospital, um hotel, porque aí você gera o pânico. O objetivo é gerar pânico. Então eu falei: "Cara, atacaram um um alvo soft, já é para gerar pânico.
" Só que eu conversei com os caras, o cara não tão com não estão em pânico, então tem alguma coisa. >> Olha só as notícias, né? Os influenciadores, logo que teve esse primeiro ataque, eles eh implementaram uma lei em Dubai que se você falar alguma coisa negativa, 200.
000 de multa, maluco. >> Só de falar, >> fora o chilindró, >> fora a cadeia. >> Como pode isso num lugar que é reconhecido como um centro de negócios mundialmente?
>> É porque aquilo ali mata a ideia de Dubai. A ideia de Dubai é, a gente tá a 30 km do Irã, mas aqui é seguro. >> Uhum.
>> Quando você vê um drone explodindo no hotel em Dubai, o conceito de Dubai morre. Então eles, no desespero, eles precisam >> implementar uma censura. Censura.
Censura. E ontem um turista britânico tava na praia filmando, eh, um drone passando e um caça perseguindo o drone, foi preso. >> Entendi.
>> Só [risadas] porque filmou e botou na internet. Então, a gente tem um problema gigante, porque por um lado você tem deep fake agora com inteligência artificial, por outro lado os caras não podem botar se não vai preso e é 200 conto de multa em dólar, milhão de reais ou mais, né, car? >> Só uma postagem, imagina, né?
Então assim, Dubai é a ideia de Dubai tá comprometida agora. Eu sempre tive medo de para Dubai que eu olhava o mapa, né? Falava: "Cara, isso aqui é muito perto do Irã.
>> Não tem não, não, não dá, cara. É, é risco. Eu morri de medo.
Eu aí eu agora nessa situação, falei: "Cara, acho que eu tinha uma certa razão. Os caras estão tendo que pagar 300. 000 para uma passagem para sair de lá, cara, de avião.
Acabou, né? Fechou tudo a galera desesperada. Ontem eu vi uma reportagem da CNN americana, né?
A mulher morava americana, morava 30 anos em Dubai. Ela falando: "Pô, meus filhos nasceram aqui, cri eles aqui, vou ter que ir embora". Aí ela entrou no avião só ela e a filha.
Eu não sei se os outros filhos já tinham ido ou se ficaram para trás. Ela falou: "Nós fomos muito abençoada de conseguir essa vaga, porque ninguém consegue vaga em avião para sair, não. Imagina tu querer sair da parada e não poder com de drone.
Não sabia que tava tão sinistro assim. Não >> tá estranho, cara. Deve tá pior porque a informação não chega, né?
que não pode filmar. >> Aham. >> Eh, aí essa mesma jornalista da CNN, que eu esqueci o nome dela, ela saiu, ela saiu de Dubai, foi para Tela Viv.
Ontem ela tava em Tela Viv fazendo uma entrevista com um especialista no local e ela conversando com o cara, o cara, ah, não sei que ela, só um minutinho, ó lá, ó, tá saindo Israel, tá com as baterias antiaéreas, né, do >> Aí ela falou: "Mas a gente não pode filmar". >> Então, ó, falou pro câmera, não filma. É, tava do lado assim, né?
E aí, tocou a sirene e aí eles tiveram que tirar os microfone e ir pro bunker, né? Por que que não pode filmar? Israel e os países vão dizer, porque senão eles vão saber de onde que saem os nossos mísseis e vão atacar.
Mas eu acho que também é para não gerar pânico e tal, né? >> Dale aí, Vitão. >> Duck.
Maga mandou uma mensagem pelo Pix. Professor, sou muito fã do seu trabalho. Em uma hipótese possível, o que aconteceria se o Irã jogar uma bomba ou um drone nos locais sagrados de Israel?
Escalaria para uma guerra santa? >> Então, >> difícil rolar isso, né? Tipo, com a defesa de Israel, >> cara.
Você não sabe da maior, meu irmão. Já que citou isso aí, os caras tão doido para reconstruir o templo lá em Jerusalém, né? Só que no monte do templo você tem uma mesquita.
E o domo da rocha. Você tem duas estruturas dos muçulmanos no templo de Jerusalém, né? É na S Jordânia, mas é é de Jerusalém, é Israel.
