[Música] boa tarde bom dia ou boa noite é um prazer estar aqui com vocês pra dar essa conferência a aula intitulada teoria de princípios e parâmetros da gramática gerativa cartografia sintática agradeço muito a professora zenaide carneiro pelo convite professora zenaide da uefs pelo convite ao programa de pós graduação ea o os cursos de graduação da uefs pelo interesse em ouvir um pouquinho sobre cartografia sintática ea teoria de princípios e parâmetros da gramática gerativa gostaria muito de agradecer ao audiovisual do iel e ao setor de informática do iel ao fernando a univaldo ao bruno alexandria e
ao carlão por todo o apoio técnico na gravação desse vídeo todo o auxílio às horas que se dedicaram para isso muito obrigado por aqui esse vídeo institucional aqui da unicamp fosse transmitido aí para a comunidade da uefs bom hoje nós vamos então é tratar do programa cartográfico da teoria de princípios e parâmetros da gramática gerativa e vou colocar algumas questões gerais durante esse vídeo depois como vocês vêem aí na na nossa apresentação de slide tem o site né do meu grupo de pesquisa o laboratório de cartografia sintática enfim pesquisa ensino caso tiverem mais dúvidas quiserem
alguma bibliografia específica podem encontrar todo esse material lá inclusive o nosso email para contato é bom vou iniciar com uma epígrafe né a epígrafe do professor church longe um dos grandes nomes da cartografia sintática nível internacional é a cartografia um programa de pesquisa dentro da teoria de princípios e parâmetros da lei matia gerativa ela emergiu e ganhou esse nome numa série de colóquios que aconteceram na itália no final dos anos 90 e ficou amplamente conhecida através da publicação do primeiro de uma série de volumes da oxford ea universidade press de cartografia aos em série que
strippers uma outra epígrafe que dá para ilustrar a idéia do programa cartográfico dessa vez uma epígrafe tirada de uma introdução do guilherme cotching com um dos fundadores desse programa de pesquisa o projeto cartográfica uma tentativa de desenhar o mapa tão detalhado quanto possível da estrutura da oração e de seus principais integre mas a assunção subjacente é de que todas as línguas compartilham as mesmas categorias funcionais e os mesmos princípios de composição da do sintagma c da oração muito embora elas possam diferir nos movimentos que admitem e nas projeções funcionais que realizam morfologicamente uma citação que
ilustra bastante digamos assim a vocação da cartografia sintática que aquela de determinar os átomos da estrutura uma outra epígrafe ainda terceira e última não é o quadro que está emergindo de uma rica linha de pesquisa cartográfica é o de que a estrutura da oração assim como a estrutura dos outros sintagmas pode ser amplamente articulada e talvez muito mais importante do que isso exige da mente fixa entre as línguas são muito mais do que determinar a sequência fixa né dos constituintes da oração interessa pra cartografia o fato de que essas projeções funcionais no mês cultura de
base estariam ali rigidamente ordenadas então significa pessoal que a a criancinha antes de adquirir uma língua específica digamos aí o português de feira de santana ou portuguesa que de campinas português caipira que eu falo por exemplo ela já teria um desenho não é com todos esses átomos categorias gramaticais rigidamente ordenados nem vou falar então peguem o seu café e vamos para a organização da apresentação né vou dividir essa apresentação na nos seguintes temas vamos começar com os anos 80 na teoria de princípios e parâmetros da gramática gerativa é importante enfatizar que a cartografia sintática é
uma vertente da gramática gerativa mais especificamente uma vertente da teoria de princípios e paramos então estamos falando da gramática gerativa nem estamos falando da teoria de princípios e parâmetros que é a proposta de 1981 que veio aí com as pisa lectores chamas que não é bobo escolheu o piso é um lugar maravilhoso pra dar as aulas na década de 80 de onde veio é essa proposta teórica que é proposta a última proposta da teoria de princípios e parâmetros e ali desenvolveu essa idéia de como explicar não é a variação entre as línguas não obstante o
fato de que todas as línguas teriam uma mesma estrutura todas as línguas teriam mesmo os mesmos princípios de digamos assim de formação das sentenças né depois num segundo momento nós vamos falar do que o programa cartográfico traz como mudança de perspectiva vamos olhar mais detalhadamente para a cartografia do sintagma da flexão quero trabalhar com vocês um pouquinho da metodologia cartográfica afinal de contas acredito eu particularmente que a grande contribuição da cartografia vem aí desse viés metodológico que proporcionam o analista ao estudioso de teoria sintático estudioso de morfologia e não é como trabalhar de uma maneira
bastante interessante depois a gente vai falar de algumas contribuições da cartografia a teoria sintática se der tempo vamos fazer um exemplo de análise sintática não é olhando fenômeno da elipse dvp no português brasileiro claramente para fazer uma propaganda e da cartografia sintática depois vamos rapidamente mencionar a relação da cartografia com o programa minimalista vamos argumentar que a cartografia é uma vertente da teoria de princípios e parâmetros que tá aí em plena comunhão de idéias com o programa minimalista uma vez que a divisão do do trabalho entre o minimalismo e cartografia muito claro a cartografia que
é determinar a sequência funcional da oração e do sintagmas pra isso ela precisa recorrer ao programa minimalista que tem aí o digamos assim todo o arcabouço teórico necessário para que as estruturas sejam construídas e depois falar um pouquinho de futuro de cartolina cartografia e dar alguma bibliografia pois bem vamos então pra nossa primeira parte né olhando aí para o desenvolvimento da teoria de princípios e parâmetros nos anos 80 a mulher mottin com um dos grandes nomes da cartografia sintática o principal fundador da cartografia posso falar dele até porque foi meu orientador de doutorado em veneza