Os caras já estão bolando, já tem gente falando isso. Vamos jogar um míssil nesses negócios e falar que foi o Irã que jogou. Fala o Irã.
Ó, mira melhor e tu quebrou a parada que do teu esquema mesmo, hein? Já tá rolando esse papo. Só que aí não é destruir uma estrutura judaica, é destruir uma estrutura islâmica e botar culpa neles.
Fala: "Ó, sei que destruiu, não fui eu. " Então vou aproveitar, vou reconstruir meu templo aqui, tá? Dá licença.
Ou então falar que foi um destroço de um míssil interceptado, porque lá em Dubai tem tido muito esse problema, né? Dos de o os dejetos dos mísseis, né? Derrubados de Breze, né?
que você intercepta o míssil, o míssil cai em cima do prédio, destrói tudo, cai em cima do do carro, mata a gente. Então os caras falarem: "Olha, você fica jogando míssil para cima de mim, acertou a minha esquita aí agora como é que fica? " Então, já tá rolando aí.
É, eh, dentro dessa teoria vai ter uma resposta nuclear contra Israel, do Irã contra Israel, talvez usando mísseis nucleares dados aos iranianos pela China ou pelo Paquistão. E Israel vai responder também com mísil nuclear naquela >> agenda, né? Então vamos, tomara que não, torço para que não, mas como já aconteceu a pandemia começando na China e a guerra no Irã, >> então esse seria um stopim, >> é >> para rolar uma bomba atômica.
Faz sentido, é forte suficiente. >> Agora tem outra coisa estranha para caramba. começou a circular nesse nesses grupos aí da galera Insider, >> hã, >> que aviões começaram a passar em cima de uma cidade iraniana chamada COM, Qom, com e essa cidade ela é muito importante porque é ali onde os aatolais estudam, onde estão os centros de estudos paraa formação dos líderes religiosos shiitas, né?
O Irã é um dos poucos, os shiitas são minoria dentro do mundo islâmico, a maioria sunita, né? E eles, os atoláis são os líderes chitos. E ali é onde eles estudam, é o centro de treinamento dos caras.
Do lado ali tem a uma usina, uma usina de enriquecimento de urânia. E o que que tá acontecendo nesse lugar tão importante pros iranianos? Tavam caindo panfletos do céu, >> hã, >> escritos assim, ó, saiam da cidade e fiquem a no mínimo 17 km de distância.
>> Específico. >> É. Aí os caras, pô, se eles estão pedindo para ficar tão longe, é porque acho que eles vão jogar uma bomba nuclear, né, irmão?
Então tá começando uma lenda de que estão querendo jogar uma bomba nuclear em com. Por quê? Porque muitas dessas usinas estão embaixo de montanhas >> que nem os mísseis destruidores de bunker estão conseguindo alcançar.
>> Então a ideia não é você jogar uma bomba nuclear e conseguir destruir esse bunker, é você conseguir destruir as eh os pontos de lançamento de mísseis balísticos. Então, a ideia é jogar um uma bomba nuclear dentro do buraco do míssil, que aí você míssil balístico não sai mais dali. >> Entendi.
>> Tá rolando esse medo também de uso de arma nuclear para isso. >> Calma aí, Netaniarro, [ __ ] Calma aí, [risadas] cara. >> Ô, Trump, ô Trump.
Dale aí, Vitão. Vai. >> Maximiliano mandou uma mensagem pelo Pix.
Daniel, e quanto à versão do professor Jang dizendo sobre a derrota dos EUA na guerra e a Pax judaica, >> qual sua opinião sobre >> Você sabe quem é o professor J, que é um chinês que tá em tudo quanto é lugar aí? >> Sei sim, na real que que tá traduzido a os vídeos dele com inteligência artificial. >> É, é esse maluco, ele previu a vitória do Trump.
Isso aí também até eu, né? Eh, ele previu também essa guerra no Irã. Eu também.