entrevistado por mal emenda em 1111 uma entrevista que saiu numa revista é a chinesa que caí na bibliografia o final vocês podem olhar quando chegarmos lá né foi perguntado como é que o programa cartográfico teria emergido na teoria de princípios e parâmetros da gramática gerativa e ele define assim que a primeira coisa a dizer sobre cartografia que ela não é uma teoria mas é um programa de pesquisa num certo sentido que esse programa se originou sentimento de insatisfação com propostas diz conexas que foram sendo feitas para o componente funcional duração de seus sintomas principais e
aí nos anos 80 e 90 o que vamos ter muitos pesquisadores vão propor não é que a arquitetura da oração tivesse para além daquele esquema básico de chomsky 86 temos uma um domínio lexical o vp e depois o duas camadas funcionais acima a camada da flexão e amada do cp que na verdade a gente teria a camada da flexão a camada do do cp muitos outros sintagma salientam a estrutura seria muito mais articulada do que se propôs num primeiro momento muita gente então vai sentir necessidade de postular novas categorias funcionais né entrada conta de fatos
empíricos um dos grandes nomes que a gente tem que fazer justiça neste momento é give coloca né bullock foi influenciado ali pelas aulas de richard que na década de 70 e 80 em paris né acrescentou ao esquema original da arquitetura da oração quinto chamas que em 1986 tinha três projeções o vp o ipi e ocp uma outra projeção não é no sintagma flexionar ao ec seria a projeção de concordância então para além de tempo teria a concordância no sintagma flexionar ao né aqui temos uma representação da arquitetura da oração hembery ers então temos a camada
digamos assim a temática né o vp onde entra o verbo e seus argumentos a estrutura argumental isso já de chomsky 86 grande contributo deste trabalho com os estudos em sintaxe gerativa temos então em cima do vp acamada flexioná whedon depois a camada do complemento à dor que o colóquio fez o pollock então para a camada do ipê vai reconhecer que a gente teria na verdade duas projeções o tp e o sintaema da concordância ou à gripe e em cima naturalmente o cpi então que nós temos de diferente em relação à digamos assim a tom's que
86 o iped chomsky 86 vai ter então duas projeções funcionais aqui com o coloque tpi ea gripe porque que o coloque fez isso bom coloque é explodiu e ter porque ele precisava explicar uma variação interna ou francês em relação à subida de diferentes formas verbais para a flexão então usando advérbios negação como diagnósticos o que o coloque fez ele testou a posição de diferentes formas do verbo então olhou por exemplo a posição do verbo finito viu constatou que o verbo finito obrigatoriamente tem que sair do vp com o parou depois usando os mesmos testes ou
seja utilizando advérbios como diagnósticos o comportamento do verbo do infinitivo e constatou que o infinitivo podia subir ou não então internamente aos dados aí do francês a gente vê uma variação quanto verbo finito obrigatoriamente têm que se mover o infinitivo pode se mover ou não né então coloque precisava já de duas projeções dentro acima de vp para explicar essa variação depois olhando pra dados do inglês todo mundo sabe que o inglês inglês o verbo não sobe né a essa diferença teria também ser de alguma forma capturada então se justificaria aí a cisão do ipê em
duas projeções funcionais né temos aí um princípio já de cartografia poderíamos falar de cartografia num sentido estrito e num sentido amplo num sentido estrito como nós vimos na nossa primeira epígrafe aquela epígrafe tem a citação de hoje lons com a gente há trataria do grupo d e do de um corpo de trabalhos não é sobretudo não é iniciado ali na itália com pesquisadores italianos não é é alguma uma série de conferências que tivemos nos anos 90 ali há na itália então falamos de cartografia num sentido estrito né ligando a essa proposta de pesquisa da escola
italiana podemos também falar de uma cartografia em sentido mais amplo e aí teremos de fazer justiça coloque né muito mais do que tratar pollock como um precursor da cartografia tratar coloque de fato como cartografia no sentido de teve um primor de o ali uma sementinha para esse trabalho que a cartografia italiana veio fazer alguns anos depois que é o trabalho de reconhecer que a estrutura da oração tem muitos mais muito mais sintagmas do que se propunha até então belletti também poderemos tratar como cartografia num sentido mais amplo não é ela teve um contributo muito importante
ao estudar a um movimento do verbo em de inoã em italiano não é olhando diferentes formas verbais ela precisava de um espaço pra acomodar por exemplo o movimento do particípio passado por exemplo e sugere que abaixo dtp teríamos então uma projeção de aspecto e ela reordenou as projeções de pollock lembram-se de quem coloque não é nós tínhamos ali pp em cima de a bp né pp dominando a gripe com base no princípio do espelho o bilhete vai falar não na verdade o que temos é tp abaixo de agre p porque o verbo ao subir vai
pegar primeiro a morfologia de tempo modo e aspecto e depois a morfologia de concordância em virtude então do princípio do espelho de bank 1900 85 a reordenar as projeções de tempo e concordância a do pollock podemos considerar bilhete 90 cartografia num sentido amplo naturalmente porque porque já tinha essa vocação no trabalho de bilhete de reconhecer que a estrutura da oração deveria ser muito mais articulada do que previamente se pensava tempo bom podemos também incluirá que o trabalho de larsson 1988 e as conchas de vp larsson para explicar fenômenos como a digamos construções objeto duplo do