E ele tá dizendo que eh ele tá dizendo que não vai ter uso de arma nuclear, que os Estados Unidos vão ter que botar soldados no solo >> e ele e que os Estados Unidos vão perder a guerra >> e que Israel vai achar isso ótimo, porque os Estados Unidos vão se retirar do Oriente Médio, Israel vai assumir o controle das bases que eram dos Estados Unidos e vão criar um grande império ali chamado The Greater Israel, né? o grande Israel que vai desde o rio Nilo no Egito até o rio Eufrat que então eles vão pegar ali >> quase aquilo tudo ali. >> Então essa é a tese do professor Jang.
Ele usa, ele tem um projeto chamado Predictive History, né, história preditiva. E ele usa, ele pega um livro de ficção chamado, uma série de livro chamada Fundação. >> Eh, nesse, a fundação é uma ficção científica em que no futuro os caras usaram os big data, né, tipo máquinas analisando todos os dados da das populações para prever o futuro.
Então eles descobrem que vai ter tipo um evento de extinção em massa, mas eles usam esse sistema de previsão para poder minimizar a destruição. E eles chamam esse esse método preditivo de psicohistória. Então ele, o professor Jang, que é um professor de inglês, né, que é um chinês que estudou na universidade, eu sei professor de inglês.
>> De inglês mesmo. >> É, só que ele dá aula de inglês pra elite chinesa, filho da dos caras da topo de elite. Só que em vez dele dar aula de de inglês, ele dá aula de história, ele dá aula de até teoria do conspiração, ele vai ensinando a galera aprender inglês, escutando essas histórias, né?
Mas você vê que é um cara cascudaço, cara, tem conhecimento monstruoso assim. >> Realmente, esse cara tá parecendo para [ __ ] >> cara. >> Eu entrei no vídeo para ver se ele tá, se era inteligência artificial mesmo, para ver se dava para chamar para ele vir aí.
>> Não, é, ele tá indo em tudo quanto é lugar, meu irmão. Podcast pequeno também, vindo lugar. Se ele fala inglês, se ele é professor de inglês, ajuda também.
>> É, ele fala inglês meio estranho assim. >> Não, tudo bem. Chinês eu não falo [ __ ] nenhuma.
Eu prefiro inglês meio estranho. >> Não, eu tava, eu tava assistindo mais, mais uma palestra, uma, uma entrevista dele agora mais cedo, né? Eu não sei por, cara, a gente sabe que Turquia em inglês é Turky, né?
>> Ele fala Turquia. Turquia. >> Se eu fosse entrevistador, eu falar: "Que parada é essa?
De Turquia, meu amor? Você é sei lá de Nitera, >> [ __ ] Não é Itália. >> Turquia.
Quase que eu falei, ó, vai queimar o filme com teus alunos aí. >> Tu não era professor de inglês, pô? >> Estudou em, pô, né?
Eu estudei aqui no Sambária, pô. Não falo Turquia, falo Turk, né? Estudei nesse sei aí, pô.
>> É isso. [risadas] >> Não é não. Você estudou também, não foi?
>> Eu eu dei aula na cultura inglesa. >> Ah, cultura. Mas aí você estudou em antes de estudar na faculdade em inglês, você tinha estudado já em algum cursinho alguma coisa?
Cara, qu antes de de ir pra faculdade, eu aprendi 80% do que eu sabia sozinho. >> Sozinho na guerreir mesmo. >> 90% eu diria, porque eu até minha mãe me colocou num curso que eu, [ __ ] aí às vezes eu só ia fazer a prova até com o irmão dele, a gente ia andando, maior merda do [ __ ] >> Eh, >> cursinho só para ter para ter um para ter um papel, entendeu?
Mas mas [ __ ] O o que foi certificado depois é que eu tenho uns três ou quatro certificado de Cambridge. >> Legal. Mas aí videogame, essas paradas aprend que os caras estavam falando videogame.
>> É, meu filho. Aprendeu usando videogame mesmo. >> Agora, cara, do PlayStation 3 para cá, os caras estão colocando dublado em português.
>> Aí é sacanagem. >> Aí os caras vão ficando burro assim, ó. Curtiu esse corte, né safado?
Então aqui na descrição tem um jeito de você virar membro do Flow, cara. Clica aqui no link, tá? Pô, menos de R$ 8, não vai nem doer e vai ajudar a gente a continuar fazendo esse conteúdo [ __ ] para você, tá bom?
Olha, >> tem conteúdo todo dia, todo santo dia.