inglês reconhece que além da camada então lexical teremos uma camada já icm funcional o sintagma do vizinho te não é onde seria soldado na posição do especificador o argumento externo por exemplo de um verbo de três lugares podemos considerar também pelo é larusson 11 a uma espécie de trabalho de cartografia num sentido mais amplo não podemos nos esquecer de hebe em 1987 que também traz em um trabalho na perspectiva de paralelismos então entre a projeção estendida do verbo ea projeção estendida do nome webb e falou que a semelhança então da projeção estendida do verbo oração
em que teríamos uma camada do complemento à dor lá em cima acima de vp no sintagma nominal ou melhor dizendo na projeção estendida do nome a gente também teria uma espécie de sintagma funcional mais acima que seria o sintagma do determinante sem dúvida nenhuma um trabalho de muita influência muita importância nessa perspectiva de paralelismos entre a oração e o sintaema nominal não podemos nos esquecer aí da importância então do trabalho de ademir que poderíamos então considerar como um trabalho de cartografia num sentido mais amplo do termo estou evitando usar o termo precursores da cartografia porque
quando a gente fala precursor não é a epis tecnologia das ciências a gente está deslocando a importância daquele trabalho no contexto em que foi feito para é digamos assim a o contexto do que viria depois então já estou considerando esses trabalhos como trabalhos de cartografia num sentido mais amplo do termo na bom sul mariano então podemos dizer que a história da cartografia terá começado com uma expansão da estrutura da oração não é digamos daquela estrutura de beers em que tínhamos um sistema flexionou sincrético não é para um sistema em que teríamos nos se sentar de
uma flexionar ou então ali no middle fields na verdade duas projeções tp ea gripe com o trabalho de bullock 1989 a mesma coisa foi feita para a expressão nominal com web ning com a tese de doutorado em 1987 e podemos dizer então que esses trabalhos poderiam surgir é poderiam de alguma forma serem considerados cartográficos num sentido mais amplo do termo ou seja já pela vocação desses estudiosos em de alguma forma a reconhecer que a estrutura da oração e do sintaema nominal seria um pouquinho mais é articulada do que se pensava tentam bom pois bem falar
aí no espírito de é benin em sintagma nominal poderíamos dizer que talvez não fosse o melhor termo tratar a projeção estendida do nome simplesmente como sintagma nominal porque porque a lei então da projeção do nt do sintagma nome não em si nós teríamos outras projeções como a projeção do sintagma do determinante um pouquinho acima então seria mais correto pensarmos em expressão nominal ou projeção estendida do nome e além do bpp teríamos outras categorias ainda mais acima como vocês podem ver em nosso slide o exemplo 1 2 e 3 né vocês podem acompanhar então aí no
slide o exemplo 1 2 e 3 alta os estudantes obras tio dentes e todos os meninos veja então que além do quantificador universal uol o inglês e todos no português então essa estrutura e bastante enriquecida da projeção estendida do nome a gente tem que admitir então que acima do mp nós teríamos mais categorias um sintoma adjetivá o um sintoma é de numerais como por exemplo o primeiro segundo 1235 é 12.001 sintagma do demonstrativo e acima do dp uma posição para o quantificador universal e ainda mais assim uma posição para orações relativas não restritiva sassá positivas
que a gramática tradicional chama de explicativas bom claro que nessa caracterização que a gente fez tem uma boa redução porque porque nós não fizemos justiça uma série de trabalhos ea gente poderia falar que teria num sentido mais amplo de cartografia né aí não afiliada escola italiana né não cartografia num sentido stay estrito como de pertença a um grupo de investigadores iniciado de investigação iniciado ali na itália teremos uns trabalhos então por exemplo de shows que 57 aí nos primórdios da teoria sintática é do ponto de vista da gramática gerativa com a publicação do spd obteve
réus em táxis já uma semente do trabalho em cartografia né com a ordenação dos auxiliares no inglês não é nesse exemplo que aparecem nos slides no slide em 4 e 5 do fundo rabin é desbloquear rabin irradiou linha em termos ordenação do aspecto perfect do progressivo e da voz nem aleksic realização da voz então já tínhamos ali desde 1950 lá para trás bem nos primórdios da gramática gerativa um princípio de cartografia sintática em cartografia sintático uma das assunções não é muito basilares fundamentais da epistemologia da cartografia é o princípio da uniformidade que dá presente na
gramática gerativa desde o início desde os seus primórdios a idéia cada de 50 com os primeiros trabalhos dos homens que se infere que softwares aspects of office center em aspectos o fã trabalho dos play off the field of centex não é temos aí a os primeiros trabalhos de thomas que já com essa ideia de um princípio da uniformidade né e esse princípio que está num trabalho recente de uma maneira bastante explícita o princípio da uniformidade somos que 2001 não é diz que a motivação subjacente que formaria as bases tecnológicas da teoria geral ativa desde o
seu início né diz que na evidência de na ausência de evidência persuasiva para o contrário devemos assumir que as línguas são uniformes ea variação se restringiria a propriedades facilmente detectáveis dos denunciados e como é que a cartografia interpreta esse princípio da uniformidade que está digamos subjacente aos trabalhos da gramática gerativa desde o seu início e que fica muito explícito nessa situação de thomas que 2001 em que ganha esse nome com toda força princípio da uniformidade bem a cartografia e interpreta esse princípio da seguinte forma todas as línguas teriam uma mesma estrutura de base então teríamos
aí um rol de categorias funcionais na projeção estendida da oração e na projeção estendida do nome e essas categorias seriam uma propriedade da gramática universal então quando a cegonha traz a criancinha para a família brigo entrega criança ea família é como se a cegonha já tivesse entregando o a criancinha comum em estágio inicial da faculdade da linguagem já com todas essas categorias funcionais bonitinhas ali né já rigidamente ordenadas trabalho da criança é mínimo porque vai ser o que ouve os dados digamos da língua e não é que são os dados que a criança em ouvir
em casa nas situações do dia a dia da avó da mãe que está brigando com o pai da televisão lá não é ouvindo os escândalos de corrupção e tudo mais ouvindo desmando da educação e tudo mais estamos sofrendo neste momento a criancinha pela ouvindo isso e vai para meter isando os dados dela então ela vai ver com essa categoria aqui eu tenho na minha língua e eu vou realizá la com humor foi mazinho aqui eu não tenho essa categoria o silêncio vai realizá la aqui eu vou arrancar uma categoria daqui mover com uma posição mais
alta é a tarefa da criança na aquisição por que essa estrutura seria já herdada de nascença nessas cartografias as hierarquias e seriam parte digamos assim da nossa a gramática universal que nada mais é do que uma caracterização do estágio inicial da aquisição da linguagem pois bem vamos então falar aí do programa cartográfico que o que nós tivemos como mudança de perspectivas em huila ficar pobre efe então nada melhor do que fazer uma propagandinha agora é bom ainda do texto dos tons que a gente usou como epígrafe não é iguais em cartografia da filda é sincero
e shows aí uniforme locales impul em bolsa nessa série insuficiente to share o representante da américa ou funcional information levando for semântica pragmática interpretation então o que nós temos temos que em cartografia a sequência funcional é localmente simples respeita e digamos as restrições de localidade mínima lidade relativizada e tudo mais e ela é suficiente pra representar e estruturalmente a gramática a informação gramatical relevante para interpretação semântico pragmática nas interfaces bom com esquema x barra entro é digamos assim expandido para as categorias lei funcionais aí com os homens que 1986 no livro beers né temos então
aí é essa a essa expansão não é do esquema x barra traz categorias então é funcionais ea única estrutura que as representações cartográficas exploram o esquema x barra adjunto saadun ções especificadores múltiplos a um único núcleo ficam de fora da cartografia obviamente a cartografia é compatível com aberto fez de stock options que obviamente mas não admite por exemplo especificadores múltiplos a um único núcleo né prefere tratar aqui pra cada núcleo nós teremos um e apenas 1 especificador como amo em que em 1994 bom o trabalho de tim hill 1999 um dos trabalhos fundadores da cartografia
sintática no seu capítulo 2 na apresentar uma série de dados das línguas românicas que sugerem que o sintáxi esta poderia abrir mão não é de um sistema que tivesse tanto a disjunção a quanto o modificadores em stec em proveito de uma única posição tara especificadores funcionais de núcleos funcionais distintos na assumpção tradicional da teoria geral ativa nos anos 90 é era de que tinha duas visões tradicionais em no paradigma gerará tivo a idéia de que as línguas poderiam variar em relação ao inventório inventário de categorias funcionais em termos de número tipo e ordem relativa de
projeções funcionais ea idéia de que para uma mesma língua tipos distintos de sentença poderiam variar em relação aos projetos regionais que cada uma delas iriam digamos assim com um bom o time vai abandonar essas duas visões tradicionais da gramática gerativa a nos anos 90 e em vez disso ele vai sugerir que a gramática universal não admitem esse tipo de variação que a gente mencionou em 1 e 2 na do slide anterior ou seja que as línguas não vão variar em relação ao inventário de categorias funcionais não vai haver variação aí nem em termos de ordem
relativa destas projeções a ordem vai ser sempre a mesma e as projeções instâncias vão ser sempre as mesmas uma outra coisa que ele vai abandonar é que para cada tipo de modalidade de sentença a gente teria uma projeção de tinta ou uma estrutura de tinta vamos ter uma única estrutura para projeção estendida do verbo e essa únicas dessa única estrutura nós vamos levar diferentes tipos de frases e também as diferentes ordens instãncia dadas pelas diferentes línguas bem minimalista essa proposta do tipo então dando sequência para fazer essas conjectura do que é que o tipo e
foi fazer né fez a lição de casa e muito bem né foi observar os padrões rígidos de ordenações na reordenação de núcleos funcionais pensa em línguas isolantes como um chinês que tem morfemas livros do time vai lá observar línguas como o chinês que são isolantes e tem morfemas livres vai observar essa ordenação a dos núcleos funcionais em inglês antes elas são exatamente o palco para a cartografia porque metodologicamente se você tem um único morfema o único significado dá pra você montar o quebra-cabeça direitinho ele vai olhar também a línguas como o haitiano sistemas geralmente chamado
sair na literatura como crioulos muito embora possamos fazer críticas a esse termo mas vai observar aí sistemas como o haitiano em que nós temos partículas livres no middle fio de cada partícula significando uma categoria funcional da projeção estendida do verbo por exemplo então o haitiano seria também o espaço pra ele testá não é a ordem rígida e fixa dessas categorias funcionais e também os morcegos presos por exemplo de línguas flexionadas como português que não ajudam o nosso humor temas o mundo pense já na descrição do nosso grande linguiça matoso câmara júnior fazer uma descrição lá
na década de 60 70 sobre o sistema do sintab uma flexionar ao do português do rio de janeiro na dizendo que por fêmeas de tempo modo e aspecto são realizados nessas categorias de tempo modo e aspecto são relação realizadas por meio de um humor fama único flexionar ao número de pessoa por um outro morfema agora imaginem uma língua como o o o turco ou algumas línguas indígenas brasileiras que são aglutinantes o coreano também aglutinante em que ao morfema lexical são anexados morfemas gramaticais rigidamente ordenados e morfemas chamado aglutinantes não é que em que cada morfema
carrega uma única informação semântica único traço semântico por exemplo um morfina para a modalidade evidencial outro morfema para a modalidade e sistêmica um outro a tempo um outro por exemplo para aspecto habitual é o coreano é o turco são essas línguas aglutinante que dão evidência pra os estudiosos de cartografia procurem as seqüências rígidas e fixas de categorias funcionais não é tão típico e vai fazer essa esse trabalho empírico de observar essas línguas e comparar essas línguas pra poder aí então determinar a hierarquia do middle field do ipê né ele vai mostrar que usa de verbos
e advérbios de diferentes classes semântica sim alocam na posição de especificadores únicos de projeções funcionais distintas uma ideia que já tinha sido defendida dentre tantos outros e lambari em 1989 a pela lex iado na tese de 96 no livro de 97 pelo cristopher lehninger em um trabalho de 81 de 96 no trabalho de 99 o time e traz aí evidência de uma série de línguas cerca de cem mais ou menos pra uma ordenação rígida de núcleos funcionais que seria espelhada também na ordenação rígida dia de verbos então ele trata os advérbios como especificadores de núcleos
funcionais the shins eles não seriam meros adjuntos entrando na derivação como os segmentos das categorias por eles modificadas né a priori um princípio e restrito e cidades unção o time vai dizer que os advérbios entram na posição de especificadores usar juntos em geral entram em posições de especificadores de núcleos funcionais também rigidamente ordenados a mesma ordem que temos para advérbios temos para núcleos funcionais o que permite ao tipo e sugerir que os advérbios são os especificadores únicos de núcleos funcionais de x pois bem vou dar um exemplo de uma sentença como amar e bebeu de
gosto antártica bem gelada você espere aí e a de eu não gostar antártica a gente particularmente eu prefiro bebê uma rainey quem por que me dá menos dor de cabeça mas quando eu preparei essa sentença e eu retire esse slide de uma aula que eu bem no rio de janeiro quando eu trabalhei na federal do rio e lá eles tomam antártica então eu coloquei a tática gelada e também não estou ganhando nenhum não é uma propaganda para a antártica longe de mim diz mary bebê uma tática bem gelada então pra de levar essa sentença e
meio que no espírito não é das propostas anteriores a cartografia o que nós teríamos a de junção de de gosto ao vp vocês estão vendo e pela representação que o de gosto é entra na proposição de adjunto do vp nós dobramos o vp para indicar que o de gosto é um segmento da categoria pp e aí o verbo sai do sintagma verbal e vai pro sintagma do tempo apodando adjunto de gosto e de gosto indica que o verbo subiu pois bem na cartografia uma vez que os verbos são especificadores únicos de projeções funcionais como vocês
estão vendo aí nessa representação à categoria de gosto né poderia entrar aí no especificador de voz né se você considerar de gosto como um advérbio é como uma locução adverbial de modo como uma categoria um pipi nenê para aqueles que considerarem gosto comum volitivo ele na verdade entraria um pouquinho acima mas o que interessa pra gente é que o verbo sairia do vp se moveria um núcleo de voz e depois subiria apodando advérbio que está na posição de especificador de voz para mostrar que os advérbios se colocam stec o time vai fazer duas coisas ele
vai estabelecer a ordem dos adversários isso no capítulo 1 que corresponde a ordem dos núcleos funcionais isso gente vê no capítulo 3 vale a pena a leitura de vocês sobretudo quem trabalha com o título jia linguística no capítulo 4 ele vai mostrar que a ordenação relativa de advérbios e núcleos funcionais né determinadas lá no capítulo 2 e no capítulo 3 é a mesma e ele vai mostrar a distribuição do particípio passado ativo e de verbos finitos em italiano a gente teria por exemplo em relação ao movimento do particípio passado ativo no italiano apenas um núcleo
disponível imediatamente à esquerda e imediatamente à direita de cada advérbio que pra ele vai estar fixo na sequência então primeiro ele por meio de teste transitividade vai mostrar a ordem rígida e fixa desses adversos e depois que ele vai dizer entre cada de verba o zinho eu vou ter uma única posição de pouso para o particípio passado ativo do italiano e só aí vai permitir o time e fazer o que é sugerido que os advérbios são os especificadores únicos de núcleos funcionários estão aqui se a gente for falar em cartografia dp por exemplo né temos
aí a iraque universal de projeções funcionais que vocês encontram na página 66 do livro do timchip e eu tirei essa representação das categorias de um slide é de um hangout do deivid pizzetti que aparece no texto do chile lonski de 2010 e que vocês podem acompanhar depois pela bibliografia então teríamos aqui o verbo bem embaixo e cada uma dessas categorias funcionais rigidamente orientadas acima do vp cada uma delas teria um advérbio a em seu especificador advérbio esse de mesma semântica do núcleo funcional correspondende pensa então no caso do modal inglês mans naqueles usos em que
o mast é epistêmico mas tem de dar chance eu chego na frente de uma casa e falo light sa on bem mas to be there né esse masters térmico dedução né ele estaria no núcleo em cujo especificador poderia até ser realizado advérbio probably epistêmico veja que advérbios e núcleos funcionais compartilhariam aí os mesmos traços semânticos então um trabalho bastante interessante pois bem a os estudantes devem estar muito curioso sobre a metodologia cartográfica acredito que se os homens que no dizer de pires de oliveira 2010 a linguística 100 homens que o método negativo no dizer de
roberto pires de oliveira o grande contributo de jonas que foi metodológico para além da idéia de gramática universal aquisição da linguagem aí a partir do ponto de vista em natchez esta né além daquele núcleo duro caracterizador da gramática gerativa o que na opinião de pires de oliveira seria a grande contribuição dos homens que para os estudos da linguagem que fez a linguística a aí no século passado a ter o seu papel importante enquanto ciência distinta das humanidades em geral e distinta e da computação seria o método negativo na então grande contributo seria metodológico para além
claro das outras contribuições a idéia da faculdade da linguagem da gramática universal o que na verdade vinha já desde o roger bacon né ali no século 12 ou 13 né dizia que as línguas em na essência né seriam teria uma grama única gramática variando apenas nas superfícies essa idéia que veio acompanhando e reaparecendo durante a história dos estudos em filosofia em lingüística e gramática né foi recuperada pelo tomas que aí na gramática gerativa mais diz pires de oliveira com um grande contributo dele teria sido metodológico através dos julgamentos de gramática qualidade que nos permitem chegar
um desenho da gramática universal pois bem vamos dizer então que o grande contributo da cartografia deverá ter sido sem dúvida nenhuma e lógico que vamos falar então de uma pitadinha de metodologia cartográfica como é que a gente desenha mapas de estrutura em cartografia podemos recorrer a testes de precedência e transitividade né aí envolvendo advérbio de classe semânticas distintas foi isso que o time fez ele pegou combinações de 2 advérbios de classes distintas nas duas ordens possível então vou pensar um advérbio a um advérbio b apreced bem muito bem b precede a não dá a gramatical
como vocês vêem slide em 6 a barraca depois pegou mesmo advérbio b comparou a posição dele nem relação advérbios e tanto na ordem bc 6b quanto na ordem de 16 b barra c b que dá um resultado a gramática ao então voltando aí a esse slide né é que estamos falando sobre uma pitada e de metodologia cartográfica como vocês vêem então em 6 a barra b&b barra né apreced b que precede ser né com então colocando juntos os resultados que temos em 6 através do teste de precedência quem precisa é de quem não é por
transitividade se determina que a precede b que precede c e assim é possível chegar a um desenho da hierarquia dos adversos ele vai fazer a mesma coisa com núcleos funcionais né a mesma coisa minha com núcleos funcionais pegando um exemplo do inglês e do espanhol né com auxiliares né vejam essa sentença vezes box rabin no radiola year em espanhol e seus livros danificados sendo ainda o solene o nec que nós temos aí o primeiro auxiliar transmitir uma informação semântica de tempo o segundo de aspecto por factor facts o terceiro de aspecto progressivo o quarto que
seria o verbo temático né com essa rolou dia de participar no passado lexical alisando o conteúdo de voz voz passiva é possível determinar assim não é através de testes de transitividade essa é a única ordem possível se esses auxiliares a e precedem o verbo quando percebe um verbo temos só essa ordem que a única ordem de base é possível chegar a um desenho dessas e hierarquias aí né e aí nós temos a representação essa sentença com essas categorias gramaticais aí do exemplo vejam que numa língua aglutinante como coreano né a gente vê exatamente a ordem
hierárquica que temos aí nos trabalhos de tinku em que temos primeiro morfema lei fiscal ou digamos o verbo né aí que está traduzido na glosa como at depois temos um humor fama de passivo o se depois um de concordância e se e ss depois um outro de tempo anterior que é o mesmo ss depois um de passado keys né e depois os outros mostramos rigidamente ordenados detalhe que em coreano nós temos a imagem especular é como se a gente pegar será que do timbu e colocar se na frente do espelho vamos ter a ordem do
coreano que a ordem inversa e aí que a cartografia vai dizer vai dizer que na verdade o que a gente tem é o movimento do tipo rolar tu que move o vt especificador da primeira categoria inserida e depois move ver primeira categoria e inserida nesse sintagma ti anterior aí pro especificador da modalidade epistêmica depois todos esses constituintes né a da modalidade epistêmica o spec do modo avaliativo e depois pec de força lá em cpi e o resultado vai ser a imagem especular disso tudo bom podemos então dizer que tim cook recorre ao movimento da arte
se partisse passado ativa em italiano para mostrar que virtualmente entre cada dois advérbios deveria haver uma posição nuclear única disponível para o povo o movimento do particípio passado e aí temos esse exemplo do italiano que favorece uma interpretação segundo a qual usa advérbio se alocar iam na posição de especificador temos essa sentença italiano da loja na normal e só lhe tome capil sempre é completamente tudo bem menor de 6 ou até pedi para colocarem o vídeo pra eu reproduzir essa sentença mostrando as mãos porque eles dizem que italianos falam com a mão e eu quero
que no vídeo saia a minha mão fazendo o desenho dessa certeza vai sair o vídeo agora vou ler de novo da hora não no de solicitou num campinho sempre completamente tudo bem nem nord né essas e pensa e do italiano em que a gente tem um estiramento de advérbios na dia de verbas de categorias semânticas diferente distintas vemos aí que em cada uma dessas sentenças urge imerso se encontra entre dois advérbios distintos então temos anori e temos arremesso de sólido depois de solitary man sumika depois mikari mês o pio depois pio imensos entre depois sempre
me sou completamente e depois completamente imenso tumulto e que nós cegos nesse caso então estamos vendo que entre cada dois advérbios a gente tem um verbo que é o particípio passado se a gente assume que o particípio passado na se lá em ver p dentro de vpn o verbo temático né particípio passado ativo que ele vai se mover por um núcleo aí na abordagem tinto e 99 ainda vai se mover por um núcleo e cada uma dessas projeções em cujos em cujo especificadores estão os advérbios rigidamente ordenamos né e aí tem uma representação para vocês
o verbo salado vp move para vós depois move prospecto completivo depois move prospecto completivo singular depois se move pra o espeto núcleo aí do aspecto continuar ativo depois prospecto terminativo e entre cada uma de entre cada um cada dois especificadores ocupados por advérbios tem uma única posição para o verbo que a posição do núcleo dessas categorias uma evidência para location em stec que é digamos assim que deriva esses dados com muita naturalidade sem recorrer por exemplo ao expediente da adin são que sobre geraldo lyra eu estou pulando alguns slides naturalmente porque a gente está com
um pouquinho tempo mas não faz mal o que interessa dessa exposição é que há de fato posições nucleares à esquerda dos advérbios à direita e esquerda dos advérbios uma única projeta posição nuclear o que permite ao timbu e sugerir que os advérbios estão em posição de especificadores de núcleos de chips e é o espaço para se perguntar essa variava a variação né se temos uma estrutura rica com essa representação cartográfica a gente pode explicar as diferenças entre o francês em que o particípio passado ativo do verbo não sai do vp o sargo em que o
verbo se move só acima de bem obrigatoriamente têm que se mover pode continuar de forma obrigatoriamente em cima do bem no italiano em que o verbo tem que se mover em cima de tudo obrigatoriamente não é mais a não necessariamente mais acima tipo acima de completamente ele tem que se mover em cima de tudo naturalmente em cima de bem que está a ser comandado por tudo mas não precisa se mover mais e no pb que o verbo em que o verbo tem que se mover o particípio passado ativo obrigatoriamente acima do completamente e naturalmente em
cima de todos os núcleos funcionais em cima de digamos assim todos os advérbios ser comandadas pelo completamente em virtude da restrição sobre o movimento nuclear bom estamos quase encerrando é importante falar agora de contribuições da cartografia sintática a teoria sintática não podemos deixar de citar a proposta de golear o motivo e sobre a simetria direita à esquerda das línguas naturais 5 é um apaixonado por tipologia linguística né é uma pessoa que estuda muito tipologia linguística e vemos é uma vocação da cartografia sobretudo na escola tim com emi an na vertente de goiana de olhar com
muito cuidado o trabalho do chip lojistas independentemente da orientação teórica desses estudiosos pra quê pra tentar oferecer uma explicação em termos de gramática universal para essas diferenças que a gente detecta entre as línguas em relação à ordem de categorias funcionais né então com a cartografia de fato a linguística formal abraça vai ao encontro da tipologia e tenta oferecer aí uma resposta bastante convincente sobre né aquela céus sobre os universais de greenberg vale citar a e universal 20 do globo em berg que é universal sobre a ordem na projeção estendida do nome das redes categorias demonstrativo
numerais e repetidos né antes do nome quando temos demonstrativos numerais objetivos apenas uma ordem é possível nenhuma outra combinação é possível sim que argumenta que isso é devido ao fato de que na nossa gramática universal essa seria a ordem de base a partir da qual por de movimentos sintáticos derivar íamos às outras ordens o movimento sintagmática num movimento nuclear uma outra né a proposta no mesmo sentido seria dos adjetivos atribuídos em relação ao nome temos uma hierarquia rígida e fixa que fica muito claro em línguas germânicas como o alemão eo inglês quem fez curso de
inglês vai lembrar daquela linha da ordem dos adgovados sem dúvida nenhuma isso porque porque o inglês por exemplo daria mais ou menos de graça a ordem bonitinha que a gente teria de acordo com a cartografia tim com eliana na gramática universal as línguas românicas uma vez que o verbo obriga o nome obrigatoriamente sobe em cima de uma série de sind sintagma saadet vais a gente acaba tendo a inversão da ordem desses constantes então não dá pra perguntar essa ordem rígida e fixa da gramática universal numa língua como uma língua românica com portuguesa e italiana etc
a lei então da ordem dos das categorias funcionais na projeção estendida do nome teremos uma simetria também né direita esquerda dentro da oração né temos os núcleos de modo tempo e aspecto em relação ao verbo se aparecem antes do verbo esses três núcleos a uma única ordenação possível nenhuma outra ordenação é possível quando essas categorias precedem o nome né bom eu falaria de a cartografia e daria exemplo sobre a elipse de vp como a gente não tem muito tempo eu vou deixar para vocês na bibliografia trabalhos que explicam isso eu mesmo tenho um trabalho que
sei o quê pela caderno de estudos lingüísticos em que o trato de 2015 da de questões envolvendo elipse de vp e de que forma que uma estrutura articulada com uma estrutura das representações da carteira da cartografia dão conta satisfatoriamente de mostrar diferenças em relação à retomada ou não apps advérbios dentro do vp elite kuta bem vou deixar essa parte falar um pouquinho de cartografia e de minimalismo porque muitas vezes a gente vê mesmo entre estudiosos da teoria geral ativa como se cartografia fosse uma tendência oposta ao minimalismo na verdade quem trabalha com cartografia geralmente diz
que não estão aí a em luta em briga de maneira nenhuma até porque quem faz cartografia depende muito do programa minimalista pra poder de levar uma sentença que a cartografia metodologicamente tem uma vocação aí pra desenhar mapas mas pra construir uma derivação sintática ela vai buscar o que as formas de construção de uma estrutura os mecanismos básicos de composição das estruturas de formação das sentenças lá no programa minimalista nada mais é do que morde e movimente né então como vocês vêem uma entrevista e citada é do mal enem é esses autores entrevistaram abolir o tim
cook dizem-nos sobre cartografia e minimalismo morrem corte entre de diferente falou 'sai of photography maximizer chan ovos in check shourd que eles chamam de uma maneira bastante engraçada de maximalismo e minimalismo guiné e a mínima minimização das redundâncias no programa minimalista né fariam pensar que a gente teria uma contradição entre os dois programas de pesquisa mas na verdade a divisão de trabalho de cartografia minimalismo moss que muito mais do que a digamos aí uma contradição nós teríamos uma plena comunhão desses dois programas de pesquisa que se completam né é claro que há diferenças enquanto o
minimalismo está mais focado no modo como a estrutura é construída por meio da operação básica de morde e néné a cartografia está mais interessada na ordem né na ordem dessas categorias funcionais qual categoria vai entrar primeiro na derivação ela está mais interessada então em determinar quais são as categorias ea ordem que essas categorias a aparecem digamos assim nas mais variadas línguas claro que o tim cook se coloca uma questão relativa à natureza das categorias funcionais para dizer que as categorias funcionais seriam a arte né da do construto da gramática universal ele coloca uma indagação filosófica
bastante interessante né porque é que um número bastante reduzido de conceitos de categorias semânticas porque só um número bastante é limitado de categorias de construtos conceituais se gramática alisaram nas línguas ou seja aparecem aí lexical alisados como morfemas por exemplo como auxiliares como partículas e t7 né porque só algumas categorias pensa em nome das cavernas que tinha já medo digamos assim de alguns animais não temos uma categoria como de juros como perigo gramática realizada na forma de morfina em língua nenhuma não temos aí uma categoria como divindade lexical alisada na forma de morfina sem língua
nenhuma claro que os primos essas noções por meio de palavras substantivas itens lexicais mas como morfema zinhos a gente não vê não vemos um morto e mazinho que lexical análise o amor hoje dia de santo antônio ontem dia dos namorados santo casamenteiro é eu sei que aí em feira de santana estão mais preocupados com o são joão mas a moçada que quer casar hoje é dia de pulsão tinho de ponta cabeça né mas a gente não vê uma categoria como amor expresso na forma de morfemas mas a gente vê modalidade atlética modalidade epistêmica modalidade de
necessidade vemos aí aspecto habitual aspecto frustra ativo para dizer que uma ação foi em vão mas não vemos uma categoria como divindade então aí a questão que se coloca é porque algumas e não outras categorias estão gramática realizadas nas línguas naturais isso nos leva a uma indagação sobre o fato de essas categorias fazerem parte da gramática universal então é o que a cartografia sustenta né bom tanto cartografia como minimalismo compartilham dos mesmos princípios do mesmo núcleo duro digamos assim o fato de termos uma faculdade da linguagem o fato de a criancinha já vira aí com
a especificação dessas categorias por lá há divergências sobre qual categoria ter ou não mas é bastante consensual a ideia de que teríamos uma pelo menos uma estrutura mínima né ea idéia de termos uma faculdade da linguagem específica da espécie humana e isso está nos dois programas então podemos dizer no fim das contas que cartografia e minimalismo então é mais de mãos dadas do que brigando por um espaço na teoria de princípios e parâmetros falar de futuro de cartografia para encerrar não tem como deixar de mencionar os grupos de pesquisas que temos no brasil poderíamos citar
aí o grupo de santa catarina da professora sandra da professora núbia olá cazaque da unicamp com os meus estudantes de pós-graduação igra doação né cita também o grupo do rio de janeiro da federal do rio na bastante importante né uma tese restem recente da juliana néspoli 2018 vale a pena ler né o grupo também da professora simone guesser de boa vista neto também alguns trabalhos aí sobre o nome do filme a bruna carla pereira trabalhos do grupo de salvador os estudantes do professor carlos felipe da conceição pinto em grupo bastante importante e tantos outros grupos
não dá pra citar todos os grupos aqui agora mas tem muita gente trabalhando em cartografia gostaria mais uma vez agradeceu o apoio do audiovisual do iel e da seção de informática o bruno o fernando o nivaldo alexandria o carlão carlinho por toda a ajuda que deram pra que esse vídeo fosse agravado e fosse mandada a mensagem aí pro pessoal de feira de santana agradeceu a professora zenaide mandar um abraço pra ela e um cheiro né e que tenham bom são joão a moçada aí vou agora projetar e tal endereço é o e mail pescaria robel
ponto unicamp.br sintam se à vontade para escrever tenha e também o site do grupo https barra barra dois pontos esses pontos gb barrá-la casa unicamp né esse é o site do grupo de pesquisa e eu agradeço a possibilidade de ter dado essa fala ter feito essa fala que com vocês agradeço o convite da professora zenaide entre no site e vejo que a moçada que tem feito tem produzido estudar cartografia muito interessante e eu agradeço de coração tenham bons são joão e uma boa continuação de semana obrigado gente [Música]